Emprego de Código de Barras Bidimensionais para Conferência da Autenticidade de Certificados Digitais

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1 Emprego de Código de Barras Bidimensionais para Conferência da Autenticidade de Certificados Digitais Caroline F. Vicentini 1, Francisco T. M. Avelar 1, João Carlos D. Lima 2, Iara Augustin 2 1 Ciência da Computação Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) Santa Maria RS Brasil. 2 Departamento de Eletrônica e Computação Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) Santa Maria, RS Brasil. {carol, avelar, caio, Abstract. This paper presents the two dimensional bar code approach to make available and grant access to virtual informations in ubiquitous environments using cell phones and mobile communication. Hence, a practical view purpose was established in order to create an application to ensure authenticity in certificates using two dimensional bar codes, which is used to illustrate a translation from two dimensional bar codes to its equal textual contents. Resumo. Este artigo aborda ferramentas de código de barras bidimensionais que possibilitam acessar e disponibilizar informações virtuais em ambientes ubíquos através da utilização de telefones celulares. Em função disso, uma contextualização envolvendo o desenvolvimento de um aplicativo para conferência de autenticidade em certificados utilizando códigos de barras bidimensionais foi definida de forma a ilustrar a tecnologia de tradução de códigos de barra bidimensionais para conteúdo textual. 1. Introdução Durante os últimos anos, a informática vem possibilitando o armazenamento e a consulta de informações de forma bastante rápida e eficiente. Entretanto, o acesso aos dados e o manuseio de computadores nem sempre é transparente para o usuário, sendo necessário, na maioria das vezes, algum conhecimento técnico e a utilização de computadores pessoais para acessar as informações desejadas. Segundo a concepção da computação ubíqua de Mark Weiser [Weiser 1991], a computação deve ser transparente para o usuário, as informações devem ser facilmente acessadas e devem estar disponíveis no ambiente, sem a necessidade de interação com

2 computadores para acessá las. Para saber qualquer informação relacionada a objetos ou a locais, o usuário realiza o mínimo de interações possível com sistemas, sendo desnecessário saber sobre seu funcionamento ou como as informações são trazidas até ele. Uma forma de criar ambientes ubíquos é agregando informações a objetos. A tecnologia de códigos de barras 2D é comumente utilizada para esse fim, pois permite codificar informações em imagens para que sejam inseridas no ambiente. Depois de adequadamente decodificada, a informação referente ao objeto pode ser visualizada pelo usuário. Dessa forma, é possível inserir informações em objetos e locais, tornando o acesso às informações mais fácil e instantâneo. Este artigo tem como objetivo descrever o funcionamento de códigos de barras 2D, relatando as aplicações mais comuns para essa tecnologia atualmente. Como estudo de caso é apresentado o desenvolvimento e o funcionamento de um sistema que utiliza códigos de barras 2D para verificar a autenticidade de certificados emitidos. O artigo está dividido da seguinte forma: primeiramente a tecnologia de código de barras 2D é explicada na seção 2, seguida de exemplos de aplicação na seção 3; após, o estudo de caso sobre o sistema de certificados, seu funcionamento e etapas do desenvolvimento são apresentados na seção 4; na seção 5, os resultados obtidos do desenvolvimento são apresentados; finalizando, na seção 6 são feitas considerações finais seguidas de trabalhos futuros a serem desenvolvidos em relação ao sistema apresentado no estudo de caso. 2. Códigos de Barras 2D Desde que foram criados, os códigos de barras são amplamente utilizados no comércio por possibilitarem a codificação de informações e sua rápida recuperação. Esse sistema possibilitou que as transações comerciais fossem realizadas de forma mais rápida, facilitando o controle e o cálculo do estoque de produtos e dos lucros obtidos. Para a codificação e decodificação de códigos de barras existem vários padrões, alguns são destinados a aplicações específicas, outros podem ser utilizados para várias finalidades [ISO 2007]. Independente do padrão escolhido, o scanner que decodifica o código de barras deve ser configurado para o padrão escolhido. Existem três tipos de códigos de barras: o código de barras linear, que é o mais comumente utilizado para catalogar produtos em mercados; o código de barras stacked, utilizado em cartões de identificação; e o código de barras 2D, similar ao código de barras linear, mas com maior capacidade de armazenar informações [High Tech Aid 2007]. Exemplos dos três tipos de códigos de barras podem ser vistos na figura 1.

3 Figura 1. Exemplos de tipos de barra de código. Da esquerda para direita: código de barras linear; código de barras stacked; código de barras bidimensional Os códigos de barra 2D permitem armazenar grande quantidade de dados em uma figura de tamanho pequeno; entretanto sua decodificação é mais custosa em termos de hardware e de tempo, sendo assim mais indicada e utilizada na área de computação. Assim como os códigos de barra lineares, existem diferentes padrões e diferentes aplicações para o código de barras 2D, entretanto ambos são utilizados com a mesma finalidade: codificar informações para serem posteriormente decodificadas e processadas por algum sistema. Uma área de aplicação para os códigos de barras 2D é a computação ubíqua como propõe o projeto semapedia.org. Neste, a utilização de barras 2D ocorre da seguinte forma: uma URL é codificada gerando uma imagem chamada TAG. A TAG gerada é colocada em algum objeto ou local do qual se deseja disponibilizar mais informações. As informações adicionais a respeito do objeto são colocados na página a qual a URL referencia. Para acessar as informações é utilizado um telefone celular com câmera e um software decodificador adequado. Depois de fotografar a TAG, o software instalado decodifica a URL e permite acessar as informações na página através do navegador do telefone celular. Por a figura gerada (TAG) ser apenas uma espécie de link físico para as informações, os dados da página podem ser alterados sem necessidade de trocar a imagem colocada no local ou no objeto. Esse sistema permite manter as informações atualizadas facilmente, e permite ligar o mundo físico com o virtual através de links físicos, como é feito atualmente pelo projeto Semapedia [Semapedia.org 2007]. O projeto Semapedia tem atualmente um conjunto de informações catalogadas pelo mundo [Semapedia.org 2007]. Usuários de todo o planeta colocam TAGs tanto em pontos turísticos, como Machu Picchu e Torre de Pisa quanto em mesas de bar. Isso possibilita que informações sejam acessadas sem a necessidade da utilização de computadores pessoais e até mesmo sem a necessidade de saber onde buscar essas informações. Os códigos de barra 2D são também bastante utilizados no Japão e na Coréia do Sul desde Além de substituir os códigos de barras tradicionais, é usado como

4 cartão de visitas, links de sites, comandos para telefones celulares, em anúncios publicitários, entre outros. Um exemplo é a sua utilização em embalagens de produtos alimentícios para disponibilizar uma forma de o consumidor ter mais informação sobre o valor calórico e ingredientes nos produtos. 3. Aplicação dos Códigos de Barra para Conferência de Certificados Eventos realizados que geram certificados de participação online necessitam fornecer algum meio de comprovar a validade dos certificados gerados, dificultando assim a confecção de certificados adulterados. Uma forma de fornecer esse serviço é disponibilizando um sistema on line para comprovação da validade. Esse processo de verificação necessita a utilização de computadores pessoais e também necessita que o usuário interaja com o sistema fornecendo a este alguma chave ou outra informação como entrada do sistema. Uma alternativa para tornar a conferência dos certificados mais automatizada é disponibilizar um sistema que utiliza códigos de barras 2D. Para verificar a validade de um certificado através de um sistema que utilize códigos de barras 2D, é necessário apenas instalar o decodificador no telefone celular, tirar uma foto da TAG e verificar se os dados que são retornados são os mesmos contidos no certificado que está sendo avaliado. Para a construção de um sistema que verifique a validade dos certificados, é necessário definir uma forma das informações referentes aos certificados serem analisadas. Para isso deve ser levado em conta que as TAGs de cada certificado devem ser diferentes. Existem duas possíveis abordagens para geração das TAGs e para a forma de verificação do sistema. Uma abordagem é criar um endereço estático para cada certificado, gerando assim uma TAG diferente para cada certificado. Dessa forma, cada URL passa a ser o identificador cujo conteúdo reúne informações válidas de um certificado em particular. Entretanto essa abordagem apresenta grande complexidade de gerência e manutenção do sistema de certificados. Outra abordagem mais eficaz é a utilização de um sistema on line que processa informações passadas como parâmetro para validar os certificados. Essa abordagem facilita o gerenciamento do sistema, pois em vez de gerenciar diversas páginas, é necessário apenas o gerenciamento de uma base de dados. Entretanto a URL utilizada para a verificação é igual para todos os certificados, gerando dessa forma a mesma TAG para todos. Esse problema pode ser resolvido com a passagem de parâmetros junto com a URL. Caso as informações referentes ao certificado, evento ou pessoa sejam alterados na base de dados, o certificado deverá ser impresso novamente. Apesar da TAG não ser alterada com a alteração dos dados do certificado, as informações nele impressas serão

5 diferentes das informações contidas no sistema, gerando assim dúvidas em relação à autenticidade. Existe, portanto, nesse sistema em específico, a necessidade de não haver trocas constantes nos valores referentes aos eventos realizados. Entretanto, essa não é uma característica preocupante, pois os dados do evento geralmente não precisam ser alterados. Uma preocupação que deve ser levada em consideração no desenvolvimento é a interface com o usuário, que devido a limitação do tamanho da tela do dispositivo, a quantidade de informações fornecidas não deve ser demasiada, pois dificulta a visualização e torna a utilização do sistema não amigável. Outra questão importante nesse sistema é o cuidado com certificados adulterados. Caso a mensagem de confirmação não contenha nenhuma informação sobre os dados do evento ou da pessoa que participou do mesmo, pessoas malintencionadas podem alterar o nome do evento ou o nome da pessoa e utilizar a mesma TAG de um certificado válido. Dessa forma o retorno da consulta de verificação vai informar que o certificado se encontra na base de dados sem que seja possível verificar a fraude realizada. Por fim, é importante fornecer também alguma forma alternativa que possibilite a verificação, fazendo com que a verificação através de barras de códigos 2D seja uma alternativa. Dessa forma a verificação pode ser feita independente de dispositivos. Tendo em vista a funcionalidade que o sistema deveria apresentar, foi iniciado o desenvolvimento de um protótipo para realizar a verificação dos certificados através de códigos de barras 2D. 4. Construção do Aplicativo Para a construção do aplicativo, foi adotado a utilização de um servidor web para o processamento das requisições em conjunto com uma base de dados centralizada para manutenção das informações dos certificados. O código de barras 2D escolhido para a construção do aplicativo foi o Semacode [Semacode 2007]. O sistema disponível para gerar as TAGs e decodificá las foi instalado em computadores pessoais para testar o funcionamento das mesmas e do aplicativo a ser desenvolvido. O decodificador também foi instalado em um telefone celular com câmera e com acesso à internet para a verificação do comportamento do aplicativo desenvolvido. A modelagem da base de dados foi feita levando em consideração apenas informações que ajudavam na conferência da validade de um certificado: nome da pessoa que participou do evento, nome do evento, se participou como ouvinte ou palestrante, a carga horária e a data de realização do evento. As informações eram referentes às pessoas, aos eventos e à participação no evento. Assim, a base de dados

6 gerada ficou com um relacionamento n n entre pessoas e evento, tendo certificados como tabela resultante para armazenar informações referentes à participação. A modelagem da base de dados pode ser visualizada na figura 2. Figura 2. Modelagem da base de dados Tendo em vista que a base de dados para testes ficaria no computador belluno, na pasta Certificados, o formato da URL a ser codificada teria a estrutura mostrada na figura 3, onde idcertificado é o valor do identificador do certificado na base de dados. Assim cada certificado tem uma TAG diferente, dando ao sistema meios de encontrar o certificado relacionado a TAG e mostrar as informações referentes a eles. Figura 3. URL e TAG para acesso à página de validação Um script PHP [Converse and Park 2003] de consulta na base de dados MySQL [Suehring 2002] e retorno da informação foi necessário para a realização do processamento. Em virtude de o sistema decodificador ficar no telefone celular e de as TAGs serem criadas separadamente ao sistema, qualquer linguagem de programação e sistemas gerenciador de banco de dados podem ser adotados para a implementação no servidor. Existe somente a necessidade de a linguagem retornar o resultado do processamento da requisição para o navegador do telefone celular. O comportamento do sistema foi projetado seguindo as recomendações descritas na seção anterior. Com a adoção de uma base de dados centralizada com as informações referentes aos certificados e com a utilização de um servidor web para o processamento das requisições de validação, foi possível ter um endereço único mas com uma URL diferente para cada certificado através da passagem de parâmetros pelo método GET. O

7 parâmetro passado como argumento em cada URL gerada é o identificador da tabela participação, pois possibilita recuperar todas as informações do certificado a partir da consulta SQL montada utilizando o identificador. Se dados retornados da consulta são iguais aos presentes no certificado, então o mesmo é válido, senão o mesmo foi adulterado. 5. Resultados Obtidos Após implementado o script para responder às requisições feitas por telefone celular, foram geradas TAGs a partir do padrão definido com identificadores existentes e não existentes na base de dados. O resultado obtido com o simulador Java Wireless Toolkit [Sun 2007] através do exemplo disponibilizado juntamente com o código de barras 2D utilizado foi o esperado: caso o certificado não estivesse presente na base de dados, um aviso era mostrado na tela, caso o identificado fosse válido, os dados referentes ao certificado eram mostrados; como na figura 4. Figura 4. Retorno dos dados no simulador de celular O aplicativo foi testado também em um telefone celular com câmera e acesso à internet. Para isso a base de dados e o script foram hospedados em um servidor acessível na WEB. Também foi instalado no telefone celular um decodificador de TAGs

8 2D. Os resultados obtidos foram os mesmos do simulador. O desenvolvimento do aplicativo permitiu demonstrar que é possível disponibilizar um sistema de conferência de informações utilizando códigos de barras 2D. O sistema pode ser facilmente adaptado a sistemas de gerenciamento de eventos com emissão de certificados já existentes. A parte mais trabalhosa da integração dos sistemas é a impressão das TAGs nos certificados gerados na qual um script para geração de TAGs para computadores pessoais deve ser incorporado ao sistema. 6. Considerações Finais Códigos de barras são utilizados para facilitar o acesso às informações através da codificação das mesmas e de sua apresentação através de símbolos. Dentre os códigos de barra, o código de barra 2D permite a codificação de maior quantidade de informação e também a utilização dos mesmos em ambientes computacionais ubíquos. Este artigo relata exemplos de aplicações desenvolvidas utilizando códigos de barras 2D seguido do relato do desenvolvimento de um protótipo de sistema de verificação de validade de certificados que utiliza esta mesma tecnologia. Este protótipo desenvolvido busca fornecer uma forma de verificação de validades de certificados emitidos de forma on line através da utilização de um telefone celular com câmera e com o decodificador instalado. O aplicativo final foi testado com a utilização de simuladores e, posteriormente, em um telefone celular, obtendo se os resultados esperados. Como trabalhos futuros, pretende se implementar um sistema para geração e impressão das TAGs nos certificados gerados pelo sistema. Referências Weiser, M. (1991) The Computer for the 21st Century" Scientific American Special Issue on Communications, Computers, and Networks, September, ISO, Standards and/or guides of JTC 1/SC 31, tpage.technicalcommitteestandardslist?commid=156, acessado em julho de High Tech Aid, Bar Code Standards, acessado em julho de Semapedia.org. acessado em julho de Semacode. acessado em julho de Converse, T. and Park, J. (2003) PHP A Bíblia 2 Edição, Editora Campus/Elsevier. Suehring, S. (2002) MySQL A Bíblia, Editora Campus/Elsevier. Sun, Sun Java Wireless Toolkit for CLDC, acessado em julho de 2007.

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