WETLANDS - PROCESSOS NATURAIS PARA REMOÇÃO DE NUTRIENTES EM ESTAÇÕES DE TRATAMENTO DE ESGOTOS

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "WETLANDS - PROCESSOS NATURAIS PARA REMOÇÃO DE NUTRIENTES EM ESTAÇÕES DE TRATAMENTO DE ESGOTOS"

Transcrição

1 WETLANDS - PROCESSOS NATURAIS PARA REMOÇÃO DE NUTRIENTES EM ESTAÇÕES DE TRATAMENTO DE ESGOTOS Felipe Andrade Vitorino Carlos Alberto Vieira Gontijo André Lermontov RESUMO O primeiro princípio do design ecológico é que "resíduo é igual a alimento". O maior conflito entre ecologia e economia, deriva-se do fato de que os ecossistemas naturais são cíclicos, não geram nenhum resíduo excedente, enquanto nossos sistemas industriais são lineares, descartam resíduos tanto na produção, como no consumo. (Capra F) A iniciativa de imitar os ciclos naturais em sistemas integrados de tratamento de esgotos domésticos é recente no Brasil e vem sendo aplicado nos últimos 25 anos por ONGs ambientais, agências de água e esgoto, iniciativas governamentais e principalmente por domicílios privados e em ecovilas com relativo sucesso. Nos vários estudos já realizados na tentativa de pós-tratar efluente de estações de tratamento de esgotos, o sistema wetland destaca-se pela sua capacidade de remover carga poluidora, manter a conservação dos ecossistemas terrestres e aquáticos, reduzir o aquecimento global da terra, fixar o carbono do meio ambiente, mantendo o equilíbrio do CO2, além de conservar a biodiversidade (Denny, 1997). PALAVRAS-CHAVE: Wetland, Tratamento de Esgoto, Tratamento Terciário de Esgoto, Processos Naturais de Tratamento de Esgoto. OBJETIVO Para a remoção de nutrientes (fósforo e nitrogênio) de águas residuais de estações de tratamento de esgoto (ETE), é exigido tratamento em nível terciário, onde para além da remoção de nutrientes propriamente dita, ocorre ainda uma remoção de matéria orgânica residual, organismos patogênicos ou outro constituinte indesejável. Na tentativa de pós-tratar efluente de estações de tratamento de esgotos, o sistema wetland destaca-se pela sua capacidade de remover carga poluidora, manter a conservação dos ecossistemas terrestres e aquáticos, reduzir o aquecimento global da terra, fixar o carbono do meio ambiente, mantendo o equilíbrio do CO2, além de criar e conservar uma biodiversidade. Este estudo tem como objetivo demonstrar a metodologia de wetland para tratamento terciário, aplicada na Estação de Tratamento de Esgoto de Araruama, a ETE com capacidade de 200 litros/seg. estudada apresenta um sistema de pré-tratamento composto por gradeamento e caixa de areia, em seguida duas lagoas aeradas com misturadores superficiais

2 posteriormente três lagoas de decantação com remoção parcial de nutrientes através de um sistema de wetland e o polimento com outras três células de outra modalidade de wetland para remoção de nutrientes. O estudo também tem objetivo de demonstrar os benefícios decorridos, tanto na eficiência de remoção da ETE como para a manutenção de uma biodiversidade em função da aplicação de um processo natural de tratamento. METODOLOGIA UTILIZADA Os wetlands construídos são sistemas artificialmente projetados para utilizar plantas aquáticas (macrófitas) em substratos como areia, cascalhos ou outro material inerte e mesmo sobre o espelho d agua, onde ocorre à proliferação de biofilmes, aumento de biomassa, em função do processo de alimentação das macrófitas pelos nutrientes contidos no efluente, e ainda a utilização de macrófitas agregam populações variadas de microrganismos os quais, por meio de processos biológicos, químicos e físicos, tratam as águas residuárias. As macrófitas aquáticas utilizadas nos sistemas wetlands construídos podem ser de dois tipos: emergentes e flutuantes. Para escolhê-las, devem-se observar os seguintes critérios: fácil propagação e crescimento rápido; alta capacidade de absorção de poluentes; tolerância a ambiente eutrofizado; fácil colheita e manejo e valor econômico. As plantas flutuantes são mais fáceis de serem removidas, permitindo uma renovação de crescimento e com isto a manutenção mais constante de remoção de nutrientes ao longo de todo o tempo. As plantas aquáticas emergentes podem permanecer por ciclos longos, sem necessidade de remoção para manutenção da zona de raízes. A opção entre plantas flutuantes e enraizadas vistas pelo lado teórico, apesar de utilizarem plantas, eles acabam funcionando de maneiras diferentes, principalmente pelas características hidrológicas. Um sistema com macrófitas flutuantes não apresenta nenhum material de enchimento (brita, areia ou solo construído), dessa forma um reservatório para 1000L cabem 1000L de água. Um sistema com plantas enraizadas, um reservatório com 1000L, cabem em média 500L de água (depende muito do material de recheio ou do tipo de solo). Dessa forma, a quantidade de área necessária para utilização de macrófitas emergentes é maior que as lagoas com macrófitas flutuantes, em média o dobro. As plantas mais utilizadas em zonas de raízes de paises de climas tropical e subtropical são papiros, juncos, lírios, taboas e palmas, entre outras que são adaptadas a condições saturadas de água. Em sistemas com macrófitas flutuantes, as variedades são lemna, azola, pistia, salvinia, e aguapé. Na ETE estudada foram utilizadas as macrófitas flutuantes da família Salviniaceae, Salvinia auriculata, comumente chamada de orelha de onça e ainda da família Araceae, pistia stratiotes, também conhecida como alface d água, já as macrófitas emergentes utilizadas foram

3 as Cyperus giganteus, papirão, Cyperus comosus, pairinho e Cyperus alternifolius conhecida como sombrinha chinesa. Além da opção entre macrófitas flutuantes e emergentes, os sistemas de wetlands podem diferenciar no módulo de aplicação hidrológica, do fluxo afluente de águas residuárias ao sistema de wetland construído, os módulos conhecidos são: I. Free water surface (FWS) FIGURA 1; II. Horizontal subsurface flow (HSSF) wetlands FIGURA 2; III. Vertical flow (VF) wetlands FIGURA 3. Figura 1. Esquema FWS. Figura 2. Esquema HSSF. Figura 3. Esquema VF.

4 Foto 1. Utilização de plantas flutuantes. Foto 2. Utilização de plantas emergentes. Na ETE estudada, os módulos aplicados foram o de Free Water Surface (FWS), com a implantação de macrófitas flutuantes nas lagoas de decantação, o tratamento com as macrofitas flutuantes são mais completo, pois com aplicação delas na superfície da águas, criase um perfil vertical de tratamento, nas primeiras profundidades há penetração de luz e troca de oxigênio, o que proporciona oxidação do H2S, eliminação do mau cheiro e controle de vetores. Depois segue uma zona com pouco oxigênio que elimina com as algas, e no fundo da lagoa há um processo de digestão anaeróbio de carga orgânica.

5 Posteriormente ao tratamento com macrófitas flutuantes foi construídas três células com macrófitas emergentes, sistema horizontal de zona de raízes (HSSF), No processo de tratamento com zona de raízes, o efluente é direcionado a inundar um talude cultivado com as espécies citadas, uma parte infiltra e outra parte percola sobre a zona de raízes havendo a filtração e remoção dos nutrientes. MATERIAIS E MÉTODOS A estação de tratamento de esgotos de Araruama, ETE Ponte dos Leites, operada pela concessionária, Águas de Juturnaíba desde maio de 2004, foi herdada da Prefeitura Municipal de Araruama, que dispunha de um sistema de lagoas de estabilização, com típica configuração de duas lagoas anaeróbias, seguidas de uma lagoa facultativa e uma de maturação. Na impossibilidade daquele sistema absorver o aumento de vazão, resultante da ampliação do atendimento, foram introduzidas modificações no processo, de modo a adequar a capacidade à demanda necessária, sua remodelagem foi realizada em 2009 para a implantação do sistema complementar o tratamento terciário com remoção de nutrientes através de wetland construídos e além de melhorias no sistema de lagoas. Para implementação das ações objeto do presente trabalho, foram realizadas, conforme se segue, uma série de melhorias de natureza física e operacional na estação de tratamento de esgoto, bem como a instalação de novos equipamentos de aeração voltados para otimizar a aeração na lagoas, dragagem e aprofundamento das lagoa de decantação bem como a implantação de plantas aquáticas flutuantes na superfície e posteriormente aos processos anteriormente a implantação de uma zona de raízes com utilização de plantas aquáticas emergentes, espécies como o papirão (Cyperus giganteus), papirinho (Cyperus comosus) e sombrinha chinesa (Cyperus alternifolius) compõem as células de wetlands construídos para o tratamento complementar. A configuração atual do processo de tratamento é exemplificada na imagem abaixo. Imagem 1. Fluxograma do sistema atual de tratamento.

6 RESULTADOS OBTIDOS Para remoção de nutrientes de águas residuárias, as macrófitas flutuantes de fácil manejo e remoção periódica atingem o dobro da eficiência. Os gráficos abaixo representam os resultados obtidos em análises composta de 12 horas, durante o mês de setembro 2010, para remoção de nutrientes (N - Total e P - Total) nas células de zona de raízes e nas lagoas com macrófitas flutuantes, pontos da entrada do afluente á lagoa de decantação (azul), saída da lagoa e entrada da zona de raízes(amarelo) e saída da zona de raízes(roxo). REMOÇÃO N - TOTAL ,2 12,5 14, ,44 6,05 5,32 4,02 4,56 2,12 2,02 2,56 1,16 01/09/ /09/ /09/ /09/2010 REMOÇÃO P - TOTAL 5 4,5 4 3,5 3 2,5 2 1,5 1 0,5 0 4,32 3,23 2,74 2,19 1,32 1,35 0,98 0,98 0,26 0,58 0,32 0,54 01/09/ /09/ /09/ /09/2010

7 CONCLUSÕES Os resultados das análises mostram uma eficiência mais significante na primeira fase de remoção do sistema wetland, representada pelas macrófitas flutuantes de fluxo livre implantadas nas lagoas de decantação, percebe-se que em média 60% da remoção de P total e N Total encontra-se nessa fase. Levando em consideração o conjunto do sistema de wetlands, chegamos a ter 82% de eficiência de remoção de nutrientes, mostrando ser um sistema capaz e eficaz para remoção de nutrientes. Além das vantagens de baixo custo de implantação e a não demanda de energia e insumos químicos, os wetlands construídos são uma forma alternativa de tratar efluentes que alcançam excelentes níveis de remoção e ainda proporcionam á criação de ambientes naturais, com proteção de micro e macro fauna e flora aquáticos, contribuindo para incremento da biodiversidade. Em termos ecológicos, todos os resíduos gerados pelo sistema, podas e retirada das macrófitas, são excelentes produtos para ser compostar, gerar energia através de biogás e ainda podem contribuir para o mercado de crédito de carbono, não havendo passivos ambientais e ainda com poder de agregação de valor. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS KADLEC, ROBERT H. (2008). Treatment Wetlands Second edition. Londres. CRC Press. p SALATI, E. FILHO; MANFRINATO, E.S.; SALATI, E. Secondary and tertiary treatment of urban sewage utilizing the hds system with upflow transport In: INTERNATIONAL CONFERENCE ON WETLANDS SYSTEMS FOR WATER POLLUTION CONTROL, 5., 1996, Viena. Proceedings. Viena: v.1, p.vi/3-1-vi/3-6.

CONTROLE DE POLUIÇÃO DE ÁGUAS

CONTROLE DE POLUIÇÃO DE ÁGUAS CONTROLE DE POLUIÇÃO DE ÁGUAS NOÇÕES DE ECOLOGIA. A ÁGUA NO MEIO A ÁGUA É UM DOS FATORES MAIS IMPORTANTES PARA OS SERES VIVOS, POR ISSO É MUITO IMPORTANTE SABER DE QUE MANEIRA ELA SE ENCONTRA NO MEIO,

Leia mais

TRATAMENTO DE ESGOTO SANITÁRIO

TRATAMENTO DE ESGOTO SANITÁRIO TRATAMENTO DE ESGOTO SANITÁRIO Professor: André Luiz Montanheiro Rocha Disciplina: Gestão de Recursos Naturais 2ª COLÉGIO ESTADUAL PAULO LEMINSKI Com as mesmas seriedade e responsabilidade com que trata

Leia mais

UNIDADE EXPERIMENTAL DE TRATAMENTO DE ESGOTOS POR ECOSSISTEMAS CONSTRUÍDOS (UETEEC)

UNIDADE EXPERIMENTAL DE TRATAMENTO DE ESGOTOS POR ECOSSISTEMAS CONSTRUÍDOS (UETEEC) 51 UNIDADE EXPERIMENTAL DE TRATAMENTO DE ESGOTOS POR ECOSSISTEMAS CONSTRUÍDOS (UETEEC) André Baxter Barreto (andrebaxterbarreto@gmail.com) 1 Hiram Ferreira Jackson Sartori, (sartorih@pucminas.br) 2 1 -

Leia mais

Avaliação da Eficiência Inicial de Wetlands Construídos no Pós-Tratamento de Reator UASB

Avaliação da Eficiência Inicial de Wetlands Construídos no Pós-Tratamento de Reator UASB Avaliação da Eficiência Inicial de Wetlands Construídos no Pós-Tratamento de Reator UASB 3 rd International Workshop: Advances in Cleaner Production Vitor Cano (Bolsista FAPESP) Bianca Gomes (Bolsista

Leia mais

Microbiologia ambiental Engenharia do Ambiente. Escola Superior Agrária Instituto Politécnico de Coimbra abelho@esac.pt www.esac.

Microbiologia ambiental Engenharia do Ambiente. Escola Superior Agrária Instituto Politécnico de Coimbra abelho@esac.pt www.esac. Microbiologia ambiental Engenharia do Ambiente Escola Superior Agrária Instituto Politécnico de Coimbra abelho@esac.pt www.esac.pt/abelho Módulo 2. Microbiologia ambiental aplicada 3.2 OS MICRORGANISMOS

Leia mais

JARDIM FILTRANTE O QUE É E COMO FUNCIONA

JARDIM FILTRANTE O QUE É E COMO FUNCIONA JARDIM FILTRANTE O QUE É E COMO FUNCIONA ÁREAS ALAGADAS NATURAIS Várzea / Brejo Pântano Manguezal As áreas alagadas exercem um importante papel nos ecosistemas, por meio da depuração fisico-química e reciclagem

Leia mais

Apresentação ECTEL S T A R T

Apresentação ECTEL S T A R T Apresentação ECTEL START Quem Somos A Luftech atua no mercado desde 1992 desenvolvendo soluções para problemas ambientais causados por Resíduos Perigosos. Trabalhamos visando racionalidade econômica, segurança

Leia mais

NÚCLEO GERADOR: URBANISMO E MOBILIDADE. Tema: A Agricultura

NÚCLEO GERADOR: URBANISMO E MOBILIDADE. Tema: A Agricultura NÚCLEO GERADOR: URBANISMO E MOBILIDADE Tema: A Agricultura A agricultura Um dos principais problemas da humanidade é conseguir fornecer a todas as pessoas alimentação suficiente e adequada. Crescimento

Leia mais

Gerenciamento de Resíduos Líquidos e Sólidos. Profa. Samara Monayna

Gerenciamento de Resíduos Líquidos e Sólidos. Profa. Samara Monayna Gerenciamento de Resíduos Líquidos e Sólidos Profa. Samara Monayna RESÍDUOS LÍQUIDOS Dejetos humanos podem ser veículos de várias doenças, por isso devem ficar longe de: Seres humanos; Vetores; Águas de

Leia mais

II-008 - LEITOS CULTIVADOS ( CONSTRUCTED WETLAND ): COMPARAÇÃO ENTRE VALORES OBTIDOS PARA UMA MESMA VAZÃO AFLUENTE EM ÉPOCAS DISTINTAS

II-008 - LEITOS CULTIVADOS ( CONSTRUCTED WETLAND ): COMPARAÇÃO ENTRE VALORES OBTIDOS PARA UMA MESMA VAZÃO AFLUENTE EM ÉPOCAS DISTINTAS II-8 - LEITOS CULTIVADOS ( CONSTRUCTED WETLAND ): COMPARAÇÃO ENTRE VALORES OBTIDOS PARA UMA MESMA VAZÃO AFLUENTE EM ÉPOCAS DISTINTAS Marcelus Alexander Acorinte Valentim (1) Mestre em Engenharia Agrícola

Leia mais

SISTEMAS DE PRODUÇÃO VEGETAL AGROECOLÓGICA

SISTEMAS DE PRODUÇÃO VEGETAL AGROECOLÓGICA SISTEMAS DE PRODUÇÃO VEGETAL AGROECOLÓGICA III Ciclo de Palestras Produção Animal, Meio Ambiente e Desenvolvimento - UFPR Julio Carlos B.V.Silva Instituto Emater juliosilva@emater.pr.gov.br A produção

Leia mais

Edital Nº. 04/2009-DIGPE 10 de maio de 2009

Edital Nº. 04/2009-DIGPE 10 de maio de 2009 Caderno de Provas BIOCOMBUSTÍVEIS Edital Nº. 04/2009-DIGPE 10 de maio de 2009 INSTRUÇÕES GERAIS PARA A REALIZAÇÃO DA PROVA Use apenas caneta esferográfica azul ou preta. Escreva o seu nome completo e o

Leia mais

Método Alternativo de Tratamento de Esgotos

Método Alternativo de Tratamento de Esgotos Pesquisa Método Alternativo de Tratamento de Esgotos Reator anaeróbio com recheio de bambu associado com filtros biológicos de areia Adriano Luiz Tonetti Mestre em Saneamento e Ambiente - UNICAMP atonetti@fec.unicamp.br

Leia mais

WORKSHOP SOBRE PROCESSOS DE TRATAMENTO DE LIXIVIADOS DE ATERROS SANITÁRIOS E A LEGISLAÇÃO PALESTRA 4 TRATAMENTO FÍSICO QUÍMICO E BIOLÓGICO

WORKSHOP SOBRE PROCESSOS DE TRATAMENTO DE LIXIVIADOS DE ATERROS SANITÁRIOS E A LEGISLAÇÃO PALESTRA 4 TRATAMENTO FÍSICO QUÍMICO E BIOLÓGICO WORKSHOP SOBRE PROCESSOS DE TRATAMENTO DE LIXIVIADOS DE ATERROS SANITÁRIOS E A LEGISLAÇÃO PALESTRA 4 TRATAMENTO FÍSICO QUÍMICO E BIOLÓGICO Eng. Elso Vitoratto engenharia@novaeraambiental.com.br Conceito

Leia mais

FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE RONDÔNIA UNIR CAMPUS DE JI-PARANÁ DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA AMBIENTAL

FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE RONDÔNIA UNIR CAMPUS DE JI-PARANÁ DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA AMBIENTAL FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE RONDÔNIA UNIR CAMPUS DE JI-PARANÁ DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA AMBIENTAL Disciplina: Processos de Tratamento de Esgoto Professora: Nara Luisa Reis de Andrade naraluisar@gmail.com

Leia mais

LAGOAS DE ESTABILIZAÇÃO LAGOAS DE ESTABILIZAÇÃO LAGOAS DE ESTABILIZAÇÃO LAGOAS DE ESTABILIZAÇÃO

LAGOAS DE ESTABILIZAÇÃO LAGOAS DE ESTABILIZAÇÃO LAGOAS DE ESTABILIZAÇÃO LAGOAS DE ESTABILIZAÇÃO LAGOAS DE ESTABILIZAÇÃO 1 LAGOAS DE ESTABILIZAÇÃO 2 DEFINIÇÃO Os sistemas de lagoas de estabilização constituem-se na forma mais simples para tratamento de esgotos, apresentando diversas variantes com

Leia mais

PROJETO PARA TRATAMENTO DE EFLUENTES DO ZOOLÓGICO MUNICIPAL DE CURITIBA POR MEIO DA TECNOLOGIA DE WETLANDS

PROJETO PARA TRATAMENTO DE EFLUENTES DO ZOOLÓGICO MUNICIPAL DE CURITIBA POR MEIO DA TECNOLOGIA DE WETLANDS PROJETO PARA TRATAMENTO DE EFLUENTES DO ZOOLÓGICO MUNICIPAL DE CURITIBA POR MEIO DA TECNOLOGIA DE WETLANDS Raquel Hubie Busato* Universidade Federal do Paraná, Curitiba PR, Brasil Programa de Educação

Leia mais

Composição da atmosfera terrestre. Fruto de processos físico-químicos e biológicos iniciados há milhões de anos Principais gases:

Composição da atmosfera terrestre. Fruto de processos físico-químicos e biológicos iniciados há milhões de anos Principais gases: Poluição do ar Composição da atmosfera terrestre Fruto de processos físico-químicos e biológicos iniciados há milhões de anos Principais gases: Nitrogênio 78% Oxigênio 21% Argônio 0,9% Gás Carbônico 0,03%

Leia mais

Secretaria do Meio Ambiente

Secretaria do Meio Ambiente Secretaria do Meio Ambiente PORTARIA SEMA n 79 de 31 de outubro de 2013. Reconhece a Lista de Espécies Exóticas Invasoras do Estado do Rio Grande do Sul e demais classificações, estabelece normas de controle

Leia mais

TRATAMENTO BIOLÓGICO DE EFLUENTES COM APROVEITAMENTO DE BIOGÁS E RECICLAGEM DE NUTRIENTES ATRAVÉS DE BIOSSISTEMAS INTEGRADOS

TRATAMENTO BIOLÓGICO DE EFLUENTES COM APROVEITAMENTO DE BIOGÁS E RECICLAGEM DE NUTRIENTES ATRAVÉS DE BIOSSISTEMAS INTEGRADOS TRATAMENTO BIOLÓGICO DE EFLUENTES COM APROVEITAMENTO DE BIOGÁS E RECICLAGEM DE NUTRIENTES ATRAVÉS DE BIOSSISTEMAS INTEGRADOS GRANDES SISTEMAS SISTEMAS DOMICILIARES 1 BIOSSISTEMA : Conjunto de equipamentos

Leia mais

TRATAMENTO DE ESGOTOS EM PEQUENAS COMUNIDADES. A EXPERIÊNCIA DA UFMG.

TRATAMENTO DE ESGOTOS EM PEQUENAS COMUNIDADES. A EXPERIÊNCIA DA UFMG. FUNASA SOLUÇÕES INOVADORAS DE TRATAMENTO E REÚSO DE ESGOTO EM COMUNIDADES ISOLADAS Campinas, 20-21 junho 2013 TRATAMENTO DE ESGOTOS EM PEQUENAS COMUNIDADES. A EXPERIÊNCIA DA UFMG. Marcos von Sperling Universidade

Leia mais

11 Sistemas de lodos ativados

11 Sistemas de lodos ativados 11 Sistemas de lodos ativados Inglaterra, 1914 Processo biológico que envolve massa ativada de microrganismo em suspensão capazes de estabilizar o esgoto em ambiente aeróbio. http://meioambientedjc.blogspot.com.br/2011/10/ete-tratamento-secundario.html

Leia mais

ENGENHARIA CIVIL INTEGRADA

ENGENHARIA CIVIL INTEGRADA ENGENHARIA CIVIL INTEGRADA ARAÇATUBA 2014 Nome Antônio Paulo da Silva Gama Bruno Roger Hoshino dos Santos Gustavo Chozi Izabela dos Santos Eduardo RA A424BG-5 A546BC-0 A395CC-0 A571BH-6 SISTEMA DE TRATAMENTO

Leia mais

TECNOLOGIA EM MEIO AMBIENTE

TECNOLOGIA EM MEIO AMBIENTE TECNOLOGIA EM MEIO AMBIENTE 1. TURNO: Noturno MODALIDADE: Saneamento ÁREA: Meio Ambiente e Tecnologia da Saúde GRAU ACADÊMICO: Tecnólogo em Meio Ambiente PRAZO PARA CONCLUSÃO: Mínimo = 3 anos Máximo =

Leia mais

Simone Cristina de Oliveira Núcleo Gestor de Araraquara DAAE CESCAR Coletivo Educador de São Carlos, Araraquara, Jaboticabal e Região HISTÓRICO

Simone Cristina de Oliveira Núcleo Gestor de Araraquara DAAE CESCAR Coletivo Educador de São Carlos, Araraquara, Jaboticabal e Região HISTÓRICO Caracterização Histórica e Operacional da Estação de Tratamento de Esgotos Manoel Ferreira Leão Neto do Departamento Autônomo de Águas e Esgotos (DAAE) Araraquara-SP HISTÓRICO Simone Cristina de Oliveira

Leia mais

Avaliação de um Sistema de Tratamento de Águas Residuárias por Wetland Construído com Etapa Aerada

Avaliação de um Sistema de Tratamento de Águas Residuárias por Wetland Construído com Etapa Aerada Avaliação de um Sistema de Tratamento de Águas Residuárias por Wetland Construído com Etapa Aerada Autor: Me. Helisson H. Borsato de Andrade Programa de Pós-Graduação em Sustentabilidade EACH-USP Grupo

Leia mais

AVALIAÇÃO DO ph EM CULTIVO DE MICROALGA Chlorella vulgaris

AVALIAÇÃO DO ph EM CULTIVO DE MICROALGA Chlorella vulgaris AVALIAÇÃO DO ph EM CULTIVO DE MICROALGA Chlorella vulgaris Elias Trevisan 1 ; Miguel Leal Neto 2 ; Paula Moro 2 ; Silvio O. Hoshino 3 ; Pedro A. Arroyo 4. RESUMO: A produção de biocombustíveis tem proporcionado

Leia mais

CURSO DE MESTRADO EM ENGENHARIA FLORESTAL EMENTAS DE DISCIPLINAS

CURSO DE MESTRADO EM ENGENHARIA FLORESTAL EMENTAS DE DISCIPLINAS A MADEIRA NA CONSTRUÇÃO Ementa: Introdução ao material madeira. Potencialidades da madeira e o seu emprego na construção civil. Valor ecológico-ambiental das madeiras no ciclo do carbono. Aplicação como

Leia mais

A AGROFLORESTA AGROECOLÓGICA: UM MOMENTO DE SÍNTESE DA AGROECOLOGIA, UMA AGRICULTURA QUE CUIDA DO MEIO AMBIENTE.

A AGROFLORESTA AGROECOLÓGICA: UM MOMENTO DE SÍNTESE DA AGROECOLOGIA, UMA AGRICULTURA QUE CUIDA DO MEIO AMBIENTE. A AGROFLORESTA AGROECOLÓGICA: UM MOMENTO DE SÍNTESE DA AGROECOLOGIA, UMA AGRICULTURA QUE CUIDA DO MEIO AMBIENTE. Alvori Cristo dos Santos, Deser, Fevereiro 2007. Há alguns anos atrás, um movimento social

Leia mais

I-071 - EFICIÊNCIA NA REMOÇÃO DE MATÉRIA ORGÂNICA SOB A FORMA DE DBO E DQO TOTAL E SOLÚVEL NO SISTEMA TS-FAN

I-071 - EFICIÊNCIA NA REMOÇÃO DE MATÉRIA ORGÂNICA SOB A FORMA DE DBO E DQO TOTAL E SOLÚVEL NO SISTEMA TS-FAN I-71 - EFICIÊNCIA NA REMOÇÃO DE MATÉRIA ORGÂNICA SOB A FORMA DE DBO E DQO TOTAL E SOLÚVEL NO SISTEMA TS-FAN Gabriela Marques dos Ramos Vargas Engenheira Química pela Universidade Federal do Rio Grande

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO DO INSTITUTO MAUÁ DE TECNOLOGIA ANDRÉ LUIZ IAQUELI WETLANDS CONSTRUÍDOS: APLICAÇÕES, BENEFÍCIOS E VANTAGENS DO SISTEMA

CENTRO UNIVERSITÁRIO DO INSTITUTO MAUÁ DE TECNOLOGIA ANDRÉ LUIZ IAQUELI WETLANDS CONSTRUÍDOS: APLICAÇÕES, BENEFÍCIOS E VANTAGENS DO SISTEMA CENTRO UNIVERSITÁRIO DO INSTITUTO MAUÁ DE TECNOLOGIA ANDRÉ LUIZ IAQUELI WETLANDS CONSTRUÍDOS: APLICAÇÕES, BENEFÍCIOS E VANTAGENS DO SISTEMA SÃO PAULO, 2016 1 ANDRÉ LUIZ IAQUELI WETLANDS CONSTRUÍDOS: APLICAÇÕES,

Leia mais

Dúvidas teleaula anterior

Dúvidas teleaula anterior Gestão Ambiental Prof. Vicente Manzione Filho Inovação Tecnológica e Serviços Ambientais Dúvidas teleaula anterior Sumário da Aula Parte I O processo de inovação tecnológica e o meio ambiente Parte II

Leia mais

CAPÍTULO 15 DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL

CAPÍTULO 15 DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL CAPÍTULO 15 DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL. Você já parou para pensar no que significa a palavra progresso? Pois então pense: estradas, indústrias, usinas,cidades, maquinas e muito outras coisas que ainda

Leia mais

1. INTRODUÇÃO. referência à autores dentro do texto

1. INTRODUÇÃO. referência à autores dentro do texto 1. INTRODUÇÃO A seguir, veremos um texto ilustrativo para uma introdução, onde o trabalho deve ser apresentado com base em seu conteúdo de pesquisa. Geralmente a introdução é feita após o trabalho de pesquisa

Leia mais

Governança da Água no Brasil

Governança da Água no Brasil Governança da Água no Brasil Devanir Garcia dos Santos Coordenador de Implementação de Projetos Indutores - ANA Seminário Água em Debate: Uso Sustentável da Água na Agricultura Desafios e Soluções Brasília

Leia mais

ANÁLISE DA EFICIÊNCIA DE REMOÇÃO DE DEMANDA QUÍMICA DE OXIGÊNIOE FÓSFORO TOTAL PELO FILTRO BIOLÓGICO DE ESPONJA VEGETAL

ANÁLISE DA EFICIÊNCIA DE REMOÇÃO DE DEMANDA QUÍMICA DE OXIGÊNIOE FÓSFORO TOTAL PELO FILTRO BIOLÓGICO DE ESPONJA VEGETAL Eixo Temático: Tecnologias ANÁLISE DA EFICIÊNCIA DE REMOÇÃO DE DEMANDA QUÍMICA DE OXIGÊNIOE FÓSFORO TOTAL PELO FILTRO BIOLÓGICO DE ESPONJA VEGETAL Athos Moisés Lopes Silva 1 Mateus Vaz Dias 2 Philip Lopes

Leia mais

PROTEÇÃO AMBIENTAL. Professor André Pereira Rosa

PROTEÇÃO AMBIENTAL. Professor André Pereira Rosa PROTEÇÃO AMBIENTAL Professor André Pereira Rosa ALTERAÇÃO DA QUALIDADE DAS ÁGUAS CARACTERÍSTICAS DAS IMPUREZAS 99,9 % 0,1 % Esgotos Sólidos Poluição tratamento Impurezas justificam a instalação de ETE

Leia mais

TRATAMENTO DE EFLUENTES POR PROCESSOS NATURAIS

TRATAMENTO DE EFLUENTES POR PROCESSOS NATURAIS Davide Santos Dep. Eng. Civ. EST/UAlg TRATAMENTO DE EFLUENTES POR PROCESSOS NATURAIS Cláudio Brito RESUMO O presente trabalho tem por objectivo abordar de uma forma sumária os sistemas de tratamento de

Leia mais

Inovação e Tecnologias Globais em Saneamento Concepção de ETEs nos Tempos Modernos

Inovação e Tecnologias Globais em Saneamento Concepção de ETEs nos Tempos Modernos 29_07_14 Inovação e Tecnologias Globais em Saneamento Concepção de ETEs nos Tempos Modernos 1. INTRODUÇÃO CONTEXTUALIZAÇÃO DO TRATAMENTO DE ESGOTOS NAS ÚLTIMAS DÉCADAS Os objetivos do tratamento de esgotos

Leia mais

Microbiologia ambiental relaciona-se principalmente com os processos microbianos que ocorrem no solo, na água, no ar ou nos alimentos;

Microbiologia ambiental relaciona-se principalmente com os processos microbianos que ocorrem no solo, na água, no ar ou nos alimentos; MICRORGANISMOS E MEIO AMBIENTE Microbiologia ambiental relaciona-se principalmente com os processos microbianos que ocorrem no solo, na água, no ar ou nos alimentos; 1 Os microrganismos vivem em comunidades,

Leia mais

Mestrando em Engenharia do Meio Ambiente na EEC/UFG. e-mail: emmanuel_dalessandro@hotmail.com.

Mestrando em Engenharia do Meio Ambiente na EEC/UFG. e-mail: emmanuel_dalessandro@hotmail.com. EFICIÊNCIA DE REMOÇÃO DO MÓDULO A DA ETE DE TRINDADE GO Emmanuel Bezerra D ALESSANDRO (1) ; Nora Katia SAAVEDRA del Aguila (2) ; Maura Francisca da SILVA (3) (1) Mestrando em Engenharia do Meio Ambiente

Leia mais

Projeto integrado de recuperação de recursos em Colcata, Índia

Projeto integrado de recuperação de recursos em Colcata, Índia Projeto integrado de recuperação de recursos em Colcata, Índia Sumita Gupta - rahul.gupta@boci.co.in Centre for Built Environment, Kolkata, Índia; As cidades consomem recursos e produzem resíduos tanto

Leia mais

REVISTA PETRÓLEO & ENERGIA ARTIGO TÉCNICO

REVISTA PETRÓLEO & ENERGIA ARTIGO TÉCNICO 1 REVISTA PETRÓLEO & ENERGIA ARTIGO TÉCNICO Geração de Bioenergia (H 2 e CH 4 ) com resíduos industriais (glicerol e vinhaça) integrando o processo produtivo agroindustrial (biodiesel e álcool) com a valorização

Leia mais

Capítulo 28 Economia Ecológica. Se não está planejada a manutenção, não construa. Urbonas, 1993

Capítulo 28 Economia Ecológica. Se não está planejada a manutenção, não construa. Urbonas, 1993 Capítulo 28 Economia Ecológica Se não está planejada a manutenção, não construa. Urbonas, 1993 Pantanal matogrossense 28-1 Capítulo 28- Economia Ecológica 28.1 Introdução Existem dois tipos de economia:

Leia mais

A resposta ao potencial de desenvolvimento do broto de alfafa (Medicago sativa L.) com o uso de luz durante o ciclo de crescimento

A resposta ao potencial de desenvolvimento do broto de alfafa (Medicago sativa L.) com o uso de luz durante o ciclo de crescimento A resposta ao potencial de desenvolvimento do broto de alfafa (Medicago sativa L.) com o uso de luz durante o ciclo de crescimento Elisangela Schardong 1 Elvis Calabresi 1 Paulo Zwick 1 Tais Colombo 1

Leia mais

II-296 DESEMPENHO DE UMA LAGOA DE AGUAPÉS NO TRATAMENTO TERCIÁRIO DO EFLUENTE DE UMA INDÚSTRIA METAL-MECÂNICA

II-296 DESEMPENHO DE UMA LAGOA DE AGUAPÉS NO TRATAMENTO TERCIÁRIO DO EFLUENTE DE UMA INDÚSTRIA METAL-MECÂNICA II-296 DESEMPENHO DE UMA LAGOA DE AGUAPÉS NO TRATAMENTO TERCIÁRIO DO EFLUENTE DE UMA INDÚSTRIA METAL-MECÂNICA Rodrigo Steiner Engenheiro Químico responsável pela Gestão do Meio Ambiente na AGRALE S.A.

Leia mais

NÍVEIS DE TRATAMENTO DE ESGOTO

NÍVEIS DE TRATAMENTO DE ESGOTO Universidade Federal do Espírito Santo Programa de Pós-graduação em Engenharia Ambiental NÍVEIS DE TRATAMENTO DE ESGOTO Ricardo Franci Gonçalves Giovana Martinelli da Silva Tratamento de Esgoto Procedimentos

Leia mais

RECIRCULAÇÃO DE EFLUENTE AERÓBIO NITRIFICADO EM REATOR UASB VISANDO A REMOÇÃO DE MATÉRIA ORGÂNICA

RECIRCULAÇÃO DE EFLUENTE AERÓBIO NITRIFICADO EM REATOR UASB VISANDO A REMOÇÃO DE MATÉRIA ORGÂNICA Belo Horizonte/MG 24 a 27/11/214 RECIRCULAÇÃO DE EFLUENTE AERÓBIO NITRIFICADO EM REATOR UASB VISANDO A REMOÇÃO DE MATÉRIA ORGÂNICA Ana Paula Cosso Silva Araujo (*), Bruno de Oliveira Freitas. * Universidade

Leia mais

Compostagem Paula Lazaro Pinto 17/06/2013

Compostagem Paula Lazaro Pinto 17/06/2013 Compostagem Paula Lazaro Pinto 17/06/2013 Introdução Atualmente os resíduos sólidos gerados na sociedade tornaram-se um grande problema para a administração pública. Existe um entrave entre a geração dos

Leia mais

BIOMAS BRASILEIROS. Prof.ª Débora Lia Ciências/ Biologia

BIOMAS BRASILEIROS. Prof.ª Débora Lia Ciências/ Biologia BIOMAS BRASILEIROS Prof.ª Débora Lia Ciências/ Biologia BIOMA: É CONJUNTO DE ECOSSISTEMAS TERRESTRES, CLIMATICAMENTE CONTROLADOS, QUE SÃO CARACTERIZADOS POR UMA VEGETAÇÃO PRÓPRIA (RAVEN ET AL., 2001) LOCALIZAÇÃO

Leia mais

Avílio Antonio Franco

Avílio Antonio Franco Apresentação A humanidade, na busca de maior conforto e do desenvolvimento tem avançado sobre os recursos naturais de forma predatória com conseqüências ainda pouco previsíveis. A eliminação contínua da

Leia mais

21º Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental

21º Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental II-028 PROGRAMA DE SANEAMENTO AMBIENTAL PARA O SEMI-ÁRIDO MINEIRO: OPÇÕES DE TRATAMENTO/RECICLAGEM DE ESGOTOS SANITÁRIOS PARA 20 CIDADES NO NORTE/NORDESTE DE MINAS GERAIS (EXPERIÊNCIA-PILOTO PARA O ESTADO)

Leia mais

UTILIZAÇÃO DA PLANTA VETIVERIA ZIZANIOIDES NO TRATAMENTO DE ESGOTO SANITÁRIO

UTILIZAÇÃO DA PLANTA VETIVERIA ZIZANIOIDES NO TRATAMENTO DE ESGOTO SANITÁRIO UTILIZAÇÃO DA PLANTA VETIVERIA ZIZANIOIDES NO TRATAMENTO DE ESGOTO SANITÁRIO Fernando Ernesto UCKER; Rogério de Araújo ALMEIDA Universidade Federal de Goiás UFG E-mail: ferucker@gmail.com Palavras-chave:

Leia mais

REMOÇÃO DE NITROGÊNIO DE UM EFLUENTE ANAERÓBIO DE ORIGEM DOMÉSTICA POR MÉTODO DE IRRIGAÇÃO EM SULCOS RASOS

REMOÇÃO DE NITROGÊNIO DE UM EFLUENTE ANAERÓBIO DE ORIGEM DOMÉSTICA POR MÉTODO DE IRRIGAÇÃO EM SULCOS RASOS REMOÇÃO DE NITROGÊNIO DE UM EFLUENTE ANAERÓBIO DE ORIGEM DOMÉSTICA POR MÉTODO DE IRRIGAÇÃO EM SULCOS RASOS Ricardo Stahlschmidt Pinto Silva Bruno Coraucci Filho* Engenheiro Civil pela Faculdade de Engenharia

Leia mais

Missão do Grupo Cervantes. Missão da GCBRASIL Ambiental / Igiene

Missão do Grupo Cervantes. Missão da GCBRASIL Ambiental / Igiene Missão do Grupo Cervantes Buscamos oferecer excelência em prestação de serviços, prezando sempre por um alto nível social e tecnológico, gerando emprego e melhor qualidade de vida para a comunidade. Missão

Leia mais

COMPORTAMENTO DOS ÍNDICES DO ESTADO TRÓFICO DE CARLSON (IET) E MODIFICADO (IET M ) NO RESERVATÓRIO DA UHE LUÍS EDUARDO MAGALHÃES, TOCANTINS BRASIL.

COMPORTAMENTO DOS ÍNDICES DO ESTADO TRÓFICO DE CARLSON (IET) E MODIFICADO (IET M ) NO RESERVATÓRIO DA UHE LUÍS EDUARDO MAGALHÃES, TOCANTINS BRASIL. COMPORTAMENTO DOS ÍNDICES DO ESTADO TRÓFICO DE CARLSON (IET) E MODIFICADO (IET M ) NO RESERVATÓRIO DA UHE LUÍS EDUARDO MAGALHÃES, TOCANTINS BRASIL. Liliana Pena Naval* Doutorada pela Universidad Complutense

Leia mais

LEI Nº 7.055, DE 12 DE NOVEMBRO DE 2007

LEI Nº 7.055, DE 12 DE NOVEMBRO DE 2007 LEI Nº 7.055, DE 12 DE NOVEMBRO DE 2007 Publicada no DOE(Pa) de 20.11.07. Dispõe sobre a Política Estadual para o Desenvolvimento e Expansão da Apicultura e dá outras providências. A ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA

Leia mais

TRATAMENTO DE EFLUENTES COM ALTAS CONCENTRAÇÕES DE MATÉRIA ORGÂNICA E NUTRIENTES UTILIZANDO MACRÓFITA AQUÁTICA

TRATAMENTO DE EFLUENTES COM ALTAS CONCENTRAÇÕES DE MATÉRIA ORGÂNICA E NUTRIENTES UTILIZANDO MACRÓFITA AQUÁTICA TRATAMENTO DE EFLUENTES COM ALTAS CONCENTRAÇÕES DE MATÉRIA ORGÂNICA E NUTRIENTES UTILIZANDO MACRÓFITA AQUÁTICA DIVENSI, Helizabett Fernanda do. IC, UTFPR, Fundação Araucária, Engenharia Ambiental, UTFPR,

Leia mais

Universidade da Beira Interior

Universidade da Beira Interior Universidade da Beira Interior DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL CONTRIBUIÇÃO PARA O ESTUDO DA REMOÇÃO DE RESIDUAIS DE CARBONO EM FILTROS BIOLÓGICOS DE LEITO IMERSO E FLUXO DESCENDENTE António João Carvalho

Leia mais

Bioindicadores Ambientais (BAM36AM)

Bioindicadores Ambientais (BAM36AM) Bioindicadores Ambientais (BAM36AM) Prof. Dr. Rodrigo Lingnau Bacharel e Licenciado, Biólogo (UFPR) Mestre em Biologia, Área de Concentração Ecologia (UFG) Doutor em Zoologia (PUC-RS) Aulas Segunda-feira:

Leia mais

Eficiência de remoção de DBO dos principais processos de tratamento de esgotos adotados no Brasil

Eficiência de remoção de DBO dos principais processos de tratamento de esgotos adotados no Brasil Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo - SABESP Associação das Empresas de Saneamento Básico Estaduais - AESBE Eficiência de remoção de DBO dos principais processos de tratamento de esgotos

Leia mais

Agroecologia. Curso Agroecologia e Tecnologia Social um caminho para a sustentabilidade. Módulo 3 Aplicações da Agroecologia

Agroecologia. Curso Agroecologia e Tecnologia Social um caminho para a sustentabilidade. Módulo 3 Aplicações da Agroecologia Agroecologia Agroecologia Curso Agroecologia e Tecnologia Social um caminho para a sustentabilidade Módulo 3 Aplicações da Agroecologia Agroecologia aspectos teóricos e conceituais Capítulo 4 Aplicações

Leia mais

SUBPROGRAMA 7.3 - MONITORAMENTO E CONTROLE DE MACRÓFITAS AQUÁTICAS

SUBPROGRAMA 7.3 - MONITORAMENTO E CONTROLE DE MACRÓFITAS AQUÁTICAS SUBPROGRAMA 7.3 - MONITORAMENTO E CONTROLE DE MACRÓFITAS AQUÁTICAS EMPRESA CONTRATADA Ecossis Soluções Ambientais CONTEXTUALIZAÇÃO Em ambientes aquáticos construídos, como açudes e reservatórios de usinas

Leia mais

A importância da vegetação em alagados construídos. Alisson Borges GPQA/DEA/UFV Curitiba, Junho de 2015

A importância da vegetação em alagados construídos. Alisson Borges GPQA/DEA/UFV Curitiba, Junho de 2015 1 A importância da vegetação em alagados construídos Alisson Borges GPQA/DEA/UFV Curitiba, Junho de 2015 2 Roteiro da apresentação Macrófitas e/ou vegetação em alagados. Mecanismos. Literatura clássica

Leia mais

REMOÇÃO DE LODO DE LAGOAS DE ESTABILIZAÇÃO E ACONDICIONAMENTO EM CONTENTORES GEOTÊXTEIS. Josué Tadeu Leite França 06/11/2012

REMOÇÃO DE LODO DE LAGOAS DE ESTABILIZAÇÃO E ACONDICIONAMENTO EM CONTENTORES GEOTÊXTEIS. Josué Tadeu Leite França 06/11/2012 REMOÇÃO DE LODO DE LAGOAS DE ESTABILIZAÇÃO E ACONDICIONAMENTO EM CONTENTORES GEOTÊXTEIS. Josué Tadeu Leite França 06/11/2012 INTRODUÇÃO A Cia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo é responsável pela

Leia mais

BOLETIM DO LEGISLATIVO Nº 17, DE 2012

BOLETIM DO LEGISLATIVO Nº 17, DE 2012 BOLETIM DO LEGISLATIVO Nº 17, DE 2012 Rio+20: oceanos, mares e zonas costeiras Carmen Rachel Scavazzini Marcondes Faria Tarciso Dal Maso Jardim A Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável,

Leia mais

20/11/2013. Efluente Industrial. Efluente doméstico PROBLEMAS DA POLUIÇÃO EM AMBIENTES AQUÁTICOS A POLUIÇÃO EM AMBIENTES AQUÁTICOS

20/11/2013. Efluente Industrial. Efluente doméstico PROBLEMAS DA POLUIÇÃO EM AMBIENTES AQUÁTICOS A POLUIÇÃO EM AMBIENTES AQUÁTICOS Fontes de poluição Os principais poluentes da água são: Partículas do solo erodido Pesticidas e fertilizantes agrícolas Resíduos sólidos diversos Produtos usados em mineração Chorume lixo em decomposição

Leia mais

Conferência eletrônica O uso de águas servidas não tratadas na agricultura dos países mais pobres

Conferência eletrônica O uso de águas servidas não tratadas na agricultura dos países mais pobres Conferência eletrônica O uso de águas servidas não tratadas na agricultura dos países mais pobres Judith Kaspersma - RUAF Foto: Kranjac-Berisavljevic - dreno principal na cidade de Tamale, Gana Entre 24

Leia mais

SISTEMA DE TRATAMENTO DE ESGOTO PARA O MUNICÍPIO DE RESTINGA SECA - RS 1 SEWAGE TREATMENT SYSTEM FOR THE CITY OF RESTINGA SECA, RS

SISTEMA DE TRATAMENTO DE ESGOTO PARA O MUNICÍPIO DE RESTINGA SECA - RS 1 SEWAGE TREATMENT SYSTEM FOR THE CITY OF RESTINGA SECA, RS Disc. Scientia. Série: Ciências Naturais e Tecnológicas, S. Maria, v. 11, n. 1, p. 37-49, 2010. 37 ISSN 2176-462X SISTEMA DE TRATAMENTO DE ESGOTO PARA O MUNICÍPIO DE RESTINGA SECA - RS 1 RESUMO SEWAGE

Leia mais

IRRIGAÇÃO SUBSUPERFICIAL

IRRIGAÇÃO SUBSUPERFICIAL IRRIGAÇÃO SUBSUPERFICIAL Introdução, Sistemas e Características FEAGRI/UNICAMP - 2014 Prof. Roberto Testezlaf Irrigação Subsuperficial Também chamada irrigação subterrânea ou subirrigação A água é aplicada

Leia mais

Aula 24 Poluição. Poluição do ar. Os principais poluentes do ar são: compostos sulfurosos, nitrogenados e monóxido de carbono.

Aula 24 Poluição. Poluição do ar. Os principais poluentes do ar são: compostos sulfurosos, nitrogenados e monóxido de carbono. Aula 24 Poluição A poluição é a alteração do equilíbrio ecológico devido à presença de resíduos em quantidade que o ambiente tem de absorver provocando danos ao seu funcionamento. Os resíduos podem ser

Leia mais

FACULDADE DE ENGENHARIA

FACULDADE DE ENGENHARIA FACULDADE DE ENGENHARIA Problemas Ambientais, suas causas e sustentabilidade Profa. Aline Sarmento Procópio Dep. Engenharia Sanitária e Ambiental Recursos Naturais Qualquer insumo de que os organismos,

Leia mais

Lagoa aerada superficialmente: uma solução de baixo custo para o aumento de eficiência

Lagoa aerada superficialmente: uma solução de baixo custo para o aumento de eficiência 28 Hydro Agosto 29 Equipamentos Lagoa aerada superficialmente: uma solução de baixo custo para o aumento de eficiência Marcelo Pohlmann, da Brasworld Consultoria Ambiental, Josué Tadeu Leite França, Carlos

Leia mais

CESEP Centro de Serviços educacionais do Pará Coordenação do Ensino Médio

CESEP Centro de Serviços educacionais do Pará Coordenação do Ensino Médio PLANO DE CURSO/2015 CESEP Centro de Serviços educacionais do Pará Coordenação do Ensino Médio PROFESSOR: LEONAM DISCIPLINA: BIOLOGIA SÉRIE: 2º ANO CONTEÚDOS COMPETÊNCIAS HABILIDADES COMO VOU ENSINAR COMO

Leia mais

Resíduo, NOSSO NEGÓCIO

Resíduo, NOSSO NEGÓCIO Resíduo, NOSSO NEGÓCIO Os resíduos sólidos urbanos, denominados popularmente de lixo, são uma das principais preocupações da sociedade contemporânea. O crescimento da população, aliado ao aumento do consumo,

Leia mais

o hectare Nesta edição, você vai descobrir o que é um biodigestor, como ele funciona e também O que é o biodigestor? 1 ha

o hectare Nesta edição, você vai descobrir o que é um biodigestor, como ele funciona e também O que é o biodigestor? 1 ha o hectare Publicação do Ecocentro IPEC Ano 1, nº 3 Pirenópolis GO Nesta edição, você vai descobrir o que é um biodigestor, como ele funciona e também vai conhecer um pouco mais sobre a suinocultura. Na

Leia mais

IMPLANTAÇÃO DE ETE COMPACTA EM ARAGUARI-MG

IMPLANTAÇÃO DE ETE COMPACTA EM ARAGUARI-MG ASSEMAE Associação Nacional dos Serviços Municipais de Saneamento 1/9 IMPLANTAÇÃO DE ETE COMPACTA EM ARAGUARI-MG Autor: Kleber Lúcio Borges Engenheiro Civil, Engenheiro Segurança do Trabalho, Mestre em

Leia mais

Exercício de Biologia - 3ª série

Exercício de Biologia - 3ª série Exercício de Biologia - 3ª série 1- A poluição atmosférica de Cubatão continua provocando efeitos negativos na vegetação da Serra do Mar, mesmo após a instalação de filtros nas indústrias na década de

Leia mais

Monitoramento de Biogás Manual de aplicação

Monitoramento de Biogás Manual de aplicação / engezer@engezer.com.br Monitoramento de Biogás Manual de aplicação O biogás constitui uma fonte de energia renovável verdadeiramente sustentável. A utilização do biogás cresceu de forma exponencial nos

Leia mais

Questões ambientais do Brasil

Questões ambientais do Brasil Questões ambientais do Brasil Ao longo da história do Brasil, o desmatamento esteve presente em todos os ciclos econômicos responsáveis pela construção do país, o que reduziu bastante a biodiversidade

Leia mais

Microalgas marinhas na produção sustentável de biofuels

Microalgas marinhas na produção sustentável de biofuels Microalgas marinhas na produção sustentável de biofuels Desafios e Perspe

Leia mais

LODOS ATIVADOS. Profa. Margarita María Dueñas O.

LODOS ATIVADOS. Profa. Margarita María Dueñas O. LODOS ATIVADOS Profa. Margarita María Dueñas O. LODOS ATIVADOS São os flocos produzidos num esgoto bruto o decantado pelo crescimento de bactérias ou outros microorganismos, na presença de oxigênio dissolvido

Leia mais

HIDRODINÂMICA DE WETLANDS CONSTRUÍDOS

HIDRODINÂMICA DE WETLANDS CONSTRUÍDOS UTFPR, Curitiba, 11-13 junho 2015 HIDRODINÂMICA DE WETLANDS CONSTRUÍDOS Marcos von Sperling Departamento de Engenharia Sanitária e Ambiental Universidade Federal de Minas Gerais TESTES COM TRAÇADORES TESTES

Leia mais

BIOLOGIA - 2 o ANO MÓDULO 30 DESEQUILÍBRIO ECOLÓGICO E POLUIÇÃO DO AR

BIOLOGIA - 2 o ANO MÓDULO 30 DESEQUILÍBRIO ECOLÓGICO E POLUIÇÃO DO AR BIOLOGIA - 2 o ANO MÓDULO 30 DESEQUILÍBRIO ECOLÓGICO E POLUIÇÃO DO AR C ( p f d o m r s a b c d e omo pode cair no enem ENEM) As cidades industrializadas produzem grandes proporções de gases como o

Leia mais

Eixo Temático ET-05-005 - Meio Ambiente e Recursos Naturais

Eixo Temático ET-05-005 - Meio Ambiente e Recursos Naturais 287 Eixo Temático ET-05-005 - Meio Ambiente e Recursos Naturais EVOLUÇÃO DOS PROJETOS BRASILEIROS NO MECANISMO DE DESENVOLVIMENTO LIMPO: UMA ANÁLISE COMPARATIVA ENTRE 2013 E 2014 Ana Cândida Ferreira Vieira

Leia mais

SISTEMA DE CAPTAÇÃO, ARMAZENAMENTO, TRATAMENTO E DISTRIBUIÇÃO DE ÁGUA DE CHUVA Francisco Pereira de Sousa

SISTEMA DE CAPTAÇÃO, ARMAZENAMENTO, TRATAMENTO E DISTRIBUIÇÃO DE ÁGUA DE CHUVA Francisco Pereira de Sousa SISTEMA DE CAPTAÇÃO, ARMAZENAMENTO, TRATAMENTO E DISTRIBUIÇÃO DE ÁGUA DE CHUVA Francisco Pereira de Sousa Universidade Federal de Campina Grande RESUMO A busca por sistemas alternativos para o suprimento

Leia mais

Potencial de Geração de Energia Utilizando Biomassa de Resíduos no Estado do Pará

Potencial de Geração de Energia Utilizando Biomassa de Resíduos no Estado do Pará 1 Potencial de Geração de Energia Utilizando Biomassa de Resíduos no Estado do Pará G. Pinheiro, CELPA e G. Rendeiro, UFPA Resumo - Este trabalho apresenta dados referentes ao potencial de geração de energia

Leia mais

MÉTODOS ANALÍTICOS UTILIZADOS PARA DETERMINAÇÃO DE FÁRMACOS CONTAMINANTES DO MEIO AMBIENTE

MÉTODOS ANALÍTICOS UTILIZADOS PARA DETERMINAÇÃO DE FÁRMACOS CONTAMINANTES DO MEIO AMBIENTE MÉTODOS ANALÍTICOS UTILIZADOS PARA DETERMINAÇÃO DE FÁRMACOS CONTAMINANTES DO MEIO AMBIENTE Eliza de Souza Lopes 1 Ludimila Raydan Mota Barbosa 1 Vanessa de Souza Gamarano 1 Adriana Nascimento de Sousa

Leia mais

Problemas na Utilização da Água (poluição )

Problemas na Utilização da Água (poluição ) Escola Profissional de Desenvolvimento Rural de Serpa Problemas na Utilização da Água (poluição ) Disciplina: Geografia (módulo 3) Docente: Sandra Mendes Discente: Mariana Alfaiate 2007 2008 Índice Introdução

Leia mais

CORPO DE BOMBEIRO MILITAR DO DISTRITO FEDERAL DIRETORIA DE ENSINO E INSTRUÇÃO CENTRO DE ASSISTÊNCIA AO ENSINO COLÉGIO MILITAR DOM PEDRO II

CORPO DE BOMBEIRO MILITAR DO DISTRITO FEDERAL DIRETORIA DE ENSINO E INSTRUÇÃO CENTRO DE ASSISTÊNCIA AO ENSINO COLÉGIO MILITAR DOM PEDRO II CORPO DE BOMBEIRO MILITAR DO DISTRITO FEDERAL DIRETORIA DE ENSINO E INSTRUÇÃO CENTRO DE ASSISTÊNCIA AO ENSINO COLÉGIO MILITAR DOM PEDRO II Questão 01 - O esquema a seguir representa, de forma simplificada,

Leia mais

Projeto de Revitalização da Microbacia do Rio Abóboras Bacia Hidrográfica São Lamberto

Projeto de Revitalização da Microbacia do Rio Abóboras Bacia Hidrográfica São Lamberto Projeto de Revitalização da Microbacia do Rio Abóboras Bacia Hidrográfica São Lamberto Autores: Emílio Rodrigues Versiani Junior 1 Geraldo Aristides Rabelo Nuzzi Andréa Rodrigues Fróes Resumo O Projeto

Leia mais

unesp JABOTICABAL Programa Coleta de Óleos de Fritura

unesp JABOTICABAL Programa Coleta de Óleos de Fritura unesp JABOTICABAL Programa Coleta de Óleos de Fritura Desde maio de 2004 o LADETEL USP / RP desenvolve o projeto de reciclagem de óleo de fritura. O óleo de fritura usado é recolhido e enviado ao LADETEL

Leia mais

USO ADEQUADO DOS SISTEMAS DE COLETA E TRATAMENTO DE ESGOTOS DOMÉSTICOS - ENFOQUE AMBIENTAL

USO ADEQUADO DOS SISTEMAS DE COLETA E TRATAMENTO DE ESGOTOS DOMÉSTICOS - ENFOQUE AMBIENTAL USO ADEQUADO DOS SISTEMAS DE COLETA E TRATAMENTO DE ESGOTOS DOMÉSTICOS - ENFOQUE AMBIENTAL Leane Chamma Barbar Przybysz (1) Engenheira Química formada pela Universidade Estadual de Maringá em 1984. Possui

Leia mais

ASPECTOS TÉCNICOS RELEVANTES PARA O DIMENSIONAMENTO DE SISTEMAS DE TRATAMENTO BIOLÓGICO AERÓBIO E ANAERÓBIO

ASPECTOS TÉCNICOS RELEVANTES PARA O DIMENSIONAMENTO DE SISTEMAS DE TRATAMENTO BIOLÓGICO AERÓBIO E ANAERÓBIO ASPECTOS TÉCNICOS RELEVANTES PARA O DIMENSIONAMENTO DE SISTEMAS DE TRATAMENTO BIOLÓGICO AERÓBIO E ANAERÓBIO PEDRO ALEM SOBRINHO ESCOLA POLITÉCNICA - USP TRATAMENTO DE ESGOTO O INÍCIO 1.850 1.900 MOTIVO

Leia mais

DISCIPLINA: BIOLOGIA PROFª. CRISTINA DE SOUZA 1ª SÉRIE DO ENSINO MÉDIO

DISCIPLINA: BIOLOGIA PROFª. CRISTINA DE SOUZA 1ª SÉRIE DO ENSINO MÉDIO DISCIPLINA: BIOLOGIA PROFª. CRISTINA DE SOUZA 1ª SÉRIE DO ENSINO MÉDIO Ciclo Biogeoquímico 1. É a troca cíclica de elementos químicos que ocorre entre os seres vivos e o ambiente. 2. Todos os elementos

Leia mais

Jogo: Ciclos Biogeoquímicos

Jogo: Ciclos Biogeoquímicos Jogo: Ciclos Biogeoquímicos Tema: Ciclagem de Nutrientes Autores: Daniele, Paola, Polyana e Sabrina. Público alvo: Sétima série do ensino fundamental. Objetivo: Transmitir os conceitos relacionados ciclos

Leia mais

IMPERMEABILIZAÇÃO DE LAGOAS PARA TRATAMENTO DO ESGOTO DE LAGOA DA PRATA COM GEOMEMBRANA DE PEAD NEOPLASTIC LAGOA DA PRATA - MG

IMPERMEABILIZAÇÃO DE LAGOAS PARA TRATAMENTO DO ESGOTO DE LAGOA DA PRATA COM GEOMEMBRANA DE PEAD NEOPLASTIC LAGOA DA PRATA - MG IMPERMEABILIZAÇÃO DE LAGOAS PARA TRATAMENTO DO ESGOTO DE LAGOA DA PRATA COM GEOMEMBRANA DE PEAD NEOPLASTIC LAGOA DA PRATA - MG AUTOR: Departamento Técnico de Geomembrana NeoPlastic Eng Daniel M. Meucci

Leia mais

Programação anual de conteúdos

Programação anual de conteúdos Programação anual de conteúdos 6.ºa n o 1. De olho no Universo 2. Terra e Universo 3. Terra: lugar da vida 4. Relações ecológicas 5. Solo e vida Estrelas, constelações e galáxias História da Astronomia

Leia mais

Agenda Ambiental para o Porto de Santos: uma experiência positiva

Agenda Ambiental para o Porto de Santos: uma experiência positiva Agenda Ambiental para o Porto de Santos: uma experiência positiva Icaro A. da Cunha Universidade Católica de Santos .iniciativa da agenda ambiental portuária: parceria Porto, CETESB, Universidade, ONG,

Leia mais

A nova tecnologia de fertilização

A nova tecnologia de fertilização A nova tecnologia de fertilização AMIGOS E PARCEIROS, há quase 3 anos atrás, abrimos um novo capítulo na indústria agrícola com a constituição da AGROsolution. Estes últimos anos foram espantosos e instrutivos

Leia mais