Critérios para correção: o conteúdo e a qualidade da sentença:

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Critérios para correção: o conteúdo e a qualidade da sentença:"

Transcrição

1 Critérios para correção: o conteúdo e a qualidade da sentença: 1. Qualidade da redação: 1.1. Com observância, inclusive, de ortografia e gramática além de completo domínio do vernáculo Valor: 2,0 (dois) pontos. 2. Relatório: 2.1. O candidato deve resumir todos os atos praticados no curso do processo, desde o recebimento da denúncia Valor: 1,0 (um) ponto. 3. Fundamentação: 3.1. Quanto às teses acusatórias:. Deve ser acatada a tese de prática infracional, com reconhecimento do crime de roubo pelos agentes. Há prova farta disso. Das testemunhas ouvidas, cinco presenciais, todas confirmaram os delitos, tendo, todas também, reconhecido os autores. Além disso, os depoimentos dos policiais militares (que prenderam A. ) e o policial civil (que fez a busca e apreensão na casa de B. ) confirmaram os crimes e as autorias. Devem, contudo, ser refutadas as seguintes teses: a) de roubo qualificado pelo emprego de arma, pela revogação da Súmula 176 do STJ, que impunha o reconhecimento da agravante no caso de uso de arma de brinquedo; b) de que as infrações se deram em concurso formal imperfeito (com soma da integralidade das penas para cada uma das subtrações). A regra a ser aplicada é do concurso formal perfeito (art. 70, caput, CP, primeira parte, com aumento da pena tendo como referencial o critério da exasperação); c) o regime de cumprimento fechado, ainda que as penas sejam inferiores a 08 (oito) anos, pois o Código Penal impõe regime semi-aberto para o cumprimento de penas de menos de 08 (oito) anos, não sendo reincidentes os condenados 1

2 (atente-se para o fato de que nem mesmo B. é reincidente). Ver, a propósito, abaixo o item dispositivo Valor: 1,0 (um) ponto Quanto às teses defensivas: Defesa de A. : 1º) Em preliminar: a) Nulidade do processo por não nomeação de curador ao réu menor quando do interrogatório policial (art. 15, CP); Não acatamento. É quase unânime na doutrina e unânime na jurisprudência que o art. 15, CPP foi revogado pelo novo Código Civil Brasileiro. Ademais, está consolidada posição no sentido de que as nulidades do inquérito não contaminam o processo. b) Nulidade do feito em razão de não acompanhamento do interrogatório judicial pelo Promotor; Não acatamento. Não há necessidade da presença do membro ministerial no interrogatório. A ausência do defensor técnico é que o nulifica. Mesmo que estivesse ausente o membro do parquet tal não traria qualquer prejuízo à defesa. c) Nulidade do feito por não intimação do juízo deprecado quanto à data de realização de audiência de testemunha. Não acatamento. A defesa deve ser intimada da expedição da carta precatória, devendo ela própria diligenciar junto ao Juízo deprecado sobre a data de realização do ato (Súm. 273, STJ). 2º) Do mérito: a) Absolvição por ausência de prova de participação de A. e; A tese esbarra na ampla prova testemunhal: todas as testemunhas confirmam a presença de A. no coletivo e sua participação eficiente na prática infracional. Relembre-se, mais, que foi preso em flagrante, havendo perseguição imediata pelo autor da detenção (o motorista do coletivo). Sua negativa em Juízo não encontra conforto nas demais provas dos autos. 2

3 b) Desclassificação de todas as condutas para a forma tentada, pois A. não se apoderara de nenhum valor ou coisa; Não acatamento. Embora somente A. tenha sido detido sem nada portar, B fugiu com os bens subtraídos e deles teve possibilidade de livre disposição Valor: 1,5 (um e meio) pontos Defesa de B. 1º) Em preliminar: a) Ofensa aos princípios da ampla defesa e do contraditório em razão de que o primeiro defensor do acusado apresentara resposta à acusação final despida de conteúdo, não arrolando testemunhas em número adequado; Não acatamento. Embora não tenha se aprofundado nas teses acusatórias o defensor anteriormente constituído apresentou resposta à acusação e arrolou testemunhas. Não há um número mínimo de testemunhas que deveria apresentar. Defesa preliminar sintética não nulifica o processo. b) Incompetência da Justiça Estadual, pois entre os sujeitos passivos estava o Banco do Brasil, empresa pública Federal e, assim sendo, em conformidade com o art. 109, IV da Constituição da República e com a Súmula 122 do Superior Tribunal de Justiça, a competência por conexão seria da Justiça Federal, por prevalência; Não acatamento. O Banco do Brasil é sociedade de economia mista,sendo competente para julgar os crimes contra ele cometido a Justiça Estadual. c) Incompetência territorial do Juízo de Realina, pois os delitos tiveram lugar na Comarca vizinha de Pinheiral. Não acatamento. Embora tenha havido apossamento de bens numa e noutra Comarca, o maior número de infrações se deu na Comarca de Realina, aplicando-se o art. 78, II, b, CPP. Além disso, caso houvesse dúvida sobre o lugar da ocorrência das infrações, a competência se aplicaria tendo como referencial o critério da prevenção (art. 70, 3º CPP), tendo sido o Juízo de Realina o 3

4 primeiro a proferir decisão nos autos (ao receber o auto de prisão em flagrante, sendo, portanto, prevento). 2º) Do mérito: a) Absolvição em razão de atipicidade material da conduta pela aplicação do princípio da insignificância; Não aplicação. O crime atribuído aos agentes é complexo: tutela-se não somente o patrimônio como, também, a pessoa. Logo, embora, o valor seja pequeno, não pode ser acatada a insignificância. b) Absolvição por insuficiência de provas em razão de que as testemunhas eram todas suspeitas por serem vítimas e policiais; Não acatamento. As vítimas não são suspeitas. Ademais, entre as testemunhas há quem não tenha sido sujeito passivo do crime. Aos policiais, tanto militares quanto ao civil, também não se pode impor suspeição. Os primeiros atuaram apenas como condutores do preso à Delegacia de Polícia e o último, munido de mandado judicial, efetuou busca e apreensão na casa de um dos acusados onde encontrou a res furtiva. Ressalte-se em relação aos últimos que sua condição funcional não os impede de depor e nem lhes torna suspeito o depoimento. c) Em caso de condenação requereu: 1º) Desclassificação da conduta para furto pela não utilização de arma; Não acatamento. Houve, ao menos, simulação de subtração violenta, apta a impingir temor às vítimas. Nesse caso incide o crime do art. 157 e não o do art. 155 do Código Penal. 2º) Não incidência da agravante pelo uso de arma (art. 157, I, CP) para todas as condutas, tanto aquelas que o Promotor entendeu consumadas quanto as que entendeu não terem ultrapassado a fase da tentativa; Acatamento. Houve revogação da Súmula 176 do STJ e hoje a jurisprudência é unânime no sentido de que tal agravante não tem incidência. 4

5 3º) Reconhecimento de unidade de infração penal (crime único), pois foi uma única a ação desenvolvida num mesmo contexto de tempo e espaço; A tese defensiva não pode ser acatada, pois foram vários os patrimônios atingidos. Logo, não há unidade de infração e, sim, pluralidade, ainda que a ação seja única desdobrada em diversos atos (concurso formal, então) Valor: 1,5 (um e meio) pontos. 4. Dispositivo: 4.1. Condenação de ambos os acusados pelas condutas previstas no art. 157, 2º, II (concurso de agentes) por três vezes, e pela mesma conduta tentada por uma vez em concurso formal perfeito (art. 70, primeira parte, CP) Valor: 1,0 (um) ponto. 5. Fixação da Pena: 5.1. Valor: 2,0 (dois) pontos. a) Acusado A : Pena de prisão - os referenciais do art. 59 são todos favoráveis. Pena mínima: 04 anos, fixada no mínimo legal. Não há agravantes, Há atenuante (menoridade) não incidente, contudo, em razão de que a pena ficaria aquém do mínimo legal. A pena deve ser agravada em razão do disposto no art. 157, 2º, II. Sendo apenas uma a agravante o aumento deve ser dar em 1/3 (um terço). Queda, então, provisoriamente, em 05 anos e 04 meses. A pena para o crime tentado deve ser reduzida em 2/3 (dois terços), pois a consumação da infração se mostrou muito distante. A pena para o crime tentado é de 01 (um) ano, 09 (nove) meses e 10 (dez) dias. 5

6 Deve ser fixada uma pena para cada um dos crimes. Contudo, não há, evidentemente, necessidade de repetição das circunstâncias judiciais, até em razão de que as infrações se desenvolveram num mesmo contexto temporal e espacial. A pena deve ser aumentada pelo concurso formal perfeito entre 1/6(um sexto) e metade. Com há infrações distintas, toma-se a pena da mais grave (qualquer das consumadas) e promove-se o aumento em 1/4 (um quarto) por quatro infrações penais. O aumento é de 16 (dezesseis) meses, quedando a pena definitiva em 06 (seis) anos e 08 (oito) meses. Pena de multa: deve ser fixada com base nos moldes do art. 49, caput e 1º do CP. A fixação deve se dar no mínimo legal: os referenciais do art. 59 são todos favoráveis e, assim sendo, o número de dias multa deve ser de 10 (dez). Quanto aos valores, tratando-se os acusados de pessoas de condição financeira não favorável, deve ser fixado em um trigésimo do salário mínimo vigente à época do fato (que era de R$545,00). Assim, o valor é de R$18,17 (dezoito reais e dezessete centavos) por dia/multa que, multiplicado por 10 (dez), atinge R$181,70 (cento e oitenta e um reais e setenta centavos). Reconhecido concurso de infrações penais, aplica-se o sistema do cúmulo material para as penas de multa. Assim, para as infrações consumadas tal valor dever ser multiplicado por três (3xR$181,70 = R$545,10). A infração tentada demanda diminuição do valor em 2/3 (dois terço). Assim, será a pena de R$60,57 (sessenta reais e cinquenta e sete centavos). A pena pecuniária queda definitivamente em R$605,67 (seiscentos e cinco reais e sessenta e sete centavos). O regime para cumprimento da pena privativa de liberdade é o semi-aberto, em razão do quantum e de não ser reincidente o imputado. 6

7 b) Acusado B : Pena de prisão: os referenciais do art. 59 são favoráveis na sua maioria. A pena base deve ser aumentada apenas pelos antecedentes (o crime posterior àquele em julgamento e cuja sentença transitou em julgado antes do proferimento da sentença no caso em exame). Deve, então, ser fixada um pouco acima do mínimo: 04 (quatro) anos e 03 (três) meses. Não há agravantes nem atenuantes. A reincidência não pode ser considerada, pois o cumprimento da pena se deu mais de 05 (cinco) anos antes da ocorrência da nova infração penal. A pena deve ser agravada em razão do disposto no art. 157, 2º, II. Sendo apenas uma a agravante o aumento deve ser dar em 1/3 (um terço). Nessa fase, provisória, chega-se a 05 (cinco) anos e 08 (oito) meses. A pena para o crime tentado deve ser reduzida em 2/3 (dois terço), pois a consumação da infração se mostrou muito distante. Assim, fixa-se a pena para o crime tentando em 01 (um) ano, 10 (dez) meses e 20 (vinte) dias. Deve ser fixada uma pena para cada um dos crimes. Contudo, não há, evidentemente, necessidade de repetição das circunstâncias judiciais, até em razão de que as infrações se desenvolveram num mesmo contexto temporal e espacial. A pena deve ser aumentada pelo concurso formal perfeito entre 1/6(um sexto) e metade. Com há infrações distintas, toma-se a pena da mais grave (qualquer das consumadas) e pelo número de infrações 04 (quatro) promove-se o aumento em1/4 (um quarto). Assim, incide o aumento de mais 17 (dezessete) meses. Queda a pena definitiva em 07 (sete) anos e 01 (um) mês. 7

8 Pena de multa: deve ser fixada com base nos moldes do art. 49, caput e 1º do CP. A fixação deve se aproximar do mínimo legal: os referenciais do art. 59 são todos favoráveis e, assim sendo, o número de dias multa deve ser de 12 (doze). Quanto aos valores, tratando-se o acusado de pessoas de condição financeira não favorável, deve ser fixado em um trigésimo do salário mínimo vigente à época do fato (que era de R$ 545,00). Assim, o valor é de R$18,17 (dezoito reais e dezessete centavos) por dia/multa que, multiplicado por 12 (doze), atinge R$218,04 (duzentos e dezoito reais e quatro centavos). Reconhecido o concurso de infrações penais, aplica-se o sistema do cúmulo material para as penas de multa (art. 72, CP). Assim, para as infrações consumadas tal valor dever ser multiplicado por três (3x R$218,04 = R$645,12).. A infração tentada demanda diminuição do valor em 2/3 (dois terço). Assim, será a pena dela de R$72,68 (setenta e dois reais e sessenta e oito centavos). A pena pecuniária queda definitivamente em R$717,80 (setecentos e dezessete reais e sessenta e oitenta centavos). O regime para cumprimento da pena privativa de liberdade é o semi-aberto, pois o quantum inferior a 08 (oito) anos o impõe, não havendo reincidência. 8

OAB 2ª FASE PENAL PROF. SIDNEY FILHO

OAB 2ª FASE PENAL PROF. SIDNEY FILHO OAB 2ª FASE PENAL PROF. SIDNEY FILHO MEMORIAIS (OAB/SP 133 - ADAPTADO) Pedro foi acusado de roubo qualificado por denúncia do Promotor de Justiça da comarca, o dia 1 de julho de 2006. Dela constou que

Leia mais

APELAÇÃO CRIMINAL Nº 599295-2 DO FORO CENTRAL DA COMARCA DA REGIÃO METROPOLITANA DE CURITIBA 11ª VARA CRIMINAL APELANTE 1: APELANTE

APELAÇÃO CRIMINAL Nº 599295-2 DO FORO CENTRAL DA COMARCA DA REGIÃO METROPOLITANA DE CURITIBA 11ª VARA CRIMINAL APELANTE 1: APELANTE APELAÇÃO CRIMINAL Nº 599295-2 DO FORO CENTRAL DA COMARCA DA REGIÃO METROPOLITANA DE CURITIBA 11ª VARA CRIMINAL APELANTE 1: CLEBER ALVES APELANTE 2: MARCELO FABRÍCIO PRESTES AMÉRICO APELADO: MINISTÉRIO

Leia mais

Súmulas em matéria penal e processual penal.

Súmulas em matéria penal e processual penal. Vinculantes (penal e processual penal): Súmula Vinculante 5 A falta de defesa técnica por advogado no processo administrativo disciplinar não ofende a Constituição. Súmula Vinculante 9 O disposto no artigo

Leia mais

SUJEITOS PROCESSUAIS: JUIZ E MINISTÉRIO PÚBLICO

SUJEITOS PROCESSUAIS: JUIZ E MINISTÉRIO PÚBLICO SUJEITOS PROCESSUAIS: JUIZ E MINISTÉRIO PÚBLICO Sujeitos processuais são as pessoas que atuam no processo, ou seja, autor, réu e juiz, existem outros sujeitos processuais, que podem ou não integrar o processo,

Leia mais

Tribunal de Justiça do Distrito Federal

Tribunal de Justiça do Distrito Federal Tribunal de Justiça do Distrito Federal Circunscrição :4 - GAMA Processo :2011.04.1.003085-4 Vara : 11 - TRIBUNAL DO JÚRI E VARA DOS DELITOS DE TRÂNSITO DO GAMA Autos nº: 2011.04.1.003085-4 AUTORA: JUSTIÇA

Leia mais

Publicado pelo RONDONIAGORA em 06 de maio de 2.010

Publicado pelo RONDONIAGORA em 06 de maio de 2.010 TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE RONDÔNIA COMARCA DE PORTO VELHO 2ª VARA DO TRIBUNAL DO JÚRI S E N T E N Ç A Autos nº 0005496-08.2002.8.22.0501 Réus: Michel Alves das Chagas e Anselmo Garcia de Almeida Vistos e

Leia mais

ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL XVIII EXAME DE ORDEM UNIFICADO

ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL XVIII EXAME DE ORDEM UNIFICADO PADRÃO DE RESPOSTA - PEÇA PROFISSIONAL Durante o carnaval do ano de 2015, no mês de fevereiro, a família de Joana resolveu viajar para comemorar o feriado, enquanto Joana, de 19 anos, decidiu ficar em

Leia mais

Questões de Processo Penal

Questões de Processo Penal Questões de Processo Penal 1º) As Contravenções Penais (previstas na LCP) são punidas com: a) ( ) Prisão Simples; b) ( ) Reclusão; c) ( ) Detenção; d) ( ) Não existe punição para essa espécie de infração

Leia mais

I - nos crimes punidos com reclusão em que a pena mínima cominada for superior a 2 (dois) anos; (Redação dada pela Lei nº 6.416, de 24.5.

I - nos crimes punidos com reclusão em que a pena mínima cominada for superior a 2 (dois) anos; (Redação dada pela Lei nº 6.416, de 24.5. Art. 323. Não será concedida fiança: I nos crimes punidos com pena de reclusão, salvo ao réu maior de setenta anos ou menor de vinte e um, no caso de não ser superior a dois anos o máximo da pena cominada;

Leia mais

TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO XLIII CONCURSO PARA INGRESSO NA MAGISTRATURA SENTENÇA PENAL

TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO XLIII CONCURSO PARA INGRESSO NA MAGISTRATURA SENTENÇA PENAL TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO XLIII CONCURSO PARA INGRESSO NA MAGISTRATURA DE CARREIRA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO SENTENÇA PENAL Leia o relatório abaixo com atenção e complemente a sentença.

Leia mais

TRIBUNAL DE JUSTIÇA PODER JUDICIÁRIO São Paulo

TRIBUNAL DE JUSTIÇA PODER JUDICIÁRIO São Paulo Registro: 2015.0000927737 ACÓRDÃO Vistos, relatados e discutidos estes autos do Apelação nº 0009206-77.2014.8.26.0477, da Comarca de Praia Grande, em que é apelante MARCEL BARBOSA LOPES, é apelado MINISTÉRIO

Leia mais

NEILA SILVANA JUNQUEIRA ABEL

NEILA SILVANA JUNQUEIRA ABEL COMARCA DE CAMAQUÃ VARA CRIMINAL Av. Antonio Duro, 260 Processo nº: 007/2.08.0000879-0 (CNJ:.0008792-82.2008.8.21.0007) Natureza: Crimes contra a Propriedade Imaterial - DL 7903/45 - Lei 7646/87 Autor:

Leia mais

Tribunal de Justiça do Estado de Goiás

Tribunal de Justiça do Estado de Goiás 1 APELAÇÃO CRIMINAL Nº 512212-28.2009.8.09.0107(200995122121) COMARCA DE MORRINHOS APELANTE : VIBRAIR MACHADO DE MORAES APELADO : MINISTÉRIO PÚBLICO RELATOR : Des. LUIZ CLÁUDIO VEIGA BRAGA RELATÓRIO O

Leia mais

CAPÍTULO I - FUNÇÃO E CARREIRA DO ADVOGADO...

CAPÍTULO I - FUNÇÃO E CARREIRA DO ADVOGADO... APRESENTAÇÃO DA COLEÇÃO...19 DEDICATÓRIA...21 CAPÍTULO I - FUNÇÃO E CARREIRA DO ADVOGADO... 23 1. Antecedentes históricos da função de advogado...23 2. O advogado na Constituição Federal...24 3. Lei de

Leia mais

DIREITO PENAL E DIREITO PROCESSUAL PENAL

DIREITO PENAL E DIREITO PROCESSUAL PENAL DIREITO PENAL E DIREITO PROCESSUAL PENAL PEÇA PROFISSIONAL Mariano Pereira, brasileiro, solteiro, nascido em 20/1/1987, foi denunciado pela prática de infração prevista no art. 157, 2.º, incisos I e II,

Leia mais

BUSCA E APREENSÃO NO DIREITO PROCESSUAL PENAL

BUSCA E APREENSÃO NO DIREITO PROCESSUAL PENAL POLICIA FEDERAL DO BRASIL BUSCA E APREENSÃO NO DIREITO PROCESSUAL PENAL VISÃO GERAL Com o intuito de que não desapareçam am as provas do crime, o que tornaria impossível ou problemático o seu aproveitamento,

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 5.ª REGIãO Gabinete do Desembargador Federal Marcelo Navarro

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 5.ª REGIãO Gabinete do Desembargador Federal Marcelo Navarro RELATÓRIO O Senhor DESEMBARGADOR FEDERAL MARCELO NAVARRO: Cuida-se de apelação criminal interposta pelo Ministério Público Federal contra sentença proferida pelo MM. Juízo da 37ª Vara de Pernambuco, na

Leia mais

Vistos. É o relatório. Decido.

Vistos. É o relatório. Decido. Vistos O membro do Ministério Público Estadual apresentou exordial acusatória em face de WANDERSON BRITO PINTO, devidamente qualificado nos autos epigrafados, em razão dos fatos descritos na peça inicial,

Leia mais

UNESC Faculdades Integradas de Cacoal Mantidas pela Associação Educacional de Rondônia E-mail: unesc@unescnet.br - Internet: www.unescnet.

UNESC Faculdades Integradas de Cacoal Mantidas pela Associação Educacional de Rondônia E-mail: unesc@unescnet.br - Internet: www.unescnet. NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA (NPJ) ANEXO VI (Edital n. 02/2014-2) CRONOGRAMA SEMESTRAL 9.º PERÍODO DEPENDÊNCIA N. DATAS ATIVIDADES EQUIVALÊNCIA Disponibilização do Cronograma Semestral de atividades no átrio

Leia mais

2. afastar as imputações constantes dos fatos 1, 10, 11, 12, 15 e 16, por bis in idem;

2. afastar as imputações constantes dos fatos 1, 10, 11, 12, 15 e 16, por bis in idem; A Associação Brasileira de Enfermagem (ABEn) divulga aos associados, parceiros e colaboradores, a GRANDE CONQUISTA na luta contra a impunidade e a moralidade do Sistema COFEN/CORENs. O ex-presidente do

Leia mais

DIREITO PENAL. Exame de Ordem 2009.2 Prova Prático-Profissional 1 PEÇA PROFISSIONAL

DIREITO PENAL. Exame de Ordem 2009.2 Prova Prático-Profissional 1 PEÇA PROFISSIONAL DIREITO PENAL PEÇA PROFISSIONAL José de Tal, brasileiro, divorciado, primário e portador de bons antecedentes, ajudante de pedreiro, nascido em Juazeiro BA, em 7/9/1938, residente e domiciliado em Planaltina

Leia mais

PROCESSO PENAL COMNENTÁRIOS RECURSOS PREZADOS, SEGUEM OS COMENTÁRIOS E RAZÕES PARA RECURSOS DAS QUESTÕES DE PROCESSO PENAL.

PROCESSO PENAL COMNENTÁRIOS RECURSOS PREZADOS, SEGUEM OS COMENTÁRIOS E RAZÕES PARA RECURSOS DAS QUESTÕES DE PROCESSO PENAL. PROCESSO PENAL COMNENTÁRIOS RECURSOS PREZADOS, SEGUEM OS COMENTÁRIOS E RAZÕES PARA RECURSOS DAS QUESTÕES DE PROCESSO PENAL. A PROVA FOI MUITO BEM ELABORADA EXIGINDO DO CANDIDATO UM CONHECIMENTO APURADO

Leia mais

TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO

TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO fls. 1 SENTENÇA Processo nº: Classe - Assunto Réu: Procedimento Especial da Lei Antitóxicos - Tráfico de Drogas e Condutas Afins Juiz(a) de Direito: Dr(a). Heitor Donizete de Oliveira Vistos. XX, qualificado

Leia mais

PONTO 1: Concurso de Crimes PONTO 2: Concurso Material PONTO 3: Concurso Formal ou Ideal PONTO 4: Crime Continuado PONTO 5: PONTO 6: PONTO 7:

PONTO 1: Concurso de Crimes PONTO 2: Concurso Material PONTO 3: Concurso Formal ou Ideal PONTO 4: Crime Continuado PONTO 5: PONTO 6: PONTO 7: 1 PROCESSO PENAL PONTO 1: Concurso de Crimes PONTO 2: Concurso Material PONTO 3: Concurso Formal ou Ideal PONTO 4: Crime Continuado PONTO 5: PONTO 6: PONTO 7: 1. CONCURSO DE CRIMES 1.1 DISTINÇÃO: * CONCURSO

Leia mais

TRIBUNAL DE JUSTIÇA PODER JUDICIÁRIO São Paulo

TRIBUNAL DE JUSTIÇA PODER JUDICIÁRIO São Paulo fls. 2 Registro: 2016.0000213833 ACÓRDÃO Vistos, relatados e discutidos estes autos de Apelação nº 0831938-67.2013.8.26.0052, da Comarca de, em que é apelante ALEX KOZLOFF SIWEK, é apelado MINISTÉRIO PÚBLICO

Leia mais

9ª Vara Criminal Protocolo nº: 362588-24.2011.809.0174 (201103625882) Réu: JOSÉ CARLOS RECKERT S E N T E N Ç A

9ª Vara Criminal Protocolo nº: 362588-24.2011.809.0174 (201103625882) Réu: JOSÉ CARLOS RECKERT S E N T E N Ç A 9ª Vara Criminal Protocolo nº: 362588-24.2011.809.0174 (201103625882) Réu: JOSÉ CARLOS RECKERT S E N T E N Ç A O Ministério Público, via de sua representante legal, denunciou JOSÉ CARLOS RECKERT, brasileiro,

Leia mais

PADRÃO DE RESPOSTA PEÇA PROFISSIONAL

PADRÃO DE RESPOSTA PEÇA PROFISSIONAL PEÇA PROFISSIONAL Petição inicial: Queixa-crime. Endereçamento: Vara Criminal da Comarca de São Paulo SP. Vara criminal comum, visto que as penas máximas abstratas, somadas, ultrapassam dois anos. Como

Leia mais

CAPÍTULO I DO SISTEMA NACIONAL DE ARMAS

CAPÍTULO I DO SISTEMA NACIONAL DE ARMAS Dispõe sobre registro, posse e comercialização de armas de fogo e munição, sobre o Sistema Nacional de Armas Sinarm, define crimes e dá outras providências. O Congresso Nacional decreta: CAPÍTULO I DO

Leia mais

PRESCRIÇÃO PENAL: ESPÉCIES DE PRESCRIÇÃO

PRESCRIÇÃO PENAL: ESPÉCIES DE PRESCRIÇÃO PRESCRIÇÃO PENAL: ESPÉCIES DE PRESCRIÇÃO Celso Duarte de MEDEIROS Júnior 1 Claudete Martins dos SANTOS 2 João Aparecido de FREITA 3 PRESCRIÇÃO PENAL: ESPÉCIES DE PRESCRIÇÃO Este trabalho mostrará as tratativas

Leia mais

Ação Institucional. Atividades associadas a criança/adolescente. Fluxo. Fatos concretos. Referência legal. Decisão

Ação Institucional. Atividades associadas a criança/adolescente. Fluxo. Fatos concretos. Referência legal. Decisão Ação Institucional Atividades associadas a criança/adolescente Fluxo Fatos concretos Referência legal Decisão Ações junto as famílias e comunidade Observações Indicação externa Alerta para guia (Curto-circuito)

Leia mais

ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL OAB EXAME DE ORDEM

ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL OAB EXAME DE ORDEM DISCIPLINA: DIREITO PENAL CÓDIGO: C005 QUESTÃO PRÁTICO-PROFISSIONAL QUESTÃO C005043 CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Alegações Finais DIFICULDADE ENUNCIADO Felipe, com 18 anos de idade, em um bar com outros amigos,

Leia mais

O Novo Regime das Medidas Cautelares no Processo Penal

O Novo Regime das Medidas Cautelares no Processo Penal 202 O Novo Regime das Medidas Cautelares no Processo Penal Juliana Andrade Barichello 1 O objetivo deste trabalho é discorrer sobre os principais pontos das palestras, enfatizando a importância das alterações

Leia mais

ACÓRDÃO ESTADO DA PARAÍBA TRIBUNAL DE JUSTIÇA

ACÓRDÃO ESTADO DA PARAÍBA TRIBUNAL DE JUSTIÇA 4 ê% ESTADO DA PARAÍBA poder JUDICIÁRIO Apelação Criminal n 035.1998.000012-5 / 001 1 a Vara Sapé Relator : Excelentíssimo Desembargador José Martinho Lisboa 1 Apelante : Carlos Francisco de Oliveira Filho

Leia mais

MANUAL DE PRÁTICA PENAL

MANUAL DE PRÁTICA PENAL 2010 MANUAL DE PRÁTICA PENAL Estudo dedicado ao Exame de Ordem 2010.1. Carlos Rafael Ferreira Liberdade Provisória SEM Fiança Previsão legal: art. 5º, LXVI, CF. Probabilidade: média. Fase: pré processual.

Leia mais

Nota informativa CÓDIGO DE PROCESSO PENAL - alterações

Nota informativa CÓDIGO DE PROCESSO PENAL - alterações Nota informativa CÓDIGO DE PROCESSO PENAL - alterações DGAJ/DSAJ/DF - 2013 Direção-Geral da Administração da Justiça CÓDIGO DE PROCESSO PENAL - alterações LEI N.º 20/2013, DE 21 DE FEVEREIRO Entram em

Leia mais

MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE GOIÁS

MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE GOIÁS Excelentíssimo(a) Sr(a) Dr(a) Juiz(a) de Direito da 7ª Vara Criminal Da Comarca De Goiânia Go. Autos n.º 7ª Vara Criminal. Ação Penal Acusados:,, Protocolo PGJ n.º - Distribuição por dependência: PENAL.

Leia mais

MODELO QUEIXA-CRIME. (especificar a Vara de acordo com o problema)

MODELO QUEIXA-CRIME. (especificar a Vara de acordo com o problema) Disciplina Processo Penal Aula 10 Professora Beatriz Abraão MODELO DE PETIÇÃO DE INTERPOSIÇÃO E RAZÕES DE APELAÇÃO EM CASO DE CONDENAÇÃO POR CRIME COMUM Excelentíssimo Senhor Doutor Juiz de Direito da...

Leia mais

ESTADO DE MATO GROSSO PODER JUDICIÁRIO COMARCA DE BARRA DO GARÇAS GABINETE DA SEGUNDA VARA CRIMINAL S E N T E N Ç A

ESTADO DE MATO GROSSO PODER JUDICIÁRIO COMARCA DE BARRA DO GARÇAS GABINETE DA SEGUNDA VARA CRIMINAL S E N T E N Ç A Código: 170741 Autor: Ministério Público Estadual Réu: Eldo Barbosa S E N T E N Ç A 1. Relatório O Ministério Público estadual ofereceu denúncia, fls. 05/08, contra Eldo Barbosa, por supostamente ter infringido

Leia mais

ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL XIII EXAME DE ORDEM UNIFICADO DIREITO PENAL PROVA PRÁTICO - PROFISSIONAL

ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL XIII EXAME DE ORDEM UNIFICADO DIREITO PENAL PROVA PRÁTICO - PROFISSIONAL ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL XIII EXAME DE ORDEM UNIFICADO F U N D A Ç Ã O GETULIO VARGAS FGV PROJETOS DIREITO PENAL PROVA PRÁTICO - PROFISSIONAL Leia com atenção as instruções a seguir: Você está recebendo

Leia mais

QUESTÕES E PROCESSOS PARTE II

QUESTÕES E PROCESSOS PARTE II QUESTÕES E PROCESSOS INCIDENTES PARTE II INCOMPATIBILIDADES E IMPEDIMENTOS: ART. 112 CPP- DUAS HIPÓTESES: ABSTENÇÃO: ARGUIÇÃO PELA PARTE: PROCESSO ESTABELECIDO PARA EXCEÇÃO DE SUSPEIÇÃO. ART. 252 E 253

Leia mais

INSTRUÇÕES PARA REALIZAÇÃO DA PROVA

INSTRUÇÕES PARA REALIZAÇÃO DA PROVA INSTRUÇÕES PARA REALIZAÇÃO DA PROVA 1) A prova terá duração máxima de 3 horas. 2) Cada questão possui apenas uma resposta correta e, a marcação de mais de uma assertiva, implicará em sua nulidade. 3) Durante

Leia mais

Das Questões Preliminares

Das Questões Preliminares Direito Penal 2ª Fase OAB/FGV Aula 06- Prescrição Penal Professor Sandro Caldeira Das Questões Preliminares Das Causas de Extinção da Punibilidade Art. 107 do CP Prescrição penal Da Prescrição Penal Conceito:

Leia mais

ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL X EXAME DE ORDEM UNIFICADO

ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL X EXAME DE ORDEM UNIFICADO Leia com atenção o caso concreto a seguir: PADRÃO DE RESPOSTA - PEÇA PROFISSIONAL Jane, no dia 18 de outubro de 2010, na cidade de Cuiabá MT, subtraiu veículo automotor de propriedade de Gabriela. Tal

Leia mais

Direito Processual Penal - Inquérito Policial

Direito Processual Penal - Inquérito Policial Direito Processual Penal - Inquérito Policial O inquérito policial é um procedimento administrativo préprocessual, de caráter facultativo, destinado a apurar infrações penais e sua respectiva autoria.

Leia mais

Previdência 2011: Novos Valores do Salário de Contribuição e Salário- Família 2011 03/01/2011

Previdência 2011: Novos Valores do Salário de Contribuição e Salário- Família 2011 03/01/2011 Previdência 2011: Novos Valores do Salário de Contribuição e Salário- Família 2011 03/01/2011 A Portaria Interministerial 568 MPS-MF, de 31-12-2010, publicada no Diário Oficial de 3-1-2011, reajustou em

Leia mais

*200404010126186B* RELATÓRIO

*200404010126186B* RELATÓRIO APELAÇÃO CRIMINAL Nº 2004.04.01.012618-6/RS RELATOR : DES. FEDERAL LUIZ FERNANDO WOWK PENTEADO APELANTE : JEAN SIDNEI DE OLIVEIRA ADVOGADO : Ivo Grandini Neto APELADO : MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL RELATÓRIO

Leia mais

TERMO DE AUDIÊNCIA DE INSTRUÇÃO, DEBATES E JULGAMENTO

TERMO DE AUDIÊNCIA DE INSTRUÇÃO, DEBATES E JULGAMENTO fls. 1 TERMO DE AUDIÊNCIA DE INSTRUÇÃO, DEBATES E JULGAMENTO Processo n : 0002641-54.2013.8.26.0050 Classe - Assunto Inquérito Policial - Crimes Resultante de Preconceito de Raça ou de Cor Documento de

Leia mais

SIMULADO 2ª FASE EXAME DE ORDEM DIREITO PENAL CADERNO DE RASCUNHO

SIMULADO 2ª FASE EXAME DE ORDEM DIREITO PENAL CADERNO DE RASCUNHO SIMULADO 2ª FASE EXAME DE ORDEM DIREITO PENAL CADERNO DE RASCUNHO Leia com atenção as instruções a seguir: Você está recebendo do fiscal de sala, além deste caderno de rascunho contendo o enunciado da

Leia mais

Superior Tribunal de Justiça

Superior Tribunal de Justiça HABEAS CORPUS Nº 221.913 - SP (2011/0248241-5) RELATOR IMPETRANTE ADVOGADO IMPETRADO PACIENTE : MINISTRO OG FERNANDES : DEFENSORIA PÚBLICA DO ESTADO DE SÃO PAULO : RICARDO LOBO DA LUZ - DEFENSOR PÚBLICO

Leia mais

12/08/2012 PROCESSO PENAL II PROCESSO PENAL II

12/08/2012 PROCESSO PENAL II PROCESSO PENAL II II 2ª -Parte Professor: Rubens Correia Junior 1 II Acessem!!!!!! www.rubenscorreiajr.blogspot.com 2 1 O : É o conjunto de atos cronologicamente concatenados (procedimentos), submetido a princípios e regras

Leia mais

Nº 70034633214 COMARCA DE VIAMÃO CLAUDIA REGINA PACHECO JORGE LEOCI JORGE FUCHS MARTINS MINISTERIO PUBLICO A C Ó R D Ã O

Nº 70034633214 COMARCA DE VIAMÃO CLAUDIA REGINA PACHECO JORGE LEOCI JORGE FUCHS MARTINS MINISTERIO PUBLICO A C Ó R D Ã O APELAÇÃO CRIMINAL. FURTO DE ENERGIA ELÉTRICA. AUTORIA E MATERIALIDADE COMPROVADAS. QUALIFICADORA DO CONCURSO DE PESSOAS EVIDENCIADA. NÃO ESGOTAMENTO DO ITER CRIMINIS. DELITO TENTADO. PRINCÍPIO DA INSIGNIFICÂNCIA.

Leia mais

PROCEDIMENTO DA DILIGÊNCIAS INVESTIGATÓRIAS ART. 6º E 7º

PROCEDIMENTO DA DILIGÊNCIAS INVESTIGATÓRIAS ART. 6º E 7º PROCEDIMENTO DA AUTORIDADE POLICIAL DILIGÊNCIAS INVESTIGATÓRIAS ART. 6º E 7º DILIGÊNCIAS INVESTIGATÓRIAS CONHECIMENTO DA NOTITIA CRIMINIS delegado deve agir de acordo comoart.6º e 7º do CPP, (não exaustivo

Leia mais

GABARITO DIREITO Processual Penal e Penal Professor Emílio Oliveira

GABARITO DIREITO Processual Penal e Penal Professor Emílio Oliveira GABARITO DIREITO Processual Penal e Penal Professor Emílio Oliveira QUESTÕES PROCESSO PENAL 1- É possível a incomunicabilidade do indiciado na atual conjuntura constitucional brasileira? Segundo o art.

Leia mais

Apostila Exclusiva Direitos Autorais Reservados www.thaisnunes.com.br 1

Apostila Exclusiva Direitos Autorais Reservados www.thaisnunes.com.br 1 Direito - Técnico do TRF 4ª Região É possível estudar buscando materiais e aulas para cada uma das matérias do programa do concurso de Técnico do TRF 4ª Região. Basta disciplina e organização. Sugestão

Leia mais

CADERNO DE RASCUNHO DIREITO PENAL

CADERNO DE RASCUNHO DIREITO PENAL Ordem dos Advogados do Brasil Exame de Ordem Unificado 2010.2 Prova Prático-profissional CADERNO DE RASCUNHO DIREITO PENAL Leia com atenção as instruções a seguir: 1. Você está recebendo do fiscal de sala,

Leia mais

COMISSÃO DIRETORA PARECER Nº 393, DE 2008

COMISSÃO DIRETORA PARECER Nº 393, DE 2008 COMISSÃO DIRETORA PARECER Nº 393, DE 2008 Redação final do Substitutivo ao Projeto de Lei do Senado nº 209, de 2003. A Comissão Diretora apresenta a redação final do Substitutivo ao Projeto de Lei do Senado

Leia mais

JUSTIÇA MILITAR. ORGANIZAÇÃO E COMPETÊNCIA

JUSTIÇA MILITAR. ORGANIZAÇÃO E COMPETÊNCIA JUSTIÇA MILITAR. ORGANIZAÇÃO E COMPETÊNCIA CONFORMAÇÃO CONSTITUCIONAL Constituição Federal (OBS: o Decreto 4.346/02 exige o cumprimento do contraditório na apuração das infrações disciplinares) Art. 92.

Leia mais

CONCURSO FORMAL CONCURSO DE CRIMES CONCURSO MATERIAL CONCURSO MATERIAL CONCURSO FORMAL CRIME CONTINUADO

CONCURSO FORMAL CONCURSO DE CRIMES CONCURSO MATERIAL CONCURSO MATERIAL CONCURSO FORMAL CRIME CONTINUADO DIREITO PENAL MÓDULO DE PREPARAÇÃO CONCURSO POLÍCIA FEDERAL CONCURSO DE CRIMES CONCURSO MATERIAL CONCURSO FORMAL PRÓPRIO IMPRÓPRIO CRIME CONTINUADO AULA 8 Prof. Caupolican CONCURSO DE CRIMES CONCURSO MATERIAL

Leia mais

Encargos Financeiros 2016. Program a de Pó s - Gr adu ação La to Se ns u da FGV DIREIT O SP ( GV law)

Encargos Financeiros 2016. Program a de Pó s - Gr adu ação La to Se ns u da FGV DIREIT O SP ( GV law) Encargos Financeiros 2016 Programa de Pós-Graduação Lato Sensu da DIREITO GV (GVlaw) Valores dos cursos de 32 horas (para ingressantes no 1º semestre de 2016): R$ 3.045,00 (três mil e quarenta e cinco

Leia mais

CRIMES DE TORTURA (9.455/97)

CRIMES DE TORTURA (9.455/97) CRIMES DE TORTURA (9.455/97) TORTURA FÍSICA MENTAL Art. 1º Constitui crime de tortura: I - constranger alguém com emprego de violência ou grave ameaça, causando-lhe sofrimento físico ou mental: a) tortura-persecutória

Leia mais

Comissão de Estudos da Concorrência e Regulação Econômica ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL Secção de São Paulo

Comissão de Estudos da Concorrência e Regulação Econômica ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL Secção de São Paulo Formulário de Sugestões Consulta Pública nº 17 (28.09.11 a 28.11.2011) Minuta do Projeto de lei que altera a Lei nº 8.137, de 27 de dezembro de 1990, a Lei nº 8.666, de 21 de junho de 1993 e a Lei nº 8.884,

Leia mais

SUMÁRIO. Parte 1. Capítulo 3 Prisão em flagrante... 21

SUMÁRIO. Parte 1. Capítulo 3 Prisão em flagrante... 21 SUMÁRIO Parte 1 Aspectos gerais da atividade policial Capítulo 1 Distinção entre a Polícia Militar, a Polícia Civil, a Polícia Federal, a Polícia Rodoviária Federal e a Guarda Municipal...3 Capítulo 2

Leia mais

DECRETO-LEI Nº 05, DE 15 DE MARÇO DE 1975. (Redação atual) INSTITUI O CÓDIGO TRIBUTÁRIO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS.

DECRETO-LEI Nº 05, DE 15 DE MARÇO DE 1975. (Redação atual) INSTITUI O CÓDIGO TRIBUTÁRIO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. DECRETO-LEI Nº 05, DE 15 DE MARÇO DE 1975. (Redação atual) INSTITUI O CÓDIGO TRIBUTÁRIO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO, no uso das atribuições

Leia mais

REGIME PRISIONAL FECHADO NO DELITO DE TRÁFICO DE ENTORPECENTES. Autor: Fábio Soares Valera. Promotor de Justiça. Comarca de Araxá.

REGIME PRISIONAL FECHADO NO DELITO DE TRÁFICO DE ENTORPECENTES. Autor: Fábio Soares Valera. Promotor de Justiça. Comarca de Araxá. REGIME PRISIONAL FECHADO NO DELITO DE TRÁFICO DE ENTORPECENTES. Autor: Fábio Soares Valera. Promotor de Justiça. Comarca de Araxá. Em sede do julgamento do habeas corpus n. 97.256/RS, o Supremo Tribunal

Leia mais

1. PRINCÍPIOS DOS JUIZADOS ESPECIAIS CRIMINAIS art. 62 da Lei 9.009/95 2. OBJETIVOS DO JUIZADO ESPECIAL CRIMINAL

1. PRINCÍPIOS DOS JUIZADOS ESPECIAIS CRIMINAIS art. 62 da Lei 9.009/95 2. OBJETIVOS DO JUIZADO ESPECIAL CRIMINAL 1 PROCESSO PENAL PROCESSO PENAL PONTO 1: Princípios dos Juizados Especiais Criminais PONTO 2: Objetivos PONTO 3: Competência PONTO 4: Fase Policial PONTO 5: Fase Judicial PONTO 6: Recursos PONTO 7: Atos

Leia mais

CONTINUAÇÃO - RECURSOS NO PROCESSO PENAL, Recurso no Sentido Estrito

CONTINUAÇÃO - RECURSOS NO PROCESSO PENAL, Recurso no Sentido Estrito CONTINUAÇÃO - RECURSOS NO PROCESSO PENAL, Recurso no Sentido Estrito Efeito suspensivo O RESE, como regra, não tem efeito suspensivo. Terá, apenas, quando a lei prever. O art. 584 do CPP 1 prevê 05 hipóteses

Leia mais

EXCELENTÍSSIMO SENHOR DESEMBARGADOR PRESIDENTE DO EGRÉGIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE RONDÔNIA.

EXCELENTÍSSIMO SENHOR DESEMBARGADOR PRESIDENTE DO EGRÉGIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE RONDÔNIA. EXCELENTÍSSIMO SENHOR DESEMBARGADOR PRESIDENTE DO EGRÉGIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE RONDÔNIA. LEONARDO P. DE CASTRO, advogado inscrito na OAB sob o nº 4.329, com escritório nesta Comarca, na Avenida

Leia mais

ATIVIDADE POLICIAL: ASPECTOS PENAIS, PROCESSUAIS PENAIS, ADMINISTRATIVOS E CONSTITUCIONAIS 5ª EDIÇÃO

ATIVIDADE POLICIAL: ASPECTOS PENAIS, PROCESSUAIS PENAIS, ADMINISTRATIVOS E CONSTITUCIONAIS 5ª EDIÇÃO ATIVIDADE POLICIAL: ASPECTOS PENAIS, PROCESSUAIS PENAIS, ADMINISTRATIVOS E CONSTITUCIONAIS 5ª EDIÇÃO SUMÁRIO Parte 1 ASPECTOS GERAIS DA ATIVIDADE POLICIAL Capítulo 1 Distinção entre a Política Militar,

Leia mais

ACÓRDÃO Vistos, relatados e discutidos estes autos do Apelação nº XXXXX, da Comarca de Guarulhos, em que são apelantes A.S.M

ACÓRDÃO Vistos, relatados e discutidos estes autos do Apelação nº XXXXX, da Comarca de Guarulhos, em que são apelantes A.S.M CASOS REAIS ACÓRDÃO Vistos, relatados e discutidos estes autos do Apelação nº XXXXX, da Comarca de Guarulhos, em que são apelantes A.S.M e H.M. sendo apelado MINISTERIO PUBLICO. ACORDAM, em 4ª Câmara de

Leia mais

APELANTE FÁBIO CÂNDIDO DA SILVA. APELADO MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DO PARANÁ. RELATOR DES. JOÃO DOMINGOS KÜSTER PUPPI.

APELANTE FÁBIO CÂNDIDO DA SILVA. APELADO MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DO PARANÁ. RELATOR DES. JOÃO DOMINGOS KÜSTER PUPPI. 1 AUTOS DE APELAÇÃO CRIMINAL DE N.º 1231245-7, DE FOZ DO IGUAÇU 1ª VARA CRIMINAL. APELANTE FÁBIO CÂNDIDO DA SILVA. APELADO MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DO PARANÁ. RELATOR DES. JOÃO DOMINGOS KÜSTER PUPPI.

Leia mais

DIREITO PROCESSUAL PENAL PROVA ESCRITA CADERNO 1

DIREITO PROCESSUAL PENAL PROVA ESCRITA CADERNO 1 JUIZ DE DIREITO SUBSTITUTO DO ESTADO DE MINAS GERAIS Edital n. 01/2009 DIREITO PROCESSUAL PENAL PROVA ESCRITA CADERNO 1 ATENÇÃO Leia as instruções deste Caderno. Elas fazem parte da sua prova 1. Este caderno

Leia mais

SIMULADO 2ª FASE EXAME DE ORDEM DIREITO PENAL CADERNO DE RASCUNHO

SIMULADO 2ª FASE EXAME DE ORDEM DIREITO PENAL CADERNO DE RASCUNHO SIMULADO 2ª FASE EXAME DE ORDEM DIREITO PENAL CADERNO DE RASCUNHO Além deste caderno de rascunho, contendo o enunciado da peça prático-profissional e das quatro questões discursivas, você receberá do fiscal

Leia mais

APLICAÇÃO DA LEI PROCESSUAL PENAL. APLICAÇÃO DA LEI PROCESSUAL PENAL NO ESPAÇO Dispositivo Legal... 35 Princípio da territorialidade...

APLICAÇÃO DA LEI PROCESSUAL PENAL. APLICAÇÃO DA LEI PROCESSUAL PENAL NO ESPAÇO Dispositivo Legal... 35 Princípio da territorialidade... Sumário Título I APLICAÇÃO DA LEI PROCESSUAL PENAL Capítulo I APLICAÇÃO DA LEI PROCESSUAL PENAL NO ESPAÇO Dispositivo Legal... 35 Princípio da territorialidade... 35 Capítulo II APLICAÇÃO DA LEI PROCESSUAL

Leia mais

A PRISÃO PREVENTIVA E AS SUAS HIPÓTESES PREVISTAS NO ART. 313 DO CPP, CONFORME A LEI Nº 12.403, DE 2011.

A PRISÃO PREVENTIVA E AS SUAS HIPÓTESES PREVISTAS NO ART. 313 DO CPP, CONFORME A LEI Nº 12.403, DE 2011. A PRISÃO PREVENTIVA E AS SUAS HIPÓTESES PREVISTAS NO ART. 313 DO CPP, CONFORME A LEI Nº 12.403, DE 2011. Jorge Assaf Maluly Procurador de Justiça Pedro Henrique Demercian Procurador de Justiça em São Paulo.

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 5.ª REGIãO Gabinete do Desembargador Federal Marcelo Navarro

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 5.ª REGIãO Gabinete do Desembargador Federal Marcelo Navarro APELAÇÃO CRIMINAL (ACR) Nº 11023/RN (0004472-39.2010.4.05.8400) APTE : MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL APDO : JARBAS CAVALCANTI DE OLIVEIRA ADV/PROC : JOSE ALEXANDRE SOBRINHO E OUTRO ORIGEM : 2ª VARA FEDERAL

Leia mais

ATENÇÃO EDIÇÃO ATUALIZÁVEL. NÃO DESCARTE

ATENÇÃO EDIÇÃO ATUALIZÁVEL. NÃO DESCARTE JURISPRUDÊNCIA CONSOLIDADA Súmulas, Orientações Jurisprudenciais e Precedentes Normativos dos Tribunais Superiores e do Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região SUMÁRIO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO

Leia mais

WWW.CONTEUDOJURIDICO.COM.BR DA RESTITUIÇÃO DAS COISAS APREENDIDAS. Jean Charles de Oliveira Batista¹

WWW.CONTEUDOJURIDICO.COM.BR DA RESTITUIÇÃO DAS COISAS APREENDIDAS. Jean Charles de Oliveira Batista¹ DA RESTITUIÇÃO DAS COISAS APREENDIDAS Jean Charles de Oliveira Batista¹ ¹ Bacharel do Curso de Direito. Faculdade Guanambi FG. Guanambi BA. INTRODUÇÃO O Processo Penal tem por finalidade solucionar um

Leia mais

ROTEIRO DE AULA TEORIA GERAL DAS PRISÕES CAUTELARES.

ROTEIRO DE AULA TEORIA GERAL DAS PRISÕES CAUTELARES. CURSO DIREITO DISCIPLINA PROCESSO PENAL II SEMESTRE 7º Turma 2015.1 ROTEIRO DE AULA TEORIA GERAL DAS PRISÕES CAUTELARES. 1. DO CONCEITO DE PRISAO A definição da expressão prisão para fins processuais.

Leia mais

Poder Judiciário Tribunal de Justiça da Paraíba Gabinete Des. Carlos Martins Beltrão Filho

Poder Judiciário Tribunal de Justiça da Paraíba Gabinete Des. Carlos Martins Beltrão Filho Poder Judiciário Tribunal de Justiça da Paraíba Gabinete Des. Carlos Martins Beltrão Filho ACÓRDÃO APELAÇÃO CRIMINAL No. 200.2008.032784-0/001 ia Vara Criminal da Comarca da Capital RELATOR: Marcos William

Leia mais

DEFENSORIA PÚBLICA DO ESTADO DO PARANÁ EDITAL Nº 12/2015

DEFENSORIA PÚBLICA DO ESTADO DO PARANÁ EDITAL Nº 12/2015 1 EDITAL Nº 12/2015 2º Processo seletivo para ingresso ao quadro de estagiários da Defensoria Pública do Estado do Paraná, Comarca da Região Metropolitana de Curitiba Foro de Araucária. A DEFENSORIA PÚBLICA

Leia mais

LEIS PENAIS ESPECIAIS

LEIS PENAIS ESPECIAIS LEIS PENAIS ESPECIAIS Prof. Marcel Figueiredo Gonçalves Especialista em Direito Penal e Direito Processual Penal (PUC-SP) Mestre em Ciências Jurídico-Criminais (Universidade de Lisboa) www.cienciacriminal.com

Leia mais

Esclarecimento quanto a aplicação da pena de multa.

Esclarecimento quanto a aplicação da pena de multa. Esclarecimento quanto a aplicação da pena de multa. Conforme dito em sala, o critério para fixação da pena de multa é bifásico e como ressaltado por um colega da turma (peço desculpa por não recordar o

Leia mais

Tribunal de Justiça do Piauí TJ/PI Área Judiciária Carreira de Escrivão Judicial

Tribunal de Justiça do Piauí TJ/PI Área Judiciária Carreira de Escrivão Judicial Tribunal de Justiça do Piauí TJ/PI Área Judiciária Carreira de Escrivão Judicial ÍNDICE VOLUME 1 CONHECIMENTOS BÁSICOS LÍNGUA PORTUGUESA Elementos de construção do texto e seu sentido: gênero do texto

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI Nº 11.482, DE 31 DE MAIO DE 2007. Mensagem de veto Conversão da Mpv nº 340, de 2006 Efetua alterações na tabela do imposto de renda

Leia mais

233 TRIBUNAL DE JUSTIÇA TERCEIRA CÂMARA CRIMINAL APELAÇÃO CRIMINAL Nº. 0086204-54.2014.8.19. MÔNICA TOLLEDO DE OLIVEIRA

233 TRIBUNAL DE JUSTIÇA TERCEIRA CÂMARA CRIMINAL APELAÇÃO CRIMINAL Nº. 0086204-54.2014.8.19. MÔNICA TOLLEDO DE OLIVEIRA TRIBUNAL DE JUSTIÇA TERCEIRA CÂMARA CRIMINAL APELAÇÃO CRIMINAL Nº. 0086204-54.2014.8.19.0001 APELANTE: RENATO DA SILVA PEREIRA APELADO: MINISTÉRIO PÚBLICO RELATORA: DES. MÔNICA TOLLEDO DE OLIVEIRA Apelação.

Leia mais

http://www.al.sp.gov.br/repositorio/legislacao/lei%20complementar/2007/lei%20compl...

http://www.al.sp.gov.br/repositorio/legislacao/lei%20complementar/2007/lei%20compl... Page 1 of 6 LEI COMPLEMENTAR Nº 1.012, DE 05 DE JULHO DE 2007 Altera a Lei Complementar nº 180, de 12 de maio de 1978; a Lei nº 10.261, de 28 de outubro de 1968; a Lei Complementar nº 207, de 5 de janeiro

Leia mais

15/05/2013 MODELO DE RELAXAMENTO DA PRISÃO EM FLAGRANTE

15/05/2013 MODELO DE RELAXAMENTO DA PRISÃO EM FLAGRANTE Direito Processual Penal 2ª Fase OAB/FGV Professora Beatriz Abraão MODELO DE RELAXAMENTO DA PRISÃO EM FLAGRANTE Excelentíssimo Senhor Doutor Juiz de Direito da... Vara Criminal da Comarca... (especificar

Leia mais

Supremo Tribunal Federal

Supremo Tribunal Federal PROGRESSÃO DE REGIME NA EXECUÇÃO PENAL 21 DISTRITO FEDERAL RELATOR POLO PAS ADV.(A/S) : MIN. ROBERTO BARROSO :PEDRO HENRY NETO :RICARDO GOMES DE ALMEIDA DECISÃO: I. A HIPÓTESE 1. Pedro Henry Neto foi condenado

Leia mais

COMENTÁRIOS A POSSE E O PORTE ILEGAL DE ARMAS E SUAS PREVISÕES LEGAIS E JURISPRUDENCIAIS

COMENTÁRIOS A POSSE E O PORTE ILEGAL DE ARMAS E SUAS PREVISÕES LEGAIS E JURISPRUDENCIAIS COMENTÁRIOS A POSSE E O PORTE ILEGAL DE ARMAS E SUAS PREVISÕES LEGAIS E JURISPRUDENCIAIS Ricardo Benevenuti Santolini 1 Resumo:A sociedade brasileira repudia qualquer tipo de delito que possa causar grande

Leia mais

Índice Sistemático do Novo Código de Processo Civil

Índice Sistemático do Novo Código de Processo Civil Índice Sistemático do Novo Código de Processo Civil LEI CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL Parte Geral Livro I DAS NORMAS PROCESSUAIS CIVIS TÍTULO ÚNICO DAS NORMAS FUNDAMENTAIS E DA APLICAÇÃO DAS NORMAS PROCESSUAIS

Leia mais

TÍTULO VII DA PROVA CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS

TÍTULO VII DA PROVA CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS TÍTULO VII DA PROVA CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Art. 155. No juízo penal, somente quanto ao estado das pessoas, serão observadas as restrições à prova estabelecidas na lei civil. Art. 156. A prova da

Leia mais

Roteiro de Teses Defensivas OAB 2ª Fase Penal Vega Cursos Jurídicos

Roteiro de Teses Defensivas OAB 2ª Fase Penal Vega Cursos Jurídicos Roteiro de Teses Defensivas OAB 2ª Fase Penal Vega Cursos Jurídicos Prof. Sandro Caldeira Prezado(a) aluno(a), Na nossa primeira aula abordamos um roteiro de teses defensivas que iremos treinar durante

Leia mais

3º PROCESSO SELETIVO DE ESTÁGIO DE DIREITO DA DEFENSORIA PÚBLICA DA UNIÃO DE Segunda CATEGORIA NO DISTRITO FEDERAL.

3º PROCESSO SELETIVO DE ESTÁGIO DE DIREITO DA DEFENSORIA PÚBLICA DA UNIÃO DE Segunda CATEGORIA NO DISTRITO FEDERAL. 3º PROCESSO SELETIVO DE ESTÁGIO DE DIREITO DA DEFENSORIA PÚBLICA DA UNIÃO DE Segunda CATEGORIA NO DISTRITO FEDERAL. EDITAL Nº 04, DE 29 DE OUTUBRO DE 2014. O DEFENSOR PÚBLICO-CHEFE DE SEGUNDA CATEGORIA

Leia mais

PROVAS ASPECTOS GERAIS.

PROVAS ASPECTOS GERAIS. PROVAS ASPECTOS GERAIS. CONCEITO art.332 Art. 332. Todos os meios legais, bem como os moralmente legítimos, ainda que não especificados neste Código, são hábeis para provar a verdade dos fatos, em que

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DA PARAÍBA GABINETE DO DESEMBARGADOR LUIZ SILVIO RAMALHO JÚNIOR

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DA PARAÍBA GABINETE DO DESEMBARGADOR LUIZ SILVIO RAMALHO JÚNIOR PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DA PARAÍBA GABINETE DO DESEMBARGADOR LUIZ SILVIO RAMALHO JÚNIOR ACÓRDÃO APELAÇÃO CRIMINAL (Processo n 001.2008.024234-8/001) RELATOR: Desembargador Luiz Silvio

Leia mais

Vistos. Consta, ainda, que no período compreendido entre as 13h15min do dia 13 de outubro até as 18h00min do dia 17 de outubro de 2008, na Rua Oito,

Vistos. Consta, ainda, que no período compreendido entre as 13h15min do dia 13 de outubro até as 18h00min do dia 17 de outubro de 2008, na Rua Oito, Vistos. LINDEMBERG ALVES FERNANDES, qualificado nos autos, foi denunciado como incurso no artigo 121, parágrafo 2º, incisos I e IV (vítima Eloá); artigo 121, parágrafo 2º, incisos I e IV c.c. artigo 14,

Leia mais

AUTO DE PRISÃO EM FLAGRANTE DELITO LAVRADO POR AUTORIDADE MILITAR

AUTO DE PRISÃO EM FLAGRANTE DELITO LAVRADO POR AUTORIDADE MILITAR AUTO DE PRISÃO EM FLAGRANTE DELITO LAVRADO POR AUTORIDADE MILITAR O Auto de Prisão em Flagrante Delito, como qualquer outro procedimento penal, deve ser feito com o máximo cuidado possível e observados

Leia mais