Consórcio Integrado de Resíduos Sólidos do Norte Goiano. Estado de Goiás 1

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1 Consórcio Integrado de Resíduos Sólidos do Norte Goiano Estado de Goiás 1

2 O QUE É PCGIRS? QUAL O OBJETIVO? Estudo elaborado com base no levantamento dos aspectos técnicos dos Municípios de Porangatu e Novo Planalto; Estabelece um planejamento das ações de gerenciamento, coleta, tratamento e destinação dos resíduos sólidos, de forma a atender os princípios da PNRS e construir uma política CONSORCIADA para a gestão dos resíduos sólidos. 2

3 Apresentação da Minuta do PCGIRS Consulta Pública Aprovação da Versão Final do PCGIRS 3

4 ASPECTOS PARA A CONSOLIDAÇÃO DO PLANO Controle Social do Plano Revisão do Plano Participação da Sociedade O controle dos serviços poderá ser instituído mediante mecanismos como debates, audiências públicas, consultas públicas ou órgão colegiado de caráter consultivo. O documento deverá passar por processo de avaliação periódica a cada quatro anos, com participação da população através de audiências públicas. O documento deverá ser elaborado pelo titular dos serviços, porém com a participação de todos os segmentos da sociedade civil através de audiências públicas. 4

5 ASPECTOS LEGAIS Lei Federal Nº 6.938/1981 Dec. Federal Nº /1990 Lei Federal Nº /2005 Dec. Federal Nº 6.017/2007 Lei Federal Nº /2007 Dec. Federal Nº 7.217/2010 5

6 ASPECTOS LEGAIS Lei Federal Nº /2010; Dec. Federal Nº 7.404/2010; Estabelece a obrigatoriedade de elaboração de PMSB; Possibilita a elaboração de Planos Setoriais; Condiciona a elaboração de Planos Municipais de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos para obtenção de recursos federais. 6

7 Abastecimento de Água Manejo dos Resíduos Sólidos SANEAMENTO BÁSICO Tratamento de Esgotos Drenagem Pluvial 7

8 Não geração Reciclagem Tratamento Redução Reutilização Disposição final adequada 8

9 DEFINIÇÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS Material, substância, objeto ou bem descartado resultante de atividades humanas em sociedade, a cuja destinação final se procede, se propõe proceder ou se está obrigado a proceder, nos estados sólido ou semissólido, bem como gases contidos em recipientes e líquidos cujas particularidades tornem inviável o seu lançamento na rede pública de esgotos ou em corpos d água, ou exijam para isso soluções técnicas ou economicamente inviáveis em face da melhor tecnologia disponível. 9

10 DEFINIÇÃO DE REJEITOS Resíduos sólidos que, depois de esgotadas todas as possibilidades de tratamento e recuperação por processos tecnológicos disponíveis e economicamente viáveis, não apresentem outra possibilidade que não a disposição final ambientalmente adequada. 10

11 RESÍDUOS Reutilização Reciclagem Tratamento REJEITOS Disposição em Aterro Sanitário ou Industrial 11

12 DADOS NO BRASIL 12

13 DADOS NO BRASIL 13

14 CLASSIFICAÇÃO E CARACTERIZAÇÃO DOS RESÍDUOS QUANTO À ORIGEM LEI Nº /2010 Resíduos Domiciliares; Resíduos de Limpeza Urbana; Resíduos Sólidos Urbanos; Resíduos de Estabelecimentos Comerciais e Prestadores de Serviços; Resíduos dos Serviços Públicos de Saneamento Básico; Resíduos Industriais; Resíduos de Serviços de Saúde; Resíduos da Construção Civil; Resíduos Agrossilvopastoris; Resíduos de Serviços de Transporte; Resíduos de Mineração; 14

15 CLASSIFICAÇÃO E CARACTERIZAÇÃO DOS RESÍDUOS QUANTO À PERICULOSIDADE LEI Nº /2010 RESÍDUOS PERIGOSOS: Inflamabilidade; Corrosividade; Reatividade; Toxicidade; Patogenicidade; Carcinogenicidade; Teratogenicidade; Mutagenicidade. RESÍDUOS NÃO PERIGOSOS 15

16 GESTÃO INTEGRADA DE RESÍDUOS SÓLIDOS A PNRS, no Art. 3º inciso XI, define a gestão integrada de resíduos sólidos como: [...] conjunto de ações voltadas para a busca de soluções para os resíduos sólidos, de forma a considerar as dimensões política, econômica, ambiental, cultural e social, com controle social e sob a premissa do desenvolvimento sustentável. Benefícios para a qualidade de vida das populações 16

17 CONTEÚDO MÍNIMO DO PLANO Lei /2010, Art. 19: I. Diagnóstico da situação dos resíduos sólidos; II. Identificação áreas favoráveis para disposição final ambientalmente adequada de rejeitos; III. Identificação das possibilidades de implantação de soluções consorciadas ou compartilhadas com outros Municípios; IV. Identificação dos resíduos sólidos e dos geradores sujeitos a plano de gerenciamento específico; 17

18 CONTEÚDO MÍNIMO DO PLANO CONTINUAÇÃO... V. Procedimentos operacionais e especificações mínimas a serem adotados nos serviços públicos de limpeza urbana e de manejo de resíduos sólidos; VI. Indicadores de desempenho operacional e ambiental dos serviços públicos de limpeza urbana e de manejo de resíduos sólidos; VII. Regras para o transporte e outras etapas do gerenciamento de resíduos sólidos; VIII. IX. Definição das responsabilidades de implementação e operacionalização, das etapas do plano; Programas e ações de capacitação técnica voltados para sua implementação e operacionalização; 18

19 CONTEÚDO MÍNIMO DO PLANO CONTINUAÇÃO... X. Programas e ações de educação ambiental que promovam a não geração, a redução, a reutilização e a reciclagem de resíduos sólidos; XI. Programas e ações para a participação das cooperativas ou outras formas de associação de catadores de materiais reutilizáveis e recicláveis; XII. Mecanismos para a criação de fontes de negócios, emprego e renda, com a valorização dos resíduos sólidos; XIII. Sistema de cálculo dos custos da prestação dos serviços públicos de limpeza urbana e de manejo de resíduos sólidos, bem como a forma de cobrança desses serviços; 19

20 CONTEÚDO MÍNIMO DO PLANO CONTINUAÇÃO... XIV. Metas de redução, reutilização, coleta seletiva e reciclagem; XV. Descrição das formas e dos limites da participação do poder público local na coleta seletiva, na logística reversa e na responsabilidade compartilhada pelo ciclo de vida dos produtos; XVI. Meios de controle e a fiscalização, da implementação e operacionalização dos planos de gerenciamento de resíduos sólidos; XVII. Ações preventivas e corretivas; XVIII.Identificação dos passivos ambientais; XIX. Periodicidade da sua revisão. 20

21 CARACTERIZAÇÃO SOCIOECONÔMICA População censitária total de Porangatu em 2010 era de habitantes, com estimativa de habitantes para o ano de Novo Planalto em 2010 possuía população total de habitantes, com estimativa de habitantes para o ano de

22 LOCALIZAÇÃO DOS MUNICÍPIOS CONSORCIADOS 22

23 DIAGNÓSTICO DA SITUAÇÃO ATUAL 23

24 LEGISLAÇÃO RELACIONADA AO MUNICÍPIO DE PORANGATU Conselho de Defesa do Meio Ambiente Fundo Especial do Meio Ambiente e do Desenvolvimento Sustentável Código de Posturas Código Municipal do Meio Ambiente Ratificação do Protocolo de Intenções do CIRSNGO 24

25 LEGISLAÇÃO RELACIONADA AO MUNICÍPIO DE NOVO PLANALTO Código de Posturas Conselho Municipal do Meio Ambiente Código Municipal do Meio Ambiente Ratificação do Protocolo de Intenções do CIRSNGO 25

26 PROGRAMAS E AÇÕES DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL DESENVOLVIDOS EM PORANGATU Conferência Municipal do Meio Ambiente: Temas discutidos: produção e consumo sustentável, redução dos impactos ambientais, geração de emprego e renda, educação ambiental e financiamento do sistema de implementação da política de resíduos em nível local. Comemoração do Dia Mundial do Meio Ambiente Passeio Ciclístico do Araguaia 26

27 PROGRAMAS E AÇÕES DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL DESENVOLVIDOS EM NOVO PLANALTO Conferência Municipal de Meio Ambiente: Tema central Política de Resíduos Sólidos Assunto discutidos: produção e consumo sustentável, redução de impactos ambientais, geração de emprego, trabalho e renda e educação ambiental; 27

28 GERAÇÃO PER CAPITA DE RESÍDUOS SÓLIDOS PORANGATU Geração Per Capita Média: 1,36 kg/hab.dia. A medição feita considerando: capacidade volumétrica dos veículos coletores; Índices de compactação disponíveis na literatura; Valor pode ter sido superestimado! Para projeções, média per capita de 1 kg/hab.dia (IBGE, 2008). 28

29 GERAÇÃO PER CAPITA DE RESÍDUOS SÓLIDOS NOVO PLANALTO Geração Per Capita Média: 1,09 kg/hab.dia; Baseada em: Capacidade Volumétrica dos Veículos de Coleta; População Atendida pelos Serviços; Próxima à Média Nacional: 1 kg/hab.dia (IBGE, 2008). 29

30 Geração Per Capita de Resíduos Sólidos 0,79 kg/hab.dia 1,27 kg/hab.dia Municípios da região Centro Oeste Municípios do Estado de Goiás 30

31 SISTEMA DE LIMPEZA URBANA E MANEJO DOS RESÍDUOS SÓLIDOS Empresa contratada (Terceirização) ; Aproximadamente 83% da população total atendida com os serviços de coleta regular de resíduos sólidos; Há coleta de resíduos sólidos nos distritos ou povoados. 31

32 SISTEMA DE LIMPEZA URBANA E MANEJO DOS RESÍDUOS SÓLIDOS Frequência dos serviços de limpeza é variável; Coleta diária: avenidas comerciais de maior movimentação; 3X/semana: demais áreas; Varrição: seis variações de frequência diferentes; Varrição atende todos os setores, exceto 3 novos loteamentos; 32

33 SISTEMA DE LIMPEZA URBANA E MANEJO DOS RESÍDUOS SÓLIDOS A Prefeitura Municipal de Novo Planalto: única executora dos serviços; Aproximadamente 65% da população total do município é atendida com os serviços de coleta regular de resíduos sólidos; Não há coleta de resíduos sólidos na zona rural do município. Serviços de coleta: de segunda a sábado, no período diurno; Varrição ocorre nos mesmos dias, na Avenida Osvaldo Ferreira Sena; 33

34 CARACTERIZAÇÃO FÍSICA DOS RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS Porangatu: Matéria Orgânica: 46% Papel/Papelão 12,15%; Novo Planalto: Matéria Orgânica 34%; Plástico Filme 8,6%; 34

35 ÁREAS DE DISPOSIÇÃO FINAL PORANGATU Aterro Controlado Municipal opera desde 2003; Há área suficiente para uso por longo período; Situado a 2 km do perímetro urbano; Área Total: 60 ha 20 ha: RSU; 2,7 há: RCC; 35

36 36

37 ÁREAS DE DISPOSIÇÃO FINAL PORANGATU Aterro Controlado Municipal Dentro do novo perímetro urbano do município; Dentro da Área de Segurança Aeroportuária do aeródromo SWWA; 37

38 ÁREAS DE DISPOSIÇÃO FINAL NOVO PLANALTO Lixão opera desde 2005; Localizado fora da zona urbana do município; Área total: não há informações 38

39 PASSIVOS AMBIENTAIS RELACIONADOS AOS RESÍDUOS SÓLIDOS PORANGATU Aterro Controlado Municipal; Não foram observadas ocorrências de passivos ambientais de elevado grau de significância dentro do município; Observou-se disposições irregulares na zona urbana e nas margens de rodovias dentro dos limites do município, porém com menor significância; 39

40 Atual área do lixão; PASSIVOS AMBIENTAIS RELACIONADOS AOS RESÍDUOS SÓLIDOS NOVO PLANALTO Antigo lixão, localizada dentro da zona urbana, hoje está fora de operação; Poluição difusa: locais de disposição inadequada na zona urbana. Área com grande quantidade de resíduos descartados de forma concentrada, dentro da zona urbana municipal 40

41 41

42 GERENCIAMENTO DOS RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS PORANGATU E NOVO PLANALTO Resíduos Sólidos Urbanos Resíduo de Construção Civil Coleta Não há coleta seletiva Disposição final 42

43 GERENCIAMENTO DOS RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS PORANGATU Atuação de catadores na área do aterro e na zona urbana; Empresas compram os materiais diretamente dos catadores, enfardam e revendem; Parceria público-privada, PEV, iniciativa isolada. 43

44 GERENCIAMENTO DOS RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS NOVO PLANALTO Satisfatória distribuição das lixeiras públicas pelos locais com maior aglomeração de pessoas; Contêineres estacionários disponibilizados pela Prefeitura Municipal nos estabelecimentos comerciais com maior geração de resíduos; Residências e instalações comerciais com número escasso de lixeiras; 44

45 GERENCIAMENTO DOS RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS NOVO PLANALTO Coleta apenas na zona urbana do Município; Não há coleta na zona rural, em povoados e distritos; 45

46 GERENCIAMENTO DOS RESÍDUOS DE ESTABELECIMENTOS COMERCIAIS E PRESTADORES DE SERVIÇOS Porangatu: 2011 existiam 865 empresas cadastradas (IBGE, 2013); Destaca-se: supermercados, quitandas, mercearias e afins, oficinas mecânicas, hotéis, bares e restaurantes, postos de combustíveis, geradores de resíduos específicos; 46

47 GERENCIAMENTO DOS RESÍDUOS DE ESTABELECIMENTOS COMERCIAIS E PRESTADORES DE SERVIÇOS Porangatu: Cadeia de logística reversa: Não há iniciativa para a estruturação de por parte dos comerciantes locais; Baterias automotivas: recolhidas pelos fabricantes, importadores e ou distribuidores; Pneus inservíveis: recolhidos regularmente pela Prefeitura Municipal e armazenado em local coberto; não há cobrança pelo serviço; 47

48 GERENCIAMENTO DOS RESÍDUOS DE ESTABELECIMENTOS COMERCIAIS E PRESTADORES DE SERVIÇOS Porangatu: Produtos eletroeletrônicos e seus componentes: não foi observada cadeia de devolução estruturada; descartados de maneira imprópria; Embalagens agrotóxicos: não existe ponto de recebimento; consumidores encaminham para unidade de processamento em Goianésia GO; Óleo lubrificante usado ou contaminado Devolução ou venda deste resíduo para empresas que realizam o seu rerrefino; Usado no tratamento de estacas para construção de cercas, utilização em motores de motosserras, entre outros; Condições insatisfatórias de armazenamento 48

49 GERENCIAMENTO DOS RESÍDUOS DE ESTABELECIMENTOS COMERCIAIS E PRESTADORES DE SERVIÇOS Novo Planalto: 2011 existiam 51 empresas cadastradas (IBGE, 2013); Destaca-se: supermercados, quitandas, mercearias e afins, oficinas mecânicas, hotéis, bares e restaurantes, postos de combustíveis, farmácias, armazéns gerais e geradores de resíduos específicos; 49

50 GERENCIAMENTO DOS RESÍDUOS DE ESTABELECIMENTOS COMERCIAIS E PRESTADORES DE SERVIÇOS Novo Planalto: Cadeia de logística reversa: Não há iniciativa para a estruturação de por parte dos comerciantes locais; Baterias automotivas: recolhidas pelos fabricantes, importadores e ou distribuidores no município; Óleo lubrificante usado ou contaminado: sua reutilização para tratamento de estacas para construção de cercas, utilização em motores de motosserras, entre outros; não retorna as empresas especializadas; Pneus inservíveis: recolhidos regularmente e transportados pela Prefeitura Municipal até o município de São Miguel do Araguaia; 50

51 GERENCIAMENTO DOS RESÍDUOS DE ESTABELECIMENTOS COMERCIAIS E PRESTADORES DE SERVIÇOS Novo Planalto: Produtos eletroeletrônicos e seus componentes: não foi observada cadeia de devolução estruturada; descartados de maneira imprópria; Embalagens de agrotóxicos: não há posto de recebimento de embalagens vazias; Armazéns gerais: para beneficiamento e armazenamento temporário de grãos; resíduos gerados são a palhada (empregada na agropecuária local) e a quirera (utilizada para a fabricação de ração). 51

52 GERENCIAMENTO DOS RESÍDUOS DE SANEAMENTO BÁSICO PORANGATU Abastecimento de água Captação de águas subterrâneas 30 l/s Captação de águas superficiais 90 l/s Resíduos das Estações de Tratamento de Água: Principais resíduos gerados Retrolavagem dos filtros utilizados para a remoção de sólidos Lodo Embalagens, sacarias, material de escritório Descarte nas galerias pluviais do município Encaminhados para o Aterro Controlado 52

53 GERENCIAMENTO DOS RESÍDUOS DE SANEAMENTO BÁSICO PORANGATU Sistema de abastecimento de água 53

54 GERENCIAMENTO DOS RESÍDUOS DE SANEAMENTO BÁSICO PORANGATU Resíduos das Estações de Tratamento de Esgoto: O município ainda não possui sistema de tratamento de esgotos em operação; Estação de tratamento em fase final de construção; Resíduos de fossas sépticas ou fossas negras Aterro controlado municipal, despejados em valas abertas em solo 54

55 GERENCIAMENTO DOS RESÍDUOS DE SANEAMENTO BÁSICO PORANGATU Resíduos do Sistema de Drenagem Pluvial: Sistema de drenagem Pontos de descarga Sistema de guias e sarjetas Ainda não conta com projeto e ou plano de gestão de águas pluviais; Manejo das drenagens pluviais, limpezas de bueiros, bocas de lobo e sarjetas Responsabilidade da Prefeitura Municipal Executados pela empresa contratada Resíduos destinados ao Aterro Controlado 55

56 GERENCIAMENTO DOS RESÍDUOS DE SANEAMENTO BÁSICO NOVO PLANALTO Resíduos das Estações de Tratamento de Água: Captação de águas subterrâneas Desinfecção Não há geração significativa de resíduos Estão previstas ampliações no sistema nos próximos anos. 56

57 GERENCIAMENTO DOS RESÍDUOS DE SANEAMENTO BÁSICO NOVO PLANALTO Sistema atual de abastecimento de água de Novo Planalto. Sistema atual de abastecimento de água de Novo Planalto. 57

58 GERENCIAMENTO DOS RESÍDUOS DE SANEAMENTO BÁSICO NOVO PLANALTO Resíduos das Estações de Tratamento de Esgoto: Não possui sistema de tratamento de esgotos em operação; Não possui projeto para instalação da estação de tratamento de esgoto; Residências fossas negras/fossas sépticas 58

59 GERENCIAMENTO DOS RESÍDUOS DE SANEAMENTO BÁSICO NOVO PLANALTO Resíduos do Sistema de Drenagem Pluvial: Sistema de drenagem Pontos de descarga Sistema de guias e sarjetas O município não conta com projeto e ou plano de gestão de águas pluviais; Não se observa pontos críticos, alagamentos ou inundações na zona urbana; Manejo das drenagens pluviais, limpezas de bueiros, bocas de lobo e sarjetas Responsabilidade da Prefeitura Municipal Executados de forma direta Resíduos destinados ao Lixão 59

60 GERENCIAMENTO DOS RESÍDUOS INDUSTRIAIS PORANGATU Indústrias extrativas e de transformação; 85 empresas cadastradas junto ao CNAE atividades industriais geradoras de resíduos: Laticínios Indústrias de cerâmica vermelha Curtume Frigoríficos Fábricas de insumos para animais Usina de biodiesel 60

61 GERENCIAMENTO DOS RESÍDUOS INDUSTRIAIS PORANGATU Laticínio: beneficia o leite in natura para venda ou para a produção de derivados; papéis, embalagens, plástico e papelões são comumente incinerados em caldeiras; Produção de biodiesel: não está em operação durante a elaboração deste diagnóstico; Indústria da cerâmica vermelha: extração de argila e fabricação de blocos, telhas e etc; resíduo gerado na fabricação: cinza da queima da lenha, que é doado para utilização em hortas, e as peças que quebradas são utiliza para tampar buracos; 61

62 GERENCIAMENTO DOS RESÍDUOS INDUSTRIAIS NOVO PLANALTO Indústrias extrativas e de transformação; 2 empresas cadastradas junto ao CNAE; Um laticínio, um matadouro e uma carvoaria no município; Matadouro: resíduos corte da carne, ossos, vísceras; conflito com os órgãos de fiscalização; relatos de degradação ambiental; 62

63 GERENCIAMENTO DOS RESÍDUOS INDUSTRIAIS NOVO PLANALTO Laticínio: resíduos lipídicos; separação água-óleo; sobrenadante é coletado por caminhões limpa-fossa, que tem tratamento desconhecido; Carvoaria: com indícios de operação, porém estava abandonada no momento da visita; não houve levantamento de informações. 63

64 GERENCIAMENTO DOS RESÍDUOS DE SERVIÇOS DE SAÚDE PORANGATU 59 estabelecimentos cadastrados junto ao Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde CNES, em dezembro de 2013; 2 empresas autorizadas para a coleta e incineração dos resíduos de serviços de saúde atuam no município; Estabelecimentos geradores de resíduos: Farmácias comuns Farmácias de manipulação Hospitais e Unidades básicas de saúde Clínicas e consultórios médicos particulares Estabelecimentos de atenção à saúde animal, 64

65 GERENCIAMENTO DOS RESÍDUOS DE SERVIÇOS DE SAÚDE PORANGATU Não há estimativa da geração total de resíduos; A frequência de coleta varia de acordo com geração; Funerárias: queimam parte dos resíduos gerados dentro do cemitério municipal; enterram certos resíduos depois de queimados em vala específica; Cemitério: não realiza exumações, disponibilidade de área para novas sepulturas; já sofreu ampliação, entretanto a área disponível é insuficiente; Farmácias: utensílios (seringas, lâminas), medicamentos vencidos e matéria-prima encaminhados para incineração; Pet shop: RSS acondicionados em sacos plásticos, encaminhado para o aterro controlado, queimados ou enterrados. 65

66 GERENCIAMENTO DOS RESÍDUOS DE SERVIÇOS DE SAÚDE NOVO PLANALTO 4 estabelecimentos cadastrados junto ao Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde CNES, em dezembro de 2013; 1 empresa coleta e encaminha os resíduos para a incineração; Geração média dos estabelecimentos públicos de 50 a 120 kg/mês 66

67 GERENCIAMENTO DOS RESÍDUOS DA CONSTRUÇÃO CIVIL PORANGATU 21 empresas no ramo de construção cadastradas junto ao CNAE; Empresa contratada Disponibilização de contêineres metálicos estacionários Recolhimento do RCC Encaminhamento do resíduo ao aterro 67

68 GERENCIAMENTO DOS RESÍDUOS DA CONSTRUÇÃO CIVIL NOVO PLANALTO 1empresa no ramo de construção cadastrada junto ao CNAE; Recuperação da rodovia GO-244; Canteiro de obras instalado no município em caráter temporário; Parte dos resíduos gerados é reaproveitada na própria obra a outra parte é encaminhada ao lixão; 68

69 GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS AGROSSILVOPASTORIS PORANGATU Zona rural não conta com coleta convencional de resíduos sólidos; Não há posto de recebimento de embalagens de agrotóxicos ; Zona rural queima ou enterra os resíduos; Iniciativa privada para a instalação de um posto de recebimento destas embalagens; Porangatu Leilões: Resíduos de tratos veterinários (coletados pela empresa contratada) e fezes e urina (doado a horticultores); 69

70 GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS AGROSSILVOPASTORIS NOVO PLANALTO O município não conta com coleta convencional de resíduos sólidos na zona rural; Não há posto de recebimento de embalagens de agrotóxicos; População rural queima ou enterra resíduos; Principais atividades: o cultivo de soja, a pecuária de gado de corte e de leite em pequena escala; 70

71 GERENCIAMENTO DOS RESÍDUOS DE SERVIÇOS DE TRANSPORTE PORANGATU Terminal Rodoviário: produção média de resíduos cerca de 2 m³ por dia. Meses de maior movimentação: janeiro, julho e dezembro; Gerenciamento deste resíduos é semelhante aos resíduos domiciliares; Contêiner estacionário para acondicionamento dos resíduos; Coleta é realizada regularmente duas vezes por semana; 71

72 GERENCIAMENTO DOS RESÍDUOS DE SERVIÇOS DE TRANSPORTE PORANGATU Estação Multimodal da Ferrovia Norte-Sul: a ser instalada; Área total será de aproximadamente 33 ha; Área destinada ao armazenamento de derivados de petróleo, álcool, grãos, açúcar e cargas em geral; 72

73 GERENCIAMENTO DOS RESÍDUOS DE SERVIÇOS DE TRANSPORTE NOVO PLANALTO Não possui estação ou terminal rodoviário de passageiros, estação ou terminal ferroviário, portos ou aeroportos. 73

74 GERENCIAMENTO DOS RESÍDUOS DE MINERAÇÃO - PORANGATU Constam vários requerimentos e autorizações para pesquisa registrados; Apenas 4 processos estão em fase de licenciamento; Exploração de areia para aplicação direta na construção civil e apenas um processo está em fase de concessão de lavra para exploração de granulito; Não há geração resíduos significativos. 74

75 GERENCIAMENTO DOS RESÍDUOS DE MINERAÇÃO - NOVO PLANALTO 2 requerimentos para pesquisa registrados, relacionados a pesquisa de minério de ferro; Não há geração significativa de resíduos de mineração no município; 75

76 AMOSTRAGEM DOS RESÍDUOS SÓLIDOS GERADOS Quarteamento realizado no Aterro Controlado de Porangatu/GO. Quarteamento realizado no Lixão de Novo Planalto/GO. 76

77 CARACTERIZAÇÃO QUALI-QUANTITATIVA DOS RSU DE PORANGATU 77

78 CARACTERIZAÇÃO QUALI-QUANTITATIVA DOS RSU DE NOVO PLANALTO 78

79 IDENTIFICAÇÃO DE GERADORES SUJEITOS A PLANOS ESPECÍFICOS PORANGATU Grupo/Atividade Nº de Estabelecimentos Serviços Públicos de Saneamento Básico 01 Resíduos Industriais 85 Resíduos de Serviços de Saúde 59 Resíduos de Mineração 76 Empresas de Construção Civil 21 Serviços de Transporte 02 Geradores de Resíduos Agrossilvopastoris Outros Geradores 03 TOTAL

80 IDENTIFICAÇÃO DE GERADORES SUJEITOS A PLANOS ESPECÍFICOS NOVO PLANALTO Grupo/Atividade Nº de Estabelecimentos Serviços Públicos de Saneamento Básico 01 Resíduos Industriais 01 Resíduos de Serviços de Saúde 04 Resíduos de Mineração 00 Empresas de Construção Civil 01 Serviços de Transporte 00 Geradores de Resíduos Agrossilvopastoris Outros Geradores TOTAL 19 80

81 IDENTIFICAÇÃO DE RESÍDUOS E GERADORES SUJEITOS A SISTEMA DE LOGÍSTICA REVERSA 81 Resíduos sujeitos ao sistema de Logística Reversa: Agrotóxicos, seus resíduos e embalagens, assim como outros produtos cuja embalagem, após uso, constitua resíduo perigoso; Pilhas e baterias; Pneus (existe galpão de recebimento da Prefeitura em parceria com a Reciclaninp); Óleos lubrificantes, seus resíduos e embalagens; Lâmpadas fluorescentes, de vapor de sódio e mercúrio e de luz mista; Produtos eletroeletrônicos e seus componentes;

82 ASPECTOS SOCIAIS RELACIONADOS À GESTÃO DOS RESÍDUOS SÓLIDOS PORANGATU Não há associações ou cooperativas de catadores de materiais reutilizáveis ou recicláveis estruturadas; Catadores autônoma; presença de catadores no aterro controlado e nas vias públicas; Segundo o CRAS há quatro famílias de catadores exercendo suas atividades de catação fora do Aterro Controlado; uma delas apresenta situação de grande vulnerabilidade social, com 17 crianças dependentes; 82

83 ASPECTOS SOCIAIS RELACIONADOS À GESTÃO DOS RESÍDUOS SÓLIDOS PORANGATU 11 catadores da área do aterro controlado foram cadastradas pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente; 2 empresas compram material dos catadores, fazem a segregação e a prensagem dos materiais coletados para venda ao mercado externo; 83

84 ASPECTOS SOCIAIS RELACIONADOS À GESTÃO DOS RESÍDUOS SÓLIDOS PORANGATU CRAS Realiza atividades Presta serviços à comunidade de baixa renda Curso de capacitação: artesanato, corte e costura, serviço de convivência, assistência médica, odontológica, pediátrica e geriátrica Programa Pró-Jovem: Projeto Bonecando, ensina aos jovens de 15 a 17 anos a criarem bonecos a partir da utilização de materiais recicláveis; atendendo 35 jovens. 84

85 ASPECTOS SOCIAIS RELACIONADOS À GESTÃO DOS RESÍDUOS SÓLIDOS NOVO PLANALTO Não conta com associações ou cooperativas de catadores de materiais reutilizáveis ou recicláveis estruturadas; Não observou-se a coleta de materiais para fins de venda e obtenção de renda; Catadores na área do Lixão, coletando prioritariamente restos de alimentos; CRAS Ações voltadas para o amparo social de pessoas em situações de risco Serviços de Convivência e Fortalecimento de Vínculos Programa Bolsa Família Programa Pró-Jovem Programa para Idosos Auxílios tratamento médico 85

86 ÁREAS FAVORÁVEIS À DISPOSIÇÃO FINAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS Disposição Final dos RSU 86

87 ÁREAS FAVORÁVEIS À DISPOSIÇÃO FINAL DE RESÍDUOS DE CONSTRUÇÃO CIVIL Disposição Final dos RCC 87

88 PROPOSTA DE GESTÃO INTEGRADA DOS RESÍDUOS SÓLIDOS CONSÓRCIO CIRSNGO 1. Prognóstico da Geração de Resíduos Sólidos; 2. Procedimentos Operacionais e Especificações Mínimas para os Serviços de Limpeza Urbana e Manejo dos Resíduos Sólidos; 3. Indicadores de Desempenho Operacional e Ambiental; 4. Regras para o Transporte e Outras Etapas do Gerenciamento de Resíduos Sólidos de Geradores Específicos; 5. Responsabilidades Quanto à Implementação e Operacionalização dos Planos de Gerenciamento Específicos; 6. Controle e Fiscalização dos Planos de Gerenciamento Específicos; 7. Formas e Limites de Participação do Poder Público Local na Coleta Seletiva e Logística Reversa; 88

89 PROPOSTA DE GESTÃO INTEGRADA DOS RESÍDUOS SÓLIDOS 8. Programas e Ações de Capacitação Técnica; 9. Programas e Ações de Educação Ambiental; 10. Programas e Ações para a Participação de Grupos Interessados; 11. Mecanismos para a Criação de Fontes de Negócios, Emprego e Renda; 12. Sistema de Cálculo e Forma de Cobrança para a Prestação dos Serviços de Limpeza Urbana e Manejo dos Resíduos Sólidos; 13. Ações Preventivas e Corretivas. 14. Estimativa de Custos para Implantação das Medidas Propostas; 89

90 Prognóstico da Geração de Resíduos Sólidos Projeção da geração de resíduos sólidos cenário tendencial: População Inicial (2014): habitantes Ano População Total Quantidade de Resíduos Gerados (t/ano) Ano População Total Quantidade de Resíduos Gerados (t/ano)

91 Projeção da geração de resíduos secos cenário desejável: População Inicial (2014): Projeção da geração de resíduos úmidos cenário desejável: habitantes Ano População Total Quantidade de Resíduos Gerados (t/ano) Ano População Total Quantidade de Resíduos Gerados (t/ano) População Inicial (2014): habitantes Ano População Total Quantidade de Resíduos Gerados (t/ano) Ano População Total Quantidade de Resíduos Gerados (t/ano)

92 Procedimentos Operacionais e Especificações Mínimas para os Serviços de Limpeza Urbana e Manejo dos Resíduos Sólidos Acondicionamento Coleta Convencional Resíduos Secos Varrição Coleta Seletiva Resíduos Úmidos Coleta PEVs Transporte EcoMedicamentos Destinação Final - Aterro Sanitário Coleta Especial RSU EcoPneus EcoAgro 92

93 Procedimentos Operacionais e Especificações Mínimas para os Serviços de Limpeza Urbana e Manejo dos Resíduos Sólidos Coleta Convencional Porangatu Expansão dos Serviços: Zona Urbana - Expansão Imediata: até 2 anos; Loteamento Marlene Vaz; Loteamento Cidade Jardim; Loteamento Jardim Europa 1ª e 2ª etapa; Loteamento Copacabana; Atender Novos Loteamentos Autorizados; Zona Rural Expansão em Curto Prazo: até 5 anos; Instalação de Contêineres Capelinha; Serrinha; Grupelândia; 93

94 94

95 Procedimentos Operacionais e Especificações Mínimas para os Serviços de Limpeza Urbana e Manejo dos Resíduos Sólidos Coleta Convencional Novo Planalto Expansão dos Serviços: Zona Urbana Expansão dos Serviços: Todos os Setores estão atendidos; Atender Novos Loteamentos Autorizados; Zona Rural Expansão dos Serviços: Instalação de Contêiner; Vila Formosa; 95

96 Procedimentos Operacionais e Especificações Mínimas para os Serviços de Limpeza Urbana e Manejo dos Resíduos Sólidos Coleta Seletiva - Consórcio CIRSNGO Resíduos Úmidos: Pátio de Compostagem; Mesma área do Aterro Sanitário; Caráter imediato (até 2 anos); Pátio com possibilidade de expansão; Resíduos Secos: Galpão de Triagem; Rejeitos: Células do Aterro Sanitário; 96

97 Procedimentos Operacionais e Especificações Mínimas para os Serviços de Limpeza Urbana e Manejo dos Resíduos Sólidos Coleta Seletiva - Consórcio CIRSNGO Formação de associações de catadores (até 2 anos); Programa de Coleta Seletiva nas Escolas (até 2 anos): PEV s Escolas públicas municipais; Resíduos Secos; Participação obrigatória escolas municipais; Participação facultativa escolas estaduais e federais; PEV s Supermercados grande circulação de pessoas (até 5 anos); Resíduos Secos; Logística Reversa; 97

98 98

99 Procedimentos Operacionais e Especificações Mínimas para os Serviços de Limpeza Urbana e Manejo dos Resíduos Sólidos Resíduos Secos Resíduos Úmidos Centro de Triagem Pátio de Compostagem APOIO DAS ASSOCIAÇÕES DE CATADORES 99

100 Procedimentos Operacionais e Especificações Mínimas para os Serviços de Limpeza Urbana e Manejo dos Resíduos Sólidos Coleta Especial - Consórcio CIRSNGO PEV s e Ecopontos; PEV s supermercados; EcoMedicamentos: Ecoponto para recebimento de medicamentos vencidos; Pequenos geradores; Destinação: Incineração (junto com demais RSS); EcoPneus: Ecoponto de entrega de pneus inservíveis; Destinação: Fabricantes; EcoAgro: Ecoponto de entrega de embalagens de agrotóxicos; Junto com o Aterro Sanitário; 100

101 Procedimentos Operacionais e Especificações Mínimas para os Serviços de Limpeza Urbana e Manejo dos Resíduos Sólidos PEVs Escolas Públicas; Grandes Supermercados; Destino: Centro de Triagem; EcoPneus Ponto de Recebimento; 1 Ponto: Território do CIRSNGO; Firmar parcerias/convênios: destinação; EcoMedicamentos Medicamentos vencidos; UPAS e Hospitais Municipais; Pequenos geradores; Entrega: Responsabilidade do gerador; EcoAgro Ponto de Recebimento; 1 Ponto: Território do CIRSNGO; Firmar parcerias/convênios: destinação; 101

102 Procedimentos Operacionais e Especificações Mínimas para os Serviços de Limpeza Urbana e Manejo dos Resíduos Sólidos Programa Bairro Sustentável: até 2017; Bairros selecionados; Coleta seletiva porta a porta; Transporte: Destinação Final: Aterro Sanitário do Consórcio; Aterros Industriais; Logística Reversa; 102

103 Indicadores de Desempenho Operacional e Ambiental Indicadores gerais; Indicadores sobre coleta de resíduos sólidos domiciliares e públicos; Indicadores sobre coleta seletiva e triagem; Indicadores sobre coleta de resíduos sólidos de serviços de saúde; Indicadores sobre serviços de varrição; Indicadores sobre serviços de capina e roçada. 103

104 Indicadores de Desempenho Operacional e Ambiental Indicadores: Planejamento e Avaliação das Políticas Públicas; 52 indicadores reunidos: SNIS Taxa de empregados em relação à pop. urbana; Despesa per capita com o manejo de RSU em relação à pop. urbana; 3 Indicadores Novos; Geração per capita de resíduos por setor; Geração média de resíduos por setor por dia; 104

105 REGRAS PARA O TRANSPORTE E OUTRAS ETAPAS DO GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS DE GERADORES ESPECÍFICOS Geradores de Resíduos de Serviços Públicos de Saneamento Básico (ETE s e ETA); Geradores de Resíduos Industriais; Geradores de Resíduos de Serviços de Saúde; Geradores de Resíduos de Mineração; Empresas de Construção Civil; Geradores de Resíduos de Serviços de Transporte; Geradores de Resíduos Agrossilvopastoris; Outros Geradores. 105

106 Regras para o Transporte e Outras Etapas do Gerenciamento de Resíduos Sólidos de Geradores Específicos PARA CADA TIPO DE RESÍDUO Segregação Acondicionamento Disposição para Coleta Coleta e Transporte Destinação Final 106

107 Regras para o Transporte e Outras Etapas do Gerenciamento de Resíduos Sólidos de Geradores Específicos Resíduos de Serviços de Saúde Geradores são responsáveis por destinar corretamente estes resíduos; Aterro Sanitário do Consórcio CIRSNGO não prevê valas para disposição de RSS; 107

108 RESPONSABILIDADES QUANTO À IMPLEMENTAÇÃO E OPERACIONALIZAÇÃO DOS PLANOS DE GERENCIAMENTO ESPECÍFICOS 108 Planos de gerenciamento de resíduos sólidos de geradores específicos ; pessoas físicas ou jurídicas definidas no plano aprovado pelo órgão competente. CONTROLE E FISCALIZAÇÃO DOS PLANOS DE GERENCIAMENTO ESPECÍFICOS Sistema informatizado de informações sobre os planos de gerenciamento de resíduos sólidos e indicadores de desempenho operacional e ambiental

109 FORMAS E LIMITES DE PARTICIPAÇÃO DO PODER PÚBLICO LOCAL NA COLETA SELETIVA E LOGÍSTICA REVERSA Incentivar, fomentar e priorizar a redução da geração, o reaproveitamento, a reciclagem, o tratamento e a disposição final adequada; Implantar o Sistema de Coleta Seletiva e logística reversa e manter os serviços de coleta e destinação de resíduos sólidos; Parceria com cooperativas ou associações de catadores; Fiscalizar e regulamentar todas as formas de gestão e manejo dos resíduos sólidos. 109

110 FORMAS E LIMITES DE PARTICIPAÇÃO DO PODER PÚBLICO LOCAL NA COLETA SELETIVA E LOGÍSTICA REVERSA Auxiliar processo de formação das associações de catadores; PEV s nas Escolas Públicas; PEV s nos supermercados (acordos bilaterais); 110

111 PROGRAMAS E AÇÕES DE CAPACITAÇÃO TÉCNICA Colaboradores envolvidos no gerenciamento dos resíduos sólidos; Colaboradores do Gerenciamento dos Resíduos de Serviços de Saúde; Funcionários do Aterro Sanitário. 111

112 PROGRAMAS E AÇÕES DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL Programa de Coleta Seletiva nas Escolas; Programa de Educação Ambiental para Comunidade Geral. 112

113 PROGRAMAS E AÇÕES PARA A PARTICIPAÇÃO DE GRUPOS INTERESSADOS Cadastramento de pessoas ou grupos interessados em participar da valorização econômica dos resíduos; Parcerias com municípios vizinhos; Instalação do Centro de Tratamento de Resíduos CTR; Programação anual para divulgação dos resultados e conscientização da população; 113

114 MECANISMOS PARA A CRIAÇÃO DE FONTES DE NEGÓCIOS, EMPREGO E RENDA Formalização do trabalho dos catadores autônomos no município; Formação de associações ou cooperativas de catadores; Formação assistida pelo Consórcio CIRSNGO; Programa Bairro Sustentável Coleta porta a porta pelas associações de catadores; Repasses do ICMS Ecológico; 114

115 SISTEMA DE CÁLCULO E FORMA DE COBRANÇA PARA A PRESTAÇÃO DOS SERVIÇOS DE LIMPEZA URBANA E MANEJO DOS RESÍDUOS SÓLIDOS Custo global dos serviços prestados; Custo da coleta convencional; Existência de sistema de coleta seletiva; Custo da coleta seletiva; Frequência de atendimento pelos serviços; Área construída do domicílio ou empreendimento; Disposição a pagar dos usuários; Nível médio de renda da população; Peso ou volume médio de resíduos coletados; Internalização dos custos não divisíveis; Tipo de domicílio (unifamiliar, multifamiliar); Tipo de setor (residencial, comercial, industrial); 115

116 AÇÕES PREVENTIVAS E CORRETIVAS MEDIDAS PREVENTIVAS Programa de instalação e substituição de lixeiras; Dia da Limpeza; Ouvidoria (Linha Verde). AÇÕES CORRETIVAS Procedimentos para eventuais situações imprevistas que venham a alterar o gerenciamento dos resíduos sólidos; Ações corretivas para os principais passivos ambientais: Aterro Controlado de Resíduos Domiciliares - Porangatu; Lixão Novo Planalto; Passivo em Novo Planalto; 116

117 ESTIMATIVA DE CUSTO PARA IMPLANTAÇÃO DAS MEDIDAS PROPOSTAS Aterro Sanitário Consorciado: Implantação: R$ ,95 Manutenção: R$ ,17/mês (média) Célula Temporária de Resíduos Novo Planalto (5 anos de operação): Implantação: R$ ,18 Centro de Triagem e Compostagem: Implantação: R$ ,45 Equipamentos Centro de Triagem: R$ ,00 Equipamentos Pátio de Compostagem: R$ 3.447,00 117

118 ESTIMATIVA DE CUSTO PARA IMPLANTAÇÃO DAS MEDIDAS PROPOSTAS Pontos de Entrega Voluntária (PEV s): Implantação: R$ ,00 (cada); EcoAgro: Implantação: R$ ,00; EcoMedicamentos: Implantação: R$ 72,00; 118

119 SOLUÇÃO CONSORCIADA E POSSIBILIDADE DE NOVAS ADESÕES AO CONSÓRCIO Municípios Convidados (raio de 50 km de Porangatu): Mutunópolis; Estrela do Norte; Formoso; Montivídiu do Norte; Santa Tereza; Trombas; 119

120 METAS DE REDUÇÃO, REUTILIZAÇÃO, COLETA SELETIVA E RECICLAGEM DE RESÍDUOS SÓLIDOS Meta de redução da geração e reutilização: deverá ser de 2% até 2034; Metas de coleta seletiva e reciclagem de resíduos, valores distintos para resíduos secos e úmidos: Metas para a coleta seletiva e a reciclagem de resíduos sólidos urbanos secos ,0% 10,0% 10,7% 11,5% 12,2% 13,0% 13,5% 14,0% 14,5% 15,0% ,5% 16,0% 16,5% 17,0% 17,7% 18,5% 19,2% 20,0% 20,7% 21,5% Metas para a coleta seletiva e a reciclagem de resíduos sólidos urbanos úmidos ,0% 10,0% 12,5% 15,0% 17,5% 20,0% 22,5% 25,0% 27,5% 30,0% ,5% 35,0% 37,5% 40,0% 42,5% 45,0% 47,5% 50,0% 52,5% 55,0% 120

121 METAS HORIZONTES TEMPORAIS ADOTADOS Imediato (até 2 anos) Curto prazo (até 5 anos) Médio prazo ( de 5 a 10 anos) Longo prazo ( de 10 a 20 anos). 121

122 CRONOGRAMA DE IMPLANTAÇÃO DAS AÇÕES PROPOSTAS Item Prazos Descrição Imediato Curto Médio Longo Aterro Sanitário Definição da área para implantação do Aterro Sanitário do Consórcio X CIRSNGO Encerramento do Aterro Controlado de X Porangatu Encerramento do Lixão de Novo X Planalto Início da operação do Aterro Sanitário X do Consórcio CIRSNGO Compra de balança veicular para instalação no Aterro Sanitário do X Consórcio 122

123 CRONOGRAMA DE IMPLANTAÇÃO DAS AÇÕES PROPOSTAS Item Descrição Imediato Curto Médio Longo Limpeza Urbana 6 Formação de associações ou cooperativas de catadores, com o apoio do Consórcio CIRSNGO X 7 Estudo técnico complementar para definição da taxa de cobrança pela prestação dos serviços públicos de limpeza urbana e manejo dos resíduos X sólidos a ser implementada no território do Consórcio CIRSNGO 8 Exigir Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos de geradores específicos X 9 Troca de turno dos serviços de varrição de noturno para diurno nos bairros residenciais, em Porangatu X 10 Criação da Câmara Técnica de Resíduos Sólidos no Consórcio CIRSNGO X 11 Ampliação dos serviços de varrição em Porangatu X X X 12 Ampliação dos serviços de varrição em Novo Planalto X X X 13 Criação de sistema informatizado para a gestão de resíduos sólidos - Sistema Consorciado de Informações sobre Resíduos Sólidos (SiCIRS) X 123

124 CRONOGRAMA DE IMPLANTAÇÃO DAS AÇÕES PROPOSTAS Coleta Convencional Item Descrição Horizonte Imediato Curto Médio Longo Expansão dos serviços de coleta convencional na zona urbana do município de Porangatu, de modo a atender os novos loteamentos instalados Expansão dos serviços de coleta convencional na zona rural do município de Porangatu, de modo a atender os distritos ou povoados Capelinha, Serrinha e Grupelândia Substituição da frota de veículos coletores, para uso apenas de caminhões compactadores X X X 124

125 CRONOGRAMA DE IMPLANTAÇÃO DAS AÇÕES PROPOSTAS Item 17 Descrição Construção do Pátio de Compostagem modular, com possibilidade de expansão posterior, para atender ao Consórcio CIRSNGO Coleta Seletiva Horizonte Imediato Curto Médio Longo X 18 Iniciar a compostagem dos resíduos úmidos X Iniciar a coleta seletiva nas escolas públicas municipais - Programa de Coleta Seletiva nas Escolas Instalação de Pontos de Entrega Voluntária - PEV's para coleta de resíduos sólidos secos nas unidades escolares públicas municipais de Porangatu (3) Iniciar coleta seletiva nos bairros selecionados - Programa Bairro Sustentável Aquisição de caminhões "gaiola" para a coleta seletiva - Um para cada município consorciado X X X X 125

126 CRONOGRAMA DE IMPLANTAÇÃO DAS AÇÕES PROPOSTAS Item Coleta Especial Horizonte Descrição Imediato Curto Médio Longo 23 Exigir a implementação de sistemas de logística reversa dos geradores identificados X Instalação de Pontos de Entrega Voluntária (PEV's) nos supermercados de maior porte no território do Consórcio - Porangatu (3) e Novo Planalto (1) Instalação do Ecoponto para recebimento de medicamentos vencidos (EcoSaúde) X X 26 Instalação do Ecoponto para recebimento de embalagens vazias de agrotóxicos (EcoAgro) - Pelo menos um no território do Consórcio X 27 Instalação do Ecoponto para recebimento de pneus inservíveis (EcoPneus) - Um em cada município consorciado X 126

127 CRONOGRAMA DE IMPLANTAÇÃO DAS AÇÕES PROPOSTAS Item Descrição Passivos Ambientais Horizonte Imediato Curto Médio Longo 28 Elaboração de estudo técnico complementar para avaliação do grau de contaminação da área do Aterro Controlado de Porangatu e proposição do Plano de Monitoramento X Início da recuperação da área do Aterro Controlado de Porangatu Elaboração de estudo técnico complementar para avaliação do grau de contaminação da área do atual Lixão de Novo Planalto e proposição do Plano de Monitoramento X X 31 Início da recuperação da área do atual Lixão de Novo Planalto X Elaboração de estudo técnico complementar para avaliação do grau de contaminação da área do antigo Lixão de Novo Planalto e proposição do Plano de Monitoramento Início da recuperação da área do antigo Lixão de Novo Planalto Execução do Plano de Monitoramento para o Aterro Controlado de Porangatu Execução do Plano de Monitoramento para o atual Lixão de Novo Planalto Execução do Plano de Monitoramento para o antigo Lixão de Novo Planalto X X X X X X X X X X X 127

128 CRONOGRAMA DE IMPLANTAÇÃO DAS AÇÕES PROPOSTAS Item Outras Ações/Atividades Descrição Transferir a responsabilidade da coleta, transporte e destinação final de resíduos de construção civil nos municípios consorciados para os seus geradores Adequar o gerenciamento dos resíduos de serviços de transporte nos municípios consorciados Horizonte Imediato Curto Médio Longo X X 128

129 CONSIDERAÇÕES FINAIS Atendimento às incumbências legais: Lei Nº /2007; Lei Nº /2010; Decretos regulamentadores; O PCGIRS deverá ser revisado no prazo máximo de 4 anos, anteriormente a elaboração do Plano Plurianual; O controle social do plano deve ser sempre garantida; Melhoria contínua do PCGIRS;

130 INFORMAÇÕES SOBRE A CONSULTA PÚBLICA Pode e deve participar toda a comunidade e entidades de representação; De 21 de fevereiro até 15 de março de 2014; 130

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