Sistemas Distribuídos: Conceitos e Projeto Arquiteturas Ponto a Ponto

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1 Sistemas Distribuídos: Conceitos e Projeto Arquiteturas Ponto a Ponto Francisco José da Silva e Silva Laboratório de Sistemas Distribuídos (LSD) Departamento de Informática / UFMA 6 de junho de 2013 Francisco Silva (UFMA/LSD) SD: Conceitos e Projeto 6 de junho de / 36

2 Agenda 1 Arquiteturas Ponto a Ponto Estruturadas 2 Arquiteturas Ponto a Ponto Não Estruturadas 3 Arquiteturas Híbridas Francisco Silva (UFMA/LSD) SD: Conceitos e Projeto 6 de junho de / 36

3 Arquiteturas Ponto a Ponto Estruturadas Francisco Silva (UFMA/LSD) SD: Conceitos e Projeto 6 de junho de / 36

4 Introdução Redes ponto-a-ponto (PEER-TO-PEER / P2P) são sistemas distribuídos constituídos por processos cuja interação é simétrica: cada processo agirá como um cliente e um servidor ao mesmo tempo; Redes P2P são distribuídas por natureza, não possuindo nenhuma estrutura hierárquica ou controle centralizado; Seus componentes são organizados em uma rede de sobreposição (overlay network), isto é, uma rede na qual os nós são formados pelos processos e os enclaces representam os canais de comunicação possíveis (usualmente realizados como conexões TCP); Redes P2P permitem o compartilhamento de recursos entre os participantes e suas implementações tentam prover uma vasta gama de propriedades: seleção de nós próximos, armazenamento redundante, localização eficiente de itens de dados, confiança e autenticação, tornar anônimo, etc... Francisco Silva (UFMA/LSD) SD: Conceitos e Projeto 6 de junho de / 36

5 Arquitetura Abstrata de uma Rede de Sobreposição P2P Francisco Silva (UFMA/LSD) SD: Conceitos e Projeto 6 de junho de / 36

6 Classes de Redes P2P 1 Estruturada A topologia da rede de sobreposição é controlada; Conteúdo é depositado não em nós aleatórios mas em localizações específicas, o que tornará eventuais consultas mais eficientes; 2 Não estruturada A construção da rede de sobreposição é baseado em algoritmos aleatórios. Cada nó manterá uma lista de vizinhos mas esta lista é construída de modo aleatório; Da mesma maneira, os dados são depositados aleatoriamente nos nós. Francisco Silva (UFMA/LSD) SD: Conceitos e Projeto 6 de junho de / 36

7 Redes P2P Estruturadas Usualmente utiliza uma tabela hash distribuída (Distributed Hash Table - DHT) para organizar os nós; Os itens de dados recebem uma chave aleatória, como um identificador de 128 ou 160 bits de um grande espaço de identificadores; Da mesma forma, os nós também recebem um número aleatório do mesmo espaço de identificadores; O sistema deve implementar um esquema determinístico que mapeie exclusivamente a chave de um item de dado para o identificador de um nó; A rede P2P permite o armazenamento e recuperação escaláveis de pares {chave,valor} através da rede de sobreposição. Francisco Silva (UFMA/LSD) SD: Conceitos e Projeto 6 de junho de / 36

8 Interface de Rede P2P Estruturada Baseada em DHT Figura: As operações put e get são utilizadas para armazenar e recuperar o valor correspondente à chave, o que envolve o roteamento de requisições ao nó correspondente à chave Francisco Silva (UFMA/LSD) SD: Conceitos e Projeto 6 de junho de / 36

9 Sistema Chord No sistema Chord os nós estão logicamente organizados em um anel de tal modo que um item de dado com chave k seja mapeado para o nó que tenha o menor identificador id k; Este nó é denominado sucessor da chave k e denotado por succ(k) {13,14,15} {0,1} Actual node {8,9,10,11,12} Associated data keys {2,3,4} {5,6,7} 7 6 Francisco Silva (UFMA/LSD) SD: Conceitos e Projeto 6 de junho de / 36

10 Sistema Chord Uma função hash atribui a nós e chaves de dados um identificador de m bits; O identificador de um nó é escolhido através do valor hash de seu endereço IP, enquanto o identificador de uma chave é produzido através do valor hash de seu dado; m é usualmente 128 ou 160, dependendo da função hash utilizada; A questão central é como resolver com eficiência uma chave k para o endereço de succ(k); Uma abordagem óbvia é deixar que cada nó p monitore o sucessor succ(p + 1) bem como seu predecessor pred(p); Neste caso, sempre que p recebe uma requisição para resolver k ele repassa a requisição para um de seus dois vizinhos, a menos que pred(p) < k p, quando p deve retornar seu próprio endereço; Esta abordagem, no entanto, não é escalável... Francisco Silva (UFMA/LSD) SD: Conceitos e Projeto 6 de junho de / 36

11 Sistema Chord: Tabela de Derivação Cada nó mantém uma tabela de derivação (finger table) de no máximo m entradas, denotando-se a tabela do nó p por FT p ; FT p = succ(p +2 i 1 ) Ou seja, a i-ésima entrada aponta para o primeiro nó que sucede p por, no mínimo, 2 i 1 ; Portanto, a distância do atalho em relação ao nó p aumenta exponencialmente à medida que o índice na tabela de derivação cresce; Para consultar uma chave k, o nó p repassará a requisição a q com índice j na tabela de derivação onde: q = FT p [j] k FT p [j +1], ignorando-se a aritmética modular por clareza. Francisco Silva (UFMA/LSD) SD: Conceitos e Projeto 6 de junho de / 36

12 Exemplo de Resolução de Chave no Sistema Chorus Considere a resolução de k = 26 a partir do nó 1, conforme figura constante no próximo slide; O nó 1 verificará se k é maior que FT 1 [5], o que significa que a requisição será repassada para o nó 18 = FT 1 [5]; Por sua vez, o nó 18 selecionará o nó 20, já que FT 18 [2] < k FT 18 [3]; Por fim a requisição é repassada do nó 20 para o nó 21 e deste para o nó 28, que é responsável por k = 26; Neste ponto o endereço do nó 28 é repassado para o nó 1 e a chave foi resolvida; Pode-se mostrar que uma consulta exigirá O(log(N)), onde N é o número de nós no sistema. Francisco Silva (UFMA/LSD) SD: Conceitos e Projeto 6 de junho de / 36

13 Exemplo de Resolução de Chave no Sistema Chorus Actual node Resolve k = 12 from node Finger table i i-1 succ(p + 2 ) Resolve k = 26 from node Francisco Silva (UFMA/LSD) SD: Conceitos e Projeto 6 de junho de / 36

14 Gerenciamento de Nós no Chorus Para se juntar ao sistema, o nó p contata um nó arbitrário e requisita uma consulta para succ(p +1); O próprio nó p pode se inserir no anel. Para manter o mapeamento consistente, certas chaves atribuídas previamente ao sucessor de p devem ser reatribuídas a ele (p); De forma semelhante, quando um nó p deixa o sistema, todas as chaves a ele previamente atribuídas devem ser repassadas a seu sucessor; Perceba que os nós devem monitorar seu predecessor. Francisco Silva (UFMA/LSD) SD: Conceitos e Projeto 6 de junho de / 36

15 Mantendo Tabelas de Derivação Atualizadas O mais importante para todo nó q é que FT q [1] esteja correta, já que esta entrada se refere ao próximo nó do anel; Para isso, cada nó q executa periodicamente um procedimento que contata succ(q +1) e requisita que ele retorne pred(succ(q +1)); Se q = pred(succ(q +1)), q sabe que suas informações são consistentes com as de seu sucessor; Caso o sucessor de q tenha atualizado seu predecessor, um novo nó p entrou no sistema, com q < p succ(q+1), de modo que q ajustará FT q [1] para p; Ele também verificará se p registrou q como seu predecessor; De forma semelhante, para atualizar a tabela de derivação, q precisa simplesmente achar o sucessor para k = q+2 i 1 para cada entrada i; Isso pode ser feito pela emissão de uma requisição para resolver succ(k); Em Chord, tais requisições são emitidas periodicamente. Francisco Silva (UFMA/LSD) SD: Conceitos e Projeto 6 de junho de / 36

16 Mantendo Tabelas de Derivação Atualizadas Cada nó q verifica periodicamente se seu predecessor está vivo; Se ele tiver falhado, q ajustará pred(q) para desconhecido ; Por outro lado, quando q estiver atualizando seu enlace para o próximo nó no anel e descobrir que o predecessor de succ(q +1) foi ajustado para desconhecido, ele simplesmente avisará succ(q + 1) que suspeita que ele é o predecessor; Estes procedimentos garantem que um sistema Chord seja normalmente consistente, talvez com exceção de alguns nós. Francisco Silva (UFMA/LSD) SD: Conceitos e Projeto 6 de junho de / 36

17 Rede CAN A rede de conteúdo endereçável (Content Addressable Netowrk - CAN) utiliza um espaço de coordenadas cartesianas de d dimensões que é particionado entre os nós do sistema; Todo item de dados em CAN será atribuído a um único ponto desse espaço, tornando claro qual nó responsável por ele; Para armazenar um par {k,v}, a chave k é deterministicamente mapeada para um ponto p no espaço de coordenadas através de uma função hash; Cada nó mantêm uma tabela de roteamento que guarda o endereço IP e as coordenadas de cada um de seus vizinhos no espaço; Utilizando as coordenadas dos vizinhos, um nó roteia mensagens em direção ao seu destino encaminhando-as ao vizinho mais próximo das coordenadas de seu destino. Francisco Silva (UFMA/LSD) SD: Conceitos e Projeto 6 de junho de / 36

18 Mapeamento de Itens de Dados para Nós em CAN Francisco Silva (UFMA/LSD) SD: Conceitos e Projeto 6 de junho de / 36

19 Exemplo de Roteamento de Mensagem em CAN Francisco Silva (UFMA/LSD) SD: Conceitos e Projeto 6 de junho de / 36

20 Gerenciamento de Nós em CAN Quando um nó p deseja se juntar a um sistema CAN, ele escolhe um ponto arbitrário do espaço de coordenadas e pesquisa o nó q em cuja região o ponto cai; O nó q, então, subdivide sua região em duas metades, designando uma delas a p; p descobre seus vizinhos peguntando a q; Os itens de dados pelos quais p é agora responsável devem ser transferidos do nó q. Francisco Silva (UFMA/LSD) SD: Conceitos e Projeto 6 de junho de / 36

21 Adição de Nó em CAN Francisco Silva (UFMA/LSD) SD: Conceitos e Projeto 6 de junho de / 36

22 Saída de Nó em CAN Considere que o nó cuja coordenada é (0,6; 0,7) deixa o sistema; Sua região será designada a um dos seus vizinhos, por exemplo o nó (0,9; 0,9); Como o nó (0,9; 0,9) não pode simplesmente fundi-la e obter um retângulo, ele cuidará da região e informará isso aos vizinhos; Um processo de fundo é iniciado periodicamente para promover uma repartição simétrica do espaço inteiro. Francisco Silva (UFMA/LSD) SD: Conceitos e Projeto 6 de junho de / 36

23 Melhorias em CAN Pode-se manter múltiplos espaços de coordenadas independentes no sistema, atribuindo-se a cada nó uma zona diferente em cada espaço, denominado uma realidade; O conteúdo da tabela hash pode ser replicado em cada realidade aumentando-se a disponibilidade dos dados; Uma outra alternativa seria utilizar k funções hash diferentes para mapear uma chave a k pontos diferentes do espaço de coordenadas. Francisco Silva (UFMA/LSD) SD: Conceitos e Projeto 6 de junho de / 36

24 Considerações Sobre Redes P2P Estruturadas Sistemas DHT possem uma sólida base teórica que garante que toda chave pode ser encontrada; No entanto, para cada salto na rede de sobreposição, nós roteam a mensagem ao próximo nó que pode estar distante considerando-se a rede IP subjacente; Sistema DHT também assumem que todos os nós participam de forma equitativa no armazenamento e localização de informação. Isto pode resultar em gargalos em nós com pouca capacidade. Francisco Silva (UFMA/LSD) SD: Conceitos e Projeto 6 de junho de / 36

25 Exploração de Proximidade na Rede Pode-se fazer com que um sistema DHT fique ciente da rede subjacente das seguintes formas: Designando-se identificadores de modo tal que dois nós próximos tenham identificadores que também estejam próximos um do outro; O mapeamento pode expor falhas correlacionadas: nós de uma rede corporativa terão identificadores dentro de um mesmo intervalo e, caso a rede fique inalcançável, teremos uma lacuna na distribuição uniforme de identificadores; Na abordagem de roteamento por proximidade, cada nó mantém uma lista de alternativas para repassar a requisição. Francisco Silva (UFMA/LSD) SD: Conceitos e Projeto 6 de junho de / 36

26 Arquiteturas Ponto a Ponto Não Estruturadas Arquiteturas Ponto a Ponto Não Estruturadas Francisco Silva (UFMA/LSD) SD: Conceitos e Projeto 6 de junho de / 36

27 Arquiteturas Ponto a Ponto Não Estruturadas Introdução Redes P2P não estruturadas utilizam algoritmos aleatórios para construir uma rede de sobreposição; Da mesma forma, itens de dados são depositados aleatoriamente em nós; Consequentemente, quando um nó precisa localizar um item de dado específico, ele deve inundar a rede com uma consulta de busca; Uma consulta a um item de dado para os quais o sistema não mantenha uma grande quantidade de réplicas deve ser enviada para uma grande quantidade de nós, o que é ineficiente. Francisco Silva (UFMA/LSD) SD: Conceitos e Projeto 6 de junho de / 36

28 Arquiteturas Ponto a Ponto Não Estruturadas Gnutella Gnutella (pronuncia-se newtella) é um protocolo descentralizado para redes P2P largamente utilizado; O sistema não possui diretório centralizado nem controle preciso sobre a topologia da rede ou depósito de arquivos; O protocolo de consulta é baseado em uma inundação de vizinhos com um certo raio; Esta abordagem é bastante resiliente a nós entrando e saindo com frequência do sistema; No entanto, gera-se problemas de escalabilidade e cargas inesperadas de tráfego na rede. Francisco Silva (UFMA/LSD) SD: Conceitos e Projeto 6 de junho de / 36

29 Arquiteturas Ponto a Ponto Não Estruturadas Entrada de Nós em Gnutella Um novo nó inicialmente se conecta a um nó conhecido pertencente à lista que normalmente estão sempre disponíveis; Uma vez conectado à rede, os nós enviam mensagens para interagir entre si; Estas mensagens podem ser enviadas por broadcast (enviada a todos os nós com os quais o emissor possua um conexão TCP aberta) ou por propagação retroativa (enviada a uma conexão específica no caminho inverso de uma mensagem inicial); Cada mensagem possui um identificador gerado aleatoriamente, bem como campos TTL e nós atravessados. Francisco Silva (UFMA/LSD) SD: Conceitos e Projeto 6 de junho de / 36

30 Arquiteturas Ponto a Ponto Não Estruturadas Mensagens Gnutella De gerenciamento de grupo Um nó ao entrar na rede inicia o broadcast de uma mensagem PING para anunciar sua presença; A mensagem é enviada aos vizinhos que iniciam uma mensagem PONG de propagação retroativa informando seu endereço IP, quantidade e tamanho dos seus itens de dados. De consulta Uma mensagem QUERY carrega a string de busca utilizada por cada nó receptor para procurar pesquisar no nome de seus arquivos armazenados; Realiza-se uma propagação retroativa de uma mensagem QUERY RESPONSE contendo a informação necessária para se realizar o download do arquivo. De transferência de arquivo Dowloads de arquivos são realizados diretamente entre dois nós utilizando-se mensagens GET e PUSH. Francisco Silva (UFMA/LSD) SD: Conceitos e Projeto 6 de junho de / 36

31 Arquiteturas Ponto a Ponto Não Estruturadas Superpares (superpeers) À medida que uma rede não estruturada cresce, pode-se tornar difícil a localização de itens de dados já que não há um modo determinístico para se rotear a mensagem; Muitos sistemas mantêm nós especiais que armazenam um índice de itens de dados, denominados superpares; Superpares são organizados em uma rede P2P, o que resulta em uma organização hierárquica. Regular peer Superpeer Superpeer network Francisco Silva (UFMA/LSD) SD: Conceitos e Projeto 6 de junho de / 36

32 Arquiteturas Híbridas Arquiteturas Híbridas Francisco Silva (UFMA/LSD) SD: Conceitos e Projeto 6 de junho de / 36

33 Arquiteturas Híbridas Introdução Em arquiteturas híbridas, usualmente um nó se junta ao sistema através de um esquema cliente-servidor tradicional e tão logo isso ocorra ele pode usar um esquema descentralizado para colaboração; Um exemplo clássico é o Napster, que em 1999 foi pioneiro na ideia de se utilizar um modelo P2P para o compartilhamento de arquivos; Ele possuía uma facilidade centralizada de pesquisa a arquivos que era baseado em listas providas pelos nós; O download dos arquivos era realizado diretamente pelos nós; No entanto, um decisão judicial de um processo gerado pela Recording Industry Association of America (RIAA) forçou o Napster a desligar o seu serviço de compartilhamento de música digital. Francisco Silva (UFMA/LSD) SD: Conceitos e Projeto 6 de junho de / 36

34 Arquiteturas Híbridas BitTorrent BitTorrent é um sistema P2P para transferência de arquivos; Sua ideia básica é que quando um usuário final estiver procurando um arquivo, ele transfira porções do mesmo de outros usuários até que possam ser montadas em conjunto, resultando no arquivo completo; Seu protocolo é projetado para desencorajar caroneiros (free-riders): Um arquivo só pode ser transferido quando o cliente que o estiver transferindo estiver transferindo o conteúdo a mais alguém; Nós que disponibilizem uma alta velocidade para upload poderão, provavelmente, realizar download à uma velocidade alta; A taxa de download de um nó será reduzida caso a velocidade de upload tiver sido limitada. Francisco Silva (UFMA/LSD) SD: Conceitos e Projeto 6 de junho de / 36

35 Arquiteturas Híbridas Funcionamento BitTorrent Para obter um arquivo, um usuário precisa acessar um diretório global, que é apenas um de alguns sites Web conhecidos; O diretório contém referências a arquivos.torrent; Arquivos.torrent contém as informações necessárias para transferir um arquivo específico; Em particular, ele referencia um rastreador que mantém uma contabilidade dos nós ativos que têm porções do arquivo requisitado; Um nó ativo é aquele que está transferindo outro arquivo no momento em questão; Tão logo o nó tenha identificado de onde as porções do arquivo podem ser transferidas, ele se torana ativo. Neste ponto, ele será forçado a auxiliar outros. Francisco Silva (UFMA/LSD) SD: Conceitos e Projeto 6 de junho de / 36

36 Arquiteturas Híbridas Arquitetura do BitTorrent Francisco Silva (UFMA/LSD) SD: Conceitos e Projeto 6 de junho de / 36

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