CÂMARA MUNICIPAL DE HIDROLÂNDIA

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "CÂMARA MUNICIPAL DE HIDROLÂNDIA"

Transcrição

1 LEI N.º 553/2015 HIDROLÂNDIA, 25 DE MAIO DE 2015 Institui o Plano Municipal de Educação PME e dá outras providências. Lei: O PREFEITO DO MUNICÍPIO, ESTADO DE GOIÁS Faço saber que a Câmara Municipal de Hidrolândia aprova e eu sanciono a seguinte Art.1º. Fica instituído em Hidrolândia, Estado de Goiás, o Plano Municipal de Educação PME, com duração de dez anos, conforme dispõe o Plano Nacional da Educação PNE, Lei Federal n /2014. Art. 2º. O Plano Municipal de Educação é elaborado com participação da sociedade, sob a coordenação da Secretaria Municipal de Educação e subsidiado pela Subsecretaria Regional de Educação, em conformidade com os Planos Nacional e Estadual de Educação. Art. 3º. O Plano Municipal de Educação, apresentado em conformidade com o que dispõem a Constituição Estadual e a Lei Orgânica do Município de Hidrolândia, reger-se-á pelos princípios da democracia e da autonomia, buscando atingir o que preconizam a Constituição da República e a Constituição do Estado de Goiás, como também a Lei Orgânica do Município. Art. 4º. O Plano Municipal de Educação contém a proposta educacional do Município, fixando suas diretrizes, objetivos e metas, conforme ANEXO, que passa a fazer parte integrante da presente Lei. Art. 5º. As despesas decorrentes da aplicação desta Lei correrão por conta das verbas federais: Manutenção de Creches, PNAE, PENAT, Salário Educação, PDDE, Brasil Carinhoso, além das dotações orçamentárias próprias e de outros recursos captados no decorrer da execução do Plano. Art. 6º. Esta Lei entrará em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições contrárias. Gabinete do Prefeito Municipal de Hidrolândia, Estado de Goiás, aos vinte e cinco dias do mês de maio do ano de dois mil e quinze (25/05/2015). Página 1 de 65

2 Paulo Sérgio de Rezende Prefeito Municipal Este texto não substitui o publicado no Placar da Prefeitura em: 25/05/2015. Página 2 de 65

3 ANEXO Página 3 de 65

4 PLANO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO Lei Federal nº , de 25 de junho de 2014 Hidrolândia Goiás Página 4 de 65

5 PREFEITURA MUNICIPAL SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO PLANO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO Hidrolândia Goiás Página 5 de 65

6 PREFEITURA MUNICIPAL PREFEITO MUNICIPAL: PAULO SÉRGIO DE REZENDE SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO SECRETÁRIA: ELEUSA MARIA LAVRINHA BARRETO MATIAS Página 6 de 65

7 PREFEITURA MUNICIPAL SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO PLANO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO Lei Federal nº , de 25 de junho de 2014 Junho de 2015 Página 7 de 65

8 SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO Paulo Sérgio de Rezende Prefeito Eleusa Maria Lavrinha Barreto Matias Secretária Municipal de Educação Equipe de Elaboração: Equipe Técnica Andressa Karine Fernandes Suplente Cacilda Pereira Soares Teles Cristiane Aparecida Vieira Suplente Divina dos Santos Silva Eleusa Maria Lavrinha Barreto Matias Ivonete Iolanda Cavalcante Kirley Cruvinel de Souza Leonardo de Souza Bernardes Luci Maria de Oliveira Silva Márcia Cristina Lavrinha Barreto Maria Angélica Talita Ferreira Machado Maria Cristina Rezende - Suplente Michele Martins Ferreira Sebastião Matias Neto Página 8 de 65

9 EQUIPE COORDENADORA Ana Paula Esteves de Matos Alves Coordenadora Andressa Karine Fernandes Coordenadora Ângela Rocha Antônio Coordenadora da Rádio Comunicação Angelina Maria Alves Pereira Diretora da Rede Estadual Cacilda Pereira Soares Teles Coordenadora do Ensino Fundamental Clotilde Carmem de Araújo Gomes Representante do Rotary Cristiane Aparecida Vieira Professora de Educação Infantil Divina Abadia Fernandes Representante do Sindicato Rural Divina dos Santos Silva Diretora Eleusa Maria Lavrinha Barreto Matias Secretária de Educação Ester Maria Dias dos Santos Professora Fabiana Teles Machado Professora do Ensino Fundamental Ilza Vieira dos Anjos Souza Representante do Segmento Religioso Ivonete Iolanda de Souza Cavalcante Presidente do Conselho Tutelar José Délio Alves Júnior Vereador Kirley Cruvinel de Souza Diretora Leonardo de Souza Bernardes Professor da Rede Estadual Luci Maria de Oliveira Silva Diretora Magna Rodrigues de Moraes Pimenta Professora de Educação Infantil Márcia Cristina Lavrinha Barreto Coordenadora da Educação Infantil Maria Celeste Oliveira e Silva Professora Maria Cristina Rezende Professora do Ensino Fundamental Mayara Morgana da Silva Santos Professora de Educação Física Michele Martins Ferreira Diretora Rita de Cássia da Silva Representante de Pais Sebastião Matias Neto Secretário de Administração Sergio Rosa da Silva Diretor Silvia Helena Pontes dos Santos Silva Professora de Educação Infantil Simone Severino de Almeida Diretora Vanessa Rezende de Melo Representante de Pais Diretores, coordenadores, professores e comunidade Página 9 de 65

10 SUMÁRIO 1. APRESENTAÇÃO IDENTIFICAÇÃO DO MUNICÍPIO ETAPAS DE ENSINO EDUCAÇÃO INFANTIL Caracterização e Diagnóstico Diretrizes ENSINO FUNDAMENTAL Diagnóstico Diretrizes MODALIDADE DE ENSINO EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS EJA Diagnóstico Diretrizes EDUCAÇÃO ESPECIAL Diagnóstico Diretrizes EDUCAÇÃO PROFISSIONAL Diagnóstico Diretrizes FORMAÇÃO E VALORIZAÇÃO DOS PROFESSORES E DEMAIS PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO Diagnóstico Diretrizes O FINANCIAMENTO DA EDUCAÇÃO BÁSICA MUNICIPAL Diagnóstico Diretrizes ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO METAS E ESTRATÉGIAS DO PLANO MUNICIPAL Meta Meta Meta Meta Meta Meta Meta Página 10 de 65

11 Meta Meta Meta Meta Meta Meta Meta Meta Meta Meta Meta Meta Meta SIGLAS REFERÊNCIAS Página 11 de 65

12 1. APRESENTAÇÃO O Plano Municipal de Educação do Município de Hidrolândia, Goiás, com vigência para 2015 a 2025, foi reelaborado com base nos dispositivos da legislação federal, art. 214 da Constituição Federal e Lei Federal de nº , de 25 de junho de 2014, que estabelece a obrigatoriedade dos Estados e Municípios brasileiros, a partir de junho de 2014, elaborarem seus correspondentes Planos de Educação ou adequarem os já existentes, em consonância com o Plano Nacional de Educação (PNE). Este Plano Municipal de Educação é um documento com força de lei, uma lei que estabelece as metas prioritárias, com diretrizes, objetivos e estratégias de implementação para assegurar a manutenção e o desenvolvimento do ensino, em seus diversos níveis, etapas e modalidades: das creches às universidades. Metas para que a garantia do direito à educação de qualidade avance no nosso município por um decênio. Ele é um importante instrumento de curto, médio e longo prazo, de garantia de cidadania e de direitos contra a descontinuidade das políticas públicas para a educação. O Plano Municipal é o instrumento mais importante da política educacional e nós estamos num momento propício para a discussão sobre quais são as prioridades do nosso município. A participação é o cerne de todo o processo de reconstrução deste. Mas não basta estabelecer objetivos e enumerar ações, um Plano Municipal de Educação é muito mais que uma declaração de boas intenções. Sua importância não reside apenas em garantir um direito fundamental pelo qual os municípios têm grande responsabilidade, mas sim a construção coletiva do PME, o planejamento público, democrático, transparente é um passo fundamental rumo a garantia do direito humano à educação de qualidade e a sua implementação têm o potencial de mudar a forma como gestores e a comunidade lidam com as políticas educacionais. Estamos apresentando o nosso Plano Municipal de Educação à sociedade, totalmente reformulado, o fruto de muito trabalho e inúmeras reuniões. Este é o projeto, mas que precisa ser abraçado e monitorado por todos, depois de apreciado, pois como disse Paulo Freire Acreditamos que a educação sozinha não transforma a sociedade, sem ela tampouco a sociedade muda. Se a nossa opção é progressiva, se estamos a favor da vida e não da morte, da equidade e não da injustiça, do direito e não do arbítrio, da convivência com o diferente e não de sua negação, não temos outro caminho senão viver a nossa opção. Encarná-la, diminuindo, assim, a distância entre o que dizemos e o que fazemos. Eleusa Maria Lavrinha Barreto Matias Secretária Municipal de Educação Página 12 de 65

13 1.1. IDENTIFICAÇÃO DO MUNICÍPIO Os primeiros colonizadores da região, onde hoje se ergue o município de Hidrolândia, provieram da província das Minas Gerais, eram os chamados Geralistas, e alguns deles elementos simpáticos ao movimento libertário, Inconfidência Mineira, ocorrido em Vila Rica no ano de Aqui se apossaram de extensas áreas de terras, onde construíram residências e implantaram empreendimentos agropastoris. À medida que chegavam mais colonizadores, as terras eram repartidas e os índios expulsos para espaços mais longínquos. Desde então, foram surgindo extensas fazendas de criação de gado e também outras atividades agrícolas. Durante as primeiras décadas do século XIX, os moradores da região, fizeram de Santa Cruz de Goiás o ponto de vendas e compras de artigos necessários as suas subsistências e à lida no campo. Na década de 1830 as margens da estrada que ligava esta região à sede do município (Santa Cruz de Goiás), o Guarda-Mor Francisco José Pinheiro, construiu-se uma capela, surgindo ao seu redor um povoado denominado Pouso Alto (atual Piracanjuba). Pouso Alto, anos depois (1855), alcançou a categoria de Distrito, e então os moradores da região de Grimpas transferiram suas atividades de comprar e vender seus produtos e as desobrigas religiosas e civis para aquele Distrito do qual faziam parte. A estrada utilizada pelos tropeiros e boiadeiros, vindos de Minas Gerais e São Paulo, passando por Pouso Alto em direção a capital da província de Goiás, cruzava o território onde atualmente é o município de Hidrolândia. As margens do Ribeirão Grimpas, na fazenda do Sr. Joaquim Pereira Cardoso e sua mulher Maria Joaquina Duarte, passaram a ser o ponto de pousada para viajantes, tropeiros e boiadeiros. Entre eles o Padre Marinho, que além de padre era boiadeiro. Os Pereira Cardoso, bem como fazendeiros vizinhos, aproveitavam os pernoites do Padre para fazerem celebrações de missas, casamentos e batizados. Então os moradores da Página 13 de 65

14 região construíram uma capelinha em louvor a Santo Antônio onde passou a ter lugar fixo os ofícios religiosos, mesmo sem o padre rezavam o terço e orações. Santo Antônio já era o nome da fazenda do Sr. Joaquim Pereira Cardoso (Pereirão), devoto deste santo, que passou a liberar para quem quisesse construir e, morar ao redor da capela, pois queria fundar um povoado nas Grimpas. O povoado cresceu gradativamente ao redor da capelinha rústica em louvor a Santo Antônio, já era um arraial, mas não tinha status de entidade administrativa e religiosa. O pedido para que fosse criado foi feito pelos cidadãos da região, liderados por, Joaquim Pereira Cardoso, (filho Pereirinha), major Pimenta, Padre Marinho e José Avelino de Castro, à Câmara Municipal de Pouso Alto. Em 1895 houve a doação de áreas de terras para a paróquia de Santana, pelo Sr. Manoel Pereira Cardoso e sua mulher Ana Ricarda de Jesus e as senhoras Maria Inácia Pereira e Maria José da Conceição, para a legalização do patrimônio de Santo Antônio. Por Lei Municipal de Pouso Alto, assinada em 7 de abril de 1896, foi criado o Distrito de Santo Antônio das Grimpas, e assim permaneceu por 34 anos. Neste mesmo ano de 1896 foi criada a primeira escola primária, sendo nomeado para o cargo o professor Joaquim Inácio Ferreira e a criação de um novo cemitério. Em 1899, foi instalado o primeiro cartório que ficou a cargo Juiz Federal Antônio Alves e coube o posto permanente de vigário o Padre Antão. Neste mesmo ano criaram-se a Agência dos Correios, a Coletoria Estadual e a Subprefeitura, sendo nomeado o Senhor Antônio Alves de Magalhães para dirigi-la. Os grimpenses elegeram em 1 de março de 1918, o cidadão representante de Santo Antônio das Grimpas, José Avelino de Castro para fazer parte do conselho Municipal de Pouso Alto. O progresso acentuava cada vez mais naquele Distrito, até que em 1930, vitoriosa a Revolução, os habitantes locais iniciaram o movimento próemancipação, tendo uma caravana composta dos principais elementos locais se dirigindo à Junta Governativa do Estado solicitando que fosse concedida ao povoado à autonomia administrativa tão sonhada pelos seus habitantes. O Dr. Mário D Alencastro Caiado ex-juiz de Direito de Pouso Alto e um grande amigo de Santo Antônio das Grimpas, não poupou esforços para que o Distrito fosse emancipado. Assim pelo Decreto n 454, de 24 de novembro de 1930, foi o Distrito de Santo Antônio das Grimpas desmembrado do município de Pouso Alto (atual Piracanjuba), constituindo-se autônomo com a denominação de Hidrolândia. Sendo assim, o Dr. Mário resguardou-se no direito de ter o privilégio de escolher o nome para o recém criado município. Exímio conhecedor da região, assim como da abundância e boa qualidade de suas águas, achou apropriado denominar o novo município de Hidrolândia, que quer dizer lugar de água. No entanto, foi nomeado o 1 Prefeito do novo Município o Senhor José Amâncio de Souza Pinto. Com a criação do município de Goiânia, Hidrolândia perde a sua emancipação e volta à condição de Distrito, com denominação antiga Grimpas. Com isso, os habitantes locais, procuravam obter do Prefeito da Capital os melhoramentos que necessitavam, conseguiram por meio de subscrição popular, adquirir um prédio para nele ser instalado o Grupo Escolar Dr. Página 14 de 65

15 Laudelino Gomes. O Prefeito de Goiânia, Professor Venerando de Freitas Borges realizou um dos maiores benefícios para o Distrito, foi a construção da rodovia ligando Goiânia diretamente a Pouso Alto (atual Piracanjuba). Mas, sem deixar de ressaltar a boa vontade do Prefeito de Piracanjuba, Hermínio Alves de Amorim nesta benfeitoria. Com isso, trouxe para Hidrolândia um grande movimento de veículos automotores, facilitando de modo extraordinário a locomoção para a Capital do Estado. Nessa fase percebiam melhoramentos de iniciativa particular em Grimpas, como a construção de vários prédios modernos, montagem de uma fábrica de manteiga, casas comerciais, bares, etc. Destaca-se dentre essas realizações a montagem da usina hidráulica para fornecimento de força e luz elétrica, devido ao grande esforço do Senhor Antônio Correia de Araújo. Uma surpresa está reservada para vida administrativa de Hidrolândia. Devido a emancipações concedidas a distritos de menor importância, seus habitantes pleitearam novamente à volta de Distrito a condição de município autônomo. Assim a Assembleia fazendo justiça, votou a Lei n 223, de 05 de novembro de 1948, do teor seguinte: Cria o município de Hidrolândia e dá outras providências: A Assembleia Legislativa do Estado de Goiás decretou promulgou a seguinte lei: Art. 1 Fica emancipado o distrito de Grimpas, que se ergue em Município autônomo, com suas atuais divisas. Art. 2 O Município ora criado, passará a denominar se Hidrolândia. Art. 3 O Município de Hidrolândia constituirá Termo subordinado à Comarca de Suçuapara (atual Bela Vista). Art. 4 : A sede municipal será a Vila de Grimpas, a qual ficam outorgados os foros de cidade, sob a denominação de Hidrolândia. Art. 5 O Poder Executivo e o Tribunal Regional Eleitoral tomarão as necessárias providências para que o novo município se instale constitucionalmente em 1 de janeiro de Art. 6 A Câmara Municipal de Hidrolândia se comporá de sete vereadores. Art.7 Esta lei entrará em vigor na data da sua publicação. Art. 8 Revogam se as disposições em contrário. Palácio do Governo do Estado de Goiás, em Goiânia, aos 5 dias do mês de Novembro de 1948, 60 da República. Jerônimo Coimbra Bueno. Nicanor de Faria e Silva Tendo sido eleito o primeiro prefeito, senhor Antônio Correia de Araújo. Hoje, Hidrolândia possui vários bairros e vilas como: Setor São Francisco, Bairro Nazaré, Vila Esmeralda, Santa Bárbara, Jardim Primavera, Frei Leopoldo, Vila Mutirão, Jardim Adelaide, Mansões Riviera Park, Parque Flamboyant, Residencial Vitta, Setor Bela Vista, Morada do Sol, Alameda Luiz Cruvinel, Rua do Botafogo, Vilage dos Ipês, vários condomínios, Cidade das Águas, Estância das Águas, Terra do Boi I e II, Country Ville I e II, Condomínio Página 15 de 65

16 Aldeia dos Sonhos, Condomínio Encontro das Águas, Águas da Serra, Condomínio Doce Vitta, Condomínio Mira Flores, Loteamento Jardim Paris, Garavelo Sul I e II, Setor Grande Goiânia, Parque Copacabana, Recreio Ypacaraí, Setor Alto de Boa Vista, Setor Vale Azul, Loteamento Savana, Loteamento Estrela do Sul, Loteamento aberto Xeréu Dourado, Vila Grimpas, Vila Esmeralda, Vale dos Sonhos. A economia do município concentra-se no setor primário, com destaque para a pecuária extensiva, tanto leiteria quanto de corte, na agricultura como: laranjas, uvas, tangerinas, jabuticabas. A fruta da jabuticaba conferiu a Hidrolândia o honroso título de Capital Mundial de Jabuticaba. O setor industrial, responsável por uma parceria importante da economia local e é representada prioritariamente, pela indústria de laticínio, havendo no município algumas indústrias como: Leite Vita, Marajoara, In Natura, Fuga Couros, Frigorifico Frinense, Ardrak, Água Nativa, Água Marisa, Ipê, Flora, Centro de Distribuição Pague Menos, Vinícola, Granjas, estufas, Pancot, Emra e entre outros. E ainda há empresas de grande porte que estão em fase de construção. No setor terciário, encontramos vários comércios: supermercados, lojas de materiais de construção, farmácias, confecções e butiques, lojas de materiais para papelaria, eletrodomésticos, postos de vendas de combustíveis e lubrificantes, lojas de produtos agropecuários e implementos para o campo e revendedores de auto peças. A extensão territorial do município é de 943,897 km² (IBGE, 2010). Hidrolândia conta com a população com habitantes, localizado na posição geográfica de latitude: sul, longitude: oeste. Limita-se ao sul com municípios de Cromínia, Piracanjuba, Mairipotaba e Professor Jamil; a oeste Varjão, Guapó e Aragoiânia; ao leste Bela Vista; ao norte Aparecida de Goiânia. A distância em relação a capital do Estado é de 33 Km e a distância de Brasília é 235 km. Encontra-se distribuído as Unidades Planalto de Hidrolândia Oloana e Chapadas de Aragoiânia Abadia de Goiás, Subsistemas do Ribeirão Bom-Sucesso e Chapadas Planalto de Hidrolândia Oloana, todas sob os domínios das Sequências Metassedimentares da Faixa de Dobramentos Uruaçuanos Região do Planalto Rebaixado de Goiânia. Estas unidades sustentam diversas formas de relevo incluindo superfícies planas, onduladas, fortemente onduladas e serranas. Constituem-se de superfícies planas com rampas suave e suaves onduladas, com ocorrência, em menor proporção, de superfícies serranas de topo convexo e eventuais formas dissecadas em cristas e drenagens bem definidas. Os solos predominantes são cambissolo, distrófico e eutrófico, e Latossolo vermelho-escuro. Em seu subsolo encontra-se Água Potável, além de Cromo, Níquel e Talco na Serra do Morro Feio. Composta por formações florestais (Floresta Estacional ou Mata Seca) e savânicas (diversos tipos de cerrado), cujo conjunto em contato se caracteriza regionalmente como Zona de Tensão Ecológica (IBGE, 1983). É possível separar, em escala de maior detalhe, as formações: Cerradão, Cerrado Típico, Cerrado Ralo, Mata Seca Semi-decídua (caem Página 16 de 65

17 parcialmente as folhas) e Mata Seca Decídua (caem as folhas no período de seca) ao longo das margens dos rios Dourados e Meia Ponte, as formações são do tipo Mata Ciliar, enquanto que nos contribuintes ocorrem as Matas de Galeria. Estas formações apresentam diferentes estádios de conservação, em função do uso do solo no entorno. Compõe-se de 10% de superfícies planas, 79,05% de superfícies suaves onduladas e 10,05% serranas. Possui um clima tropical, com duas estações bem definidas, uma chuvosa, entre os meses de outubro e abril, e outra seca, entre maio e setembro. A temperatura média oscila entre 24 a 26 C. No inverno, devido às características da região e do ar seco, ocorrem noites e madrugadas muito frias, em especial nos meses de junho e julho. Merecem destaque as fontes de água mineral, além de minério de cromo, níquel e talco, na região do Morro Feio. O município de Hidrolândia de Goiás é bem servido de água em toda sua extensão. Existem aproximadamente 300 nascentes em toda a sua área. As águas do município correspondem a duas micro bacias: Meia Ponte e Dourados. O Ribeirão Grimpas e os córregos São Germano, Bom Sucesso, Santa Maria, Lajes, Grande e Bonito do Meio, constituem as principais drenagens, sendo que o Grimpas se destaca por ser a principal fonte de abastecimento do centro urbano. A BR-153, que liga Goiânia a São Paulo, é a principal via de acesso ao município, cruzando-o no sentido norte-sul, sendo que no sentido Leste-Oeste, o município é transposto pelas rodovias GO-219, GO-319, sendo que apenas a GO-319 possui pavimentação asfáltico. A rede de serviços públicos tem relação direta com o desenvolvimento do município. A CELG atende a população urbana e grande parte da população rural. A SANEAGO não atende toda a população urbana, não temos rede de esgoto sanitário e rede pluvial atinge pequena parte da cidade. Com relação a coleta de lixo é realizada diariamente, atendendo toda a população, sendo os dejetos lançado em aterro sanitário que distância a 5km da cidade. E ainda encontramos a coleta seletiva que pega todos os materiais recicláveis. O sistema de telecomunicação é vinculado várias telefonias: a Embratel, a Telegoiás, Oi, Vivo, Claro, Tim e Nextel. O município não possui favelas e assentamentos urbanos ou rurais, mas existe loteamento irregular ocupado por pessoas que não são proprietários. O principal meio de transporte é o rodoviário, sendo que a cidade faz parte da Região Metropolitana Transporte Coletivo RMTC na qual faz parte das empresas HP e Araguaia e o Sistema Integrado de Transporte Coletivo Hidrolândia/Goiânia, na qual algumas das empresas de ônibus intermunicipais que trafegam no trevo deste município. Com relação ao atendimento da Saúde o município conta com 07 Unidades de PSF nas seguintes localidades: Bairro Nazaré, Centro, Jardim Adelaide, Hidrolândia I e II, Centro, Garavelo, Nova Fátima e Oloana. Contamos com serviços odontológico, Centro de Especialidade, Sala de Fisioterapia, laboratório, Convênio com o SENAI e laboratório municipal. Página 17 de 65

18 Encontra-se um hospital conveniado com o município atendendo consultas, internações e muitos exames e cirurgias. Os programas atendidos pela assistência social são os seguintes: Renda Cidadã, 324 famílias, Bolsa Família famílias, CRAS famílias, CREAS 238 famílias, Casa do Idoso com 11 idosos e o Lar das Crianças. Ressalta-se, ainda, a demanda dos portadores de deficiência de 0,8% que não contam até o momento, com um atendimento especializado. Mas temos um carro que transporta 02 (duas) crianças excepcionais que fazem tratamento na APAE de Goiânia e Anápolis que são levados pela Ação Social e Projeto Vila Ipê e também pessoas que fazem tratamento intensivo. A base da mão-de-obra do Município ainda é braçal, fazendo com que a renda per capita, seja por volta de um salário mínimo e meio. Na zona rural, as associações estão se organizando, empregando maquinas agrícolas para facilitar a vida dos trabalhadores do campo e já contam com postos de resfriamentos de leite e outros tantos maquinários. Na cultura temos a biblioteca municipal Marieta Machado Teles, um Ginásio de Esportes Alcides Machado, o Estádio Virmondes Furtado, Campo de futebol no bairro Nazaré, várias academias de ginásticas, aparelhos de ginástica ao ar livre em volta do estádio de futebol, Centro Cultural, onde funcionam o Ponto de Cultura e o Museu, uma Brinquedoteca. As festas religiosas e populares destacam-se: Festa de Santos Reis, Festa de São Sebastião, Festa de Santa Luzia, Festa de Santo Antônio, Festa de Oloana, Festa de Nova Fátima, Festa do Havaí, Festa da Fantasia, Festa de Santa Maria, Festa da Jabuticaba e aniversário da cidade que é comemorado no dia 05 de novembro, Mutirão das Fiandeiras, Rodeio Show e entre outros. Quanto aos aspectos educacionais O Conselho Municipal de Educação é composto por membros representativo da sociedade. Ainda não foi composto o Sistema Municipal de Ensino. A rede de ensino de Hidrolândia é composta pelas seguintes unidades: 04 (quatro) escolas estaduais sendo que 03 (três) ministram os ensinos fundamental e médio, sendo 01 (um) no Distrito de Nova Fátima e 01 (um) em Oloana, as outras duas em Hidrolândia, 02 (duas) particulares sendo 01 (uma) que atua na educação infantil e 01 (uma) que atua na educação infantil e o ensino fundamental; 14 (quatorze) municipais, sendo 02 (duas) na zona rural, com turmas multisseriadas de ensino fundamental I; e 10 (dez) na zona urbana: 04 (quatro) atendem o ensino fundamental. E 06 (seis) atendem ao ensino infantil, sendo 03 (três) creches e 03 (três) CMEIs. Tem déficit de escolas e creches precisando urgente de mais salas de aulas. População residente, sexo e situação do População de 10 anos ou mais de domicílio idade Município % de Total Homens Mulheres Urbana Rural Total Alfabetizada Alfabetização Hidrolândia % Página 18 de 65

19 17398 Fonte: MEC/INEP CÂMARA MUNICIPAL Educação Infantil: Creche Matricula inicial por dependência Administrativa Ano Municipal Estadual Privada Total Fonte: MEC/INEP Educação Infantil: Pré-escola matricula inicial por dependência Administrativa Ano Municipal Estadual Privada Total Fonte: MEC/INEP Educação Fundamental: Matricula Inicial por Dependência Administrativa 1º ao 5º Ano Municipal Estadual Privada Total Fonte: MEC/INEP Educação Fundamental: Matricula Inicial por Dependência Administrativa 5º ao 9º Ano Municipal Estadual Privada Total Página 19 de 65

20 Fonte: MEC/INEP CÂMARA MUNICIPAL Ensino Médio: Matricula Inicial por Dependência Administrativa Ano Municipal Estadual Privada Total Fonte: MEC/INEP Educação de Jovens e adultos: Matricula Inicial por dependência Administrativa Ano Municipal Estadual Privada Total Fonte: MEC/INEP Taxa de Aprovação no ensino Fundamental de 1º ao 5º ano por dependência Administrativa Ano Municipal Estadual Privada Total % - 98% 91,5% ,3% - 97,9% 92,1% ,1% - 99% 93,05% % - 97% 96% Fonte: MEC/INEP Taxa de Aprovação no ensino Fundamental de 6º ao 9º ano por dependência Administrativa Ano Municipal Estadual Privada Total ,8% 68,9% 87,2% 72,3% ,5% 71,6% 91,5% 76,2% % 80% 80,5% 78,16% % 82,5% 89,7% 83,06% Fonte: MEC/INEP Página 20 de 65

21 Taxa de Aprovação do Ensino Médio por dependência Administrativa Ano Municipal Estadual Privada Total ,8% - 55,8% ,2% - 54,2% ,6% - 70,6% ,8% - 77,8% Fonte: MEC/INEP Taxa de Reprovação do Ensino Fundamental 1º ao 5º ano por dependência Administrativa Ano Municipal Estadual Privada Total ,4% - 2% 14,4% ,3% - 2,1% 13,4% ,9% - 1% 10,9% ,1% - 1,6% 4,7% Fonte: MEC/INEP Taxa de Reprovação do Ensino Fundamental 6º ao 9º ano por dependência Administrativa Ano Municipal Estadual Privada Total % 19,3% 12,8% 59,3% ,5% 19,3% 8,5% 50,3% ,2% 13,1% 15,8% 33,1% ,7% 10,9% 10,3% 28,9% Fonte: MEC/INEP Taxa de Reprovação do Ensino Médio por dependência Administrativa Ano Municipal Estadual Privada Total ,9% - 19,9% ,1% - 19,1% ,5% - 10,5% ,4% - 14,4% Fonte: MEC/INEP Taxa de Abandono do Ensino Fundamental 1º ao 5º ano por dependência Administrativa Página 21 de 65

22 Ano Municipal Estadual Privada Total ,7% - 0% 2,7% ,4% - 0% 2,4% % - 0% 3% ,9% - 1,4% 3,3% Fonte: MEC/INEP Taxa de Abandono do Ensino Fundamental 6º ao 9º ano por dependência Administrativa Ano Municipal Estadual Privada Total ,3% 11,8% 0 33,1% % 9,1% 0 21,1% ,8% 9,1% 3,7 30,9% ,3% 4,4% 0 19,7% Fonte: MEC/INEP Taxa de Abandono do Ensino Médio por dependência Administrativa Ano Municipal Estadual Privada Total ,4% - 24,4% ,7% - 26,7% ,9% - 18,9% ,9% - 7,9% Fonte: MEC/INEP Taxa de Distorção Idade serie da rede municipal de Educação Ano 1º 2º 3º 4º 5º 6º 7º 8º 9º % 12% 24% 31% 22% 51% 53% 35% 33% % 17% 26% 33% 29% 44% 59% 54% 28% % 18% 26% 30% 35% 62% 43% 60% 52% % 16% 26% 27% 33% 48% 60% 43% 42% Fonte: MEC/INEP 2. ETAPAS DE ENSINO 2.1. EDUCAÇÃO INFANTIL Página 22 de 65

23 Caracterização e Diagnóstico Educação Infantil Educação Infantil 38% 27% 62% 73% Total educação infantil a 5 anos Total educação infantil a 3 anos A educação e o cuidado na primeira infância vêm sendo tratados como assuntos prioritários de governo, organismos internacionais e organizações da sociedade civil, por um número crescente de países em todo o mundo. No Brasil, o atendimento a crianças de zero a seis anos em creches e pré-escolas ganhou força a partir da aprovação da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, em 1996, a Educação Infantil passa a ser definida como a primeira etapa da Educação Básica, tendo como finalidade o desenvolvimento integral da criança até seis anos de idade, em seus aspectos físicos, psicológico, intelectual e social, completando a ação da família e da comunidade. Assim para atender as necessidades do cidadão hidrolandense vem sendo traçado metas, no município de Hidrolândia, para ampliar a oferta de atendimento da Educação Infantil, uma vez que de acordo com o Censo Escolar o número de crianças vem aumentando a cada ano e para isso ações de reestruturação, adequação e construção de novas unidades estão sendo previstas para os próximos anos. No ano de 2010 foram atendidas 221 crianças, em creches, até 3(três) anos e 338 crianças, na pré-escola, de 4(quatro) e 5(cinco) anos. Em 2013 esses números foram ainda maior, sendo atendidas 318 crianças, em creches, até 3(três) anos e 426 crianças, na pré-escola, de 4(quatro) e 5(cinco) anos. Em 2015 temos 321 crianças de 0 a 3 anos e 556 crianças de 4 a 5 anos atendidas nas Creches e CMEIs. Atualmente nosso município conta com o atendimento de 6(seis) unidades de Educação Infantil, um total de 802 crianças, sendo que o atendimento, por faixa etária, vária de uma instituição para outra afim de atender o maior número possível de crianças. Quanto ao funcionamento e organização das instituições ativas nossas unidades escolares contam com diretor, coordenador (a presença do coordenador varia de acordo com o Regimento Escolar vigente), quadro de professores compatível com as necessidades do município, sendo que a maioria são graduados e possuem especialização, auxiliares de sala para Página 23 de 65

24 as turmas de crianças de 6 meses a 3 anos e equipe administrativa que tem como prioridade respeitar e atender às necessidades determinadas pela realidade e pelas especificidades das crianças, pois sabemos que as instituições devem ter claro seu papel de cuidar e educar, dando destaque às interações tanto entre crianças e adultos quanto entre as próprias crianças. Como reforça as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil em seu art. 5º, que: A Educação Infantil, primeira etapa da Educação Básica, é oferecida em creches e pré-escolas, as quais se caracterizam como espaços institucionais não domésticos que constituem estabelecimentos educacionais públicos ou provados que educam e cuidam de crianças de 0 a 5 anos de idade no período diurno, em jornada integral ou parcial, regulados e supervisionados por órgão competente do sistema de ensino e submetidos a controle social. (BRASIL, Resolução CNE/CEB, 2009, p. 1) Nessa perspectiva, de acordo as DCNEI, educar cuidando inclui acolher, garantir a segurança, mas também alimentar a curiosidade, a ludicidade e a expressividade infantis Diretrizes A expansão da Educação Infantil no município de Hidrolândia tem ocorrido de forma crescente nos últimos anos, acompanhando o crescimento social e econômico do município, visando assim atender a uma demanda cada vez mais crescente de mulheres que necessitam deixar seus filhos em creches para ajudar no sustendo da família, ou até mesmo manterem a casa. Consequentemente, o atendimento ao público infantil torna-se cada vez maior em decorrência das necessidades da família, bem como compete ao município assegurar uma educação de qualidade às crianças visto que não se trata de um dever do estado e sim de um direito adquirido da criança como determina a Constituição Federal, em seu art É dever da família, da sociedade e do Estado assegurar à criança e ao adolescente, com absoluta prioridade, o direito à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência familiar e comunitária, além de colocá-los a salvo de toda forma de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão. Ao Estado, portanto, compete formular políticas, implementar programas e viabilizar recursos que garantam à criança desenvolvimento integral e vida plena, de forma que complemente a ação da família. E ao município de acordo com A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) estabelece em seu art. 11, inciso V, que os municípios incumbir-seão de: Página 24 de 65

25 Oferecer a Educação Infantil em creches e pré-escolas, e, com prioridade, o Ensino Fundamental, permitida a atuação em outros níveis de ensino apenas quando estiverem atendidas plenamente as necessidades de sua área de competência e com recursos acima dos percentuais mínimos vinculados pela Constituição Federal à manutenção e ao desenvolvimento do ensino. Em decorrência desta responsabilidade constitucional, o aumento da matrícula de crianças de 0 a 6 anos na rede pública de ensino deu-se em função do compromisso e da vontade política de gestores públicos municipais que, apesar das restrições orçamentárias, procuraram garantir maior e melhor oferta para a Educação Infantil. Assim em sua breve existência, a educação das crianças de 0 a 5 anos, como um direito, vem conquistando cada vez mais afirmação social, prestígio político e presença permanente no quadro educacional brasileiro ENSINO FUNDAMENTAL Diagnóstico Quantidade de alunos do ensino fundamental % 3% 2% 1% 1% 17% 17% 17% 22% 16% 1º ano 2º ano 3º ano 4º ano 5º ano 6º ano 7º ano 8º ano 9º ano escola multisseriada O Plano Municipal de Educação (PME) visa assegurar o Ensino Fundamental de nove anos, que garanta à melhoria da qualidade do ensino em todos os níveis, assegurando as todas as crianças o seu ingresso e permanência na escola e a conclusão desse ensino com qualidade. E também àqueles que não tiveram acesso na idade própria ou que não concluíram. Página 25 de 65

26 Devido a grande preocupação com a qualidade do ensino e principalmente com a alfabetização, que em 2012 foi firmado e assinado o Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa que é um compromisso formal assumido pelos governos federal, do Distrito Federal, dos estados e municípios de assegurar que todas as crianças estejam alfabetizadas até os oito anos de idade, ao final do 3º ano do ensino fundamental. No Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa, quatro princípios centrais serão considerados ao longo do desenvolvimento do trabalho pedagógico: 1. O Sistema de Escrita Alfabética é complexo e exige um ensino sistemático e problematizador; 2. O desenvolvimento das capacidades de leitura e de produção de textos ocorre durante todo o processo de escolarização, mas deve ser iniciado logo no início da Educação Básica, garantindo acesso precoce a gêneros discursivos de circulação social e a situações de interação em que as crianças se reconheçam como protagonistas de suas próprias histórias; 3. Conhecimentos oriundos das diferentes áreas podem e devem ser apropriadas pelas crianças, de modo que elas possam ouvir, falar, ler, escrever sobre temas diversos e agir na sociedade; 4. A ludicidade e o cuidado com as crianças são condições básicas nos processos de ensino e de aprendizagem. Dentro dessa visão, a alfabetização é, sem dúvida, uma das prioridades nacionais no contexto atual, pois o professor alfabetizador tem a função de auxiliar na formação para o bom exercício da cidadania. Para exercer sua função de forma plena é preciso ter clareza do que ensina e como ensina. Para isso, não basta ser um reprodutor de métodos que objetivem apenas o domínio de um código linguístico. É preciso ter clareza sobre qual concepção de alfabetização está subjacente à sua prática. Ao aderir ao Pacto, os entes governamentais se comprometem a: Alfabetizar todas as crianças em língua portuguesa e em matemática; Realizar avaliações anuais universais, aplicadas pelo INEP, junto aos concluintes do 3º ano do ensino fundamental; No caso dos estados, apoiar os municípios que tenham aderido às Ações do Pacto, para sua efetiva implementação. Números da alfabetização no Brasil Nº de escolas com matriculas no 1º, 2º, 3º ano e multisseriadas/multietapa Nº de turmas do 1º, 2º, 3º ano e multisseriadas/multietapa Nº de matriculas do 1º, 2º, 3º ano e multisseriadas/multietapa Fonte: INEP Página 26 de 65

27 É prioridade do município garantir a oferta de vagas a todos os alunos, promovendo assim a inclusão social e a educação para a diversidade. Por causa da crescente demanda contamos hoje nos 1º e 2º anos com 25 a 30 alunos por sala, 3º de 30 a 35 alunos e 4º e 5º anos com 35 a 45 alunos, entendemos portanto, que a estrutura de organização e funcionamento das unidades escolares de Ensino Fundamental encontra-se ainda com um número elevado de alunos por sala de aula. Precisando urgentemente de construção de novas unidades e reforma das estruturas já existentes. Dentro desta visão, a nova Gestão do Prefeito Paulo Sérgio de Rezende, já iniciou projetos para aumentar o número de salas de aula de duas instituições: Escola Municipal José Amâncio de Souza Pinto com a construção de 4 salas de aula e mais 1 sala de aula e um auditório no CMEI Natércia Pires Machado, ambas com recursos próprios. Além de uma creche para a comunidade no Setor São Francisco e uma escola no Setor Bela Vista pedidos ao Governo Federal através do PAR. No Ensino Fundamental de 1º ao 9º ano havia na rede alunos matriculados no ano de 2005 e no ano de 2015 foram matriculados 1862 alunos e 807 alunos matriculados em creche e Educação Infantil. O PME enfatiza a importância do aspecto didático-pedagógico com relação a programas de formação e qualificação dos professores, pautados num sentido interdisciplinar e contextualizado dos conteúdos curriculares integrados aos temais transversais: ética, meio ambiente, pluralidade cultural, trabalho e consumo, trânsito, valores e sentimentos e outros que se fizerem necessários, assegurados por estratégias inovadoras que apoiam a realização das tarefas escolares Diretrizes As diretrizes determinam a realização de um trabalho eficiente e eficaz junto à equipe do Ensino Fundamental de 9 anos, que vem sendo executado no município de Hidrolândia. Acredita-se que a formação integral dos educandos e educadores acontecem a partir da execução de projetos que realmente estejam comprometidos com a educação plena de cidadania. De acordo com a LDB (Lei 9.394/96), art.4º, inciso I, o ensino fundamental, obrigatório e gratuito, inclusive para os que a ele não tiveram acesso na idade própria. Em consonância com a lei, o município objetiva atender a demanda manifesta, considerando o direito ao ensino fundamental de qualidade, visando a permanência e a conclusão do mesmo sem atrasos no percurso escolar, na tentativa de reduzir a repetência e a evasão. O município de Hidrolândia oferece condições de permanência na escola às crianças e adolescentes, o tempo necessário para reduzir o analfabetismo e elevar gradativamente a escolaridade da população do município. Página 27 de 65

28 É prioridade do município, segundo a LDB em seu artigo 34, 2º, preconiza a progressiva implantação do ensino em tempo integral. O atendimento integral, ao possibilitar orientação no cumprimento dos deveres escolares, prática de esportes, desenvolvimento de atividades artísticas e alimentação adequada, no mínimo em três refeições, é um avanço significativo para diminuir as desigualdades sociais e ampliar democraticamente as oportunidades de aprendizagem. O atendimento pedagógico expressa a valorização do ser humano por meio de uma orientação democrática e participativa. A construção coletiva da proposta pedagógica integrada aos PCNs, reflete essa expressão e assegura o processo de tomada de decisão em face ao marco referencial da instituição, envolvendo alunos, pais, comunidade, equipe escolar e demais profissionais da educação. É dever do município oferecer o ensino fundamental à escola rural, garantindo a permanência e qualidade. A EJA (Educação de Jovens e Adultos) será ofertada pelo Colégio Estadual Professora Augusta Machado, de competência estadual. A infraestrutura física das instituições escolares deve ser assegurada, contemplando-se desde a construção física, com adaptações adequadas a portadores de necessidades especiais, até os espaços especializados de atividades artístico-culturais, esportivas, recreativas e a adequação de equipamento. O acompanhamento da situação escolar do município, com a consolidação e o aperfeiçoamento do censo escolar, possibilita um conhecimento mais amplo, fundamentado em dados, das necessidades escolares. Consequentemente, o resgate da qualidade do ensino público é contemplado em prol da formação integral do ser humano. 3. MODALIDADE DE ENSINO 3.1. EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS EJA Diagnóstico Em determinação da constituição um dos objetivos do Plano Nacional de Educação, a integração de ações do Poder Público que conduzem à erradicação do analfabetismo (art. 214I). Embora no município de Hidrolândia tenha havido progresso com relação a esta questão, os indicadores apontam um elevado número de pessoas acima de 15 anos analfabetos. Sendo que o analfabetismo está concentrado nas faixas mais avançadas. Observa-se um número excessivo de trabalhadores inseridos no mercado informal ou a procura de emprego, ou ainda mulheres envolvidas com tarefas domésticas cuja escolaridade está abaixa da exigência para o mercado de trabalho. Página 28 de 65

29 Verifica-se que desde 2001 há atendimento para essa população, com as series iniciais do EJA, mas que infelizmente não conseguem atingir de forma satisfatória essa demanda. Nesta perspectiva sente-se necessidade em promover alguns programas com o intuito de incentivar a procura e melhorar a qualidade. Existem duas escolas no município que oferecem a educação de Jovens e Adultos. Na Zona Urbana, a Escola Municipal José Amâncio de Souza Pinto atende a Educação de Jovens e Adultos do 1º ao 5º ano do Ensino Fundamental e a Escola Estadual Professora Augusta Machado, do Estado, que atende do 6º ao 9º ano do Ensino Fundamental e também o Ensino Médio. A alfabetização é o primeiro segmento (1º ao 5º ano) da EJA, são coordenados por uma equipe designada pela Secretaria Municipal de Educação, mas durante os anos passados tem havido uma falta de incentivo para essas pessoas de mais idade procurarem a alfabetização é preciso portanto, buscar soluções para inseri-las na educação. No corrente ano o EJA de 1º ao 5º ano não conseguiu nenhuma matricula para combater esta realidade, mas o Plano Municipal de Educação propõe um continuo desenvolvimento de capacidades e competências, voltadas para este contexto, não restrito ao um período de vida, mas desenvolver conceito de educação ao longo da vida Diretrizes Para atender a essa clientela, mesmo com pouca procura e heterogênea no que se refere a interesses e competências adquiridas na prática social, há que se diversificar os programas. Neste sentido, é fundamental e necessário estabelecer diretrizes. A Educação de Jovens e Adultos deve compreender no mínimo a oferta de uma forma equivalente ao Ensino Fundamental, a primeira fase e parceria ao estado oferecendo transporte, alimentação, infraestrutura para a segunda fase do Ensino Fundamental. Faz-se necessário diversificar programas para atender as diferentes clientelas, adotar técnicas pedagógicas e produção de material didático apropriado. A especialização do corpo docente é essencial para a execução de um trabalho de qualidade e o estabelecimento de estratégias específicas para a população rural garante o compromisso do município com essa clientela. A criação de ambiente cultural enriquecedor, com utilização de equipamentos culturais públicos e privados assegura o ensino de qualidade, favorecendo uma aprendizagem interativa. Implantar programas que incentive ao público alvo a necessidade de se inserir a Educação de Jovens e Adultos. Dessa forma preparar, e, ou melhorar-se para o mercado de trabalho. Página 29 de 65

30 3.2. EDUCAÇÃO ESPECIAL Diagnóstico O município de Hidrolândia, em consonância com a Constituição Federal estabelece o direito das pessoas com necessidades especiais receberem educação preferencialmente na rede regular de ensino (art. 208, III). É essencial a inclusão plena dessas pessoas em todas as áreas da sociedade. A educação de qualidade a essas pessoas implica o conhecimento da realidade do próprio educando, a melhoria da infraestrutura física das unidades escolares, capacitação dos educadores para atender essa clientela e sensibilização ao direito à diversidade. De acordo com essa filosofia, o município conta com o atendimento de 05 Assistentes Sociais sendo que, 03 Assistentes Social no CRAS, 01 Assistente Social no CREAS, 01 Assistente Social na Assistência Social; possui 03 psicólogas, sendo 02 psicólogas no CRAS e 01 no CREAS, 01 intérprete, assistência e saúde, integrados ao atendimento pedagógico Diretrizes A intervenção educacional quanto mais cedo se der, mais eficaz ela se tornará no decorrer dos anos, produzindo resultados positivos sobre o desenvolvimento das crianças. A educação especial se destina às pessoas com necessidades especiais no campo da aprendizagem, originadas quer de eficiência física, sensorial, mental ou múltipla, quer de características como altas habilidades, superlotação ou talentos. O município dispõe de uma política clara e compromissada de acesso à educação, pretende oferecer condições para que às pessoas especiais sejam assegurados seus direitos à educação. São abrangidos por tal política o âmbito social, do reconhecimento das crianças, jovens e adultos especiais como cidadãos e de seu direito de estarem inseridos e integrados na sociedade de forma plena, e do âmbito educativo, tanto na administração (adequação do espaço escolar, de seus equipamentos e materiais pedagógicos), quanto no desenvolvimento (qualificação dos professores e demais profissionais envolvidos). Uma perfeita integração depende da sensibilização do ambiente escolar, que só é possível numa escola integradora, inclusiva, aberta à diversidade dos alunos e considera a participação da comunidade como fator essencial. É importante garantir vagas no ensino regular para os diversos graus e tipos de deficiência. Como modalidade de educação escolar, a educação escolar terá que ser desenvolvida de forma sistemática nos diferentes níveis de ensino. Página 30 de 65

31 O atendimento em parceria com profissionais especializados, assistência e saúde, às pessoas com necessidades especiais, é prioridade do município, tanto quanto a articulação, para potencializar a ação de cada um deles. Um esforço responsável e compromissado das autoridades educacionais em efetivar, a partir da valorização, a permanência dessa clientela nas unidades escolares é um reconhecimento à inclusão, pois o apoio pedagógico articulado com as parcerias garante o acesso, a permanência e o desenvolvimento dos educandos, tendo em vista as especificidades dessa modalidade de educação EDUCAÇÃO PROFISSIONAL Diagnóstico A edificação do prédio da Escola Agrícola iniciou-se em 1996 na região de São Braz, adquirida pela Prefeitura Municipal de Hidrolândia 48,4 hec na administração do Prefeito José Lima Cruvinel. O objetivo da fundação da escola era ministrar Ensino Técnico a nível de Ensino Médio. Em 1998 foi construído um curral para prosseguir a concretização da proposta da gestão anterior, na gestão do Prefeito Eci do Nascimento Teles. Houve uma paralisação na proposta na gestão do Prefeito José Geraldo da Silva. Nesta gestão houve uma reforma do prédio, que foi cedido por meio de um convenio para o CEFET Centro Federal de Educação Tecnológica, do Estado de Goiás para sediar encontros, cursos diversos. Na gestão do Prefeito José Lima Cruvinel, a partir de agosto de 2005 firmou convênio com o CEFET de Rio Verde/GO, com o objetivo de oferecer curso profissionalizante à clientela que houvesse concluído o Ensino Médio ou que estivesse cursando, do município de Hidrolândia e municípios vizinhos, oferecendo hospedaria para alunos vindos de outros municípios. Hoje, a instituição CEFAEH, deu lugar ao Campus Avançado de Hidrolândia do IF Goiano. Vinculado administrativamente ao Campus Morrinhos que funciona desde 1997 autorizado pela Portaria nº 46 do mesmo ano, o Campus Avançado de Hidrolândia foi criado com objetivo de ampliar a educação profissional na região desta forma o Campus Morrinhos assumiu mais uma unidade de ensino no município de Hidrolândia GO. Respaldado pela lei municipal nº 442/2013, que trata da doação de uma propriedade rural onde localizava-se a antiga Escola Agrícola de Hidrolândia e pela escritura pública de doação lavrada em 18 de junho de 2013, assim o Campus Morrinhos assumiu, todos os direitos, deveres e obrigações em relação a referida Escola Agrícola. Atualmente, o Campus Avançado de Hidrolândia encontra-se em pleno funcionamento, conta com um quadro de aproximadamente 30 colaboradores, entre docentes efetivos, técnicos administrativos e terceirizados. Atende a 60 alunos, alguns oriundos dos cursos ofertados anteriormente pela prefeitura e outros recebidos por meio de processo seletivo. Página 31 de 65

32 O Campus possui área total de 192 hectares, onde são desenvolvidos projetos de ensino, pesquisa e extensão, uma vez que a área possibilita a realização de várias atividades voltadas ao campo. Hoje oferta os seguintes cursos: Técnico em Agropecuária com duração de 1 ano e meio, 30 vagas semestral; Técnico em Meio Ambiente com duração de 1 ano e meio, 30 vagas semestral; Técnico em Informática com duração de 1 ano e meio, 30 vagas semestral; Técnico em Manutenção e Suporte em Informática integrado ao Ensino Médio, duração 3 anos, 40vagas semestral Diretrizes A cada ano que passa a formação para o trabalho exige hoje níveis cada vez mais altos de educação, não podemos ficar reduzida à aprendizagem de algumas habilidades técnicas, o que não impede o oferecimento de cursos de curta duração voltados para a adaptação do trabalhador as oportunidades do mercado de trabalho. Portanto entende-se que a educação profissional não pode ser concebida apenas como uma modalidade de ensino médio, mas deve constituir educação continuada, que perpassa toda vida do trabalhador. O curso Técnico em Agropecuária tem como objetivo formar profissionais competentes, de nível técnico, para atuarem nas áreas de horticultura, culturais anuais, animais ruminantes e não ruminantes, considerando os diferentes patamares tecnológico, orientando práticas agrícolas e zootécnicas economicamente viáveis e de menor impacto ambiental, garantindo assim a sustentabilidade dos sistemas produtivos. Oferecendo, portanto, oportunidade de formação para o trabalho, de forma especial, o trabalhador rural. 4. FORMAÇÃO E VALORIZAÇÃO DOS PROFESSORES E DEMAIS PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO 4.1. DIAGNÓSTICO Página 32 de 65

33 6% 32% 62% PI PII PIII Em consonância com o PNE, o PME objetiva a melhoria da qualidade do ensino e consequentemente a valorização dos profissionais da educação. Essa valorização só é possível, de acordo com o PNE, se for obtida por meio de uma política global, a qual implica a formação inicial as condições de trabalho, salário e carreira e a formação continuada. O profissional da educação necessita de formação de qualidade, condições que mantenham o entusiasmo inicial, a dedicação e a confiança nos resultados do trabalho pedagógico. Perspectivas de crescimento profissional e de continuidades do processo de formação são aspectos essenciais que favorecem a participação dos educadores nos cursos. Perante os desafios e as novas exigências no campo da educação, faz-se necessário repensar a própria formação em face as exigências de profissionais cada vez mais qualificados e constantemente atualizados em todos os níveis e modalidades de ensino. É fundamental que o município mantenha na rede de ensino profissionais capacitados e com perspectivas de aperfeiçoamento constante. São componentes fundamentais salário digno, plano de carreira, bem como a avaliação de desempenho dos educandos DIRETRIZES De acordo com o PNE, a implementação de políticas públicas de formação inicial e continuada dos profissionais da educação é uma condição e um meio para o avanço cientifico e tecnológico em nossa sociedade. Compreende-se que dependem do nível e da qualidade da formação das pessoas a produção de conhecimento e a criação de novas tecnologias para o desenvolvimento do município. É dever de Poder Público garantir condições adequadas de formação, de trabalho e de remuneração, e dever dos profissionais desempenhar bem na atividade. Página 33 de 65

34 A formação continuada favorece a melhoria da qualidade da educação, e usa à abertura de novos horizontes na atuação profissional. A finalidade dessa formação é a reflexão sobre a prática educacional e a busca de seu aperfeiçoamento técnico, étnico e político. 5. O FINANCIAMENTO DA EDUCAÇÃO BÁSICA MUNICIPAL 5.1. DIAGNÓSTICO O município de Hidrolândia tem mais ou menos, habitantes fazendo parte da ZAPI do Estado de Goiás e com IDH considerado bom. Infelizmente, a arrecadação é baixa, cerca de R$ mensal e os 25% transferidos em 2014 somou um total de R$ ,61 equivalente a 32,82% mensais, se torna pouco para completar os recursos do PNATE R$ 5.495,00 mensais, repasse do estado de R$ ,00 mensais, PNAE, EJA, PDE e PDDE, Salário Educação, que não cobrem 100% as despesas relacionadas a cada recurso, pois são transportados aproximadamente 1.006,00 alunos, tendo um custo de R$ ,00 mensais. A Secretaria Municipal de Educação oferece alimentação escolar para mais de alunos, sendo que 502 alunos são de Educação Infantil, destas 300 são de creche e recebem três refeições por dia e CMEIs em tempo integral que somam 237 e que também recebem três refeições por dia, o repasse recebido é de mais ou menos R$ ,00 mensais, sendo que 30% deste é destinado para compra de gêneros da agricultura familiar. Os alunos do Ensino Fundamental de 1º ao 9º ano são cerca de 1.900, e mais ou menos 20 alunos de EJA. O município tem 14 unidades em funcionamento e apenas 2 recebem o dinheiro do PDE e todas recebem o PDDE, que um em duas parcelas, a primeira no começo do ano em vigor e a outra no começo do ano seguinte, por isso a prefeitura precisa arcar com quase todas as despesas de material pedagógica das escolas, da secretaria e manutenção da estrutura física. Para atender alunos do ensino fundamental a SME gasta cerca de ,50 ao ano. Há uma imagem equivocada de que os recursos são suficientes para manter todas as despesas essenciais para que haja um atendimento de qualidade a todos os estudantes do município. A vinculação é realizada em relação às receitas resultantes de impostos, e não a totalidade dos recursos orçamentários. Portanto, tenta-se parcerias através de projetos junto ao FNDE, na tentativa de aumentar os recursos financeiros para que possa atender as necessidades, aumentando assim, as possibilidades de oferecer um atendimento de qualidade a todas as crianças, jovens e adultos do município. Página 34 de 65

35 5.2. DIRETRIZES Para administrar recursos financeiros destinados à Educação é fundamental que tenha-se consciência do valor em si, pois busca-se a formação plena da cidadania para o desenvolvimento humano e consequentemente a melhoria da qualidade de vida da comunidade. Partindo desse enfoque trata-se de uma educação que é direito de todos e responsabilidade do Estado, do Município, e da Família, sendo prioridade a crianças, o adolescente e o jovem-adulto. Embora, a educação tenha outras dimensões relevantes, inclusive a econômica, o município oferece um tratamento a educação não como um problema socioeconômico, mas como uma questão de cidadania. O planejamento educacional realizado por uma gestão eficaz só será possível se os recursos financeiros forem distribuídos dentro de um orçamento real. Um fator relativamente consolidado e aperfeiçoado pelo FUNDEB e acatado pelo município, foi o desafio em instaurar a equidade, principalmente no que diz respeito a escolas dos bairros mais pobres em detrimento às outras escolas. Além disso, se faz necessário garantir: infraestrutura adequada, material didático pedagógico, quantidade de alunos ideal por série, formação continuada, transporte e alimentação escolar. Estes elementos são indispensáveis ao desenvolvimento do processo de ensino-aprendizagem que busca consolidar uma educação constituída de experiências prazerosas que contribuem para formação de cidadãos conscientes do seu papel na sociedade. Com essa visão tem-se uma maior chance de possibilitar o acesso e a permanência do aluno na escola, evitando assim que os mesmos fiquem em situação de risco, pois estarão nas escolas onde respeita-se a sua real situação sócio-cultural-econômico, reduzindo através de um ensino de qualidade a repetência e a evasão e envolvendo mais a família com a educação dos seus filhos, ingrediente indispensável para o sucesso escolar. Desta maneira, poder-se-á consolidar um sistema fundamental para verificar a eficácia das Diretrizes Educacionais. Para que seja possível a distribuição e gestão de recursos financeiros é de suma importância a transparência devendo ser fortalecida ao Conselho Municipal de Educação as instâncias de controle interno. Só assim será possível uma gestão eficiente e eficaz onde na redistribuição das funções fica definida a implantação efetiva de uma gestão democrática. 6. ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO O Plano Municipal de Educação de Hidrolândia foi reelaborado mediante reflexões e discussões coletivas com entidades vinculadas à Educação e à sociedade. Em pleno reconhecimento da importância do PME, a Secretaria Municipal de Educação objetiva consolidar esta proposta com a aprovação da Câmara Municipal de Hidrolândia. Página 35 de 65

36 Este Plano prevê acompanhamento e avaliação permanente, por parte da equipe da secretaria e Comissão Técnica, para garantir continuidade das metas e estratégias para possíveis correções, de acordo com as necessidades educacionais ao longo da gestão atual e das outras que virão, diante das circunstâncias que forem surgindo, mediante a política educacional do Município. A equipe técnica da Secretaria Municipal de Educação, por meio do acompanhamento, viabilizará as estratégias propostas em consonância com os recursos humanos, didático-pedagógicos e financeiros oriundos do município e FNDE, avaliarão em reuniões periódicas o desenvolvimento das estratégias. Na avaliação, além da equipe técnica da SME, desempenharão papel importante o Conselho Estadual de Educação, Conselho Municipal de Educação, Ministério Público e o Tribunal de Contas da União, do Estado e do Município, Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente, Conselho Tutelar Municipal e os Conselhos de Acompanhamento e Controle Social do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Básico FUNDEB. É importante ressaltar o acompanhamento e a avaliação desempenhada pelas equipes mencionadas, para a eficácia da execução das metas e estratégias do PME, que objetivam resgatar a qualidade do ensino público municipal, com muita responsabilidade. 7. METAS E ESTRATÉGIAS DO PLANO MUNICIPAL DE HIDROLÂNDIA META 1 Universalizar, até 2016, a educação infantil na pré-escola para as crianças de 4 (quatro) a 5 (cinco) anos de idade e ampliar a oferta de educação infantil em Creches, de forma a atender, no mínimo, 50% (cinquenta por cento) das crianças de até 3 (três) anos, até o final da vigência deste PME. Página 36 de 65

37 Indicadores da população de 0 a 3 anos que frequentam a escola Hidrolândia 318 Brasil: Goiás: Indicadores da população de 4 a 5 anos que frequentam a escola Página 37 de 65

38 Hidrolândia: 452 Brasil: Goiás: Fazer campanhas de anúncios através dos meios de comunicação, informando toda a população sobre o direito da criança de ser matriculada nas Creches e CMEIs em parceria com o órgão público de assistência social, saúde e proteção à infância, preservando o direito de opção da família em relação as crianças de até 03 anos. 1.2 Viabilizar parcerias através do PAR, FNDE e junto ao poder público para construção de escolas, CMEIs e Creches, atendendo assim a demanda dos setores que mais crescem no município de Hidrolândia. Exemplo: Bairros: Bela Vista, São Francisco, Village dos Ipês, Garavelo Sul I e II e povoado de Nova Fátima. 1.3 Fazer o cadastramento de todas as famílias de baixa renda, das crianças matriculadas na Educação Infantil, assegurando a participação delas nos programas sociais vinculados ao Poder Público. 1.4 Assegurar a implantação de conselhos escolares e outras formas de participação da comunidade escolar nas instituições de educação infantil, a fim de tornar sua gestão participativa e democrática, bem como para o acompanhamento e controle dos recursos financeiros recebidos e executados pelas instituições. 1.5 Buscar recursos junto ao PAR e FNDE para aquisição de veículos para o transporte escolar, posto que a demanda é grande e o município precisa alugar 4 ônibus e 17 vans e Kombis para complementar a frota, garantindo assim a permanência da criança na escola. 1.6 Revisar e aperfeiçoar as propostas pedagógicas das instituições de Educação Infantil, buscando concretizar o desenvolvimento integral das crianças em seus aspectos físico, intelectual, emocional, moral e social, incentivando a criatividade, a autonomia, a solidariedade, o respeito a partir dos valores humanos, completando a ação da família, de acordo com PCNs. Página 38 de 65

39 1.7 Utilizar diferentes linguagens que assegurem a vivencia da infância e o desenvolvimento das dimensões intelectual, física, emocional, espiritual, cultural e afetiva das crianças. 1.8 Capacitar os profissionais de Educação Infantil por meio de incentivos de cursos para formação continuada e cursos semestrais oferecidos pela SME. 1.9 Preparar a criança para ingressar no ensino fundamental respeitando seu direito de brincar, de estabelecer vínculos afetivos, de expressar sentimentos, desejos, pensamentos e necessidades Assegurar que as verbas especificas para a Educação Infantil sejam plenamente usadas em materiais pedagógicas, de qualidade, melhorias de infraestrutura; ampliações e adequação do espaço para a educação infantil, garantindo assim a qualidade de ensino Oferecer merenda escolar de qualidade, por meio de parcerias com a União, o Estado e a agricultura familiar, garantindo os níveis calórico-proteicos por faixa etária dessas crianças, supervisionados por nutricionista cadastrada no FNDE Exigir através de concursos que todos os auxiliares de Creches e CMEIs iniciantes na função, tenham a partir de 2016, graduação em Pedagogia ampliando gradativamente, tendo em vista a necessidade de profissionais capacitados na educação infantil Assegurar que todas as Instituições de Educação Infantil tenham elaborado o Projeto Político Pedagógico em até dois anos após a aprovação do PME, com a participação da comunidade educativa, podendo incluir segmentos da sociedade civil organizada na discussão acerca dele Manter sistema de acompanhamento e supervisão de Educação Infantil da Secretaria Municipal de Educação, em parceria com o Conselho Municipal de Educação, nos estabelecimentos que ofereçam Educação Garantir a aquisição de brinquedos, rouparia, utensílios para alimentação, equipamentos, materiais pedagógicos, administrativos e de segurança, devendo estes estar em consonância com a legislação vigente e atender à demanda de todas as Instituições Educativas da Rede Pública de Ensino Assegurar que a direção pedagógica das Instituições de Educação Infantil seja exercida por profissional formado em Curso de Pedagogia ou em Curso de Licenciatura na área de Educação. Página 39 de 65

40 1.17 Garantir que a avaliação na Educação Infantil seja feita por meio de acompanhamento e registro do desenvolvimento integral da criança, sem o caráter de promoção, não se constituindo pré-requisito para o acesso ao Ensino Fundamental Assegurar condições adequadas para o bem-estar da criança, seu desenvolvimento físico, linguístico, emocional, cognitivo e social, de modo a promover e ampliar experiências e conhecimentos Considerar como formação docente para o exercício na Educação Infantil a Licenciatura Plena em Pedagogia, com ênfase em Educação Infantil, e especialização adequada Equipar as bibliotecas das unidades escolares e brinquedotecas, contribuindo assim com o espaço agradável de aperfeiçoamento do ensino infantil Tentar assegurar gradativamente, para os estudantes mais carentes, o café da manhã, em todas as unidades escolares. META 2 Assegurar a universalização do Ensino Fundamental de 9 anos para toda a população de 6 a 14 anos e garantir que 99% (noventa e nove por cento) concluam essa etapa na idade recomendada, até o último ano de vigência desse PME. Página 40 de 65

41 Indicadores da população de 6 a 14 anos que frequentam a escola. Hidrolândia: 2737 Brasil: Goiás: Criar mecanismos para o conhecimento individualizado da aprendizagem e do desenvolvimento dos alunos do ensino fundamental por meio de esforço, diagnósticos, simulado e atividades diversificadas. 2.2 Buscar parcerias junto a Secretaria da Ação Social, Secretaria de Saúde e Conselho Tutelar para solucionar eventuais problemas de evasão escolar, a fim de averiguar o motivo da ausência da criança e inserindo a mesma no contexto escolar. 2.3 Criar condições para o desenvolvimento de habilidades esportivas nas escolas, interligadas a um plano de disseminação do desporto educacional e de desenvolvimento esportivo municipal, regional, estadual e nacional. 2.4 Ampliar, equiparar, modernizar, as bibliotecas escolares e incentivar a criação onde não há, garantindo maior atrativo cultural às crianças visando assim a sua permanência na escola. Página 41 de 65

42 2.5 Incentivar e intensificar a relação das escolas com instituições e movimentos culturais, a fim de garantir a oferta regular de atividades culturais para a livre fruição dos(as) alunos(as) dentro e fora dos espaços escolares, assegurando ainda que as escolas se tornem polos de criação e difusão cultural. 2.6 Realizar projetos de integração escola/família. Organizar: Reuniões familiares, Reuniões de Pais, Palestras, Atividades recreativas aos sábados, envolvendo a família, Confraternização em datas comemorativas. 2.7 Melhorar o espaço de lazer e recreação nas unidades educativas do Ensino Fundamental de nove anos como quadras esportivas, auditórios e outros e desenvolver Projetos de Jardinagem, horta, Pró águas, MPT, Leitura, acolhida, teatro, coral, musica, banda, interclasse, dentre outros. 2.8 Garantir a merenda escolar de qualidade para todos os alunos dessa faixa etária, com os níveis calóricos proteicos adequados. META 3 Universalizar, até 2018, o atendimento escolar para toda a população de 15 a 17 anos e incentivar, até o final do período de vigência deste PME, a taxa líquida de matrículas no Ensino Médio para 70% (setenta por cento). Página 42 de 65

43 Indicadores da população de 15 a 17 anos que frequentam a escola Hidrolândia: 589 Brasil: Goiás: Assegurar a parceria do município com o estado para a manutenção das escolas estaduais como exemplo: roçagem de matos, parte elétrica e hidráulica. 3.2 Criar mecanismos para reduzir as disparidades entre estudantes com defasagem de aprendizagem, oriundos do Ensino Fundamental. 3.3 Garantir o transporte dos alunos oriundos de bairros mais distantes aumentando a frota, pois hoje contamos apenas com 6 ônibus próprios, sendo que temos 4 terceirizados e 17 vans e Kombis também alugados. 3.4 Incentivar palestras motivacionais com as famílias e os próprios alunos, incentivando-os a continuar os estudos. Goiano. 3.5 Incentivar os alunos a fazerem provas de seleção para o curso técnico do IF Página 43 de 65

44 3.6 Propor parceria com as escolas estaduais para a realização de gincanas, olimpíadas, jogos que gerem notas, incentivando o aluno a estudar mais, com premiações e crescimento pedagógico. META 4 Universalizar o atendimento educacional especializado, preferencialmente na rede regular de ensino, com a garantia de sistema educacional inclusivo, de salas de recursos multifuncionais, classes, escolas ou serviços especializados, públicos ou conveniados. 4.1 Garantir a generalização de teste e acuidade visual e auditiva em todas as instituições de educação infantil e do ensino fundamental, de forma a detectar problemas e oferecer apoio as crianças especiais. Através de parcerias junto a Secretaria Municipal de Saúde, assistência social e entidades privadas e projeto do FNDE, como o PSE. 4.2 Otimizar à comunidade, mediante campanhas informativas e estudos nos espaços educativos, o conhecimento acerca da legislação que respalda a educação de qualidade para todos. 4.3 Assegurar a inserção e permanência de pessoas com necessidades educacionais especiais no sistema educacional, atendendo 100% da demanda, até o prazo de 02 anos a partir da aprovação deste Plano. 4.4 Manter e ampliar programas suplementares que promovam a acessibilidade nas escolas públicas para garantir o acesso e a permanência na escola dos(as) alunos(as) com necessidades especiais por meio da adequação arquitetônica, da oferta de transporte acessível, da disponibilização de material didático próprio e de recursos de tecnologia assistiva. 4.5 Assegurar a inclusão, no projeto pedagógico das unidades escolares, do atendimento às necessidades educacionais especiais de seus alunos, definindo os recursos disponíveis e oferecendo formação em serviço dos professores em exercício. Página 44 de 65

45 4.6 Realizar diagnostico, nas instituições onde a clientela é mais carente, em parceria com a psicóloga e assistência social, a fim de verificar as possíveis causas de falta de atenção, concentração e dificuldades ou problemas de aprendizagem. 4.7 Fortalecer o acompanhamento e o monitoramento do acesso à escola, bem como da permanência e do desenvolvimento escolar, dos(as) alunos(as) com deficiência, transtornos globais de desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação, beneficiários(as) de programas de transferência de renda, juntamente com o combate às situações de discriminação, preconceito e violência, com vistas ao estabelecimento de condições adequadas para o sucesso educacional, em colaboração com as famílias e com órgãos públicos de assistência social, saúde e proteção à infância, à adolescência e à juventude. 4.8 Integrar o AEE ao PPP da escola regular compondo uma proposta de trabalho com foco na educação inclusiva. 4.9 Garantir nas salas do AEE, profissionais que possuam qualificação adequada e conhecimentos específicos para atuação, de acordo com art. 12 da res. CNE/CEB nº 04/ Garantir que os espaços sejam adequados aos padrões de qualidade e acessibilidade e mobiliados em conformidade com as especificidades das crianças Identificar, elaborar e organizar recursos pedagógicos e de acessibilidade que garantam a plena participação dos alunos considerando suas necessidades especificas Garantir a merenda escolar de qualidade para todos os alunos dessa faixa etária, com os níveis calóricos proteicos adequados. META 5 Alfabetizar todas as crianças, no máximo, até o final do 3º ano do Ensino Fundamental. Página 45 de 65

46 5.1 Capacitar todos os professores dos anos iniciais: 1º, 2º e 3º, Projeto PNAIC com formação continuada, encontros mensais, oficinas: literatura, atividades diversificadas e teorias relacionadas ao tema, executar o projeto. 5.2 Assegurar a unidade entre as instituições de Ensino Fundamental com reuniões mensais com os diretores e coordenadores para avaliação do trabalho da equipe, trocar ideias de estratégias utilizadas na melhoria da qualidade de ensino. 5.3 Assegurar a execução dos Projetos existentes na rede: PNAIC, MPT, PDDE, Projeto Horta, Pró-águas com reuniões com os coordenadores gerais dos projetos com os educadores que fazem parte dos projetos. 5.4 Promover e fortalecer ações, visando à integração entre escolas, família e comunidade. 5.5 Estudar e sistematizar os processos pedagógicos de alfabetização, nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental, articulando-os com as estratégias desenvolvidas na Pré-escola, com qualificação e valorização dos(as) professores(as) alfabetizadores e com apoio pedagógico especifico, a fim de garantir a alfabetização plena de todas as crianças. 5.6 Garantir a aplicação de instrumentos de avaliação nacional periódicos e específicos para aferir a alfabetização das crianças, aplicados a cada ano, bem como fomentar o Sistema de Avaliação Interno, implementado medidas pedagógicas para alfabetizar todos os alunos até o final do terceiro ano do ensino fundamental. 5.7 Fomentar o desenvolvimento de tecnologias educacionais e de práticas pedagógicas inovadoras, que assegurem a alfabetização e favoreçam a melhoria do fluxo escolar e a aprendizagem dos(das) alunos(as), consideradas as diversas abordagens metodológicas e sua efetividade. Página 46 de 65

47 5.8 Apoiar a alfabetização de crianças do campo e de populações itinerantes, com a utilização de materiais didáticos específicos e instrumentos de acompanhamento, considerando a identidade cultural dessa população. 5.9 Fortalecer o acompanhamento individual das crianças com dificuldades de alfabetização Propor situações que motivam e desafiem as crianças a participar de experiências variadas envolvendo a leitura e a escrita Realizar diagnósticos mensais, para detectar possíveis falhas no ensinoaprendizagem Promover formação continuada para todos os profissionais do 1º ano em parceria com o PNAIC Utilizar tecnologias pedagógicas que auxiliam o ensino-aprendizagem Construir escolas, no setor Bela Vista, Garavelo I e II, Nova Fátima, em parceria com o FNDE Conseguir, em parceria com o Governo Federal, equipamentos mobiliários, equipamentos para cozinha, laboratório de informática e outros para atender a demanda com qualidade Quando possível, incluir na grade curricular as disciplinas Direito Constitucional, Ensino Bíblico e Meio Ambiente para aprimorar os conhecimentos dos alunos Criar a Associação de Pais e Alunos para atuarem junto às escolas, proporcionando maior entrosamento entre escola e família na tentativa de diminuir a violência nas escolas Incentivar a elaboração de projetos para trabalhar os conteúdos Direito Constitucional, Ensino Bíblico e Meio Ambiente na rede municipal. META 6 Oferecer Educação em tempo integral em, no mínimo, 50% das escolas públicas, de forma a atender, pelo menos, 25% (vinte e cinco por cento) dos(as) alunos(as) da Educação Básica. Página 47 de 65

48 6.1 Ofertar progressivamente a educação infantil em horário integral em toda rede pública municipal. 6.2 Prover nas escolas de tempo integral, para todas as crianças e jovens matriculados, um mínimo de 03 refeições adequadas e definidas por nutricionista; monitoria das tarefas escolares; desenvolvimento da prática de esportes, atividades artísticas e culturais, associados às ações socioeducativas e em parceria com a Secretaria de Saúde. 6.3 Realizar avaliação da estrutura de organização escolar: metodologia de ensino, gestão escolar, relação professor/aluno, relação escola/aluno, atendimento aos pais e outras atividades realizadas na unidade escolar. 6.4 Melhorar o perfil das unidades escolares de Educação Infantil em relação aos números e tamanho dos estabelecimentos, ao tamanho das equipes escolares, organização das turmas e às condições dos prédios e equipamentos. Ampliando a oferta de Educação Infantil em 50% no prazo máximo de 05 anos. 6.5 Criar brinquedoteca e cantinho de leitura em todas as instituições de ensino, estimulando assim, o gosto e o prazer pela leitura. Página 48 de 65

49 6.6 Garantir a generalização de teste de acuidade visual e auditiva em todas as instituições de educação infantil e do ensino fundamental, de forma a detectar problemas e oferecer apoio às crianças especiais. 6.7 Reorganizar as escolas municipais de Ensino Fundamental, de forma a garantir que cumpram o seu verdadeiro papel, ou seja, oferecer um atendimento de qualidade aos educandos. 6.8 Criar mecanismo, como conselhos ou equivalentes, para incentivar a participação da comunidade na gestão, manutenção e melhoria das condições físicas. META 7 Fomentar a qualidade da educação básica em todas etapas e modalidades, com melhoria do fluxo escolar e da aprendizagem de modo a atingir as seguintes médias para o IDEB: IDEB Resultados e Metas do Município para a 4ª série/5º ano IDEB observado Metas Projetadas Município Hidrolândia 4,0 4,2 4,2 4,8 4,9 4,0 4,4 4,8 5,1 5,3 5,6 5,9 6,1 IDEB Resultados e Metas do Município para a 8ª série/9º ano IDEB observado Metas Projetadas Município Hidrolândia ** 3,6 ** 2,8 3,3 ** 3,6 3,9 4,2 4,5 4,8 5,0 5,3 IDEB Resultados e Metas do Município para a 4ª série/5º ano por unidade escolar Página 49 de 65

50 IDEB observado Metas Projetadas Município Esc. Mun. José Amâncio de Souza Pinto Esc. Mun. Ademar Alves de Souza Escola Municipal Aliança Esc. Mun. Professora Augusta Machado 4,1 4,5 4,3 5,0 5,1 4,2 4,5 4,9 5,2 5,4 5,7 6,0 6,2 ** 3,5 4,5 5,0 5,1 ** 3,7 4,0 4,3 4,6 4,9 5,2 5,4 ** 4,0 3,5 4,0 4,2 ** 4,2 4,5 4,8 5,1 5,3 5,6 5,9 3,8 3,7 3,9 4,5 4,4 3,8 4,2 4,6 4,9 5,2 5,4 5,7 6,0 IDEB Resultados e Metas do Município para a 8ª série/9º ano por unidade escolar IDEB observado Metas Projetadas Município Escola Aliança Municipal ** 3,6 ** 2,8 3,3 ** 3,7 3,9 4,2 4,6 4,8 5,1 5,3 IDEB Resultados e Metas do Estado para a 8ª série/9º ano por unidade escolar IDEB observado Metas Projetadas Município Esc. Mun. Ademar Alves de Souza Col. Est. Dep. Manoel Mendonça Col. Est. Prof. Augusta Machado ** 2,1 ** 4,3 4,4 ** 2,5 2,9 3,5 4,0 4,2 4,5 4,7 2,9 3,6 3,5 3,0 4,1 2,9 3,1 3,4 3,8 4,2 4,4 4,7 5,0 2,6 2,5 2,5 3,4 3,8 2,6 2,7 3,0 3,4 3,8 4,0 4,3 4,5 7.1 Adequar as diretrizes pedagógicas para a Educação Básica, considerando a Base Nacional Comum dos currículos, os direitos e objetivos de aprendizagem e o Página 50 de 65

51 desenvolvimento dos(das) alunos(as) para cada ano do Ensino Fundamental e Médio, respeitando a diversidade local. 7.2 Assegurar que: a) no quinto ano de vigência deste PME, pelo menos 70% (setenta por cento) dos(das) alunos(as) do Ensino Fundamental e do Ensino Médio tenham alcançado o nível suficiente de aprendizagem em relação aos direitos e objetivos de aprendizagem e desenvolvimento, de seu ano de estudo, e 50% (cinquenta por cento), pelo menos, o nível desejável. b) no último ano de vigência deste PME, todos os(as) estudantes do Ensino Fundamental e do Ensino Médio tenham alcançado nível suficiente de aprendizado em relação aos direitos e objetivos de aprendizagem e desenvolvimento, de seu ano de estudo, e 80% (oitenta por cento), pelo menos, o nível desejável. 7.3 Realizar processo continuo de autoavaliação das escolas de Educação Básica, por meio da constituição de instrumentos de avaliação diagnostica, que orientam as dimensões a serem fortalecidas, destacando-se a elaboração de planejamento estratégico, a melhoria continua da qualidade educacional, a formação continuada dos(das) profissionais da educação e o aprimoramento da gestão democráticas. 7.4 Aderir e executar os planos de ações articuladas dando cumprimento às metas de qualidade estabelecidas para a educação básica pública e às estratégias de apoio técnico e financeiro, voltadas à melhoria da gestão educacional, à formação de professores e professoras e profissionais de serviços e apoio escolares, à ampliação e ao desenvolvimento de recursos pedagógicos e à melhoria e expansão da infraestrutura física da rede escolar. 7.5 Qualificar o ensino de forma a alcançar as metas do IDEB, garantindo a equidade da aprendizagem nas escolas do Município. 7.6 Garantir transporte gratuito, de acordo com a legislação vigente, em regime de colaboração com a União e estado, para todos(as) os(as) estudantes da educação do campo, na faixa etária da educação escolar obrigatória. Na educação urbana, no caso de falta de vaga na escola definida por zoneamento, o(a) estudante terá o transporte disponível, mediante documento comprobatório. 7.7 Ampliar ações de atendimento ao(à) aluno(a), em todas as etapas da Educação Básica, por meio de programas suplementares de material didático, transporte, alimentação e assistência à saúde, em regime de colaboração com o estado e União. Página 51 de 65

52 7.8 Assegurar aos alunos das escolas públicas da Educação Básica, o acesso a espaços para a prática esportiva, a bens culturais e artísticos, adequando os espaços escolares para garantir a acessibilidade. 7.9 Prover equipamentos e recursos tecnológicos digitais para a utilização pedagógica no ambiente escolar a todas as escolas públicas da Educação Básica, criando, inclusive, mecanismos para implementação das condições necessárias para a universalização das bibliotecas nas instituições educacionais, com acesso as redes digitais de computadores, inclusive a internet, respeitando as competências financeiras de cada entre federativo Informatizar integralmente a gestão das escolas públicas da Rede Municipal, bem como manter programa de formação inicial e continuada, para o pessoal técnico da Secretaria Municipal de Educação Garantir políticas de combate à violência na escola, inclusive através do desenvolvimento de ações destinadas à capacitação de educadores para detecção das causas e sinais, tais como a violência doméstica e sexual, favorecendo a adoção das providencias adequadas para promover a construção da cultura de paz, e um ambiente escolar dotado de segurança para a comunidade, através do Projeto MPT nas escolas Intensificar aulas de reforço, com professores capacitados no contraturno, de modo a sanar as dificuldades encontradas em sala de aula Construir quadras de esportes, salas de informática, bibliotecas, laboratório de ciências em parceria com o Governo Federal, nas unidades que ainda não possuam tais recursos. META 8 Elevar a escolaridade média da população de 18 (dezoito) a 29 (vinte e nove) anos, de modo a alcançar, no mínimo, 12 (doze) anos de estudo no último ano de vigência deste PME. 8.1 Intensificar programas para correção de fluxo, acompanhamento pedagógico individualizado para recuperação e progressão parcial, bem como priorizar estudantes com rendimento escolar defasado, considerando as especificidades dos segmentos populacionais considerados. 8.2 Implementar programas de educação de jovens e adultos para os segmentos populacionais considerados, que estejam fora da escola e com defasagem idade-série, Página 52 de 65

53 associados a outras estratégias que garantam a continuidade da escolarização, após a alfabetização inicial. 8.3 Oportunizar o acesso gratuito a exames de certificação da conclusão dos ensinos fundamental e médio. 8.4 Promover, em parceria com as áreas de saúde e assistência social, o acompanhamento e o monitoramento do acesso à escola, específicos para os segmentos populacionais considerados, identificando os motivos da infrequência escolar, a fim de garantir a permanência e apoio à aprendizagem, de maneira a estimular a ampliação do atendimento desses(as) estudantes na rede pública regular de ensino. 8.5 Promover busca ativa de jovens fora da escola pertencentes aos segmentos populacionais considerados, em parceria com as áreas de assistência social, saúde e proteção à juventude. 8.6 Institucionalizar programas, que contemplem o desenvolvimento de tecnologias para correção de fluxo, acompanhamento pedagógico individualizado, recuperação e progressão parcial, priorizando estudantes com rendimento escolar defasado e a produção de livros e outros materiais didáticos adequados às características e realidade sociocultural dos segmentos populacionais considerados. META 9 Elevar a taxa de alfabetização nos anos iniciais da população de 15 anos ou mais idade de modo a reduzir a taxa de analfabetismo em 30% (trinta por cento) até o final da vigência desse plano. Indicadores da população de EJA que frequentam a escola. Hidrolândia: 179 Brasil: Goiás: Página 53 de 65

54 9.1 Assegurar a oferta pública e gratuita de Educação de Jovens, Adultos e Idosos, equivalente ao Ensino Fundamental I, para a população a partir de 15 anos, que não tenha atingindo estes níveis de escolaridade. 9.2 Promover, em parceria com as áreas de saúde e assistência social, o acompanhamento e o monitoramento de acesso à escola, específicos para os segmentos populacionais considerados, identificar motivos de ausência e baixa frequência para a garantia de frequência e apoio à aprendizagem, de maneira a estimular a ampliação do atendimento desses(as) estudantes na rede pública regular de ensino. 9.3 Promover busca ativa de jovens fora da escola pertencentes aos segmentos populacionais considerados, em parceria com as áreas de assistência social, saúde, proteção à juventude e meios de comunicação. 9.4 Participação nos programas de educação de jovens e adultos dos segmentos populacionais considerados, que estejam fora da escola e com defasagem idade-série, associados a outras estratégias que garantam a continuidade da escolarização, após a alfabetização inicial. 9.5 Ampliar em 50% a participação dos profissionais da EJA em encontros regionais e nacionais concernentes a esta modalidade de ensino. 9.6 Garantir material didático apropriado a essa modalidade de ensino, oportunizando a participação dos profissionais especializados na elaboração, seleção ou adoção dos mesmos. 9.7 Selecionar professores da EJA definindo um perfil profissional que mais se adéqua a essa clientela, de acordo com sua formação e especialização. 9.8 Garantir a merenda escolar e o equilíbrio necessário, garantindo os níveis calórico-proteicos por faixa etária, em parceria com o Estado e União. META 10 Oferecer, no mínimo 25% (vinte e cinco por cento) das matriculas de Educação de Jovens, Adultos na forma integrada à Educação Profissional, no Ensino Fundamental. Página 54 de 65

55 10.1 Incentivar a integração da educação de jovens e adultos com a educação profissional, em cursos planejados, de acordo com as características do público da educação de jovens e adultos e considerando as especificidades das populações itinerantes e do campo Ampliar as oportunidades profissionais dos jovens e adultos com deficiência e baixo nível de escolaridade, por meio do acesso à educação de jovens e adultos articulada à educação profissional Estimular a diversificação curricular da educação de jovens e adultos, articulando a formação básica e a preparação para o mundo do trabalho e estabelecendo interrelações entre teoria e prática, nos eixos da ciência, do trabalho, da tecnologia e da cultura e cidadania, de forma a organizar o tempo e o espaço pedagógicos adequados às características desses alunos e alunas Implementar mecanismos de reconhecimento saberes de jovens e adultos trabalhadores, a serem considerados na articulação curricular dos cursos de formação inicial e continuada dos cursos técnicos de nível médio Fomentar a formação continuada de docentes das redes públicas que atuam na educação de Jovens e Adultos e Idosos articulada à educação profissional Fomentar a integração da educação de jovens e adultos com a educação profissional, compatível com as necessidades produtivas e com os planos de desenvolvimento do estado e do município, observando as características do público de jovens e adultos, considerando as especificidades da população itinerante e do campo. META 11 Incentivar a educação profissional pública e gratuita, em parceria com IF Goiano responsável pelo ensino profissional do município. Página 55 de 65

56 11.1 Estabelecer, a partir do primeiro ano da aprovação do PME, políticas para a adequação profissional Incentivar a educação profissionalizante como educação continuada, ampliando as oportunidades de ingresso no mundo do trabalho Incentivar a frequência em cursos técnicos de formação profissional, oferecidos no Município pelo IF Goiano, através de campanhas informativas sobre a modalidade dos cursos oferecidos Proporcionar transporte adequados aos alunos vindos do ensino fundamental que desejem ingressar no ensino profissionalizante oferecido pelo IF Goiano Promover a integração dos alunos da EJA sugerindo ao IF Goiano cursos técnicos profissionalizantes que valorizam esses alunos Divulgar a expansão da oferta no município, de educação profissional técnica de nível médio nas redes públicas estaduais de ensino, de modo a incentivar a continuidade dos estudos Apoiar a educação profissional técnica de nível médio para as pessoas com deficiência, transtornos globais, e desenvolvimento e altas habilidades e superdotação Fazer parceria entre o IF Goiano e o município para a aquisição de bolsas para os educandos. META 12 Elevar a taxa bruta de matricula na educação superior para 50% (cinquenta por cento) e a taxa líquida para 33% (trinta e três por cento) da população de 18 (dezoito) a 24 (vinte e quatro) anos, assegurada a qualidade da oferta e expansão para, pelo menos, 40% (quarenta por cento) das novas matriculas, no segmento público Incentivar no ensino médio a necessidade de formação de professores para a educação básica em todas as áreas Mapear a demanda e fomentar a oferta de formação de pessoal de nível superior, destacadamente a que se refere a formação dos profissionais da educação básica. superior Apoiar a ampliação da oferta de estagio como parte da formação na educação Página 56 de 65

57 12.4 Apoiar o asseguramento das condições de acessibilidade nas instituições de educação superior, na forma da legislação, que estiverem instaladas no município Apoiar o estimulo dos mecanismos para ocupar as vagas ociosas em cada período letivo na educação superior pública Promover palestras no ensino médio, incentivando a formação superior e teste profissionalizante. META 13 Elevar a qualidade da educação superior e incentivar a proporção de mestres e doutores do corpo docente em efetivo exercício no conjunto do sistema de educação superior para 75% (setenta e cinco por cento) sendo no total, e mínimo 35% (trinta e cinco por cento) Apoiar a indução de processo continuo de auto avaliação das instituições de educação superior, fortalecendo a participação das comissões próprias de avaliação, bem como a aplicação de instrumentos de avaliação que orientem as dimensões a serem fortalecidas, destacando-se a qualificação e a dedicação do corpo docente Rever o plano de carreira do município, e propor uma gratificação incorporado no salário, para o professor que fizer o mestrado e doutorado Solicitar linhas de financiamento de apoio a pesquisa que possam contribuir com a qualificação de mestres e doutores para o avanço de ensino e da pesquisa. META 14 Intensificar a relação entre Município e as Universidades, visando a atender às demandas da sociedade Hidrolandense no que se refere a educação superior Desenvolver políticas públicas direcionadas ao acesso e à permanência, no Ensino Superior, dos segmentos da população de baixa renda Criar, mecanismos que estimulem o setor produtivo a gerar vagas de emprego e absorver jovens com formação superior no município Incentivar e cobrar do IF Goiano a criação de cursos no setor de agricultura, pecuária e serviços, valorizando as atividades econômicas do município. Página 57 de 65

58 14.4 Cobrar a intensificação de Projetos de Pesquisa e Extensão para atender às demandas sociais. Firmar convênios com a IF Goiano para fortalecer o oferecimento de cursos de acordo com as necessidades da administração pública municipal, visando a qualificar seu quadro de funcionários para melhor servir à sociedade hidrolandense Incentivar as IES a ofertarem cursos de extensão que atendam demandas de educação continuada de jovens e adultos, com ou sem formação de nível superior. META 15 Garantir, em regime de colaboração entre a União e o Estado, política municipal de formação dos profissionais da educação de que tratam os incisos I, II e III do caput do art. 61 da Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, a fim de assegurar que todos os professores da Educação possuam formação especifica de nível superior, obtida em curso de licenciatura na área de conhecimento em que atuam Valorizar as práticas de ensino e os estágios nos cursos de formação de nível médio e superior dos profissionais da educação, visando ao trabalho sistemático de articulação entre a formação acadêmica e as demandas da Educação Básica Incentivar a iniciação à docência a estudantes de Curso de Licenciatura e Médio através de estágios oferecidos pelas escolas municipais Incentivar e exigir a formação em curso de Pedagogia para todos os profissionais que atuam como auxiliares na Educação Infantil Ofertar aos docentes licenciados, conforme sua área de atuação e formação, cursos de formação complementar. META 16 Proporcionar em regime de colaboração com universidades, a formação em nível de pós-graduação, 80% (oitenta por cento) dos professores, até o último ano de vigência deste PME e garantir a todos os profissionais da Educação Básica formação continuada em sua área de atuação, considerando as necessidades, demandas e contextualizações dos sistemas de ensino. Página 58 de 65

59 16.1 Expandir o acervo de obras didáticas e paradidáticas, literatura e dicionários, acesso a bens culturais, disponibilizados para os professores das redes públicas de Educação Básica, favorecendo a construção do conhecimento, da cultura e da investigação Estimular a busca de Cursos de Graduação e Pós-Graduação, Lacto Senso e Stricto Senso pelos professores, nas diferentes áreas de atuação. META 17 Valorizar os(as) profissionais do magistério das redes públicas de educação básica de forma a equiparar seu rendimento médio ao dos(as) demais profissionais com escolaridade equivalente, até o final do sexto ano de vigência deste PME Garantir que, no prazo de cinco anos, 100% dos professores da Educação Básica (em todas as modalidades) possuam a formação especifica de nível superior, de licenciatura plena em instituições qualificadas Propor as instituições públicas de nível superior, a oferta de cursos de especialização voltados para a formação de professores do município para as diferentes áreas de ensino e, em particular, para a educação especial, a gestão escolar, a formação de jovens e adultos e a educação infantil. Página 59 de 65

AUDIÊNCIA PÚBLICA PLANO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO jun/15 GRUPO I META 1

AUDIÊNCIA PÚBLICA PLANO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO jun/15 GRUPO I META 1 AUDIÊNCIA PÚBLICA PLANO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO jun/15 GRUPO I META 1 Universalizar, até 2016, a educação infantil na pré-escola para as crianças de 4 (quatro) a 5 (cinco) anos de idade e ampliar a oferta

Leia mais

PLANO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO

PLANO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO PLANO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO REDAÇÃO DO PROJETO DE LEI Aprova o Plano Municipal de Educação - PME e dá outras providências. O Prefeito do Município de vereadores decreta e eu sanciono a seguinte Lei: Faço

Leia mais

II - ANÁLISE PRELIMINAR DOS DADOS EDUCACIONAIS DE SERGIPE:

II - ANÁLISE PRELIMINAR DOS DADOS EDUCACIONAIS DE SERGIPE: EDUCAÇÃO INFANTIL I - META 1 DO PNE: Universalizar, até 2016, a educação infantil na pré-escola para as crianças de 4 (quatro) a 5 (cinco) anos de idade e ampliar a oferta de educação infantil em creches

Leia mais

ESTUDO COMPARATIVO DA LEI 9394/1996 E DA LEI 12.796/2013

ESTUDO COMPARATIVO DA LEI 9394/1996 E DA LEI 12.796/2013 ESTUDO COMPARATIVO DA LEI 9394/1996 E DA LEI 12.796/2013 1 Art. 3º. O ensino será ministrado com base nos seguintes princípios: [...] Art. 3 O ensino será ministrado com base nos seguintes princípios:

Leia mais

Educação Infantil ESTRATÉGIAS:

Educação Infantil ESTRATÉGIAS: Educação Infantil META 1: Ampliar a oferta de educação infantil de forma a atender, em 100% da população de 4 e 5 anos até 2016 e, até o final da década, alcançar a meta de 50% das crianças de 0 a 3 anos,

Leia mais

LEI Nº 1528/2004. A CÂMARA MUNICIPAL DE ARAUCÁRIA, Estado do Paraná, aprovou, e eu, Prefeito Municipal, sanciono a seguinte Lei:

LEI Nº 1528/2004. A CÂMARA MUNICIPAL DE ARAUCÁRIA, Estado do Paraná, aprovou, e eu, Prefeito Municipal, sanciono a seguinte Lei: LEI Nº 1528/2004 "INSTITUI O SISTEMA MUNICIPAL DE ENSINO DO MUNICÍPIO DE ARAUCÁRIA, E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS". A CÂMARA MUNICIPAL DE ARAUCÁRIA, Estado do Paraná, aprovou, e eu, Prefeito Municipal, sanciono

Leia mais

Rua da Educação. Municipalino:

Rua da Educação. Municipalino: Todas as crianças e adolescentes tem direito à educação e devem freqüentar a escola. As diretrizes para a área da educação são dadas pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) Lei 9394 de

Leia mais

SEMINÁRIOS TRANSDISCIPLINARES HISTÓRIA E PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO

SEMINÁRIOS TRANSDISCIPLINARES HISTÓRIA E PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO SEMINÁRIOS TRANSDISCIPLINARES HISTÓRIA E PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO AS PERSPECTIVAS POLÍTICAS PARA UM CURRÍCULO INTERDISCIPLINAR: DESAFIOS E POSSIBILIDADES Professor Doutor Carlos Henrique Carvalho Faculdade

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE PINHAIS

PREFEITURA MUNICIPAL DE PINHAIS LEI Nº 1059, DE 28 DE DEZEMBRO DE 2009. Dispõe sobre a Organização do Sistema Municipal de Ensino do Município de Pinhais e dá outras providências. A CÂMARA MUNICIPAL DE PINHAIS,, aprovou e eu, PREFEITO

Leia mais

PUBLICADO DOC 27/09/2012, PÁG 85

PUBLICADO DOC 27/09/2012, PÁG 85 PUBLICADO DOC 27/09/2012, PÁG 85 PROJETO DE LEI 01-00415/2012 do Executivo (Encaminhado à Câmara pelo Sr. Prefeito com o ofício ATL 96/12). Aprova o Plano Municipal de Educação da Cidade de São Paulo para

Leia mais

PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO - Educação Especial

PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO - Educação Especial PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO - Educação Especial 8. EDUCAÇÃO ESPECIAL 8.1 Diagnóstico A Constituição Federal estabelece o direito de as pessoas com necessidades especiais receberem educação preferencialmente

Leia mais

Entenda o Fundo Municipal de Educação!

Entenda o Fundo Municipal de Educação! Entenda o Fundo Municipal de Educação! CONSELHEIROS JOSÉ CARLOS ARAÚJO Presidente MARA LÚCIA DA CRUZ Vice - Presidente SEBASTIÃO CEZAR LEÃO COLARES Corregedora ALOÍSIO AUGUSTO LOPES CHAVES LUÍS DANIEL

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE BETÂNIA Estado de Pernambuco LEI Nº 636 /2012 DE DIRETRIZES ORÇAMENTÁRIAS 2013 Anexo de Prioridades e Metas ( Sintético )

PREFEITURA MUNICIPAL DE BETÂNIA Estado de Pernambuco LEI Nº 636 /2012 DE DIRETRIZES ORÇAMENTÁRIAS 2013 Anexo de Prioridades e Metas ( Sintético ) Anexo de Prioridades e s ( Sintético ) s Processo Legislativo Administração Legislativa Planejamento Governamental Gestão Política Administrativa Suporte Administrativo Garantir o exercício da função legislativa

Leia mais

:: Legislação. Unidade: Câmara de Educação Básica. Número: 79/2009 Ano: 2009. Ementa:

:: Legislação. Unidade: Câmara de Educação Básica. Número: 79/2009 Ano: 2009. Ementa: :: Legislação Unidade: Câmara de Básica Número: 79/2009 Ano: 2009 Ementa: Estabelece normas para a Especial, na Perspectiva da Inclusiva para todas as etapas e Modalidades da Básica no Sistema Estadual

Leia mais

II - obrigatoriedade de participação quando realizados no período letivo; III - participação facultativa quando realizados fora do período letivo.

II - obrigatoriedade de participação quando realizados no período letivo; III - participação facultativa quando realizados fora do período letivo. Capítulo II DA EDUCAÇÃO Art. 182. A educação, direito de todos e dever do Estado e da família, será promovida e incentivada pelo Município, com a colaboração da sociedade, visando ao pleno desenvolvimento

Leia mais

CÂMARA MUNICIPAL DE CORONEL PACHECO PODER LEGISLATIVO CNPJ.: 74.011.552/0001-31 HOME PAGE: www.coronelpacheco.cam.mg.gov.br

CÂMARA MUNICIPAL DE CORONEL PACHECO PODER LEGISLATIVO CNPJ.: 74.011.552/0001-31 HOME PAGE: www.coronelpacheco.cam.mg.gov.br PROJETO DE LEI N 774 DE 12 DE MAIO DE 2015. Aprova o Plano Municipal de Educação - PME e dá outras providências A Câmara Municipal de Coronel Pacheco aprova e eu, Prefeito Municipal, no uso de minhas atribuições,

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DO NATAL SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO -SME NATAL/RN - 2002

PREFEITURA MUNICIPAL DO NATAL SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO -SME NATAL/RN - 2002 PREFEITURA MUNICIPAL DO NATAL SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO -SME PLANO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO 2002-2005 NATAL/RN - 2002 PREFEITURA MUNICIPAL DO NATAL SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO - SME PLANO MUNICIPAL

Leia mais

Constituição Federal

Constituição Federal Constituição Federal CONSTITUIÇÃO FEDERAL 1 CONSTITUIÇÃO FEDERAL DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL - 1988 COM A INCORPORAÇÃO DA EMENDA 14 Capítulo III Da Educação, da Cultura e do Desporto Seção I Da Educação

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE CRUZEIRO DO SUL PPA 2010/2013 CLASSIFICAÇÃO DOS PROGRAMAS E AÇÕES POR FUNÇÃO E SUBFUNÇÃO SUBFUNÇÃO PROGRAMA AÇÃO

PREFEITURA MUNICIPAL DE CRUZEIRO DO SUL PPA 2010/2013 CLASSIFICAÇÃO DOS PROGRAMAS E AÇÕES POR FUNÇÃO E SUBFUNÇÃO SUBFUNÇÃO PROGRAMA AÇÃO FUNÇÃO: 01 - LEGISLATIVA 031 Ação Legislativa 0001 - Execução da Ação Legislativa Manutenção das Atividades Legislativas FUNÇÃO: 02 - JUDICIÁRIA 122 Administração Geral 0006 - Defesa Jurídica do Município

Leia mais

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO ELEMENTOS PARA O NOVO PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO ELEMENTOS PARA O NOVO PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO ELEMENTOS PARA O NOVO PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO EDUCAÇÃO BÁSICA: EDUCAÇÃO BÁSICA: 1. Definir os padrões mínimos de qualidade estabelecidos pela LDB, considerando as especificidades

Leia mais

PORTARIA NORMATIVA INTERMINISTERIAL Nº- 17, DE 24 DE ABRIL DE 2007

PORTARIA NORMATIVA INTERMINISTERIAL Nº- 17, DE 24 DE ABRIL DE 2007 PORTARIA NORMATIVA INTERMINISTERIAL Nº- 17, DE 24 DE ABRIL DE 2007 Institui o Programa Mais Educação, que visa fomentar a educação integral de crianças, adolescentes e jovens, por meio do apoio a atividades

Leia mais

LEGISLAÇÃO DA EDUCAÇÃO INFANTIL LEGISLAÇÃO FEDERAL

LEGISLAÇÃO DA EDUCAÇÃO INFANTIL LEGISLAÇÃO FEDERAL 0 SÃO PAULO ATUALIZADO EM JULHO DE 2014 ROTEIRO 1 Linha do tempo legislação federal 1. Leis Constituição da República Federativa do Brasil 05/10/1988 2. Resoluções, Pareceres e Deliberações Parecer CNE/CEB

Leia mais

A EDUCAÇÃO BÁSICA EM MARINGÁ: EXISTE OBRIGATORIEDADE LEGAL?

A EDUCAÇÃO BÁSICA EM MARINGÁ: EXISTE OBRIGATORIEDADE LEGAL? Anais da Semana de Pedagogia da UEM ISSN Online: 2316-9435 XXI Semana de Pedagogia IX Encontro de Pesquisa em Educação 20 a 23 de Maio de 2014 A EDUCAÇÃO BÁSICA EM MARINGÁ: EXISTE OBRIGATORIEDADE LEGAL?

Leia mais

15º FÓRUM NACIONAL DA UNDIME. Política Nacional de Educação Infantil. Mata de São João/BA Junho/2015. Secretaria de Educação Básica

15º FÓRUM NACIONAL DA UNDIME. Política Nacional de Educação Infantil. Mata de São João/BA Junho/2015. Secretaria de Educação Básica 15º FÓRUM NACIONAL DA UNDIME Política Nacional de Educação Infantil Mata de São João/BA Junho/2015 Secretaria de Educação Básica CONCEPÇÃO DE EDUCAÇÃO INFANTIL É direito dos trabalhadores urbanos e rurais

Leia mais

PLANO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO PLANO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO

PLANO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO PLANO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO PLANO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO 2015 Professor João Medeiros de Sá Filho Conferência Municipal de Educação CEMUR 27/04-14h Lei 13.005, de 25 de junho de 2014 que aprova o Plano nacional de Educação O PNE -

Leia mais

Art. 3º. O Plano Municipal Decenal de Educação observará os seguintes elementos e princípios: I diagnóstico e realidade sócio-educacional e história;

Art. 3º. O Plano Municipal Decenal de Educação observará os seguintes elementos e princípios: I diagnóstico e realidade sócio-educacional e história; Lei nº 1.315, de 25 de agosto de 2003. Dispõe sobre o Plano Municipal Decenal de Educação e dá outras providências. O PREFEITO MUNICIPAL DE CODÓ, ESTADO DO MARANHÃO: Faço saber que a Câmara Municipal de

Leia mais

ESTADO DO MARANHÃO PREFEITURA MUNICIPAL DE PAULINO NEVES SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO

ESTADO DO MARANHÃO PREFEITURA MUNICIPAL DE PAULINO NEVES SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO 2015 / 2025 Raimundo de Oliveira Filho Prefeito Municipal José Ferreira dos Reis Vice-prefeito Mª Estaciana Silva Gomes Secretária de Educação DEPARTAMENTO PEDAGÓGICO SEÇÃO DE EDUCAÇÃO INFANTIL Maria do

Leia mais

XXV ENCONTRO NACIONAL DA UNCME

XXV ENCONTRO NACIONAL DA UNCME XXV ENCONTRO NACIONAL DA UNCME Os desafios da Educação Infantil nos Planos de Educação Porto de Galinhas/PE Outubro/2015 Secretaria de Educação Básica CONCEPÇÃO DE EDUCAÇÃO INFANTIL É direito dos trabalhadores

Leia mais

PARECER HOMOLOGADO Despacho do Ministro, publicado no D.O.U. de 18/10/2010, Seção 1, Pág.10. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO

PARECER HOMOLOGADO Despacho do Ministro, publicado no D.O.U. de 18/10/2010, Seção 1, Pág.10. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO PARECER HOMOLOGADO Despacho do Ministro, publicado no D.O.U. de 18/10/2010, Seção 1, Pág.10. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO INTERESSADO: Conselho Nacional de Educação/Câmara de Educação

Leia mais

Eixo Cidade de Direitos:

Eixo Cidade de Direitos: GT Educação do Movimento Nossa São Paulo Breve análise das Metas de Educação Agenda 2012 1) Metas propostas na Agenda 2012 É louvável e bastante importante a iniciativa da Secretaria Municipal de Educação

Leia mais

LEI Diretrizes Regime de colaboração articulação interfederativa Participação Fórum das Entidades Garantia do acesso Indicadores de acompanhamento

LEI Diretrizes Regime de colaboração articulação interfederativa Participação Fórum das Entidades Garantia do acesso Indicadores de acompanhamento PNE PME LEI Diretrizes Regime de colaboração articulação interfederativa Participação Fórum das Entidades Garantia do acesso Indicadores de acompanhamento locais e nacionais (prova Brasil e IDEB) 10% do

Leia mais

ENSINO FUNDAMENTAL. De acordo a LDB 9394/96 o Ensino Fundamental, juntamente com a Educação Infantil e o Ensino Médio, compõe a Educação básica.

ENSINO FUNDAMENTAL. De acordo a LDB 9394/96 o Ensino Fundamental, juntamente com a Educação Infantil e o Ensino Médio, compõe a Educação básica. ENSINO FUNDAMENTAL De acordo a LDB 9394/96 o Ensino Fundamental, juntamente com a Educação Infantil e o Ensino Médio, compõe a Educação básica. Art. 32 "o Ensino Fundamental, com duração mínima de oito

Leia mais

LEI N 1.063 DE 17 DE JUNHO 2015. APROVA O PLANO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO, PARA O DECÊNIO 2015-2025 E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS.

LEI N 1.063 DE 17 DE JUNHO 2015. APROVA O PLANO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO, PARA O DECÊNIO 2015-2025 E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. LEI N 1.063 DE 17 DE JUNHO 2015. APROVA O PLANO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO, PARA O DECÊNIO 2015-2025 E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. O Sr. Natanael Casavechia, prefeito de São José do Rio Claro, Estado de Mato Grosso,

Leia mais

13. EDUCAÇÃO ESPECIAL

13. EDUCAÇÃO ESPECIAL 13. EDUCAÇÃO ESPECIAL 13.1 ORGANIZAÇÃO DA EDUCAÇÃO ESPECIAL 13.1.1 Objetivos gerais. Política de integração da educação especial na educação infantil, no ensino fundamental e no ensino médio A educação

Leia mais

Esta síntese apresenta a linha de base dos indicadores referentes às metas do PNE. O documento consiste em análises descritivas das séries históricas

Esta síntese apresenta a linha de base dos indicadores referentes às metas do PNE. O documento consiste em análises descritivas das séries históricas Esta síntese apresenta a linha de base dos indicadores referentes às metas do PNE. O documento consiste em análises descritivas das séries históricas dos indicadores selecionados pelo Ministério da Educação

Leia mais

RESOLUÇÃO N. 261/02-CEE/MT.

RESOLUÇÃO N. 261/02-CEE/MT. RESOLUÇÃO N. 261/02-CEE/MT. Fixa normas para a Educação Especial na Educação Básica do Sistema Estadual de Ensino O CONSELHO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO DE MATO GROSSO, no uso de atribuições que lhe confere os

Leia mais

LEI 3.948, de 16 de novembro de 2009 Sistema Municipal de Ensino

LEI 3.948, de 16 de novembro de 2009 Sistema Municipal de Ensino LEI 3.948, de 16 de novembro de 2009 Sistema Municipal de Ensino Disciplina a organização do Sistema Municipal de Ensino do Município de Mococa e dá outras providências. CAPÍTULO I DA EDUCAÇÃO MUNICIPAL

Leia mais

3. PRINCÍPIOS, FINS E LEGISLAÇÃO EDUCACIONAL VIGENTE

3. PRINCÍPIOS, FINS E LEGISLAÇÃO EDUCACIONAL VIGENTE 3. PRINCÍPIOS, FINS E LEGISLAÇÃO EDUCACIONAL VIGENTE 3.1 RELAÇÃO DE DOCUMENTOS FUNDAMENTAIS EM VIGÊNCIA A atual Constituição da República Federativa do Brasil foi promulgada em 5 de outubro de 1988. No

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE SÃO VICENTE Cidade Monumento da História Pátria Cellula Mater da Nacionalidade

PREFEITURA MUNICIPAL DE SÃO VICENTE Cidade Monumento da História Pátria Cellula Mater da Nacionalidade Cria o Sistema Municipal de Ensino e estabelece normas gerais para a sua adequada implantação. Proc. n.º 5193/02 PAULO DE SOUZA, Vice-Prefeito no exercício do cargo de Prefeito do Município de São Vicente,

Leia mais

XIX CONGRESSO DE PÓS-GRADUAÇÃO DA UFLA 27 de setembro a 01 de outubro de 2010

XIX CONGRESSO DE PÓS-GRADUAÇÃO DA UFLA 27 de setembro a 01 de outubro de 2010 QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL E POBREZA: UM ESTUDO DE CASO NA CIDADE DE LAVRAS - MINAS GERAIS DIEGO CÉSAR TERRA DE ANDRADE 1 ; ELIAS RODRIGUES DE OLIVEIRA 2 ; MICHELLE FONSECA JACOME 3 ; CATARINA FURTADO DOS

Leia mais

Tema 2 CONAE 2014 Diretrizes gerais para intervenção do PROIFES-Federação na CONAE 2014

Tema 2 CONAE 2014 Diretrizes gerais para intervenção do PROIFES-Federação na CONAE 2014 Tema 2 CONAE 2014 Diretrizes gerais para intervenção do PROIFES-Federação na CONAE 2014 Eixo I O plano Nacional de Educação e o Sistema Nacional de Educação: organização e regulação. Instituir, em cooperação

Leia mais

ESTADO DO MARANHÃO MINISTÉRIO PÚBLICO PROMOTORIA DE JUSTIÇA DE

ESTADO DO MARANHÃO MINISTÉRIO PÚBLICO PROMOTORIA DE JUSTIÇA DE TERMO DE COMPROMISSO DE AJUSTAMENTO DE CONDUTA OBJETIVANDO GARANTIR EDUCAÇÃO INFANTIL DE QUALIDADE PARA TODOS. que firmam o ESTADUAL, por meio da Promotoria de Justiça de... e o MUNICÍPIO DE... O DO ESTADO

Leia mais

Ministério da Educação Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Diretoria de Estatísticas Educacionais

Ministério da Educação Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Diretoria de Estatísticas Educacionais Ministério da Educação Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Diretoria de Estatísticas Educacionais RESULTADO DO CENSO DA EDUCAÇÃO BÁSICA 2009 O Censo Escolar, realizado anualmente pelo

Leia mais

CICLO DA INFÂNCIA E CICLO DE ALFABETIZAÇÃO NO ENSINO FUNDAMENTAL DE NOVE ANOS: COMPARAÇÕES PRELIMINARES

CICLO DA INFÂNCIA E CICLO DE ALFABETIZAÇÃO NO ENSINO FUNDAMENTAL DE NOVE ANOS: COMPARAÇÕES PRELIMINARES CICLO DA INFÂNCIA E CICLO DE ALFABETIZAÇÃO NO ENSINO FUNDAMENTAL DE NOVE ANOS: COMPARAÇÕES PRELIMINARES Rosilene Lagares PET Pedagogia/Campus de Palmas/Pedagogia/Mestrado em Educação/UFT/Capes roselagares@uft.edu.br

Leia mais

Plano Nacional de Educação. Programa Bolsa Família e MDS

Plano Nacional de Educação. Programa Bolsa Família e MDS Plano Nacional de Educação COORDENAÇÃO GERAL DE INTEGRAÇÃO E ANÁLISE DE INFORMAÇÕES Departamento de Condicionalidades x Secretaria Nacional de Renda de Cidadania Ministério do Desenvolvimento Social e

Leia mais

2. DIAGNÓSTICO EDUCACIONAL FLORIANÓPOLIS

2. DIAGNÓSTICO EDUCACIONAL FLORIANÓPOLIS VERSÃO PRELIMINAR PME / 2015 1 SUMÁRIO APRESENTAÇÃO INTRODUÇÃO 1. BASE LEGAL 2. DIAGNÓSTICO EDUCACIONAL FLORIANÓPOLIS 2.1. FLORIANÓPOLIS ASPECTOS HISTÓRICOS, GEOGRÁFICOS E SOCIOECONÔMICOS 2.2. EDUCAÇÃO

Leia mais

Documento Base do Plano Estadual de Educação do Ceará. Eixo Temático Ensino Médio e Profissional

Documento Base do Plano Estadual de Educação do Ceará. Eixo Temático Ensino Médio e Profissional Documento Base do Plano Estadual de Educação do Ceará Eixo Temático Ensino Médio e Profissional Ceará, 2015 1 Socioeconômico Diagnóstico Para compreender a situação da educação no estado do Ceará é necessário

Leia mais

COMISSÃO TÉCNICA INTERINSTITUCIONAL 2 CTI 2

COMISSÃO TÉCNICA INTERINSTITUCIONAL 2 CTI 2 COMISSÃO TÉCNICA INTERINSTITUCIONAL 2 CTI 2 Tema: Educação e Cultura Propostas para aproveitamento do potencial da política de educação e cultura no combate ao empobrecimento e na redução das desigualdades

Leia mais

PERGUNTAS FREQUENTES SOBRE ENSINO FUNDAMENTAL DE 9 ANOS

PERGUNTAS FREQUENTES SOBRE ENSINO FUNDAMENTAL DE 9 ANOS PERGUNTAS FREQUENTES SOBRE ENSINO FUNDAMENTAL DE 9 ANOS Perguntas mais frequente e respostas do Departamento de Políticas Educacionais. 1. Qual é a nomenclatura adequada para o primeiro ano do ensino fundamental

Leia mais

FUNDAMENTOS LEGAIS, PRINCÍPIOS E ORIENTAÇÕES GERAIS PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL

FUNDAMENTOS LEGAIS, PRINCÍPIOS E ORIENTAÇÕES GERAIS PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL FUNDAMENTOS LEGAIS, PRINCÍPIOS E ORIENTAÇÕES GERAIS PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL I - Fundamentos legais A Constituição de 1988, inciso IV do artigo 208, afirma: O dever do Estado com a educação será efetivado

Leia mais

RESOLUÇÃO N.º 521, DE 02 DE FEVEREIRO DE 2004. Dispõe sobre a organização e o funcionamento do ensino nas escolas estaduais de Minas Gerais e dá

RESOLUÇÃO N.º 521, DE 02 DE FEVEREIRO DE 2004. Dispõe sobre a organização e o funcionamento do ensino nas escolas estaduais de Minas Gerais e dá RESOLUÇÃO N.º 521, DE 02 DE FEVEREIRO DE 2004. Dispõe sobre a organização e o funcionamento do ensino nas escolas estaduais de Minas Gerais e dá outras providências. A Secretária de Estado de Educação,

Leia mais

CARTA COMPROMISSO DA FETEMS AOS CANDIDATOS AO GOVERNO DO ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL. Debate com os Candidatos a Governador/Setembro/2014

CARTA COMPROMISSO DA FETEMS AOS CANDIDATOS AO GOVERNO DO ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL. Debate com os Candidatos a Governador/Setembro/2014 CARTA COMPROMISSO DA FETEMS AOS CANDIDATOS AO GOVERNO DO ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL Debate com os Candidatos a Governador/Setembro/2014 Os sonhos devem ser ditos para começar a se realizarem. E como

Leia mais

PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 128 DE 2006

PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 128 DE 2006 PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 128 DE 2006 Altera o 1º do art. 1º da Medida Provisória nº 2.178-36, de 24 de agosto de 2001, para incluir os estudantes da educação fundamental de jovens e adultos como beneficiários

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos DECRETO Nº 6.755, DE 29 DE JANEIRO DE 2009. Institui a Política Nacional de Formação de Profissionais do Magistério da Educação Básica,

Leia mais

Orientações Operacionais para a Educação

Orientações Operacionais para a Educação PREFEITURA MUNICIPAL DE CABEDELO Secretaria de Educação Gabinete da Secretária Orientações Operacionais para a Educação Ano Letivo de 2014 Prefeitura Municipal de Cabedelo Secretaria de Educação Rua Pastor

Leia mais

ANEXO X - Indicadores para monitoramento e avaliação da evolução das metas do PME

ANEXO X - Indicadores para monitoramento e avaliação da evolução das metas do PME ANEXO X - Indicadores para monitoramento e avaliação da evolução das metas do PME Observação: no presente documento, são listados os indicadores básicos que poderão ser utilizados para monitoramento e

Leia mais

Política Nacional de Educação Infantil. Secretaria de Educação Básica Ministério da Educação

Política Nacional de Educação Infantil. Secretaria de Educação Básica Ministério da Educação Política Nacional de Educação Infantil Secretaria de Educação Básica Ministério da Educação Principais Marcos Normativos Constituição Federal - 1988 Lei de Diretrizes e Bases (LDB) - 1996 Estatuto da Criança

Leia mais

GOVERNO DO DISTRITO FEDERAL SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO Conselho de Educação do Distrito Federal

GOVERNO DO DISTRITO FEDERAL SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO Conselho de Educação do Distrito Federal Homologado em 16/5/2014, DODF nº 98, de 19/5/2014, p. 6. Portaria nº 103, de 19/5/2014, DODF nº 100, de 21/5/2014, p. 7. PARECER Nº 82/2014-CEDF Processo nº 084.000083/2014 Interessado: Secretaria de Estado

Leia mais

SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÂO DIRETORIA DE ENSINO REGIÃO DE VOTORANTIM EE PROF

SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÂO DIRETORIA DE ENSINO REGIÃO DE VOTORANTIM EE PROF SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÂO EE PROF.ª MARIA IGNÊS ARAÚJO PAULA SANTOS" PLANO DE GESTÃO QUADRIÊNIO 2014/2018 1. Identificação e Caracterização da Escola 1.1 - Identificação EE Profª. Maria Ignês Araújo

Leia mais

CAPÍTULO I DA FINALIDADE

CAPÍTULO I DA FINALIDADE LEI Nº 1.392, DE 11 DE SETEMBRO DE 2009. DISPÕE SOBRE A POLÍTICA MUNICIPAL DO IDOSO, CRIA O CONSELHO MUNICIPAL DO IDOSO E O FUNDO MUNICIPAL DOS DIREITOS DO IDOSO E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. (Alterado pela

Leia mais

O Lugar da Educação Infantil nas Políticas para a Primeira Infância. Rio de Janeiro/RJ Setembro/2015

O Lugar da Educação Infantil nas Políticas para a Primeira Infância. Rio de Janeiro/RJ Setembro/2015 SEMINÁRIO NACIONAL CURRÍCULO E AVALIAÇÃO NA EDUCAÇÃO INFANTIL: POLÍTICAS PARA A PRIMEIRA INFÂNCIA O Lugar da Educação Infantil nas Políticas para a Primeira Infância Rio de Janeiro/RJ Setembro/2015 Secretaria

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos DECRETO Nº 6.094, DE 24 DE ABRIL DE 2007. Dispõe sobre a implementação do Plano de Metas Compromisso Todos pela Educação, pela União

Leia mais

LEI N 588, DE 27 DE SETEMBRO DE 2011.

LEI N 588, DE 27 DE SETEMBRO DE 2011. Pág. 1 de 6 LEI N 588, DE 27 DE SETEMBRO DE 2011. ALTERA A LEI N 302, DE 28/12/2001, QUE DISCIPLINA SOBRE A ORGANIZAÇÃO DO SISTEMA MUNICIPAL DE ENSINO DO MUNICÍPIO DE CRUZEIRO DO SUL/AC E DÁ OUTRAS PROVIDENCIAS.

Leia mais

SEMINÁRIO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO DO CAMPO SANTA CATARINA CHAPECÓ, 28 A 30 DE AGOSTO DE 2013 CARTA ABERTA À SOCIEDADE CATARINENSE E BRASILEIRA

SEMINÁRIO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO DO CAMPO SANTA CATARINA CHAPECÓ, 28 A 30 DE AGOSTO DE 2013 CARTA ABERTA À SOCIEDADE CATARINENSE E BRASILEIRA SEMINÁRIO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO DO CAMPO SANTA CATARINA CHAPECÓ, 28 A 30 DE AGOSTO DE 2013 CARTA ABERTA À SOCIEDADE CATARINENSE E BRASILEIRA 1. Nós, 350 educadores e educadoras das escolas públicas do campo,

Leia mais

REDAÇÃO FINAL MEDIDA PROVISÓRIA Nº 562-A, DE 2012 PROJETO DE LEI DE CONVERSÃO Nº 10 DE 2012

REDAÇÃO FINAL MEDIDA PROVISÓRIA Nº 562-A, DE 2012 PROJETO DE LEI DE CONVERSÃO Nº 10 DE 2012 REDAÇÃO FINAL MEDIDA PROVISÓRIA Nº 562-A, DE 2012 PROJETO DE LEI DE CONVERSÃO Nº 10 DE 2012 O CONGRESSO NACIONAL decreta: Dispõe sobre o apoio técnico ou financeiro da União no âmbito do Plano de Ações

Leia mais

Lei de Diretrizes e Bases 9.394/96(LDB) define a Educação Infantil como "primeira etapa da educação básica" (artigo 29) e delega a ela a finalidade

Lei de Diretrizes e Bases 9.394/96(LDB) define a Educação Infantil como primeira etapa da educação básica (artigo 29) e delega a ela a finalidade Lei de Diretrizes e Bases 9.394/96(LDB) define a Educação Infantil como "primeira etapa da educação básica" (artigo 29) e delega a ela a finalidade de "desenvolvimento integral da criança até seis anos

Leia mais

FAÇO SABER QUE A CÂMARA MUNICIPAL DE MARACANAÚ APROVOU E EU, PREFEITO DE MARACANAÚ, SANCIONO E PROMULGO A SEGUINTE LEI:

FAÇO SABER QUE A CÂMARA MUNICIPAL DE MARACANAÚ APROVOU E EU, PREFEITO DE MARACANAÚ, SANCIONO E PROMULGO A SEGUINTE LEI: LEI Nº 1.865, DE 15 DE JUNHO DE 2012. PREFEITURA DE MARACANAÚ APROVA O PLANO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE MARACANAÚ PARA O DECÊNIO 2012 A 2021 E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. FAÇO SABER QUE A CÂMARA MUNICIPAL DE

Leia mais

ANEXO I PLANO DE TRABALHO (ORÇAMENTO BÁSICO) PREFEITURA MUNICIPAL DE IPAUMIRIM/CE SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO

ANEXO I PLANO DE TRABALHO (ORÇAMENTO BÁSICO) PREFEITURA MUNICIPAL DE IPAUMIRIM/CE SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO ANEXO I PLANO DE TRABALHO (ORÇAMENTO BÁSICO) PREFEITURA MUNICIPAL DE IPAUMIRIM/CE SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO FORMAÇÃO DE PROFISSIONAIS DAS CRECHES E DA EDUCAÇÃO INFANTIL INTRODUÇÃO Conforme garante

Leia mais

POLO 19 POLO 17 POLO 18 POLO 22 POLO 24 POLO 21 POLO 25. E.M. Nilcelina S. Ferreira

POLO 19 POLO 17 POLO 18 POLO 22 POLO 24 POLO 21 POLO 25. E.M. Nilcelina S. Ferreira 17 19 18 E.M. Nilcelina S. Ferreira 20 22 21 23 24 25 5 Metas para a Gestão Democrática META 1 a. garantir a autonomia políticod i d á t i c o - p e d a g ó g i c a e administrativa às instituições educacionais

Leia mais

Classes multisseriadas e nucleação das escolas: um olhar sobre a realidade da Educação do Campo

Classes multisseriadas e nucleação das escolas: um olhar sobre a realidade da Educação do Campo Classes multisseriadas e nucleação das escolas: um olhar sobre a realidade da Educação do Campo Segundo Fagundes & Martini (2003) as décadas de 1980 e 1990 foram marcadas por um intenso êxodo rural, provocado

Leia mais

Prefeitura Municipal de Bom Jesus da Lapa publica:

Prefeitura Municipal de Bom Jesus da Lapa publica: 1 Segunda-feira Ano VII Nº 1081 Prefeitura Municipal de Bom Jesus da Lapa publica: Lei Nº 472 de 19 de junho de 2015 - Aprova o Plano Municipal de Educação PME do Município de Bom Jesus da Lapa BA em consonância

Leia mais

É com imensa satisfação que iniciamos nossas atividades das aulas 1 e 2 do Módulo IV do Curso, em que iremos tratar dos seguintes assuntos:

É com imensa satisfação que iniciamos nossas atividades das aulas 1 e 2 do Módulo IV do Curso, em que iremos tratar dos seguintes assuntos: EXERCÍCIO ANTECIPADO PARA O ESTUDO DIRIGIDO Módulo IV Aspectos Contemporâneos do Marco legal Profa. Maria José Lacerda Xavier Prezado (a) Aluno (a), É com imensa satisfação que iniciamos nossas atividades

Leia mais

Educação no trânsito e transformação social: limites e possibilidades.

Educação no trânsito e transformação social: limites e possibilidades. Educação no trânsito e transformação social: limites e possibilidades. III Seminário DENATRAN de Educação e Segurança no Trânsito Brasília 24/11 Vale a pena ser ensinado tudo o que une e tudo o que liberta.

Leia mais

LEI MUNICIPAL Nº 574/2004. 14-04-2004. JOSÉ ALVORI DA SILVA KUHN PREFEITO MUNICIPAL DE MORMAÇO, Estado do Rio Grande do Sul.

LEI MUNICIPAL Nº 574/2004. 14-04-2004. JOSÉ ALVORI DA SILVA KUHN PREFEITO MUNICIPAL DE MORMAÇO, Estado do Rio Grande do Sul. LEI MUNICIPAL Nº 574/2004. 14-04-2004 CRIA O SISTEMA MUNICIPAL DE ENSINO DE MORMAÇO, E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. JOSÉ ALVORI DA SILVA KUHN PREFEITO MUNICIPAL DE MORMAÇO, Estado do Rio Grande do Sul. FAÇO

Leia mais

Ensino Médio em Questão. José Fernandes de Lima Conselho Nacional de Educação

Ensino Médio em Questão. José Fernandes de Lima Conselho Nacional de Educação Ensino Médio em Questão José Fernandes de Lima Conselho Nacional de Educação Introdução O ensino médio tem sido debatido em todos os países Trata com adolescente e jovens que estão decidindo seus destinos.

Leia mais

O BRASIL SEM MISÉRIA NO SEU MUNICÍPIO Município: VITÓRIA DA CONQUISTA / BA O Plano Brasil Sem Miséria O Plano Brasil Sem Miséria foi lançado com o desafio de superar a extrema pobreza no país. O público

Leia mais

Cria o Sistema Municipal de Ensino de Porto Alegre.

Cria o Sistema Municipal de Ensino de Porto Alegre. LEI N.º 8.198 18/08/1998 Cria o Sistema Municipal de Ensino de Porto Alegre. O PREFEITO MUNICIPAL DE PORTO ALEGRE. Faço saber que a Câmara Municipal aprovou e eu sanciono a seguinte lei: TÍTULO I PRINCÍPIOS

Leia mais

Termo de Referência para Elaboração de Plano de Gestão de Praça do PAC modelo de 700m 2

Termo de Referência para Elaboração de Plano de Gestão de Praça do PAC modelo de 700m 2 MINISTÉRIO DA CULTURA Diretoria de Infraestrutura Cultural Secretaria Executiva Termo de Referência para Elaboração de Plano de Gestão de Praça do PAC modelo de 700m 2 1. Objetivos A Praça do PAC é de

Leia mais

PESQUISA DE AVALIAÇÃO QUANTITATIVA DO PROGRAMA DE ERRADICAÇÃO DO TRABALHO INFANTIL

PESQUISA DE AVALIAÇÃO QUANTITATIVA DO PROGRAMA DE ERRADICAÇÃO DO TRABALHO INFANTIL PESQUISA DE AVALIAÇÃO QUANTITATIVA DO PROGRAMA DE ERRADICAÇÃO DO TRABALHO INFANTIL FICHA TÉCNICA Instituição executora: Fundação Euclides da Cunha / Núcleo de Pesquisas, Informações e Políticas Públicas

Leia mais

Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão SECADI/MEC Objetivo

Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão SECADI/MEC Objetivo Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão SECADI/MEC Objetivo Contribuir para o desenvolvimento inclusivo dos sistemas de ensino, voltado à valorização das diferenças e da

Leia mais

PORTARIA Nº 90 DE 15 DE OUTUBRO DE 2015 SME

PORTARIA Nº 90 DE 15 DE OUTUBRO DE 2015 SME PORTARIA Nº 90 DE 15 DE OUTUBRO DE 2015 SME 1 Define parâmetros comuns à execução do Programa de Matrícula Sem Fila 2016, para a Educação Infantil (I Creche e II Pré-Escola), Ensino Fundamental, Educação

Leia mais

LEI Nº 2.422, DE 08 DE ABRIL DE 2008 CERTIDÃO Certifico e dou fé que esta Lei foi publicada no placard do Município no dia- / /

LEI Nº 2.422, DE 08 DE ABRIL DE 2008 CERTIDÃO Certifico e dou fé que esta Lei foi publicada no placard do Município no dia- / / LEI Nº 2.422, DE 08 DE ABRIL DE 2008 CERTIDÃO Certifico e dou fé que esta Lei foi publicada no placard do Município no dia- / / JANE APARECIDA FERREIRA =Responsável pelo placard= Dispõe sobre a composição,

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Conversão da MPv nº 411-07 Presidência da Dispõe sobre o Programa Nacional de Inclusão de Jovens - Projovem, instituído pela Lei n o 11.129, de 30 de junho de 2005; altera a Lei n o 10.836, de 9 de janeiro

Leia mais

PLANO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO PIUMHI/MG

PLANO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO PIUMHI/MG PLANO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO PIUMHI/MG 2015 1 ANEXO I METAS E ESTRATÉGIAS DO PME Meta: 1 Universalizar, até 2016, a educação infantil na pré-escola para as crianças de 4 (quatro) a 5 (cinco) anos de idade

Leia mais

POLÍTICA DE ASSISTÊNCIA ESTUDANTIL DA PÓS-GRADUAÇÃO DA CAPÍTULO I DA DEFINIÇÃO E DOS PRINCÍPIOS

POLÍTICA DE ASSISTÊNCIA ESTUDANTIL DA PÓS-GRADUAÇÃO DA CAPÍTULO I DA DEFINIÇÃO E DOS PRINCÍPIOS POLÍTICA DE ASSISTÊNCIA ESTUDANTIL DA PÓS-GRADUAÇÃO DA CAPÍTULO I DA DEFINIÇÃO E DOS PRINCÍPIOS Art. 1. A Política de Assistência Estudantil da Pós-Graduação da UFGD é um arcabouço de princípios e diretrizes

Leia mais

PLANO MUNICIPAL DE ATENDIMENTO SÓCIOEDUCATIVO DO MUNICÍPIO DE ESPÍRITO SANTO/RN

PLANO MUNICIPAL DE ATENDIMENTO SÓCIOEDUCATIVO DO MUNICÍPIO DE ESPÍRITO SANTO/RN PLANO MUNICIPAL DE ATENDIMENTO SÓCIOEDUCATIVO DO MUNICÍPIO DE ESPÍRITO SANTO/RN ESPÍRITO SANTO/RN, OUTUBRO DE 2014. FRANCISCO ARAÚJO DE SOUZA PREFEITO MUNICIPAL DE ESPÍRITO SANTO/RN ELIZANGELA FREIRE DE

Leia mais

DIRETRIZES GERAIS PARA ELABORAÇÃO DE UM PLANO DE GOVERNO

DIRETRIZES GERAIS PARA ELABORAÇÃO DE UM PLANO DE GOVERNO DIRETRIZES GERAIS PARA ELABORAÇÃO DE UM PLANO DE GOVERNO POR UM CEARÁ MELHOR PRA TODOS A COLIGAÇÃO POR UM CEARA MELHOR PRA TODOS, com o objetivo de atender à Legislação Eleitoral e de expressar os compromissos

Leia mais

A SECRETÁRIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO do Município de Duque de Caxias, no uso de suas atribuições legais e considerando:

A SECRETÁRIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO do Município de Duque de Caxias, no uso de suas atribuições legais e considerando: PORTARIA Nº 36/SME/2012 Define parâmetros comuns à execução do Programa de Matrícula Sem Fila/ 2013, para a Educação Infantil (Creche e Pré- Escola), Educação Especial Ensino Fundamental e Educação de

Leia mais

GLOSSÁRIO COSINE/GOTERP

GLOSSÁRIO COSINE/GOTERP GLOSSÁRIO COSINE/GOTERP Sumário 1. SOBRE MATRÍCULAS EM GERAL:... 3 2. SOBRE FREQUÊNCIA ESCOLAR:... 3 3. SOBRE O TERMO RAÇA :... 3 4. SOBRE A PARTE DIVERSIFICADA DO CURRÍCULO:... 4 5. SOBRE AVANÇO DE ESTUDOS:...

Leia mais

MUNICÍPIO DE FLORIANÓPOLIS CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO. Resolução n 01/2010

MUNICÍPIO DE FLORIANÓPOLIS CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO. Resolução n 01/2010 MUNICÍPIO DE FLORIANÓPOLIS CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO Resolução n 01/2010 Fixa normas para o Ensino Fundamental de 09 (nove) anos da Rede Municipal de Ensino de Florianópolis, Santa Catarina. O CONSELHO

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº 97/2012. A Câmara Municipal de Foz do Iguaçu, Estado do Paraná, Aprova:

PROJETO DE LEI Nº 97/2012. A Câmara Municipal de Foz do Iguaçu, Estado do Paraná, Aprova: PROJETO DE LEI Nº 97/2012 Aprova o Plano Municipal de Educação para o decênio 2012-2021 e dá outras providências. Autor: Prefeito Municipal Mensagem nº 074/2012 A Câmara Municipal de Foz do Iguaçu, Estado

Leia mais

LEI Nº. 2.510, DE 23 DE MAIO DE 2011.

LEI Nº. 2.510, DE 23 DE MAIO DE 2011. 1 LEI Nº. 2.510, DE 23 DE MAIO DE 2011. Institui a Política Municipal de Educação Ambiental, e dá outras providências. A CÂMARA MUNICIPAL DE ANANINDEUA estatui e eu sanciono a seguinte Lei: CAPÍTULO I

Leia mais

Programa Mais Educação Avaliação de Impacto e Estudo Qualitativo

Programa Mais Educação Avaliação de Impacto e Estudo Qualitativo Programa Mais Educação Avaliação de Impacto e Estudo Qualitativo *** Esta apresentação propõe-se a trazer um breve panorama do trabalho realizado e, para isso, omite diversos pontos metodológicos e de

Leia mais

LEI Nº 4.963, DE 9 DE SETEMBRO DE 2003

LEI Nº 4.963, DE 9 DE SETEMBRO DE 2003 PREFEITURA MUNICIPAL DE PELOTAS GABINETE DO PREFEITO LEI Nº 4.963, DE 9 DE SETEMBRO DE 2003 Dispõe sobre a Política Social do Idoso, dá nova regulamentação ao Conselho Municipal do Idoso e revoga a Lei

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE MOGI DAS CRUZES PLANO DE GOVERNO 2009 / 2012 EDUCAÇÃO

PREFEITURA MUNICIPAL DE MOGI DAS CRUZES PLANO DE GOVERNO 2009 / 2012 EDUCAÇÃO PREFEITURA MUNICIPAL DE MOGI DAS CRUZES PLANO DE GOVERNO 2009 / 2012 EDUCAÇÃO O que buscamos Proporcionar educação com qualidade social para todas as crianças. Erradicar o analfabetismo, ampliar o nível

Leia mais

PREFEITURA DE SÃO JOSÉ DO RIO PRETO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA MUNICIPAL DE PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO, CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO

PREFEITURA DE SÃO JOSÉ DO RIO PRETO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA MUNICIPAL DE PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO, CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO PROGRAMA DE METAS Gestão 2013/2016 APRESENTAÇÃO... 2 I - VISÃO DO MUNICÍPIO... 3 II COMPROMISSO... 3 III PRINCÍPIOS DE GESTÃO... 3 IV DIRETRIZES ESTRATÉGIAS... 4 PROGRAMA DE METAS DESENVOLVIMENTO URBANO...

Leia mais

CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL 1988

CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL 1988 CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL 1988 TÍTULO VIII DA ORDEM SOCIAL CAPÍTULO III DA EDUCAÇÃO, DA CULTURA E DO DESPORTO Seção I Da Educação Art. 208. O dever do Estado com a educação será efetivado

Leia mais

PAR PLANO DE AÇÕES ARTICULADAS

PAR PLANO DE AÇÕES ARTICULADAS PAR PLANO DE AÇÕES ARTICULADAS PAR - Plano de Ações Articuladas - É um processo de planejamento da política de educação para ser implementado pelos municípios, estados e o Distrito Federal em um período

Leia mais