VANETs: Vehicular Ad-Hoc Netwoks

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "VANETs: Vehicular Ad-Hoc Netwoks"

Transcrição

1 VANETs: Vehicular Ad-Hoc Netwoks Thiago Furtado de Mendonça Universidade de São Paulo Institudo de Matemática e Estatística Computação Móvel 14 de julho de Introdução VANETs são redes móveis formadas principalmente por veículos que circulam em uma malha viária e também por bases fixas na infraestrutura dessa malha [4, 8]. As VANETs são redes que estão no campo das MANETs Mobile Ad-Hoc Networks, portanto os desafios encontrados na implementação das MANETs também são desafios na implementação das VANETs. Cada veículo em uma rede móvel veicular funciona como um nó que recebe e envia mensagens, ou como um roteador que recebe um pacote e reenvia em direção ao destinatário. A comunicação entre os veículos tem normalmente média ou pequena distância. Alguns nós são estacionários e estão em pontos estratégicos nas estradas, como restaurantes e postos de gasolina. A comunicação com essas bases fixas geralmente tem maior alcance. As VANETs tem as mesmas características das MANETs, mas se diferenciam das MANETs pela [7] : Topologia altamente dinâmica da rede, dado a velocidade que os nós (veículos) trafegam; Desconexão frequente quando a densidade de tráfego é baixa e os nós estão distantes uns dos outros; 1

2 Mobilidade restrita, já que carros geralmente circulam nas ruas, saindo quando entram em estacionamentos; Energia ilimitada, sendo uma vantagem no desenvolvimento de dispositivos quanto ao consumo de baterias; Influência do ambiente. Prédios, árvores e outros obstáculos, somados a densidade variável do trânsito e ambiente. A aplicação de VANETs é ampla envolvendo segurança no tratamento de situações de congestionamento e acidentes, assistência ao motorista pela otimização na quantidade e qualidade de informações disponíveis no controle de bordo, automação de serviços de cobrança nas rodovias agilizando o trânsito nos dias de maior tráfego, e informações sobre rodovias e pontos de interesse gerando uma boa alternativa para publicidade. 2 Comunicação Ocorrem dois tipos de comunicação nas VANETs. O primeiro, mais semelhante a comunicação de uma MANET, é a comunicação entre os veículos denominada V2V (Vehicule-to-Vehicle). Nessa comunicação a topologia da rede é totalmente dinâmica e os nós se comportam de maneira auto-organizáveis e autogerenciáveis, tornando um desafio o desenvolvimento de protocolos de roteamento para essa comunicação onde a troca de mensagens de roteamento se torna grande. O segundo, é uma comunicação composta de bases fixas, as RSUs (Road Side Units) na infraestrutura da malha viária denomidade V2I (Vehicule-to-Infrastructure). O roteamento de pacotes é simples dado que cada pacote é entregue com apenas um salto, e o posicionamento de cada base é sabido. Quando um veículo envia uma mensagem pública, basta enviar às bases e estas fazem o broadcasting das mesmas. Ainda pode-se considerar sistemas que fazem backup de dados de veículos que estacionam em casa, fazendo com que a casa tenha uma base privada. Toda a comunicação é feita em uma faixa de frequência denominada DSRC (Dedicated Short-Range Comunication). O DSRC ainda não é um padrão, em- 2

3 bora existam tentativas de padronizá-lo. Abaixo estão listadas algumas dessas tentativas: DSRC americano: em novembro de 2002 a FCC (Federal Communication Commission) solicitou a utilização de 75 MHz na faixa de 5.9 GHz para o DSRC; DSRC europeu: é usado o intervalo frequência de 5725 MHz a 5875 MHz que corresponde a banda de frequência ISM (Industrial, Scientific and Medical); DSRC no japão: um padrão ainda não totalmente formalizado, denominado ARIB T75 está sendo usado para aplicações que usam DSRC, na faixa de 5.8 GHz. O IEEE vem desenvolvendo o padrão WAVE (Wireless Access in a Vehicular Environment) para a camada física de dispositivos móveis que implementam VANETs. O padrão a é usado como base para o WAVE (802.11p). O WAVE é construído sobre o DSRC americano dividindo o espectro de frequência em sete canais de 10MHz cada. Um desses canais é usado apenas para gerenciamento da rede e serve para troca de mensagens de controle da rede. O grande desafio desse protocolo é a construção de uma camada MAC que suporte a alta velocidade dos nós, que precisa ter latência minimizada. 2.1 Roteamento de pacotes O roteamento de pacotes em VANETs pode ser dividido em duas classes. Os protocolos baseados em topologia, e os protocolos baseados em posição geográfica. Os protocolos baseados em topologia são os mesmos usados nas MANETs, usando tecnologias como DSR (Dynamic Source Routing) e AODV (Ad hoc On- Demand Distance Vector Routing) [7]. Os protocolos baseados em posição geográfica, utilizam as posições atuais ou históricos das coordenadas dos nós. Uma definição importante para roteamento baseado em posição geográfica, é a definição de beaconing, uma técnica em que nós vizinhos são inseridos em uma tabela, com suas posições geográficas e um tempo que define o timestamp do último beacon 3

4 recebido. Quando um sinal de beacon ultrapassa um dado valor, o nó vizinho é excluído da tabela. Essa transmissão de mensagens para deteção de presença é periódica e o período que a mensagem deve ser enviada é o valor threshold que um nó espera até excluir um vizinho de sua tabela. Dado que a troca de mensagens acontece entre carros que eventuamente tem sensores GPS, usar a posição como parâmetro para entrega de mensagens é uma vantagem. O protocolo VITP (Vehicular Information Transfer Protocol) usado na camada de aplicação considera que o dispositivo da VANET têm acesso a um sensor GPS. 2.2 Camada da aplicação VITP O VITP [3] é um protocolo implementado na camada de aplicação, por isso independe do protocolo usado na camada física. Ele especifica a sintaxe e a semântica usada na comunicação entre os nós da rede. Os nós da rede são denominados VITP Peers. Cada veículo implementa um peer que irá compor uma rede, comportando-se como servidor, cliente ou roteador de pacotes para seus vizinhos conhecidos. Além de considerar a existência de um sensor GPS nos peers, o protocolo ainda assume que cada veículo está equipado com uma interface de rede wireless e um dispositivo de diagnóstico de parâmetros do veículo. O VITP ainda suporta conexão via GPRS para que veículos sem vizinhos próximos possam se conectar e ainda assim receber informações da rede. Dada a dinamicidade da rede os nós precisam se auto-organizarem. Para resolver esse problema o VITP implementa o VAHS (Virtual Ad-Hoc Server). Essas entidades são composta de peers que estão em um momento, próximos geográficamente. Esses servidores são compostos sob demanda, isto é, pela alta mobilidade dos nós que compõem os VAHSs, os nós se organizam para responder a consultas feitas a algum nó que está no mesmo VAHS, respondendo assim por qualquer nó conhecido como vizinho. Dessa forma o protocolo não garante a entrega de mensagens de consulta nem das respostas que serão enviadas. 4

5 3 Segurança O desenvolvimento de recursos de segurança em VANETs é de suma importância mas tem sido pesquisado apenas nos últimos anos. Devido a forças para padronização de protocolos de roteamento em vários sistemas, a segurança dos dados trafegados nas VANETs é deixada em segundo plano. Há muitos dados que devem ser mantidos em sigilo como informações sobre registro de veículos, placas, informações sobre o portador da habilitação e a identidade de pessoas que estão dentro de veículos. Usuários maliciosos devem ser detectados, e os dados ter segurança razoável. Para isso pode-se dizer que é necessário autenticar usuários na rede, verificar a consistência dos dados recebidos, manter os nós sempre conectados quando um ataque for realizado, identificar usuários maliciosos e manter a privacidade mesmo após a autenticação [5, 6]. 3.1 Ataques Ataques a VANETs podem ser feitos por nós intrusos ou nós que são usuários válidos. Alguns ataques que podem ser realizados: Rastreamento de veículos - Um usuário autenticado na rede se conecta às várias bases existentes na infraestrutura da rede, deixando ou não algum log de conexão. Assim, um usuário malicioso pode perceber a presença de outro usuário a partir deste ponto e rastreá-lo; Mensagens falsas - Um nó pode disseminar informação falsa sendo passivo ou ativo. Se passivo, apenas repassará mensagens falsas recebidas. Se ativo, gera mensagens falsas como de situações de trânsito falsas para seu favorecimento; Mascaramento de veículos - Um usuário se passa por outro que está ou passou na rede. 5

6 3.2 Segurança a ataques A EPFL (École Polytechnique Fédérale de Lausanne) vem desenvolvendo estudos para um sistema de segurança para VANETs. Segundo os pesquisadores alguns conceitos chaves devem ser levados em consideração para que haja segurança nas redes. Abaixo estão listados os itens: Autenticação e integridade - As mensagens devem ser autenticadas e verificadas quanto a sua integridade, bem como deve ser mantido a autenticidade do nó que gerou a mensagem; Negação de mensagens - Um nó nunca deve negar o envio de uma mensagem a partir do momento que ele tem a mensagem requerida por outro nó; Autorização e controle de acesso - Alguns serviços da rede devem ter controle de acesso. Por padrão todos os serviços em uma VANET é aberto, exceto alguns serviços usados pelas bases da infraestrutura. Esses serviços somente devem ser acessados por usuários com permissão de uso; Confidencialidade - O conteúdo das mensagens deve ser mantido em segredo para os nós que fazem o papel de roteador; Privacidade - Este é um item conflitante com a autenticação. Para manter a privacidade é necessário o uso de chaves anônimas; Disbonibilidade - Sistemas devem ser tolerantes a falhas ocorridas por ataques ou erros. O sistema implementado na VANET deve sempre prover acesso a rede por algum meio; Responsabilidade dos nós - A rede deve prover informações sobre os nós que podem gerar mensagens que provoque mal comportamento dos outros nós. O sistema SeVeCom (Secure Vehicular Communication), desenvolvido pela EPFL, implementa comunicação segura em redes veiculares observando os conceitos listados acima. [2] 6

7 4 Conclusão Redes móveis veiculares é um campo de pesquisa ainda novo, pouco abordado, sendo de maior interesse para as montadoras de automóveis. Algumas montadoras trabalham na possibilidade de veículos sairem de fábrica com dispositivos capazes de fornecer acesso a redes veiculares. O sistema Cartel [1] apresenta uma interface com serviços voltados para redução de tráfego, monitoramento de ruas, detecção de perigo e disponibiliza uma versão para Iphone (icartel) que se utiliza da computação já fornecida pelo dispositivo celular móvel. Há muito ainda a ser pesquisado principalmente quanto a segurança. Se implementado em veículos, no início serão poucos com esses sistema, mas a densidade das redes veículares pode aumentar drasticamente com o amadurecimento da tecnologia, assim sistemas novos podem não ter suporte à escalabilidade necessária. Referências Bibliográficas [1] Cartel. [2] Secure vehicular communication. [3] Marios D. Dikaiakos, Tamer Nadeem, Saif Iqbal, and Liviu Iftode. Vitp: an information transfer protocol for vehicular computing. In in: VANET â05: Proceedings of the 2nd ACM International Workshop on Vehicular Ad Hoc Networks, ACM, pages Press, [4] Thiago da Costa Jordão Eduardo Guimarães Ribeiro, Rômulo Valente Coutinho. Vanets - redes ad-hoc veiculares, [5] P. Papadimitratos, L. Buttyan, T. Holczer, E. Schoch, J. Freudiger, M. Raya, Z. Ma, F. Kargl, A. Kung, and J. P. Hubaux. Secure vehicular communication systems: Design and architecture. IEEE COMMUNICATIONS, 46(11): ,

8 [6] P. Papadimitratos, V. Gligor, and J-P. Hubaux. Securing vehicular communications - assumptions, requirements, and principles. In WORKSHOP ON EMBEDDED SECURITY IN CARS, pages 5 14, [7] Bijan Paul, Md. Ibrahim, and Md. Abu Naser Bikas. Article: Vanet routing protocols: Pros and cons. International Journal of Computer Applications, 20(3):28 34, April Published by Foundation of Computer Science. [8] Bernardo Rodrigues Santos. Vehicular ad-hoc networks,

INF-111 Redes Sem Fio Aula 01 Introdução Prof. João Henrique Kleinschmidt

INF-111 Redes Sem Fio Aula 01 Introdução Prof. João Henrique Kleinschmidt INF-111 Redes Sem Fio Aula 01 Introdução Prof. João Henrique Kleinschmidt Santo André, setembro de 2014 Roteiro PARTE I Apresentação da Disciplina PARTE II Introdução à Redes Sem Fio Apresentação do Professor

Leia mais

Security and Privacy in Vehicular Cloud. Everton Schumacker Soares RA 116724 Fábio Sartorato RA 122285

Security and Privacy in Vehicular Cloud. Everton Schumacker Soares RA 116724 Fábio Sartorato RA 122285 Security and Privacy in Vehicular Cloud Everton Schumacker Soares RA 116724 Fábio Sartorato RA 122285 Overview 1. Segurança Integridade, Confiabilidade e Disponibilidade Tipos de Ataque PKI 2. Vehicular

Leia mais

Protocolo de comunicação para redes móveis aplicado ao trânsito

Protocolo de comunicação para redes móveis aplicado ao trânsito Universidade Federal de Ouro Preto - UFOP Instituto de Ciências Exatas e Biológicas - ICEB Departamento de Computação - DECOM Protocolo de comunicação para redes móveis aplicado ao trânsito Aluno: Luiz

Leia mais

Capítulo 6 Redes sem fio e redes móveis

Capítulo 6 Redes sem fio e redes móveis Capítulo 6 Redes sem fio e redes móveis Todo o material copyright 1996-2009 J. F Kurose e K. W. Ross, Todos os direitos reservados slide 1 2010 2010 Pearson Prentice Hall. Hall. Todos Todos os os direitos

Leia mais

5.2 MAN s (Metropolitan Area Network) Redes Metropolitanas

5.2 MAN s (Metropolitan Area Network) Redes Metropolitanas MÓDULO 5 Tipos de Redes 5.1 LAN s (Local Area Network) Redes Locais As LAN s são pequenas redes, a maioria de uso privado, que interligam nós dentro de pequenas distâncias, variando entre 1 a 30 km. São

Leia mais

WPAN ZigBee & Bluetooth SDIC Cap6. Redes Sem Fios

WPAN ZigBee & Bluetooth SDIC Cap6. Redes Sem Fios Redes Sem Fios As recomendações do IEEE (Institute of Electrical and Eletronics Engineers), particularmente as recomendações da série IEEE 802.11, são os exemplos mais conhecidos para os padrões de redes

Leia mais

Lógica Fuzzy para Melhorar o Desempenho do Protocolo AODV em Redes Ad Hoc Veiculares

Lógica Fuzzy para Melhorar o Desempenho do Protocolo AODV em Redes Ad Hoc Veiculares Lógica Fuzzy para Melhorar o Desempenho do Protocolo AODV em Redes Ad Hoc Veiculares Antonio Sérgio de Sousa Vieira Laboratório de Redes de Computadores (LARCES) Universidade Estadual do Ceará (UECE) Fortaleza,

Leia mais

Alan Menk Santos alanmenk@hotmail.com www.sistemasul.com.br/menk. Camada Física: Redes Sem Fio. Equipamentos de Rede. O que já conhecemos.

Alan Menk Santos alanmenk@hotmail.com www.sistemasul.com.br/menk. Camada Física: Redes Sem Fio. Equipamentos de Rede. O que já conhecemos. Alan Menk Santos alanmenk@hotmail.com www.sistemasul.com.br/menk Camada Física: Redes Sem Fio Equipamentos de Rede O que já conhecemos. Cabos; Atenas; Tipos de transmissão; 1 O que vamos conhecer. Equipamentos

Leia mais

Cap. 1 Introdução. Redes sem Fio e Sistemas Móveis de Computação. Prof. Eduardo Barrére. Material Base: Marcelo Moreno. eduardo.barrere@ice.ufjf.

Cap. 1 Introdução. Redes sem Fio e Sistemas Móveis de Computação. Prof. Eduardo Barrére. Material Base: Marcelo Moreno. eduardo.barrere@ice.ufjf. Redes sem Fio e Sistemas Móveis de Computação Cap. 1 Introdução Prof. Eduardo Barrére eduardo.barrere@ice.ufjf.br Material Base: Marcelo Moreno Dep. Ciência da Computação 1 Computação Móvel Computação

Leia mais

SSC0748 - Redes Móveis

SSC0748 - Redes Móveis - Redes Móveis Introdução Redes sem fio e redes móveis Prof. Jó Ueyama Agosto/2012 1 Capítulo 6 - Resumo 6.1 Introdução Redes Sem fo 6.2 Enlaces sem fo, características 6.3 IEEE 802.11 LANs sem fo ( wi-f

Leia mais

REDES AD-HOC MARCELO BORGES DE ANDRADE RODRIGO COLLI. Departamento de Engenharia Instituto de Educação Superior de Brasília - IESB

REDES AD-HOC MARCELO BORGES DE ANDRADE RODRIGO COLLI. Departamento de Engenharia Instituto de Educação Superior de Brasília - IESB REDES AD-HOC MARCELO BORGES DE ANDRADE RODRIGO COLLI Departamento de Engenharia Instituto de Educação Superior de Brasília - IESB http://www.iesb.br e-mail: marcelo.andrade@ig.com.br rodrigo.colli@esporte.gov.br

Leia mais

Segurança da Informação

Segurança da Informação INF-108 Segurança da Informação Segurança em Redes Sem Fio Prof. João Henrique Kleinschmidt Redes sem fio modo de infraestrutura estação-base conecta hospedeiros móveis à rede com fio infraestrutura de

Leia mais

Um protocolo de roteamento resistente a ataques blackhole sem detecção de nós maliciosos

Um protocolo de roteamento resistente a ataques blackhole sem detecção de nós maliciosos XXX SIMPÓSIO BRASILEIRO DE TELECOMUNICAÇÕES - SBrT 12, 13-16 DE SETEMBRO DE 2012, BRASÍLIA, DF Um protocolo de roteamento resistente a ataques blackhole sem detecção de nós maliciosos Joilson Alves Junior

Leia mais

Composição. Estrutura Fisica Redes Sistemas Operacionais Topologias de redes

Composição. Estrutura Fisica Redes Sistemas Operacionais Topologias de redes Composição Estrutura Fisica Redes Sistemas Operacionais Topologias de redes Aterramento Fio de boa qualidade A fiação deve ser com aterramento neutro (fio Terra) trabalhando em tomadas tripolares Fio negativo,

Leia mais

Segurança em Redes Veiculares: Inovações e Direções Futuras

Segurança em Redes Veiculares: Inovações e Direções Futuras Capítulo 4 Segurança em Redes Veiculares: Inovações e Direções Futuras Michelle S. Wangham, Michele Nogueira, Cláudio P. Fernandes, Osmarildo Paviani, Benevid F. da Silva Universidade do Vale do Itajaí

Leia mais

Comunicação Comunicação é o ato de transmissão de informações de uma pessoa à outra. Emissor: Receptor: Meio de transmissão Sinal:

Comunicação Comunicação é o ato de transmissão de informações de uma pessoa à outra. Emissor: Receptor: Meio de transmissão Sinal: Redes - Comunicação Comunicação é o ato de transmissão de informações de uma pessoa à outra. Comunicação sempre foi, desde o início dos tempos, uma necessidade humana buscando aproximar comunidades distantes.

Leia mais

SISTEMAS DISTRIBUÍDOS

SISTEMAS DISTRIBUÍDOS SISTEMAS DISTRIBUÍDOS Comunicação coletiva Modelo Peer-to-Peer Slide 6 Nielsen C. Damasceno Introdução Os modelos anteriores eram realizado entre duas partes: Cliente e Servidor. Com RPC e RMI não é possível

Leia mais

GT GPRS RASTREADOR VIA GPS COM BLOQUEADOR

GT GPRS RASTREADOR VIA GPS COM BLOQUEADOR GT GPRS RASTREADOR VIA GPS COM BLOQUEADOR O GT GPRS é um equipamento wireless que executa a função de recepção e transmissão de dados e voz. Está conectado à rede de telefonia celular GSM/GPRS, para bloqueio

Leia mais

Evolução na Comunicação de

Evolução na Comunicação de Evolução na Comunicação de Dados Invenção do telégrafo em 1838 Código Morse. 1º Telégrafo Código Morse Evolução na Comunicação de Dados A evolução da comunicação através de sinais elétricos deu origem

Leia mais

A Cooperative Vehicular Network Framework

A Cooperative Vehicular Network Framework Uma Estrutura Cooperativa de Rede Veicular Oscar Trullols Cruces, Julian Morillo Pozo, Jose M. Barcelo e Jorge Garcia Vidal Apresentador: Curitiba 25 de Novembro de 2009 Roteiro -> Roteiro - Introdução

Leia mais

REDE DE COMPUTADORES

REDE DE COMPUTADORES SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL REDE DE COMPUTADORES Tecnologias de Rede Arquitetura Padrão 802.11 Prof. Airton Ribeiro de Sousa E-mail: airton.ribeiros@gmail.com 1 Arquitetura Wireless Wi-Fi

Leia mais

Introdução à Computação Móvel. Carlos Maurício Seródio Figueiredo

Introdução à Computação Móvel. Carlos Maurício Seródio Figueiredo Introdução à Computação Móvel Carlos Maurício Seródio Figueiredo Sumário Visão da Computação Móvel Oportunidades de Pesquisa Alguns Interesses de Pesquisas Futuras Visão da Computação Móvel O que é Computação

Leia mais

A Camada de Rede. A Camada de Rede

A Camada de Rede. A Camada de Rede Revisão Parte 5 2011 Modelo de Referência TCP/IP Camada de Aplicação Camada de Transporte Camada de Rede Camada de Enlace de Dados Camada de Física Funções Principais 1. Prestar serviços à Camada de Transporte.

Leia mais

Wireless Mesh Networks

Wireless Mesh Networks Wireless Mesh Networks Redes Mesh se configuram e se organizam automaticamente, com seus nós estabelecendo uma conexão ad hoc e mantendo a conectividade em malha. Isanio Lopes Araujo Santos Paradoxo: pontos

Leia mais

UMA FERRAMENTA PARA SUPORTE AO ENSINO DO PROTOCOLO AODV

UMA FERRAMENTA PARA SUPORTE AO ENSINO DO PROTOCOLO AODV UMA FERRAMENTA PARA SUPORTE AO ENSINO DO PROTOCOLO AODV DOI: 10.15552/2236-0158/abenge.v34n2p71-81 Karine S. de Almeida, 1 Tassalon F. da Silva, 2 Daniel G. Costa 3 RESUMO Este artigo apresenta o desenvolvimento

Leia mais

Rafyze Uchoa da Silva 1, Hylceffem Monteiro Albuquerque 1, Márcia Maria Savoine 2

Rafyze Uchoa da Silva 1, Hylceffem Monteiro Albuquerque 1, Márcia Maria Savoine 2 PROPOSTA DE ROTEAMENTO PARA REDES VEICULARES NO NORTE DO TOCANTINS Rafyze Uchoa da Silva 1, Hylceffem Monteiro Albuquerque 1, Márcia Maria Savoine 2 As inovações e crescentes avanços na computação móvel

Leia mais

Mobile Communications. RedesAd-hoc

Mobile Communications. RedesAd-hoc Ad-hoc 1 Mobile Communications RedesAd-hoc Manuel P. Ricardo Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto Ad-hoc 2 Redes Ad-Hoc (Nível 3) Rede autoconfigurável Ligações sem fios Nós móveis topologia

Leia mais

WiBus: Um Sistema de Monitoramento de Transportes Públicos Usando Redes IEEE 802.11 Uma análise de artigo

WiBus: Um Sistema de Monitoramento de Transportes Públicos Usando Redes IEEE 802.11 Uma análise de artigo WiBus: Um Sistema de Monitoramento de Transportes Públicos Usando Redes IEEE 802.11 Uma análise de artigo Jéssica Yumi Kojima* 28 de Junho de 2014 *MAC0463 Computação Móvel Bacharelado em Ciência da Computação

Leia mais

switches LAN (rede de comunicação local)

switches LAN (rede de comunicação local) O funcionamento básico de uma rede depende de: nós (computadores) um meio de conexão (com ou sem fios) equipamento de rede especializado, como roteadores ou hubs. Todas estas peças trabalham conjuntamente

Leia mais

Brampton Telecom, PhD em Engenharia de Telecomunicações (Unicamp).

Brampton Telecom, PhD em Engenharia de Telecomunicações (Unicamp). Wireless LAN (WLAN) Este tutorial apresenta alguns aspectos da arquitetura e protocolos de comunicação das Redes Locais sem fio, ou Wireless Local Area Networks (WLAN's), que são baseados no padrão IEEE

Leia mais

Backbones Ad Hoc. Aluno: Eduardo Hargreaves Orientador: Luís Felipe M. de Moraes Coppe/UFRJ - Programa de Engenharia de Sistemas e Computação

Backbones Ad Hoc. Aluno: Eduardo Hargreaves Orientador: Luís Felipe M. de Moraes Coppe/UFRJ - Programa de Engenharia de Sistemas e Computação Backbones Ad Hoc Aluno: Eduardo Hargreaves Orientador: Luís Felipe M. de Moraes Coppe/UFRJ - Programa de Engenharia de Sistemas e Computação Estrutura do Trabalho Motivações MBN TBONE Conclusões Motivações

Leia mais

Tutorial sobre Redes de Sensores

Tutorial sobre Redes de Sensores Tutorial sobre Redes de Sensores Marluce R. Pereira e Cláudio L. de Amorim Programa de Engenharia de Sistemas e Computação COPPE/UFRJ, Brasil (marluce,amorim)@cos.ufrj.br Maria Clicia Stelling de Castro

Leia mais

09/06/2011. Profª: Luciana Balieiro Cosme

09/06/2011. Profª: Luciana Balieiro Cosme Profª: Luciana Balieiro Cosme Revisão dos conceitos gerais Classificação de redes de computadores Visão geral sobre topologias Topologias Barramento Anel Estrela Hibridas Árvore Introdução aos protocolos

Leia mais

Claudivan C. Lopes claudivan@ifpb.edu.br

Claudivan C. Lopes claudivan@ifpb.edu.br Claudivan C. Lopes claudivan@ifpb.edu.br Por que redes de computadores? Tipos de redes Componentes de uma rede IFPB/Patos - Prof. Claudivan 2 Quando o assunto é informática, é impossível não pensar em

Leia mais

RUCA Rede Um Computador por Aluno. Liane Tarouco UFRGS

RUCA Rede Um Computador por Aluno. Liane Tarouco UFRGS RUCA Rede Um Computador por Aluno Liane Tarouco UFRGS Projeto Rede Um Computador por Aluno Coordenação: RNP Rede Nacional de Pesquisa Luiz Claudio Schara Magalhães - UFF Participantes: UFF UFPB UFAM UFRGS

Leia mais

02/03/2014. Conteúdo deste módulo. Curso de Preparatório para Concursos Públicos. Tecnologia da Informação REDES. Conceitos Iniciais

02/03/2014. Conteúdo deste módulo. Curso de Preparatório para Concursos Públicos. Tecnologia da Informação REDES. Conceitos Iniciais Curso de Preparatório para Concursos Públicos Tecnologia da Informação REDES Conceitos Iniciais; Classificações das Redes; Conteúdo deste módulo Equipamentos usados nas Redes; Modelos de Camadas; Protocolos

Leia mais

Prof. Manuel A Rendón M

Prof. Manuel A Rendón M Prof. Manuel A Rendón M Tanenbaum Redes de Computadores Cap. 1 e 2 5ª. Edição Pearson Padronização de sistemas abertos à comunicação Modelo de Referência para Interconexão de Sistemas Abertos RM OSI Uma

Leia mais

UTILIZAÇÃO DE CHAVE DE GRUPO PARA PROTEÇÃO DE REDES AD-HOC *

UTILIZAÇÃO DE CHAVE DE GRUPO PARA PROTEÇÃO DE REDES AD-HOC * UTILIZAÇÃO DE CHAVE DE GRUPO PARA PROTEÇÃO DE REDE AD-HOC * Fernando C. A. Verissimo, Luciano R. de Albuquerque e Luís Felipe M. de Moraes Laboratório de Redes de Alta Velocidade RAVEL COPPE/Programa de

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLOGIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM INFORMÁTICA

UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLOGIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM INFORMÁTICA UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLOGIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM INFORMÁTICA O USO DE FILTROS DE BLOOM EM UM PROTOCOLO BASEADO NA MÉTRICA DE OU-EXCLUSIVO

Leia mais

Março/2005 Prof. João Bosco M. Sobral

Março/2005 Prof. João Bosco M. Sobral Plano de Ensino Introdução à Segurança da Informação Princípios de Criptografia Segurança de Redes Segurança de Sistemas Símbolos: S 1, S 2,..., S n Um símbolo é um sinal (algo que tem um caráter indicador)

Leia mais

Estrutura de um Rede de Comunicações. Redes e Sistemas Distribuídos. Tarefas realizadas pelo sistema de comunicação. Redes de comunicação de dados

Estrutura de um Rede de Comunicações. Redes e Sistemas Distribuídos. Tarefas realizadas pelo sistema de comunicação. Redes de comunicação de dados Estrutura de um Rede de Comunicações Profa.. Cristina Moreira Nunes Tarefas realizadas pelo sistema de comunicação Utilização do sistema de transmissão Geração de sinal Sincronização Formatação das mensagens

Leia mais

Guia das Cidades Digitais

Guia das Cidades Digitais Guia Técnico Inatel Guia das Cidades Digitais Módulo 4: Tecnologia Wi-Fi INATEL Competence Center treinamento@inatel.br Tel: (35) 3471-9330 Este módulo trata da tecnologia de acesso sem fio mais amplamente

Leia mais

VANET Referências. Redes Veiculares VANET. Francisco Duarte Oliveira

VANET Referências. Redes Veiculares VANET. Francisco Duarte Oliveira Redes Veiculares Francisco Duarte Oliveira Tópicos em Redes de Computadores Mestrado Acadêmico em Ciências da Computação Universidade Estadual do Ceará 24 de outubro de 2014 Redes Veiculares 24 de outubro

Leia mais

Redes de Computadores sem Fio

Redes de Computadores sem Fio Redes de Computadores sem Fio Prof. Marcelo Gonçalves Rubinstein Programa de Pós-Graduação em Engenharia Eletrônica Faculdade de Engenharia Universidade do Estado do Rio de Janeiro Programa Introdução

Leia mais

3. ( ) Para evitar a contaminação de um arquivo por vírus, é suficiente salvá-lo com a opção de compactação.

3. ( ) Para evitar a contaminação de um arquivo por vírus, é suficiente salvá-lo com a opção de compactação. 1. Com relação a segurança da informação, assinale a opção correta. a) O princípio da privacidade diz respeito à garantia de que um agente não consiga negar falsamente um ato ou documento de sua autoria.

Leia mais

Vulnerabilidades em Redes Wireless

Vulnerabilidades em Redes Wireless Vulnerabilidades em Redes Wireless Raimundo Pereira da Cunha Neto Professor de Sistemas de Informação da FAETE, Av. Dr. Nicanor Barreto, 4381 Teresina-PI 64.053-355 Fone: (86) 3231-4020 netocunha@faete.edu.br

Leia mais

Avaliação do Impacto do Uso de Mecanismos de Segurança em uma Aplicação Distribuída que Utiliza Redes Veiculares

Avaliação do Impacto do Uso de Mecanismos de Segurança em uma Aplicação Distribuída que Utiliza Redes Veiculares Avaliação do Impacto do Uso de Mecanismos de Segurança em uma Aplicação Distribuída que Utiliza Redes Veiculares Ramon Rodrigues Rita, Michelle Silva Wangham Curso de Engenharia de Computação Universidade

Leia mais

Arquitetura de protocolos

Arquitetura de protocolos Arquitetura de protocolos Segue o modelo híbrido Usada pelos nós sensores e pelo nó sorvedouro Inclui planos de Gerenciamento de energia Como um nó sensor usa a sua energia Pode desligar o receptor após

Leia mais

Redes Mesh: uma aplicação no município de Santarém/Pa.

Redes Mesh: uma aplicação no município de Santarém/Pa. Redes Mesh: uma aplicação no município de Santarém/Pa. Camila Queiroz Bessa milabessa24@hotmail.com Instituto de Estudos Superiores da Amazônia - IESAM Endereço: Avenida Gov. José Malcher, 1148 - Nazaré

Leia mais

Curso: Sistemas de Informação Disciplina: Redes de Computadores Prof. Sergio Estrela Martins

Curso: Sistemas de Informação Disciplina: Redes de Computadores Prof. Sergio Estrela Martins Curso: Sistemas de Informação Disciplina: Redes de Computadores Prof. Sergio Estrela Martins Material de apoio 2 Esclarecimentos Esse material é de apoio para as aulas da disciplina e não substitui a leitura

Leia mais

Teste de Qualidade Web based para Banda Larga FAQs

Teste de Qualidade Web based para Banda Larga FAQs Teste de Qualidade Web based para Banda Larga FAQs Pergunta O que é o teste de velocidade? Quem é o público alvo? O que oferece? Como funciona? Por onde é o acesso? Resposta Um teste de qualidade de banda

Leia mais

Prof. Manuel A Rendón M

Prof. Manuel A Rendón M Prof. Manuel A Rendón M MORAES, C. C. Engenharia de Automação Industrial, Cap. 6 Tanenbaum, Redes de Computadores, Cap. 1.2 AGUIRRE, L. A. Enciclopédia da Automática, Volume II, Cap. 15.3 Escravo é um

Leia mais

Samsung Mobile Navigator

Samsung Mobile Navigator manual de início rápido Samsung Mobile Navigator software de navegação para o seu celular Samsung Experimente-e-Compre Caso tenha recebido uma versão experimental do Samsung Mobile Navigator, você terá

Leia mais

CONTROLE DE DISPOSITIVOS EM REDE SEM FIO INTELIGENTE NO PADRAO DE COMUNICAÇAO ZIGBEE (IEEE 802.15.4)

CONTROLE DE DISPOSITIVOS EM REDE SEM FIO INTELIGENTE NO PADRAO DE COMUNICAÇAO ZIGBEE (IEEE 802.15.4) 25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 CONTROLE DE DISPOSITIVOS EM REDE SEM FIO INTELIGENTE NO PADRAO DE COMUNICAÇAO ZIGBEE (IEEE 802.15.4) Saulo Menechine 1, Munif Gebara Junior 2 RESUMO: Com

Leia mais

REDES DE COMPUTADORES

REDES DE COMPUTADORES CURSO TÉCNICO DE INFORMÁTICA Módulo A REDES DE COMPUTADORES Equipamentos de Rede ATIVOS E PASSIVOS Além dos dispositivos que atuam na borda da rede (computadores, tablets, smartphones, etc), uma rede é

Leia mais

Sistema de localização e bloqueio veicular por célula de comunicação Objetivo Principal

Sistema de localização e bloqueio veicular por célula de comunicação Objetivo Principal de comunicação Objetivo Principal Prover uma solução de baixo custo para Identificação, localização, bloqueio e recuperação de veículos roubados ou procurados, através de micro circuitos embarcados de

Leia mais

Wireless LAN (IEEE 802.11x)

Wireless LAN (IEEE 802.11x) Wireless LAN (IEEE 802.11x) WLAN: Wireless LAN Padrão proposto pela IEEE: IEEE 802.11x Define duas formas de organizar redes WLAN: Ad-hoc: Sem estrutura pré-definida. Cada computador é capaz de se comunicar

Leia mais

Encaminhamento em redes instáveis. Localização de nós em redes Peer-to-Peer Napster Gnutella Chord

Encaminhamento em redes instáveis. Localização de nós em redes Peer-to-Peer Napster Gnutella Chord Encaminhamento em redes instáveis Encaminhamento em redes Ad Hoc Introdução Descoberta de rotas Manutenção de rotas Localização de nós em redes Peer-to-Peer Napster Gnutella Chord Encaminhamento em redes

Leia mais

3 INTEFACES E PROTOCOLOS PARA REDES DE SENSORES INTELIGENTES SEM FIOS

3 INTEFACES E PROTOCOLOS PARA REDES DE SENSORES INTELIGENTES SEM FIOS Capítulo 3 Interfaces e Protocolos para Redes de Sensores Inteligentes sem Fios 36 3 INTEFACES E PROTOCOLOS PARA REDES DE SENSORES INTELIGENTES SEM FIOS A tecnologia sem fios vem sendo comumente utilizada

Leia mais

Redes Mesh. MUM Brasil Outubro de 2008. Eng. Wardner Maia

Redes Mesh. MUM Brasil Outubro de 2008. Eng. Wardner Maia Redes Mesh MUM Brasil Outubro de 2008 Eng. Wardner Maia Introdução Nome: Wardner Maia Engenheiro Eletricista modalidades Eletrotécnica/Eletrônica/Telecomunicações Provedor de Internet Service desde 1995

Leia mais

Rede de Computadores II

Rede de Computadores II Rede de Computadores II Slide 1 SNMPv1 Limitações do SNMPv1 Aspectos que envolvem segurança Ineficiência na recuperação de tabelas Restrito as redes IP Problemas com SMI (Structure Management Information)

Leia mais

Atualmente dedica-se à Teleco e à prestação de serviços de consultoria em telecomunicações.

Atualmente dedica-se à Teleco e à prestação de serviços de consultoria em telecomunicações. Rádio Spread Spectrum Este tutorial apresenta os aspectos técnicos dos Rádios Spread Spectrum (Técnica de Espalhamento Espectral) aplicados aos Sistemas de Transmissão de Dados. Félix Tadeu Xavier de Oliveira

Leia mais

Sistemas Distribuídos

Sistemas Distribuídos Faculdades SENAC Análise e Desenvolvimento de Sistemas 1 de agosto de 2009 Membership Grupos dinâmicos Membros entram e saem dos grupos Membros podem falhar (crash) Grupos são criados e destruídos em tempo

Leia mais

Sistemas Operacionais Abertos. Prof. MSc. André Yoshimi Kusumoto andrekusumoto.unip@gmail.com

Sistemas Operacionais Abertos. Prof. MSc. André Yoshimi Kusumoto andrekusumoto.unip@gmail.com Sistemas Operacionais Abertos Prof. MSc. André Yoshimi Kusumoto andrekusumoto.unip@gmail.com Caracterização de Sistemas Distribuídos Coulouris, Dollimore and Kindberg. Distributed Systems: Concepts and

Leia mais

Tutorial NEGER Telecom COMO IMPLANTAR REDES WIFI EM VEÍCULOS

Tutorial NEGER Telecom COMO IMPLANTAR REDES WIFI EM VEÍCULOS Tutorial NEGER Telecom COMO IMPLANTAR REDES WIFI EM VEÍCULOS Julho/2010 Objetivo Este tutorial tem como objetivo fornecer informações técnicas e recomendações na utilização de roteadores 3G para implantação

Leia mais

Rede Mesh: topologia e aplicação

Rede Mesh: topologia e aplicação Rede Mesh: topologia e aplicação Tatiana Medeiros Cardoso, Paulo César Furlanetto Marques Faculdade Cenecista de Osório (FACOS) Rua 24 de maio, 141 95520-000 Osório RS Brasil tati.info@gmail.com,pcesar.marques@terra.com.br

Leia mais

RICARDO KUCHARSKI ARNOUD TECNOLOGIAS PARA DETECÇÃO DE IDENTIDADES FALSAS EM REDES VEICULARES

RICARDO KUCHARSKI ARNOUD TECNOLOGIAS PARA DETECÇÃO DE IDENTIDADES FALSAS EM REDES VEICULARES 0 RICARDO KUCHARSKI ARNOUD TECNOLOGIAS PARA DETECÇÃO DE IDENTIDADES FALSAS EM REDES VEICULARES CANOAS, 2012 1 RICARDO KUCHARSKI ARNOUD TECNOLOGIAS PARA DETECÇÃO DE IDENTIDADES FALSAS EM REDES VEICULARES

Leia mais

DISPOSITIVOS DE REDES SEM FIO

DISPOSITIVOS DE REDES SEM FIO AULA PRÁTICA DISPOSITIVOS DE REDES SEM FIO Objetivo: Apresentar o modo de operação Ad Hoc de uma rede padrão IEEE 802.11g/b e implementá-la em laboratório. Verificar os fundamentos de associação/registro

Leia mais

A utilização das redes na disseminação das informações

A utilização das redes na disseminação das informações A utilização das redes na disseminação das informações Elementos de Rede de computadores: Denomina-se elementos de rede, um conjunto de hardware capaz de viabilizar e proporcionar a transferência da informação

Leia mais

Terminal Ad Hoc para viabilizar a comunicação das aplicações de automação das Utilities

Terminal Ad Hoc para viabilizar a comunicação das aplicações de automação das Utilities Terminal Ad Hoc para viabilizar a comunicação das aplicações de automação das Utilities Iran Lima Gonçalves * / Fabrício Lira Figueiredo Álvaro A. M. de Medeiros Agenda O que são Redes Ad Hoc sem Fio?

Leia mais

Comunicação Segura em uma Rede Mesh Aplicada a Smart Grids

Comunicação Segura em uma Rede Mesh Aplicada a Smart Grids Comunicação Segura em uma Rede Mesh Aplicada a Smart Grids Alexandre Silva Rodrigues 1, Tiago Antonio Rizzetti 1 1 Colégio Técnico Industrial de Santa Maria Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) CEP

Leia mais

Sistemas de redes sem fio são classificadas nas categorias de móveis ou fixas:

Sistemas de redes sem fio são classificadas nas categorias de móveis ou fixas: Redes Sem Fio Sistemas de redes sem fio são classificadas nas categorias de móveis ou fixas: Redes sem fio fixa são extremamente bem adequado para implantar rapidamente uma conexão de banda larga, para

Leia mais

Segurança em Redes Móveis Ad Hoc

Segurança em Redes Móveis Ad Hoc UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO INSTITUTO DE MATEMÁTICA E ESTATÍSTICA DEPARTAMENTO DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO Segurança em Redes Móveis Ad Hoc João Carlos Néto Doutorando em Ciência da Computação neto@ime.usp.br

Leia mais

Sistemas Distribuídos

Sistemas Distribuídos Sistemas Distribuídos Comunicação de Grupos Peer to Peer Comunicação de Grupos Modelos Anteriores - Comunicação envolvia somente duas partes. RPC não permite comunicação de um processo com vários outros

Leia mais

O Avanço da Tecnologia de Comunicação com o Uso de Simulador para a Modelagem em Redes Mistas Cabeadas e Sem Fio

O Avanço da Tecnologia de Comunicação com o Uso de Simulador para a Modelagem em Redes Mistas Cabeadas e Sem Fio O Avanço da Tecnologia de Comunicação com o Uso de Simulador para a Modelagem em Redes Mistas Cabeadas e Sem Fio LÍGIA RODRIGUES PRETE Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza, Faculdade de

Leia mais

15/02/2015. Conteúdo deste módulo. Curso de Preparatório para Concursos Públicos. Tecnologia da Informação REDES. Conceitos Iniciais

15/02/2015. Conteúdo deste módulo. Curso de Preparatório para Concursos Públicos. Tecnologia da Informação REDES. Conceitos Iniciais Curso de Preparatório para Concursos Públicos Tecnologia da Informação REDES Conceitos Iniciais; Classificações das Redes; Topologias de Redes; Meios de Transmissão; Arquitetura de Redes; Conteúdo deste

Leia mais

Protocolo. O que é um protocolo? Humano: que horas são? eu tenho uma pergunta

Protocolo. O que é um protocolo? Humano: que horas são? eu tenho uma pergunta Protocolo O que é um protocolo? Humano: que horas são? eu tenho uma pergunta Máquina: Definem os formatos, a ordem das mensagens enviadas e recebidas pelas entidades de rede e as ações a serem tomadas

Leia mais

Packet Tracer 4.0: Overview Session. Conceitos e práticas

Packet Tracer 4.0: Overview Session. Conceitos e práticas Packet Tracer 4.0: Overview Session Conceitos e práticas Processo de Flooding ou Inundação envia informações por todas as portas, exceto aquela em que as informações foram recebidas; Cada roteador link-state

Leia mais

General Packet Radio Service (GPRS) Aluna: Marília Veras

General Packet Radio Service (GPRS) Aluna: Marília Veras General Packet Radio Service (GPRS) Aluna: Marília Veras Tópicos O que é GPSR Arquitetura do Sistema Estados Operacionais do Celular GPRS Classes do Celular GSM/ GPRS Protocolos do GPRS Transmitindo Pacotes

Leia mais

Desenvolvimento de uma Ferramenta de Auxílio ao Ensino de Redes de Computadores Roteamento Ad Hoc

Desenvolvimento de uma Ferramenta de Auxílio ao Ensino de Redes de Computadores Roteamento Ad Hoc 1 Desenvolvimento de uma Ferramenta de Auxílio ao Ensino de Redes de Computadores Roteamento Ad Hoc Fernando César Faria Cabral, Luís Augusto Mattos Mendes (Orientador) Departamento de Ciência da Computação

Leia mais

REDES SEM FIO. Prof. Msc. Hélio Esperidião

REDES SEM FIO. Prof. Msc. Hélio Esperidião REDES SEM FIO Prof. Msc. Hélio Esperidião WIRELESS O termo wireless, significa sem fio, possui alguns sinônimos tais como: Rede sem fio Comunicação sem fio Computação Móvel Wi-FI? WI-FI? Wi-Fié uma marca

Leia mais

REDES DE COMPUTADORES Prof. Ricardo Rodrigues Barcelar http://www.ricardobarcelar.com

REDES DE COMPUTADORES Prof. Ricardo Rodrigues Barcelar http://www.ricardobarcelar.com - Aula Complementar - MODELO DE REFERÊNCIA OSI Este modelo se baseia em uma proposta desenvolvida pela ISO (International Standards Organization) como um primeiro passo em direção a padronização dos protocolos

Leia mais

Sec-SD: Descoberta Segura de Serviços em Redes Locais

Sec-SD: Descoberta Segura de Serviços em Redes Locais Sec-SD: Descoberta Segura de Serviços em Redes Locais Janaína Sutil Lemos 1, Rafael Bohrer Ávila 1, Luiz Paulo Luna de Oliveira 1 1 Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS) Av. Unisinos, 950, Bloco

Leia mais

STATUS CHECK. Visão Geral do Produto

STATUS CHECK. Visão Geral do Produto STATUS CHECK Visão Geral do Produto Soluções em Monitoramento da Condição Sistema StatusCheck 2.4GHz 2 Visão Geral do Sistema StatusCheck : O Status Check monitora os parâmetros de vibração e temperatura

Leia mais

DESEMPENHO DE REDES. Fundamentos de desempenho e otimização de redes. Prof. Ulisses Cotta Cavalca

DESEMPENHO DE REDES. Fundamentos de desempenho e otimização de redes. Prof. Ulisses Cotta Cavalca <ulisses.cotta@gmail.com> DESEMPENHO DE REDES Fundamentos de desempenho e otimização de redes Prof. Ulisses Cotta Cavalca Belo Horizonte/MG 2015 Sumário 1. Introdução 2. Gerência de redes 3. Fundamentos

Leia mais

Características: Switch Industrial Ethernet: Cisco Secure Agent: É isolado de todas as outras redes por um firewall ou por uma lista de acesso

Características: Switch Industrial Ethernet: Cisco Secure Agent: É isolado de todas as outras redes por um firewall ou por uma lista de acesso O switch Industrial Ethernet Cisco Catalyst 2955 garante a confiabilidade o determinismo e a segurança fundamentais para uma rede de controle de produção. A confiabilidade é obtida evitando que PLCs e

Leia mais

Sistemas Distribuídos. Introdução

Sistemas Distribuídos. Introdução Sistemas Distribuídos Introdução Definição Processos Um sistema distribuído é um conjunto de computadores independentes, interligados por uma rede de conexão, executando um software distribuído. Executados

Leia mais

Segurança de Rede Prof. João Bosco M. Sobral 1

Segurança de Rede Prof. João Bosco M. Sobral 1 1 Sinopse do capítulo Problemas de segurança para o campus. Soluções de segurança. Protegendo os dispositivos físicos. Protegendo a interface administrativa. Protegendo a comunicação entre roteadores.

Leia mais

Monitoração inteligente de estados de comunicação para aplicações sobre redes veiculares

Monitoração inteligente de estados de comunicação para aplicações sobre redes veiculares Monitoração inteligente de estados de comunicação para aplicações sobre redes veiculares Margarete Sá e Sérgio Gorender 1 Laboratório de Sistemas Distribuídos (LaSiD) Departamento de Ciência da Computação

Leia mais

CLAUDIO PICCOLO FERNANDES UM SISTEMA DE REPUTAÇÃO DESCENTRALIZADO PARA AVALIAR A CONFIANÇA DOS NÓS EM REDES VEICULARES

CLAUDIO PICCOLO FERNANDES UM SISTEMA DE REPUTAÇÃO DESCENTRALIZADO PARA AVALIAR A CONFIANÇA DOS NÓS EM REDES VEICULARES CLAUDIO PICCOLO FERNANDES UM SISTEMA DE REPUTAÇÃO DESCENTRALIZADO PARA AVALIAR A CONFIANÇA DOS NÓS EM REDES VEICULARES Itajaí (SC), Agosto de 2013 UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ CURSO DE MESTRADO ACADÊMICO

Leia mais

Mobilidade em Redes 802.11

Mobilidade em Redes 802.11 Mobilidade em Redes 802.11 Prof. Rafael Guimarães Redes sem Fio Aula 14 Aula 14 Rafael Guimarães 1 / 37 Sumário Sumário 1 Motivação e Objetivos 2 O protocolo MAC 802.11 3 Quadro 802.11 4 802.11: Mobilidade

Leia mais

Capítulo 2 Sistemas Rádio Móveis

Capítulo 2 Sistemas Rádio Móveis Capítulo 2 Sistemas Rádio Móveis 2.1. Histórico e Evolução dos Sistemas Sem Fio A comunicação rádio móvel teve início no final do século XIX [2], quando o cientista alemão H. G. Hertz demonstrou que as

Leia mais

Uso de Virtual Lan (VLAN) para a disponibilidade em uma Rede de Campus

Uso de Virtual Lan (VLAN) para a disponibilidade em uma Rede de Campus Uso de Virtual Lan (VLAN) para a disponibilidade em uma Rede de Campus Edson Rodrigues da Silva Júnior. Curso de Redes e Segurança de Sistemas Pontifícia Universidade Católica do Paraná Curitiba, Fevereiro

Leia mais

SEGURANÇA EM REDE PEER TO PEER USANDO TECNOLOGIA IPSEC EM UM AMBIENTE CORPORATIVO *

SEGURANÇA EM REDE PEER TO PEER USANDO TECNOLOGIA IPSEC EM UM AMBIENTE CORPORATIVO * SEGURANÇA EM REDE PEER TO PEER USANDO TECNOLOGIA IPSEC EM UM AMBIENTE CORPORATIVO * Giovani Francisco de Sant Anna Centro Universitário do Triângulo (UNITRI) William Rodrigues Gomes Centro Universitário

Leia mais

Consulte a exposição. Qual declaração descreve corretamente como R1 irá determinar o melhor caminho para R2?

Consulte a exposição. Qual declaração descreve corretamente como R1 irá determinar o melhor caminho para R2? 1. Que duas declarações descrevem corretamente os conceitos de distância administrativa e métrica? (Escolha duas.) a) Distância administrativa refere-se a confiabilidade de uma determinada rota. b) Um

Leia mais

Capítulo 3: Implementar a segurança por meio de VLANs

Capítulo 3: Implementar a segurança por meio de VLANs Unisul Sistemas de Informação Redes de Computadores Capítulo 3: Implementar a segurança por meio de VLANs Roteamento e Switching Academia Local Cisco UNISUL Instrutora Ana Lúcia Rodrigues Wiggers Presentation_ID

Leia mais

CPE Soft Manual. 125/400mW 2.4GHz. CPE Soft

CPE Soft Manual. 125/400mW 2.4GHz. CPE Soft CPE Soft Manual 125/400mW 2.4GHz CPE Soft Campinas - SP 2010 Indice 1.1 Acessando as configurações. 2 1.2 Opções de configuração... 3 1.3 Wireless... 4 1.4 TCP/IP 5 1.5 Firewall 6 7 1.6 Sistema 8 1.7 Assistente...

Leia mais

PROJETO DE REDES www.projetoderedes.com.br

PROJETO DE REDES www.projetoderedes.com.br PROJETO DE REDES www.projetoderedes.com.br Curso de Tecnologia em Redes de Computadores Disciplina: Redes I Fundamentos - 1º Período Professor: José Maurício S. Pinheiro Material de Apoio IV TOPOLOGIAS

Leia mais

LIAITHON: A location-aware multipath video streaming scheme for urban vehicular networks

LIAITHON: A location-aware multipath video streaming scheme for urban vehicular networks LIAITHON: A location-aware multipath video streaming scheme for urban vehicular networks Renfei Wang ¹, Cristiano Rezende ¹, Heitor S. Ramos ¹, ², ³ Richard W. Pazzi ¹, Azzedine Boukerche ¹, Antonio A.F.

Leia mais

VELOCIDADE DE TRANSMISSÃO DE DADOS UTILIZANDO VPNs

VELOCIDADE DE TRANSMISSÃO DE DADOS UTILIZANDO VPNs VELOCIDADE DE TRANSMISSÃO DE DADOS UTILIZANDO VPNs Rogers Rodrigues Garcia 1, Júlio César Pereira¹ ¹Universidade Paranaense (Unipar) Paranavai PR Brasil rogersgarcia@live.com, juliocesarp@unipar.br Resumo:

Leia mais