EFEITOS DE DIFERENTES SESSÕES DE EXERCÍCIOS RESISTIDOS SOBRE A HIPOTENSÃO PÓS-EXERCÍCIO

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "EFEITOS DE DIFERENTES SESSÕES DE EXERCÍCIOS RESISTIDOS SOBRE A HIPOTENSÃO PÓS-EXERCÍCIO"

Transcrição

1 ISSN Rev. bras. fisioter. Yol. 9, No. 3 (2005), Revista Brasileira de Fisioterapia EFEITOS DE DIFERENTES SESSÕES DE EXERCÍCIOS RESISTIDOS SOBRE A HIPOTENSÃO PÓS-EXERCÍCIO Lizardo, J. H. F.' e Simões, H. G 2 1 Universidade Federal do Espírito Santo- UFES, Vitória, ES 2 Universidade Católica de Brasília- UCB, Brasília, DF Correspondência para: Juliana Hott de Fúcio Lizardo, Avenida João Mendes, nº 400/204, Santa Mônica, CEP , Vila Velha, ES, ou Recebido: I /9/2004 -Aceito: 30/6/2005 RESUMO Objetivo: Investigar os efeitos de diferentes sessões de exercícios resistidos sobre a hipotensão pós-exercício (HPE). Métodos: li indivíduos normotensos treinados (23,9 ± 4,3 anos; 79 ± 7, 7 kg; 177,6 ± 7,4 em) realizaram, em dias distintos, 4 sessões de exercícios resistidos: 1) 2 séries de 30 repetições a 30% de 1 repetição máxima ( 1 RM) e pausa de 1 min. entre as séries (30% 1 RM; n = 11 ); 2) 2 séries de 8 repetições a 80% I RM e pausa de 2 min. (80% 1 RM; n = 11 ); 3) 4 séries de exercícios para membros superiores, sendo 30 repetições a 30% 1 RM e 1 min. de pausa (MS; n = 7); e 4) 4 séries de exercícios para membros inferiores, com 30 repetições a 30% I RM e 1 min. de pausa (MI; n = 7). Exercícios realizados: Supino reto, leg press, desenvolvimento, mesa extensora e flexora, adução-ombros, flexão plantar, puxador, abdução-quadril e rosca direta (30% I RM e 80% I RM); supino reto, desenvolvimento, adução-ombros, puxador e rosca direta (MS); leg press, mesa extensora e flexora, flexão plantar e abduçãoquadril (MI). Pressão arterial sistólica (PAS), diastólica (PAD), média (PAM) e freqüência cardíaca (FC) foram mensuradas em repouso, no final dos exercícios e durante 120 pós-exercício. Resultados: HPE de PAS foi observada após todas as sessões (p < 0,05), enquanto HPE de PAD e PAM foi observada apenas após as sessões de 30% I RM e 80% I RM. Valores de PAD e PAM foram maiores 50 e 70 min. após sessão de MS quando comparados à sessão de MI (p < 0,05). Conclusão: Volume, intensidade e massa muscular envolvida e/ou a proximidade dos músculos exercitados em relação ao coração (MS vs MI) podem influenciar a HPE resistido. Palavras-chave: pressão arterial, hipotensão pós-exercício, exercício resistido. ABSTRACT Effects of different resistance exercise sessions on post-exercise hypotension Objective: To investigare the effects of different resistance exerci se sessions on post-exercise hypotension. Method: Eleven trained normotensive subjects (23.9 ± 4.3 years; 79 ± 7.7 kg; ± 7.4 em) performed four resistance exercise sessions on different days: I) two sets o f 30 repetitions at 30% of one maximum repetition (I RM) with a one-minute break between them (30% I RM, n = li); 2) two sets of eight repetitions at 80% of I RM with a two-minute break (80% I RM, n = li); 3) four sets of upper limb exercises with 30 repetitions at 30% I RM with a one-minute break (UL; n = 7); and 4) four sets of lower limb exercises with 30 repetitions at 30% I RM with a one-minute break (LL; n = 7). The exercises performed were bench-press, leg press, push-ups, knee extension, bíceps curl, hamstring curl, pulley, shoulder adduction, plantar flexion and hip abduction (30% I RM and 80% I RM); bench-press, push-ups, pulley, shoulder adduction and bíceps curl (UL); leg press, knee extension, hamstring curl, plantar flexion and hip abduction (LL). Systolic arterial pressure (SAP), diastolic arterial pressure (DAP), mean arterial pressure (MAP) and heart rate (HR) were measured at rest, at the session end and for 120 minutes thereafter. Results: Post-exercise hypotension was observed in SAP after ali sessions (p < 0.05), while lowered DAP and MAP were observed only after the 30% 1 RM and 80% I RM sessions. DAP and MAP at 50 and 70 minutes after the UL session were higher than at these times after the LL session (p < 0.05). Conclusion: Intensity, volume and the muscle mass involved and/or muscle proximity to the heart (LL vs. UL) may influence hypotension following resistance exercises. Key words: arterial pressure, post-exercise hypotension, resistance exercise.

2 290 Lizardo, J. H. F. e Simões, H. G. Rev. bras..fisiotej: INTRODUÇÃO Há diversas evidências de que uma única sessão de exercícios físicos pode proporcionar importantes benefícios ao sistema cardiovascular em decorrência, principalmente, da redução dos níveis pressóricos durante o período pósexercício em relação aos valores observados durante o repouso pré-exercício. 123 Tal resposta, denominada hipotensão pósexercício (HPE), tem sido sugerida como forma de prevenção e tratamento não medicamentoso da hipertensão arterial (HA), a qual é considerada um dos principais fatores de risco associados a doenças cardiovasculares, 4 as quais, atualmente, representam a principal causa de morte no Brasil.' Fatores desencadeados pelo esforço físico, como redução na atividade nervosa simpática, resultando em queda do débito cardíaco e da resistência vascular periférica pós-exercício,ó 7 respostas termorregulatóriasx e alterações na volemia, bem como a ação de substâncias vasodilatadoras liberadas durante o exercício, 12 apresentam forte relação com a HPE e têm sido apontados como fatores potencialmente causais. Apesar dos indícios de que a ocorrência, a duração e a magnitude da HPE sejam maiores em hipertensos, ela também tem sido observada em indivíduos normotensos e parece ser independente de idade, gênero ou nível de atividade física. 3 Alguns estudos têm demonstrado que a intensidade do esforço não influencia a resposta hipotensora pós-exercício. Em contrapartida, outras investigações demonstraram que a intensidade do exercício pode influenciar a magnitude e duração de tal resposta Ix Inúmeros são os estudos documentando os efeitos de exercícios aeróbios sobre a HPE, contudo, ainda são limitadas as informações sobre a influência de exercícios resistidos, em especial no que diz respeito aos efeitos de variações de intensidade, massa muscular envolvida, segmento corpóreo utilizado no exercício, entre outros, sobre a magnitude e a duração da redução da PA pós-exercício. Além disso, muitos adeptos à prática de exercícios resistidos ainda têm preferência pela realização de exercícios para membros superiores em detrimento à prática de exercícios para membros inferiores. Em contrapartida, para indivíduos portadores de necessidades especiais (como lesão medular), os exercícios para membros superiores representam a principal forma de se manterem ativos. No entanto, o efeito hipotensor pós-exercícios resistidos de alta e baixa intensidade, bem como a comparação entre exercícios resistidos para membros superiores e membros inferiores, precisam ser melhor investigados. Assim, o objetivo do presente estudo foi investigar os efeitos de diferentes sessões de exercícios resistidos sobre a HPE, comparando os efeitos hipotensores de exercícios com diferentes volumes e intensidades (30% vs. 80% de I RM), assim como exercícios resistidos realizados por membros superiores e inferiores. METODOLOGIA Amostra: Participaram deste estudo li indivíduos normotensos do sexo masculino (23,9 + 4,3 anos; ,7 kg; 177,6 + 7,4 em) praticantes de exercícios resistidos no mínimo há 6 meses. Antes de se submeterem aos procedimentos do estudo, os participantes passaram por uma anamnese, foram informados sobre os critérios de exclusão, bem como sobre os riscos e benefícios de sua participação e assinaram o termo de consentimento, concordando em participar dos procedimentos propostos em nossa metodologia aprovada pelo comitê de ética de pesquisa em seres humanos da Universidade Federal de São Carlos. Foram excluídos os indivíduos portadores de problemas endócrinos, cardiovasculares, ortopédicos ou neurológicos, assim como tabagistas, usuários de recursos ergogênicos e de medicamentos que pudessem alterar a PA em repouso ou exercício. Os participantes foram orientados a não se exercitarem, a manterem padrões de sono semelhantes e a se absterem da ingestão de cafeína e álcool durante as 48 horas que antecederam cada uma das sessões de exercícios estudadas. Sessões de exercícios: Os participantes realizaram 5 sessões de exercícios, em dias distintos, sempre no mesmo horário do dia e com intervalo de no mínimo 48 horas entre as sessões. Cada sessão teve início entre 150 e 180 minutos após a última refeição e a ordem das sessões foi randomizada, com exceção de uma sessão inicial de testes de uma repetição máxima (I RM), em que a força (kg) foi mensurada em cada um dos exercícios a serem utilizados no estudo. Em seguida ao teste de I RM, os li participantes executaram 2 sessões de exercícios resistidos, sendo uma a 80% de I RM (80% I RM) e outra a 30% de I RM (30% I RM). Sete dos li participantes executaram ainda 2 outras sessões de exercícios, uma envolvendo apenas membros superiores (MS) e outra apenas membros inferiores (Ml), ambas a 30% de I RM. No teste de I RM, os exercícios utilizados foram supino reto, leg press 45, desenvolvimento de ombros com halteres, mesa extensora, adução horizontal de ombros com halteres, flexão plantar na máquina de panturrilha, "pulley" costa (puxador), abdução de quadril, rosca direta e mesa flexora. Para a realização dos testes, foi escolhida uma carga inicial (kg) abaixo daquela habitualmente utilizada nos treinamentos dos participantes e executada uma série de 2 repetições. A carga era aumentada progressivamente nas séries subseqüentes, respeitando intervalo de 3 a 5 minutos, e a maior carga (kg) contra a qual o participante conseguisse realizar uma única repetição era identificada como carga de I RM. Durante as sessões de exercícios a 80% I RM, 30% I RM, MS e MI, o tempo de execução de cada movimento, em cada exercício, seguiu um padrão de I

3 Vol. 9 No. 3, 2005 Efeitos do Exercício Resistido na Hipotensão Pós-exercício 291 movimento (I ciclo) a cada 2 segundos, que foi assegurado por comando verbal dado pelo investigador. A sessão de exercícios a 30% I RM consistiu de 2 séries de 30 repetições com pausa de I minuto entre as séries, enquanto a sessão de exercícios a 80% I RM consistiu de 2 séries de 8 repetições e pausa de 2 minutos entre as séries. Tanto na sessão de 30% quanto na de 80% I RM a seqüência de I O exercícios foi a mesma aplicada na sessão de I RM. A sessão de MS consistiu de 2 séries de 30 repetições e pausa de I minuto entre as séries, e os exercícios foram realizados na seguinte seqüência: supino reto, rosca direta, desenvolvimento de ombros com halteres, "pulley" costa (puxador) e adução horizontal de ombros com halteres. Finalmente, a sessão de MI foi constituída de 2 séries de 30 repetições a 30% I RM e pausa de I minuto entre as séries. Os exercícios foram realizados na seguinte seqüência: leg press 45, mesa tlexora, mesa extensora, abdução de quadril e flexão plantar na máquina de panturrilha. Em ambas as sessões (MS e Ml), os voluntários realizaram novamente a seqüência de exercícios proposta, perfazendo, ao final da sessão, 4 séries de cada exercício, totalizando 20 séries de exercício. Variáveis mensuradas: Pressão arterial sistólica (PAS), pressão arterial diastólica (PAD) e freqüência cardíaca (FC) foram mensuradas a cada 5 minutos durante 20 minutos de repouso pré-exercício (Rep) e imediatamente após realização de cada uma das séries de exercícios (Final). Os valores médios das mensurações de Rep e Final foram comparados aos valores mensurados a cada I O minutos durante 120 min. de recuperação pós-exercício (Rec). A PA foi aferida pelo método auscultatório, com o participante sentado, utilizando-se esfigmomanômetro e estetoscópio. A FC foi mensurada por um freqüencímetro e seu registro, feito imediatamente antes de cada mensuração da PA. Além disso, a Pressão Arterial Média (PAM) foi calculada como sendo os valores da PAD + I /3 da diferença entre PAS e PAD. Análise estatística: Todos os valores são expressos em média± erro-padrão da média (EPM). ANOVA para medidas repetidas e teste de Bonferroni foram utilizados para comparar, em cada tratamento/sessão de exercícios, os valores de PAS, PAD, PAM e FC nos momentos de Rep, Final e Rec, bem como para verificar possíveis diferenças entre as sessões de 30% I RM e 80% I RM e entre as sessões de MS e MI. Foi aceito nível de significância de p < 0,05. RESULTADOS Os comportamentos médios da PAS e da PAD durante as sessões de 30% I RM e 80% I RM e de MS e MI estão apresentados, respectivamente, nas Figuras I e 2. Os resultados da PAM e FC nas diferentes sessões estão apresentados nas Tabelas I e 2. Comparação entre as sessões de exercícios a 30% I RM e 80% I RM: Os valores de PAS e PAD no repouso não diferiram entre as sessões. Ambas as sessões resultaram em aumento da PAS e diminuição da PAD ao final do exercício quando comparados ao repouso pré-exercício (Figura I; p < 0,05). HPE de PAS foi observada em ambas as sessões, sendo mais significativa entre o período de 80 a li O min. de Rec da sessão de 30% I RM. Além disso, apenas a sessão realizada a 30% I RM resultou em HPE de PAD, observada no I ou e 30º minutos de Rec (Figura I). Tanto a sessão de 30% I RM quanto 80% I RM resultaram em diminuição da PAM durante Rec em relação ao Rep (Tabela I), sendo essa resposta hipotensora mais significativa e duradoura após sessão de 30% I RM. A Tabela I evidencia ainda que os valores de FC ao final dos exercícios e no I ou e 20º min. de Rec foram maiores do que o Rep em ambas as sessões. Comparação entre as sessões de exercícios para MS e MI: Os valores médios de PAS e PAD em Rep não diferiram entre as sessões. Ambas as sessões resultaram em aumento significativo da PAS e queda da PAD ao final dos exercícios (p < 0,05; Figura 2). Durante os 120 min. de Rec foi observada HPE de PAS em ambas as sessões (Figura 2). No entanto, após sessão para MS foi observada redução de PAS apenas aàs 70 e I 00 min. de Rec em relação ao Rep. Apesar de ter resultado em HPE mais significativa e duradoura após sessão de MI, os valores absolutos de PAS em pontos correspondentes não foram diferentes entre as sessões (Figura 2). Apenas a sessão para MI apresentou diminuição significativa da PAD, observada no I ou min. de Rec e quando valores absolutos foram comparados em pontos correspondentes de ambas as sessões, e evidenciou-se PAD mais baixa no sou e 70u min. Rec após sessão de MI (p < 0,05; Figura 2). HPE de PAM foi observada apenas após sessão de MI (Tabela 2), permanecendo mais baixa aos 50 e 70 min. de Rec para MIem relação à MS (p < 0,05). Além disso, a FC aumentou significativamente no final dos exercícios e permaneceu elevada nos primeiros 20 min. de Rec em ambas as sessões (p < 0,05; Tabela 2). DISCUSSÃO Todas as variações de exercícios estudadas resultaram em HPE, sendo esta mais significativa após sessões de 30% I RM e MI (Figuras I e 2). Poucos autores têm documentado os efeitos de exercícios resistidos sobre o comportamento pressórico de indivíduos normotensos pós-exercício, especialmente comparando-se MS e MI. A ocorrência de HPE após uma única sessão de exercício resistido confirma as evidências de estudos anteriores, s apesar de outros não terem observado resposta hipotensora como no presente estudo Resultados contraditórios podem ser decorrentes de variações nos protocolos de exercícios utilizados, incluindo variações no tipo e na seqüência de exercícios, no número de repetições para determinada% de I RM, bem como das pausas entre as séries de exercícios.

4 292 Lizardo, J. H. F. e Simões, H. G. Rev. bras..fisioler PAS 80% -e- PAD 80% -v- PAS30% -.- PAD30% 100 <t I 01 Q_ E E Condição Figura 1. Resultados médios ( + EPM) da pressão arterial sistólica (PAS) e pressão arterial diastólica (PAD) em repouso, final dv exercício (Final) e durante recuperação pós-exercício (Rec-min.) para os li voluntários nas sessões de 30% I RM e 80% I RM. * p < 0,05 em relação ao repouso para 30% I RM; + p < 0,05 em relação ao repouso para 80% I RM. Rec =Recuperação após a sessão de exercícios. Tabela 1. Valores médios ( + EPM) da FC (bpm) e PAM (mmhg) durante o repouso (Rep), ao final dos exercícios (Final) e durante recuperação (Rec) em minutos (min.) após as sessões de 30% e 80% I RM (n = li). Sessão Rep Final Rec 10 Rec20 Rec30 Rec40 PAM 82,5 80,5 70,6* 73,6* 70.7* 72.6* 30% I RM ±2,2 ±2,6 ±4.3 ±4.9 ±4.1 ±3.5 PAM 81, , , % I RM ±2.5 ±3,5 ±4,6 ±3.8 ±3.0 ±3,8 FC 77, * 91,6* 88,6 85,1 82,3 30% I RM ±8,2 ±7,6 ±9,7 ±8,9 ±9.0 ±8,2 FC 77,3 146,2* 97,9* 95,4* 85, % I RM ±10,3 +19,9 ±8.5 ±7.4 ±12,5 ±6,8 *p < 0,05 em relação ao repouso; RM =repetição máxima. RecSO Rec60 Rec70 Rec80 Rec90 Rec 100 Rec llo Rec ,8 74,9 76,9 75,1 75,1 73.3* 74,7 75,5 ±3.8 ±4,1 ±4,0 ±4.1 ±3.7 ±3.9 ±3.3 ±3.4 74,1 75,9 77,4 76, , ,8 ±3,5 ±3, ±4,2 ±4.1 +3, ,1 77,9 71,6 75, ,0 72,0 ±8.7 ±5,5 ±8.5 ±11.8 ±8,5 ±8.7 ±8,8 ±8.4 83,4 78, , ,0 72, ±7,2 ±5, ±9.3 ±10, Além disso, diferentes formas de avaliar a força máxima têm sido empregadas, como testes de I RM ou testes por repetição, resultando na prescrição de intensidades relativas de esforço bastante diferentes e às vezes insuficientes para causar alterações neuro-humorais que resultem em HPE. A intensidade da atividade física é um dos fatores determinantes da magnitude das respostas fisiológicas durante o exercício e a recuperação pós-exercício. No entanto, poucos são os estudos comparando os efeitos de diferentes intensidades de exercício resistido sobre a HPE, sendo que a maioria dos estudos utiliza-se de exercícios aeróbios contínuos (como ciclo ergômetro e corrida em esteira). MacDonald et al. 13 e Forjaz et al, 14 por exemplo, não verificaram intluência da intensidade do exercício aeróbio sobre a HPE. Já Hagberg et al. 16 evidenciaram que exercícios de maior intensidade (70%V0 2 máx) realizados em esteira ergométrica promovem HPE mais significativa do que exercícios realizados a 50% V0 2 máx em indivíduos de ambos os sexos, idosos e hipertensos. Tem sido sugerido que a HPE é mais evidente em indivíduos hipertensos que em normotensos.

5 Vol. 9 No. 3, 2005 Efeitos do Exercício Resistido na Hipotensão Pós-exercício 293 Tabela 2. Valores médios ( + EPM) da FC (bpm) e PAM (mmhg) durante o repouso (Rep). ao final dos exercícios (Final) e durante a recuperação (Rec) em minutos (min.) após as sessões para Ml e MS (n = 7). Sessão Rep Final Rec 10 Rec20 Rec30 Rec 40 Rec 50 Rec 60 Rec 70 Rec 80 Rec90 Rec100 Rec 100 Rec 120 PAM ,7 72,6 73,0 71,8* 74, # ,7 # 74,7 73,1 72,9 72,9 72,9 Ml ±2.9 ±3,1 ±4,2 ±4,5 ±4,0 ±3,6 ±4.2 ±4,1 ±2.4 ±2.5 ±2.4 ±2.4 ±2.4 ±2.4 PAM 81,2 78,9 79,6 82,7 81,0 81,6 84,3 82, ,6 81, ,9 81,9 MS ±3,9 ±5.4 ±4.7 ±5.3 ±5.7 ±4.6 ±5,3 ±5,2 ±5,9 ±4.2 ±3.8 ±4,9 ±4.2 ±4.2 FC 78,0 123,6* 88,9* 84,6* 81,7 81,1 74,9 77,4 74,0 75,3 71,9 74,4 72,0 72,1 Ml ±10.2 ±11,2 ±11,3 ±10,9 ±5.4 ±5.9 ±5,1 ±4.4 ±7,3 ±6.2 ±7,6 ±9.8 ±8.4 ±6.7 FC ,8* 91,9* 90.0* ,0 78, ,9 73,0 73,0 72,7 72,9 MS ±14,0 ±18,4 ±12,3 ±9,1 ±12,3 ±12,7 ±12,4 ±15,2 ±13,0 ±12,7 ±14,3 ±13,0 ±13,3 ±12.2 *p < 0,05 em relação ao repouso;# p < 0,05 Ml vs. MS. RM =repetição máxima. MS= membros superiores. Ml =membros inferiores. - - PAS MS o PAD MS v PAS M - -- PAD M Ol I E E <t o T.;?-::'-,.. :;"- * ~. '<~ T ~ * * -. * + ~,_ * * + * * r-- 4~-.~~~=~~:-~~~-:-;i::-.:::j~=~~~;==t~-'-=~=j-=-==: 60 * * Figura 2. Resultados médios ( + EPM) da pressão arterial sistólica (PAS) e da pressão arterial diastólica (PAD) em repouso, final do exercício (Final) e durante recuperação pós-exercício (Rec-min) para os li voluntários nas sessões de MS (membro superior) e Ml (membro inferior). * p < 0,05 em relação ao repouso para MI; + p < 0,05 em relação ao repouso para MS; # p < 0,05 MS vs. \111. Rec = recuperação após a sessão de exercícios. Fisher 111 observou que somente hipertensos apresentaram HPE após o esforço resistido. No entanto, outros estudos observaram HPE resistido em indivíduos normotensos, o que vai ao encontro de nossos resultados, uma vez que HPE foi observada após todas as sessões de exercícios estudadas (Figuras I e 2), sendo mais significativa e duradoura após sessões de 30% I RM e MI. Apesar de os efeitos hipotensores de exercícios resistidos ainda terem sido pouco investigados, estudos controversos têm sido divulgados. Corroborando com os nossos resultados, Brown et al.1. 5 e Poli to et al. 17 também observaram HPE resistido. No entanto, Brown et a/. 15 não verificaram influência da intensidade do exercício resistido (40% vs. 70% I RM) sobre a magnitude da HPE e Palito et al. 17 evidenciaram HPE de PAS mais duradoura após a sessão de maior intensidade em comparação à sessão de menor intensidade, o que contradiz, pelo menos em parte, os resultados do presente estudo. Ao tomarem o cuidado de aplicar o mesmo volume de trabalho nas 2 sessões estudadas,

6 294 Lizardo, J, H. E e Simões, H. G Rev. bras. fisiotej: Poli to et al, 17 prescreveram um baixo número de repetições ( 12 repetições) para a sessão de menor intensidade (50% de 6 RM). Considerando que a carga de 6 RM representaria 85% a 90% de I RM, 22 proporcionalmente, a carga correspondente a 50% de 6 RM representaria apenas 42,5% a 45% de I RM. Assim, a realização de apenas 12 repetições a 50% de 6 RM estaria abaixo do número de repetições possíveis de serem realizadas para essa carga relativa, 22 o que pode ter resultado em uma sobrecarga tensional e metabólica bastante inferior à sessão de 3 séries de 6 RM, explicando, pelo menos em parte, a maior duração da HPE após sessão de maior intensidade no estudo de Poli to et al. 17 No presente estudo, apesar de um mesmo número total de séries de exercícios, o volume de trabalho foi maior na sessão de menor intensidade (3 x 30 repetições a 30% I RM) do que na de maior intensidade (3 x 8 repetições a 80% I RM), induzindo, assim, um estresse tensional e metabólico. De acordo com MacDonald, 3 o acúmulo de metabólitos induzido pelo exercício é um dos principais fatores responsáveis pela vasodilatação muscular e conseqüente queda de resistência vascular periférica durante e após o exercício, o que explicaria a diminuição da PAD e a queda mais duradoura da PAM após sessão de 30% I RM (Figura I, Tabela I). Em relação aos membros exercitados, poucos são os estudos comparando efeitos hipotensores de exercícios para MS e ML MacDonald Jr. et aly concluíram que a massa muscular envolvida no exercício aeróbio não afeta a magnitude da HPE de indivíduos hipertensos, podendo inlluenciar apenas a duração dessa resposta. No presente estudo, além de HPE de PAS mais significativa, a sessão de MI também resultou em HPE de PAM. Além disso, após sessão de MI, a PAD e a PAM foram significativamente menores no 50" e 70" minuto de Rec em relação à sessão de MS (Figura 2, Tabela I), evidenciando que exercícios para MI resultam em maior efeito hipotensor pós-exercício. Nossos resultados sugerem ainda que a HPE resistido pode ser influenciada pela massa muscular envolvida no exercício e/ou por aspectos hemodinâmicos relacionados à distância dos músculos exercitados em relação ao coração. Teoricamente, exercícios para MI resultam em maior número de capilares sangüíneos, sofrendo perfusão e, conseqüentemente, maior diminuição da resistência vascular periférica quando comparados a exercícios para MS. Além disso, ao término do exercício, a bomba muscular deixa de atuar, contribuindo para diminuição do retorno venoso, débito cardíaco e pressão arterial 6 Esses aspectos hipotensores podem ser potencializados por exercícios para MIem função da maior massa muscular envolvida, induzindo a urna maior queda de resistência vascular periférica, 24 e é possível que a magnitude desses eventos tenha sido maior na sessão de MI do que na sessão de MS. Apesar de a sessão de MS ter resultado em HPE de PAS, nenhuma diferença foi observada para a PAD e a PAM durante Rec em relação ao Rep nesta sessão. Nossos resultados permitem sugerir que exercícios para membros inferiores devem ser preferidos quando o objetivo é potencializar a resposta hipotensora pós-exercício, como no tratamento de indivíduos hipertensos. Entretanto, por resultarem em HPE de PAS, exercícios para MS talvez possam resultar em algum benefício clínico no controle da PA de indivíduos cuja realização de exercícios para MI seja limitada. Os mecanismos responsáveis pela HPE nas condições estudadas podem ser diferentes e mais pesquisas devem ser realizadas para a compreensão dos fatores causais da HPE resistidos. Futuros estudos poderiam investigar os efeitos de exercícios de MS e MI sobre os possíveis mecanismos hipotensores pós-exercício, bem como os efeitos de diferentes variações de exercícios resistidos sobre a HPE, especialmente em indivíduos hipertensos, os quais teriam um benefício mais direto da ocorrência do fenômeno. Da mesma forma, é necessário averiguar a possibilidade de prescrição de exercícios de MS, objetivando o controle de PA em pacientes com impossibilidade de execução de exercícios com MI, como portadores de lesão medular, A limitação do presente estudo foi a não mensuração da PA durante a realização dos exercícios. Tal limitação se justifica pelo fato de termos utilizado o método auscultatório, que, apesar de ser adequado e ter sido utilizado em estudos anteriores investigando a HPE/' não representa a melhor forma de mensuração da PA durante sua realização. Assim, concluímos que as diferentes formas de exercícios resistidos utilizados no presente estudo resultam em HPE e que, apesar de as sessões realizadas a 30% e 80% de I RM resultarem em queda de PAS de mesma duração, a sessão de 30% I RM exerceu maior efeito hipotensor (queda de PAD e diminuição mais duradoura de PAM). Além disso, as sessões envolvendo maior massa muscular (membros inferiores) apresentaram efeito hipotensor mais significativo e mais duradouro em relação à sessão para membros superiores. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS I. Pricher MP, Holowatz LA, Williams JT, Lockwood JM, Halliwill JR. Regional hemodynamics during postexercise hypotension L Splanchnic and renal circulations. J Appl Physiol 2004; 97( 13): Brownley KYA, Hinderliter AL, West SG, Girdler SS, Sherwood A, Light KC. Sympathoadrenergic mechanisms in reduced hemodynarnic stress responses after exercise. Med Sei Spots Exerc 2003; 35(6): MacDonald JR. Potential causes, mechanisms and implications of post exercise hypotension. J Hum Hypertens 2002; 16(4): Barreto ACP. Insuficiência cardíaca- epidemiologia. história natural, diagnóstico, prognóstico e aspectos econômicos. I" ed. São Paulo: Lemos editorial; 2000.

7 Vol. 9 No. 3, 2005 Efeitos do Exercício Resistido na Hipotensão Pós-exercício Bassan R, Ramires JAF. Recomendações para o diagnóstico e tratamento da angina instável e IM. Revista Brasileira de Cardiologia 2000; 2(3): Halliwill JR. Mechanisms and clinicai implications of postexercise hypotension in humans. Exerc Sport Sei Rev 200 I; 29(2): Halliwill JR, Taylor JA, Eckberg DL. Impaired sympathetic vascular regulation in humans after acute dynamic exerci se. J Physiol 1996; 495( I): Franklin P J, Green DJ, Cable NT. The intluence o f thermoregulatory mechanisms on post exercise hypotension in humans. 1 Physiol 1993; 470(1): 231-4!. 9. Halliwill 1R, Dinenno FA, Dietz NM. Alpha-adrenergic vascular responsiveness during postexercise hypotension in humans. 1 Physiol 2003; 550( l ): I O. Fisher MM. The effect o f resistance on recovery blood pressure in normotensive and boderline hypertensive women. 1 Strenght Cond Resp 200 l; 15(2): li. Forjaz CLM, Tinicci T, Ortega KC, Santaella DF, Mion D, Negrão CE. Factors affecting post-exercise hypotension in normotensive and hypertensive humans. Blood Press Monit 2000; 5(5-6): Wark AL, Blanchard BE, Guidry MA, Kerr A1. Maresh CM, Scip RL, et ai. Brachial artery reactivity and exercisc intensity modulate postexercise hypotension. 1 Am College Sports Med 2003; 35 Suppl MacDonald 1R, MacDougall 1D, Hogben CD. The effects of intensity on post exercise hypotension. 1 Hum Hypertens 1999; 13(8): Forjaz CLM, Matsudaira Y, Rodrigues FB, Nunes N, Negrão CE. Post-exercise changes in blood pressure. heart rate and rale pressure product at different exercise intensities in normotensive humans. Braz 1 Med Biol Res 1998; 3 l ( l 0): Brown SP, Clemons JM, He Q, Liu S. Effects of resistance exercise and cycling on recovery blood pressure. 1 Sports Sei 1994; 12(5): Hagberg 1M, Montain SJ, Martin WH. Blood pressure and hemodynamic responses after exercise in older hypertensives. J Appl Physiol 1987; 6( l) 3: Palito MD, Simão R, Senna GW, Farinatti PTY. Efeito hipotensivo do exercício de força realizado em intensidades diferentes e mesmo volume de trabalho. Rev Bras Med Esporte 2003; 9(2): Hardy DO,Tucker LA. The effects ufa single bout uf strcngth training on ambulatory blood pressure leveis in 24 mildly hypertensive men. Am 1 Health Promot 1998; 13(2): Focht BC, Koltyn KF. lntluence of resistance exerci se of different intensities on state anxiety and blood pressure. Med Sei Sports Exerc 1999; 31 (3): Roltsch MH, Mendes T, Wilund KR, Hagberg 1M. Acute resistive exercise does not affect ambulatory blood pressure in young men and women. Med Sei Sports Exerc 200 l; 33(6): O'Connor P1, Bryant CX, Veltri JP, Gebhardt SM. State anxiety and ambulatory blood pressure following resistance exercise in females. Med Sei Sports Exerc 1993; 25(4): Nieman DC. Exercise testing and prescription -A health-related approach. 5'h ed. New York: McGraw-Hill: MacDonald 1R, MacDougall 1D, Hogben CD. The effects on exercising muscle mass on post exercise hypotension. 1 Hum Hypertens 2000; 14(5): Piepoli M, Coats A1S, Adamapoulos S, Bernardi L, Feng YH, Conway 1. et ai. Persistent peripheral vasodilatation and sympathetic activity in hypotension after maximal exercise. 1 Appl Physiol 1993; 75(4): Forjaz CL, Santaella DF, Rezende LO, Barretto AC, Negrão CE. Effect of exercise duration on the magnitude and duration of post-exercise hypotension. Arq Bras Cardiol 1998; 70(2):

COMPORTAMENTO DA PRESSÃO ARTERIAL E DA VARIABILIDADE DA FREQUÊNCIA CARDÍACA APÓS O EXERCÍCIO AERÓBIO E COM PESOS REALIZADOS NA MESMA SESSÃO.

COMPORTAMENTO DA PRESSÃO ARTERIAL E DA VARIABILIDADE DA FREQUÊNCIA CARDÍACA APÓS O EXERCÍCIO AERÓBIO E COM PESOS REALIZADOS NA MESMA SESSÃO. COMPORTAMENTO DA PRESSÃO ARTERIAL E DA VARIABILIDADE DA FREQUÊNCIA CARDÍACA APÓS O EXERCÍCIO AERÓBIO E COM PESOS REALIZADOS NA MESMA SESSÃO. Natália Serra Lovato (PIBIC/CNPq-UEL) e Marcos Doederlein Polito

Leia mais

Influência de uma Sessão de Exercício Aeróbio e Resistido sobre a Hipotensão Pós-Esforço em Hipertensos

Influência de uma Sessão de Exercício Aeróbio e Resistido sobre a Hipotensão Pós-Esforço em Hipertensos 330 Comunicação Preliminar Influência de uma Sessão de Exercício Aeróbio e Resistido sobre a Hipotensão Pós-Esforço em Hipertensos Influence of a Single Aerobic and Resistance Exercise Session on Post-Exercise

Leia mais

EFEITOS DE UMA SESSÃO DE PILATES SOBRE A HIPOTENSÃO PÓS-EXERCÍCIO

EFEITOS DE UMA SESSÃO DE PILATES SOBRE A HIPOTENSÃO PÓS-EXERCÍCIO EFEITOS DE UMA SESSÃO DE PILATES SOBRE A HIPOTENSÃO PÓS-EXERCÍCIO Francinalva Mathne Araújo Teles 1, Juliano de Andrade Mello 1, Márcio Rabelo Mota 1,2, Denize Faria Terra 2 ; Emerson Pardono 1,2 1 PGLSNFAR

Leia mais

EFEITO DO EXERCÍCIO AERÓBIO SOBRE A HIPOTENSÃO PÓS-EXERCÍCIO

EFEITO DO EXERCÍCIO AERÓBIO SOBRE A HIPOTENSÃO PÓS-EXERCÍCIO RESUMO EFEITO DO EXERCÍCIO AERÓBIO SOBRE A HIPOTENSÃO PÓS-EXERCÍCIO Márcio Rabelo Mota 1, Robson F. Borges 2, Emerson Pardono 1, Juliano de Andrade MelIo; Francisco Martins da Silva 1 UCB 1 Academia Guggiana

Leia mais

Efeito agudo tardio de diferentes intensidades de esforço sobre os valores da pressão arterial durante o sono

Efeito agudo tardio de diferentes intensidades de esforço sobre os valores da pressão arterial durante o sono Artigo Original Efeito agudo tardio de diferentes intensidades de esforço sobre os valores da pressão arterial durante o sono Acute effect of different intensities of stress on the values of blood pressure

Leia mais

Efeito Agudo de uma Sessão de Hidroginástica sobre a Resposta da Pressão Arterial em Gestantes não Hipertensas

Efeito Agudo de uma Sessão de Hidroginástica sobre a Resposta da Pressão Arterial em Gestantes não Hipertensas 75 Efeito Agudo de uma Sessão de Hidroginástica sobre a Resposta da Pressão Arterial em Gestantes não Hipertensas Acute Effect of an Aquagym Session on Blood Pressure Response in Non-Hypertensive Pregnant

Leia mais

RESPOSTA DA PRESSÃO ARTERIAL EM HOMENS JOVENS FISICAMENTE ATIVOS SUBMETIDOS A DIFERENTES INTENSIDADES DE EXERCÍCIO

RESPOSTA DA PRESSÃO ARTERIAL EM HOMENS JOVENS FISICAMENTE ATIVOS SUBMETIDOS A DIFERENTES INTENSIDADES DE EXERCÍCIO RESPOSTA DA PRESSÃO ARTERIAL EM HOMENS JOVENS FISICAMENTE ATIVOS SUBMETIDOS A DIFERENTES INTENSIDADES DE EXERCÍCIO RESUMO Guilherme de Freitas Magalhães * Jeeser Alves de Almeida * Marcelo Pereira Magalhães

Leia mais

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO SUL DE MINAS GERAIS CAMPUS MUZAMBINHO Bacharelado em Educação Física

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO SUL DE MINAS GERAIS CAMPUS MUZAMBINHO Bacharelado em Educação Física INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO SUL DE MINAS GERAIS CAMPUS MUZAMBINHO Bacharelado em Educação Física Marcos Abibi Tavares da Cunha Petrous André Monteiro Cesário RESPOSTAS CARDIOVASCULARES

Leia mais

CARDIOVASCULAR BEHAVIOR AFTER RESISTANCE EXERCISE PERFORMED IN DIFFERENT WORK WAYS AND VOLUME

CARDIOVASCULAR BEHAVIOR AFTER RESISTANCE EXERCISE PERFORMED IN DIFFERENT WORK WAYS AND VOLUME Comportamento cardiovascular após o exercício resistido realizado de diferentes formas e volumes de trabalho ciências do exercício E DO ESPORTE Artigo Original CARDIOVASCULAR BEHAVIOR AFTER RESISTANCE

Leia mais

Adaptações. Estruturais. Funcionais em Repouso Funcionais em Exercício EFEITOS DO TREINAMENTO FÍSICO SOBRE O SISTEMA CARDIOVASCULAR

Adaptações. Estruturais. Funcionais em Repouso Funcionais em Exercício EFEITOS DO TREINAMENTO FÍSICO SOBRE O SISTEMA CARDIOVASCULAR Adaptações EFEITOS DO TREINAMENTO FÍSICO SOBRE O SISTEMA CARDIOVASCULAR Prof. Márcio Oliveira de Souza Estruturais Funcionais em Repouso Funcionais em Exercício EFEITOS DO TREINAMENTO FÍSICO NA FREQUÊNCIA

Leia mais

Riscos e Benefícios do Exercício de Força...

Riscos e Benefícios do Exercício de Força... Riscos e Benefícios do Exercício de Força... Tratamento da Hipertensão Medicamentoso + Não Medicamentoso Anti-hipertensivos Mudanças dos hábitos de vida Recomendação de Exercícios Físicos para Prevenção

Leia mais

Glasiele Stival Costa 1, Jeferson Luiz Carvalho 2, Fabiano Macedo Salgueirosa 3 RESUMO

Glasiele Stival Costa 1, Jeferson Luiz Carvalho 2, Fabiano Macedo Salgueirosa 3 RESUMO EFEITO DE UMA SESSÃO DE TREINAMENTO INTERVALADO DE ALTA INTENSIDADE (HIIT) EM PARÂMETROS HEMODINÂMICOS EM HOMENS DE 20 A 30 ANOS DE IDADE NORMOTENSOS E MODERADAMENTE ATIVOS. Glasiele Stival Costa 1, Jeferson

Leia mais

Comportamento Da Pressão Arterial De Jovens Normotensos Após Realização Dos Testes De 1rm E 10rm

Comportamento Da Pressão Arterial De Jovens Normotensos Após Realização Dos Testes De 1rm E 10rm Comportamento Da Pressão Arterial De Jovens Normotensos Após Realização Dos Testes De 1rm E 10rm Siomara F. M. de Araújo; Dyego F. Facundes; Erika M. Costa; Lauane L. Inês; Raphael Cunha. siomarafma@hotmail.com

Leia mais

06/05/2014. Prof. Me. Alexandre Correia Rocha www.professoralexandrerocha.com.br alexandre.personal@hotmail.com. Prof. Me Alexandre Rocha

06/05/2014. Prof. Me. Alexandre Correia Rocha www.professoralexandrerocha.com.br alexandre.personal@hotmail.com. Prof. Me Alexandre Rocha Prof. Me. Alexandre Correia Rocha www.professoralexandrerocha.com.br alexandre.personal@hotmail.com Docência Personal Trainer Prof. Me Alexandre Rocha 1 Hipertensão Arterial - Exercício Hipertensão Arterial

Leia mais

RESPOSTA CRÔNICA DA PRESSÃO ARTERIAL SISTÓLICA EM DIFERENTES MÉTODOS DE TREINAMENTO DE FORÇA: DELORME VERSUS OXFORD

RESPOSTA CRÔNICA DA PRESSÃO ARTERIAL SISTÓLICA EM DIFERENTES MÉTODOS DE TREINAMENTO DE FORÇA: DELORME VERSUS OXFORD RESPOSTA CRÔNICA DA PRESSÃO ARTERIAL SISTÓLICA EM DIFERENTES MÉTODOS DE TREINAMENTO DE FORÇA: DELORME VERSUS OXFORD Dailson Paulucio da Silva Graduando em Educação Física dailson_educacaofisica@yahoo.com.br

Leia mais

ANÁLISE DAS RESPOSTAS NEUROMUSCULARES DOS EXTENSORES DO JOELHO APÓS PROGRAMA DE EXERCÍCIO RESISTIDO COM CONTRAÇÕES RECÍPROCAS

ANÁLISE DAS RESPOSTAS NEUROMUSCULARES DOS EXTENSORES DO JOELHO APÓS PROGRAMA DE EXERCÍCIO RESISTIDO COM CONTRAÇÕES RECÍPROCAS UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA-UnB FACULDADE DE CEILÂNDIA-FCE CURSO DE FISIOTERAPIA PÂMELLA RIBEIRO RODRIGUES ANÁLISE DAS RESPOSTAS NEUROMUSCULARES DOS EXTENSORES DO JOELHO APÓS PROGRAMA DE EXERCÍCIO RESISTIDO

Leia mais

Efeito do Treinamento Resistido com Diferentes Intensidades na Pressão Arterial em Hipertensos

Efeito do Treinamento Resistido com Diferentes Intensidades na Pressão Arterial em Hipertensos Internacional Journal of Cardiovascular Sciences. 2015;28(1):25-34 25 Efeito do Treinamento Resistido com Diferentes Intensidades na Pressão Arterial em Hipertensos Effect of Resistance Training with Different

Leia mais

Respostas cardiovasculares decorrentes de um programa de treinamento físico misto, musculação e aeróbio: um estudo de caso

Respostas cardiovasculares decorrentes de um programa de treinamento físico misto, musculação e aeróbio: um estudo de caso PERQUIRĔRE Revista do Núcleo Interdisciplinar de Pesquisa e Extensão do UNIPAM (ISSN 186-6399) Patos de Minas: UNIPAM, n. 7, vol. 1: 72-82, ago. 21 Respostas cardiovasculares decorrentes de um programa

Leia mais

INTERVENÇÃO FISIOTERAPÊUTICA CARDIOVASCULAR NO PÓS- OPERATÓRIO DE REVASCULARIZAÇÃO DO MIOCÁRDIO

INTERVENÇÃO FISIOTERAPÊUTICA CARDIOVASCULAR NO PÓS- OPERATÓRIO DE REVASCULARIZAÇÃO DO MIOCÁRDIO INTERVENÇÃO FISIOTERAPÊUTICA CARDIOVASCULAR NO PÓS- OPERATÓRIO DE REVASCULARIZAÇÃO DO MIOCÁRDIO Michael Jaickson de Jesus Chaves* NOVAFAPI Gilderlene Alves Fernandes** NOVAFAPI INTRODUÇÃO O coração é um

Leia mais

Riscos e Benefícios do Exercício de Força...

Riscos e Benefícios do Exercício de Força... Riscos e Benefícios do Exercício de Força... HAS - Visão Atual É uma doença crônico-degenerativa de natureza multifatorial, na grande maioria dos casos, assintomática, que compromete fundamentalmente o

Leia mais

Prof. Me Alexandre Rocha

Prof. Me Alexandre Rocha Prof. Me. Alexandre Correia Rocha www.professoralexandrerocha.com.br alexandre.personal@hotmail.com alexandre.rocha.944 ProfAlexandreRocha @Prof_Rocha1 prof.alexandrerocha Docência Docência Personal Trainer

Leia mais

Revista Brasileira de Prescrição e Fisiologia do Exercício ISSN versão eletrônica

Revista Brasileira de Prescrição e Fisiologia do Exercício ISSN versão eletrônica RESPOSTA PRESSÓRICA PÓS-EXERCÍCIO RESISTIDO EM CIRCUITO DE MEMBROS SUPERIORES E INFERIORES 313 Aline Raile de Miranda 2, Ricardo Benini 1,2,3, Paulo Ricardo Prado Nunes 1,3, Bruno Victor Corrêa da Silva

Leia mais

Respostas Cardiovasculares Agudas ao Treinamento de Força Utilizando Diferentes Padrões de Respiração

Respostas Cardiovasculares Agudas ao Treinamento de Força Utilizando Diferentes Padrões de Respiração Moraes et al. Respostas Cardiovasculares Agudas ao Treinamento de Força Utilizando Diferentes Padrões de Respiração Acute Cardiovascular Responses in Strength Training Using Different Breathing Techniques

Leia mais

COMPARAÇÃO DA RESPOSTA AGUDA DA FREQÜÊNCIA CARDÍACA E PRESSÃO ARTERIAL EM DUAS MODALIDADES DE TREINAMENTO DE FORÇA NA MUSCULAÇÃO

COMPARAÇÃO DA RESPOSTA AGUDA DA FREQÜÊNCIA CARDÍACA E PRESSÃO ARTERIAL EM DUAS MODALIDADES DE TREINAMENTO DE FORÇA NA MUSCULAÇÃO Comparação da resposta aguda da freqüência cardíaca... Arq. Ciênc. Saúde Unipar, Umuarama, v.9(2), mai./ago., 2005 COMPARAÇÃO DA RESPOSTA AGUDA DA FREQÜÊNCIA CARDÍACA E PRESSÃO ARTERIAL EM DUAS MODALIDADES

Leia mais

Corrida em esteira e exercícios de força: efeitos agudos da ordem de realização sobre a hipotensão pós-exercício

Corrida em esteira e exercícios de força: efeitos agudos da ordem de realização sobre a hipotensão pós-exercício Corrida em esteira e exercícios de força: efeitos agudos da ordem de realização sobre a hipotensão pós-exercício Corrida em esteira e exercícios de força CDD. 20.ed. 796.022 796.071 Denilson Alves SANTIAGO

Leia mais

Efeito de diferentes intensidades de exercício aeróbio na resposta pressórica de 24 horas em mulheres normotensas

Efeito de diferentes intensidades de exercício aeróbio na resposta pressórica de 24 horas em mulheres normotensas Educação Física / Physical Education Efeito de diferentes intensidades de exercício aeróbio na resposta pressórica de 24 horas em mulheres normotensas Effect of different intensities of aerobic exercise

Leia mais

o potencial hipotensor do treinamento aeróbio já está bem demonstrado 2 e os riscos envolvidos nesse tipo

o potencial hipotensor do treinamento aeróbio já está bem demonstrado 2 e os riscos envolvidos nesse tipo 119 Exercício resistido para o paciente hipertenso: indicação ou contra-indicação Cláudia Lúcia de Moraes Forjaz, Cláudio Chaim Rezk, Cíntia Matos de Melo, Débora Andréa dos Santos, Luiz Teixeira, Sandra

Leia mais

Palavras-chave: Controle Autonômico; Recuperação; Treinamento Esportivo; Esportes Coletivos.

Palavras-chave: Controle Autonômico; Recuperação; Treinamento Esportivo; Esportes Coletivos. RESUMO O futsal é um esporte intermitente com muitas substituições e pausas durante a partida, o que possibilita a recuperação de variáveis fisiológicas durante esses momentos, proporcionando ao jogador,

Leia mais

Journal of Applied Physiology Outubro 2009

Journal of Applied Physiology Outubro 2009 INFLUÊNCIA DO COMANDO CENTRAL E ATIVAÇÃO DE AFERÊNCIAS MUSCULARES SOBRE A VELOCIDADE DO SANGUE NA ARTÉRIA CEREBRAL ANTERIOR EM RESPOSTA A EXERCÍCIO DE PANTURRILHA EM HUMANOS Lauro C. Vianna 1,2, Claudio

Leia mais

ESTUDO COMPARATIVO DO EFEITO HIPOTENSOR DE DIFERENTES MODALIDADES AERÓBIAS EM MULHERES NORMOTENSAS

ESTUDO COMPARATIVO DO EFEITO HIPOTENSOR DE DIFERENTES MODALIDADES AERÓBIAS EM MULHERES NORMOTENSAS DOI: 10.4025/reveducfis.v19i4.5138 ESTUDO COMPARATIVO DO EFEITO HIPOTENSOR DE DIFERENTES MODALIDADES AERÓBIAS EM MULHERES NORMOTENSAS COMPARATIVE STUDY OF THE HYPOTENSIVE EFFECTS OF DIFFERENT EXERCISE

Leia mais

Impacto do Treinamento de Força em Circuito na Pressão Arterial de Jovens

Impacto do Treinamento de Força em Circuito na Pressão Arterial de Jovens Saccomani et al. 305 Impacto do Treinamento de Força em Circuito na Pressão Arterial de Jovens Impact of Circuit Strength Training on Blood Pressure in Adolescents Artigo Original 5 Milene Granja Saccomani

Leia mais

EXERCÍCIO FÍSICO E ALTERAÇÕES DA PRESSÃO ARTERIAL EM IDOSAS NORMOTENSAS E HIPERTENSAS - ESTUDO DE CASO

EXERCÍCIO FÍSICO E ALTERAÇÕES DA PRESSÃO ARTERIAL EM IDOSAS NORMOTENSAS E HIPERTENSAS - ESTUDO DE CASO EXERCÍCIO FÍSICO E ALTERAÇÕES DA PRESSÃO ARTERIAL EM IDOSAS NORMOTENSAS E HIPERTENSAS - ESTUDO DE CASO Letícia SIQUEIRA 1, Carlos KEMPER 2. RESUMO O objetivo: Verificar o comportamento da pressão arterial

Leia mais

CORRELAÇÃO ENTRE A RECUPERAÇÃO DO CONTROLE REFLEXO CARDIOVASCULAR APÓS EXERCÍCIO MÁXIMO E CAPACIDADE FUNCIONAL

CORRELAÇÃO ENTRE A RECUPERAÇÃO DO CONTROLE REFLEXO CARDIOVASCULAR APÓS EXERCÍCIO MÁXIMO E CAPACIDADE FUNCIONAL 1 CORRELAÇÃO ENTRE A RECUPERAÇÃO DO CONTROLE REFLEXO CARDIOVASCULAR APÓS EXERCÍCIO MÁXIMO E CAPACIDADE FUNCIONAL Pedro Paulo da Silva Soares 1,3 Kelb Bousquet Santos 1 Leonardo Protásio 1 Jean M. Figueiredo

Leia mais

Efeito de um Programa de Treinamento Físico de Quatro Meses sobre a Pressão Arterial de Hipertensos

Efeito de um Programa de Treinamento Físico de Quatro Meses sobre a Pressão Arterial de Hipertensos Simão et al. 393 Efeito de um Programa de Treinamento Físico de Quatro Meses sobre a Pressão Arterial de Hipertensos Effects of a Four-Month Physical Training Program on the Blood Pressure of Hypertensive

Leia mais

Objetivo da participação:

Objetivo da participação: Objetivo da participação: Contribuir para facilitar o entendimento da prescrição da intensidade do exercício em pacientes pós IAM em programas de reabilitação. BENEFÍCIOS: Isquemia miocárdica 1- Melhora

Leia mais

ConScientiae Saúde ISSN: 1677-1028 conscientiaesaude@uninove.br Universidade Nove de Julho Brasil

ConScientiae Saúde ISSN: 1677-1028 conscientiaesaude@uninove.br Universidade Nove de Julho Brasil ConScientiae Saúde ISSN: 1677-1028 conscientiaesaude@uninove.br Universidade Nove de Julho Brasil Cardozo, Diogo; Barbosa Alves, Hugo; Figueiredo, Tiago; Dias, Marcelo Ricardo; Simão, Roberto Efeito hipotensivo

Leia mais

PROTOCOLOS DE REABILITAÇÃO CARDÍACA FASE II

PROTOCOLOS DE REABILITAÇÃO CARDÍACA FASE II PROTOCOLOS DE REABILITAÇÃO CARDÍACA FASE II III SIMPÓSIO DE FISIOTERAPIA EM CARDIOLOGIA 30 de Outubro a 02 de Novembro de 2004 DAIANA CRISTINE BÜNDCHEN INSTITUTO DE CARDIOLOGIA DE CRUZ ALTA-CT SERVIÇO

Leia mais

UNIVERSIDADE DE TRÁS-OS-MONTES E ALTO DOURO

UNIVERSIDADE DE TRÁS-OS-MONTES E ALTO DOURO UNIVERSIDADE DE TRÁS-OS-MONTES E ALTO DOURO EFEITO DA INTENSIDADE DO TREINO DE FORÇA NAS RESPOSTAS HEMODINÂMICAS APÓS SESSÃO DE EXERCÍCIOS EM HOMENS NORMOTENSOS TREINADOS DISSERTAÇÃO DE MESTRADO EM CIÊNCIAS

Leia mais

EFEITO HIPOTENSOR PÓS-EXERCÍCIO RESISTIDO EM HIPERTENSOS E SEUS MECANISMOS ENVOLVIDOS

EFEITO HIPOTENSOR PÓS-EXERCÍCIO RESISTIDO EM HIPERTENSOS E SEUS MECANISMOS ENVOLVIDOS EFEITO HIPOTENSOR PÓS-EXERCÍCIO RESISTIDO EM HIPERTENSOS E SEUS MECANISMOS ENVOLVIDOS Jucyara da Silva Coelho 1 ; Roberta Rocha Férrer Pompeu 2 Educadora Física Faculdade de Saúde, Ciências Humanas e Tecnológicas

Leia mais

Redução da Pressão Arterial e do Duplo Produto de Repouso após Treinamento Resistido em Idosas Hipertensas

Redução da Pressão Arterial e do Duplo Produto de Repouso após Treinamento Resistido em Idosas Hipertensas Redução da Pressão Arterial e do Duplo Produto de Repouso após Treinamento Resistido em Idosas Hipertensas Reduction of Arterial Pressure and Double Product at Rest after Resistance Exercise Training in

Leia mais

Pró-Reitoria de Graduação Curso de Educação Física Trabalho de Conclusão de Curso. Hipotensão no exercício resistido para membros inferiores.

Pró-Reitoria de Graduação Curso de Educação Física Trabalho de Conclusão de Curso. Hipotensão no exercício resistido para membros inferiores. Pró-Reitoria de Graduação Curso de Educação Física Trabalho de Conclusão de Curso Hipotensão no exercício resistido para membros inferiores. Autor: Mário Jorge Gonçalves de Medeiros Orientador: Prof. Dr.

Leia mais

A prática de exercício físico pode ser utilizada como meio de tratamento da hipertensão arterial?

A prática de exercício físico pode ser utilizada como meio de tratamento da hipertensão arterial? A prática de exercício físico pode ser utilizada como meio de tratamento da hipertensão arterial? Enéas Van Der Maas do Bem Filho 1 Resumo As doenças cardiovasculares são as principais causas de morte

Leia mais

Efeito anti-hipertensivo do exercício The anti-hypertensive effect of exercise

Efeito anti-hipertensivo do exercício The anti-hypertensive effect of exercise 104 ARTIGO DE REVISÃO Rev Bras Hipertens vol.14(2): 104-111, 2007. The anti-hypertensive effect of exercise Mateus Camaroti Laterza 1, Maria Urbana Pinto Brandão Rondon 1, Carlos Eduardo Negrão 1,2 RESUMO

Leia mais

ANALYSIS OF THE ESTIMATED MAXIMUM REPETITIONS THROUGH ONE MAXIMUM REPETITION

ANALYSIS OF THE ESTIMATED MAXIMUM REPETITIONS THROUGH ONE MAXIMUM REPETITION VOLUME 3 NÚMERO 2 Julho / Dezembro 2007 ANÁLISE DAS REPETIÇÕES MÁXIMAS ESTIMADAS ATRAVÉS DO TESTE DE UMA REPETIÇÃO MÁXIMA Daiane Graziottin Borges 1 Jacqueline Souza Oliveira 2 João Paulo Manochio Riscado

Leia mais

ISSN 2238-9113 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções)

ISSN 2238-9113 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) 13. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ISSN 2238-9113 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( X ) SAÚDE

Leia mais

FUNÇÕES DO SISTEMA CARDIOVASCULAR DURANTE O EXERCÍCIO

FUNÇÕES DO SISTEMA CARDIOVASCULAR DURANTE O EXERCÍCIO FUNÇÕES DO SISTEMA CARDIOVASCULAR DURANTE O EXERCÍCIO TIPO DE EXERCÍCIO Dinâmico ou Isotônico Estático ou Isométrico Contração muscular e movimento articular Contração muscular sem movimento articular

Leia mais

Prof. Me. Alexandre Correia Rocha www.professoralexandrerocha.com.br alexandre.personal@hotmail.com. Prof. Me Alexandre Rocha

Prof. Me. Alexandre Correia Rocha www.professoralexandrerocha.com.br alexandre.personal@hotmail.com. Prof. Me Alexandre Rocha Prof. Me. Alexandre Correia Rocha www.professoralexandrerocha.com.br alexandre.personal@hotmail.com Docência Personal Trainer Prof. Me Alexandre Rocha 1 www.avaliacaoja.com.br Prof. Me Alexandre Rocha

Leia mais

EFEITOS DA PARTICIPAÇÃO NO PROGRAMA MENTE ATIVA NO EQUILÍBRIO E COGNIÇÃO DE PARTICIPANTE COM DOENÇA DE ALZHEIMER

EFEITOS DA PARTICIPAÇÃO NO PROGRAMA MENTE ATIVA NO EQUILÍBRIO E COGNIÇÃO DE PARTICIPANTE COM DOENÇA DE ALZHEIMER EFEITOS DA PARTICIPAÇÃO NO PROGRAMA MENTE ATIVA NO EQUILÍBRIO E COGNIÇÃO DE PARTICIPANTE COM DOENÇA DE ALZHEIMER EFFECTS OF PARTICIPATION IN THE PROGRAM " MENTE ATIVO" IN BALANCE AND COGNITIVE FUNCTION

Leia mais

Efeito hipotensivo do exercício de força realizado em intensidades diferentes e mesmo volume de trabalho *

Efeito hipotensivo do exercício de força realizado em intensidades diferentes e mesmo volume de trabalho * ARTIGO ORIGINAL Efeito hipotensivo do exercício de força realizado em intensidades diferentes e mesmo volume de trabalho Marcos Doederlein Polito 1,2, Roberto Simão 1,2,3, Gilmar Weber Senna 3 e Paulo

Leia mais

Exercícios Aeróbios e Resistidos: influência da intensidade na hipotensão pós-esforço

Exercícios Aeróbios e Resistidos: influência da intensidade na hipotensão pós-esforço Artigo Original Exercícios Aeróbios e Resistidos: influência da intensidade na hipotensão pós-esforço 3 Aerobic and Resistance Exercises: influence of intensity on post-exercise hypotension Francisco Zacaron

Leia mais

Número de repetições e intensidade relativa em membros superiores e inferiores: implicações para o treinamento

Número de repetições e intensidade relativa em membros superiores e inferiores: implicações para o treinamento 1 Repetições e intensidade Artigo Original Número de repetições e intensidade relativa em membros superiores e inferiores: implicações para o treinamento Number of repetitions and relative intensity in

Leia mais

Efeitos de diferentes intervalos de recuperação no número de repetições máximas

Efeitos de diferentes intervalos de recuperação no número de repetições máximas Revista Mineira de Ciências da Saúde Patos de Minas: UNIPAM, (1): 32-41, ano 1, n. 1, 2009 Efeitos de diferentes intervalos de recuperação no número de repetições máximas Cristiano Lino Monteiro de Barros

Leia mais

Efeito Hipotensivo do Treinamento de Força em Homens Idosos

Efeito Hipotensivo do Treinamento de Força em Homens Idosos Efeito Hipotensivo do Treinamento de Força em Homens Idosos Hypotensive Effect of Strength Training in Elderly Men Artigo Original 3 Luciana Campos Mutti, 1 Roberto Simão, 2 Ingrid Dias, 2 Tiago Figueiredo,

Leia mais

EFEITO DO TREINAMENTO CONCORRENTE E DO DESTREINAMENTO SOBRE A PRESSÃO ARTERIAL DE MULHERES HIPERTENSAS

EFEITO DO TREINAMENTO CONCORRENTE E DO DESTREINAMENTO SOBRE A PRESSÃO ARTERIAL DE MULHERES HIPERTENSAS UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE PRÓ-REITORIA DE PÓS-GRADUAÇÃO E PESQUISA MESTRADO EM EDUCAÇÃO FÍSICA EFEITO DO TREINAMENTO CONCORRENTE E DO DESTREINAMENTO SOBRE A PRESSÃO ARTERIAL DE MULHERES HIPERTENSAS

Leia mais

Efeitos do Intervalo de Recuperação entre as Séries sobre a Pressão Arterial após Exercícios Resistidos

Efeitos do Intervalo de Recuperação entre as Séries sobre a Pressão Arterial após Exercícios Resistidos Efeitos do Intervalo de Recuperação entre as Séries sobre a Pressão Arterial após Exercícios Resistidos Effects of Rest Interval between Exercise Sets on Blood Pressure after Resistance Exercises João

Leia mais

EFEITO DA ORDEM DOS EXERCÍCIOS NO TREINAMENTO DE FORÇA EFFECTS OF THE EXERCISE ORDER IN THE RESISTANCE TRAINING

EFEITO DA ORDEM DOS EXERCÍCIOS NO TREINAMENTO DE FORÇA EFFECTS OF THE EXERCISE ORDER IN THE RESISTANCE TRAINING Revista CPAQV Centro de Pesquisas Avançadas em Qualidade de Vida ISSN: 2178-7514. V.5, n.3, 2013 ARTIGO DE REVISÃO EFEITO DA ORDEM DOS EXERCÍCIOS NO TREINAMENTO DE FORÇA EFFECTS OF THE EXERCISE ORDER IN

Leia mais

Comparação entre os valores de pressão arterial aferidos por estudantes de enfermagem e de medicina, em hipertensos sob atendimento ambulatorial

Comparação entre os valores de pressão arterial aferidos por estudantes de enfermagem e de medicina, em hipertensos sob atendimento ambulatorial ARTIGO ORIGINAL Arq Med Hosp Fac Cienc Med Santa Casa São Paulo 2009; 54(2):39-43 Comparação entre os valores de pressão arterial aferidos por estudantes de enfermagem e de medicina, em hipertensos sob

Leia mais

Efeitos do exercício físico na pressão arterial: estudo qualitativo em idosos hipertensos

Efeitos do exercício físico na pressão arterial: estudo qualitativo em idosos hipertensos ANA CARLA SILVA DOS SANTOS Efeitos do exercício físico na pressão arterial: estudo qualitativo em idosos hipertensos Revisão Sistemática Mestrado em Gerontologia Orientadores: Professor Doutor José Carlos

Leia mais

EFEITOS ANTROPOMÉTRICOS DECORRENTES DA VARIAÇÃO DE INTENSIDADE DE TREINAMENTO EM CIRCUITO DURANTE O CICLO MENSTRUAL

EFEITOS ANTROPOMÉTRICOS DECORRENTES DA VARIAÇÃO DE INTENSIDADE DE TREINAMENTO EM CIRCUITO DURANTE O CICLO MENSTRUAL EFEITOS ANTROPOMÉTRICOS DECORRENTES DA VARIAÇÃO DE INTENSIDADE DE TREINAMENTO EM CIRCUITO DURANTE O CICLO MENSTRUAL FRANKLIN GONÇALVES PEREIRA Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, Campo Grande,

Leia mais

FUNÇÕES DO SISTEMA CARDIOVASCULAR DURANTE O EXERCÍCIO

FUNÇÕES DO SISTEMA CARDIOVASCULAR DURANTE O EXERCÍCIO FUNÇÕES DO SISTEMA CARDIOVASCULAR DURANTE O EXERCÍCIO RESPOSTAS CARDIOVASCULARES FC VS DC RVP PAS PAM PAD DP TIPO DE EXERCÍCIO Dinâmico ou Isotônico Estático ou Isométrico Contração muscular e movimento

Leia mais

Revista Brasileira de Prescrição e Fisiologia do Exercício ISSN versão eletrônica

Revista Brasileira de Prescrição e Fisiologia do Exercício ISSN versão eletrônica ANÁLISE DA RESPOSTA DA PRESSÃO ARTERIAL APÓS EXERCÍCIO DE CONTRA-RESISTÊNCIA EM IDOSOS 197 Raphael Santos Teodoro de Carvalho 1, Evandro Zanni 2, Thiago Soares Marsola 3, Cássio Mascarenhas Robert-Pires

Leia mais

FISIOLOGIA DA ATIVIDADE MOTORA

FISIOLOGIA DA ATIVIDADE MOTORA 69 FISIOLOGIA DA ATIVIDADE MOTORA Carlos Eduardo NEGRÃO * Cláudia Lúcia de Moraes FORJAZ ** INTRODUÇÃO O Laboratório de Fisiologia da Atividade Motora possui, no momento, uma única linha de pesquisa intitulada

Leia mais

Exercício físico, hipertensão e controle barorreflexo da pressão arterial

Exercício físico, hipertensão e controle barorreflexo da pressão arterial 89 Exercício físico, hipertensão e controle barorreflexo da pressão arterial Carlos Eduardo Negrão, Maria Urbana P. Brandão Rondon Resumo O exercício físico agudo e crônico, desde que adequadamente planejado

Leia mais

Revista Brasileira de Prescrição e Fisiologia do Exercício ISSN versão eletrônica

Revista Brasileira de Prescrição e Fisiologia do Exercício ISSN versão eletrônica 527 EFEITO HIPOTENSOR PÓS-EXERCÍCIO AERÓBIO E RESITIDO EM INDIVÍDUOS NORMOTENSOS Daniel Simões de Jesus 1, Krystiane Mohr 1, Eduardo Rebelato 2 RESUMO Após vários estudos, sabe-se que exercícios físicos

Leia mais

Bases Metodológicas do Treinamento Desportivo

Bases Metodológicas do Treinamento Desportivo Bases Metodológicas do Treinamento Desportivo Unidade II Controle e Prescrição do Treinamento Prof. Esp. Jorge Duarte Prescrição de Atividades Físicas Condições de saúde; Estado geral do aluno (cliente);

Leia mais

EFICÁCIA DO MÉTODO DE MUSCULAÇÃO DROP-SET RELACIONANDO FORÇA E COMPOSIÇÃO CORPORAL

EFICÁCIA DO MÉTODO DE MUSCULAÇÃO DROP-SET RELACIONANDO FORÇA E COMPOSIÇÃO CORPORAL EFICÁCIA DO MÉTODO DE MUSCULAÇÃO DROP-SET RELACIONANDO FORÇA E COMPOSIÇÃO CORPORAL Márcio Luis Carvalho 1 Gilson Brun 2 Matheus Uba Chupel 3 William Cordeiro de Souza 4 Wallace Bruno de Souza 5 Marcos

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE DEPARTAMENTO DE FISIOLOGIA DISCIPLINA: FISIOLOGIA HUMANA EXERCÍCIO FÍSICO PARA POPULAÇÕES ESPECIAIS

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE DEPARTAMENTO DE FISIOLOGIA DISCIPLINA: FISIOLOGIA HUMANA EXERCÍCIO FÍSICO PARA POPULAÇÕES ESPECIAIS UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE DEPARTAMENTO DE FISIOLOGIA DISCIPLINA: FISIOLOGIA HUMANA EXERCÍCIO FÍSICO PARA POPULAÇÕES ESPECIAIS Prof. Mestrando: Marcelo Mota São Cristóvão 2008 POPULAÇÕES ESPECIAIS

Leia mais

CRITÉRIOS DE PRESCRIÇÃO DE EXERCÍCIOS ATRAVÉS DE 1 RM

CRITÉRIOS DE PRESCRIÇÃO DE EXERCÍCIOS ATRAVÉS DE 1 RM 1 ARTIGO ORIGINAL CRITÉRIOS DE PRESCRIÇÃO DE EXERCÍCIOS ATRAVÉS DE 1 RM Carlos Henrique Silva Leonardo Silva de Rezende Maria Amélia Paes Villas-Bôas da Fonseca Nádia Maria de Sales Pires Pós Graduação

Leia mais

ANÁLISE DA VARIABILIDADE DA FREQUÊNCIA CARDÍACA EM PACIENTES PORTADORES DA SÍNDROME DE GUILLAIN BARRÉ - ESTUDO DE CASO

ANÁLISE DA VARIABILIDADE DA FREQUÊNCIA CARDÍACA EM PACIENTES PORTADORES DA SÍNDROME DE GUILLAIN BARRÉ - ESTUDO DE CASO ANÁLISE DA VARIABILIDADE DA FREQUÊNCIA CARDÍACA EM PACIENTES PORTADORES DA SÍNDROME DE GUILLAIN BARRÉ - ESTUDO DE CASO Alexandra Gomes Jesus Prestes, Marcelo Ricardo de Souza de Oliveira, Rodrigo Alexis

Leia mais

Prof. Orientador :Antonio Henrique Semençato Junior juniorfisiouti@hotmail.com Centro de Reabilitação Dom Bosco RESUMO

Prof. Orientador :Antonio Henrique Semençato Junior juniorfisiouti@hotmail.com Centro de Reabilitação Dom Bosco RESUMO APRECIAÇÃO NÃO INVASIVA DA FREQUÊNCIA CARDÍACA, PRESSÃO ARTERIAL E SATURAÇÃO PERIFÉRICA DE OXIGÊNIO, ANTES E APÓS INTERVENÇÃO FISIOTERAPÊUTICA RESPIRATÓRIA E MOTORA EM PACIENTES ADULTOS NO CENTRO DE TERAPIA

Leia mais

Pressão Arterial e Frequência Cardíaca em Torcedores de Futebol com Doença Coronariana

Pressão Arterial e Frequência Cardíaca em Torcedores de Futebol com Doença Coronariana Pressão Arterial e Frequência Cardíaca em Torcedores de Futebol com Doença Coronariana Artigo Original Blood Pressure and Heart Rate among Soccer Fans with Coronary Artery Disease Tiago Martini 1, Daniel

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM FISIOTERAPIA

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM FISIOTERAPIA UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM FISIOTERAPIA EFEITO DO TREINAMENTO RESISTIDO NA PRESSÃO ARTERIAL E CAPACIDADE FUNCIONAL DE IDOSAS HIPERTENSAS

Leia mais

HIPOTENSÃO PÓS-EXERCÍCIO RESISTIDO: UMA REVISÃO DA LITERATURA

HIPOTENSÃO PÓS-EXERCÍCIO RESISTIDO: UMA REVISÃO DA LITERATURA DOI: 10.4025/reveducfis.v24.1.16927 HIPOTENSÃO PÓS-EXERCÍCIO RESISTIDO: UMA REVISÃO DA LITERATURA HYPOTENSION AFTER RESISTANCE EXERCISE: A LITERATURE REVIEW Maurílio Tiradentes Dutra * Ricardo Moreno Lima

Leia mais

PA = DC x RVP. Coração Débito Cardíaco 01/05/2014 CIRCULAÇÃO SISTÊMICA CIRCULAÇÃO PULMONAR HIPERTENSÃO ARTERIAL SISTÊMICA. Cava. Pul.

PA = DC x RVP. Coração Débito Cardíaco 01/05/2014 CIRCULAÇÃO SISTÊMICA CIRCULAÇÃO PULMONAR HIPERTENSÃO ARTERIAL SISTÊMICA. Cava. Pul. HIPERTENSÃO ARTERIAL SISTÊMICA CIRCULAÇÃO SISTÊMICA Pressão Ao 98 90 60 18 12 6 3 mm Hg Cava Prof. Moacir Leomil Neto M.V. Msc. PhD. PUC Minas campus Poços de Caldas VESP Especialidades Veterinárias Pressão

Leia mais

Força Muscular Versus Pressão Arterial de Repouso: Uma Revisão Baseada no Treinamento Com Pesos

Força Muscular Versus Pressão Arterial de Repouso: Uma Revisão Baseada no Treinamento Com Pesos Força Muscular Versus Pressão Arterial de Repouso: Uma Revisão Baseada no Treinamento Com Pesos Muscular Strength versus Blood Pressure at Rest: A Review Based on Weight Training ARTIGO DE REVISÃO Marcos

Leia mais

- Exercícios Resistidos, Hipotensão pós-exercício, Métodos de Treinamento.

- Exercícios Resistidos, Hipotensão pós-exercício, Métodos de Treinamento. E D I T O R A REVISTA BRASILEIRA DE ciência & movimento ISSN 0103-1716 Efeitos de diferentes métodos de exercícios resistidos sobre o comportamento hemodinâmico Effects of different methods of resistive

Leia mais

AVALIAÇÃO DA FORÇA MUSCULAR, EM DIFERENTES PERÍODOS DO CICLO MENSTRUAL

AVALIAÇÃO DA FORÇA MUSCULAR, EM DIFERENTES PERÍODOS DO CICLO MENSTRUAL AVALIAÇÃO DA FORÇA MUSCULAR, EM DIFERENTES PERÍODOS DO CICLO MENSTRUAL Cristovão Humberto Lucena Bezerra Graduado em Educação Física. Universidade Potiguar UnP. E-mail: cristovao@unp.br Jose Fernandes

Leia mais

CAPACIDADE PULMONAR E FORÇA MUSCULAR RESPIRATÓRIA EM OBESOS

CAPACIDADE PULMONAR E FORÇA MUSCULAR RESPIRATÓRIA EM OBESOS 25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 CAPACIDADE PULMONAR E FORÇA MUSCULAR RESPIRATÓRIA EM OBESOS Diego de Faria Sato 1 ; Sonia Maria Marques Gomes Bertolini 2 RESUMO: A obesidade é considerada

Leia mais

RESPOSTAS PRESSÓRICAS APÓS A REALIZAÇÃO DE EXERCÍCIOS DE FORÇA PARA BRAÇO E PERNA EM JOVENS NORMOTENSOS

RESPOSTAS PRESSÓRICAS APÓS A REALIZAÇÃO DE EXERCÍCIOS DE FORÇA PARA BRAÇO E PERNA EM JOVENS NORMOTENSOS RESPOSTAS PRESSÓRICAS APÓS A REALIZAÇÃO DE EXERCÍCIOS DE FORÇA PARA BRAÇO E PERNA EM JOVENS NORMOTENSOS Christoffer Novais de Farias Silva¹ Fabrício Galdino Magalhães² Raphael Martins Cunha³ PALAVRAS CHAVE:

Leia mais

Juliana Monteiro Candeloro 1, Fátima Aparecida Caromano 2

Juliana Monteiro Candeloro 1, Fátima Aparecida Caromano 2 Efeitos de um programa de hidroterapia na pressão arterial e freqüência cardíaca de mulheres idosas sedentárias Effects of a hidrotherapy program on blood pressure and heart rate in elderly, sedentary

Leia mais

Resumo. Abstract. Felipe A. Cunha Lenifran Matos-Santos Renato O. Massaferri Tainah P. Lima Monteiro Paulo T. V. Farinatti*

Resumo. Abstract. Felipe A. Cunha Lenifran Matos-Santos Renato O. Massaferri Tainah P. Lima Monteiro Paulo T. V. Farinatti* Hipotensão pós-exercício induzida por treinamento aeróbio, de força e concorrente: aspectos metodológicos e mecanismos fisiológicos Post-exercise hypotension induced by aerobic, strength and concurrent

Leia mais

ConScientiae Saúde ISSN: Universidade Nove de Julho Brasil

ConScientiae Saúde ISSN: Universidade Nove de Julho Brasil ConScientiae Saúde ISSN: 1677-1028 conscientiaesaude@uninove.br Universidade Nove de Julho Brasil Andrade Paz, Gabriel; Figueiredo, Tiago; Costa e Silva, Gabriel V. L; Corcino, Antônio; Luiz, Fabio; Padilha,

Leia mais

Riscos e Benefícios. Ms. Sandro de Souza

Riscos e Benefícios. Ms. Sandro de Souza Riscos e Benefícios Ms. Sandro de Souza HAS - Visão Atual É uma doença crônico-degenerativa de natureza multifatorial, na grande maioria dos casos, assintomática, que compromete fundamentalmente o equilíbrio

Leia mais

Efeito Hipotensivo de Exercícios Resistidos Realizados em Diferentes Intensidades em Idosos

Efeito Hipotensivo de Exercícios Resistidos Realizados em Diferentes Intensidades em Idosos Rev Bras Cardiol. 2011;24(6):354-361 Artigo Original 2 Efeito Hipotensivo de Exercícios Resistidos Realizados em Diferentes Intensidades em Idosos Hypotensive Effects of Resistance Exercises Performed

Leia mais

EFEITO DA SUPLEMENTAÇÃO DE UM SUCO MIX DE UVA, BETERRABA E ACEROLA SOBRE A HPE EM CORREDORES RECREACIONAIS

EFEITO DA SUPLEMENTAÇÃO DE UM SUCO MIX DE UVA, BETERRABA E ACEROLA SOBRE A HPE EM CORREDORES RECREACIONAIS EFEITO DA SUPLEMENTAÇÃO DE UM SUCO MIX DE UVA, BETERRABA E ACEROLA SOBRE A HPE EM CORREDORES RECREACIONAIS Anderson Igor Silva de Souza Rocha 1 ; Ana Paula Urbano Ferreira 2 ; Ramon da Costa Porto 3 ;

Leia mais

Respostas Pressóricas Pós-exercícios com Pesos Executados em Diferentes Sobrecargas por Mulheres Normotensas

Respostas Pressóricas Pós-exercícios com Pesos Executados em Diferentes Sobrecargas por Mulheres Normotensas Respostas Pressóricas Pós-exercícios com Pesos Executados em Diferentes Sobrecargas por Mulheres Normotensas Post-exercise Pressoric Responses of Exercises Performed at Different Loads by Normotensive

Leia mais

INFLUÊNCIAS DA KINESIOTAPING NO DESEMPENHO DO SALTO EM DISTÂNCIA, EM INDIVÍDUOS SADIOS JOVENS

INFLUÊNCIAS DA KINESIOTAPING NO DESEMPENHO DO SALTO EM DISTÂNCIA, EM INDIVÍDUOS SADIOS JOVENS 1 UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA-UnB FACULDADE DE CEILÂNDIA-FCE CURSO DE FISIOTERAPIA JOÃO RAFAEL FREITAS DA SILVA INFLUÊNCIAS DA KINESIOTAPING NO DESEMPENHO DO SALTO EM DISTÂNCIA, EM INDIVÍDUOS SADIOS JOVENS

Leia mais

24/10/2013 Prof. Me. Alexandre Correia Rocha www.professoralexandrerocha.com.br alexandre.personal@hotmail.com

24/10/2013 Prof. Me. Alexandre Correia Rocha www.professoralexandrerocha.com.br alexandre.personal@hotmail.com Prof. Me. Alexandre Correia Rocha www.professoralexandrerocha.com.br alexandre.personal@hotmail.com Docência Personal Trainer Alterações morfofuncionais decorrentes do treinamento de força 1 Exercícios

Leia mais

Revista Brasileira de Prescrição e Fisiologia do Exercício ISSN 1981-9900 versão eletrônica

Revista Brasileira de Prescrição e Fisiologia do Exercício ISSN 1981-9900 versão eletrônica TESTE DE 1RM NA PRESCRIÇÃO DO TREINAMENTO DE FORÇA 543 Juan Marcelo Simões Cáceres 1, Ciane Vanessa Steinbach 1, Tiago Figueiredo 1,4, Belmiro Freitas de Salles 1, Renato Aparecido de Souza 2, Humberto

Leia mais

VARIAÇÃO CARDIOVASCULAR DECORRENTE DE TREINAMENTO COM ISOSTRETCHING

VARIAÇÃO CARDIOVASCULAR DECORRENTE DE TREINAMENTO COM ISOSTRETCHING Resumo VARIAÇÃO CARDIOVASCULAR DECORRENTE DE TREINAMENTO COM ISOSTRETCHING Marília Felipe Bezulle 1, Fátima Aparecida Caromano 1, Tatiana Affonso Calisse 1, Priscila de Souza 1, Jecilene Rosana Costa-Frutuoso

Leia mais

PLATAFORMA VIBRATÓRIA EMAGRECE?

PLATAFORMA VIBRATÓRIA EMAGRECE? PLATAFORMA VIBRATÓRIA EMAGRECE? Amaral, Mayra Ternes¹; Noronha, Alessandra Ferreira de² ¹Pós Graduanda em Fisioterapia Dermatofuncional Centro de Estudos Avançados e Formação Integrada (CEAFI - Pós graduação);

Leia mais

ConScientiae Saúde ISSN: Universidade Nove de Julho Brasil

ConScientiae Saúde ISSN: Universidade Nove de Julho Brasil ConScientiae Saúde ISSN: 1677-1028 conscientiaesaude@uninove.br Universidade Nove de Julho Brasil Sousa Costa, Francisca Marajany; Magalhães Sales, Marcelo; Bartholomeu Neto, João; Reis Olher, Rafael;

Leia mais

TREINAMENTO FUNCIONAL PARA PORTADORES DE HIPERTENSÃO ARTERIAL SISTÊMICA

TREINAMENTO FUNCIONAL PARA PORTADORES DE HIPERTENSÃO ARTERIAL SISTÊMICA TREINAMENTO FUNCIONAL PARA PORTADORES DE HIPERTENSÃO ARTERIAL SISTÊMICA Profª Msc. Clarissa Rios Simoni Graduada em Licenciatura Plena em Educação Física UFSC 2004 Especialista em Personal Trainer UFPR

Leia mais

ELAINE RAMOS SILVA 1 EVERTON ROCHA SOARES 2 KATYANE VIANA GUEDES 3 RODRIGO PEREIRA DA SILVA 4

ELAINE RAMOS SILVA 1 EVERTON ROCHA SOARES 2 KATYANE VIANA GUEDES 3 RODRIGO PEREIRA DA SILVA 4 PESQUISA Revista Brasileira de Ciências da Saúde Research DOI:1.434/RBCS.215.19.s2.1 Volume 19 Suplemento 2 Páginas 3-1 215 ISSN 1415-2177 Influência do Número de Séries na Hipotensão Pós-Exercício Resistido

Leia mais

PRESSÃO ARTERIAL DURANTE O EXERCÍCIO RESISTIDO DE DIFERENTES INTENSIDADES EM INDIVÍDUOS HIPERTENSOS

PRESSÃO ARTERIAL DURANTE O EXERCÍCIO RESISTIDO DE DIFERENTES INTENSIDADES EM INDIVÍDUOS HIPERTENSOS PRESSÃO ARTERIAL DURANTE O EXERCÍCIO RESISTIDO DE DIFERENTES INTENSIDADES EM INDIVÍDUOS HIPERTENSOS Ricardo Saraceni Gomides¹; Sandra de Souza Nery²; Décio Mion Júnior²; Tais Tinucci¹, ²; Cláudia Lucia

Leia mais

Revista Brasileira de Prescrição e Fisiologia do Exercício ISSN versão eletrônica

Revista Brasileira de Prescrição e Fisiologia do Exercício ISSN versão eletrônica 375 EFEITO DO ALONGAMENTO NA PRESSÃO ARTERIAL APÓS A REALIZAÇÃO DE EXERCICIO RESISTIDO Bruno Estevan Siqueira Dario 1, Gustavo Barquilha 1,2,3 RESUMO ABSTRACT O objetivo do presente estudo foi verificar

Leia mais

A MANIPULAÇÃO OSTEOPÁTICA CERVICAL GERA EFEITOS IMEDIATOS NAS VARIÁVEIS CARDIOVASCULARES EM INDIVÍDUOS SAUDÁVEIS?

A MANIPULAÇÃO OSTEOPÁTICA CERVICAL GERA EFEITOS IMEDIATOS NAS VARIÁVEIS CARDIOVASCULARES EM INDIVÍDUOS SAUDÁVEIS? 1 UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA FACULDADE DE CEILÂNDIA CURSO DE FISIOTERAPIA AMANDA CASTELO BRANCO DUARTE HANNA LISSA RIBEIRO MIRANDA QUINTANILHA A MANIPULAÇÃO OSTEOPÁTICA CERVICAL GERA EFEITOS IMEDIATOS NAS

Leia mais

REPETIÇÕES MÁXIMAS COM 90% DA 1RM NOS EXERCÍCIOS SUPINO RETO E LEG PRESS APÓS AQUECIMENTO ESPECÍFICO E ALONGAMENTO ESTÁTICO

REPETIÇÕES MÁXIMAS COM 90% DA 1RM NOS EXERCÍCIOS SUPINO RETO E LEG PRESS APÓS AQUECIMENTO ESPECÍFICO E ALONGAMENTO ESTÁTICO 50 REPETIÇÕES MÁXIMAS COM 90% DA 1RM NOS EXERCÍCIOS SUPINO RETO E LEG PRESS APÓS AQUECIMENTO ESPECÍFICO E ALONGAMENTO ESTÁTICO MAXIMUM REPETITIONS WITH 90% OF 1MR IN BENCH PRESS AND LEG PRESS EXERCISES

Leia mais

Reabilitação Cardíaca A reabil

Reabilitação Cardíaca A reabil Reabilitação Cardíaca Reabilitação Cardíaca A reabilitação cardiovascular (RCV) pode ser conceituada como um ramo de atuação da cardiologia que, implementada por equipe de trabalho multiprofissional, permite

Leia mais

EFEITOS DO PROGRAMA DE TREINAMENTO FÍSICO DO NÚCLEO DE APOIO A SAÚDE DA FAMÍLIA NO PACIENTE DIABÉTICO TIPO 2

EFEITOS DO PROGRAMA DE TREINAMENTO FÍSICO DO NÚCLEO DE APOIO A SAÚDE DA FAMÍLIA NO PACIENTE DIABÉTICO TIPO 2 EFEITOS DO PROGRAMA DE TREINAMENTO FÍSICO DO NÚCLEO DE APOIO A SAÚDE DA FAMÍLIA NO PACIENTE DIABÉTICO TIPO 2 VLADIMIR GUEDES DE OLIVEIRA LUIS GUILHERME DA FONSECA Universidade Federal de Juiz de Fora Faculdade

Leia mais