DIRETORIA DE OPERAÇÃO DO

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1 DIRETORIA DE OPERAÇÃO DO DEPARTAMENTO DE OPERAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO DOP TERMO DE REFERÊNCIA 011/ DOP PROJETO DE AUTOMAÇÃO DAS SUBESTAÇÕES ARIQUEMES, JARU, JI-PARNÁ I, CACOAL, PIMENTA BUENO, ESPIGÃO D OESTE, SANTA LUZIA, NOVA BRASILÂNDIA, ALTA FLORESTA E COS. Novembro/2010

2 SUMÁRIO 1. JUSTIFICATIVA OBJETO MODALIDADE DE EXECUÇÃO DESCRITIVO DO SISTEMA ARQUITETURA FILOSOFIA DE OPERAÇÃO DO SISTEMA REQUISITOS GERAIS TELAS DE OPERAÇÃO DESENHOS PEÇAS SOBRESSALENTES TREINAMENTO ABRANGÊNCIA DOS TREINAMENTOS PADRÕES TÉCNICOS EXIGIDOS GARANTIAS CONDIÇÕES PARA PARTICIPAÇÃO QUALIFICAÇÃO TÉCNICA ESPECÍFICA OBRIGAÇÕES DA CONTRATADA OBRIGAÇÕES DA CERON PRAZOS / CRONOGRAMA DE EXECUÇÃO FISCALIZAÇÃO FATURAMENTO VALOR ORÇADO PAGAMENTO RECURSOS FINANCEIROS APRESENTAÇÃO DAS PROPOSTAS JULGAMENTO DAS PROPOSTAS SUBCONTRATAÇÃO INFRAÇÕES / PENALIDADES RESCISÃO RECEBIMENTO DOS SERVIÇOS REGIME TRIBUTÁRIO ADMINISTRAÇÃO DO CONTRATO ANEXOS Página 2 de 73

3 1. JUSTIFICATIVA O presente projeto é o início de um processo natural para atender a operação do sistema elétrico de sub-transmissão dentro de um cenário moderno com o objetivo de melhorar a supervisão dos parâmetros elétricos das subestações, reduzindo os tempos de desligamentos com o propósito de atender os índices de continuidade / qualidade, estabelecido pelo órgão regulador do setor elétrico, o que também elevará o índice de satisfação dos consumidores. As subestações mencionadas nesse projeto e o Centro de Operação do Sistema COS onde serão instalados os sistemas de supervisão e controle serão adequadamente preparados para implantação deste importante recurso tecnológico, constante neste projeto. A arquitetura do projeto foi desenvolvida consultando modelos de várias empresas que já operam com sistemas automatizados e atendendo recomendações da Diretoria de Operação quanto a aplicações de programas abertos (software), além, de considerar as peculiaridades das instalações, condições ambientais, sociais e meteorológicas. 2. OBJETO 2.1. Este Termo de Referência estabelece as características mínimas exigidas para a contratação de empresa especializada para instalação de um Sistema Digital de Supervisão, Medição, Proteção e Controle, denominado adiante neste Termo de referência como SDSMPC, visando a automação das Subestações Ariquemes, Ji-Paraná, Cacoal, Pimenta Bueno, Espigão do Oeste, Nova Brasilândia, Alta Floresta, Santa Luzia e do COS (Centro de Operação do Sistema) que será instalado em local a ser definido pela Centrais Elétricas de Rondônia S.A. (CERON) Também deverá fazer parte do objeto do contrato, a transferência da base de dados da SE Santo Antônio, além de integração mesma ao COS que faz parte desse objeto Não faz parte do escopo deste projeto o fornecimento do meio de comunicação entre as subestações e o COS. Página 3 de 73

4 3. MODALIDADE DE EXECUÇÃO Empreitada Global (turn-key), através do fornecimento de projetos, programas computacionais (softwares), equipamentos, montagem, comissionamento e treinamento. 4. DESCRITIVO DO SISTEMA 4.1. Introdução Devido à grande heterogeneidade de equipamentos em operação nas subestações, oriundo dos processos de aquisição realizados pela CERON ao longo dos anos, e da falta de padronização dos equipamentos, existem várias dificuldades na integração entre produtos de diferentes fabricantes que possuem diferentes protocolos e formas de acesso O sistema a ser descrito, visa à integração dos dispositivos de Medição, Proteção e Controle já existentes em campo, com os que fazem parte do objeto de contratação deste referido edital e também deverá suportar os dispositivos futuros, objeto de outros processos licitatórios O SDSMPC deverá permitir que o operador remoto tenha total controle e supervisão dos equipamentos existentes na subestação. Pelo SDSMPC o operador poderá executar comandos de manobra, monitoração dos status dos equipamentos, verificação da condição de operação e carga, medição e ajuste de parametrização à distância. O SDSMPC deverá permitir também acesso à leitura e a geração de gráficos para visualização de demandas, consumo ativo/reativo, fator de potencia, etc, através de um console de engenharia. O console de engenharia através dos programas específicos dos equipamentos envolvidos no sistema terá acesso às informações disponíveis nos relés, permitindo parametrização, coleta de eventos, oscilografia e demais dados. Página 4 de 73

5 O SDSMPC deve atender as exigências de mercado aliando facilidade e operacionalidade do sistema. Nesse contexto o operador do sistema precisa que todas as informações estejam disponíveis na tela do software SCADA (SAGE), e que sejam fiéis aos acontecimentos no campo, pois o operador remoto é que tomará as decisões seguindo as regras de normalização, manobra e operação da CERON, que será discutida no workstatement A função operação do SDSMPC visa diminuir o tempo gasto na identificação de ocorrências e nas manobras operativas de normalização, agilizando o acionamento das equipes de manutenção da CERON quando de ocorrências de eventos, aumentando sensivelmente a qualidade no fornecimento da energia elétrica a seus clientes. Os dados provenientes do campo irão fornecer ao operador a possibilidade do mesmo tomar decisões e com isso conseguir normalizar o sistema. As UPCs (Unidade de Proteção e Controle) que fazem parte deste fornecimento precisam ter protocolos de comunicação abertos e transparentes,ou seja, de acordo com a norma IEC61850 e no caso de UPC s existentes protocolo DNP Todas as UPC s existentes que não possuírem protocolo de comunicação de acordo com a norma IEC61850 ou protocolo DNP3.0 deverão ser substituídas por UPC s com protocolo de comunicação de acordo com a norma IEC É necessário que a UCD (Unidade de Controle Digital) que estarão funcionando na subestação aqui relacionada e que possuam, além da capacidade de integração dos relés existentes e novos, capacidade de expansão visando aumento do número de UPCs proveniente de futuras expansões do sistema. Por outro lado, o intuito da parametrização à distância é evitar que a equipe de automação da CERON dirija-se até a subestação a fim de realizar qualquer mudança na configuração de relés, UCD e IHM Local O software SCADA (SAGE) é o software que servirá como interface homem-máquina entre o operador remoto da subestação e os equipamentos de campo. O software tem a capacidade de trabalhar em plataformas de rede redundante (uma backup da outra) visando oferecer maior confiabilidade ao sistema. É no software SCADA que o operador Página 5 de 73

6 irá obter informações do status dos equipamentos, manobrar, comandar, visualizar status de comunicação, reconhecer alarmes de eventos, ou seja, operar toda a subestação. O software SCADA também deve permitir futuras expansões visando automatizar subestações existentes bem como subestações a serem construídas. As licenças necessárias para esse fornecimento são de responsabilidade da CERON. Não será aceito nenhuma solução que utilize qualquer outro software para realizar as funções acima mencionadas Outro importante recurso necessário é a parametrização e acesso remoto aos dispositivos de proteção e registro, dispensando eventuais deslocamentos de equipes especializadas, para realizar mudança de ajuste de proteção dos relés e downloads de oscilografias e log de eventos Para realizar essa ação serão utilizados os softwares dos próprios equipamentos que fazem parte do sistema (UCD, UPC s, IHM Local, etc.), como forma de criar uma interface semelhante com a que a equipe de manutenção encontra em campo para realizar as funções acima mencionadas Rede de acesso Fazem parte do escopo de fornecimento do sistema SDSMPC, a criação e implantação de um acesso para comunicação direta a todos os dispositivos de proteção, registro e medição, de forma exclusiva e não compartilhada com outras aplicações, denominando rede de operação local a qual ficará conectado o software SCADA (SAGE). Vale lembrar que o meio físico de interligação entre a subestação e o COS é de responsabilidade da CERON Faz-se necessário também o desenvolvimento de um acesso exclusivo para parametrização, downloads de oscilografias, log de eventos, etc. denominada rede de engenharia local, a qual ficará conectada ao terminal de engenharia com os softwares de parametrização dos UPC s, UCD e IHM Local Esta necessidade é resultado de algumas situações particulares a seguir detalhadas. A rede WAN entre a CERON e as subestações não faz parte deste escopo de fornecimento e o proponente deve considerá-la existente. Página 6 de 73

7 Haverá um enlace utilizando rádio digital para comunicação. Esse meio servirá como back-up quando o canal principal, rede WAN, estiver indisponível. O enlace bem como os equipamentos (rádio, antena, torre, etc.) não fazem parte do escopo de fornecimento O sistema SDSMPC deve possuir um mecanismo de controle de acesso, impedindo que, pessoas não autorizadas pelo sistema tenham acesso às portas de programação e configuração dos dispositivos de proteção ou registro, pela rede WAN, mesmo que possuam os softwares de configuração dos fabricantes dos dispositivos Características do tráfego de informações Os dados trafegados pela rede de operação são informações de estado de disjuntores e religadores, tensão e corrente de circuitos, e por essa razão necessitam de transporte em tempo real sincronizado por GPS a ser instalado em cada Subestação integrante desse termo de referência Os dados trafegados pela rede de engenharia, são ajustes de parametrização, dados de oscilografia e log de eventos para estudo pela área de engenharia da CERON e por essa razão não necessitam de transporte em tempo real Características das portas de comunicação dos equipamentos: Para comunicação com o sistema SCADA, os dispositivos devem utilizar portas com protocolos abertos e padronizados. Essas portas deverão ser em fibra óptica e o protocolo o IEC (exceto nas SE s em que for solicitado o DNP3.0). As portas deverão permitir o tráfego das informações na rede WAN da CERON Os dispositivos atuais em campo possuem portas de comunicação para o tráfego de informações de oscilografia, eventos e principalmente configuração, de forma dedicada. Ou seja, as portas para tais finalidades, foram projetadas para a conexão direta de notebooks com softwares dedicados Isto resulta na necessidade de uma conexão direta ao dispositivo por uma Página 7 de 73

8 rede de engenharia, que faz parte do escopo desse fornecimento. No COS haverá um terminal denominado terminal de engenharia. Nele o usuário devidamente cadastrado e com permissão para tal, deverá ter disponíveis as mesmas funcionalidades que teria se estivesse localmente conectada a porta de serviço dos relés (parametrização, download de log de eventos, oscilografia), não obstante deverá suportar todas as outras funcionalidades requeridas por este Termo de Referência Rede de sincronismo Para os dispositivos a serem implantados e os já existentes nas subestações, o proponente deverá contemplar em seu escopo, o fornecimento e implantação de uma rede de sincronismo baseada em GPS A rede de sincronismo deverá fornecer preferencialmente pela rede Ethernet, sinal de sincronismo de tempo no protocolo NTP (Network Time Protocol) a qualquer outro equipamento que futuramente venha a ser instalado e, que aceite sincronismo por este padrão. Adicionalmente, o GPS deverá prover sinais de sincronismo nos padrões IRIG-B ótico e IRIG-B (AM Coaxial), para outros dispositivos que não suportem o sincronismo por rede Ethernet No caso das SE s que não utilizará a rede ethernet para sincronização dos relógios dos equipamentos (IED s), deverá ser provido um sinal para a UCD, para que a mesma repasse a estampa de tempo em todos os equipamentos existentes na subestação (IED) via protocolo de comunicação DNP Softwares Como premissa básica, o proponente deve-se utilizar de softwares com larga aplicabilidade no mercado de tecnologia de informação. O objetivo é permitir à CERON, total independência do fornecedor no futuro, podendo Página 8 de 73

9 inclusive utilizar seu quadro funcional para modificações ou aprimoramentos no sistema implantado Todo o treinamento necessário para a CERON ter essa independência deverá estar contemplado no preço contratado, visando capacitar a equipe técnica não somente na utilização, mas no entendimento integral do sistema, permitindo utilizar as funcionalidades desenvolvidas em sua plenitude e também criar novas funcionalidades não previstas ou complementares Cópia dos softwares Deverão ser fornecidas cópias de todos os softwares e atualizações, necessárias ao pronto restabelecimento de todo o sistema, em caso de uma possível reinstalação do mesmo com todo o suporte técnico, excetuando-se as licenças do SCADA que são de responsabilidade da CERON Ferramentas de desenvolvimento Todas as ferramentas de desenvolvimento a serem utilizadas no SDSMPC, devem ser fornecidas a CERON Interface com o operador remoto Tão importante como um sistema de fácil utilização é controlar o acesso ao mesmo. Isto se torna mais crítico em função da importância dos equipamentos a que se pretende monitorar remotamente. Portanto, o sistema SDSMPC, deve possuir ferramentas da administração que permitam ao gestor definir os diversos níveis de acesso a cada um de seus módulos, bem como, registrar tais ocorrências em um banco de dados, registrando data, hora e usuário, com todas as ações e intervenções realizadas no sistema. Página 9 de 73

10 O sistema SDSMPC deverá possuir uma interface gráfica amigável, baseado no unifilar da subestação e os equipamentos que a compõem. Pelo unifilar da subestação é possível selecionar o equipamento e ter acesso às informações de supervisão e controle do mesmo, bem como operá-lo e manobrá-lo de acordo com as normas da CERON a serem repassadas na reunião inicial com o proponente vencedor A mesma tela da Subestação demonstrada na tela do usuário SAGE no COS deve estar demonstrada na IHM local, com as mesmas funcionalidades e possibilidade de comando. O acesso do operador local será através de senha e toda e qualquer operação realizada localmente será enviada ao COS através da rede WAN da CERON, permitindo assim que o operador remoto possa verificar qual a real situação da subestação enquanto a mesma é operada localmente ou mesmo orientar o operador local a operar a SE O SDSMPC deverá possuir uma ferramenta para filtragem dos diversos eventos de alarme que serão gerados pelo sistema. Esta ferramenta permitirá ao usuário filtrar somente um conjunto de eventos específico que atendam a determinadas premissas e sejam mostrados A interface homem máquina no COS para operação do SDSMPC utilizará somente o SAGE SCADA. Reiteramos que não serão aceitas soluções que utilizem outro software para operação das SE s em questão. Página 10 de 73

11 4.10. Fornecimento dos equipamentos, materiais e serviços O presente fornecimento do SDSMPC compreende seus equipamentos, materiais e serviços, representados basicamente pelos itens abaixo citados, para a subestação As características técnicas e funcionalidades destes itens estão detalhadas ao longo deste Termo de referência e anexos. Painéis para proteção, medição e controle e concentração de comunicações, incluindo cabos, conectores, bornes e demais materiais de instalação; Unidades de Controle Digital (UCDs), incluindo equipamentos, cabos e conectores; Unidades digitais para proteção e controle (relés digitais); Unidades digitais para medição (multimedidores); Relés de Bloqueio (Relés 86); IHM local; Equipamento do tipo Switch Ethernet para a SE; Equipamento Receptor GPS; Conversor RS232/RS485/Fibra ótica (se necessário, em função da solução proposta); Chaves de Aferição (se necessário, em função da solução proposta); Conjunto de câmeras e gravador de imagem digital; Testes de aceitação em fábrica; Comissionamento em campo e implementação da integração Nível1/Nível 2/Nível 3; Materiais de instalação e de adaptação dos equipamentos elétricos (disjuntores, religadores etc.), inclusive os necessários para adequar sua operação para tensão contínua (125VCC); Cabos de controle, para interligação entre os equipamentos elétricos e os painéis de proteção, medição e controle; Manuais técnicos de operação, instalação e manutenção, desenhos e informações; Documentação técnica, mapeamento de pontos etc. dos protocolos utilizados; Programas computacionais (software) necessários, inclusive os necessários para permitir a comunicação entre os níveis 2 e 3 (Exceto o SCADA SAGE); Documentação técnica para configuração e implementação do sistema SDSMPC e dos protocolos de comunicação utilizados; Página 11 de 73

12 Documentação técnica e desenhos completos do projeto do SDSMPC e As- Built ; Serviço de projeto elétrico dos painéis; Serviço de projeto de cablagem, para identificação e interligação entre equipamentos elétricos e os painéis de automação e proteção; Serviços de integração, configuração e programação nos Níveis 1 e 2; Serviços de integração, configuração e programação nos Níveis 2 e 3; Serviços relativos à criação de banco de dados, mapeamento dos pontos nos respectivos protocolos e documentação do SDSMPC (Painéis/Relés/Unidades); Serviços de montagem eletro-mecânica dos painéis; Serviços de lançamento e identificação de cablagem, entre os equipamentos elétricos e os painéis de proteção Compreende ainda para o COS, materiais e serviços, representados basicamente pelos itens abaixo citados: Servidores de Comunicação Sistema de fornecimento e controle de energia crítica; Serviços relativos à criação de banco de dados, mapeamento dos pontos nos respectivos protocolos, telas e documentação do SDSMPC (SCADA); Serviços de instalação do Hardware e Software do COS; Deverão ser fornecidos ainda, para o conjunto de subestações: Microcomputadores Portáteis (notebooks) com softwares necessários para programação, configuração e manutenção dos SDSMPC; Treinamento em Operação, Manutenção, Configuração e Programação do SDSMPC, inclusive no uso de softwares específicos; Treinamento em configuração dos protocolos de comunicação utilizados; Lote de unidades, módulos e materiais sobressalentes Todos os equipamentos fornecidos deverão ser fabricados, montados e entregues totalmente operacionais e todos os componentes deverão ser novos e adequados às condições operacionais e ambientais aqui especificadas. Todos os programas computacionais deverão ser desenvolvidos, testados, integrados e documentados de acordo com os padrões e definições estabelecidos neste Termo de referência Ambos, equipamentos e programas computacionais, deverão ser projetados e fornecidos para atender integralmente às funções de proteção, medição, controle e supervisão das subestações, conforme as exigências Página 12 de 73

13 deste Termo de referência Para tornar o fornecimento final adequado aos requisitos funcionais deste Termo de referência deverão ser utilizadas, da forma mais extensa possível, as melhores técnicas e conceitos de projeto e fabricação O fornecimento deverá incluir todos os detalhes, recursos ou equipamentos necessários ao funcionamento dos sistemas propostos de acordo com o especificado, mesmo quando estes detalhes, recursos ou equipamentos não tenham sido claramente solicitados neste Termo de Referência. 5. ARQUITETURA 5.1. O SDSMPC deverá permitir a operação desassistida das subestações relacionadas, na supervisão e comando remoto a partir do Centro de Operação do Sistema Deverá ser prevista a operação local, para os casos de perda de comunicação com o citado COS. A arquitetura funcional do SDSMPC será hierárquica nos níveis descritos no anexo IX Para todos os níveis citados abaixo, estão indicados nos anexos as quantidades mínimas de equipamentos, mas havendo necessidade de equipamentos e/ou quantidades diferentes na solução apresentada pelo proponente, esses deverão constar integralmente da proposta de fornecimento Nível 3 - controle e supervisão remotos Neste nível serão realizadas as funções de interface Homem-Máquina - IHM para controle e supervisão remota, concentração e processamento de dados e comunicação com o nível 2 das Subestações em questão. O Nível 3 se encontra no COS da CERON O Sistema de Supervisão e Controle a ser implantado no COS será atendido pelo software SAGE em sua totalidade, na sua última versão. O fornecimento deste software e suas licenças serão de responsabilidade da CERON Este sistema tem, basicamente, características de sistemas SCADA com Página 13 de 73

14 suas funções tradicionais. Mais detalhes sobre este sistema supervisório pode ser obtido no ANEXO I Visão Geral do SAGE. Caso a solução do proponente desobedeça ao especificado no referido documento, o proponente será tecnicamente desclassificado A CERON optou por este sistema por ser desenvolvido dentro do próprio grupo ELETROBRÁS do qual a CERON faz parte A PROPONENTE deve considerar que todos os hardwares e os serviços de instalação dos sistemas operacionais e do software SAGE necessárias à integração das SE s escopo deste fornecimento serão de sua responsabilidade e fornecimento O desenvolvimento e atualização de banco de dados e telas, com implementação no COS da CERON (Nível 3) dentro do ambiente SCADA será feito pelo proponente, como também os serviços de integração e configuração do protocolo DNP 3.0 encapsulado em TCP-IP na comunicação entre o Nível 3 com o Nível 2, com base no mapeamento de pontos que serão empregados Não serão aceitas soluções que utilize protocolo de comunicação diferente do mencionado acima, como também não será aceito nenhum conversor de protocolo entre os níveis 02 e 03. A comunicação entre esses níveis deve ser feita de forma direta entre o COS da CERON e a UCD que faz parte do escopo de fornecimento Não serão aceitas soluções que utilize plataformas (software ou hardware) entre o nível 03 (SAGE SCADA) e Nível 02 (UCD da subestação). O SAGE SCADA irá colher as informações diretamente da UCD Não serão aceitas soluções que descaracterizem a solução especificada neste documento e seus anexos. Qualquer alteração na solução aqui apresentada implicará na desclassificação técnica do proponente O PROPONENTE deverá verificar as quantidades mínimas de equipamentos previstos em anexo a este Termo de referência para compor o escopo de seu fornecimento para implantação no COS, mesmo que essa quantidade não esteja especificada nesse termo de referência. e seus anexos O FORNECEDOR deverá ser credenciado para configuração e implantação do SAGE junto ao CEPEL ou firmar contrato de suporte e treinamento para o Página 14 de 73

15 empreendimento com o CEPEL durante a sua implantação Nível 2 - Controle e Supervisão Local Neste nível serão realizadas as funções de controle e supervisão local, concentração e processamento de dados e comunicação com os níveis 1 e 3. O Nível 2 será composto por Interface Homem-Máquina, denominado neste Termo de referência de IHM Local, dispositivos de entrada de dados, equipamentos e interfaces, unidade concentradora de comunicação e pelos respectivos programas computacionais para a implementação dessas funções. Estes equipamentos serão instalados em painel na sala de comando de cada subestação que faz parte do objeto deste termo de referência. O meio de comunicação será a rede WAN da CERON e o protocolo de comunicação entre o nível 2 e o nível 3 será o DNP 3.0, encapsulado em TCP-IP Será no nível 02 que o equipamento irá verificar a viabilidade de chavear entre o canal primário de comunicação e o secundário, bem como normalizar a comunicação quando o canal principal for restabelecido A rede de operação será a responsável pela transmissão das informações de caráter operativo, ou seja, informações de estado de contatos, níveis de tensão e corrente de barra, freqüência, acionamentos das proteções, tipos de acionamento, etc. Estes dados são normalmente disponibilizados pelos protocolos abertos dos relés e medidores A UCD deverá possuir porta de comunicação que utilize protocolo aberto DNP 3.0, pois há casos de relés existentes em campo, que não suportam o protocolo IEC A função da UCD / Concentrador de Dados indicada na arquitetura, é a de se comunicar com os diferentes relés e medidores de cada subestação, utilizando seus profiles específicos, sincronizar todas estas informações em uma só base de tempo (quando não for possível realizar a sincronização pela rede ethernet) e retransmitir tais informações, de forma concentrada e já devidamente tratada, para a camada superior do sistema, utilizando a rede WAN da CERON, sob a camada de transporte TCP-IP. Página 15 de 73

16 Esta UCD fará a função de gerenciamento de dados, associada à função de concentrador de comunicação, otimizando a troca de dados entre o sistema e os dispositivos de campo. Isto se faz necessário em função da possibilidade de no futuro o sistema monitorar outros relés que serão interligados ao mesmo. Também deverá executar lógicas de automatismo configuráveis, de tal forma a possibilitar a implementação de funções de nível 2, que abrangem a subestação como um todo, como lógicas de desligamento e recomposição da subestação A UCD também será responsável pelo gerenciamento dos canais de comunicação, realizando o chaveamento automático para o canal de backup, quando o canal principal for perdido e retornando automaticamente quando o canal principal for recuperado. Esse chaveamento não pode ser sentido pelo SCADA, que deve apenas emitir um alarme indicando a condição anormal e sinalizando que está usando o canal back-up A UCD também deverá possuir entradas e saídas digitais e analógicas para conexão com equipamentos na SE que não estão ligados diretamente aos dispositivos de proteção e chaveamento, como por exemplo, o serviço auxiliar CA/CC. O proponente deverá fazer o seu levantamento da quantidade de entradas/saídas e de suas características durante as vistorias técnicas A IHM Local consiste em um equipamento que deverá assumir a função de operação local, quando a Subestação estiver em manutenção ou mesmo perder a comunicação com o COS. Por essa razão a interface gráfica deverá ser semelhante à apresentada no COS. Não será aceito solução que utilize notebook como IHM Local, pois o equipamento deve ficar fixo no painel de controle para ser utilizado por qualquer funcionário do setor de manutenção da CERON devidamente autorizado Não será aceito solução que utilize uma plataforma PC (industrial ou não) como IHM LOCAL no painel de UCD. Como a IHM local irá trabalhar em paralelo ao COS, não será aceito que a IHM Local disponibilize os dados direto para o SAGE/SCADA Quanto a IHM Local, ela terá a função de disponibilizar para o operador local todas as telas, alarmes, comandos, medições da subestação, de uma Página 16 de 73

17 forma padronizada. Os desenhos das telas e as descrições dos alarmes deverão ser semelhantes aos que estarão disponíveis no COS de tal forma que o operador do COS possa orientar o operador local em caso de necessidade Tanto a UCD, a IHM e os switch deverão ficar em um painel dedicado, separado do painel de proteção Para maiores detalhes sobre a especificação requerida para a UCD consultar o ANEXO II ESPECIFICAÇÕES PARA UCD / CONCENTRADOR DE DADOS Para maiores detalhes sobre a especificação requerida para a IHM consultar o ANEXO IV ESPECIFICAÇÃO PARA INTERFACE HOMEM- MÁQUINA LOCAL (IHM) O PROPONENTE deverá verificar as quantidades mínimas de equipamentos previstos em anexo a este Termo de Referência para compor o escopo de seu fornecimento Nível 1 - interface com o processo SE Ariquemes a) Neste nível serão realizadas as funções de proteção, medição, comando e aquisição de dados e estados dos equipamentos elétricos instalados nas subestações. Estas funções poderão ser agrupadas em unidades de proteção ou controle digitais. b) Para os equipamentos do setor 69kV (disjuntores), os relés instalados são do tipo P632 da AREVA, P122 da AREVA, Linha SPACOM da ABB. Estes relés deverão ser substituídos por equipamentos com tecnologia atualizada e que possuem protocolos de comunicação IEC com interface em fibra óptica, para atender a Arquitetura proposta. Página 17 de 73

18 c) Os novos relés digitais deverão ser instalados em painel de proteção novo. d) Nas saídas das linhas para SE Montenegro e SE Alto paraíso existe religadores NU-LEC série N, que devem ser integrados ao SDSMPC. Os materiais para integração do religador NU-LEC ao SDSMPC devem fazer parte do escopo de fornecimento. A integração dos religadores compreende comando, controle, alteração de ajustes e coleta de oscilografia via SDSMPC. e) Existem dois transformadores de 69kV/13,8kV, sem UPC para proteção diferencial. Deverão ser fornecidos dois relés multifunções para a proteção diferencial dos transformadores de força 69kV/13,8kV com tecnologia atualizada e que possuem protocolos de comunicação IEC com interface em fibra óptica, para atender a Arquitetura proposta. Os novos relés digitais deverão ser instalados/adaptados em painel de proteção novo. f) Para os equipamentos do setor de 13,8kV (disjuntores e cubículos) existem relés das linhas PCD e SPACOM da ABB que deverão ser substituídos por equipamentos com tecnologia atualizada e que possuem protocolos de comunicação IEC com interface em fibra óptica, para atender a Arquitetura proposta. g) Os novos relés digitais deverão ser instalados/adaptados em painel de proteção novo. h) Existe um alimentador com religador NU-LEC série U. Esse religador será substituído por um disjuntor que não faz parte do escopo de fornecimento, bem como sua instalação física. O PROPONENTE deverá deixar pronto para quando os novos disjuntores forem instalados os mesmos sejam integrados com o sistema SDSMPC, inclusive com os cabos de alimentação e proteção lançados até o ponto onde está o religador NU-LEC. i) Vale salientar que existem 03 disjuntores ABB à gás que deverão ser substituídos pela CERON. Esses novos disjuntores não fazem parte do escopo de fornecimento bem como a sua instalação física, porém deve fazer parte do escopo do PROPONENTE o fornecimento de relés para esses novos equipamentos (03 alimentadores) e instalados no painel de proteção novo. Página 18 de 73

19 j) O PROPONENTE deverá deixar pronto toda a instalação do relé que fará a proteção do disjuntor para quando os novos equipamentos forem instalados os mesmos sejam integrados com o sistema SDSMPC, inclusive com os cabos de alimentação e proteção lançados até o ponto onde estão os disjuntores antigos. k) Existem ainda dois bancos de capacitores com capacidade de 3.6 MVar com relés da Linha SPACOM da ABB, esses relés deverão ser substituídos por equipamentos com tecnologia atualizada e que possuam protocolos de comunicação IEC com interface em fibra óptica, para atender a Arquitetura proposta. l) Os novos relés digitais deverão ser instalados/adaptados em painel de proteção novo. m) O Nível 1 também será composto por medidores digitais destinados à aquisição de dados analógicos dos equipamentos elétricos primários instalados no pátio da subestação. Deverão ser fornecidos medidores novos e integrar as informações provenientes do mesmo ao SDSMPC. n) Cada relé digital multifunção fornecido deverá conter 01 medidor operacional associado ao mesmo. Nos relés destinados a proteção de bancos de capacitores não será necessários medidores operacionais. o) O sistema de câmeras de supervisão será composto de 02 (duas) câmeras localizadas da seguinte forma: 01 (uma) na sala de controle e 01 (uma) no pátio de manobra. Também deverá existir um gravador de imagens na subestação com a finalidade de gravação local das imagens destas câmeras. Deverá ser consultado o Anexo III Especificação para CFTV para maiores detalhes; este documento é parte integrante desta ET. p) O PROPONENTE também deverá fornecer um painel de serviços auxiliares para o circuito de CA e outro para o circuito de CC da subestação em questão. q) Os painéis de serviço auxiliar devem conter no mínimo um disjuntor geral trifásico, 25 circuitos com mini-disjuntores independentes e medidores de grandezas elétricas para monitoração do painel de serviço auxiliar. Tal configuração serve tanto para CA como para CC. Página 19 de 73

20 r) A transferência do painel antigo para o painel que será fornecido também fará parte do escopo do proponente. O retificador bem como o banco de baterias não faz parte do escopo de fornecimento, apenas sua interligação ao novo painel de serviço auxiliar CC. Vale salientar que a transferência será feita com a SE energizada e com isso a transferência deverá ser feita equipamento por equipamento. s) O PROPONENTE deverá considerar o fornecimento de todos os cabos elétricos, fibras óticas, conversores óticos, relés auxiliares, materiais de montagem, etc necessários para a automação desta subestação. t) O PROPONENTE deverá considerar os custos de transporte do material até as SE s e limpeza (retirada dos cabos antigos e painéis desativados). Os materiais de limpeza serão alocados em almoxarifados da própria CERON existente em ARIQUEMES. u) Para maiores detalhes sobre a especificação requerida para os relés e multimedidores a serem fornecidos consultar os ANEXOS VI e XI respectivamente. v) O PROPONENTE deverá verificar as quantidades mínimas de equipamentos previstos em anexo a este Termo de referência para compor o escopo de seu fornecimento SE JI-Paraná a) Neste nível serão realizadas as funções de proteção, medição, comando e aquisição de dados e estados dos equipamentos elétricos instalados nas subestações. Estas funções poderão ser agrupadas em unidades de proteção ou controle digitais. b) Para os equipamentos do setor 69kV (Disjuntores), os relés instalados são da linha SPACOM da ABB. Estes relés deverão ser substituídos por equipamentos com tecnologia atualizada e que possuam protocolos de comunicação IEC com interface em fibra óptica, para atender a Arquitetura proposta. Página 20 de 73

21 c) Os novos relés digitais deverão ser instalados em painel de proteção novo. d) Existem dois transformadores de 69kV/13,8kV que possuem relés da Linha SPACOM da ABB. Esses relés deverão ser substituídos por dois relés multifunções para a proteção diferencial dos transformadores de força 69kV/13,8kV com tecnologia atualizada e que possuem protocolos de comunicação IEC com interface em fibra óptica, para atender a Arquitetura proposta. e) Os novos relés digitais deverão ser instalados em painel de proteção novo. f) Existem dois transformadores de 69kV/34,5kV que possuem relés da Linha SPACOM da ABB. Esses relés deverão ser substituídos por relés multifunções para a proteção diferencial dos transformadores de força 69kV/34,5kV com tecnologia atualizada e que possuem protocolos de comunicação IEC com interface em fibra óptica, para atender a Arquitetura proposta. g) Os novos relés digitais deverão ser instalados em painel de proteção novo. h) Existe um disjuntor de 34,5kV utilizando com relé SPACOM da ABB. Esses relés deverão ser substituídos por relés multifunções com tecnologia atualizada e que possuem protocolos de comunicação IEC com interface em fibra óptica, para atender a Arquitetura proposta. i) Os novos relés digitais deverão ser instalados/adaptados em painel de proteção novo. j) Para os equipamentos do setor de 13,8kV (disjuntores e cubículo) existem relés da linha SPACOM da ABB que deverão ser substituídos por equipamentos com tecnologia atualizada e que possuem protocolos de comunicação IEC com interface em fibra óptica, para atender a Arquitetura proposta. k) Os novos relés digitais deverão ser instalados/adaptados em painel de proteção novo. Página 21 de 73

22 l) Existem ainda 01 banco de capacitor com capacidade de 3.6 MVar com relé SPACOM, esse relé deve ser substituído por relés deverão ser substituídos por equipamentos com tecnologia atualizada e que possuem protocolos de comunicação IEC com interface em fibra óptica, para atender a Arquitetura proposta. m) O novo relé digital deverá ser instalados/adaptados em painel de proteção novo. n) O Nível 1 também será composto por medidores digitais destinados à aquisição de dados analógicos dos equipamentos elétricos primários instalados no pátio da subestação. Deverão ser fornecidos medidores novos e integrar as informações provenientes do mesmo ao SDSMPC. Cada UPC que será fornecida deverá conter 01 medidor operacional associado ao mesmo. o) O sistema de câmeras de supervisão será composto de 02 (duas) câmeras localizadas da seguinte forma: 01 (uma) na sala de controle e 01 (uma) no pátio de manobra. Também deverá existir um gravador de imagens na subestação com a finalidade de gravação local das imagens destas câmeras. Deverá ser consultado o Anexo III Especificação para CFTV para maiores detalhes; este documento é parte integrante deste Termo de Referência. p) O PROPONENTE também deverá fornecer um painel de serviços auxiliares para o circuito de CA e outro para o circuito de CC da subestação em questão. q) Os painéis de serviço auxiliar devem conter no mínimo um disjuntor geral trifásico, 25 circuitos com mini-disjuntores independentes e medidores de grandezas elétricas para monitoração do painel de serviço auxiliar. Tal configuração serve tanto para CA como para CC. r) A transferência do painel antigo para o painel que será fornecido também fará parte do escopo do proponente. O retificador bem como o banco de bateria não faz parte do escopo de fornecimento, apenas sua interligação ao novo painel de serviço auxiliar CC. Vale salientar que a transferência será feita com a SE energizada e com isso a transferência deverá ser feita equipamento por equipamento Página 22 de 73

23 s) O PROPONENTE deverá considerar o fornecimento de todos os cabos elétricos, fibras óticas, conversores óticos, relés auxiliares, materiais de montagem, etc necessários para a automação desta subestação. t) O PROPONENTE deverá considerar os custos de transporte do material até as SE s e limpeza (retirada dos cabos antigos e painéis desativados). Os materiais de limpeza serão alocados em almoxarifados da própria CERON existente em JI-PARANÁ. u) Para maiores detalhes sobre a especificação requerida para os relés e multimedidores a serem fornecidos consultar os ANEXOS VI e XI respectivamente. v) O PROPONENTE deverá verificar as quantidades mínimas de equipamentos previstos em anexo (Tabela I) a este Termo de referência para compor o escopo de seu fornecimento SE Cacoal a) Neste nível serão realizadas as funções de proteção, medição, comando e aquisição de dados e estados dos equipamentos elétricos instalados nas subestações. Estas funções poderão ser agrupadas em unidades de proteção ou controle digitais. b) Para os equipamentos do setor 138kV (disjuntores) os relés instalados são da linha SPACOM da ABB. Estes relés deverão ser substituídos por equipamentos com tecnologia atualizada e que possuam protocolo de comunicação IEC com interface em fibra óptica, para atender a Arquitetura proposta. c) Os novos relés digitais deverão ser instalados/adaptados em painel de proteção novo. d) Existem dois transformadores de 138kV/13,8kV que possuem relés do tipo SPACOM da ABB. Esses relés deverão ser substituídos por dois relés multifunções para a proteção diferencial dos transformadores de força 138kV/13,8kV com tecnologia atualizada e que possuem protocolos de Página 23 de 73

24 comunicação IEC com interface em fibra óptica, para atender a Arquitetura proposta. e) Os novos relés digitais deverão ser instalados/adaptados em painel de proteção novo. f) Para o setor de 13,8kV todos os equipamentos (cubículos e disjuntores) possuem relés da linha SPACOM da ABB. Esses relés deverão ser substituídos por relés multifunções com tecnologia atualizada e que possuam protocolos de comunicação IEC com interface em fibra óptica, para atender a Arquitetura proposta. g) Os novos relés digitais deverão ser instalados/adaptados em painel de proteção novo. h) Existem ainda dois bancos de capacitores com capacidade de 3.6 MVar com relé da linha SPACOM da ABB. Esses relés deverão ser substituídos por relés deverão ser substituídos por equipamentos com tecnologia atualizada e que possuem protocolos de comunicação IEC com interface em fibra óptica, para atender a Arquitetura proposta. i) Os novos relés digitais deverão ser instalados/adaptados em painel de proteção novo. j) Existem dois transformadores de 13,8kV/34,5kV sendo um transformador com relé AREVA P632 e outro com relé SPAD da ABB. Esses relés deverão ser substituídos por dois relés multifunções para a proteção diferencial dos transformadores de força 13,8kV/34,5kV com tecnologia atualizada e que possuam protocolos de comunicação IEC com interface em fibra óptica, para atender a Arquitetura proposta. k) Os novos relés digitais deverão ser instalados/adaptados em painel de proteção novo. l) Existem dois disjuntores de 34,5kV sendo um transformador com relé AREVA P122 e outro com relé SPACOM da ABB. Esses relés deverão ser substituídos por dois relés multifunções com tecnologia atualizada e que possuam Página 24 de 73

25 protocolos de comunicação IEC com interface em fibra óptica, para atender a Arquitetura proposta. m) Os novos relés digitais deverão ser instalados/adaptados em painel de proteção novo. n) O Nível 1 também será composto por medidores digitais destinados à aquisição de dados analógicos dos equipamentos elétricos primários instalados no pátio da subestação. Deverão ser fornecidos medidores novos e integrar as informações provenientes do mesmo ao SDSMPC. o) Cada relé digital multifunção fornecido deverá conter 01 medidor operacional associado ao mesmo. p) O sistema de câmeras de supervisão será composto de 02 (duas) câmeras localizadas da seguinte forma: 01 (uma) na sala de controle e 01 (uma) no pátio de manobra. Também deverá existir um gravador de imagens na subestação com a finalidade de gravação local das imagens destas câmeras. Deverá ser consultado o Anexo III Especificação para CFTV para maiores detalhes; este documento é parte integrante desta ET. q) O PROPONENTE também deverá fornecer um painel de serviços auxiliares para o circuito de CA e outro para o circuito de CC da subestação em questão. r) Os painéis de serviço auxiliar devem conter no mínimo um disjuntor geral trifásico, 25 circuitos com mini-disjuntores independentes e medidores de grandezas elétricas para monitoração do painel de serviço auxiliar. Tal configuração serve tanto para CA como para CC. s) A transferência do painel antigo para o painel que será fornecido também fará parte do escopo do proponente. O retificador bem como o banco de bateria não faz parte do escopo de fornecimento, apenas sua interligação ao novo painel de serviço auxiliar CC. Vale salientar que a transferência será feita com a SE energizada e com isso a transferência deverá ser feita equipamento por equipamento Página 25 de 73

26 t) O PROPONENTE deverá considerar o fornecimento de todos os cabos elétricos, fibras óticas, conversores óticos, relés auxiliares, materiais de montagem, etc necessários para a automação desta subestação. u) O PROPONENTE deverá considerar os custos de transporte do material até as SE s e limpeza (retirada dos cabos antigos e painéis desativados). Os materiais de limpeza serão alocados em almoxarifados da própria CERON existente em CACOAL v) Para maiores detalhes sobre a especificação requerida para os relés e multimedidores a serem fornecidos consultar os ANEXOS VI e XI respectivamente. w) O PROPONENTE deverá verificar as quantidades mínimas de equipamentos previstos em anexo a este Termo de referência para compor o escopo de seu fornecimento SE Pimenta Bueno a) Neste nível serão realizadas as funções de proteção, medição, comando e aquisição de dados e estados dos equipamentos elétricos instalados nas subestações. Estas funções poderão ser agrupadas em unidades de proteção ou controle digitais. b) Para equipamentos do setor 138kV (disjuntores), os relés instalados são da ABB, SIEMENS, AREVA. Estes relés deverão ser substituídos por relés multifunção com tecnologia atualizada e que possuem protocolos de comunicação IEC com interface em fibra óptica, para atender a Arquitetura proposta. c) Os novos relés digitais deverão ser instalados/adaptados em painel de proteção novo. d) Vale salientar que em dois disjuntores existem chave seccionalizadora motorizada. A integração dessas seccionalizadora deverá fazer parte do escopo de fornecimento do projeto em questão. As chaves motorizadas são da LAELC com controle AREVA. Página 26 de 73

27 e) No momento existe um disjuntor de 138kV sem UPC, o PROPONENTE deverá prover uma UPC instalada no painel de proteção novo, além de integrar essa UPC ao disjuntor que não se encontra em funcionamento no momento. f) Existem dois transformadores de 138kV/13,8kV que possuem relé do tipo P632 da AREVA. Esses relés deverão ser substituídos por relés multifunções para a proteção diferencial dos transformadores de força 138kV/13,8kV com tecnologia atualizada e que possuem protocolos de comunicação IEC com interface em fibra óptica, para atender a Arquitetura proposta. g) Os novos relés digitais deverão ser instalados/adaptados em painel de proteção novo. h) Para o setor de 13,8kV, todos os equipamentos (cubículo e disjuntores) possuem relés da P122 da AREVA, SPACOM da ABB e PCD da ABB, que deverão ser substituídos por relés multifunções com tecnologia atualizada e que possuam protocolos de comunicação IEC com interface em fibra óptica, para atender a Arquitetura proposta. i) Os novos relés digitais deverão ser instalados/adaptados em painel de proteção novo. j) Existe ainda um banco de capacitor com capacidade de 3.6 MVar com relé da linha SPACOM da ABB, esse relé deve ser substituído por equipamento com tecnologia atualizada e que possua protocolo de comunicação IEC com interface em fibra óptica, para atender a Arquitetura proposta. k) O novo relé digital deverá ser instalados/adaptados em painel de proteção novo. l) Existem dois transformadores de 13,8kV/34,5kV sem proteção diferencial. Deverão ser fornecidos dois relés multifunções para a proteção diferencial dos transformadores de força 13,8kV/34,5kV com tecnologia atualizada e que possuam protocolos de comunicação IEC com interface em fibra óptica, para atender a Arquitetura proposta. Página 27 de 73

28 m) Os novos relés digitais deverão ser instalados/adaptados em painel de proteção novo. n) Existem dois disjuntores de 34,5kV sendo um com relé MICROSHIELD da ABB. Esses relés deverão ser substituídos por relés multifunções com tecnologia atualizada e que possuam protocolos de comunicação IEC com interface em fibra óptica, para atender a Arquitetura proposta. o) Os novos relés digitais deverão ser instalados/adaptados em painel de proteção novo. p) Existe um painel de teleproteção instalado na SE PIMENTA BUENO. Esse painel deverá ser integrado ao sistema SDSMPC. A configuração da teleproteção existente, bem como qualquer material para prover esse recurso não faz parte do escopo de fornecimento. q) O Nível 1 também será composto por medidores digitais destinados à aquisição de dados analógicos dos equipamentos elétricos primários instalados no pátio da subestação. Deverão ser fornecidos medidores novos e integrar as informações provenientes do mesmo ao SDSMPC. r) Cada relé digital multifunção fornecido deverá conter 01 medidor operacional associado ao mesmo no mínimo. s) O sistema de câmeras de supervisão será composto de 02 (duas) câmeras localizadas da seguinte forma: 01 (uma) na sala de controle e 01 (uma) no pátio de manobra. Também deverá existir um gravador de imagens na subestação com a finalidade de gravação local das imagens destas câmeras. Favor consultar o Anexo III Especificação para CFTV para maiores detalhes; este documento é parte integrante desta ET. t) O PROPONENTE também deverá fornecer um painel de serviços auxiliares para o circuito de CA e outro para o circuito de CC da subestação em questão. u) Os painéis de serviço auxiliar devem conter no mínimo um disjuntor geral trifásico, 25 circuitos com mini-disjuntores independentes e medidores de grandezas elétricas para monitoração do painel de serviço auxiliar. Tal configuração serve tanto para CA como para CC. Página 28 de 73

29 v) A transferência do painel antigo para o painel que será fornecido também fará parte do escopo do proponente. O retificador bem como o banco de bateria não faz parte do escopo de fornecimento, apenas sua interligação ao novo painel de serviço auxiliar CC. Vale salientar que a transferência será feita com a SE energizada e com isso a transferência deverá ser feita equipamento por equipamento w) O PROPONENTE deverá considerar o fornecimento de todos os cabos elétricos, fibras óticas, conversores óticos, relés auxiliares, materiais de montagem, etc necessários para a automação desta subestação. x) O PROPONENTE deverá considerar os custos de transporte do material até as SE s e limpeza (retirada dos cabos antigos e painéis desativados). Os materiais de limpeza serão alocados em almoxarifados da própria CERON existente em Pimenta Bueno, os custos para transporte do material retirado da Subestação até o almoxarifado de Pimenta Bueno deve fazer parte do escopo de fornecimento. y) Para maiores detalhes sobre a especificação requerida para os relés e multimedidores a serem fornecidos consultar os ANEXOS VI e XI respectivamente. z) O PROPONENTE deverá verificar as quantidades mínimas de equipamentos previstos em anexo a este Termo de referência para compor o escopo de seu fornecimento SE Espigão do Oeste a) Neste nível serão realizadas as funções de proteção, medição, comando e aquisição de dados e estados dos equipamentos elétricos instalados nas subestações. Estas funções poderão ser agrupadas em unidades de proteção ou controle digitais. b) Para o equipamento do setor 34,5kV (Religador) é do tipo NU-LEC série N. Esse equipamento deve ser integrado, compreendendo todas as funções de comando, controle, coleta de oscilografia e parametrização das funções de Página 29 de 73

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