CASULO FABRICAS DE CULTURA

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1 ANEXO IV EDITAL PROGRAMA KAIRÓS BOLSA OPORTUNIDADE CASULO FABRICAS DE CULTURA Apresentação Parceria com as Fábricas de Cultura Jardim São Luis, Vila Nova Cachoeirinha, Brasilândia, Capão Redondo e Jaçanã, administradas pela Poiesis, com a SP ESCOLA DE TEATRO nas áreas de cenografia, figurino e iluminação. Objetivos artístico-pedagógicos A parceria artístico-pedagógica entre o Projeto Espetáculo e a SP Escola de Teatro pretende estabelecer, por meio do diálogo entre artistas profissionais e aprendizes de ambos os espaços de formação artística, um amplo território de pesquisa e de criação nas diversas linguagens artísticas que integram o fenômeno teatral. A metodologia pedagógica do Projeto Espetáculo, ao contrário dos parâmetros da pedagogia tradicional, baseada no desenvolvimento progressivo e linear de seus alunos a partir de conhecimentos administrados pelo professor, adota como metodologia a instauração de processos criativos. Sob tal pedagogia, os aprendizes não necessitam da aquisição prévia de conhecimentos, técnicas ou habilidades. Através da experiência criativa, baseada na pesquisa cotidiana, ou seja na formulação constante de perguntas ao ver-se diante das questões, lacunas e vazios instaurados pelos próprios processos de criação coletiva, estimula-se cada participante a construir conhecimento e expressar-se artisticamente. Acima de tudo, tal metodologia de pesquisa coletiva procura dar nova dimensão à oposição, base dos currículos e das disciplinas da pedagogia formal, entre teoria e prática. Parte-se do princípio de que o teatro, por seu caráter de ação e de pensamento, de palavra e de movimento, é um espaço possível para resgatarmos aquilo que Aristóteles chamava de poíesis, que é a fabricação, a produção - e aqui tanto faz produzir uma mesa ou um soneto-,que define a 1

2 atividade dos poetas, sejam eles escritores, atores ou técnicos. Uma pedagogia que considere em todas as atividades o seu caráter de poiesis é capaz de partir da vida concreta de seus participantes, em busca do sentido do trabalho como atividade social humana, definido por sua essência de diálogo entre os seres humanos e entre suas organizações socias e a natureza. Em tal processo pedagógico é fundamental a construção de um produto, criado de forma colaborativa, entre aprendizes e profissionais das diversas áreas teatrais. No Projeto Espetáculo formar um produto não significa plasmar a formamercadoria e nem atingir o acabamento tradicional da obra artística, conceitos similares e que surgiram na história e na história da arte simultaneamente, aprofundando sua relação interdependente ao longo do processo histórico de mercantilização de todas as esferas da vida social. O produto, a ser formado em cada Fábrica, além de materializar e dar forma às descobertas artísticas da pesquisa dos aprendizes, apresenta ao público também cada processo de criação, unindo ensaio e apresentação, memória e presente em múltiplas camadas de construção de sentidos. O aprendiz nesse processo apenas no trabalho criativo transforma o que aprendeu, ao mesmo tempo em que se transforma: forma a obra e o mundo, ao se transformar e ao se educar. A consciência que aprende e que cria chega assim a uma tal contemplação do objeto artístico que produziu que contempla a si mesma. O produto do trabalho coletivo é assim a realização de um projeto comum: e o aprendiz, portanto, realiza-se nesse produto e contempla a si mesmo ao contemplar o espetáculo criado. Tais processos criativos colaborativos procuram constituir espaços de pesquisa artística pluri-linguagens, baseados no conceito de limiar artístico. No processo colaborativo, o conceito de limiar deve ser diferenciado de maneira clara e rigorosa de fronteira. Esta distinção também pode nos ajudar a refletir sobre a situação da arte contemporânea: as tradicionais fronteiras que demarcavam e separavam as linguagens artísticas, hoje funcionam como limiares. A fronteira contém e mantém algo, evitando seu transbordamento, isto é, define seus limites não só como os contornos de um território, mas também como as limitações do seu domínio. A fronteira designa a linha, cujo traço e cuja espessura podem variar, que não pode se transposta impunemente. Sua transposição sem acordo prévio ou sem controle regrado significa uma transgressão. 2

3 O conceito de limiar, por outro lado, remete às ideias de soleira, de umbral, pertencendo igualmente ao domínio de metáforas espaciais que designam operações intelectuais e espirituais; mas se inscreve de antemão num regristro mais amplo, registro de movimento, registro de ultrapassagem, de passagens. Na arquitetura, o limiar deve preencher justamente a função de transição, isto é, permitir ao andarilho ou também ao morador que possa transitar, sem maior dificuldade, de um lugar determinado a outro, diferente, às vezes oposto. Seja ele simples rampa, soleira de porta, corredor, escadaria, portão, o limiar não faz só separar dois territórios ( como a fronteira), mas permite a transição, de duração variável, entre esses dois territórios. O limiar remete àquilo que se situa entre duas categorias, muitas das vezes opostas. O conceito de limiar tem, desta forma, dois sentidos contraditórios: significa, ao mesmo tempo, delimitação e passagem, separação e transição. A realização do encontro entre artistas diversos (de cenografia, de iluminação, de direção, de dramaturgia, de atuação, de figurino) nos processos colaborativos do Projeto Espetáculo, parte deste conceito de limiar. Em oposição à estética tradicional normativa, que sempre caracterizou-se por estabelecer fronteiras entre as linguagens, interessa-nos abordar, em uma prática pluri-linguagens, o limiar das diversas expressões artísticas. Esta prática não é a simples justaposição ou mesmo a dissolução das linguagens: mas é uma manifestação artística capaz de inaugurar este espaço/tempo do entre. Assim, teríamos mais do que uma pesquisa inter-linguagens, processos criativos entre-linguagens, definindo como pesquisa este território híbrido de devir entre as linguagens, de passagem entre o seu ser e o seu outro, o que estimula, em cada aprendiz e artista, a experiência da alteridade. A investigação deve tentar compreender que manifestação artística pode surgir dos intervalos, dos interstícios que habitam o confronto e a coexistência destas mesmas linguagens. Assim, a pesquisa artística como limiar, nestas suas múltiplas passagens, transições e metamorfoses, não é apenas reunião, uma linguagem junto à outra, mas é transformação das artes, é a substituição das fronteiras que separam por portais que criam novas possibilidades de expressão artística e de emancipação criativa dos artistas envolvidos. Ao propor a parceria entre o Projeto Espetáculo e a SP Escola de Teatro, partese do princípio de que tais pressupostos pedagógicos são comuns a ambos os espaços de formação artística e que aprendizes e profissionais podem aprofundar seus próprios processos de formação, ao habitarem esse território comum de prática teatral e de pesquisa. 3

4 Resumo da proposta Para os trabalhos do Projeto Espetáculo 2015 serão no total 5 orientadores de linguagem contratados pela Poiesis e 15 jovens criadores selecionados pelo programa Casulo do Programa Kairós da SP Escola de Teatro. CENOGRAFIA 1 orientador e 5 jovens criadores. FIGURINO 1 orientador e 5 jovens criadores. ILUMINAÇÃO 1 orientador e 5 jovens criadores. Ajuda de custo A Poiesis oferecerá ajuda de custo para os aprendizes sendo no 1º semestre R$ 338,00 (trezentos e trinta e oito reais) por mês e no 2º semestre R$ 450,00 (quatrocentos e cinquenta reais) por mês. Da seleção dos Jovens Criadores A Poiesis realizará uma seleção entre os aprendizes indicados pela SP Escola de Teatro para compor os jovens criadores do projeto. Tempo de duração da imersão A seleção dos jovens criadores deverá acontecer no primeiro semestre, para início dos trabalhos de março a junho e depois julho a dezembro, com renovação do estágio Casulo no mês de JULHO. Carga horária 1º e 2º semestre de 2015 Carga Horária Dia da semana Frequência Local 1º semestre: 4h 2º semestre: 4h 1º semestre: 8h 2º semestre: 14 Segundas-feiras Terças, quartas, quintas, sextas ou sábados a definir, ver quadro abaixo* 1 vez por semana, toda segunda feira das 9h às 13h sendo: de 15 em 15 dias encontro com os orientadores artísticos gerais e, de 15 em 15 dias encontro com a orientação de linguagem Horas de acompanhamento de ensaio, criação e montagem, garantindo 1 visita por semana aos ensaios (terças, quartas, quintas, sextas ou sábado a definir dependendo da linguagem e Fábrica de alocação, ver quadro abaixo) POIESIS ou SP ESCOLA DE TEATRO (a definir), POIESIS ou SP ESCOLA DE TEATRO 1º semestre - carga horária total por semana: 12h 4

5 2º semestre carga horária total por semana: 18h *Dias da semana e horários para referência: Zona Sul Zona Sul Brasilândia Jaçanã Vila Nova Cachoeirinha Jardim São Luis Capão Redondo Brasilândia Jaçanã Vila Nova Cachoeirinha Jardim São Luis Capão Redondo 14 às 17h 14 às 17h 10h às 13h Ter Qui Sáb Ter Qui Sáb Av. Inajar de Souza, 7001, São Paulo/SP Rua Raimundo Eduardo da Silva, altura do n.º Jaçanã - São Paulo/SP Rua Franklin Amaral Vila Nova Cachoeirinha - São Paulo/SP Rua Antônio Ramos Rosa Jardim São Luís - São Paulo/SP Rua Algard, nº 82 (esquina com a Rua Trevo Branco) - Capão Redondo - São Paulo/SP 5

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