UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ CAMPUS QUIXADÁ TECNÓLOGO EM REDES DE COMPUTADORES TALLIS DEYVIDE MAIA RUBENS

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1 UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ CAMPUS QUIXADÁ TECNÓLOGO EM REDES DE COMPUTADORES TALLIS DEYVIDE MAIA RUBENS PROJETO DE REDE DE COMPUTADORES PARA O CENTRO ADMINISTRATIVO DA PREFEITURA MUNICIPAL DE IBICUITINGA QUIXADÁ 2013

2 TALLIS DEYVIDE MAIA RUBENS PROJETO DE REDE DE COMPUTADORES PARA O CENTRO ADMINISTRATIVO DA PREFEITURA MUNICIPAL DE IBICUITINGA Trabalho de Conclusão de Curso submetido à Coordenação do Curso Tecnólogo em Redes de Computadores da Universidade Federal do Ceará como requisito parcial para obtenção do grau de Tecnólogo. Área de concentração: computação Orientador Prof º. Dr. Arthur de Castro Callado QUIXADÁ 2013

3 Dados Internacionais de Catalogação na Publicação Universidade Federal do Ceará Biblioteca do Campus de Quixadá R83p Rubens, Tallis Deyvide Maia Projeto de rede de computadores para o Centro Administrativo da Prefeitura Municipal de Ibicuitinga / Tallis Deyvide Maia Rubens f. : il. color., enc. ; 30 cm. Monografia (graduação) Universidade Federal do Ceará, Campus de Quixadá, Curso Superior de Tecnologia em Redes de Computadores, Quixadá, Orientação: Prof. Dr. Arthur de Castro Callado Área de concentração: Computação 1. Redes de computadores 2. Informações eletrônicas governamentais 3. Redes locais (Computadores) I. Título. TALLIS DEYVIDE MAIA RUBENS CDD 004.6

4 TALLIS DEYVIDE MAIA RUBENS PROJETO DE REDE DE COMPUTADORES PARA O CENTRO ADMINISTRATIVO DA PREFEITURA MUNICIPAL DE IBICUITINGA Trabalho de Conclusão de Curso submetido à Coordenação do Curso Tecnólogo em Redes de Computadores da Universidade Federal do Ceará como requisito parcial para obtenção do grau de Tecnólogo. Área de concentração: computação Aprovado em: / dezembro / BANCA EXAMINADORA Prof º. Dr. Arthur de Castro Callado (Orientador) Universidade Federal do Ceará - UFC Profª. Dra. Atslands Rego da Rocha Universidade Federal do Ceará - UFC Profª. Dra. Paulyne Matthews Jucá Universidade Federal do Ceará - UFC

5 A minha formação como tecnólogo não poderia ter sido concretizada sem a ajuda de meus amáveis e eternos pais Aldemir e Eliene, que, no decorrer da minha vida, proporcionaram-me, além de extenso carinho e amor, os conhecimentos da integridade, da perseverança e de procurar sempre em Deus a força maior para o meu desenvolvimento como ser humano. Por essa razão, gostaria de dedicar e reconhecer a vocês, minha imensa gratidão e sempre amor.

6 AGRADECIMENTOS Ao prof. Dr. Arthur de Casto Callado, pela orientação deste de trabalho de conclusão de curso e seu grande desprendimento em ajudar-me. À profª. Dra. Tânia Saraiva de Melo Pinheiro, pela sua eficiente supervisão metodológica e materiais fornecidos. Aos professores do curso, Dr. Alberto Sampaio Lima, Dra. Atslands Rego da Rocha, Dr. David Sena, Oliveira, Me. Diana Braga Nogueira, Me. Enyo José Tavares Gonçalves, Dr. Flávio Rubens de Carvalho Sousa, Me. Jeandro de Mesquita Bezerra, Me. Jefferson de Carvalho Silva, Me. João Ferreira de Lavor, Me. João Marcelo Uchôa de Alencar, Dr. Marcos Antônio de Oliveira e Me. Marcos Dantas Ortiz. Aos colegas e amigos do curso, Carlos Bruno, Adonai Filho, Evelyne Avelino, Joel Pereira, Sebastião Nogueira, Jammes Wilker, Glailton Costa, Francisco Nobre, Egberto Barreto, Paulo Victor Estevam, Thiago Torres, Rafael Pinheiro, Júlio César, Aline Oliveira, Felipe Alex, Otacílio Aguiar, Marcelo Miranda, João Faustino, Maicon Camurça, Everton Monteiro, Atrícia Sabino e Iranildo Fidelis. Ao meu irmão Tayrisson e familiares. Aos amigos Jayny Myrelle, Danielle Lima, Aurilene Damasceno, Max Well, Gabriel Henrique, Beatriz Sousa, Eduardo Henrique, Luiz Rodrigues, Jardel Freitas, Alan Sousa, Lidiano Oliveira, Vanessa Bezerra, Sadan Maia, Felipe Élison, Anderson Portela, Janayna Freitas, Jamilly Paz, Wilker Darly, Paulina Mota, Áurea Moura e Ana Crys pelo incentivo e amizade. À Prefeitura Municipal de Ibicuitinga, em nome do Secretário James Dias e do Gerente de TI Wendell Bandeira pelo apoio prestado no decorrer do desenvolvimento do projeto.

7 "O sucesso nasce do querer, da determinação e persistência em se chegar a um objetivo. Mesmo não atingindo o alvo, quem busca e vence obstáculos, no mínimo fará coisas admiráveis. (José de Alencar)

8 RESUMO O uso das redes de computadores tem proporcionado grandes avanços no meio pessoal, científico, empresarial e industrial. Tais conquistas contribuem para o crescente e eficaz desenvolvimento dessas áreas. Visando essa colaboração, este trabalho de conclusão de curso tem como objetivo desenvolver um projeto de redes de computadores para o Centro administrativo da Prefeitura Municipal de Ibicuitinga-CE. O levantamento dos requisitos do Centro foram primordiais para a concepção deste trabalho, cuja vertente é tecnológica. Partindo desses dados, houve a criação das topologias física e lógica, do desenvolvimento de estratégias e mecanismos para as áreas de segurança e gerenciamento e do orçamento dos equipamentos. Pensando em segurança, foi criado um documento contendo as Políticas de Segurança da Informação para o Centro administrativo, que inclui normas e diretrizes que asseguram o manuseio dos dados que transitam na rede. Tal projeto é de grande relevância, pois contribuirá no desempenho das atividades e da melhor disponibilização do serviço público. Palavras chave: Projeto de redes de computadores, Centro administrativo, Políticas de segurança, Topologias.

9 ABSTRACT The use of computer networks has provided great advances in personal, scientific, business and industrial areas. Such achievements contribute to the growth and effective development of these areas. In order do address this collaboration, this work aims to develop a project of computer networks for the Administrative Center of the municipality of Ibicuitinga-CE. The surveyed requirements of the Center were crucial for the design of this study in the technological side. Based on these data, the physical and logical topologies were created, some strategies and mechanisms were developed to address the security and management of the network and the equipment budget was listed. Thinking about security, a document containing Policies on Information Security for the Administrative Center, which includes standards and guidelines that ensure the handling of data circulating on the network was created. This project is very important, as it will contribute to the performance of activities and better provision of public services. Keywords: Design of computer networks, Administrative Center, Security Policies, Topologies.

10 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO OBJETIVO Objetivo geral Objetivos específicos REVISÃO BIBLIOGRÁFICA Rede de computadores Tipos de rede Tecnologia de LAN Ethernet Arquiteturas de aplicação Projeto de redes de computadores Topologia física Componentes da rede Enlace de rede Cabo de par trançado Cabo coaxial Fibra óptica (Wi-fi) Topologia lógica Protocolo de rede Endereçamento IP Software Cabeamento estruturado Segurança de redes Mecanismos e estratégias de segurança Políticas de segurança Gerenciamento de redes SNMP Estratégias de gerenciamento Centro administrativo da Prefeitura municipal de Ibicuitinga PROCEDIMENTOS METODOLIÓGICOS Levantamento de requisitos Caracterização atual da rede Projeto lógico Projeto físico Plano de manutenção Orçamento CONCLUSÃO...32 REFERÊNCIAS...33

11 APÊNDICES...34 APÊNDICE A PROJETO DE REDES DE COMPUTADORES PARA O CENTRO ADMINISTRATIVO DA PREFEITURA MUNICIPAL DE IBICUITINGA...34 APÊNDICE B ROTEIRO DE ENTREVISTA...50 APÊNDICE C POLÍTICAS DE SEGURANÇA DO CENTRO ADMINISTRATIVO DE IBICUITINGA...52 ANEXOS...66 ANEXO A ESPECIFICAÇÕES DOS EQUIPAMENTOS...66

12 12 INTRODUÇÃO A informática cada vez mais vem adquirindo relevância na vida das pessoas e nas empresas. E sua utilização é vista como meio de aprendizagem pessoal, crescimento e desenvolvimento empresarial. Contemporaneamente é muito relevante a presença de um computador nas residências, devido ao alto índice de desenvolvimento mental e abrangência de vivências com o resto do globo. A vontade de conhecer e se viver em constante interação com outros internautas faz essa ferramenta ganhar, cada vez mais, novos adeptos pelo mundo todo, cada um da sua forma e do seu jeito. De acordo com Donahue (2008, p. 3), uma rede de computadores pode ser definida como dois ou mais computadores conectados por algum meio através do qual são capazes de compartilhar informações. Outrora, esses computadores eram conectados através de cabos, mas há alguns anos, com o progresso da tecnologia, tornou a conexão sem fio: a ausência da conexão física e a utilização de ondas de rádio, possível. Hoje, com um considerável avanço em todas as áreas da informática, as redes de computadores estão inseridas em todas as partes, tais como empresas de pequeno porte até grandes organizações multinacionais, com novas funcionalidades e propósitos que são: proporcionar mais agilidade nos processos, comunicação entre locais remotos, segurança e processamento de dados, comodidade e entretenimento para os usuários, sejam eles usuários comuns ou grandes organizações. Para que as finalidades de uma de rede de computadores funcionem adequadamente, torna-se essencial a projeção e administração dessa rede, que inclui o levantamento e análise de requisitos, elaboração de projetos físicos e lógicos a aquisição de dispositivos, a configuração e teste da rede projetada. Portanto, também torna evidente e inevitável o estudo e desenvolvimento correto de um projeto que engloba e atenda todos os pontos supracitados. Dada a importância da rede de computadores nas empresas e nas instituições, e a proeminente necessidade da construção de um projeto de redes que garanta o melhor funcionamento dos elementos constituintes, atualmente várias entidades, sejam públicas ou privadas, optam por aderir a padronização de seus cabos, a segurança e gerenciamento de seus dados. Em um recente trabalho realizado na Universidade Jean Piaget de Cabo Verde, a autora ressalta a importância de um projeto de redes, que segue:

13 13 Segundo alguns dados, estudos recentes revelam que 70% dos problemas encontrados em redes locais estão relacionados com ao cabeamento. Esse fato é só um dos vários motivos pelo desenvolvimento de um projeto de rede de computadores nas organizações. Por mais que as organizações estejam atualizadas ao novo mundo da era tecnológica, apropriando das melhores tecnologias e equipamentos, para que tenham um melhor aproveitamento da rede, terão a necessidade de desenvolver um projeto de rede bem estrutura e ter especial atenção na escolha da cablagem. (MORENO, 2012, p. 99). Realmente, a não disposição normatizada e padronizada do cabeamento pode gerar danos significativos ao funcionamento da rede, retendo muito da operacionalidade e afetando as atividades exercidas pelos usuários. Para ajudar a solucionar problemas como esse, existem organizações de padronização que possibilitam que as empresas produzam equipamentos que possam se intercomunicar. As principais organizações internacionais são a International Standards Organization (ISO), a American National Standards Institute (ANSI), a Eletronics Industry Association (EIA) e a Telecommunications Industry Association (TIA). Nacionalmente, existe a Associação brasileira de normas técnicas (ABNT). Assim, conforme Carvalho (1998 apud FILHO, 2007, p. 41): [...] o sistema de cabeamento estruturado visa suportar as necessidades tanto atuais quanto futuras, de comunicações para dados, voz e imagem. Para assegurar um perfeito sistema de cabeamento estruturado, alguns requisitos são de suma importância, entre eles, a prática adequada de instalação e a documentação do projeto físico. Então, o desenvolvimento de um projeto de redes incluindo a padronização de suas interfaces e meios de transmissão contribui para o bom funcionamento da rede. Este trabalho visa desenvolver um projeto de redes de computadores para o Centro Administrativo do município de Ibicuitinga, localizado no Sertão Central do Estado do Ceará, aproximadamente a 190 km da capital Fortaleza (Apêndice A). Está incluso nesse projeto, um documento contendo as Políticas de Segurança da Informação PSI (Apêndice C), desenvolvidas exclusivamente para o Centro administrativo, que tem como objetivo estabelecer normas e diretrizes a fim de orientar, implementar e melhorar a gestão de segurança da informação, garantindo a integridade, a disponibilidade e a confidencialidade dos dados que transitam na rede do centro. Comumente esse documento não é abordado em projeto de redes de computadores, mas é de grande importância para a proteção das informações e que toda organização deve seguir, como discorre a RFC 2196, que segue. Uma política de segurança é uma declaração formal das regras que as pessoas a

14 14 quem é dado acesso a tecnologia e ativos da informação de uma organização devem respeitar. (RFC 2196, 1997). 1 O trabalho desenvolvido no bloco D do prédio da UniPiaget, localizado no campus universitário da Cidade da Praia, Santiago, Cabo Verde, teve como propósito desenvolver uma rede de computadores. Com isso, houve significativa contribuição do projeto da universidade para a criação e planejamento do projeto do centro administrativo da prefeitura municipal de Ibicuitinga, devido às características de arquitetura, tipo de rede e infraestrutura serem bastante similares. Este trabalho se enquadra na vertente tecnológica. Vale ressaltar que a ausência de uma infraestrutura de rede de computadores padronizada e adequada às necessidades do Centro Administrativo contribui negativamente para a administração dos processos e a comunicação entre as partes constituintes. Com a existência dessa infraestrutura serão atendidos diretamente todos os departamentos do Centro Administrativo, bem como os funcionários que prestam serviços e que utilizam ferramentas ligadas à rede. De forma indireta o projeto beneficiará os munícipes de Ibicuitinga que receberão um atendimento mais ágil e eficaz por parte da administração. O projeto dessa rede é de considerável relevância, pois visa assegurar a proteção de dados sigilosos, como dados pessoais, jurídicos e empresariais que estão armazenados nos computadores da prefeitura. É nesse pensamento que esse trabalho pretende contribuir positivamente na busca da excelência em gestão de dados e na disponibilização de um melhor serviço público. OBJETIVOS 2.1. Objetivo geral Projetar uma rede de computadores para o Centro administrativo do município de Ibicuitinga, localizado no Sertão Central do Estado do Ceará. 1 A security policy is a formal statement of the rules by which people who are given access to an organization s technology and information assets must abide.

15 Objetivos específicos Levantar e analisar necessidades; Criar projeto lógico e físico da rede; Propor mecanismos e estratégias de segurança; Elaborar estratégias de gerenciamento da rede; Elaborar políticas de segurança. REVISÃO BIBLIOGRÁFICA 3.1. Rede de computadores Devido à crescente necessidade de comunicação entre os computadores e outros dispositivos é que há algumas décadas, o termo rede de computadores vem ganhando relevância no meio tecnológico e sofrendo melhorias na sua definição com o passar dos anos. Com o intuito de clarificar esses acréscimos, estão elencados nesse tópico a visão de dois autores em momentos diferentes, que segue: [ ] utilizaremos a expressão rede de computadores quando quisermos mencionar um conjunto de computadores autônomos interconectados por uma única tecnologia. (TANENBAUM, 2003, p. 2). Conforme visto, Tanenbaum conceituou de forma sintética. Já em uma visão da nova década e de acordo com o evolucionismo das tecnologias, Kurose e Ross detalhadamente definem o mesmo termo, que segue: [ ] uma rede consiste em muitas peças complexas de hardware e software que interagem umas com as outras desde os enlaces, comutadores, roteadores, hospedeiros e outros dispositivos, que são componentes físicos da rede, até os muitos protocolos (tanto em hardware quanto em software) que controlam e coordenam esses componentes. (KUROSE; ROSS, 2010, p. 553). Portanto, o termo rede de computadores consiste na interação e integração de um aglomerado de componentes físicos e lógicos dispostos de forma coordenada e administrada

16 16 por protocolos e por pessoas objetivando a realização de uma atividade. No decorrer desse trabalho será utilizada a definição proposta por Kurose e Ross, por ser a mais atualizada e condizente com os padrões contemporâneos Tipos de rede De acordo com Mendes (2007, p. 31), Uma rede existe quando é feita a interligação de computadores de forma local ou remota. Para fazer essa interligação, são necessários os componentes que formam a rede, tais como placas, cabos, conectores e outros aparelhos. Considerando que as redes podem estar fisicamente no mesmo local ou em locais diferentes, as mesmas podem ser classificadas pelos tipos: Local Area Network (LAN), Wide Area Network (WAN), Metropolitan Area Network (MAN), entre outras. A LAN caracteriza-se por ser uma rede localizada em um mesmo local físico, podendo ser um prédio, uma sala ou um conjunto de salas, acolhendo um aglomerado de computadores interligados por cabos, ondas de rádio ou infravermelho. Dentre diversas tenologias possíveis para interconectar computadores nesse tipo de rede, a mais usada é a Ethernet. A Ethernet é um padrão de transmissão de dados que permite a comunicação entre os computadores e outros componentes da rede. Tem como principais vantagens a simplicidade de instalação e o baixo custo. Um conjunto de redes LAN e/ou MAN interligadas formam uma Wide Area Network ou WAN. A WAN tem dimensões maiores que as dos outros tipos de redes, que pode corresponder a países e até mesmo continentes. Um exemplo bem conhecido de uma rede desse tipo é a Internet. As tecnologias usadas para interligar as diversas LANs que constituem uma WAN podem ser feitas por meio de linhas telefônicas, fibras ópticas ou ondas de rádio. E a Metropolitan Area Network (MAN), que pode ser comparada a uma WAN com uma dimensão reduzida, também interliga redes locais, abrangendo uma área de uma cidade grande ou região metropolitana, sendo possível atender vários edifícios através da arquitetura ponto-a-ponto.

17 Tecnologia de LAN Ethernet Tratando de tecnologia de transmissão de dados em redes locais com fio, a Ethernet de longe é o padrão dominante no mercado e é bem provável que essa superioridade continue em um futuro próximo (KUROSE, ROSS, 2010). A Ethernet superou outras tecnologias de LAN com fio existentes nas décadas de 80 e 90 pelas características de velocidade, simplicidade e baixo custo. Esses foram os principais motivos que fizeram as empresas e instituições a não migrarem para outras tecnologias, tais como token ring, FDDI e ATM. Essa superioridade foi cada vez mais evidente com a criação da Ethernet comutada, possibilitando ainda mais altas velocidades de transmissão de dados. A tecnologia Ethernet encontra-se nas versões de 10 Mbps, 100 Mbps, 1000 Mbps e 10 Gbps, conhecidos também através dos acrônimos relacionados abaixo às versões mais usadas da norma: Padrão 10 Mbps Ethernet 10BASE-T e 10BASE-F, onde T e F, especifica o uso em cabos de par trançado e fibra óptica, respectivamente. Padrão Fast Ethernet (100 Mbps) 100BASE-T, incluindo os padrões 100BASE-TX, 100BASE-T4 e 100BASE-T2, todos operando sobre cabo de par trançado; 100BASE-FX, usando fibra óptica multimodo. Padrão Gigabit Ethernet 1Gigabit Ethernet (1000 Mbps) 1000BASE-T, sobre cabeamento de par trançado nas categorias 5e ou 6; 1000BASE-SX e 1000BASE-LX, sobre fibra óptica. 10 Gigabit Ethernet (10 Gbps) 10BASE-SR, sobre fibra óptica multimodo suportando distâncias entre 26 a 82 metros; 10BASE-LX4, sobre fibra óptica multimodo suportando distâncias entre 240 a 300 metros; 10BASE-LR e 10BASE-ER, sobre fibra óptica monomodo suportando

18 18 distâncias de 10 Km a 40 Km Arquiteturas de aplicação As arquiteturas mais conhecidas e comumente utilizadas, dependendo das necessidades de cada um, são os modelos cliente/servidor e o peer-to-peer ou par-a-par (P2P). O modelo cliente/servidor é constituído por dois elementos, o cliente, que pode ser um computador, e tem como papel requisitar algum serviço ao servidor; e o servidor, que por outro lado tem a responsabilidade de receber essa solicitação e responder com um resultado. Geralmente os clientes e servidores se comunicam através de uma rede de computadores, mas podem também ser programas diferentes em um mesmo computador. Em síntese, esse modelo sempre terá um cliente que solicita e um servidor que responde aos pedidos. Já no modelo P2P, seus dispositivos pertencem a um grupo livre e todos eles podem servir uns aos outros e solicitar serviços uns dos outros, com as mesmas capacidades e responsabilidades. A sentença a seguir, mostra algumas aplicações que são baseadas nas arquiteturas P2P. Muitas das aplicações de hoje mais populares e de intenso tráfego são baseadas nas arquiteturas P2P, incluindo distribuição de arquivos (por exemplo, BitTorrent), compartilhamento de arquivo (por exemplo, emule e LimeWire), telefonia por Internet (por exemplo, Skype) e IPTV (por exemplo, PPLive) (KUROSE; ROSS, 2010, p. 63) Projeto de redes de computadores Nesta seção descrevemos os conceitos usados em projetos de redes de computadores Topologia física O termo topologia designa a interconexão física. Refere-se à organização ou layout físico dos computadores (COELHO, 2003). Apesar de tratar da estrutura física, a topologia pode ser usada para representar tanto o meio físico com o lógico. Em um projeto de redes, a topologia física indica a posição e extensão dos cabos, os dispositivos (computadores, impressoras, switches, roteadores) e as interligações entre eles, além de informações sobre a

19 19 estrutura do local. E é a partir do conhecimento da topologia física que é pensado o cabeamento estruturado para o projeto. Oppenheimer: A topologia física de uma rede pode ser compreendida também como descreve Nesta fase do projeto de redes, decide-se que cabeamento, os protocolos de camada física e de enlaces de dados, e dispositivos de interconexão (como switches, roteadores e pontos de acesso) usar. (OPPENHEIMER, 2011, p. 283, tradução nossa) 2 Existem alguns tipos de topologia física, as principais são: barramento, estrela e anel. O tipo barramento utiliza um cabo único no qual todos os dispositivos estão conectados a ele. A topologia estrela utiliza um dispositivo central, i.e. um hub, onde todos os outros dispositivos da rede se conectam. Já no tipo anel, cada computador está diretamente conectado a outro construindo uma espécie de anel físico Componentes da rede Na sentença abaixo Kurose e Ross destacam quais os componentes (dispositivos ou equipamentos) que compõe atualmente a grande rede, a Internet. Apresenta ainda a modernização dos sistemas finais conectados à rede, que segue. A Internet é uma rede de computadores que interconecta milhares de dispositivos computacionais ao redor do mundo. Há pouco tempo, esses dispositivos eram basicamente computadores de mesa, estações de trabalho Linux, e os assim chamados servidores que armazenam e transmitem informações, como páginas da Web e mensagens de . No entanto, cada vez mais sistemas finais modernos da Internet, como TVs, laptops, consoles para jogos, telefones celulares, webcams, automóveis, dispositivos de sensoriamento ambiental, quadros de imagens, e sistemas internos elétricos e de segurança, estão sendo conectados à rede. (KUROSE; ROSS, 2010, p. 2). Além dos dispositivos finais considerados acima, existem outros componentes que realizam o trabalho de receber e encaminhar as informações aos seus destinos finais, são eles chamados de roteadores e comutadores de camada de enlace (switches). Geralmente os roteadores trabalham no núcleo da rede (formado pela malha de roteadores que interligam as redes entre si) e os comutadores de camada de enlace são tipicamente utilizados em redes de acesso (redes residenciais ou corporativas). 2 During this phase of the top-down network design process, choices are made regarding cabling, physical and data link layer protocols, and internetworking devices (such as switches, routers, and wireless access points).

20 Enlace de rede O caminho por onde são transmitidas as informações de um dispositivo para outro é chamado de enlace. Esses dispositivos podem ser computadores, servidores, roteadores, switches ou qualquer outro que compartilhe informação. Os enlaces podem ser de dois tipos: enlace com fio (conexão por cabo) ou enlace sem fio (wireless). São considerados enlaces do tipo com fio os cabos de par trançado, coaxiais, fibra óptica e outros. Já no enlace sem fio encontramos as tecnologias (wi-fi), o Bluetooth ( , para distâncias mais curtas) e o WiMAX ( para distâncias mais longas) Cabo de par trançado O cabo de par trançado é composto por pares de fios, enrolados em espiral com o intuito de reduzir o ruído e manter as suas propriedades elétricas. Existem dois tipos de cabos par trançados, o Unshielded Twisted Pair UTP e o Shielded Twister Pair STP. A principal diferença entre os dois tipos é a existência ou não de blindagem. Os cabos de pares trançados não blindados, corresponde ao tipo UTP, que utiliza uma capa plástica sem blindagem. O UTP está dividido em seis categorias (Cat) diferenciando-se uma da outra pela frequência e taxa de transmissão de dados. Abaixo as categorias e suas especificações. Categoria 3: Reconhecida pela TIA/ABNT; largura de banda de 16 MHz e taxa de transmissão de até 10 Mbps; Categoria 4: Sem reconhecimento, substituída pela categoria 5. Categoria 5: Sem reconhecimento; largura de banda de até 100 MHz, é a mais utilizada, pois é compatível com qualquer placa de rede, e taxa de transmissão de até 100 Mbps; Categoria 5e: Reconhecida pela TIA/ABNT; largura de banda de até 125 MHz e com taxa de transmissão de até 155 Mpbs, operando aplicações Ethernet a 10 e 100Mbps. Categoria 6: Reconhecida pela TIA/ABNT; Largura de banda de até 250 MHz e

21 21 taxa de transmissão de até 1 Gbps, tendo alcance de 55 metros; Categoria 6A: Reconhecida pela TIA; Largura de banda de até 500 MHz, com alcance de 100 metros, e alcance de 55 metros para redes de até 10 Gbps. Existem também as categorias 7 e 7A, ambas atendendo somente os cabos de par trançado com blindagem ou STP. A categoria 7 tem norma brasileira publicada e suportada largura de banda de até 600 MHz (para redes de 40 Gbps). Já a categoria 7A ainda está em desenvolvimento, com largura de banda por par de 1000 MHz (rede de 100 Gbps) (MARIN 2011). O STP como já visto, é constituído de blindagem externa e proteção do entrelaçamentos dos fios, suportando grandes interferências Cabo coaxial O cabo coaxial é um um cabo constituído por um fio de cobre condutor central para transmissão de sinal, revestido por um material isolante que é rodeado por uma blindagem de plástico. O uso da blindagem e dos isolantes torna o cabo coaxial vantajoso em relação aos outros cabos, pelo fato de proteger bem o sinal transmitido de interferências elétricas e até mesmo de magnéticas. A velocidade atingida pelo cabo coaxial depende do tipo de material da malha externa do cabo. Quando a malha externa for de cobre, o cabo pode alcançar taxas de transmissão de 10 Mbps à uma frequência de 2 Ghz. Quando a malha for de alumínio ou cabo grosso, transmitirá dados a uma velocidade de até 10 Mbps com uma frequência de 10 Ghz. O cabo coaxial têm aplicações em equipamentos de áudio, em redes do tipo LAN e em descidas de antenas para dados, voz ou imagem Fibra óptica Diferentemente dos cabos coaxiais e de par trançado que tem como condutor de sinal elétrico um fio de cobre, a fibra óptica é constituída de revestimento plástico e fibra de vidro, que transmite luz, ficando imune a interferências eletromagnéticas. O sinal nas fibras podem ser transmitidas por duas fontes, a LED (Diodo emissor de

22 22 luz) e o laser. E podem ser de dois tipos conforme a fonte e a quantidades de sinais emitidos dentro da fibra, são o monomodo e o multimodo. A monomodo (SM, singlemode) é assim classificada por apenas transmitir no interior da fibra um único caminho de luz, pois a fibra possui um núcleo reduzido. Essas características possibilitam duas vantagens no uso da fibra monomodo que são, uma maior largura de banda e transmissão de sinal a grandes distâncias. Apesar de vantajosas em transmissão, as fibras monomodo tem uma fabricação cara. Diferente da monomodo, a multimodo (MM, multimode) apresenta vários caminhos para a propagação da luz no interior da fibra. A fibra MM pode ser classificada como índice degrau e índice gradual. Na MM índice degrau, o sinal é mais atenuado (enfraquecido) e distorcido que nas fibras MM índice gradual. Em contraste com as fibras SM, as multimodo são mais usadas em comunicações a curta distâncias (Wi-fi) O ou Wireless Fidelity (Wi-Fi), é um padrão internacional que especifica e descreve as características de uma rede sem fios. Com essa tecnologia é possível conectar computadores e outros dispositivos compatíveis (impressoras, tablets, smartfones e outros) que estejam próximos geograficamente. Tudo isso ocorre sem a utilização de cabos e só é possível usando radiofrequência (ondas de rádio). Deve-se compreender que nem sempre uma rede sem fio é uma rede móvel, nesse caso existe a impossibilidade de ser móvel, por exemplo, um usuário possui um notebook e está em sua residência que é atendida por uma rede sem fio, mas precisa ir ao escritório que possui uma LAN cabeada, e que para fazer esse deslocamento, deve desligar a sua máquina e chegando em seu escritório precisa se conectar à rede cabeada. Nesse exemplo, o usuário é sem fio enquanto estava em sua residência, mas não móvel. A mobilidade existe quando um usuário não perde a conectividade enquanto se desloca por grandes distâncias independente de velocidade ou meio de transporte. Essa tecnologia torna viável essa funcionalidade, o uso de computadores, smartfones e tablets ligados à rede sem cabeamento em qualquer ponto dentro dos limites da área de atuação das ondas de rádio, além de não interferir na infraestrutura de prédios e casas. Durante anos o padrão inicial foi revisado e recebeu diferentes atualizações a fim de otimizar os valores em transferência de dados e alcance do sinal. Abaixo seguem

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