INFORME TÉCNICO Nº001/2013 INVESTIMENTO PARA FOMENTO E APRIMORAMENTO DA REDE DE FRIO

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1 INFORME TÉCNICO Nº001/2013 INVESTIMENTO PARA FOMENTO E APRIMORAMENTO DA REDE DE FRIO

2 SUMÁRIO APRESENTAÇÃO CRONOGRAMA DE DESENVOLVIMENTO DE ATIVIDADES OS TIPOS DE INVESTIMENTO EM CENTRAL DE REDE DE FRIO DÚVIDAS SOBRE OS PROJETOS DE INVESTIMENTO FLUXOGRAMA PARA ELABORAÇÃO DOS PROJETOS DE INVESTIMENTO ENTENDENDO AS FASES DE ELABORAÇÃO DOS PROJETOS DE INVESTIMENTO COMO ACESSAR SEU PROJETO DE INVESTIMENTO COMO ELABORAR UM PROJETO DE INVESTIMENTO ANEXOS... 29

3 Página 3 de 36 APRESENTAÇÃO A Coordenação Geral do Programa Nacional de Imunizações da Secretaria de Vigilância em Saúde do, responsável pela organização da política nacional de vacinação da população brasileira, institui a Portaria nº2.682 de 07 novembro de 2013 para repasses financeiros de investimento do Fundo Nacional de Saúde aos Fundos Estaduais, do Distrito federal e Municipais para fomento e aprimoramento das condições de funcionamento da Rede de Frio Nacional. Essa ação ratifica o compromisso da CGPNI no apoio à melhoria das estruturas de Rede de Frio, oportunidade identificada durante Diagnóstico Situacional realizado por esta Coordenação no ano de 2011, em colaboração com as Coordenações Estaduais. Nesse sentido, visando apoiar os Programas de Imunizações Estaduais e/ou Municipais na elaboração das propostas de Projetos de Investimento na Rede de Frio, a CGPNI elabora esse Informe Técnico nº001/2013. Essa instrução auxiliará desde a adequação das informações submetidas via Plano de Ação/2012, inseridas no FormSUS pela equipe técnica da CGPNI, até a finalização da apresentação da proposta. Isso possibilitará maior rapidez na avaliação do mérito das Propostas de Investimento, bem como na liberação de recursos às Unidades/Centrais de Rede de Frio CRF, cadastradas ao pleito e habilitadas. Neste documento são detalhados os tipos de investimentos que poderão ser habilitados pelo, e expõe os conceitos e os termos técnicos utilizados no processo de tramitação da proposta. Os recursos para essa ação são provenientes de investimentos do Piso Variável de Vigilância da Saúde e os repasses serão efetivados por meio do Fundo Nacional de Saúde (FNS) e formalizados em portaria de repasse, após a habilitação. A manutenção da estrutura será responsabilidade da Central de Rede de Frio contemplada no processo. 3

4 Página 4 de CRONOGRAMA DE DESENVOLVIMENTO DE ATIVIDADES As atividades deverão obedecer ao cronograma abaixo relacionado. A habilitação dos Projetos de Investimento vincula-se à necessidade de adequação e validação dos projetos, que são de responsabilidade dos programas de Imunizações locais. ATIVIDADES 2013 SET OUT NOV DEZ Cadastro FormSUS - CGPNI X Adequação e Validação coordenações estaduais X X Avaliação da Proposta pela Equipe técnica CGPNI X X Habilitação da Proposta X X Publicação da Portaria de Repasse X X Execução dos Projetos de Investimento X X 4

5 Página 5 de OS TIPOS DE INVESTIMENTO EM CENTRAL DE REDE DE FRIO DEFINIÇÕES: Rede de Frio é a estrutura técnico-administrativa orientada pelo PNI que visa à manutenção adequada da Cadeia de Frio dos imunobiológicos. Cadeia de Frio é o processo logístico desde o laboratório produtor até o usuário em condições ideais de temperatura. Inclui as etapas de recebimento, armazenamento, distribuição e transporte, de forma oportuna e eficiente, assegurando a preservação das características originais dos imunobiológicos. DESCRIÇÃO DO OBJETO: CENTRAL DE REDE DE FRIO é a estrutura física com recursos (estrutura, equipamento, profissional, metodologia e processos) apropriados à manutenção da Cadeia de Frio. INSTRUMENTO JURÍDICO DE FORMALIZAÇÃO DOS PROJETOS DE INVESTIMENTO: Portaria nº2.682 de 07 novembro de QUEM PODE CANDIDATAR-SE AO PLEITO: Centrais Estaduais, Centrais Regionais e Centrais Municipais da Rede de Frio. As Centrais Municipais serão contempladas mediante aprovação na Comissão Intergestores Bipartite - CIB. CADA CENTRAL CORRESPONDE A UM PROJETO DE INVESTIMENTO. ASSIM, UMA UNIDADE FEDERADA PODERÁ APRESENTAR TANTOS PROJETOS DE INVESTIMENTO QUANTO O NÚMERO DE CENTRAIS A SEREM ESTRUTURADAS. QUAIS SÃO OS TIPOS DE INVESTIMENTOS E COMO SELECIONAR: I - Tipo de Investimento: CONSTRUÇÃO 5

6 Página 6 de 36 Objetiva a estruturação e o fortalecimento da Rede de Frio ampliando o número de estruturas físicas. Quando selecionar? Quando o objetivo da unidade candidata ao pleito for realizar a construção de uma nova edificação desvinculada, funcionalmente ou fisicamente, de algum estabelecimento já existente. II - Tipo de Investimento: AMPLIAÇÃO Objetiva a adequação e continuidade da melhoria das estruturas físicas de Centrais de Rede de Frio já existentes. Quando selecionar? Quando o objetivo da unidade candidata ao pleito for o acréscimo de área a uma edificação existente, ou mesmo construção de uma nova edificação para ser agregada funcionalmente, fisicamente ou não, a um estabelecimento já existente. A ampliação difere da reforma. A reforma prevê alteração em estrutura previamente existente sem acréscimo de área. III - Tipo de Investimento: AQUISIÇÃO DE MATERIAL PERMANENTE (EQUIPAMENTO E MOBILIÁRIO): Objetiva a aquisição de equipamentos e mobiliários necessários à estruturação das Centrais de Rede de Frio. IV - Tipo de Investimento: AQUISIÇÃO DE UNIDADE MÓVEL Objetiva a aquisição de unidades móveis para o transporte de imunobiológicos distribuídos na Rede de Frio ou, ainda, a aquisição de empilhadeiras destinadas à organização do almoxarifado da central de rede de frio candidata ao pleito. 6

7 Página 7 de 36 QUAIS SÃO OS PORTES DE INVESTIMENTOS PARA CONSTRUÇÃO E AMPLIAÇÃO: I - Porte I: estrutura simplificada que possui área de armazenamento de imunobiológicos com sala de equipamentos de refrigeração composta por câmara(s) refrigerada(s); II - Porte II: estruturada com área de armazenamento de imunobiológicos composta por câmara(s) frigorífica(s) até 50m 3 ; e III - Porte III: estruturada com área de armazenamento de imunobiológicos composta por câmara(s) frigorífica(s) com capacidade igual ou superior a 50m 3. QUAIS SÃO OS PORTES DE INVESTIMENTOS PARA AQUISIÇÃO DE MATERIAL PERMANENTE: I CRF Estruturada com câmara frigorífica; e II CRF Estruturada sem câmara frigorífica. CRITÉRIO DE ELEGIBILIDADE PARA PLEITEAR O RECEBIMENTO DOS RECURSOS FINANCEIROS DE INVESTIMENTO SERÁ AVALIADA COM BASE NOS SEGUINTES CRITÉRIOS: I - necessidade de investimentos nas CRF Estadual, nas CRF Regional e na CRF do Distrito Federal; II - necessidade de investimentos nas CRF Municipal localizadas nas 26 (vinte seis) capitais e no Distrito Federal; e III necessidade de investimentos em CRF Municipal distinta das indicadas no inciso II do caput e que seja considerada de interesse estratégico, com o objetivo de promover a qualidade e oferta dos insumos e eficiência no transporte de imunobiológicos. 7

8 Página 8 de DÚVIDAS SOBRE OS PROJETOS DE INVESTIMENTO 1- Tenho interesse por mais de um tipo de investimento, posso solicitar diferentes pleitos? SIM, os investimentos não são excludentes, exceto a construção e a ampliação que não podem ser solicitadas simultaneamente. 2- Os investimentos serão realizados por Unidade Federada? NÃO, cada Central de Rede de Frio, candidata ao Pleito, deverá ter um Projeto de Investimento. Assim, uma unidade federada terá tantos projetos de investimento quanto o número de centrais de rede de frio a serem estruturadas. 3- O que é reforma? Posso submeter proposta para reformar a Central de Rede de Frio? REFORMA é a alteração em ambientes sem acréscimo de área, podendo incluir as vedações e/ou as instalações existentes. NÃO serão aceitas propostas de reforma, neste momento serão priorizados investimentos para construção e ampliação. 4- Recebi a notificação de Projeto de Investimento - PI inserido no FormSUS, mas tenho dúvida sobre o preenchimento, a quem devo recorrer? O PNI está com Equipe técnica dedicada e personalizada para o atendimento dos seus questionamentos. Identifique no cabeçalho do seu formulário o nome do responsável pela inserção do seu PI e o contato do mesmo. 5- O equipamento necessário à minha Central de Rede de Frio não consta na lista. O que devo fazer? Contate o responsável pelo seu projeto e submeta a solicitação de inclusão. A análise será realizada e quando adequado considerada. 6- O que é Câmara Refrigerada? 8

9 Página 9 de 36 É A CÂMARA ESPECÍFICA PARA O ARMAZENAMENTO DE IMUNOBIOLÓGICOS. Esse equipamento é o mesmo utilizado pela Hemorrede, para armazenamento de sangue, componentes e derivados, e pela Rede de Laboratórios, para armazenamento de conjunto diagnóstico e amostras. Operam na faixa de temperatura positiva (+2ºC a +8ºC), possuem controle de alta e baixa temperatura na faixa selecionada, são apropriadas para conservação dos imunobiológicos. No mercado, são atribuídas diversas nomenclaturas para este tipo de equipamento, tal como refrigerador com porta de vidro. Este tipo de equipamento é registrado na Agência Nacional de Vigilância Sanitária Anvisa e os fabricantes, marcas e modelos disponíveis no mercado podem ser consultados diretamente no site da Anvisa (www.anvisa.gov.br), seguindo os passos: a) selecione o link Serviços na barra verde superior do site; b) selecione o link Produtos para Saúde na barra lateral esquerda c) selecione link na parte central da tela Pesquisa de Produtos para Saúde Registrados 7- O que é Câmara Frigorífica? É A CÂMARA DE INFRA-ESTRUTURA PARA O ARMAZENAMENTO DE IMUNOBIOLÓGICOS. Estes equipamentos também são encontrados no mercado em estrutura modular. São indicados às centrais que possuem grandes demandas e financiáveis a partir da capacidade de litros (27m 3 ). Podem ser positivas ou negativas, esta última deve ser utilizada para o armazenamento de Imunobiológicos conservados em temperatura negativa. 8- Os refrigeradores de uso doméstico poderão ser adquiridos para conservação de imunobiológicos? NÃO. Os refrigeradores de uso doméstico não atendem aos critérios de segurança e qualidade, portanto NÃO SÃO RECOMENDADOS para o armazenamento de imunobiológicos. Os refrigeradores só serão aprovados para estruturação das copas/cozinhas, pois esses equipamentos são projetados idealmente para a conservação de alimentos (produtos que não demandam precisão no ajuste da temperatura). 9

10 Página 10 de Os equipamentos definidos no meu Plano de Ação/2012 foram substituídos por similares? SIM. Foi elaborada uma lista de material permanente financiável, com base nos Planos de Ação/2012, visando manter o padrão de análise dos projetos de investimentos. Assim, a equipe técnica do PNI realizou pequenos ajustes para adequação dos itens à lista. 10- Tenho considerações a fazer em relação ao equipamento similar adotado pela equipe técnica do PNI, como devo fazer? Você deve inserir as observações no campo Detalhamento do seu projeto de Investimento e o responsável pelo acompanhamento do seu projeto providenciará a análise das considerações. 11- O meu Projeto de Investimento possui campos sem preenchimento. Ocorreu falha no envio? NÃO, a equipe técnica realizou o preenchimento das planilhas de Excel de acordo com as informações do seu Plano de Ação/2012. A complementação e ajustes relacionados ao Plano de Investimento deverão ser executados pela Central de Rede de Frio candidata ao pleito. 12- Já tenho Convênio com o para investimento em Rede de Frio, posso candidatar minha Unidade/Central de Rede de Frio ao pleito? SIM, considerando que os dados serão confrontados e avaliados, conforme critérios da Portaria nº2.682/2013, para posterior habilitação. Não serão considerados pleitos com o mesmo teor de investimento. 13- Meu Projeto de Investimento excede os limites para investimento definidos na Portaria nº2.682/2013. Como devo proceder? Deve-se considerar que os limites definidos pela Portaria referem-se ao LIMITE MÁXIMO financiável, por tipo de investimento. Os valores excedentes serão contrapartida do gestor local. 10

11 Página 11 de Após selecionar o tipo de investimento adequado à minha necessidade, devo adotar o valor máximo referenciado em Portaria? NÃO, deve-se realizar uma pesquisa no mercado local e definir o valor estimado em conformidade com o valor médio encontrado. Os valores SUBESTIMADOS ou SUPERESTIMADOS NÃO SERÃO ACEITOS. A equipe técnica retornará a proposta à Unidade/Central de Rede de Frio candidata ao pleito para novas adequações, RETARDANDO A POTENCIAL HABILITAÇÃO DO PROJETO. 15- Submeter um Projeto de Investimento garante o financiamento? NÃO, os Projetos de Investimento serão priorizados considerando todos os critérios definidos pela Portaria nº2.682/ Meu Projeto de Investimento prevê aprimoramento para mais de uma Central de Rede de Frio, contudo a equipe do PNI só enviou um Projeto de Investimento. Como devo proceder? Os Projetos de Investimento serão incluídos gradativamente pela equipe técnica do PNI, à medida da revisão e priorização por parte do gestor local. Todos os projetos serão apreciados e a habilitação acontecerá em conformidade com os critérios definidos na Portaria nº2.682/

12 Página 12 de FLUXOGRAMA PARA ELABORAÇÃO DOS PROJETOS DE INVESTIMENTO Inserção no FormSUS (Equipe Técnica PNI) Plano Ação do Estado/2012 Submete PI ao Programa Estadual de Imunizações PI Adequado? Sim Não Estado Retifica/Altera PI Submete à Avaliação do PNI Complementa Informações Cadastrais Sim PI Adequado? Não Responde Pesquisa Portaria nº2.992/2012 (no mesmo formulário) Submete à Avaliação do PNI Informações completas? Sim Não PNI replica PI para adequação do Programa Estadual PNI replica PI adequado ao Programa Estadual publica Portaria de Repasse Legenda: FormSUS - Formulário Web Sistema Único de Saúde PI - Projeto de Investimento PNI - Programa Nacional de Imunizações FNS - Fundo Nacional de Saúde 12

13 Página 13 de ENTENDENDO AS FASES DE ELABORAÇÃO DOS PROJETOS DE INVESTIMENTO O PNI elaborou Diagnóstico Situacional em 2011, junto aos Plano Ação do Estado/2012 O que é? FormSUS O que é? Qual Objetivo? PI Adequado? O que é PI? Quando está adequado? Respondeu Pesquisa Portaria nº2.992/2012 (no mesmo formulário) O que é a Pesquisa? O que devo fazer? Programas Estaduais de Imunizações; O PNI promoveu Seminários regionais de apoio à elaboração do Plano de Ação/2012, com foco no aprimoramento da Rede de Frio Estadual; O PNI realizou análise participativa com Programas Estaduais de Imunizações até adequação dos Planos de Ação, posteriormente submetidos. FormSUS: É o formulário Web do Sistema Único de Saúde. Objetivo: Padronizar as informações dos Planos de Ação submetidos ao PNI para elaboração de Projeto de Investimento - PI em conformidade com a Portaria nº2.682/2013. Conteúdo: Informações cadastrais e PI (descrição técnica do pleito), além de Pesquisa (Portaria nº 2.992/2012). Endereço eletrônico: O PI é o Projeto de Investimento, Planos de Ação/2012 submetidos pelos Programas Estaduais e padronizados pela Equipe Técnica do PNI visando a habilitação em conformidade com a Portaria nº2.682/2013. Será considerado adequado após o preenchimento de todos dados cadastrais e informações técnicas no FormSUS, de cada Central candidata ao pleito, conforme padronização adotada. Os Programas Estaduais devem compartilhar/ atualizar o PNI em relação à efetiva aplicação dos recursos financeiros transferidos via Portaria nº 2.992/2012 para aquisição, por parte dos Programas Estaduais, de arcondicionado e gerador, preferencialmente. Nos casos em que ainda não houve efetiva aplicação, os Programas devem se manifestar para que ações de apoio possam ser providenciadas. 13

14 Página 14 de 36 publica Portaria de Repasse Quando e qual objetivo? Após adequações pertinentes, o PNI utilizará os critérios de elegibilidade, definidos no Art 4º da Portaria nº2.682/2013, a disponibilidade orçamentária e financeira do, além dos critérios de prioridade estabelecidos no Art. 5º desta Portaria para habilitação dos pleitos. A habilitação dos projetos será formalizada em portaria específica do, considerando a disponibilidade orçamentária. O repasse financeiro será realizado fundo a fundo. 14

15 Página 15 de COMO ACESSAR SEU PROJETO DE INVESTIMENTO Acesse o endereço eletrônico: Selecione: Altera Ficha Insira o número do PROTOCOLO do seu Projeto, enviado pela Equipe Técnica PNI, no campo destacado; Selecione Buscar. 15

16 Página 16 de COMO ELABORAR UM PROJETO DE INVESTIMENTO 1º COMPLEMENTAR AS INFORMAÇÕES CADASTRAIS NO FORMSUS Identifique o nome do responsável pelo acompanhamento do seu projeto no campo: Equipe da CGPNI responsável pelo acompanhamento do Projeto de Investimento Haline Reis de Oliveira (61) Karla Rosane de Alarcão (61) Patrícia S.M.Freire Glowacki (61) Polyana Araújo de Assis (61)

17 Página 17 de 36 2º JUSTIFIQUE A IMPORTÂNCIA DO SEU PROJETO DE INVESTIMENTO Justifique a importância do Investimento e, posteriormente, confirme se o seu Projeto de Investimento, inserido pela Equipe Técnica CGPNI anexo a este formulário, se mantém em conformidade com o Plano de Ação/2012. Nos casos de Investimento de Construção ou Ampliação informe se já existe Projeto de Engenharia / Arquitetura e se o terreno para obra já está disponível. 17

18 Página 18 de 36 3º SELECIONAR O TIPO DO INVESTIMENTO CONSTRUÇÃO ATENÇÃO: 1. Não esqueça de informar o valor total do pleito! 2. Consulte as Tabelas 2 e 3, anexas, para conhecer a lista de material permanente financiável. 18

19 Página 19 de 36 AMPLIAÇÃO ATENÇÃO: 1. Não esqueça de informar o valor total do pleito! 2. Consulte as Tabelas 2 e 3, anexas, para conhecer a lista de material permanente financiável. 19

20 Página 20 de 36 Aquisição de Material Permanente Identificar qual o tipo ATUAL da Central de Rede de Frio CRF candidata ao pleito: CRF COM CÂMARA FRIGORÍFICA CRF SEM CÂMARA FRIGORÍFICA ATENÇÃO: 1. Não esqueça de informar o valor total do pleito! 2. O detalhamento do seu projeto foi inserido pela Equipe Técnica da CGPNI no link Download. Faça o Download do arquivo e salve no seu computador. 20

21 Página 21 de 36 Consulte as Tabelas 2 e 3, anexas, para conhecer a lista de material permanente financiável. 21

22 Página 22 de 36 Aquisição de Unidade Móvel ATENÇÃO: 1. Não esqueça de informar o valor total do pleito! 2. O detalhamento do seu projeto foi inserido pela Equipe Técnica da CGPNI no link Download. Faça o Download do arquivo e salve no seu computador. 22

23 Página 23 de 36 4º SELECIONAR O PORTE DO INVESTIMENTO: PARA CONSTRUÇÃO OU AMPLIAÇÃO A equipe de engenharia e arquitetura, em parceria com especialistas em Rede de Frio, realizou estudos para definição de uma estrutura padronizada e adequada à realização das atividades da Rede. Foram definidos três portes distintos em função da área de armazenamento, sejam eles: Porte I - CRF com estrutura simplificada que possui área de armazenamento de imunobiológicos com sala de equipamentos de refrigeração composta por câmara(s) refrigerada(s). Porte II - CRF estruturada com área de armazenamento de imunobiológico composta por câmara(s) frigorífica(s) de até 50m 3 Porte III - CRF estruturada com área de armazenamento de imunobiológico composta por câmara(s) frigorífica(s) com capacidade superior a 50m 3. OBS: Deve-se enquadrar o porte à necessidade da Central da Rede de Frio, respeitando os LIMITES MÁXIMOS previstos na Portaria nº2.682/2013 (Ver definição de câmar refrigerada e frigorífica no Item 3 deste documento - Dúvidas sobre projeto de investimento) 23

24 Página 24 de 36 5º SELECIONAR OS AMBIENTES DA CENTRAL DE REDE DE FRIO: PARA CONSTRUÇÃO OU AMPLIAÇÃO. Nos estudos foram levantados os ambientes necessários ao funcionamento de uma Central de Rede de Frio. 24

25 Página 25 de 36 ATENÇÃO: 1. O detalhamento do seu projeto foi inserido pela Equipe Técnica da CGPNI no link Download. Faça o Download do arquivo e salve no seu computador. 25

26 Página 26 de 36 6º ARQUIVO ANEXO: PROJETOS DE INVESTIMENTO Selecione Download para visualizar o arquivo com o detalhamento do seu Projeto de Investimento; Salve o arquivo no seu computador Certifique-se da adequação das informações constantes; Complemente as informações pendentes; Salve novamente para registrar as atualizações das informações no arquivo do seu computador. AO ALTERAR/COMPLEMENTAR AS INFORMAÇÕES DO ARQUIVO ENVIADO PELA EQUIPE DA CGPNI Apague o arquivo recebido em anexo. Agora Selecione o arquivo que você salvou com informações atualizadas. Selecionar Arquivo 26

27 Página 27 de 36 Uma nova tela será apresentada, selecione seu projeto modificado Clique em Abrir e seu projeto modificado será anexado 27

28 Página 28 de 36 7º INFORMAR SOBRE A APLICAÇÃO DOS RECURSOS FINANCEIROS, PORTARIA Nº2.992/2012 8º SALVE AS INFORMAÇÕES DO SEU PROJETO DE INVESTIMENTO 28

29 Página 29 de ANEXOS Os ambientes destacados em negrito e identificados (**) representam uma SUGESTÃO de estrutura MÍNIMA. TABELA 1 AMBIENTES DA CENTRAL DE REDE DE FRIO CENTRAL DE REDE DE FRIO ÁREA/AMBIENTE QUANTIDADE DIMENSÃO INSTALAÇÕES Área Armazenagem e Distribuição (Imunobiológicos e insumos) **Sala de Equipamentos de Refrigeração **Almoxarifado de Insumos 1 **Sala de Preparo **Área de Recebimento, Inspeção e Distribuição de Imunobiológicos e Insumos A depender do equipamento instalado e volume de insumos A depender do volume de insumos armazenado A depender do volume de insumos armazenado 10% da área de armazenamento Elétrica emergência diferenciada) (de e Elétrica (de emergência e diferenciada) Água fria, elétrica de emergência. Bancada de dupla altura para realização de atividades. Apoio Administrativo **Sala de Coordenação 1 5,5m 2 por pessoa -- Sala de Apoio 5,5m 2 por pessoa -- 1 Administrativo Sala de Apoio Técnico 5,5m 2 por pessoa -- 1 Especializado Sala Multiuso 1 2,0m 2 por pessoa -- Depósito de equipamentos A depender dos -- / materiais de escritório 1 equipamentos / Doca para Carga e Descarga **Sala para Instalação do Gerador de Emergência 1 Casa de Máquinas (Unidades Condensadoras 1 1 materiais utilizados Apoio Logístico A depender do equipamento utilizado. Conforme normas da concessionária local A depender do equipamento -- Elétrica (de emergência e diferenciada) Elétrica de Emergência; Outras a 29

30 Página 30 de 36 CENTRAL DE REDE DE FRIO ÁREA/AMBIENTE QUANTIDADE DIMENSÃO INSTALAÇÕES da Câmara Frigorífica) utilizado. depender do equipamento utilizado. **Depósito de Material de 1/unidade 2,0m 2 com dimensão Água fria. Limpeza com Tanque DML requerente mínima = 1,0m Sala de Motorista Opcional 1,3m 2 por pessoa -- **Abrigo de Resíduos 1/unidade A depender do (comum) e Armazenagem. A depender do equipamento Temporária de Resíduos de Plano de utilizado. Suficiente Imunobiológicos Gerenciamento de Resíduos para guarda de dois recipientes coletores. Apoio Técnico Copa 2,6m 2 dimensão 1 mínima 1,15 m Conforto e Higiene **Área de recepção e 1,2m 2 por -- 1 espera pessoa **Sanitário para o público Individual: masculino, feminino e 1,6m 2, dimensão para portadores de mínima de 1,2m 2. necessidades especiais. Individual p/ portador **Banheiro funcionários Sala de Treinamento para 1 para cada gênero 1 para cada gênero de necessidade especial: 3,2m 2, dimensão mínima 1,7m 2 (NBR9050/2004) 1 vaso sanitário, 1 lavatório e 1 chuveiro para cada 10 funcionários (NR 24- Ministério Trabalho) Ensino e Pesquisa (Opcional) Opcional do Água fria; Outras a depender do equipamento utilizado. A depender do equipamento utilizado. Água fria; Outras a depender do equipamento utilizado. Água fria; água quente; Outras a depender do equipamento. 1,3m 2 por pessoa A depender do equipamento utilizado. Laboratório de Informática Opcional 1,2m 2 por pessoa -- Auditório Opcional 1,2m 2 por pessoa -- **Sala de Reunião Opcional 2,0m 2 por pessoa -- 30

31 Página 31 de 36 TABELA 2 EQUIPAMENTOS FINANCIÁVEIS CENTRAL DE REDE DE FRIO Ambiente/Equipamento Sala de Equipamentos de Refrigeração Câmara Frigorífica Negativa (Opcional) Câmara Frigorífica Positiva (Opcional) Antecâmara (Opcional) Evaporador* (Opcional) Alarme discador (Opcional) Quadro elétrico de comando da Câmara Frigorífica* (Opcional) Condicionador de ar QUANTIDADE A depender do dimensionamento da câmara. A depender do dimensionamento da câmara. A depender do dimensionamento da câmara. A depender do dimensionamento da câmara/sala. Câmara refrigerada (Opcional) Freezer Científico (Opcional) Almoxarifado Carro de transporte de materiais Empilhadeira Sala de Preparo Condicionador de Ar 1 Freezer Área para Recebimento, Inspeção e Distribuição de Imunobiológico Condicionador de Ar 1 Impressora 1 Microcomputador Aparelho de Fax/telefone 1 Sala de Coordenação Condicionador de Ar 1 Impressora 1 1/pessoa Microcomputador Aparelho de Fax/telefone 1 Sala de Apoio Técnico Especializado Condicionador de Ar 1 Impressora 1 1/pessoa Microcomputador Aparelho de Fax/telefone 1 Sala de Apoio Administrativo Condicionador de Ar 1 Impressora 1 1/pessoa Microcomputador Aparelho de Fax/telefone 1 Sala de Reuniões 1/pessoa 31

32 Página 32 de 36 CENTRAL DE REDE DE FRIO Ambiente/Equipamento QUANTIDADE Condicionador de Ar 1 Projetor multimídia 1 Tela de Projeção 1 Microcomputador 1 Depósito de Equipamentos e Materiais de escritório Carro para Transporte de Material Opcional Condicionador de Ar Opcional Sala de Treinamento Condicionador de Ar 1 Projetor multimídia 1 Tela de Projeção 1 Microcomputador 1 Auditório Condicionador de Ar 1 Aparelho de DVD 1 Microcomputador 1 Projetor multimídia 1 Tela de Projeção 1 Televisor 1 Laboratório de Informática Condicionador de Ar 1 Projetor multimídia 1 Tela de Projeção 1 Microcomputador 1/pessoa Sala para Instalação do Grupo Gerador Grupo Gerador 1 Casa de Máquinas Condensador (mínimo) 2 Depósito de Material de Limpeza com tanque (DML) Carro de Limpeza 1 Abrigo externo de Resíduos Carro para Transporte de Detritos 1 Copa Filtro de Água 1 Cafeteira 1 Forno de Microondas 1 Fogão Refrigerador doméstico 1 Área de Recepção e Espera Bebedouro 1 Sala para Motorista Condicionador de Ar 1 Bebedouro 1 32

33 Página 33 de 36 CENTRAL DE REDE DE FRIO Ambiente/Equipamento QUANTIDADE Televisor 1 Sala Multiuso Projetor Multimídia 1 Tela de Projeção 1 Condicionador de Ar 1 Computador A depender da demanda Equipamento de vídeo conferência (opcional) 1 *Sempre que adotada a opção de câmara frigorífica, faz-se necessário quadro de comando elétrico para câmara frigorífica e Evaporador 33

34 Página 34 de 36 TABELA 3 MOBILIÁRIOS FINANCIÁVEIS CENTRAL DE REDE DE FRIO Mobiliário Sala de Equipamentos de Refrigeração Estante em aço inox para câmara frigorífica Armário Almoxarifado Estante Pallets Sala de Preparo Estante ou Armário Bancada de dupla altura Área para Recebimento, Inspeção e Distribuição de Imunobiológico Mesa Escritório Mesa para Computador Mesa para Impressora Cadeira Arquivo Gaveta Sala de Coordenação Armário Arquivo Gaveta Cadeira Estante Mesa de Escritório Mesa para Impressora QUANTIDADE 1/computador 1/impressora 1/mesa 1/mesa 1/impressora Mesa para Microcomputador 1/computador Quadro de Avisos 1 Sala de Apoio Técnico Especializado Arquivo Gaveta Cadeira 1/mesa Armário Mesa de Escritório Mesa para Impressora Mesa para Microcomputador Sala de Apoio Administrativo Arquivo Gaveta Cadeira Estante Mesa de Escritório Mesa para Impressora 1/impressora 1/computador 1/mesa 1/impressora 34

35 Página 35 de 36 CENTRAL DE REDE DE FRIO Mobiliário QUANTIDADE Mesa para Microcomputador 1/computador Quadro de Avisos 1 Sala de Reuniões Armário Cadeira Mesa de Reunião 1 Quadro Branco 1 Quadro de Avisos 1 Mesa de apoio 1 Depósito de Equipamentos e Materiais de escritório Armário Balcão de Atendimento 1 Cadeira Estante Quadro de Avisos 1 Sala de Treinamento Armário Cadeira tipo universitária Estante Mesa Mesa para Microcomputador Bancada 1/computador Quadro Branco 1 Quadro de Avisos 1 Auditório Cadeira Mesa para Microcomputador 1 Mesa 1 Quadro Branco 1 Quadro de Avisos 1 Suporte data-show 1 Laboratório de Informática Mesa para computador Cadeira Mesa para o instrutor 1/computador Sala Multiuso Mesa para reunião 1 Cadeira A depender da demanda Mesa para Computador 1/computador Mesa de apoio

36 Página 36 de 36 CENTRAL DE REDE DE FRIO Mobiliário Depósito de Material de Limpeza com tanque (DML) Armário Abrigo externo de Resíduos Estante Copa Armário Mesa para refeitório Cadeira QUANTIDADE Bancada 1 Área de Recepção e Espera Cadeira 1 Mesa de escritório 1 Longarina Sala para Motorista Estante Cadeira Quadro de Avisos 1 Suporte para TV 1 Sofá 1 36

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