CENTRO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA PAULA SOUZA FACULDADE DE TECNOLOGIA DE LINS PROF. ANTÔNIO SEABRA CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM LOGÍSTICA

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "CENTRO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA PAULA SOUZA FACULDADE DE TECNOLOGIA DE LINS PROF. ANTÔNIO SEABRA CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM LOGÍSTICA"

Transcrição

1 CENTRO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA PAULA SOUZA FACULDADE DE TECNOLOGIA DE LINS PROF. ANTÔNIO SEABRA CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM LOGÍSTICA CRISTIANE DA SILVA LIMA MÁRCIA CLARA GIMENEZ COMPARATIVO ENTRE A EFICIÊNCIA E A RESPONSIVIDADE DOS FATORES CHAVE DA CADEIA DE SUPRIMENTO DO SETOR FRIGORÍFICO LINS/SP 1º SEMESTRE/2014

2 CENTRO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA PAULA SOUZA FACULDADE DE TECNOLOGIA DE LINS PROF. ANTÔNIO SEABRA CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM LOGÍSTICA CRISTIANE DA SILVA LIMA MÁRCIA CLARA GIMENEZ COMPARATIVO ENTRE A EFICIÊNCIA E A RESPONSIVIDADE DOS FATORES CHAVE DA CADEIA DE SUPRIMENTO DO SETOR FRIGORÍFICO Trabalho de Conclusão de Curso apresentado à Faculdade de Tecnologia de Lins Prof. Antônio Seabra, para obtenção do Título de Tecnólogo(a) em Logística. Orientador: Me. Juliano Munhoz Beltani LINS/SP 1º SEMESTRE/2014

3 CRISTIANE DA SILVA LIMA MÁRCIA CLARA GIMENEZ COMPARATIVO ENTRE A EFICIÊNCIA E A RESPONSIVIDADE DOS FATORES CHAVE DA CADEIA DE SUPRIMENTO DO SETOR FRIGORÍFICO Trabalho de Conclusão de Curso apresentado à Faculdade de Tecnologia de Lins Prof. Antônio Seabra, como parte dos requisitos necessários para a obtenção do título de Tecnólogo(a) em Logística sob orientação do Prof. Me. Juliano Munhoz Beltani Data de aprovação: / / Prof. Me. Juliano Munhoz Beltani Prof. Me. Sílvio Ribeiro Prof. Me. Sandro da Silva Pinto

4 3 COMPARATIVO ENTRE A EFICIÊNCIA E A RESPONSIVIDADE DOS FATORES CHAVE DA CADEIA DE SUPRIMENTO DO SETOR FRIGORÍFICO Cristiane da Silva Lima¹, Márcia Clara Gimenez² Me. Juliano Munhoz Beltani³ ¹,²Acadêmicos do Curso de Tecnologia em Logística da Faculdade de Tecnologia de Lins Prof. Antônio Seabra - Fatec, Lins-SP, Brasil ³Docente do Curso de Tecnologia em Logística da Faculdade de Tecnologia de Lins Prof. Antônio Seabra - Fatec, Lins-SP, Brasil. RESUMO A logística é o canal ou elo do produtor dos bens e serviços, ao consumidor final. Sua responsabilidade se insere no âmbito das atividades de movimentação e armazenagem, as quais facilitam o fluxo de produtos desde o ponto de aquisição da matéria-prima até o consumo final. Atualmente a competitividade global entre as empresas obrigou-as a buscarem melhorias para garantir seu espaço no mercado. Numa época em que a sociedade é espantosamente dinâmica, instável e evolutiva, a adaptação a essa realidade é, cada vez mais, uma questão de sobrevivência para as empresas que queiram conquistar e fidelizar seus clientes. Para tanto, é necessário ter uma estratégia competitiva que consiga planejar, implementar e controlar de maneira eficiente e responsiva. Responsividade é atender prontamente, e eficiência é atender priorizando custos. Este artigo faz um comparativo entre duas empresas do setor frigorífico, buscando evidenciar suas estratégias, dentro dos fatores chave e seu nível de responsividade e eficiência ao atendimento ao cliente. Esta pesquisa tem como objetivo, identificar se as empresas são responsivas, eficientes ou se conseguem atender o mercado de forma equilibrada. Para chegar ao objetivo proposto foi realizado um estudo de caso múltiplo, analisou-se o desempenho atual das empresas, então constatou-se que as empresas embora tenham o mesmo setor de atividade, possuem estratégias diferentes, a empresa A procura manter o equilíbrio entre eficiência e responsividade e a empresa B tem seu foco principal em eficiência. Palavras-chave: Logística. Responsividade. Eficiência. Cadeia de Suprimentos e Fatores Chave. ABSTRACT Logistics is the link of the producer of goods and services to the final consumer. Your responsibility falls under the handling and storage activities, which facilitate the flow of products from the point of acquisition of raw materials to final consumption. Currently the global competitiveness between companies has forced them to seek improvements to ensure their market space. At a time when society is amazingly dynamics, unstable and evolutionary the adaptation to this reality is increasingly a matter of survival for companies wishing to acquire and retain customers. Therefore, it is necessary to have a competitive strategy that can plan, implement and manage an efficient and responsive manner. Responsiveness is to meet promptly and efficiently meet is prioritizing costs. This article makes a comparison between two companies in the refrigerator sector in order to enhance

5 their strategies within the key and its level of responsiveness and efficiency factors to customer service. This research aims to identify whether firms are responsive, efficient or if they can meet the market evenly. To reach the proposed goal of a multiple case study was conducted, analyzed the current performance of the business, then it was found that although companies have the same business sector, have different strategies, company "A " seeks to maintain the balance between efficiency and responsiveness and company " B " has its primary focus on efficiency. Keywords: Logistics. Responsiveness. Efficiency. Supply Chain and Key Factors. 4 INTRODUÇÃO A logística envolve elementos que implica em otimização dos recursos, pois busca aumento da eficiência, melhorias, e por outro lado a competitividade e a redução dos custos (NOVAES, 2007). Sabe-se que as organizações buscam de todas as formas reduzir custos, mas sempre visando melhor qualidade em seus produtos e serviços, proporcionando maior eficiência em suas atividades para que o produto chegue ao cliente final de maneira rápida e eficiente. Christopher (1997) afirma categoricamente que o serviço ao cliente é a principal fonte da vantagem competitiva. Assim, o objetivo da logística e do gerenciamento da cadeia de suprimentos é projetar estratégias que possibilitem a realização de um serviço de qualidade superior e baixo custo. O Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos pode ser definido como uma metodologia desenvolvida para alinhar todas as atividades de produção de forma sincronizada, visando reduzir custos, minimizar ciclos e maximizar o valor percebido pelo cliente final por meio do rompimento das barreiras entre departamentos e áreas. Ching (2001) afirma que o Gerenciamento da Cadeia de Suprimento é todo esforço envolvido nos diferentes processos e atividades das empresas para criar valor ao seu consumidor final por meio de produtos e serviços. Uma empresa pode melhorar o desempenho de sua cadeia de suprimento, quando entende os quatros fatores-chave que são: estoque, transporte, instalações e informação. Além de ajudar a melhorar em termos de responsividade e eficiência, também determinam o alinhamento estratégico de cada empresa sendo positivo ou negativo. Diante da alta competitividade este artigo propõe analisar o alinhamento estratégico de duas empresas no setor frigorífico, denominado empresa A e empresa B, o objetivo é apresentar como as empresas desempenham seu papel atualmente e como buscam seu posicionamento em relação ao mercado para alcançar competitividade, assim analisar se são mais responsivas, eficientes ou se buscam manter o equilíbrio dentro dos fatores chave da cadeia de suprimento. Esta pesquisa justifica-se pela importância da eficiência e responsividade como um todo nas organizações e como as empresas podem melhorar seu desempenho conforme a estratégia adotada podendo ser positivo ou negativo. As unidades de análise deste estudo são de comparação, o que permite fazer um contra ponto entre o que as indústrias realizam, desta forma será possível compreender a relação existente da capacidade técnica utilizada já que possuem o mesmo setor de atividade. A metodologia utilizada para obter os dados foi realizar um estudo de caso múltiplo, elaborou-se um questionário abordando a estratégia competitiva das empresas dentro dos fatores chave e seu nível de responsividade e eficiência ao atendimento ao cliente. A coleta de informações das empresas foi realizada através de entrevistas semiestruturadas e perguntas abertas, com as pessoas que fazem a sua gestão.

6 5 1 LOGÍSTICA Desde as épocas mais remotas da história já documentadas pela humanidade, as mercadorias não eram feitas próximas aos lugares em que eram consumidas, e nem sempre estavam disponíveis nas épocas de maior procura. Devido à falta de sistema de transportes e armazenagem, o movimento das mercadorias restringia-se ao que as pessoas conseguiam transportar por suas próprias forças, porém os produtos perecíveis podiam somente ser guardados por um prazo muito curto (BALLOU, 2006). A logística teve seu ponto de partida durante a segunda guerra mundial através das forças armadas na América que passou a utilizar este conceito para transportar, distribuir e suprir as tropas durante as operações. O grande sucesso do uso da logística através dos militares foi até o inicio dos anos 50 (POZO, 2007). Para seguir as estratégias militares, os generais precisavam de equipes que promovesse o deslocamento, na hora certa, de munição, víveres, equipamentos e socorro médico para o campo de batalha. Por se tratar de serviço de apoio não recebiam nenhum tipo de reconhecimento tampouco méritos por batalhas ganhas (NOVAES, 2007). As atividades logísticas utilizadas pelos militares eram para armazenagem, codificação, transporte, compras, aquisições, distribuições, planejamento e administração global, após este período as ideias e metodologias da logística avançaram para estudos acadêmicos e muitos livros foram escritos e várias universidades começaram a oferecer cursos nesta área. A grande decolagem e o considerável desenvolvimento da logística aconteceram após os anos 50, meados dos anos 70, pois até então a distribuição não tinha nenhuma importância (POZO, 2007). Conforme Novaes (2007), durante um grande período as indústrias precisavam transportar seus produtos bem como armazenar as matérias-primas para poder garantir a produção. Os executivos da época entendiam que a operação não agregava valor ao produto. Com os novos conceitos logísticos aflorando na mente dos novos administradores, as oportunidades começaram a se destacar e os resultados das empresas melhoravam. Foi então que surgiu o conceito de logística empresarial, motivado por uma nova atitude do consumidor (POZO, 2007). Para Ballou (2006), a logística passou a ter um novo campo, esta novidade deriva de estudos da gestão integrada, das áreas de finanças, marketing e produção. As empresas sempre tiveram envolvidas nas atividades de movimentação e armazenagem. Embora a gestão logística seja relativamente nova, em 1844 um engenheiro francês Jules Dupuit, já evidenciava sinais da logística através de seus ensinamentos com a idéia de intercambiar um custo por outro e idéias de transportes. Com a crescente evolução a logística passou a agregar valores positivos para o consumidor, e passou a eliminar tudo aquilo que não era positivo para seus clientes, e que ocasionasse custos e perda de tempo. Envolve elementos que implica em otimização dos recursos, pois busca aumento da eficiência e melhoria e por outro lado a competitividade e a redução dos custos (NOVAES, 2007). Para Ballou (2006) a logística não lida só com materiais, mas também com fluxo de serviços que é uma área que está em grande crescimento e oportunidades de aperfeiçoamento, com esta definição, implica que a logística é parte do processo da cadeia de suprimento, e que agrega uma importante atividade de bens e serviços para o consumidor que é parte de um processo da cadeia de suprimento. O Brasil se transformou nos últimos anos, com medidas acertadas na organização que coincidiram com a aceleração da globalização, o país se inseriu definitivamente na economia mundial. Diante desta realidade e do rápido desenvolvimento industrial as empresas se viram diante de situações desconhecidas, até então a mais importante era a sobrevivência, porém, do dia para a noite, se tornou um mercado extremamente

7 competitivo. Anteriormente as empresas estavam focadas em vender seus produtos sem a preocupação da satisfação e da qualidade. 1.1 DEFINIÇÕES DA LOGÍSTICA A logística teve uma evolução continuada, hoje considerada o grande elemento na estratégia competitiva das empresas, até então confundida com transporte e armazenagem. Antigamente a operação de armazenagem de matéria-prima era feita de modo a garantir a fabricação. Os executivos não entendiam que a operação não agregava valor ao produto, atuava-se de forma reativa e não proativa. Para Pozo (2007) a logística é considerada perfeita quando há integração entre a administração de materiais e distribuição física. A base competitiva sustentável é a preocupação gerencial dos tempos modernos com visão para a realidade do mercado. A Supply Chain Management (SCM) 1 representa a nova e promissora fronteira para as empresas que desejam as vantagens competitivas, mas de forma efetiva. A grande diferenciação deve passar pela otimização dos serviços, superando a expectativa de seus clientes com atendimentos rápidos e eficientes. O tempo em que as empresas apenas se orientavam para vender os seus produtos, sem preocupação com as necessidades e satisfação dos clientes, terminou. Os consumidores estão cada vez mais exigentes em qualidade, rapidez e sensíveis aos preços, obrigando as empresas a uma eficiente e eficaz gestão de compras, produção, logística e gestão comercial. Com o grande avanço tecnológico na área da informação, é necessária uma metodologia que consiga programar e controlar da maneira eficaz e eficiente o fluxo de produtos, serviços e informações desde o ponto de origem (fornecedores), com a compra de matérias primas ou produtos acabados, passando pela produção, armazenamento, estocagem, transportes, até o ponto de consumo (cliente). A logística é composta de práticas primárias, como transporte, gestão de estoques e processamento de pedidos, as quais possuem grande importância na redução de custos e aumento do nível de serviços. As demais práticas como armazenagem, manuseio de materiais, embalagem, suprimentos, planejamento e sistemas de informação, são consideradas atividades de apoio, pois dão suporte às atividades primárias com o intuito de satisfazer e manter clientes, além de maximizar a riqueza dos proprietários. É também responsável pela integração e sincronia entre fluxos: o de informações e o físico. Dessa forma, através da logística é possível assegurar a satisfação do cliente ao longo do tempo, em cadeia desde os fornecedores, transportes, distribuidores, varejista, fluxo de materiais, recuperação e reciclagem, fluxo de informação, fluxo financeiro e recursos humanos. Para satisfazer exigências, não é suficiente que logística se ocupe somente da entrega dos produtos aos clientes e dos serviços que possui no momento. Necessita, também, reorganizar globalmente as funções de abastecimento de materiais, componentes de produção e de compra no atacado, função de desenvolvimento dos produtos e de distribuição física, a função de vendas e, assim por diante, é necessário estruturá-las juntamente e fazer das mesmas um sistema. 6 2 LOGÍSTICA E O CONCEITO DE SUPPLY CHAIN MANAGEMENT (SCM) Pode-se entender a logística como o canal ou elo do produtor dos bens e serviços, ao consumidor final. Sua responsabilidade se insere no âmbito das atividades de movimentação e armazenagem, as quais facilitam o fluxo de produtos desde o ponto de aquisição da matéria-prima até o de consumo final (Ballou, 1993), assim como os fluxos de informações, que colocam os produtos em movimento com o propósito de obter níveis 1 Gestão da Cadeia Logística, também conhecida como Gestão da Cadeia de Suprimentos (Brasil)

8 de serviço adequados aos clientes a um custo razoável. De acordo com Reaes (2003), existem os cinco certos de um sistema de logística: suprir o produto certo, no lugar, na hora, na condição e ao custo certo para os consumidores do produto. Ao atingir esses itens, a empresa obtém vantagem competitiva, ou seja, promove a criação, para seus compradores, de um valor que ultrapasse o custo de fabricação. Em meio à grande competitividade instalada no mercado, as empresas buscam constantemente novas maneiras de diferenciar de seus concorrentes. Para que se possa atingir a vantagem competitiva no âmbito logístico, faz-se necessário o entendimento do Supply Chain Management (SCM). O SCM foi definido pelos membros do The International Center of Competitive Excellence 2 em 1994, como a integração dos processos de negócios desde os fornecedores até os usuários finais, proporcionando produtos, serviços e informações que agreguem valor ao cliente (LAMBERT; STOCK & VANTINE, 1999) CONCEITUANDO O SUPPLY CHAIN MANAGEMENT O Supply Chain Management (SCM) pode ser definido como uma metodologia desenvolvida para alinhar todas as atividades de produção de forma sincronizada, visando a reduzir custos, minimizar ciclos e maximizar o valor percebido pelo cliente final por meio do rompimento das barreiras entre departamentos e áreas. Ching (2001) afirma que Supply Chain Management é todo esforço envolvido nos diferentes processos e atividades das empresas para criar valor ao seu consumidor final por meio de produtos e serviços. Controlando, de forma integrada e planejada o fluxo de mercadorias, informações e recursos, desde os fornecedores até o cliente final, administrando as relações dentro da cadeia logística de forma cooperativa e para o benefício de todos os envolvidos. Tomando essa definição como base pode-se dizer que Supply Chain Management é a integração dos diversos processos de negócios e organizações, desde o usuário final até os fornecedores originais, que proporcionam produtos, serviços e informações que agregam valor para o cliente. O SCM é um conceito amplo e estrategicamente importante, que se inicia na saída das matérias-primas dos fornecedores, passa pela produção, montagem e termina na distribuição dos produtos acabados aos clientes finais. Inclui considerações estratégicas como focalizar a satisfação do cliente; formular e implementar estratégias baseadas na retenção dos clientes atuais e obtenção de novos e gerenciar a cadeia de forma eficaz. 2.2 SISTEMAS LOGÍSTICOS OU MACRO-ATIVIDADES Dentro do conceito de SCM, Ballou (2006) salienta que as empresas atualmente têm uma oportunidade emergente de gerenciar integralmente os elos entre os processos componentes da cadeia de suprimentos de seus produtos, entretanto, para propósitos práticos, há três canais logísticos (também chamados de sistemas logísticos ou macro atividades ), os quais devem receber maiores esforços baseados na lógica do SCM. São eles: Suprimento Físico, ou Inbound Logistic: também conhecida por Administração de Materiais, esta macro atividade se refere à lacuna espaço-temporal existente entre as fontes de materiais imediatas da empresa (basicamente, seus fornecedores) e seus pontos de processamento; Distribuição Física ou Outbound Logistic: macro atividade relativa ao hiato existente entre os pontos de processamento da empresa e seus clientes imediatos; 2 Centro Internacional de Excelência Competitiva

9 Logística Reversa ou Reverse Logistic: sistema logístico responsável pelo fluxo contrário de materiais, no sentido montante. Possui relação com o retorno, cada vez mais necessário, de produtos obsoletos, estragados ou danificados para seus pontos de origem, objetivando o conserto ou o descarte. Para cada uma dessas macro-atividades, existem indicadores logísticos de desempenho que auxiliam seu gerenciamento. A utilização desses indicadores possibilita as medidas do desempenho dos sistemas logísticos e servem para nortear futuras ações e decisões. 2.3 OS COMPONENTES DE DESEMPENHO LOGÍSTICO São considerados como componentes logísticos: instalações, estoques, transportes, informação, estrutura de custos e nível de serviço. Estes dois últimos estão intrinsecamente ligados aos outros anteriores. Para Ballou (2006), o planejamento logístico pode ser considerado, ainda, como um triângulo de decisões em torno de três componentes estratégicos de desempenho logísticos já citados: estratégia de instalações, estratégia de transporte e estratégia de localização. Esses três aspectos são a alicerce do resultado dos outros componentes. 8 Figura 1 Triângulo de tomadas de decisões logísticas Fonte: Ballou (2006) 3 OBJETIVOS DE SERVIÇO AO CLIENTE Christopher (1997) afirma categoricamente que o serviço ao cliente é a principal fonte da vantagem competitiva. Assim, o objetivo da logística e do gerenciamento da cadeia de suprimentos é projetar estratégias que possibilitem a realização de um serviço de qualidade superior e baixo custo. Os requisitos de serviço, formulados pelo cliente e pelo consumidor, devem orientar toda a cadeia de negócios, incluindo manufatura, marketing e logística. Para se conhecer claramente o que os clientes necessitam é importante que se realize uma segmentação criativa. Este é um ponto essencial para que as organizações conheçam seus mercados mais detalhadamente e venham a obter uma posição diferenciada em seus mercados. Segundo Porter (1992), um segmento industrial é sempre a combinação de uma variedade (ou variedades) de produtos e de algum grupo de compradores na compra desta variedade de produtos.

10 O nível de serviço ao cliente se refere à relação desempenho versus satisfação do cliente e foca na fidelização. Conceitos importantes para que se entenda a relação deste componente com todos os outros são os de responsividade e de eficiência logística. A responsividade é representada por um alto nível de serviço ao cliente, enquanto que a eficiência representa custos reduzidos. A globalização e o ciclo de vida curto dos produtos forçam a uma constante inovação de técnicas de produção e de escoamento. A cada dia os produtos concorrentes ficam mais similares em termos de tecnologia e preço, o diferencial está, portanto, nas empresas comerciais e industriais que conseguirem otimizar seus serviços, superando a expectativa de seus clientes com atendimentos rápidos e eficazes. 9 4 A ESTRATÉGIA COMPETITIVA A utilização de estratégias para os diversos segmentos das empresas é muito importante visto que sem um direcionamento ou um objetivo dificilmente chegará a permanecer por muito tempo no mercado ou logrará êxito em seus negócios. A estratégia competitiva define o conjunto de necessidades do consumidor que a empresa pretende satisfazer através de seus produtos e serviços. Já a estratégia logística de uma empresa está relacionada com a redução de custos diante do fluxo de materiais e informações do processo logístico. O alinhamento estratégico ocorrerá quando a empresa estabelecer o equilíbrio entre ambos os objetivos, redução de custos e nível desejado de atendimento ao cliente, ou seja, responsividade versus eficiência. Quanto maior for o nível de atendimento aos clientes em uma empresa, mais responsiva ela será, porém, maiores serão os custos gerados pela mesma. Ao contrário da responsividade, que aumenta os custos, está a eficiência, que visa à redução dos mesmos. Na cadeia de suprimentos eficiente, o objetivo principal é suprir a demanda ao menor custo possível, pois na estratégia de projeto de um determinado produto procurase maximizar o seu desempenho, utilizando a estratégia de preço, que busca reduzir margens, tempo de espera e preço, sendo este o fator principal para o cliente. Figura 2 Estrutura de tomada de decisões na cadeia de suprimento. Fonte: Chopra & Meindl, FATORES CHAVE NA CADEIA DE SUPRIMENTO Para entendermos como uma empresa pode melhorar o desempenho de sua

11 cadeia de suprimento, temos que entender sobre os quatros fatores-chave que são: estoque, transporte, instalações e informação. Além de ajudar a melhorar em termos de responsividade e eficiência, também determinam o alinhamento estratégico de cada empresa sendo positivo ou negativo. Tabela 1- Diferenças de Gestão nas diferentes Cadeias de Suprimentos Posicionamento das empresas eficiência x responsividade 10 Cadeia de Suprimentos Eficientes Cadeia de Suprimentos Responsiva Objetivo Suprir demanda com menores custos. Atender a demanda rapidamente. Criação de produtos Preços Fabricação Estoques Lead Time 3 Fornecedores Transporte Transporte X Clientes Instalações Maximizar desempenho com custo mínimo por produto. Margem baixa para impulsionar Reduzir custos pela alta utilização (supermáquinas). Minimizados. Reduzir sem sacrificar custos. Seleção baseada em custo / qualidade. Meios de transporte mais baratos. Cliente tem critério de preço baixo Produto é armazenado e produzido em um mesmo local (CENTRALIZADO) Modularidade permitindo adiamento na diferenciação do produto. Margens mais altas, pois não é o fator impulsionador. Flexibilidade para atender demanda. Reguladores para atender demanda inesperada. Reduzir agressivamente mesmo com custos mais elevados. Seleção pela velocidade / flexibilidade / qualidade. Meios de transporte mais rápidos (responsivos) e caros. Clientes estão dispostos a pagar um nível alto de transporte As instalações são próximo aos clientes para melhor atende-lo (DESENTRALIZADO) Informação ajuda no atendimento mais ágil ao cliente Clientes que exigem produtos Informação customizados Fonte: (CHOPRA e MEINDL, 2003; FISCHER e MARSHALL, 1997; LEE, 2002; BALLOU, 2006; CHASE, 2006) ESTOQUES NA CADEIA DE SUPRIMENTO As organizações procuram atender seus clientes imediatamente, disponibilizando a quantidade desejada, a fim de superar a concorrência, acarretando, por vezes, em um volume alto de produtos em estoque. A má administração dos estoques pode ocasionar investimentos de capital desnecessários e consequentemente a perda de mercado consumidor. O estoque compreende desde a matéria-prima, produtos e peças em processo, embalagem, produto acabado, materiais auxiliares, de manutenção e de escritório, até os suprimentos. As empresas vêm focando na redução da quantidade de produtos estocados e, para um maior controle e gerenciamento, as organizações utilizamse de sistemas cada vez mais sofisticados, a fim de determinar o nível de segurança dos estoques, a qualidade do bem ou serviço, além da quantidade ideal a ser comprada. Os estoques devem ser monitorados e avaliados frequentemente, pois sua gestão depende cada vez mais de parâmetros para quantificar e controlar os produtos que são mantidos em estoques. Isso porque os estoques detêm grande parte dos custos logísticos, em função de envolver os custos de pedido, manutenção, falta de produtos, além de apólices de seguros, obsolescência, perdas e pessoal especializado. 3 Tempo de aprovisionamento

12 Segundo Junior, Leitão & Melo (2009), a função dos estoques é contornar o desequilíbrio causado pela inadequação entre a demanda e o suprimento. Esta inadequação ocorre intencionalmente, quando as grandes indústrias objetivam produzir em lotes maiores, visando baixar os custos, ou por parte dos varejistas, os quais não sabem quando e qual produto o consumidor irá preferir, determinando como solução acumular, seja por produção ou por suprimento (bens acabados, itens em processamentos e insumos), uma diversidade de itens para que sempre se possa atender às necessidades do cliente. Os estoques em uma empresa tradicional, na maioria das vezes são vistos como algo necessário e indispensável ao bom andamento das suas atividades. O verdadeiro papel do estoque é de oferecer condições para que a empresa possa vender os produtos e entregá-los na data e hora marcada, isto irá depender da estratégia a ser utilizada pela empresa. Desta forma, os gerentes devem executar ações que reduzam a quantidade de estoque necessária, sem aumentar os custos ou comprometer o nível de atendimento aos clientes desejado. Para Chopra e Meindl (2003), o estoque tem uma participação crucial na capacidade da cadeia de suprimento em apoiar a estratégia competitiva da empresa. Se a estratégia competitiva da empresa exige um alto nível de responsividade, a empresa pode usar o estoque para alcançá-la, disponibilizando grandes quantidades de estoques próximas ao cliente. Contrariamente, a empresa também pode usar o estoque para se tornar mais eficiente, reduzindo-o e consequentemente diminuindo seus custos. A escolha implícita sobre o estoque está entre a responsividade, resultante da manutenção de maiores estoques, e a eficiência, resultante de estoques menores, ou seja: Responsividade versus eficiência: Aumentar o estoque geralmente torna a cadeia de suprimentos mais responsiva ao cliente. Um nível mais alto do estoque também facilita uma redução na produção e em custos de transporte, em decorrência de melhores economias de escala nas duas funções, essa escolha aumenta o custo de manutenção de estoque O TRANSPORTE NA CADEIA DE SUPRIMENTO O transporte pode ser realizado de diferentes formas de movimentar os materiais ou produtos, seja interna ou externamente. A escolha do transporte adequado está diretamente relacionada à qualidade dos serviços junto ao cliente, variando de acordo com o produto, com a distância e com os custos. O transporte de produtos ou matériasprimas ocorre através de modais que podem ser rodoviários, ferroviários, aéreos, hidroviário, dutoviários ou navais, cuja escolha considera o custo, o tempo de entrega e as variações dos respectivos modais à carga e destino. Fleury, Wanke & Figueredo (2000) classifica os modais de transporte de acordo com a estrutura de custos, sendo que o modal ferroviário possui altos custos fixos e um custo variável baixo; o modal rodoviário possui custos fixos baixos e um custo variável médio; o aquaviário possui um custo fixo médio e um custo variável baixo; o modal dutoviário possui um custo fixo mais elevado e um custo variável mais baixo; já o modal aeroviário possui um custo fixo e um custo variável alto. As empresas podem utilizar os variados modais de transporte para a criação de vantagem competitiva. Já que o serviço logístico e o preço podem influenciar na seleção do fornecedor ou comprador. O processo de distribuição não se refere apenas ao transporte de matérias-primas ou produtos, trata-se de uma atividade que engloba os procedimentos adotados, os serviços, o transporte de materiais e produtos, a fim de satisfazer as necessidades e desejos dos clientes com qualidade, agilidade, ao menor custo. Para Pozo (2007) esta atividade logística absorve, em média, de um a dois terços deste custo. 11

13 As etapas que compõem os canais de distribuição dos produtos e materiais iniciam-se com o pedido do cliente, que é transmitido e processado, posteriormente o mesmo é separado e transportado até o cliente para ser entregue, consequentemente se o cliente sentir-se satisfeito formar-se-á um ciclo, ou seja, uma relação de fidelidade entre o fornecedor e cliente. Para Ballou (2006), os principais itens a serem levados em consideração na estratégia de transportes são: Seleção de modais: que tipo de veículo e via de transporte são os mais adequados para otimizar a relação minimização de custos versus maximização de serviço ao cliente; Volume dos embarques: qual deve ser a carga ótima a ser transportada, diluindo os custos fixos relacionados ao transporte; Programação de rotas: qual o melhor caminho a ser seguido, atendendo o maior número possível de pedidos ao menor custo oriundo da distância percorrida. É neste componente de desempenho, geralmente, que estão inseridos os maiores custos da cadeia. Portanto, é importante promover seu gerenciamento eficiente, de modo que a melhor decisão seja tomada, visando sempre à máxima agregação de valor de lugar ao cliente (JUNIOR; LEITAO & MELO, 2009). O transporte mobiliza o produto entre diferentes estágios na cadeia de suprimento. Assim como outros fatores-chave da cadeia de suprimento, exerce grande influência tanto na responsividade, quanto na eficiência. Um transporte mais rápido, utilizando diferentes meios ou diferentes quantidades a serem transportadas, contribui para a cadeia de suprimento seja mais responsiva, mas acaba reduzindo sua eficiência. O tipo de transporte adotado por uma empresa também afeta os estoques e instalações. Para Chopra e Meindl (2003), o papel do transporte na estratégia competitiva da empresa é representado quando a empresa está avaliando as necessidades de seus clientes. Se o cliente demanda nível alto de responsividade e está disposto a pagar, a empresa pode então utilizar o transporte como um fator chave para se tornar mais responsiva. Se o cliente tem como critério o preço baixo, a empresa pode utilizar o transporte para baixar o custo e sacrificar a responsividade, com foco na eficiência. Mas as empresas pode utilizar transporte tentando encontrar um equilíbrio exato entre responsividade e eficiência, ou seja: Responsividade versus eficiência: O dilema fundamental para o transporte está entre o custo de transporte de determinado produto (eficiência) e a velocidade com que esse produto é transportado (responsividade). O uso de modos de transporte rápidos aumenta a responsividade e o custo do transporte, mas reduz o custo de manutenção de estoque INSTALAÇÕES NA CADEIA DE SUPRIMENTO A essência da estratégia de localização consiste em determinar o custo mais baixo ou a maior lucratividade em determinadas alternativas de localização das instalações (BALLOU, 2006). Alguns itens devem ser levados em consideração no planejamento das instalações, os quais são: Número: quantas serão suficientes para atender a demanda de forma satisfatória (agregando valor de serviço ao cliente); Localização: quais as melhores regiões para se construir a instalação, de forma a maximizar o atendimento de uma demanda local; Tamanho: verificar o espaço necessário para armazenar produtos que atendam de maneira satisfatória, a demanda. Incluem-se também nesse componente, as decisões relativas à quais tipos de instalações serão utilizados na busca da fatia de demanda desejada, isto é, se serão 12

14 utilizados centros de consolidação ou distribuição, depósitos, lojas, dentre outros. O interrelacionamento entre essas decisões se faz através de fatores como marketing, custos, disponibilidade de recursos estruturais, de mão-de-obra e outros. Instalações são os locais na rede da cadeia de suprimento onde o estoque é armazenado, montado ou fabricado. Os dois tipos de instalações principais são os locais de produção e os locais de armazenamento. Qualquer que seja a função da instalação, as decisões a respeito da localização, capacidade e flexibilidade das instalações influenciam significativamente o desempenho da cadeia de suprimento. São os locais para ou de onde o estoque é transportado. Dentro de uma instalação, o estoque pode ser transformado em outro estado (fabricação) ou armazenado antes de ser despachado para o próximo estágio (armazenagem). Para Chopra e Meindl (2003), as instalações e sua respectiva capacidade para desempenhar suas funções são um fator chave de desempenho da cadeia de suprimento em termos de responsividade e eficiência. Por exemplo, as empresas podem obter economias de escala quando um produto é fabricado e armazenado em apenas um local; essa centralização aumenta a eficiência. Porém, a redução de custos sacrifica a responsividade, pois muitos dos clientes da empresa podem estar distantes da instalação fabril. A decisão sobre o local mais apropriado para as instalações da empresa constitui uma grande parte do projeto da cadeia de suprimento. A escolha básica, nesse caso, está entre centralizar para ganhar economias de escala ou descentralizar para se tornar mais responsiva, mantendo-se mais próxima do cliente. As empresas também devem levar em conta outros itens relacionados às diversas características da área específica em que a instalação pode estar situada. Isso inclui fatores macroeconômicos e estratégicos, qualidade e custo dos funcionários, custo da instalação, disponibilidade de infraestrutura, proximidade com o cliente e com o restante da rede e impostos, ou seja: Responsividade versus eficiência: Aumentar o número de instalações aumenta os custos de instalação e de estoque, mas diminui os custos de transporte. Aumentar a flexibilidade ou a capacidade de uma instalação aumenta os custos da instalação, mas diminui os custos de estoque e tempo de resposta INFORMAÇÃO NA CADEIA DE SUPRIMENTO Como já foi mencionado, esse componente está intrinsecamente ligado aos componentes chaves, já que influência nas decisões relativas a estes, como a disponibilidade de informações sobre a demanda, sobre o desempenho de fornecedores, sobre o histórico dos clientes em determinada região e uma série de outras informações importantes que devem ser analisadas em conjunto para se tomar decisões que impactam o desempenho logístico. Segundo Chopra e Meindl (2003), a informação é um fator-chave cuja importância cresceu conforme as empresas passaram a utilizá-lo para se tornarem mais eficientes e mais responsivas. O crescimento vertiginoso da importância da tecnologia da informação é a prova do impacto por ela exercido nas melhorias das empresas. Porém, assim como os outros fatores-chave, a informação exige que as empresas, em um determinado momento, optem entre eficiência e responsividade. Outra decisão fundamental é escolher qual informação é mais valiosa para a redução de custos e para a melhoria da responsividade dentro da cadeia de suprimento. Essa decisão varia de acordo com a estrutura da cadeia de suprimento e com os segmentos de mercado atendidos. Algumas empresas têm como alvo clientes que exigem produtos customizados, (que atende ao perfil de cada cliente) que embutem um preço premium (preços mais altos pelo diferencial). Essas empresas devem perceber que os investimentos em informação 13

15 permitem um atendimento mais ágil aos seus clientes. Para Chopra e Meindl (2003), os componentes principais de informação dentro da cadeia de suprimento que devem ser analisados pela empresa para aumentar a eficiência e aprimorar a responsividade dentro da cadeia são: Push versus pull Coordenação e compartilhamento de informações Previsão e planejamento agregado Tecnologias disponíveis A qualidade da informação é considerada uma conexão entre os vários estágios da cadeia de suprimento, coordenando ações e praticando benefícios para maximizar a lucratividade, ou seja: Responsividade versus eficiência: Boa informação ajuda uma empresa melhorar sua eficiência e responsividade. Porém, à medida que mais informações são compartilhadas pela cadeia de suprimentos, a complexidade e os custos aumentam. Assim é importante avaliar a informação mínima exigida para cumprir os objetivos almejados. É importante que considere o dilema entre complexidade e valor quando se monta a infraestrutura de informação VISÕES DE PROCESSO DE UMA CADEIA DE SUPRIMENTO Para Chopra e Meindl (2003), há duas maneiras diferentes de ver os processos realizados em uma cadeia de suprimentos: Visão cíclica: Todos os processos da cadeia de suprimentos podem ser desmembrados nos quatros ciclos de processo. ciclo de pedido de cliente; ciclo de reposição; ciclo de manufatura; ciclo de aquisição; Uma visão cíclica da cadeia de suprimentos define claramente os processos envolvidos e os proprietários de cada processo. Essa visão é muito útil quando se consideram as decisões operacionais, pois específica de papéis e as responsabilidades de cada membro da cadeia de suprimentos e o resultado desejado para cada processo. Visão empurrar (push) versus puxar (pull): Com processos do tipo empurrar, a execução é iniciada em antecipação a pedidos dos clientes, a demanda não é conhecida, podem ser chamados de processos especulativos, ou prevista, em vez da demanda real. Do tipo puxar, a execução é iniciada em resposta a um pedido do cliente, também pode ser chamados de processos reativos, pois reagem à demanda do cliente, a demanda do cliente é conhecida com certeza. Essa visão é muito útil quando se consideram decisões estratégicas relacionadas ao projeto da cadeia de suprimentos. 6 CONCEITO RESPONSIVIDADE VERSUS EFICÊNCIA O bom desempenho, segundo Chopra e Meindl (2003), dos fatores-chave na cadeia de suprimento é determinante para a boa eficiência e responsividade em toda a cadeia. Os gestores da cadeia de suprimentos devem estabelecer o equilíbrio entre responsividade e eficiência em cada um dos fatores-chaves, de forma individual. Para Chopra e Meindl (2003), a definição da responsividade da cadeia de

16 suprimentos inclui a capacidade de : Responder a variedade e volume solicitados; Atender com lead times reduzidos; Operar com grande variedade de produtos; Elaborar produtos inovadores; Acatar um alto nível de serviço Manipular a incerteza da oferta. Quanto maior for o nível de atendimento aos clientes em uma empresa, mais responsiva ela será, porém, maior serão os custos gerados pela mesma. Ao contrário da responsividade, que aumenta os custos, está a eficiência, visa à redução dos mesmos. A eficiência é a habilidade da cadeia em planejar a passagem dos produtos e serviços ao longo de suas etapas de modo que os custos financeiros sejam os menores possíveis, ou seja aumentar os custos reduz a eficiência, para cada escolha estratégica de aumentar a responsividade, existe custos que reduz a eficiência METODOLOGIA A metodologia utilizada neste artigo foi um estudo de caso múltiplo, que serve para responder questionamentos que o pesquisador não tem muito controle sobre o fenômeno estudado, é uma ferramenta utilizada para entender a forma e os motivos que levou a determinada decisão. Conforme Yin (2001) o estudo de caso é uma estratégia de pesquisa que compreende um método que abrange tudo em abordagens especificas de coletas e analise de dados. Este método é útil quando o fenômeno a ser estudado é amplo e complexo e não pode ser estudado fora do contexto onde ocorre naturalmente. Ele é um estudo empírico que busca determinar ou testar uma teoria, e tem como uma das fontes de informações mais importantes, as entrevistas. Através delas o entrevistado vai expressar sua opinião sobre determinado assunto, utilizando suas próprias interpretações. A tendência do estudo de caso é tentar esclarecer decisões a serem tomadas. Ele Investiga um fenômeno contemporâneo partindo do seu contexto real, utilizando de múltiplas fontes de evidências, o objetivo é relatar os fatos como sucedem e descrever situações, assim conhecer o fenômeno estudado, analisar e comprovar relações presentes no caso. 8 ESTUDO DE CASO A seguir serão descritas as pesquisas realizadas em duas empresas do ramo frigorífico realizou-se um estudo de caso múltiplo, de modo a comparar, já que foi realizada no local onde ocorrem os fatos. Assim foi elaborado um questionário abordando a estratégia competitiva das empresas dentro dos fatores chave e seu nível de responsividade e eficiência ao atendimento ao cliente. A coleta de informações da organização foi realizada através de entrevistas semiestruturadas e perguntas abertas, com as pessoas que fazem a sua gestão. Segundo Chopra e Meindl (2003), para que uma empresa seja bem sucedida, a estratégia logística e a estratégia competitiva devem estar alinhadas, ou seja, ambas devem convergir para os mesmos objetivos. Se esse alinhamento não é alcançado, surgem conflitos entre os diferentes objetivos funcionais. Para Novaes (2007), cada vez mais os consumidores estão exigentes e as

17 indústrias inseridas num mercado global mais competitivo. Assim, a logística é cada vez mais um fator determinante na seleção de produtos e/ou serviços, assumindo um papel fundamental nas estratégias competitivas de muitas empresas. As unidades de análise deste estudo são de comparação, o que permite fazer um contra ponto entre o que as indústrias realizam, desta forma será possível compreender a relação existente da capacidade técnica utilizada já que possuem o mesmo setor de atividade. 8.1 SETOR FRIGORÍFICO O mercado de carnes está estável, embora um pouco abaixo do esperado. Segundo Dallari (2014) a melhora de desempenho da economia dos países desenvolvidos deve estimular as exportações e também os preços, o mercado brasileiro esta na expectativa de exportação para os Estados Unidos. Abiec (2014), (Associação Brasileira da Indústria Exportadora de Carnes) prevê receita recorde de US$ 8 bilhões com exportações de carne bovina em 2014 e aposta na abertura de mercados asiáticos, como Myanmar, Tailândia, Camboja e Tailândia. Em 2013, as vendas externas alcançaram US$ 6,6 bilhões, incremento de 13,9% em comparação com os US$ 5,8 bilhões do ano anterior. Em volume, a entidade estima embarques de 1,8 milhão de toneladas, ante 1,5 milhão de toneladas embarcadas em 2013, aumento 19,4% superior em relação a Os resultados no quadrimestre foram especialmente impactados pela exportação para o Irã, que triplicou os negócios com os frigoríficos brasileiros que comprou 44 mil toneladas de produtos em 2014, contra 11 mil no ano passado, Egito (incremento de 80,7%) e Hong Kong, que mantém o crescente interesse na aquisição da carne brasileira, tendo comprado mais de 127 mil toneladas em 2014, os números dos Emirados Árabes, que ampliaram suas importações de carne em 45,8%, e Argélia (33,7%). A carne in natura foi à categoria de produtos brasileiros mais desejada pelos importadores em todo o mundo, atingindo um volume de 400,8 mil toneladas nos quatro primeiros meses de 2014, equivalente a um crescimento de 16,1% na comparação com o mesmo período do ano passado (CACÉRES, 2014). 8.2 A CADEIA DE CARNE BOVINA Fazem parte da cadeia de carne bovina os produtores de insumos, as fazendas de gado de corte, os frigoríficos e o setor de comercialização e distribuição. O setor de carne bovina como um todo passa por inúmeras mudanças em toda a sua cadeia produtiva. A tecnologia e a inovação se revelam, por exemplo, no segmento da produção pecuária por meio de diversas dimensões: novas técnicas de produção e manejo, melhoramento genético, nutrição animal, certificações, sementes de pastagens, rastreabilidade, entre outros. O setor de frigoríficos no país, por sua vez, tende à concentração empresarial, com a criação de grandes multinacionais brasileiras agressivas e com instalações avançadas, que buscam alta eficiência produtiva, agregação de valor, criação de marcas fortes e mercados externos para seus produtos. Marfrig, JBS e Minerva Foods são exemplos de grupos empresariais do setor que estão se tornando multinacionais brasileiras, com plantas em vários países. Essa concentração da indústria frigorífica no Brasil leva a ganhos de escalas de produção, que podem trazer aumento da competividade aos grandes grupos. Por outro lado, surge o aspecto negativo referente ao aumento do poder de mercado dessas grandes empresas, visto que a estrutura da indústria pode ser considerada um oligopsônio 4. Afinal, a concentração do setor levou à redução do número de estabelecimentos frigoríficos que, por sua vez, compram o gado de um grande número 16 4 Forma de mercado com poucos compradores

18 de pecuaristas. Vale ressaltar ainda outro dado, os frigoríficos brasileiros atuam com um alto grau de ociosidade média, ou seja, as suas plantas de maneira geral estão longe de aproveitarem toda a sua capacidade. Os frigoríficos tem concorrência não só no mercado consumidor, disputando clientes com outros frigoríficos, mas também no mercado de matéria-prima, disputando a compra do boi com os demais frigoríficos de sua região. A pecuária brasileira conta com vantagens competitivas que proporcionam baixo custo, como mão-de-obra barata, terras também relativamente baratas e fontes abundantes de alimentação animal. A carne bovina faz parte da dieta do brasileiro e conquistou o seu paladar, porém com os efeitos da globalização, as empresas vêm se inserindo em ambientes perturbados e competitivos procurando ampliar sua participação nos mercados, tanto nacional quanto internacional. Neste sentido, muitas empresas buscam alternativas estratégicas e programas de ação almejando vantagens competitivas, melhores desempenhos, e até mesmo, a própria sobrevivência no mercado em que estão inseridas. Diante da intensificação da concorrência pelas empresas este estudo objetiva comparar duas empresas do setor frigorífico quanto suas estratégias na cadeia de suprimento e seus fatores chave sendo mais eficientes ou mais responsivos. Assim foi elaborado um questionário, semiestruturado, aberto, que foi aplicado e respondido pelo gestor de cada frigorífico. 8.3 DADOS COLETADOS: POSICIONAMENTO DA EMPRESA A A empresa A é dividida por diversas unidades produtoras, porém tem uma interação muito boa entre estas unidades, como exemplo na área frigorifica tem unidades que são responsáveis pelo transporte, manejo e abate do bovino. Após esta etapa a mesma é transportada para as unidades onde é feito a desossa e o porcionamento dessas matérias - primas, para em seguida ser destinada para a área de industrializado onde esta matéria - prima irá ganhar valor agregado devido a sua industrialização. No caso da venda no mercado local 95% de frete (entrega até o consumidor) é feito pela empresa; no caso de exportação a empresa fica responsável por levar o container até o porto, sendo a partir do porto a responsabilidade é do cliente que está importando. O principal desafio é sempre produzir com o menor custo possível, uma vez que o mercado está bastante competitivo, e o diferencial de preço do produto final está relacionado à produção com o menor custo possível, menor tempo, e qualidade que o cliente exige e deseja, ao criar novos produtos busca maximizar o desempenho com custo mínimo. A empresa pratica as três operações: Projeto (Estratégica): se pensam no longo prazo, devendo ser consideradas as incertezas (local, capacidade, instalações); normalmente é a decisão da diretoria. Planejamento (tática): define-se mercados, terceirizações, incluindo decisões de gestão da demanda e de estoques; em curto prazo; normalmente é a decisão da gerencia, planejamento controle de produção (PCP), comercial e outros elos da cadeia. Operações: Horizonte de dias e semanas, sendo referentes às atividades logísticas específicas, normalmente são as decisões na produção. Antes de iniciar o ano seguinte é feito um estudo em cima dos resultados obtidos, e este é transformado em um orçamento anual (estratégica) onde é inserido os projetos de melhorias para o próximo ano, expectativas de mercado, analises de estoque, entre outras. Este planejamento é revisado trimestralmente de acordo com as metas alcançadas, mercado, estoques, projetos concluídos, etc. E em relação à operação, o planejamento é feito semanalmente sempre baseado em disponibilidade de matéria-prima, e oportunidade de mercado. 17

19 A visão utilizada pela empresa é Push e Pull sendo 90 % da produção feita sob o pedido do cliente, ficando aproximadamente 10% da produção empurrada onde se tem uma expectativa de venda com base em históricos do mercado. A estratégia utilizada é a de liderança em custos sempre buscando os menores custos de produção e de diferenciação, sempre ligado em novas oportunidades de negócios; o que mais afeta o alinhamento da empresa são os produtos e seguimentos de clientes variados, devido terem que produzir para diversos clientes e mercados diferentes, na maioria das vezes os mercados tem especificações que não se assemelham, como exemplo, o Asiático pede um produto com uma embalagem especifica, o Europeu pede que o produto final tenha rastreabilidade desde o campo até a industrialização, o Americano pede um corte diferenciado que atenda a necessidade local, e isso dificulta muito no momento de tomar a decisão na hora da montagem do quadro de funcionários, pois varia de acordo com o que está produzindo no período. A empresa procura trabalhar em conjunto a eficiência e responsividade, sempre buscando manter um equilíbrio entre as duas, com foco em resultado e satisfação do cliente. Os 4 fatores chave (instalação, estoque, informação e transporte) são de suma importância para a empresa, para continuidade e sobrevivência do negócio. No estoque a empresa busca trabalhar com nível reduzido, porém dentro do limite máximo e mínimo que não comprometa a operação e o atendimento ao cliente; selecionando fornecedores velozes, flexíveis e que tenham qualidade. No transporte, sempre renovando as frotas com o que tem de melhor no mercado, buscando a melhor eficiência na distribuição dos produtos com os menores custos, sempre tentando ao máximo o aproveitamento do frete; um exemplo é o veículo que sai de uma planta com o container carregado para entregar no porto, automaticamente já é aproveitado para retorno com outro container vazio para carregamento, e este container vazio na maioria das vezes é utilizado para coleta de embalagens em fornecedores. As instalações estão sempre de acordo com as normas sanitárias exigidas, sempre buscando novos projetos para melhorar a capacidade de produção e redução da mão-deobra braçal, com foco em automatização, e na informação a empresa está sempre focada em treinamentos dos colaboradores, realização de convenções comerciais e participação em feiras. Está preocupada em manter os colaboradores informados, pois quando se tem informações importantes e atualizadas é possível sempre conseguir os melhores resultados, e para manter a satisfação do cliente e retorno do capital investido pratica o menor custo, maior produtividade, melhor aproveitamento das frotas de veículos, qualidades dos produtos e valorização da marca. A empresa mantem sincronizada todo corpo estrutural e está ligada nas mudanças internas e externas, diariamente são realizadas reuniões (call conferência telefônica) entre todas as unidades do setor frigorífico, área comercial, suprimentos, logística para a apresentação dos resultados do dia anterior e exposições de opiniões para que todos se interajam e troquem informações com foco em resultado. Atualmente com o tamanho que se tornou o negócio frigorifico a tecnologia da Informação tem papel importantíssimo na cadeia. Pois os gestores precisam das informações quase que on-line para a tomada de decisão na busca pelos melhores resultados. Tecnologias como: rastreamentos das frotas, roteirizador, software para acompanhamento on-line de rendimento de produção e produtividade mão de obra, todos são utilizados e inovados para melhor atender o cliente. A expectativa futura é reduzir os estoques de produtos acabados (produzir somente mediante contrato) e embalagem, reduzir ao máximo o volume de retrabalhos de produtos (perda de vácuo nas embalagens, caixas danificadas), além de um melhor treinamento 18

20 19 dos varejistas de como manipular e armazenar os seus produtos. 8.4 DADOS COLETADOS: POSICIONAMENTO DA EMPRESA B A empresa B também atua no ramo alimentício, de carne bovina. Um dos principais diferenciais da empresa é o atendimento de qualidade no desenvolvimento de seus produtos, além de atuar no mercado de exportação. A empresa tem foco em ser reconhecida por um determinado padrão e/ou serviço e não se desviar dele, ter produto competitivo e um serviço impecável (logística e atendimento), para isso é necessário um RH (Recursos Humanos) forte e ativo, com treinamento e capacitação constante de seus colaboradores, investindo em eficiência operacional. Sua cadeia produtiva é composta por várias etapas, onde a primeira etapa começa pelo carregamento de animais vivos, carregamento de carne, containers, carretas e caminhões de médio e pequeno porte. Na primeira etapa do processo, a eficiência no transporte é extremamente importante, juntamente com o Bem Estar Animal, vai determinar a qualidade da carne. A distância entre a propriedade até o frigorífico (preferencialmente até 300 Km), com frota de veículos novos, com manutenção em dia e com motoristas treinados, é o grande diferencial no setor, também possui grandes instalações onde são armazenados e distribuídos em pontos estratégicos para melhor atender o cliente com maior rapidez. Os carregamentos de containers é feito exclusivamente para a exportação, já o carregamento de veículos médio e pequenos são utilizados para que o produto chegue diretamente aos clientes, supermercados e restaurantes. O objetivo da empresa é maximizar seu resultado como um todo, porém, o grande desafio é a oscilação da demanda no mercado de carne, existem inúmeras variáveis e muito embora algumas ações sejam estudadas e decisões são tomadas estrategicamente a médio e longo prazo, uma decisão importante é manter sempre os estoques minimizados, que embora eficiente atenda o mercado. Com a existência de produtos muito semelhantes no mercado, seu foco principal é a especialização em determinado processo e/ou serviço e focar para garantir a qualidade. Seu grande volume de produção é a exportação para Oriente Médio e Rússia, seus principais compradores de matéria prima. É utilizada a Visão Push, porém por outro lado à empresa consegue maior valor agregado e rentabilidade com produtos sob medida, customizados para a necessidade específica de cada cliente, como exemplo possui os Programas de Carnes Especiais e os produtos feitos exclusivamente para as Redes de Fast Food (visão Pull). Atualmente os produtos são muito semelhantes, o que afeta o desempenho das empresas é eficiência operacional e excesso de verticalização, é preciso especializar em um determinado processo e/ou serviço para garantir o mercado. O planejamento estratégico de longo prazo e diminuição dos efeitos e variáveis, trará resultados melhores pois o setor tem uma atividade de grande volume, pequenas margens e consequentemente grandes riscos, qualquer oscilação do mercado e mudanças significativas, coloca em risco a operação como um todo. Já o atendimento ao cliente tem grande importância sob o ponto de vista dos 4 fatores chave, que determina o sucesso ou fracasso do negócio, por isso a importância de uma logística e serviços eficientes, para fidelizar clientes e sobreviver num mercado altamente competitivo. Por outro lado existem produtos com preços agressivos e serviço mediano, contra pequenos com serviço eficiente e preços menos competitivos. A expectativa futura da empresa é continuar buscando a fidelização de clientes e novos mercados com foco em redução de custos, buscando reconhecimento pelo alto padrão de produtos e serviços.

LOGÍSTICA EMPRESARIAL. Rodolfo Cola Santolin 2009

LOGÍSTICA EMPRESARIAL. Rodolfo Cola Santolin 2009 LOGÍSTICA EMPRESARIAL Rodolfo Cola Santolin 2009 Conteúdo Cadeia de suprimentos Custos Logísticos Administração de Compras e Suprimentos Logística Reversa CADEIA DE SUPRIMENTOS Logística Logística Fornecedor

Leia mais

Unidade I LOGÍSTICA INTEGRADA. Marinalva R. Barboza

Unidade I LOGÍSTICA INTEGRADA. Marinalva R. Barboza Unidade I LOGÍSTICA INTEGRADA Marinalva R. Barboza Definição do conceito de logística e evolução Logística tem origem no idioma francês Logistique se define de forma militar sendo uma parte estratégica

Leia mais

22/02/2009 LOGÍSTICA DE DISTRIBUIÇÃO POR QUE A LOGÍSTICA ESTÁ EM MODA POSIÇÃO DE MERCADO DA LOGÍSTICA

22/02/2009 LOGÍSTICA DE DISTRIBUIÇÃO POR QUE A LOGÍSTICA ESTÁ EM MODA POSIÇÃO DE MERCADO DA LOGÍSTICA LOGÍSTICA DE DISTRIBUIÇÃO A melhor formação cientifica, prática e metodológica. 1 POSIÇÃO DE MERCADO DA LOGÍSTICA Marketing Vendas Logística ANTES: foco no produto - quantidade de produtos sem qualidade

Leia mais

LOGÍSTICA. Curso: Gestão Comercial Prof. Daniel Rossi 1.0 UMA FUNÇÃO ESSENCIAL NA EMPRESA

LOGÍSTICA. Curso: Gestão Comercial Prof. Daniel Rossi 1.0 UMA FUNÇÃO ESSENCIAL NA EMPRESA Curso: Gestão Comercial Prof. Daniel Rossi LOGÍSTICA 1.0 UMA FUNÇÃO ESSENCIAL NA EMPRESA O conceito de Logística sempre envolve um fluxo de materiais de uma origem ou destino e, no outro sentido, um fluxo

Leia mais

LOGÍSTICA Prof. Edwin B. Mitacc Meza

LOGÍSTICA Prof. Edwin B. Mitacc Meza LOGÍSTICA Prof. Edwin B. Mitacc Meza Prova 1 09 de Maio de 2013 Nome: 1ª QUESTÃO (1,0) Segundo os dados divulgados pela ood and Agriculture Organization (AO, 2011) sobre as exportações brasileiras, em

Leia mais

ANÁLISE DESCRITIVA DA CADEIA PRODUTIVA DO GLP: O BOTIJÃO TIPO P13 SOB A VISÃO DOS COMPONENTES DE DESEMPENHO LOGÍSTICO

ANÁLISE DESCRITIVA DA CADEIA PRODUTIVA DO GLP: O BOTIJÃO TIPO P13 SOB A VISÃO DOS COMPONENTES DE DESEMPENHO LOGÍSTICO XXX ENCONTRO NACIONAL DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO Maturidade e desafios da Engenharia de Produção: competitividade das empresas, condições de trabalho, meio ambiente. São Carlos, SP, Brasil, 12 a15 de outubro

Leia mais

Introdução e Planejamento Cap. 1. Prof. Luciel Henrique de Oliveira luciel@uol.com.br

Introdução e Planejamento Cap. 1. Prof. Luciel Henrique de Oliveira luciel@uol.com.br BALLOU, Ronald H. Gerenciamenrto da Cadeia de Suprimentos / Logística Empresarial. 5ª ed. Porto Alegre: Bookman. 2006 Introdução e Planejamento Cap. 1 Prof. Luciel Henrique de Oliveira luciel@uol.com.br

Leia mais

SUPPLY CHAIN MANAGEMENT: UMA INTRODUÇÃO À UM MODELO DE GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS PARA OBTENÇÃO DE DIFERENCIAL COMPETITIVO

SUPPLY CHAIN MANAGEMENT: UMA INTRODUÇÃO À UM MODELO DE GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS PARA OBTENÇÃO DE DIFERENCIAL COMPETITIVO SUPPLY CHAIN MANAGEMENT: UMA INTRODUÇÃO À UM MODELO DE GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS PARA OBTENÇÃO DE DIFERENCIAL COMPETITIVO BURGO, Rodrigo Navarro Sanches, RIBEIRO, Talita Cristina dos Santos, RODRIGUES,

Leia mais

Capítulo 2. Logística e Cadeia de Suprimentos

Capítulo 2. Logística e Cadeia de Suprimentos Capítulo 2 Logística e Cadeia de Suprimentos Prof. Glauber Santos glauber@justocantins.com.br 1 Capítulo 2 - Logística e Cadeia de Suprimentos Papel primordial da Logística na organização Gestão da Produção

Leia mais

Introdução e Planejamento Cap. 1

Introdução e Planejamento Cap. 1 BALLOU, Ronald H. Gerenciamenrto da Cadeia de Suprimentos / Logística Empresarial. 5ª ed. Porto Alegre: Bookman. 2006 Introdução e Planejamento Cap. 1 Prof. Luciel Henrique de Oliveira luciel@fae.br L

Leia mais

Logística empresarial conceitos e definições

Logística empresarial conceitos e definições Logística empresarial conceitos e definições Por Leandro Callegari Coelho - Logística Descomplicada, em 01 de fevereiro 2010 Por Camila Avozani e Aline Regina Santos No início de 1991, a logística e a

Leia mais

Logística e Administração de Estoque. Definição - Logística. Definição. Profª. Patricia Brecht

Logística e Administração de Estoque. Definição - Logística. Definição. Profª. Patricia Brecht Administração Logística e Administração de. Profª. Patricia Brecht Definição - Logística O termo LOGÍSTICA conforme o dicionário Aurélio vem do francês Logistique e significa parte da arte da guerra que

Leia mais

Estratégia Competitiva 16/08/2015. Módulo II Cadeia de Valor e a Logistica. CADEIA DE VALOR E A LOGISTICA A Logistica para as Empresas Cadeia de Valor

Estratégia Competitiva 16/08/2015. Módulo II Cadeia de Valor e a Logistica. CADEIA DE VALOR E A LOGISTICA A Logistica para as Empresas Cadeia de Valor Módulo II Cadeia de Valor e a Logistica Danillo Tourinho S. da Silva, M.Sc. CADEIA DE VALOR E A LOGISTICA A Logistica para as Empresas Cadeia de Valor Estratégia Competitiva é o conjunto de planos, políticas,

Leia mais

Recursos Humanos Prof. Angelo Polizzi. Logística Empresarial e Sistema Integrado. Objetivos do Tema. Logística

Recursos Humanos Prof. Angelo Polizzi. Logística Empresarial e Sistema Integrado. Objetivos do Tema. Logística Recursos Humanos Prof. Angelo Polizzi e Sistema Integrado Objetivos do Tema Apresentar: Uma visão da logística e seu desenvolvimento com o marketing. A participação da logística como elemento agregador

Leia mais

Andrés Eduardo von Simson Graduação e v r iç i os D s i ney Background Hopi Hari Hilton Brasilton Maksoud Plaza

Andrés Eduardo von Simson Graduação e v r iç i os D s i ney Background Hopi Hari Hilton Brasilton Maksoud Plaza ENGENHARIA DE NEGÓCIOS I GESTÃO ESTRATÉGICA DE ESTOQUES AULA I Prof. Andrés E. von Simson 2009 PROFESSOR Andrés Eduardo von Simson Graduação Adm. Hoteleira Adm. de Empresas Docência pela FGV Especialização

Leia mais

ENCONTRO 1 Logística e Transporte

ENCONTRO 1 Logística e Transporte ENCONTRO 1 Logística e Transporte ENCONTRO 1 Logística e Transporte TÓPICO 1: Contextualizando o encontro Olá! Você está iniciando o primeiro encontro do curso Logística Internacional. Neste encontro,

Leia mais

Tecnologia da Informação

Tecnologia da Informação Tecnologia da Informação Gestão Organizacional da Logística CONCEITOS O nome Supply Chain, cujo termo têm sido utilizado em nosso país como Cadeia de Suprimentos, vem sendo erroneamente considerado como

Leia mais

2. Logística. 2.1 Definição de Logística

2. Logística. 2.1 Definição de Logística 2. Logística 2.1 Definição de Logística Por muito tempo a Logística foi tratada de forma desagregada. Cada uma das funções logísticas era tratada independentemente e como áreas de apoio ao negócio. Segundo

Leia mais

Logística e Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos. Profª Caroline Pauletto Spanhol

Logística e Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos. Profª Caroline Pauletto Spanhol Logística e Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos Profª Caroline Pauletto Spanhol Cadeia de Abastecimento Conceitos e Definições Elementos Principais Entendendo a Cadeia de Abastecimento Integrada Importância

Leia mais

LOGÍSTICA Professor: Dr. Edwin B. Mitacc Meza

LOGÍSTICA Professor: Dr. Edwin B. Mitacc Meza LOGÍSTICA Professor: Dr. Edwin B. Mitacc Meza edwin@engenharia-puro.com.br www.engenharia-puro.com.br/edwin Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos ... lembrando Uma cadeia de suprimentos consiste em todas

Leia mais

Bases Tecnológicas do curso de Logística 1991 3º Módulo

Bases Tecnológicas do curso de Logística 1991 3º Módulo Bases Tecnológicas do curso de Logística 1991 3º Módulo III.1 GESTÃO DE TRANSPORTES 1.1. O desenvolvimento econômico e o transporte. 1.2. A geografia brasileira, a infraestrutura dos estados, municípios

Leia mais

- Como utilizar essas medidas para analisar, melhorar e controlar o desempenho da cadeia de suprimentos?

- Como utilizar essas medidas para analisar, melhorar e controlar o desempenho da cadeia de suprimentos? Fascículo 5 A medição do desempenho na cadeia de suprimentos Com o surgimento das cadeias de suprimento (Supply Chain), a competição no mercado tende a ocorrer cada vez mais entre cadeias produtivas e

Leia mais

Objetivo da Aula. Enterprise Resource Planning - ERP. Descrever os sistemas ERP, seus módulos e possíveis aplicações e tendências 23/4/2010

Objetivo da Aula. Enterprise Resource Planning - ERP. Descrever os sistemas ERP, seus módulos e possíveis aplicações e tendências 23/4/2010 Enterprise Resource Planning - ERP Objetivo da Aula Descrever os sistemas ERP, seus módulos e possíveis aplicações e tendências 2 1 Sumário Informação & TI Sistemas Legados ERP Classificação Módulos Medidas

Leia mais

A LOGÍSTICA COMO INSTRUMENTO DE DIFERENCIAL COMPETITIVO EM EMPRESAS FORNECEDORAS DE BENS DE CONSUMO NÃO DURÁVEIS.

A LOGÍSTICA COMO INSTRUMENTO DE DIFERENCIAL COMPETITIVO EM EMPRESAS FORNECEDORAS DE BENS DE CONSUMO NÃO DURÁVEIS. A LOGÍSTICA COMO INSTRUMENTO DE DIFERENCIAL COMPETITIVO EM EMPRESAS FORNECEDORAS DE BENS DE CONSUMO NÃO DURÁVEIS. Carolina Salem de OLIVEIRA 1 Cristiane Tarifa NÉSPOLIS 2 Jamile Machado GEA 3 Mayara Meliso

Leia mais

LOGÍSTICA Professor: Dr. Edwin B. Mitacc Meza

LOGÍSTICA Professor: Dr. Edwin B. Mitacc Meza LOGÍSTICA Professor: Dr. Edwin B. Mitacc Meza edwin@engenharia-puro.com.br www.engenharia-puro.com.br/edwin Gerenciamento Logístico Gerenciamento Logístico A missão do gerenciamento logístico é planejar

Leia mais

O CONTROLE DE ESTOQUE COMO FERRAMENTA COMPETITIVA NAS ORGANIZAÇÕES

O CONTROLE DE ESTOQUE COMO FERRAMENTA COMPETITIVA NAS ORGANIZAÇÕES 1 O CONTROLE DE ESTOQUE COMO FERRAMENTA COMPETITIVA NAS ORGANIZAÇÕES Cesar Paulo Lomba (Discente do 4º período de Tecnologia de Gestão Financeira das Faculdades Integradas de Três Lagoas AEMS) Maria Luzia

Leia mais

Logística empresarial

Logística empresarial 1 Logística empresarial 2 Logística é um conceito relativamente novo, apesar de que todas as empresas sempre desenvolveram atividades de suprimento, transporte, estocagem e distribuição de produtos. melhor

Leia mais

Paulo Gadas JUNHO-14 1

Paulo Gadas JUNHO-14 1 Paulo Gadas JUNHO-14 1 Cadeia de Suprimentos Fornecedor Fabricante Distribuidor Loja Paulo Gadas JUNHO-14 2 Exemplo de cadeia de suprimentos Fornecedores de matériaprima Indústria principal Varejistas

Leia mais

LOGÍSTICA INTEGRADA: SATISFAÇÃO DOS CLIENTES E REDUÇÃO DE CUSTOS RESUMO

LOGÍSTICA INTEGRADA: SATISFAÇÃO DOS CLIENTES E REDUÇÃO DE CUSTOS RESUMO LOGÍSTICA INTEGRADA: SATISFAÇÃO DOS CLIENTES E REDUÇÃO DE CUSTOS RESUMO Este trabalho tem por objetivo a discussão do conceito de logística integrada e de roteirização. Tem como objetivo também mostrar

Leia mais

Prof. Marcelo Mello. Unidade III DISTRIBUIÇÃO E

Prof. Marcelo Mello. Unidade III DISTRIBUIÇÃO E Prof. Marcelo Mello Unidade III DISTRIBUIÇÃO E TRADE MARKETING Canais de distribuição Canal vertical: Antigamente, os canais de distribuição eram estruturas mercadológicas verticais, em que a responsabilidade

Leia mais

ARMAZÉM E SUA REPRESENTAÇÃO EM UMA OPERAÇÃO LOGÍSTICA

ARMAZÉM E SUA REPRESENTAÇÃO EM UMA OPERAÇÃO LOGÍSTICA ARMAZÉM E SUA REPRESENTAÇÃO EM UMA OPERAÇÃO LOGÍSTICA Mauro Carlo Santana da Silva Aluno do Curso de Graduação em Logística do Centro Universitário Augusto Motta (UNISUAM), Rio de Janeiro, Brasil mcses@bol.com.br

Leia mais

Gestão Estratégica de Suprimentos

Gestão Estratégica de Suprimentos Gestão Estratégica de Suprimentos Professor: Hilian Giacomelli Chapecó, 14 e 21 de Maio de 2016 Parceria MINI CURRICULUM - HILIAN GIACOMELLI Consultor Empresarial, já tendo atuado em empresas como Grupo

Leia mais

DEFINIÇÃO DE UMA ESTRATÉGIA DE PREÇO DE FRETE DE CARGA FRACIONADA PARA UMA TRANSPORTADORA DA REGIÃO METROPOLITANA DO MUNICÍPIO DE BELÉM.

DEFINIÇÃO DE UMA ESTRATÉGIA DE PREÇO DE FRETE DE CARGA FRACIONADA PARA UMA TRANSPORTADORA DA REGIÃO METROPOLITANA DO MUNICÍPIO DE BELÉM. DEFINIÇÃO DE UMA ESTRATÉGIA DE PREÇO DE FRETE DE CARGA FRACIONADA PARA UMA TRANSPORTADORA DA REGIÃO METROPOLITANA DO MUNICÍPIO DE BELÉM. Leonardo Silva Figueredo (UNAMA) leonardosfigueredo@hotmail.com

Leia mais

30/09/2010. Prof. Dr. Daniel Bertoli Gonçalves. Como surgiu o termo?

30/09/2010. Prof. Dr. Daniel Bertoli Gonçalves. Como surgiu o termo? Engenheiro Agrônomo CCA/UFSCar 1998 Mestre em Desenvolvimento Econômico, Espaço e Meio Ambiente IE/UNICAMP 2001 Doutor em Engenhariade Produção PPGEP/UFSCar 2005 Prof. Dr. Daniel Bertoli Gonçalves Consultor

Leia mais

O termo logística tem sua origem no meio militar, estando relacionado a atividade de abastecimento de tropas.

O termo logística tem sua origem no meio militar, estando relacionado a atividade de abastecimento de tropas. Logística e Distribuição Professor: Leandro Zvirtes UDESC/CCT Histórico O termo logística tem sua origem no meio militar, estando relacionado a atividade de abastecimento de tropas. A história mostra que

Leia mais

SUPPLY CHAIN COMO DIFERENCIAL COMPETITIVO

SUPPLY CHAIN COMO DIFERENCIAL COMPETITIVO SUPPLY CHAIN COMO DIFERENCIAL COMPETITIVO RESUMO André Augusto Asevedo da Silva UNISALESIANO Lins E-mail: andre.asevedo@bertin.com.br Marcos Aurélio Mirandola UNISALESIANO Lins E-mail: marcosmirandola@gmail.com

Leia mais

A medição do desempenho na cadeia de suprimentos JIT e compras

A medição do desempenho na cadeia de suprimentos JIT e compras A medição do desempenho na cadeia de suprimentos JIT e compras Medição do desempenho na cadeia de suprimentos Medição do desempenho Sob a perspectiva da gestão da produção, o desempenho pode ser definido

Leia mais

Aula 5 Supply Chain Management (SCM) Gestão da cadeia de suprimentos Prof: Cleber A. de Oliveira

Aula 5 Supply Chain Management (SCM) Gestão da cadeia de suprimentos Prof: Cleber A. de Oliveira 1. Introdução Aula 5 Supply Chain Management (SCM) Gestão da cadeia de suprimentos Prof: Cleber A. de Oliveira Gestão de Sistemas de Informação Os estudos realizados nas disciplinas Gestão da Produção

Leia mais

Importância da Logística. O lugar da Logística nas Empresas. Custos Logísticos são significativos

Importância da Logística. O lugar da Logística nas Empresas. Custos Logísticos são significativos IMPORTÂNCIA DA LOGÍSTICA Importância da Logística O lugar da Logística nas Empresas A logística diz respeito à criação de valor; O valor em logística é expresso em termos de tempo e lugar. Produtos e serviços

Leia mais

Aula 2º bim. GEBD dia16/10

Aula 2º bim. GEBD dia16/10 Aula 2º bim. GEBD dia16/10 Compras e Manufatura (produção) O ciclo de compras liga uma organização a seus fornecedores. O ciclo de manufatura envolve a logística de apoio à produção. O ciclo de atendimento

Leia mais

Distribuição e transporte

Distribuição e transporte Distribuição e transporte Gestão da distribuição Prof. Marco Arbex Introdução Toda produção visa a um ponto final, que é entregar os seus produtos ao consumidor; Se o produto não está disponível na prateleira,

Leia mais

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA EMPRESA

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA EMPRESA SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA EMPRESA 1 OBJETIVOS 1. Quais são as principais aplicações de sistemas na empresa? Que papel eles desempenham? 2. Como os sistemas de informação apóiam as principais funções empresariais:

Leia mais

Prof. Me. Maico Roris Severino Curso Engenharia de Produção Universidade Federal de Goiás (UFG) Campus Catalão

Prof. Me. Maico Roris Severino Curso Engenharia de Produção Universidade Federal de Goiás (UFG) Campus Catalão Prof. Me. Maico Roris Severino Curso Engenharia de Produção Universidade Federal de Goiás (UFG) Campus Catalão 1 Roteiro da Apresentação Definições Cadeia de Suprimentos Logística Gestão da Cadeia de Suprimentos

Leia mais

QUESTIONÁRIO LOGISTICS CHALLENGE 2015 PRIMEIRA FASE

QUESTIONÁRIO LOGISTICS CHALLENGE 2015 PRIMEIRA FASE QUESTIONÁRIO LOGISTICS CHALLENGE 2015 PRIMEIRA FASE *Envie o nome de seu grupo, dos integrantes e um telefone de contato junto com as respostas do questionário abaixo para o e-mail COMMUNICATIONS.SLA@SCANIA.COM*

Leia mais

UnB Universidade de Brasília. Administração de Recursos Materiais. Tema: Gestão de estoque. Alunos: - Beliza de Ávila.

UnB Universidade de Brasília. Administração de Recursos Materiais. Tema: Gestão de estoque. Alunos: - Beliza de Ávila. UnB Universidade de Brasília Administração de Recursos Materiais Tema: Gestão de estoque Alunos: - Beliza de Ávila - Felipe Jordán - Guilherme de Miranda - Jefferson Coelho O conceito de ocupação física

Leia mais

Logística Empresarial Integrada

Logística Empresarial Integrada Logística Empresarial Integrada Profº José Carlos de Sousa Lima Administração de Recursos e Administração de Recursos e Objetivo Discutir o conceito da administração de recursos materiais e sua relação

Leia mais

Logística: o endereçamento como ferramenta fundamental na armazenagem e estocagem

Logística: o endereçamento como ferramenta fundamental na armazenagem e estocagem Logística: o endereçamento como ferramenta fundamental na armazenagem e estocagem Juliano Jacinto Luciano Heil Márcio Fernandes de Souza Sidnei Rodrigues RESUMO Este artigo apresenta a importância da logística

Leia mais

Sistemas de Informação Empresarial. Gerencial

Sistemas de Informação Empresarial. Gerencial Sistemas de Informação Empresarial SIG Sistemas de Informação Gerencial Visão Integrada do Papel dos SI s na Empresa [ Problema Organizacional ] [ Nível Organizacional ] Estratégico SAD Gerência sênior

Leia mais

INTEGRAÇÃO ENTRE MARKETING E LOGÍSTICA EMPRESARIAL: UM ESTUDO DE CASO NO SETOR DE MÓVEIS PLANEJADOS

INTEGRAÇÃO ENTRE MARKETING E LOGÍSTICA EMPRESARIAL: UM ESTUDO DE CASO NO SETOR DE MÓVEIS PLANEJADOS INTEGRAÇÃO ENTRE MARKETING E LOGÍSTICA EMPRESARIAL: UM ESTUDO DE CASO NO SETOR DE MÓVEIS PLANEJADOS Amanda Cristina Nunes Alves (SSP) amandac.06@hotmail.com Anne Sthefanie Santos Guimaraes (SSP) annesthefanie14@hotmail.com

Leia mais

Estoque e Logística. Henrique Montserrat Fernandez www.henriquemf.com

Estoque e Logística. Henrique Montserrat Fernandez www.henriquemf.com Estoque é capital investido, com liquidez duvidosa e altos custos de manutenção. Por isso, quanto menor for o investimento em estoque, melhor. Para as empresas, o ideal seria efetuar as aquisições de estoques

Leia mais

O PAPEL DA LOGÍSTICA NAS ORGANIZAÇÕES: UM ESTUDO DE CASO EM UMA DISTRIBUIDORA DE ALIMENTOS

O PAPEL DA LOGÍSTICA NAS ORGANIZAÇÕES: UM ESTUDO DE CASO EM UMA DISTRIBUIDORA DE ALIMENTOS 190 O PAPEL DA LOGÍSTICA NAS ORGANIZAÇÕES: UM ESTUDO DE CASO EM UMA DISTRIBUIDORA DE ALIMENTOS Douglas Fernandes, Josélia Galiciano Pedro, Daryane dos Santos Coutinho, Diego Trevisan de Vasconcelos, Regiane

Leia mais

OS PRINCIPAIS PROBLEMAS DA GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS

OS PRINCIPAIS PROBLEMAS DA GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS OS PRINCIPAIS PROBLEMAS DA GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS Esta seção apresenta alguns dos problemas da gestão da cadeia de suprimentos discutidos em mais detalhes nos próximos capítulos. Estes problemas

Leia mais

LOGÍSTICA GLOBAL. Sistemas de Logística EDI, MRP e ERP.

LOGÍSTICA GLOBAL. Sistemas de Logística EDI, MRP e ERP. LOGÍSTICA GLOBAL Sistemas de Logística EDI, MRP e ERP. EDI Intercâmbio Eletrônico de Dados Introdução O atual cenário econômico é marcado por: a) intensa competitividade, b) pela necessidade de rápida

Leia mais

Logística Empresarial

Logística Empresarial IETEC INSTITUTO DE EDUCAÇAO TECNOLÓGICA PÓS GRADUAÇAO LATU SENSU 15 a. Turma Gestão da Logística Logística Empresarial Elenilce Lopes Coelis Belo Horizonte MG Julho - 2006 2 SUMÁRIO INTRODUÇÃO À LOGÍSTICA...PÁGINA

Leia mais

Faculdade de Tecnologia de Pompéia. LOGÍSTICA Prof. Paulo Medeiros

Faculdade de Tecnologia de Pompéia. LOGÍSTICA Prof. Paulo Medeiros Faculdade de Tecnologia de Pompéia LOGÍSTICA Prof. Paulo Medeiros Concepção de logística Agrupar conjuntamente as atividades relacionadas ao fluxo de produtos e serviços para administrá-las de forma coletiva.

Leia mais

Logística Empresarial. Global Sourcing A Globalização e a Nova Visão da Logística Parte II. Aula 6. Conceitos Importantes.

Logística Empresarial. Global Sourcing A Globalização e a Nova Visão da Logística Parte II. Aula 6. Conceitos Importantes. Logística Empresarial Aula 6 Global Sourcing A Globalização e a Nova Visão da Logística Parte II Prof. Me. John Jackson Buettgen Contextualização Conceitos Importantes Fluxos logísticos É o movimento ou

Leia mais

Definições da cadeia de suprimentos Características da cadeia de suprimentos Elementos da cadeia de suprimentos integrada

Definições da cadeia de suprimentos Características da cadeia de suprimentos Elementos da cadeia de suprimentos integrada Definições da cadeia de suprimentos Características da cadeia de suprimentos Elementos da cadeia de suprimentos integrada suprimentos sustentável Segundo semestre 2009 1 Definições da cadeia de suprimentos

Leia mais

Unidade I GESTÃO DE SUPRIMENTOS E LOGÍSTICA. Prof. Léo Noronha

Unidade I GESTÃO DE SUPRIMENTOS E LOGÍSTICA. Prof. Léo Noronha Unidade I GESTÃO DE SUPRIMENTOS E LOGÍSTICA Prof. Léo Noronha A administração de materiais A administração de materiais procura conciliar as necessidades de suprimentos com a otimização dos recursos financeiros

Leia mais

Altos Níveis de Estoque nas Indústrias de Conexões de PVC

Altos Níveis de Estoque nas Indústrias de Conexões de PVC Altos Níveis de Estoque nas Indústrias de Conexões de PVC Junior Saviniec Ferreira; Letícia Stroparo Tozetti Faculdade Educacional de Araucária RESUMO O problema de estoque elevado é cada vez menos frequente

Leia mais

Matriz para avaliação do sistema de Distribuição de produtos do setor de bebidas

Matriz para avaliação do sistema de Distribuição de produtos do setor de bebidas Matriz para avaliação do sistema de Distribuição de produtos do setor de bebidas Isabel Marcia Rodrigues (UTFPR) imarcia.r@hotmail.com João Carlos Colmenero (UTFPR) colmenero@utfpr.edu.br Luiz Alberto

Leia mais

2. Referencial teórico

2. Referencial teórico 2. Referencial teórico O referencial teórico consiste em uma revisão bibliográfica de forma a apresentar o embasamento necessário para compreensão do tema e seus elementos relacionados. São apresentados

Leia mais

ASPECTOS FUNDAMENTAIS DO PROBLEMA DE LOCALIZAÇÃO DE INSTALAÇÕES EM REDES LOGÍSTICAS

ASPECTOS FUNDAMENTAIS DO PROBLEMA DE LOCALIZAÇÃO DE INSTALAÇÕES EM REDES LOGÍSTICAS ASPECTOS FUNDAMENTAIS DO PROBLEMA DE LOCALIZAÇÃO DE INSTALAÇÕES EM REDES LOGÍSTICAS Data: 10/03/2001 Peter Wanke INTRODUÇÃO Localizar instalações ao longo de uma cadeia de suprimentos consiste numa importante

Leia mais

Logística Agroindustrial Canais de suprimentos e distribuição. Prof. Paulo Medeiros

Logística Agroindustrial Canais de suprimentos e distribuição. Prof. Paulo Medeiros Logística Agroindustrial Canais de suprimentos e distribuição Prof. Paulo Medeiros Canais de suprimento e distribuição Podemos dividir as operações logísticas de uma empresa em três áreas: Suprimentos;

Leia mais

VOCÊ está satisfeito com a

VOCÊ está satisfeito com a O Que é Logística? Logística e Distribuição A importância da Logística nas empresas 1 Logistica e Distribuição 2 Logistica e Distribuição Necessidade... Todos os dias milhões de produtos são fabricados

Leia mais

SUPPLY CHAIN MANAGEMENT

SUPPLY CHAIN MANAGEMENT MBA EM GERÊNCIA DE SISTEMAS LOGÍSTICOS SUPPLY CHAIN MANAGEMENT Eduardo Pécora, Ph.D. Reflexão: Como chegar lá? Desenvolvimento Pessoal Rertorno Financeiro Título? Maior eficiência e eficácia? Avaliação

Leia mais

A LOGÍSTICA EMPRESARIAL E OS FATORES PARA A OBTENÇÃO DE VANTAGEM COMPETITIVA

A LOGÍSTICA EMPRESARIAL E OS FATORES PARA A OBTENÇÃO DE VANTAGEM COMPETITIVA A LOGÍSTICA EMPRESARIAL E OS FATORES PARA A OBTENÇÃO DE VANTAGEM COMPETITIVA Douglas Prates Magalhães 1 Resumo Uma revisão teórica e rápida conceituação da Logística e Vantagem competitiva. Foco em vantagem

Leia mais

DEFINIÇÕES COUNCIL SCM

DEFINIÇÕES COUNCIL SCM ADM DE MATERIAIS DEFINIÇÕES COUNCIL SCM Logística empresarial é a parte do Supply Chain Management que planeja, implementa e controla o eficiente e efetivo fluxo direto e reverso, a estocagem de bens,

Leia mais

Curso superior de Tecnologia em Gastronomia

Curso superior de Tecnologia em Gastronomia Curso superior de Tecnologia em Gastronomia Suprimentos na Gastronomia COMPREENDENDO A CADEIA DE SUPRIMENTOS 1- DEFINIÇÃO Engloba todos os estágios envolvidos, direta ou indiretamente, no atendimento de

Leia mais

LOGÍSTICA DE MERCADO

LOGÍSTICA DE MERCADO LOGÍSTICA DE MERCADO SILVA, Adriano Pereira KAWAKITA, Gerson M. SILVA, Natália Heloísa RASQUEL, Stefano Adriano Acadêmicos do curso de Administração da Faculdade de Ciências Jurídicas e Gerenciais (FAEG/ACEG)

Leia mais

Vamos nos conhecer. Avaliações 23/08/2015. Módulo I Introdução à Logistica Empresarial Danillo Tourinho S. da Silva, M.Sc.

Vamos nos conhecer. Avaliações 23/08/2015. Módulo I Introdução à Logistica Empresarial Danillo Tourinho S. da Silva, M.Sc. Módulo I Introdução à Logistica Empresarial Danillo Tourinho S. da Silva, M.Sc. Vamos nos conhecer Danillo Tourinho Sancho da Silva, M.Sc Bacharel em Administração, UNEB Especialista em Gestão da Produção

Leia mais

LOGÍSTICA & BRASIL Artigo

LOGÍSTICA & BRASIL Artigo O artigo aborda relações entre logística, formação profissional e infra-estrutura do país. São debatidas questões sobre a evolução da logística no Brasil, a preparação educacional do profissional de logística

Leia mais

CONDOMÍNIOS LOGÍSTICOS: ESTUDO DE CASO BAURU BUSINESS PARK

CONDOMÍNIOS LOGÍSTICOS: ESTUDO DE CASO BAURU BUSINESS PARK CONDOMÍNIOS LOGÍSTICOS: ESTUDO DE CASO BAURU BUSINESS PARK CLEITON FUMIO KIMIMOTO (Fatec Lins) cleiton.kimimoto@fatec.sp.gov.br LUIZ CARLOS RELVA (Fatec Lins) luizrelva@yahoo.com.br euclides reame junior

Leia mais

Prof. Jean Cavaleiro. Unidade I LOGÍSTICA INTEGRADA:

Prof. Jean Cavaleiro. Unidade I LOGÍSTICA INTEGRADA: Prof. Jean Cavaleiro Unidade I LOGÍSTICA INTEGRADA: PRODUÇÃO E COMÉRCIO Introdução Entender a integração logística. A relação produção e demanda. Distribuição e demanda. Desenvolver visão sistêmica para

Leia mais

CADEIA DE SUPRIMENTOS E SEU ESPAÇO DENTRO DAS ORGANIZAÇÕES

CADEIA DE SUPRIMENTOS E SEU ESPAÇO DENTRO DAS ORGANIZAÇÕES CADEIA DE SUPRIMENTOS E SEU ESPAÇO DENTRO DAS ORGANIZAÇÕES BARBOSA, Camila 1 CASTRO, Sergio Francisco de Oliveira de 2 FRABETTI, João Luiz 3 OLIVEIRA, Gabriel Antonio Bom 4 SARAIVA, Antonio Wanderlan Pereira

Leia mais

GESTÃO DE ESTOQUE INTRODUÇÃO

GESTÃO DE ESTOQUE INTRODUÇÃO 1 GESTÃO DE ESTOQUE Marcela Maria Eloy Paixão Oliveira Acadêmica do Curso de Ciências Contábeis email: marcela_eloy_3@hotmail.com Rafaella Machado Rosa da Silva Acadêmica do Curso de Ciências Contábeis

Leia mais

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA EMPRESA

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA EMPRESA 2 SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA EMPRESA OBJETIVOS Quais são as principais aplicações de sistemas na empresa? Que papel eles desempenham? Como os sistemas de informação apóiam as principais funções empresariais:

Leia mais

Núcleo de Pós Graduação Pitágoras. Conceitos avançados da Logística com foco na TI 20/08/2011. O Efeito Chicote - (Bullwhip effect)

Núcleo de Pós Graduação Pitágoras. Conceitos avançados da Logística com foco na TI 20/08/2011. O Efeito Chicote - (Bullwhip effect) Núcleo de Pós Graduação Pitágoras MBA Logística empresarial e Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos Conceitos avançados da Logística com foco na TI Disciplina: Tecnologia da Informação (TI) Aplicada à

Leia mais

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA EMPRESA

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA EMPRESA Capítulo 2 SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA EMPRESA 2.1 2003 by Prentice Hall OBJETIVOS Quais são as principais aplicações de sistemas na empresa? Que papel eles desempenham? Como os sistemas de informação apóiam

Leia mais

GESTÃO DE ESTOQUE: ANALISANDO O CUSTO DE ARMAZENAGEM EXTERNA DE UMA EMPRESA DO RAMO LÁCTEO SITUADA NA REGIÃO DE LONDRINA

GESTÃO DE ESTOQUE: ANALISANDO O CUSTO DE ARMAZENAGEM EXTERNA DE UMA EMPRESA DO RAMO LÁCTEO SITUADA NA REGIÃO DE LONDRINA GESTÃO DE ESTOQUE: ANALISANDO O CUSTO DE ARMAZENAGEM EXTERNA DE UMA EMPRESA DO RAMO LÁCTEO SITUADA NA REGIÃO DE LONDRINA Antonia Maria Gimenes¹, Marcio Jabour de Oliveira², William Gonçalves São Leão⁴

Leia mais

Introdução histórica a Administração de Materiais. Prof. Vianir André Behnem

Introdução histórica a Administração de Materiais. Prof. Vianir André Behnem Introdução histórica a Administração de Materiais Prof. Vianir André Behnem Origem - A origem da logística surge cerca de 10.000 AC; - Cerca de 6.000 anos, as civilizações da Mesopotâmia e do Egito já

Leia mais

Aula I Introdução à Logística

Aula I Introdução à Logística Aula I Introdução à Logística Professor Argélio Lima Paniago COMO PODEMOS DEFINIR A LOGÍSTICA? 2 1 O inicio da Logística teve sua interpretação relacionada com as operações militares (movimentaçãode tropas,

Leia mais

Unidade IV LOGÍSTICA INTEGRADA. Profa. Marinalva R. Barboza

Unidade IV LOGÍSTICA INTEGRADA. Profa. Marinalva R. Barboza Unidade IV LOGÍSTICA INTEGRADA Profa. Marinalva R. Barboza Supply Chain Managment - SCM Conceito: Integração dos processos industriais e comerciais, partindo do consumidor final e indo até os fornecedores

Leia mais

Logística Integrada. Prof. Fernando Augusto Silva Marins. fmarins@feg.unesp.br. www.feg.unesp.br/~fmarins

Logística Integrada. Prof. Fernando Augusto Silva Marins. fmarins@feg.unesp.br. www.feg.unesp.br/~fmarins Logística Integrada Prof. Fernando Augusto Silva Marins fmarins@feg.unesp.br www.feg.unesp.br/~fmarins 1 Sumário Cenário Fatores para o Desenvolvimento da Logística Bases da Logística Integrada Conceitos

Leia mais

Logística e Cadeia de Suprimentos

Logística e Cadeia de Suprimentos Logística e Cadeia de Suprimentos 1. Introdução A partir deste momento, iniciaremos uma jornada sobre o papel primordial da Logística na organização. A Gestão da Produção cuida da transformação dos materiais

Leia mais

Evolução da Disciplina. Logística Empresarial. Aula 1. O Papel dos Sistemas Logísticos. Contextualização. O Mundo Atual

Evolução da Disciplina. Logística Empresarial. Aula 1. O Papel dos Sistemas Logísticos. Contextualização. O Mundo Atual Logística Empresarial Evolução da Disciplina Aula 1 Aula 1 O papel da Logística empresarial Aula 2 A flexibilidade e a Resposta Rápida (RR) Operadores logísticos: conceitos e funções Aula 3 Prof. Me. John

Leia mais

ESTRATÉGIA COMPETITIVA. Michael E. Porter

ESTRATÉGIA COMPETITIVA. Michael E. Porter ESTRATÉGIA COMPETITIVA Michael E. Porter 1. A NATUREZA DAS FORÇAS COMPETITIVAS DE UMA EMPRESA 2. ESTRATEGIAS DE CRESCIMENTO E ESTRATÉGIAS COMPETITIVAS 3. O CONCEITO DA CADEIA DE VALOR 1 1. A NATUREZA DAS

Leia mais

LOGISTICA EMPRESARIAL

LOGISTICA EMPRESARIAL 1 UM POUCO DA HISTÓRIA DA LOGÍSTICA (GOMES & RIBEIRO, 2004), afirmam que a palavra logística é originária do vocábulo francês loger, que significa alocar. As operações logísticas iniciaram na Grécia Antiga,

Leia mais

TÍTULO: CADEIA DE SUPRIMENTOS DA KEIPER DO BRASIL CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS SUBÁREA: ADMINISTRAÇÃO

TÍTULO: CADEIA DE SUPRIMENTOS DA KEIPER DO BRASIL CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS SUBÁREA: ADMINISTRAÇÃO Anais do Conic-Semesp. Volume 1, 2013 - Faculdade Anhanguera de Campinas - Unidade 3. ISSN 2357-8904 TÍTULO: CADEIA DE SUPRIMENTOS DA KEIPER DO BRASIL CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS

Leia mais

Classificação ABC no Gerenciamento do Estoque Recurso na melhoria da lucratividade das empresas

Classificação ABC no Gerenciamento do Estoque Recurso na melhoria da lucratividade das empresas Classificação ABC no Gerenciamento do Estoque Recurso na melhoria da lucratividade das empresas RESUMO O objetivo deste artigo é apresentar a utilização da classificação ABC no gerenciamento do estoque

Leia mais

T2Ti Tecnologia da Informação Ltda T2Ti.COM http://www.t2ti.com Projeto T2Ti ERP 2.0 Autor: Marco Polo Viana. Bloco Suprimentos

T2Ti Tecnologia da Informação Ltda T2Ti.COM http://www.t2ti.com Projeto T2Ti ERP 2.0 Autor: Marco Polo Viana. Bloco Suprimentos Bloco Suprimentos Controle de Produção PCP Objetivo O objetivo deste artigo é dar uma visão geral sobre o Módulo Controle de Produção PCP, que se encontra no Bloco Suprimentos. Todas informações aqui disponibilizadas

Leia mais

Gestão em Logística. Fundação de Estudos Sociais do Paraná. Luiz Alexandre Friedrich

Gestão em Logística. Fundação de Estudos Sociais do Paraná. Luiz Alexandre Friedrich Gestão em Logística Fundação de Estudos Sociais do Paraná Luiz Alexandre Friedrich Nosso contrato... Fornecedor : Luizão Cliente : Alunos de Adm. da FESP - Fornecer subsídios de teoria e prática de Gestão

Leia mais

Governança de TI Funções Gerenciais e Estrutura Organizacional. Raimir Holanda raimir@tce.ce.gov.br

Governança de TI Funções Gerenciais e Estrutura Organizacional. Raimir Holanda raimir@tce.ce.gov.br Governança de TI Funções Gerenciais e Estrutura Organizacional Raimir Holanda raimir@tce.ce.gov.br Agenda Componentes de uma empresa Objetivos Organizacionais X Processos de negócios Gerenciamento integrado

Leia mais

Gestão e Teoria da Decisão

Gestão e Teoria da Decisão Gestão e Teoria da Decisão e Gestão de Stocks Licenciatura em Engenharia Civil Licenciatura em Engenharia do Território 1 Agenda 1. Introdução 2. Definição de 3. Evolução Histórica da 4. Integração - Aproximação

Leia mais

Olá pessoal nesta fase vimos que a definição de Logística segundo Dornier (2000) é Logística é a gestão de fluxos entre funções de negócio.

Olá pessoal nesta fase vimos que a definição de Logística segundo Dornier (2000) é Logística é a gestão de fluxos entre funções de negócio. Gestão da Produção Industrial Módulo B Fase 1 2015 Logística Empresarial Olá pessoal nesta fase vimos que a definição de Logística segundo Dornier (2000) é Logística é a gestão de fluxos entre funções

Leia mais

Quando a gestão da rede logística se torna uma vantagem competitiva

Quando a gestão da rede logística se torna uma vantagem competitiva Quando a gestão da rede logística se torna uma vantagem competitiva Priscila Cristina de Almeida 1 Ângelo Aparecido Zadra 2 RESUMO O tema central deste artigo é demonstrar a importância de uma rede logística

Leia mais

DOW BUSINESS SERVICES Diamond Value Chain Consulting

DOW BUSINESS SERVICES Diamond Value Chain Consulting DOW BUSINESS SERVICES Diamond Value Chain Consulting Soluções personalizadas para acelerar o crescimento do seu negócio Estratégia Operacional Projeto e Otimização de Redes Processos de Integração Eficácia

Leia mais

INNOVA. Soluções de software que capacitam os processadores de aves a...

INNOVA. Soluções de software que capacitam os processadores de aves a... INNOVA Soluções de software que capacitam os processadores de aves a... Maximizar o rendimento e a produtividade Estar em conformidade com os padrões de qualidade e garantir a segurança dos alimentos Obter

Leia mais

TÍTULO: LOGISTICA INTEGRADA COM FOCO EM DISTRIBUIÇÃO: UM ESTUDO BIBLIOGRÁFICO

TÍTULO: LOGISTICA INTEGRADA COM FOCO EM DISTRIBUIÇÃO: UM ESTUDO BIBLIOGRÁFICO TÍTULO: LOGISTICA INTEGRADA COM FOCO EM DISTRIBUIÇÃO: UM ESTUDO BIBLIOGRÁFICO CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS SUBÁREA: ADMINISTRAÇÃO INSTITUIÇÃO: INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR PRESIDENTE

Leia mais

ERP Enterprise Resourse Planning Sistemas de Gestão Empresarial

ERP Enterprise Resourse Planning Sistemas de Gestão Empresarial ERP Enterprise Resourse Planning Sistemas de Gestão Empresarial Prof. Pedro Luiz de O. Costa Bisneto 14/09/2003 Sumário Introdução... 2 Enterprise Resourse Planning... 2 Business Inteligence... 3 Vantagens

Leia mais