Organização e Controle ABIC. Operação. Programa da Qualidade do Café ABIC Passo a Passo PARTES ENVOLVIDAS

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Organização e Controle ABIC. Operação. Programa da Qualidade do Café ABIC Passo a Passo PARTES ENVOLVIDAS"

Transcrição

1 1. O que é? O Selo da Qualidade ABIC é uma evolução em relação ao Selo de Pureza, lançado há mais de 15 anos e está inserido dentro das diretrizes da ABIC de aumento do consumo interno de café no Brasil. 2. De onde veio? O Programa foi desenvolvido ao longo de 2003 e 2004 e foi lançado oficialmente em novembro/2004. Somente recebem o Selo as marcas que atendem a 3 condições básicas: produto com qualidade mínima aceitável, conforme segmentação do PQC; manutenção do padrão de sabor ao longo do tempo; condições mínimas do processo de fabricação de acordo com boas práticas de fabricação. PARTES ENVOLVIDAS ABIC Organização e Controle Empresa Gerenciadora Certificadora Operação Laboratório Coletora de Amostras 1

2 OBJETIVOS Demonstração da Qualidade para o Mercado Selo Rotulagem Divulgação Melhoria da qualidade e produtividade Norma Auditoria Dados de Benchmarking Garantia da qualidade do produto Garantia da Manutenção do Perfil de Sabor Garantia de Boas Práticas no Processo Dados de Benchmarking Melhoria da qualidade do produto e crescimento das empresas 2

3 3. O que é Qualidade Mínima Recomendável? Ao contrário do que muitos podem supor, o Selo da Qualidade não se aplica somente para Cafés de altíssima qualidade ou especiais. O Selo da Qualidade atesta tanto o sabor do nosso café do dia a dia, chamado de tradicional, assim como os cafés de mais alta qualidade, chamados de Superiores ou Gourmet. Assim, qualquer empresa que comercializa cafés no mercado interno pode obter o Selo. SELO DA QUALIDADE Padrão de qualidade recomendável pela norma: Símbolo da Qualidade ABIC Tradicional Símbolo da Qualidade ABIC Superior Qualidade Global mínima de 4,5; PVA abaixo de 20%; Pureza; Produto de acordo com a Ficha Técnica; Qualidade Global mínima de 6,0; PVA abaixo de 10%; Pureza; Produto de acordo com a Ficha Técnica; Qualidade Global mínima de 7,3; Sem defeitos (PVA zero); Pureza; Produto de acordo com a Ficha Técnica; Símbolo da Qualidade ABIC Gourmet 4. O Selo é Obrigatório? Não. O Selo é voluntário e você pode escolher quais marcas deseja certificar. 5. Desejo obter o Selo, o que devo fazer? O primeiro passo é conhecer a norma de referência e o regulamento técnico, que a ABIC disponibiliza em seu site. Em resumo, os passos são os seguintes: Definir o perfil de sabor das marcas que pretende certificar (preenchendo a Ficha Técnica do produto, onde você mesmo vai definir o Sabor, Aroma, Tipo de bebida, Tipo de Café, Moagem, 3

4 Corpo e Ponto de Torra de seu café). Caso tenha dificuldade em fazer isso, a ABIC fornecerá ajuda. Definir o tipo de Selo pretendido, em função da qualidade atual de suas marcas e posicionamente estratégico. Caso tenha dificuldade em fazer isso, a ABIC fornecerá ajuda. Entrar em contato com a ABIC ou a Gerenciadora do Programa (Instituto Totum) e preencher um Termo de Adesão. Ser (ou tornar-se) um Associado ABIC. Escolher uma Certificadora que fará a verificação das condições de boas práticas de seu processo de fabricação. Agendar com a Certificadora uma data para a verificação das condições do processo de fabricação. Caso o processo esteja de acordo com as condições mínimas previstas, o primeiro passo foi dado. Enviar amostras do(s) produto(s) a serem certificados. Em seguida, as amostras serão levadas para análise em Laboratórios Credenciados pela ABIC, para verificação da qualidade global, pureza (se necessário) e coerência com a ficha técnica. Caso o produto esteja de acordo com a Qualidade Mínima Aceitável para a categoria de Selo pretendido, e seu processo tenha sido aprovado na auditoria, você receberá o Símbolo da Qualidade ABIC e/ou Símbolo da Qualidade ABIC Superior e/ou Símbolo da Qualidade ABIC Gourmet (de acordo com a nota de qualidade global do produto). CONCESSÃO DO SELO DA QUALIDADE Auditoria nas Instalações da Empresa Avaliação da Amostra do Produto X Norma e Ficha Técnica Concessão do Selo da Qualidade ABIC 4

5 FLUXO DE ATIVIDADES Fase Empresa ABIC Certificadora Coletora Amostras Auditoria inicial da empresa Auditoria do produto e Concessão do Símbolo d Q lid d ABIC 1. Decide pela obtenção do Símbolo e informa ABIC por meio de termo de adesão e contata Certificadora diretamente ou por meio da Gerenciadora 5. Empresa marca data da auditoria com a certificiadora 11. Recebe Símbolo da Qualidade ABIC e/ou Símbolo da Qualidade ABIC Superior e/ou Símbolo da Qualidade ABIC Gourmet e o Símbolo da Rotulagem das Características do Café ABIC 2. Recebe termos de adesão, questionário preliminar preenchido e esclarece dúvidas. Envia para Gerenciadora 10. Realiza Comissão de Certificação e aprova concessão dos Símbolos 4. Fornece proposta de trabalho para as empresas designadas (via gerenciadora ou diretamente à empresa) 6. Realiza auditoria nas instalações da empresa, recolhe amostra ou instrui o envio destas à gerenciadora. Emite atestado de conformidade das instalações Laboratório ou Grupo de Avaliação 8. Realiza testes segundo norma de referência Gerenciadora 3. Recebe documentos da ABIC ou diretamente da empresa e encaminha para a certificadora. 7. Recebe Atestado de conformidade da Certificadora e envia amostras para Laboratórios Credenciados 9. Recebe dados do Laboratório, compara com Ficha Técnica, consolida com informações do relatório de auditoria da empresa e decide pela Certificação ou encaminha à Comissão de Certif. 6. E depois de obtido o Selo, vai ter alguma checagem? Sim, uma vez ao ano você receberá visita da Certificadora para verificar se seu processo pelo menos mantém as condições mínimas de boas práticas. Além disso, seu produto será coletado no mercado periodicamente e passará pelos mesmos testes da sua Certificação (qualidade global, pureza e coerência com ficha técnica). Caso tudo esteja de acordo, você poderá continuar usando o Símbolo da Qualidade na segmentação escolhida. Você poderá também, a qualquer momento, solicitar permissão de uso de outros símbolos, desde que a nota de qualidade global de sua marca seja compatível com o Símbolo solicitado. 5

6 MANUTENÇÃO DO SELO DA QUALIDADE Auditoria nas Instalações da Empresa uma vez ao ano (mínimo) Avaliação da Amostra do Produto no Mercado X Norma e Impressão Digital (conformidade com Ficha Técnica) duas vezes ao ano (mínimo) Manutenção do Selo da Qualidade ABIC FLUXO DE ATIVIDADES Fase Empresa ABIC Certificadora Coletora Amostras Manutenção 18. Realiza Comissão de Certificação e aprova manutenção dos Símbolos ou delibera sobre penalidades 16. Realiza auditorias periódicas nas instalações da empresa (1 vez ao ano) e, se de acordo, emite atestado de conformidade das instalações 13. Faz a coleta de amostras no mercado e informa gerenciadora. Laboratório ou Grupo de Avaliação 14. Realiza testes segundo norma de referência Gerenciadora 12. Instrui coletas de amostras de manutenção 15. Recebe informação sobre coletas e resultados dos testes. 17. Recebe dados da qualidade do produto e das auditorias nas instalações da empresa e decide pela manutenção ou aciona Comissão de Certificação 19. Disponibiliza dados de benchmarking às empresas 6

7 7. Ouvi falar que tenho que mudar meu rótulo. É verdade? O Programa da Qualidade do Café ABIC prevê o aumento do conhecimento do consumidor de café. Assim, você vai especificar na sua embalagem as características de sua marca Certificada (Tipo de Café, Bebida e Torração). As características que você vai especificar no seu rótulo deverão ser coerentes com a ficha técnica que você preencheu logo ao entrar no Programa. FICHA TÉCNICA Composição 100% Arábica 100% Conilon Predominante Arábica Predominante Conilon Bebida Rio Dura Mole Conillon Torração Clara Média Escura As características Aroma, Sabor, Corpo e Moagem também são avaliadas nas análises do PQC, porém, não são estampadas no Perfil de Sabor da embalagem. 8. O que será verificado no meu processo de fabricação? Serão verificadas as condições de controle e higiene do processo, incluindo, dentre outros aspectos, os seguintes: - existência de áreas de lixo isoladas e exclusivas - laudo de potabilidade da água utilizada no processo - banheiros e vestiários adequados - ausência de animais nas áreas internas - exame médico de todos os funcionários que atuam na produção - higiene pessoal - classificação dos cafés adquiridos (fechamento ou laudo corretor) - controle de qualidade na blendagem, torração e moagem - controle do processo de embalagem - não emprego de mão-de-obra infantil 7

8 A lista completa dos itens que serão verificados pela Certificadora consta no site da ABIC. 9. Como será verificado meu produto? Os pacotes de café serão enviados para Laboratórios Credenciados que irão executar os seguintes testes: Qualidade Global: vários provadores farão a análise sensorial do café e determinarão a qualidade global da bebida, que deverá ser: - QG >= 4,5 e < 6,0 para uso do Símbolo da Qualidade ABIC; - QG >= 6,0 e 7,3 para uso do Símbolo da Qualidade ABIC Superior; - QG >= 7,3 para uso do Símbolo da Qualidade ABIC Gourmet. Coerência com a Ficha Técnica: os provadores verificarão se as características reais do café estão de acordo com as características declaradas pelo fabricante, na ficha técnica; Caso não esteja, o fabricante poderá optar pela ficha técnica do laboratório ou solicitar uma contra-prova. Caso algo saia fora das especificações do Programa ou esteja incoerente com relação à Ficha Técnica, você será avisado para tomar as ações devidas. 10. Isso quer dizer que eu não posso mudar as características das marcas que possuem o Selo da Qualidade? Não. Você pode mudar as características, desde que notifique antecipadamente a Gerenciadora do Programa por meio do envio da Ficha Técnica revisada. O que o Programa não admite é a variação constante da qualidade do café em função, por exemplo, de variação do preço de matéria-prima, afetando a satisfação do consumidor. 11. E se minha marca não for aprovada, isso será divulgado? Não. Como o Selo é voluntário, todo o processo será conduzido de forma sigilosa. Nem a ABIC saberá o nome das marcas em processo de certificação, pois o Programa é conduzido por uma entidade independente, contratada pela ABIC. Caso a empresa e a marca sejam aprovadas, daí todos saberão o nome. Após a Certificação e Concessão do Selo, caso ocorra perda da qualidade do produto ou do processo, daí o Selo pode ser cassado e a informação se tornará pública. 8

9 12. Qual será o custo do Selo da Qualidade? Todo o custo fixo do Programa será bancado pela ABIC, na forma das contribuições mensais. O custo da auditoria nas instalações será pago diretamente pelas empresas à entidade Certificadora escolhida. Este custo está orçado entre R$ 1.000,00 e R$ 1.600,00 por ano, mais as despesas de deslocamento e estadia dos auditores. 13. O Programa oferece algo mais? Sim, todos os dados de análise dos produtos e auditoria nas instalações de todas as empresas serão colocados numa base de dados. Esta base de dados será codificada (de forma a garantir sigilo e dados de concorrência), consolidada e disponibilizada a todos os participantes do Programa. Você saberá sua nota média e a nota de todos os outros participantes do Programa, sem saber qual nota é de qual empresa. GANHOS PARA A EMPRESA Avaliação objetiva da qualidade do produto Posição relativa da empresa em relação à média do setor (participantes do Programa da Qualidade) na qualidade do produto, mantida a confidencialidade. Análise crítica das instalações e procedimentos da empresa por auditor experiente e lista de itens a serem melhorados. Posição relativa da empresa em relação à média do setor (participantes do Programa da Qualidade) nas boas práticas de fabricação, mantida a confidencialidade. 14. O que devo fazer para me preparar para a auditoria da certificadora? A certificadora fará uma auditoria nas suas instalações mediante uma lista de verificação que é pública, sem segredos. Esta lista pode ser obtida no site da ABIC ou junto à Certificadora de sua escolha, dentre as credenciadas para o programa (listagem disponível no site da ABIC). Entretanto, é importante que sua empresa se prepare para receber o auditor, colocando a casa em ordem Áreas Externas e Infra-estrutura da Planta Industrial Devem existir áreas de guarda de lixo externas apropriadas, isoladas e exclusivas. Seu sistema de abastecimento e distribuição interno de água deve ser protegido contra contaminação e você deve ter um laudo que ateste que a água que você usa é potável. Vale lembrar que este laudo é obrigatório, mesmo que a empresa utilize água do serviço público de fornecimento de água. 9

10 A amostra de água para análise deve ser escolhida no ponto de uso (por exemplo, entrada do torrador e portanto, após o sistema de armazenamento ) e não na entra de água das instalações (antes da entrada na caixa d agua) Vestiários e banheiros Não devem ser guardados alimentos e bebidas nos armários nem permitida a presença de animais. Os vestiários, sanitários e banheiros devem ser bem iluminados, ventilados e limpos, sem comunicação direta com as áreas onde os produtos são manipulados, e com portas de sistema de fechamento automático (no caso de localização interna à área de manipulação). Os lavabos devem ser equipados com sabonete líquido ou detergente e devem estar situados de forma que o pessoal tenha que passar junto a eles antes de voltar para as áreas de manipulação, com meios convenientes para secagem das mãos (toalha de papel não reciclada ou jato de ar) Compra e Armazenamento do Café Você deve mostrar ao auditor que possui registros que demonstrem que sua empresa conhece o índice de PVA (classificação) de cada lote de café recebido e estes registros devem estar bem organizados e serem guardados pelo prazo mínimo de um ano. São aceitáveis registros de inspeção realizada pela empresa, termo de fechamento e/ou laudo de classificação externo. O café comprado deve ser armazenado sobre estrados em bom estado ou diretamente sobre o piso isento de umidade, desde que isso não comprometa a sua qualidade e, no mínimo, a 45 cm distantes das paredes para permitir acesso às instalações, limpeza, melhor arejamento e espaço para controle de pragas. Você deve ter um controle que permita saber, a qualquer momento, qual é a nota fiscal ou outro documento de origem para os lotes de café verde armazenados em sua empresa. Estrados, caixas e materiais danificados devem ser retirados da área de armazenamento de café, que deve estar em boas condições de limpeza Processo de Blendagem Você deve ter uma atividade de controle de qualidade na blendagem que garanta, por meio de prova de xícara conforme consumo, que o café esteja no padrão que a empresa definiu. Esta atividade deve ser feita pelo menos uma vez ao dia para cada blend ou a cada mudança de blend, antes da liberação para torração. Este teste deve ser registrado em papel, anotando-se a data da prova, o resultado e nome da pessoa que fez o teste (registros guardados por um ano) Processo de Torração Requisitos Específicos Você deve demonstrar ao auditor que controla o ponto de torra do café após a torração. Este controle pode usar uma amostra padrão da própria empresa ou Disco Agtron. Este teste deve ser 10

11 registrado em papel, anotando-se a data do teste, o lote verificado (marca/produto), o resultado e nome da pessoa que fez o teste (registros guardados por um ano) Processo de Moagem Requisitos Específicos O café moído deve ser inspecionado após a moagem, para verificar se a moagem está de acordo com o que foi definido pela empresa. Esta inspeção deve ser registrada em papel e feita pelo menos uma vez ao dia. Os registros devem identificar o funcionário que realizou a inspeção, a marca, data da inspeção e resultado. Estes registros devem ser guardados por pelo menos um ano Processo de Embalagem e Expedição Os rótulos devem indicar o peso, denominação de café torrado, data ou prazo de validade e ausência de glúten. As máquinas de empacotamento e mesas de empacotar devem ser somente liberadas para produção após estarem limpas. As balanças usadas devem ser verificadas e possuir Selo Oficial. O auditor vai pedir também o laudo em papel do órgão verificador. O prazo de validade deve ser indicado na menor unidade de venda do produto. A área de armazenamento do café embalado deve ser limpa e livre de estrados, caixas e materiais danificados. Os produtos acabados devem ser armazenados sobre estrados, no mínimo, a 45 cm distantes das paredes. Produtos devolvidos ou com algum problema devem ser armazenados em setores separados ou claramente identificados Controle de Pragas Venenos, praguicidas, solventes ou outras substâncias tóxicas devem ser identificadas e guardadas em locais separados ou armários, com chave, especialmente destinados a esta finalidade. A empresa não deve usar veneno contra ratos em áreas internas Controle de Pessoal, Exames Médicos, Saúde e Segurança e Meio Ambiente A empresa deve manter registro em papel de exames médicos dos funcionários da produção (hemograma, coprocultura, coproparasitológico e VDRL) A empresa não pode usar mão-de-obra infantil no ambiente industrial. A empresa deve possuir licença ambiental ou, no mínimo, um protocolo de solicitação de licença ambiental junto ao órgão governamental competente Requisitos Gerais auditáveis em toda a empresa Não deve haver nas áreas de produção plantas ornamentais ou similares, bebidas e alimentos. 11

12 Devem existir barreiras físicas para o acesso de animais e insetos (no mínimo, áreas com telas que evitem passagem de insetos). A iluminação artificial suspensa deve ser protegida contra rompimentos. Os equipamentos e utensílios utilizados, que entram em contato com o café, devem ser compostos por materiais que não transmitam substâncias tóxicas, odores nem sabores. O chão, paredes e estruturas devem ser limpos. Os pisos devem ser limpos e secos, sem restos de produtos, vazamento de sacos ou respingos. Os recipientes para lixo de cada área devem ser exclusivos, bem distribuídos, mantidos limpos, identificados, com sacos plásticos em seu interior e esvaziados pelo menos uma vez por dia. Não deve haver insetos, roedores, pássaros e outros animais. Não deve haver resíduos de alimentos, água estagnada, materiais amontoados em cantos e pisos, armários e equipamentos contra paredes, acúmulo de pó, sujeira e buracos nos pisos, tetos e paredes, mato, grama não aparada, sucata amontoada, desordem de material fora de uso, bueiros, ralos e acessos abertos. Nenhuma pessoa portadora de ferimentos ou afecções cutâneas deve manipular produtos ou superfícies em contato com alimentos, até que se determine sua reincorporação por determinação profissional. As pessoas que trabalham na área devem ter as mãos lavadas de maneira freqüente. As pessoas em serviço devem utilizar equipamentos de proteção individual, calçados adequados e com cabelos cobertos por bonés ou outro dispositivo. Ninguém na produção deve usar adornos como anéis, pulseiras e similares durante a manipulação, assim como cigarros, lápis e outros objetos atrás das orelhas. Devem ser usados tampões de ouvido, quando houver, atados entre si por um cordão que passe por trás do pescoço. REQUISITOS RECOMENDÁVEIS (NÃO OBRIGATÓRIOS) Existem requisitos não obrigatórios que constam da norma de referência, que serão verificados pela equipe auditora, porém não serão exigidos para fins de concessão do Selo. 12

PROGRAMA DE QUALIDADE DO CAFÉ - PQC QUESTIONÁRIO PRELIMINAR ADESÃO FACILITADA

PROGRAMA DE QUALIDADE DO CAFÉ - PQC QUESTIONÁRIO PRELIMINAR ADESÃO FACILITADA PROGRAMA DE QUALIDADE DO CAFÉ - PQC QUESTIONÁRIO PRELIMINAR ADESÃO FACILITADA Este documento tem o objetivo de transmitir informações da Empresa à ABIC e ao Instituto Totum a fim de permitir o planejamento

Leia mais

Círculo do Café de Qualidade - CCQ Passo a Passo

Círculo do Café de Qualidade - CCQ Passo a Passo 1. O que é? O Círculo do Café de Qualidade é uma evolução em relação ao PQC ABIC, lançado em 2004, e está inserido dentro das diretrizes da ABIC de aumento do consumo interno de café no Brasil, visando

Leia mais

RESOLUÇÃO SAA - 30, DE

RESOLUÇÃO SAA - 30, DE Diário Oficial Poder Executivo - Seção I Sábado, 23 De Junho De 2007 São Paulo, 117 (117) págs. 23/24 www.imesp.com.br RESOLUÇÃO SAA - 30, DE 22-6-2007 Define Norma de Padrões Mínimos de Qualidade para

Leia mais

LISTA DE VERIFICAÇÃO DAS BOAS PRÁTICAS DE FABRICAÇÃO EM COZINHAS MILITARES E SERVIÇO DE APROVISIONAMENTO

LISTA DE VERIFICAÇÃO DAS BOAS PRÁTICAS DE FABRICAÇÃO EM COZINHAS MILITARES E SERVIÇO DE APROVISIONAMENTO ANEXO II LISTA DE VERIFICAÇÃO DAS BOAS PRÁTICAS DE FABRICAÇÃO EM COZINHAS MILITARES E SERVIÇO DE APROVISIONAMENTO A - IDENTIFICAÇÃO DA OM 1-NOME 2- TELEFONE: 3- ENDEREÇO : 4- E- MAIL: 5- BAIRRO : 6- CIDADE

Leia mais

Regras Gerais sobre a auditoria e uso da Lista de Verificação:

Regras Gerais sobre a auditoria e uso da Lista de Verificação: Regras Gerais sobre a auditoria e uso da Lista de Verificação: O auditor pode fornecer orientações/dicas à empresa sobre como fazer durante a auditoria, se necessário. Todos os itens Obrigatórios devem

Leia mais

Enquadramento legal Item 4.5.1 da RDC ANVISA Nº 216/04. N Recipientes para coleta de resíduos Item 4.5.2 da RDC

Enquadramento legal Item 4.5.1 da RDC ANVISA Nº 216/04. N Recipientes para coleta de resíduos Item 4.5.2 da RDC AEXO ROTERO PARA FSCALZAÇÃO/SPEÇÃO SATÁRA, E AUTOSPEÇÃO EM MMERCADOS, MERCADOS, SUPERMERCADOS, HPERMERCADOS E AFS. 1. DADOS DO ESTABELECMETO. RAZÃO SOCAL: OME FATASA: CPJ: EDEREÇO: TELEFOE: REPRESETATE

Leia mais

Regulamento Técnico do Programa Cafés Sustentáveis do Brasil

Regulamento Técnico do Programa Cafés Sustentáveis do Brasil Controle de alterações Revisão Data Descrição 00 24/10/06 Emissão inicial 01 29/11/06 Revisão geral Item 3.4 inclusão da sistemática de avaliação amarelo médio 02 14/02/07 Item 5.9 alteração dos meses

Leia mais

No Sistema Participativo de Garantia as avaliações da conformidade visam:

No Sistema Participativo de Garantia as avaliações da conformidade visam: MANUAL DE PROCEDIMENTOS DO SISTEMA PARTICIPATIVO DE GARANTIA DA QUALIDADE ORGÂNICA E BIODINÂMICA DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE AGRICULTURA BIODINÂMICA - VERSÃO 5 No Sistema Participativo de Garantia as avaliações

Leia mais

INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES

INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES TE Conservação e Limpeza. 1. DETFCÇ FÇ DE DETFCÇ Demanda/Processo: azão Social: ome Fantasia: nscrição Estadual/unicipal: tividade (CE): ( ) 8121-4/00-0 - Limpeza de prédios e em domicílio CPJ/CPF: Endereço:

Leia mais

NOTA TÉCNICA SPEIS/VISA nº 02/2015

NOTA TÉCNICA SPEIS/VISA nº 02/2015 Prefeitura Municipal de Salvador- PMS Secretaria Municipal de Saúde- SMS Diretoria de Vigilância á Saúde- DVIS Subcoordenação de Vigilância Sanitária- VISA Setor de Produtos e Serviços de Interesse á Saúde-

Leia mais

ANEXO IV LAUDO DE CONDIÇÕES SANITÁRIAS E DE HIGIENE

ANEXO IV LAUDO DE CONDIÇÕES SANITÁRIAS E DE HIGIENE ANEXO IV LAUDO DE CONDIÇÕES SANITÁRIAS E DE HIGIENE 119 LAUDO TÉCNICO PREVISTO NO DECRETO Nº 6.795 DE 16 DE MARÇO DE 2009 LAUDO DE CONDIÇÕES SANITÁRIAS E DE HIGIENE 1. IDENTIFICAÇÃO DO ESTÁDIO 1.1. Nome

Leia mais

ROTEIRO PARA SALÕES DE BELEZAS, INSTITUTO DE BELEZA, ESTETICA, BARBEARIAS E SIMILARES.

ROTEIRO PARA SALÕES DE BELEZAS, INSTITUTO DE BELEZA, ESTETICA, BARBEARIAS E SIMILARES. SUPERINTEDÊNCIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE GERENCIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE AMBIENTAL E SAÚDE DO TRABALHADOR COORDERNAÇÃO DE FISCALIZAÇÃO DE AMBIENTES E SAÚDE DO TRABALHADOR Av. Anhanguera, nº 5.195 Setor Coimbra

Leia mais

BOAS PRÁTICAS NO PREPARO DE ALIMENTOS

BOAS PRÁTICAS NO PREPARO DE ALIMENTOS BOAS PRÁTICAS NO PREPARO DE ALIMENTOS SÉRIE: SEGURANÇA ALIMENTAR e NUTRICIONAL Autora: Faustina Maria de Oliveira - Economista Doméstica DETEC Revisão: Dóris Florêncio Ferreira Alvarenga Pedagoga Departamento

Leia mais

Empresa: Revisão Data Aprovação CPQ 10 (sublinhada) 08-03-2013

Empresa: Revisão Data Aprovação CPQ 10 (sublinhada) 08-03-2013 Regras Gerais sobre a auditoria e uso da Lista de Verificação: O auditor pode fornecer orientações/dicas à empresa sobre como fazer durante a auditoria, se necessário. Todos os itens Obrigatórios devem

Leia mais

PAC 07. Controle Integrado de Pragas CIP

PAC 07. Controle Integrado de Pragas CIP Página 1 de 10 Controle Integrado de Pragas CIP Página 2 de 10 1. Objetivo----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------03

Leia mais

PORTARIA SVS/MS Nº 326, DE 30 DE JULHO DE

PORTARIA SVS/MS Nº 326, DE 30 DE JULHO DE PORTARIA SVS/MS Nº 326, DE 30 DE JULHO DE 1997 A Secretaria de Vigilância Sanitária do Ministério da Saúde, no uso de suas atribuições legais e considerando: a necessidade do constante aperfeiçoamento

Leia mais

Manual de Orientação e Organização sobre a Educação Infantil em Porto Alegre

Manual de Orientação e Organização sobre a Educação Infantil em Porto Alegre Manual de Orientação e Organização sobre a Educação Infantil em Porto Alegre Secretaria Municipal de Educação Prefeitura de Porto Alegre Novembro de 2003 Recomendável para pais, diretores de escolas/instituições

Leia mais

MANUAL DE BOAS PRÁTICAS DE ARMAZENAMENTO E NA ÁREA DE VENDA

MANUAL DE BOAS PRÁTICAS DE ARMAZENAMENTO E NA ÁREA DE VENDA MANUAL DE BOAS PRÁTICAS DE ARMAZENAMENTO E NA ÁREA DE VENDA MANUAL DE BOAS PRÁTICAS DE ARMAZENAMENO E VENDAS CUIDADOS NAS OPERAÇÕES RECEBIMENTO No ato do recebimento dos produtos são conferidos: Procedência;

Leia mais

Regulamento para Concessão do Selo Plantamos Árvores para reduzir os efeitos das emissões de CO 2 - Fundação SOS Mata Atlântica e Instituto Totum

Regulamento para Concessão do Selo Plantamos Árvores para reduzir os efeitos das emissões de CO 2 - Fundação SOS Mata Atlântica e Instituto Totum Controle de alterações 10 de março de 2008 emissão inicial 1 ÍNDICE 0. Condições Gerais... 3 1. Condições de Admissão e Visão Geral do Processo... 4 2. Abertura de Processo... 5 3. Processo Técnico Reconhecimento

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 01/2012 SUDE/DILOG/CANE PROGRAMA ESTADUAL DE ALIMENTAÇÃO ESCOLAR PEAE

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 01/2012 SUDE/DILOG/CANE PROGRAMA ESTADUAL DE ALIMENTAÇÃO ESCOLAR PEAE INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 01/2012 SUDE/DILOG/CANE PROGRAMA ESTADUAL DE ALIMENTAÇÃO ESCOLAR PEAE 1. DO RECEBIMENTO E ARMAZENAMENTO DOS GÊNEROS ALIMENTÍCIOS 1.1 Cada escola é responsável pela guarda, controle,

Leia mais

(HOJE É FEITO POR PETICIONAMENTO ELETRÔNICO NO SITE DA ANVISA)

(HOJE É FEITO POR PETICIONAMENTO ELETRÔNICO NO SITE DA ANVISA) ANEXO I Solicitação de Autorização de Funcionamento de Empresas Distribuidoras de Produtos Farmacêuticos (HOJE É FEITO POR PETICIONAMENTO ELETRÔNICO NO SITE DA ANVISA) A empresa interessada em desenvolver

Leia mais

PORTARIA N 368, DE 04 DE SETEMBRO DE 1997

PORTARIA N 368, DE 04 DE SETEMBRO DE 1997 PORTARIA N 368, DE 04 DE SETEMBRO DE 1997 O MINISTRO DE ESTADO DA AGRICULTURA E DO ABASTECIMENTO, no uso da atribuição que lhe confere o art. 87, parágrafo único, inciso II, da Constituição, e nos termos

Leia mais

MANUAL DO FORNECEDOR

MANUAL DO FORNECEDOR PSQ 27 REVISÃO 00 Histórico da Emissão Inicial Data da Revisão 0 Data da Última Revisão Número de Página 15/01/14 15/01/14 1/14 2/14 1 - Objetivo 1.1 Escopo O conteúdo deste Manual contempla os requisitos

Leia mais

Considerando a necessidade de padronizar os processos de elaboração dos produtos de origem animal, resolve:

Considerando a necessidade de padronizar os processos de elaboração dos produtos de origem animal, resolve: PORTARIA Nº 368, DE 04 DE SETEMBRO DE 1997. O MINISTRO DE ESTADO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO, no uso da atribuição que lhe confere o art. 87, parágrafo único, inciso II, da Constituição, e

Leia mais

FISPQ (Ficha de Informações de Segurança de Produtos Químicos) ECOBRIL LIMPA CARPETES E TAPETES

FISPQ (Ficha de Informações de Segurança de Produtos Químicos) ECOBRIL LIMPA CARPETES E TAPETES Página 1 de 6 1. IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Nome do Produto: Códigos internos: 13018 (Frasco) / 13019 Refil - (12/500 ml) Aplicação: Limpa Carpetes e Tapetes. Empresa: BOMBRIL S/A TELEFONE DE

Leia mais

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA E DO ABASTECIMENTO. SECRETARIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA. INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 5, DE 31 DE MARÇO DE 2000.

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA E DO ABASTECIMENTO. SECRETARIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA. INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 5, DE 31 DE MARÇO DE 2000. MINISTÉRIO DA AGRICULTURA E DO ABASTECIMENTO. SECRETARIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA. INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 5, DE 31 DE MARÇO DE 2000. O SECRETÁRIO DE DEFESA AGROPECUÁRIA DO MINISTÉRIO DA AGRICULTURA E DO

Leia mais

Considerando que o trânsito de alimentos em condições seguras pressupõe a preservação da saúde e do meio ambiente;

Considerando que o trânsito de alimentos em condições seguras pressupõe a preservação da saúde e do meio ambiente; Pag. 1 de 9 Portaria 069-R, de 26/09/2007. Dispõe sobre a documentação e requisitos básicos necessários para concessão de Licença Sanitária para Veículos Automotivos utilizados para o Transporte de Alimentos

Leia mais

Certificação Profissional FEBRABAN REGULAMENTO

Certificação Profissional FEBRABAN REGULAMENTO Certificação Profissional FEBRABAN REGULAMENTO Janeiro de 2014 Versão 1.3 1. INTRODUÇÃO O presente Regulamento é fundamental para reger as operações-chave do programa de Certificação Profissional FEBRABAN.

Leia mais

LEI MUNICIPAL Nº 2.125/2013, DE 19 DE SETEMBRO DE 2013.

LEI MUNICIPAL Nº 2.125/2013, DE 19 DE SETEMBRO DE 2013. LEI MUNICIPAL Nº 2.125/2013, DE 19 DE SETEMBRO DE 2013. DISPÕE SOBRE O REGULAMENTO TÉCNICO MUNICIPAL DAS CONDIÇÕES HIGIÊNICO-SANITÁRIAS E DAS BOAS PRÁTICAS DE FABRICAÇÃO PARA ESTABELECIMENTOS ELABORADORES

Leia mais

Manual de Operação. Balança UR10000 LIGHT 300/100

Manual de Operação. Balança UR10000 LIGHT 300/100 Manual de Operação Balança UR10000 LIGHT 300/100 1 - INTRODUÇÃO Este equipamento foi projetado para atender aos mais rigorosos requisitos de precisão em pesagem, possuindo componentes de altíssima qualidade,

Leia mais

Política Comercial TVH do Brasil

Política Comercial TVH do Brasil Política Comercial TVH do Brasil Introdução A TVH do Brasil comercializa peças para equipamentos de movimentação tendo como público-alvo montadoras, distribuidores e revendedores. Para se tornar um cliente

Leia mais

Produção Integrada de Maçã PIM. Lista de Verificação para Auditoria de Acompanhamento - Campo

Produção Integrada de Maçã PIM. Lista de Verificação para Auditoria de Acompanhamento - Campo Produção Integrada de Maçã PIM Lista de Verificação para Auditoria de Acompanhamento - Campo Empresa: Localização: Responsável Técnico: Data: Horário Nota: Os itens grafados em Negrito, Itálico e Sublinhado

Leia mais

NORMAS TÉCNICAS DE INSTALAÇÕES E EQUIPAMENTOS PARA FÁBRICAS DE CONSERVAS DE OVOS

NORMAS TÉCNICAS DE INSTALAÇÕES E EQUIPAMENTOS PARA FÁBRICAS DE CONSERVAS DE OVOS SECRETARIA DA AGRICULTURA E ABASTECIMENTO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL DEPARTAMENTO DE PRODUÇÃO ANIMAL COORDENADORIA DE INSPEÇÃO SANITÁRIA DOS PRODUTOS DE ORIGEM ANIMAL - C I S P O A - NORMAS TÉCNICAS

Leia mais

Boas Práticas para Estocagem de Medicamentos

Boas Práticas para Estocagem de Medicamentos Boas Práticas para Estocagem de Medicamentos Manual Elaborado por PEDRO PAULO TRIGO VALERY Considerações Gerais Estocar e administrar um almoxarifado de medicamentos não é como estocar alimentos apesar

Leia mais

Regimento Interno do Sistema

Regimento Interno do Sistema Identificação: R.01 Revisão: 05 Folha: 1 / 14 Artigo 1 - Objetivo do documento 1.1. Este documento tem como objetivo regulamentar as atividades para credenciamento de uma planta de produção com o SELO

Leia mais

Observância da RDC 216-15.09.2004

Observância da RDC 216-15.09.2004 Observância da RDC 216-15.09.2004 4.3.1 A edificação, as instalações, os equipamentos, os móveis e os utensílios devem ser livres de vetores e pragas urbanas. Deve existir um conjunto de ações eficazes

Leia mais

ROTEIRO DE INSPEÇÃO CRECHES, BERÇÁRIOS E SIMILARES.

ROTEIRO DE INSPEÇÃO CRECHES, BERÇÁRIOS E SIMILARES. SUPERINTEDÊNCIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE GERENCIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE AMBIENTAL E SAÚDE DO TRABALHADOR COORDERNAÇÃO DE FISCALIZAÇÃO DE AMBIENTES E SAÚDE DO TRABALHADOR Av. Anhanguera, nº 5.195 Setor Coimbra

Leia mais

PRODUTOS ORGÂNICOS SISTEMAS PARTICIPATIVOS DE GARANTIA. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento

PRODUTOS ORGÂNICOS SISTEMAS PARTICIPATIVOS DE GARANTIA. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento PRODUTOS ORGÂNICOS SISTEMAS PARTICIPATIVOS DE GARANTIA Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento 2008 Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.Todos os direitos reservados. É permitida

Leia mais

[SELO ALIMENTO SEGURO] 08 de Maio de 2009

[SELO ALIMENTO SEGURO] 08 de Maio de 2009 2 Lista de Verificação Geral Selo Alimento Seguro Lista de Verificação Geral com a finalidade de examinar todos os aspectos relacionados com as instalações, equipamentos, ferramentas, instrumentos utilizados

Leia mais

1 INSTRUÇÕES IMPORTANTES DE SEGURANÇA

1 INSTRUÇÕES IMPORTANTES DE SEGURANÇA [REV.03 29112011] 1 INSTRUÇÕES IMPORTANTES DE SEGURANÇA É muito importante que você leia atentamente todas as instruções contidas neste manual antes de utilizar o produto, pois elas garantirão sua segurança

Leia mais

MANUAL DO USUÁRIO AQUECEDOR ECOLÓGICO DE PAINEL ECOTERMIC AQC700

MANUAL DO USUÁRIO AQUECEDOR ECOLÓGICO DE PAINEL ECOTERMIC AQC700 MANUAL DO USUÁRIO AQUECEDOR ECOLÓGICO DE PAINEL ECOTERMIC AQC700 Obrigado por adquirir o Aquecedor Ecológico de Painel ecotermic Cadence, AQC700, um produto de alta tecnologia, seguro e eficiente. É muito

Leia mais

FISPQ (Ficha de Informações de Segurança de Produtos Químicos) NO AR ONE TOUCH Lavanda, Jardim e Pomar, Conforto do Lar e Amor de Mãe.

FISPQ (Ficha de Informações de Segurança de Produtos Químicos) NO AR ONE TOUCH Lavanda, Jardim e Pomar, Conforto do Lar e Amor de Mãe. Página 1 de 7 1. IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Nome Código interno Aparelho / Refil NO AR LAVANDA (Provence) 9047 / 9051 NO AR AMOR DE MÃE (Lembranças) 9049 / 9053 NO AR JARDIM E POMAR 9046 / 9050

Leia mais

11/07 246-04/00 072413 REV.1 SOMENTE PARA USO DOMÉSTICO. www.britania.com.br sac@britania.com.br ATENDIMENTO AO CONSUMIDOR MANUAL DE INSTRUÇÕES

11/07 246-04/00 072413 REV.1 SOMENTE PARA USO DOMÉSTICO. www.britania.com.br sac@britania.com.br ATENDIMENTO AO CONSUMIDOR MANUAL DE INSTRUÇÕES 11/07 246-04/00 072413 REV.1 SOMENTE PARA USO DOMÉSTICO www.britania.com.br sac@britania.com.br ATENDIMENTO AO CONSUMIDOR MANUAL DE INSTRUÇÕES ELIMINAÇÃO DE PROBLEMAS ASPIRADOR NÃO LIGA Verificar se a

Leia mais

CENTRAL DE SABORES REGULAMENTO PARA O 2º CONCURSO DE QUALIDADE DO SISTEMA COCCAMIG

CENTRAL DE SABORES REGULAMENTO PARA O 2º CONCURSO DE QUALIDADE DO SISTEMA COCCAMIG CENTRAL DE SABORES REGULAMENTO PARA O 2º CONCURSO DE QUALIDADE DO SISTEMA COCCAMIG **O presente regulamento contém 10 capítulos e 42 artigos. I - Do concurso de qualidade, objetivo, data de realização

Leia mais

1 INSTRUÇÕES IMPORTANTES DE SEGURANÇA

1 INSTRUÇÕES IMPORTANTES DE SEGURANÇA [REV.00 03082011] 1 INSTRUÇÕES IMPORTANTES DE SEGURANÇA Antes da utilização, é muito importante que você leia atentamente o manual de instruções, estas informações ajudam a prevenir acidentes e utilizar

Leia mais

1 Alteração das imagens do aparelho Kaue 11-08-2011 2 Alteração na capacidade do reservat rio, de 1600ml para 1400ml Kaue 20-09-2011

1 Alteração das imagens do aparelho Kaue 11-08-2011 2 Alteração na capacidade do reservat rio, de 1600ml para 1400ml Kaue 20-09-2011 1 Alteração das imagens do aparelho Kaue 11-08-2011 2 Alteração na capacidade do reservat rio, de 1600ml para 1400ml Kaue 20-09-2011 07/11 719-09-05 775788 REV.2 Vapor Tapete Clean 719-09-05 2 Parabéns

Leia mais

MANUAL DE INSTRUÇÕES. Aprovação Junho/2011 Edição-02 Cód. Cad. 26187.4 AQUECEDOR DE LIQUÍDOS E TÉRMICA PARA ÔNIBUS

MANUAL DE INSTRUÇÕES. Aprovação Junho/2011 Edição-02 Cód. Cad. 26187.4 AQUECEDOR DE LIQUÍDOS E TÉRMICA PARA ÔNIBUS MANUAL DE INSTRUÇÕES COMPACT INDÚSTRIA DE PRODUTOS TERMODINÁMICOS LTDA. Br 116, Km 152,3 n 21.940 Pavilhão 01 95070-070 Caxias do Sul RS Fone: +55.54 2108-3838 Fax: +55.54 2108-3801 E-mail: Compact@Compact.Ind.br

Leia mais

Manual de Operação BALANÇA ELETRÔNICA US 30/2

Manual de Operação BALANÇA ELETRÔNICA US 30/2 Manual de Operação BALANÇA ELETRÔNICA US 30/2 1- CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Prato em aço inoxidável 340 x 310 mm. Saída serial para impressora matricial Urano USE-PII. Temperatura de operação: 0 a 50 ºC.

Leia mais

PAC 11. Controle da matéria-prima, ingredientes e material de embalagens

PAC 11. Controle da matéria-prima, ingredientes e material de embalagens PAC 11 Página 1 de 8 PAC 11 Controle da matéria-prima, ingredientes e material de embalagens PAC 11 Página 2 de 8 1. Objetivo----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------03

Leia mais

1.1 O Certificado de Sistemas da Gestão Ambiental SAS é um certificado de conformidade com a norma brasileira:

1.1 O Certificado de Sistemas da Gestão Ambiental SAS é um certificado de conformidade com a norma brasileira: Documento analisado criticamente e aprovado quanto à sua adequação. Responsável: Carlos Henrique R. Figueiredo Diretor de Certificação * Inclusão de notas do item 2.1."b" quanto a documentação necessária

Leia mais

Ficha Técnica de Fiscalização

Ficha Técnica de Fiscalização FTF: 64//07 IDENTIFICAÇÃO DO ESTABELECIMENTO Nome/Designação Social: Morada: IDENTIFICAÇÃO DA BRIGADA Brigada: Direcção Regional: Data de Controlo: / / Hora: h m LEGISLAÇÃO APLICÁVEL: Licenciamento: o

Leia mais

Em Distribuidora de Medicamentos, Correlatos, Cosméticos e Saneantes Domissanitários.

Em Distribuidora de Medicamentos, Correlatos, Cosméticos e Saneantes Domissanitários. Em Distribuidora de Medicamentos, Correlatos, Cosméticos e Saneantes Domissanitários. Nº PROCESSO REQUERIMENTO RAZÃO SOCIAL IDENTIFICAÇÃO DO ESTABELECIMENTO NOME DE FANTASIA NÚMERO DO CNPJ NÚMERO ÚLTIMO

Leia mais

Consulta Pública nº 02, de 24 de janeiro de 2012

Consulta Pública nº 02, de 24 de janeiro de 2012 Consulta Pública nº 02, de 24 de janeiro de 2012 O Secretário Municipal de Saúde, no uso das atribuições adota a seguinte Consulta Pública e determina a sua publicação: Art. 1º Fica aberto, a contar da

Leia mais

Processo Seletivo para os Cursos de Educação Profissional Técnica de Ensino Médio - Edital 001/2016 -

Processo Seletivo para os Cursos de Educação Profissional Técnica de Ensino Médio - Edital 001/2016 - Processo Seletivo para os Cursos de Educação Profissional Técnica de Ensino Médio - Edital 001/2016 - A Diretoria da PRACATUM Escola de Música e Tecnologias, no uso de suas atribuições e demais disposições

Leia mais

Anexo B Diretrizes Ambientais para Embarcações

Anexo B Diretrizes Ambientais para Embarcações Anexo B Diretrizes Ambientais para Embarcações Apêndice I Lista de Verificação para Recebimento de Óleo Lubrificante e Retirada de Resíduos Oleosos das Embarcações. 1.0 OBJETIVO Estabelecer as orientações

Leia mais

Consulta Pública nº 03, de 24 de janeiro de 2012

Consulta Pública nº 03, de 24 de janeiro de 2012 Consulta Pública nº 03, de 24 de janeiro de 2012 O Secretário Municipal de Saúde, no uso das atribuições adota a seguinte Consulta Pública e determina a sua publicação: Art. 1º Fica aberto, a contar da

Leia mais

DESCRITIVO DO PROCESSO SELETIVO PARA O CARGO DE ELETRICISTA DE MANUTENÇÃO

DESCRITIVO DO PROCESSO SELETIVO PARA O CARGO DE ELETRICISTA DE MANUTENÇÃO DESCRITIVO DO PROCESSO SELETIVO PARA O CARGO DE ELETRICISTA DE MANUTENÇÃO O presente documento é uma divulgação oficial de todos os critérios e procedimentos estabelecidos pelo SESC para este processo

Leia mais

PROJETO DE RESOLUÇÃO Nº 001/2010 CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES INICIAIS

PROJETO DE RESOLUÇÃO Nº 001/2010 CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES INICIAIS PROJETO DE RESOLUÇÃO Nº 001/2010 Estabelece normas e procedimentos para aquisição de serviços e recebimento, controle, guarda e distribuição de materiais permanentes e de consumo no âmbito do Poder Legislativo

Leia mais

MANUAL TÉCNICO PREALL

MANUAL TÉCNICO PREALL MANUAL TÉCNICO PREALL ÍNDICE 1. PRODUTO 2. RECEBIMENTO 3. ARMAZENAMENTO 4. PREPARAÇAO DO LOCAL DE APLICAÇÃO 5.1 DEFINIÇÃO DE JUNTA 5.2 ASSENTAMENTO 6. LIMPEZA 7. PROTEÇÃO 8. GARANTIA 9. PISO ELEVADO 10.

Leia mais

Diante da atual situação de desabastecimento de água na cidade. Orientações à população para uso da Água. prefeitura.sp.gov.

Diante da atual situação de desabastecimento de água na cidade. Orientações à população para uso da Água. prefeitura.sp.gov. Prefeitura do Município de São Paulo Secretaria Municipal da Saúde Coordenação de Vigilância em Saúde - COVISA 08 de abril de 05 Orientações à população para uso da Água Diante da atual situação de desabastecimento

Leia mais

O Moto Vibrador a Gasolina é utilizado para acionar os vibradores de imersão pendular de concreto e bombas de mangotes.

O Moto Vibrador a Gasolina é utilizado para acionar os vibradores de imersão pendular de concreto e bombas de mangotes. 1 APLICAÇÃO: O Moto Vibrador a Gasolina é utilizado para acionar os vibradores de imersão pendular de concreto e bombas de mangotes. ESPECIFICAÇÃO: Motor Gasolina: MODELO Potência Rotação Peso MGK-5.5

Leia mais

ORIENTAÇÕES GERAIS. Aplique revestimento liso e impermeável em piso, paredes e teto;

ORIENTAÇÕES GERAIS. Aplique revestimento liso e impermeável em piso, paredes e teto; PREFEITURA MUNICIPAL DE MACEIÓ SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE DE MACEIÓ DIRETORIA DE VIGILÂNCIA À SAÚDE COORDENAÇÃO GERAL DE VIGILÄNCIA SANITÁRIA INSPETORIA DO EXERCÍCIO PROFISSIONAL ORIENTAÇÕES GERAIS

Leia mais

NORMA TÉCNICA PARA FUNCIONAMENTO DE EMPRESAS DE DESINSETIZAÇÃO E DESRATIZAÇÃO

NORMA TÉCNICA PARA FUNCIONAMENTO DE EMPRESAS DE DESINSETIZAÇÃO E DESRATIZAÇÃO NORMA TÉCNICA PARA FUNCIONAMENTO DE EMPRESAS DE DESINSETIZAÇÃO E DESRATIZAÇÃO Portaria nº 0021/SES 04/01/1996 Dispõe sobre normas e técnicas para funcionamento de empresas de Desinsetização e Desratização.

Leia mais

FISPQ (FICHA DE INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA DE PRODUTOS QUÍMICOS.) DETERGENTE EUCALIPTO GEL 1- IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA:

FISPQ (FICHA DE INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA DE PRODUTOS QUÍMICOS.) DETERGENTE EUCALIPTO GEL 1- IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA: 1- IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA: 1.1 Nome Comercial: Detergente Eucalipto Gel Maranso 1.2 Código de Venda:004 1.3 Nome do Fabricante: QOB MATERIAIS DOMISSANEANTES LTDA EPP Rua Ministro Joaquim

Leia mais

FISPQ A - 016 Em conformidade com a NBR 14725:2005 2 ed.

FISPQ A - 016 Em conformidade com a NBR 14725:2005 2 ed. 1 IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Nome do Produto: Aplicação: Limpa Contatos Limpeza de contatos elétricos Fornecedor: Sprayon Química Industrial Ltda - ME - Indústria Brasileira Endereço: Rua Chile

Leia mais

Versão 1.0 Numero da FISPQ: 100000010394 Data da revisão: 19.10.2015. Sika Silicone W : PROQUÍMICA: 0800118270 SIKA (DDG): 08007037340.

Versão 1.0 Numero da FISPQ: 100000010394 Data da revisão: 19.10.2015. Sika Silicone W : PROQUÍMICA: 0800118270 SIKA (DDG): 08007037340. SEÇÃO 1. IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Nome do produto : Código do produto : 100000010394 Tipo de produto : líquido Detalhes do fabricante ou do fornecedor Empresa : Sika S.A. Avenida Dr. Alberto

Leia mais

Aspectos de Arquitetura em Projetos de Estabelecimentos Assistenciais de Saúde

Aspectos de Arquitetura em Projetos de Estabelecimentos Assistenciais de Saúde NR 15 NR 24 NR 26 NR 07 PCMSO CENEN PPR NR 09 PPRA ANVISA SERVIÇOS DE SAÚDE NR 32 2 Local de Trabalho para aplicação da NR 32: SERVIÇOS DE SAÚDE Definição: Qualquer edificação destinada à prestação de

Leia mais

CATEGORIA TOUR DE COMPRAS EM RIO BRANCO - URUGUAI 89 PREÇOS EM REAIS POR PESSOA, SEM REFEIÇÕES. GRUPO MÍNIMO DE 08 PESSOAS

CATEGORIA TOUR DE COMPRAS EM RIO BRANCO - URUGUAI 89 PREÇOS EM REAIS POR PESSOA, SEM REFEIÇÕES. GRUPO MÍNIMO DE 08 PESSOAS HOSPEDAGEM HOTEL Jacques Georges Tower Curi Palace Manta sob consulta DISTÂNCIA DO EVENTO Hotel Oficial 2.000 m 1,500 m 1.300 m CATEGORIA PREÇOS EM REAIS, POR PESSOA INDIVIDUAL DUPLO TRIPLO DIÁRIA DIÁRIA

Leia mais

Norma de Qualidade Recomendável e Boas Práticas de Fabricação de Cafés Torrados em Grão e Cafés Torrados e Moídos

Norma de Qualidade Recomendável e Boas Práticas de Fabricação de Cafés Torrados em Grão e Cafés Torrados e Moídos Controle de Alterações 28 de abril de 2004 emissão inicial 04 de junho de 2004 Resumo das principais alterações: Esclarecida que a impureza admissível se refere a cascas e paus de origem do café Alterada

Leia mais

Ministério da Saúde Agência Nacional de Vigilância Sanitária RESOLUÇÃO DA DIRETORIA COLEGIADA - RDC N 16, DE 28 DE MARÇO DE 2013

Ministério da Saúde Agência Nacional de Vigilância Sanitária RESOLUÇÃO DA DIRETORIA COLEGIADA - RDC N 16, DE 28 DE MARÇO DE 2013 ADVERTÊNCIA Este texto não substitui o publicado no Diário Oficial da União Ministério da Saúde Agência Nacional de Vigilância Sanitária RESOLUÇÃO DA DIRETORIA COLEGIADA - RDC N 16, DE 28 DE MARÇO DE 2013

Leia mais

MANUAL DO EXPOSITOR. De 5 a 8 de junho, das 14h às 22h Local: Armazém Cultural Av. Calógeras, 3110 (Próximo à Feira Central)

MANUAL DO EXPOSITOR. De 5 a 8 de junho, das 14h às 22h Local: Armazém Cultural Av. Calógeras, 3110 (Próximo à Feira Central) MANUAL DO EXPOSITOR De 5 a 8 de junho, das 14h às 22h Local: Armazém Cultural Av. Calógeras, 3110 (Próximo à Feira Central) SEMADUR Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano Sumário

Leia mais

11/13 1033-09-05 789867 REV 0 SOMENTE PARA USO DOMÉSTICO UMIDIFICADOR FRESH 3L. Manual de Instruções

11/13 1033-09-05 789867 REV 0 SOMENTE PARA USO DOMÉSTICO UMIDIFICADOR FRESH 3L. Manual de Instruções 11/13 1033-09-05 789867 REV 0 SOMENTE PARA USO DOMÉSTICO UMIDIFICADOR FRESH 3L Manual de Instruções INTRODUÇÃO Parabéns pela escolha de mais um produto de nossa linha. Para garantir o melhor desempenho

Leia mais

LEI Nº 7.043, DE 8 DE OUTUBRO DE 2007

LEI Nº 7.043, DE 8 DE OUTUBRO DE 2007 LEI Nº 7.043, DE 8 DE OUTUBRO DE 2007 Publicada no DOE(Pa) de 09.10.07. Dispõe sobre Política Estadual para a Promoção do Uso de Sistemas Orgânicos de Produção Agropecuária e Agroindustrial. Lei: A ASSEMBLÉIA

Leia mais

MANUAL DO USUÁRIO. DESUMIDIFICADOR Modelo: KDP 250

MANUAL DO USUÁRIO. DESUMIDIFICADOR Modelo: KDP 250 MANUAL DO USUÁRIO DESUMIDIFICADOR Modelo: KDP 250 INTRODUÇÃO Parabéns por adquirir o Desumidificador Air Life KOMECO, desenvolvido para oferecer maior conforto e bem-estar com muito mais economia de energia.

Leia mais

NORMA MUNICIPAL Nº. 054

NORMA MUNICIPAL Nº. 054 NORMA MUNICIPAL Nº. 054 Portaria Nº.054. de 05 de julho de 2001 Norma de Armazenamento Externo de Contêineres de Resíduos Sólidos ORIGEM: Gestão Diferenciada de Resíduos Sólidos PALAVRA CHAVE: Resíduos

Leia mais

PROCEDIMENTO DA QUALIDADE

PROCEDIMENTO DA QUALIDADE Pág.: 1 de 8 1. OBJETIVO Estabelecer as diretrizes e as atividades relativas à identificação, avaliação e desenvolvimento da competência das pessoas, por meio de ações de treinamento e conscientização.

Leia mais

FISPQ (Ficha de Informações de Segurança de Produtos Químicos)

FISPQ (Ficha de Informações de Segurança de Produtos Químicos) Página 1 de 6 1. IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Nome do Produto: Código interno: 7500 (12 X 500 ml) Empresa: BOMBRIL S/A TELEFONE DE EMERGÊNCIA: 0800 014 8110 Aplicação: detergente para pré-lavagens.

Leia mais

ROTEIRO DE INSPEÇÃO EM CLUBES E PISCINAS

ROTEIRO DE INSPEÇÃO EM CLUBES E PISCINAS SUPERINTEDÊNCIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE GERENCIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE AMBIENTAL E SAÚDE DO TRABALHADOR COORDERNAÇÃO DE FISCALIZAÇÃO DE AMBIENTES E SAÚDE DO TRABALHADOR Av. Anhanguera, nº 5.195 Setor Coimbra

Leia mais

Regulamento técnico do Selo de Certificação de Boas Práticas em Teletrabalho

Regulamento técnico do Selo de Certificação de Boas Práticas em Teletrabalho Sumário Histórico das Alterações... 2 1 Condições Gerais... 3 2 Condições de Admissão e Visão Geral do Processo... 5 3 Abertura de Processo do Selo de... 7 4 Processo Técnico Auto avaliação Inicial (Certificação)...

Leia mais

1. Porque a RAS e a Rainforest Alliance estão adotando esta nova certificação?

1. Porque a RAS e a Rainforest Alliance estão adotando esta nova certificação? MAIO 2012 PERGUNTAS FREQUENTES Certificação de Cadeia de Custódia* Empresas alimentícias, varejistas, governos, ONGs e consumidores estão cada vez mais interessados em conhecer as origens dos produtos

Leia mais

PREFEITURA DE GOIÂNIA 1 GABINETE DO PREFEITO

PREFEITURA DE GOIÂNIA 1 GABINETE DO PREFEITO PREFEITURA DE GOIÂNIA 1 GABINETE DO PREFEITO DECRETO Nº 612, DE 16 DE MARÇO DE 2007. Dispõe sobre a implantação do Sistema de Registro de Preços nas compras, obras e serviços contratados pelos órgãos da

Leia mais

1. O Código de Defesa do Consumidor (Lei nº 8.078/90) é aplicável às compras feitas via Internet?

1. O Código de Defesa do Consumidor (Lei nº 8.078/90) é aplicável às compras feitas via Internet? 1. O Código de Defesa do Consumidor (Lei nº 8.078/90) é aplicável às compras feitas via Internet? Quando consumidor e fornecedor estiverem estabelecidos no Brasil, o Código de Defesa do Consumidor (CDC)

Leia mais

RESOLUÇÃO DA DIRETORIA COLEGIADA - RDC Nº. 249, DE 13 DE SETEMBRO DE 2005.

RESOLUÇÃO DA DIRETORIA COLEGIADA - RDC Nº. 249, DE 13 DE SETEMBRO DE 2005. RESOLUÇÃO DA DIRETORIA COLEGIADA - RDC Nº. 249, DE 13 DE SETEMBRO DE 2005. A Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, no uso da atribuição que lhe confere o art. 11, inciso IV,

Leia mais

Diante da atual situação de desabastecimento de água na cidade. Orientações à população para uso da Água. prefeitura.sp.gov.

Diante da atual situação de desabastecimento de água na cidade. Orientações à população para uso da Água. prefeitura.sp.gov. Prefeitura do Município de São Paulo Secretaria Municipal da Saúde Coordenação de Vigilância em Saúde - COVISA 08 de abril de 05 Orientações à população para uso da Água Diante da atual situação de desabastecimento

Leia mais

ORIENTAÇÕES PARA ENTIDADES CONVENIADAS

ORIENTAÇÕES PARA ENTIDADES CONVENIADAS ORIENTAÇÕES PARA ENTIDADES CONVENIADAS CADASTRAMENTO E RECADASTRAMENTO DO RNTRC Resolução ANTT nº 4.799/2015 VERSÃO 1.4 25 DE NOVEMBRO DE 2015 GERENCIA DE REGISTRO E ACOMPANHAMENTO DO TRANSPORTE RODOVIÁRIO

Leia mais

Ficha de Informação de Segurança de Produtos Químicos

Ficha de Informação de Segurança de Produtos Químicos Pag. 1/7 Ficha de Informação de Segurança de Produtos Químicos 1. Identificação do Produto e Empresa Nome do Produto: VECTRON 20 PM Código: Empresa: ROGAMA INDÚSTRIA E COMÉRCIO LTDA. Av. Alexandrina das

Leia mais

Processo nº 2009-0.154.220-9 Prefeitura da Cidade de São Paulo Secretaria Municipal da Saúde SMS - 32 - Licitações

Processo nº 2009-0.154.220-9 Prefeitura da Cidade de São Paulo Secretaria Municipal da Saúde SMS - 32 - Licitações EDITAL DE PREGÃO PRESENCIAL Nº 145/2009 PROCESSO Nº 2009-0.154.220-9 DATA DA REALIZAÇÃO :10 DE NOVEMBRO DE 2009 HORÁRIO : 10:00 HORAS LOCAL : RUA GENERAL JARDIM, 36 3º ANDAR SALA DE PREGÕES AMOSTRAS ATÉ

Leia mais

Recline MANUAL DE INSTRUÇÕES. Dispositivo de Retenção Infantil Grupos 0 1 2 do nascimento aos 25 kg LM216

Recline MANUAL DE INSTRUÇÕES. Dispositivo de Retenção Infantil Grupos 0 1 2 do nascimento aos 25 kg LM216 Infantil Grupos 0 1 2 do nascimento aos 25 kg LM216 MANUAL DE INSTRUÇÕES LEIA ATENTAMENTE TODAS AS INSTRUÇÕES DESTE MANUAL ANTES DE MONTAR E USAR O PRODUTO E GUARDE-AS PARA FUTURAS CONSULTAS. IMPORTANTE

Leia mais

Regulamento Técnico do Programa do Selo de Pureza ABCB

Regulamento Técnico do Programa do Selo de Pureza ABCB ÍNDICE 0. Condições Gerais... 2 1. Da admissão ao Programa do Selo de Pureza ABCB... 4 2. Abertura de procedimento para adesão ao Programa do Selo de Pureza ABCB... 5 3. Procedimento Técnico: avaliação

Leia mais

FISPQ. Ficha de Informação de Segurança de Produto Químico. ELEVADOR DE ph MALTEX 2. COMPOSIÇÃO E INFORMAÇÕES SOBRE OS INGREDIENTES

FISPQ. Ficha de Informação de Segurança de Produto Químico. ELEVADOR DE ph MALTEX 2. COMPOSIÇÃO E INFORMAÇÕES SOBRE OS INGREDIENTES Página 1 de 6 ELEVADOR DE ph MALTEX 1. IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA 1.1. Nome do produto: Elevador de ph Maltex 1.2. Aplicação: Produto químico utilizado para controlar a faixa de ph de sua piscina,

Leia mais

MANUAL DO USUÁRIO. Blender BLD600

MANUAL DO USUÁRIO. Blender BLD600 MANUAL DO USUÁRIO Blender BLD600 Obrigado por adquirir o seu Blender, modelo BLD600, um produto de qualidade, seguro, eficiente e desenvolvido com a mais alta tecnologia. É muito importante ler atentamente

Leia mais

MINUTA DE CONTRATO DE COMODATO PARA EXPLORAÇÃO DO BAR DA PISCINA

MINUTA DE CONTRATO DE COMODATO PARA EXPLORAÇÃO DO BAR DA PISCINA MINUTA DE CONTRATO DE COMODATO PARA EXPLORAÇÃO DO BAR DA PISCINA DAS PARTES Pelo presente instrumento particular de contrato, que tem de um lado , brasileiro, residente à ,

Leia mais

NORMA TÉCNICA PARA ESTABELECIMENTOS DE OVOS E DERIVADOS

NORMA TÉCNICA PARA ESTABELECIMENTOS DE OVOS E DERIVADOS NORMA TÉCNICA PARA ESTABELECIMENTOS DE OVOS E DERIVADOS. GRANJA AVÍCOLA. INDÚSTRIA. ENTREPOSTO I - Os estabelecimentos de ovos e derivados devem estar instalados: 1- distantes de criações (estábulos, pocilgas,

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA CALIBRAÇÃO NO SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE

A IMPORTÂNCIA DA CALIBRAÇÃO NO SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE A IMPORTÂNCIA DA CALIBRAÇÃO NO SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE RESUMO Bruna Cássia Mendes de AZEVEDO¹ Kelly Ariane Dutra do PRADO¹ Osmar de Campos FONSECA¹ Patrícia dos Santos ALVES¹ Renato F. Saldanha

Leia mais

Tribunal de Justiça do Estado de Mato Grosso Supervisão de Informática Departamento de Desenvolvimento Sistema Declaração On Line. Declaração On Line

Tribunal de Justiça do Estado de Mato Grosso Supervisão de Informática Departamento de Desenvolvimento Sistema Declaração On Line. Declaração On Line Declaração On Line Manual de Apoio à Utilização do Sistema Manual do Usuário Versão 1.0 INTRODUÇÃO... 4 AUTENTICANDO-SE NO SISTEMA... 4 EM CASO DE ESQUECIMENTO DA SENHA... 5 ALTERANDO A SENHA DE ACESSO

Leia mais

NORMAS INTERNAS DA UTILIZAÇÃO DO HERBÁRIO DO CÂMPUS DE AQUIDAUANA - UFMS/CPAq

NORMAS INTERNAS DA UTILIZAÇÃO DO HERBÁRIO DO CÂMPUS DE AQUIDAUANA - UFMS/CPAq Serviço Público Federal Ministério da Educação Fundação Universidade Federal de Mato Grosso do Sul NORMAS INTERNAS DA UTILIZAÇÃO DO HERBÁRIO DO CÂMPUS DE AQUIDAUANA - UFMS/CPAq Define as normas internas

Leia mais

DESCRITIVO DO PROCESSO DE SELEÇÃO ORIENTADOR DE PÚBLICO

DESCRITIVO DO PROCESSO DE SELEÇÃO ORIENTADOR DE PÚBLICO DESCRITIVO DO PROCESSO DE SELEÇÃO ORIENTADOR DE PÚBLICO O presente documento é uma divulgação oficial de todos os critérios e procedimentos estabelecidos pelo SESC para este processo seletivo. É de fundamental

Leia mais

confinados, sala de máquinas, berços pátios de estocagem, pátios de armazenamento, galpões, áreas externas, sistemas de esgoto.

confinados, sala de máquinas, berços pátios de estocagem, pátios de armazenamento, galpões, áreas externas, sistemas de esgoto. TERMO DE REFERÊNCIA OBJETIVANDO A CONTRATAÇÃO DE EMPRESA ESPECIALIZADA PARA PRESTAÇÃO DE SERVIÇO DE CONTROLE DE VETORES E PRAGAS A SER EXECUTADO NO MUSEU DO AMANHÃ. JUSTIFICATIVA O Museu do Amanhã será

Leia mais

CV 3001. Manual de Instruções. Cadeira Auto. Dispositivo de Retenção para Crianças. 20110717 manual CV3001_voyage.indd 1 30/06/11 13:24

CV 3001. Manual de Instruções. Cadeira Auto. Dispositivo de Retenção para Crianças. 20110717 manual CV3001_voyage.indd 1 30/06/11 13:24 CV 3001 Manual de Instruções Cadeira Auto Dispositivo de Retenção para Crianças 20110717 manual CV3001_voyage.indd 1 30/06/11 13:24 Apresentação Este é um dispositivo de retenção para crianças, utilizado

Leia mais

Dicas e orientações sobre o e-commerce de produtos e serviços de saúde

Dicas e orientações sobre o e-commerce de produtos e serviços de saúde Boas Práticas em Saúde Online Dicas e orientações sobre o e-commerce de produtos e serviços de saúde Boas Práticas em Saúde Online 1 Expediente 2015 Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas

Leia mais