II. CARACTERIZAÇÃO DO MUNICÍPIO DE GOIÂNIA (GO)

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1 GOIÂNIA CARATERIZAÇÃO DO MUNICÍPIO 9 II. CARACTERIZAÇÃO DO MUNICÍPIO DE GOIÂNIA (GO) 1. CARACTERÍSTICAS GEOGRÁFICAS E DEMOGRÁFICAS Goiânia, fundada em 1933 na região Centro-Oeste do Brasil, planejada para abrigar moradores, possui uma população de habitantes (2000) e uma densidade demográfica de 1.471,76 hab/km 2. A população é urbana concentrando na cidade 99,36% dos residentes. A população em 1998 era predominantemente feminina (52,22%) e jovem - mais de 50% dos habitantes tinham até 24 anos. A faixa etária entre 15 a 49 anos representava 59,36% do total e a população com 60 e mais anos de idade representava aproximadamente 7%. O crescimento médio anual da população nos últimos quatro anos é de 2,17% a.a, mantendo a predominância feminina. Quadro 1 Características demográficas de Goiânia (GO), 2000 Características Demográficas N % População Total ,00 População Urbana ,36 População Rural ,66 População Masculina (1998) ,78 População Feminina (1998) ,22 Área (km 2 ) 740,5 Densidade Demográfica (hab/km 2 ) 1.471,96 Fonte: 2000; Contagem da Popu1ação, 1996

2 GOIÂNIA CARATERIZAÇÃO DO MUNICÍPIO 10 Quadro 1a Distribuição da população por faixa etária em Goiânia (GO), 1996 População por faixa etária N % 0 anos a 4 anos ,72 5 a 9 anos ,13 10 a 14 anos ,06 15 a 19 anos ,21 20 a 24 anos ,86 25 a 29 anos ,56 30 a 34 anos ,86 35 a 39 anos ,57 40 a 44 anos ,39 45 a 49 anos ,91 50 a 54 anos ,71 55 a 59 anos ,77 60 a 64 anos ,19 65 anos ou mais ,06 Total ,00 Fonte: de CARACTERÍSTICAS ECONÔMICAS As atividades econômicas de Goiânia concentram-se nos setores de serviços, comércio, indústria de transformação, construção civil e administração pública. O município conta com unidades locais (empresas com CGC) e apenas 476 estabelecimentos agropecuários. É uma cidade constituída majoritariamente por unidades locais de micro e pequeno porte, pois as que empregavam 500 ou mais pessoas em 1996 representavam somente 0,16% do total das unidades. Na maioria das unidades locais (73,97%) trabalhavam de 1 a 4 pessoas. Em 87,94% do total de unidades trabalhavam até 9 pessoas, mas que empregavam 23,69% do total de pessoas ocupadas.

3 GOIÂNIA CARATERIZAÇÃO DO MUNICÍPIO 11 Tabela 1 Unidades locais por número de pessoas ocupadas, Goiânia (GO), 1996 Unidades locais por pessoas ocupadas N % Unidade local -1 a 4 pessoas ocupadas ,97 Unidade local -5 a 9 pessoas ocupadas ,97 Unidade local 10 a 29 pessoas ocupadas ,57 Unidade local 30 a 99 pessoas ocupadas 815 2,54 Unidade local 100 a 249 pessoas ocupadas 199 0,62 Unidade local 250 a 499 pessoas ocupadas 52 0,16 Unidade local-500 a 999 pessoas ocupadas 28 0,09 Unidade local 1000 ou mais pessoas ocupadas 24 0,07 Total ,00 Fonte: IBGE Contagem da População, 1996 Por outro lado, foram as grandes unidades locais as empregadoras da maior parte da população ocupada: em 1996, trabalhadores (35,33%) estavam em unidades que empregavam 500 ou mais pessoas. Em 1996 as receitas orçamentárias foram 3,53% menores que as despesas orçamentárias, sendo que as receitas de origem tributária foram significativamente menores que as oriundas de transferências. As despesas de custeio em 1996 representaram 73% do total das despesas. Verifica-se que Goiânia depende dos recursos repassados pelo governo federal e por outras transferências. Quadro 2 Receitas e Despesas de Goiânia (GO), 1996 Receitas e Despesas Mil Reais (R$) Receitas orçamentárias Despesas orçamentárias Receitas orçamentárias Tributárias Receitas orçamentárias Transferência Despesas orçamentárias custeio Fundo de Participação do Municípios Fonte: IBGE - - Tema: Síntese, 2001 A renda familiar per capita média expressa em salários mínimos de setembro de 1991 apresentou crescimento expressivo em Goiânia entre 1970 (0,91) e 1991 (2,02), mantendo-se superior a média do Brasil (1,31) e do estado de Goiás (1,20). Contudo, o percentual de pessoas com renda insuficiente é significativo (21,86%), apesar de ser metade do apresentado pelo estado de Goiás (42,11%) e no Brasil (45,46%).

4 GOIÂNIA CARATERIZAÇÃO DO MUNICÍPIO 12 Tabela 2 Indicadores do ICV Renda, Goiânia, Goiás, Região Centro-Oeste, Brasil, 1970, 1980, 1991 Região Renda familiar per capita média Grau de desigualdade (Theil L) Porcentagem de pessoas com renda insuficiente (P0) Insuficiência média de renda (P1) Região Centro-Oeste 0,54 1,45 1,45 0,55 0,66 0,70 73,71 37,48 39,31 0,40 0,15 0,17 Goiás 0,46 1,21 1,20 0,50 0,61 0,62 77,79 41,58 42,11 0,44 0,18 0,18 Goiânia 0,91 1,94 2,02 0,55 0,54 0,59 52,54 19,48 21,86 0,24 0,06 0,08 Brasil 0,63 1,43 1,31 0,68 0,70 0,78 67,90 39,47 45,46 0,39 0,18 0,24 Fonte: PNUD/IPEA/Fund. João Pinheiro/IBGE - Atlas do desenvolvimento humano, CARACTERÍSTICAS SOCIAIS Ao longo das últimas décadas, Goiânia vem apresentando um IDH-M 1 Índice de Desenvolvimento Humano Municipal maior que o de Goiás e o do Brasil. Em 1980 o IDH Educação (0,703) era bem mais elevado que o do estado de Goiás (0,564) e do Brasil (0,577), o que foi mantido em 1991, embora ainda seja um setor de desenvolvimento médio. Em 1991, o IDH-M Renda (0,958), estava no patamar de alto desenvolvimento, enquanto nas dimensões longevidade (0,665) e educação (0,768), os indicadores situavam-se na faixa pertencente ao médio desenvolvimento. O mesmo acontece com o Brasil como um todo, o IDH Longevidade (0,638) e o IDH-Educação (0,645) apontam um desenvolvimento médio, enquanto o IDH-Renda (0,942) situa-se na faixa de alta desenvolvimento. Tabela 3 Índice de desenvolvimento humano municipal e dimensões em Goiânia, Goiás, Região Centro-Oeste, Brasil, 1970, 1980, 1991 Região IDH-M IDH-M Longevidade IDH-M Educação IDH-M Renda Goiânia 0,587 0,729 0,797 0,470 0,526 0,665 0,639 0,703 0,768 0,653 0,957 0,958 Goiás 0,404 0,660 0,722 0,434 0,529 0,636 0,469 0,564 0,653 0,309 0,887 0,875 Reg. Centro-Oeste 0,438 0,692 0,754 0,445 0,538 0,641 0,497 0,590 0,673 0,373 0,947 0,948 Brasil 0,462 0,685 0,742 0,440 0,531 0,638 0,501 0,577 0,645 0,444 0,947 0,942 Fonte: PNUD/IPEA/Fund. João Pinheiro/IBGE - Atlas do desenvolvimento humano, IDH-M Índice de Desenvolvimento Humano Municipal é composto por três dimensões: Longevidade (esperança de vida ao nascer), Educação (taxa de analfabetismo e número de anos de estudo) e Renda (renda familiar per capita).

5 GOIÂNIA CARATERIZAÇÃO DO MUNICÍPIO 13 O ICV 2 - Índice de Condições de Vida reitera que a situação em Goiânia é superior a apresentada no estado de Goiás e no Brasil. As condições de vida da população da capital melhoraram significativamente entre 1970 e 1991, embora mantendo-se no nível médio de condição de vida. A renda e a habitação foram as dimensões que mais contribuíram para a elevação do ICV do município. Tabela 4 Índice de condições de vida e componentes em Goiânia, Goiás, Região Centro-Oeste, Brasil, 1970, 1980, 1991 Região ICV ICV Longevidade ICV-Educação Goiânia 0,620 0,695 0,798 0,611 0,668 0,791 0,547 0,629 0,713 Goiás 0,500 0,631 0,720 0,573 0,671 0,768 0,376 0,476 0,576 Reg.Centro-Oeste 0,510 0,653 0,735 0,574 0,676 0,770 0,403 0,507 0,599 Brasil 0,532 0,655 0,723 0,528 0,632 0,742 0,415 0,497 0,576 Fonte: PNUD/IPEA/Fund. João Pinheiro/IBGE - Atlas do desenvolvimento humano, 1999 Tabela 4 cont. Índice de condições de vida e componentes em Goiânia, Goiás, Região Centro-Oeste, Brasil, 1970, 1980, 1991 Região ICV Infância ICV Renda ICV Habitação Goiânia 0,685 0,704 0,786 0,680 0,865 0,854 0,579 0,611 0,844 Goiás 0,626 0,662 0,763 0,476 0,802 0,792 0,449 0,542 0,702 Reg.Centro-Oeste 0,632 0,677 0,778 0,508 0,828 0,819 0,434 0,574 0,709 Brasil 0,655 0,665 0,747 0,524 0,816 0,793 0,538 0,663 0,758 Fonte: PNUD/IPEA/Fund. João Pinheiro/IBGE - Atlas do desenvolvimento humano, 1999 O percentual de escolarização da população de Goiânia, vem apresentando um crescimento gradativo, entre os anos 1970 e Os indicadores apontam uma situação educacional superior a de Goiás e Brasil, principalmente no que se refere a parcela da 2 ICV Índice de Condição de Vida é composto pelas dimensões acima citadas que incluem outros indicadores: Longevidade (taxa de mortalidade), Educação (porcentagem da população com menos de 4 anos de estudo, porcentagem da população com menos de 8 anos de estudo e porcentagem da população com mais de 11 anos de estudo), Renda (índice L de Theil desigualdade de renda, porcentagem da população com renda insuficiente, insuficiência média de renda e grau de desigualdade na população com renda insuficiente).o ICV incorpora duas novas dimensões: Infância (porcentagem de crianças que não freqüentam a escola, defasagem escolar média, porcentagem de crianças com mais de um ano de atraso escolar e porcentagem de crianças que trabalham) e Habitação (porcentagem da população vivendo em domicílios com densidade superior a 2 pessoas por dormitório potencial, porcentagem da população vivendo em domicílios duráveis, porcentagem da população vivendo em domicílios com abastecimento adequado de água e porcentagem da população vivendo em domicílios com instalações adequadas de esgoto).

6 GOIÂNIA CARATERIZAÇÃO DO MUNICÍPIO 14 população com mais de 11 anos de estudo que em Goiânia passou de 5,53% em 1970 para 13,54% em Tabela 5 - Porcentagem da população de 25 anos e mais de idade, por anos de estudo em Goiânia, Goiás, Região Centro-Oeste, Brasil, 1970, 1980, 1991 Região Menos de 4 anos de estudo Menos de 8 anos de estudo Mais de 11 anos de estudo Goiânia 53,6 38,5 24,9 82,4 69,4 53,2 5,53 9,89 13,54 Goiás 81,0 61,9 43,8 94,7 86,0 73,5 1,4 3,4 5,5 Região Centro-Oeste 76,8 57,6 41,2 92,8 82,2 70,2 1,9 5,4 7,8 Brasil 69,0 55,6 42,3 91,2 83,3 72,1 2,0 5,0 7,5 Fonte: PNUD/IPEA/Fund. João Pinheiro/IBGE - Atlas do desenvolvimento humano, 1999 A taxa de analfabetismo da população goiana com 15 anos ou mais de idade vem apresentando uma redução significativa nos últimos anos (de 16,9% em 1970 para 8,1% em 1991). Podemos também verificar que o percentual apresentado em 1991 é bem menor que o de Goiás (17,7) e do Brasil (19,4), o que revela um possível investimento na área da educação, principalmente considerando o aumento expressivo no número de anos de estudo da população com 25 anos ou mais de idade que praticamente dobrou de 3,8 em 1970 para 7,0 em Tabela 6 Taxa de analfabetismo da população de 15 anos e mais e número médio de anos de estudo da população de 25 anos e mais em Goiânia, Goiás, Região Centro-Oeste, Brasil, 1970, 1980, 1991 Região Taxa de analfabetismo da população de 15 anos e mais (%) Número médio de anos de estudo (pop. de 25 anos e mais) Goiânia 16,9 12,3 8,1 3,8 5,3 7,0 Goiás 35,6 26,0 17,7 1,8 3,2 4,7 Região Centro-Oeste 32,5 23,5 16,1 2,1 3,6 5,1 Brasil 33,0 25,3 19,4 2,4 3,6 4,9 Fonte: PNUD/IPEA/Fund. João Pinheiro/IBGE - Atlas do desenvolvimento humano, 1999 Em junho de 2001, entre as famílias cadastradas pelo PSF, 7,51% das pessoas com quinze anos ou mais de idade não foram alfabetizadas e 12,61% das crianças entre 7 e 14 anos não freqüentam a escola, segundo dados do SIAB.

7 GOIÂNIA CARATERIZAÇÃO DO MUNICÍPIO 15 A maioria dos domicílios particulares são chefiados por homens (72,88%), e 27,12% das famílias têm chefia feminina. Tabela 7 Chefia de domicílios particulares permanentes por gênero Goiânia (GO), 1996 Gênero do Chefe de Domicílio N % Chefes Homens ,88 Chefes Mulheres ,12 Total ,00 Fonte: IBGE - Contagem 1996 Um terço dos chefes de família (homens e mulheres) em 1996, possuía até quatro anos de estudo (35,89%), abandonando os estudos antes de concluir o primeiro segmento do ensino fundamental, enquanto 18,93% concluíram o ensino médio. Tabela 8 - Chefia de domicílios particulares permanentes por anos de estudo, Goiânia (GO), 1996 Anos de Estudo do Chefe do Domicílio N % Sem instrução ou menos de 1 ano ,89 1 ano de estudo ,17 2 a 3 anos de estudo ,58 4 anos de estudo ,25 5 a 7 anos de estudo ,88 8 anos de estudo ,69 9 a 10 anos de estudo ,21 11 anos de estudo ,93 12 a 15 anos de estudo ,78 16 anos ou mais de estudo ,61 Total* ,00 Fonte: IBGE - Contagem 1996 * O total apresenta uma diferença quando comparado com as tabelas 7 e 9. O IBGE não disponibilizou o número sem informação. Os domicílios em Goiânia, concentrados na área urbana, em 1996 eram habitados predominantemente por três (21,13%) e quatro moradores (26,11%). Em mais de 10% dos domicílios vivem 6 ou mais pessoas.

8 GOIÂNIA CARATERIZAÇÃO DO MUNICÍPIO 16 Tabela 9 Número de moradores por domicílios particulares permanentes, Goiânia (GO), 1996 Número de moradores N % 1 morador ,96 2 moradores ,07 3 moradores ,13 4 moradores ,11 5 moradores ,02 6 moradores ,33 7 moradores ,37 8 moradores ,06 9 moradores ,48 10 ou mais moradores ,49 Total ,00 Fonte: IBGE - Contagem 1996 O ICV-Habitação cresceu de 0,579 em 1970 para 0,844 em 1991, o que demostra investimentos em abastecimento de água (de 50,6% do total de domicílios em 1970 para 91,0% em 1991) e em esgotamento sanitário (de 46,6% do total de domicílios em 1970 para 68,3% em 1991). O censo de 1991, registrou que 74,27% dos moradores de Goiânia possuía abastecimento de água com canalização interna ligado à rede geral, concentrado na área urbana. Na pequena área rural somente 1,44% dos moradores tinha acesso à rede geral de água, recorrendo a outras fontes de abastecimento, sendo a mais freqüente poço ou nascente (66,61%). Este tipo de abastecimento também é importante para os moradores da área urbana (17,11%). No momento atual, entre as famílias cadastradas pelo PSF segundo dados do SIAB, 17,51% dos domicílios permanecem sem acesso à abastecimento de água por meio de rede pública (quadro 3).

9 GOIÂNIA CARATERIZAÇÃO DO MUNICÍPIO 17 Tabela 10 Número de moradores segundo o tipo de abastecimento de água, Goiânia (GO), 1996 Abastecimento de Água Goiânia Urbano Rural N % N % N % C/canaliz. Int. c/rede geral , , ,44 C/canaliz. Int. c/poço/nascente , , ,61 C/canaliz. Int. c/ outra forma 490 0, , ,21 S/canaliz. Int. c/rede geral , ,07 5 0,06 S/canaliz. Int. c/poço/nascente , , ,10 S/canaliz. Int. c/ outra forma , , ,58 Total , , ,00 Fonte: IBGE - Censo Nacional 1991 Em 1991, 16,24% dos moradores não possuíam instalações sanitárias na área rural de Goiânia, enquanto na área urbana o percentual era menor (1,37%). As instalações comuns ainda representavam cerca de 11% na cidade de Goiânia. A rede geral de esgoto era uma infra-estrutura disponível apenas para 0,12% dos moradores da área rural enquanto que na área urbana de Goiânia 73,70% dos moradores tinham acesso a este tipo de esgotamento sanitário. Na área rural, 81,75% do total de moradores utilizavam fossa rudimentar e na área urbana 21,13% ainda recorriam a este tipo de instalação sanitária. A situação quanto ao esgotamento sanitário permanece precária em junho de 2001, pois entre as famílias cadastradas pelo PSF 47,61% dos domicílios não estão ligados à rede de esgoto (quadro 3). Tabela 11 Número de moradores segundo a forma de instalação sanitária, Goiânia (GO), 1996 Instalação Sanitária Goiânia Urbano Rural N % N % N % Individual , , ,60 Comum , , ,15 Não tem instalação , , ,24 Total , , ,00 Fonte: IBGE - Censo 1991

10 GOIÂNIA CARATERIZAÇÃO DO MUNICÍPIO 18 Tabela 11 Cont. Número de moradores segundo o tipo de instalação sanitária, Goiânia (GO), 1996 Instalação Sanitária Goiânia Urbano Rural N % N % N % Rede geral , , ,12 Fossa séptica rede pluvial , ,73 0 0,00 Fossa séptica sem escoadouro , , ,25 Fossa rudimentar , , ,75 Vala negra , , ,91 Outro escoadouro , , ,70 Não sabe o tipo de escoadouro 721 0, ,08 2 0,02 Não tem instalação , , ,24 Total , , ,00 Fonte: IBGE - Censo 1991 A coleta de lixo direta atendia 92,60% dos moradores da área urbana em 1991, e somente 5,05% dos moradores da área rural. A maioria dos moradores rurais queimava seu lixo (49,72%), jogava em terrenos baldios (16,87%), ou tinha acesso a coleta indireta (13,50%). O destino do lixo entre as famílias cadastradas pelo PSF em 2001 encontra-se em situação satisfatória, pois 97,13% dos beneficiários do PSF têm acesso a coleta pública de lixo (quadro 3). Tabela 12 Número de moradores segundo o tipo de coleta de lixo, Goiânia (GO), 1996 Coleta de lixo Goiânia Urbano Rural N % N % N % Coleta direta , , ,05 Coleta indireta , , ,50 Queimado , , ,72 Enterrado , , ,70 Jogado em terreno baldio , , ,87 Jogado rio/mar/lagoa , , ,39 Outro , , ,76 Total , , ,00 Fonte: IBGE - Censo 1991

11 GOIÂNIA CARATERIZAÇÃO DO MUNICÍPIO 19 Quadro 3 Características dos domicílios das famílias cadastradas pelo PSF, Goiânia (GO), junho Características Nº. % Nº. % Nº. % Total de domicílios , , ,00 Tipo de Casa Tijolo / Adobe , , ,96 Taipa revestida 22 0, , ,15 Taipa não revestida 4 0, , ,04 Madeira 9 0, , ,10 Material aproveitado 14 0, , ,37 Outros 48 0, , ,38 Abastecimento de Água Rede Pública , , ,50 Poço ou nascente , , ,84 Outros 55 0, , ,67 Tratamento de Água no Domicílio Filtração , , ,55 Fervura 230 1, , ,20 Cloração , , ,07 Sem tratamento , , ,18 Energia Elétrica , , ,55 Destino do Lixo Coleta pública , , ,13 Queimado / enterrado 420 2, , ,64 Céu aberto 254 1, , ,23 Destino de Fezes / Urina Sistema de esgoto , , ,39 Fossa , , ,63 Céu aberto , , ,98 Fonte: SAS/COSAC DATASUS SIAB 4. CARACTERÍSTICAS EPIDEMIOLÓGICAS No período entre 1996 a 1998 os cinco principais grupos de causas responsáveis pelos óbitos em Goiânia mantiveram certa estabilidade com as causas externas sendo superadas por neoplasias em 1998, sem contudo alterar significativamente seus percentuais.

12 GOIÂNIA CARATERIZAÇÃO DO MUNICÍPIO 20 Quadro 4 Mortalidade geral por grupos de causas, Goiânia (GO), 1996 a ª Doenças do ap. circulatório Doenças do ap. circulatório Doenças do apar. circulatório 2ª Causas externas Neoplasias Neoplasias 3ª Neoplasias Causas externas Causas externas 4ª Doenças do ap. respiratório Doenças do ap. respiratório Doenças do ap. respiratório 5ª Doenças infec. e parasitárias Doenças infec. e parasitárias Doenças infec. e parasitárias Fonte: DATASUS/SIM O grupo de causas responsável pelo maior número de óbitos em 1998 foi o das doenças do aparelho circulatório (25,60%), principalmente as doenças cerebrovasculares. Em segundo lugar apareciam as neoplasias (15,19%) sendo as neoplasias malignas da traquéia, dos brônquios e pulmões as mais freqüentes, e em terceiro, as causas externas representando 13,29% do total de óbitos. O quarto e quinto lugares foram ocupados respectivamente pelas doenças do aparelho respiratório (9,67%) e as infecciosas e parasitárias (8,24%), sendo as mais freqüentes em cada um destes dois grupos de causas as doenças crônicas das vias aéreas inferiores e as transmitidas por protozoário. Tabela 13 - Óbitos por grupos de causas, Goiânia (GO), 1996 a 1998 Principais grupos de causas N % N % N % Doenças do aparelho circulatório , , ,60 Causas externas de morb. e mortalid , , ,29 Neoplasias , , ,19 Doenças do aparelho respiratório , , ,67 Doenças infecciosas e parasitárias 676 9, , ,24 Total , , ,00 Fonte: DATASUS/SIM

13 GOIÂNIA CARATERIZAÇÃO DO MUNICÍPIO 21 Tabela 14 - Óbitos por causas freqüentes nos principais grupos de causas, Goiânia (GO), 1996 a 1998 Principais grupos de causas N % N % N % Doenças do aparelho circulatório Doencas cerebrovasculares , , ,22 Causas externas de morb. e mortal Acidentes de transporte , , ,29 Neoplasias Neopl.malig.da traq., brônq. e pulmões , , ,33 Doenças do aparelho respiratório Doen. Crôn. das vias aréias inferiores , , ,42 Doenças infecciosas e parasitárias Doenças transmitidas por protozoário , , ,30 Fonte: DATASUS/SIM A taxa de mortalidade infantil em Goiânia foi reduzida expressivamente entre 1970 (79,30 por mil nascidos vivos) e 1991 (26,28 /1000 nascidos vivos), quando o índice era mais baixo que o do estado de Goiás (32,15 /1000 nascidos vivos) e do Brasil (49,49 /mil nascidos vivos). Contudo, observa-se que 9,11% do total de óbitos ocorrem na faixa etária de menores de 1 ano Tabela 15 Esperança de vida ao nascer e taxa de mortalidade infantil em Goiânia, Goiás, Região Centro-Oeste, Brasil, 1970, 1980, 1991 Região Esperança de vida ao nascer (em anos) Taxa de mortalidade infantil (por mil nascidos vivos) Goiânia 53,17 56,58 64,89 79,38 60,93 26,28 Goiás 51,07 56,75 63,18 92,16 60,10 32,15 Região Centro-Oeste 51,67 57,25 63,45 94,94 59,30 32,46 Brasil 51,43 56,87 63,29 123,19 85,20 49,49 Fonte: PNUD/IPEA/Fund. João Pinheiro/ IBGE. Atlas do desenvolvimento humano, Publicação:1999

14 GOIÂNIA CARATERIZAÇÃO DO MUNICÍPIO 22 Tabela 16 - Óbitos por faixa etária, Goiânia (GO), 1996 a 1998 Faixa etária N % N % N % Menores de 1 ano 722 9, , ,11 1 a 4 anos 128 1, , ,73 5 a 9 anos 69 0, , ,78 10 a 14 anos 68 0, , ,98 15 a 49 anos , , ,76 50 a 59 anos , , ,46 60 a 69 anos , , ,17 70 a 80 e mais , , ,71 Idade ignorada 137 1, , ,29 Total de óbitos , , ,00 Fonte: DATASUS/SIM Em menores de 1 ano verifica-se que mais da metade dos óbitos (53,80%) foi devida às afecções perinatais, principalmente transtornos respiratórios e cardiovasculares específicos do período perinatal. O segundo maior grupo de causas nesta faixa etária foi malformação congênita, deformação e anomalias cromossômicas que representavam 19,18% do total, seguidas das doenças infecciosas e parasitárias (9,96%). Foram ainda freqüentes as doenças do aparelho respiratório (5,11%). Tabela 17 - Óbitos em menores de 1 ano por grupos de causas, Goiânia (GO), 1996 a 1998 Principais grupos de causas N % N % N % Afecções orig. no período perninatal , , ,80 Malf. cong., def. e anoml. cromossômicas , , ,18 Doenças infecciosas e parasitárias 86 11, , ,96 Doenças do aparelho respiratório 58 8, , ,11 Doenças do sistema nervoso 16 2, , ,49 Total , , ,00 Fonte: DATASUS/SIM As maiores responsáveis pelo número de óbitos entre crianças de 1 a 4 anos foram: doenças infecciosas e parasitárias (24,34%), as causas externas (21,05%), as doenças do aparelho respiratório (13,16%), doenças do sistema nervoso (11,84%) e as neoplasias (10,53%).

15 GOIÂNIA CARATERIZAÇÃO DO MUNICÍPIO 23 Tabela 18 - Óbitos em crianças de 1 a 4 anos por grupos de causas, Goiânia (GO), 1996 a 1998 Principais grupos de causas N % N % N % Doenças infecciosas e parasitárias 27 21, , ,34 Doenças do aparelho respiratório 23 17, , ,16 Causas externas de morb. e mortalidade 22 17, , ,05 Neoplasias 11 8, , ,53 Doenças do sistema nervoso 10 7, , ,84 Total , , ,00 Fonte: DATASUS/SIM As causas externas representaram 31,88% dos óbitos na faixa etária de 5 a 9 anos em Em segundo e terceiro lugar apareciam respectivamente as neoplasias (26,09%) e as doenças infecciosas e parasitárias (11,59%), seguidas por doenças do aparelho respiratório (7,25%) e as do sistema nervoso (5,80%). Tabela 19 Óbitos em crianças de 5 a 9 anos por grupos de causas, Goiânia (GO), 1996 a 1998 Principais grupos de causas N % N % N % Causas externas de morb. e mortalidade 27 39, , ,88 Neoplasias 9 13, , ,09 Doenças do aparelho respiratório 6 8,70 4 5,19 5 7,25 Malf. Cong., deform. e anoml. Cromossômicas 6 8,70 3 3,90 0 0,00 Doenças infecciosas e parasitárias 5 7, , ,59 Doenças do sistema nervoso 5 7,25 7 9,09 4 5,80 Total , , ,00 Fonte: DATASUS/SIM Na faixa etária de 10 a 14 anos os cinco principais grupos de causas responsáveis pelos óbitos foram causas externas (38,37%), neoplasias (18,60%), doenças do aparelho respiratório (13,95%), doenças do aparelho circulatório (9,30%) e doenças infecciosas e parasitárias (6,98%).

16 GOIÂNIA CARATERIZAÇÃO DO MUNICÍPIO 24 Tabela 20 - Óbitos na faixa etária de 10 a 14 anos por grupos de causas, Goiânia (GO), 1996 a 1998 Principais grupos de causas N % N % N % Causas externas de morb. e mortal , , ,37 Neoplasias 11 16, , ,60 Doenças infecciosas e parasitárias 8 11, ,13 6 6,98 Doenças do aparelho circulatório 6 8,82 7 8,86 8 9,30 Doenças do aparelho respiratório 5 7,35 7 8, ,95 Total , , ,00 Fonte: DATASUS/SIM Na população entre 15 a 49 anos as causas externas representavam 33,33% dos óbitos, sendo os acidentes de transporte os mais freqüentes. As doenças do aparelho circulatório ocupavam o segundo lugar com 14,55%, seguidas de neoplasias (13,78), e doenças infecciosas e parasitárias (10,86%). Tabela 21 - Óbitos na faixa etária de 15 a 49 anos por grupos de causas, Goiânia (GO), 1996 a 1998 Principais grupos de causas N % N % N % Causas externas de morb. e mortal , , ,33 Doenças do aparelho circulatório , , ,55 Doenças infecciosas e parasitárias , , ,86 Neoplasias , , ,78 Doenças do aparelho digestivo 112 5, , ,66 Total , , ,00 Fonte: DATASUS/SIM Entre os 50 e 59 anos os óbitos são mais freqüentes por doenças do aparelho circulatório (31,11%) principalmente as doenças cerebrovasculares. Em segundo, terceiro e quarto lugares apareciam respectivamente neoplasias (21,92%), causas externas (8,85%) e doenças do aparelho digestivo (8,01%). Eram ainda freqüentes óbitos devido às doenças infecciosas e parasitárias (7,34%).

17 GOIÂNIA CARATERIZAÇÃO DO MUNICÍPIO 25 Tabela 22 - Óbitos na faixa etária de 50 a 59 anos por grupos de causas, Goiânia (GO), 1996 a 1998 Principais grupos de causas N % N % N % Doenças do aparelho circulatório , , ,11 Neoplasias , , ,92 Causas externas de morb. e mortal. 87 9, , ,85 Doenças infecciosas e parasitárias 64 6, , ,34 Doenças do aparelho respiratório 64 6, , ,73 Doenças do aparelho digestivo 61 6, , ,01 Total , , ,00 Fonte: DATASUS/SIM Na faixa etária de 60 e mais anos o principal grupo de causas de óbitos foi o das doenças do aparelho circulatório (36,78%), seguido das doenças do aparelho respiratório (16,78%) e neoplasias (14,32%). Eram ainda expressivos os grupos das doenças infecciosas e parasitárias (5,91%) e das doenças endócrinas, nutricionais e metabólicas (5,12%). Tabela 23 - Óbitos na faixa etária de 60 e mais anos por grupos de causas, Goiânia (GO), 1996 a 1998 Principais grupos de causas N % N % N % Doenças do aparelho circulatório , , ,78 Doenças do aparelho respiratório , , ,32 Neoplasias , , ,79 Doenças infecciosas e parasitárias 211 6, , ,91 Doenças end. Nutricionais e metabólicas 191 5, , ,12 Doenças do aparelho digestivo 175 5, , ,10 Total , , ,00 Fonte: DATASUS/SIM 5. SISTEMA MUNICIPAL DE SAÚDE O processo de municipalização em Goiânia é considerado tardio uma vez que foi habilitado em 1993 apenas na condição de Gestão Parcial de acordo com critérios da NOB/93, embora sendo capital e dispondo de rede assistencial ampliada em seu território (Rassi, 2000:7). Em março de 1998, o município passou à Gestão Plena do Sistema Municipal de Saúde, o que significou ampliação de responsabilidades da SMS,

18 GOIÂNIA CARATERIZAÇÃO DO MUNICÍPIO 26 tensionando sua capacidade gerencial, e a transferência de unidades básicas estaduais para o município durante o mesmo ano (de abril a julho). 3 A Secretaria Municipal de Saúde de Goiânia foi criada ao final da década de 1980 (1985 ou 1987). Até então, a prestação de assistência à saúde pelo gestor municipal por meio de Postos de Saúde, com cobertura de pequena parcela da população, era responsabilidade da Fundação Municipal de Desenvolvimento Comunitário (FUMDEC). Com a habilitação na gestão plena do sistema municipal foi proposta reorganização da SMS. A estrutura atual da Secretaria Municipal de Saúde está organizada em sete Departamentos. Dois destes são responsáveis pela gestão da assistência médica individual: o Departamento de Rede Básica e o Setor de Marcação de Consultas subordinado à Divisão de Normas Técnicas. O Departamento da Rede Básica, responsável pelas Unidades de Saúde e os Distritos Sanitários é constituído por sete divisões 4, estando o Programa de Saúde da Família subordinado à Divisão de Programas Especiais. O Departamento de Controle e Avaliação é responsável pela gestão da atenção prestada por produtores privados por meio das divisões de Serviços Especiais (acidentes de trabalho, alto custo, tratamento fora de domicílio), Auditoria e Vistoria, Controle Ambulatorial e, Controle Hospitalar, responsáveis pelos respectivos sistemas de informação (SIA e SIH). A gestão das ações de saúde coletiva estão distribuídas em três setores. O Departamento de Epidemiologia gerencia Imunização, Informação em Saúde e Doenças Transmissíveis. O Departamento de Zoonoses é responsável pelo Controle de Raiva Animal e, de Roedores e Vetores. O Departamento de Vigilância Sanitária é responsável pela vigilância de Estabelecimentos de Saúde, Alimentos, Produtos Químicos Farmacêuticos e ainda por Educação Sanitária, Saneamento Ambiental e Expedição de 3 Foram firmados termos de cessão de uso para 21 unidades ambulatoriais, as quais, segundo imprensa local, encontravam-se sucateadas e com profissionais recebendo baixos salários, que foram elevados pelo gestor municipal (SMS, 2000:17-18, 22).

19 GOIÂNIA CARATERIZAÇÃO DO MUNICÍPIO 27 Alvarás. Integra ainda o organograma da Secretaria Municipal de Saúde, o Fundo Municipal de Saúde (SMS-Goiânia, 2000, Relatório Geral, ). 5 Distritalização e organização do SUS O Município de Goiânia está dividido em nove Regiões ou Distritos Sanitários (DS): Central, Sul, Sudoeste, Leste, Norte, Noroeste, Medanha, Meia Ponte e Oeste, conforme pode ser observado no quadro abaixo. Os Distritos Sanitários formalizados a partir de 1997, ainda encontram-se em processo de implantação. Segundo os gestores da SMS entrevistados, a situação de organização dos DS era diferenciada no início da atual gestão, não havendo espaço físico ou coordenação para diversos distritos. O DS da Região Oeste era melhor organizado com Direção Geral, Coordenação Técnica e desenvolvendo diversos projetos. A distritalização foi reforçada na atual gestão. Foram definidas sedes e equipes de coordenação compostas por Diretor Geral, Diretor Técnico e Diretor Administrativo que controla o abastecimento de todos os insumos para as unidades da região. O papel da equipe distrital é supervisionar e articular as unidades de saúde da área. No momento apenas o DS Sul ainda está sem sede, mas sua equipe já foi constituída. 4 Divisões de: Recursos Operacionais; Insumos Básicos e Medicamentos; Apoio Diagnóstico; Saúde Mental; Programas Especiais; Assistência à Saúde da Mulher; Doenças Crônico Degenerativas; e de Normas Técnicas, Acompanhamento e Avaliação. 5 Os outros departamentos são: Departamento de Saúde Bucal (inclui a Divisão de Atenção Odontológica Integral e a Divisão de Saúde Bucal do Escolar); Departamento do Contencioso e o Departamento Administrativo, responsável pelos recursos humanos, manutenção, insumos entre outros.

20 GOIÂNIA CARATERIZAÇÃO DO MUNICÍPIO 28 Quadro 5 Distritos Sanitários e localização de unidades municipais, Goiânia (GO), 2001 Distrito Noroeste Mendanha Meia Ponte Leste Sudoeste Sul Norte Central Fonte: SMS-Goiânia Unidades 2 CAIS 2 Centros de Saúde 1 Maternidade Nascer Cidadão 2 CAIS 6 Centros de Saúde 1 CIAMS 5 Centros de Saúde 2 CAIS 4 Centros de Saúde 1 NAPS 4 Centros de Saúde 1 CAIS 1 Hospital dia 1 CIAMS 4 Centros de Saúde 3 Centros de Saúde 1 Centro de Saúde 3 CAIS 1 CIAMS 1 Casa de Saúde Mental Os serviços ambulatoriais distribuem-se por todos os Distritos, todavia há maior concentração de serviços de média e alta complexidade no Distrito Central. Cada um dos nove distritos sanitários possuem CIAMS ou CAIS, Centros de Saúde, alguns também hospitais, maternidade e laboratório. Porém, nem todos os distritos dispõem de serviços nos diversos níveis de complexidade, o que demanda a constituição de uma rede articulada. As Unidades de Saúde (USF) e as Equipes de Saúde da Família (ESF) estão presentes em 6 DS, com maior concentração na região noroeste, local de implantação das primeiras equipes. Estas unidades e respectivas equipes passaram na gestão atual a ser gerenciadas pelos coordenadores do Distrito da área de abrangência em apoio à Coordenação de Saúde da Família (CSF).

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