Entendendo a Planilha de Prestação de Contas dos Recursos. Vinculados à Educação no Município de São Paulo

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1 Entendendo a Planilha de A planilha de da Educação foi montada para possibilitar que você acompanhe, durante todo o exercício, a publicação bimestral dos dados das receitas e despesas, referentes à vinculação de 31% impostos e transferências à educação, no Município de São Paulo. A Constituição Federal de 1988 definiu que os municípios devem aplicar, no mínimo, 25% de seus impostos e transferências na educação. A Lei Orgânica do Município de São Paulo (LOM) determinou que, neste município, 31% dessas receitas sejam aplicados em educação, sendo, no mínimo, 25% da maneira como determina a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) e 6% em Educação Inclusiva. Desta forma, para que possamos conferir se a prefeitura está cumprindo com as determinações constitucionais e legais referentes à educação é preciso acompanhar as receitas de impostos e os gastos com educação, tanto os executados dentro dos parâmetros estipulados pela LDB, quanto aqueles relacionados à educação inclusiva. Para tanto, ao abrir o arquivo você verá que a planilha está apresentada em blocos, da seguinte maneira: 1. Gráfico Explicativo 2. Quadro 1 Receitas de Impostos e Transferências 3. Quadro 2 Despesas da Educação conforme a LDB 4. Cálculo do percentual de aplicação conforme a LDB 5. Quadro 3 Despesas com Educação Inclusiva 6. Cálculo do Percentual Geral de aplicação de recursos na Educação Vejamos cada um desses blocos:

2 1. GRÁFICO EXPLICATIVO O gráfico apresentado no final da planilha serve para relacionar o quanto do total das despesas realizadas com os recursos de impostos e transferências é executado pela Secretaria Municipal de Educação e quanto se refere a outras secretarias. 2. QUADRO 1 RECEITAS DE IMPOSTOS E TRANSFERÊNCIAS Este primeiro quadro traz o controle dos impostos e transferências do Município de São Paulo no exercício de Como você pode ver no exemplo a seguir o quadro traz a discriminação dos impostos pelo seu código, que é a conta de receita. Ela detalha que tipo de imposto está sendo apresentado e traz também a descrição de cada conta. Por exemplo, o código refere-se ao IPTU Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural.

3 A seguir é apresentada a coluna de previsão que contém os valores do orçamento para 2007, isto é, os valores que foram previstos para cada imposto, e também a coluna do realizado, que são os valores efetivamente arrecadados pela prefeitura. A última coluna traz um comparativo entre o previsto e o realizado a cada bimestre.

4 3. QUADRO 2 DESPESAS DA EDUCAÇÃO CONFORME A LDB Como já dito, a LOM definiu que no Município de São Paulo pelo menos 25% das receitas calculadas no Quadro 1 devem ser aplicadas em despesas com educação, seguindo as regras da LDB. Neste bloco de despesas poderão ser efetuados gastos com pagamento de salários dos professores do ensino infantil, fundamental (regular e especial) e de educação de jovens e adultos, por exemplo. Podem ainda ser adquiridos livros didáticos, material de consumo, equipamentos para as escolas, e outras despesas permitidas pelo art. 70 da LDB (para uma visualização completa veja o texto: Entendendo o Orçamento da Educação, neste portal). Neste bloco não poderão, contudo, ser realizadas despesas com assistência social, médica ou odontológica e também não poderão ser realizados gastos com merenda escolar, pois, de acordo com o artigo 71 da LDB, não é permitido que essas despesas sejam feitas com os recursos da vinculação de impostos. Neste bloco você pode observar que as despesas são apresentadas pelo seu código de função e subfunção (estes códigos definem a finalidade das despesas, para uma explicação detalhada veja o texto Entendendo o Orçamento da Educação). Ao lado da coluna de códigos há a descrição da despesa e as colunas de valores previstos e realizados. O valor previsto corresponde à dotação orçamentária aprovada na Lei Orçamentária Anual (LOA) pelos vereadores municipais. Já o valor realizado

5 corresponde ao valor de empenho dessa despesa. O empenho é uma das fases da despesa pública. Conforme a Lei 4.320/64, o processo da despesa pública inicia-se com a previsão orçamentária, que uma vez aprovada pelo poder legislativo constituíse em dotação orçamentária. O passo seguinte do gasto implica a reserva (1ª fase da despesa) desta dotação com intuito de realização de licitação pública, sendo o empenho (2ª fase da despesa), o momento de confirmação por parte do poder público de que o fornecedor ou o contratado possui um crédito que deverá ser liquidado (3ª fase da despesa) e pago (4ª fase da despesa), concluindo-se assim o processo da despesa (GIACOMONI, 1997). A última coluna deste bloco apresenta o percentual de realização de cada despesa até o bimestre. 4. CÁLCULO DO PERCENTUAL APLICADO CONFORME A LDO Neste primeiro quadro de cálculo do percentual aplicado, a proposta é acompanhar se foi gasto o percentual mínimo de 25% das receitas de impostos e transferências em despesas permitidas pela LDB. Para isso, no entanto, é necessário retirar do total do Quadro 2, as despesas realizadas com os recursos adicionais do Fundo Constitucional da Educação (antigo Fundef e atual Fundeb). Isto porque São Paulo recebe um montante significativo de receitas desse Fundo que devem ser aplicado em educação, além do montante de recursos de impostos que também der ser aplicado em educação. Isto é, São Paulo recebe mais recursos do Fundo do que contribui o que lhe confere uma receita adicional líquida de quase R$ 460 milhões (prevista no ano de 2007). Esses recursos devem ser aplicados integralmente em educação. Mas, como esse recurso está misturado às despesas da função educação, é preciso retirá-lo do montante de despesas executadas para assegurar que a prefeitura está aplicando os 25% de impostos, além de aplicar os recursos do Fundo.

6 Como se vê no quadro acima o primeiro total de despesas conforme a LDB era de aproximadamente R$ 3,084 bilhões. Ao retiramos os recursos adicionais do Fundo, vemos, no entanto que a prefeitura gastou R$ 2,79 bilhões a partir de dinheiro que veio de impostos, isto é, 27,44%. O restante, isto é, R$ 294 milhões, foi gasto a partir dos recursos adicionais do Fundo. Se não tivéssemos isolado os recursos do Fundo estaríamos superestimando a aplicação de recursos de impostos na educação. Após a compreensão desses quadros, vejamos agora o Quadro QUADRO 3 DESPESAS COM EDUCAÇÃO INCLUSIVA Este quadro apresenta as despesas realizadas com a educação inclusiva no Município de São Paulo. A Lei /01 definiu quais despesas são consideradas educação inclusiva para a aplicação do percentual de 6% da receitas de impostos e transferências. Segundo essa lei as despesas com educação inclusiva referem-se a: Programas voltados à educação de jovens e adultos que não tiveram acesso ou continuidade de estudos no ensino fundamental e médio na idade própria; Programas de reinserção educacional da criança e adolescente em situação de risco pessoal ou social; Programas especiais para educação de crianças e adolescentes com deficiência; Programas voltados para a educação profissionalizante visando o desenvolvimento de aptidões para a vida produtiva; Programas que fortaleçam a inclusão de crianças e adolescentes na ação educacional do município; Custos de produção e transmissão de programas de educação promovidos ou patrocinados pelo Poder Público Municipal, veiculados em emissoras de rádio e televisão; Manutenção e criação de centros integrados de educação e cultura, instalação de telecentros para acesso a novas tecnologias de informação e comunicação, em específico, às redes municipais e mundiais de conhecimento; bem como, instalação de bibliotecas públicas infanto-juvenis em apoio à rede municipal de ensino; Provisão de alimentação em creches, escolas de educação infantil, ensino fundamental e supletivo. Vários desses programas são executados nas diversas funções e subfunções apresentadas no Quadro 3. Por exemplo, as despesas com alimentação das diferentes etapas e modalidades de ensino são executadas na subfunção Alimentação e Nutrição, pertencente à função Educação (12.306).

7 O Quadro 3, assim como os demais, traz colunas de valores previstos e realizados até o bimestre e uma coluna com o percentual de realização até o período avaliado. Há também a apresentação do percentual aplicado em educação inclusiva até o bimestre, que é simplesmente a divisão do total dessas despesas pela arrecadação de impostos e transferências realizada até o bimestre, apresentada no Quadro CÁLCULO DO PERCENTUAL GERAL DE APLICAÇÃO DE RECURSOS NA EDUCAÇÃO Este quadro apresenta o percentual total aplicado em educação no Município de São Paulo, até o bimestre em questão, considerando o total de despesas gastas de acordo com a LDB, e aquelas referentes à Educação Inclusiva, em relação à arrecadação de impostos e transferências no período.

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