CONFERENCIA E LANÇAMENTO DO CCGI COMO WTO CHAIR

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "CONFERENCIA E LANÇAMENTO DO CCGI COMO WTO CHAIR"

Transcrição

1 CONFERENCIA E LANÇAMENTO DO CCGI COMO WTO CHAIR OS RUMOS DA POLÍTICA DE COMÉRCIO EXTERIOR DO BRASIL Data: Quinta 11/09/2014 Local: Auditório da FGV Av. 9 de Julho 2029 Das 9h00 as 17h00 O superávit do comércio exterior brasileiro mostra declínio desde Caiu de US$ 46 bilhões em 2006 para US$ 2,5 bilhões em 2013, podendo apresentar déficit em Algumas razões são apresentadas para esse declínio: a crise econômica de 2008, que paralisou a economia global, sem que até hoje tenha ocorrido recuperação significativa nas grandes economias; a reorientação da economia chinesa, que resultou em taxas menores de crescimento, diminuindo a demanda por commodities, os principais produtos exportados pelo Brasil; a perda de competitividade global dos produtos industrializados brasileiros, cuja participação decresceu significativamente nas exportações de nosso país. No entanto, uma visão mais aguda do quadro ajuda a detectar questões outras que poderiam explicar a atual perda de fôlego do comércio exterior brasileiro. Além das questões de Custo Brasil, carga tributária, encargos trabalhistas e câmbio, debate-se, nos meios acadêmicos, se a perda de ímpeto do comércio não seria consequência da opção do País pelo multilateralismo, em detrimento dos acordos preferenciais de comércio, e pela ênfase no comércio Sul-Sul, fragilizando a alternativa Norte-Sul, que envolve os países desenvolvidos, com o consequente distanciamento das cadeias globais de valor. Diante desse quadro, o CCGI Centro do Comércio Global e Investimento da EESP/FGV, com apoio do Valor Econômico propõem a realização da Conferência Os Rumos da Política de Comércio Exterior do Brasil em que serão debatidos os principais pontos de uma proposta de agenda. Serão apresentados dados sobre as oportunidades a serem exploradas, resultados de modelagem de possíveis acordos, bem como a posição do Brasil com relação às cadeias globais de valor. Finalmente, serão discutidas medidas que possam gerar os ajustes necessários tanto em termos de atuação diplomática, quanto de reformulação da estrutura do comércio exterior do Brasil.

2 . Questões a serem debatidas: 1) Por que o superávit comercial brasileiro perdeu fôlego nos últimos anos? 2) Qual o peso da crise global nessa perda? 3) Qual o impacto da diminuição do ritmo de desenvolvimento da China? 4) Qual o peso da perda de competitividade dos produtos industrializados? 5) Como se tem comportado o setor de serviços? 6) O que significa participar das cadeias globais de valor? 7) Por que as exportações de bens industrializados perderam competitividade global? 8) Quais as vantagens da opção do Brasil pelo multilateralismo? 9) Os tratados de comércio preferencial podem ser uma alternativa válida? 10) Há conflito entre a opção multilateralista e a opção por acordos comerciais? 11) Há contradição entre o Brasil manter boas relações Norte-Sul e Sul-Sul? 12) Se os EUA e a União Europeia assinarem o TTIP, como o Brasil será afetado? 13) Qual o potencial de comércio no âmbito dos BRICS? 14) Há vantagens no Brasil se aproximar da Aliança do Pacífico? 15) O Mercosul, hoje, é uma vantagem ou um peso para o Brasil? Este evento inaugura as atividades da Cátedra OMC no Brasil atribuída ao CCGI Centro de Comércio Global e Investimento da EESP-FGV.

3 PROGRAMA CONFERÊNCIA OS RUMOS DA POLÍTICA DE COMÉRCIO EXTERIOR DO BRASIL Abertura 9h00 9h30 LANÇAMENTO DA CATEDRA OMC Representantes do CCGI, da EESP-FGV e da OMC Painel 1 9h30 10h45 Dados e Fatos: um retrato do Brasil nas correntes internacionais de comércio Objetivo: Apresentar um quadro atual dos fluxos, origens e destinos das exportações e importações brasileiras. Examinar a participação da agricultura, indústria e serviços no comércio, e o porquê da perda da competitividade brasileira. Comparar custos mão de obra, energia, tributários e de infraestrutura com os de outros parceiros internacionais do Brasil. Palestrantes convidados: Presidente Yoshiaki Nakano Acadêmico - Ricardo Markwald Funcex Debatedor Sandra Rios CINDES Daniel Godinho SECEX Carlos Abijaoldi CNI Tatiana Palermo CNA Mauro Laviola AEB Coffee Break 10h45 11h00 Painel 2 11h00 12h15 Brasil: a ideologia da opção sul-sul ou o pragmatismo da opção sul-norte? Objetivo: Debater as vantagens e desvantagens da atual Política de Comércio Exterior do Brasil. Examinar como reforçar o multilateralismo da OMC com os ganhos dos acordos comerciais. Debater quais seriam as opções para acordos comerciais: sul-sul, sul-norte, sulleste ou sul-oeste. Analisar os impactos para o Brasil dos Mega-Acordos Comerciais (TTIP e TPP) e o enfraquecimento da OMC. Discutir se o Mercosul é hoje uma oportunidade ou uma camisa de força para o comércio. Indagar sobre as opções do Brasil para a América do Sul, e se a Aliança do Pacífico representa uma ameaça da China na região. Questionar o que representam os BRICS e como podem atuar para resgatar a posição central da OMC.

4 Presidente: Embaixador Luiz Felipe de Seixas Correa Acadêmico Vera Thorstensen FGV SP Debatedor Aluisio Lima Campos American University School of Law Ronaldo Costa MRE Pedro Passos IEDI Tomas Zanotto FIESP Roberto Rodrigues GV AGRO Painel 3 12h15 13h30 O Brasil nas cadeias globais de valor: custos e oportunidades de se conectar às cadeias Objetivo: Apresentar a posição do Brasil nas cadeias globais. Debater quais setores industriais e de serviços tem potencial para integrar-se e beneficiar-se das cadeias globais de produção. Indagar qual é o papel dos serviços na agregação de valor das cadeias. Examinar quais seriam os programas de uma plataforma de inserção do Brasil nessas cadeias. Analisar qual a relação dos acordos de comércio com o fortalecimento das cadeias. Para fortalecer as cadeias, quais seriam os mais relevantes parceiros comerciais do Brasil? Presidente Professor Celso Lafer Acadêmico Lucas Ferraz FGV SP Debatedor Renato Baumann IPEA Paulo Estivallet Mesquita MRE José Serrador Embraer Luiz Fernando Furlan Roberto Caiuby Vidigal Brunch 13h30 14h30 Painel 4 14h30 15h45 A voz do setor produtivo Objetivo: A formulação de uma nova Política para o Comércio Exterior deve contemplar os anseios dos diversos segmentos produtivos envolvidos no comércio internacional. Mediador: Jornalista Representante da ABIT Representante da ABIQUIM Representante da ANFAVEA Representante da ABIA Representante da ABIMAQ

5 Representante da ABINEE Representante da IBA Painel 5 15h45 17h00 Uma nova estrutura para uma nova Política de Comércio Exterior Objetivo: Debater como reformular a estrutura governamental, de forma a dar coordenação e suporte a nova Política de Comércio Exterior. Examinar reformas necessárias do ponto de vista estrutural e de instrumentos de Política. Mediadora: Vera Thorstensen Clodoaldo Hugueney Rubens Barbosa Alessandro Teixeira Samuel Pinheiro Guimarães Eduardo Gianetti da Fonseca Sergio Amaral

Novas perspectivas para o Comércio entre Brasil e China. Resenha Economia e Segurança

Novas perspectivas para o Comércio entre Brasil e China. Resenha Economia e Segurança Novas perspectivas para o Comércio entre Brasil e China Resenha Economia e Segurança Daniel Mendes 21 de outubro de 2004 Novas perspectivas para o Comércio entre Brasil e China Resenha Economia e Comércio

Leia mais

Relatório. Palestra com Embaixador Clodoaldo Hugueney

Relatório. Palestra com Embaixador Clodoaldo Hugueney Relatório Palestra com Embaixador Clodoaldo Hugueney São Paulo, 22 de março de 2013 Agradecemos a BRF pelo apoio na organização deste evento. Embaixador Clodoaldo Hugueney 2 Embaixador Sergio Amaral e

Leia mais

Relato Ciclo de Palestras com David Shambaugh

Relato Ciclo de Palestras com David Shambaugh Relato Ciclo de Palestras com David Shambaugh China Goes Global: the partial power Assessing China s relation with Latin America China: the challenges of the new leadership RJ, DF e SP, 13 a 15 de maio

Leia mais

- Observatório de Política Externa Brasileira - Nº 67 02/09/05 a 08/09/05

- Observatório de Política Externa Brasileira - Nº 67 02/09/05 a 08/09/05 - Observatório de Política Externa Brasileira - Nº 67 02/09/05 a 08/09/05 Lula faz um balanço da política externa O presidente Luiz Inácio Lula da Silva fez um balanço de sua política externa na cerimônia

Leia mais

Agenda. Cenário atual enfrentado pelo exportador. O programa do próximo governo. Política comercial: agenda pendente.

Agenda. Cenário atual enfrentado pelo exportador. O programa do próximo governo. Política comercial: agenda pendente. Agenda Cenário atual enfrentado pelo exportador O programa do próximo governo Política comercial: agenda pendente Parte da resposta Cenário Atual Problemas internos Entraves operacionais Infraestrutura

Leia mais

INTRODUÇÃO A RELEVÂNCIA DOS BRICS

INTRODUÇÃO A RELEVÂNCIA DOS BRICS INTRODUÇÃO Entre os dias 04 e 06 de junho de 2012, a cidade do Rio de Janeiro sediará a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio+20), durante a qual entidades da sociedade civil

Leia mais

Brasil-China: Uma Agenda de

Brasil-China: Uma Agenda de Brasil-China: Uma Agenda de Colaboração Jorge Arbache BNDES Palácio do Itamaraty, Rio de Janeiro, 17 de junho de 2011 1 China Principal parceiro comercial do Brasil Um dos principais investidores estrangeiros

Leia mais

China: novos rumos, mais oportunidades

China: novos rumos, mais oportunidades China: novos rumos, mais oportunidades Brasil pode investir em diversas áreas, como tecnologia, exploração espacial e infraestrutura 10 KPMG Business Magazine A China continua a ter na Europa o principal

Leia mais

SUMÁRIO. ANÁLISE DEREX Raio X das relações bilaterais Brasil-China Raio X dos investimentos

SUMÁRIO. ANÁLISE DEREX Raio X das relações bilaterais Brasil-China Raio X dos investimentos JANEIRO 2016 SUMÁRIO ANÁLISE DEREX Raio X das relações bilaterais Brasil-China Raio X dos investimentos 3 3 4 SERVIÇOS Certificação de Origem Consulta pública da Receita Federal do Brasil sobre procedimentos

Leia mais

Indicadores de Desempenho Junho de 2014

Indicadores de Desempenho Junho de 2014 Junho de 2014 PANORAMA CONJUNTURAL FIEA Lenta recuperação da economia global Os dados do último relatório World Economic Outlook do FMI, como podem ser observado nos gráficos nº 1 e 2, deixam claro que

Leia mais

O COMÉRCIO EXTERIOR DO BRASIL

O COMÉRCIO EXTERIOR DO BRASIL International Seminar & Book Launch of "Surmounting Middle Income Trap: the Main Issues for Brazil" Institute of Latin American Studies (ILAS, CASS) Brazilian Institute of Economics at Getulio Vargas Foundation

Leia mais

Acordo com Mercosul não é prioridade para novo presidente da Comissão Europeia

Acordo com Mercosul não é prioridade para novo presidente da Comissão Europeia Acordo com Mercosul não é prioridade para novo presidente da Comissão Europeia Jean-Claude Juncker, do Partido Popular Europeu (EPP), foi eleito presidente da Comissão Europeia no dia 15 de julho. A aprovação

Leia mais

Histórico da OMC: construção e evolução do sistema multilateral de comércio

Histórico da OMC: construção e evolução do sistema multilateral de comércio Histórico da OMC: construção e evolução do sistema multilateral de comércio Especial Perfil Wesley Robert Pereira 08 de setembro de 2005 Histórico da OMC: construção e evolução do sistema multilateral

Leia mais

BRICS e o Mundo Emergente

BRICS e o Mundo Emergente BRICS e o Mundo Emergente 1. Apresente dois argumentos favoráveis à decisão dos países integrantes da Aliança do Pacífico de formarem um bloco regional de comércio. Em seguida, justifique a situação vantajosa

Leia mais

Relato Almoço com Embaixador Valdemar Carneiro Leão

Relato Almoço com Embaixador Valdemar Carneiro Leão Relato Almoço com Embaixador Valdemar Carneiro Leão SP, 09 de abril de 2013 Agradecemos o apoio da PwC pela parceria na realização deste evento. O Conselho Empresarial Brasil China (CEBC) realizou, no

Leia mais

Equipe: RENATA BARBOSA DE ARAÚJO DUARTE

Equipe: RENATA BARBOSA DE ARAÚJO DUARTE As Micro e Pequenas Empresas na Exportação Brasileira Brasil 1998-2009 EDITORIAL Presidente do Conselho Deliberativo Nacional: ROBERTO SIMÕES Diretor-Presidente: PAULO TARCISO OKAMOTTO Diretor Técnico:

Leia mais

A COMPETITIVIDADE DA INDÚSTRIA DE TRANSFORMAÇÃO E DE BENS DE CAPITAL

A COMPETITIVIDADE DA INDÚSTRIA DE TRANSFORMAÇÃO E DE BENS DE CAPITAL A COMPETITIVIDADE DA INDÚSTRIA DE TRANSFORMAÇÃO E DE BENS DE CAPITAL Uma análise do período 2000 2011 Abril de 2012 A competitividade da ind. de transformação e de BK A evolução do período 2000 2011, do:

Leia mais

Visão. O comércio entre os BRICS e suas oportunidades de crescimento. do Desenvolvimento. nº 93 15 abr 2011. no comércio internacional

Visão. O comércio entre os BRICS e suas oportunidades de crescimento. do Desenvolvimento. nº 93 15 abr 2011. no comércio internacional Visão do Desenvolvimento nº 93 15 abr 2011 O comércio entre os BRICS e suas oportunidades de crescimento Por Fernando Puga e Filipe Lage de Sousa Economistas da APE Países têm grande potencial de aprofundar

Leia mais

Sociedade Brasileira de Estudos de Empresas Transnacionais e da Globalização Econômica RESILIÊNCIA EXTERNA EM XEQUE: O PASSIVO EXTERNO LÍQUIDO

Sociedade Brasileira de Estudos de Empresas Transnacionais e da Globalização Econômica RESILIÊNCIA EXTERNA EM XEQUE: O PASSIVO EXTERNO LÍQUIDO Sociedade Brasileira de Estudos de Empresas Transnacionais e da Globalização Econômica Ano XV Nº 96 Julho / 2013 O passivo externo brasileiro não apenas se reduziu em proporção do PIB. Além disso, sua

Leia mais

RISCOS E OPORTUNIDADES PARA A INDÚSTRIA DE BENS DE CONSUMO. Junho de 2012

RISCOS E OPORTUNIDADES PARA A INDÚSTRIA DE BENS DE CONSUMO. Junho de 2012 RISCOS E OPORTUNIDADES PARA A INDÚSTRIA DE BENS DE CONSUMO Junho de 2012 Riscos e oportunidades para a indústria de bens de consumo A evolução dos últimos anos, do: Saldo da balança comercial da indústria

Leia mais

O Mapa Estratégico da Indústria 2013-2022 I Seminário O Comércio Exterior e a Indústria Centro Internacional de Negócios (CIN) - PR 24 de outubro de

O Mapa Estratégico da Indústria 2013-2022 I Seminário O Comércio Exterior e a Indústria Centro Internacional de Negócios (CIN) - PR 24 de outubro de O Mapa Estratégico da Indústria 2013-2022 I Seminário O Comércio Exterior e a Indústria Centro Internacional de Negócios (CIN) - PR 24 de outubro de 2013 FIEP Curitiba, SP Roteiro 1 2 3 4 A CONSTRUÇÃO

Leia mais

índice AUTONOMIA, NÃO-INDIFERENÇA E PRAGMATISMO: VETORES CONCEITUAIS DA POLÍTICA EXTERNA DO GOVERNO LULA Maria

índice AUTONOMIA, NÃO-INDIFERENÇA E PRAGMATISMO: VETORES CONCEITUAIS DA POLÍTICA EXTERNA DO GOVERNO LULA Maria índice Apresentação Pedro da Motta Veiga... 7 Política Comerciale Política Externa do Brasil AUTONOMIA, NÃO-INDIFERENÇA E PRAGMATISMO: VETORES CONCEITUAIS DA POLÍTICA EXTERNA DO GOVERNO LULA Maria Regina

Leia mais

Mesmo com um papa argentino, os brasileiros acreditam. Gosto pela diplomacia. humanidades relações exteriores y

Mesmo com um papa argentino, os brasileiros acreditam. Gosto pela diplomacia. humanidades relações exteriores y humanidades relações exteriores y Gosto pela diplomacia Cresce o interesse de brasileiros pelos rumos da política externa Carlos Haag Mesmo com um papa argentino, os brasileiros acreditam que o país está

Leia mais

Inovar para Sustentar o Crescimento

Inovar para Sustentar o Crescimento Café & Debate Escola Nacional de Administração Pública ENAP Inovar para Sustentar o Crescimento Glauco Depto. de Sociologia USP Brasília, 19 de abril de 2007 2007 China: volta ao patamar natural? Data

Leia mais

Capitalismo na China é negócio de Estado e no Brasil é negócio de governo*

Capitalismo na China é negócio de Estado e no Brasil é negócio de governo* Capitalismo na China é negócio de Estado e no Brasil é negócio de governo* Carlos Sidnei Coutinho** Cenário Mundial na primeira década do século XXI Os Estados soberanos se destacam como garantidores,

Leia mais

A África do Sul Pós-Apartheid: entre a Ortodoxia da Política Econômica e a Afirmação de uma Política Externa Soberana

A África do Sul Pós-Apartheid: entre a Ortodoxia da Política Econômica e a Afirmação de uma Política Externa Soberana A África do Sul Pós-Apartheid: entre a Ortodoxia da Política Econômica e a Afirmação de uma Política Externa Soberana Alexandre de Freitas Barbosa e Ângela Cristina Tepassê São Paulo, 3 de novembro de

Leia mais

Relações Brasil-África:

Relações Brasil-África: 53 Relações Brasil-África: cooperação técnica e comércio Lia Valls Pereira Em 2008, o governo brasileiro lançou a Política de Desenvolvimento Produtivo (PDP). No capítulo sobre Destaques Estratégicos temas

Leia mais

O DESAFIO BRASILEIRO

O DESAFIO BRASILEIRO O DESAFIO BRASILEIRO 1 Principais desafios do comércio mundial para o Brasil O comércio global brasileiro por meio de contêineres principal motor para a globalização do país está crescendo cerca de 4%

Leia mais

CENÁRIO ECONÔMICO BRASILEIRO ANÁLISES DO PERÍODO 1996/2014

CENÁRIO ECONÔMICO BRASILEIRO ANÁLISES DO PERÍODO 1996/2014 CENÁRIO ECONÔMICO BRASILEIRO ANÁLISES DO PERÍODO / BOLETIM: OUTUBRO/2015 PESQUISA DE PRODUTIVIDADE SOBRE A EQUIPE TÉCNICA DA FUNDAÇÃO DOM CABRAL (FDC) COORDENAÇÃO TÉCNICA DA PESQUISA DE PRODUTIVIDADE:

Leia mais

Relatório Mensal - Julho

Relatório Mensal - Julho Relatório Mensal - Julho (Este relatório foi redigido pela Kapitalo Investimentos ) Cenário Global A economia global apresentou uma relevante desaceleração nos primeiros meses do ano. Nosso indicador de

Leia mais

Senado Federal Comissão de Relações Exteriores Maio/2011. Pontifícia Universidade Católica de São Paulo Universidade Estadual da Paraíba

Senado Federal Comissão de Relações Exteriores Maio/2011. Pontifícia Universidade Católica de São Paulo Universidade Estadual da Paraíba A INFLUÊNCIA DA CHINA NA ÁFRICA SETENTRIONAL E MERIDIONAL Senado Federal Comissão de Relações Exteriores Maio/2011 Henrique Altemani de Oliveira Pontifícia Universidade Católica de São Paulo Universidade

Leia mais

2 www.iccbrasil.com. Daniel Feffer Presidente do Conselho da ICC Brasil

2 www.iccbrasil.com. Daniel Feffer Presidente do Conselho da ICC Brasil www.iccbrasil.com 1 Convidamos todas as empresas brasileiras com interesses internacionais, de todas as partes do Brasil, a juntar-se a nós, para que façamos do nosso Comitê Nacional uma força motriz da

Leia mais

O Brasil, os demais BRICS e a agenda do setor privado.

O Brasil, os demais BRICS e a agenda do setor privado. O Brasil, os demais BRICS e a agenda do setor privado. João Augusto Baptista Neto* Analista de Comércio Exterior Secretaria Executiva da CAMEX 1. Brasil, os demais BRICS e o setor privado brasileiro Muito

Leia mais

THIAGO DE MORAES thiagoraes@hotmail.com. ORIENTADOR: CRISTIANO MORINI Estágio Supervisionado em ADM-GNI - UNIMEP cmorini@unimep.br

THIAGO DE MORAES thiagoraes@hotmail.com. ORIENTADOR: CRISTIANO MORINI Estágio Supervisionado em ADM-GNI - UNIMEP cmorini@unimep.br Panorama Recente do Comércio Exterior Brasileiro: Um Estudo Comparativo (2003 2006) Entre as Cinco Principais Cidades Exportadoras do Estado de São Paulo. THIAGO DE MORAES thiagoraes@hotmail.com ORIENTADOR:

Leia mais

PROJECTO DE RELATÓRIO

PROJECTO DE RELATÓRIO ASSEMBLEIA PARLAMENTAR PARITÁRIA ACP-UE Comissão do Desenvolvimento Económico, das Finanças e do Comércio ACP-EU/101.516/B/13 18.08.2013 PROJECTO DE RELATÓRIO sobre a cooperação Sul-Sul e a cooperação

Leia mais

AChina foi o terceiro principal mercado das exportações brasileiras e o. AChina tem uma população que é 7,25 vezes maior que a do Brasil e um

AChina foi o terceiro principal mercado das exportações brasileiras e o. AChina tem uma população que é 7,25 vezes maior que a do Brasil e um KA Cad1_06 11.04 17.04.06 13:16 Page 129 Relações comerciais Brasil-China: um parceiro especial? 129 L IA VALLS P EREIRA INTRODUÇÃO AChina foi o terceiro principal mercado das exportações brasileiras e

Leia mais

Prazo das concessões e a crise econômica

Prazo das concessões e a crise econômica Prazo das concessões e a crise econômica ABCE 25 de Setembro de 2012 1 1. Economia Internacional 2. Economia Brasileira 3. O crescimento a médio prazo e a infraestrutura 2 Cenário internacional continua

Leia mais

Agenda. 1. Introdução 2. Acordos comerciais: o debate contemporâneo sobre. 3. Brasil. 4. Rússia. 5. Índia. 6. China. 7. África do Sul. 8.

Agenda. 1. Introdução 2. Acordos comerciais: o debate contemporâneo sobre. 3. Brasil. 4. Rússia. 5. Índia. 6. China. 7. África do Sul. 8. Agenda 1. Introdução 2. Acordos comerciais: o debate contemporâneo sobre 3. Brasil 4. Rússia 5. Índia 6. China 7. África do Sul 8. Conclusões 1. Introdução Relevância dos BRICS em diversas searas coloca

Leia mais

Seminário A economia argentina e as perspectivas das relações com o Brasil e o Mercosul Rio de Janeiro, 22 de agosto de 2008

Seminário A economia argentina e as perspectivas das relações com o Brasil e o Mercosul Rio de Janeiro, 22 de agosto de 2008 Seminário A economia argentina e as perspectivas das relações com o Brasil e o Mercosul Rio de Janeiro, 22 de agosto de 2008 Os interesses empresariais brasileiros na América do Sul Os interesses empresariais

Leia mais

Inovação e Comércio Exterior Luiz Fernando Furlan

Inovação e Comércio Exterior Luiz Fernando Furlan Inovação e Comércio Exterior Luiz Fernando Furlan Introdução Esta apresentação tem como objetivo sinalizar a importância de uma efetiva articulação entre a política de comércio exterior e a política tecnológica,

Leia mais

Seminários de comércio exterior: financiamento e operações de comércio exterior

Seminários de comércio exterior: financiamento e operações de comércio exterior ABRIL 2015 SUMÁRIO ANÁLISE DEREX 3 Raio X do Comércio Exterior Brasileiro 3 Raio X das relações bilaterais Brasil-China 4 Raio X dos investimentos 5 Panorama de medidas regulatórias 6 CONEXÕES 7 Seminários

Leia mais

Desafio mundial. Paralelamente a questões

Desafio mundial. Paralelamente a questões KPMG Business Magazine 31 Getty Images/Alexander Bryljaev Muitas tendências apontadas pelo estudo já são evidentes, e a lentidão na busca de soluções para mitigá-las trará sérias consequências para a população

Leia mais

Artigo publicado. na edição 30. www.revistamundologistica.com.br. Assine a revista através do nosso site. setembro e outubro de 2012

Artigo publicado. na edição 30. www.revistamundologistica.com.br. Assine a revista através do nosso site. setembro e outubro de 2012 Artigo publicado na edição 30 Assine a revista através do nosso site setembro e outubro de 2012 www.revistamundologistica.com.br Paulo Guedes :: opinião LOGÍSTICA A Logística como instrumento estratégico

Leia mais

UMA ANÁLISE DAS TENDÊNCIAS GLOBAIS PARA 2025: As Perspectivas de Novas Potências Econômicas Internacionais

UMA ANÁLISE DAS TENDÊNCIAS GLOBAIS PARA 2025: As Perspectivas de Novas Potências Econômicas Internacionais UMA ANÁLISE DAS TENDÊNCIAS GLOBAIS PARA 2025: As Perspectivas de Novas Potências Econômicas Internacionais Arielli Xavier de Lima 1, Vilma da Silva Santos 2, Paulo Cesar Ribeiro Quintairos 3, Edson Aparecida

Leia mais

O Banco Mundial e a Agricultura uma discussão crítica do RDM 2008

O Banco Mundial e a Agricultura uma discussão crítica do RDM 2008 O Banco Mundial e a Agricultura uma discussão crítica do RDM 2008 Carlos Nuno Castel-Branco 1 Diferentemente do que se diz na introdução do RDM 2008, este não é o segundo, mas em vez disso é o terceiro,

Leia mais

As mudanças no comércio exterior brasileiro no primeiro semestre de 2008

As mudanças no comércio exterior brasileiro no primeiro semestre de 2008 As mudanças no comércio exterior brasileiro no primeiro semestre de 2008 Julio Gomes de Almeida Mauro Thury de Vieira Sá Daniel Keller de Almeida Texto para Discussão. IE/UNICAMP n. 149, nov. 2008. ISSN

Leia mais

Impactos do atual modelo de desenvolvimento econômico sobre as empresas

Impactos do atual modelo de desenvolvimento econômico sobre as empresas Impactos do atual modelo de desenvolvimento econômico sobre as empresas Ilan Goldfajn Economista-chefe e Sócio Itaú Unibanco Dezembro, 2015 1 Roteiro sofre de diversos desequilíbrios e problemas de competitividade.

Leia mais

Questões Específicas. Geografia Professor: Cláudio Hansen 03/12/2014. #VaiTerEspecífica

Questões Específicas. Geografia Professor: Cláudio Hansen 03/12/2014. #VaiTerEspecífica Questões Específicas 1. Considerando os Blocos Econômicos, a União Europeia (27 países em 2011) permanece como relevante importador de mercadorias brasileiras. Considerando os países individualmente, a

Leia mais

Carlos Pio. O Brasil está preparado para atender a um novo cenário de demanda?

Carlos Pio. O Brasil está preparado para atender a um novo cenário de demanda? As Novas Perspectivas do Mercado Internacional O Brasil está preparado para atender a um novo cenário de demanda? Carlos Pio Professor, UnB (Economia Política Int l) Sócio, Augurium (Risco Político) 1

Leia mais

Entrevista / Ricardo Amorim por Roberto Ferreira / Foto Victor Andrade

Entrevista / Ricardo Amorim por Roberto Ferreira / Foto Victor Andrade Entrevista / Ricardo Amorim por Roberto Ferreira / Foto Victor Andrade 28 r e v i s t a revenda construção entrevista_ed.indd 28 14/05/10 22:05 País rico e já estável era rricardo Amorim, economista formado

Leia mais

Exercícios sobre a China

Exercícios sobre a China Exercícios sobre a China 1. (Adaptado de SENE, Eustáquio e MOREIRA, João C. geral e do Brasil. São Paulo. Scipione, 2010.) Há trinta anos, a República Popular da China iniciou uma política de reformas

Leia mais

EXPORTAR. A saída é. Através da CHAMA EMPREENDEDORA, Rede das Associações Comerciais será aliada do Plano Nacional de Exportações

EXPORTAR. A saída é. Através da CHAMA EMPREENDEDORA, Rede das Associações Comerciais será aliada do Plano Nacional de Exportações Comércio Exterior A saída é EXPORTAR Através da CHAMA EMPREENDEDORA, Rede das Associações Comerciais será aliada do Plano Nacional de Exportações Enquanto as reformas não acontecem, é preciso fazer o que

Leia mais

Terceira Sessão Desafios para a internacionalização dos empreendimentos brasileiros. Possibilidades e desafios da inserção produtiva

Terceira Sessão Desafios para a internacionalização dos empreendimentos brasileiros. Possibilidades e desafios da inserção produtiva Terceira Sessão Desafios para a internacionalização dos empreendimentos brasileiros. Possibilidas e safios da inserção produtiva Prof. Fernando Sarti IE-UNICAMP Fecomércio, São Paulo, 3 Agosto 2012 Estrutura

Leia mais

CURSOS DE EXTENSÃO 2010

CURSOS DE EXTENSÃO 2010 CURSOS DE EXTENSÃO 2010 MARÇO AULA MAGNA Ministrante: João Stringhini Tema: Marketing para quem decide Público alvo: Acadêmicos do Curso de Administração e Tecnólogo em Gestão Comercial. Data: 8 de março

Leia mais

BRICS MONITOR. Ciência, Tecnologia e Inovação nas Cúpulas dos BRICS, de 2009 até hoje

BRICS MONITOR. Ciência, Tecnologia e Inovação nas Cúpulas dos BRICS, de 2009 até hoje BRICS MONITOR Ciência, Tecnologia e Inovação nas Cúpulas dos BRICS, de 2009 até hoje Abril, 2013 Núcleo Sistemas de Inovação e Governança do Desenvolvimento Autores: Luís Fernandes (coord.), Ana Garcia

Leia mais

Análise de Conjuntura

Análise de Conjuntura Câmara dos Deputados Consultoria Legislativa Análise de Conjuntura Boletim periódico da Consultoria Legislativa da Câmara dos Deputados Os textos são da exclusiva responsabilidade de seus autores. O boletim

Leia mais

Siderurgiaemfoco. Encontro Nacional da Siderurgia. discute rumos da produção de aço. Nº8 Junho 2008 www.ibs.org.br ibs@ibs.org.br

Siderurgiaemfoco. Encontro Nacional da Siderurgia. discute rumos da produção de aço. Nº8 Junho 2008 www.ibs.org.br ibs@ibs.org.br Nº8 Junho 2008 www.ibs.org.br ibs@ibs.org.br Siderurgiaemfoco Encontro Nacional da Siderurgia discute rumos da produção de aço Cerca de 600 pessoas participaram do I Encontro Nacional da Siderurgia, promovido

Leia mais

Quais Foram as Principais estratégias estabelecida pela Política Industrial e Comércio Exterior, adotada pelo Governo Brasileiro?

Quais Foram as Principais estratégias estabelecida pela Política Industrial e Comércio Exterior, adotada pelo Governo Brasileiro? Quais Foram as Principais estratégias estabelecida pela Política Industrial e Comércio Exterior, adotada pelo Governo Brasileiro? Política industrial é um conjunto de medidas para o desenvolvimento de

Leia mais

Uma Agenda Anti-Crise para a Política de Comércio Exterior do Brasil

Uma Agenda Anti-Crise para a Política de Comércio Exterior do Brasil 1 Uma Agenda Anti-Crise para a Política de Comércio Exterior do Brasil Vera Thorstensen 1 O Brasil vive atualmente duas graves crises interligadas. A primeira é a crise política, que pode ser resolvida

Leia mais

Informativo Semanal de Economia Bancária

Informativo Semanal de Economia Bancária 1 Comentário Semanal A semana começa ainda sob impacto do debate acerca da evolução do quadro fiscal e seus possíveis efeitos sobre o crescimento da economia e, conseqüentemente, sobre os juros em 2010.

Leia mais

A competitividade da Finlândia e a economia baseada na inovação

A competitividade da Finlândia e a economia baseada na inovação Projeto Perspectivas do Desenvolvimento Brasileiro Livro II: Trajetórias Recentes de Desenvolvimento: Estudos de Experiências Internacionais Selecionadas A competitividade da Finlândia e a economia baseada

Leia mais

INTERCÂMBIO COMERCIAL BRASILEIRO NO MERCOSUL 1994 A 2003

INTERCÂMBIO COMERCIAL BRASILEIRO NO MERCOSUL 1994 A 2003 INTERCÂMBIO COMERCIAL BRASILEIRO NO A Marco Antônio Martins da Costa Melucci Friedhlde Maria Kutner Manolescu -Faculdade de Ciências Sociais Aplicadas FCSA Universidade do Vale do Paraíba. Av. Shishima

Leia mais

Master em Regulação do Comércio Global. Master in International Trade Regulation (MITRE)

Master em Regulação do Comércio Global. Master in International Trade Regulation (MITRE) Proposta de curso de pós-graduação Escola de Economia de São Paulo da FGV Master em Regulação do Comércio Global Master in International Trade Regulation (MITRE) OU Coordenadores: Vera Thorstensen (EESP)

Leia mais

Brasil: Planos de estímulo à infraestrutura e às exportações

Brasil: Planos de estímulo à infraestrutura e às exportações Brasil: Planos de estímulo à infraestrutura e às exportações Depois de permanecer estancada durante 2014, a economia brasileira se contraiu durante o primeiro semestre de 2015 e se espera que termine o

Leia mais

Aumentar a fonte Diminuir a fonte

Aumentar a fonte Diminuir a fonte 1 de 6 31/01/2014 23:46 Aumentar a fonte Diminuir a fonte SOMOS CINCO - Líderes dos países integrantes dos Brics em reunião na China, em 2011, que marcou a entrada da África do Sul Crédito: Roberto Stuckert

Leia mais

PROVA MENSAL QUESTÃO 1

PROVA MENSAL QUESTÃO 1 PROVA MENSAL QUESTÃO 1 a) (0,5) O texto acima retrata uma característica urbana que virou uma tendência com o avanço da globalização. Identifique essa característica, utilizando-se de elementos do texto.

Leia mais

Conjuntura Global Dá uma Guinada Rumo ao Desenvolvimento

Conjuntura Global Dá uma Guinada Rumo ao Desenvolvimento Volume 11, Number 4 Fourth Quarter 2009 Conjuntura Global Dá uma Guinada Rumo ao Desenvolvimento As economias pelo mundo estão emergindo da recessão, embora em diferentes velocidades. As economias em desenvolvimento

Leia mais

1. (FGV 2014) A questão está relacionada ao gráfico e ao texto apresentados.

1. (FGV 2014) A questão está relacionada ao gráfico e ao texto apresentados. Brasil e Commodities 1. (FGV 2014) A questão está relacionada ao gráfico e ao texto apresentados. Desde 2007, os produtos básicos sinalizam uma estabilização no quantum importado, apresentando pequena

Leia mais

A Política de Comércio Exterior Brasileira

A Política de Comércio Exterior Brasileira A Política de Comércio Exterior Brasileira Tatiana Lacerda Prazeres Secretária de Comércio Exterior Porto Velho, Setembro de 2011. Roteiro da Apresentação 1 Comércio Exterior Brasileiro 2 Panorama do Comércio

Leia mais

Taxas de Juros e Câmbio: Efeitos dos juros e do câmbio sobre a indústria. 1. Câmbio atual é inadequado para a estrutura industrial brasileira

Taxas de Juros e Câmbio: Efeitos dos juros e do câmbio sobre a indústria. 1. Câmbio atual é inadequado para a estrutura industrial brasileira Comissão de Finanças e Tributação Seminário: Taxas de Juros e Câmbio: Efeitos dos juros e do câmbio sobre a indústria Armando Monteiro Neto Presidente CNI Maio 2010 1. Câmbio atual é inadequado para a

Leia mais

Produção de Commodities e Desenvolvimento Econômico O Esforço Empresarial Brasileiro Instituto de Economia UNICAMP 29 de março de 2010

Produção de Commodities e Desenvolvimento Econômico O Esforço Empresarial Brasileiro Instituto de Economia UNICAMP 29 de março de 2010 Produção de Commodities e Desenvolvimento Econômico O Esforço Empresarial Brasileiro Instituto de Economia UNICAMP 29 de março de 2010 A produção de commodities e a transformação econômica do Brasil João

Leia mais

Fevereiro/2014. Cenário Econômico: Piora das Perspectivas de Crescimento. Departamento t de Pesquisas e Estudos Econômicos

Fevereiro/2014. Cenário Econômico: Piora das Perspectivas de Crescimento. Departamento t de Pesquisas e Estudos Econômicos Fevereiro/2014 Cenário Econômico: Piora das Perspectivas de Crescimento Departamento t de Pesquisas e Estudos Econômicos 1 Retrospectiva 2013 Frustração das Expectativas 2 Deterioração das expectativas

Leia mais

Propostas de temas de Trabalho de Projeto. Mestrado em Economia FEUC

Propostas de temas de Trabalho de Projeto. Mestrado em Economia FEUC Propostas de temas de Trabalho de Projeto Mestrado em Economia FEUC Nota: a lista que se segue não é exaustiva. Os alunos podem e devem mostrar autonomia na escolha de temas para desenvolvimento no Trabalho

Leia mais

Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica

Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica Painel: A CADEIA PRODUTIVA - desenvolvimento da indústria do petróleo e gás no Brasil e o desenvolvimento da indústria de equipamentos e ferramentas

Leia mais

Brasil China. Vera Thorstensen 2011

Brasil China. Vera Thorstensen 2011 Brasil China De conflito de interesses à busca de uma agenda comum Vera Thorstensen 2011 Análise Transversal da Regulação do Comércio Regras Multilaterais OMC (DSB), FMI, BM, OCDE, UNCTAD, FAO, OMPI Regras

Leia mais

Departamento de Negociações Internacionais

Departamento de Negociações Internacionais Departamento de Negociações Internacionais O Setor de Bens de Capital Mecânico e as Negociações Comerciais Apresentação do Estudo Consultoria ECOSTRAT 14 de setembro de 2006 Consultores da Ecostrat Apresentação

Leia mais

Perspectivas 2014 Brasil e Mundo

Perspectivas 2014 Brasil e Mundo 1 Perspectivas 2014 Brasil e Mundo 2 Agenda EUA: Fim dos estímulos em 2013? China: Hard landing? Zona do Euro: Crescimento econômico? Brasil: Deixamos de ser rumo de investimentos? EUA Manutenção de estímulos

Leia mais

ESTRATÉGIAS CORPORATIVAS COMPARADAS CMI-CEIC

ESTRATÉGIAS CORPORATIVAS COMPARADAS CMI-CEIC ESTRATÉGIAS CORPORATIVAS COMPARADAS CMI-CEIC 1 Sumário Executivo 1 - A China em África 1.1 - Comércio China África 2 - A China em Angola 2.1 - Financiamentos 2.2 - Relações Comerciais 3 - Características

Leia mais

Política Industrial Para Micro, Pequenas e Médias Empresas. Mansueto Almeida - IPEA 4ª Conferência Brasileira de APLs

Política Industrial Para Micro, Pequenas e Médias Empresas. Mansueto Almeida - IPEA 4ª Conferência Brasileira de APLs Política Industrial Para Micro, Pequenas e Médias Empresas Mansueto Almeida - IPEA 4ª Conferência Brasileira de APLs Política Industrial no Brasil maior abertura de uma economia não aumenta, necessariamente,

Leia mais

GESTÃO ESTRATÉGICA DO MAPA

GESTÃO ESTRATÉGICA DO MAPA GESTÃO ESTRATÉGICA DO MAPA Apresentação Geral Brasília, Setembro de 2006 1 AGENDA ORIGEM E OBJETIVOS DA GESTÃO ESTRATÉGICA NO MAPA PARTICIPANTES DO PROCESSO DE CONSTRUÇÃO FASES E CRONOGRAMA DO PROJETO

Leia mais

Bradesco: Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos Conjuntura Macroeconômica Semanal

Bradesco: Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos Conjuntura Macroeconômica Semanal INFORMATIVO n.º 35 AGOSTO de 2015 Bradesco: Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos Conjuntura Macroeconômica Semanal Depreciação do yuan traz incertezas adicionais à economia chinesa neste ano

Leia mais

REVISTA CONTEÚDO COMÉRCIO INTERNACIONAL: UM ESTUDO DAS PRINCIPAIS DIFICULDADES ENCONTRADAS PELAS EMPRESAS BRASILEIRAS NO COMÉRCIO EXTERIOR 1

REVISTA CONTEÚDO COMÉRCIO INTERNACIONAL: UM ESTUDO DAS PRINCIPAIS DIFICULDADES ENCONTRADAS PELAS EMPRESAS BRASILEIRAS NO COMÉRCIO EXTERIOR 1 COMÉRCIO INTERNACIONAL: UM ESTUDO DAS PRINCIPAIS DIFICULDADES ENCONTRADAS PELAS EMPRESAS BRASILEIRAS NO COMÉRCIO EXTERIOR 1 Leibi Roque 2 RESUMO O presente artigo tem como propósito identificar os principais

Leia mais

Boletim de Comércio Exterior da Bahia Março 2015

Boletim de Comércio Exterior da Bahia Março 2015 ISSN 2179-8745 Boletim de Comércio Exterior da Bahia Março 2015 Sumário SUMÁRIO Governo do Estado da Bahia Rui Costa Secretaria do Planejamento João Leão Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais

Leia mais

A AEB E A PROMOÇÃO COMERCIAL

A AEB E A PROMOÇÃO COMERCIAL MINISTÉRIO DAS RELAÇÕES EXTERIORES DIÁLOGOS SOBRE POLÍTICA EXTERNA PROMOÇÃO COMERCIAL A AEB E A PROMOÇÃO COMERCIAL ANTONIO SERGIO MARTINS MELLO Brasília, 14 de março de 2014 1 HISTÓRICO - AEB MISSÕES E

Leia mais

CENÁRIOS 2013: PERSPECTIVAS E O SETOR DE BKs 19/03/2013

CENÁRIOS 2013: PERSPECTIVAS E O SETOR DE BKs 19/03/2013 CENÁRIOS 2013: PERSPECTIVAS E O SETOR DE BKs 19/03/2013 CENÁRIO GLOBAL Crescimento global de 3,4 % em 2013 O mundo retoma a média histórica de crescimento (3,4% a.a) Zona do Euro sai da recessão Os EEUU

Leia mais

Turbulência Internacional e Impacto para as Exportações do Brasil

Turbulência Internacional e Impacto para as Exportações do Brasil Brasil África do Sul Chile México Coréia do Sul Rússia Austrália Índia Suíça Turquia Malásia Europa China Argentina São Paulo, 26 de setembro de 2011. Turbulência Internacional e Impacto para as Exportações

Leia mais

A INSERÇÃO DO BRASIL NO MUNDO CAP. 14 EXERCÍCIOS DE REVISÃO

A INSERÇÃO DO BRASIL NO MUNDO CAP. 14 EXERCÍCIOS DE REVISÃO A INSERÇÃO DO BRASIL NO MUNDO CAP. 14 EXERCÍCIOS DE REVISÃO 1- O que são multinacionais? São empresas que possuem sua matriz em um país, geralmente desenvolvido, e filiais em outros países, muitos deles

Leia mais

Problemas Ambientais e Globalização

Problemas Ambientais e Globalização Problemas Ambientais e Globalização 1. (UFES 2014) O mapa acima ilustra as ameaças ambientais no Brasil decorrentes da ocupação do solo. a) Cite duas finalidades para o desflorestamento na região do "Arco

Leia mais

Buscando cooperação no mundo pós-crise: DECLARAÇÃO CONJUNTA

Buscando cooperação no mundo pós-crise: DECLARAÇÃO CONJUNTA 3 º Encontro Empresarial Brasil-UE Buscando cooperação no mundo pós-crise: DECLARAÇÃO CONJUNTA Estocolmo, 6 de outubro de 2009 A Confederação de Empresas Suecas (SN), O BUSINESSEUROPE e a Confederação

Leia mais

Oportunidades e Riscos

Oportunidades e Riscos 2.4b INTERNACIONALIZAÇÃO DE EMPRESAS DISCIPLINA: Negócios Internacionais FONTE: DIAS, Reinaldo. RODRIGUES, Waldemar. Comércio Exterior Teoria e Gestão. Atlas. São Paulo: 2004. 1 MOTIVOS (ou VANTAGENS)

Leia mais

COMISSÃO DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO AUDIÊNCIA PÚBLICA 23/11/2011

COMISSÃO DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO AUDIÊNCIA PÚBLICA 23/11/2011 COMISSÃO DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO AUDIÊNCIA PÚBLICA 23/11/2011 PwC 1 PwC 2 2.7 2.5 Setor automotivo Fumo Multiplicador 2.3 Couros Borracha e Plástico 1.9 Metalurgia e Siderurgia

Leia mais

SEMINÁRIO INTERNACIONAL Senado Federal Câmara dos Deputados. Estratégias legislativas para o investimento privado em ciência, tecnologia e inovação

SEMINÁRIO INTERNACIONAL Senado Federal Câmara dos Deputados. Estratégias legislativas para o investimento privado em ciência, tecnologia e inovação DATA/HORÁRIO/LOCAL:08.12.2015, terça-feira 9h-18h20 - Auditório do Interlegis, Senado Federal DATA/HORÁRIO/LOCAL:09.12.2015, quarta-feira 9h-13h - Auditório Nereu Ramos, Câmara dos Deputados SEMINÁRIO

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ECONOMIA

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ECONOMIA UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ECONOMIA INSTITUTO DE PESQUISA ECONÔMICA APLICADA Chamada Pública IPEA/PROESP nº 002/2011 Apoio a Estudos Científicos para a reflexão do Estado

Leia mais

As relações Rússia e China na primeira década do século XXI 1

As relações Rússia e China na primeira década do século XXI 1 Universidade do Vale do Itajaí Curso de Relações Internacionais LARI Laboratório de Análise de Relações Internacionais Região de Monitoramento: Rússia LARI Fact Sheet Agosto/Setembro de 2010 As relações

Leia mais

A CIRCULAÇÃO FINANCEIRA NO MUNDO ATUAL

A CIRCULAÇÃO FINANCEIRA NO MUNDO ATUAL A CIRCULAÇÃO FINANCEIRA NO MUNDO ATUAL 1 -- SISTEMA FINANCEIRO E SEUS COMPONENTES BÁSICOS: >> Sistema financeiro = é formado pelo conjunto de mercados e instituições que servem para relacionar poupadores

Leia mais

PI Brasil e BRICS: A Construção de uma Agenda de Inserção Internacional do Sistema Brasileiro de PI

PI Brasil e BRICS: A Construção de uma Agenda de Inserção Internacional do Sistema Brasileiro de PI PI Brasil e BRICS: A Construção de uma Agenda de Inserção Internacional do Sistema Brasileiro de PI Jorge de P. C. Avila Presidente do INPI FIERGS Novembro de 2011 1. Contexto A institucionalidade da PI

Leia mais

Carteira de projetos prioritários para 2014. Propostas a serem entregues aos presidenciáveis. Mapa Estratégico DA INDÚSTRIA 2013-2022

Carteira de projetos prioritários para 2014. Propostas a serem entregues aos presidenciáveis. Mapa Estratégico DA INDÚSTRIA 2013-2022 Carteira de projetos prioritários para 2014 Propostas a serem entregues aos presidenciáveis Mapa Estratégico da Indústria 2013-2022 OBS: AJUSTAR TAMANHO DA LOMBADA COM O CÁLCULO FINAL DO MIOLO. Mapa Estratégico

Leia mais

OMC: estrutura institucional

OMC: estrutura institucional OMC: estrutura institucional Especial Perfil Wesley Robert Pereira 06 de outubro de 2005 OMC: estrutura institucional Especial Perfil Wesley Robert Pereira 06 de outubro de 2005 Enquanto o GATT foi apenas

Leia mais

OS DESAFIOS DA ECONOMIA BRASILEIRA ROBERTO CASTELLO BRANCO FGV CRESCIMENTO FLORIANÓPOLIS OUT 2015

OS DESAFIOS DA ECONOMIA BRASILEIRA ROBERTO CASTELLO BRANCO FGV CRESCIMENTO FLORIANÓPOLIS OUT 2015 OS DESAFIOS DA ECONOMIA BRASILEIRA ROBERTO CASTELLO BRANCO FGV CRESCIMENTO FLORIANÓPOLIS OUT 2015 1 SOB O DOMÍNIO DA INCERTEZA Inflação alta e resiliente às elevadas taxas de juros reais Recessão teve

Leia mais

Por que Arábia Saudita?

Por que Arábia Saudita? Por que Arábia Saudita? Introdução Quantos países são capazes de oferecer suprimentos seguros de energia de baixo custo, uma plataforma geográfica de lançamento para um vasto mercado e uma solução ob

Leia mais