Desafios do Setor Elétrico O custo da energia e a competitividade brasileira

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1 Brasil: Superpotência Energética? PUC, 16 de julho de 2012, Rio de Janeiro Desafios do Setor Elétrico O custo da energia e a competitividade brasileira Jerson Kelman Presidente da Light

2 Setor de Energia Elétrica Transmissão TUST Distribuição TUST Geração TUST Tarifa de distribuição TUSD Consumidores livres Consumidores cativos Consumidores livres fluxo de energia fluxo de pagamento

3 Periodicidade em que a tarifa é alterada Assinatura do contrato Reajuste tarifário anual Revisão tarifária periódica Revisão tarifária extraordinária

4 Formação da Tarifa REMUNERAÇÃO DOS SERVIÇOS Custos da Parcela A Custos da Parcela B Compra de Energia Custos Operacionais Transporte de Energia Remuneração do capital Encargos Setoriais Depreciação

5 Tarifas de Energia no Brasil e no Mundo Tarifa Residencial Média de Energia Elétrica, US$c/KWh, ,6 31,9 26,1 25,7 25,1 23,0 22,9 22,5 21,5 21,5 18,8 18,0 18,0 17,8 Percentual dos tributos e encargos na tarifa Tarifa total Tributos e encargos Na China, Rússia e Argentina as tarifas são utilizadas como instrumentos de política pública 19,8 13,0 8,7 7,8 7,1 8,5 7,1 5,8 5,5 4,5 4,3 3,9 3,7 2,7 11,6 2,0 8,9 1,9 7,2 1,5 5,1 0,5 5,0 0 8,5 Índia Argentina China Rússia EUA Finlândia Polônia Turquia Reino Unido Espanha Portugal Holanda Chile Brasil Suécia Itália Noruega Alemanha Dinamarca 55,7 40,6 25,1 36,3 27, ,2 25, , ,7 20,5 13,6 17,2 16,5 17 6,4 0,1 FONTE: ABRADEE, Enerdata; IMF; Eurostat.

6 Tarifas de Energia no Brasil e no Mundo Tarifa Residencial Média sem Impostos, US$c/KWh, ,4 19,0 18,9 18,6 17,4 16,7 16,4 16,2 15,8 14,5 14,3 14,1 13,7 13,4 9,7 7,4 6,8 5,0 3,1 Argentina Índia China Rússia EUA Finlândia Portugal Polônia Turquia Brasil Dinamarca Reino Unido Suécia Holanda Chile Itália Alemanha Noruega Espanha * No caso do Brasil, % de impostos, inclui a incidência de encargos tributos sobre as faturas de energia.

7 Tarifas de Energia no Brasil Composição Atual As distribuidoras ficam com apenas 26% de sua receita para cobrir todos os seus custos e remunerar todos os seus investimentos Encargos e Tributos diretos representam 34% das contas de luz Transmissão; 6% 1/4 federal 3/4 estadual Tributos; 28% Energia; 31% Encargos; 8% Distribuição; 26% Fonte: ABRADEE Maiores Empresas PS: Não considera os valores implícitos nas tarifas de geração e transmissão, bem como alguns tributos associados à atividade de distribuição

8 Quantidade e preço de energia (leilões) Em 2011: Consumo: ~ 431 milhões MWh ~ 50 GWmed Produção: ~ 507 milhões MWh ~ 58 GWmed

9 Evolução do custo de transmissão

10 O que já foi feito? Redução da receita de distribuição a partir do 3º Ciclo de Revisões Tarifárias Redução da taxa de remuneração de 9,95% para 7,5% ao ano (WACC real após impostos) Estudo de benchmarking para definição de custos operacionais eficientes e produtividade esperada Não consideração da necessidade de investimentos no cálculo do Fator X Maior compartilhamento de Outras Receitas Conciliação físico-contábil da Base de Ativos, em função do inventário de campo

11 Evolução da tarifa fio das distribuidoras Fonte: Energy Report, n.66, junho 2012, PSR

12 Distribuição Desafios Ciclos de Revisão Tarifária WACC Regulatória A Distribuição é um negócio de baixo risco no Brasil?

13 Áreas de Risco no Território de Concessão da Light

14 Tarifa de Energia O peso dos encargos e tributos Desde a privatização da Light, os itens que mais sofreram aumentos foram Encargos e Tributos Variação dos Principais Componentes da Tarifa da Light(1995 a 2011)

15 O que se cogita para reduzir as tarifas? Concessões vencendo em geradoras, MW médios ou 18% da garantia física total do país 9transmissoras,com80%darededealtatensãodopaís 39 distribuidoras, que atendem a 35% do mercado regulado Eliminação ou redução de encargos Redução de tributos(pis-cofins e ICMS)

16 O que se cogita para reduzir as tarifas? Concessões vencendo em Geração Preço médio dos contratos atuais de geração: 90 R$/MWh Umatarifamédiade60R$/MWhdevesersuficienteparaO&M e remuneração de ativos ainda não depreciados Economia potencial: (30 R$/MWh) x (11.000MW médios com venc.em2015)x(8.760horas-ano)= R$2,8biporano Fonte: Energy Report, n.66, junho 2012, PSR

17 O que se cogita para reduzir as tarifas? Concessões vencendo em Transmissão 2/3 da receita de transmissão (RAP) corresponde a instalações antigas que vêm recebendo ajustes anuais pelo IGPM, sem revisões tarifárias Como esse investimento está significativamente depreciado, seria possível diminuir a RAP e gerar uma economia da ordem der$3,5biporano Fonte: Energy Report, n.66, junho 2012, PSR

18 O que se cogita para reduzir as tarifas? Concessões vencendo em 2015 Distribuição? Eliminação das pequenas concessões, sem economia de escala. Mas sem resultados muito significativos: as distribuidoras passam por revisões periódicas

19 O que se cogita para reduzir as tarifas? Concessões vencendo em 2015 Qual o efeito sobre a capacidade de investimento das concessionárias? O Setor Elétrico tem condições de atrair novo capital?

20 O benefício total de 17 bilhões de reais corresponderia a uma redução de 44,4 R$/MWh, para os consumidores cativos, ou cerca de 18% da tarifa industrial média. Para o consumo industrial livre, não se incluiria a parcela de 11,8 R$/MWh porque o PIS/COFINS incidente sobre o segmento livre é feito sob o regime cumulativo. Fonte: Energy Report, n.66, junho 2012, PSR

21 Obrigado

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