Aula 4 - Captação de água de superfície (Parte I) Introdução. O tratamento da água começa na sua captação

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2 Sistemas de Água I - Aula 4 - Captação de água de superfície (Parte I) 22/10/ Aula 4 - Captação de água de superfície (Parte I) Introdução O tratamento da água começa na sua captação A parte mais importante de um serviço de água potável é o seu manancial e a respectiva captação de suas águas. Da escolha adequada do manancial, da sua proteção, além da correta construção e operação de seus dispositivos de captação depende o sucesso das unidades do sistema.

3 Sistemas de Água I - Aula 4 - Captação de água de superfície (Parte I) 22/10/ Tanto no que se refere à quantidade como à qualidade da água a ser disponibilizada aos consumidores. Deve ser dedicada atenção para a escolha e proteção do manancial e do local de sua captação Para a elaboração do projeto e para a construção e operação das estruturas e dispositivos que compõem a unidade de captação de água.

4 Sistemas de Água I - Aula 4 - Captação de água de superfície (Parte I) 22/10/ Captação de águas: é um conjunto de estruturas e dispositivos, construídos ou montados junto a um manancial, para a retirada de água destinada a um sistema de abastecimento. NBR Projeto de captação de água de superfície para abastecimento público. Mananciais superficiais: Córregos, Rios, Lagos, Represas. Mananciais subterrâneas: Aquíferos freático e artesiano.

5 Sistemas de Água I - Aula 4 - Captação de água de superfície (Parte I) 22/10/2013 5

6 Sistemas de Água I - Aula 4 - Captação de água de superfície (Parte I) 22/10/ As obras de captação devem ser projetadas e construídas para: Funcionar ininterruptamente em qualquer época do ano. Permitir a retirada de água para o sistema de abastecimento em quantidade suficiente e com a melhor qualidade possível. Facilitar o acesso para a operação e manutenção do sistema. Quando o manancial encontra-se em cota inferior à da cidade, haverá a necessidade de uma estação elevatória. Neste caso as obras de captação são associadas às obras de uma estação elevatória.

7 Sistemas de Água I - Aula 4 - Captação de água de superfície (Parte I) 22/10/ Escolha do manancial e do local para implantação Requisitos mínimos dos mananciais: Aspectos quantitativos: Vazões. Aspectos qualitativos: características químicas, físicas biológicas (bacteriológicas). Devem ser levados em conta: tipos de estudos a realizar; condições gerais a serem atendidas pelo local de captação; inspeção de campo e consulta à comunidade.

8 Sistemas de Água I - Aula 4 - Captação de água de superfície (Parte I) 22/10/ Tipos de estudo a realizar (as informações, levantamentos e estudos necessários para a escolha do manancial e do local de implantação de sua captação): Levantamento planialtimétrico da área a abastecer e da região no seu entorno. O tipo de manancial e a localização de sua captação. Ambos têm influência técnica e econômica na concepção do sistema de abastecimento: (i) tipo de tratamento de água; (II) comprimento, acesso, perfil topográfico e desnível altimétrico de adução; (III) aproveitamento de unidades de abastecimento de água existentes; (IV) racionalidade na disposição das unidades de reservação e distribuição.

9 Sistemas de Água I - Aula 4 - Captação de água de superfície (Parte I) 22/10/ Estimativa da vazão mínima (e máxima) dos mananciais em estudo. Conhecimento das vazões disponíveis para captação segundo o órgão responsável pela gestão de recursos hídricos; Levantamento de dados ou estimativas sobre os níveis de água máximo e mínimo, com a indicação dos prováveis períodos de retorno. Levantamento sanitário da bacia hidrográfica a montante dos possíveis pontos de captação.

10 Sistemas de Água I - Aula 4 - Captação de água de superfície (Parte I) 22/10/ Caracterização dos principais usos da terra e da água. Atenção para as atividades degradadoras da vegetação e poluidoras da água, do solo e do ar; Conhecimento dos usos da água a jusante dos pontos de captação em estudo. Levantamento das características físicas, químicas e biológicas da água. Avaliação do transporte de sólidos, em épocas representativas do ano;

11 Sistemas de Água I - Aula 4 - Captação de água de superfície (Parte I) 22/10/ A maior ou menor complexidade dos elementos dependerá: da grandeza da vazão necessária a captação de maiores vazões exige a utilização de mananciais de maior porte estes são mais raros, mais difíceis de proteger e apresentam maiores dificuldades para a captação de suas águas; da disponibilidade de recursos hídricos na região de interesse em áreas onde há a escassez de bons mananciais de água, em quantidade ou qualidade, mais difícil torna-se a pesquisa para a sua identificação.

12 Sistemas de Água I - Aula 4 - Captação de água de superfície (Parte I) 22/10/ Nos casos que envolvem comunidades maiores ou regiões carentes de recursos hídricos (em quantidade ou qualidade), os estudos deverão ser de maior abrangência e exigirão maior nível de detalhes. Quando se tratar de pequenas comunidades localizadas em regiões em que os bons mananciais sejam facilmente identificáveis, esses estudos poderão ser simplificados.

13 Sistemas de Água I - Aula 4 - Captação de água de superfície (Parte I) 22/10/ Principais fatores que alteram a qualidade da água dos mananciais: Urbanização; Erosão e assoreamento; Desmatamento e supressão da mata ciliar; Recreação e lazer; Indústrias e minerações; Resíduos sólidos; Contribuições de córregos e águas pluviais; Resíduos agrícolas; Esgotos domésticos; Acidentes.

14 Sistemas de Água I - Aula 4 - Captação de água de superfície (Parte I) 22/10/ Medidas de controle dos fatores que alteram a qualidade da água dos mananciais. Caráter corretivo: medidas que visam corrigir uma situação existente, para melhorar a qualidade das águas. Caráter preventivo: medidas que evitam ou minimizam a piora na qualidade das águas.

15 Sistemas de Água I - Aula 4 - Captação de água de superfície (Parte I) 22/10/ Controle Corretivo: Implantação de ETEs nas fontes poluidoras localizadas na bacia hidrográfica do manancial. Medidas aplicadas ao manancial. Eliminação de microrganismos patogênicos Remoção de algas Combate a insetos, crustáceos e moluscos Remoção do lodo e sedimentos Aeração da água Eliminação da vegetação aquática superior Instalação de ETA adequada à qualidade da água bruta.

16 Sistemas de Água I - Aula 4 - Captação de água de superfície (Parte I) 22/10/ Controle Preventivo: Planejamento do uso e ocupação do solo. Controle da erosão, do escoamento superficial e da vegetação. Controle da qualidade da água das represas. Avaliação prévia de impactos ambientais.

17 Sistemas de Água I - Aula 4 - Captação de água de superfície (Parte I) 22/10/

18 Sistemas de Água I - Aula 4 - Captação de água de superfície (Parte I) 22/10/ Condições gerais a serem atendidas pelo local de captação Situar-se em ponto que garanta a vazão demandada pelo sistema. Situar-se a montante da localidade a que se destina e a montante de focos de poluição. Situar-se em cota altimétrica superior à da localidade a ser abastecida para que a adução se faça por gravidade (desde que a distância de adução não inviabilize economicamente essa alternativa).

19 Sistemas de Água I - Aula 4 - Captação de água de superfície (Parte I) 22/10/ Caso a adução por gravidade seja inviável, o local de captação deve situar-se em cota que resulte menor altura geométrica e que possibilite a condições apropriadas de bombeamento e de adução por recalque. Situar-se em terreno que apresente condições de acesso, características geológicas, níveis de inundação e condições de arraste e deposição de sólidos favoráveis ao tipo e porte da captação a ser implantada.

20 20 Sistemas de Água I - Aula 4 - Captação de água de superfície (Parte I) 22/10/2013 Situar-se em trecho reto do curso de água ou em local próximo à sua margem externa evitando sua implantação em trechos que favoreçam o acúmulo de sedimento.

21 Sistemas de Água I - Aula 4 - Captação de água de superfície (Parte I) 22/10/ As estruturas de captação devem ficar protegidas da ação erosiva da água e dos efeitos da variação de nível do curso d'água. Resultar no mínimo de alterações no curso de água (implantação das estruturas e dispositivos de captação), inclusive no que se refere à possibilidade de erosão ou de assoreamento. O projeto de captação deve incluir também as obras para garantir o acesso permanente a essa unidade.

22 Sistemas de Água I - Aula 4 - Captação de água de superfície (Parte I) 22/10/ Tipos de captação de água de superfície As captações de água de superfície podem ser de cinco tipos: captação direta ou a fio de água; captação com barragem de regularização de nível de água; captação com reservatório de regularização de vazão destinado prioritariamente para o abastecimento público de água; captação em reservatórios ou lagos de usos múltiplos; captações não convencionais.

23 Sistemas de Água I - Aula 4 - Captação de água de superfície (Parte I) 22/10/ A captação a fio de água é aplicada em cursos d'água que: possuam vazão mínima utilizável superior à vazão de captação (ou seja, a vazão necessária é menor que a vazão mínima do rio) apresentam nível de água mínimo para o posicionamento da tubulação ou dispositivo de tomada. A captação com barragem de regularização de nível de água também se aplica a cursos de água de superfície com vazão mínima utilizável superior à vazão de captação.

24 Sistemas de Água I - Aula 4 - Captação de água de superfície (Parte I) 22/10/ Porém cujo nível de água é insuficiente para o posicionamento da tubulação de tomada. O nível mínimo de água é elevado por meio de uma barragem de pequena altura (soleira), cuja finalidade é dotar o manancial do nível de água mínimo necessário à sua captação. Assim, uma barragem de nível (ou enrocamento): eleva o nível de água do manancial (mas não regulariza vazões), garante N.A. mínimo na captação.

25 Sistemas de Água I - Aula 4 - Captação de água de superfície (Parte I) 22/10/2013 A captação com reservatório de regularização de vazão destinado prioritariamente ao abastecimento público de água é empregada quando à vazão média do curso d'água é superior à necessidade de consumo, entretanto, a vazão mínima é inferior à vazão de captação necessária. 25 Neste caso, torna-se necessária a construção de barragem de maior altura, suficiente para permitir o acúmulo de volume de água que possibilite a captação da vazão necessária em qualquer época do ano hidrológico. Deve ainda garantir o fluxo residual de água em quantidade adequada à manutenção da vida aquática e a outros usos a jusante da barragem.

26 Sistemas de Água I - Aula 4 - Captação de água de superfície (Parte I) 22/10/ É uma obra cujo projeto e construção são mais complexos do que os demais tipos de captação. A captação em reservatórios ou lagos de usos múltiplos é aquela que se dá em reservatórios artificiais ou em lagos naturais cujas águas não tenham o seu uso prioritário relacionado ao abastecimento público de água. As captações não convencionais são concebidas para permitir o emprego de equipamentos de elevação ou recalque de água movidos por energia não convencional como a eólica, a solar ou as provenientes de transiente hidráulico (golpe de aríete).

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31 Sistemas de Água I - Aula 4 - Captação de água de superfície (Parte I) 22/10/ Dispositivos constituintes das captações de água: Tomada de água (ocorre em todo o tipo de captação). Barragem de nível ou soleira, (eleva o nível de água do manancial garantindo N.A. mínimo na captação). Reservatório de regularização de vazão (situações em que a vazão mínima do manancial for menor do que a vazão de captação). Grades e telas, geralmente presentes em todo o tipo de captação. Desarenador (caixa de areia), que é utilizado quando o curso de água apresenta transporte intenso de sólidos.

32 Sistemas de Água I - Aula 4 - Captação de água de superfície (Parte I) 22/10/ Tomada de água: é o conjunto de dispositivos que tem por finalidade conduzir a água do manancial para as demais partes constituintes da captação. Tipos de tomada de água com base no grau de complexidade: a) tubulação de tomada; b) caixa de tomada; c) canal de derivação; d) poço de derivação; e) tomada de água com estrutura em balanço; f) captação flutuante; g) torre de tomada.

33 Sistemas de Água I - Aula 4 - Captação de água de superfície (Parte I) 22/10/ a) Tubulação de tomada: É o dispositivo de tomada de água constituído por tubulação simples, que conduz a água desde o manancial até a unidade seguinte. Principais cuidados (segundo a NBR Projeto de captação de água de superfície para abastecimento público): Velocidade nas tubulações/canais da tomada de água não deve ser inferior a 0,60 m/s. Prever dispositivo anti-vórtice. A tubulação de tomada é provida de um crivo em sua extremidade de montante, localizado dentro do curso de água.

34 Sistemas de Água I - Aula 4 - Captação de água de superfície (Parte I) 22/10/ Tubos perfurados: opção preferida quando o curso de água possua margem de pequena declividade ou quando a sua lâmina de água seja de pequena espessura. Tomada de água direta com conjunto motobomba (bombas anfíbias): é uma solução que dispensa a construção de casa de bombas (minimiza as obras na margem) e não fica limitada por problemas de altura máxima de sucção (o equipamento é instalado dentro do curso de água). Há a necessidade de uma altura mínima de lâmina de água no local de sua instalação.

35 Sistemas de Água I - Aula 4 - Captação de água de superfície (Parte I) 22/10/ Tubulação de tomada com crivo, descarregando em desarenador Tubulação de tomada com crivo, descarregando em caixa de passagem

36 Sistemas de Água I - Aula 4 - Captação de água de superfície (Parte I) 22/10/ Tubulação de tomada com crivo, descarregando em poço de sucção de uma elevatória Tubulação de tomada com crivo ligada diretamente à sucção de bomba

37 Sistemas de Água I - Aula 4 - Captação de água de superfície (Parte I) 22/10/ Tubulação de tomada com tubos perfurados Tomada de água com bomba anfíbia modular

38 Sistemas de Água I - Aula 4 - Captação de água de superfície (Parte I) 22/10/2013 No dimensionamento da unidade de tomada são utilizadas: A fórmula de Hazen - Williams (cálculo da perda de carga na tubulação de tomada): J = 10, 643. Q 1,85. C 1,85. D 4,87 38 Q = vazão (m 3 /s). D = diâmetro (m). J = perda de carga unitária (m/m). C = Coeficiente adimensional que depende do material. A equação geral para o calculo das perdas de cargas localizadas: V 2 h f = k. 2. g

39 Sistemas de Água I - Aula 4 - Captação de água de superfície (Parte I) 22/10/ Tubulação de tomada constituída de tubos perfurados (cálculo da perda de carga nos orifícios de tubo é feito pela fórmula gerel para pequenos orifícios): Q = C d. S. (2. g. h) 0,5 Q = é a vazão por orifício, calculada dividindo-se a vazão de captação pelo número de orifícios a serem perfurados nos tubos de tomada (m 3 /s). S = é a seção de cada orifício (m 2 ). Cd = coeficiente de descarga (0,6). h = perda de carga (m).

40 Sistemas de Água I - Aula 4 - Captação de água de superfície (Parte I) 22/10/2013 Exemplo 1- Dimensionar uma tubulação de tomada de uma captação de água de superfície destinada a uma comunidade com população de projeto de 1942 habitantes, consumo per capita médio de água macromedido de 150 L/hab.dia e coeficiente do dia de maior consumo (k 1 ) igual a 1,2. As unidades de produção de água deverão ser projetadas para funcionarem no máximo 16 horas por dia. O comprimento da tubulação de tomada é de 5 m e ela descarrega num poço de tomada. Adotar: C=130 para tubo de ferro fundido revestido internamente com argamassa de cimento. crivo comercial : k = 0,75 válvula de gaveta: k = 0,20 saída de tubulação: k = 1,00 Vazão da ETA = 3% 40

41 Sistemas de Água I - Aula 4 - Captação de água de superfície (Parte I) 22/10/ b) Caixa de tomada: é empregada quando o curso de água apresenta regime de escoamento torrencial ou rápido. Isso coloca em risco a estabilidade de tubulações, pela possibilidade da colisão destas com sólidos transportados pelo curso de água em épocas de fortes chuvas. Nessas situações, é mais indicado que a tubulação de tomada seja substituída por uma caixa de tomada instalada na margem do curso de água. As caixas de tomada são dotadas de grade em sua entrada.

42 Sistemas de Água I - Aula 4 - Captação de água de superfície (Parte I) 22/10/ Caixa de tomada de água em captação a fio de água c) Canal de derivação: é utilizado em captações de médio ou grande portes, cumprindo ao mesmo tempo as funções da caixa de tomada e do canal que interliga à unidade subseqüente. Não se aplica a captações de pequena vazão devido à prescrição da velocidade mínima de 0,60 m/s.

43 Sistemas de Água I - Aula 4 - Captação de água de superfície (Parte I) 22/10/ Canais para pequenas vazões com essa velocidade teriam dimensões diminutas para viabilizar sua construção e manutenção. Geralmente os canais de derivação são dotados de grade em sua entrada. Canal de derivação e desarenador afastado da margem do curso de água

44 Sistemas de Água I - Aula 4 - Captação de água de superfície (Parte I) 22/10/ Canal de derivação e desarenador posicionados junto ao curso de água d) Poço de derivação: consiste de uma tubulação construída na margem de rios ou ribeirões que seja inundável e que apresente declividades acentuadas.

45 Sistemas de Água I - Aula 4 - Captação de água de superfície (Parte I) 22/10/ Poço de derivação com apenas uma tomada de água Quando a variação de nível de água do rio for acentuada, pode-se adotar mais de uma tubulação de tomada.

46 Sistemas de Água I - Aula 4 - Captação de água de superfície (Parte I) 22/10/ Poço de derivação com duas tubulações de tomada Antigamente esse tipo de solução só era viável em cursos de água com reduzido transporte de sólidos. Com a entrada no mercado das bombas resistentes à abrasão (conjuntos motobomba submersíveis para água bruta), esse tipo de solução passou a ser utilizado também em cursos de água cujo transporte de sólidos é maior.

47 Sistemas de Água I - Aula 4 - Captação de água de superfície (Parte I) 22/10/2013 Conjuntos motobomba submersíveis x motobomba convencionais: Maior preço de aquisição, menor rendimento, menores vazões, menores alturas manométricas, maior risco de danos por choques com sólidos flutuantes de maior massa, arrastados pelo rio. 47 Essas desvantagens tornam-se tanto mais significativas quanto maiores forem as vazões envolvidas Mesmo com as desvantagens apresentadas, isso possibilita soluções mais simples e baratas, com poços de dimensões reduzidas e sem apresentar inconvenientes de ser inundado.

48 Sistemas de Água I - Aula 4 - Captação de água de superfície (Parte I) 22/10/2013 Assim o poço de tomada funciona como proteção do conjunto motorbomba contra o seu arraste pela água e contra o seu impacto com corpos de maior peso arrastados pela correnteza. 48 e) Tomada de água com estrutura em balanço: é um tipo de captação em que a tomada de água é feita por um conjunto motobomba, resistente à abrasão, que fica suspenso dentro do curso de água, por meio de uma corrente integrada a uma talha que pode se movimentar ao longo de uma viga em balanço. Aplica-se a rios com grande oscilação do nível de água, tanto em profundidade como no afastamento às margens.

49 Sistemas de Água I - Aula 4 - Captação de água de superfície (Parte I) 22/10/ Tomada de água com estrutura em balanço f) captação flutuante: se aplica em lagos e represas ou em rios com regime de escoamento tranqüilo, sem arraste freqüente de sólidos flutuantes de grandes dimensões. Tem sido mais utilizada em sistemas de pequenas e médias comunidades (como uma alternativa mais econômica as torre de tomada), de custo mais elevado.

50 Sistemas de Água I - Aula 4 - Captação de água de superfície (Parte I) 22/10/ Pode ser de três diferentes tipos: com motor e/ou bomba não submersíveis, instalados em balsa. com conjunto motobomba submersível suspenso por flutuadores. com tomada de água flutuante. A captação com conjunto motobomba não submersível instalado em balsa aplica-se a situações em que não seja economicamente indicada a utilização de conjuntos submersíveis. Em contrapartida, tem-se que a alternativa de conjunto motobomba submersível suspenso por flutuadores tende a apresentar menor custo do que a construção da balsa.

51 Sistemas de Água I - Aula 4 - Captação de água de superfície (Parte I) 22/10/ A adoção de uma ou de outra das duas primeiras alternativas vai depender da realização de estudo técnico-econômico comparativo. Há a tendência de que a alternativa com balsa seja mais vantajosa nos sistemas de maior porte (com maiores vazões de captação), enquanto que a modalidade que emprega flutuadores é mais indicada para as captações de menores vazões. A terceira modalidade, em que apenas a tomada de água é flutuante, tem a sua viabilidade econômica dependente: da amplitude da variação do nível de água do manancial; da topografia; da geologia e da extensão da área inundável no local onde ficará o poço que irá receber a água da tomada flutuante.

52 Sistemas de Água I - Aula 4 - Captação de água de superfície (Parte I) 22/10/ Qualquer que seja a modalidade de captação flutuante escolhida, deverá ser dada atenção especial à ancoragem da estrutura flutuante, principalmente quando ela é instalada em rios, em que a ação de arraste pela água é mais significativa. Outra característica desse tipo de tomada de água é a necessidade de que a tubulação seja flexível, o que é facilitado pela existência de tubos de material plástico de grande resistência a esforços internos e externos.

53 Sistemas de Água I - Aula 4 - Captação de água de superfície (Parte I) 22/10/ Tomada de água com conjunto motobomba flutuante instalado em balsa Tomada de água com conjunto motobomba suspenso por flutuadores

54 Sistemas de Água I - Aula 4 - Captação de água de superfície (Parte I) 22/10/ Tomada de água flutuante Fonte: Zambon e Contrera (2013)

55 Sistemas de Água I - Aula 4 - Captação de água de superfície (Parte I) 22/10/ Fonte: Zambon e Contrera (2013)

56 Sistemas de Água I - Aula 4 - Captação de água de superfície (Parte I) 22/10/ Fonte: Zambon e Contrera (2013)

57 Sistemas de Água I - Aula 4 - Captação de água de superfície (Parte I) 22/10/ g) Torre de tomada: é a modalidade em que a tomada de água é feita por meio de uma torre de grandes dimensões, com entradas de água em diferentes níveis. Fonte: Zambon e Contrera (2013)

58 Sistemas de Água I - Aula 4 - Captação de água de superfície (Parte I) 22/10/ Pelo seu maior custo é indicado para grandes sistemas de abastecimento de água (captação se faz em lagos, em reservatórios de regularização de vazão ou em grandes rios) com grande variação no posicionamento do nível de água. A NBR estabelece que a sua utilização deve ser precedida de estudo técnico-econômico que considere também as outras alternativas tecnicamente viáveis. A torre de tomada pode funcionar apenas como um dispositivo de tomada de água ou como tomada de água e elevatória. Isso vai depender do porte do sistema e das condições topográficas do terreno nas suas imediações.

59 Sistemas de Água I - Aula 4 - Captação de água de superfície (Parte I) 22/10/ Os equipamentos de bombeamento de água são geralmente conjuntos motobomba de eixo prolongado, ficando o motor no piso situado acima do NA máximo do manancial e a bomba centrífuga, instalada no poço com água, abaixo do NA mínimo. É importante levar em consideração, além das oscilações de nível, as variações da qualidade da água em função da profundidade. As águas represadas favorecem o desenvolvimento de algas (cianobactérias), principalmente nas camadas superiores, onde é mais elevada a temperatura e mais intensa a penetração de luz.

60 Sistemas de Água I - Aula 4 - Captação de água de superfície (Parte I) 22/10/ Nas camadas inferiores ocorre água com teores excessivos de matéria orgânica e metais como ferro e manganês, favorecendo o desenvolvimento de compostos causadores de cor, odor e gosto desagradáveis. Este fenômeno acentua-se nos períodos de temperatura mais elevada, em que o processo de decomposição é mais intensa. Para "resolver" esse problema é fundamental a adequada operação das entradas de água que ficam posicionadas em diferentes profundidades na torre de tomada, além da correta gestão e manejo do lago ou represa e de sua bacia hidrográfica.

61 Sistemas de Água I - Aula 4 - Captação de água de superfície (Parte I) 22/10/ Subsistema de Castelo do Bode. Imagem retirada de

62 Sistemas de Água I - Aula 4 - Captação de água de superfície (Parte I) 22/10/ Pindobaçu - Vertedouro e torre de tomada vista da margem direita para esquerda Cerb - Companhia De Engenharia Ambiental e Recursos Hídricos da Bahia

63 Sistemas de Água I - Aula 4 - Captação de água de superfície (Parte I) 22/10/ Ler o capítulo 4 - Captação de Águas Superficiais do livro do Tsutiya. Na Próxima Aula: Capitação Parte 2 Revisão do exercício sobre consumo d'água Iniciar capítulo sobre adutoras

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