Em 2040, Brasil terá 55 milhões de idosos

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Em 2040, Brasil terá 55 milhões de idosos"

Transcrição

1 RELEASE 9 de dezembro de Em 2040, Brasil terá 55 milhões de idosos Novas políticas de proteção social, investimento público e financiamento serão temas cada vez mais presentes; afinal idosos serão 27% da população, eleitorado decisivo em qualquer eleição O livro Envelhecimento e Depedência: Desafios para a Organização da Proteção Social, resultado de um trabalho de quatro pesquisadoras do Ipea, aponta que a população brasileira envelhece rapidamente, e que o país terá de pessoas com mais de 60 em 2040, destas 13 mais com mais de 80 anos. O trabalho foi publicado na série estudos do Ministério da Previdência e é fruto de uma parceria de estudos entre o Ipea e o ministério. Além da questão da cidadania e da manutenção dos avanços na proteção social desde a Constituição de 1988, precisamos aprofundar os estudos e o planejamento de uma série de novas políticas para o idoso, disse o secretário de políticas do Ministério da Previdência, Helmut Schwarzer, durante o lançamento. Questionado sobre o financiamento da Previdência, Schwarzer não descartou o investimento de parte das riqueza do petróleo extraído do pré-sal. É um fator potencialmente possível, se existir. Mas como ainda não existe, devemos pensar outros fatores. Quando [o petróleo do présal] existir, imagino que pode sim financiar elementos redistributivos da Previdência, completou. Eu sou até mais otimista que o secretário, disse o diretor de Estudos Sociais do Ipea, Jorge Abrahão de Castro. Pelos estudos que tenho visto, discutido e acompanhado, o pré-sal será uma realidade, e a sociedade brasileira deve sim discutir como parte dessa riqueza pode financiar políticas públicas universais, como educação e previdência, declarou o diretor. 1

2 Veja abaixo uma sinopse dos dados: 1) O Envelhecimento da população - Nos últimos anos, os países têm verificado o incremento gradual do segmento formado pelas pessoas idosas (com 60 anos ou mais), com destaque para o grupo muito idoso (80 anos ou mais). - Projeções realizadas em 2004 pela Cepal apontam que a taxa de crescimento da população da América Latina maior de 60 anos se acelerará nas próximas décadas e esta passará, entre 2000 e 2025, de 40 para 96 milhões. Até 2050, se espera o ingresso de mais 85 milhões de pessoas nessa faixa etária. Em outras palavras, os idosos, que representavam 7,9% da população total no ano 2000, passarão a representar 22,6% em 2050, quando uma de cada quatro pessoas na região será idosa. Envelhecimento populacional por regiões do mundo , 2000, 2050 Regiões Participação das pessoas com 60 anos ou mais na população (em %) Participação das pessoas com 80 anos ou mais no grupo de pessoas idosas (em %) África 5,3 5,1 10,2 5,0 7,4 11,0 Ásia 6,8 8,8 22,6 4,6 9,1 18,4 Europa 12,1 20,3 36,6 9,1 14,6 27,1 America Latina e Caribe 5,9 8,0 22,5 6,5 11,1 18,1 Oceania 11,2 13,4 23,3 8,7 16,5 24,2 América do Norte 12,4 16,2 27,2 9,1 19,8 28,3 - No Brasil, o crescimento da participação dos idosos na população total foi de 100% entre os anos de 1950 e As estimativas apontam para um crescimento ainda mais significativo para as próximas décadas, chegando-se em 2050 com cerca de 30% da população brasileira composta por idosos. O aumento da população com idade superior a 80 anos tem se revelado ainda mais expressivo. Entre 1950 e 1980, este grupo se manteve estável em termos da participação na população, em torno de 0,5%. Já em 2000, essa participação havia dobrado e estima-se que, em 2050, tal grupo representará 6% da população brasileira. Este movimento também se reflete na crescente participação desse segmento no total de idosos. Envelhecimento populacional no Brasil , 2000, 2040 Pessoas com 60 anos ou mais Pessoas com 80 anos ou mais Nº absoluto Nº relativo Participação na população total Participação no grupo idoso 4,3 8,6 26,8 9,5 12,6 23,5 - Com o envelhecimento populacional, as sociedades passaram a conviver de forma cada vez mais próxima com o tema de dependência funcional do segmento muito idoso (80 anos ou mais), que apresenta maior probabilidade de perda de autonomia em decorrência da deterioração de suas condições físicas e mentais. - Este fenômeno coincidiu com mudanças socioculturais relacionadas à maior participação feminina no mercado de trabalho e à alteração na estrutura e tamanho das famílias, com impactos significativos sobre as possibilidades de provisão de cuidados no âmbito 2

3 familiar. Tal conjunto de fatores transformou a questão da dependência funcional entre os idosos em um relevante tema da agenda pública da proteção social. 2) Efeitos - Do ponto de vista da questão previdenciária, o novo cenário vem gerando considerável pressão sobre os sistemas estruturados, os quais, em sua grande maioria, foram organizados para responder a uma realidade caracterizada pela expansão do emprego assalariado e pela relativa brevidade do período da aposentadoria. - Do ponto de vista da política de saúde, os estudos têm indicado a importância de fortalecer e ampliar os serviços de prevenção e tratamento das doenças crônicas que afetam as pessoas idosas. - Do ponto de vista da assistência social, surge a demanda por inovações quanto à organização da oferta de serviços e de atendimentos especiais. Orientados para o apoio e a promoção da autonomia das pessoas idosas, esses serviços devem ser prestados preferencialmente em domicílio de modo a evitar a institucionalização. 3) Desafio - Como minimizar os efeitos provocados pela deterioração de condições físicas e mentais de um número crescente de idosos por meio da oferta de serviços de apoio para a realização de atividades da vida diária e promoção da autonomia? 4) Sobre o estudo - O estudo analisou comparativamente (em caráter exploratório) modelos de proteção social para idosos em situação de dependência funcional em sete países selecionados: Alemanha, Espanha, Estados Unidos, França, Japão, Reino Unido e Suécia. - Foram identificados dois modelos: o primeiro se refere aos países que têm no seguro social a base para a sua política de proteção à dependência (casos de Alemanha, Japão e Estados Unidos); o segundo diz respeito aos países que têm em comum a opção pela oferta de benefícios e serviços de natureza não contributiva para garantir proteção aos idosos em situação de dependência (Espanha, na França, no Reino Unido e na Suécia). 5) A proteção baseada no seguro: Alemanha, Estados Unidos e Japão - O seguro social para as situações de dependência é público e obrigatório na Alemanha e no Japão, onde trabalhadores e empresários participam conjuntamente e de forma eqüitativa do pagamento da contribuição. Enquanto no Japão a proteção ofertada pelo seguro de dependência é exclusiva para pessoas com 40 anos ou mais, na Alemanha é destinada à população em geral, sem restrições de idade. - Nos Estados Unidos, os seguros de dependência são majoritariamente privados e nãoobrigatórios. Os seguros públicos têm cobertura limitada: o seguro de saúde Medicare oferece a possibilidade de contratar (com a participação do usuário no seu financiamento) serviços domiciliares temporários e, em raros casos, alguns cuidados de longa duração, desde que exigidos por razões médicas; no âmbito do Medicaid, podem ser ofertados serviços de cuidados de longa duração aos idosos que comprovarem viver em situação de pobreza. 3

4 Características gerais das modalidades de proteção Base do sistema Natureza da Proteção Obrigatoriedade Alemanha Seguro de Dependência Pública / Contributiva Obrigatório Benefícios e serviços ofertados - Benefícios monetários - Serviços sociais de cuidados Japão Seguro de Cuidados de Longa Duração Pública / Contributiva Obrigatório Serviços sociais de cuidados EUA Seguro de Dependência Privada Não obrigatório Benefícios monetários Alemanha Detalhamento dos benefícios e serviços ofertados: Alemanha, Estados Unidos e Japão Benefícios Monetários Cuidados domiciliares Cuidados não domiciliares Valores padrões que comportam variação a depender da necessidade assistencial dos segurados Japão - EUA Fixados segundo os valores das apólices do seguro de dependência contratadas - Serviços de apoio para realização das atividades básicas de cuidado pessoal (levantar-se da cama, vestirse, tomar banho etc.); - Serviços de apoio para realização de atividades instrumentais (limpeza, preparação de alimentos e outros) Entre outros, destacam-se: - auxílio no banho; - cuidados de enfermagem; - reabilitação em casa; - visita de médicos e dentistas em casa; e - adaptação da residência. A depender do seguro contratado - Serviços institucionais de cuidado de longo prazo, em instituições de longa permanência - Serviços de cuidados de curto prazo, em instituições de curta permanência - Serviços de cuidados por um dia, em centros-dia/noite - Serviços institucionais de cuidado de longo prazo, em instituições de longa permanência - Serviços de cuidados de curto prazo, em instituições de curta permanência - Serviços de cuidados por um dia em centros-dia/noite A depender do seguro contratado 6) A proteção baseada na garantia de benefícios e serviços não-contributivos: Espanha, França, Suécia e Reino Unido - Nesses países, a proteção às pessoas idosas dependentes é tida como uma obrigação do Estado, a qual é cumprida por meio da oferta de serviços ou de benefícios assistenciais (que propiciam o acesso aos serviços) e é majoritariamente financiados por tributos gerais. - Embora cada país possua suas especificidades, observou-se neste grupo uma tendência à proteção de todas as pessoas com incapacidades funcionais, independentemente de sua idade, muito embora se reconheça que a maior parte da população nessa situação e que procura atenção dentro do sistema seja formada por pessoas idosas. Características gerais das modalidades de proteção: Espanha, França, Reino Unido e Suécia Espanha França Reino Unido Natureza da proteção Pública / Não-contributiva Pública / Não-contributiva Pública / Não-contributiva Benefícios e serviços ofertados - Benefícios monetários - Serviços de cuidados - Benefícios monetários - Serviços de cuidados - Benefícios monetários (principais): - Serviços sociais e comunitários de cuidados Suécia Pública / Não-contributiva Serviços sociais e comunitários de cuidados 4

5 Detalhamento dos benefícios e serviços ofertados: Espanha, França, Reino Unido e Suécia Benefícios Pecuniários Cuidados domiciliares Cuidados não domiciliares Espanha Três tipos de benefícios cujos valores são padronizados, mas comportam variação a depender da necessidade assistencial dos segurados. Devido exclusivamente a pessoas com altos graus de dependência - Serviço de ajuda em domicílio: apoio para realização de atividades instrumentais e para realização das atividades básicas; - Serviço de tele-assistência - Serviço de atenção em moradias coletivas; - Serviços de cuidados em centros-dia/noite França Valores padrões que comportam variação a depender da necessidade assistencial dos segurados. Devido exclusivamente a pessoas cujos graus de dependência variam de moderada a muito severa - Serviço de ajuda em domicílio: apoio para realização de atividades instrumentais e básicas da vida diária; - Acompanhamento diurno e noturno; - Tele-assistência; - Adaptações da residência; - Auxílios técnicos complementares (cadeira de rodas, muletas, bengala, cama ortopédica etc.) - Instituições de longa permanência; - Serviços de estadia temporária em instituições/residências Reino Unido Diferentes tipos de benefícios cujos valores são padronizados, mas comportam variação a depender da necessidade assistencial dos segurados. O Attendance Allowance é devido exclusivamente a pessoas dependentes com 65 anos ou mais Suécia - - Cuidados domiciliares; - Serviços de enfermagem; - Cuidados diários em hospitais ou centros-dia; - Entrega de refeições ou restaurantes especiais durante o dia; - Cuidados com os pés ou pedicuro; -Serviços terapêuticos. - Serviço de ajuda em domicílio: apoio para realização de atividades domésticas e atividades básicas de cuidado pessoal - Serviços de assistência e de enfermagem - Transporte especial - Casas de cuidado; - Casas de repouso; e - Cuidado hospitalar de longa duração. - Serviços de cuidados em centros-dia/noite; - Serviços de cuidados em instituições de curta permanência 7) Aspectos gerais no tocante à classificação da dependência - Os países de ambos os grupos adotam sistemas de classificação da dependência para avaliar as demandas por benefícios e serviços. Entretanto, esses sistemas apresentam significativa variedade: A França e a Espanha desenvolveram sistemas de classificação bastante formalizados, de alcance nacional, enquanto que na Suécia, as avaliações obedecem a critérios estabelecidos em nível municipal, o que possibilita maior flexibilidade. O Reino Unido também adota um sistema de avaliação de base local, embora recentemente tenham sido elaboradas orientações de alcance nacional para classificar a dependência. No Japão e na Alemanha, os sistemas de classificação têm alcance nacional e apresentam elevado grau de formalização, embora a avaliação seja realizada por equipes especializadas no local de moradia (domicílio ou residência coletiva). - Cabe ainda ressaltar que é comum nesses países a elaboração de um plano individual de atenção que indica os cuidados de longa duração requeridos. 8) Aspectos gerais das ações de apoio aos cuidadores informais (familiares, amigos, vizinhos) - De modo geral, os países apresentam ações de apoio voltadas aos cuidadores informais. - Na Alemanha, os cuidadores podem usufruir de uma proteção efetiva, com direito a benefícios previdenciários e serviços de apoio. Os benefícios previdenciários contemplam o seguro de acidentes de trabalho e a contribuição para efeito de aposentadoria. 5

6 - Nos Estados Unidos, apesar de não existir um seguro público exclusivo para dependência, existem serviços de apoio básicos oferecidos para os prestadores de cuidado, que incluem informações e assistência para obtenção de serviços de apoio, substituição temporária e apoio institucional de caráter intermitente, ocasional ou de emergência, adaptações funcionais nos domicílios, sistema de resposta a emergências, equipamentos, transportes, entre outros. - No Reino Unido, o apoio aos cuidadores aparece, principalmente, na forma de um benefício monetário, embora também existam serviços destinados a orientá-los sobre as condições de seu próprio trabalho. - Nos demais países, o apoio ao cuidador inclui formação para realização do cuidado, assistência psicológica e mecanismos que possibilitam pausas no trabalho, caracterizado pelo desgaste físico e principalmente emocional. No caso da Suécia, os familiares que atuam como cuidadores de pessoas com doenças terminais contam com o direito de ausentar-se do trabalho por 60 dias. 9) A proteção social para o idoso em situação de dependência no Brasil - No que se refere ao Brasil, cabe destacar que 23% das famílias brasileiras contam com idosos entre seus membros. Pouco mais de 10% do total de idosos vivem sós, sendo que a grande maioria (73%) vive em famílias compostas majoritariamente por membros adultos. - Apenas 13% dos idosos brasileiros vivem em famílias pobres, ou seja, com renda abaixo de um salário mínimo. O baixo percentual de idosos pobres se explica pela relevância do sistema de garantia de renda operado pelo Estado brasileiro. Do total da renda dos idosos, 67% provêm dos benefícios previdenciários e assistenciais, proporção que sobe para 83% no caso dos idosos com mais de 80 anos. - Quanto aos principais benefícios e serviços existentes para esse público, a Constituição instituiu novas regras para os benefícios vinculados ao seguro social, tendo criado benefícios não contributivos e assegurado a integração das políticas de saúde, previdência e assistência social sob o princípio da Seguridade Social. Como resultado, observa-se que, em 2006, quase 8 de cada 10 idosos no país recebiam benefícios da Seguridade social, de natureza previdenciária (aposentadorias e pensões) ou assistencial (BPC). No campo dos serviços, após o advento da Constituição de 1988, universalizou-se o acesso aos serviços de saúde no âmbito do SUS e reorganizou-se a oferta de serviços socioassistenciais no âmbito SUAS. - Em que pesem os relevantes avanços registrados no campo da proteção social para pessoas idosas no Brasil, é importante observar que o tema de dependência ainda se insere de forma incipiente na agenda pública. - Podem ser citados como principais desafios para o país nesse campo os seguintes pontos: (i) ampliar o conhecimento sobre a dependência associada ao envelhecimento, com a identificação do contingente de idosos nessa situação e de suas principais características no que tange à necessidade de cuidados; (ii) dar continuidade na ampliação da cobertura dos benefícios monetários da Seguridade Social (benefícios previdenciários e assistenciais); (iii) ampliar a oferta de serviços assistenciais e de saúde especializados dirigidos à pessoa idosa dependente no âmbito da Seguridade Social; (iv) garantir qualidade aos cuidados institucionais prestados aos idosos dependentes; (v) avaliar a atuação das famílias e suas necessidade de apoio no cuidado do idoso dependente, tendo em vista as transformações por que passam e sua grande heterogeneidade socioeconômica; e (vi) prover apoio, atenção e garantir acesso à proteção social aos cuidadores informais. Mais informações: Ascom Ipea

SAÍDA DO MERCADO DE TRABALHO: QUAL É A IDADE?

SAÍDA DO MERCADO DE TRABALHO: QUAL É A IDADE? SAÍDA DO MERCADO DE TRABALHO: QUAL É A IDADE? Ana Amélia Camarano* Solange Kanso** Daniele Fernandes** 1 INTRODUÇÃO Assume-se que idade avançada e invalidez resultam em perda da capacidade laboral, o que

Leia mais

O Sr. ÁTILA LIRA (PSB-OI) pronuncia o seguinte. discurso: Senhor Presidente, Senhoras e Senhores. Deputados, estamos no período em que se comemoram os

O Sr. ÁTILA LIRA (PSB-OI) pronuncia o seguinte. discurso: Senhor Presidente, Senhoras e Senhores. Deputados, estamos no período em que se comemoram os O Sr. ÁTILA LIRA (PSB-OI) pronuncia o seguinte discurso: Senhor Presidente, Senhoras e Senhores Deputados, estamos no período em que se comemoram os vinte anos de promulgação da Constituição Cidadã de

Leia mais

PLANO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO DO ESTADO DE SÃO PAULO DIRETORIA DE ENSINO REGIÃO DE GUARULHOS SUL DISCUSSÃO

PLANO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO DO ESTADO DE SÃO PAULO DIRETORIA DE ENSINO REGIÃO DE GUARULHOS SUL DISCUSSÃO PLANO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO DO ESTADO DE SÃO PAULO DIRETORIA DE ENSINO REGIÃO DE GUARULHOS SUL DISCUSSÃO Metas e Estratégias Consolidação a partir do documento do FEESP com contribuições da SEESP e CEESP

Leia mais

ESTÁGIO EM SERVIÇO SOCIAL NO PROJETO VIVA A VIDA

ESTÁGIO EM SERVIÇO SOCIAL NO PROJETO VIVA A VIDA ESTÁGIO EM SERVIÇO SOCIAL NO PROJETO VIVA A VIDA Este documento se propõe a estabelecer normas de inserção e execução de estágio em Serviço Social no Projeto Viva a Vida, de acordo com a Resolução 533/2008

Leia mais

Curso de Formação de Conselheiros em Direitos Humanos Abril Julho/2006

Curso de Formação de Conselheiros em Direitos Humanos Abril Julho/2006 Curso de Formação de Conselheiros em Direitos Humanos Abril Julho/2006 Realização: Ágere Cooperação em Advocacy Apoio: Secretaria Especial dos Direitos Humanos/PR Módulo III: Conselhos dos Direitos no

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE PILÕES CNPJ: 08.148.488/0001-00 CEP: 59.5960-000 GABINETE DO PREFEITO

PREFEITURA MUNICIPAL DE PILÕES CNPJ: 08.148.488/0001-00 CEP: 59.5960-000 GABINETE DO PREFEITO LEI Nº. 277/2007. CEP: 5.50-000 Institui o Programa Casa da Família e dá outras providências. A Câmara Municipal aprovou e eu, Prefeito do Município de Pilões, sanciono e promulgo a seguinte lei: Art.

Leia mais

Prefeitura Municipal de Chácara Rua: Heitor Candido, 60 Centro 36.110-000 Chácara Minas Gerais Telefax: (32) 3277-1014 E-mail; pchacara@acessa.com.

Prefeitura Municipal de Chácara Rua: Heitor Candido, 60 Centro 36.110-000 Chácara Minas Gerais Telefax: (32) 3277-1014 E-mail; pchacara@acessa.com. LEI 646 DE 14 DE DEZEMBRO DE 2005 Dispõe sobre a Política Municipal do Idoso. O Prefeito Municipal de Chácara, MG, faço saber que a Câmara Municipal de Chácara decreta e eu sanciono a seguinte Lei: INSTITUI

Leia mais

LEI Nº 6559 DE 16 DE OUTUBRO DE 2013. INSTITUI A POLÍTICA ESTADUAL DO IDOSO E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS.

LEI Nº 6559 DE 16 DE OUTUBRO DE 2013. INSTITUI A POLÍTICA ESTADUAL DO IDOSO E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. LEI Nº 6559 DE 16 DE OUTUBRO DE 2013. INSTITUI A POLÍTICA ESTADUAL DO IDOSO E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO Faço saber que a Assembléia Legislativa do Estado do Rio de

Leia mais

ACOMPANHAMENTO E APOIO TÉCNICO À GESTÃO DESCENTRALIZADA DO SUAS

ACOMPANHAMENTO E APOIO TÉCNICO À GESTÃO DESCENTRALIZADA DO SUAS ACOMPANHAMENTO E APOIO TÉCNICO À GESTÃO DESCENTRALIZADA DO SUAS O ACOMPANHAMENTO E APOIO NO ÂMBITO DO SUAS LINHA DO TEMPO Acompanhamento e Apoio Técnico no SUAS 2005 2007 2008 NOB-SUAS Prevê a habilitação

Leia mais

ANS Papel Institucional e Competência do Rol de Procedimentos

ANS Papel Institucional e Competência do Rol de Procedimentos 201 ANS Papel Institucional e Competência do Rol de Procedimentos Luciana Gomes de Paiva 1 Da palestra do Dr. Franklin Padrão, de início, destacam-se os princípios doutrinários de universalidade, equidade

Leia mais

NOTA TÉCNICA Nº 02/2011

NOTA TÉCNICA Nº 02/2011 Agência Nacional de Vigilância Sanitária NOTA TÉCNICA Nº 02/2011 Harmonização do entendimento da RDC/Anvisa nº 11 de 26 de janeiro de 2006, que dispõe sobre o Regulamento Técnico de Funcionamento de Serviços

Leia mais

Eugênio Vilaça: Solução para o setor saúde está na rede

Eugênio Vilaça: Solução para o setor saúde está na rede Eugênio Vilaça: Solução para o setor saúde está na rede Entrevista do Dr. Eugênio Vilaça Mendes, dentista de formação, com especialização em planejamento de saúde e ex-consultor da Organização Pan-Americana

Leia mais

POLITICAS PÚBLICAS PARA A ENFERMAGEM BRASILEIRA. Manoel Carlos Neri da Silva Leocarlos Cartaxo Moreira

POLITICAS PÚBLICAS PARA A ENFERMAGEM BRASILEIRA. Manoel Carlos Neri da Silva Leocarlos Cartaxo Moreira POLITICAS PÚBLICAS PARA A ENFERMAGEM BRASILEIRA Manoel Carlos Neri da Silva Leocarlos Cartaxo Moreira Brasília, 10 de dezembro de 2015 RESGATE DOS PRINCIPAIS RESULTADOS DA PESQUISA PERFIL DA ENFERMAGEM

Leia mais

Comissão Especial Destinada a Discutir o Financiamento da Saúde Pública Audiência Pública 15/05/2013

Comissão Especial Destinada a Discutir o Financiamento da Saúde Pública Audiência Pública 15/05/2013 Comissão Especial Destinada a Discutir o Financiamento da Saúde Pública Audiência Pública 15/05/2013 Ligia Bahia Universidade Federal do Rio de Janeiro/Abrasco Fontes Partilha Transparência Procedimentos

Leia mais

PED-RMPA INFORME ESPECIAL IDOSOS

PED-RMPA INFORME ESPECIAL IDOSOS A POPULAÇÃO IDOSA NO MERCADO DE TRABALHO DA REGIÃO METROPOLITANA DE PORTO ALEGRE SETEMBRO - 2008 PESQUISA DE EMPREGO E DESEMPREGO NA REGIÃO METROPOLITANA DE PORTO ALEGRE PED-RMPA INFORME ESPECIAL IDOSOS

Leia mais

POLITICA NACIONAL DE ATENÇÃO HOSPITALAR - PNHOSP

POLITICA NACIONAL DE ATENÇÃO HOSPITALAR - PNHOSP POLITICA NACIONAL DE ATENÇÃO HOSPITALAR - PNHOSP Macro estratégias Discussão, pactuação tripartite, e publicação de portaria da Politica Nacional de Atenção Hospitalar/PNHOSP no SUS, estabelecendo as diretrizes

Leia mais

Conselho Nacional de Assistência Social CNAS

Conselho Nacional de Assistência Social CNAS As Conferências Municipais da Assistência Social de 2007 avaliarão as metas aprovadas nas Conferências de 2005, identificando os avanços, as dificuldades e os desafios a serem enfrentados nos próximos

Leia mais

ANEXO 1 PROJETO BÁSICO PROGRAMA DE CAPACITAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL E ORGANIZACIONAL DE ENTIDADES CIVIS DE DEFESA DO CONSUMIDOR

ANEXO 1 PROJETO BÁSICO PROGRAMA DE CAPACITAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL E ORGANIZACIONAL DE ENTIDADES CIVIS DE DEFESA DO CONSUMIDOR ANEXO 1 PROJETO BÁSICO PROGRAMA DE CAPACITAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL E ORGANIZACIONAL DE ENTIDADES CIVIS DE DEFESA DO CONSUMIDOR I - OBJETIVO GERAL Realização de Módulos do programa de capacitação

Leia mais

II Encontro Regional de Políticas Públicas para crianças e adolescentes vivendo e convivendo com HIV/Aids BENEFÍCIOS NEIDE GRAVATO DA SILVA ASSISTENTE SOCIAL DO CENTRO DE REFERENCIA EM AIDS DE SANTOS SMS/PMS

Leia mais

Indicadores e Dados Básicos: situando Santa Catarina

Indicadores e Dados Básicos: situando Santa Catarina Secretaria da Saúde do Estado de Santa Catarina Diretoria de Planejamento e Coordenação Gerência de Estatística e Informática Setor de Mortalidadade Indicadores e Dados Básicos: situando Santa Catarina

Leia mais

AUDIÊNCIA PÚBLICA: O ENVELHECIMENTO E A QUALIDADE DE VIDA DOS IDOSOS

AUDIÊNCIA PÚBLICA: O ENVELHECIMENTO E A QUALIDADE DE VIDA DOS IDOSOS AUDIÊNCIA PÚBLICA: O ENVELHECIMENTO E A QUALIDADE DE VIDA DOS IDOSOS BRASÍLIA, Julho de 2014 1 Proteção Social entre os Idosos (pessoas com 60 anos ou mais de idade) - Brasil 2 Cobertura Social entre os

Leia mais

Carta de São José sobre os direitos das pessoas idosas da América Latina e do Caribe

Carta de São José sobre os direitos das pessoas idosas da América Latina e do Caribe Carta de San José sobre los derechos de las personas mayores de América Latina y el Caribe Carta de São José sobre os direitos das pessoas idosas da América Latina e do Caribe PORTADA 1 2 Carta de São

Leia mais

PORTO ALEGRE E DEMAIS CAPITAIS BRASILEIRAS

PORTO ALEGRE E DEMAIS CAPITAIS BRASILEIRAS Equipe de Vigilância de Eventos Vitais, Doenças e Agravos não Transmissíveis Coordenadoria Geral de Vigilância em Saúde Secretaria Municipal da Saúde da Prefeitura Municipal de Porto Alegre PORTO ALEGRE

Leia mais

DIAGNÓSTICO DA COLETA E DESTINAÇÃO FINAL DOS RESÍDUOS DA CONSTRUÇÃO CIVIL NO MUNICÍPIO DE ANÁPOLIS-GO

DIAGNÓSTICO DA COLETA E DESTINAÇÃO FINAL DOS RESÍDUOS DA CONSTRUÇÃO CIVIL NO MUNICÍPIO DE ANÁPOLIS-GO DIAGNÓSTICO DA COLETA E DESTINAÇÃO FINAL DOS RESÍDUOS DA CONSTRUÇÃO CIVIL NO MUNICÍPIO DE ANÁPOLIS-GO Cinthia Martins dos SANTOS Programa de Pós Graduação em Engenharia do Meio Ambiente, Escola de Engenharia,

Leia mais

NOTA TÉCNICA 55 2011

NOTA TÉCNICA 55 2011 Rede de Atenção Psicossocial para pessoas com transtornos mentais e com necessidades decorrentes do uso prejudicial de crack, álcool e outras drogas, no âmbito do SUS. Minuta de portaria: Institui a Rede

Leia mais

MELHORIA DA INFRAESTRUTURA FÍSICA ESCOLAR

MELHORIA DA INFRAESTRUTURA FÍSICA ESCOLAR MELHORIA DA INFRAESTRUTURA FÍSICA ESCOLAR Este projeto visa investir na melhoria da infraestrutura escolar, por meio de construção, ampliação e reforma, bem como dotá-las com equipamentos e mobiliários

Leia mais

Lei nº 8.111, de 08 de outubro de 2009.

Lei nº 8.111, de 08 de outubro de 2009. Lei nº 8.111, de 08 de outubro de 2009. Dispõe sobre a política municipal do idoso e dá outras providências A CÂMARA MUNICIPAL DE CAMPOS DOS GOYTACAZES DECRETA E EU SANCIONO A SEGUINTE LEI: CAPÍTULO I

Leia mais

PORTARIA MS N. 702 DE 12 DE ABRIL DE 2002

PORTARIA MS N. 702 DE 12 DE ABRIL DE 2002 MINISTÉRIO DA SAÚDE GABINETE DO MINISTRO PORTARIA MS N. 702 DE 12 DE ABRIL DE 22 Dispõe sobre a criação de mecanismos para a organização e implantação de Redes Estaduais de Assistência à Saúde do Idoso.

Leia mais

Índice. 1. Os preços dos planos de saúde são controlados? 2. Como funcionam as regras de reajuste. 3. Quais as regras de reajuste dos planos

Índice. 1. Os preços dos planos de saúde são controlados? 2. Como funcionam as regras de reajuste. 3. Quais as regras de reajuste dos planos Índice FenaSaúde na Redação Reajuste dos Planos de Saúde Apresentação 6 1. Os preços dos planos de saúde são controlados? 8 2. Como funcionam as regras de reajuste dos planos de saúde? 3. Quais as regras

Leia mais

PORTARIA Nº- 3.088, DE 23 DE DEZEMBRO DE 2011

PORTARIA Nº- 3.088, DE 23 DE DEZEMBRO DE 2011 PORTARIA Nº- 3.088, DE 23 DE DEZEMBRO DE 2011 Institui a Rede de Atenção Psicossocial para pessoas com sofrimento ou transtorno mental e com necessidades decorrentes do uso de crack, álcool e outras drogas,

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE SANTA CATARINA - CAMPUS ARARANGUÁ CUIDADOR DE IDOSO Curso de Formação Inicial e Continuada Eixo: Ambiente e

Leia mais

Constituição Federal - CF - 1988 Título VIII Da Ordem Social Capítulo III Da Educação, da Cultura e do Desporto Seção I Da Educação

Constituição Federal - CF - 1988 Título VIII Da Ordem Social Capítulo III Da Educação, da Cultura e do Desporto Seção I Da Educação Constituição Federal - CF - 1988 Título VIII Da Ordem Social Capítulo III Da Educação, da Cultura e do Desporto Seção I Da Educação Art. 205 - A educação, direito de todos e dever do Estado e da família,

Leia mais

Mudanças demográficas e saúde no Brasil Dados disponíveis em 2008

Mudanças demográficas e saúde no Brasil Dados disponíveis em 2008 Mudanças demográficas e saúde no Brasil Dados disponíveis em 2008 José Cechin Superintendente Executivo Carina Martins Francine Leite Nos últimos meses, vários relatórios publicados por diferentes instituições

Leia mais

DIREITOS DO TRABALHADOR COM DEFICIENCIA. PALAVRAS-CHAVES: Deficiência, Trabalho, Proteção Legal.

DIREITOS DO TRABALHADOR COM DEFICIENCIA. PALAVRAS-CHAVES: Deficiência, Trabalho, Proteção Legal. DIREITOS DO TRABALHADOR COM DEFICIENCIA Acimarney Correia Silva Freitas¹, Cecília Grabriela Bittencourt², Érika Rocha Chagas 3, Maria do Rosário da Silva Ramos 4 ¹Orientador deste Artigo e Professor de

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº, DE 2011

PROJETO DE LEI Nº, DE 2011 PROJETO DE LEI Nº, DE 2011 (Do Sr. OTAVIO LEITE) Regulamenta a Profissão de Cuidador de Pessoa, delimita o âmbito de atuação, fixa remuneração mínima e dá outras providências. O Congresso Nacional decreta:

Leia mais

ASSISTÊNCIA SOCIAL: UM RECORTE HORIZONTAL NO ATENDIMENTO DAS POLÍTICAS SOCIAIS

ASSISTÊNCIA SOCIAL: UM RECORTE HORIZONTAL NO ATENDIMENTO DAS POLÍTICAS SOCIAIS ASSISTÊNCIA SOCIAL: UM RECORTE HORIZONTAL NO ATENDIMENTO DAS POLÍTICAS SOCIAIS Mônica Abranches 1 No Brasil, no final da década de 70, a reflexão e o debate sobre a Assistência Social reaparecem e surge

Leia mais

Define e Classifica as Instituições Geriátricas no âmbito do Estado de São Paulo e dá providências correlatas

Define e Classifica as Instituições Geriátricas no âmbito do Estado de São Paulo e dá providências correlatas Resolução SS - 123, de 27-9-2001 (D.O.E nº 184 de 28 de setembro de 2001 ) Define e Classifica as Instituições Geriátricas no âmbito do Estado de São Paulo e dá providências correlatas O Secretário Saúde,

Leia mais

NOTA CONASEMS Regras para utilização dos recursos transferidos fundo a fundo

NOTA CONASEMS Regras para utilização dos recursos transferidos fundo a fundo NOTA CONASEMS Regras para utilização dos recursos transferidos fundo a fundo O Financiamento da Saúde, de acordo com a Constituição Federal de 1988, é responsabilidade das três esferas de Governo, com

Leia mais

Mercado de Trabalho. O idoso brasileiro no. NOTA TÉCNICA Ana Amélia Camarano* 1- Introdução

Mercado de Trabalho. O idoso brasileiro no. NOTA TÉCNICA Ana Amélia Camarano* 1- Introdução NOTA TÉCNICA Ana Amélia Camarano* O idoso brasileiro no Mercado de Trabalho 30 1- Introdução A análise da participação do idoso nas atividades econômicas tem um caráter diferente das análises tradicionais

Leia mais

A inclusão de pessoas portadoras de deficiências nas organizações como oportunidade para o desenvolvimento local

A inclusão de pessoas portadoras de deficiências nas organizações como oportunidade para o desenvolvimento local A inclusão de pessoas portadoras de deficiências nas organizações como oportunidade para o desenvolvimento local RESUMO Com a criação da Lei que estabelece cotas para a inclusão do profissional portador

Leia mais

POLÍTICA FISCAL E DÍVIDA PÚBLICA O difícil caminho até o Grau de Investimento Jedson César de Oliveira * Guilherme R. S.

POLÍTICA FISCAL E DÍVIDA PÚBLICA O difícil caminho até o Grau de Investimento Jedson César de Oliveira * Guilherme R. S. POLÍTICA FISCAL E DÍVIDA PÚBLICA O difícil caminho até o Grau de Investimento Jedson César de Oliveira * Guilherme R. S. Souza e Silva ** Nos últimos anos, tem crescido a expectativa em torno de uma possível

Leia mais

Ética Saúde - Acordo Setorial - Importadores, Distribuidores e Fabricantes de Dispositivos Médicos

Ética Saúde - Acordo Setorial - Importadores, Distribuidores e Fabricantes de Dispositivos Médicos Ética Saúde - Acordo Setorial - Importadores, Distribuidores e Fabricantes de Dispositivos Médicos A Associação Brasileira de Importadores e Distribuidores de Implantes (ABRAIDI), o Instituto Ethos e as

Leia mais

Projeto Hospitais de Excelência /Ministério da Saúde / Programa de Desenvolvimento e Apoio àgestão Hospital Samaritano

Projeto Hospitais de Excelência /Ministério da Saúde / Programa de Desenvolvimento e Apoio àgestão Hospital Samaritano Análise do processo de implementação de políticas na área hospitalar do Ministério da Saúde: contratualização de hospitais de ensino e filantrópicos no Brasil Projeto Hospitais de Excelência /Ministério

Leia mais

Secretaria de Assuntos Estratégicos Presidência da República. Re d u ç ã o d a s d e s i g u a l da d e s

Secretaria de Assuntos Estratégicos Presidência da República. Re d u ç ã o d a s d e s i g u a l da d e s Secretaria de Assuntos Estratégicos Presidência da República Re d u ç ã o d a s d e s i g u a l da d e s e m e l h o r i a d a q u a l i d a d e d o Sistema de Saúde no Brasil Documento preliminar Versão

Leia mais

PROPOSTA DE AÇÕES PARA ELABORAÇÃO DO PLANO ESTADUAL DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA

PROPOSTA DE AÇÕES PARA ELABORAÇÃO DO PLANO ESTADUAL DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA PROPOSTA DE AÇÕES PARA ELABORAÇÃO DO PLANO ESTADUAL DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA Proposta de ações para elaboração do Plano Estadual da Pessoa com Deficiência Objetivo Geral: Contribuir para a implementação

Leia mais

Saúde privada no Brasil

Saúde privada no Brasil Análise 12 Saúde privada no Brasil O futuro chegou e pede reformas Marcio Coriolano Projeções apontam que o Brasil terá 65 milhões de idosos em 2050, o que equivale à população de mais de cinco cidades

Leia mais

O PERFIL DOS PACIENTES ATENDIDOS PELO PROGRAMA DE ASSISTENCIA E INTERNAÇÃO DOMICILIAR-PAID NO MUNICIPIO DE CASCAVEL -PR

O PERFIL DOS PACIENTES ATENDIDOS PELO PROGRAMA DE ASSISTENCIA E INTERNAÇÃO DOMICILIAR-PAID NO MUNICIPIO DE CASCAVEL -PR O PERFIL DOS PACIENTES ATENDIDOS PELO PROGRAMA DE ASSISTENCIA E INTERNAÇÃO DOMICILIAR-PAID NO MUNICIPIO DE CASCAVEL -PR ROSANI DA ROSA BENDO 1 LAIS PRISCILA FAGHERAZZI 2 MARA LUCIA RENOSTRO ZACHI 3 INTRODUÇÃO:

Leia mais

A PRATICA PROFISSIONAL DO ASSISTENTE SOACIAL NA UNIDADE DE SAÚDE DR. NILTON LUIZ DE CASTRO

A PRATICA PROFISSIONAL DO ASSISTENTE SOACIAL NA UNIDADE DE SAÚDE DR. NILTON LUIZ DE CASTRO A PRATICA PROFISSIONAL DO ASSISTENTE SOACIAL NA UNIDADE DE SAÚDE DR. NILTON LUIZ DE CASTRO AJUZ, Jamili Guimarães¹. NADAL, Isabela Martins². WERNER, Rosiléa Clara³. Resumo: O presente trabalho é referente

Leia mais

Aula5 POPULAÇÃO E DEMOGRAFIA NO BRASIL. Debora Barbosa da Silva

Aula5 POPULAÇÃO E DEMOGRAFIA NO BRASIL. Debora Barbosa da Silva Aula5 POPULAÇÃO E DEMOGRAFIA NO BRASIL META Refletir sobre as características da população brasileira como fundamento para a compreensão da organização do território e das políticas de planejamento e desenvolvimento

Leia mais

Momento Atual do Sistema Unimed

Momento Atual do Sistema Unimed Momento Atual do Sistema Unimed Dr. Eudes de Freitas Aquino Diretor Presidente da Unimed do Brasil Contexto: A Saúde Suplementar no Brasil e no Mundo Proporção de gastos com Saúde Setor Privado e Público

Leia mais

Artigo. nos últimos 15 anos Acesso ao ensino superior no Brasil: equidade e desigualdade social

Artigo. nos últimos 15 anos Acesso ao ensino superior no Brasil: equidade e desigualdade social Artigo nos últimos 15 anos Acesso ao ensino superior no Brasil: equidade e desigualdade social Por Cibele Yahn de Andrade Pesquisadora do Núcleo de Estudos de Políticas Públicas (NEPP) da Unicamp. Doutoranda

Leia mais

Prefeitura Municipal do Natal

Prefeitura Municipal do Natal Prefeitura Municipal do Natal Secretaria Municipal de Planejamento, Orçamento e Finanças Plano Plurianual 2010/2013 Programa Horizonte Público Objetivo: 3 Vivendo com Cidadania Contínuo População do município

Leia mais

AGENDA PROPOSITIVA DO CONSELHO NACIONAL DE SAÚDE

AGENDA PROPOSITIVA DO CONSELHO NACIONAL DE SAÚDE AGENDA PROPOSITIVA DO CONSELHO NACIONAL DE SAÚDE Com o objetivo de estimular o debate democrático, o Conselho Nacional de Saúde (CNS) apresenta à sociedade brasileira sua Agenda Propositiva para a Saúde

Leia mais

Seguro-Saúde. Guia para Consulta Rápida

Seguro-Saúde. Guia para Consulta Rápida Seguro-Saúde. Guia para Consulta Rápida O que é seguro? 6 O que é Seguro-Saúde? 6 Como são os contratos de Seguro-Saúde? 7 Como ficaram as apólices antigas depois da Lei nº 9656/98? 8 Qual a diferença

Leia mais

Setembro, 2008. Fátima Barbosa

Setembro, 2008. Fátima Barbosa Uma nova realidade, um novo desafio Setembro, 2008. História de um Cuidador Tenho 65 anos, fui emigrante na França e na Alemanha e cá em Portugal trabalhei em várias zonas. Sempre gostei da vida! Reformei-me

Leia mais

UMA NOVA EDUCAÇÃO PARA O BRASIL COM O PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO

UMA NOVA EDUCAÇÃO PARA O BRASIL COM O PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO 124 ENTREVISTA UMA NOVA EDUCAÇÃO PARA O BRASIL COM O PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO O Plano Nacional de Educação (PNE) entrou em vigor em 2014 e tem programação até 2024. Esta entrevista entre dois membros

Leia mais

LEI Nº 650 DE 27 DE NOVEMBRO DE2015

LEI Nº 650 DE 27 DE NOVEMBRO DE2015 LEI Nº 650 DE 27 DE NOVEMBRO DE2015 Dispõe sobre Benefícios Eventuais da Política de Assistência Social no Município de Olaria-MG, e dá outras providências. O Prefeito Municipal de Olaria, Estado de Minas

Leia mais

Curso de Formação de Conselheiros em Direitos Humanos Abril Julho/2006

Curso de Formação de Conselheiros em Direitos Humanos Abril Julho/2006 Curso de Formação de Conselheiros em Direitos Humanos Abril Julho/2006 Realização: Ágere Cooperação em Advocacy Apoio: Secretaria Especial dos Direitos Humanos/PR Módulo III: Conselhos dos Direitos no

Leia mais

Disciplina: modernidade e Envelhecimento Curso de Serviço Social 3º e 5º Semestre Políticas públicas para idosos 1 Marco Legal Nacional Constituição Federal (1988) Art. 202 Inciso I Ao idoso é assegurado

Leia mais

Maiêutica - Serviço Social

Maiêutica - Serviço Social A CIDADANIA NO PROCESSO DE EDUCAÇÃO DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES INTEGRADOS NO PROGRAMA DE ERRADICAÇÃO DO TRABALHO INFANTIL PETI: ABORDANDO A COOPERAÇÃO, RESPEITO, DIÁLOGO E SOLIDARIEDADE NA CONVIVÊNCIA

Leia mais

A experiência da Engenharia Clínica no Brasil

A experiência da Engenharia Clínica no Brasil Página 1 de 5 Sobre a Revista Ed 24 - fev 04 Home Medical Infocenter Med Atual Edição Atual Serviços Global Home Brasil Home Busca Mapa do Site Fale Conosco Edição Atual Edição Atual Matéria de Capa Artigo

Leia mais

SERVIÇO: ACOLHIMENTO INSTITUCIONAL PARA PESSOAS ADULTAS

SERVIÇO: ACOLHIMENTO INSTITUCIONAL PARA PESSOAS ADULTAS SERVIÇO: ACOLHIMENTO INSTITUCIONAL PARA PESSOAS ADULTAS DESCRIÇÃO: Modalidade: Centro Dia para pessoa Idosa Serviço voltado para o atendimento, regime parcial, de pessoas idosas de 60 anos ou mais, de

Leia mais

SERVIÇO DE PROTEÇÃO SOCIAL BÁSICA NO DOMICÍLIO PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA E IDOSAS

SERVIÇO DE PROTEÇÃO SOCIAL BÁSICA NO DOMICÍLIO PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA E IDOSAS SERVIÇO DE PROTEÇÃO SOCIAL BÁSICA NO DOMICÍLIO PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA E IDOSAS O serviço tem por finalidade a prevenção de agravos que possam provocar o rompimento de vínculos familiares e sociais

Leia mais

Critérios de fragilidade

Critérios de fragilidade LINHA DE CUIDADO AO IDOSO FRÁGIL Desospitalizado Funcional Critérios de fragilidade Clínico Social Etário Fonte: SMSA /PBH Ciclo de Violência Intradoméstica contra a pessoa idosa Insuficiência Familiar

Leia mais

Seminário. Taxa de Drenagem Urbana O que é? Como Cobrar?

Seminário. Taxa de Drenagem Urbana O que é? Como Cobrar? Escola Politécnica Departamento de Engenharia Hidráulica e Sanitária PHD 2537 Água em Ambientes Urbanos Seminário Taxa de Drenagem Urbana O que é? Como Cobrar? Maíra Simões Cucio Nº USP: 5621990 Novembro

Leia mais

Programas. Com Maior Cuidado. Segurança Viária para Idosos

Programas. Com Maior Cuidado. Segurança Viária para Idosos Programas Com Maior Cuidado Segurança Viária para Idosos www.fundacionmapfre.com.br 2013 Página 1 de 9 FUNDACIÓN MAPFRE A FUNDACIÓN MAPFRE no Brasil segue a diretriz internacional da FUNDACIÓN MAPFRE na

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO ESCOLA DE ENFERMAGEM ALFREDO PINTO CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM REGULAMENTO

UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO ESCOLA DE ENFERMAGEM ALFREDO PINTO CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM REGULAMENTO UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO ESCOLA DE ENFERMAGEM ALFREDO PINTO CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM REGULAMENTO DAS DISCIPLINAS ESTÁGIO CURRICULAR CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM DA ESCOLA

Leia mais

PARECER CREMEB Nº 28/13 (Aprovado em Sessão Plenária de 23/07/2013)

PARECER CREMEB Nº 28/13 (Aprovado em Sessão Plenária de 23/07/2013) PARECER CREMEB Nº 28/13 (Aprovado em Sessão Plenária de 23/07/2013) EXPEDIENTE CONSULTA Nº 011.881/13 ASSUNTO: Relação de proporcionalidade: Número de profissionais médicos e número de atendimentos. RELATORA:

Leia mais

Universidade do Estado do Rio de Janeiro Vice-Reitoria Curso de Abordagem da Violência na Atenção Domiciliar Unidade 1 Introdução

Universidade do Estado do Rio de Janeiro Vice-Reitoria Curso de Abordagem da Violência na Atenção Domiciliar Unidade 1 Introdução Universidade do Estado do Rio de Janeiro Vice-Reitoria Curso de Abordagem da Violência na Atenção Domiciliar Unidade 1 Introdução Em Introdução, veremos os conceitos gerais referentes à violência, sua

Leia mais

Goiás e seu reflexo na sociedade

Goiás e seu reflexo na sociedade Os dados do Censo Escolar da Educação Básica de 2013, divulgado recentemente, apontaram a diminuição do número de matrículas em Goiás tendo como referência o ano de 2010. Notadamente, os decréscimos ocorreram

Leia mais

Contratação de serviços de consultoria técnica especializada pessoa física. PROJETO: PLANIFICAÇÃO DA ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE.

Contratação de serviços de consultoria técnica especializada pessoa física. PROJETO: PLANIFICAÇÃO DA ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE. EDITAL PF no. 007/2015 CONVOCAÇÃO DE INTERESSADOS À SELEÇÃO PARA CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS DE CONSULTORIA TÉCNICA ESPECIALIZADA PESSOA FÍSICA O CONASS: O Conselho Nacional de Secretários de Saúde é uma entidade

Leia mais

Portadores de Deficiência: pauta de discussão Marta Rovery de Souza Alguns dados são significativos para expressar a magnitude da situação das pessoas com deficiência. Segundo a Organização Mundial de

Leia mais

A DEMANDA POR SAÚDE PÚBLICA EM GOIÁS

A DEMANDA POR SAÚDE PÚBLICA EM GOIÁS Título: A DEMANDA POR SAÚDE PÚBLICA EM GOIÁS Projeto de pesquisa: ANÁLISE REGIONAL DA OFERTA E DA DEMANDA POR SERVIÇOS DE SAÚDE NOS MUNICÍPIOS GOIANOS: GESTÃO E EFICIÊNCIA 35434 Autores: Sandro Eduardo

Leia mais

ENSINO SUPERIOR: PRIORIDADES, METAS, ESTRATÉGIAS E AÇÕES

ENSINO SUPERIOR: PRIORIDADES, METAS, ESTRATÉGIAS E AÇÕES ENSINO SUPERIOR: PRIORIDADES, METAS, ESTRATÉGIAS E AÇÕES Introdução Paulo Speller 1 Nos anos recentes, diversos países vem debatendo a possibilidade de promoverem alterações em seus sistemas de educação

Leia mais

EIXO 2. Alpinópolis. Arinos

EIXO 2. Alpinópolis. Arinos 2- Maior fiscalização por parte da União, do cumprimento da lei de acessibilidade em Barão de Cocais prédios e locais públicos 2- Criar mecanismos para cobrar acessibilidade nos órgãos públicos, instituições

Leia mais

Saúde pública de qualidade para cuidar bem das pessoas: direito do povo brasileiro

Saúde pública de qualidade para cuidar bem das pessoas: direito do povo brasileiro Saúde pública de qualidade para cuidar bem das pessoas: direito do povo brasileiro Objetivos da 15ª. Reafirmar, impulsionar e efetivar os princípios e diretrizes do SUS- saúde como DH Mobilizar e estabelecer

Leia mais

A ATUAÇÃO DA ASSISTENTE SOCIAL NA UNIDADE BÁSICA DE SAÚDE FACULDADE 1

A ATUAÇÃO DA ASSISTENTE SOCIAL NA UNIDADE BÁSICA DE SAÚDE FACULDADE 1 A ATUAÇÃO DA ASSISTENTE SOCIAL NA UNIDADE BÁSICA DE SAÚDE FACULDADE 1 Vanice Maria Schaedler 2 INTRODUÇÃO: A profissão do Serviço Social é regulamentada pela Lei nº 8.662/93, sendo o seu exercício profissional

Leia mais

ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO: DA EDUCAÇÃO BÁSICA AO ENSINO SUPERIOR

ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO: DA EDUCAÇÃO BÁSICA AO ENSINO SUPERIOR ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO: DA EDUCAÇÃO BÁSICA AO ENSINO SUPERIOR Ana Lucia Lima da Costa Pimenta Monteiro Prefeitura Municipal de Biguaçu anamonteiro1970@hotmail.com INTRODUÇÃO: As políticas

Leia mais

Brasília, 5 de agosto de 2003

Brasília, 5 de agosto de 2003 1 Brasília, 5 de agosto de 2003 Pronunciamento da reitora Wrana Maria Panizzi, presidente da Andifes, em reunião dos dirigentes com o sr. presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva Senhor Presidente

Leia mais

Microcrédito no âmbito das políticas públicas de trabalho e renda

Microcrédito no âmbito das políticas públicas de trabalho e renda OPINIÃO DOS ATORES Microcrédito no âmbito das políticas públicas de trabalho e renda Rogério Nagamine Costanzi* Desde a experiência do Grameen Bank em Bangladesh, o microcrédito passou a se disseminar

Leia mais

SEMINÁRIO INTERMINISTERIAL SOBRE A NOVA LEI DE CERTIFICAÇÃO DAS ENTIDADES BENEFICENTES DE ASSISTÊNCIA SOCIAL. Campo Grande-MS

SEMINÁRIO INTERMINISTERIAL SOBRE A NOVA LEI DE CERTIFICAÇÃO DAS ENTIDADES BENEFICENTES DE ASSISTÊNCIA SOCIAL. Campo Grande-MS SEMINÁRIO INTERMINISTERIAL SOBRE A NOVA LEI DE CERTIFICAÇÃO DAS ENTIDADES BENEFICENTES DE ASSISTÊNCIA SOCIAL Campo Grande-MS Mudanças na Certificação das Entidades Beneficentes de Assistência Social e

Leia mais

5 TENDÊNCIAS ATUAIS DE CONTRATAÇÃO E GERENCIMENTO DE OBRAS SUBTERRÂNEAS

5 TENDÊNCIAS ATUAIS DE CONTRATAÇÃO E GERENCIMENTO DE OBRAS SUBTERRÂNEAS Relatório Técnico nº 99 642-205 - 43/384 5 TENDÊNCIAS ATUAIS DE CONTRATAÇÃO E GERENCIMENTO DE OBRAS SUBTERRÂNEAS Obras subterrâneas são claramente diferenciadas de outros tipos de construção pela sua natureza

Leia mais

PESSOAS COM DEFICIÊNCIA NO MERCADO DE TRABALHO

PESSOAS COM DEFICIÊNCIA NO MERCADO DE TRABALHO PESSOAS COM DEFICIÊNCIA NO MERCADO DE TRABALHO Jessica Fernanda Gonçalves Graduanda em Administração Faculdades Integradas de Três Lagoas FITL/AEMS Mariane Pereira Graduanda em Administração Faculdades

Leia mais

ELEIÇÃO 2014 PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA BRASIL 27 DO BRASIL QUE TEMOS PARA O BRASIL QUE QUEREMOS E PODEMOS DIRETRIZES GERAIS DE GOVERNO

ELEIÇÃO 2014 PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA BRASIL 27 DO BRASIL QUE TEMOS PARA O BRASIL QUE QUEREMOS E PODEMOS DIRETRIZES GERAIS DE GOVERNO ELEIÇÃO 2014 PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA BRASIL 27 DO BRASIL QUE TEMOS PARA O BRASIL QUE QUEREMOS E PODEMOS DIRETRIZES GERAIS DE GOVERNO CUMPRIR E FAZER CUMPRIR A CONSTITUIÇÃO 1. Cumprir e fazer cumprir a

Leia mais

Caminhos na estratégia. de saúde da família: capacitação de cuidadores de idosos

Caminhos na estratégia. de saúde da família: capacitação de cuidadores de idosos Caminhos na estratégia de saúde da família: capacitação de cuidadores de idosos Erica Rosalba Mallmann: Escola de Enfermagem - UFRGS Lenice Ines Koltermann: Enfermeira Supervisora da Saúde da Família da

Leia mais

PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE LONDRINA AUTARQUIA MUNICIPAL DE SAÚDE PLANO MUNICIPAL DE SAÚDE DO TRABALHADOR 2005

PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE LONDRINA AUTARQUIA MUNICIPAL DE SAÚDE PLANO MUNICIPAL DE SAÚDE DO TRABALHADOR 2005 PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE LONDRINA AUTARQUIA MUNICIPAL DE SAÚDE PLANO MUNICIPAL DE SAÚDE DO TRABALHADOR 2005 LONDRINA PR 2005 PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE LONDRINA Nedson Luiz Micheleti - Prefeito AUTARQUIA

Leia mais

Políticas Públicas e Parcerias com o Terceiro Setor. Claudia Costin

Políticas Públicas e Parcerias com o Terceiro Setor. Claudia Costin Políticas Públicas e Parcerias com o Terceiro Setor Claudia Costin Percepção recente sobre o Poder Público no Brasil Estado Brasileiro colocado em cheque por motivos éticos, dada a configuração clientelista

Leia mais

META NACIONAL 15: garantir, em regime de colaboração entre a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios, no prazo de 1 (um) ano de vigência deste PNE, política nacional de formação dos profissionais

Leia mais

Cenários Transformadores para a Educação Básica no Brasil

Cenários Transformadores para a Educação Básica no Brasil RELATÓRIO FINAL Cenários Transformadores para a Educação Básica no Brasil Preparado pelo Instituto Reos JUNHO 2015 CONVOCADORES FINANCIADORES Capítulo 2 CONTEXTO DA EDUCAÇÃO BRASILEIRA C2 17 CAPÍTULO 2

Leia mais

CARTA ABERTA PELO DIREITO A CIDADE E A GESTÃO DEMOCRÁTICA

CARTA ABERTA PELO DIREITO A CIDADE E A GESTÃO DEMOCRÁTICA CARTA ABERTA PELO DIREITO A CIDADE E A GESTÃO DEMOCRÁTICA Apesar de nos últimos anos ter-se dado visibilidade apenas ao discurso único capitaneado pelo IPPUC, vários movimentos populares, associações de

Leia mais

Capítulo 3. Fichas de Qualificação de Indicadores

Capítulo 3. Fichas de Qualificação de Indicadores Capítulo 3 Fichas de Qualificação de Indicadores A Demográficos População total A.1................................... 58 Razão de sexos A.2................................... 60 Taxa de crescimento da

Leia mais

SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE DE BELO HORIZONTE PROJETO GLOBAL DE SAÚDE BUCAL APROVADO NO PLENÁRIO DO CMS-BH EM 13 DE JULHO DE 2006

SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE DE BELO HORIZONTE PROJETO GLOBAL DE SAÚDE BUCAL APROVADO NO PLENÁRIO DO CMS-BH EM 13 DE JULHO DE 2006 Sistema Único de Saúde SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE DE BELO HORIZONTE PROJETO GLOBAL DE SAÚDE BUCAL APROVADO NO PLENÁRIO DO CMS-BH EM 13 DE JULHO DE 2006 1- Introdução A população brasileira possui altos

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 233/14 - CIB / RS. A Comissão Intergestores Bipartite/RS no uso de suas atribuições legais, e considerando:

RESOLUÇÃO Nº 233/14 - CIB / RS. A Comissão Intergestores Bipartite/RS no uso de suas atribuições legais, e considerando: RESOLUÇÃO Nº 233/14 - CIB / RS A Comissão Intergestores Bipartite/RS no uso de suas atribuições legais, e considerando: a Lei Federal nº 8.080, de 19 de setembro de 1990, que regulamenta o Sistema Único

Leia mais

Direito à Educação. Parceria. Iniciativa. Coordenação Técnica. Apoio

Direito à Educação. Parceria. Iniciativa. Coordenação Técnica. Apoio Direito à Educação Apoio Parceria Coordenação Técnica Iniciativa Objetivos Refletir sobre: O que é Direito à Educação e como chegamos até aqui Garantia do direito à educação no Brasil Papel atual do Gestor

Leia mais

FINANCIAMENTO DA ASSISTENCIA PARA ALÉM DO PAGAMENTO POR PRODUÇÃO MAC/FAEC/INCENTIVOS/REDES

FINANCIAMENTO DA ASSISTENCIA PARA ALÉM DO PAGAMENTO POR PRODUÇÃO MAC/FAEC/INCENTIVOS/REDES 13º AUDHOSP Congresso Nacional de Auditoria em Saúde e Qualidade da Gestão e Assistência Hospitalar FINANCIAMENTO DA ASSISTENCIA PARA ALÉM DO PAGAMENTO POR PRODUÇÃO MAC/FAEC/INCENTIVOS/REDES Setembro/2014

Leia mais

. CARTA DE JOINVILLE/SC SISTEMA ÚNICO DE ASSISTÊNCIA SOCIAL SUAS E AS DIRETRIZES NORTEADORAS AO TERAPEUTA OCUPACIONAL

. CARTA DE JOINVILLE/SC SISTEMA ÚNICO DE ASSISTÊNCIA SOCIAL SUAS E AS DIRETRIZES NORTEADORAS AO TERAPEUTA OCUPACIONAL . CARTA DE JOINVILLE/SC SISTEMA ÚNICO DE ASSISTÊNCIA SOCIAL SUAS E AS DIRETRIZES NORTEADORAS AO TERAPEUTA OCUPACIONAL O I Encontro Regional dos Terapeutas Ocupacionais Trabalhadores da Assistência Social

Leia mais

O SUAS e rede privada na oferta de serviços, programas, projetos e benefícios socioassistenciais

O SUAS e rede privada na oferta de serviços, programas, projetos e benefícios socioassistenciais O SUAS e rede privada na oferta de serviços, programas, projetos e benefícios socioassistenciais Departamento da Rede Socioassistencial Privada do SUAS. Secretaria Nacional de Assistencia Social. DADOS

Leia mais

3. Quais são as modalidades de estágio? Estágio obrigatório e Estágio não obrigatório (art. 2º da Lei 11.788/2008).

3. Quais são as modalidades de estágio? Estágio obrigatório e Estágio não obrigatório (art. 2º da Lei 11.788/2008). 1. O que é o estágio? Estágio é o ato educativo escolar supervisionado, desenvolvido no ambiente de trabalho, que visa à preparação para o trabalho produtivo de estudantes. O estágio integra o itinerário

Leia mais

NOTA TÉCNICA 03 2012 REDE DE CUIDADOS À PESSOA COM DEFICIÊNCIA NO ÂMBITO DO SUS

NOTA TÉCNICA 03 2012 REDE DE CUIDADOS À PESSOA COM DEFICIÊNCIA NO ÂMBITO DO SUS NOTA TÉCNICA 03 2012 REDE DE CUIDADOS À PESSOA COM DEFICIÊNCIA NO ÂMBITO DO SUS Atualização da Minuta de portaria para a Assembleia do CONASS em 21/03/2012 1. Contextualização Pessoas com deficiência são

Leia mais