Conhecer a Justiça. Um guia sobre o Ministério da Justiça, os serviços prestados e os profissionais da Justiça

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1 Conhecer a Justiça Um guia sobre o Ministério da Justiça, os serviços prestados e os profissionais da Justiça

2 Plano I. O MINISTÉRIO DA JUSTIÇA 1. Um pouco de história 2. Missão, atribuições e organização interna II. OS SERVIÇOS DA JUSTIÇA 1. Resolução de conflitos: os tribunais e a resolução alternativa de litígios 2. Segurança pública: a execução de penas e a reinserção social 3. Segurança jurídica: os registos, o notariado e a propriedade industrial 4. Investigação criminal: a polícia judiciária e a medicina legal 5. Formação de profissionais especializados: o Centro de Estudos Judiciários e os centros de formação 6. Acesso à informação: as estatísticas da justiça e a jurisprudência III. OS PROFISSIONAIS DA JUSTIÇA 1. Magistrados e funcionários de justiça 2. Advogados e solicitadores 3. Agentes de execução 4. Administradores judiciais 5. Juízes de paz e mediadores de conflitos 6. Conservadores, notários e agentes de propriedade industrial 7. Investigadores criminais 8. Guardas prisionais 2

3 I. O MINISTÉRIO DA JUSTIÇA 1 UM POUCO DE HISTÓRIA A função de administração da Justiça sempre fez parte das principais funções dos Estados. Na história do Ministério da Justiça português são de destacar algumas datas: Até 1821 os assuntos respeitantes à justiça eram administrados pela Secretaria de Estado dos Negócios Interiores do Reino. Com o advento do liberalismo, em 1821 foi criada a Secretaria de Estado dos Negócios Eclesiásticos e de Justiça (SENEJ). Dado que não existia ainda a separação entre a Igreja e o Estado, além da Justiça, uma parte importante da atividade desta Secretaria era a administração dos assuntos eclesiásticos. A SENEJ estava estruturada em três repartições (Negócios Eclesiásticos, Justiça e Segurança Pública). Dos ocupantes da cadeira ministerial destacam-se Mouzinho da Silveira, Joaquim António de Aguiar e o Visconde de Seabra. A partir de finais do século XIX, ainda que a sua denominação oficial não tenha sido alterada, passou a ser conhecida por Ministério dos Negócios Eclesiásticos e de Justiça. Com a implantação do regime republicano, em 1910, e consequente separação entre a Igreja e o Estado, a SENEJ foi substituída pelo Ministério da Justiça e dos Cultos, tendo competência para os assuntos relativos á justiça e ainda para a regulação dos cultos. No período da Primeira República o mais conhecido titular da pasta da Justiça foi Afonso Costa e, entre as realizações mais importantes deste período, contam-se a criação do Registo Civil (1914), a criação do Arquivo de Identificação (1918) e a emissão dos primeiros bilhetes de identidade (1919). Nos anos da ditadura militar ( ) o Ministério manteve a mesma denominação. Procedeu-se à institucionalização da Ordem dos Advogados (1926), à integração da Polícia de Investigação Criminal (1927) na orgânica ministerial, à promulgação do estatuto judiciário ( ), à reforma do mapa judiciário e às codificações no âmbito do registo civil e do processo penal (1929). Com o Estado Novo o Ministério deixa de ter qualquer competência nos assuntos religiosos, passando a dedicar-se apenas aos assuntos judiciais e muda o nome para Ministério da Justiça. Destaque para alguns dos projetos desenvolvidos na primeira metade do regime: a implementação da nova rede de estabelecimentos prisionais, a concretização das brigadas de trabalho prisional, o lançamento dos projetos dos palácios de justiça e das casas para magistrados, a criação dos tribunais de execução das penas e dos tribunais plenários criminais de Lisboa e 3

4 Porto, a reconversão da Polícia de Investigação Criminal em Polícia Judiciária, a implementação das medidas de segurança, a abertura da Colónia Penal do Tarrafal ( ), a introdução de diversos ajustamentos na estrutura do estatuto judiciário (1944) e de substanciais alterações ao Código Penal. São ainda de destacar a aprovação do Código de Processo Civil, em 1961, e do Código Civil, em Dos primeiros anos do período democrático destacam-se a integração no sistema judicial dos tribunais administrativos e fiscais e os tribunais do trabalho. Entre 1974 e 1976 o Ministério da Justiça desocupou o Limoeiro e a Cadeia da Relação do Porto e abriu as portas à feminização das magistraturas. Sucederam-se iniciativas legislativas de monta como a atualização do Código Civil (1977), da legislação penal, com a aprovação de um novo Código Penal (1982), e do processo penal, com a aprovação de um novo Código de Processo Penal (1987). Em 2001, o Ministério da Justiça sofreu uma profunda reforma na organização dos seus serviços, afirmando-se, pela primeira vez, como o departamento governamental responsável pela conceção, condução, execução e avaliação da política de justiça. Para o efeito, a nova Lei Orgânica manteve os serviços clássicos existentes como a administração da justiça, o sistema prisional, o essencial da rede de centros educativos de menores, a medicina legal, os registos e notariado, a polícia judiciária e a gestão de infraestruturas e equipamentos e criou o Gabinete de Política Legislativa e Planeamento e o Gabinete de Relações Internacionais, Europeias e de Cooperação, organismos que dotaram o Ministério da Justiça de condições para se assumir como o centro responsável pela política de justiça na ordem interna e internacional. São também desta data a criação de novos instrumentos de avaliação e responsabilização do sistema de justiça, com a criação da Inspeção-Geral dos Serviços de Justiça, e de descongestionamento do núcleo duro do sistema judiciário com a criação da Direção-Geral da Administração Extrajudicial, dedicada à dinamização dos meios de resolução alternativa de litígios. Em 2006, o Ministério da Justiça adaptou a sua orgânica aos princípios definidos pelo Programa de Reestruturação da Administração Central do Estado (PRACE), aprofundando e aperfeiçoando os resultados obtidos na reestruturação de 2001, introduzindo-lhe fatores de similitude orgânica transversais a toda a Administração Central do Estado. Sublinha-se a integração do Instituto Nacional da Propriedade Industrial, com o seu singular acervo arquivístico de marcas e patentes. Em 2011, o movimento de atualização do Ministério da Justiça prosseguiu com a adaptação do seu 4

5 organigrama às linhas gerais previstas no Programa de Redução e Melhoria da Administração Central (PREMAC) adotando um modelo de organização mais reduzido. Procedeu-se à revisão e ajustamento das atribuições e competências de todos os serviços e organismos, de modo a potenciar a sua operacionalidade. A título de exemplo refere-se a fusão dos serviços prisionais e dos serviços de reinserção social permitindo uma maior articulação entre as áreas da reinserção social e da execução das medidas privativas de liberdade. 2 MISSÃO, ATRIBUIÇÕES E ORGANIZAÇÃO INTERNA O Ministério da Justiça é o departamento do Governo que tem por missão a conceção, condução, execução e avaliação da política de justiça, definida pela Assembleia da República e pelo Governo, assegurando as relações do Governo com os tribunais e o Ministério Público, o Conselho Superior da Magistratura e o Conselho Superior dos Tribunais Administrativos e Fiscais. O Ministério da Justiça tem como funções: Adotar as medidas adequadas à execução da política de Justiça definida pela Assembleia da República e pelo Governo, bem como acompanhar a sua execução; Assegurar as funções de auditoria, inspeção e fiscalização dos serviços do MJ; Assegurar o funcionamento do sistema de administração da Justiça no plano judiciário e nos domínios da segurança do tráfego jurídico, da prevenção da litigiosidade e da resolução não jurisdicional de conflitos; Garantir a adequada prevenção da criminalidade, investigação criminal, execução de medidas penais, tutelares educativas e de reinserção social; Assegurar a atividade dos serviços médico-legais; Proteger a propriedade industrial, a nível nacional e internacional; Assegurar a formação de magistrados e de quadros necessários para o exercício de funções específicas na área da Justiça; Gerir os recursos humanos, financeiros, materiais e os sistemas de informação da Justiça. Atualmente, as atribuições do Ministério da Justiça estão definidas na Lei Orgânica aprovada pelo Decreto-Lei n.º 123/2011, de 29 de dezembro, sendo prosseguidas por diversos organismos que, no seu conjunto, têm como finalidade última a prestação de serviços essenciais à vida em sociedade. 5

6 Organismos que compõem a organigrama do Ministério da Justiça (DL n.º 123/2011, de 29/12) Secretaria Geral Inspeção-Geral dos Serviços de Justiça Direção-Geral da Política de Justiça Direção-Geral da Administração da Justiça Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais Polícia Judiciária Instituto de Gestão Financeira e Equipamentos da Justiça, I. P. Instituto dos Registos e do Notariado, I. P. Instituto Nacional de Medicina Legal e Ciências Forenses, I. P. Instituto Nacional da Propriedade Industrial, I. P. Centro de Estudos Judiciários Comissão de Proteção às Vítimas de Crimes Comissão de programas Especiais de Segurança Comissão de Apreciação e Controlo da Atividade dos Administradores de Insolvência Conselho Consultivo da Justiça Apoio técnico e administrativo aos gabinetes dos membros do Governo e aos serviços e organismos do MJ nos domínios dos recursos humanos, contratação pública de bens e serviços, apoio técnico-jurídico e contencioso, documentação e arquivo, relações públicas e protocolo. Desempenha as funções de auditoria, inspeção e fiscalização relativamente a todas as entidades, serviços e organismos dependentes, ou cuja atividade é tutelada ou regulada pelo MJ. Presta apoio técnico, acompanha e monitoriza políticas, organiza e fomenta o recurso aos meios extrajudiciais de resolução de conflitos, assegurando o planeamento estratégico e a coordenação das relações externas e de cooperação, e é responsável pela informação estatística da área da justiça. Assegura o apoio ao funcionamento dos tribunais, os serviços de identificação criminal e de contumazes e é responsável, entre outros aspetos, pela gestão e formação dos funcionários de Justiça. Assegura o desenvolvimento das políticas de prevenção criminal, de execução das penas e medidas e de reinserção social e a gestão articulada dos sistemas tutelar educativo e prisional, assegurando a dignidade humana e contribuindo para a defesa da ordem e da paz social. É um corpo superior de polícia que tem por missão coadjuvar as autoridades judiciárias na investigação, desenvolver e promover as ações de prevenção e investigação da sua competência ou que lhe sejam cometidas pelas autoridades judiciárias competentes. Assegura a gestão dos recursos financeiros do MJ, a gestão do património afeto à área da justiça, das infraestruturas e recursos tecnológicos, bem como a proposta de conceção, a execução e a avaliação dos planos e projetos de informatização. Executa as políticas relativas aos serviços de registo, assegura a prestação de serviços aos cidadãos e às empresas no âmbito da identificação e do registo civil, de nacionalidade, predial, comercial, bens móveis e pessoas coletivas, e a regulação, controlo e fiscalização da atividade notarial. Presta serviços periciais médico-legais e forenses, coordena a atividade no âmbito da medicina legal e de outras ciências forenses, promove a formação e a investigação neste domínio. Superintende e orienta a atividade dos serviços médico-legais e dos profissionais. Assegura a proteção e promoção da propriedade industrial, a nível nacional e internacional, de acordo com a política de modernização e fortalecimento da estrutura empresarial do país, nomeadamente em colaboração com as organizações internacionais especializadas na matéria. Estabelecimento de formação de magistrados judiciais e magistrado do Ministério Público, bem como assessores dos tribunais. Assegura ações de formação jurídica e judiciária de advogados, solicitadores e agentes de outros setores profissionais da Justiça. É um órgão administrativo independente responsável, por si ou através dos seus membros, pela concessão de adiantamentos de indemnização por parte do Estado às vítimas de crimes violentos e de violência doméstica. Tem por missão, no âmbito da proteção de testemunhas em processo penal, estabelecer e assegurar a efetivação dos programas especiais de segurança previstos na lei. É responsável pela admissão à atividade de administrador de insolvência e pelo controlo do seu exercício. É o órgão de consulta e aconselhamento estratégico do MJ, com competência para fazer propostas e emitir pareceres e recomendações relativas à política global da área de justiça. 6

7 II. OS SERVIÇOS DA JUSTIÇA 1 RESOLUÇÃO DE CONFLITOS: OS TRIBUNAIS E A RESOLUÇÃO ALTERNATIVA DE LITÍGIOS A vida em sociedade é uma fonte permanente de conflitos: um pai ou uma mãe que pretende ver o seu filho mais regularmente, o senhorio que não recebe a renda a que tem direito, a vítima de um acidente de viação que não é compensada pelo seguro, um trabalhador demitido sem nenhuma razão válida Apesar das políticas adotadas pelo Ministério da Justiça com o objetivo de dotar os tribunais de mais e melhores recursos humanos, físicos e técnicos, regista-se uma incapacidade de resposta em tempo útil aos interessados, tendo em conta o aumento exponencial da procura destes serviços que se tem registado nas últimas décadas. Justifica-se, por isso, a necessidade de apostar na construção de um modelo de Justiça que passa pela disponibilização de formas de resolução de conflitos mais simples, rápidas e económicas. Tradicionalmente, quando cidadãos e empresas pretendem resolver um litígio, consultam um advogado e iniciam um processo junto do tribunal competente, ou seja, perante uma incapacidade de chegarem a uma solução que seja aceite pelas partes em conflito, pedem a um juiz que defina essa solução de acordo com o estipulado na lei. Os Tribunais são os órgãos de soberania com competência para administrar a justiça em nome do povo. São independentes e as suas decisões são obrigatórias para todos. O Tribunal Constitucional funciona como garante do respeito pela Constituição da República, lei fundamental do País. O Tribunal de Contas é o órgão supremo de fiscalização da legalidade das despesas públicas. Além da jurisdição do Tribunal Constitucional que aprecia a constitucionalidade e a legalidade das normas jurídicas, o contencioso eleitoral, aceita a inscrição dos partidos políticos e aprecia a regularidade das suas contas e do Tribunal de Contas que fiscaliza a legalidade e regularidade das receitas e das despesas públicas, aprecia a boa gestão financeira e 7

8 apura responsabilidades emergentes da prática de infrações financeiras, em Portugal existem duas categorias de tribunais estruturados hierarquicamente: os Tribunais Judiciais e os Tribunais Administrativos e Fiscais. Os tribunais judiciais Os tribunais judiciais são os tribunais comuns em matéria cível e criminal. Têm por função resolver conflitos entre pessoas singulares e/ou coletivas e infrações à lei penal. Asseguram a defesa dos direitos e interesses legalmente protegidos e reprimem a violação da legalidade democrática. De acordo com a Lei da Organização do Sistema Judiciário (Lei n.º 62/2013, de 26 de agosto) o território nacional está dividido em 23 comarcas cuja competência territorial corresponde à área dos distritos administrativos, com exceção dos distritos de Lisboa e do Porto que estão divididos em três e duas comarcas respetivamente. Assim, no território nacional existem os seguintes tribunais judiciais de 1ª instância: Açores, Aveiro, Beja, Braga, Bragança, Castelo Branco, Coimbra, Évora, Faro, Guarda, Leiria, Lisboa, Lisboa Norte, Lisboa Oeste, Madeira, Portalegre, Porto, Porto Este, Santarém, Setúbal, Viana do Castelo, Vila Real e Viseu. No topo da hierarquia dos tribunais judiciais está o Supremo Tribunal de Justiça, cuja principal função consiste em julgar os recursos interpostos das decisões dos tribunais judiciais hierarquicamente inferiores. Está instalado em Lisboa e exerce a sua competência em todo o território nacional. É dirigido por um presidente coadjuvado por dois vice-presidentes. Os tribunais judiciais de 2.ª instância são, em regra, os Tribunais da Relação. Cabe-lhes julgar os recursos interpostos das decisões adotadas pelos tribunais judiciais de 1.ª instância. TRIBUNAIS JUDICIAIS (2012) Total Movimento de Processos Tribunais de 1ª instância Tribunais Superiores Processos entrados Processos findos Existem cinco Tribunais da Relação instalados em Coimbra, Évora, Guimarães, Lisboa e Porto. Cada tribunal da Relação tem a sua jurisdição limitada aos agrupamentos de comarcas definidos na lei. Cada tribunal da Relação é dirigido por um presidente. Processos pendentes Os tribunais judiciais de 1ª (31 de dezembro) instância são, em regra, os tribunais de comarca. A sua designação faz-se pelo nome da circunscrição em que se encontram instalados (por ex: Tribunal da Comarca de Viseu, da Comarca de Faro ou da Comarca de Coimbra). Podem funcionar como tribunal singular (1 juiz), tribunal coletivo (3 juízes) ou tribunal do júri. Em cada tribunal de comarca existe um presidente, um magistrado do Ministério Público coordenador (que dirige os serviços do Ministério Público) e um administrador judiciário. 8

9 Os tribunais de comarca são de competência genérica e de competência especializada. Desdobram-se em instâncias centrais que podem integrar secções de competência especializada (cível, criminal, instrução criminal, família e menores, trabalho, comércio e execução) e instâncias locais que integram secções de competência genérica e secções de proximidade. Existem ainda tribunais de competência territorial alargada, com competência para mais do que uma comarca ou sobre matérias especialmente referidas na lei. São, nomeadamente, tribunais de competência territorial alargada: a) O tribunal de propriedade intelectual, com sede em Lisboa, exerce as suas competências em todo o território nacional. Tem competência para conhecer, entre outras, ações em que a causa de pedir verse sobre direitos de autor, propriedade industrial, nomes de domínio na Internet, firmas ou denominações sociais; b) O tribunal da concorrência, regulação e supervisão, com sede em Santarém, exerce as suas competências em todo o território nacional. Tem competência para conhecer das questões relativas a recurso, revisão e execução das decisões, despachos e demais medidas em processo de contraordenação legalmente suscetíveis de impugnação de entidades administrativas independentes com funções de regulação e supervisão; c) O tribunal marítimo, com sede em Lisboa. A sua área de competência abrange o Departamento Marítimo do Norte, do Centro e do Sul. Tem competência para conhecer, entre outras, ações em que a causa de pedir verse questões do direito comercial marítimo. d) Os tribunais de execução das penas, com sede em Coimbra, Évora, Lisboa e Porto. Após o trânsito em julgado da sentença que determinou a aplicação de pena ou medida privativa da liberdade, compete ao tribunal de execução das penas acompanhar e fiscalizar a respetiva execução e decidir da sua modificação, substituição e extinção. e) O tribunal central de instrução criminal, com sede em Lisboa, exerce as suas competências em todo o território nacional, procedendo à instrução criminal do processo crime, decidindo quanto à pronúncia e todos os atos jurisdicionais do inquérito. 9

10 Supremo Tribunal de Justiça Organização dos tribunais judiciais: agregação dos municípios pelas Comarcas e tribunais da Relação competentes Tribunais Judiciais de 2ª Instância Relação de Guimarães Relação do Porto Relação de Coimbra Tribunais Judiciais de 1ª instância Comarca de Braga Comarca de Bragança Comarca de Viana do Castelo Comarca de Vila Real Comarca de Aveiro Comarca do Porto Comarca do Porto Este Comarca de Castelo Branco Comarca de Coimbra Comarca da Guarda Comarca de Leiria Municípios Amares, Barcelos, Braga, Cabeceiras de Basto, Celorico de Basto, Esposende, Fafe, Guimarães, Póvoa do Lanhoso, Terras de Bouro, Vieira do Minho, Vila Nova de Famalicão, Vila Verde e Vizela Alfândega da Fé, Bragança, Carrazeda de Ansiães, Freixo de Espada à Cinta, Macedo de Cavaleiros, Miranda do Douro, Mirandela, Mogadouro, Torre de Moncorvo, Vila Flor, Vimioso e Vinhais Arcos de Valdevez, Caminha, Melgaço, Monção, Paredes de Coura, Ponte da Barca, Ponte de Lima, Valença, Viana do Castelo e Vila Nova de Cerveira Alijó, Boticas, Chaves, Mesão Frio, Mondim de Basto, Montalegre, Murça, Peso da Régua, Ribeira de Pena, Sabrosa, Santa Marta de Penaguião, Valpaços, Vila Pouca de Aguiar e Vila Real Águeda, Albergaria-a-Velha, Anadia, Arouca, Aveiro, Castelo de Paiva, Espinho, Estarreja, Ílhavo, Mealhada, Murtosa, Oliveira de Azeméis, Oliveira do Bairro, Ovar, Santa Maria da Feira, São João da Madeira, Sever do Vouga, Vagos e Vale de Cambra Gondomar, Maia, Matosinhos, Porto, Póvoa de Varzim, Santo Tirso, Trofa, Valongo, Vila do Conde e Vila Nova de Gaia Amarante, Baião, Felgueiras, Lousada, Marco de Canaveses, Paços de Ferreira, Paredes e Penafiel Belmonte, Castelo Branco, Covilhã, Fundão, Idanha-a-Nova, Oleiros, Penamacor, Proença-a-Nova, Sertã, Vila de Rei e Vila Velha de Rodão Arganil, Cantanhede, Coimbra, Condeixa-a-Nova, Figueira da Foz, Góis, Lousã, Mira, Miranda do Corvo, Montemor-o-Velho, Oliveira do Hospital, Pampilhosa da Serra, Penacova, Penela, Soure, Tábua e Vila Nova de Poiares Aguiar da Beira, Almeida, Celorico da Beira, Figueira de Castelo Rodrigo, Fornos de Algodres, Gouveia, Guarda, Manteigas, Meda, Pinhel, Sabugal, Seia, Trancoso e Vila Nova de Foz Côa Alcobaça, Alvaiázere, Ansião, Batalha, Bombarral, Caldas da Rainha, Castanheira de Pera, Figueiró dos Vinhos, Leiria, Marinha Grande, Nazaré, Óbidos, Pedrógão Grande, Peniche, Pombal e Porto de Mós 10

11 Relação de Lisboa Relação de Évora Comarca de Viseu Comarca dos Açores Comarca de Lisboa Comarca de Lisboa Norte Comarca de Lisboa Oeste Comarca da Madeira Comarca de Beja Comarca de Évora Comarca de Faro Comarca de Portalegre Comarca de Santarém Comarca de Setúbal Armamar, Carregal do Sal, Castro Daire, Cinfães, Lamego, Mangualde, Moimenta da Beira, Mortágua, Nelas, Oliveira de Frades, Penalva do Castelo, Penedono, Resende, Santa Comba Dão, São João da Pesqueira, São Pedro do Sul, Sátão, Sernancelhe, Tabuaço, Tarouca, Tondela, Vila Nova de Paiva, Viseu e Vouzela Angra do Heroísmo, Calheta (S. Jorge), Corvo, Horta, Lagoa, Lajes das Flores, Lajes do Pico, Madalena, Nordeste, Ponta Delgada, Povoação, Ribeira Grande, Santa Cruz da Graciosa, Santa Cruz das Flores, São Roque do Pico, Velas, Praia da Vitória, Vila do Porto e Vila Franca do Campo Alcochete, Almada, Barreiro, Lisboa, Moita, Montijo e Seixal Alenquer, Arruda dos Vinhos, Azambuja, Cadaval, Loures, Lourinhã, Odivelas, Sobral de Monte Agraço, Torres Vedras e Vila Franca de Xira Amadora, Cascais, Mafra, Oeiras e Sintra Calheta (Madeira), Câmara de Lobos, Funchal, Machico, Ponta do Sol, Porto Moniz, Porto Santo, Ribeira Brava, Santa Cruz, Santana e São Vicente Aljustrel, Almodôvar, Alvito, Barrancos, Beja, Castro Verde, Cuba, Ferreira do Alentejo, Mértola, Moura, Odemira, Ourique, Serpa e Vidigueira Alandroal, Arraiolos, Borba, Estremoz, Évora, Montemor-o-Novo, Mora, Mourão, Portel, Redondo, Reguengos de Monsaraz, Vendas Novas, Viana do Alentejo, Vila Viçosa Albufeira, Alcoutim, Aljezur, Castro Marim, Faro, Lagoa, Lagos, Loulé, Monchique, Olhão, Portimão, São Brás de Alportel, Silves, Tavira, Vila do Bispo e Vila Real de Santo António Alter do Chão, Arronches, Avis, Campo Maior, Castelo de Vide, Crato, Elvas, Fronteira, Gavião, Marvão, Monforte, Nisa, Ponte de Sor, Portalegre e Sousel Abrantes, Alcanena, Almeirim, Alpiarça, Benavente, Cartaxo, Chamusca, Constância, Coruche, Entroncamento, Ferreira do Zêzere, Golegã, Mação, Ourém, Rio Maior, Salvaterra de Magos, Santarém, Sardoal, Tomar, Torres Novas e Vila Nova da Barquinha Alcácer do Sal, Grândola, Palmela, Santiago do Cacém, Sesimbra, Setúbal e Sines 11

12 Os tribunais administrativos e fiscais Os tribunais administrativos e os tribunais tributários têm por função julgar os conflitos em matéria administrativa e fiscal, ou seja, litígios entre Supremo Tribunal Administrativo Tribunais adm.inistrativos e fiscais de 2ª instância Tribunais administrativos e fiscais de 1ª instância Estrutura hierárquica dos Tribunais Administrativos e Fiscais particulares e pessoas coletivas públicas ou entre pessoas coletivas públicas. O Supremo Tribunal Administrativo é órgão superior da hierarquia dos tribunais administrativos e fiscais, sendo a sua jurisdição de âmbito nacional. A sua principal função é julgar os recursos em matéria administrativa e fiscal. É composto por duas secções, sendo uma de contencioso administrativo e outra de contencioso tributário. O Supremo Tribunal Administrativo está localizado em Lisboa e exerce a sua competência em todo o território nacional. É dirigido por um presidente, coadjuvado por 3 vice-presidentes. Os tribunais administrativos e fiscais de 2ª instância são os Tribunais Centrais Administrativos. Têm por principal função apreciar os recursos dos litígios que hajam sido julgados nos tribunais administrativos de círculo e nos tribunais tributários. Encontra-se cometido a estes tribunais o julgamento dos pedidos de declaração de ilegalidade de normas tributárias de âmbito nacional. Existem dois tribunais centrais administrativos, o Tribunal Central Administrativo Norte, instalado no Porto, e o TRIBUNAIS Tribunais de Tribunais ADMINISTRATIVOS E Total 1ª instância Superiores Tribunal Central FISCAIS (2012) Administrativo Sul, Pessoal ao serviço instalado em Lisboa. Em Magistrados Judiciais cada um funcionam duas Magistrados do Ministério Público secções, sendo uma Funcionários de Justiça adstrita ao julgamento das questões de natureza administrativa e a outra às de natureza tributária. Ambos os tribunais são dirigidos por um presidente, coadjuvado por dois vice-presidentes. Os tribunais administrativos de círculo, sendo tribunais de 1.ª instância, têm por função julgar os litígios em matéria administrativa. Por sua vez, os tribunais tributários, enquanto tribunais de 1.ª instância, têm por função julgar os conflitos em matéria fiscal. Cada um dos tribunais administrativos de círculo e dos tribunais tributários é dirigido por um presidente, nomeado pelo Conselho Superior dos Tribunais Administrativos e Fiscais. 12

13 Os tribunais administrativos de círculo e os tribunais tributários podem funcionar em conjunto, passando a designa-se por tribunais administrativos e fiscais. Julgados de Paz De acordo com a Constituição da República Portuguesa, os Julgados de Paz são tribunais. São dotados de características de funcionamento e organização próprias, competentes para resolver causas de valor reduzido, de uma forma mais célere e mais próxima do cidadão. A sua organização, competência e funcionamento está regulada na Lei n.º 78/2001, de 13 de julho, a qual foi sujeita a uma primeira alteração por via da Lei n.º 54/2013, de 31 de julho. A atuação dos julgados de paz é vocacionada para permitir a participação cívica dos interessados e para estimular a resolução dos litígios por acordo das partes. Os procedimentos nos julgados de paz estão orientados por princípios de simplicidade, adequação, informalidade, oralidade e absoluta economia processual, por isso, estes tribunais são vistos como um dos meios de resolução alternativa de litígios disponibilizados pelo Ministério da Justiça. Os julgados de paz são competentes para apreciar e decidir ações declarativas cíveis, abrangendo nomeadamente as seguintes matérias: o incumprimento de obrigações, questões relativas ao condomínio, responsabilidade civil contratual e extracontratual, conflitos relativos a direitos sobre bens móveis ou imóveis e acidentes de viação. Também podem decidir sobre pedidos de indemnização civil quando não tenha havido participação do crime ou tenha havido desistência. A competência destes tribunais está limitada a questões cujo valor não exceda os euros. O recurso aos julgados de paz tem um custo fixo que não excede os 70 euros por processo, sendo esse custo dividido pelas partes intervenientes. O custo pode ser reduzido para 50 euros, caso as partes cheguem a uma solução da questão por via da mediação. As decisões proferidas nos processos cujo valor seja superior a euros (metade do valor da alçada do tribunal de 1ª instância) podem ser impugnadas por meio de recurso a interpor para a secção competente do tribunal de comarca em que esteja sediado o julgado de paz. Desde 2001, o Ministério da Justiça tem adotado políticas de incentivo à utilização de meios de resolução alternativa de litígios, disponibilizando serviços que respondam à necessidade de uma resolução de conflitos mais rápida, mais económica e, sobretudo, mais próxima das partes em conflito. Através destes mecanismos de resolução de litígios pretende-se, por um lado, melhorar os trâmites judiciais e transferir competências dos tribunais para instâncias não jurisdicionais, com o objetivo de tornar a Justiça mais rápida e eficiente, e por outro 13

14 promover junto da sociedade uma cultura de responsabilização pela resolução dos litígios que não passe pelo recurso aos tribunais judiciais. Pretende-se a promoção de uma Justiça negociada, de consenso e reparadora. É possível recorrer aos meios alternativos de resolução de litígios em múltiplos domínios, designadamente no seio das relações familiares, laborais, no âmbito penal, no consumo, no setor automóvel, na propriedade industrial e no setor administrativo. Mediação A mediação é um meio alternativo de resolução de litígios, com carácter confidencial e voluntário, em que as partes, auxiliadas por um terceiro independente, imparcial e especialmente qualificado para o efeito, o Mediador, buscam uma solução para o conflito em que se encontram envolvidas. O mediador guia as partes e estabelece a comunicação entre elas, para que encontrem, por si mesmas, a base de um acordo que ponha fim ao conflito. Esta forma de resolução alternativa de litígios permite a subsistência das relações entre as partes em conflito, sendo esta uma inequívoca vantagem relativamente aos meios tradicionais de resolução de litígios. Os princípios gerais aplicáveis à mediação realizada em Portugal, bem como os regimes jurídicos da mediação civil e comercial, dos mediadores e da mediação pública estão definidos na Lei n.º 29/2013, de 19 de abril. Existem serviços de mediação, apoiados pelo Ministério da Justiça, preparados para a resolução de conflitos de natureza familiar, laboral e penal. O Sistema de Mediação Familiar (SMF) entrou em funcionamento em julho de Tem competência para mediar litígios surgidos no âmbito das relações familiares, abrangendo, nomeadamente, as seguintes matérias: Regulação, alteração e incumprimento do exercício das responsabilidades parentais; Divórcio, separação de pessoas e bens, conversão da separação de pessoas e bens em divórcio e reconciliação dos cônjuges separados; Atribuição e alteração de alimentos, provisórios ou definitivos; Atribuição de casa de morada da família; Privação do direito ao uso dos apelidos do outro cônjuge e autorização do uso dos apelidos do ex-cônjuge. As partes que tenham um litígio no âmbito das relações familiares podem voluntariamente, e através de decisão conjunta, submeter o litígio a mediação. Por outro lado, o juiz pode igualmente, mediante requerimento ou oficiosamente, com o consentimento das partes, determinar a intervenção da mediação. Sempre que em sede de mediação resultar um acordo, as partes podem requerer a sua homologação por um juiz ou numa Conservatória do Registo Civil. Em ambas as 14

15 situações há lugar ao pagamento de taxas/emolumentos. O SMF está instalado em múltiplos municípios do território português, funciona em todo o território nacional. O Sistema de Mediação Laboral (SML) foi criado através de um Protocolo celebrado entre o Ministério da Justiça, organizações sindicais e organizações empresariais. O SML tem competência para mediar litígios surgidos no âmbito do contrato individual de trabalho, com exceção das matérias relativas aos direitos indisponíveis, abrangendo nomeadamente: Pagamentos de créditos decorrentes da cessação do contrato de trabalho; Promoções; Mudança do local de trabalho; Marcação de férias; Procedimento disciplinar; Natureza jurídica do contrato de trabalho. O SML permite às duas partes envolvidas num conflito laboral, o empregador e o trabalhador, chegarem a um acordo, com a ajuda do mediador. Atualmente o SML é oferecido por múltiplas entidades, encontrando-se acessível em todo o país. O Sistema de Mediação Penal (SMP) é um serviço promovido pelo Ministério da Justiça, que permite ao arguido e ao ofendido utilizar a mediação para resolver extrajudicialmente determinados conflitos de natureza penal, nos termos da Lei n.º 21/2007, de 12 de junho. Que estejam em causa crimes que dependam de acusação particular ou crimes contra as pessoas ou o património que dependam de queixa, puníveis com pena de prisão até 5 anos ou pena de multa; Que o ofendido tenha idade igual ou superior a 16 anos; Que não estejam em causa crimes contra a liberdade ou contra a autodeterminação sexual; Que a forma de processo em causa não seja sumário ou sumaríssimo. O SMP permite ao arguido e ao ofendido resolver, com o auxílio do mediador, entre outros, as seguintes infrações previstas na lei penal: Ofensas à integridade física simples e negligente; Ameaça, difamação e injúria; Violação de domicílio ou perturbação da vida privada; Furto e furto de uso de veículo; Abuso de confiança; Dano; Alteração de marcos; Burla e burla para obtenção de alimentos, bebidas ou serviços; Usura. Para mais informações sobre os sistemas de mediação apoiados pelo0 Ministério da Justiça, ligue (Custo de chamada local). Para haver este tipo de mediação é necessário, designadamente: Que exista um processo-crime; 15

16 Conciliação A conciliação é um meio alternativo de resolução de litígios que utiliza um terceiro (conciliador), cuja função é conduzir, de forma mais ativa que na mediação, o processo em conjunto com as partes no sentido de um acordo voluntário. O conciliador, na procura de uma resolução rápida da questão, pode propor soluções para que as partes alcancem um acordo da sua responsabilidade. A conciliação pode ser promovida tanto nos processos judiciais, designadamente nas áreas da família e laboral, como fora deles. Arbitragem A arbitragem é um meio de resolução alternativa de litígios em que as partes, através de um acordo de vontades que se designa por convenção de arbitragem, submetem a decisão do litígio a árbitros, que julgam o mesmo nos termos da lei ou por equidade 1, desde que o litígio não esteja exclusivamente atribuído a tribunal judicial ou a arbitragem necessária e não respeite a direitos indisponíveis 2. A decisão do tribunal arbitral tem o mesmo valor de uma sentença judicial e, em caso de incumprimento por uma das partes, pode a outra pedir a sua execução ao tribunal de 1ª instância que for competente. Pode recorrer-se da decisão arbitral sempre que as partes o tiverem expressamente convencionado e desde que o litígio não haja sido decidido segundo a equidade ou mediante composição amigável. A arbitragem voluntária pode ser institucionalizada ou ad hoc: A arbitragem institucionalizada tem lugar num centro de arbitragem com caráter de permanência e sujeito a um regulamento próprio; RESOLUÇÃO ALTERNATIVA DE LITÍGIOS (2012) Julgados de Paz Total Processos entrados Processos findos Processos pendentes Centros de Arbitragem n.d. Processos entrados Processos findos Processos pendentes Equidade consiste na adaptação da regra existente à situação concreta, observando-se os critérios de justiça e igualdade. 2 Direitos indisponíveis são aqueles que as partes não podem constituir ou extinguir por ato de vontade e os que não são renunciáveis. Ex: os direitos familiares pessoais, os direitos de personalidade e o direito de alimentos. 16

17 Automóvel Consumo Na arbitragem ad hoc o tribunal é constituído exclusivamente para apreciar um determinado litígio, extinguindo-se após o proferimento da decisão arbitral. Os Centros de Arbitragem Institucionalizada são entidades competentes para resolver determinado tipo de litígios, de acordo com a sua competência, através da mediação, da conciliação e da arbitragem. Nos termos do Decreto-Lei n.º 425/86, de 27 de dezembro, as entidades interessadas em promover, com caráter institucionalizado, a realização de arbitragens voluntárias, devem requerer autorização ao Ministério da Justiça para a criação dos respetivos centros. O Ministério da Justiça, por razões de ordem predominantemente social e atendendo à particular importância de certas áreas, presta apoio técnico e financeiro a determinados centros de arbitragem. Centros de Arbitragem apoiados pelo Ministério da Justiça Designação Competência Exemplos Centros de Arbitragem de Conflitos de Consumo (Coimbra, Lisboa, Vale do Ave, Porto, Algarve, Braga) Centro Nacional de Informação e Arbitragem de Conflitos de Consumo Centro de Arbitragem do Setor Automóvel (CASA) Centro de Informação, Designam-se conflitos de consumo, os litígios decorrentes da aquisição de bens ou serviços destinados a uso não profissional e fornecidos por pessoa singular ou coletiva, que exerça com caráter profissional uma atividade económica que vise a obtenção de benefícios. Abarca os litígios decorrentes de conflitos de consumo relativos aos serviços de reparação automóvel, revenda de combustíveis, óleos e lubrificantes, compra e venda de peças ou de quaisquer materiais destinados a serem aplicados a veículos automóveis e compra e venda de veículos novos e usados. Abrange os litígios emergentes Compra e venda de bens a retalho (aquisição de serviços prestados por lavandarias, aquisição de equipamentos informáticos ou de eletrodomésticos de linha branca); Prestação de serviços de telecomunicações (televisão por cabo, serviço de Internet, ou de rede telefónica móvel); Vendas agressivas; Serviços públicos essenciais (fornecimento de água, gás ou eletricidade, de tratamento de esgotos); Compra de produtos financeiros e litígios surgidos nas relações existentes entre os consumidores e os bancos; Aquisição de pacotes de férias; Expedição de correio normal e encomendas. 17

18 Administrativo Propriedade industrial, nomes de domínios, firmas e denominações Mediação, Provedoria e Arbitragem de Seguros (CIMPAS) Centro de Arbitragem para a Propriedade Industrial, Nomes de Domínio, Firmas e Denominações (ARBITRARE) de acidentes de viação, incluindo aqueles dos quais resultem danos corporais, com exclusão do dano morte e das incapacidades permanentes, bem como litígios decorrentes da contratação do seguro multirriscos e do seguro de responsabilidade civil até ao limite de euros. Resolve litígios entre dois ou mais particulares e entre um particular e os serviços públicos competentes para registar marcas e patentes (Instituto Nacional de Propriedade Industrial) e firmas (Instituto de Registos e Notariado) Conflitos em matéria de patentes entre dois particulares (uma empresa que entenda que a sua patente está a ser violada por outra empresa); Conflitos em matéria de marcas entre um particular e o serviço público competente para proceder ao registo (uma empresa que vê recusado o pedido de registo de uma marca que pretende comercializar); Conflitos em matéria de firmas entre dois particulares (uma empresa que considere que o nome da sua firma está a ser utilizado por outra firma, sem autorização); Conflitos em matéria de firmas entre um particular e o serviço público competente para proceder ao registo (um cidadão a quem tenha sido recusado o registo de uma firma para a sua empresa). Centro de Arbitragem Administrativa (CAAD) Resolve litígios relacionados com matéria administrativa no âmbito do funcionalismo público e dos contratos celebrados com entidades públicas, que podem aceitar de modo prévio a jurisdição do CAAD para litígios futuros ou aderir ao CAAD para a resolução de litígios concretos; e para dirimir litígios em matéria tributária, permitindo aos contribuintes recorrer ao CAAD quando discordem de certas decisões da Autoridade Tributária e Aduaneira. Um fornecedor de uma entidade pública que considere que o contrato celebrado não se encontra a ser cumprido; Um funcionário público pretende reagir contra uma sanção disciplinar que lhe tenha sido aplicada por entender que é ilegal; Um cidadão que pretende reclamar do valor que lhe é cobrado de imposto sobre o rendimento, do valor que é atribuído à sua habitação para efeitos de imposto, do valor que lhes é descontado mensalmente do ordenado. 18

19 2 SEGURANÇA PÚBLICA: A EXECUÇÃO DE PENAS E MEDIDAS E A REINSERÇÃO SOCIAL A vida em sociedade implica, necessariamente, a existência de um conjunto de regras de convivência, conhecidas e aceites por todos, e a existência de legislação penal que determine que comportamentos são sancionados e quais as sanções aplicáveis em caso de infração. A legislação penal e processual penal portuguesa assenta em dois princípios constitucionais fundamentais: O princípio da legalidade penal, isto é, só a lei é competente para definir crimes e respetivas sanções; O princípio da presunção de inocência do arguido, até ao trânsito em julgado de sentença condenatória. O sistema de sanções criminais previsto no Código Penal é composto por vários tipos de penas e medidas de segurança, das quais as mais conhecidas são as penas de prisão e a multa. Existem ainda um conjunto de penas e medidas de segurança, como por exemplo, a prestação de trabalho a favor da comunidade e a liberdade condicional. A pena de multa é uma sanção pecuniária aplicável segundo o regime de dias/multa. É fixada entre um mínimo de 10 e um máximo de 360 dias. A cada dia/multa corresponde um montante a fixar entre 5 e 500 euros. A pena de prisão tem uma duração mínima de 1 mês e máxima de 20 anos, em casos especiais pode atingir os 25 anos (em caso algum pode ultrapassar este limite). Compete ao Ministério da Justiça, por um lado, a execução das sanções criminais aplicadas pelos tribunais e, por outro, a reinserção social dos indivíduos condenados. Os serviços prisionais e de reinserção social assumem, assim, uma dupla missão: asseguram a execução das decisões e sentenças condenatórias em penas privativas de liberdade proferidas pelos tribunais, contribuindo, assim, para a manutenção da segurança pública; e facilitam o processo de reinserção social dos indivíduos que lhe são confiados pela autoridade judicial, através da emissão de relatórios sociais de avaliação do indivíduo. 19

20 O regime de execução das penas privativas de liberdade visa a reinserção do agente na sociedade, preparando-o para conduzir a sua vida de modo socialmente responsável, sem cometer crimes, a proteção de bens jurídicos e a defesa da sociedade, e deve obedecer aos princípios do respeito pela dignidade humana e da individualização do tratamento prisional. Durante a execução da pena privativa de liberdade o Ministério da Justiça garante ao recluso condições de alojamento que respeitem a sua dignidade, acesso a cuidados de higiene, alimentação e cuidados de saúde (quer através de serviços médicos próprios ou, sempre que se justifique, acedendo ao Serviço Nacional de Saúde). Os serviços de reinserção social prestam os seus serviços ao longo de todo o processo crime. Atuam por solicitação dos tribunais, tendo em vista a individualização e a adequação da pena aplicável, até que termine a execução da pena aplicada. DIREÇÃO-GERAL DE REINSERÇÃO E SERVIÇOS PRISIONAIS (2012) Estabelecimentos prisionais A reinserção de indivíduos condenados a pena de prisão é prosseguida com a disponibilização junto da Menores existentes Pessoal ao serviço em centros educativos 261 n.d. população prisional de programas que valorizem o ensino, o trabalho e a formação profissional dos reclusos, dentro e fora dos estabelecimentos prisionais. Durante o período de privação de liberdade os reclusos são incentivados a completar ciclos de ensino ou frequentar atividades de formação profissional, sendo a participação nestes programas valorizada para efeitos de avaliação disciplinar. A existência deste tipo de programas é o resultado de uma estratégia seguida pelos serviços prisionais de abertura dos estabelecimentos prisionais ao exterior, apelando a uma cultura de responsabilidade social da sociedade civil, convidando-a a conhecer melhor o mundo prisional, incentivando-se empresas e instuituições a participar em projetos de cooperação com objetivos tão diversos como a formação profissional, o trabalho, o apoio social, a cultura, o lazer ou a educação. Total N.º de estabelecimentos prisionais 49 Lotação Reclusos existentes a 31 de dezembro Preventivos Condenados Com medidas de segurança 231 Reclusos nacionais Reclusos estrangeiros Pessoal ao serviço nos estabelecimentos prisionais (31 de dezembro) Centros educativos N.º de centros educativos Lotação

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