O TRABALHADOR ESPÍRITA EM AÇÃO

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1 Grupo da Fraternidade Espírita Irmã Scheilla EDU/CCE Coordenação de Educação Espírita CICLO DE ESTUDOS MÓDULO IV O TRABALHADOR ESPÍRITA EM AÇÃO Cursos: Tarefeiros de Reunião Pública (EDU)) Coord. De Evangelização no Lar ( CELAR/ EDU)) Formação de Evangelizadores (CIJ/EDU)) Integração Fraterna (FRA)) Assistência Social Espírita ( ASE)) Ação Mediúnica (MED)) Tarefeiro do Passe (EDU))

2 Grupo da Fraternidade Espírita Irmã Scheilla EDU/CCE Coordenação de Educação Espírita CICLO DE ESTUDOS MÓDULO IV O TRABALHADOR ESPÍRITA EM AÇÃO Curso: Tarefeiro de Reunião Pública (EDU)

3 01 As Dimensões da Reunião Pública Possibilitar aos tarefeiros uma compreensão das dimensões das Reuniões Públicas (físicas e espirituais) e também da extensão da sua influencia nos frequentadores.

4 02 Dinâmica, Rotina da Reunião Pública. Possibilitar aos novos tarefeiros a compreensão das bases do Estatuto Social do Grupo Scheilla e o Regimento interno da tarefa Estrutura Regimento Organização Realização Os Trabalhadores Estatuto Social do Grupo Scheilla Regimento interno da Reunião Pública

5 03 Liderança, Coordenação e Participantes Favorecer o autoconhecimento objetivando a superação das próprias dificuldades. A Necessidade do trabalho em equipe. Definição de Coordenador Necessidade do trabalho em equipe: Reunião Pública, Harmonização e Passe. Requisitos Essenciais A Ética Espírita A Coordenação dos Trabalhos Julgar ou Educar? Julgamentos

6 04 Vibracionais na Reunião Pública Justificar o porquê da necessidade de se manter uma equipe de vibracionais comprometida, segura e consciente do valor da atuação no padrão do amor como sustentáculo firme no auxilio as atividades das Reuniões Públicas do Grupo Scheilla. A Mente como laboratório divino na elaboração dos recursos vibracionais.a Importância da equipe de apoio que tem a função de sustentar, o trabalho como um todo através da emissão mental e energética (fluídica), eles oferecem sua colaboração: Para a harmonia do público na RP Ao expositor para que ele se sinta seguro Para o serviço do Passe Sua Preparação Constante Estudo e Oração Condição Física e Mental Emoções e Atitudes Equilibradas Segurança e Responsabilidade Pontualidade e Assiduidade Evitar o sono durante as Reuniões Atender as Diretrizes da Coordenação e do Regimento Interno da tarefa. A Gênese Allan Kardec, Capítulo XIV, itens 13 a 21 (Ação dos Espíritos sobre os fluidos; Criações fluídicas; Fotografia do pensamento e qualidade dos fluidos) Missionários da Luz André Luiz Nos Domínios da Mediunidade A Luiz. Libertação André Luiz No mundo maior André Luiz Dimensões Espirituais do Centro Espírita Suely Caldas Schubert Apostila: Médium de Sustentação - organizada pelo Departamento de Orientação Mediúnica da União Espírita Mineira Regimentos Internos das RP s do Grupo Scheilla

7 05 Exercício Aula Prática no Salão Prático

8 Grupo da Fraternidade Espírita Irmã Scheilla EDU/CCE Coordenação de Educação Espírita CICLO DE ESTUDOS MÓDULO IV O TRABALHADOR ESPÍRITA EM AÇÃO Curso: Evangelização no Lar (CELAR / EDU)

9 01 A Importância do Lar na Evolução Trabalhando o Lar Terreno Evidenciar o lar como primeira instituição na educação do ser em evolução. - Histórico da família - Diferenças entre casa, família e lar. - Família corporal e espiritual: sua função educadora e regenerativa. - Missão dos pais: compromisso de amor. SOS família (J.Ângelis, Divaldo P. Franco, prefácio e cap. 3, 16, 17). Tua casa (Ayrtes// João Nunes Maia cap.: 2 e 3) E a família como vai?(paulo Sergio R.V. Rodrigues, cap. 2, 14, 23, 31,110). Vida e Sexo (Emmanuel, Chico Xavier, cap. 2, 12, 14,15 e 18). Constelação familiar (J.Ângelis, Divaldo P. Franco, cap. 2, 10, 19,20). Luz no Lar (Espíritos diversos/chico Xavier, cap. 1 e 5). Conduta Espírita (André Luiz, Waldo Vieira cap. 5, 19,26). Evang. Seg. Espiritismo (Allan Kardec, cap. 14, 22 e 23.). O Livro dos Espíritos (Allan Kardec questões: 203, 204, 205, 289,488).

10 02 A Ação dos Espíritos na Família Motivando o Culto no Lar Evidenciar a importância da prática do culto no lar. - Jesus: modelo de mestre da educação, moral e ética. - O valor do Evangelho no lar: finalidade, importância e necessidade e a influência dos espíritos na família. - Requisitos essenciais para o tarefeiro: estudo, disciplina, perseverança, comprometimento com a DE. - Pontos relevantes do RI para a formação do tarefeiro. SOS família (J.Ângelis, Divaldo P. Franco cap. 24). Luz no Lar (Espíritos Diversos, Chico Xavier cap. 1). O Consolador (Emmanuel, Chico Xavier.Qt 110 e. 281) Conduta Espírita (André Luiz, Waldo Vieira cap.5,11,26,45 e 46). Messe de amor (J.Ângelis, Divaldo P. Franco cap. 54). Desobsessão (André Luiz, Chico Xavier cap. 70). Florações Evangélicas (J.Ângelis,Divaldo P. Franco cap. 3). Os Mensageiros (André Luiz/ Chico Xavier cap. 35 e 37) Vereda Familiar (Thereza de Brito/Raul Teixeira cap.23, 25) À Luz da Oração (Chico Xavier 3ª parte cap.: Em torno da prece) Para uso diário (Joanes/Raul Teixeira cap. 4) O Livro dos Espíritos (Allan Kardec questões 658 a 660 Regimento Interno do Celar no Grupo Scheilla

11 Grupo da Fraternidade Espírita Irmã Scheilla EDU/CCE Coordenação de Educação Espírita CICLO DE ESTUDOS MÓDULO IV O TRABALHADOR ESPÍRITA EM AÇÃO Curso: Formação de Evangelizadores (CIJ/EDU)

12 01 Evangelização do Ser Infância e Juventude Refletir sobre os conceitos e a importância da Evangelização do Ser; apresentar os aspectos gerais dos conceitos, desafios e a importância da Formação da Mentalidade Cristã; apresentar as frentes de trabalho na evangelização da Infância à Juventude do GFE Irmã Scheilla; proporcionar momentos de integração visando à valorização do trabalho em grupo e da cooperação com o Mestre Jesus na tarefa da Evangelização Infanto-Juvenil.

13 02 O Evangelizando e a Família Esclarecer e refletir sobre: o Evangelizando (Espírito em Evolução), a criança e o ser espiritual, as características do desenvolvimento da criança e do adolescente, os desafios das crianças e adolescentes de hoje, a criança em risco social, a Família na Evangelização

14 03 O Evangelizador: Trabalhando Sentimento e Razão Refletir sobre os aspectos cognitivos, afetivos e espirituais da tarefa da evangelização; orientar sobre a importância do Acolhimento Fraterno aos evangelizados, seus familiares e companheiros de tarefa; esclarecer sobre a necessidade do conhecimento da Doutrina e do Evangelho (base fundamental do trabalho) e sobre a importância dos Ciclos de Estudos, da reciclagem e da participação nos seminários para o aprimoramento do evangelizador; apresentar as principais características do bom evangelizador: afetividade, estudo, disciplina, comprometimento, sintonia com a equipe espiritual (desdobramento do trabalho além do plano físico), trabalho em equipe, etc.

15 04 Pedagogia de Jesus Esclarecer e refletir sobre: a Pedagogia do Amor e os princípios da prática pedagógica de Jesus na Evangelização Infantil

16 05 Planejamento de aula Discutir sobre a preparação da aula através da mensagem Confiando em Jesus Meimei; esclarecer e refletir sobre a importância do roteiro e da flexibilidade, a necessidade da contextualização e exemplificação, os possíveis desafios e as formas de manejo de classe; apresentar alguns recursos didáticos (estratégias) e propor uma atividade prática para levantar, em grupo, sugestões de atividades para faixas etárias e públicos diferentes; apresentar o Programa da Evangelização Infantil do GFEIS

17 Grupo da Fraternidade Espírita Irmã Scheilla EDU/CCE Coordenação de Educação Espírita CICLO DE ESTUDOS MÓDULO IV O TRABALHADOR ESPÍRITA EM AÇÃO Curso: Integração Fraterna (FRA)

18 01 Movimento da Fraternidade - MOFRA Apresentar o Movimento da Fraternidade, a criação do primeiro GFE, o programa de Trabalho Permanente (PTP), a Oscal e a Historia do Grupo Scheilla aos participantes a importância do conhecimento do cenário e do panorama espírita histórico e atual.. Abertura do Curso Historia do Movimento da Fraternidade As Materializações Luminosas Criação do Primeiro GFE Grupo Scheilla e sua História Mentores do Grupo Scheilla Programa de Trabalho Permanente A Organização Social Cristã André Luiz (OSCAL) AS Regiões Fraternas Cidade da Fraternidade (CIFRATER) Estatuto do Grupo Scheilla Site do Grupo Scheilla Site da OSCAL Fraternidade Chama Inextinguível Célio Alan Kardec de Oliveira Movimento da Fraternidade Célio Alan Kardec de Oliveira Materializações Luminosas Rafael Ranieni Materializações Luminosas Dante Labare

19 02 Grupo Scheilla e sua Estrutura Apresentar o Grupo Scheilla aos participantes de modo a destacar a importância desses conhecimentos para se fazer uma boa recepção a todos que adentram o Grupo ( Fraternizas e Frequentadores). Grupo Scheilla e sua Estrutura( CEO e CEAL) Organograma do Grupo Scheilla: AGF, CRA, Fraterna COM e CAD Conselho de Administração -CAD Coordenação Geral CG Coordenação de Promoção e Assistência Social Espírita ASE Coordenação de Educação Espírita- EDU Coordenação de Ação Mediúnica MED Campanha Seja Sócio do Bem Site do Grupo Scheilla Regimentos Internos das Coordenações Pasta de Informações da Recepção Evangelho Segundo o Espiritismo Allan Kardec Obras Póstumas Allan Kardec ( Projeto 1868) Notícias do Bem Wagner Gomes da Paixão( por Almir Fontoura)

20 03 Integração Fraterna no Grupo Scheilla Apresentar a FRA ( Coordenação de Integração Fraterna) e suas coordenações específicas.. O Fraternista A FRA CIA Coordenação de Integração Artística CIF Coordenação de Integração com os Fraternizas CIMO Coordenação de integração com o Movimento da Fraternidade Encontros Fraternos regionais Semana da Fraternidade COMEMOFRA COE Coordenação de Eventos ECO Coordenação de Comunicação COR Coordenação de Recepção Regimentos Internos das Coordenações Pasta de Informações da Recepção Estatuto do Grupo Scheilla O Evangelho Segundo o Espiritismo Allan Kardec Cap. XVII Obras Póstumas Allan Kardec ( Projeto 1868) Apostilas da Vida André Luiz / Chico Xavier O Livro dos Médiuns Allan Kardec, Cap. XXIX( Reuniões e Sociedade Espíritas) Palavras de Emmanuel Chico Xavier/Emamanuel Sinal Verde Chico Xavier/ André Luiz Estude e Viva Chico Xavier/ André Luiz e Emmanuel Cartas de uma Morta Chico Xavier/ Maria João de Deus

21 04 A Importância do Afeto na Recepção Estudar o conceito de Recepção/ Acolhimento e destacar a importância do afeto na realização da tarefa. Significado de Afeto e suas varias formas Hierarquia de Necessidades de Maslow As dificuldades das pessoas que chegam ao Centro Espírita Importância do afeto e da disponibilidade em ajudar Recepção Fraterna Amor, Alimento da Alma Autoamor Educação do Afeto Alteridade Empatia A Caridade Dicas para uma Boa Recepção / (Dr. Masaru Emoto O Poder da água) HTTPS://www.youtube.com (História de Chris Medina) O Evangelho Segundo o Espiritismo Allan Kardec Cap. XI e XIII item 9,10 Livro dos Espíritos Allan Kardec, q. 804 Convite aos Corações João Nunes Maia/ Irmã Scheilla Jesus no Lar Chico Xavier/ Néio Lúcio Laços de Afeto- Wanderley S.Oliveira/ Emance Dufaux Mereça Ser Feliz- Wanderley S.Oliveira/Emance Dufaux Seara Bendita - Wanderley S.Oliveira/ Emance Dufaux Vivendo o Evangelho Antonio Baduy Filho/ André Luiz Vinha de Luz Chico Xavier/ Emmanuel Revista Espírita vol.1( Fala de São Vicente de Paula)

22 05 O Recepcionista e a Recepção na Casa Espirita Elucidar acerca das peculiaridades da recepção na casa espírita e dos requisitos básicos do recepcionista; esclarecer as faces da Recepção Recepção e Recepcionista Recepção na Casa Espírita Requisitos do Recepcionista: Tecnicos, Psicológicos e Éticos Fases da Recepção: Atender, Responder, Personalizar e Encaminhar/ Orientar Principais Características do Público Apostila Curso de Capacitação de Tarefeiros da Recepção Apostila Atendimento Espiritual na Casa Espírita UEM / 2008 O Evangelho Segundo o Espiritismo Allan Kardec, cap.xiii Amor, Imbatível Amor Divaldo Franco / Joanna de Angelis Elos Familiares Célio Allan Kardec de Oliveira Encontro Fraterno Emmanuel Chácara Sales/ Irmã Scheilla Laços de Afeto- Wanderley S.Oliveira/ Emance Dufaux Quem Sabe Pode Muito, Quem Ama Pode Mais Wanderley S. Oliveira / José Mário

23 06 A Recepção do Grupo Scheilla Explicar o funcionamento da Equipe da recepção no Grupo Scheilla, as diretrizes e peculiaridades da tarefa. Recepção no Grupo Scheilla Regimentos Internos Recepção Horário e Locais de Atendimento Atribuições da Coordenação e dos Tarefeiros Postura do Recepcionista: Uso do Crachá, colete, pontualidade e assiduidade, equilíbrio emocional O Apoio a Reunião publica O Atendimento Telefônico Treinamento prático com a Coordenação a agendar Regimento Interno da Recepção Pasta de Informações da Recepção Apostila Curso de Capacitação de Tarefeiros da Recepção Apostila Atendimento Espiritual na Casa Espírita UEM / 2008 Atendimento Telefônico Vagner Molina O Evangelho Segundo o Espiritismo Allan Kardec, cap.xiii Amor, Imbatível Amor Divaldo Franco / Joanna de Angelis Elos Familiares Célio Allan Kardec de Oliveira Encontro Fraterno Emmanuel Chácara Sales/ Irmã Scheilla Laços de Afeto- Wanderley S.Oliveira/ Emance Dufaux Quem Sabe Pode Muito, Quem Ama Pode Mais Wanderley S. Oliveira / José Mário

24 Grupo da Fraternidade Espírita Irmã Scheilla EDU/CCE Coordenação de Educação Espírita CICLO DE ESTUDOS MÓDULO IV O TRABALHADOR ESPÍRITA EM AÇÃO Curso: Assistência Social Espírita (ASE)

25 01 A visitação fraterna no Grupo Scheilla Apresentar a atividade da Visitação Fraterna como carro chefe da Assistência Social Espírita e sensibilizar os participantes do ciclo de estudos (O Trabalhador Espírita) a se integrarem a uma das equipes de visitação Visita a lares; Visita às famílias assistidas; Visita a enfermos (Hospital psiquiátrico Raul Soares, Colônia Santa Izabel, Asilo Afonso Pena, Colônia de Hansenianos de Bambuí); Visita solidária; Campanha do quilo; Convite ao trabalho Regimento Interno da Visitação Fraterna; Cartilha da Visitação Fraterna, 2009; Fraternidade, 1 Chama Inextinguível; (Lucas, 19: 1-10; Mateus 9, 18-19; 23-26); Evangelho Seg. Espiritismo (E.S. E, cap. XIII, item 4); Paulo e Estevão (Autoria de Emmanuel, psicografado por Chico Xavier); DVD do seminário da Visitação Fraterna, 2009.

26 02 Saber Ouvir / Falar Enfatizar a importância do comportamento do saber ouvir acima do falar. Para saber falar é preciso saber escutar (Plutarco). Ouvir/escutar Ouvir com o coração Empatia: sentir com Sugestões para se ouvir de verdade Educação moral Barreiras para uma comunicação eficaz; Atendimento fraterno (Projeto M.P. Miranda) Diretrizes para o Êxito -J.Angelis Liderança e motivação (Reinaldo Passadori) Livro Espíritos q/ João 15:10 e 12 Treinamento de líderes voluntários (Silvino José Fritzen)

27 03 A visita Ressaltar a importância do preparo individual e das condições necessárias para a boa realização da tarefa; enfatizar o papel do coordenador da equipe como direcionador e condutor da atividade. Necessidade do preparo para atividade: físico, espiritual, bons pensamentos, etc. Condições Vibracionais e harmonização da equipe Deveres da tarefa Aspectos espirituais da visitação Dificuldades e imprevistos Visita a lares e Hospitais (Marcelo de Oliveira Orsini). Atendimento Fraterno (Projeto M.P.Miranda)

28 04 Campanha do Quilo Esclarecer sobre a fundamentação evangélica- doutrinária da Campanha do Quilo, consubstanciada nos ensinos de Jesus e na prática do PTP Ascendentes cristãos: a casa do caminho. Histórico da campanha : de 1950, Oli de Castro de Recife, sargento da aeronáutica - musicou o hino da Alegria Cristã- ao jovem Jarbas Franco de Paula em 1952, em Belo Horizonte. Aspectos espirituais e morais: desenvolvimento da alegria cristã virtudes desenvolvidas (humildade, paciência,tolerância,etc.) - processo de educação do espírito//desobsessão coletiva desenvolvimento aspectos pedagógicos. da campanha: divulgação da DE arrecadação reforma íntima Lar doador // lar receptor //vínculos com o CE- formação de tarefeiros. Metodologia do trabalho: preparação trabalho na rua organização do material recolhido e avaliação. Relato de casos Fraternidade Chama Inextinguível Célio Alan Kardec de Oliveira Lindos Casos da Campanha de Fraternidade - Auta de Souza Confraternização das Campanhas de Fraternidade - Auta de Souza

29 Grupo da Fraternidade Espírita Irmã Scheilla EDU/CCE Coordenação de Educação Espírita CICLO DE ESTUDOS MÓDULO IV O TRABALHADOR ESPÍRITA EM AÇÃO Curso: Ação Mediúnica (MED)

30 01 A Educação Mediúnica no Grupo Scheilla - 1ª Parte Orientar os participantes sobre a espontaneidade do fenômeno mediúnico, as dificuldades que acompanham a sua eclosão e a importância da Educação do Médium, sobre a necessidade do preparo adequado e do estudo para o exercício seguro da mediunidade com Jesus. A Educação mediúnica e seu objetivo no Grupo Scheilla Colegiado da MED: Objetivo e composição de cada coordenação da MED. Requisitos para integrar as tarefas da MED no Grupo Scheilla Como lidar com a mediunidade na infância, adolescência e juventude A Educação Moral do médium O controle e equilíbrio das faculdades mediúnicas e a pratica da caridade.. Missionários da Luz - Chico Xavier, André Luiz Cap.3, 4 e 9 O Livro dos Médiuns Alan Kardec,Cap. XVIII e XX. Nos Domínios da Mediunidade Chico Xavier, André Luiz, Cap. 1 Qualidade na Prática Mediúnica Projeto Manoel Philomeno de Miranda, Parte 1 Afloramento Mediunidade, Vida e Comunicação J. Herculano Pires O Consolador Chico Xavier, Emmanuel, Parte 3 Cap. V Estatuto Social do Grupo Scheilla. Regimentos Internos das Tarefas da MED.

31 02 A Educação Mediúnica no Grupo Scheilla - 2ª Parte Orientar os participantes sobre a espontaneidade do fenômeno mediúnico, as dificuldades que acompanham a sua eclosão e a importância da Educação do Médium, sobre a necessidade do preparo adequado e do estudo para o exercício seguro da mediunidade com Jesus. Etapas da Educação Mediúnica no Grupo Scheilla: Ciclo de Estudos (importância do conhecimento doutrinário) e a Reunião de Educação Mediúnica: características desta reunião; diferenças entre a reunião de Desobsessão e a reunião de educação mediúnica; o perfil dos tarefeiros: coordenador, vibracional, esclarecedor; dias e horários em que acontecem. Requisitos para ingressar na Reunião de Educação Mediúnica. Regimento Interno Das Reuniões de Educação Mediúnica do Grupo Scheilla.

32 03 O A Mente como laboratório divino na elaboração dos recursos vibracionais. A Importância do Vibracional nas Reuniões Mediúnicas. Apresentar os diversos tipos de reuniões mediúnicas existentes no Grupo Scheilla e a função do vibracional em cada uma delas. Requisitos para atuar como Vibracional nas reuniões mediúnicas do Grupo Scheilla Ter concluído o ciclo de estudo Ter frequentado Reunião de educação mediúnica no Grupo Scheilla Estar integrado a uma tarefa de assistência social Ter implantado em seu lar o Culto do Evangelho Frequentar reunião publica semanalmente. Papel do Médium de Sustentação ou Vibracional nas Reuniões Mediúnicas Justificar o porquê da necessidade de se manter uma equipe de vibracionais comprometida, segura e consciente do valor da atuação no padrão do amor como sustentáculo firme no auxilio aos espíritos necessitados na atividade mediúnica nas diversas RM s do Grupo Scheilla. A Gênese Allan Kardec,Cap.XIV, itens13 a 21 (Ação dos Espíritos sobre os fluidos; Criações fluídicas; Fotografia do pensamento e Qualidade dos fluidos) Desobsessão Chico Xavier e Waldo Vieira, André Luiz, Cap. 38 (Cooperação Mental) Qualidade na Prática Mediúnica Projeto Manoel Philomeno de Miranda,pag. 74 Médium de Sustentação apostila organizada pelo departamento de orientação Mediúnica da União Espírita Mineira Regimento internos das Reuniões Mediúnicas do Grupo Scheilla

33 04 Orientações Espirituais no Grupo Scheilla Esclarecer sobre a importância da tarefa de Orientação Espiritual e apresentar a tarefa aos participantes do Módulo IV. Importância da reunião de Psicografia:o clima psíquico para a realização da tarefa. A função de Cada Tarefeiro; coordenador, Médium e Vibracional Como são realizadas as Reuniões de psicografia no Grupo Scheilla Diferença entre Receituário e Orientação Espiritual. Quando é necessário solicitar uma orientação espiritual Equipe de Recepção da ROE, sua formação e atuação. Requisitos para integrar uma reunião de Orientação. Nos Domínios da mediunidade Chico Xavier, Andre Luiz, cap. 16. Os Mensageiros Chico Xavier, André Luiz, cap.46 e 47 Medicina da Alma Joseph Gleber, Cap. XIII Regimento Interno das reuniões de orientação espiritual do Grupo Scheilla. Regimento Interno da Reuniões Mediúnicas do Grupo Scheila.

34 05 O Médium de Ectoplasmia e a Reunião de Ectoplasmia Tratamento de Espiritual no Grupo Scheilla Considerada a base para a realização dos efeitos físicos Reunião de Ectoplasmia. Explicar como hoje o ectoplasma em trabalhos que visam o bem estar físico e espiritual das pessoas. Quem é o médium utilizado na Ectoplasmia. Necessidades de entendimento para participar de uma reunião de ectoplasmia.o que é ectoplasma? Explicar como é o processo de elaboração no duplo etérico e a relação com os centros de força umbilical e esplênico.explicar as características: aspecto, manuseio e na mediunidade tais como:níveis de produção:densidade/ plasticidade:penetrabilidade/ Luz / Odor/ Coloração:Explicar que é um produto físico psíquico:como é o processo da criação de quadros fluídicos para o atendimento no plano espiritual A formação do ambiente pelas equipes espirituais Os sintomas do acúmulo de ectoplasmia Pré-requisitos e preparo físico/ psíquico para participação nas RE s do grupo Scheilla. Missionários da Luz Chico Xavier, Andre Luiz, cap. 10. Nos Domínios da mediunidade- Chico Xavier, Andre Luiz, Cap. 28. Recordação da Mediunidade Ivone Pereira, cap. 5. Ectoplasmia: descobertas de um Médium psiquiatra Luciano Munari. Técnica da Mediunidade Carlos T Pastorino A Agonia das religiões José Herculano Pires Além da Matéria Robson Pinheiro, Joseph Gleber, cap. 15 e 29. Medicina da Alma Robson Pinheiro, Joseph Gleber. Regimento Interno das Reuniões de Ectoplasmia do Grupo Scheilla.

35 06 Conhecendo a Reunião de Desobsessão Refletir sobre a importância da reunião de Desobsessão e informar como ela acontece no Grupo Scheilla. Importância da reunião de Desobsessão. Onde e quando começa o atendimento da Desobsessão: Atendimento Fraterno, Orientação Espiritual e o encaminhamento do atendido. Os integrantes da reunião: coordenador, vibracional, esclarecedor e médium (a função de cada um). Requisitos para ingressar na tarefa da Reunião de Desobsessão. Missionários da Luz, André Luiz, psicografia de Chico Xavier (cap. 17 e 18). Nos Domínios da Mediunidade André Luiz, psicografia de Chico Xavier, Cap. 7 (Socorro espiritual) Desobsessão, de André Luiz, psic. de Chico Xavier Diálogo com as sombras Hermínio C. Miranda Evangelho: Lucas, cap. 4, 33 a 35; Marcos, cap. 5, 2 a 13; Mateus, cap.9, 32 e 33; João, cap. 2, 13. Atos dos Apóstolos, cap. 8, 5 a 7. RI das Reuniões de Desobsessão do Grupo Scheilla.

36 07 O Coordenador - Esclarecedor na Atividade mediúnica e sua responsabilidade e atuação nas Reuniões Mediunicas Mostrar que na atividade de coordenador é preciso comprometimento de modo a garantir a condução segura e serena no estudo e vivência dos preceitos evangélicos doutrinários Aptidão para liderar equipes aptidão não é tempo de Reunião Comprometimento Conhecimento e aplicação das normas da Casa assim como as diretrizes da Coordenação e seu regimento interno Autoridade fundamentada no exemplo Dignidade e respeito para com todos Afeição sem privilégios Importância da Pontualidade e da Assiduidade Importância da Atenção no esclarecimento Relação de Confiança e respeito Humildade e Discernimento, Bondade e firmeza Livro dos Médiuns Allan Kardec, Cap. XXIV Missionários da Luz Chico Xavier,Cap.17 Reuniões Mediúnicas Proj. Manoel P Miranda Qualidade na Prática Mediúnica Proj. Manoel P de Miranda, Cap. 53. Diretrizes de Segurança Raul Teixeira, cap.v Seara dos Médiuns Emmanuel, pag.231 Estudando a Mediunidade Martins Peralva Desenvolvimento Mediúnico Roque Jacinto Mediunidade e Discernimento Walter Barcelos Desobsessão André Luiz, Cap.14;59 e 63 Conduta Espírita Lição 3 Reuniões de Orientações aos Dirigentes de Sessões Espíritas. São Paulo, FEBSP Sessões Praticas e Doutrinárias do Espiritismo FEB/2002,Cap. 8,pag.64 Regimento Interno da Reuniões Mediúnicas do Grupo Scheila.

37 08 O Esclarecimento aos espíritos nas Reuniões Mediúnicas Conhecer um pouco sobre o atendimento aos espíritos que se manisfetam nas reuniões mediúnicas e sobre o papel do esclarecedor O que é esclarecer? E como é a atuação do esclarecedor? Relação Médium x esclarecedor. A Atuação dos Mentores Necessidade de preparação física e mental. O desenvolvimento da intuição através da inspiração Importância do estudo, da meditação da prece. Evangelho, a luz da Doutrina referencia para o esclarecimento. A Prece O Acolhimento fraterno, ouvir, para identificar a dor que aflige o irmão manifestante. Atenção às armadilhas A linguagem apropriada e a objetividade. O Momento de encerrar o esclarecimento O que é o sucesso no esclarecimento. O Livro dos Médiuns Alan Kardec, Cap.XXIV Livro dos Espíritos Allan Kardec, Q.100 Missionário da Luz Chico Xavier,Andre Luiz- Cap.17. No Mundo Maior Chico Xavier, Andre Luiz Cap. 4 e 5. Reuniões Mediúnicas projeto Manoel P. de Miranda Qualidade na Pratica Mediúnica- Projeto Manoel P. de Miranda, cap. 53 Diretrizes de Segurança Raul Teixeira, cap.v Diálogos com as Sombras H. Miranda,pag.,67 Doutrinação Roque Jacinto, Caps.4,6,9,77,133 Evangelho Lucas 8;30 Cura do Progresso Regimento Interno das reuniões de Ectoplasmia do Grupo Scheilla.

38 09 A tarefa do Atendimento Fraterno: Quando, Como e Onde Acontece e Requisitos para Participar Refletir sobre a importância do Atendimento Fraterno na casa espírita, evidenciando as características e pré-requisitos necessários para atuar na tarefa. Refletir sobre os objetivos do atendimento fraterno. Informar os aspectos gerais da tarefa no Grupo Scheilla: onde (Centro Oriente e CEAL) e quando acontece (os horários atuais e as possibilidades de ampliação da tarefa face às necessidades do momento de transição planetária) e as características do público a ser atendido. Perfil do tarefeiro:saber lidar com pessoas (tato psicológico); conhecimento doutrinário e evangélico; preparo físico, psicológico e espiritual O Acolhimento, saber ouvir, usar linguagem apropriada e objetiva. Conhecimento da casa e seus atendimentos. Quando e como solicitar orientação espiritual; Momento de encerrar o atendimento. Apostila Atendimento Fraterno, organizada pela União Espírita Mineira. Atendimento Fraterno Livro do Projeto Manoel Philomeno de Miranda - páginas: 09, 15 e 19: Apresentação; Terapia de Amor e Atendimento Fraternos (mensagens de Joanna de Angelis) e Entrevista com Divaldo Franco pág. 25. Regimento Interno do Atendimento Fraterno do Grupo Scheilla. Atendimento Fraterno Livro do Projeto Manoel Philomeno de Miranda - Cap. 6: As fases do atendimento; Cap. 7: O saber ouvir; Cap. 8: A empatia. Jesus no Lar, psicografia de Francisco Cândido Xavier, Espírito: Neio Lúcio (lição: A regra de ajudar)

39 10 Evangelho e Ética do Atendimento Fraterno Ressaltar a importância de se ter como referência o Evangelho e a Doutrina Espírita, para maior qualidade no Atendimento Fraterno. Apresentar o Evangelho como terapia para os males que afligem a humanidade Apresentar Jesus como o Atendente Fraterno perfeito Não marcar atendimentos fora da Casa Espírita. Vestir-se e comportar-se de maneira adequada, evitando intimidade excessiva. Evitar procedimento de receitar remédios ou dar diagnósticos como: dizer que a pessoa está com depressão, obsessão, etc. Evitar indicações de médicos, psicólogos ou outros centros para tratamento. Não divulgar o que foi ouvido Fazer o curso de passes e se preparar adequadamente para saber como agir frente aos casos obsessivos. Não permitir que o diálogo tome a forma de maledicência, evitando-se críticas ao Grupo, a seus trabalhadores ou a quem quer que seja. Atendimento Fraterno Livro do Projeto Manoel Philomeno de Miranda - (Apresentação, págs. 09/12) O Evangelho Segundo o Espiritismo cap. V, VI e XI (item 10). Passagens evangélicas: A samaritana; O moço rico; Joana de Cusa; Zaqueu; A mulher equivocada; etc. (algumas dessas passagens poderão ser encontradas nos livros: Primícias do Reino, psicografia de Divaldo Pereira Franco e Boa Nova, psicografia de Francisco Cândido Xavier). Atendimento Fraterno - Livro do Projeto Manoel Philomeno de Miranda - Cap. 9: Recomendações práticas para os atendentes. Regimento Interno da tarefa do Atendimento Fraterno do Grupo Scheilla.

40 Grupo da Fraternidade Espírita Irmã Scheilla EDU/CCE Coordenação de Educação Espírita CICLO DE ESTUDOS MÓDULO IV O TRABALHADOR ESPÍRITA EM AÇÃO Curso: Tarefeiro do Passe (EDU / MED)

41 01 Fluido e Magnetismo Como Agentes terapêuticos do Passe

42 02 Perispíritos

43 03 Conhecendo os Centros de Forças Perispírito: Definição, Propriedades e funções; Centros de Forças: Classificação, Localização, Funções; Relação entre Centros de Forças e a aplicação do Passe. Terapia dos Passes P. Manoel Philomeno de Miranda (Cap. 2); Medicina da Alma Joseph Gleber (Cap.6 e 8). Paulo (I Coríntios, 15:44); A Gênese Allan Kardec (Cap. XIV); Evolução em Dois Mundos André Luiz/Chico Xavier (Introdução); Terapia dos Passes P. Manoel Philomeno de Miranda Cap. 2; Horizontes da Mente - Miramez / João Nunes Maia - Cap. 35; Entre a terra ao Céu (Cap. 20); Obras Póstumas (Pág. 44/45).

44 04 Ação do pensamento na mobilização dos Fluidos A mente, laboratório divino sob responsabilidade individual; Mobilização e direcionamento dos fluidos. O Poder da Fé; Disciplina do pensamento e do sentimento; O valor da Prece. A Gênese Allan Kardec (Cap. (XIV); Passe e Passista Roque Jacintho (Cap. 7 e 21); O Evangelho Segundo o Espiritismo - Allan Kardec (Cap. XIX).

45 05 A Terapêutica Divina do Passe

46 06 O Passista como intermediário da Espiritualidade

47 07 Exercício do Amor na Pratica do Passe. Prática na cabine. Coordenação do Passe

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