BOLETIM INFORMATIVO. Rede Brasileira de Alimentação e Nutrição do Escolar. O PNAE faz escola

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1 Brasília, 26 de Março 2008 Edição 02 PAG. 01 O PNAE faz escola Delegação do Suriname acompanha o funcionamento do Programa Nacional de alimentação Escolar (Pnae) em municípios de Goiás e Espírito Santo. A parte teórica do programa foi apresentada em Brasília e Vitória. Pag:02 Projeto Educando com a Horta Escolar é ampliado para mais 16 municípios O treinamento de professores, coordenadores, diretores e nutricionistas visando a criação da horta, última etapa do projeto, foi iniciado em cinco municípios baianos. Pag:04 Encontro de Gestores Municipais do PNAE em Santos Cecane para a Região Sudeste reúne secretários municipais de educação do Rio de Janeiro e São Paulo para discutir o papel da escola na promoção da alimentação saudável. Pag:05 Entidades querem agilizar o processo de votação do projeto de lei da Alimentação Escolar. Pag:06 Agricultura familiar e alimentação escolar Participe do Fórum da. O texto do moderador do fórum sobre a importância da agricultura familiar para a alimentação escolar está disponível nesta edição do Boletim Rebrae. Pag:08

2 Brasília, 26 de Março 2008 Edição 02 PAG. 02 O PNAE faz escola No boletim passado ressaltamos o interesse que o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) tem despertado no exterior, especialmente nos países do terceiro mundo. É o caso do Suriname, país que faz fronteira com o norte do Brasil e enviou, no início de março, uma delegação para conhecer de perto a experiência acumulada de um programa que tem 53 anos de existência. Em Brasília, a comitiva, formada por quatro integrantes do Ministério de Relações Sociais e Moradia do Suriname, foram esclarecidos sobre o conceito, princípios, diretrizes, objetivos e execução do PNAE. Eles não imaginavam que o programa tivesse tamanha amplitude e que dialogasse com diversas áreas do governo e diferentes segmentos sociais, o que viram na prática, nos municípios que visitaram em Goiás e no Espírito Santo. Segundo o chefe da delegação, Emanuel Enjoem, seu governo pretende implantar um projeto piloto de alimentação escolar para atender cerca de seis mil alunos do distrito de Nickéria, um dos dez distritos do país, que tem cerca meio milhão de habitantes, divididos entre ameríndios, negros, indianos e javaneses, e cuja língua oficial é o neerlandês e o dialeto world doen. A delegação formada pelo representante do Ministério de Relações Sociais e Moradia junto ao governo brasileiro, Emanuel Enjoem, Rita Biswane e Inês Djamim, da Divisão de Alimentação Infantil e Marciane Partowidjojo, Relações Públicas do mesmo ministério, viu em detalhes a estrutura do Pnae, verificando o seu funcionamento em municípios de Goiás e do Espírito Santo. A comitiva também participou de reuniões nos Ministérios de Relações Exteriores e do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, onde foram informados sobre a política brasileira de segurança alimentar e tratar de possíveis acordos de cooperação entre os dois países na área de alimentação escolar. No município goiano de Santo Antônio do Descoberto a delegação pode ver o desdobramento do Projeto Educando com a Horta Escolar, uma parceria da Organização das Nações Unidas para a Alimentação (FAO) e FNDE que começou em cinco escolas da região e hoje está presente em oito instituições e deve ser ampliado para mais quatro ainda este ano. Por meio da horta, os alunos resgatam a cultura, assimilam hábitos alimentares saudáveis, aprendem as disciplinas escolares com mais dinamismo e tomam consciência da necessidade da preservação do meio-ambiente,. O representante do Ministério de Relações Sociais e Moradia do Suriname reconheceu não haver necessidade de grande investimento para se implantar um projeto como o da horta escolar, mas que ele depende da mobilização de toda a comunidade local, como prefeitos, diretores de escolas, professores e comerciantes para que a horta seja implantada e funcione plenamente o ano letivo inteiro. De Goiás, a comitiva seguiu para o Espírito Santo, acompanhada por técnicos do FNDE, FAO e Ministério da Educação. Lá, também conheceram o funcionamento do PNAE em toda a sua diversidade, cumprindo extensa programação na capital Vitória e nos municípios de Santa Maria de Jetibá, Santa Leopoldina e Aracruz. Em Vitória, viram em detalhe a gestão e execução do Pnae, passando pelo controle social realizado pelo Conselho de Alimentação Escolar e visitaram quatro escolas. Em Santa Maria de Jetibá, visitaram três escolas municipais e uma estadual nas áreas urbana e rural, conhecendo inclusive escolas do ensino fundamental e educação infantil, onde se falam duas línguas, o português e pomerano, originária de um povo que vivia entre a Prússia e a Polônia e que no Brasil conserva os costumes de seus ancestrais. Em Santa Leopoldina, também visitaram quatro escolas situadas em comunidades tradicionais quilombolas, tirolesas e holandesas e uma outra estadual da área urbana. Na última cidade visitada, Aracruz, os surinameses visitaram uma escola indígena da aldeia tupiniquim de Comboios.

3 Brasília, 26 de Março 2008 Edição 02 PAG. 03 A avaliação geral da delegação sobre a semana passada no Brasil superou suas expectativas em algumas situações, caso da agenda cultural e da recepção que tiveram nos municípios visitados. Segundo eles a agenda correspondeu às nossas expectativas, e também saber que nós estamos bem informados sobre o Programa de Alimentação Escolar no Brasil. O chefe da delegação, Emanuel Enjoem, informou não saber ao certo quando se dará a implantação de um programa piloto de alimentação escolar em seu país, pois a estrutura ainda precisa ser criada e, também, ser definida a fonte de recurso par o programa. Mas o local já está escolhido, o distrito de Nickéria, que conta com 29 escolas regulares e de educação especial, onde estudam cerca de seis mil alunos que atualmente são atendidos apenas com o fornecimento de leite.

4 Brasília, 26 de Março 2008 Edição 02 PAG. 04 Projeto Educando com a Horta Escolar é ampliado para mais 16 municípios A parceria entre a Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO) e o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE/MEC) amplia para 14 municípios da Bahia e dois de Goiás, o projeto que promove a implantação de hortas nas escolas com finalidade pedagógica e contribui para mudar hábitos alimentares e melhorar o aprendizado dos alunos por meio de dinâmicas fora da sala de aula. O projeto que começou de forma piloto em 2005, nos municípios de Saubara (BA), Santo Antônio do Descoberto (GO) e Bagé (RS) já é tocado por eles sem o apoio da FAO e FNDE desde o ano passado, como é o caso do município goiano, que implantou o projeto em cinco escolas na fase de teste e, atualmente é desenvolvido em oito instituições de ensino. A previsão da Secretaria da Educação e da coordenação local do projeto é de que até 2009, 25 unidades do Ensino Fundamental, Infantil e Especial de Santo Antônio do Descoberto tenham atividades envolvendo a horta. A ampliação do Educando com a Horta Escolar já foi iniciada. De 28/02 a 05/03 foram capacitados os municípios de Iambupi, Camassari, Santo Amaro, Entre Rios e Mata de São João. No próximo dia 30, o pessoal do projeto retorna para terminar a primeira fase na área de educação e nutrição com professores, coordenadores, diretores e nutricionistas dos municípios selecionados. É o próprio município que define as escolas que irão participar das capacitações, sendo escolhidas cinco escolas para cada município. Um dos critérios para essa escolha era que a escola desejasse o projeto, sendo a implantação da horta a sua última etapa. Todos os envolvidos com o Projeto Educando com a Horta falam com entusiasmo sobre o papel desempenhado pela horta escolar na vida dos estudantes, que passaram a se interessar mais pelas disciplinas, já que aprendem de uma forma mais descontraída o que antes não era atrativo; verduras e legumes que antes eram rejeitados agora fazem parte das refeições na escola e também em casa, pois depois de plantar e colher eles aprendem a valorizar este tipo de alimento. O número de pessoas beneficiadas direta e indiretamente com o Educando com a Horta é estimado pela coordenação do projeto em 20 mil pessoas na primeira fase, tendo sido implantadas hortas em 50 escolas dos três municípios escolhidos como piloto. Os novos municípios que a partir deste ano passarão a receber os subsídios para implantar o projeto na Bahia são: Bom Jesus da Lapa, Camaçari, Carinhanha, Entre Rios, Inhambupe, Itacaré, Macaúbas, Mata de São João, Piripá, Santo Amaro, Serra do Ramalho e Vitória da Conquista. E em Goiás: Valparaíso e Formosa. Depois de um ano e meio eles devem estar em condições de desenvolver o Projeto por conta própria. Há muito mais informações sobre o Educando com a Horta Escolar no site do projeto, E, para contato, o endereço é

5 Brasília, 26 de Março 2008 Edição 02 PAG. 05 Encontro de Gestores Municipais do PNAE em Santos O Centro Colaborador em Alimentação e Nutrição Escolar, da Universidade Federal de São Paulo - UNIFESP, promove nesta quinta-feira (27), em Santos, o Encontro de Gestores da Educação: A Escola na Promoção da Alimentação Saudável, voltado a secretários municipais de Educação dos estados de São Paulo e Rio de Janeiro. O evento tem como objetivo promover o debate e intensificar ações que favoreçam o desenvolvimento de atividades voltadas a boa qualidade da alimentação oferecida nas escolas e a formação de hábitos alimentares saudáveis entre crianças e adolescentes. Cerca de 170 representantes de 52 municípios irão participar do encontro que será realizado no dia 27 de março, das 14 às 18 horas, no Parque Balneário Hotel, localizado na Avenida Ana Costa, 555, em Santos/SP. Data: 25/03/2008 Fonte.: Cecane Unifesp

6 Brasília, 26 de Março 2008 Edição 02 PAG. 06 Entidades querem agilizar o processo de votação do projeto de lei da Alimentação Escolar Se a sociedade for convocada a se manifestar em favor da agilização da aprovação do projeto de Lei da Alimentação Escolar, poderemos ter o mesmo resultado obtido pelo Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (CONSEA), que viu a Lei Orgânica de Segurança Alimentar ser aprovada em 2006, depois de uma intensa campanha para adesão de entidades e pessoas físicas ao abaixo- assinado encaminhado ao Congresso Nacional durante audiência pública no Dia Mundial da Alimentação com milhares de assinaturas. O Boletim da REBRAE reproduz parte da matéria divulgada na semana passada sobre o PL apresentado pela coordenadora do Programa Nacional de Alimentação Escolar, Albaneide Peixinho, no encontro que reuniu, em São Paulo, representantes de entidades da sociedade civil e do poder público para discutir importantes questões sobre alimentação escolar. São Paulo(SP), 17/03/ Em seminário que teve início na manhã desta segunda (17), em São Paulo(SP), dezenas de entidades e representantes do poder público enfatizaram a necessidade de mobilização da sociedade para garantir a aprovação rápida e sem distorções do projeto de lei 2.877/2008, que se refere à alimentação escolar. O seminário é uma iniciativa do Fórum Brasileiro de Segurança Alimentar e Nutricional (FBSAN) e é co-promovido pela Action Aid Brasil, pelo Programa Mercosul Social e Solidário, pela Articulação Nacional de Agroecologia (ANA) e pela Associação Brasileira de Nutrição (ASBRAN). O objetivo do evento é promover um debate acerca do projeto de lei e dos significados mais amplos da alimentação escolar no contexto da soberania e segurança alimentar e nutricional. O PL, apresentado pelo Governo e elaborado no âmbito do Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (CONSEA) e do Ministério da Educação (MEC), traz novidades importantes para o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE). Dentre elas, destacam-se o detalhamento mais preciso do conceito de alimentação escolar e a definição de diretrizes para as políticas públicas destinadas a este setor. A estes itens soma-se a indicação de que 30% do abastecimento da merenda escolar deve ser feita através da agricultura familiar. Para Francisco Menezes, do Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas (IBASE) e ex-presidente do CONSEA, a alimentação escolar possui grande impacto na formação de hábitos alimentares saudáveis e provoca o exercício da intersetorialidade por parte do governo. Além disso, ele sugere uma ampla mobilização em favor da aprovação do projeto de lei. Várias iniciativas serão necessárias para garantir a aprovação do PL e é necessário que todos os setores se envolvam

7 Brasília, 26 de Março 2008 Edição 02 PAG. 07 não apenas a partir das questões que lhes interessam diretamente, mas tendo em vista uma proposta mais ampla de segurança alimentar e nutricional, propõe Menezes. O deputado federal Nazareno Fonteles (PT-PI), coordenador da Frente Parlamentar da Segurança Alimentar e Nutricional, que inclui parlamentares da Câmara e do Senado, participou do seminário e falou na sua abertura. Fonteles lembrou que as definições em relação à alimentação escolar do momento atual terão uma relevância estratégica no futuro breve, diante das sinalizações de que a escola pública poderá passar a funcionar em período integral. A ampliação do público atendido pelo programa, prevista no projeto, também foi abordada pelo parlamentar. Com inclusão da Educação de Jovens e Adultos, serão incluídas treze milhões de pessoas ao programa, em vez de apenas oito milhões com o ensino médio, aponta o deputado. Para ele, a perspectiva da alimentação como direito humano também é um elemento importante no contexto de aperfeiçoamento do programa. A alimentação escolar já está incorporada na mente do povo brasileiro como um direito, tal qual a escola gratuita, o hospital gratuito e outros. No entanto, não há a concepção de que o acesso ao alimento sem a intermediação do mercado é um direito. E isso precisa ser mudado, considera. Data: 17/03/ :50 Por Rogério Tomaz Jr. ABRANDH Veja a matéria completa no site

8 Brasília, 26 de Março 2008 Edição 02 PAG. 08 Agricultura familiar e alimentação escolar O texto do moderador do primeiro Fórum da REBRAE está disponível nesta edição do Boletim, para que mais pessoas tenham acesso e participem das discussões estimuladas pelo tema. É só acessar o site clicar Fórum, se cadastrar e dar sua opinião. É sabido que a alimentação produzida pela Agricultura Familiar é a mais vocacionada para ser ambientalmente correta. Ela é, por excelência, a mais adequada por ser ambientalmente sintonizada com os hábitos alimentares regionais, propícia ao desenvolvimento local, oportunizadora de maior diversidade, além de possibilitar ações educativas de alimentação saudável,de segurança alimentar e nutricional, além de ser geradora de emprego e renda. A Agricultura Familiar é a responsável pela produção de 70% do feijão, 84% da produção de mandioca, de 49% do milho e de 40% de aves e ovos, dos hortifrutigranjeiros que o povo brasileiro consome. Ou seja, 60% dos alimentos que a população brasileira consome vem da produção da Agricultura Familiar. Segundo o Instituto de Nacionalização e Reforma Agrária-Incra, o Brasil possui, hoje cerca de 13,8 milhões de pessoas que vivem e tem seu sustento na atividade agrícola. São mais de 4,1 milhões de estabelecimentos familiares, ocupando apenas 3,5% do total das terras brasileiras. Os residentes no espaço rural, os assalariados agrícolas e não agrícolas, com produção agropecuária voltada para o seu próprio sustento, cerca de 10% de todo o valor da produção agrícola nacional. O Programa Nacional de Alimentação Escolar-PNAE é um programa estratégico de Segurança Alimentar e Nutricional do Governo Federal que tem como objetivo garantir que toda criança da pré-escola do ensino fundamental, das escolas federais, filantrópicas, indígenas e quilombolas, tenham acesso à alimentação de qualidade, durante sua permanência na escola. Este programa tem, hoje, reconhecimento internacional, tanto pela FAO quanto pelo Programa Mundial da Alimentação-PMA e ainda tem como principais diretrizes: o emprego da alimentação saudável e adequada nas escolas, a aplicação da educação alimentar e nutricional, no processo de ensino e aprendizagem e o apoio ao desenvolvimento sustentável local. Portanto, a produção da Agricultura Familiar é a mais indicada para ser a fornecedora ideal dos gêneros alimentícios para o Programa Nacional de Alimentação Escolar, em nível estadual e Municipal. Texto: Maria Luiza Santos - Agente do PNAE.

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