Financiamento da Inovação. Ação conjunta FINEP/CONSECTI MG agosto/09

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Financiamento da Inovação. Ação conjunta FINEP/CONSECTI MG agosto/09"

Transcrição

1 Financiamento da Inovação Ação conjunta FINEP/CONSECTI MG agosto/09

2 1º. Bloco Um histórico da formulação do conceito de inovação

3 Joseph Alois Schumpeter ( ) 1911 Teoria do Desenvolvimento Econômico 1939 Business Cycles 1942 Capitalismo, Socialismo e Democracia Versões eletrônicas dos 3 livros fazem parte dos anexos a esta apresentação

4 Teoria do Desenvolvimento Econômico (1911) Modelos econômicos baseados na noção do equilíbrio partiam do princípio de que as principais mudanças são causadas por elementos externos ao sistema (guerras, alterações políticas, etc.) Estes modelos se mostravam insuficientes quando a descontinuidade era provocada por fatores endógenos (aparecimento de novas mercadorias, novos usos para mercadorias existentes, novas maneiras de produzi-las ou comercializa-las). Fonte : PELAEZ e SZMRECSÁNYI (orgs.) Economia da Inovação Tecnológica, 2006 cap. 5 pp

5 Teoria do Desenvolvimento Econômico (1911) Fonte : SCHUMPETER Teoria do Desenvolvimento Econômico, 1911 cap. 2 pg. 76

6 Business Cycles (1939) O desenvolvimento de uma invenção e a realização de uma inovação constituem, econômica e sociologicamente, dois processos inteiramente diversos entre si, mesmo que tenham sido empreendidos por uma única e mesma pessoa. A inovação pode ser claramente percebida como um fator de mudança interno ao processo produtivo, porque leva a uma nova e diferente utilização dos fatores de produção nele disponíveis. Fonte : PELAEZ e SZMRECSÁNYI (orgs.) Economia da Inovação Tecnológica, 2006 cap. 5 pp

7 Business Cycles (1939) Capitalismo economia baseada na propriedade privada dos meios de produção, cujas inovações são levadas a cabo por meio de dinheiro emprestado, o qual, de um modo geral, embora não necessariamente, implica na criação de um sistema específico de crédito. Fonte : PELAEZ e SZMRECSÁNYI (orgs.) Economia da Inovação Tecnológica, 2006 cap. 5 pp. 122

8 Capitalismo, Socialismo e Democracia (1942) Schumpeter desenvolve uma posição de reverência crítica à obra de Marx. Uma das importantes diferenças de ambos reside na separação schumpeteriana entre as figuras e as funções do empresário e do capitalista, reduzidos por Marx a um único e mesmo agente econômico. Fonte : PELAEZ e SZMRECSÁNYI (orgs.) Economia da Inovação Tecnológica, 2006 cap. 5 pp

9 Capitalismo, Socialismo e Democracia (1942) Fonte : SCHUMPETER Capitalismo, Socialismo e Democracia, 1942 cap. 7 pg. 110

10 OCDE Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico Fundada em 1961 Grupo dos Ricos - 30 países ½ da riqueza mundial Proposta (dentre outras): Ser fonte confiável de estatísticas comparativas de dados econômicos e sociais

11 CHILE ESTÔNIA ISRAEL RÚSSIA ESLOVÊNIA BRASIL CHINA ÍNDIA INDONÉSIA ÁFRICA DO SUL

12 OCDE Instrumentos Manualização de procedimentos para permitir estatísticas comparadas Manual Frascati (1963) medição de atividade de C&T Manual de Oslo (1990) coleta e interpretação de dados de inovação Manual de Canberra (1995) recursos humanos em C&T

13 Manual de Oslo (um histórico revelador) NFID Nordic Fund for Industrial Development desenvolve uma pesquisa sobre atividades inovadoras nos 4 países nórdicos (Noruega, Suécia, Dinamarca e Finlândia) 1a. oficina - final de 1988 paper básico Conceptual framework for developing innovation indicators

14 Manual de Oslo (um histórico revelador) 2a. oficina o trabalho é apresentado à OCDE e apreciado pelo NESTI (National Experts on Science and Technology Indicators), que encomenda uma versão não restrita aos países nórdicos 1990 versão inicial 1991 discussões e aprimoramentos 1992 Manual de Oslo 1a. edição

15 Manual de Oslo (um histórico revelador) 1992 Manual de Oslo 1a. edição Inovação tecnológica de produto e processo (TPP) na indústria de transformação 1997 Manual de Oslo 2a. edição Expande o tratamento para o setor de serviços

16 Manual de Bogotá (um contraponto) 2001 OEA Organización de Estados Americanos RICYT Red Iberoamericana de Indicadores de Ciencia y Tecnología Adaptação do Manual de Oslo para pesquisas em países em desenvolvimento

17 Manual de Oslo (um histórico revelador) 2005 Manual de Oslo 3a. edição Incorpora o Manual de Bogotá (anexo A) Adiciona a questão da inovação não tecnológica (inovação de negócio e inovação organizacional) FINEP patrocina em 2007 a tradução para o português. Versões eletrônicas dos manuais estão nos anexos a esta apresentação

18 1º. Bloco A extensão do conceito de inovação

19 Inovação Uma inovação é a implementação de um produto (bem ou serviço) novo ou significativamente melhorado, ou um processo, ou um novo método de negócio, ou um novo método organizacional nas práticas de negócios, na organização do local de trabalho ou nas relações externas. Manual de Oslo pg. 55 parag. 146 A interrupção de uma atividade não é uma inovação, mesmo que resulte em melhor desempenho para a empresa. Manual de Oslo pg. 67 parag. 198

20 Inovação X Invenção Descoberta Um aspecto geral de uma inovação é que ela deve ter sido implementada. Um produto novo ou melhorado é implementado quando introduzido no mercado. Novos processos, métodos de negócio e métodos organizacionais são implementados quando eles são efetivamente utilizados nas operações das empresas. Manual de Oslo pg. 56 parag. 150

21 Inovação Diferenciam-se quatro tipos de inovação: produto, processo, forma de negócio, e forma de organização. Manual de Oslo pg. 57 parag. 155 Outras formas de inovação : design, serviço, atendimento, logística, pós-venda Fonte : CORAL, OGLIARI e ABREU, Gestão Integrada da Inovação, 2008 cap. 4 pg. 78

22 Inovação As atividades inovadoras de uma empresa dependem em parte da variedade e da estrutura de suas interações com as fontes de informação, conhecimentos, tecnologias, práticas e recursos humanos e financeiros. Manual de Oslo pg. 87 parag. 252

23 Inovação Tipos de interações : -Fontes abertas de informação informações disponíveis que não exigem a compra da tecnologia nem interação obrigatória com a fonte -Aquisição de conhecimentos compra de conhecimento e tecnologia sem interação obrigatória com a fonte -Inovação cooperativa atividade conjunta com outras empresas ou instituições de C&T, podendo incluir aquisição de conhecimentos e tecnologias -Acesso a fontes de financiamento -Informação Comercial Manual de Oslo pg. 93 parag. 278 pg. 163

24 Inovação A inovação envolve várias atividades não incluídas nas atividades de P&D, tais como as fases finais de desenvolvimento para a pré-produção, produção e distribuição, (...), as atividades de suporte como o treinamento e a preparação de mercado para a inovação e a implementação de atividades para novos métodos de negócio ou novos métodos organizacionais (...). Manual de Oslo pg parag. 310

25 Inovação Fontes de financiamento : - recursos próprios - empresas relacionadas (associadas) - outras empresas não-financeiras - empresas financeiras - recursos públicos Manual de Oslo pg. 119 parag. 374

26 Inovação em países em desenvolvimento Aceita-se amplamente que os mecanismos de disseminação e as mudanças incrementais respondam pela maioria das inovações nos países em desenvolvimento, devido às características particulares da sociedade e da economia em muitos destes países, que influenciam os processos de inovação de várias formas. Manual de Oslo pg. 154 parag. 484

27 Inovação em países em desenvolvimento A informalidade não é um contexto favorável à inovação. A criatividade esporádica (...) não conduz à aplicação sistemática e assim tende a resultar em ações isoladas que não aumentam as capacitações nem ajudam a estabelecer uma trajetória de desenvolvimento baseada na inovação. Manual de Oslo pg. 155 parag. 489

28 Inovação em países em desenvolvimento A capacitação para a inovação mais significativa é o conhecimento acumulado pela empresa. As capacitações para a inovação, assim como as capacitações tecnológicas, são o resultado de processos de aprendizado que são conscientes e propositais, dispendiosos e demorados, não lineares, dependentes de trajetória e cumulativos. As capacitações para a inovação condicionam o desenho das estratégias para introduzir mudanças, melhoramentos ou inovações (estratégias de inovação). Manual de Oslo pg. 160 parags. 511 e 512

29 Inovação " # $%!

30 Inovação &'( '! #!" # $% &

31 Inovação # ) ' ) * (%)* ' (%)* ' + + (%)* ' (%)* ' + +

32 Assim... Diferenciam-se duas naturezas de inovação: Inovação incremental: melhoria de algo já existente ou reconfiguração de uma tecnologia já existente para outros propósitos Inovação radical: algo cujas características, atributos ou uso difira significativamente, se comparado aos já existentes. Envolvem tecnologias radicalmente novas ou podem se basear na combinação de tecnologias existentes para novos usos.

33 Assim... Inovações radicais tem o potencial de modificar a base competitiva em favor do inovador, com capacidade de ignorar eventuais barreiras de entrada colocadas. Entretanto, projetos dedicados à inovações radicais tendem a ser mais caros, mais imprevisíveis e mais arriscados, podendo levar mais tempo para atingir resultados tangíveis. Inovações incrementais são mais seguras, previsíveis, baratas e mais facilmente trazem retorno em um tempo razoável. Permitem a colocação de barreiras de entrada à concorrência e conferem diferencial competitivo dinâmico, mas são totalmente vulneráveis a inovações radicais.

34 Assim... Inovação TPP (tecnológica de produto e processo) A inovação tecnológica engloba produtos e processos tecnologicamente novos (radical) ou com substanciais melhorias tecnológicas (incremental). A inovação não-tecnológica refere-se a mudanças de mercado, serviço, design ou organização.

35 Dentro de uma estratégia empresarial, as atividades inovadoras não se limitam às atividades de inovação tecnológica.

36 Assim... É a introdução de novidade ou aperfeiçoamento no ambiente produtivo ou social que resulte em novos produtos, processos ou serviços. (Lei /04) Inovação é a transformação de CONHECIMENTO em NOVOS produtos, processos ou serviços que efetivamente cheguem ao mercado. Inovação é a exploração, com sucesso, de novas idéias. Podemos afirmar que se está inovando sempre que se faz algo diferente de mais do mesmo.

37 Vídeo Dr. Eduardo Costa Diretor de Inovação

38 Fim do 1º. Bloco Conceito de Inovação

39 2º. Bloco Inovação e Estratégia competitiva

40 Receita para um período de crise : 1º. No curtíssimo prazo, fazer mais com menos 2º. No muito curto prazo, inovar e fazer diferente o que já é feito agora 3º. No curto prazo, inovar de forma radical e fazer outras coisas, que não são feitas hoje, de forma que talvez já façamos e de outras que nem imaginamos Silvio Meira blog dia a dia, bit a bit post de 01/04/09

41 Por que inovar? (oportunidades) Desejo de não competir somente no mercado de produtos commodities Busca de vantagem competitiva sustentável Busca de uma nova plataforma de crescimento para atingir objetivos de receita de longo prazo Desejo de aumento de market share Busca de nova missão e visão empresariais Busca de mercado externo Fonte : CORAL, OGLIARI e ABREU, Gestão Integrada da Inovação, 2008 cap. 2 pg. 15

42 Por que inovar? (ameaças) Mudanças nas necessidades e desejos dos clientes Mudanças nas condições dos parceiros e fornecedores Mudanças no estado-da-técnica (avanços tecnológicos) Produtos em fase final do ciclo de vida Mudanças no patamar de competitividade (concorrência) Fonte : CORAL, OGLIARI e ABREU, Gestão Integrada da Inovação, 2008 cap. 2 pg. 16

43 Como se forma uma empresa inovadora? Fonte : Instituto Inovação - Onde está a inovação no Brasil Versão eletrônica disponível nos anexos a esta apresentação

44 A estratégia tecnológica deriva da estratégia competitiva e a articulação entre as duas é muito importante. Paulo Tigre A estratégia tecnológica sem uma estratégia competitiva não faz sentido. A estratégia competitiva, quando acoplada de uma estratégia tecnológica, tende a ser mais sólida pois gera barreiras de entrada para a concorrência.

45 Estratégias Tecnológicas Coexistem numa mesma empresa, ou se sucedem dentro dela ao longo do tempo. Ofensiva Defensiva Imitativa Dependente Tradicional Oportunista (desenvolve) (aprimora ou adquire) (copia com custo menor) (depende do líder para inovar) (apenas incremental) (janela de oportunidade) Fonte : FREEMAN e SOETE, The Economics of Industrial Innovation, 1997 em TIGRE, Paulo, Gestão da Inovação cap. 9

46 As regras da improvisação no jazz I.A qualquer momento da apresentação, é preciso saber qual é o líder solista e onde se está na peça II.O solista deve escutar o trabalho dos demais membros da banda e construir a partir deste trabalho III.Conhecer as regras para saber como e quando romper com elas Fonte : SABATELLA A whole approach to jazz improvisation, 1992 em BROWN e EISENHARDT Estratégia competitiva no limiar do caos, 1998 pg. 48

47 As regras da improvisação no jazz IV.Experimentar enquanto grupo (mudando ou eliminando estruturas) e enquanto indivíduo (atenuando ou acentuando o instrumento) V.Esperar ocasionais saídas dos trilhos. Recuperar-se e seguir em frente VI.Não fazer o mesmo solo o tempo todo; praticar a aplicação de novos estilos e abordagens a peças conhecidas. Incorporar o inesperado é a essência do grande jazz. Fonte : SABATELLA A whole approach to jazz improvisation, 1992 em BROWN e EISENHARDT Estratégia competitiva no limiar do caos, 1998 pg. 48

48 As regras da competição empresarial (em tempos caóticos) I.A vantagem é temporária II.A estratégia é diversa, emergente e complexa III.A reinvenção é a meta IV.Viva no presente V.Estique o passado VI.Alcance o futuro Fonte : BROWN e EISENHARDT Estratégia competitiva no limiar do caos, 1998 cap. 9

49 As regras da competição empresarial (em tempos caóticos) VII.Mudança baseada no controle do tempo VIII.Cultive a estratégia IX.Faça a estratégia a partir do nível do setor X.Realinhave os setores aos mercados e articule o todo Fonte : BROWN e EISENHARDT Estratégia competitiva no limiar do caos, 1998 cap. 9

50 Fim do 2º. Bloco Inovação e Estratégia Empresarial

51 3º. Bloco Sistemas de Inovação

52 Modelo Ofertista Linear 1945 Science : the endless frontier Vannevar Bush estabelece as bases da política de C&T norte-americana no pós-guerra. Inovação nasce na pesquisa básica e chega ao mercado. Fácil de entender e explicar, fundamentou a construção das primeiras famílias de indicadores de C&T. Por que este modelo fez tanto sucesso entre os primeiros acadêmicos a pensar sobre inovação? Fonte : VIOTTI Fundamento e Evolução dos Indicadores de C,,T&I, 2003 pg. 55

53 Modelo Ofertista Linear Pesquisa Básica Pesquisa Aplicada Desenvolvimento Experimental Produção Comercialização Fonte : VIOTTI Fundamento e Evolução dos Indicadores de C,,T&I, 2003 pg. 55

54 Modelo de Elo de Cadeia 1986 An Overview of innovation Kline e Rosenberg concebem a inovação como o resultado da interação entre oportunidades de mercado e a base de conhecimentos e capacitações da firma, além de suas redes de relação com as instituições de pesquisa. A pesquisa é uma atividade do processo de inovação e não mais uma pré-condição a ela. Fonte : VIOTTI Fundamento e Evolução dos Indicadores de C,,T&I, 2003 pg. 59

55 Modelo de Elo de Cadeia Pesquisa Estoque de conhecimentos científicos, tecnológicos e de mercado Mercado existente ou potencial Concepção de projeto básico Projeto detalhado e testes Reprojeto e produção Distribuição e comercialização Fonte : VIOTTI Fundamento e Evolução dos Indicadores de C,,T&I, 2003 pg. 58

56 Modelo Sistêmico A abordagem de sistemas nacionais de inovação (final dos anos 80 e anos 90) introduz a perspectiva de que a análise dos processos de produção, difusão e uso de C,T&I deva considerar a influência simultânea de fatores organizacionais, institucionais e econômicos. Surge do esforço teórico de explicar por que alguns países apresentam desenvolvimento tecnológico superior a outros (o fenômeno japonês). Fonte : VIOTTI Fundamento e Evolução dos Indicadores de C,,T&I, 2003 pg. 50

57 Modelo Sistêmico Sistema educacional Contexto macroeconômico e regulatório Empresas Condições de mercado Sistema Tecnológico Sistema Científico Instituições de apoio Sistema local de inovação Sistema nacional de inovação Fonte : VIOTTI Fundamento e Evolução dos Indicadores de C,,T&I, 2003 pg. 51

58 Modelo Aberto Henry Chesbrough, 2006 Open Innovation : A new paradigm for understanding industrial innovation Versão eletrônica do livro faz parte dos anexos a esta apresentação O modelo sistêmico ganha porosidade para as inovações desenvolvidas em conjunto com fornecedores e clientes, além de considerar as inovações surgidas a partir do desenvolvimento de outras inovações.

59 Modelo Aberto

60 Modelo Aberto

61 Sistemas de Inovação Importante considerar que há 30 anos os modelos coincidem em colocar a empresa como o locus da inovação. Se inovação implica em chegar ao mercado e como quem se relaciona com o mercado é a empresa, esta colocação faz todo o sentido. Agentes científicos se ocupam dos aspectos não triviais das demandas. Agentes tecnológicos realizam a difusão e a capacitação. Governos regulam, financiam e estimulam esta dinâmica.

62 Fim do 3º. Bloco Sistemas de Inovação

63 4º. Bloco Gestão da Inovação e Captação de Recursos

64 Por que gerenciar inovação? Pelo mesmo motivo pelo qual se gerenciam outros ativos (caixa, estoque, RH, etc) Redução de incertezas nas decisões sobre inovar (ou não) e como fazê-lo Minimização dos recursos investidos (tempo, gente, R$) Maximização do retorno (R$) Melhor estratégia de captação de recursos Menor custo ponderado do capital

65 O processo de inovação deve : Ser contínuo e sustentável (não ocasional), além de integrado aos demais processos da empresa Ser formalizado, porém favorecendo a criatividade dos profissionais Priorizar o desenvolvimento na própria organização, mas indicando instrumentos para a realização de parcerias para aquisição de conhecimentos complementares Estar alinhado à estratégia competitiva da empresa Ser dirigido ao mercado e orientado ao cliente Fonte : CORAL, OGLIARI e ABREU, Gestão Integrada da Inovação, 2008 cap. 1 pp. 11-2

66 Práticas comuns em empresas inovadoras : Cultura que apoia a criatividade e a participação dos colaboradores Mobilização de equipes através de mecanismos ágeis de comunicação Sistema de recompensa baseado em resultados Entendimento do mercado e do consumidor Monitoramento constante de tecnologias Mobilização de recursos externos (fornecedores, clientes, consultores, universidades) Planejamento amplo e orientado à solução de problemas Fonte : CORAL, OGLIARI e ABREU, Gestão Integrada da Inovação, 2008 cap. 2 pp. 18-9

67 Práticas comuns em empresas inovadoras : Gerenciamento de uma carteira de inovações equilibrada e baseada em critérios de priorização Empresas inovadoras possuem uma carteira de projetos equilibrada em termos de investimentos, ou seja, possuem vários projetos de melhorias que geram crescimento em curto prazo e um número menor de inovações radicais com risco percebido mais elevado, porém com maior possibilidade de retorno em longo prazo. Os projetos são selecionados e priorizados com base em critérios consistentes. Fonte : CORAL, OGLIARI e ABREU, Gestão Integrada da Inovação, 2008 cap. 2 pg. 19

68 Estrutura organizacional para a inovação e suas relações NÍVEL ESTRATÉGICO - COMITÊ Geração de idéias Definição da estratégia tecnológica Definição da carteira de projetos Disponibilização de recursos financeiros e humanos NÍVEL TÁTICO NÚCLEO DE INOVAÇÃO Geração de idéias Priorização de projetos Alocação de recursos Capacitação de pessoal Monitoramento de informações Integração dos ambientes interno e externo NÍVEL OPERACIONAL EQUIPES MULTIFUNCIONAIS Geração de idéias Planejamento e execução de projetos Implementação de produtos e processos Lançamento de produtos Fonte : CORAL, OGLIARI e ABREU, Gestão Integrada da Inovação, 2008 cap. 4 pg. 67

69 Matriz multicritérios para priorização de idéias (processos) Notas Idéias Peso n Redução de custo 3 Nula Baixa Média Alta Melhoria de qualidade Complexidade de implementação Aumento de produtividade Custos de P&D para realização Tempo para realização Investimento de capital 1 Nula Baixa Média Alta Muito Alta Alta Média Baixa Nulo Baixo Médio Alto Muito Alto 3 Muito Alto 5 Muito Alto Alto Médio Baixo Alto Médio Baixo Alto Médio Baixo PRIORIDADE 5,8 6,7 7,3 5,7 Fonte : CORAL, OGLIARI e ABREU, Gestão Integrada da Inovação, 2008 cap. 4 pg. 79

70 Matriz multicritérios para priorização de idéias (produtos) Notas Peso Contribuição para os resultados (tangível) 3 Nula Baixa Média Alta Contribuição para a imagem/marca (intangível) 1 Nula Baixa Média Alta Probabilidade de aceitação dos consumidores 4 Nula Baixa Média Alta Vantagem competitiva Benefícios únicos para o consumidor 5 Nula Pequena Média Grande Participação no mercado (market share) 4 Nula Pequena Média Alta Probabilidade de crescimento do mercado 3 Nula Pequena Média Alta Investimento total (P&D, Marketing, Produção) 5 Muito Alto Alto Médio Baixo Retorno sobre o invrestimento 3 Nulo Baixo Médio Alto Potencial técnico para o desenvolvimento 3 Nulo Baixo Médio Alto Aproveitamento das competências atuais e pretendidas Tempo para o desenvolvimento e introdução do produto no mercado 4 Nulo Baixo Médio Alto 5 Muito Grande Grande Médio Pequeno Fonte : CORAL, OGLIARI e ABREU, Gestão Integrada da Inovação, 2008 cap. 4 pg..80

71 , + %,-.!/ ' 0 12$"34)"45)6"73) ) ) 8 + ( # '95) ' ), -.!/0 :#'9!.!0 :(#'9 &'.! ) %.1 8),;-.!/ 50

72 Captação de Recursos. -*, -1 /% #

73 Fim do 4º. Bloco Gestão da Inovação e Captação de Recursos

74 5º. Bloco Instrumentos de Financiamento

75 Instrumentos FINEP

76

77 Financiamento à inovação Operações Reembolsáveis Inova Brasil 2<**2 ** " :**,;<,;<99 =1 B9#CA9D ' * 3

78

79

80 Financiamento à inovação Operações Reembolsáveis Juro Zero 2<(C. " =D "4 67 ( E %,;<99,;899 >6546?* #C<99D 0.

81 Financiamento à inovação Operações Não Reembolsáveis Subvenção Econômica 2<5(C. 5( F 3 5" (3G 4 +7,;H99. +7,;< =3 +E6,;<9 =1 0%00 0!,,>0.. "(E 4

82 Financiamento à inovação Operações Não Reembolsáveis Subvenção Econômica

83 Financiamento à inovação Operações Não Reembolsáveis PAPPE Subvenção 2<5(C. 5( F 3 5" ( E ( 3G4 7E64 0%00 0!,,>0-* %00 0% *> (. "(4

84 Financiamento à inovação Operações Combinadas PRIME 2<!41. 4 (3=. 4 D 5""GI,;<B9 <J" G3 KLBJ "3 ( *!,0

85 Investimento em empreendimentos Inovadores INOVAR -*( / -/, 0-/ *"-*!,,/ MMM ",G5

86 Reconhecimento do esforço inovador

87 = > 3 4 G4 4 -*(=E 3 7E.54 % ("? *( /%*,N (.

88 4$.!! *4"4F?E(.(( 4 3 4O" 4"41(4 5!

89 , E O - "

90 (! 3 4"(. "? P"7.". %!4

91 3B( G = 7

92 4'CD3!.,N (."5 " 7*? QE?(4M(4E) (" (" ( (" Q3?""7( (E

93 3.7!D B998E " B99A(=,;B9 =1 " D E6,;R99! 7B9:!DE664" R9

94 Fim do 5º. Bloco Instrumentos de Financiamento

95 6º. Bloco Elaboração de Projetos

96 O projeto P53 E ( O S>ET 4.5E ( 44"E SUT. 3 #4( (. #4# V*0L(K 5*> 7 M *

97 E5! > F!5'9 ( 6"3. 5 &'!5( 4? "5.E

98 ++(#!"5..# D? 74( O ( =4"55( 4G?$ &(6 (3 (.# D!"5 5"F-*."47 (

99 7.!4# 5(4 6.# D+3.57( 4 4 5(.# E F 6 =? G.# E (G 5 G.# (5

100 + C 7 >5(467 ( (EE? ( (E(.3G(.. W (= 5$&( D

101 W# 4(3 E4"3.? G-(.# #.E D5 GX(G4(.# #. DE?.( 4 = *? ( 3 4

102 + C 3 35(3 E. 4!5?#. = ( D "47?(. ( ( + D( "3 E E 5?=E " 0>! 4+?5 =#G

103 +'!.Y# 5E #.44 4 =(. 6( 6 3(.4. = 5!3.$" &(. E 5

104 Antes de começar : Perguntas e respostas obrigatórias (1)

105 Antes de começar : Perguntas e respostas obrigatórias (2)

106 Antes de começar : Perguntas e respostas obrigatórias (3)

107 (47 4# 3.. E 6 (7 =(. 3 5 "1? <>= =. 6"G.63 O4. # 1 5 B!5 =4 7(= 63 R,47 5=+ "

108 (#F (4 "5 47 ( 1.6 D? /..! 1 (." "5.Z"!? 0 :(# &'.! )! 0

109 4#<> ) G [.53 O (., 0("5 =!(D( " D "

110 3 # [ 5 "+ F "I 7 4 =O" (.0" X( 3 E6 ( 74. "(?5( 7E6(E65( D1 ("

111 $ 7.! "(F (. " 5E 4? - 6" - 5( = = 4 E

112 $$ 7 B', >"!"33 E?"1 "3? D" 7E6 5 " "6 4 #"5=O" 53.( E *.D. 3

113 $$$H,$.! 6 ".55(E -*

114 $IH 2?.!.! 4#""? - D." = " 4F " 5 F 5(GE

115 IH+ + 5( ""G "4? *"I #54..5 P D 63( " (. 6

116 :G? 3. (= E " %=4? "5 "(.E "( ( B O 6. 7 ( 7 44E D 5 D

117 Fim do 6º. Bloco Elaboração de Projetos

118 Bloco extra Inovação desafios conceituais

119 Tecnologia Social - Inovações não voltadas ao mercado comercial, como as tecnologias sociais O conceito compreende produtos, técnicas ou metodologias reaplicáveis, desenvolvidas na interação com a comunidade e que representem soluções efetivas de transformação social. Fundação Banco do Brasil

120 Tecnologia Social

121 Tecnologia Social

122 Tecnologia Social Versão eletrônica deste livro faz parte dos anexos desta apresentação

123 Inovação Social Projeto Barraginhas Embrapa Milho e Sorgo Sete Lagoas MG

124 Inovação Social Projeto TECBOR UNB Instituto de Química Laboratório de Tecnologia Química

125 Inovação Desafios conceituais -Inovações não tecnológicas como fatores críticos de P&D Design Moda Móveis Artesanato Calçados Organização Construção Civil Software

126 Inovação Desafios conceituais -Valoração dos intangíveis do processo de inovação Marca Patentes Conhecimento Carteira de clientes Indicação Geográfica

127 Fim do bloco extra Inovação desafios conceituais

128 Grato por seu tempo Grato por sua atenção Alexandre Cabral DPRO Departamento de Promoção Institucional

PESQUISA, DESENVOLVIMENTO E INOVAÇÃO

PESQUISA, DESENVOLVIMENTO E INOVAÇÃO 1 Paulo Bastos Tigre Professor titular Instituto de Economia da UFRJ Seminário Implementando uma cultura de inovação em P&D. São Paulo, 8 julho 2010 PESQUISA, DESENVOLVIMENTO E INOVAÇÃO Conceitos de inovação

Leia mais

CONCEITOS DE INOVAÇÃO. Título da Apresentação

CONCEITOS DE INOVAÇÃO. Título da Apresentação CONCEITOS DE INOVAÇÃO Título da Apresentação Novo Marco Legal para Fomento à P,D&I Lei de Inovação. Nº 10.973 (02.12.04) Apresenta um conjunto de medidas de incentivos à inovação científica e tecnológica,

Leia mais

Inovação, ação inovadora e financiamento à inovação. IEL/ES junho de 2009 INOVA FINDES

Inovação, ação inovadora e financiamento à inovação. IEL/ES junho de 2009 INOVA FINDES Inovação, ação inovadora e financiamento à inovação IEL/ES junho de 2009 INOVA FINDES Inovação introdução de novidade ou aperfeiçoamento no ambiente produtivo ou social que resulte em novos produtos, processos

Leia mais

Soluções Simples www.designsimples.com.br solucoes@designsimples.com.br

Soluções Simples www.designsimples.com.br solucoes@designsimples.com.br Soluções Simples www.designsimples.com.br solucoes@designsimples.com.br C1 Introdução Este guia traz noções essenciais sobre inovação e foi baseado no Manual de Oslo, editado pela Organização para a Cooperação

Leia mais

2005 Manual de Oslo 3a. edição. FINEP patrocina em 2007 a tradução para o português.

2005 Manual de Oslo 3a. edição. FINEP patrocina em 2007 a tradução para o português. A atividade inovadora Inovação 2005 Manual de Oslo 3a. edição FINEP patrocina em 2007 a tradução para o português. http://www.finep.gov.br/imprensa/sala_imprensa/manual_de_oslo.pdf Inovação É a introdução

Leia mais

INOVAÇÃO DE PRODUTO, PROCESSO, ORGANIZACIONAL E DE MARKETING NAS INDÚSTRIAS BRASILEIRAS

INOVAÇÃO DE PRODUTO, PROCESSO, ORGANIZACIONAL E DE MARKETING NAS INDÚSTRIAS BRASILEIRAS INOVAÇÃO DE PRODUTO, PROCESSO, ORGANIZACIONAL E DE MARKETING NAS INDÚSTRIAS BRASILEIRAS Fábio Luiz Papaiz Gonçalves Faculdade de Administração CEA Centro de Economia e Administração fabiopapaiz@gmail.com

Leia mais

2 Seminário de Engenharia Química. Silvia Binda 1

2 Seminário de Engenharia Química. Silvia Binda 1 2 Seminário de Engenharia Química Silvia Binda 1 Inter-relação entre o conceito de qualidade, gestão da qualidade e elementos que a compõem QUALIDADE Gestão da Qualidade Habilidade de um conjunto de características

Leia mais

3 Inovação nas MPMEs de base tecnológica: conceitos, modelos e fontes de inovação

3 Inovação nas MPMEs de base tecnológica: conceitos, modelos e fontes de inovação 3 Inovação nas MPMEs de base tecnológica: conceitos, modelos e fontes de inovação Neste Capítulo, apresentam-se os conceitos básicos de inovação tecnológica e os principais modelos e abordagens não-lineares

Leia mais

Tecnologia e Inovação

Tecnologia e Inovação Painel 1 Tecnologia e Inovação Tadeu Pissinati Sant Anna Rio de Janeiro, 24 de agosto de 2010 Sumário I. Conceitos de Tecnologia e Inovação II. A inovação tecnológica no Brasil I. Conceitos 1) Tecnologia

Leia mais

Inova Pequena Empresa RS

Inova Pequena Empresa RS Inova Pequena Empresa RS 1 Bloco: : Conceituando Inovação; 2 Bloco: : Programa Inova Pequena Empresa RS / Chamada Pública P Nº N 01/2009; 3 Bloco: : Estruturação do projeto no Sistema de Gestão de Projetos

Leia mais

TRABALHO, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO

TRABALHO, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO TRABALHO, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO Aula 2 Tema 1.1 - Conceitos de Ciência, Tecnologia e Inovação Tecnológica: o conhecimento científico como socialmente construído Flavia L. Consoni Agosto, 2006 Estrutura

Leia mais

Instituto Euvaldo Lodi de Santa Catarina IEL/SC

Instituto Euvaldo Lodi de Santa Catarina IEL/SC Instituto Euvaldo Lodi de Santa Catarina IEL/SC Uma estrutura de apoio à Inovação Eliza Coral, Dr. Eng., PMP Outubro, 2010 Diretrizes Organizacionais Missão Contribuir para o desenvolvimento sustentável

Leia mais

FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO

FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO Justificativa: As transformações ocorridas nos últimos anos têm obrigado as organizações a se modificarem constantemente e de forma

Leia mais

INOVAÇÃO TECNOLÓGICA E ATIVIDADES DE PESQUISA E DESENVOLVIMENTO NAS INDÚSTRIAS BRASILEIRAS

INOVAÇÃO TECNOLÓGICA E ATIVIDADES DE PESQUISA E DESENVOLVIMENTO NAS INDÚSTRIAS BRASILEIRAS INOVAÇÃO TECNOLÓGICA E ATIVIDADES DE PESQUISA E DESENVOLVIMENTO NAS INDÚSTRIAS BRASILEIRAS Max Naytan Rinaldi dos Santos Faculdade de Administração CEA Centro de Economia e Administração max_naytan_n10@hotmail.com

Leia mais

Rumos do Desenvolvimento: Estratégia Empresarial, Inovação e Visão sobre Intangíveis

Rumos do Desenvolvimento: Estratégia Empresarial, Inovação e Visão sobre Intangíveis Rumos do Desenvolvimento: Estratégia Empresarial, Inovação e Visão sobre Intangíveis Seminário FIRJAN / COPPE "Inteligência Estratégica: modismo ou imperativo? 22/08/08 Helena Tenório Veiga de Almeida

Leia mais

Conceitos e Contexto Indicadores e Legislação Vantagens e Benefícios

Conceitos e Contexto Indicadores e Legislação Vantagens e Benefícios MODELO DE ATUAÇÃO Conceitos e Contexto Indicadores e Legislação Vantagens e Benefícios Conceitos É a implementação (do que?) de um produto (bem ou serviço) novo ou significamente melhorado, ou processo,

Leia mais

ENCONTRO RMPI e FIEMG DE INOVAÇÃO Belo Horizonte, 4 de novembro de 2013

ENCONTRO RMPI e FIEMG DE INOVAÇÃO Belo Horizonte, 4 de novembro de 2013 ENCONTRO RMPI e FIEMG DE INOVAÇÃO Belo Horizonte, 4 de novembro de 2013 Agilidade Relacionamento O panorama da inovação no Brasil e no mundo Relações entre das Instituições de Ciência e Tecnologia (ICTs)

Leia mais

ARRUDA, Mauro; VERMULM. Roberto; HOLANDA, Sandra. Inovação

ARRUDA, Mauro; VERMULM. Roberto; HOLANDA, Sandra. Inovação ARRUDA, Mauro; VERMULM. Roberto; HOLANDA, Sandra. Inovação Tecnológica no Brasil; a Indústria em Busca da Competitividade Global. São Paulo: Associação Nacional de Pesquisa ANPEI, 2006. 117p. Kira Tarapanoff

Leia mais

POLÍTICA DE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA

POLÍTICA DE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA POLÍTICA DE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA ESTEVÃO FREIRE estevao@eq.ufrj.br DEPARTAMENTO DE PROCESSOS ORGÂNICOS ESCOLA DE QUÍMICA - UFRJ Tópicos: Ciência, tecnologia e inovação; Transferência de tecnologia; Sistemas

Leia mais

SUPLEMENTO INOVAÇÃO TECNOLÓGICA

SUPLEMENTO INOVAÇÃO TECNOLÓGICA SUPLEMENTO INOVAÇÃO TECNOLÓGICA INFORME O CÓDIGO PAER IMPRESSO NA ETIQUETA _ _ _ _ _ _ _ ANO BASE-1998 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO MÉDIA E TECNOLÓGICA Programa de Expansão da Educação

Leia mais

Inovação e Criação de Novos Negócios

Inovação e Criação de Novos Negócios INOVAÇÃO E TECNOLOGIA NA FORMAÇÃO AGRÍCOLA Inovação e Criação de Novos Negócios Luís Mira da Silva Cristina Mota Capitão Isabel Alte da Veiga Carlos Noéme Inovação INOVAÇÃO Inovação: introdução INOVAR

Leia mais

Capacitação de Agentes Gestores de APLs

Capacitação de Agentes Gestores de APLs Capacitação de Agentes Gestores de APLs Fontes de Fomento à Inovação sandro.cortezia@venti.com.br Sandro Cortezia, MSc. Apresentação Nome: Onde trabalha/função: Já elaborou ou foi contemplado em projetos

Leia mais

Módulo 4.1 PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO

Módulo 4.1 PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO Módulo 4.1 PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO EVOLUÇÃO DA COMPETIÇÃO NOS NEGÓCIOS 1. Revolução industrial: Surgimento das primeiras organizações e como consequência, a competição pelo mercado de commodities. 2.

Leia mais

Apresentação Workshop de Transportes e Logística

Apresentação Workshop de Transportes e Logística Apresentação Workshop de Transportes e Logística Sobre a FINEP Empresa pública vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação criada em 1967. Nossa visão de futuro é transformar o Brasil por

Leia mais

"COCRIAÇÃO DE EXPERIÊNCIAS: ALCANÇANDO RESULTADOS DIFERENCIADOS COM ESTRATÉGIAS INOVADORAS. Porto Alegre, 24 de abril de 2012

COCRIAÇÃO DE EXPERIÊNCIAS: ALCANÇANDO RESULTADOS DIFERENCIADOS COM ESTRATÉGIAS INOVADORAS. Porto Alegre, 24 de abril de 2012 "COCRIAÇÃO DE EXPERIÊNCIAS: ALCANÇANDO RESULTADOS DIFERENCIADOS COM ESTRATÉGIAS INOVADORAS Porto Alegre, 24 de abril de 2012 Como Garantir os Resultados no Curto e Longo Prazos? COMPETITIVIDADE EFICIÊNCIA

Leia mais

Apresentação Institucional. Instrumentos de apoio. Evolução dos recursos. Apresentação de propostas

Apresentação Institucional. Instrumentos de apoio. Evolução dos recursos. Apresentação de propostas FINEP Financiadora de Estudos e Projetos Agência Brasileira de Inovação da Finep São Paulo, 28/04/2009 O desenvolvimento das economias modernas demonstra o papel fundamental que, nesse processo, compete

Leia mais

NAGI PG. Capacitação em Gestão da Inovação para o Setor de Petróleo e Gás. Polo: Petrobras

NAGI PG. Capacitação em Gestão da Inovação para o Setor de Petróleo e Gás. Polo: Petrobras NAGI PG NÚCLEO DE APOIO À GESTÃO DA INOVAÇÃO NA CADEIA DE PETRÓLEO E GÁS Capacitação em Gestão da Inovação para o Setor de Petróleo e Gás Polo: Petrobras Programa do Módulo I Módulo I: Planejamento Estratégico

Leia mais

INOVAÇÃO como DIFERENCIAL ESTRATÉGICO

INOVAÇÃO como DIFERENCIAL ESTRATÉGICO INOVAÇÃO como DIFERENCIAL ESTRATÉGICO Março/2010 A empresa A Empresa nasceu em março de 1977, como uma farmácia de manipulação, no centro de Curitiba. Durante seus 32 anos, evoluiu por diferentes cenários,

Leia mais

APÊNDICE A QUESTIONÁRIO APLICADO AOS GESTORES

APÊNDICE A QUESTIONÁRIO APLICADO AOS GESTORES 202 INSTRUÇÕES DE PREENCHIMENTO ALGUNS COMENTÁRIOS ANTES DE INICIAR O PREENCHIMENTO DO QUESTIONÁRIO: a) Os blocos a seguir visam obter as impressões do ENTREVISTADO quanto aos processos de gestão da Policarbonatos,

Leia mais

Inovação no Brasil nos próximos dez anos

Inovação no Brasil nos próximos dez anos Inovação no Brasil nos próximos dez anos XX Seminário Nacional de Parques Tecnológicos e Incubadoras de Empresas XVIII Workshop ANPROTEC Rodrigo Teixeira 22 de setembro de 2010 30/9/2010 1 1 Inovação e

Leia mais

SOCIEDADE, TECNOLOGIA & INOVAÇÃO

SOCIEDADE, TECNOLOGIA & INOVAÇÃO SOCIEDADE, TECNOLOGIA & INOVAÇÃO CARGA: 02 H/A POR SEMANA TOTAL.: 40 H/A NO SEMESTRE Prof. Dr. Dilermando Piva Jr. Endereço disciplina: http://stinovacao.blogspot.com.br/ 1 TECNOLOGIA & INOVAÇÃO Aula 08...

Leia mais

O Financiamento da Inovação e Indicadores de Inovação: "Finep 30 dias"

O Financiamento da Inovação e Indicadores de Inovação: Finep 30 dias O Financiamento da Inovação e Indicadores de Inovação: "Finep 30 dias" I. Introdução Luiz Martins de Melo IE/UFRJ e Finep Maria Bernadete da Silva Carvalho Finep O tema da construção de indicadores de

Leia mais

Inovação e Competitividade! João Alberto De Negri! Secretario Executivo MCTI!

Inovação e Competitividade! João Alberto De Negri! Secretario Executivo MCTI! Inovação e Competitividade! João Alberto De Negri! Secretario Executivo MCTI! 1 É preciso elevar a produtividade da economia brasileira (Fonte: BID ECLAC, Índice 1980=100) Produtividade na Ásia (média

Leia mais

Unidade II GERENCIAMENTO DE SISTEMAS. Prof. Roberto Marcello

Unidade II GERENCIAMENTO DE SISTEMAS. Prof. Roberto Marcello Unidade II GERENCIAMENTO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Prof. Roberto Marcello SI Sistemas de gestão A Gestão dos Sistemas Integrados é uma forma organizada e sistemática de buscar a melhoria de resultados.

Leia mais

Importância da Inovação

Importância da Inovação GESTÃO DA INOVAÇÃO Importância da Inovação Schumpeter: Inovações são o fenômeno fundamental do desenvolvimento econômico. Empreendimento = concretização de uma Inovação. Empresário (Empreendedor) = realizador

Leia mais

GESTÃO E COMERCIALIZAÇÃO DE TECNOLOGIA INPI/DIRTEC/CGTEC

GESTÃO E COMERCIALIZAÇÃO DE TECNOLOGIA INPI/DIRTEC/CGTEC GESTÃO E COMERCIALIZAÇÃO DE TECNOLOGIA INPI/DIRTEC/CGTEC 1 INTRODUÇÃO APRESENTAÇÃO Contexto do módulo Gestão e Comercialização de Tecnologia Serviços de apoio da DIRTEC/CGTEC Perspectivas de análise da

Leia mais

Missão. Visão. . Transformar o Brasil por meio da Inovação.

Missão. Visão. . Transformar o Brasil por meio da Inovação. A Finep. A FINEP Agência Brasileira da Inovação - é uma empresa pública vinculada ao MCTI (Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação) criada em 24 de julho de 1967. Seu objetivo é atuar em toda a cadeia

Leia mais

Missão. Visão. Transformar o Brasil por meio da Inovação.

Missão. Visão. Transformar o Brasil por meio da Inovação. A Finep -A FINEP Agência Brasileira da Inovação -é uma empresa pública vinculada ao MCTI (Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação) criada em 24 de julho de 1967. -Seu objetivo é atuar em toda a cadeia

Leia mais

Me. GIOVANA F. PUJOL giopujol@windowslive.com

Me. GIOVANA F. PUJOL giopujol@windowslive.com Me. GIOVANA F. PUJOL giopujol@windowslive.com BRASIL - TERRITÓRIO, POPULAÇÃO E ECONOMIA: COMBINAÇÃO VITORIOSA Indonésia Área População > 4 milhões km 2 > 100 milhões Nigéria Canadá Rússia EUA Brasil China

Leia mais

FINEP Financiadora de Estudos e Projetos

FINEP Financiadora de Estudos e Projetos FINEP Financiadora de Estudos e Projetos Agência Brasileira de Inovação Ciência, Tecnologia e Inovação no Brasil Projeto do Mercado de Carbono no Brasil Rio de Janeiro RJ, 09 de novembro de 2010 FINEP

Leia mais

Gerência de Projetos de Software CMM & PMBOK

Gerência de Projetos de Software CMM & PMBOK Gerência de Projetos de Software CMM & PMBOK http://www.sei.cmu.edu/ Prefácio do CMM Após várias décadas de promessas não cumpridas sobre ganhos de produtividade e qualidade na aplicação de novas metodologias

Leia mais

Programas de Pesquisa para Inovação Tecnológica e de apoio à Propriedade Intelectual da FAPESP

Programas de Pesquisa para Inovação Tecnológica e de apoio à Propriedade Intelectual da FAPESP Programas de Pesquisa para Inovação Tecnológica e de apoio à Propriedade Intelectual da FAPESP GT de PD&I do IPD Eletron 15/5/12 Sérgio Queiroz Professor Associado DPCT/IG/Unicamp Coordenador Adjunto de

Leia mais

A CONTRIBUIÇÃO DA PESQUISA-AÇÃO PARA OBTENÇÃO DA INOVAÇÃO TECNOLÓGICA

A CONTRIBUIÇÃO DA PESQUISA-AÇÃO PARA OBTENÇÃO DA INOVAÇÃO TECNOLÓGICA A CONTRIBUIÇÃO DA PESQUISA-AÇÃO PARA OBTENÇÃO DA INOVAÇÃO TECNOLÓGICA Daniela GIBERTONI 1 RESUMO A inovação tecnológica continua a ser um desafio para as empresas e para o desenvolvimento do país. Este

Leia mais

II SIMPÓSIO DE PESQUISA E DE PRÁTICAS PEDAGÓGICAS 2014 ANAIS

II SIMPÓSIO DE PESQUISA E DE PRÁTICAS PEDAGÓGICAS 2014 ANAIS BUSINESS GAME UGB VERSÃO 2 Luís Cláudio Duarte Graduação em Administração de Empresas APRESENTAÇÃO (DADOS DE IDENTIFICAÇÃO) O Business Game do Centro Universitário Geraldo Di Biase (BG_UGB) é um jogo virtual

Leia mais

Qualidade, Metrologia no Apoio à Inovação

Qualidade, Metrologia no Apoio à Inovação Conteúdo do Curso Qualidade, Metrologia no Apoio à José Augusto A. K. Pinto de Abreu 1 Introdução no mercado de produtos, processos, métodos ou sistemas que não existiam anteriormente, ou que contenham

Leia mais

#11 PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO

#11 PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO #11 PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO ÍNDICE 1. 2. 3. 4. 5. 6. Apresentação Níveis de planejamento Conceito geral Planejamento estratégico e o MEG Dicas para elaborar um planejamento estratégico eficaz Sobre a

Leia mais

Análise do Ambiente estudo aprofundado

Análise do Ambiente estudo aprofundado Etapa 1 Etapa 2 Etapa 3 Etapa 4 Etapa 5 Disciplina Gestão Estratégica e Serviços 7º Período Administração 2013/2 Análise do Ambiente estudo aprofundado Agenda: ANÁLISE DO AMBIENTE Fundamentos Ambientes

Leia mais

INT VIDEO INSTITUCIONAL

INT VIDEO INSTITUCIONAL INT VIDEO INSTITUCIONAL Carlos Alberto Teixeira 16 de Fevereiro de 2011 Investimentos e Incentivos Fiscais - Projetos de Inovação em Ciência e Tecnologia Câmara de Comércio e Indústria Brasil-Alemanha

Leia mais

POLÍTICA DE INOVAÇÃO DA SOFTEX

POLÍTICA DE INOVAÇÃO DA SOFTEX POLÍTICA DE INOVAÇÃO DA SOFTEX Março de 2009 ÍNDICE 1 INTRODUÇÃO...4 1.1 Objetivos...4 1.2 Público alvo deste documento...4 2 GLOSSÁRIO...5 3 POLÍTICA DE INOVAÇÃO DA SOFTEX...7 3.1 Em relação aos ambientes

Leia mais

III WORKSHOP DAS UNIDADES DO MCT E A INOVAÇÃO TECNOLÓGICA CTI/CAMPINAS

III WORKSHOP DAS UNIDADES DO MCT E A INOVAÇÃO TECNOLÓGICA CTI/CAMPINAS III WORKSHOP DAS UNIDADES DO MCT E A INOVAÇÃO TECNOLÓGICA CTI/CAMPINAS Carlos Alberto Teixeira Agosto 2010 Criação, Invenção e Inovação A criatividade existe no universo das idéias, em que os processos

Leia mais

Ementários. Disciplina: Gestão Estratégica

Ementários. Disciplina: Gestão Estratégica Ementários Disciplina: Gestão Estratégica Ementa: Os níveis e tipos de estratégias e sua formulação. O planejamento estratégico e a competitividade empresarial. Métodos de análise estratégica do ambiente

Leia mais

Competitividade e Capacitação Tecnológica para Pequena e Média Empresa. Parte II: Tecnologia e Capacitação

Competitividade e Capacitação Tecnológica para Pequena e Média Empresa. Parte II: Tecnologia e Capacitação Capítulo do livro "Competitividade e Capacitação Tecnológica" publicado pela Editora Casa da Qualidade. Reproduzido com a autorização da editora. 1995 Todos os direitos reservados. www.casadaqualidade.com.br

Leia mais

A POLÍTICA DE DESENVOLVIMENTO PRODUTIVO DO GOVERNO FEDERAL E A MACROMETA DE

A POLÍTICA DE DESENVOLVIMENTO PRODUTIVO DO GOVERNO FEDERAL E A MACROMETA DE A POLÍTICA DE DESENVOLVIMENTO PRODUTIVO DO GOVERNO FEDERAL E A MACROMETA DE AUMENTAR O INVESTIMENTO PRIVADO EM P&D ------------------------------------------------------- 3 1. O QUE É A PDP? ----------------------------------------------------------------------------------------

Leia mais

2.1. COMPETINDO COM TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

2.1. COMPETINDO COM TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO 1 2.1. COMPETINDO COM TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO Fundamentos da Vantagem Estratégica ou competitiva Os sistemas de informação devem ser vistos como algo mais do que um conjunto de tecnologias que apoiam

Leia mais

União Metropolitana de Educação e Cultura. Interdisciplinar I Módulo CSTs: RH, Logística e GESCOM

União Metropolitana de Educação e Cultura. Interdisciplinar I Módulo CSTs: RH, Logística e GESCOM União Metropolitana de Educação e Cultura Interdisciplinar I Módulo CSTs: RH, Logística e GESCOM Lauro de Freitas - BAHIA 2013 2 JUSTIFICATIVA A principal justificativa para o desenvolvimento e implementação

Leia mais

Prof. Fabiano Geremia

Prof. Fabiano Geremia PLANEJAMENTO ESTRÁTEGICO PARA ARRANJOS PRODUTIVOS CURSO INTERMEDIÁRIO PARA FORMULADORES DE POLÍTICAS Prof. Fabiano Geremia Planejamento Estratégico ementa da disciplina Planejamento estratégico e seus

Leia mais

Plano de Trabalho 2013/2015

Plano de Trabalho 2013/2015 SECRETARIA DE PLANEJAMENTO E DESENVOLVIMENTO REGIONAL UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO FUNDAP SEADE CEPAM CONVÊNIO SPDR USP FUNDAP SEADE CEPAM ANEXO I Plano de Trabalho 2013/2015 OUTUBRO DE 2013 I. JUSTIFICATIVAS

Leia mais

Construindo a interação entre universidade e empresas: O que os atores pensam sobre isso?

Construindo a interação entre universidade e empresas: O que os atores pensam sobre isso? i n o v a ç ã o 8 Construindo a interação entre universidade e empresas: O que os atores pensam sobre isso? Carla Conti de Freitas Yara Fonseca de Oliveira e Silva Julia Paranhos Lia Hasenclever Renata

Leia mais

MEDIÇÃO DE DESEMPENHO DO PROCESSO DE MELHORIA CONTÍNUA EM EMPRESA CERTIFICADA ISO 9001:2000

MEDIÇÃO DE DESEMPENHO DO PROCESSO DE MELHORIA CONTÍNUA EM EMPRESA CERTIFICADA ISO 9001:2000 XXIX ENCONTRO NACIONAL DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO. MEDIÇÃO DE DESEMPENHO DO PROCESSO DE MELHORIA CONTÍNUA EM EMPRESA CERTIFICADA ISO 9001:2000 Patricia Lopes de Oliveira (UFSCar) patricia@ccdm.ufscar.br

Leia mais

ERP. Enterprise Resource Planning. Planejamento de recursos empresariais

ERP. Enterprise Resource Planning. Planejamento de recursos empresariais ERP Enterprise Resource Planning Planejamento de recursos empresariais O que é ERP Os ERPs em termos gerais, são uma plataforma de software desenvolvida para integrar os diversos departamentos de uma empresa,

Leia mais

BDMG. Linhas de financiamento para INOVAÇÃO

BDMG. Linhas de financiamento para INOVAÇÃO BDMG Linhas de financiamento para INOVAÇÃO Setembro/2015 Portfólio BDMG em Inovação Participação em fundos de investimento BDMG TEC Estruturação de parques tecnológicos Financiamentos a projetos inovadores

Leia mais

Desenvolvimento de educação técnica e científica para a operação de centros de PD&I no Brasil. Carlos Arruda, Erika Barcellos, Cleonir Tumelero

Desenvolvimento de educação técnica e científica para a operação de centros de PD&I no Brasil. Carlos Arruda, Erika Barcellos, Cleonir Tumelero Desenvolvimento de educação técnica e científica para a operação de centros de PD&I no Brasil Carlos Arruda, Erika Barcellos, Cleonir Tumelero Empresas Participantes do CRI Multinacionais Instituições

Leia mais

Dimensões da inovação Para inovar é necessário trabalhar com todos estes aspectos

Dimensões da inovação Para inovar é necessário trabalhar com todos estes aspectos MBA Gestão Empresarial -2009 Aula 2 Conceitos fundamentais de inovação danielstima@gmail.com Dimensões da inovação Para inovar é necessário trabalhar com todos estes aspectos 1 Inovação só existe depois

Leia mais

A INOVAÇÃO ABERTA NAS PME S DA EURO REGIÃO GALIZA NORTE DE PORTUGAL

A INOVAÇÃO ABERTA NAS PME S DA EURO REGIÃO GALIZA NORTE DE PORTUGAL 1 A INOVAÇÃO ABERTA NAS PME S DA EURO REGIÃO GALIZA NORTE DE PORTUGAL ÍNDICE SECÇÃO 1 INTRODUÇÃO E OBJETIVOS DA CONSULTA 5 2 SECÇÃO 2 ENQUADRAMENTO E CARACTERÍSTICAS DAS EMPRESAS 11 SECÇÃO 3 RESULTADOS

Leia mais

2007.IEL/SC Núcleo Regional Qualquer parte desta obra poderá ser reproduzida, desde que citada a fonte.

2007.IEL/SC Núcleo Regional Qualquer parte desta obra poderá ser reproduzida, desde que citada a fonte. 2007.IEL/SC Núcleo Regional Qualquer parte desta obra poderá ser reproduzida, desde que citada a fonte. Instituto Euvaldo Lodi de Santa Catarina - IEL/SC Área de Inovação e Transferência Tecnológica Elaboração

Leia mais

Ana Lúcia Vitale Torkomian. Secretária Adjunta de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação do Ministério da Ciência e Tecnologia

Ana Lúcia Vitale Torkomian. Secretária Adjunta de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação do Ministério da Ciência e Tecnologia Sessão Plenária 5: Programas Nacionais de Estímulo e Apoio às Incubadoras de Empresas e Parques Tecnológicos Ana Lúcia Vitale Torkomian Secretária Adjunta de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação do Ministério

Leia mais

REDES DE PEQUENAS EMPRESAS

REDES DE PEQUENAS EMPRESAS REDES DE PEQUENAS EMPRESAS As micro, pequenas e médias empresas, em decorrência da globalização e suas imposições,vêm buscando alcançar vantagem competitiva para sua sobrevivência no mercado. CONTEXTO

Leia mais

Cooperação e capital intelectual para sustentabilidade de ecossistemas organizacionais. Marco A. Silveira

Cooperação e capital intelectual para sustentabilidade de ecossistemas organizacionais. Marco A. Silveira Cooperação e capital intelectual para sustentabilidade de ecossistemas organizacionais Marco A. Silveira Dezembro, 2011 SUMÁRIO Introdução à sustentabilidade Cooperação Capital intelectual Cooperação e

Leia mais

Respostas da Lista de Exercícios do Módulo 2: Vantagem Competitiva. Resposta do Exercício 1

Respostas da Lista de Exercícios do Módulo 2: Vantagem Competitiva. Resposta do Exercício 1 Respostas da Lista de Exercícios do Módulo 2: Vantagem Competitiva 1 Resposta do Exercício 1 Uma organização usa algumas ações para fazer frente às forças competitivas existentes no mercado, empregando

Leia mais

1º SEMESTRE 2º SEMESTRE

1º SEMESTRE 2º SEMESTRE 1º SEMESTRE 7ECO003 ECONOMIA DE EMPRESAS I Organização econômica e problemas econômicos. Demanda, oferta e elasticidade. Teoria do consumidor. Teoria da produção e da firma, estruturas e regulamento de

Leia mais

VI Conferência Anpei: Inovação como Estratégia Competitiva

VI Conferência Anpei: Inovação como Estratégia Competitiva REVISTA DO BNDES, RIO DE JANEIRO, V. 13, N. 26, P. 303-308, DEZ. 2006 VI Conferência Anpei: Inovação como Estratégia Competitiva Data: 5 a 7 de junho de 2006 Local: Rio de Janeiro (RJ) Representante do

Leia mais

VI Reunião Técnica Internacional de FAEDPYME Nicarágua 08 a 10 de Maio de 2013

VI Reunião Técnica Internacional de FAEDPYME Nicarágua 08 a 10 de Maio de 2013 Comentários de Peter Hansen sobre interação Universidade- Empresa no Brasil e Experiências Práticas. VI Reunião Técnica Internacional de FAEDPYME Nicarágua 08 a 10 de Maio de 2013 Apresentação Prof. Peter

Leia mais

Diminuir, ainda que temporariamente, a concorrência

Diminuir, ainda que temporariamente, a concorrência POR QUE INOVAR? motivos Abrir novos mercados Diminuir, ainda que temporariamente, a concorrência Aumentar a margem, seja através do crescimento das vendas, do aumento da produtividade, da redução de custos

Leia mais

A CONTRIBUIÇÃO DA UNIVERSIDADE PARA A GERAÇÃO DE INOVAÇÃO NO CONTEXTO EMPRESARIAL

A CONTRIBUIÇÃO DA UNIVERSIDADE PARA A GERAÇÃO DE INOVAÇÃO NO CONTEXTO EMPRESARIAL Painel 1: Gestão do Conhecimento: desafios para a academia e oportunidades de negócios - trilha acadêmica A CONTRIBUIÇÃO DA UNIVERSIDADE PARA A GERAÇÃO DE INOVAÇÃO NO CONTEXTO EMPRESARIAL Fatores de Desenvolvimento

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO JOÃO DEL-REI NÚCLEO DE EDUCAÇÃO À DISTÂNCIA CURSO DE GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA GABARITO

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO JOÃO DEL-REI NÚCLEO DE EDUCAÇÃO À DISTÂNCIA CURSO DE GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA GABARITO UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO JOÃO DEL-REI NÚCLEO DE EDUCAÇÃO À DISTÂNCIA CURSO DE GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA GABARITO GRUPO: INFORMÁTICA DATA: HORÁRIO: NOME DO CANDIDATO: CPF: ASSINATURA: INSTRUÇÕES:

Leia mais

Financiamento de Projetos para a Inovação

Financiamento de Projetos para a Inovação GESTÃO Financiamento de Projetos para a Inovação Objetivos da Aula Conhecer sobre o financiamento de projetos de pesquisa aplicada; Conhecer a dinâmica do processo de elaboração de projetos de pesquisa

Leia mais

Diferenciação de Valor

Diferenciação de Valor Diferenciação de Valor 1 Inovação é a exploração com sucesso de novas idéias Sucesso para as empresas significa aumento de faturamento, acesso a novos mercados, aumento das margens de lucro, entre outros

Leia mais

Financiadora de Estudos e Projetos. Agência Brasileira de Inovação

Financiadora de Estudos e Projetos. Agência Brasileira de Inovação Financiadora de Estudos e Projetos Agência Brasileira de Inovação Missão da FINEP Promover e financiar a Inovação e a Pesquisa científica e tecnológica em: Empresas; Universidades; Centros de pesquisa;

Leia mais

CAPITAL INTELECTUAL DA EMPRESA: PROTEÇÃO E GESTÃO DO CONHECIMENTO

CAPITAL INTELECTUAL DA EMPRESA: PROTEÇÃO E GESTÃO DO CONHECIMENTO CAPITAL INTELECTUAL DA EMPRESA: PROTEÇÃO E GESTÃO DO CONHECIMENTO Resende, J.M.; Nascimento Filho, W.G.; Costa S.R.R. INEAGRO/UFRuralRJ INTRODUÇÃO O patrimônio de uma empresa é formado por ativos tangíveis

Leia mais

Implantação da Governança a de TI na CGU

Implantação da Governança a de TI na CGU Implantação da Governança a de TI na CGU José Geraldo Loureiro Rodrigues Diretor de Sistemas e Informação Controladoria-Geral da União I Workshop de Governança de TI da Embrapa Estratégia utilizada para

Leia mais

Gestão para um mundo melhor EMPREENDEDOR/Entrevista. Julho 1999.

Gestão para um mundo melhor EMPREENDEDOR/Entrevista. Julho 1999. GESTÃO PARA UM MUNDO MELHOR Gestão para um mundo melhor EMPREENDEDOR/Entrevista. Julho 1999. RESUMO: Para o consultor e empresário Oscar Motomura, a sociedade global precisa evoluir, abandonando sua ganância

Leia mais

Agenda. Inovação. A Finep. Instrumentos de Apoio (Reembolsável, Não-Reembolsável, Fundos) Inova Empresa / Inova Saúde. Programas de Descentralização

Agenda. Inovação. A Finep. Instrumentos de Apoio (Reembolsável, Não-Reembolsável, Fundos) Inova Empresa / Inova Saúde. Programas de Descentralização Agenda Inovação A Finep Instrumentos de Apoio (Reembolsável, Não-Reembolsável, Fundos) Inova Empresa / Inova Saúde Programas de Descentralização Nova fase da FINEP O que é inovação? Inovação é a introdução

Leia mais

ERP. Planejamento de recursos empresariais

ERP. Planejamento de recursos empresariais ERP Enterprise Resource Planning Planejamento de recursos empresariais ERP Enterprise Resource Planning -Sistema de Gestão Empresarial -Surgimento por volta dos anos 90 -Existência de uma base de dados

Leia mais

Congresso Brasileiro de Inovação da Indústria São Paulo, 13 e 14 de maio de 2015

Congresso Brasileiro de Inovação da Indústria São Paulo, 13 e 14 de maio de 2015 Congresso Brasileiro de Inovação da Indústria São Paulo, 13 e 14 de maio de 2015 INOVAR É FAZER Manifesto da MEI ao Fortalecimento da Inovação no Brasil Para nós empresários Inovar é Fazer diferente, Inovar

Leia mais

PROGRAMA AGENTES LOCAIS DE INOVAÇÃO (ALI): EXPERIÊNCIAS E RESULTADOS DAS REGIÕES DE SOROCABA E SÃO CARLOS

PROGRAMA AGENTES LOCAIS DE INOVAÇÃO (ALI): EXPERIÊNCIAS E RESULTADOS DAS REGIÕES DE SOROCABA E SÃO CARLOS PROGRAMA AGENTES LOCAIS DE INOVAÇÃO (ALI): EXPERIÊNCIAS E RESULTADOS DAS REGIÕES DE SOROCABA E SÃO CARLOS Alexandre Alvaro (UFSCar) alexandre.alvaro@gmail.com Nos últimos anos a inovação científica e tecnológica

Leia mais

Stage-Gate, aumente as chances de sucesso de seus produtos

Stage-Gate, aumente as chances de sucesso de seus produtos Stage-Gate, aumente as chances de sucesso de seus produtos A importância da aplicação de um processo de desenvolvimento de produtos André L. C. Silveira, PMP Não importa o segmento em que sua empresa atue,

Leia mais

Título da Apresentação

Título da Apresentação Título da Apresentação Financiadora de Estudos e Projetos Agência Brasileira de Inovação Ciência, Tecnologia e Inovação no Brasil 2º Workshop Platec E&P Onshore - Sondas de Perfuração e Workover - Equipamentos

Leia mais

Sistema de Gestão Ambiental

Sistema de Gestão Ambiental Objetivos da Aula Sistema de Gestão Ambiental 1. Sistemas de gestão ambiental em pequenas empresas Universidade Federal do Espírito Santo UFES Centro Tecnológico Curso de Especialização em Gestão Ambiental

Leia mais

Planejamento de sistemas de informação.

Planejamento de sistemas de informação. Planejamento de sistemas de informação. O planejamento de sistemas de informação e da tecnologia da informação é o processo de identificação das aplicações baseadas em computadores para apoiar a organização

Leia mais

Apostamos em quem acredita, confiamos em quem arrisca, e somos muito apaixonados por quem empreende. Por isso, criamos o B.I. Empreendedores!

Apostamos em quem acredita, confiamos em quem arrisca, e somos muito apaixonados por quem empreende. Por isso, criamos o B.I. Empreendedores! Empreendedores Apostamos em quem acredita, confiamos em quem arrisca, e somos muito apaixonados por quem empreende. Por isso, criamos o B.I. Empreendedores! Por meio de um método de aprendizagem único,

Leia mais

Síntese Dinamizando Sistemas Nacionais De Inovação

Síntese Dinamizando Sistemas Nacionais De Inovação Síntese Dinamizando Sistemas Nacionais De Inovação Overview Dynamising National Innovation Systems As Sínteses constituem-se em excertos de publicações da OCDE. Elas são disponíveis livremente na biblioteca

Leia mais

TEMPLATE PARA APRESENTAÇÃO DE PROJETOS EMPREENDEDORES FINALISTAS

TEMPLATE PARA APRESENTAÇÃO DE PROJETOS EMPREENDEDORES FINALISTAS Edição 2014 TEMPLATE PARA APRESENTAÇÃO DE PROJETOS EMPREENDEDORES FINALISTAS Disponibilizamos esse material com o objetivo de guiar os finalistas do Prêmio Santander Empreendedorismo 2014 na apresentação

Leia mais

Os Caminhos das Inovações na Sociedade Contemporânea. Ronaldo Mota

Os Caminhos das Inovações na Sociedade Contemporânea. Ronaldo Mota FÓRUM GEduc -2011: Os Caminhos das Inovações na Sociedade Contemporânea Ronaldo Mota (Secretário de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação/MCT) IX Congresso Brasileiro de Gestão Educacional & I Congresso

Leia mais

Fig. A: A imagem da rede total e da rede imediata de suprimentos Fonte: Slack, Nigel e outros. Administração da Produção

Fig. A: A imagem da rede total e da rede imediata de suprimentos Fonte: Slack, Nigel e outros. Administração da Produção Fascículo 5 Projeto da rede de operações produtivas Se pensarmos em uma organização que produza algo, é impossível imaginar que essa organização seja auto-suficiente, isto é, que produza tudo o que irá

Leia mais

ABIPTI / MBC Pesquisa, desenvolvimento e inovação tecnológica gerando vantagem competitiva Case EMBRACO - Empresa Brasileira de Compressores S.A.

ABIPTI / MBC Pesquisa, desenvolvimento e inovação tecnológica gerando vantagem competitiva Case EMBRACO - Empresa Brasileira de Compressores S.A. ABIPTI / MBC Pesquisa, desenvolvimento e inovação tecnológica gerando vantagem competitiva Case EMBRACO - Empresa Brasileira de Compressores S.A. São Leopoldo, julho de 2004 Embraco? 2 A Embraco no mundo

Leia mais

Informação estratégica

Informação estratégica IVENS CONSULT Informação estratégica Ivan Leão diretor da Ivens Consult Introdução A revolução em andamento é que a manufatura ou produção não é mais principal centro de lucro e sim a logística, os sistemas

Leia mais

Por dentro do mercado de médio porte: Uma perspectiva para 2011

Por dentro do mercado de médio porte: Uma perspectiva para 2011 Janeiro 2011 Exclusivamente para empresas de médio porte Por dentro do mercado de médio porte: Uma perspectiva para 2011 Relatório para o Brasil Panorama global: Pesquisa com 2.112 líderes do mercado de

Leia mais

DADOS DE IDENTIFICAÇÃO

DADOS DE IDENTIFICAÇÃO 1 BUSINESS GAME UGB Eduardo de Oliveira Ormond Especialista em Gestão Empresarial Flávio Pires Especialista em Gerencia Avançada de Projetos Luís Cláudio Duarte Especialista em Estratégias de Gestão Marcelo

Leia mais

Desenvolvimento de Competências para. Desenvolvimento de Competências para Gestão de Inovação. Gestão de Inovação

Desenvolvimento de Competências para. Desenvolvimento de Competências para Gestão de Inovação. Gestão de Inovação Desenvolvimento de para Gestão de Inovação Prof. Dr. Sérgio Takahashi GECIN /FEA-RP/USP Estrutura Paradigmas de Gestão Inovação e Realidade Nacional Conceitos sobre Inovação Gestão de Inovação: Fases Desenvolvimento

Leia mais

Gestão do conhecimento Wikipédia, a enciclopédia livre

Gestão do conhecimento Wikipédia, a enciclopédia livre Página 1 de 5 Gestão do conhecimento Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. A Gestão do Conhecimento, do inglês KM - Knowledge Management, é uma disciplina que tem suscitado cada vez mais atenção nas

Leia mais