Núm e ro # de Jane iro de A M agia do init 8. de Carga e m Linux 11

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1 Núm e ro de Jane iro de 2007 Us ando D NS Exte rno/inte rno Se m Vie w 3 D ive rtindo-s e com Aw k 4 Livro: O ptim izing Linux Pe rform ance 7 A M agia do init 8 C us te rs de Ba ance am e nto de Carga e m Linux 11 Cons truindo um C us te r de O pe nm os ix com o S ack w are

2 Editoria M ais um ano de S ack w are Z ine! E a te rce ira e dição s e guida q ue s ai na data ce rta! Para com e m orar, um a diagram ação com p e tam e nte nova e duas m atérias e s pe ciais s obre c us te rs (h m m m... ta ve z fos s e m ais inte re s s ante cons e guir três m atérias para com e m orar três anos ). C aro q ue três anos, de ze s s e is e diçõe s norm ais, dive rs as e diçõe s e s pe ciais e dois e ve ntos não s ão cois as q ue s e faze m s ozinh as ;por is s o o grupo e ditoriado zine agrade ce todos os q ue m andaram e -m ai s de ince ntivo, artigos e de ram aq ue a força para q ue o proje to continuas s e, e continuas s e com q ua idade. Com a diagram ação nova tam bém trouxe m os a gum as idéias q ue s e m pre pas s am pe a cabe ça m as não h avíam os tido oportunidade de co ocar e m prática. U m a é a s e ção com aná is e de ivros, todo m undo s abe q ue ivro não cus ta barato e 2 SackwareZine (garanto) m uita ge nte já te ve pés s im as e xpe riências gas tando um a fábu a e m um ivro e não gos tando do conte údo;com e s s a s e ção, é pos s íve te r pe o m e nos um a ava iação do ivro ante s de com prar, o q ue pode ajudar bas tante. O utra novidade é um a página com dicas. Dicas s ão pe q ue nos cons e h os úte is, com um a s e ção as s im a ge nte ince ntiva a participação (afina e s cre ve r um a dica inte re s s ante é m ais rápido q ue um artigo com p e to) e acaba aum e ntando a produtividade e faci itando a vida de bas tante ge nte. Ach o q ue s ão e s s as as novidade s e e s pe ro q ue todos gos te m. Continue m e ndo, re com e ndando e m andando artigos para o s ack w are zine, a re vis ta técnica de técnicos para técnicos. Piter PUNK h ttp://w w w.s

3 RED ES Faça com q ue as m áq uinas de s ua re de pos s am te r nom e s dife re nte s para re de s dife re nte s Usando DNS Exte rno/inte rno Se m Vie w Cre io q ue todo m undo já te ve e s s a ne ce s s idade, um a re de de s e rvidore s q uando com e ça a pas s ar de 3 já com e ça a e nch e r o s aco ficar digitando o ip :P, e ntão o m e h or m e s m o é us ar nom e s, a guns us am nom e s de de us e s gre gos, outros nom e s as tros do rock, w h ate ve r, o prob e m a com e ça q uando um a m aq uina te m q ue te r um nom e para fora ( e ia-s e inte rne t) e um nom e para de ntro ( e ia-s e intrane t ) Quando e u pre cis e i faze r is s o, de i um a pe s q uis ada na inte rne t/am igos e a conc us ão foi "us e vie w s " e ga, á fui e u no dns m as te r e configure i, funcionou \o/, para fora e e re s o via com o ip para de ntro e e re s o via com o ip Le ga, agora s ó fa ta s incronizar com o dns s e cundario, adivinh a com q uazona o dns s e cundario s incronizava?e xatam e nte com a zona inte rna :( aí q uando a gue m cons u tava o dns s e cundario e e re s pondia com ip's tipo, x. Tris te e de s anim ado com a tadas vie w s foi q uando e u e m bre i q ue e u traba h e i e m um a e m pre s a q ue us ava is s o, s ó q ue não us ava vie w! foi q uando e u conh e ci o $O RIG :) q ue s e rá m e h or e xp icado agora. zone "dominio.com.br" { type master; fie "dominio.com.br"; aow-transfer { ; }; // IP do dns secundario }; No arq uivo de zona, m udam a gum as cois as, com o pode -s e ve r no Quadro 1. Com e s s a configuração s e você re s o ve r um nom e dom inio.com.br e e re torna um ip va ido na inte rne t, s e você te nta re s o ve r um intra.dom inio.com.br e e re torna um ip inva ido x, e a s incronização m as te r x s e condary funciona q ue é um a be e za :) Ah, não s e e s q ue ça de adicionar no re s o v.conf das m aq uinas inte rnas is s o: domain intra.dominio.com.br nameserver Ne m s ó de Vie w vive um DNS :) is s o funciona m uito be m, nunca tive prob e m as, e é m ais facide faze r q ue Vie w. No nam e d.conf não m uda nada: Lindofo Rodrigues Quadro 1: Arq uivo de Z ona $ORIG dominio.com.br. ; o segredo toda está nessa variave $ORIG $TTL SOA thor.dominio.com.br. hostmaster.dominio.com.br ( ; seria 7200 ; refresh 1 day 3600 ; retry 1 hour 1200 ; expire 1 week 1200 ) ; minimum 1 day ; dominio.com.br (address, mai exchange e nameservers): MX 5 srv3-sao.sao.terraempresas.com.br. MX 10 mx-sec.terraempresas.com.br. thor odin hercues NS NS thor.dominio.com.br. odin.dominio.com.br. A A A $ORIG intra.dominio.com.br. thor A odin A hercues A h ttp://w w w.s SackwareZine 3

4 PRO GRAM AÇÃO Dive rtindo-se com Aw k Apre nda a us ar o Aw k, um a pode ros a inguage m para m anipu ação de arq uivos te xto. Ve ja com o e e pode s ub s tituir outros com andos e faci itar a s ua vida. O Aw k é um a inguage m de s cript criada com bas icam e nte um obje tivo: com parar te xto e tom ar um a atitude de acordo com o te xto oca izado (ou s e ja, um proce s s ador de te xtos ). O nom e da inguage m é a junção das iniciais dos s obre nom e s dos s e us autore s : A fre d Ah o, Pe te W e inbe rge r e Brian Ke rnigh an. Que m já e u o "Livro do Dragão"de com pi adore s, o "C Program m ing Language ", ou e s cre ve u um H e o, W or d de ve ficar m uito grato a e e s... e q ue m us a Aw k tam bém! pe ns a, não é fácide faze r com o "cut": A s intaxe m ais bás ica do Aw k é: O gre p acabou de m os trar o s e gundo e s paço da inh a. Para m os trar o oca h os t, pre cis aríam os faze r: awk '/padrão/ { ação }' O u s e ja, toda ve z q ue e e ach ar a go q ue cas e com /padrão/, e e vai e xe cutar um a de te rm inada ação. A ge nte pode te s tar is s o fáci : $ awk '/ocahost/ { print $0 }' /etc/hosts ocahost Es s e com ando ê o arq uivo /e tc/h os ts e procura onde e xis tir o padrão " oca h os t", q uando ach ar, e e im prim e a inh a na te a (o tado $0). Com o ach ar um padrão e co ar a inh a na te a é um a atividade m uito com um (vide o gre p) e s s a é a ação de fau t do Aw k e ntão pode m os re e s cre ve r o com ando acim a com o: $ awk '/ocahost/' /etc/hosts ocahost Bom, agora já s abe m os com o us ar o aw k com o um "gre p"a te rnativo -; ). E, onde e s tá " oca h os t"pode -s e us ar q ua q ue r padrão, inc us ive e xpre s s õe s re gu are s : $ awk '/^[0-9]/' /etc/hosts ocahost optimus.myab optimus rachae.myab rachae megaman.myab megaman Com o m e s m o arq uivo de e xe m p o (/e tc/h os ts ), pode m os faze r m ais um a brincade ira: $ awk '/ocahost/ { print $2 }' /etc/hosts ocahost O $2 s ignifica o s e gundo cam po da inh a, o prim e iro é o $1 e o te rce iro o $3 (e as pe s s oas inte ige nte s já s acaram q ue o q uarto é $4, o q uinto $5 e as s im s uce s s ivam e nte ). E, ao contrário do q ue m uita ge nte 4 SackwareZine $ grep ocahost /etc/hosts cut -d' ' -f ocahost Não funcionou porq ue e ntre o e o oca h os t te m Tabs, e não e s paços. Trocando os tabs por e s paços, tam bém não dá ce rto: $ grep ocahost /etc/hosts cut -d' ' -f2 $ grep ocahost /etc/hosts cut -d' ' ocahost -f16 C aro, us ando tr -s ""dá para s um ir com os e s paços e xce de nte s... Para is s o q ue a inte igência do aw k ve m a ca h ar. Com um s ó com ando a ge nte cons e gue de te ctar e m os trar o s e gundo cam po, não im portando s e s ão Tabs, e s paços ou a q uantidade de e s. A ém de pode r us ar o Aw k com o um "gre p"a te rnativo, pode m os us á- o com o um "cut"tam bém -; ). E, e m te rm os de "cut"e xis te um a fe ature avançadís s im a do Aw k q ue q uando m e nos s e e s pe ra é tre m e ndam e nte úti. Por e xe m p o, o /e tc/h os ts aq ui é as s im : ocahost optimus.myab optimus rachae.myab rachae megaman.myab megaman Se e u q uis e r is tar todos os IPs e o ape ido de cada h os t, pode ria is tar $1 e $3;m as, com is s o, não iria is tar o ' oca h os t' q ue e s tá no s e gundo cam po. O q ue faze r? $ awk '/^[0-9]/ { print $1"\t"$NF}' /etc/hosts ocahost optimus rachae megaman NF é o núm e ro de cam pos de cada inh a. Então im prim im os o prim e iro cam po ($1) e o ú tim o ($NF). O "\t"é para im prim ir um TAB e de ixar tudo a inh adinh o. E ainda com binam os dois com andos e m um -; ). h ttp://w w w.s

5 Pare cido com o NF, o Aw k te m um a s e gunda variáve ch am ada NR: Núm e ro de Re gis tro. Com o norm a m e nte um re gis tro é um a inh a, pode -s e us ar e s s e NR para indicar e m q ua inh a o Aw k e s tá proce s s ando: um padrão e s pe cia"end", q ue s e m pre "cas a"com o finado arq uivo (no nos s o cas o, q uando todas as inh as foram idas );q uando ch e gam os no finado arq uivo, faze m os um aço de re pe tição: for (i=nr-9;i<=nr;i++) { print TEXT[i] } $ awk '{ if (NR==1) print $0 }' /etc/group root::0:root A tradução dis s o é: U s am os o com ando "if"(s e ) e com param os o núm e ro de re gis tro, s e for iguaa 1, im prim im os a inh a. Com is s o cons e guim os im prim ir um a inh a arbitrária q ua q ue r. Com um pouco de im aginação, pode m os faze r um a ve rs ão tos ca do "h e ad": i é igua a NR-9 para cada i que você encontrar e for menor ou igua a NR imprima o conteudo de TEXT[i] e some 1 em i. $ awk '{ if (NR<=10) print $0 }' /etc/group root::0:root bin::1:root,bin,daemon daemon::2:root,bin,daemon sys::3:root,bin,adm adm::4:root,adm,daemon tty::5: disk::6:root,adm,punk p::7:p mem::8: kmem::9: O u s e ja, im prim a as ú tim as 10 inh as do te xto. É vis íve q ue is s o de aço de re pe tição é a go m uito úti, va e a pe na guardar e s s a idéia. O padrão "END" tam bém é e xtre m am e nte útie e e te m um irm ão o "BEG"q ue "cas a"com o início do arq uivo (ante s de q ua q ue r inh a s e r ida). É um a boa para im prim ir cabe ça h os ou a go do tipo. Ao invés do com pararm os s e o NR é iguaa 1, ve rificam os s e e e é m e nor ou iguaa 10. Todas as ope raçõe s de com paração "norm a "funcionam : ==,!=, <=, > =, < e >, s e m m is térios. Já q ue com a s ubs tituição do tainós acabam os faze ndo um s cript aw k m ais com p e xo, vam os ch utar o pau da barraca e s ubs tituir o w c. O w c conta a q uantidade de caracte re s, pa avras e inh as de um de te rm inado te xto: $ wc /etc/fstab /etc/fstab De pois de faze r o h e ad, porq ue não inve ntar um novo com ando tai?es s e é um pouco m ais com p icado, nós s ó s abe m os o tam anh o do arq uivo q uando e e já ch e gou no fina, e ntão te m os q ue arm aze nar as inh as de te xto e m a gum ugar. Es s e e xe m p o vai ficar um pouco com p icado: O prim e iro núm e ro s ão as inh as, o s e gundo as pa avras e o te rce iro os caracte re s. Contar as inh as todos nós já s abe m os : $ awk '{ TEXT[NR]=$0 } > END { > for (i=nr-9;i<=nr;i++) { > print TEXT[i] > } > }' /etc/group pop::90:pop scanner::93: nobody::98:nobody nogroup::99: users::100: consoe::101: _ntp::82:_ntp postdrop:x:104: hadaemon:x:61: messagebus:x:60: Le m brando, o NR é o núm e ro do re gis tro ( inh a); q uando ch e gam os no e ve nto END (finado arq uivo), o NR contém o núm e ro da ú tim a inh a. Agora vam os contar as pa avras : A prim e ira inh a do nos s o program a Aw k re a iza um a ação e s pe cífica para todas as inh as e ncontradas : arm aze na o conte údo da inh a de ntro da variáve TEXT[NR]e, a ge nte e m bra q ue NR é o núm e ro da inh a. A s e gunda parte do program a é a m ais "com p icada". Ne a a ge nte uti iza um padrão e s pe cia "END", q ue s e m pre "cas a"com o finado arq uivo (no nos s o cas o, q uando todas as inh as foram idas ) uti iza $ awk '{ CHAR+=ength($0) } > END { print CHAR }' /etc/fstab 782 h ttp://w w w.s SackwareZine $ awk 'END { print NR }' /etc/fstab 12 $ awk '{ WORD+=NF } > END { print WORD }' /etc/fstab 72 Es s e pre cis ou de um pouco m ais de im aginação, o q ue s ão as pa avras de ntro de um a inh a s e não os cam pos de a?por is s o, para cada inh a ida, o conte údo de NF é s om ado na variáve W O RD e, no finado arq uivo, e s s a variáve é im pre s s a na te a. Para a ú tim a parte do w c, q ue é a contage m de caracte re s, vam os pre cis ar de um novo com ando: e ngth. O com ando e ngth ($VAR) pe ga o conte údo da variáve e ve rifica o tam anh o de a e m caracte re s. O u s e ja, CH AR+ = e ngth ($0) s om a na variáve CH AR todos os caracte re s q ue te m na inh a corre nte. E, no fina, 5

6 PRO GRAM AÇÃO im prim im os a variáve CH AR. Só te m um prob e m inh a s om a na variáve CH AR todos os caracte re s q ue te m na inh a corre nte. E, no fina, im prim im os a variáve CH AR. Só te m um prob e m inh a... o núm e ro e s tá e rrado! O w c inform a 79 4 caracte re s e o Aw k inform a s ó 782. O q ue aconte ce?a re s pos ta é s im p e s, o w c conta os caracte re s de "s a to de inh a"(vu go, o e nte r) e o Aw k não. Para re s o ve r e s s a dis paridade, pode m os s om ar no finaa q uantidade de s a tos de inh a q ue te m no arq uivo: $ awk '{ CHAR+=ength($0) } > END { print CHAR+NR }' /etc/fstab 794 E as s im fica corre to -:) Para fina izar, vam os co ocar para im prim ir todas as inform açõe s juntas, com o o w c: $ awk '{ CHAR+=ength($0) ; WORD+=NF } > END { print NR,WORD,CHAR+NR }' /etc/fstab Es s e é inte re s s ante para im prim ir s ó o nom e dos pacote s ins ta ados, s e m a ve rs ão e arq uite tura: $ s -1 /var/og/packages/ \ > awk 'BEG { FS="-" ; OFS="-" } > { NF=NF-3 ; print $0 }' a2ps aaa_base aaa_efibs... x11-fonts-misc x11-fonts-scae x11-xdmx... ytak zib zsh C aro q ue o w c, o taie o h e ad ficaram m uito m aiore s q ue os originais ;m as s e rviram para m os trar vários re curs os do Aw k e a e ns inar com o us á- os. Já a s ubs tituição de gre p+ cut por Aw k é be m inte re s s ante, a ém de s e r e xtre m am e nte m ais ve rs áti. U ti izam os ne s s e com ando o "BEG", q ue é e xe cutado ante s de proce s s ar o arq uivo. Com o e e "cas a"ante s de q ua q ue r inh a de e ntrada s e r proce s s ada, é o ugar ide apara co ocar inicia ização de variáve is. E, no nos s o cas o nós iniciam os duas de as : FS, q ue indica o s e parador de cam po (é ide ntico ao -F) e o O FS q ue é o s e parador de cam po para s aída;s e m o O FS o nom e do "x11-xdm x"s airia "x11 xdm x"q ue não é o q ue q ue re m os. Já na outra inh a ve m um m ace te... os nom e s dos pacote s do s ack w are s ão as s im : U m as ú tim as brincade iras ante s de fe ch ar o artigo: nome-versao-arquitetura-versao_do_pacote $ awk -F: '{ if ($3>=1000) > { print $1 } }' /etc/passwd punk marina toedo garoto tamiris infomedia sackshow E "nom e "pode te r q ua q ue r tam anh o, s e parado por h ífe ns. O q ue nós s abe m os é q ue de pois do nom e, e xis te m ape nas três outros cam pos. Aí ve m o truq ue. Para cada inh a nós dize m os q ue e a pos s ui três cam pos a m e nos (NF=NF-3) e de pois é s ó im prim ir a inh a com p e ta -; ). Pronto! M ais um com ando s ubs tituído com s uce s s o! Bom, e com e s s as ú tim as dicas te rm inam os o artigo :). Es pe ro q ue te nh a s ido úti. Is s o m os tra todos os us uários q ue não s ão do s is te m a na m áq uina. A novidade é o -F:, o -F de te rm ina q ua vai s e r o s e parador de cam po, no cas o, nós trocam os o e s paço/tab pe o dois pontos, q ue é o caracte r uti izado para s e parar as inform açõe s no /e tc/pas s w d. De pois é s ó com parar o te rce iro cam po (U ID) e ve rificar s e é m aior ou iguaa 1000 (no s ack w are os us uários com e çam no 1000) e im prim ir o prim e iro -; ). Piter PUNK O utro e xe m p o bom : ps aux \ awk '/^usuario/ { system("ki -9 "$2) }' Es s e s e rve para de rrubar um us uário (e todos os program as de e q ue e s tive re m s e ndo e xe cutados ). A novidade aí é uti izar a ins trução "s ys te m ", com e a pode m os e xe cutar um com ando do s is te m a (no nos s o cas o o "k i -9 ") é fáciadaptar para ao invés de m atar por um de te rm inado us uário, m atar pe o nom e do program a (s im... para m atar aq ue e s program as m a e ducados ). 6 SackwareZine h ttp://w w w.s

7 ANÁLISE D E LIVRO O ptim izing Linux Pe rform ance Um guia para m axim izar o de s e m pe nh o O k, não é propriam e nte um artigo técnico;m as cobre um ivro e m ine nte m e nte técnico e s obre um as s unto q ue acre dito s e r do inte re s s e de vários adm inis tradore s de s is te m as e de s e nvo ve dore s : aná is e de pe rform ance. E o ivro é bom. O próprio autor do ivro ofe re ce a m otivação para a e itura do m e s m o: ". U m s is te m a be m afinado pode faze r m ais traba ho com m e nos re curs os ;. U m a ap icação be m afinada pode rodar e m h ardw are m ais antigo;. U m de s k top be m afinado pode e conom izar o te m po dos us uários e ;. U m s e rvidor be m afinado pode dis ponibi izar um s e rviço de m aior q ua idade para m ais us uários." E, para cons e guir um s is te m a "be m afinado"é pre cis o prim e iro s abe r o q ue e s tá aconte ce ndo, onde e s tá o prob e m a e com o arrum á- o. de ap icaçõe s para Linux de s e vo ve dore s de s oftw are e us uários finais "os e xe m p os de aná is e de pe rform ance e s o ução dados no finado ivro não s ão m uito anim adore s : U m prob e m a e m um fi tro de im age m no GIM P, Prob e m as de Latência na Nauti us e Le ntidõe s Pe riódicas de vido ao Pre -Link. Adm inis tradore s vão ficar de prim idos ao ve r q ue ne nh um dos e xe m p os cobre s e rvidore s de arq uivos, w e b ou banco de dados q ue s ão os m aiore s pe pinos q ue cae m no co o dos s ys adm ins. E... bom, ape s ar dos e xe m p os s e re m de ap icaçõe s para o us uário fina, não im agino m uitos us uários e ditando o código dos fi tros, rodando oprofi e para ide ntificar a inh a de código com prob e m a... a iás, não im agino o q ue um us uário finafaria com um ivro de aná is e de pe rform ance. M e s m o com e s s a Pode -s e dize r q ue o ivro vai re s s a va, o ivro é um a m uito be m na parte de boa com pra e va e a ide ntificação do prob e m a, pe na. Apre s e nta um a m os trando dive rs as s érie de boas fe rram e ntas e o q ue cada O ptim izing Linux Pe rform ance fe rram e ntas e de com o um a de as indica;m as fa ha us á- as. Ape s ar da na h ora do "com o arrum áph i ip G. Ezo t e s co h a infe iz dos o". Com o a guns com andos Pre ntice -H a /H P Book s e xe m p os (ou fe iz s e dão e s tatís ticas de você for um dife re nte s áre as do s is te m a, 384 páginas de s e nvo ve dor) é vis íve e e s s ão re vis itados várias o conh e cim e nto do ve ze s durante o ivro (e s e m autor na áre a de aná is e re pe tir inform açõe s );as s im, de pe rform ance e otim ização. E e e cons e gue s e r be m o com ando ps é apre s e ntado tanto na parte de aná is e didático e pas s ar parte de s s e conh e cim e nto para o de CPU, com o na de m e m ória e na de us o de dis co. O e itor, o q ue é um a q ua idade rara. vm s tat e o oprofi e tam bém s ão pre s e nças re corre nte s. O nde o ivro de ixa a de s e jar é na parte de com o corrigir os prob e m as e ncontrados. Para q ue m te m com o púb ico-a vo "adm inis tradore s de s is te m as, h ttp://w w w.s Piter PUNK SackwareZine 7

8 AD M ISTRAÇÃO A M agia do init O init é o prim e iro proce s s o ch am ado pe o k e rne e, a ém de coorde nar a inicia ização do s is te m a, ch am ando os s cripts de inicia ização apropriados ; tam b ém é o pai de todos os outros proce s s os da m áq uina N e s te artigo vam os ve r o porq ue do init s e r tão im portante e s uas várias uti idade s, de s de a e xe cução dos s cripts de inicia ização até o re s tart autom ático daq ue e s e rviço im portantís s im o q ue nunca pode e s tar parado. O init ou pai de todos os proce s s os - com o é m ais conh e cido - é re s pons áve pe a inicia ização dos prim e iros proce s s os do s is te m a ope raciona. Es ta fam a é de vido ao fato de s e r o prim e iro proce s s o e ntrar e m e xe cução, nada m ais digno de s e r o dono do prim e iro pid, o PID 1. Vam os ve r com o é o f uxogram a de e xe cução do init: Es s e proce s s o irá ficando m ais c aro conform e a e itura do artigo. D e finiçõe s do /e tc/inittab Toda a configuração do init é fe ita através do arq uivo /e tc/inittab s e guindo a s intaxe : id:runeves:actions:process Com o vocês pode m ve r, cada cam po é s e parado por dois pontos. Vam os e nte nde r o q ue s ignifica cada um de s s e s cam pos : id Ape nas um a ide ntificação para dife re nciar a ch am ada para o init. É pos s íve uti izar até 4 caracte re s ne s s e cam po. Quadro 1: Lista de "actions" re s paw n U s ado para iniciar e re inicia izar o proce s s o s e o m e s m o fina izar. w ait U s ado para iniciar o proce s s o. O init fica aguardando até q ue o proce s s o s e ja fina izado. once U s ado para inicar o proce s s o re acionado ao run e ve e m e s pe cífico. boot O proce s s o s e rá e xe cutado durante o boot. (Para e s te cam po, o run e ve é ignorado.) bootw ait O proce s s o s e rá e xe cutado durante o boot. Porém, o init e s pe ra pe o se u te rm ino para s e guir a diante. (Para e s te cam po, o run e ve tam bém é ignorado.) off Para de s abi itar o proce s s o. (É pos s íve faze r is to tam bém com e ntando a inh a.) onde m and Se rve para iniciar s e rviços q uando é iniciado o run e ve A, B ou C. Que s ão run e ve s e s pe ciais e q uando iniciados não m udam o níve de e xe cução da m áq uina. initde fau t Diz ao init q uao initde fau t uti izado. (O cam po proce s s é ignorado). s ys initproce s s o a s e r e xe cutado ainda no Ke rne Boot. pow e rw ait Proce s s o q ue s e rá e xe cutado ao te r um a fa h a de e ne rgia e étrica. O init fica aguardando até q ue o proce s s o s e ja fina izado. pow e rfaiigua m e nte para o de cim a, ape nas o init não e s pe ra o térm ino do s e u proce s s o. pow e rok w ait Proce s s o a s e r e xe cutado q uando a e ne rgia e étrica e s tive r e s tabi izada. pow e rfai now Proce s s o a s e r e xe cutado q uando as bate rias do no-bre ak s (s e e xis tir) e s tive re m vazias. ctr a tde Proce s s o a s e r e xe cutado q uando pre s s ionarm os as te c as Ctr + A t+ De. k bre q u e s t Proce s s o a s e r e xe cutado q uando o init re ce be r um SIGNALdo te c ado a s e r de finido. ru n e ve s Aq ui co ocam os o núm e ro do run e ve q ue s e rá e xe cutada a ch am ada. De 0-6, s ou S. actions Para e s te cam po te m os 15 opçõe s : re s paw n, w ait, once, boot, bootw ait, off, onde m and, initde fau t, s ys init, pow e rw ait, pow e rfai tnow, crt a tde e k bre q ue s t. proce s s O proce s s o e m s i q ue q ue re m os q ue s e ja e xe cutado. 8 SackwareZine Agora vam os ana is ar um inittab de ve rdade! Para ana is arm os, vou pe gar com o e xe m p o o arq uivo de configuração /e tc/inittab do S ack w are 11.0, m odificado pe o Patrick. h ttp://w w w.s

9 Defaut runeve. (Do not set to 0 or 6) id:3:initdefaut: Com o vim os no f uxogram a, o init procura pe o initde fau t no /e tc/inittab para s abe r q uarun e ve padrão irá e xe cutar. Vam os faze r um a paus a e ve r os run e ve 's : No /e tc/inittab q ue e s tam os ana is ando, de pois dos créditos e copyrigh t, te m os um a tabe a com e ntada. (H abitue -s e a e r s cripts, arq uivos de configuração ante s de s air a te rando. M uitos de s e nvo ve dore s co ocam m uita inform ação útinos com e ntários, principa m e nte o Patrick ; )). These are the defaut runeves in \ Sackware: 0 = hat 1 = singe user mode 2 = unused (but configured the same \ as runeve 3) 3 = mutiuser mode (defaut Sackware \ runeve) 4 = X11 with KDM/GDM/XDM (session \ managers) 5 = unused (but configured the same as \ runeve 3) 6 = reboot O Patrick fe z e s s a tabe a e padronizou os run e ve s 2, 3, 4 e 5. Na ve rdade, e s s e s s ão os run e ve s q ue pode m os m odificar. O s run e ve s 0, 1 e 6 s ão re s e rvados. O u s e ja, não im porta q uadis tribuição e s te ja, init 6 s e m pre re bootará s e u s is te m a, já os inits 3 ou 4 pode m s e r q ue te nh am com portam e ntos dife re nte s. Editore s C ayton Eduardo dos Santos De ive s M ich e is Le andro To e do Lindo fo Rodrigue s Pite r Punk Tiago M ach ado Cos ta Artigos ne s s a e dição C ayton Eduardo dos Santos Le andro To e do Lindo fo Rodrigue s Pite r Punk Su am ita Garcia D icas Lindo fo Rodrigue s Pite r Punk Tiago M ach ado Cos ta Im age m de Capa Guaxinim (bas e ado e m i us trução de Pite r Punk ) Em q ua q ue r m om e nto pode m os m udar de run e ve ape nas digitando init X. O nde X é o núm e ro do run e ve, de 0-6 e ainda pode m os uti izar S ou s para s ing e us e r m ode. Vo tando a prim e ira inh a (de s com e ntada) do inittab, e a diz ao init q ue o nos s o run e ve padrão é o 3 (m u tius e r m ode ). System initiaization (runs when system \ boots). si:s:sysinit:/etc/rc.d/rc.s Es te s cript s e rá e xe cutado ainda e m Sys te m boot. O S no cam po run e ve não diz nada, pois os cam pos s ys init, boot e bootw ait ignoram o cam po run e ve. Script to run when going singe user \ (runeve 1). su:1s:wait:/etc/rc.d/rc.k Es te s cript s e rá rodado ape nas q uando o run e ve for Sing e us e r. (O init irá e s pe rar s ua e xe cução fina izar para pu ar para o próxim o proce s s o.) h ttp://w w w.s Re produção do m ate riacontido ne s ta re vis ta é pe rm itida de s de q ue s e inc uam os créditos aos autore s e a fras e : "R e produ zida da S ack w are Z ine 16 w w w.s " com fonte iguaou m aior à do corpo do te xto e em ocavis íve SackwareZine 9

10 AD M ISTRAÇÃO Script to run when going muti user. rc:2345:wait:/etc/rc.d/rc.m Script e xe cutado nos run e ve s de 2 a 5, M u ti us e r. (O init irá e s pe rar s ua e xe cução fina izar para pu ar para o próxim o proce s s o.) What to do at the "Three Finger Saute". ca::ctratde:/sbin/shutdown -t5 -r now Es ta inh a diz q ue ao ape rtarm os a com binação Ctr + A t+ De, nos s o s is te m a irá re inicia izar e m 5 s e gundos. (Pode m os a te rar e s ta com binação de te c as para o proce s s o q ue de s e jarm os.) Runeve 0 hats the system. 0:0:wait:/etc/rc.d/rc.0 Ao e ntrar no run e ve 0, e xe cutar o s cript para de s igar o s is te m a. Runeve 6 reboots the system. 6:6:wait:/etc/rc.d/rc.6 Ao e ntrar no run e ve 6, e xe cutar o s cript de re inici izar o s is te m a. What to do when power fais. pf::powerfai:/sbin/genpowerfai start Para aq ue as pe s s oas q ue te m aq ue e s s upe r pow e r u tra no-bre ak s, e s ta opção pode s e r m uito inte re s s ante. O no-bre ak avis a q ue a um a fa h a de e ne rgia e étrica, o init de te cta e e xe cuta o ge npow e rfai, q ue de s iga autom aticam e nte o com putador. If power is back, cance the running \ shutdown. pg::powerokwait:/sbin/genpowerfai stop As s im com o a opção de cim a, s e a e ne rgia e étrica e s tabi izar, e s te s cript cance a o de s igam e nto do com putador. These are the standard consoe ogin getties in mutiuser mode: c1:1235:respawn:/sbin/agetty tty1 inux c2:1235:respawn:/sbin/agetty tty2 inux c3:1235:respawn:/sbin/agetty tty3 inux c4:1235:respawn:/sbin/agetty tty4 inux c5:1235:respawn:/sbin/agetty tty5 inux c6:12345:respawn:/sbin/agetty tty6 inux O s id's de c1 a c5 s ão re s pons áve is de e xe cutar o /s bin/age tty, cons o e s para pode rm os ogar no s is te m a (os fam os os A t+ F1, A t+ F2,..., A t+ F6). O id c6 tam bém, porém te m o dife re nciade s e r inicia izado no run e ve 4 (am bie nte gráfico). O action _re s paw n_ diz ao s is te m a para re inici izá- o cas o e e caia. Runeve 4 used to be for an X window \ ony system, unti we discovered that it throws init into a oop that keeps \ your oad avg at east 1 a the time. Thus, there is now one getty \ opened on tty6. Hopefuy no one wi notice. ;^) It might not be bad to have one text \ consoe anyway, in case something happens to X. x1:4:respawn:/etc/rc.d/rc.4 Es ta inh a diz ao s is te m a para e xe cutar o s cript re s pons áve pe o ogin gráfico, ape nas no run e ve 4 (am bie nte gráfico). O action _re s paw n_ diz ao s is te m a para re inici izá- o cas o e e caia. Se rviços Autom áticos Com o init, pode m os co ocar q ua q ue r proce s s o para s e r inicia izado e re inicia izado autom aticam e nte, cas o e e m orra. O action _re s paw n_ é re s pons áve por is s o. Vam os ve r um e xe m p o: AP:3:respawn:/etc/rc.d/rc.httpd restart Co ocam os o apach e para s e r m onitorado e re inicia izado cas o e e caia. Ch am e i o id de AP e e s s a ação é va ida ape nas para o run e ve 3. init q O com ando init q irá re e r o /e tc/inittab com a nova configuração. E o apach e s e rá re iniciado s e m pre q ue cair (e iniciado no boot). Leandro Toedo sackware to th e re ane rds 10 SackwareZine h ttp://w w w.s

11 ESPECIAL C uste rs de Ba ance am e nto de Carga e m Linux O q ue faze r q uando um s e rvidor não agüe nta m ais e xe cutar as tare fas q ue de ve ria? A s o ução tradicionaé com prar outra m áq uina m ais pode ros a m as ne m s e m pre e s s a m áq uina e xis te ou cab e no orçam e nto; e s s a é a h ora de pe ns ar e m b a ance am e nto de carga e dis trib uir tare fas. C us te r é um te rm o argam e nte uti izado para re pre s e ntar um conjunto de com putadore s com binados e m um único s is te m a unificado, através de s oftw are e re de. Em te rm os m ais s im p ificados, q uando dois ou m ais com putadore s s ão uti izados juntos para re s o ve r um prob e m a, is to é cons ide rado um c us te r. C us te rs s ão tipicam e nte uti izados para A ta Dis ponibi idade (H A - H igh Avai abi ity) para m aior confiabi idade, ou Com putação de A ta Pe rform ance (H PC - H igh Pe rform ance Com puting) para forne ce r m aior pode r com putacionado q ue um único com putador pode forne ce r."[1] U m outro tipo de c us te r é o c us te r de ba ance am e nto de carga(lb - Load Ba ance ). Es te c us te r uti iza várias m áq uinas para ate nde re m as re q uis içõe s de de te rm inado s e rviço, agindo com o um grande com putador com capacidade para m uitas re q uis içõe s para e as. Es te conce ito acaba proporcionando, de m ane ira indire ta, H A e H PC, por com binar várias m áq uinas e m um am bie nte q ue pode proce s s ar m ais re q uis içõe s do q ue um a única m áq uina, e por aum e ntar a confiabi idade de um s is te m a. O s com pone nte s de um am bie nte de LB s ão dis pos tos e m nodo(s ) dire tor(e s ) - o(s ) dire ctor(s ) ou oad ba ance r - e os s e rvidore s re ais. O pape do dire ctor é re ce be r as re q uis içõe s dos c ie nte s e re pas s ar para os s e rvidore s re ais, de acordo com a gum as re gras e s tabe e cidas. A q uantidade de cone xõe s re pas s ada para um dos s e rvidore s re ais pode s e guir vários m étodos - de s de o a goritm o m ais s im p e s, onde cada m áq uina re ce be um a cone xão por ve z, ate a com binação de m e didas e prioridade s, atribuindo um pe s o a cada s e rvidor re a. No Linux, o proje to m ais com p e to para am bie nte s de oad ba ance é o LVS - Linux VirtuaSe rve r. O LVS é um m odu o ins e rido no k e rne (Linux Ke rne Configuration -> Ne tw ork ing -> Ne tw ork ing O ptions > IP: VirtuaSe rve r Configuration), e é contro ado através do vs adm in, um com ando de fine as re gras para m ontar o am bie nte : q ue m s ão os s e rvidore s h ttp://w w w.s re ais, q ue s e rviços e e s ate nde m e q uaa carga de cone xõe s para cada um. O próprio node dire ctor pode ate nde r e s tas re q uis içõe s ou não, de pe nde da configuração. Es te s am bie nte s s ão faci m e nte e s ca áve is. U m a m áq uina pode s e r ins e rida no am bie nte s e m im pactar nos s e rviços e m áq uinas já inc uídos. E s e um a m áq uina de ixa de re s ponde r no am bie nte, o dire ctor a co oca de "q uare nte na", re m ove ndo-a da is ta de s e rvidore s re ais e ch e cando pe riodicam e nte s e e a vo tou ao am bie nte. Enq uanto e a não re s ponde r, o dire ctor não e nvia m ais re q uis içõe s a e s ta m áq uina. A a ta dis ponibi idade e ntão é cons e guida de s ta form a, m e s m o q ue um a m áq uina de ixe de re s ponde r, as outras continuarão ate nde ndo o s e rviço. Pre cis am os e ntão nos pre ocupar com a a ta dis ponibi idade do nodo dire ctor, pois s e e e de ixar de re s ponde r, todo o am bie nte pára. Pe rs is tência M uitas q ue s tõe s pre cis am s e r ava iadas q uando pre te nde m os m ontar um am bie nte de c us te r. A ém, c aro, da capacidade das m áq uinas para proce s s ar o vo um e de dados e m te m po s atis fatório, pre cis am os pe ns ar no f uxo das inform açõe s. Por e xe m p o, o am bie nte de oad ba ance pare ce pe rfe ito para m e h orar a vida dos us uários, porém a gum as s ituaçõe s e e pode não agir da form a e s pe rada. Ge ra m e nte, q uando fa am os de LB, e s tam os pe ns ando e m cone xõe s is o adas. De s ta form a q ua q ue r s e rvidor re apode ate nde r a q ua q ue r cone xão q ue e s tive r ch e gando, s e m s e pre ocupar de onde a cone xão e s tá vindo ou para onde e a vai. Porém para a guns s e rviços e s ituaçõe s is to não é s e m pre ve rdade. Cons ide re m os por e xe m p oo protoco o FTP. Quando um c ie nte e s tabe e ce um a cone xão FTP, e xis te um a cone xão de contro e (q ue s e gue pe a porta SackwareZine 11

12 ESPECIAL 21) para e nviar com andos e a cone xão dos dados propriam e nte ditos (q ue s e gue m pe a porta 20). Quando a cone xão é ativa, o c ie nte inform a ao s e rvidor q uaporta q ue ate nde à cone xão de dados para trans fe rí- os. Porém para um a cone xão pas s iva, o s e rvidor inform a ao c ie nte a porta q ue e e e s tá ate nde ndo, e e ntão o c ie nte inicia um a cone xão para aq ue a porta. Para am bie nte s e m VS/TU N e VS/DR, o dire ctor atua ape nas na cone xão c ie nte -s e rvidor, não no cam inh o inve rs o, e ntão é im pos s íve para o dire ctor capturar a porta do pacote q ue vai dire tam e nte ao c ie nte. Para re s o ve r is to, pre cis am os ativar a pe rs is tência e ntre as cone xõe s. De s ta form a, o LVS irá m ante r um a tabe a com o re gis tro de s ta cone xão e m um a tabe a h as h, conte ndo os dados do IP e porta da orige m, IP e porta do de s tino virtua, IP e porta do de s tino no s e rvidor re a. Para FTP, o va or das portas é 0, e ntão q ua q ue r cone xão vinda do c ie nte é re dire cionada para o m e s m o s e rvidor re ae as s ociados à m e s m a cone xão, de acordo com a e ntrada s a va na tabe a. Para outros s e rviços, as portas de de s tino s ão m antidas porém a do c ie nte pode variar q ue o LVS vai m ante r a pe rs is tência para o m e s m o s e rvidor re a. Porém as ve ze s ne m is to é s uficie nte. Por e xe m p o, e xis te m grupos de proxys para ace s s os e m de te rm inados s ite s, para dim inuir a carga. Só q ue para o c ie nte, e e pe diu um a re q uis ição para um s e rvidor e outro ate nde u. Então um outro tipo de pe rs is tência s e ria de um range de re de, q ue é m antido para s abe r q ue cone xõe s para aq ue e s ips pre cis am s e r pe rs is te nte s. Com o o LVS re dire ciona as cone xõe s O LVS pode re dire cionar as cone xõe s vindas dos c ie nte s, para os s e rvidore s re ais, através de NAT, túne IP ou rote am e nto dire to (Dire ct Routing). No cas o de túne IP ou DR, e xis te um e fe ito co ate raq ue pre cis am os e s tar ate ntos. Pe o NAT, q uando o dire ctor re ce be um a cone xão para um s e rviço q ue e s tá configurado, e e e s co h e um s e rvidor re ade acordo com as re gras, m odifica o IP de de s tino com o IP do s e rvidor re ae s co h ido e re e nvia. Ao re ce be r a re s pos ta, o dire ctor vo ta o pacote para o c ie nte, conte ndo o IP originacom o orige m da re s pos ta. Is to ge ra m e nte é us ado e m re de s ocais, e o m as caram e nto ge ra m e nte ocorre do dire ctor com IP vá ido para a Inte rne t e um a re de ocade IPs invá idos, por e xe m p o. Pe o túne IP, o dire ctor adiciona outro e ncaps u am e nto IP s e m m odificar o cabe ça ho origina. Is to é pe rfe ito para re de s ge ográficam e nte dis tribuídas, onde os s e rvidore s re ais não te m ne ce s s ariam e nte o m e s m o e nde re ço de re de. Is to porém e xige q ue os s e rvidore s re ais te nh am s uporte a e ncaps u am e nto IP. No DR, o dire ctor re dire ciona os pacote s dire tam e nte ao s e rvidor re a. A partir dis s o a com unicação com o 12 SackwareZine c ie nte fica a cargo do s e rvidor re a, e o dire ctor não atua m ais ne s ta cone xão. Para faze r is to, o dire ctor m odifica o cabe ça h o do pacote, adicionando o M AC do s e rvidor re acom o e nde re ço fís ico para o IP de de s tino, e o re trans m ite pe a re de. Is to pode caus ar a guns prob e m as. Nos c us te rs de DR e tune am e nto IP, o IP de s e rviço é com parti h ado e ntre o dire ctor e os s e rvidore s re ais. Todos te m um a inte rface configurada com e s te IP. Em a gum as configuraçõe s q ue os s e rvidore s re ais e s tão na m e s m a re de q ue o dire ctor, e os s e rvidore s re ais re s ponde re m um a re q uis ição ARP, h ave rão prob e m as. O s pacote s s e rão re s pondidos h ora pe o dire ctor, h ora por um s e rvidor re a, h ora por outro, e o c us te r inte iro não vai funcionar dire ito. Por is to, ne s te s c us te rs, pre cis am os garantir q ue ape nas o dire ctor irá re s ponde r as re q uis içõe s ARP para o IP de s e rviço. Exis te m a gum as form as com o is to pode s e r configurado, e e xp icá- as é as s unto s uficie nte para outro artigo. Cas o q ue ira s abe r m ais s obre is to, cons u te [2]. A goritm os O LVS pode dis tribuir as cone xõe s bas e ado e m vários tipos de a goritm os : Round-Robin, por pe s o, pe o s e rvidor q ue te m m e nos cone xõe s e outros. Todos te m s uas vantage ns e de s vantage ns, de ve ndo o adm inis trador e s co h e r de acordo com o pode r de proce s s am e nto dos s e rvidore s re ais, com a q uantidade de cone xõe s re ce bidas e com o tipo de carga de s tas cone xõe s. O s m ais com uns s ão e s te s : Round-Robin: Se q üe ncia, cada s e rvidor re ce be um a cone xão por ve z. De s ta form a, e m um c us te r de três s e rvidore s re ais, a prim e ira cone xão s e rá e nviada para o s e rvidor re a1, a s e gunda para o s e rvidor re a 2, a te rce ira para o s e rvidor re a3, a q uarta para o s e rvidor 1 e as s im por diante. Es te a goritm os trata todos os s e rvidore s re ais igua m e nte, s e m e var e m conta o núm e ro de cone xõe s re ce bidas ou o te m po de re s pos ta q ue cada s e rvidor forne ce. Round-Robin com Pe s os : Cada s e rvidor re ce be um pe s o e o dire ctor irá dis tribuir as cone xõe s com bas e ne s te s pe s os. As s im, um s e rvidor re acom pe s o 4 irá re ce be r 2 ve ze s m ais cone xõe s q ue um s e rvidor re a com pe s o 2, q ue irá re ce be r 2 ve ze s m ais cone xõe s q ue um s e rvidor re acom pe s o 1. É um a goritm os m e h or e s truturado para am bie nte s e m q ue os s e rvidore s re ais com dife re nte s ve ocidade s. Porém s e as cone xõe s fore m de cargas variadas, o s e rvidor re a com m aior prioridade pode acabar re ce be ndo as cone xõe s de m aior pe s o e acabar s obre carre gado, e nq uanto outros s e rvidore s de m e nor prioridade pe rm ane ce m de s ocupados. M e nos cone xõe s : as cone xõe s s ão re dire cionadas para o s e rvidor re acom m e nos cone xõe s ativas. Es te é um a goritm o dinâm ico, pois pre cis a ch e car q uantas cone xõe s e s tão ativas e m de te rm inado ins tante. É um bom a goritm o para q uando a q uantidade de cone xõe s h ttp://w w w.s

13 re ce bidas varia bas tante. M e nos cone xõe s com pe s os : com bina a bus ca pe o s e rvidor re acom m e nos cone xõe s, porém atribuindo pe s os a e s te s. U m s e rvidor re acom capacidade duas ve ze s m aior q ue um outro te rm inará de proce s s ar s uas cone xõe s e ficará ocios o, e nq uanto outros pode m ficar s obre carre gados. Com binando e s te s dois tipos, o a goritm o dinam icam e nte de s cobrirá q uao s e rvidor pode ate nde r m e h or e m de te rm inado m om e nto. Exis te tam bém outros a goritm os com o o h as h [3]- o s e rvidor m onta um a tabe a h as h e re dire ciona as cone xõe s para os s e rvidore s por e s ta tabe a, com ou s e m pe s os -, e o de "s e m fi as "- bus cando s e m pre um s e rvidor id e ou com m e nor te m po de re s pos ta. Configuraçõe s Fina m e nte, vam os co ocar a m ão na m as s a. Para q ue m q ue r s abe r com o funciona a bas e de tudo, o ipvs adm. O s oftw are pode s e r e ncontrado e m [4], cas o s ua dis tribuição não te nh a o pacote pronto. A iás, cas o não te nh a, e nvie com o s uge s tão para o m ante ne dor ; ) Após a re ce ita padrão m ak e & & m ak e ins ta - você te rá ins ta ado o ipvs adm, ipvs adm -s ave e ipvs adm re s tore. Você pode pe ns ar no ipvs adm com o s im i ar ao iptab es - e e irá adicionando as re gras e bus cá- as na orde m q ue você e s pe cificar. Vam os de ta h ar m e h or com e xe m p os. Para o protoco o FTP, e m brando de ativar a pe rs is tência: A partir daí, pode m os adicionar vários s e rviços com a goritm os dife re nte s, e s e rvidore s re ais dis tintos. Porém o dire ctord agrupa e s ta configuração toda e m um único arq uivo, s e e ncarre gando de carre gar as re gras e contro ar os s e rvidore s re ais. U tram onk e y, LVS e dire ctord O U tram onk e y é um proje to q ue com bina o LVS, ge re nciado através do dire ctord, e o h e artbe at para ge re nciar as re gras e s e rviços no dire ctor. O h e artbe at ira faze r a a ta dis ponibi idade do dire ctor, e a a ta dis ponibi idade dos s e rvidore s re ais é intríns e co ao LVS. E e pe rm ite várias com binaçõe s e opçõe s para m e h or adaptação a dife re nte s am bie nte s e ne ce s s idade s. Quadro 1: Se rvidor H TTP Virtua Server for HTTP virtua= :80 faback= :80 rea= :80 masq rea= :80 masq service=http request="index.htm" receive="test Page" scheduer=rr persistent=600 protoco=tcp checktype=negotiate ipvsadm -A -t virtua.domain.org:ftp -p 540 ipvsadm -a -t virtua.domain.org:ftp -r m ipvsadm -a -t virtua.domain.org:ftp -r m A prim e ira inh a adiciona um s e rviço nas re gras com a opção -A, dize ndo q ue para is to o protoco o us ado é o tcp (-t), e q ue vai re s ponde r pe o e nde re ço virtua.dom ain.org(pode ria s e r um IP, ge ra m e nte o IP de s e rviço) no s e rviço de ftp. Ativam os a pe rs is tência com -p, e ne s te cas o configuram os o tim e out para 540 s e gundos (pode ria não s e r e s pe cificado e o ipvs adm as s um iria o va or padrão de 300 s e gundos ). As inh as s e guinte s adicionam s e rvidore s re ais com a opção -a ao s e rviço e s pe cificado após o -t, dize ndo q ue o e nde re ço do s e rvidor re aé o IP q ue s e gue a h ttp://w w w.s opção -r e us ando o m étodo de m as caram e nto por NAT(-m ). IP Virtua (de serviço) Se nenhum servidor rea responder, quem responde Servidor rea, IP, porta e modo de conexão Servidor rea, IP, porta e modo de conexão Qua é o serviço Que página buscar(opção para serviços http) Qua o escaonador (agoritmo) - RoundRobin neste caso Persistência (desabiitada neste caso) Protocoo A ém de ge re nciar as re gras do LVS, o dire ctord tam bém ch e ca pe riodicam e nte s e os s e rviços ofe re cidos pe os s e rvidore s re ais e s tão funcionando corre tam e nte. E e pos s ui s uporte a s e rvidore s H TTP, H TTPS, FTP, IM AP, PO P, SM TP, LDAP, NNTP e M ysql. De acordo com o s e rviço configurado, e e e s tabe e ce um a cone xão apropriada com o s e rviço e ch e ca s e e s tá tudo funcionando. O s s oftw are pode s e r e ncontrado e m [5]. O arq uivo de configuração é o dire ctord.conf, ge ra m e nte ins ta ado no /e tc. Vam os ve r a gum as opçõe s do arq uivo de configuração. Para o s e rviço apre s e ntado no Quadro 1, o dire ctor irá s e cone ctar nos s e rvidore s re ais e bus car a página inde x.h tm. Se a gum e rro aconte ce r, e e re m ove rá o s e rvidor re ada s ua is ta. No Quadro 2 o s e rviço é FTP, a gum as opçõe s SackwareZine 13

14 ESPECIAL m udaram, para inc uindo us uário e s e nh a para ch e car não ape nas s e a porta e s tá ouvindo, m as s e o s e rviço e s tá e xe cutando a conte nto. Quadro 2: Se rvidor FTP virtua= :21 faback= :21 Com o e s te s e rviço é o M ysql, adicionam os q ua banco de dados e q uaq ue ry e nviar para ch e car o s e rviço. rea= :21 masq rea= :21 masq service=ftp request="wecome.msg" receive="wecome" ogin="anonymous" scheduer=rr Cas o e s te jam curios os de o q ue é o ch e ck type, e e éo parâm e tro q ue de fine com o vai s e r a ch e cage m. E e pode s e r ne gotiate, conne ct, N, off ou on. Conne ct irá ape nas te ntar faze r um a cone xão TCP/IP, e ntão não pre cis am os das opçõe s re q ue s t e re ce ive. Se e s tá configurado para ne gotiate, o dire ctor irá e nviar um a re q uis ição conform e persistent=600 protoco=tcp checktype=negotiate IP Virtua(de serviço) Se nenhum servidor rea responder, quem responde Servidor rea, IP, porta e modo de conexão Servidor rea, IP, porta e modo de conexão Qua é o serviço Que arquivo requisitar Com qua usuário Com qua senha Qua o escaonador (agoritmo) - RoundRobin neste caso Persistência (desabiitada neste caso) Protocoo Quadro 3: Se rvidor M ysql Virtua = :3306 faback= :3306 masq rea= :3306 masq rea= :3306 masq ogin = "readuser" passwd = "genericpassword" database = "porta" request = "SELECT * FROM ink" scheduer = wrr checktype = negotiate e s pe cificada e m re q ue s t, e na re s pos ta procurar a s tring de finida e m re ce ive. Se a opção for configurada com um núm e ro N, e ntão a cada N cone xõe s o dire ctord irá e fe tuar um a ch e cage m. O ff de s iga a ch e cage m, e on s e rve m ais para ativar a ch e cage m cas o você te nh a parado m om e ntane am e nte. Em bora e xte ns o, e s te artigo te m um apanh ado ge ra de um as s unto com m uitas m ais pos s ibi idade s : otim ização, s incronização, de fe s as contra DoS. Suamita Garcia 14 SackwareZine IP Virtua (de serviço) Se nenhum servidor rea responder, quem responde Servidor rea, IP, porta e modo de conexão Servidor rea, IP, porta e modo de conexão Com qua usuário Com qua senha Qua BD checar Qua a query Qua o escaonador (agoritmo): RoundRobin com pesos neste caso Re fe rências : mini-howto/lvs-mini-howto-pt.htm istinfo/inux-ha [1] [2] docs/arp.htm [3] Tabea_hash [4] software/ipvs.htm [5] h ttp://w w w.s

15 ESPECIAL Construindo um C uste r de Ope nm osix com o S ack w are 11.0 Ne s s e artigo, ire m os im p e m e ntar um c us te r ope nm os ix b as e ado e m k e rne uti izando com o b as e, o b om e ve h o s ack w are. :) Introdução É com putadore s pos s ue m nos dias atuais. Tam bém é de s ne ce s s ário de s tacar a im portância q ue os de s ne ce s s ário dize r q ue e xis te um " obby"m uito grande e ntre "a guns "fabricante s de h ardw are e s oftw are q ue ins is te m e m dize r ao us uário q ue e e pre cis a de um a m áq uina Dua -Core com 1 ou 2 gigabyte s de m e m ória RAM para nave gar na inte rne t, e r s e us e -m ai s e e s cre ve r docum e ntos de te xto com q ua idade gráfica s atis fatória, o q ue, na prática, caracte riza um a ve nda cas ada "dis farçada". No e ntanto, ao contrário dos e xe m p os ante riore s, é im portante dize r q ue a gum as ap icaçõe s s ão de fato, e xtre m am e nte de pe nde nte s de re curs os com putacionais, com o por e xe m p o, a re nde rização de anim açõe s 3D com p e xas e s oftw are s de m ode age m e s im u ação e s pe cíficos e m pre gados e m ap icaçõe s cie ntíficas. H avia um te m po e m q ue s e pe ns ava q ue ap icaçõe s com o e s s as s ó pode riam s e r conc uídas m ais rapidam e nte cas o novos h ardw are s fos s e m adq uiridos, com proce s s adore s m ais ve oze s e m aior q uantidade de m e m ória RAM. É e vide nte q ue e s s a é um a s o ução, no e ntanto, de pe nde ndo da ap icação uti izada, e a não é a única e tam pouco a m ais vantajos a. faze m us o de s s e tipo de te cno ogia de m ane ira e xtre m am e nte e ficie nte. As grande s "ve de te s "s ão os c us te rs e os s e rvidore s de te rm inais gráficos, q ue pe rm ite m a uti ização de h ardw are ante riorm e nte cons ide rado obs o e to m as q ue, q uando uti izado de s s a form a, ainda pos s ue m um a s obre vida cons ide ráve. Com o o as s unto e m q ue s tão s ão os c us te rs, vou te ntar dar um a vis ão ge rado as s unto, ainda q ue bre ve, m as e s pe ro q ue s uficie nte m e nte e s c are ce dora. Exis te m bas icam e nte três tipos principais de c us te r: C u s te rs de a ta dis ponibi idade : Cons is te m de um conjunto de duas ou m ais m áq uinas com s e rviços "re dundante s "e inte r igadas e ntre s i. O m otivo da e xis tência de um a cone xão e xc us iva e ntre e s s as m áq uinas "re dundante s " é a fre q ue nte m onitoração dos s e rviços forne cidos pe a m áq uina m e s tre re a izada pe as m áq uinas e s cravas, através de m e ns age ns do tipo "k e e p a ive ", por e xe m p o. Se um a das m áq uinas e s cravas ou s e cundárias, de te ctar q ue o s e rviço provido pe a m áq uina m e s tre não e s tá ope racionapor a gum m otivo, e s ta as s um e o contro e do s e rviço no ugar da m áq uina prim ária. Atua m e nte e xis te m várias ap icaçõe s fantás ticas q ue C u s te rs de ba ance am e nto de carga: Es s e tipo de c us te r te m com o fina idade dis tribuir re q uis içõe s de s e rviço originadas de m áq uinas c ie nte s e ntre um conjunto de s e rvidore s idênticos da m e h or form a pos s íve, cons ide rando com o m étrica a dis ponibi idade de re curs os de s te s, m inim izando de s s a form a, a ocorrência de e ve ntos de indiponibi idade de s e rviços, por e xe m p o. A m e dida q ue a de m anda de ace s s o ao s e rviço aum e nta, bas ta q ue o adm inis trador adicione novos nós ao c us te r de s e rvidore s. h ttp://w w w.s SackwareZine Com o s urgim e nto da com putação dis tribuída, a uti ização de re curs os de proce s s am e nto, m e m ória e arm aze nam e nto de com putadore s dis tintos ap icados na e xe cução de um obje tivo com un tornou-s e pos s íve, dando início a um a nova re a idade q ue pos s ui com o principais be ne fícios a pos s ibi idade re ade variação do fator e s ca abi idade e um a m aior viabi idade do ponto de vis ta e conôm ico. 15

16 ESPECIAL C u s te rs vo tados para com pu tação de a to de s e m pe nh o: É ne s s a cate goria q ue o c us te r ope nm os ix (e ntre outros ) s e e nq uadra. A fina idade de s s e tipo de c us te r é dis tribuir proce s s os e ntre as m áq uinas q ue com poe m o c us te r. Cada um a de s s as m áq uinas é tam bém ch am ada de nó. A m étrica uti izada para a e e ição da m áq uina ide aé a dis ponibi idade de re curs os de m e m ória e cpu de cada um dos nós no m om e nto e m q ue o proce s s o de ve s e r e xportado. De s s e m odo, m áq uinas ocios as q ue e s te jam e xe cutando proce s s os cons ide rados s im p e s s ão forte s candidatas a re ce be re m proce s s os re m otos de outros nós do c us te r. O ope nm os ix dife re ncia-s e de outros tipos de c us te r, por não e xigir m udanças no código fonte das ap icaçõe s ne e uti izadas. Quando ap icado ao k e rne Linux, e e s e e ncarre gada de e xportar os proce s s os e ntre os nós do c us te r e re ce be r os re s u tados de vo ta. O utros tipos de c us te r popu are s, com o o Be ow u f, por e xe m p o, uti izam bib iote cas e s pe cíficas (PVM e M PI) q ue re a izam e s s a tare fa, m as e xige m q ue a ap icação s e ja e s crita cons ide rando as pe ctos de para e is m o, o q ue, de ce rto m odo, im ita cons ide rave m e nte s ua uti ização. Ins ta ação A im p e m e ntação do c us te r ope nm os ix é re ativam e nte s im p e s, afina, trata-s e na prática, de ape nas um patch de k e rne. No e ntanto, a guns pontos da docum e ntação oficiae s tão de s atua izados e pode m caus ar a gum a confus ão. O s is te m a de arq uivos nativo do ope nm os ix, o om FS, por e xe m p o, foi re tirado a partir da ve rs ão por q ue s tõe s de s e gurança. U m outro "prob e m a"ocorre durante o proce s s o de com pi ação do k e rne, e m função da ve rs ão do gcc uti izado no s ack w are 11. De s s e m odo, te re m os tam bém q ue traba h ar com um a ve rs ão ante rior do com pi ador para q ue o código com pi e s e m prob e m as. M ãos a obra: Durante todo o proce s s o de ins ta ação/configuração, por q ue s tõe s de praticidade, e s tou cons ide rando q ue todos os dow n oads e s tão s e ndo arm aze nados no dire tório /root e q ue "root"s e ja o us uário corre nte. Baixando os arq uivos ne ce s s ários : wget inux tar.bz2 wget sourceforge/openmosix/\ openmosix bz2 wget sourceforge/openmosix/\ openmosix-toos tar.gz Re s o ve ndo o prob e m a de com patibi idade do gcc: wget 16 SackwareZine sackware/sackware-9.1/\ sackware/d/\ gcc i486-2.tgz removepkg gcc i486-1.tgz instapkg gcc i486-2.tgz O prim e iro pas s o cons is te e m ins ta ar o k e rne corre s ponde nte à ve rs ão m ais re ce nte do ope nm os ix e e m s e guida ap icar o patch s obre e e. Ne s s e cas o, e s tam os fa ando do k e rne , cujo dow n oad foi re a izado na s e ção ante rior. Vam os ao traba h o: cd /usr/src cp /root/inux tar.bz2. tar -xvjf inux tar.bz2 cd inux cp /root/openmosix bz2. bunzip2 openmosix bz2 patch -Np1 < openmosix cp config.config make menuconfig make dep make bzimage make modues make modues_insta Em s e guida, após a gum as xícaras de café, vam os adicionar um a e ntrada re fe re nte ao k e rne re cém com pi ado ao i o: cd arch/i386/boot cp bzimage /boot/vminuz vim /etc/io.conf Adicione um a e ntrada no s e u m e nu de boot apontanto para /boot/vm inuz , s e m e h ante ao e xe m p oa s e guir: LILO configuration fie generated by 'ioconfig' Start LILO goba section boot = /dev/hda prompt timeout = 500 VESA framebuffer consoe 1024x768x256 vga = 773 Linux bootabe partition config\ begins image = /boot/vminuz root = /dev/hda1 abe = Sackware read-ony Non-UMSDOS fiesystems\ shoud be mounted read-ony for\ checking Linux bootabe partition config ends Sua entrada referente ao openmosix\ começa aqui openmosix bootabe partition config\ begins image = /boot/vminuz root = /dev/hda1 abe = openmosix h ttp://w w w.s

17 read-ony Non-UMSDOS fiesystems\ shoud be mounted read-ony for\ checking openmosix bootabe partition config\ ends E termina aqui... :) Atua ize o Li o: io Se tudo de r ce rto, você de ve ve r a go do tipo: Added Sackware * Added openmosix Ate nção: É im portante te r ce rte za q ue os parâm e tros "prom pt"e "tim e out"e s te jam pre s e nte s e m s e u i o.conf, para q ue você pos s a optar pe o boot uti izando o k e rne ope nm os ix. O próxim o pas s o é ins ta ar a gum as fe rram e ntas de ge re nciam e nto do c us te r ope nm os ix. Inicia m e nte, vam os criar um ink s im bó ico ne ce s s ário durante o proce s s o de com pi ação das fe rram e ntas q ue s e rão uti izadas no c us te r: n -s /usr/src/inux /usr/src/\ inux-openmosix Agora, vam os ins ta ar as fe rram e ntas : cd /root tar -xvzf openmosix-toos tar\.gz cd openmosix-toos tar.gz./configure make && checkinsta instapkg openmosix-toos \ i386-1.tgz Agora ire m os e ditar a guns arq uivos de configuração ne ce s s ários para o funcionam e nto do c us te r: vim /etc/openmosix.map openmosix machines. Exampe: 10 machines with IP addresses\ which wi have openmosix\ node-numbers 1-10: MOSIX- IP number-of-nodes ============================ Es s a é um a m ane ira de s e e s pe cificar os nós do c us te r, ou s e ja, do ado e s q ue rdo ide ntificar o núm e ro do nó, no ce ntro e s pe cificar o ip do nó e no fina e s pe cificar q uantos nós de ve m s e r cons ide rados a partir do ip e s pe cificado. De s s e m odo, a s e guinte s intaxe tam bém s e ria vá ida, cons ide rando q ue o range de ips q ue com poe m o c us te r aq ui e xe m p ificado s ão s e q ue nciais : MOSIX- IP number-of-nodes ============================ Essa instrução é equivaente à anterior O ú tim o pas s o cons is te e m adicionar a ins trução re s pons áve pe a inicia ização do nó do c us te r e m um s cript e xe cutado após o boot: vim /etc/rc.d/rc.oca Starting openmosix node /usr/oca/sbin/setpe -w -f /etc/\ openmosix.map Agora vam os re ins ta ar o gcc "origina ", dis poníve e m s e u CD/DVD de ins ta ação do s ack w are 11 e re m ove r o re e as e ins ta ado no início do proce s s o: removepkg gcc i486-2.tgz instapkg gcc i486-1.tgz Static openmosix configuration ============================== Each ine in this fie shoud contain\ 3 fieds, staticay mapping IP addresses to openmosix node-numbers: 1) The first openmosix node-number in\ this range. 2) The IP address of the above node\ (or node-name from /etc/hosts). 3) The number of nodes in this range. Note: If you don't create a vaid IP\ <-> node-number mapping, the\ autodiscovery daemon wi be\ started, automaticay assigning node-numbers to a visibe\ Por fim, vam os re iniciar a m áq uina e bootar com o k e rne do ope nm os ix: h ttp://w w w.s SackwareZine init 6 Adicionando m ais nós ao s e u c us te r Adicionar novos nós ao s e u c us te r é um a ope ração s im p e s s e você já ch e gou até aq ui. Bas ta re pe tir os proce dim e ntos ante riore s e m cada um dos nós e m ante r o arq uivo /e tc/ope nm os ix.m ap com o m e s m o conte údo dos outros nós, s e m pre ve rificando s e todos os nós q ue irão com por o c us te r e s tão e s pe cificados ne s s e arq uivo. Em nos s o e xe m p o, o c us te r é cons tituído de q uatro nós, q ue ate nde m nos ips , , e

18 ESPECIAL Te s tando o c us te r Agora ire m os te s tar a funciona idade do c us te r, e s cre ve ndo e de pois e xe cutando um pe q ue no s cript s uge rido na própria docum e ntação do ope nm os ixi [1]: vim script_custer.sh awk 'BEG{for(i=0;i<10000;i++)\ for(j=0;j<10000;j++);}' Vam os dar pe rm is s ão de e xe cução a e e: chmod +x script_custer.sh Abra um s e gundo te rm inae e xe cute o s e guinte com ando: msmon O m s m on, com o o próprio nom e s uge re, é um m onitor gráfico q ue m os tra a carga de proce s s am e nto de cada um dos nós q ue com poe m o c us te r. É um a e xce e nte fe rram e nta para ve rificar o funcionam e nto do c us te r e m s i e ao m e s m o te m po, diagnos ticar prob e m as de re de ou de s intaxe (dos arq uivos de configuração) e m nós is o ados, um a ve z q ue s om e nte os nós corre tam e nte configurados s e rão is tados no e ixo h orizonta. Se um dos nós de s e u c us te r não apare ce r ne s s e e ixo, você pos s ive m e nte te m prob e m as com s ua re de, com o arq uivo /e tc/ope nm os ix.m ap do nó "de s apare cido"ou ainda pode te r e s q ue cido de e xe cutar o com ando "s e tpe "após o boot ne s s e nó. Em s e guida, vam os e xe cutar o s cript no prim e iro te rm inaa gum as ve ze s cons e cutivas com o s e guinte com ando (um as 4 ou 5 ve ze s de ve m bas tar):./script_custer.sh & Ve rifiq ue e m s e u s e gundo te rm ina, q ue roda o m os m on q ue, s e tudo corre u be m, a carga de proce s s am e nto de cada um dos nós q ue com poe m o c us te r re ce be um a carga de proce s s am e nto, o q ue indica o corre to funcionam e nto do m e s m o. Le m bre -s e q ue a dis tribuição de proce s s os e ntre os nós do c us te r e a com unicação e ntre cada um de e s, de pe nde do bom funcionam e nto da s ua re de. Para q ue o c us te r pos s a funcionarcorre tam e nte, é pre cis o te r ce rte za de q ue os nós e s tão "conve rs ando"e ntre s i, para tanto, a gum as portas as s ociadas ao s e rviço "m os m ig"de ve m e s tar ibe radas no s e u fire w a, portanto trate de ibe rá- as no s cript /e tc/rc.d/rc.fire w a (ou e q uiva e nte ): vim /etc/rc.d/rc.firewa Permitindo acesso externo ao openmosix iptabes -A PUT -p TCP --dport 4660\ -j ACCEPT iptabes -A PUT -p UDP --dport 5428\ -j ACCEPT 18 SackwareZine Es s a é um a po ítica "te m porária"q ue de ve s e r uti izada s om e nte durante o proce s s o de ins ta ação/configuração do c us te r, de m odo a ve rificar o s e u corre to funcionam e nto. Evide nte m e nte q ue, após te r ce rte za de q ue tudo e s tá funcionando a conte nto, um a po ítica m ais re s tritiva, q ue pe rm ita a com unicação s om e nte e ntre os nós pe rte nce nte s ao c us te r é um a boa pe dida. U m a s ubne t de s tinada s om e nte para e s s e fim tam bém é um a boa idéia... O tim e de de s e nvo ve dore s do ope nm os ix atua m e nte traba h a e m um a ve rs ão para k e rne 2.6, no e ntanto, ainda e m e s tágio be ta de de s e nvo vim e nto, cons u te a s e ção de de s e nvo vim e nto [2]no s ite do proje to para m aiore s inform açõe s. Exis te m inúm e ras pos s ibi idade s de pe rs ona ização e configuração de c us te rs ope nm os ix. Exis te m tam bém várias fe rram e ntas gráficas inte re s s ante s de m onitoram e nto, com o o ope nm os ix Vie w [3], q ue pos s ui vários m ódu os dis tintos q ue faci itam a vida de adm inis tradore s de c us te rs e tam bém a gum as fe rram e ntas de te s te de pe rform ance, e s tabi idade e re dundância. Com o e s s e artigo é introdutório, não ire m os abordar e s s e s as pe ctos, inte re s s ante s e m ap icaçõe s m ais e s pe cíficas q ue ne ce s s ite m de ajus te s finos e configuraçõe s m ais e aboradas. Exis te a pos s ibi idade de s e uti izar os ch am ados "Ins tant ope nm os ix C us te rs "q ue nada m ais s ão do q ue dis tribuiçõe s Linux com o patch do ope nm os ix ap icados ao k e rne e com fe rram e ntas us e r and já ins ta adas. Você pode confe rir a guns e xe m p os e m [4]. Baixe a ISO, q ue im e os CDs e "m onte "o s e u c us te r com q uantos nós q uis e r. Va e e m brar q ue ne m todo tipo de ap icação pode s e r e xportada e ntre os nós do c us te r. A docum e ntação oficiado ope nm os ix fa a de m ane ira s upe rficias obre a guns as pe ctos re acionados a is s o [5],[6], no e ntanto e s s e com ce rte za é um te m a inte re s s ante q ue com p e m e nta e s s e artigo e ce rtam e nte de ve apare ce r e m um a das próxim as e diçõe s do s ack w are zine. Até á... :) Cayton Eduardo dos Santos Re fe rências [1] [2] deveopment.htm [3] [4] instant_openmosix_custers.htm [5] HOWTO/x1254.htm [6] HOWTO/x1317.htm h ttp://w w w.s

19 D ICAS Conve rte ndo Núm e ros de Um a Bas e para O utra É com um uti izar o bc para faze r contas rápidas (e a gum as não tão rápidas as s im ). M as o bc é be m m ais q ue is s o, e com e e é pos s íve tam bém conve rte r núm e ros e ntre bas e de cim ais, ve ja com o é s im p e s: De cim a -> Binario: echo "obase=2 ; numero" bc Binario-> De cim a : echo "ibase=2 ; numero" bc H e xa-> Binario: echo "ibase=16 ; obase=2 ; numero" bc obas e é bas e de s aída (o "o"é de output) e ibas e é a bas e de e ntrada (o "i"é de input). A bas e 10 é o "padrão"do bc, e ntão não pre cis a s e r indicada. "D e s e ntupindo" a fi a de e -m ai s no Pos tfix Sabe q uando s e u s is te m a de e m aitá e rdo, e você não s abe porq ue?vai ve r o "q ue ue "de e m ai, e te m m ais de 300 e m ai s, q ue e s tão e rrados ou q ue de ram e rro na h ora da e ntre ga e o M TA cis m a e m ficar te ntando m andar?apague e s s e e m ai s da fi a com is s o: maiq awk '/MAILER/ { ID = substr($1,0,10) system("postsuper -d "ID) } Te s tando a Aute nticação SM TP no Cons o e Todo m undo q ue já fe z um s e rvidor de SM TP aute nticado fica com um prob e m a e m m ãos na h ora de te s tar. Ne m s e m pre e xis te um e itor de e -m aiq ue s uporte aute nticação à m ão. Com o pe rve m ins ta ado e m vários s e rvidore s, e s s a dica pode s e r bas tante úti. per -MMIME::Base64 -e 'print Le m bre de s ubs tituir "us e r"pe o nom e de um us uário para te s te s, o " a a.com.br"pe o dom ínio corre to e a "s e nh a"pe a s e nh a (dãããã). De pois us ar a s aída de s s e com ando na h ora da ne gociação com o s e rvidor SM TP. AUTH PLA saidadocomando Conve rte ndo D atas de EPO CH para um Form ato H um anam e nte Le gíve Inte rnam e nte os s is te m as U nix-lik e (e provave m e nte outros ) contam o te m po e m s e gundos a partir da ze ro h ora do dia prim e iro de jane iro de A m aior parte dos program as s ão e gais e conve rte m um núm e ro com m ais de um de ze na de a garis m os para um form ato h um ano. O utros program as (a guém fa ou s q uid?) gos tam de e s cre ve r dire to na q uantidade de s e gundos, o q ue dificu ta um pouco a e itura de ogs. Se is s o aconte ce r, um je ito fácide de s cobrir um a data é us ando: date --date=' SEGUNDOS sec GMT' O nde SEGU NDO S é a q uantidade de s e gundos q ue o program a apre s e nta para você. h ttp://w w w.s SackwareZine 19

20 Autore s C ayton Edu ardo dos Santos, Linux de s de 2003 e com S ack w are de s de Atua m e nte de s e nvo ve s e u proje to de pe s q uis a de Doutorado no De partam e nto de Enge nh aria E étrica na U SP de São Car os. É tam bém e ntus ias ta da e ra M SX e um dos e ditore s do S ack w are Z ine. Le andro To e do, Iniciou com com putadore s e m e Linux e m , us ando S ack w are 3.4 k e rne Atua m e nte traba h a no ram o finance iro, m u tinacionafide ity BPO, com o Ana is ta de Proje tos uti izando s o uçõe s ivre s. Se u principaproje to é o S ack w are Z ine. Lindo fo R odrigu e s ak a Lorn, é us uário de Linux de s de 2000, com e çou com s ack w are 8.0 atua m e nte traba h a na U p e xis Te cnon ogia, com o Program ador Pe r, é um M onge Pe r fanático ; ) e s tá no ú tim o s e m e s tre de BCC da FASP Pite r PUNK ak a R obe rto Fre ire s Batis ta, traba h a com Linux de s de Atua m e nte é cons u tor na áre a de s is te m as ope racionas na NTU X Inform ática. É o principa de s e nvo ve dor do s ack pk g e contribui ativam e nte no de s e nvo vim e nto do S ack w are Linux. Tam bém é e ditor do S ack w are Z ine e pub icou dive rs os artigos e m re vis tas e s ite s da áre a. Su am ita Garcia, é Es pe cia is ta U nix na EDS, e re s pons áve pe o Linuxch ix Bras i. É autora de dive rs os artigos e pa e s tras s obre S ack w are, A ta Dis ponibi idade e Linux e m ge ra.

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