DIREÇÃO DO FORO DA COMARCA DE BELO HORIZONTE PORTARIA N 001/2012

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1 DJe de 13/06/2012 (cópia sem assinatura digital) DIREÇÃO DO FORO DA COMARCA DE BELO HORIZONTE PORTARIA N 001/2012 Dispõe quanto ao procedimento para encaminhamento e oitiva dos genitores que manifestem interesse em entregar os filhos para fins de adoção, assim como para aplicação de medidas às crianças entregues para fins de adoção. O EXMO. SR. MARCOS FLÁVIO LUCAS PADULA, JUIZ DE DIREITO DA VARA CÍVEL DA INFÂNCIA E DA JUVENTUDE DA COMARCA DE BELO HORIZONTE, no uso de suas atribuições legais e, em especial, nos termos dos artigos 145, 146 e 153, todos do Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei n de ), do artigo 62 da Lei Complementar Estadual nº 59 de e art. 2º da Resolução nº 431/2004 da Egrégia Presidência do Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais; CONSIDERANDO o grande número de recém-nascidos encaminhados por hospitais e maternidades à Vara Cível da Infância e da Juventude da Comarca de Belo Horizonte, após manifestação de vontade das parturientes no sentido da entrega dos filhos para adoção; CONSIDERANDO a determinação de encaminhamento das mães e gestantes à Justiça da Infância e da Juventude, quando manifestem o interesse em entregar seus filhos para adoção, nos termos do art. 13 do Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei n de ). CONSIDERANDO a necessidade de proporcionar a devida assistência psicológica à gestante e à mãe, no período pré-natal e pós-natal, assistência que deverá ser também prestada às gestantes e mães que manifestarem interesse em entregar seus filhos para adoção, nos termos do art. 8, 5 do Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei n de ). 1/12

2 CONSIDERANDO a necessidade de evitar qualquer tipo de intermediação informal por profissionais da área de saúde, ainda que não revestida de dolo, no sentido de encaminhamento direcionado de recém-nascidos para família substituta, em detrimento da colocação em família substituta previamente habilitada para adoção. CONSIDERANDO a determinação legal de que a política de atendimento dos direitos da criança e do adolescente seja realizada através de um conjunto articulado de ações governamentais e não-governamentais, inclusive pela execução de políticas sociais públicas que permitam o nascimento e o desenvolvimento sadio e harmônico, em condições dignas de existência. CONSIDERANDO a necessidade de regulamentar o procedimento para encaminhamento das mães e gestantes à Justiça da Infância e da Juventude, delimitando as atribuições dos profissionais da área de saúde e dos servidores da justiça, no que diz respeito à assistência social e psicológica da mãe ou gestante, inclusive sua oitiva em juízo. RESOLVE: Art. 1 Quando do acompanhamento pré-natal, havendo manifestação de vontade da gestante no sentido de entregar o futuro filho para adoção, a gestante deverá ser entrevistada e avaliada por psicólogo e/ou assistente social dos serviços de saúde ou assistência social. Art. 2 Após a entrevista e avaliação referida no artigo anterior, persistindo a gestante em sua intenção de entrega do futuro filho para adoção, o profissional de saúde responsável pelo prénatal deverá comunicar o Setor de Estudos Familiares (SEF) da Vara Cível da Infância e da Juventude, encaminhando relatório, com indicação da qualificação e endereço da gestante. Art. 3 O Setor de Estudos Familiares (SEF) deverá analisar o relatório encaminhado e, avaliando a pertinência da situação exposta, deverá agendar entrevista para ouvir a gestante. 1 Quando da entrevista, a gestante deverá ser questionada: 2/12

3 I - quanto aos motivos para a decisão de entregar o futuro filho para adoção, sendo orientada quanto às consequências de seu ato; e II - quanto à existência de familiares que tenham interesse e condições de assumir a guarda do futuro filho. 2º O Setor de Estudos Familiares (SEF) poderá agendar entrevista com o futuro pai ou com outros familiares, para verificar a possibilidade e conveniência de concessão da guarda da criança ao genitor ou a membro da família extensa. Art. 4 Após o nascimento da criança, havendo manifestação de vontade da parturiente no sentido de entregar o filho para adoção, a parturiente deverá ser entrevistada e avaliada por psicólogo e/ou assistente social dos serviços de saúde ou assistência social. Parágrafo único. Quando da entrevista e avaliação, o técnico deverá procurar colher dados quanto à identidade e endereço do suposto pai do recém-nascido, informando no caso de desconhecimento da parturiente ou no caso de recusa desta em fornecer os dados mencionados. Art. 5 Após a entrevista e avaliação referida no artigo anterior, persistindo a parturiente em sua intenção de entrega do filho para adoção, a assistente social do hospital ou maternidade ou o profissional de saúde responsável pelo parto deverá comunicar o Setor de Estudos Familiares (SEF) da Vara Cível da Infância e da Juventude, encaminhando relatório, com indicação da qualificação e endereço da gestante, assim como declaração de nascido vivo (DNV). 1 O comunicado poderá ser feito nos dias úteis, com a possível brevidade, no horário de expediente, compreendido entre 09:00 e 18:00 horas. 2 No caso de parto ocorrido em dias úteis após as 18:00 horas e antes das 09:00 horas do dia seguinte, o parto deverá ser comunicado logo no início do expediente. 3 No caso de parto ocorrido em finais de semana ou após as 18:00 horas de sexta-feira ou, ainda, em feriados, o comunicado deverá ser feito no primeiro dia útil subsequente, no horário de expediente. 3/12

4 4 O comunicado poderá ser feito por fac-símile (fax) ou por correio eletrônico ( ), este devidamente precedido de contato telefônico. 5 Sendo possível, nos termos do artigo anterior, o relatório deverá informar, também, a identidade e endereço do suposto pai do recém-nascido. Art. 6 Havendo condições de condução da parturiente e ocorrendo o parto no período de expediente acima referido ou em horário contíguo que permita a apresentação da parturiente em juízo, o hospital ou a maternidade deverá encaminhar o relatório, juntamente com o recémnascido e com a parturiente. 1 A parturiente e a criança, juntamente com o relatório, deverão ser apresentadas ao Setor de Estudos Familiares (SEF). 2 A criança será colocada nas dependências do berçário da Vara Cível da Infância e da Juventude, pelo tempo estritamente necessário. Art. 7 O Setor de Estudos Familiares deverá analisar o relatório encaminhado e entrevistar a parturiente, apresentando comunicação à Autoridade Judicial. 1 Havendo procedimento anteriormente instaurado, o comunicado do Setor de Estudos Familiares (SEF) será juntado aos autos, sendo os mesmos conclusos para decisão. 2 Não havendo procedimento instaurado e sendo avaliada a pertinência da situação exposta, será instaurado procedimento de providência, com a devida autuação e registro do comunicado do Setor de Estudos Familiares e documentos que o acompanham. Art. 8 Caso entenda necessário e pertinente, o Setor de Estudos Familiares (SEF) poderá realizar visita social ou sugerir a realização de sindicância pelo Comissariado da Infância e da Juventude. 4/12

5 1 O Setor de Estudos Familiares (SEF) poderá agendar entrevista com o pai ou suposto pai e, ainda, com familiares, caso sejam verificadas perspectivas favoráveis para a colocação da criança sob a guarda do pai da criança ou de membro da família extensa. 2 No caso de recusa da parturiente em informar dados que permitam o contato com o pai da criança ou com outros familiares, deverá ser avaliada a existência de situação conflituosa que desaconselhe a colocação da criança sob guarda do genitor ou de membro da família extensa. 3 No caso de fornecimento de dados incompletos ou vagos, de dados que indiquem a incompatibilidade do pai da criança ou de outros familiares para assumirem a guarda, ou, ainda, de dados que indiquem a extrema dificuldade de localização e contato com o pai ou familiares, deverão ser levados em conta tais fatores, no sentido de evitar o acolhimento institucional da criança. Art. 9 Devidamente instaurado o procedimento de providência ou juntados os documentos referidos aos autos do procedimento já existente, os autos serão imediatamente conclusos, sendo realizada, de imediato, audiência preliminar de oitiva da parturiente. 1 A audiência preliminar deverá, sempre que possível, ser realizada no mesmo dia da apresentação da parturiente, em horário entre as audiências da pauta. 2 Excepcionalmente, poderá ser suspensa audiência em andamento, pelo tempo necessário para a realização da audiência de oitiva preliminar da parturiente. Art. 10. Não sendo possível a condução da parturiente, o hospital ou maternidade, após entrevista e avaliação da parturiente por psicólogo ou assistente social, deverá encaminhar o relatório nos termos do art. 5 acima, com a justificação dos motivos pelos quais não foi possível conduzir a parturiente em juízo. 5/12

6 1 Não sendo possível a condução pela falta de meio de transporte, o hospital ou maternidade deverão entrar em contato telefônico com o Setor de Estudos Familiares, com urgência, por qualquer meio idôneo, solicitando a condução da criança e da parturiente por viatura do Poder Judiciário. 2 Neste caso, o Setor de Estudos Familiares (SEF) deverá solicitar de imediato o transporte ao Comissariado da Infância e da Juventude, o qual deverá providenciar a condução da parturiente e do recém-nascido em juízo, em regime de prioridade. Art. 11. Não havendo condições de condução da parturiente por outros motivos (recomendação médica, recusa da parturiente, ocorrência do parto no período noturno ou durante final de semana e feriado), deverá ser conduzido apenas o recém-nascido com a brevidade possível, expondo o relatório o motivo da não condução da parturiente. 1 A condução será feita nos dias úteis, no horário de expediente, compreendido entre 09:00 e 18:00 horas. 2 No caso de parto ocorrido em dias úteis após as 18:00 horas e antes das 09:00 horas do dia seguinte, a condução deverá realizada no início do expediente. 3 No caso de parto ocorrido em finais de semana ou após as 18:00 horas de sexta-feira ou, ainda, em feriados, a condução deverá ser feita no primeiro dia útil subsequente, no horário de expediente. Art. 12. No caso de impossibilidade de condução da parturiente pelo hospital ou maternidade ou, ainda, pelo Comissariado da Infância e da Juventude, será designada audiência para a oitiva preliminar da mesma em data posterior, o mais breve possível. 1 O não comparecimento da parturiente, seja pela impossibilidade de sua condução, seja por seu não comparecimento em audiência, não prejudica os procedimentos referentes ao acolhimento familiar ou institucional da criança. 6/12

7 2 O disposto no parágrafo anterior não se aplica no caso de a parturiente estar impossibilitada de comparecer em juízo por motivo de saúde, devidamente comprovado. Art. 13. Ouvida a parturiente em juízo, será colhido o depoimento da mesma, em especial colhendo sua manifestação de vontade quanto ao desejo de entregar o recém-nascido para adoção e procurando esclarecer: I - as circunstâncias da entrega e a existência ou não de condições para o exercício responsável da maternidade; e II - a existência de familiares que possuam o desejo e condições de acolher a criança, colhendose, se possível, informações quanto à sua identidade e endereço. 1 Confirmando a parturiente o seu desejo de entregar a criança para adoção e verificada a inexistência de familiares em condições de acolher a criança, a criança será encaminhada para família substituta sob regime de guarda provisória, com fins de adoção. 2 No caso do parágrafo anterior, o procedimento será suspenso, apensando-se os autos, oportunamente, ao processo de adoção da criança ou ao processo de destituição do poder familiar. 3 No caso de retratação da parturiente em audiência, sendo constatadas condições suficientes para o exercício da maternidade, será restabelecida a guarda legal da parturiente, com a entrega da criança. 4 No caso de retratação da parturiente, não sendo restabelecida sua guarda legal, a parturiente será orientada a constituir advogado ou procurar a assistência da Defensoria Pública ou de Núcleos de Assistência Judiciária. Art. 14. Sempre que possível, deverá ser também ouvido em juízo o pai ou suposto pai biológico do recém-nascido. 7/12

8 Parágrafo único. Havendo condições razoáveis para localização e comunicação, o Setor Técnico deverá avaliar membros da família extensa que tenham condições e interesse em assumir a guarda do recém-nascido. Art. 15. No caso de comparecimento espontâneo de um ou de ambos os genitores, acompanhados ou não da criança, perante a Vara Cível da Infância e da Juventude, o Ministério Público, Conselhos Tutelares, órgãos e entidades de saúde e assistência social, ou quaisquer outros órgãos públicos ou privados, com manifestação de vontade de entregar o filho para adoção, os genitores e a criança serão encaminhados ao Setor Técnico da Vara Cível da Infância e da Juventude. Parágrafo único. No caso de impossibilidade de condução dos genitores e/ou da criança, o órgão ou entidade deverá comunicar o fato ao Setor Técnico, adotando-se o procedimento previsto no art. 10 da presente portaria. Art. 16. Comparecendo a mãe em juízo e confirmando seu desejo de entregar a criança para fins de adoção, a criança será encaminhada de imediato para família substituta, sob guarda provisória, com fins de adoção, desde que não tenham sido identificados e localizados o pai ou suposto pai, assim como familiares que tenham o desejo e condições de assumir a guarda da criança. 1 Identificado e localizado o pai ou suposto pai, o mesmo deverá ser ouvido em audiência preliminar, com brevidade. 2º Identificado membro da família extensa com interesse e condições de assumir a guarda, deverá o mesmo ser ouvido em audiência preliminar. 3 O pai ou suposto pais e membros da família extensa poderão ser ouvidos na mesma audiência preliminar. Art. 17. Recusando a genitora de comparecer em juízo ou, se devidamente intimada, deixar de comparecer à audiência preliminar, tendo a genitora já declarado aos serviços de psicologia ou 8/12

9 assistência social seu desejo de entregar a criança para fins de adoção, a criança será encaminhada para família substituta, após decorrido o prazo de trinta dias da data do acolhimento institucional e/ou da permanência da criança na maternidade. 1 Quando da intimação, se constatado pelo Oficial de Justiça que a genitora não reside no endereço declinado perante a maternidade (ou outro endereço que conste dos autos), será adotado o mesmo procedimento previsto no caput do presente artigo. 2 O encaminhamento para família substituta não será realizado, caso seja identificado e localizado o pai ou suposto pais, assim como familiares que tenham o desejo e condições assumir a guarda da criança. Nesta caso, será adotado o procedimento previsto nos 1 a 3 do artigo antecedente. Art. 18. Comparecendo a mãe ou o pai em juízo e declarando o desejo de que a criança seja entregue a terceiro, a sugestão somente será avaliada se o terceiro for membro da família extensa ou se a criança tiver vínculo afetivo relevante com a pessoa indicada. 1 A preferência do membro da família extensa dependerá de seu efetivo interesse, assim como da comprovação de que tem condições favoráveis para o exercício da guarda. 2 No caso de terceiro não parente, além dos requisitos do parágrafo anterior, deverá ser comprovado o vínculo afetivo relevante por parte da criança. Art. 19. No caso de manifestação de um ou ambos os genitores, declarando que desejam assumir a guarda da criança, havendo estudos técnicos e/ou relatórios que indiquem não possuírem os genitores condições favoráveis ao exercício da guarda, a criança deverá ser colocada em acolhimento institucional, expedindo-se guia de acolhimento. 1 A decisão que determinar o acolhimento institucional deverá ser fundamentada e mencionar inclusive a suspensão ou não do direito de visita. 9/12

10 2 Será dada ciência aos genitores (ou a apenas um deles, se o outro for desconhecido) quanto à decisão de acolhimento institucional, inclusive quanto ao endereço da entidade, se não suspenso o direito de visita. 3 Os genitores serão orientados a constituir advogado ou procurar a assistência da Defensoria Pública ou de Núcleos de Assistência Judiciária. 4 Será dada vista dos autos ao Ministério Público, para avaliar quanto ao cabimento do ajuizamento da ação de destituição do poder familiar. 5 No caso do presente artigo, somente será possível o encaminhamento para família substituta após a decisão de destituição ou de suspensão do poder familiar dos genitores conhecidos. Art. 20. Existindo perspectiva de breve retorno para a família natural ou de rápido encaminhamento para membro da família extensa ou para família substituta, poderá ser admitida, em caráter excepcional, a permanência do recém-nascido na maternidade, pelo prazo máximo de 05 (cinco) dias, salvo no caso de quadro clínico que recomende permanência por prazo superior. Art. 21. Todos os profissionais da área da saúde, assim como profissionais das áreas afins deverão evitar qualquer tipo de intervenção ou intermediação para o encaminhamento direcionado de recém-nascidos ou de crianças e adolescentes em internação hospitalar. Parágrafo único. Qualquer omissão dolosa ou culposa em proceder ao encaminhamento à autoridade judiciária de mãe ou gestante que manifeste interesse em entregar o filho para adoção, ensejará apuração da responsabilidade criminal do profissional, nos termos do art. 258-B do Estatuto da Criança e do Adolescente. Art. 22. Fica revogada a Portaria n 002/2010. Art. 23. Deverá ser remetida cópia da presente portaria a todos os setores da Vara Cível da Infância e da Juventude, assim como às seguintes Autoridades e Órgãos: 10/1

11 I DD. Desembargador Corregedor-Geral de Justiça do Estado de Minas Gerais. II MM. Juiz de Direito Auxiliar da Corregedoria e Diretor do Foro da Capital. III Comissão Estadual Judiciária de Adoção do Estado de Minas Gerais (CEJA/MG). IV Coordenação da Promotoria de Justiça Especializada de Proteção dos Direitos da Criança e da Juventude de Belo Horizonte. V Coordenação do Núcleo da Defensoria Pública do Estado de Minas Gerais junto às Varas da Infância e da Juventude da Capital. VI Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente do Município de Belo Horizonte (CMDCA-BH). VII Conselhos Tutelares da Criança e do Adolescente do Município de Belo Horizonte. VIII Conselho Municipal de Assistência Social de Belo Horizonte (CMAS-BH) IX Secretaria de Estado da Saúde (SESMG). X Secretaria Municipal de Saúde (SMSA) XI Conselho Regional de Medicina do Estado de Minas Gerais (CRM-MG). XII Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social (SEDESE) XIII Secretaria Municipal Adjunta de Assistência Social (SMAAS) Art. 24. Esta portaria entra em vigor na data de sua publicação. 11/1

12 PUBLIQUE-SE. REGISTRE-SE. CUMPRA-SE. Belo Horizonte, 18 de abril de Marcos Flávio Lucas Padula Juiz de Direito Vara Cível da Infância e da Juventude Comarca de Belo Horizonte 12/1

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