A VIRADA DO TELEFONE

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1 Poder Gnsmmte no ACIL A VIRADA DO TELEFONE Nem o que é eficiente nas mãos do Estado resiste atualmente à síndrome da privatização. Mas houve tempo de estatizar, para que os serviços funcionassem a contento. E em Londrina, de municipalizar a telefonia, cujo resultado foi o Sercomtel, autarquia "caipira" hoje transformada em S.A. A tão discutida S.A. ora com embargos e desembargos na Justiça foi sugerida nos anos 60 pela ACL, num debate com o prefeito José Hosken de Novaes, que preferiu a autarquia e assegurou o funcionamento sem corrupção, dando solução à comunidade. Em 67 anos de existência, Londrina superou todas as expectativas modestas, a começar pela dos ingleses de que limitar-se-ia a 20 mil, 30 mil habitantes. A telefonia não foi exceção. Começa em 1932 a breve história, com a instalação do primeiro telefone no hotel da Companhia de Terras

2 Norte do Paraná, pela Companhia Telefônica Paranaense, subsidiária da International Telephone and Telegraph Corpomtion (I'iT'). Solitário telefone até 1947, quando a Companhia Telefônica Nacional (CTN), nova concessionária, inaugura a primeira central de comutação, manual e a bateria, suficiente para terminais, porém ativando apenas 548. Jamais a CTN entraria no compasso de Londrina. E em 1955 estava sob fogo cruzado na ACL, que solicita à Câmara Municipal a introdução em contrato da obrigatofiedade da substituição do "atual sistema antiquado por moderno e eficiente sistema automático". No segundo mandato ( ) do prefeito Milton Menezes intensifica-se o debate. Em junho de 62, as telefonistas haviam ameaçado entrar em greve, exigindo 49% de reposição salarial, e a CTN pedindo reajuste de 103% na tarifa. Alega o diretor local, Paulo Makiolke, que no ano anterior a empresa reajustara os salhios em 54% sem nenhuma compensação na tarifa, sujeita à aprovação da Câmara Municipal. A ACL está interessada também na qualidade dos serviços e Makiolke responde que o compromisso contramal prevê a adoção do sistema automático somente com telefones instalados, algo distante dos então disponíveis. Há procura de telefones e falta investimento na ex-

3 pansão, revela Makiolke numa de suas estadas na ACL. instalar automáticos, então, custaria 1 trilhão de cruzeiros sob risco, considerando declarações do sr. João Goulart nos Estados Unidos de que o novo governo pretendia a encampação total das empresas explorando serviços públicos, observa Makiolke. Um superior, Alarico Vieira de Alencar, levado à ACL por Makiolke, confirma o temor. Com a concessão a vencer em 4 de dezembro de 1963, vereadores exigem concorrência e o prefeito não abre, alegando até "falta de dinheiro" para os editais. Num tempo de telefonia deficitária em todo o pais, temia o prefeito que a concessão continuasse com a CTN, que anunciara a intenção de captar dinheiro por debêntures para expandir a rede em Londrina. Ora, com dinheiro do povo, o próprio município podia assumir a tarefa, pensava Milton Menezes. Tinha experiência bem sucedida do mandato anterior: o lançamento de títulos da dívida pública para custear o início da construção da rede de água e esgoto. No caso dos telefones, viria a obter a concordância do sucessor, Hosken de Novaes, cuja eleição apoiava. Coincidentemente, ambos mineiros e advogados. Em manchete no Jornal do Comercio de junho de 1963, a ACL "opõe-se ao projeto de lei do chefe do Executivo criando a autarqilia municipal dos telefones". O presidente, Lizandro de Almeida Araújo, pondera que

4 "embora reconhecendo a premente necessidade de ser resolvido o quanto antes o problema dos telefones, condena veementemente o projeto", considerando-o contrário 2i livre iniciativa e "porque fere de frente os direitos dos futuros usuários (os próprios financiadores da empreitada) no caso de ser organizada uma autarquia municipal sobre a administração de pessoas da exclusiva nomeação do prefeito". A 7 de outubro de 1964, o prefeito Hosken de Novaes dá posse à comissão para organizar o serviço de comunicações telefônicas, criado pela Lei 934/64. Integram a comissão representantes do prefeito - Milton Menezes; da Câmara Municipal - Daniel Gonçalves; e da comunidade - João Soares Caldas, José Monteiro de Mello, Oduvaldo Bessa, Waldir Edgard Cárnio, Otársio Maziotti, Francisco Antônio Sciarra, Claro de Toledo Piza e um professor. É enorme, caótico, o descompasso das comunicações em comparação às necessidades da capital mundial do café. Em abril de 1965, o presidente do Centro do Comércio de Café, Olympio Nogueira Monteiro, e o presidente da Associação Rural de Londrina, Omar Mazzei Guimarães, entregam ao presidente da República, marechal Humberto de Alencar Castello Branco, memorial dando conta da situação e pedindo a interferência para que o Conte1 (Conselho Nacional de Telecomunicações) conceda a produtores e comerciantes de café prazo de dois

5 FWer Emewente no Ser1Bo - ACIL anos para a regularização de sistemas de rádio, única alternativa capaz de assegurar o fechamento de negócios. Tinham contra si "a irnensidão das distancias e a deficiência infelizmente incontestada das comunicações postais, telegráficas e telefônicas. Diante disso, para não sucumbir, viu-se a região obrigada a lançar mão das rádios particulares". Castello Branco estava na cidade, inaugurando a 2% Exposição Agropecuária-Industrial. Recarga da ACL, em julho de 1965, numa cartae sa Hosken, apontando que o "pequeno número de inscrições no Sercomtel e as ponderações de nossos associados parecem ter criado um impasse no programa estabelecido". Sublinha que 70% dos usuários em Londrina são comerciantes ou industriais. A ACL havia sugerido cooperativa ou sociedade anônima em lugar do "sistema estatizante". Ou concorrência pública, por ter conhecimento de que companhias experientes se interessariam e a expansão poderia ser financiada por subscritores de títulos reembolsáveis com juros. A própria CTN - segundo Lizandro - teria sido impedida de oferecer melhor,es serviços "porque os poderes políticos não lhe deram condições", mas se ganhasse novamente a concessão representaria economia de 2 bilhões e meio de cruzeiros correspondentes aos telefones a bateria central instalados, reduzindo de quase 50% os investimentos da comunidade a longo prazo.

6 ACIL- R d a r E ~ t e m ~ E sugere a Hosken consultar a CTN sobre a possibilidade de prestar serviço eficiente e, se for o caso, alterar a Lei 934 para admiti-la. Argumenta que a lei não permite o reembolso do capital adiantado pelos compradores das linhas, restringe a transferência e não dá direito a participação na administração do Sercomtel. O justo seria dar a cada "subscritor" um título patrimonial. Democraticamente, o Jornal do Comércio dá espaço à resposta de Hosken, na edição de 3 de setembro. "A minha adrninistraçáo joga o seu nome e a sua eficiência nessa difícil empreitada; dai o meu interesse no mais amplo debatev- é o alerta do prefeito logo no início. Hosken vale-se de uma conferência do jurista Bilac Pinto para citar Brian Chapman, docente de Administração Pública da Universidade de Manchester. Segundo Chapman, a concessão de novos serviços públicos a empresas particulares havia desaparecido virtualmente como instrumento de administração e estaria, evidentemente, "fora de cogitação em países socialistas". Na essência de Chapman, o lucro do serviço economicamente viável deve reverter ao público ou ser aplicado na redução das tarifas; quando insustentável o serviço, não se justifica subvencionar empresa particular em lugar de organismo público. Outra dificuldade: a incapacidade administrativa para controlar e fiscalizar o serviço público concedido. Acrescenta-se a fixação de tarifas, sempre motivan-

7 do "terrível luta" entre administração e concessionários, porque o povo é contrário a reajustes e a contabilidade das empresas, com raras exceções, são "uma mistificação" - segundo Paul Duez e Guy Debeyre em Tratado de Direito Administrativo. Era notável, conforme Hosken, a ausência de um mercado de capital capaz de fazer o grande investimento. "Isto não existe no Brasil." Restava o autofinanciamento, mas não para colocar-se o patrimônio do povo 3 mercê de perigosas investidas. "Estabelecer concorrência para dar a alguém o privilégio de implantar a telefonia com o dinheiro do povo é abrir as portas para os imprevistos mais desagradáveis e acabmnhantes." - É o que não quero. o que não devo fazer. Seria interessante que o pretendente trouxesse capital, mas todos queriam a concessão sem Ônus, aquela sui generis em que o concessionário não fornece o capital do serviço público que se quer implantar - alerta o prefeito. Outros argumentos de Hosken se assentam na sehedade absoluta da admhistração pública, pelo menos a sua: - O Poder Público que obriga o povo a pagar, dá garantias de que pagará exatamente o custo, de que não haverá especulações, gratificações e expedientes tenden-

8 tes a enriquecer intermediários e especuladores. - O Poder Público dá segurança de moralidade e garantia de rigorosa exatidão dos preços. - Não haverá escritas falsas, preços fictícios, convenções ocultas e indevassáveis. - O Poder Público obriga o povo a financiar telefones, mas defende o povo contra quaisquer abusos. Não o coloca às mãos de ninguém. Hosken declara ter abandonado a idéia da empresa de economia mista e decidido manter o acervo sob controle da Prefeitura, não permitindo que fosse "presa fácil dos monopolizadores" de ações. "A propriedade da telefonia será praticamente do povo, pois embora em nome do município, estão seus bens e instalações afetados a um fim de serviço público inderrocável e imutável." Sobre a sugestão de um condomínio ou uma cooperativa, Hosken aceitaria discutir se a ACL pudesse "positivá-la" juridicamente de modo que o povo seja sempre dono dos telefones. "O que não contravier a esse imperativo, terá de minha parte a melhor simpatia e a mais leal disposição para estudo e ser apreciado serena e lealmente. O meio, o instrumento, pode variar. A meta, não." Só não admitia perturbações. "O que não posso permitir é que forças pemirbadoras, interessefras nos embarguem os passos ao empreendimento, retardando maliciosamente

9 poder m ente no - ACIL - a grande honra em que Londrina terá os seus telefones automáticos, no estilo mais moderno e mais perfeito." A CTN há muito deixara de cumprir o contrato a expirar em dezembro de 1965 (teria sido prorrogado desde o fmal de 63) e em quase dois anos de governo não tivera o prefeito a "honra da visita" de um diretor. "O município fez o que tinha de fazer. Pôs mãos 2 obra com coragem e com pleto apoio do povo" - afirma o prefeito na resposta à ACL. Esclarece que a Lei 934 faculta a transferência do título do uso do aparelho, portanto um bem negociável, e não impede que no futuro o município conceda o serviço a empresa privada eficiente. Inicialmente um departamento, o Sercomtel transformou-se em autarquia pela lei 1058, tendo na superintendência o ex-juiz de Direito e professor Theobaldo Cioci Navolar e na coordenação dos projetos o general Lincoln Jeolás Santos, engenheiro em comunicações. A 7 de julho de 1968 inaugura-se a primeira central, Standard EleMc, automatizada e ligando telefones. O presidente da ACL, Jorge Kayamori, em visita ao serviço declara que houve "acerto da administração municipal em tomar a si a responsabilidade de executar uma obra que há muito era reclamada por Londrina". Numa análise atualizada Hosken não mudou a opinião de que para a pretensãode uma S.A. "o quadro apre-

10 sentava-se totalmente falso" e que a solução veio da sua "natureza de procurar as coisas mais simples" sem se preocupar com a ostentação exagerada. Para ele foi importante o debate provocada pela ACL, que em nenhum momento o meiindrou. "Sempre fui amigo da Associação; nunca fiquei contra a Associação." Revelou-se eficiente a fórmula de Hosken, tornando Londrina referência nacional em telefonia. Veio a cobiça da Telebrás via Telepar, que engendrou a encampação do Sercomtel. O prefeito Antônio Belinati, que filiara-se ao partido da ditadura, o PDS, consegue em 1980 aprovar lei municipal transformando o Sercomtel em S.A., exigência superior para permitir novas expansões. "Pelo mecanismo daquele projeto, era s6 fazer uma expansão de 15 mil, 20 mil telefones e o controle iria para as mãos da Telebrás" - disse o superintendente Assad Jannani em O Sercomtel não iria emitir ações e entregá-las aos londrinenses. 'A lei previa que ele emitiria ações e entregaria para a Telebrás. E a Telebrás daria aos londrinenses ações da Telebrás, que ficaria dona do Sercomtel." Sob o título A Febre do Entreguismo, reportagem no Jornal do Comércio revela que o prefeito José Antônio De1 Ciel remeteu à Câmara Municipal projeto de lei autorizando a venda de 51% das ações ordinárias do Sercomtel à Telebrás. Trinta entidades que já lutavam pelo adiamento da concorrência para execução do Projeto Tibagi,

11 defendendo a alternativa do Aquífero Botucatu para o abastecimento de água, imediatamente se pronunciaram contra. Para candidatar-se a deputado estadual, Belinati entregara o cargo de prefeito ao vice, De1 Ciel, com a Prefeitura apresenando grande deficit de caixa, saiários do funcionalismo em atraso. A venda da telefonia colocaria dinheiro em caixa, mas não se consumou. Sucedendo a De1 Ciel assume o engenheiro Wion Moreira, eleito pelo PMDB. Numa reunião na ACL, em que o advogado Hosken de Novaes cita renomados juristas a título de respaldo a uma iniciativa do município, Londrina decide desafiar a ditadura e reiniciar as expansões telefônicas mesmo sem a autorização do Ministério das Telecomunicações. A Câmara Municipal revoga a S.A. e o prefeito recorre ao autofinanciamento da população para eliminar o déficit de telefones. Com a "abertura lenta e graduar dos generais, o próprio ministro Antônio Carlos Magalhães comparece à cidade e ratifica a iniciativa. O Sercomtel ainda teria aumentada a sua participação nos valores do tráfego interurbano, cuja "parte do leão" ficava com a Telepar. Provavelmente pela vigilância da comunidade, o Sercorntel não está incrustado de parasitas, afirmando-se que o empreguismo é muito baixo ali. Deslanchou em eficiência. Com 930 funcionários e sem contratar há cinco anos, em 1996 apresentou os números seguintes: 30 tele-

12 fones convencionais por 100 habitantes, maior índice do pafs (a média nacional estava em 8 por 100); 5,3 celulares por 100 habitantes, média igual à de países na Europa. Estavam instalados 138 mil telefones convencionais mii funcionando; e 23 mii celulares. Londrina foi a primeira cidade do país a operar equipamento & telefonia fixa e a introduzir a tecnologia &gim1 de telefonia celular na América do Sul. E volta a discussão da SA. provocada pela ACL na década de 60. A Lei 6.666, de 27 de junho de 1996, criando a Sercomtel S.A. - Telecomunicações autoriza o município a vender R$60 milhões de sua participação, mas a venda de ações e debêntures é embargada na Justiça por ação popular. Aos autores, parece que finalidade precípua da S.A. fora de injetar dinheiro na administração do prefeito Luiz Eduardo Cheida (P'i9, que estava terminando com déficit, atrasando até o pagamento dos funcionários. Antes de o BNDES definir valor de mercado das açaes, o prefeito já havia obtido R$ 21 milhões por caução em dois bancos. Presidida por Abílio Medeiros Júnior, a A d apóia a transformação em S.A. e é designada para coordenar a escolha do representante das entidades de classe ao Conselho de Administração. Mas sem subserviência, em fevereiro de 1997 abre a sua sede para a criação da Associação dos Proprietários de Terminais Telefbnicos de Lon-

13 poder Ememanã) no Ssraio - ACIL drina (Aprottel), iniciativa do Rotary Club Londrina Norte. Está em discussão o patrimônio da S.A. inicialmente avaliado em R$ 268,4 milhões e que elevar-se-ia a R$ 550 milhões numa primeira perspectiva. A quem pertence este capital? A Aprottel só não aceita que aqueles que fmanciaram o serviço, pagando antes e recebendo depois, sejam contemplados apenas com ações correspondentes ao valor de mercado de um telefone - R$ 900 -, estabelecido nos estatutos sociais, expôs o rotariano e advogado Ronaldo Gomes Neves. A ação popular embargando a venda de ações já indaga a quem pertence o patrimonio: à Prefeitura ou aos usuários que financiaram a compra de equipamentos e a implantação da telefonia? A Acil defende a venda de ações da Prefeitura, desde que o dinheiro seja destinado a um fundo de desenvoivimento que tome viável obras estratégicas para Londrina.

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