UNIVERSIDADE CÂNDIDO MENDES PRÓ-REITORIA DE PLANEJAMENTO E DESENVOLVIMENTO DIRETORIA DE PROJETOS ESPECIAIS PROJETO A VEZ DO MESTRE

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "UNIVERSIDADE CÂNDIDO MENDES PRÓ-REITORIA DE PLANEJAMENTO E DESENVOLVIMENTO DIRETORIA DE PROJETOS ESPECIAIS PROJETO A VEZ DO MESTRE"

Transcrição

1 UNIVERSIDADE CÂNDIDO MENDES PRÓ-REITORIA DE PLANEJAMENTO E DESENVOLVIMENTO DIRETORIA DE PROJETOS ESPECIAIS PROJETO A VEZ DO MESTRE A LOGÍSTICA DA DISTRIBUIÇÃO NA AMBEV JOSÉ ALBERTO BARROSO SOUTO ORIENTADOR: NÍLSON GUEDES DE FREITAS RIO DE JANEIRO, RJ, JANEIRO DE 2002

2 UNIVERSIDADE CÂNDIDO MENDES PRÓ-REITORIA DE PLANEJAMENTO E DESENVOLVIMENTO DIRETORIA DE PROJETOS ESPECIAIS PROJETO A VEZ DO MESTRE A LOGÍSTICA DA DISTRIBUIÇÃO NA AMBEV JOSÉ ALBERTO BARROSO SOUTO Trabalho Monográfico apresentado como requisito parcial para obtenção do Grau de Especialista em Marketing RIO DE JANEIRO, RJ, JANEIRO DE 2002

3 SUMÁRIO RESUMO 03 INTRODUÇÃO 04 CAPÍTULO I A FUSÃO Diretorias Regionais 07 CAPÍTULO II O QUE É LOGÍSTICA? 11 CAPÍTULO III DISTRIBUIÇÃO FÍSICA Coleta e distribuição Prazos Malha Paletização 15 CAPÍTULO IV PROCESSO DE DISTRIBUIÇÃO DA AMBEV Processo de geração de pedidos Revendas NAF Tratamento dos pedidos NAF Revendas Envio dos pedidos NAF Fábricas 18 CAPÍTULO V TECNOLOGIA DE DISTRIBUIÇÃO Área Comercial Operação Industrial 21 CAPÍTULO VI O PROGRAMA DE QUALIDADE 5S 23 CONCLUSÃO 27 REFERÊNCIAS 29

4 RESUMO A presente monografia aborda o processo de logística da distribuição na Ambev - Companhia de Bebidas das Américas. A logística é um processo de administrar os recursos disponíveis, de maneira eficiente e efetiva quanto ao custo, criado pelos militares que acabou sendo utilizado por empresas que até hoje se beneficiam com as vantagens oferecidas por um sistema bem organizado e controlado. A metodologia utilizada neste trabalho foi a pesquisa bibliográfica quanto aos conceitos e o estudo de caso do processo de logística, utilizado na Ambev. No capítulo um é apresentado o processo da fusão das empresas Brahma/Skol e Antarctica; o capítulo dois e três abordam o que é logística e o processo de distribuição física da Ambev; no capítulo quatro é descrito o processo de distribuição, que engloba o processo de geração de pedidos, tratamento de pedidos e envio de pedidos; o capítulo cinco aborda a tecnologia de distribuição da área comercial e operação industrial; no capítulo seis é apresentado o programa de qualidade 5S da Ambev; e na conclusão são feitas considerações sobre a logística da Ambev.

5 INTRODUÇÃO A importância da distribuição da Ambev - Companhia de Bebidas das Américas é de grande valia, uma vez que adapta ao panorama atual, com tecnologia de ponta, a busca pela eficiência e eficácia de todos os processos logísticos. Em 1888 nascia a Companhia Cervejaria Brahma e a partir daí começou uma revolução no mercado de bens de consumo que dura até hoje. Atualmente conta com um quadro de profissionais, distribuídos por 46 unidades (42 no Brasil, 2 na Argentina, 1 na Venezuela e 1 no Uruguai) entre fábricas de cervejas, refrigerantes, concentrados, que possuem uma capacidade instalada de 131 milhões de hectolitros por ano. Sua estrutura compreende, ainda, 24 centros de distribuição direta, mais de 700 revendas e 1 milhão de pontos de venda, e uma frota de cerca de caminhões. Como cervejaria, atualmente é a maior do Brasil e da América Latina e a terceira do mercado mundial; como indústria de bebidas, é a quinta maior do mundo. A Ambev produz, respectivamente, a quarta e a sexta marcas de cervejas mais consumidas no mundo: a Skol e a Brahma. As vendas da companhia em 2000, somaram 82 milhões de hectolitros de cervejas e refrigerantes. O crescimento do volume total das vendas de cerveja foi de cerca de 13,9% em relação a O lucro líqüido em 2000 foi de R$ 470 milhões, com uma receita líquida da ordem de R$ 5,2 bilhões. Ao longo de sua história, a Ambev sempre procurou investir para se destacar e alcançar seus objetivos e metas. Possui parcerias com empresas líderes de mercado como a Gessy-Lever, a Miller Brewing Company, a Cervejaria Carlsberg e a Pepsi Company International, essa a mais antiga parceria de sucesso e que data de 1984, para produção e comercialização dos produtos Lipton Ice Tea (líder de mercado em chá gelado), a cerveja Miller Genuine Draft (oitava cerveja mais vendida no mercado norteamericano), a cerveja Carlsberg Beer (presente em mais de 120 países) e o refrigerante Pepsi (eterno concorrente da Coca-Cola). Após esse intróito sobre a Ambev, precisamos entender, como logística, um processo de planejar, implementar e controlar de maneira eficiente e efetiva quanto a custos, fluxos, armazenagem de matérias-primas, estoques em processo, produtos acabados e informações relacionadas desde o ponto de origem até o consumo, com o propósito de atender às necessidades do cliente, bem como a minimização dos custos envolvidos de armazenagem, de processamento de informações, de fabricação e de

6 manutenção dos estoques. Logística é o ramo da administração que interrelaciona o fluxo de produtos ou serviços com fluxo financeiro de sua remuneração, tratando de todas as atividades de movimentação e armazenamento, facilitando o escoamento dos produtos desde o ponto de aquisição da matéria-prima até o consumo final. Outro aspecto importante é o fluxo de informações, que coloca os produtos em movimento com o propósito de providenciar níveis de serviço adequados aos clientes. Durante a última década, a distribuição de produtos tem passado por uma revolução. As empresas tendem a estar preparadas para atender as expectativas do cliente e suas necessidades, podendo adaptar-se em suas operações. Tendo em vista o seu próprio objetivo, a Ambev buscou no mercado as melhores empresas de transporte que atendam à essas necessidades e as que ofereceram os melhores custos de frete, prazos de entrega e frota de caminhões, foram cadastradas corporativamente. Nesse cadastramento, consideram-se as normas, condições e exigências de qualidade e segurança nas entregas, alem da existência de veículos e equipamentos que obedeçam a padrões de transporte e manuseio dos produtos Ambev. A área responsável pela distribuição dos produtos é o NAF - Núcleo Administrativo Financeiro e existem dois processos à serem destacados. O sistema principal é através dos revendedores, que fazem suas solicitações de produtos através da Internet, com 24hs de antecedência ao carregamento, e recebem a confirmação via Internet também. Nesta confirmação são ratificados os horários de carregamento, preços e produtos que serão puxados pelo revendedor no dia seguinte. A partir daí, a revenda comparece à fábrica no dia e horário acertado, otimizando sua logística para transporte, tendo o cuidado de utilizar como padrão operacional de carregamento o mesmo utilizado pelas transportadoras contratadas pela Ambev. Esse sistema integrado via Internet é conhecido como EDI - Eletronic Data Interchange, que permite a troca eletrônica de seus dados com clientes, fábricas e fornecedores. Suas vantagens são a rapidez com que as informações chegam aos clientes do sistema, o baixo custo para a empresa e a facilidade operacional, tornando-o mais adaptado aos avanços tecnológicos. Nesse novo conceito de distribuição, a Ambev sentiu o retorno na utilização do sistema EDI, que também foi incorporado quando da fusão com a Antarctica, revolucionando todos os conceitos antes utilizados por essa empresa.

7 Outro sistema importante de distribuição é a venda direta. A companhia negocia, vende e entrega a mercadoria diretamente ao cliente final, ficando com a margem anteriormente cedida aos revendedores (comissão, frete e carreto), aumentando, dessa forma, a sua lucratividade. A missão da Logística na Ambev se resume em garantir a disponibilidade de produtos com qualidade e excelência, de forma a contribuir para maiores e melhores resultados para a Cia. Contando ainda com programas de qualidade como o 5S, conceito japonês que foca 5 elementos de suma importância dentro de uma organização (seleção, organização, limpeza, conservação e auto-disciplina), todo o trabalho logístico torna-se mais eficiente, agregando mais valor para a Cia.

8 CAPÍTULO I A FUSÃO Em 1999, mais precisamente 1º de julho, as duas maiores empresas brasileiras de bebidas, a Companhia Antarctica Paulista e a Companhia Cervejaria Brahma, comunicam a criação da Ambev - Companhia de Bebidas das Américas, Dessa fusão surge uma das principais empresas de bebida do mundo, com produtos e marcas de qualidade e prestigio, distribuídos pelos segmentos de cerveja, refrigerante, água, isotônico e chá. O CADE - Conselho Administrativo de Defesa Econômica começou a analisar o processo de fusão, que requer, através de pareceres, o apoio de outros dois órgãos fiscalizadores da livre concorrência : a SEAE - Secretaria de Acompanhamento Econômico e a SDE - Secretaria do Direito Econômico. Após nove meses de muita discussão, entre o CADE, a concorrência e os órgãos fiscalizadores, nasce, com algumas restrições, a Ambev. Seria necessário vender a marca Bavária, cinco fábricas localizadas em estados estratégicos (Bahia, Rio Grande do Sul, São Paulo, Mato Grosso, Amazonas) e abrir a rede de distribuição da companhia. Essas restrições, apesar de fortes, não inviabilizariam a fusão, que nasceu com 38% do mercado nacional e, no âmbito mundial, como a quinta maior empresa de bebidas e a terceira maior cervejaria. Em apenas cinqüenta dias após o anúncio oficial da fusão da Antarctica e com a Brahma/Skol, iniciou-se a distribuição integrada dos produtos. 1.1 DIRETORIAS REGIONAIS Para acompanhar um mercado do tamanho do Brasil, é preciso contato direto e rápido com os clientes de cada região; é necessário falar a linguagem local e sentir o jeito regional, estando sempre acessível e próximo à todos os clientes e consumidores. Estar perto do mercado é uma receita simples, mas requer uma estrutura complexa, a nível nacional, com várias ramificações atuando com total sintonia e sinergia entre si e com uma Administração Central. É assim que funcionam as Diretorias Regionais da AMBEV. A Ambev é dividida em 5 Diretorias Regionais, que englobam determinados

9 estados: Regional I (RJ, ES, MG, BA) Regional II (SP) Regional III (TO, GO, DF, MS, MT, RO, AC, AM, RR) Regional IV (PR, SC, RS) Regional V (SE, AL, PE, PB, RN, CE, PI, MA, PA, AP) Dentro de cada Diretoria Regional, existe a divisão por área comercial que podemos perceber como sendo, por exemplo no estado do Rio de Janeiro, Skol RJ, Brahma RJ, e Antarctica RJ. Existe uma tendência do surgimento de comerciais Ambev, que trabalharão com todo portfolio de produtos Skol, Brahma e Antarctica. Cada área comercial possui uma malha de produtos, que é o volume de cada item do portfolio, distribuído nas várias fábricas que irão abastecer o comercial. É necessário realizar o acompanhamento dessa malha afim de que não falte produto aos clientes. Caso a malha de determinado produto acabe, é necessário realizar um ajuste para aumentá-la e obter a disponibilidade, evitando-se assim a falta de produto ao cliente final. Cada regional possui um NAF, que controla as áreas comerciais e funciona com um único propósito de garantir o retorno aos investidores e acionistas da Cia. Organograma da Diretoria I: Em essência, esse sistema era o mesmo utilizado separadamente pela Brahma/Skol e Antarctica, mas que, com a fusão, teve de ser adaptado e ampliado, já que houve a junção das três grandes marcas e suas respectivas equipes de venda e de distribuição. Isso fez com que a Cia partisse para a criação de uma nova Divisão,

10 chegando a um número ideal para atender às necessidades locais, sem perder a visão global. Os critérios são claros: as características regionais, área geográfica e a representatividade de volume em cada região. A divisão foi feita levando em consideração o potencial de consumo e a concorrência nas diferentes regiões do Brasil. Cada diretoria regional possui áreas comerciais, responsáveis pela rede de revendas de cada marca da Ambev, e CDD s - Centro de Distribuição Direta, que atendem diretamente aos PDV s - Pontos de Venda em algumas das principais cidades do Brasil. Os CDD s já são uma realidade nas empresas de bens de consumo, pois centralizam, em pontos estratégicos, complexos de distribuição que atendem áreas do mercado varejista, como hipermercados e mercearias. O varejista passa a receber mercadorias em um único local, consolidar o estoque de toda a rede, aumentar a freqüência de abastecimento das lojas e formar lotes com quantidade e sortimento exatos dos produtos necessários para repor as gôndolas. O caminho até executar essas tarefas, com eficiência, segue uma extensa metodologia. Num primeiro momento, são avaliadas quais categorias de produtos serão intermediadas pelo CDD. É consenso que frutas, verduras, legumes, alimentos refrigerados e outros perecíveis, continuam sendo transportados do produtor diretamente para a loja, praticamente direto para as gôndolas. Segundo informativo interno da Ambev (Agente Ambev v.2, 2001) pág. 5,...numa análise superficial, também seria coerente manter a entrega nas lojas em parceria com aqueles fornecedores que atualmente cumprem prazos, enviam notas fiscais corretas, respeitam normas de paletização e outras exigências da loja. Aí também estão incluídos os acordos de reposição automática, desde que estejam funcionando de acordo com as expectativas. Por outro lado, ainda segundo o informativo Ambev, o gerente da consultoria multinacional Price Waterhouse, Amadeu Brugat Júnior, alerta que essa prática pode transformar o centro de distribuição em mais um depósito, quando sua função seria a de eliminar os demais. Com uma administração eficiente e centralizada, ele acredita que é possível liberar todo o espaço da retaguarda das lojas para o setor de vendas. "Deve haver somente uma área de transferência, mas os produtos seguem direto para as gôndolas, não ficam nem um dia parados", recomenda.

11 CAPÍTULO II O QUE É LOGÍSTICA? Segundo Bazoli (2000) pág. 124, a primeira tentativa de definir logística foi feita pelo Barão de Antoine Henri de Jomini, general de Napoleão Bonaparte ( ), em seu Compêndio da Arte da Guerra, declarou que logística é "A arte prática de movimentar exércitos, ou seja, tudo ou quase tudo no campo das atividades militares, exceto o combate" O vocábulo logistique é derivado do posto de Marechal de Logis, responsável pelas atividades administrativas relacionadas com os deslocamentos, alojamento e acampamento das tropas do exército francês durante o século XVII. Durante a II Guerra, a palavra logística adquiriu mais amplitude, em decorrência do vulto de operações militares realizadas, determinando a utilização de quantidades e variedades de suprimentos jamais vistos anteriormente. Em 1948, as forças armadas americanas compreenderam que a logística abrangia todas as atividades relativas a provisão e administração de materiais, pessoal e instalações, além da obtenção e prestação de serviços de apoio. Uniformizou-se, então, a definição de logística segundo Bazoli (2000) pág. 132: "O conjunto de atividades relativas a previsão e a provisão de todos os meios necessários à realização de uma guerra". Posteriormente, considerando-se que a guerra era apenas uma exceção violenta para as nações, o termo logística passou a ser entendido como "O conjunto de atividades relativas a previsão e a provisão dos meios necessários à realização das ações impostas pela estratégia nacional". À medida que a economia se globaliza, a indústria e comércio passam a considerar todo o mercado mundial como seus fornecedores e clientes. O conceito de transporte é necessariamente agregado aos fundamentos da logística segundo Moreira (1999) pág. 87: "...um conjunto de atividades direcionadas à otimização do fluxo de cargas, desde a fonte produtora até o distribuidor final, garantindo o suprimento na quantidade certa, de maneira adequada, assegurando sua integridade, a um custo razoável, no menor tempo possível, atendendo às necessidades do cliente". O uso otimizado dos espaços disponíveis no transporte e na armazenagem tornase cada vez mais importante, envolvendo uma análise dimensional do sistema para a sua

12 adequação. A padronização dos elementos da cadeia de distribuição, sobretudo o palete e as carrocerias dos caminhões, é uma tendência importante, e a atualização dessas informações se faz imprescindível. Com a tecnologia hoje disponível, a simulação dos meios de transportes é um fato, trazendo a seus usuários uma economia de tempo e de recursos humanos e financeiros. Os custos decorrentes do uso excessivo de materiais ou de um índice elevado de perdas, são proibitivos para um mercado que se torna cada vez mais competitivo Segundo Novaes (1994) pág. 215, a logística nasceu nos quartéis, ou seja, militares criaram-na afim de distribuir os recursos disponíveis nos locais e momentos certos, para vencer as batalhas. Já no Brasil, surgiu em meados dos anos setenta, através da distribuição física. Em uma abordagem teórica, a logística realiza todo o planejamento e controle desde o fornecedor até o cliente final. Ainda na visão de Novaes, existem três dimensões na logística que são: dimensão de fluxo (suprimentos, transformação, distribuição e serviço ao cliente), dimensão de atividades (processo operacional, administrativo, de gerenciamento e de engenharia) e a dimensão de domínios (gestão de fluxos, tomada de decisão, gestão de recursos e modelo organizacional). Através destas dimensões, visualiza-se o processo logístico como um todo, vendo cada etapa interagindo-se. É importante ressaltar os componentes logísticos que mais influenciam, como, a área comercial, operação industrial, fornecedora, administrativa e finanças e a distribuição física. Tal autor define que a logística empresarial estuda como a administração pode prover melhor nível de rentabilidade nos serviços de distribuição aos clientes e consumidores, através de planejamento, organização e controle efetivo para as atividades de movimentação e armazenagem que visam facilitar o fluxo de produtos. A logística é um assunto vital; um fato econômico que tanto os recursos quanto os seus consumidores estão espalhados numa ampla área geográfica. Além disso, os consumidores não residem, se é que alguma vez o fizeram, próximos de onde os bens ou produtos estão localizados. Este é o problema enfrentado pela logística: diminuir o hiato entre a produção e a demanda, de modo que os consumidores tenham bens e serviços quando e onde quiserem, e na condição física que desejarem. No site encontra-se a seguinte definição

13 ...a logística permite melhorar o relacionamento entre a empresa e o cliente, através do planejamento, organização e controle do processo de movimentação e armazenagem de produtos. É uma das atividades fundamentais da administração no contexto de alta concorrência e mudanças rápidas. A logística tem papel fundamental no processo de tomada de decisão, pois informa a melhor localização de depósitos, formas de armazenagem e como melhorar o fluxo de produtos dentro e fora da empresa. Ela permite ao administrador conhecer o que, quando e quanto de material deve estar disponível no processo de distribuição. A administração e a logística têm em comum o planejamento, a organização e o controle. A logística é uma ferramenta da qual a empresa se utiliza dentro do seu sistema, permitindo melhorar sua eficiência e auxiliar na otimização do uso de seus recursos, evitando assim o desperdício, ao tornar o fluxo de produtos mais claro, planejado, organizado e controlado.

14 CAPÍTULO III DISTRIBUIÇÃO FÍSICA Segundo Moreira (1999) pág. 145, a distribuição física atualmente têm um papel importante dentro da logística, já que os custos de estocagem estão altos, forçando as empresas a agilizar o manuseio, transporte e a distribuição de seus produtos. Com a concorrência, é necessário que todo o processo esteja afinado trazendo ao cliente confiança, segurança e agilidade na entrega. Além dos avanços na logística, existe a tendência da diversificação dos produtos, como também da distribuição física destes produtos, como: e-commerce (comércio eletrônico via Internet, onde o cliente escolhe o produto pelo preço que lhe atrair, contando com ferramentas de busca da Internet), telefone e correio. 3.1 COLETA E DISTRIBUIÇÃO O transporte de carga parcelada requer uma preocupação maior com os prazos de entrega, pois as rotas devem operar com freqüências diárias, nas transferências entre depósitos. Só assim, irão garantir a disponibilidade de produtos. Outro aspecto importante a se considerar é o tipo de transporte utilizado para cada carga, local de acesso e capacidade física, sendo utilizados veículos de maior capacidade como truck (com eixo traseiro adicional e Kg de capacidade) ou carretas (capacidade entre a Kg). 3.2 PRAZOS Segundo Novaes (1994) pág. 95, A parte mais importante no processo de distribuição física é o prazo de entrega da mercadoria. Esse é um dos itens mais relevantes para o cliente, tendo que ser focado pela empresa para garantir o prazo estipulado. Para isso, deve-se ter uma rede de distribuição muito bem estabelecida e integrada, com frota de veículos para garantir o prazo determinado.

15 Contando com grandes empresas transportadoras, a Ambev procura sempre atender ao mercado dentro dos prazos estipulados, pois só assim mantém a fidelização de seus clientes e a força de suas marcas. 3.3 MALHA Ainda segundo Novaes (1999) pág. 108,...para que o processo de distribuição tenha um controle específico, é necessário que toda rede de distribuição tenha o que denomina-se malha, que nada mais é do que o volume de determinado produto a ser retirado pelo cliente em questão. Na Ambev, cada área comercial tem a sua malha de produtos que pode ser concentrada em apenas uma fábrica ou dividida em várias fábricas. Quem determina a malha é a Logística Corporativa, que verifica as rotas, distâncias, maior ROL (receita operacional líquida) para a empresa e até mesmo o frete utilizado. Para a fábrica, é de suma importância a malha, pois será através dela que far-se-á o planejamento de toda a sua produção do mês, controle de seus estoques e aquisição de insumos. Através do FIFO First In First Out, estabelece-se a rotatividade dos produtos com o objetivo de não haver problemas com vencimento no depósito, o que acarreta prejuízo para a Cia. Devido a isso, cada Analista de Distribuição é responsável pela malha de seu comercial, realizando o controle e a administração da disponibilidade de produtos para suas revendas. Semanalmente é analisada a malha do comercial, com vistas a solicitar ajuste de algum produto que esteja com a tendência de fechamento acima ou abaixo da previsão feita para o mês. Daí a responsabilidade da Distribuição nesse processo. 3.4 PALETIZAÇÃO Toda a carga possui volumes diferentes, devido ao tamanho, peso, tipo de produto e etc. Para facilitar a distribuição, criou-se o palete (unidade de produto com determinada quantidade), evitando-se assim carregar o caminhão com unidades fracionadas de produto, o que implicaria no desperdício de tempo e danos na carga, visto que o palete funciona também como forma de proteção. Em síntese : palete é uma estrutura de madeira que permanece embaixo de uma

16 pilha de produtos, com uma quantidade determinada, a qual é envolta em um plástico resistente. Exemplos de paletes usados na Ambev: Cerveja Skol 600ml - 84 dúzias, por palete Cerveja Antarctica Lata caixas com 12 unidades, por palete Cerveja Brahma Chopp Long Neck - 84 caixas com 12 unidades, por palete Refrigerante Pepsi-Cola Pet 2 litros caixas com 6 unidades, por palete Chá Lipton Ice Tea Lata caixas com 12 unidades, por palete

17 CAPÍTULO IV PROCESSO DE DISTRIBUIÇÃO NA AMBEV A distribuição da Ambev evoluiu muito até chegar aos patamares que hoje se encontra. No começo os contatos eram feitos através de telefone, onde o revendedor passava os pedidos de produtos e o Analista de Distribuição anotava e analisava toda a marcação, confrontando com os estoques das fábricas. Hoje em dia, com a era da computação e da Internet, os processos mudaram e, o que antes era lento e deficiente, se tornou prático e dinâmico. Para se analisar a distribuição na Ambev, os Analistas contam com ferramentas bem elaboradas como o Sistema 2P (Confirmação de Puxada permite analisar e "tratar" todos os pedidos feitos pelas revendas) e o 2V (Vendas e Fornecimento fornece todos os dados referentes as vendas da empresa e seu fornecimento de produtos). Algumas das informações diárias necessárias que os Analistas devem ter em mente, como forma de otimizar suas atividades, são a paletização, código do produto, data de vencimento do produto e a malha de puxada (volume de produtos de cada área comercial em determinada fábrica). 4.1 PROCESSO DE GERAÇÃO DE PEDIDOS REVENDAS - NAF Os clientes da Ambev têm uma grande ferramenta para auxiliar o envio de seus pedidos para a empresa, pois esse processo é feito através de um site na Internet, no qual são oferecidas todas as informações necessárias para que sejam gerados pedidos corretos e dentro dos padrões da companhia. Até um determinado horário, as revendas passam informações básicas de seus pedidos, tais como código do produto, fábrica, quantidade, horário e placa do carro. Só assim será possível concluir com sucesso a marcação de puxada das revendas. 4.2 TRATAMENTO DOS PEDIDOS NAF REVENDAS

18 Após a geração dos pedidos no site da companhia, estes serão analisados através de cinco fatores: grade de horário, disponibilidade de produtos nas fábricas, malha do comercial, código dos produtos e paletização. Com os pedidos tratados, gera-se no sistema 2P um lote que consolidará toda a marcação das revendas e que será analisado pelo Encarregado de Contas a Receber, com vistas a avaliar o crédito da revenda, liberando ou não a puxada dos produtos. Após a criação do lote de condições comerciais (pedidos), as revendas acessam o site da Ambev novamente para verificar as alterações e confirmar os dados de seus carregamentos. 4.3 ENVIO DOS PEDIDOS NAF FÁBRICAS Após o tratamento dos pedidos das revendas, os Analistas da Distribuição revisam mais uma vez os pedidos, verificam alguma alteração que a revenda tenha feito e realizam a alteração de acordo com o que a revenda deseja. Em seguida, o Analista envia os pedidos para as fábricas via sistema 2P, até às 16:00 horas, e as fábricas analisam os pedidos para verificar a existência de algum erro. Em havendo, o Analista de Distribuição é contatado para acertá-lo e, em não havendo, o lote é encaminhado para emissão da nota fiscal e subsequente carregamento.

19 CAPÍTULO V TECNOLOGIA DE DISTRIBUIÇÃO Segundo informativo interno da Ambev (Agente Ambev v. 1), o ERP - Enterprise Resource Planning é um sistema integrado que possibilita um fluxo de informações único, contínuo e consistente por toda a empresa, sob uma base única de dados. É orientado aos processos de negócio e não às funções/departamentos da Cia, com informações on-line e em tempo real. Possui uma arquitetura aberta, a qual viabiliza operar com diversos sistemas operacionais, bancos de dados e plataforma de hardware. Dessa forma, o ERP permite visualizar por completo as transações efetuadas pela empresa, desenhando um amplo cenário de seus processos de negócios. Estas características fazem do ERP uma ferramenta sem igual para entender as necessidades estratégicas dos novos tempos de globalização. Ele contribui para aumentar a eficiência da Cia como um todo, otimizando sua capacidade para fazer negócios em qualquer lugar, a qualquer hora, vinte e quatro horas por dia, trezentos e sessenta e cinco dias ao ano. Outra definição do ERP, encontrada no site: um sistema de gestão empresarial que abrange o controle da cadeia de suprimentos ( supply chain ). Possui uma abrangência tão ampla, que permite controlar desde a aquisição de matéria prima, seu processamento na fabricação de produtos de alta qualidade, até a sua entrega, tudo de maneira rápida e econômica. E ainda segundo artigo sobre ERP do jornal do Conselho Regional de Administração, pág. 05:...o ERP estabelece, como princípio, uma base de dados única e modelo de processos padronizado, além da interligação entre as várias áreas de negócios e informações obtidas e disponibilizadas em tempo real para todos os setores da organização. Existem disponíveis no mercado vários sistemas integrados de gestão. Cada empresa vai escolher o que melhor se adapta à suas necessidades, de acordo com o tamanho, a atividade, o grau de sofisticação desejado e o volume de recursos que está disposta a investir. Existem benefícios na utilização do ERP no mercado de bebidas, como a Gestão da Cadeia Global de Fornecedores - Global Supply Chain Management, que proporciona redução dos custos, diversidade dos produtos, melhoria na competitividade e no atendimento. Isso significa vantagem na concorrência pelo mercado.

20 Essa ferramenta é negociada pela SAP - System Application Products, que é líder nesse mercado. A opção pela SAP foi feita pois a Ambev já possuía licenças da Antarctica no Brasil e Venezuela; pelo conhecimento técnico que o pessoal oriundo da Antarctica já tinha da ferramenta; e por ser a maneira mais rápida de implantar os processos na Ambev. Este foi o primeiro passo da Ambev para a integração em uma estrutura de processo. Para toda a integração do processo, foi formada uma equipe multifuncional com conhecimento em processos e sistemas. Foi contratada a consultoria Price Waterhouse Coopers, com larga experiência em implementações de sistemas integrados no mundo, para dar suporte neste projeto. A Ambev criou o projeto Pingüim 2000, para avaliar se o novo ERP atenderia suas necessidades de globalização nos negócios e decidir pela adoção desta ferramenta para gerenciar seus processos como um todo. Além das vantagens próprias do ERP, como processamento centralizado, maior aproveitamento de sinergias e maximização de investimentos, o sistema também apresenta uma série de vantagens intangíveis para a companhia: Valor percebido pelos investidores e pelo mercado; Agilidade no aproveitamento de oportunidades de negócio, como, por exemplo, a criação de joint-ventures com empresas que já possuem soluções de sistema similares; Base única de informação em tempo real; Atendimento a requerimentos globais, regionais e locais em um único sistema ( multilíngue, multimoeda, multipaís, etc.); Preparação de uma base para suportar uma estratégia futura de e- business. O ERP é parte de uma série de iniciativas que estão contribuindo na preparação da Ambev como uma empresa global. E o melhor é que este é um projeto de negócio em que o próprio usuário está parametrizando o sistema. 5.1 ÁREA COMERCIAL Na verdade é onde se inicia o processo logístico, pois, juntamente com a área de

LOGÍSTICA. Curso: Gestão Comercial Prof. Daniel Rossi 1.0 UMA FUNÇÃO ESSENCIAL NA EMPRESA

LOGÍSTICA. Curso: Gestão Comercial Prof. Daniel Rossi 1.0 UMA FUNÇÃO ESSENCIAL NA EMPRESA Curso: Gestão Comercial Prof. Daniel Rossi LOGÍSTICA 1.0 UMA FUNÇÃO ESSENCIAL NA EMPRESA O conceito de Logística sempre envolve um fluxo de materiais de uma origem ou destino e, no outro sentido, um fluxo

Leia mais

NOÇÕES E CONCEITOS BÁSICOS DE 5 S/HOUSEKEEPING

NOÇÕES E CONCEITOS BÁSICOS DE 5 S/HOUSEKEEPING NOÇÕES E CONCEITOS BÁSICOS DE 5 S/HOUSEKEEPING Há quem diga que praticar o 5S é praticar "bons hábitos" ou "Bom senso". Apesar da simplicidade dos conceitos e da facilidade de aplicação na prática, a sua

Leia mais

Recursos Humanos Prof. Angelo Polizzi. Logística Empresarial e Sistema Integrado. Objetivos do Tema. Logística

Recursos Humanos Prof. Angelo Polizzi. Logística Empresarial e Sistema Integrado. Objetivos do Tema. Logística Recursos Humanos Prof. Angelo Polizzi e Sistema Integrado Objetivos do Tema Apresentar: Uma visão da logística e seu desenvolvimento com o marketing. A participação da logística como elemento agregador

Leia mais

HOUSEKEEPING A PARTIR DO 5S. Introdução. Para que serve?

HOUSEKEEPING A PARTIR DO 5S. Introdução. Para que serve? HOUSEKEEPING A PARTIR DO 5S Introdução Basicamente consiste na determinação de organizar o local de trabalho, mantêlo arrumado e em ordem, limpo, mantendo as condições padronizadas e a disciplina necessárias

Leia mais

Introdução e Planejamento Cap. 1

Introdução e Planejamento Cap. 1 BALLOU, Ronald H. Gerenciamenrto da Cadeia de Suprimentos / Logística Empresarial. 5ª ed. Porto Alegre: Bookman. 2006 Introdução e Planejamento Cap. 1 Prof. Luciel Henrique de Oliveira luciel@fae.br L

Leia mais

Introdução e Planejamento Cap. 1. Prof. Luciel Henrique de Oliveira luciel@uol.com.br

Introdução e Planejamento Cap. 1. Prof. Luciel Henrique de Oliveira luciel@uol.com.br BALLOU, Ronald H. Gerenciamenrto da Cadeia de Suprimentos / Logística Empresarial. 5ª ed. Porto Alegre: Bookman. 2006 Introdução e Planejamento Cap. 1 Prof. Luciel Henrique de Oliveira luciel@uol.com.br

Leia mais

(VWXGRGH&DVR. Os tipos de produtos comercializados e distribuídos pelas distribuidoras Skol são as cervejas, refrigerantes, água e isotônicos.

(VWXGRGH&DVR. Os tipos de produtos comercializados e distribuídos pelas distribuidoras Skol são as cervejas, refrigerantes, água e isotônicos. (VWXGRGH&DVR A história da Nova Iguaçu Distribuidora de Bebidas, localizada no município de Queimados no Estado do Rio de Janeiro iniciou-se na década de 80. Em 1983 houve a fusão da Distribuidora Escuna

Leia mais

VOCÊ está satisfeito com a

VOCÊ está satisfeito com a O Que é Logística? Logística e Distribuição A importância da Logística nas empresas 1 Logistica e Distribuição 2 Logistica e Distribuição Necessidade... Todos os dias milhões de produtos são fabricados

Leia mais

Prof. Marcelo Mello. Unidade III DISTRIBUIÇÃO E

Prof. Marcelo Mello. Unidade III DISTRIBUIÇÃO E Prof. Marcelo Mello Unidade III DISTRIBUIÇÃO E TRADE MARKETING Canais de distribuição Canal vertical: Antigamente, os canais de distribuição eram estruturas mercadológicas verticais, em que a responsabilidade

Leia mais

LOGÍSTICA 1. Nubia Aparecida dos Reis Souza 2 RESUMO

LOGÍSTICA 1. Nubia Aparecida dos Reis Souza 2 RESUMO 1 LOGÍSTICA 1 Nubia Aparecida dos Reis Souza 2 RESUMO Versa o presente artigo sobre logística e suas aplicabilidades no mundo moderno. A logística foi criada para suprir necessidades durante a Segunda

Leia mais

Logística empresarial

Logística empresarial 1 Logística empresarial 2 Logística é um conceito relativamente novo, apesar de que todas as empresas sempre desenvolveram atividades de suprimento, transporte, estocagem e distribuição de produtos. melhor

Leia mais

Perfil Corporativo 2013

Perfil Corporativo 2013 Perfil Corporativo 2013 Elaboramos projetos de armazenagem totalmente adequados ao seu espaço! 30 anos de experiência no desenvolvimento de sistemas inteligentes de armazenagem e mais de 10 mil clientes

Leia mais

Unidade I LOGÍSTICA INTEGRADA. Marinalva R. Barboza

Unidade I LOGÍSTICA INTEGRADA. Marinalva R. Barboza Unidade I LOGÍSTICA INTEGRADA Marinalva R. Barboza Definição do conceito de logística e evolução Logística tem origem no idioma francês Logistique se define de forma militar sendo uma parte estratégica

Leia mais

Resultados do 2T09. Teleconferência de Resultados

Resultados do 2T09. Teleconferência de Resultados Resultados do 2T09 Teleconferência de Resultados Destaques do 2T09 2 Destaques do 2T09 em linha com a estratégia geral da Companhia Nossas conquistas do 2T09 são refletidas nos resultados da Companhia

Leia mais

Objetivo da Aula. Enterprise Resource Planning - ERP. Descrever os sistemas ERP, seus módulos e possíveis aplicações e tendências 23/4/2010

Objetivo da Aula. Enterprise Resource Planning - ERP. Descrever os sistemas ERP, seus módulos e possíveis aplicações e tendências 23/4/2010 Enterprise Resource Planning - ERP Objetivo da Aula Descrever os sistemas ERP, seus módulos e possíveis aplicações e tendências 2 1 Sumário Informação & TI Sistemas Legados ERP Classificação Módulos Medidas

Leia mais

Distribuição Física. A distribuição física de produtos é realizada com a participação de alguns componentes, físicos ou informacionais, a saber:

Distribuição Física. A distribuição física de produtos é realizada com a participação de alguns componentes, físicos ou informacionais, a saber: Distribuição Física Objetivo da aula: Apresentar e discutir o conceito e os componentes do sistema de distribuição física, dentro do processo logístico. O objetivo geral da distribuição física, como meta

Leia mais

LOGÍSTICA EMPRESARIAL. Rodolfo Cola Santolin 2009

LOGÍSTICA EMPRESARIAL. Rodolfo Cola Santolin 2009 LOGÍSTICA EMPRESARIAL Rodolfo Cola Santolin 2009 Conteúdo Cadeia de suprimentos Custos Logísticos Administração de Compras e Suprimentos Logística Reversa CADEIA DE SUPRIMENTOS Logística Logística Fornecedor

Leia mais

Programa 5 S. A partir de agora, conheça o programa que mudará para melhor a sua vida no trabalho.

Programa 5 S. A partir de agora, conheça o programa que mudará para melhor a sua vida no trabalho. Programa 5 S A partir de agora, conheça o programa que mudará para melhor a sua vida no trabalho. Com este programa, a qualidade e a segurança será colocada em prática e seu ambiente vai ficar mais alegre

Leia mais

22/02/2009 LOGÍSTICA DE DISTRIBUIÇÃO POR QUE A LOGÍSTICA ESTÁ EM MODA POSIÇÃO DE MERCADO DA LOGÍSTICA

22/02/2009 LOGÍSTICA DE DISTRIBUIÇÃO POR QUE A LOGÍSTICA ESTÁ EM MODA POSIÇÃO DE MERCADO DA LOGÍSTICA LOGÍSTICA DE DISTRIBUIÇÃO A melhor formação cientifica, prática e metodológica. 1 POSIÇÃO DE MERCADO DA LOGÍSTICA Marketing Vendas Logística ANTES: foco no produto - quantidade de produtos sem qualidade

Leia mais

30/09/2010. Prof. Dr. Daniel Bertoli Gonçalves. Como surgiu o termo?

30/09/2010. Prof. Dr. Daniel Bertoli Gonçalves. Como surgiu o termo? Engenheiro Agrônomo CCA/UFSCar 1998 Mestre em Desenvolvimento Econômico, Espaço e Meio Ambiente IE/UNICAMP 2001 Doutor em Engenhariade Produção PPGEP/UFSCar 2005 Prof. Dr. Daniel Bertoli Gonçalves Consultor

Leia mais

Objetivos da Produção

Objetivos da Produção Objetivos da Produção Aula 3 Profª. Ms. Eng. Aline Soares Pereira Sistemas Produtivos I Objetivos da aula 1. Apresentar os objetivos e estratégias da produção 2 Produção: É o processo de obtenção de qualquer

Leia mais

A CURVA ABC COMO FERRAMENTA PARA ANÁLISE DE ESTOQUES RESUMO

A CURVA ABC COMO FERRAMENTA PARA ANÁLISE DE ESTOQUES RESUMO A CURVA ABC COMO FERRAMENTA PARA ANÁLISE DE ESTOQUES Leider Simões, Unisalesiano de Lins e-mail: leidersimoes16@hotmail.com Profª M. Sc. Máris de Cássia Ribeiro, Unisalesiano Lins e-mail: maris@unisalesiano.edu.br

Leia mais

O CONTROLE DE ESTOQUE COMO FERRAMENTA COMPETITIVA NAS ORGANIZAÇÕES

O CONTROLE DE ESTOQUE COMO FERRAMENTA COMPETITIVA NAS ORGANIZAÇÕES 1 O CONTROLE DE ESTOQUE COMO FERRAMENTA COMPETITIVA NAS ORGANIZAÇÕES Cesar Paulo Lomba (Discente do 4º período de Tecnologia de Gestão Financeira das Faculdades Integradas de Três Lagoas AEMS) Maria Luzia

Leia mais

UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA DEPARTAMENTO DE ADMINISTRAÇÃO LOGÍSTICA EMPRESARIAL

UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA DEPARTAMENTO DE ADMINISTRAÇÃO LOGÍSTICA EMPRESARIAL UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA DEPARTAMENTO DE ADMINISTRAÇÃO LOGÍSTICA EMPRESARIAL ANÁLISE DE ASPECTOS LOGÍSTICOS DE UMA REVENDEDORA DE PRODUTOS AGROPECUÁRIOS INSERIDA EM UMA CADEIA DE PRODUÇÃO AGROINDUSTRIAL

Leia mais

ESTUDO DA VIABILIDADE ECONÔMICA DE IMPLANTAÇÃO DO SOFTWARE MRP I EM UMA MICRO-EMPRESA MOVELEIRA LOCALIZADA NO VALE DO PARAIBA

ESTUDO DA VIABILIDADE ECONÔMICA DE IMPLANTAÇÃO DO SOFTWARE MRP I EM UMA MICRO-EMPRESA MOVELEIRA LOCALIZADA NO VALE DO PARAIBA ESTUDO DA VIABILIDADE ECONÔMICA DE IMPLANTAÇÃO DO SOFTWARE MRP I EM UMA MICRO-EMPRESA MOVELEIRA LOCALIZADA NO VALE DO PARAIBA Tiago Augusto Cesarin 1, Vilma da Silva Santos 2, Edson Aparecida de Araújo

Leia mais

GUIA ATS INFORMÁTICA: GESTÃO DE ESTOQUE

GUIA ATS INFORMÁTICA: GESTÃO DE ESTOQUE GUIA ATS INFORMÁTICA: GESTÃO DE ESTOQUE SUMÁRIO O que é gestão de estoque...3 Primeiros passos para uma gestão de estoque eficiente...7 Como montar um estoque...12 Otimize a gestão do seu estoque...16

Leia mais

FTAD Formação Técnica em Administração de Empresas. Módulo: Administração de Materiais. Profª Neuza

FTAD Formação Técnica em Administração de Empresas. Módulo: Administração de Materiais. Profª Neuza FTAD Formação Técnica em Administração de Empresas Módulo: Administração de Materiais Profª Neuza AULA ANTERIOR: Compras O que é??? É uma atividade de aquisição que visa garantir o abastecimento da empresa

Leia mais

1.Maior produtividade pela redução da perda de tempo procurando por objetos. - Só ficam no ambiente os objetos necessários e ao alcance da mão;

1.Maior produtividade pela redução da perda de tempo procurando por objetos. - Só ficam no ambiente os objetos necessários e ao alcance da mão; Sistema 5 S's Conceito: O Método "5S" foi a base da implantação do Sistema de Qualidade Total nas empresas. Surgiu no Japão, nas décadas de 50 e 60, após a Segunda Guerra Mundial, quando o país vivia a

Leia mais

COMÉRCIO E DISTRIBUIÇÃO DE ALIMENTOS.

COMÉRCIO E DISTRIBUIÇÃO DE ALIMENTOS. COMÉRCIO E DISTRIBUIÇÃO DE ALIMENTOS. A Rio Quality existe com o objetivo de proporcionar a total satisfação dos clientes e contribuir para o sucesso de todos. Essa integração se dá através do investimento

Leia mais

SISTEMAS DE AUTOMAÇÃO

SISTEMAS DE AUTOMAÇÃO PROJETO DE REDES www.projetoderedes.com.br SISTEMAS DE AUTOMAÇÃO Rosenclever Lopes Gazoni Data MACROPROCESSO [1] AUTOMAÇÃO DE ESCRITÓRIO/COMERCIAL: Correio eletrônico; vídeo texto; vídeo conferência; teleconferência;

Leia mais

LOGÍSTICA INTEGRADA: SATISFAÇÃO DOS CLIENTES E REDUÇÃO DE CUSTOS RESUMO

LOGÍSTICA INTEGRADA: SATISFAÇÃO DOS CLIENTES E REDUÇÃO DE CUSTOS RESUMO LOGÍSTICA INTEGRADA: SATISFAÇÃO DOS CLIENTES E REDUÇÃO DE CUSTOS RESUMO Este trabalho tem por objetivo a discussão do conceito de logística integrada e de roteirização. Tem como objetivo também mostrar

Leia mais

Análise da Utilização de Conceitos de Produção Enxuta em uma Pequena Empresa do Setor Metal Mecânico

Análise da Utilização de Conceitos de Produção Enxuta em uma Pequena Empresa do Setor Metal Mecânico Análise da Utilização de Conceitos de Produção Enxuta em uma Pequena Empresa do Setor Metal Mecânico Matheus Castro de Carvalho (matheus_c_carvalho@hotmail.com / CESUPA) Resumo: A aplicação dos conceitos

Leia mais

Estudo de Caso Lojas Novo Mundo

Estudo de Caso Lojas Novo Mundo UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA UNB Administração de Recursos Materiais ARM 2/2010 Professor: Guillermo Asper J06 - OS FLUXOS ASSOCIADOS AO TIPO DE GESTÃO DE ESTOQUE: Estudo de Caso Lojas Novo Mundo Grupo 14D

Leia mais

ERP Enterprise Resourse Planning Sistemas de Gestão Empresarial

ERP Enterprise Resourse Planning Sistemas de Gestão Empresarial ERP Enterprise Resourse Planning Sistemas de Gestão Empresarial Prof. Pedro Luiz de O. Costa Bisneto 14/09/2003 Sumário Introdução... 2 Enterprise Resourse Planning... 2 Business Inteligence... 3 Vantagens

Leia mais

Gestão Aplicada I. Professor: Venicio Paulo Mourão Saldanha E-mail: veniciopaulo@gmail.com / Site: www.veniciopaulo.com

Gestão Aplicada I. Professor: Venicio Paulo Mourão Saldanha E-mail: veniciopaulo@gmail.com / Site: www.veniciopaulo.com Gestão Aplicada I Professor: Venicio Paulo Mourão Saldanha E-mail: veniciopaulo@gmail.com / Site: www.veniciopaulo.com Formação e ficha profissional: Graduado em Analises e Desenvolvimento de Sistemas

Leia mais

40% dos consumidores da Copa das Confederações da FIFA 2013 consideraram a agilidade no atendimento como fator mais importante no comércio

40% dos consumidores da Copa das Confederações da FIFA 2013 consideraram a agilidade no atendimento como fator mais importante no comércio 440mil pequenos negócios no Brasil, atualmente, não utilizam nenhuma ferramenta de gestão, segundo o Sebrae Varejo 2012 27% 67% de comerciantes que não possuíam computadores dos que possuíam utilizavam

Leia mais

Crescer agregando valor

Crescer agregando valor Crescer agregando valor Marcio Araujo de Lacerda Presidente do Conselho de Administração Maio de 2008 1/XX Orientações do Governo Mineiro Para Minas Gerais: Um Estado para Resultados Visão: Tornar Minas

Leia mais

Universidade Cruzeiro do Sul. Campus Virtual Unidade I: Unidade: Processos Mercadológicos

Universidade Cruzeiro do Sul. Campus Virtual Unidade I: Unidade: Processos Mercadológicos Universidade Cruzeiro do Sul Campus Virtual Unidade I: Unidade: Processos Mercadológicos 2010 0 O Processo pode ser entendido como a sequência de atividades que começa na percepção das necessidades explícitas

Leia mais

3 O sistema APO Advanced Planner and Optimizer

3 O sistema APO Advanced Planner and Optimizer 3 O sistema APO Advanced Planner and Optimizer Esse capítulo tem por objetivo apresentar os conceitos do sistema APO (Advanced Planner and Optimizer), o sistema APS da empresa alemã SAP. O sistema APO

Leia mais

ESTUDO DA IMPORTÂNCIA DO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO PARA O COMÉRCIO VAREJISTA LUCIMEIRI CEZAR ANDRÉ

ESTUDO DA IMPORTÂNCIA DO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO PARA O COMÉRCIO VAREJISTA LUCIMEIRI CEZAR ANDRÉ ESTUDO DA IMPORTÂNCIA DO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO PARA O COMÉRCIO VAREJISTA LUCIMEIRI CEZAR ANDRÉ Acadêmica de Administração Geral na Faculdade Metropolitana de Maringá /PR - 2005 RESUMO: A atividade comercial

Leia mais

DEFINIÇÃO DE UMA ESTRATÉGIA DE PREÇO DE FRETE DE CARGA FRACIONADA PARA UMA TRANSPORTADORA DA REGIÃO METROPOLITANA DO MUNICÍPIO DE BELÉM.

DEFINIÇÃO DE UMA ESTRATÉGIA DE PREÇO DE FRETE DE CARGA FRACIONADA PARA UMA TRANSPORTADORA DA REGIÃO METROPOLITANA DO MUNICÍPIO DE BELÉM. DEFINIÇÃO DE UMA ESTRATÉGIA DE PREÇO DE FRETE DE CARGA FRACIONADA PARA UMA TRANSPORTADORA DA REGIÃO METROPOLITANA DO MUNICÍPIO DE BELÉM. Leonardo Silva Figueredo (UNAMA) leonardosfigueredo@hotmail.com

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO. Questão nº 1. Padrão de Resposta Esperado:

ADMINISTRAÇÃO. Questão nº 1. Padrão de Resposta Esperado: Questão nº 1 Produto Para fazer frente ao problema de prazo de entrega do produto, a Megabooks poderia compensá-lo com uma agregação de valor ao produto. Poderia, por exemplo, utilizar uma sobrecapa personalizada

Leia mais

2. Logística. 2.1 Definição de Logística

2. Logística. 2.1 Definição de Logística 2. Logística 2.1 Definição de Logística Por muito tempo a Logística foi tratada de forma desagregada. Cada uma das funções logísticas era tratada independentemente e como áreas de apoio ao negócio. Segundo

Leia mais

PROPOSTAS PARA MELHORIAS NOS PROCESSOS LOGÍSTICOS DE UMA EMPRESA DISTRIBUIDORA DE BEBIDAS: UM ESTUDO DE CASO

PROPOSTAS PARA MELHORIAS NOS PROCESSOS LOGÍSTICOS DE UMA EMPRESA DISTRIBUIDORA DE BEBIDAS: UM ESTUDO DE CASO PROPOSTAS PARA MELHORIAS NOS PROCESSOS LOGÍSTICOS DE UMA EMPRESA DISTRIBUIDORA DE BEBIDAS: UM ESTUDO DE CASO FABIANA SOUZA COSTA CUNHA (UFG ) fabisoucos@yahoo.com.br Marco Paulo Guimaraes (UFG ) mp-gui@uol.com.br

Leia mais

INNOVA. Soluções de software que capacitam os processadores de aves a...

INNOVA. Soluções de software que capacitam os processadores de aves a... INNOVA Soluções de software que capacitam os processadores de aves a... Maximizar o rendimento e a produtividade Estar em conformidade com os padrões de qualidade e garantir a segurança dos alimentos Obter

Leia mais

Mesmo em uma construtora de menor porte, o processo de gestão pode ser bastante complexo. Este guia traz dicas de gerenciamento para atingir os

Mesmo em uma construtora de menor porte, o processo de gestão pode ser bastante complexo. Este guia traz dicas de gerenciamento para atingir os Mesmo em uma construtora de menor porte, o processo de gestão pode ser bastante complexo. Este guia traz dicas de gerenciamento para atingir os melhores resultados. 2 ÍNDICE SOBRE O SIENGE INTRODUÇÃO 01

Leia mais

1. INTRODUÇÃO SISTEMA INTEGRADO DE CONTABILIDADE

1. INTRODUÇÃO SISTEMA INTEGRADO DE CONTABILIDADE 1. INTRODUÇÃO A contabilidade foi aos poucos se transformando em um importante instrumento para se manter um controle sobre o patrimônio da empresa e prestar contas e informações sobre gastos e lucros

Leia mais

Logística e Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos. Profª Caroline Pauletto Spanhol

Logística e Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos. Profª Caroline Pauletto Spanhol Logística e Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos Profª Caroline Pauletto Spanhol Cadeia de Abastecimento Conceitos e Definições Elementos Principais Entendendo a Cadeia de Abastecimento Integrada Importância

Leia mais

Evolução da Disciplina. Logística Empresarial. Aula 1. O Papel dos Sistemas Logísticos. Contextualização. O Mundo Atual

Evolução da Disciplina. Logística Empresarial. Aula 1. O Papel dos Sistemas Logísticos. Contextualização. O Mundo Atual Logística Empresarial Evolução da Disciplina Aula 1 Aula 1 O papel da Logística empresarial Aula 2 A flexibilidade e a Resposta Rápida (RR) Operadores logísticos: conceitos e funções Aula 3 Prof. Me. John

Leia mais

Estoque e Logística. Henrique Montserrat Fernandez www.henriquemf.com

Estoque e Logística. Henrique Montserrat Fernandez www.henriquemf.com Estoque é capital investido, com liquidez duvidosa e altos custos de manutenção. Por isso, quanto menor for o investimento em estoque, melhor. Para as empresas, o ideal seria efetuar as aquisições de estoques

Leia mais

GESTÃO EM PRODUÇÃO E SERVIÇOS

GESTÃO EM PRODUÇÃO E SERVIÇOS UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO ESCOLA POLITÉCNICA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA INDUSTRIAL MBA GESTÃO EM PRODUÇÃO E SERVIÇOS DISCIPLINAS E EMENTAS SINTONIZANDO PERCEPÇÕES E UNIFORMIZANDO A LINGUAGEM

Leia mais

P á g i n a 3 INTRODUÇÃO

P á g i n a 3 INTRODUÇÃO P á g i n a 3 INTRODUÇÃO A Administração de Materiais compreende as decisões e o controle sobre o planejamento, programação, compra, armazenamento e distribuição dos materiais indispensáveis à produção

Leia mais

CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DO AMAPÁ CEAP Prof a. Nazaré Ferrão

CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DO AMAPÁ CEAP Prof a. Nazaré Ferrão Centro Ensino Superior do Amapá Curso de Administração Disciplina: ADM. DE REC. MATERIAIS E PATRIMONIAIS Professor: NAZARÉ DA SILVA DIAS FERRÃO Aluno: Turma: 5 ADN FRANCISCHINI, Paulino G.; GURGEL, F.

Leia mais

Universidade São Judas Tadeu

Universidade São Judas Tadeu Universidade São Judas Tadeu Anna Karoline Diniz Fortaleza Camila Moura Favaro Fernando dos Anjos Reinaldo Francisco Carvalho Tiago Souza Tecnologia da Informação no Transporte São Paulo 2013 1 Tecnologia

Leia mais

FUND DE SI SISTEMAS INTEGRADOS ERP SCM CRM

FUND DE SI SISTEMAS INTEGRADOS ERP SCM CRM FUND DE SI SISTEMAS INTEGRADOS ERP SCM CRM 5/5/2013 1 ERP ENTERPRISE RESOURCE PLANNING 5/5/2013 2 1 Os SI nas organizações 5/5/2013 3 Histórico Os Softwares de SI surgiram nos anos 60 para controlar estoque

Leia mais

Análise Demográfica das Empresas da IBSS

Análise Demográfica das Empresas da IBSS CAPÍTULO 4 Análise Demográfica das Empresas da IBSS Apresentação A demografia de empresas investiga a estrutura do estoque de empresas em dado momento e a sua evolução, como os movimentos de crescimento,

Leia mais

OS PRINCIPAIS PROBLEMAS DA GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS

OS PRINCIPAIS PROBLEMAS DA GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS OS PRINCIPAIS PROBLEMAS DA GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS Esta seção apresenta alguns dos problemas da gestão da cadeia de suprimentos discutidos em mais detalhes nos próximos capítulos. Estes problemas

Leia mais

Estratégias em Tecnologia da Informação

Estratégias em Tecnologia da Informação Estratégias em Tecnologia da Informação Capítulo 6 Sistemas de Informações Estratégicas Sistemas integrados e sistemas legados Sistemas de Gerenciamento de Banco de Dados Material de apoio 2 Esclarecimentos

Leia mais

Capítulo 2. Logística e Cadeia de Suprimentos

Capítulo 2. Logística e Cadeia de Suprimentos Capítulo 2 Logística e Cadeia de Suprimentos Prof. Glauber Santos glauber@justocantins.com.br 1 Capítulo 2 - Logística e Cadeia de Suprimentos Papel primordial da Logística na organização Gestão da Produção

Leia mais

Sistemas de Informação Empresarial. Gerencial

Sistemas de Informação Empresarial. Gerencial Sistemas de Informação Empresarial SIG Sistemas de Informação Gerencial Visão Integrada do Papel dos SI s na Empresa [ Problema Organizacional ] [ Nível Organizacional ] Estratégico SAD Gerência sênior

Leia mais

5º Simposio de Ensino de Graduação PROPOSTAS DE MELHORIA PARA A LOGÍSTICA INTERNA DE UMA SIDERURGICA LOCALIZADA NO ESTADO DE SÃO PAULO

5º Simposio de Ensino de Graduação PROPOSTAS DE MELHORIA PARA A LOGÍSTICA INTERNA DE UMA SIDERURGICA LOCALIZADA NO ESTADO DE SÃO PAULO 5º Simposio de Ensino de Graduação PROPOSTAS DE MELHORIA PARA A LOGÍSTICA INTERNA DE UMA SIDERURGICA LOCALIZADA NO ESTADO DE SÃO PAULO Autor(es) CAROLINA PASQUOT Orientador(es) José Roberto Soares Ribeiro

Leia mais

ERP ENTERPRISE RESOURCE PLANNING

ERP ENTERPRISE RESOURCE PLANNING INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO SUL CÂMPUS CANOAS ERP ENTERPRISE RESOURCE PLANNING RENAN ROLIM WALENCZUK Canoas, Agosto de 2014 SUMÁRIO 1 INTODUÇÃO...03 2 ERP (ENTERPRISE

Leia mais

Soluções em Tecnologia da Informação

Soluções em Tecnologia da Informação Soluções em Tecnologia da Informação Curitiba Paraná Salvador Bahia A DTS Sistemas é uma empresa familiar de Tecnologia da Informação, fundada em 1995, especializada no desenvolvimento de soluções empresariais.

Leia mais

Política de Atendimento de Lubrificantes. Índice. Item Tópico Página. 1. Introdução e Propósito 2. 2. Nossa Missão 2. 3.

Política de Atendimento de Lubrificantes. Índice. Item Tópico Página. 1. Introdução e Propósito 2. 2. Nossa Missão 2. 3. Política de Atendimento de Lubrificantes Índice Item Tópico Página 1. Introdução e Propósito 2 2. Nossa Missão 2. CALL Center 2 e. Disponibilidade de Produtos.1 Pedidos Mínimos.2 Tipos e Características

Leia mais

Importância da Logística. O lugar da Logística nas Empresas. Custos Logísticos são significativos

Importância da Logística. O lugar da Logística nas Empresas. Custos Logísticos são significativos IMPORTÂNCIA DA LOGÍSTICA Importância da Logística O lugar da Logística nas Empresas A logística diz respeito à criação de valor; O valor em logística é expresso em termos de tempo e lugar. Produtos e serviços

Leia mais

LOGÍSTICA Professor: Dr. Edwin B. Mitacc Meza

LOGÍSTICA Professor: Dr. Edwin B. Mitacc Meza LOGÍSTICA Professor: Dr. Edwin B. Mitacc Meza edwin@engenharia-puro.com.br www.engenharia-puro.com.br/edwin Introdução A A logística sempre existiu e está presente no dia a dia de todos nós, nas mais diversas

Leia mais

DCC133 Introdução à Sistemas de Informação. E-business global e colaboração

DCC133 Introdução à Sistemas de Informação. E-business global e colaboração Curso de Bacharelado em Sistemas de Informação DCC133 Introdução à Sistemas de Informação TÓPICO 2 E-business global e colaboração Prof. Tarcísio de Souza Lima OBJETIVOS DE ESTUDO Identificar e descrever

Leia mais

ERP & BI ENTENTENDO A BUSCA CONSTANTE DAS EMPRESAS POR UM SISTEMA QUE FORNEÇA INFORMAÇÕES CONFIÁVEIS PARA TOMADA DE DECISÃO*

ERP & BI ENTENTENDO A BUSCA CONSTANTE DAS EMPRESAS POR UM SISTEMA QUE FORNEÇA INFORMAÇÕES CONFIÁVEIS PARA TOMADA DE DECISÃO* ERP & BI ENTENTENDO A BUSCA CONSTANTE DAS EMPRESAS POR UM SISTEMA QUE FORNEÇA INFORMAÇÕES CONFIÁVEIS PARA TOMADA DE DECISÃO* RESUMO Marilia Costa Machado - UEMG - Unidade Carangola Graciano Leal dos Santos

Leia mais

Por existir diferentes níveis em uma organização, existem diferentes tipos de sistemas servindo cada nível organizacional

Por existir diferentes níveis em uma organização, existem diferentes tipos de sistemas servindo cada nível organizacional Por existir diferentes níveis em uma organização, existem diferentes tipos de sistemas servindo cada nível organizacional Fonte: Tipos de Sistemas de Informação (Laudon, 2003). Fonte: Tipos de Sistemas

Leia mais

TOTVS COLABORAÇÃO 2.0 FISCAL powered by NeoGrid

TOTVS COLABORAÇÃO 2.0 FISCAL powered by NeoGrid TOTVS COLABORAÇÃO 2.0 FISCAL powered by NeoGrid Recebimento de NF-e e CT-e Emissão de NF-e, CT-e, MDF-e e NFS-e Integração nativa com o seu ERP Exija a solução que é o melhor investimento para a gestão

Leia mais

Eliminação de desperdícios Otimização do espaço Facilidade no acesso a materiais de trabalho Prevenção de quebras e acidentes Redução ou eliminação

Eliminação de desperdícios Otimização do espaço Facilidade no acesso a materiais de trabalho Prevenção de quebras e acidentes Redução ou eliminação Benefícios! Quais são? Eliminação de desperdícios Otimização do espaço Facilidade no acesso a materiais de trabalho Prevenção de quebras e acidentes Redução ou eliminação de condições e atos inseguros

Leia mais

Aula Nº 15 Resposta Eficiente ao Consumidor (ECR- Efficient Consumer Response )

Aula Nº 15 Resposta Eficiente ao Consumidor (ECR- Efficient Consumer Response ) Aula Nº 15 Resposta Eficiente ao Consumidor (ECR- Efficient Consumer Response ) Objetivo da Aula Aprofundar os conhecimentos de ECR, suas vantagens e implicações. Introdução Na aula anterior, estudamos

Leia mais

DOW BUSINESS SERVICES Diamond Value Chain Consulting

DOW BUSINESS SERVICES Diamond Value Chain Consulting DOW BUSINESS SERVICES Diamond Value Chain Consulting Soluções personalizadas para acelerar o crescimento do seu negócio Estratégia Operacional Projeto e Otimização de Redes Processos de Integração Eficácia

Leia mais

O PAPEL DO CONTROLE DE ESTOQUE NA CENTRALIZAÇÃO DE COMPRAS

O PAPEL DO CONTROLE DE ESTOQUE NA CENTRALIZAÇÃO DE COMPRAS O PAPEL DO CONTROLE DE ESTOQUE NA CENTRALIZAÇÃO DE COMPRAS Mauricio João Atamanczuk (UTFPR) atamanczuk@hotmail.com João Luiz Kovaleski (UTFPR) kovaleski@pg.cefetpr.br Antonio Carlos de Francisco (UTFPR)

Leia mais

Prof. Lucas Santiago

Prof. Lucas Santiago Classificação e Tipos de Sistemas de Informação Administração de Sistemas de Informação Prof. Lucas Santiago Classificação e Tipos de Sistemas de Informação Sistemas de Informação são classificados por

Leia mais

Logística Empresarial

Logística Empresarial IETEC INSTITUTO DE EDUCAÇAO TECNOLÓGICA PÓS GRADUAÇAO LATU SENSU 15 a. Turma Gestão da Logística Logística Empresarial Elenilce Lopes Coelis Belo Horizonte MG Julho - 2006 2 SUMÁRIO INTRODUÇÃO À LOGÍSTICA...PÁGINA

Leia mais

OS DESAFIOS LOGISTICOS DO COMÉRCIO ELETRÔNICO

OS DESAFIOS LOGISTICOS DO COMÉRCIO ELETRÔNICO OS DESAFIOS LOGISTICOS DO COMÉRCIO ELETRÔNICO Fabiana Rubim Cintra Murilo Rodrigues da Silva Patrick Beirigo Andrade RESUMO Este artigo tem o objetivo de expor os principais problemas que o comércio eletrônico

Leia mais

Planejamento Integrado da Cadeia de Cimento

Planejamento Integrado da Cadeia de Cimento 01 SISTEMA ANALÍTICO DE PLANEJAMENTO QUE PERMITE OTIMIZAR O ATENDIMENTO DAS DEMANDAS, A PRODUÇÃO DE CIMENTO E SUPRIMENTO DE INSUMOS, MAXIMIZANDO A MARGEM DE CONTRI- BUIÇÃO DA OPERAÇÃO O CILO É uma ferramenta

Leia mais

ERP. Enterprise Resource Planning. Planejamento de recursos empresariais

ERP. Enterprise Resource Planning. Planejamento de recursos empresariais ERP Enterprise Resource Planning Planejamento de recursos empresariais O que é ERP Os ERPs em termos gerais, são uma plataforma de software desenvolvida para integrar os diversos departamentos de uma empresa,

Leia mais

1. Consulta de Certificado Digital 1. 2. Modelo de faturamento por Central de Serviços 3. 3 Configuração de informações para Faturamento de pedidos 4

1. Consulta de Certificado Digital 1. 2. Modelo de faturamento por Central de Serviços 3. 3 Configuração de informações para Faturamento de pedidos 4 CONFIGURAÇÃO PEDIDOS 1. Consulta de Certificado Digital 1 2. Modelo de faturamento por Central de Serviços 3 3 Configuração de informações para Faturamento de pedidos 4 4 Faturamento de NF-e pela SEFAZ

Leia mais

GUIA DEFINITIVO DE ERP PARA COMÉRCIO VAREJISTA

GUIA DEFINITIVO DE ERP PARA COMÉRCIO VAREJISTA GUIA DEFINITIVO DE ERP PARA COMÉRCIO VAREJISTA SUMÁRIO >> Introdução... 3 >> Como saber o momento certo para investir em um ERP?... 6 >> Como um sistema ERP pode me ajudar na prática?... 11 >> O que preciso

Leia mais

E-business: Como as Empresas Usam os Sistemas de Informação

E-business: Como as Empresas Usam os Sistemas de Informação Capítulo 2 E-business: Como as Empresas Usam os Sistemas de Informação 2.1 2007 by Prentice Hall OBJETIVOS DE ESTUDO Identificar e descrever as principais características das empresas que são importantes

Leia mais

Aplicações de Otimização em Processos Industriais

Aplicações de Otimização em Processos Industriais Aplicações de Otimização em Processos Industriais Maria Cristina N. Gramani gramani@mackenzie.com.br Departamento de Engenharia de Produção Escola de Engenharia Universidade Presbiteriana Mackenzie Organização

Leia mais

ERP. Planejamento de recursos empresariais

ERP. Planejamento de recursos empresariais ERP Enterprise Resource Planning Planejamento de recursos empresariais ERP Enterprise Resource Planning -Sistema de Gestão Empresarial -Surgimento por volta dos anos 90 -Existência de uma base de dados

Leia mais

APRESENTAÇÃO PARA INVESTIDORES 1T08

APRESENTAÇÃO PARA INVESTIDORES 1T08 APRESENTAÇÃO PARA INVESTIDORES 1T08 Agenda Visão Geral e Desempenho Consolidado Editora Saraiva Livraria Saraiva 2 Governança Corporativa Nível 2 de Governança Corporativa da Bovespa Primeira empresa no

Leia mais

Apresentação da Companhia. Setembro de 2010

Apresentação da Companhia. Setembro de 2010 Apresentação da Companhia Setembro de 2010 Comprovada capacidade de execução Visão geral da Inpar Empreendimentos por segmento (1) Modelo de negócios integrado (incorporação, construção e venda) Comercial

Leia mais

O R I G E N S JAPÃO DO PÓS-GUERRA KAORU ISHIKAWA. Treinamento

O R I G E N S JAPÃO DO PÓS-GUERRA KAORU ISHIKAWA. Treinamento O R I G E N S 1 9 5 0 JAPÃO DO PÓS-GUERRA KAORU ISHIKAWA O B J E T I V O S Preparar uma empresa, ou qualquer espaço físico para uma intervenção de melhoria no ambiente. OBJETIVOS ESPECÍFICOS ü Melhorar

Leia mais

Aula 5 Supply Chain Management (SCM) Gestão da cadeia de suprimentos Prof: Cleber A. de Oliveira

Aula 5 Supply Chain Management (SCM) Gestão da cadeia de suprimentos Prof: Cleber A. de Oliveira 1. Introdução Aula 5 Supply Chain Management (SCM) Gestão da cadeia de suprimentos Prof: Cleber A. de Oliveira Gestão de Sistemas de Informação Os estudos realizados nas disciplinas Gestão da Produção

Leia mais

TÍTULO: CADEIA DE SUPRIMENTOS DA KEIPER DO BRASIL CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS SUBÁREA: ADMINISTRAÇÃO

TÍTULO: CADEIA DE SUPRIMENTOS DA KEIPER DO BRASIL CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS SUBÁREA: ADMINISTRAÇÃO Anais do Conic-Semesp. Volume 1, 2013 - Faculdade Anhanguera de Campinas - Unidade 3. ISSN 2357-8904 TÍTULO: CADEIA DE SUPRIMENTOS DA KEIPER DO BRASIL CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS

Leia mais

SISTEMA 5S PRATICANDO OS 5S NO SEU LOCAL DE TRABALHO

SISTEMA 5S PRATICANDO OS 5S NO SEU LOCAL DE TRABALHO PRATICANDO OS 5S NO SEU LOCAL DE TRABALHO APRESENTANDO OS 5S s VOCÊ ESTÁ ENTRANDO EM CONTATO COM UM SISTEMA DE EDUCAÇÃO E TREINAMENTO, CRIADO NO JAPÃO POR TAKASHI OSDA, QUE BUSCA A QUALIDADE TOTAL DE UMA

Leia mais

A EDIÇÃO PAULISTA DA ECONOFARMA ESTÁ DE VOLTA. -feira

A EDIÇÃO PAULISTA DA ECONOFARMA ESTÁ DE VOLTA. -feira A EDIÇÃO PAULISTA DA ECONOFARMA ESTÁ DE VOLTA -feira EM 2014, A ECONOFARMA RETORNA COM UM NOVO OLHAR SOBRE O VAREJO FARMACÊUTICO CENÁRIO ATUAL O varejo nacional projeta otimismo de crescimento para os

Leia mais

Tecnologias e Sistemas de Informação

Tecnologias e Sistemas de Informação Universidade Federal do Vale do São Francisco Curso de Administração Tecnologia e Sistemas de Informação - 02 Prof. Jorge Cavalcanti jorge.cavalcanti@univasf.edu.br www.univasf.edu.br/~jorge.cavalcanti

Leia mais

Pesquisa FGV-EAESP de Comércio Eletrônico no Mercado Brasileiro 16 a Edição 2014

Pesquisa FGV-EAESP de Comércio Eletrônico no Mercado Brasileiro 16 a Edição 2014 Resumo Introdução O Comércio Eletrônico é um dos aspectos relevantes no ambiente empresarial atual e tem recebido atenção especial das empresas nos últimos anos, primeiro por ser considerado como uma grande

Leia mais

SISTEMAS INTEGRADOS P o r f.. E d E uar a d r o Oli l v i e v i e r i a

SISTEMAS INTEGRADOS P o r f.. E d E uar a d r o Oli l v i e v i e r i a SISTEMAS INTEGRADOS Prof. Eduardo Oliveira Bibliografia adotada: COLANGELO FILHO, Lúcio. Implantação de Sistemas ERP. São Paulo: Atlas, 2001. ISBN: 8522429936 LAUDON, Kenneth C.; LAUDON, Jane Price. Sistemas

Leia mais

Sociedade e Tecnologia

Sociedade e Tecnologia Unidade de Aprendizagem 15 Empresas em Rede Ao final desta aula você será capaz de inovações influenciam na competitividade das organizações, assim como compreender o papel da Inteligência Competitiva

Leia mais

whitepaper PRECIFICAÇÃO DINÂMICA

whitepaper PRECIFICAÇÃO DINÂMICA whitepaper PRECIFICAÇÃO DINÂMICA INTRODUÇÃO Quando se fala em precificar um produto, a primeira coisa que vem em mente é que essa é uma tarefa muito óbvia - são somados ao preço da mercadoria: os custos,

Leia mais

5Ss: Aplicação em Bibliotecas e Centros de Informação

5Ss: Aplicação em Bibliotecas e Centros de Informação 5Ss: Aplicação em Bibliotecas e Centros de Informação Introdução Década de 50 Japão tenta se reerguer da derrota sofrida na Segunda Grande. Profissionais dos Estados Unidos vão ao Japão a ensinar como

Leia mais

Diferenciais do ERP TECNICON: Um caso da área de manufatura

Diferenciais do ERP TECNICON: Um caso da área de manufatura Diferenciais do ERP TECNICON: Um caso da área de manufatura Juliano Hammes (FAHOR) jh000697@fahor.com.br Gustavo Gerlach (FAHOR) gg000675@fahor.com.br Édio Polacinski (FAHOR) edio.pk@gmail.com.br Resumo

Leia mais

Gestão em Nó de Rede Logística

Gestão em Nó de Rede Logística Gestão em Nó de Rede Logística Armando Oscar Cavanha Filho Com o crescimento das atividades de uma empresa e a sua multiplicação horizontal, ou seja, a repetição de processos semelhantes em diversos pontos

Leia mais

UnB Universidade de Brasília. Administração de Recursos Materiais. Tema: Gestão de estoque. Alunos: - Beliza de Ávila.

UnB Universidade de Brasília. Administração de Recursos Materiais. Tema: Gestão de estoque. Alunos: - Beliza de Ávila. UnB Universidade de Brasília Administração de Recursos Materiais Tema: Gestão de estoque Alunos: - Beliza de Ávila - Felipe Jordán - Guilherme de Miranda - Jefferson Coelho O conceito de ocupação física

Leia mais