POLÍTICAS EDUCACIONAIS E A INSERÇÃO DE MECANISMOS DE MERCADO NA EDUCAÇÃO PÚBLICA MUNICIPAL

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1 POLÍTICAS EDUCACIONAIS E A INSERÇÃO DE MECANISMOS DE MERCADO NA EDUCAÇÃO PÚBLICA MUNICIPAL Fernanda Ferreira Belo UFG/RC Introdução A educação pública se tornou uma questão de política nacional de responsabilidade do Estado brasileiro no século XX ao mesmo tempo em que o setor privado conquistou a garantida da liberdade de ensino, que foi possibilitada à iniciativa particular com finalidade lucrativa (BRASIL, 1996). Esse processo possibilita identificar o fato de que a atuação do Estado tem sido compartilhada ou disputada com o setor privado, sobretudo pelo empresariado em geral, que se consolidou como agente político e articulador no decorrer do século XX, contando para isso com o apoio de setores organizados da sociedade civil, cujos interesses mercantis, em geral, prevalecem sobre os sociais e políticos. Nesse sentido, pesquisas sobre questões relativas à reforma do Estado e da educação provenientes do período de crescente mercantilização, financeirização e de políticas neoliberais dos anos 1990, apresentam esse contexto como propício para a consolidação das Parcerias Público-Privadas PPPs -, conforme destacam Adrião e Arelaro (2009), Cunha (2007), Cury (2007), Freitas (2012), entre outros. As análises evidenciam a consolidação de propostas de descentralização e de flexibilização das atividades administrativas do Estado e seus desdobramentos nos setores de políticas sociais e educacionais, ampliando a participação dos reformadores empresariais da educação. A inserção de setores da sociedade civil, sobretudo do empresariado, como agentes de cooperação e promotores de políticas, revelam o fortalecimento do setor privado na oferta de serviços, assessorias e comercialização de produtos educacionais e tecnologias, considerados de interesse público. Esses e outros temas foram analisados na pesquisa sobre as políticas educacionais em Goiás e a parceria público-privada em escolas municipais, que foi concluída em 2014 e teve como referência a perspectiva do método de interpretação da realidade que leva em consideração os fatores históricos e econômicos, as relações de trabalho e produção, 179

2 intrínsecos ao homem e à produção de sua vida material, de forma a constituir a estrutura econômica e social da sociedade (MARX, 2003, p. 6). Este artigo é um recorte dessa pesquisa e tem o objetivo apresentar o processo de comercialização de produtos, serviços e tecnologias educacionais presente em contratos de prestação de serviços estabelecidos entre uma escola pública municipal e uma empresa educacional. A comercialização de produtos, serviços e tecnologias educacionais adotados para interferir na organização da educação pública, é legitimada por políticas educacionais elaboradas sob a lógica reformista neoliberal. Nesse cenário reformista tem se efetivado um crescente antagonismo entre a luta histórica dos defensores de um projeto de educação republicana, pública, gratuita e de qualidade socialmente referenciada para todos, o seu consequente adiamento ou recuo, e a efetivação de uma proposta de educação entendida como prestação de serviços, como bem de consumo, um produto que pode ser negociado no mercado. Essa mudança na definição dos projetos educacionais no Brasil tem gerado impactos significativos na cultura organizacional das escolas públicas, possibilitando questionamentos e polêmicas referentes à relação público-privado e a inserção da prestação de serviços nas escolas públicas, à compra de material didático-pedagógico e de tecnologias educacionais, que se desdobram na incorporação de princípios de mercado na organização da educação pública e na formação dos educandos. A incorporação de princípios de mercado na organização da escola pública A lógica e as estratégias das políticas neoliberais 1 adotadas na realização de reformas no plano social, econômico, político, educacional se fundamentam na construção de novos significados sociais, estrategicamente pensados para proporcionar contextos sociais promissores para a incorporação dos princípios do livre-mercado na organização da sociedade e da educação pública em particular, sem as interferências diretas do Estado (GENTILI, Neoliberalismo tem suas bases teóricas e conceituais assentadas num ambicioso projeto de reforma ideológica da sociedade em geral. É um projeto político hegemônico, voltado para a construção e difusão de um novo senso comum que fornece coerência, sentido e uma pretensa legitimidade às propostas de reforma impulsionadas por intelectuais e políticos, a partir da persuasão dos discursos, dos diagnósticos, e das estratégias argumentativas e retóricas imposta para a construção de uma ordem social regulada pelos princípios do livre-mercado e sem interferências da intervenção do Estado (GENTLI, 1996). 180

3 p. 11). Mèszáros (2002) enfatiza que a nossa estrutura social capitalista está assentada no tripé capital, Estado e trabalho, sendo que as crises econômicas, sociais, políticas, entre outras, e as próprias reformas processadas para corrigir as falhas desse sistema são constitutivas dessa sociedade e desse modo de produção e reprodução da existência. Enfatizamos que na sociedade capitalista os processos de formulações de políticas são marcados por conflitos de interesses sociais, políticos, econômicos, ideológicos, culturais e sofrem as pressões dos interesses de classes distintas e antagônicas no ato de elaboração e aprovação de projetos, programas e reformas. Entre as questões resultantes das pressões e conflitos existentes no contexto das reformas neoliberais destacam-se as que denunciam ou evocam a dinâmica do mundo empresarial e da lógica de mercado livre e concorrencial como fatores preponderantes de organização não só do sistema econômico, mas do mundo social e do sistema escolar. A partir das contradições inerentes à sociedade capitalista, as questões atinentes à reforma do Estado e da educação estão inter-relacionadas com o debate internacional e nacional realizado na passagem do século XX para o XXI. Nesses debates, problemas históricos e contemporâneos sobre a organização escolar pública brasileira passaram a ser diagnósticos e soluções passaram a ser apresentadas nos projetos de reforma da educação. Projetos e políticas educacionais foram construídos indicando as possíveis alternativas para resolução de problemas educacionais históricos que levaram o país a apresentar no final dos anos 1980 um quadro educacional marcado por altos índices de evasão escolar, repetência e analfabetismo. O processo de reforma educacional desencadeado a partir dos anos 1990 tem provocado mudanças na cultura da escola pública brasileira, na organização pedagógica e no trabalho do professor, pois a educação escolar passou a ser defendida como um nicho de mercado altamente rentável para a iniciativa privada. Isso tem levado à ampliação e diversificação das formas de atendimento das demandas educativas realizadas pelo setor público, e mais especificamente pelo setor privado, que aparece atuante na oferta de vagas em todos os níveis educacionais e nas diversas modalidades de ensino no Brasil, se destacando também no processo de implementação de parceria público-privada, nos contratos de prestação de serviços e de assessoria para a gestão pública (FREITAS, 2012). Nesse sentido Mèszáros (2002) afirma que, 181

4 Não se pode imaginar um sistema de controle mais inexoravelmente absorvente e, neste importante sentido, totalitário do que o sistema do capital globalmente dominante, que sujeita cegamente aos mesmos imperativos a questão da saúde e a do comércio, a educação e a agricultura, a arte e a indústria manufatureira, que implacavelmente sobrepõe a tudo seus próprios critérios de viabilidade, desde as menores unidades de seu microcosmo até as mais gigantescas empresas transnacionais, desde as mais íntimas relações pessoais aos mais complexos processos de tomada de decisão dos vastos monopólios industriais, sempre a favor dos mais fortes contra os mais fracos (id. p. 96, grifos no original). Esse sistema social dinâmico e totalizador gesta e ativa alterações na base produtiva das economias objetivando garantir uma redefinição radical da relação estabelecida entre produção e consumo, em busca de maior viabilidade de ganhos na relação produtiva. Com isso, a sujeição cega das lideranças políticas aos mecanismos de mercado é utilizada para justificar a superação da crise que desconsidera o papel do Estado no atendimento às questões sociais vitais como a saúde, educação, agricultura e alimentação, moradia. Estas passam a serem consideradas áreas livres para a atuação do mercado, e a elas se sobrepõem os critérios de viabilidade dos interesses de investimento do capital, em detrimento dos interesses da sobrevivência da humanidade (id. 2002, p. 96). Esse movimento caótico do capital manifesto em suas crises econômicas, assim como as saídas projetadas pelas lideranças governamentais e pelos estrategistas econômicos nos revelam a gravidade da crise instalada nos últimos anos do século XX, em que há uma inversão dos valores, sendo que o aspecto humano das relações sociais tem sido objetificado, transformado em propriedades do objeto e o mercado tem sido idealizado como fundamento primordial para pautar as relações sociais objetificadas. Nesse cenário, as ações políticas neoliberais garantem a configuração de políticas reformistas que assumem a lógica das leis de mercado e, essencialmente buscam garantir a maximização de ganhos do capital. A partir dos anos 1990 as lideranças econômicas e governamentais implantaram a lógica gerencial 2 para reformular a organização burocrática do Estado no Brasil, para responder e acompanhar o processo de internacionalização financeira do capital, conhecida como globalização. Entre os objetivos desta reforma estavam a modernização da 2 O Plano Diretor de Reforma do Aparelho do Estado no Brasil foi elaborado pelo Ministério da Administração Federal e da Reforma do Estado, e foi aprovado em novembro de

5 administração pública e a necessidade do Estado ser complementar ao mercado, nas coordenadas da economia e na busca pela redução das desigualdades sociais (BRASIL, 1995). Esse paradoxo indica o estreitamento da relação entre Estado e mercado. Eles se constituem como componentes do sistema produtivo, e a realidade tem mostrado que é a presença maciça da lógica do mercado que está garantindo as bases das formulações de políticas públicas do Estado, gerando cortes das verbas públicas para programas sociais, privatizações de empresas estatais e parcerias público-privadas nas administrações públicas. Em contraposição à reforma do Estado nesses moldes, amplos debates foram realizados por políticos e representantes dos interesses sociais embasados em estudos e pesquisas que apontaram criticamente as falhas dessa proposta de reforma neoliberal e privatizante. Nesse contexto, a relação entre educação e aspectos econômicos, políticos, administrativos, culturais e sociais vai se estreitando gradativamente mediante as pressões políticas e inovações técnico-informacionais das economias mundiais globalizadas. Para tanto, a intensificação do processo de municipalização da educação passou a ser entendida como a saída viável para responder a demanda por ampliação de atendimento escolar e promover a redistribuição das responsabilidades entre União, Estados, Distrito Federal e Municípios (BRASIL, 1996). Nessa conjuntura de descentralização da educação tem ocorrido o crescimento da participação da iniciativa privada no atendimento de matrículas na educação básica, presença já expressiva na oferta de ensino superior e em cursos de pós-graduação (CUNHA, 2007). Essas novas formas de estruturar o setor educacional encerram questões abrangentes e complexas que fazem parte do processo de descentralização e flexibilização das atividades do Estado, que se dá por ações políticas empresariais que favoreceram e fortaleceram o setor privado no atendimento de demandas sociais e educativas, que até então estiveram sob responsabilidade estatal. Associações e instituições empresariais passaram a participar mais ativamente das decisões políticas, atuando em parceria com o Estado nas novas formas de gestão previstas para a administração pública. Resultam dessa nova configuração do Estado e da sociedade administrada a realização de reformas educacionais por meio de parcerias e contratos de serviços com empresas educacionais, para o fornecimento de produtos e serviços educacionais tais como proposta pedagógica, material didático, assessoria técnica, pedagógica 183

6 e tecnologias educacionais para a educação municipal, conforme ocorre no município pesquisado (CATALÃO, 2009). Problemas que permanecem insolúveis como o da qualidade da formação escolar, de valorização da carreira do magistério, da democratização da educação, da evasão escolar e analfabetismo se associam aos projetos de defesa da educação pública, gratuita, de qualidade e socialmente referendada, ao cumprimento da Lei do Piso Salarial Nacional, a Campanha de 10% do PIB para a educação, que são as principais demandas que se consolidaram na primeira década do século XXI, no cenário brasileiro (FRIGOTTO, 2011). Juntam-se a essas demandas propostas educacionais que apresentam questionamentos ao projeto de educação republicana, como um direito social, operando-se a conversão da educação em um serviço, em um bem comercializável, negociável pela iniciativa privada com a comunidade escolar, entendida como clientes, consumidores. Em um município goiano, a Editora Positivo realizou uma parceria com a Prefeitura Municipal/Secretaria Municipal de Educação, que foi iniciada no ano de 2009, com vigência até o ano de 2013 (CATALÃO, 2009). Essa proposta foi alicerçada pela flexibilização da legislação federal para as administrações públicas diretas, autárquicas e fundacionais da União, Estados, Distrito Federal e Municípios, abrangendo normas gerais de licitação e contratação de obras, serviços, compras e alienações. Estas foram normatizadas permitindo que diferentes contratos de prestação de serviços sejam realizados entre as esferas públicas e privadas, mediante processo de licitação pública ou de inexigibilidade de licitação (BRASIL, 1988). Ao analisarmos as concepções e propostas que tem orientado a organização das escolas públicas desse município goiano é possível identificar que os princípios orientadores dos produtos e serviços educacionais privados comercializados aparecem como sendo a melhor opção de organização política e pedagógica para as escolas públicas municipais, que ainda não conseguiram construir democraticamente uma proposta pedagógica de educação municipal. Nesse município analisado, a organização da educação infantil tem sido o objetivo dessas políticas de mercantilização da educação, uma vez que esta etapa de escolarização não conta com distribuição de livros didáticos e materiais pedagógicos adquiridos pelo Ministério da Educação - MEC

7 Desse modo é importante confrontar a relação entre a proposta histórica de educação pública, republicana, e a garantia da pluralidade de idéias e de diferentes teorias pedagógicas na organização escolar, presentes na legislação brasileira (BRASIL, 1996) com os fundamentos e princípios de mercado que norteiam os produtos e serviços comercializados com empresas educacionais. No Brasil, pesquisas analisam que as parcerias com empresas educacionais privadas já contemplam mais de 144 municípios, atingindo mais de 230 mil alunos (ADRIÃO e ARELARO, 2009). Com esse processo tem se redefinido o conteúdo e a forma de estruturação educacional no país, sendo que as leis de mercado estão sendo utilizadas como referências para tais reformas (KRAVCZYK, 2000). Paradoxalmente a esse processo, tem-se, em termos de legislação educacional, a universalização da educação básica, a subjetivação do conceito de educação como direito de todos, de forma gratuita, laica, destinada a preparar os educandos para as práticas sociais e para o mundo do trabalho (BRASIL, 1996). Prevalece uma crença, entre os gestores públicos e a comunidade escolar em geral, de que as parcerias com o setor educacional privado são saídas para responder aos desafios da qualidade da educação pública municipal e, com isso, garantir a promoção da elevação dos indicadores educacionais que resultam de avaliações nacionais e que norteiam as políticas do MEC. A política educacional municipal no contexto da mercantilização da educação Junto com as estratégias reformistas do Estado e da educação tem se legitimado os contratos de prestação de serviços entre empresas educacionais e escolas públicas para a comercialização de produtos, serviços e tecnologias educacionais. Estes produtos e serviços são definidos como pacotes educacionais destinados a pautar o trabalho pedagógico dos professores e a sua relação com os educandos, visando atingir uma determinada qualidade da educação. Entre os documentos analisados durante a realização da pesquisa e que se referem à consolidação da parceria público-privada em educação municipal está o contrato de fornecimento de materiais nº. 0111/2009, firmado em 18 de fevereiro de 2009, estabelecendo 185

8 uma parceria entre a Prefeitura Municipal de Catalão, pessoa jurídica de direito público interno, através do FUNDEB, e a Editora Positivo LTDA, pessoa jurídica de direito privado, para fornecimento de material didático, autorizado pelo Processo de Inexigibilidade n. 013/2009, que é regido pela lei n , de 21 de junho de Contraditoriamente esse município normatizou, com suas políticas educativas, os meios necessários para garantir que recursos públicos do FUNDEB (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e Valorização dos Profissionais da Educação) fossem repassados em forma de pagamento de parcelas à contratação de empresa educacional para comercialização de bens, produtos e serviços educacionais. A forma de pagamento desse contrato está prevista em dotação orçamentária anual específica e envolve Projeto/Atividade de Manutenção do Fundo Gestor do FUNDEB, na categoria denominada Material de Consumo (CATALÃO, 2009). Essa forma de organização desvelada pelas políticas educacionais implementadas pela prefeitura desse município goiano em parceria com a Editora Positivo nos remetem a questões mais amplas e complexas que se relacionam à predominância do mercado como norteador da organização social e seus desdobramentos em relação às novas formas de administração pública. Quadro 1 - TCM - Valores aplicados pela Prefeitura Municipal de Catalão na parceria pública-privada com a editora Positivo para aquisição de sistema de ensino para a educação infantil período (a preços de janeiro de 2013, corrigidos pelo IPCA) ANO VALOR PERÍODO 2009 R$ ,77 18/02/09 A 31/12/ R$ ,36 04/01/10 A 31/12/ R$ ,14 03/01/11 A 31/12/ R$ ,61 02/01/12 A 31/12/12 Fonte: Tribunal de Contas dos Municípios. Elaboração BELO, F.F Conforme está descrito no quadro 1 acima, durante o período de vigência da PPP em educação, entre o ano de 2009 à 2012 o investimento público municipal com o sistema de ensino SABE/Positivo para a educação infantil chegou ao montante de R$ ,8 em 186

9 quatro anos. Por outro lado, esse município deixou de cumprir com aplicação obrigatória de 25% de receitas de impostos com a Manutenção e Desenvolvimento do Ensino MDE. De acordo com as informações publicadas na página eletrônica do Tribunal de Contas dos Municípios do Estado de Goiás TCM os dados apresentados pelo município de Catalão, não possibilitam a emissão da Certidão relativa à Manutenção e Desenvolvimento do Ensino - MDE, do ano de 2010 (TCM, 2011). Esses dados indicam o aprofundamento da lógica de mercado na educação pública municipal, em que paradoxalmente os investimentos financeiros na parceria empresarial superou a casa dos dois milhões de reais e o munícipio sequer conseguiu cumprir com aplicação obrigatória dos 25% de receitas de impostos com a Manutenção e Desenvolvimento do Ensino MDE. A Editora Positivo se responsabilizou, nesse contrato, pelo fornecimento de materiais didáticos que compõem o denominado Sistema de Ensino Aprende Brasil, composto por livros didáticos; tecnologia educacional; acompanhamento e assessoramento pedagógico. Entre as ações previstas por essa parceria estão as que seguem relacionadas no quadro 2. Quadro 2 - Ações previstas pela parceria Editora Positivo SABE e a Prefeitura Municipal de Catalão, GO, 2009 a) Operacionalização do Sistema de ensino Aprende Brasil; b) Orientação sobre os encaminhamentos metodológicos contidos no Livro Didático Integrado; c) Assessoria para a adequação da grade curricular; d) Orientações sobre a legislação educacional vigente; e) Orientações para elaboração do planejamento escolar; f) Esclarecimentos sobre os aspectos da verificação do rendimento escolar, no processo avaliativo; g) Intercâmbio de experiências entre as escolas da rede pública parceiras do Sistema de Ensino Aprende Brasil; h) Orientações sobre as diversas formas de integração família-escola; i) Aprofundamento dos conteúdos abordados por ocasião da implantação do Sistema de Ensino Aprende Brasil. Fonte: CATALÃO, Contrato n.º 0111 de Elaboração BELO, F. F., A Editora Positivo é responsável por assessorar as escolas parceiras do SABE - Sistema de Ensino Aprende Brasil - em todo Brasil, quanto à utilização adequada dos livros didáticos integrados e do portal Aprende Brasil que é um site para uso das tecnologias educacionais. Esse acompanhamento é destinado promover a utilização da proposta 187

10 pedagógica e metodológica desses produtos, tecnologias e serviços contemplados pelo contrato. Conforme está indicado na tabela acima todas as ações previstas por essa parceria se referem a mecanismos adotados para encaminhamentos metodológicos do material didático dessa editora, para garantir a adequação da grade curricular nas escolas, promover orientações para elaboração do planejamento escolar, formas de avaliação e o aprofundamento dos conteúdos conforme a proposta pedagógica adotada determina. As atividades realizadas pelo município analisado para a adaptação das escolas ao projeto educacional do SABE/Positivo partiu da mesma lógica da divisão social do trabalho, da separação entre a concepção e a execução no processo de sistematização do saber a ser sistematizado na escola. Está posto que quem dirige ou tem a concepção do trabalho pedagógico a ser executado nas escolas parceiras da Editora Positivo é o capital, materializado na figura dos produtos, serviços e tecnologias educacionais, e o fato de ocorrer essa subordinação aos interesses do capital, isto é, do dinheiro, faz com que sua interferência nas relações sociais existentes seja constante, complexa e naturalizada. Nesse processo, ocorre uma separação fundamental na organização escolar entre os dirigentes e dirigidos, ou seja, entre a equipe técnica da editora Positivo, os gestores da Secretaria Municipal de Educação e das escolas municipais desse município, em relação aos professores que atuam na educação pré-escolar, etapa contemplada por essa parceria, que faram a execução da proposta educacional negociada. Um dos objetivos previstos pela Editora Positivo está voltado para garantir a modulação constante de suas propostas de ensino a uma determinada intenção ou projeto de educação. Esse processo não leva em consideração as determinações previstas pela legislação educacional envolvendo a participação dos profissionais da educação pública na definição da proposta pedagógica das escolas, pois segundo os relatos dos profissionais da educação infantil, atuantes na modalidade pré-escolar, foi reduzida a participação dos professores na decisão de adoção dessa proposta de ensino. A atuação desses profissionais tem se realizado de forma mais direta na execução das propostas apresentadas pelo material apostilado dessa Editora envolvendo os educandos. De um total de 45 profissionais questionados durante a pesquisa, 58% disseram que mudaram e ampliaram a sua prática pedagógica em decorrência da adoção dos produtos e serviços da editora Positivo. Outros 19% disseram que não mudaram a prática pedagógica 188

11 porque o material pedagógico é suficiente e adequado para desenvolver o trabalho na educação infantil e, 23 % deram respostas evasivas sem declarar abertamente uma resposta para a questão, afirmando que mudanças são importantes no trabalho pedagógico e no trabalho escolar. Entre esses profissionais pesquisados, 22,22% disseram que a assessoria pedagógica e o acesso e uso do portal eletrônico da editora Positivo são criticáveis porque não apresentam espaço para interatividade, para reclamações e sugestões dos usuários. Foi apontado que o acesso ao portal eletrônico é comprometido porque a conexão com a internet nas escolas é inadequada para o uso dos arquivos sugeridos no portal da editora. Foi ressaltado que as sugestões de atividades indicadas no portal e nas assessorias pedagógicas, em muitos casos se apresentaram fora da realidade das crianças e das escolas desse município goiano. Essa relação pode ser compreendida conforme Vázquez (2007) afirma, considerando a práxis humana, que é uma ação que exige uma atividade da consciência, desde o início do processo de planejamento prático e ao longo do seu desenvolvimento, sendo constituída por uma problemática que envolve a incerteza, a imprevisibilidade relativa ao seu resultado (id., 2007, p. 333). Entendemos que para determinar uma atividade prática, seja ela artística, produtiva ou política, como, por exemplo, a organização educacional municipal pública em Catalão, é importante identificar a separação entre dirigentes e dirigidos, e analisar se essa separação opera pela lógica de que os dirigentes são a encarnação do saber; a base não toma decisão (id., 2007, p. 333). Desse modo, a práxis intencional é a realização de uma intenção sujeita a uma transformação ao longo do processo prático; o produto da atividade do sujeito não passa da própria intenção já realizada, de modo que não há separação entre a intenção e o produto; o subjetivo e o objetivo (id., 2007, p. 333). Se há inadequação nessa relação, o que conta é a intenção que aparece plasmada, ou seja, o resultado, o produto, tal como se apresenta realmente ao final do processo, objetivamente diante de nós (id., 2007, p.334). Portanto, a relação estabelecida entre os diferentes sujeitos envolvidos nesse processo de parceria público-privada em educação pública municipal apresenta semelhanças com o princípio burguês da política em que se dá a separação entre dirigentes e dirigidos, educadores e educandos (VÁZQUEZ, 2007, p. 326). Está posto nessa relação a proposta de naturalização da superioridade teórica e prática, técnica e tecnológica do setor privado em 189

12 relação à forma de estruturação e organização interna da rede pública de ensino, e nesse processo, a relação entre as redes de ensino é desigual, não sendo necessariamente hierarquizada, mas, as concepções e fundamentos que orientam distintos projetos de educação se entrecruzam e se chocam nessas parcerias estabelecidas. Há nesses projetos em disputa uma relação de poder, prevista pela forma como o investimento de capital é empregado no caso da parceria com a Editora Positivo, e como esse investimento, na escola, interfere no lugar ou na posição que cada sujeito passa a ocupar no processo político e pedagógico de atuação, para garantir a reprodução das relações sociais capitalistas. O professor da educação infantil acaba sendo desconsiderado no próprio exercício de sua atividade pedagógica, pois para executar e operar o projeto de ensino comercializado não há a necessidade de elaboração e de teorização, bastando ao profissional um saber fazer cotidiano envolto num ato da reprodução do projeto de educação como um bem de consumo capacitado a formar novos consumidores. Considerações finais Como destacamos as políticas educacionais, a legislação e as normatizações elaboradas na passagem do século XX para o XXI tem garantido a consolidação de um espaço promissor de exploração mercantil da educação no contexto de estruturação da escola pública, de inspiração republicana. Garantem a legitimidade de novas formas de participação social que podem assumir o formato de parcerias entre interesses públicos e privados em educação e estão inseridas no complexo processo de ordenamento jurídico do Estado frente às alternativas reformistas neoliberais que se impõem também nas reformas educacionais. A opção pelas PPPE é uma decisão política de muitos municípios, a exemplo das práticas adotadas no município goiano que analisamos, regida por uma lógica que estabelece a educação como eixo do desenvolvimento econômico e de estímulo à competitividade e performance/desempenho social. Essa ação política possibilita a inserção de mecanismos de mercado na educação pública municipal. A comercialização de apostilas, tecnologias, assessorias, assistência técnica e cursos de capacitação em serviço para os profissionais da educação infantil da rede pública de ensino catalana, tem formatado a organização da educação infantil 190

13 fundamentada na lógica da divisão social do trabalho, descumprindo preceitos da legislação educacional. Esse processo está inserido na relação entre Estado, mercado e educação, que tem uma trajetória histórica conflituosa, dado o antagonismo dos projetos de interesses públicos e privados que mantêm suas diferenças estruturais, políticas e ideológicas no cenário de consolidação do espaço público e da educação pública brasileira. Sendo uma prática social e histórica, toda ação educativa está carregada de intencionalidades e sua natureza não se configura como uma realidade dada e acabada a ser conhecida de forma única e precisa, em seus múltiplos aspectos. A dinamicidade da ação educativa prevê a atuação dos sujeitos envolvidos, que corresponde à práxis intencional dos sujeitos diante do processo educacional. Assim, na questão da estruturação da educação escolar pública, não é suficiente às decisões de cúpula, adotadas em gabinetes, por decretos de gestores, contratos ou através de acordos entre parceiros e parcerias, gerando uma situação em que ao fim do processo se poderia afirmar: nós temos a fórmula, graças a esta fórmula vamos produzir a nova escola, e esta vai gerar uma nova sociedade, que por sua vez, formará a nova geração (FERNANDES, apud PATO, 2000, p. 146). Pelo contrário, no campo da correlação de forças em efervescência na sociedade capitalista, a articulação entre a consciência e a ação dos sujeitos sociais precisa ser preenchida de conteúdo político, pedagógico e ter posicionamento crítico que leve a construção e conquistas de práticas educativas baseadas na socialização do conhecimento e da riqueza, voltados para a emancipação humana. 191

14 REFERENCIAIS ARELARO, Lisete; BORGHI, Raquel; GARCIA, Teise; BORGHI, Raquel. Uma modalidade peculiar de privatização da educação pública: a aquisição de sistemas de ensino por municípios paulistas. Educação e Sociedade, Campinas, vol. 30, n. 108, p , out BRASIL. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional nº 9.394, de 24 de dezembro de MEC, Brasília.. Plano Diretor da Reforma do Aparelho do Estado. Ministério da Administração Federal e da Reforma do Estado, Brasília, Constituição da República Federativa do Brasil. Brasília, DF: Senado, CATALÃO, CONTRATO N. 0111/ FORNECIMENTO DE MATERIAIS, CUNHA. Luiz Antônio. O desenvolvimento meandroso da educação brasileira entre o Estado e o Mercado. Educação e Sociedade, Campinas, SP, vol. 28, n. 100 Especial, out CURY. Carlos R. Jamil. Estado e Políticas de financiamento em educação. Educação e Sociedade, Campinas, SP, vol. 28, n. 100, p Especial out FREITAS, Luiz Carlos de. Os reformadores empresariais da educação: da desmoralização do magistério à destruição do sistema público de educação. Educação e Sociedade, Campinas, SP: v. 33, n. 119, p , abr.-jun Disponível em <http://www.cedes.unicamp.br>. Acesso em novembro de FRIGOTTO, Gaudêncio. Os circuitos da história e o balanço da educação no Brasil na primeira década do século XXI. Revista Brasileira de Educação. Campinas, SP: Autores Associados, v. 16, n. 46, jan. a abr GENTLI, Pablo Neoliberalismo e Educação: manual do usuário. IN: GENTILI, Pablo e SILVA, Tomaz Tadeu da. Escola S.A.: quem ganha e quem perde no mercado educacional do neoliberalismo. Brasília, CNTE, KRAWCZYK, Nora, CAMPOS, Maria Malta, Haddad, Sérgio. O cenário Latino-americano no limiar do século XXI reformas em debate. São Paulo, Editora Autores Associados, MARX, Karl. Contribuição à crítica da economia Política. São Paulo: Martins Fontes, MÉSZÁROS, Istvan. Para além do capital. São Paulo: Boitempo Editorial,

15 PATO, Maria Helena Souza. Mutações do cativeiro escritos de psicologia e política. São Paulo: Hacker Editores/Edusp, TRIBUNAL DE CONTAS DOS MUNICÍPIOS DO ESTADO DE GOIÁS TCM - CERTIDÃO Nº de 2012 para comprovação de aplicação de impostos em Manutenção e Desenvolvimento do Ensino MDE - Catalão, Goiás para o ano de Consulta em VÁZQUEZ, Adolfo Sánchez. Filosofia da práxis. 1ª ed. Buenos Aires: CLACSO; São Paulo: Expressão Popular,

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