Cap. 05 Nomeação. 5.1 Nomes e Endereços. 5.2 Nomeação Plana. 5.3 Nomeação Estruturada

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Cap. 05 Nomeação. 5.1 Nomes e Endereços. 5.2 Nomeação Plana. 5.3 Nomeação Estruturada"

Transcrição

1 Cap. 05 Nomeação 5.1 Nomes e Endereços 5.2 Nomeação Plana Solução Simples Abordagem Home-Based Distributed Hash Tables DHT Abordagem Hierárquica 5.3 Nomeação Estruturada Espaço de Nomes Resolução de Nomes Pg. 1/108

2 Cap. 05 Nomeação 5.3 Nomeação Estruturada Espaço de Nomes Resolução de Nomes Implementação do Espaço de Nomes Examplo: Domain Name System 5.4 Atribuição de Nomes baseada em Atributo Serviços de Diretório Implementação Hierárquica - LDAP Implementações Descentralizadas Pg. 2/108

3 Referências Bibliográficas Andrew S. Tanenbaum; Maarten van Steen - Distributed Systems: Principles and Paradigms, Prentice-Hall, 2007, ISBN-10: , ISBN-13: Lectures dos autores Andrew S. Tanenbaum e Maarteen van Steen ( e ) George Coulouris; Jean Dollimore; Tim Kindberg Sistemas Distribuídos: Conceitos e Projeto, Bookman, 4th Edition, 2007, ISBN Notas de Aula do Prof. Ricardo Anido do Instituto de Computação (IC) da UNICAMP - Pg. 3/108

4 5 Nomeação - Introdução Introdução names responsáveis pela identificação unívoca de entidades bem como localizações, desempenham um importante papel nos sistemas computacionais; name systems - responsáveis pela resolução dos nomes; se diferenciam pela forma como são implementados em sistemas distribuídos e sistemas não distribuídos.... em sistemas distribuídos a implementação de sistemas de nomes é distribuída em diferentes máquinas;... assim, a forma como é implementado desempenha um papel chave para a eficiência e escalabilidade do sistema. Pg. 4/108

5 5 Nomeação 5.1 Nomes, Identificadores e Endereços 5.1 Nomes, Identificadores e Endereços name -... em sistemas distribuídos, é uma string de bits ou caracteres utilizada para referenciar uma entidade; e.g., entidades processos, usuários, caixa de , grupo de notícias, janela gráfica, mensagens, conexões de rede, etc.... para operar uma entidade é necessário acessá-la através do que se chama access point, que por sua vez é um tipo especial de entidade em sistemas distribuídos;... address - nome de um access point. addresses - são simplesmente tipos especiais de nomes que referenciam access points como entidades. Pg. 5/108

6 5 Nomeação 5.1 Nomes, Identificadores e Endereços 5.1 Nomes, Identificadores e Endereços entities - podem oferecer mais de um ponto de acesso bem como alterá-los no decorrer do tempo; e.g.,... servidor sendo executado em um host terá seu endereço formado pelo endereço IP e nro de port ; e.g.,... quando um computador se move para um outro local, é atribuído um nro. IP diferente do que lhe foi atribuído no passado. problema -... como entidades oferecem mais de um ponto de acesso, qual endereço utilizar como referência?! e.g.,... muitas organizações distribuem os seus serviços Web em vários servidores espalhados na Internet.... podemos encontrar uma solução melhor?! Pg. 6/108

7 5 Nomeação 5.1 Nomes, Identificadores e Endereços 5.1 Nomes, Identificadores e Endereços problema -... como entidades oferecem mais de um ponto de acesso, qual endereço utilizar como referência?! e.g.,... muitas organizações distribuem os seus serviços Web em vários servidores espalhados na Internet;... se utilizarmos os endereços destes servidores como referência, não é óbvio qual endereço deve ser escolhido como o melhor. solução - termos um único nome para o serviço independente dos endereços dos servidores Web. conclusão... associação de nomes a entidades de forma independente dos seus endereços é frequentemente mais fácil e flexível de se usar - location independent. Pg. 7/108

8 5 Nomeação 5.1 Nomes, Identificadores e Endereços 5.1 Nomes, Identificadores e Endereços conclusão... associação de nomes a entidades de forma independente dos seus endereços é frequentemente mais fácil e flexível de se usar - location independent.... adicionalmente, há outros tipos de nomes que merecem tratamento especial, tais como nomes usados para identificar univocamente uma entidade - identifier ; identifiers - apresenta as seguintes propriedades: um identificador referencia no máximo uma entidade; cada entidade é referenciada no máximo por um identificador; um identificador sempre referencia a mesma entidade (sem reuso). Pg. 8/108

9 5 Nomeação 5.1 Nomes, Identificadores e Endereços 5.1 Nomes, Identificadores e Endereços identifiers - apresenta as seguintes propriedades: um identificador referencia no máximo uma entidade; cada entidade é referenciada no máximo por um identificador; um identificador sempre referencia a mesma entidade (sem reuso). e.g.,... considere 02 processos que fazem referência a uma entidade através de um identificador;... para verificar se ambos os processos referenciam a mesma entidade é suficiente testar se os 02 identificadores são iguais?!... não é suficiente se os dois processos não estiverem utilizando nomes regulares, nomes não únicos e nomes não identificáveis;... igualmente, se um endereço pode ser reatribuído para uma outra entidade, não podemos utilizar o nome como identificador. Pg. 9/108

10 5 Nomeação 5.1 Nomes, Identificadores e Endereços 5.1 Nomes, Identificadores e Endereços conclusão endereços e identificadores são importantes tipos de nomes cada qual utilizado para diferentes propósitos; e.g.,... em sistemas computacionais, nomes e endereços formam strings de bits - machine readable form ;... endereço ethernet é essencialmente uma string de 48 bits;... endereço de memória é representado por strings de 32 ou 64 bits como uma função da arquitetura do sist. computacional. human-friendly names - normalmente representados por strings de caracteres e não de bits, constituem nomes adaptados para as pessoas e não para os sistemas computacionais. Pg. 10/108

11 5 Nomeação 5.1 Nomes, Identificadores e Endereços 5.1 Nomes, Identificadores e Endereços human-friendly names - normalmente representados por strings de caracteres e não de bits, constituem nomes adaptados para as pessoas e não para os sistemas computacionais; e.g.,... nomes no Sistema de Arquivo do UNIX podem ser compostos por até 255 caracteres e são definidos pelo usuário. Uma vez discutido os conceitos de names, identifiers e addresses, a questão central é como resolver/associar names e identifiers para addresses?! Pg. 11/108

12 5 Nomeação 5.1 Nomes, Identificadores e Endereços 5.1 Nomes, Identificadores e Endereços... antes de iniciarmos esta discussão é importante lembrar que há uma relação estreita entre sistema de nomes em sistemas distribuídos e roteamento de mensagens;... entretanto, em sistemas distribuídos que transcendem diferentes redes e nos quais muitos recursos precisam ser nomeados, sistemas centralizados de dados não funcionam. Nas próximas seções iremos considerar as diferentes classes de sistemas de nomeação, inicialmente discutindo como identificadores podem ser resolvidos/associados para/com endereços. Pg. 12/108

13 5 Nomeação 5.2 Nomeação Plana- Flat Naming 5.2 Nomeação Plana - Flat Naming flat names - também denominados nomes planos ou não estruturados - unstructured names, muitas das vezes se apresentam como uma string de bits aleatórios;... propriedade importante - nome da entidade não contém qualquer informação em como localizar o access point da entidade que está associada ao referido nome. Pg. 13/108

14 5 Nomeação 5.2 Nomeação Plana - Flat Naming Soluções Simples Inicialmente iremos considerar 02 soluções simples que possibilitam a localização da entidade no escopo de redes locais; premissa considere um sistema distribuído construído sobre uma rede local de computadores que oferece facilidades como broadcasting de mensagens;... localizar uma entidade consiste em radiodifundir - broadcast uma mensagem contendo o identificador da entidade;... somente a máquina que contém um access point para a entidade em questão irá responder com uma mensagem contendo o endereço daquele access point ; e.g.,... este princípio é utilizado no Protocolo ARP Address Resolution Protocol da Arquitetura Internet. Pg. 14/108

15 5 Nomeação 5.2 Nomeação Plana - Flat Naming Soluções Simples desvantagem -... broadcast é ineficiente quando a rede cresce não somente pelo gasto de banda mas também pelo fato de que muitos hosts serão interrompidos e interrogados;... muitos hosts são requisitados a responder o que eles não tem como responder, pois, possivelmente apenas um host atende a requisição. e.g.,... uma solução possível é restringir o grupo de hosts que recebe a requisição como na rede ethernet que suporta multicast no enlace. multicasting -... entrega de informação para um subgrupo de entidades de um grupo maior em um única transmissão;... pode ser utilizado para localizar entidades em Redes P2P (Point to Point Protocol). Pg. 15/108

16 5 Nomeação 5.2 Nomeação Plana - Flat Naming Soluções Simples e.g., Internet suporta multicasting no nível de rede permitindo que hosts se juntem a um grupo multicast específico;... este grupo é identificado por um endereço multicast e cabe a camada de rede entregar a mensagem para cada membro; local network control block a internetwork control block a ( /24) ad-hoc block a reserved a (224.1/16) SDP/SAP Block a (224.2/16)... Pg. 16/108

17 5 Nomeação 5.2 Nomeação Plana - Flat Naming Soluções Simples Endereço multicast pode ser utilizado como um serviço de localização geral para múltiplas entidades; e.g.,... considere uma organização onde cada empregado possui computador móvel que quando conectado à rede recebe um endereço IP e na sequência se junta a um endereço multicast ;... quando um processo quer localizar o Computador A, ele simplesmente pergunta ao grupo multicast onde está o Computador A? Endereço multicast pode ser utilizado para associar uma entidade com uma entidade réplica, possivelmente a mais próxima. e.g.,... ao enviar uma requisição para um endereço multicast, cada réplica responde com o corrente endereço de rede;... na sequência selecione o mais próximo selecionando aquele cuja resposta chegou primeiro - próximo em responder. Pg. 17/108

18 5 Nomeação 5.2 Nomeação Plana - Flat Naming Soluções Simples forwarding pointers - quando uma entidade move de A para B, ela deixa em A a referência da sua nova localização (B); vantagem - tão logo a entidade tenha atualizado os seus dados na nova localização, um cliente pode encontrar seu endereço corrente simplesmente seguindo a cadeia de ponteiros; desvantagens -... se a cadeia de novas localizações se tornar muito grande, a sua localização pode se tornar proibitiva;... todas as localizações intermediárias precisam manter a cadeia de encaminhamentos (ponteiros de encaminhamentos);... abordagem altamente vulnerável em caso de quebra ou erros na cadeia de ponteiros de encaminhamento. Pg. 18/108

19 5 Nomeação 5.2 Nomeação Plana - Flat Naming Soluções Simples Fig princípio de forwarding pointers utilizando pares< client stub, server stub > Pg. 19/108

20 5 Nomeação 5.2 Nomeação Plana - Flat Naming Soluções Simples Fowarding Pointers utilizando pares client stub e server stub : server stub - contém uma referência local para o objeto atual ou uma referência local para o stub cliente daquele objeto;... quando um objeto se move de A para B, ele deixa o stub cliente em A e instala o stub servidor que se refere a ele em B; nesta abordagem a migração é totalmente transparente para o cliente.... para atalhar a cadeia de pares, uma invocação de objeto mantém a identificação do stub cliente de onde a invocação foi iniciada;... quando uma invocação atinge o objeto na sua localização corrente, uma resposta é enviada ao stub cliente no qual a invocação foi iniciada;... informação da localização corrente pega carona - piggyback - na resposta enviada pelo stub servidor para o cliente. Pg. 20/108

21 5 Nomeação 5.2 Nomeação Plana - Flat Naming Soluções Simples Fig. 5.2 (a) - Redirecionamento de ponteiro de encaminhamento através do armazenamento do atalho no stub cliente. Pg. 21/108

22 5 Nomeação 5.2 Nomeação Plana - Flat Naming Soluções Simples Fig. 5.2 (b) - Redirecionamento de ponteiro de encaminhamento através do armazenamento do atalho no stub cliente. Pg. 22/108

23 5 Nomeação 5.2 Nomeação Plana - Flat Naming Soluções Simples e.g.,... considere que P1 (Fig. 5.1) passe sua referência para um Objeto O em P2 o que pode ser feito instalando um cópia p' do stub cliente p no espaço de endereçamento de P2;... stub cliente p' refere-se ao mesmo stub servidor p, de modo que o mecanismo de encaminhamento funcione. problema -... aparece quando uma cadeia de pares < client stub, server stub > se quebra ou se torna inatingível; solução permitir que a máquina onde o objeto foi criado - home location mantenha a referência para a corrente localização;... assim quando a cadeia de pares é quebrada, é possível requisitar ao objeto home location a localização corrente do objeto em questão. Pg. 23/108

24 5 Nomeação 5.2 Nomeação Plana - Flat Naming Soluções Simples Fig princípio de forwarding pointers utilizando pares < client stub, server stub > Pg. 24/108

25 5 Nomeação 5.2 Nomeação Plana - Flat Naming Abordagem Home Based... uso de broadcasting ou multicasting são difíceis de serem implementados de forma eficiente em redes de larga escala; razão -... as longas cadeias de ponteiros de encaminhamento introduzem problemas de desempenho bem como são susceptíveis a quebra de links ; home location - suporte às entidades móveis em redes de larga escala para rastrear a localização corrente de uma entidade a partir do local onde foi instanciada;... abordagem utilizada como mecanismos de recuo - fall-back para serviços de localização baseados em ponteiros de encaminhamento, e.g., IP Móvel. Pg. 25/108

26 5 Nomeação 5.2 Nomeação Plana - Flat Naming Abordagem Home Based Fig. 5.3 Princípio do IP Móvel. Pg. 26/108

27 5 Nomeação 5.2 Nomeação Plana - Flat Naming Abordagem Home Based Desvantagens Home-based Approach em redes de larga escala:... para se comunicar com um entidade móvel, um cliente precisa contactar a entidade origem - home - que por sua vez pode estar em um local completamente diferente da entidade móvel;... utilização de localização fixa para a entidade origem ( home), exigindo assim que a localidade home sempre exista.... alternativas para resolver estes problemas envolvem o serviço de nomes permitindo que antes da conexão com a entidade móvel o cliente obtenha a referência da entidade home. Pg. 27/108

28 5 Nomeação 5.2 Nomeação Plana - Flat Naming Distributed Hash Tables Distributed Hash Table (DHT) possibilitam a identificação de entidades sem considerar quanto distante estão umas das outras. Chord System - utiliza um espaço de identificadores de m bits para atribuir aleatoriamente identificadores aos nós assim como identificadores (chaves) às entidades nos nós;... normalmente, m é igual a 128 ou 160 bits e entidades podem representar qualquer coisa, e.g., processos, arquivos, etc. regra entidade com identificador k terá como nó responsável o nó cujo identificador id seja imediatamente superior >= k ;... este nó é referenciado como sucessor de k - succ(k). Pg. 28/108

29 5 Nomeação 5.2 Nomeação Plana - Flat Naming Distributed Hash Tables Sistemas baseados em DHT são eficientes pois resolvem a chave k encontrando o sucessor de k - succ(k);... uma abordagem escalável óbvia é permitir que cada nó p mantenha rastreado o sucessor de p - succ(p+1) assim como o predecessor de p - pred(p);... neste cenário quando um nó p recebe uma requisição para resolver a chave k, este nó simplesmente encaminha a requisição para um de seus vizinhos, e.g., mais apropriado; exceção - quando pred(p) < k <= p, situação em que o nó p deve retornar o seu próprio endereço para o processo que encaminhou a requisição para resolver a chave k. Pg. 29/108

30 5 Nomeação 5.2 Nomeação Plana - Flat Naming Distributed Hash Tables Chord Systems - mantém uma tabela finger table FTp [ i ] = succ( p + 2^(i-1) ), ou seja, a i -ésima entrada aponta para o primeiro nó que sucede p por pelo menos 2^(i-1) ;... note que estas referências são atalhos para nós existentes no espaço de identificadores, no qual a distância de salto para p aumenta exponencialmente a medida que o índice de tabela aumenta;... para se encontrar a chave k um nó p deve encaminhar a requisição para o nó q com índice j em FT de p, onde: q = k onde k >= FTp [ j ] e k < FTp [ j+1] Pg. 30/108

31 5 Nomeação 5.2 Nomeação Plana - Flat Naming Distributed Hash Tables Fig. 5.4 Chord System requisição para nó 1 com a key 26; requisição para nó 28 com a key 12. Pg. 31/108

32 5 Nomeação 5.2 Nomeação Plana - Flat Naming Distributed Hash Tables Como um nó p pode se juntar a Sistema baseado em DHT?!... nó p contacta um nó arbitrário no sistema e encaminha uma requisição para saber quem é o sucessor succ( p ).... como já visto a complexidade está em manter tabelas finger tables atualizadas para cada um dos nós da DHT. Obs.: Para todo nó q, a FTq [ 1 ] é correta se a entrada refere-se ao próximo nó do anel, ou seja, sucessor de q para tanto cada nó q regularmente contacta o succ(q+1) e requisita que retorne o predecessor pred( succ(q+1) );... se q = pred( succ(q+1) ), q sabe que sua informação é consistente com aquela do seu sucessor. Pg. 32/108

33 5 Nomeação 5.2 Nomeação Plana - Flat Naming Distributed Hash Tables... como discutido no início desta seção, estes sistemas não levam em consideração a não proximidade entre os nós, o que possibilita o roteamento incorreto na rede;... por isso a necessidade de considerar a rede subjacente. topology-based assignment of node identifiers -... atribuir identificadores aos nós de tal modo que 02 identificadores próximos indiquem que os nós também são próximos. Pg. 33/108

34 5 Nomeação 5.2 Nomeação Plana - Flat Naming Distributed Hash Tables topology-based assignment of node identifiers -... atribuir identificadores aos nós de tal modo que 02 identificadores próximos indiquem que os nós também são próximos; Como veremos, esta restrição impõe alguns problemas em sistemas relativamente simples como Chord Systems :... construir um anel para mapear os nós não é nada trivial além de expor falhas correlacionadas, posto que nós próximos na mesma rede receberão identificadores relativamente próximos;... quando esta rede se torna inatingível, teremos uma lacuna ou caso contrário a distribuição uniforme de identificadores. Pg. 34/108

35 5 Nomeação 5.2 Nomeação Plana - Flat Naming Distributed Hash Tables proximity routing - mantém uma lista de rotas alternativas para encaminhar requisições para destinatários; e.g.,... em vez de manter apenas um sucessor, cada nó pode manter informações de r sucessores.... esta redundância pode ser aplicada a toda entrada na FT de modo que para cada p, FTp [ i ] aponta para o primeiro nó no intervalo [ p+2^(i-1), p+2^i 1 ];... se um nó p rastrear r nós no intervalo, cada nó pode ser usado para rotear uma requisição para uma chave k > p + 2^i -1;... neste caso, quando de um encaminhamento de requisição, um nó pega um dos r sucessores mais próximos dele. Pg. 35/108

36 5 Nomeação 5.2 Nomeação Plana - Flat Naming Distributed Hash Tables proximity neighbor selection -... otimizar as tabelas de roteamento de modo que o nó mais próximo seja selecionado como o nó vizinho;... mas só funciona quando há mais nós vizinhos para serem selecionados, ou seja, para Chord Systems não é o caso! Pg. 36/108

37 5 Nomeação 5.2 Nomeação Plana - Flat Naming Abordagem Hierárquica hierarchical scheme - rede é dividida em uma coleção de domínios que podem ser subdivididos em domínios menores e que estão interligados direta ou indiretamente a um nó raiz;... cada domínio D possui um nó diretório dir(d) que mantém rastreadas entidades naquele domínio (Fig. 5.5). Pg. 37/108

38 5 Nomeação 5.2 Nomeação Plana - Flat Naming Abordagem Hierárquica Para se rastrear uma entidade, cada entidade de um domínio D é representada por um registro de localização no nó dir(d); e.g.,... registro de localização para entidade E no nó diretório N contém o endereço corrente da entidade naquele domínio;... em contraste, o nó diretório N' para o próximo domínio de mais alto nível D' que contém D terá o registro de localização para E contendo somente um ponteiro para N ;... nó pai de N' irá armazenar o registro de localização para E contendo somente o ponteiro para N' ;... como consequência, nó raiz terá um registro de localização para cada entidade e cada registro armazena um ponteiro para o nó diretório do sub-domínio de menor nível em que está localizado. Pg. 38/108

39 5 Nomeação 5.2 Nomeação Plana - Flat Naming Abordagem Hierárquica Uma entidade pode ter múltiplos endereços, p.e., se replicada; e.g.,... uma entidade tem um endereço no domínio folha D1 e D2, então o nó diretório do menor domínio contendo D1 e D2 tem 02 ponteiros uma para cada subdomínio;... cada subdomínio contém por sua vez um endereço;... isto conduz a uma organização geral em árvore (Fig. 5.6). Pg. 39/108

40 5 Nomeação 5.2 Nomeação Plana - Flat Naming Abordagem Hierárquica Fig. 5.6 Armazenamento de informação em uma entidade que tem 02 endereços em 02 domínios folha. Pg. 40/108

41 5 Nomeação 5.2 Nomeação Plana - Flat Naming Abordagem Hierárquica!? como se processa uma operação de busca?! e.g,... cliente deseja localizar uma entidade E, assim requisita ao nó diretório do domínio folha D onde reside;... se o nó diretório não armazena o registro para a entidade, isto significa que a entidade não está localizada em D ;... neste caso, o nó encaminha para o seu nó pai que por sua vez representa um domínio maior que o domínio de D ;... tão logo a requisição alcance o nó diretório M, este domínio encaminha a requisição para os seus subdomínios até que a requisição alcance o nó folha;... registro armazenado no nó folha contém a localização de E, assim, este endereço pode ser retornado para o cliente. Pg. 41/108

42 5 Nomeação 5.2 Nomeação Plana - Flat Naming Abordagem Hierárquica Fig. 5.7 Cliente tenta localizar entidade E, assim requisita a busca para o nó diretório D onde reside. Pg. 42/108

43 5 Nomeação 5.2 Nomeação Plana - Flat Naming Abordagem Hierárquica!? como se processa uma operação de atualização?! e.g.,... considere uma entidade E criada como réplica no domínio folha D e no qual deseja inserir o seu endereço;... inserção é iniciada no nó folha do dir(d) que imediatamente encaminha a requisição de inserção para o seu nó pai;... nó pai encaminha a requisição até alcançar o diretório M que já tem informação do registro de E ;... assim, nó M armazena ponteiro para registro E que por sua vez referencia o nó filho do qual a requisição de inserção partiu;... neste ponto, o nó filho criou um registro de localização para E contendo um ponteiro para o próximo nó de menor nível;... finalmente o nó folha cria um registro com o endereço da entidade no domínio folha associado ao nó. Pg. 43/108

44 5 Nomeação 5.2 Nomeação Plana - Flat Naming Abordagem Hierárquica Considere uma entidade E conhecida pelo nó M que será replicada como nó folha no domínio D - Fig. 5.8 Pg. 44/108

45 5 Nomeação 5.2 Nomeação Plana - Flat Naming Abordagem Hierárquica... inserir um endereço como descrito gera uma cadeia de ponteiros na abordagem top-down iniciando no nó diretório de menor nível que contém o registro da entidade E. Pg. 45/108

46 5 Nomeação 5.3 Nomeação Estruturada Nomeação Estruturada... nomes planos são aplicáveis às máquinas, mas não são convenientes para serem usados por seres humanos;... como alternativa, sistemas de nomes normalmente suportam nomes estruturados, ou seja, nomes compostos de nomes simples e legíveis por seres humanos. Objetivos desta seção: descrição de nomes estruturados; como resolver a associação de nome para endereço. Pg. 46/108

47 5 Nomeação 5.3 Nomeação Estruturada Espaço de Nomes name space - podem ser representados por grafos rotulados com 02 tipos de nós: leaf node e directory node leaf node - nó que representa uma entidade nomeada e é atingível a partir de um nó diretório; nó folha ou leaf node não possui saída para qualquer outro nó apenas entrada do nó diretório ao qual está ligado. directory node - contempla inúmeras entradas e saídas para nós, cada qual rotulada com um nome normalmente representado por um par ( edge label, node identifier ); root node - contempla inúmeras saídas mas nenhuma entrada. Obs.: Embora um Grafo de Nomes possa contemplar inúmeros nós raiz, por simplicidade, muitos sistemas de nomes tem apenas um nó raiz. Pg. 47/108

48 5 Nomeação 5.3 Nomeação Estruturada Espaço de Nomes Fig. 5.9 Grafo de Nomes geral com um único nó raiz. Pg. 48/108

49 5 Nomeação 5.3 Nomeação Estruturada Espaço de Nomes path name -... sequência de nomes de enlaces em um caminho contínuo, ou seja, sem saltos/lacunas entre nós. e.g., N : < lable-1, label-2,..., label-n> onde N é o 1o Nó absolute path name -... sequência de nomes de enlaces em um caminho contínuo onde o primeiro nó é o nó raiz; relative path name -... sequência de nomes de enlaces em um caminho contínuo onde o primeiro nó NÃO é o nó raiz. global name - nome atribuído a uma única entidade cujo escopo de utilização é global no sistema. local name - nome atribuído a uma entidade e que depende do escopo de utilização no sistema, ou seja, escopo restrito. Pg. 49/108

50 5 Nomeação 5.3 Nomeação Estruturada Espaço de Nomes e.g.,... descrição de um grafo de nomes está próxima do que é implementado em muitos sistemas de arquivos;.. ao invés de escrever a sequência de nomes de enlaces para representar o caminho, nomes em sistema de arquivos são representados por nomes de enlaces separados pelo caracter / ;... /home/steen/mbox ou invés de no:< home, steen, mbox> Obs.: Esta abordagem é análoga a implementação de um Grafo de Nomes único para todos os recursos em um Sistema Distribuído. directed acyclic graph - grafo de nomes no qual um nó pode ter mais de um enlace de entrada, mas não pode acomodar um ciclo fechado entre enlaces. Pg. 50/108

51 5 Nomeação 5.3 Nomeação Estruturada Espaço de Nomes Fig Organização Geral do Sistema de Arquivo no UNIX para blocos contíguos de disco de um disco lógico.... no Grafo de Nomes UNIX um nó diretório representa um diretório de arquivo, ou seja, nó folha representa um arquivo e o nó raiz representa o diretório raiz nó a partir do qual todos os demais estão ligados.... restante da implementação consiste de uma série contígua de blocos do disco lógico, geralmente divididos em bloco de boot, superblock, index nodes ou inodes e blocos de dados do arquivo. boot block - bloco especial de dados e instruções carregado automaticamente na memória quando do boot do sistema; superblock -... informa o tamanho do sistema de arquivo, blocos não alocados no disco, inodes não utilizados, etc. Pg. 51/108

52 5 Nomeação 5.3 Nomeação Estruturada Espaço de Nomes Fig Organização Geral do Sistema de Arquivo no UNIX para blocos contíguos de disco de um disco lógico. inode -... contém informações sobre o proprietário, data de criação, data da última modificação, dados de proteção e de localização dos dados referente ao arquivo que o inode representa. Pg. 52/108

53 5 Nomeação 5.3 Nomeação Estruturada Espaço de Nomes Pg. 53/108

54 5 Nomeação 5.3 Nomeação Estruturada Espaço de Nomes Layout do Sistema de Arquivo do UNIX Pg. 54/108

55 5 Nomeação 5.3 Nomeação Estruturada Resolução de Nomes name resolution - processo de busca de informação em um espaço de nomes tendo por base o nome da entidade. e.g.,... considere o path name N:<label1, label2,..., labeln>.... resolução de nome inicia no Nó N do Grafo de Nomes, onde o nome label1 é buscado na tabela de diretório, que por sua vez retorna o identificador do nó cuja referência é o nome label1 ;... resolução de nomes continua do nó identificado no passo anterior, mas agora a busca se dá pelo nome label2 ;... assumindo que o caminho nomeado e objeto da busca exista, a busca termina no nó referenciado pelo nome labeln - retorna o conteúdo do nó. Obs.:... busca por nome retorna o identificador de um nó a partir do qual o processo de resolução de nomes continua, o que por outro lado exige a tabela de diretório do nó identificado. Pg. 55/108

56 5 Nomeação 5.3 Nomeação Estruturada Resolução de Nomes aliases - fortemente relacionado a resolução de nomes, representa o pseudônimo de uma entidade: hard link - permite que caminhos absolutos referenciem o mesmo nó em um grafo, ou seja, o nó armazena o endereço ou o estado da entidade; e.g.,... nó n5 pode ser referenciado por 02 path names : keys e /home/steen/keys como mostrado na Fig Pg. 56/108

57 5 Nomeação 5.3 Nomeação Estruturada Resolução de Nomes aliases - fortemente relacionado a resolução de nomes, representa o pseudônimo de uma entidade: symbolic link - representa uma entidade como um nó folha, mas ao invés de armazenar o endereço ou estado da mesma, o nó armazena o seu caminho absoluto como mostrado na Fig Pg. 57/108

58 5 Nomeação 5.3 Nomeação Estruturada Resolução de Nomes mount point - representa um nó em um espaço de nomes que armazena o identificador de um nó diretório de uma espaço de nomes diferente, ou seja, foreign name space ;... nó raiz do espaço de nomes visitado é denominado mounting point e o ponto de montagem é denominado mount point ;... durante a resolução de nome, o mounting point observado e a resolução se processa acessando sua tabela de diretórios. Pg. 58/108

59 5 Nomeação 5.3 Nomeação Estruturada Resolução de Nomes Princípio de montagem pode ser generalizado para outros espaços de nomes e é utilizado em muitos Sistemas Distribuídos. e.g.,... considere uma coleção de espaços de nomes distribuídos por diferentes máquinas, mais precisamente, com cada espaço de nomes implementado por um servidor diferente;... se quisermos montar um espaço de nomes NS 2 em um espaço de nomes NS1, será necessário estabelecer um canal de comuni- cação sobre a rede com o servidor NS2;... para montar o espaço de nomes visitado em um sistema distribuído serão necessárias as seguintes informações: nome do protocolo de acesso; nome do servidor; e nome do mounting point no espaço de nomes visitado - foreign name space. Pg. 59/108

Prof. Luiz Fernando Bittencourt MC714. Sistemas Distribuídos 2 semestre, 2014

Prof. Luiz Fernando Bittencourt MC714. Sistemas Distribuídos 2 semestre, 2014 MC714 Sistemas Distribuídos 2 semestre, 2014 Nomeação Nomeação Compartilhar recursos, identificar entidades de maneira única, fazer referência a localizações... Resolução de nomes Espaço de nomes e implementação

Leia mais

Sistemas Distribuídos. Professora: Ana Paula Couto DCC 064

Sistemas Distribuídos. Professora: Ana Paula Couto DCC 064 Sistemas Distribuídos Professora: Ana Paula Couto DCC 064 Nomes, Identificadores, Endereços Nomeação Simples Capítulo 5 Agenda Nomes, Identificadores e Endereços Definição Nomeação Simples Soluções Simples

Leia mais

Sistemas Distribuídos: Conceitos e Projeto Arquiteturas Ponto a Ponto

Sistemas Distribuídos: Conceitos e Projeto Arquiteturas Ponto a Ponto Sistemas Distribuídos: Conceitos e Projeto Arquiteturas Ponto a Ponto Francisco José da Silva e Silva Laboratório de Sistemas Distribuídos (LSD) Departamento de Informática / UFMA http://www.lsd.deinf.ufma.br

Leia mais

SISTEMAS DISTRIBUÍDOS Prof. Ricardo Rodrigues Barcelar http://www.ricardobarcelar.com.br

SISTEMAS DISTRIBUÍDOS Prof. Ricardo Rodrigues Barcelar http://www.ricardobarcelar.com.br - Aula 6 NOMEAÇÃO E COMUNICAÇÃO 1. INTRODUÇÃO A comunicação entre processos é o coração de um Sistema Distribuído. Isto definirá como se realizarão os processos de troca de informações em as diferentes

Leia mais

Sistemas Distribuídos. Nomeação. Nazareno Andrade. Universidade Federal de Campina Grande 02/2008

Sistemas Distribuídos. Nomeação. Nazareno Andrade. Universidade Federal de Campina Grande 02/2008 Sistemas Distribuídos Nomeação Nazareno Andrade Universidade Federal de Campina Grande 02/2008 Fundamentos Coordenando processos Construíndo sistemas Sistemas construídos 2 Fundamentos Coordenando processos

Leia mais

Resolução de nomes. Professor Leonardo Larback

Resolução de nomes. Professor Leonardo Larback Resolução de nomes Professor Leonardo Larback Resolução de nomes A comunicação entre os computadores e demais equipamentos em uma rede TCP/IP é feita através dos respectivos endereços IP. Entretanto, não

Leia mais

Redes de Computadores LFG TI

Redes de Computadores LFG TI Redes de Computadores LFG TI Prof. Bruno Guilhen Camada de Aplicação Fundamentos Fundamentos Trata os detalhes específicos de cada tipo de aplicação. Mensagens trocadas por cada tipo de aplicação definem

Leia mais

Sistemas Operacionais

Sistemas Operacionais Sistemas Operacionais Gerência de Arquivos Edson Moreno edson.moreno@pucrs.br http://www.inf.pucrs.br/~emoreno Sumário Conceituação de arquivos Implementação do sistemas de arquivo Introdução Sistema de

Leia mais

FUNDAÇÃO DE ESTUDOS SOCIAIS DO PARANÁ INSTITUTO DE CIÊNCIAS SOCIAIS DO PARANÁ CURSO DE BACHARELADO EM SISTEMAS DE INFORMAÇÃO DNS (DOMAIN NAME SYSTEM)

FUNDAÇÃO DE ESTUDOS SOCIAIS DO PARANÁ INSTITUTO DE CIÊNCIAS SOCIAIS DO PARANÁ CURSO DE BACHARELADO EM SISTEMAS DE INFORMAÇÃO DNS (DOMAIN NAME SYSTEM) FUNDAÇÃO DE ESTUDOS SOCIAIS DO PARANÁ INSTITUTO DE CIÊNCIAS SOCIAIS DO PARANÁ CURSO DE BACHARELADO EM SISTEMAS DE INFORMAÇÃO DNS (DOMAIN NAME SYSTEM) CURITIBA 2006 GUILHERME DE SOUZA JEAN THIAGO MASCHIO

Leia mais

Redes de Computadores. Funcionamento do Protocolo DNS. Consulta DNS. Consulta DNS. Introdução. Introdução DNS. DNS Domain Name System Módulo 9

Redes de Computadores. Funcionamento do Protocolo DNS. Consulta DNS. Consulta DNS. Introdução. Introdução DNS. DNS Domain Name System Módulo 9 Slide 1 Slide 2 Redes de Computadores Introdução DNS Domain Name System Módulo 9 EAGS SIN / CAP PD PROF. FILIPE ESTRELA filipe80@gmail.com Ninguém manda uma e-mail para fulano@190.245.123.50 e sim para

Leia mais

Sistemas Distribuídos Aula 9

Sistemas Distribuídos Aula 9 Sistemas Distribuídos Aula 9 Msc. Daniele Carvalho Oliveira Doutoranda em Ciência da Computação - UFU Mestre em Ciência da Computação UFU Bacharel em Ciência da Computação - UFJF Implementação de um espaço

Leia mais

1 http://www.google.com

1 http://www.google.com 1 Introdução A computação em grade se caracteriza pelo uso de recursos computacionais distribuídos em várias redes. Os diversos nós contribuem com capacidade de processamento, armazenamento de dados ou

Leia mais

Sistemas de Nomes Planos

Sistemas de Nomes Planos Sistemas de Nomes Planos November 2, 2009 Sumário Sistemas de Nomes Planos e DHTs Chord Sistemas de Nomes Planos Tipicamente, sistemas de nomes à escala da Internet usam nomes estruturados hierarquicamente.

Leia mais

Roteiro. Sistemas Distribuídos. Sistemas de Arquivos Distribuídos. Sistema de arquivos distribuídos

Roteiro. Sistemas Distribuídos. Sistemas de Arquivos Distribuídos. Sistema de arquivos distribuídos Sistemas Distribuídos Sistemas de Arquivos Distribuídos Roteiro Sistema de arquivos distribuídos Requisitos Arquivos e diretórios Compartilhamento Cache Replicação Estudo de caso: NFS e AFS Sistemas Distribuídos

Leia mais

Referência de registros de recursos

Referência de registros de recursos Referência de registros de recursos 6 de 6 pessoas classificaram isso como útil Referência de registros de recursos Um banco de dados DNS consiste em um ou mais arquivos de zona usados pelo servidor DNS.

Leia mais

Um cluster de servidores de email pode ser usado para servir os emails de uma empresa.

Um cluster de servidores de email pode ser usado para servir os emails de uma empresa. CLUSTERS Pode-se pegar uma certa quantidade de servidores e juntá-los para formar um cluster. O serviço então é distribuído entre esses servidores como se eles fossem uma máquina só. Um cluster de servidores

Leia mais

DNS - Domain Name System

DNS - Domain Name System DNS - Domain Name System Converte nome de máquinas para seu endereço IP. Faz o mapeamento de nome para endereço e de endereço para nome. É mais fácil lembramos dos nomes. Internamente, softwares trabalham

Leia mais

Sistema de Arquivos Distribuídos

Sistema de Arquivos Distribuídos Sistema de Arquivos Distribuídos Sistema de Arquivos Distribuídos A interface cliente para um sistema de arquivos é composta por um conjunto de primitivas e operações em arquivos (criar, apagar, ler, escrever)

Leia mais

Sistemas Distribuídos. Professora: Ana Paula Couto DCC 064

Sistemas Distribuídos. Professora: Ana Paula Couto DCC 064 Sistemas Distribuídos Professora: Ana Paula Couto DCC 064 Arquiteturas Capítulo 2 Agenda Estilos Arquitetônicos Arquiteturas de Sistemas Arquiteturas Centralizadas Arquiteturas Descentralizadas Arquiteturas

Leia mais

Faculdade Integrada do Ceará FIC Graduação em Redes de Computadores

Faculdade Integrada do Ceará FIC Graduação em Redes de Computadores Faculdade Integrada do Ceará FIC Graduação em Redes de Computadores Disciplina - Sistemas Distribuídos Prof. Andrey Halysson Lima Barbosa Aula 8 Sistema de Arquivos Distribuído Sumário Problemas Solução

Leia mais

Redes. Pablo Rodriguez de Almeida Gross

Redes. Pablo Rodriguez de Almeida Gross Redes Pablo Rodriguez de Almeida Gross Conceitos A seguir serão vistos conceitos básicos relacionados a redes de computadores. O que é uma rede? Uma rede é um conjunto de computadores interligados permitindo

Leia mais

Pg. Autoria. Versão atual V10, nov 2008 C. Geyer. Sistemas de Arquivos Distribuídos: DFS. Projeto de. Sistemas de Arquivos Distribuídos (DFS) Súmula

Pg. Autoria. Versão atual V10, nov 2008 C. Geyer. Sistemas de Arquivos Distribuídos: DFS. Projeto de. Sistemas de Arquivos Distribuídos (DFS) Súmula Autoria 1 versão Alunos de disciplina do PPGC Sistemas de Arquivos Distribuídos: DFS Versão atual V10, nov 2008 C. Geyer Sistemas Distribuidos Sistema de Arquivos Distribuídos 1 Sistemas Distribuidos Sistema

Leia mais

Unix: Sistema de Arquivos. Geraldo Braz Junior

Unix: Sistema de Arquivos. Geraldo Braz Junior Unix: Sistema de Arquivos Geraldo Braz Junior 2 Arquivos Um arquivo é visto pelo SO apenas como uma seqüência de bytes: nenhuma distinção é feita entre arquivos ASCII, binários, etc.; Muitos programas

Leia mais

Redes de Computadores. Ricardo José Cabeça de Souza www.ricardojcsouza.com.br ricardo.souza@ifpa.edu.br

Redes de Computadores. Ricardo José Cabeça de Souza www.ricardojcsouza.com.br ricardo.souza@ifpa.edu.br Redes de Computadores Ricardo José Cabeça de Souza www.ricardojcsouza.com.br www.ricardojcsouza.com.br CAMADA DE APLICAÇÃO Desempenha funções específicas de utilização dos sistemas Identificação de parceiros

Leia mais

Sistema de Arquivos. Ciclo 5 AT1. Prof. Hermes Senger / Hélio Crestana Guardia

Sistema de Arquivos. Ciclo 5 AT1. Prof. Hermes Senger / Hélio Crestana Guardia Sistema de Arquivos Ciclo 5 AT1 Prof. Hermes Senger / Hélio Crestana Guardia Referência: Deitel Cap. 13 Nota O presente material foi elaborado com base no material didático do livro Sistemas Operacionais,

Leia mais

Cap. 02 Arquiteturas de Sist. Distribuídos

Cap. 02 Arquiteturas de Sist. Distribuídos Cap. 02 Arquiteturas de Sist. Distribuídos 2.1 Estilos Arquiteturais 2.2 Arquiteturas de Sistemas Distribuídos 2.2.1 Arquiteturas Centralizadas 2.2.2 Arquiteturas Descentralizadas 2.2.3 Arquiteturas Híbridas

Leia mais

SISTEMA DE ARQUIVOS DISTRIBUÍDOS

SISTEMA DE ARQUIVOS DISTRIBUÍDOS SISTEMA DE ARQUIVOS DISTRIBUÍDOS Sistemas Distribuídos 331 Arquivo: objeto que existe após criação, é imune a falhas temporárias e é persistente até que seja destruído Propósito de arquivos: armazenamento

Leia mais

HYPERTEXT TRANSFER PROTOCOL

HYPERTEXT TRANSFER PROTOCOL REDES DE COMPUTADORES Prof. Esp. Fabiano Taguchi http://fabianotaguchi.wordpress.com fabianotaguchi@gmail.com HYPERTEXT TRANSFER PROTOCOL 1 HTTP Uma página WWW é composta de objetos e endereçado por uma

Leia mais

Redes de Computadores

Redes de Computadores Redes de Computadores Redes de Computadores Redes de Computadores 2 1 Máquinas e processos podem ser identificados por endereços (hierárquicos ou não) conforme visto, como IP, IP+NroPorta, No uso por usuários

Leia mais

Funções de um SO. Gerência de processos Gerência de memória Gerência de Arquivos Gerência de I/O Sistema de Proteção

Funções de um SO. Gerência de processos Gerência de memória Gerência de Arquivos Gerência de I/O Sistema de Proteção Sistemas de Arquivos Funções de um SO Gerência de processos Gerência de memória Gerência de Arquivos Gerência de I/O Sistema de Proteção 2 Sistemas Operacionais Necessidade de Armazenamento Grandes quantidades

Leia mais

Configurando DNS Server. Prof. Armando Martins de Souza E-mail: armandomartins.souza@gmail.com

Configurando DNS Server. Prof. Armando Martins de Souza E-mail: armandomartins.souza@gmail.com Configurando DNS Server. Prof. Armando Martins de Souza E-mail: armandomartins.souza@gmail.com Entendendo o DNS É o serviço responsável por: Traduzir nomes em endereços IP (e vice-versa), de um determinado

Leia mais

INTERNET = ARQUITETURA TCP/IP

INTERNET = ARQUITETURA TCP/IP Arquitetura TCP/IP Arquitetura TCP/IP INTERNET = ARQUITETURA TCP/IP gatewa y internet internet REDE REDE REDE REDE Arquitetura TCP/IP (Resumo) É útil conhecer os dois modelos de rede TCP/IP e OSI. Cada

Leia mais

Arquitectura de Redes

Arquitectura de Redes Arquitectura de Redes Domain Name System DNS 1 Objectivo / Motivação 2 'What's the use of their having names the Gnat said, 'if they won't answer to them?' Alice no País das Maravilhas Resolução de nomes

Leia mais

Sistemas Distribuídos. Introdução. Edeyson Andrade Gomes. www.edeyson.com.br

Sistemas Distribuídos. Introdução. Edeyson Andrade Gomes. www.edeyson.com.br Sistemas Distribuídos Introdução Edeyson Andrade Gomes www.edeyson.com.br Agenda Definição de Sistemas Distribuídos Evolução Histórica Exemplos Comparação com Sistemas Centralizados Conclusão 2 Definição

Leia mais

Redes de Computadores II

Redes de Computadores II Redes de Computadores II INTERNET Protocolos de Aplicação Intranet Prof: Ricardo Luís R. Peres As aplicações na arquitetura Internet, são implementadas de forma independente, ou seja, não existe um padrão

Leia mais

Chord. Tecnologias de Middleware. Fernando Martins - fmp.martins@gmail.com

Chord. Tecnologias de Middleware. Fernando Martins - fmp.martins@gmail.com Chord Tecnologias de Middleware 2006/2007 Fernando Martins - fmp.martins@gmail.com Tópicos Objectivo Motivação Peer-To-Peer Chord Descrição Geral Características Distintivas Comparação DNS Modelo do Sistema

Leia mais

Sistemas de Nomes Hierarquicos: DNS

Sistemas de Nomes Hierarquicos: DNS Sistemas de Nomes Hierarquicos: DNS April 19, 2010 Sumário O Problema DNS: Um Serviço de Nomes Hierárquico Resource Records Resolução de Nomes Aspectos de Implementaçao Leitura Adicional Nomes DNS e Endereços

Leia mais

Um sistema é constituído de um conjunto de processos que executam seus respectivos códigos do sistema operacional e processos e códigos de usuários.

Um sistema é constituído de um conjunto de processos que executam seus respectivos códigos do sistema operacional e processos e códigos de usuários. Os sistemas computacionais atuais permitem que diversos programas sejam carregados na memória e executados simultaneamente. Essa evolução tornou necessário um controle maior na divisão de tarefas entre

Leia mais

Camada de Aplicação, sistemas de nomes de domínio, correio eletrônico e world wide web

Camada de Aplicação, sistemas de nomes de domínio, correio eletrônico e world wide web Camada de Aplicação, sistemas de nomes de domínio, correio eletrônico e world wide web Apresentação dos protocolos da camada de aplicação do modelo OSI. DNS É mais fácil de lembrar de um nome de host do

Leia mais

Segurança da Informação

Segurança da Informação Segurança da Informação Banco de Dados LDAP Rodrigo Rubira Branco - rodrigo@firewalls.com.br O que é Serviço de Diretorio? Banco de dados especializado em armazenar informações sobre objetos Caracteristicas

Leia mais

TCP/IP TCP UDP IP HTTP HTTPS FTP TFTP TELNET POP3 IMAP SMTP SNMP DHCP

TCP/IP TCP UDP IP HTTP HTTPS FTP TFTP TELNET POP3 IMAP SMTP SNMP DHCP TCP/IP TCP UDP IP HTTP HTTPS FTP TFTP TELNET POP3 IMAP SMTP SNMP DHCP HTTP (Hypertext Transfer Protocol ) Protocolo usado na Internet para transferir as páginas da WWW (WEB). HTTPS (HyperText Transfer

Leia mais

Sistemas Distribuídos. Introdução. Edeyson Andrade Gomes. www.edeyson.com.br

Sistemas Distribuídos. Introdução. Edeyson Andrade Gomes. www.edeyson.com.br Sistemas Distribuídos Introdução Edeyson Andrade Gomes www.edeyson.com.br SUMÁRIO Definições Características Desafios Vantagens Desvantagens 2 Definições DEFINIÇÕES Um sistema distribuído é uma coleção

Leia mais

Rede de Computadores

Rede de Computadores Escola de Ciências e Tecnologia UFRN Rede de Computadores Prof. Aquiles Burlamaqui Nélio Cacho Luiz Eduardo Eduardo Aranha ECT1103 INFORMÁTICA FUNDAMENTAL Manter o telefone celular sempre desligado/silencioso

Leia mais

SISTEMAS OPERACIONAIS LIVRES SERVICOS DE REDE LOCAL. Professor Carlos Muniz

SISTEMAS OPERACIONAIS LIVRES SERVICOS DE REDE LOCAL. Professor Carlos Muniz SISTEMAS OPERACIONAIS LIVRES SERVICOS DE REDE LOCAL Na internet, cada computador conectado à rede tem um endereço IP. Todos os endereços IPv4 possuem 32 bits. Os endereços IP são atribuídos à interface

Leia mais

DNS - Domain Name System

DNS - Domain Name System 1 of 8 28-07-2011 9:21 DNS - Domain Name System Introdução Componentes dum sistema DNS Zonas e Domínios Resolução DNS Vs. WINS Ferramentas Introdução Na Internet, para que as máquinas possam comunicar

Leia mais

Cap 03 - Camada de Aplicação Internet (Kurose)

Cap 03 - Camada de Aplicação Internet (Kurose) Cap 03 - Camada de Aplicação Internet (Kurose) 1. Qual a diferença entre um Programa de computador e um Processo dentro do computador? R. Processo é um programa que está sendo executado em uma máquina/host,

Leia mais

Redes de Computadores

Redes de Computadores Introdução Inst tituto de Info ormátic ca - UF FRGS Redes de Computadores Domain Name System (DNS) Aula 25 Máquinas na Internet são identificadas por endereços IP Nomes simbólicos são atribuídos a máquinas

Leia mais

Módulo 9 Conjunto de Protocolos TCP/IP e endereçamento IP

Módulo 9 Conjunto de Protocolos TCP/IP e endereçamento IP CCNA 1 Conceitos Básicos de Redes Módulo 9 Conjunto de Protocolos TCP/IP e endereçamento IP Introdução ao TCP/IP 2 Modelo TCP/IP O Departamento de Defesa dos Estados Unidos (DoD) desenvolveu o modelo de

Leia mais

Capítulo 8 - Aplicações em Redes

Capítulo 8 - Aplicações em Redes Capítulo 8 - Aplicações em Redes Prof. Othon Marcelo Nunes Batista Mestre em Informática 1 de 31 Roteiro Sistemas Operacionais em Rede Modelo Cliente-Servidor Modelo P2P (Peer-To-Peer) Aplicações e Protocolos

Leia mais

Prof. Luiz Fernando Bittencourt MC714. Sistemas Distribuídos 2 semestre, 2013

Prof. Luiz Fernando Bittencourt MC714. Sistemas Distribuídos 2 semestre, 2013 MC714 Sistemas Distribuídos 2 semestre, 2013 Virtualização - motivação Consolidação de servidores. Consolidação de aplicações. Sandboxing. Múltiplos ambientes de execução. Hardware virtual. Executar múltiplos

Leia mais

Nomes em Sistemas Distribuídos

Nomes em Sistemas Distribuídos Nomes em Sistemas Distribuídos Prof. Raul Ceretta Nunes Curso de Ciência da Computação ELC1018 - Sistemas Distribuídos 1 Tipos de transparências de acesso - esconde diferenças na representação de dados

Leia mais

Processos (Threads,Virtualização e Migração de Código)

Processos (Threads,Virtualização e Migração de Código) Processos (Threads,Virtualização e Migração de Código) Roteiro Processos Threads Virtualização Migração de Código O que é um processo?! Processos são programas em execução. Processo Processo Processo tem

Leia mais

DNS: Domain Name System

DNS: Domain Name System DNS: Domain Name System O objetivo desta unidade é apresentar o funcionamento de dois importantes serviços de rede: o DNS e o DHCP. O DNS (Domain Name System) é o serviço de nomes usado na Internet. Esse

Leia mais

NOMEAÇÃO SISTEMAS DISTRIBUÍDOS: MSC. DANIELE C. OLIVEIRA 2

NOMEAÇÃO SISTEMAS DISTRIBUÍDOS: MSC. DANIELE C. OLIVEIRA 2 NOMEAÇÃO SISTEMAS DISTRIBUÍDOS: MSC. DANIELE C. OLIVEIRA 2 IMPLEMENTAÇÃO DE UM ESPAÇO DE NOMES Serviço que permite que usuários e processos adicionem, removam e consultem nomes Serviço de nomeação é implementado

Leia mais

SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL. Curso Técnico em Informática

SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL. Curso Técnico em Informática SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL Curso Técnico em Informática Estrutura de Endereçamento IP e Mascara de Subrede Endereçamento IP e Classes Autoridade para Atribuição de Números da Internet http://www.iana.org/

Leia mais

Sistemas Distribuídos. Professora: Ana Paula Couto DCC 064

Sistemas Distribuídos. Professora: Ana Paula Couto DCC 064 Sistemas Distribuídos Professora: Ana Paula Couto DCC 064 Sistemas Distribuídos Basedos na Web Capítulo 12 Agenda Arquitetura Processos Comunicação Nomeação Sincronização Consistência e Replicação Introdução

Leia mais

Redes de Computadores (PPGI/UFRJ)

Redes de Computadores (PPGI/UFRJ) Redes de Computadores (PPGI/UFRJ) Aula 1: Apresentação do curso e revisão de interface de sockets 03 de março de 2010 1 2 O que é a Internet 3 4 Objetivos e página do curso Objetivos Apresentar a motivação,

Leia mais

Curso de extensão em Administração de serviços GNU/Linux

Curso de extensão em Administração de serviços GNU/Linux Curso de extensão em Administração de serviços GNU/Linux Italo Valcy - italo@dcc.ufba.br Gestores da Rede Acadêmica de Computação Departamento de Ciência da Computação Universidade Federal da Bahia Administração

Leia mais

ALGUNS CONCEITOS. Rede de Computadores

ALGUNS CONCEITOS. Rede de Computadores ALGUNS CONCEITOS Rede de Computadores Prof. Airton Ribeiro de Sousa E-mail: airton.ribeiros@gmail.com 1 OBJETIVO 1. Compartilhar recursos computacionais disponíveis sem considerar a localização física

Leia mais

Sistemas Distribuídos e Paralelos

Sistemas Distribuídos e Paralelos Sistemas Distribuídos e Paralelos Serviços de Nomes Ricardo Mendão Silva Universidade Autónoma de Lisboa r.m.silva@ieee.org January 7, 2015 Ricardo Mendão Silva (UAL) Sistemas Distribuídos e Paralelos

Leia mais

9.5.2. Preparando um esquema de endereçamento de sua rede

9.5.2. Preparando um esquema de endereçamento de sua rede Guia Internet de Conectividade - Cyclades - Endereçamento IP - página 1 9.5. Identificação dos Hosts em uma rede Todo sistema ou host que você quiser conectar em sua rede deve ter uma única identificação

Leia mais

Metas de um Sistema Distribuído

Metas de um Sistema Distribuído Metas de um Sistema Distribuído Sistemas Distribuídos Mauro Lopes Carvalho Silva Professor EBTT DAI Departamento de Informática Campus Monte Castelo Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do

Leia mais

Trabalho de Sistemas Distribuídos

Trabalho de Sistemas Distribuídos Cássio de Olivera Ferraz Trabalho de Sistemas Distribuídos Petrópolis 2015, v-1.0 Cássio de Olivera Ferraz Trabalho de Sistemas Distribuídos Trabalho sobre sistemas distribuídos e suas tecnologias. Universidade

Leia mais

GESTÃO DE SISTEMAS E REDES DOMAIN NAME SYSTEM

GESTÃO DE SISTEMAS E REDES DOMAIN NAME SYSTEM GESTÃO DE SISTEMAS E REDES DOMAIN NAME SYSTEM OUTLINE DOMAIN NAME SYSTEM NOMES DE DOMINIO CONSULTAS DNS SERVIDORES DE NOMES NAVEGAÇÃO E CONSULTA REGISTO DE RECURSOS O DNS é um serviço de nomes, normalizado

Leia mais

1 TCI/IP... 3 1.1 MODELO TCP/IP... 3 1.1.1 Camada de Aplicação... 4

1 TCI/IP... 3 1.1 MODELO TCP/IP... 3 1.1.1 Camada de Aplicação... 4 TCP/IP Brito INDICE 1 TCI/IP... 3 1.1 MODELO TCP/IP... 3 1.1.1 Camada de Aplicação... 4 1.1.1.1 Camada de Transporte... 4 1.1.1.2 TCP (Transmission Control Protocol)... 4 1.1.1.3 UDP (User Datagram Protocol)...

Leia mais

Interconexão redes locais (LANs)

Interconexão redes locais (LANs) Interconexão redes locais (LANs) Descrever o método de funcionamento dos dispositivos bridge e switch, desenvolver os conceitos básicos de LANs intermediárias, do uso do protocolo STP e VLANs. Com o método

Leia mais

Sistemas de Arquivos Distribuídos: DFS. Projeto

Sistemas de Arquivos Distribuídos: DFS. Projeto Curso de Sistemas Distribuídos Sistemas de Arquivos Distribuídos: DFS Projeto Sistemas Distribuidos Sistema de Arquivos Distribuídos 1 Autoria Autoria 1a versão Alunos de disciplina do PPGC Revisões C.

Leia mais

Sistemas Operacionais Carlos Eduardo Portela Serra de Castro

Sistemas Operacionais Carlos Eduardo Portela Serra de Castro Introdução Sistemas Operacionais 1 Sistema Operacional: Um conjunto de programas, executado pelo computador como os outros programas. Função: Controlar o funcionamento do computador, disponibilizando seus

Leia mais

Sistemas de Arquivos. Gerenciamento de Espaço em Disco

Sistemas de Arquivos. Gerenciamento de Espaço em Disco Sistemas de Arquivos Diretórios Gerenciamento de Espaço em Disco Implementação de Diretórios (1) Contém informações que permitem acessar os arquivos As entradas do diretório fornecem informações para encontrar

Leia mais

Universidade Federal de Minas Gerais. Sistemas Operacionais. Aula 23. Sistemas Operacionais Distribuídos

Universidade Federal de Minas Gerais. Sistemas Operacionais. Aula 23. Sistemas Operacionais Distribuídos Aula 23 Distribuídos SOs de Rede Em sistemas operacionais de rede você sabe quando é local e quando é remoto. Assim, o trabalho não muda, com exceção de comandos para acesso remoto: - telnet - ftp - etc.

Leia mais

Hardware (Nível 0) Organização. Interface de Máquina (IM) Interface Interna de Microprogramação (IIMP)

Hardware (Nível 0) Organização. Interface de Máquina (IM) Interface Interna de Microprogramação (IIMP) Hardware (Nível 0) Organização O AS/400 isola os usuários das características do hardware através de uma arquitetura de camadas. Vários modelos da família AS/400 de computadores de médio porte estão disponíveis,

Leia mais

Rede d s d e d Com o pu p t u ado d r o es Conceitos Básicos M d o e d los o de d Re R de d s:

Rede d s d e d Com o pu p t u ado d r o es Conceitos Básicos M d o e d los o de d Re R de d s: Tecnologia em Redes de Computadores Redes de Computadores Professor: André Sobral e-mail: alsobral@gmail.com Conceitos Básicos Modelos de Redes: O O conceito de camada é utilizado para descrever como ocorre

Leia mais

Senha Admin. Nessa tela, você poderá trocar a senha do administrador para obter acesso ao NSControl. Inicialização

Senha Admin. Nessa tela, você poderá trocar a senha do administrador para obter acesso ao NSControl. Inicialização Manual do Nscontrol Principal Senha Admin Nessa tela, você poderá trocar a senha do administrador para obter acesso ao NSControl. Inicialização Aqui, você poderá selecionar quais programas você quer que

Leia mais

SERVIÇO DE NOMES. Sistemas Distribuídos. Vinícius Pádua

SERVIÇO DE NOMES. Sistemas Distribuídos. Vinícius Pádua SERVIÇO DE NOMES Sistemas Distribuídos Serviço de Nomes Nomes facilitam a comunicação e compartilhamento de recursos Nomes são vinculados a objetos Nomes devem ser resolvidos antes de de invocar os objetos

Leia mais

Orientador de Curso: Rodrigo Caetano Filgueira

Orientador de Curso: Rodrigo Caetano Filgueira Orientador de Curso: Rodrigo Caetano Filgueira Serviço DNS DNS significa Domain Name System (sistema de nomes de domínio). O DNS converte os nomes de máquinas para endereços IPs que todas as máquinas da

Leia mais

Introdução ao Active Directory AD

Introdução ao Active Directory AD Introdução ao Active Directory AD Curso Técnico em Redes de Computadores SENAC - DF Professor Airton Ribeiro O Active Directory, ou simplesmente AD como é usualmente conhecido, é um serviço de diretórios

Leia mais

Sistemas Distribuídos Capítulos 3 e 4 - Aula 4

Sistemas Distribuídos Capítulos 3 e 4 - Aula 4 Sistemas Distribuídos Capítulos 3 e 4 - Aula 4 Aula passada Threads Threads em SDs Processos Clientes Processos Servidores Aula de hoje Clusters de Servidores Migração de Código Comunicação (Cap. 4) Fundamentos

Leia mais

Teleprocessamento e Redes

Teleprocessamento e Redes Teleprocessamento e Redes Aula 21: 06 de julho de 2010 1 2 3 (RFC 959) Sumário Aplicação de transferência de arquivos de/para um host remoto O usuário deve prover login/senha O usa duas conexões TCP em

Leia mais

Distributed Systems Principles and Paradigms

Distributed Systems Principles and Paradigms Distributed Systems Principles and Paradigms Maarten van Steen VU Amsterdam, Dept. Computer Science (Tradução e Adaptação Ricardo Anido - IC/Unicamp) Capítulo 04: Comunicação Versão: 20 de março de 2014

Leia mais

Arquitetura Internet (TCP/IP)

Arquitetura Internet (TCP/IP) Instituto Federal do Pará - IFPA Ricardo José Cabeça de Souza ricardo.souza@ifpa.edu.br 2010 Redes Básicas S-10 Arquitetura Internet (TCP/IP) MÁSCARA DA SUB-REDE Indica como separar o NetId do HostId,

Leia mais

Professor: Macêdo Firmino Disciplina: Sistemas Operacionais de Rede

Professor: Macêdo Firmino Disciplina: Sistemas Operacionais de Rede Professor: Macêdo Firmino Disciplina: Sistemas Operacionais de Rede O sistema de nome de domínio (DNS) é um sistema que nomeia computadores e serviços de rede e é organizado em uma hierarquia de domínios.

Leia mais

Ciência de Computadores Sistemas Distribuídos e Móveis

Ciência de Computadores Sistemas Distribuídos e Móveis Ciência de Computadores Sistemas Distribuídos e Móveis Lista de Exercícios Data: 4 de Novembro de 2013 Questões sobre o capítulo 1, Tanenbaum & van Steen: Fundamentos 1) Explique o significado de transparência,

Leia mais

the slides) Sobre a apresentação (About( Capítulo 11: Implementação de Sistemas de Arquivos Sistemas de Arquivos Objetivos

the slides) Sobre a apresentação (About( Capítulo 11: Implementação de Sistemas de Arquivos Sistemas de Arquivos Objetivos Sobre a apresentação (About( the slides) Capítulo 11: Implementação de Sistemas de Arquivos Os slides e figuras dessa apresentação foram criados por Silberschatz, Galvin e Gagne em 2005. Esse apresentação

Leia mais

Modelo de referência OSI. Modelo TCP/IP e Internet de cinco camadas

Modelo de referência OSI. Modelo TCP/IP e Internet de cinco camadas Modelo de referência OSI. Modelo TCP/IP e Internet de cinco camadas Conhecer os modelo OSI, e TCP/IP de cinco camadas. É importante ter um padrão para a interoperabilidade entre os sistemas para não ficarmos

Leia mais

Redes de Computadores e a Internet

Redes de Computadores e a Internet Redes de Computadores e a Internet Magnos Martinello Universidade Federal do Espírito Santo - UFES Departamento de Informática - DI Laboratório de Pesquisas em Redes Multimidia - LPRM 2010 Camada de Aplicação

Leia mais

FTIN Formação Técnica em Informática Módulo Sistema Proprietário Windows AULA 04. Prof. André Lucio

FTIN Formação Técnica em Informática Módulo Sistema Proprietário Windows AULA 04. Prof. André Lucio FTIN Formação Técnica em Informática Módulo Sistema Proprietário Windows AULA 04 Prof. André Lucio Competências da aula 3 Servidor de DHCP. Servidor de Arquivos. Servidor de Impressão. Aula 04 CONCEITOS

Leia mais

INTERNET CONCEITOS. Internet é a "grande rede mundial de computadores"

INTERNET CONCEITOS. Internet é a grande rede mundial de computadores INTERNET CONCEITOS O que é Internet Estamos acostumados a ouvir que Internet é a "grande rede mundial de computadores" Entretanto, essa definição não é muito simplista. Na realidade, Ela é uma coleção

Leia mais

Professor(es): Fernando Pirkel. Descrição da(s) atividade(s):

Professor(es): Fernando Pirkel. Descrição da(s) atividade(s): Professor(es): Fernando Pirkel Descrição da(s) atividade(s): Definir as tecnologias de redes necessárias e adequadas para conexão e compartilhamento dos dados que fazem parte da automatização dos procedimentos

Leia mais

Um pouco sobre Pacotes e sobre os protocolos de Transporte

Um pouco sobre Pacotes e sobre os protocolos de Transporte Um pouco sobre Pacotes e sobre os protocolos de Transporte O TCP/IP, na verdade, é formado por um grande conjunto de diferentes protocolos e serviços de rede. O nome TCP/IP deriva dos dois protocolos mais

Leia mais

Conteúdo. Endereçamento IP Sub-redes VLSM Variable Length Subnetwork Mask CIDR Classless Inter-Domain Routing

Conteúdo. Endereçamento IP Sub-redes VLSM Variable Length Subnetwork Mask CIDR Classless Inter-Domain Routing EndereçamentoIP Conteúdo Endereçamento IP Sub-redes VLSM Variable Length Subnetwork Mask CIDR Classless Inter-Domain Routing Endereçamento IP Serviço de Comunicação Universal Um sistema de comunicação

Leia mais

2 Trabalhos Relacionados

2 Trabalhos Relacionados 2 Trabalhos Relacionados Nesse capítulo, apresentamos os trabalhos relacionados ao GridFS, entrando em mais detalhes sobre os sistemas citados durante a introdução e realizando algumas considerações sobre

Leia mais

O que são DNS, SMTP e SNM

O que são DNS, SMTP e SNM O que são DNS, SMTP e SNM O DNS (Domain Name System) e um esquema de gerenciamento de nomes, hierárquico e distribuído. O DNS define a sintaxe dos nomes usados na Internet, regras para delegação de autoridade

Leia mais

REDES DE COMPUTADORES

REDES DE COMPUTADORES REDES DE COMPUTADORES 09/2013 Cap.3 Protocolo TCP e a Camada de Transporte 2 Esclarecimentos Esse material é de apoio para as aulas da disciplina e não substitui a leitura da bibliografia básica. Os professores

Leia mais

Sistemas Operacionais Aula 14: Sistema de Arquivos. Ezequiel R. Zorzal ezorzal@unifesp.br www.realidadeaumentada.com.br

Sistemas Operacionais Aula 14: Sistema de Arquivos. Ezequiel R. Zorzal ezorzal@unifesp.br www.realidadeaumentada.com.br Sistemas Operacionais Aula 14: Sistema de Arquivos Ezequiel R. Zorzal ezorzal@unifesp.br www.realidadeaumentada.com.br Introdução O sistema de arquivos é a parte mais vísivel do sistema operacional Cria

Leia mais

Sistema de Arquivos. Ambientes Operacionais. Prof. Simão Sirineo Toscani stoscani@inf.pucrs.br www.inf.pucrs.br/~stoscani

Sistema de Arquivos. Ambientes Operacionais. Prof. Simão Sirineo Toscani stoscani@inf.pucrs.br www.inf.pucrs.br/~stoscani Sistema de Arquivos Ambientes Operacionais Prof. Simão Sirineo Toscani stoscani@inf.pucrs.br www.inf.pucrs.br/~stoscani Gerência de Arquivos É um dos serviços mais visíveis do SO. Arquivos são normalmente

Leia mais

Transparência de Localização. Sistemas de Arquivos Distribuídos. Sistemas de Arquivos Distribuídos. Serviço de Arquivos X Servidor de Arquivos

Transparência de Localização. Sistemas de Arquivos Distribuídos. Sistemas de Arquivos Distribuídos. Serviço de Arquivos X Servidor de Arquivos Sistemas de Arquivos Distribuídos nnetwork File System - NFS (Sun) nandrew File System - AFS (IBM) Serviço de Arquivos X Servidor de Arquivos nserviço de Arquivos o que o sistema de arquivos oferece para

Leia mais

Introdução. Definição de um Sistema Distribuído (1) Definição de um Sistema Distribuído(2) Metas de Sistemas Distribuídos (2)

Introdução. Definição de um Sistema Distribuído (1) Definição de um Sistema Distribuído(2) Metas de Sistemas Distribuídos (2) Definição de um Sistema Distribuído (1) Introdução Um sistema distribuído é: Uma coleção de computadores independentes que aparecem para o usuário como um único sistema coerente. Definição de um Sistema

Leia mais

Sistemas Distribuídos e Paralelos

Sistemas Distribuídos e Paralelos Sistemas Distribuídos e Paralelos Tolerância a Falhas Ricardo Mendão Silva Universidade Autónoma de Lisboa r.m.silva@ieee.org January 14, 2015 Ricardo Mendão Silva (UAL) Sistemas Distribuídos e Paralelos

Leia mais

Aula 4. Pilha de Protocolos TCP/IP:

Aula 4. Pilha de Protocolos TCP/IP: Aula 4 Pilha de Protocolos TCP/IP: Comutação: por circuito / por pacotes Pilha de Protocolos TCP/IP; Endereçamento lógico; Encapsulamento; Camada Internet; Roteamento; Protocolo IP; Classes de endereços

Leia mais

AGENTE PROFISSIONAL - ANALISTA DE REDES

AGENTE PROFISSIONAL - ANALISTA DE REDES Página 1 CONHECIMENTO ESPECÍFICO 01. Suponha um usuário acessando a Internet por meio de um enlace de 256K bps. O tempo mínimo necessário para transferir um arquivo de 1M byte é da ordem de A) 4 segundos.

Leia mais