A ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO PEDAGÓGICO DA FEF/UFG: LIMITES E POSSIBILIDADES DE UMA PERSPECTIVA HISTÓRICO-CRÍTICA

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "A ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO PEDAGÓGICO DA FEF/UFG: LIMITES E POSSIBILIDADES DE UMA PERSPECTIVA HISTÓRICO-CRÍTICA"

Transcrição

1 1 A ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO PEDAGÓGICO DA FEF/UFG: LIMITES E POSSIBILIDADES DE UMA PERSPECTIVA HISTÓRICO-CRÍTICA Aline da Silva Nicolino Doutora, FEF/UFG Helena Márcia Monteiro de Santana Especialista, FEF/UFG e SME/Goiânia Rosirene Campelo dos Santos Especialista, FEF/UFG e SME/Goiânia Wilson Luiz Lino de Sousa Mestre, FEF/UFG Introdução Este ensaio visa apresentar as ações pedagógicas desenvolvidas no curso de licenciatura em Educação Física da Universidade Federal de Goiás (FEF/UFG) trabalhadas na disciplina Estágio Curricular Supervisionado (ECS), no ano letivo de Apontamos para uma experiência pedagógica inovadora no campo da formação profissional, visto a proposta de diálogo entre ensino, pesquisa e extensão, buscando articular em uma perspectiva dialética a emancipação do indivíduo social, tendo o movimento humano como eixo norteador de nossas discussões. A mediação entre ensino, pesquisa e extensão foi possível perante o interesse dos professores de Educação Física e gestores pedagógicos em contribuir, bem como o fechamento de convênios firmados com a Secretária da Educação Municipal de Goiânia, legitimando e formalizando a relação entre universidade e escola. Os momentos de regência e permanência nas instituições de ensino público conveniadas com a FEF/UFG possibilitaram o enfrentamento da realidade concreta, marcada pelas políticas neoliberais, que ao imprimir na escola suas linguagens, destaca a segregação socioeconômica como fator relevante de análise sobre a concepção de ciclos e seriação, progressão continuada, avaliação, evasão, gênero, marginalidade, papel atribuído à escola pelos cuidadores, entre outros. Tais arranjos e diversidades provocam o debate sobre a Professores do Núcleo de Didática e Prática de Ensino (NUDIPE) da Faculdade de Educação Física da Universidade Federal de Goiás FEF/UFG

2 2 práxis pedagógica durante o processo de formação acadêmica e os meios para que isso seja estimulado, articulado e dialogado. Para melhor descrever sobre a experiência do estágio em Educação Física escolar em instituições municipais, de ensino infantil e básico, da cidade de Goiânia/GO foi preciso conhecer, investigar e interpretar as problemáticas vivenciadas e elucidadas no contexto escolar, bem como sua estrutura e gerenciamento, além de atentar para questões importantes (matrizes teóricas, campo de trabalho, status e ética profissional), que norteiam a formação dos futuros professores. Para tal, a disciplina ECS investiu no registro e documentação de tais experiências pedagógicas, organizando e sistematizando tais informações formais e informais, de modo a viabilizar a compreensão de todo processo e suas partes, permitindo uma maior reflexão, discussão e avaliação da interlocução das bases teóricas com a prática social. A disciplina ECS subsidia intenções pedagógicas, que de acordo com sua ementa, propõe identificar e analisar as teorias da didática e da organização do trabalho pedagógico, desenvolver estudo investigativo de problemáticas significativas da organização geral da escola e da educação física, em especial, planejamento, avaliação, gestão, projeto político-pedagógico e currículo, em estabelecimentos de educação básica da rede pública de ensino. Além de estudar as proposições para o ensino da educação física reconhecendo suas bases teórico-metodológicas e sua viabilidade e possibilidades de implementação em diversos ambientes educacionais, de modo a planejar e construir uma proposta de ensino da educação física. No enfrentamento da realidade concreta, após o levantamento de problemáticas significativas observadas nos campos de estágio, sob as referidas descrições dos rituais, das aulas de Educação Física, da otimização do trabalho pedagógico, entrevistas e questionários aplicados no universo de estudo, as informações são analisadas e discutidas, com base em referencial teórico crítico, que permitem ações pedagógicas que propiciem a superação de dificuldades, buscando objetivar a materialização do tripé ensino-pesquisa-extensão, comprometida com um projeto histórico voltado para a emancipação e

3 3 humanização da sociedade. As ações pedagógicas partem de uma perspectiva crítica e dialógica, viabilizadas pela mediatização da pedagogia histórico-crítica no campo da Educação Física, com fundamentação teórica, principalmente, nas obras de Saviani (2005, 2005a, 2005b), Gasparin (2003) e Coletivo de Autores (1992), para pensar e propor conteúdos e métodos, bem como suas intermediações na relação com seu ambiente de trabalho (escola, gestores, professores, alunos, família, política, economia, religião). Assim, o ECS da FEF/UFG vislumbrou traduzir as problemáticas levantadas nos campos de estágio sistematizando-as, didaticamente, por cinco passos: prática social inicial, problematização, instrumentalização, catarse e prática social final. No final da intervenção no campo de estágio, como um dos critérios avaliativos da disciplina, o aluno/estagiário elabora um relatório final que discute a síntese das problemáticas levantadas em articulação com as referências tratadas nos diferentes momentos que compuseram a regência, buscando apontamentos de possibilidades superadoras, tendo como referência os objetivos da disciplina articulados com o projeto político pedagógico (PPP) para a sua formação docente. O produto de todo esse processo foi reunido de modo sistematizado, em forma de portfólio e também em de CD-ROM, elaborados e entregues por cada dupla ou trinca de alunos/estagiários como um dos critérios de avaliação da disciplina. Essa experiência também foi avaliada por meio de um seminário ampliado que discutiu os impactos, limites e avanços da política de estágio desenvolvida na FEF. Esse evento envolveu diversos atores dentre outros a coordenadora de estágio da pró-reitora e a pró-reitora de graduação da UFG, diretores e professores de Educação Física das escolas-campo, professores supervisores do ECS e os alunos/estagiários. Como proposta de registro, a equipe que organizou o citado seminário elaborou um instrumento avaliativo com o objetivo de levantar dados relevantes, apontar limitações e sugerir proposições superadoras das problemáticas vivenciadas no ECS no decorrer do ano. Diante do exposto, consideramos relevante o relato de experiência do ECS

4 4 da FEF/UFG, no sentido de contribuir com os pares na divulgação da mesma, porém reconhecendo os limites das estruturas específicas e gerais, buscando também apontamentos do coletivo e de outras vivências a fim de superá-los. O curso de licenciatura plena da FEF/UFG O curso de licenciatura da FEF/UFG foi criado em 1988 e reconhecido pelo MEC em Sua criação esteve vinculada à implementação de uma proposta progressista na formação de professores com inserção qualitativa na escola e nas demais práticas educativas, pedagógicas e sociais. Com essa proposta curricular buscou-se concretizar uma gama de compromissos históricos, como o papel de se integrar nas transformações de âmbito escolar, da Educação Física e Educação. Para atingir tais objetivos, o projeto curricular da FEF/UFG apresentou várias inovações. Localizou sua área acadêmica e profissional nas ciências humanas e sociais em contraposição à de ciências biológicas e/ou ciências da saúde. Implementou tanto o conceito de formação de docência ampliada e currículo estruturado por campos de conhecimentos multidisciplinares, quanto um novo modelo de organização pedagógica com um eixo epistemológico referenciado na cultura corporal de movimento, no trabalho e na práxis pedagógica como elementos nucleares da estrutura curricular. Houve, ainda, uma introdução de aprofundamento por campos temáticos (áreas de aprofundamento de estudos) no contexto da graduação superior. E, finalmente, a supressão do processo seletivo, ou seja, do vestibular, baseado na aptidão físico-orgânica dos candidatos com o deslocamento do corte avaliativo do vestibular voltado para a área de história e língua portuguesa. Dessa maneira, o curso de licenciatura se referendou pela produção de conhecimentos acadêmicos e por pesquisas resultantes da intervenção social, fortalecendo a prática da Educação Física escolar. Apesar de se comprometer, historicamente, com a formação de professores para intervir nas escolas e na educação, em uma perspectiva generalista e de necessidades colocadas pelo

5 5 mundo social, esta formação também se relacionou à prática de atividades corporais voltadas a intervenções profissionais direcionadas ao esporte, lazer, saúde e políticas públicas. Esse posicionamento político-pedagógico estabeleceu uma nova configuração do projeto curricular, de caráter generalista para atuar no campo da educação, escola e sociedade, considerando também os saberes e técnicas relacionadas à cultura corporal do movimento nos demais campos de atuação profissional. Todo esse processo foi balizado pela formação acadêmica e profissional estruturado em seu sentido amplo e, ao mesmo tempo, verticalizado para a intervenção na realidade prática. Em 2005, a Resolução do Conselho de Ensino, Pesquisa, Extensão e Cultura (CEPEC) da UFG, n 715 1, estabelecem as normas para o curso de Licenciatura em Educação Física para os alunos que se ingressaram a partir do referido ano que se encontra em vigência. Com a finalidade de delimitarmos o objeto de estudo tratado neste ensaio, centraremos a discussão sobre o entendimento contido no projeto políticopedagógico da FEF 2 sobre o estágio, a fim de nortear a reflexão sobre quais as inovações implementadas no Estágio Supervisionado da FEF/UFG enquanto eixo articulador do currículo. No referido documento a prática é compreendida como [...] articulação da teoria com a realidade sócio-educacional visando superar ou minimizar o distanciamento entre a teoria e prática ou, mesmo, entre os aspectos conceituais e a intervenção pedagógica no mundo real. Ou seja, o estágio se constitui em um espaço curricular de experiência no qual o aluno, ao desenvolver sua pesquisa educacional, terá como ponto de partida os limites e as possibilidades de acordo com os nexos e relações voltados para a realidade social da área de Educação Física no contexto da educação. De acordo com o PPP, a dimensão prática se encontra presente nos componentes curriculares articulada com os conteúdos da cultura corporal e com a prática pedagógica da educação física em âmbito escolar que contemple a educação infantil, ensino fundamental e médio. 1 Disponível no sítio <htpp://www.fef.ufg.br>. Acesso em 18 mar IDEM.

6 6 O ECS se desenvolve na carga horária de 400 horas, sendo ministrado a partir da segunda metade do curso, isto é, a partir do 5 período, e essa disciplina se encontra inserida no Núcleo Específico do currículo. Sua implementação ocorre em instituições públicas do sistema educacional básico da cidade de Goiânia, abarcando a educação infantil, o ensino fundamental e médio. A relação com os campos de atuação do estágio se dá pela institucionalização de convênios estabelecidos, com o objetivo de tornar oficial o compromisso entre os campos de intervenção no sistema, obedecendo assim a legislação em vigor. Nessa perspectiva, concordamos com Chaves, Gamboa e Taffarel (2003, p.17) ao apontarmos que o ECS da FEF/UFG se caracteriza como uma dentre outras várias [...] experiências concretas de Prática de Ensino a fim de lograr um maior grau de aprofundamento sobre a problemática complexa da formação acadêmica interligada a práxis pedagógica e as necessidades e demandas da realidade social. Os procedimentos teórico-metodológicos do ECS da FEF/UFG A FEF/UFG, ao optar por uma ação de resistência à atual política de formação de professores de Educação Física voltada para a perspectiva de resultados advindos do modelo de sistema Capitalista globalizado, de acordo com seu PPP (UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS, 2005) busca refletir sobre a [...] compreensão da contradição entre o mundo real e o mundo oficial, explicitada no projeto do governo federal e nas políticas sociais por ele apresentadas, visando adequar a formação humana no momento atual da crise capitalista mundial, oferece condições para construir ações (dialéticas) em seu interior, enraizando projetos e práticas de mudanças e de superação ao modelo vigente (UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS, 2005, p.7). Nesse contexto, o ECS da FEF/UFG aponta para a possibilidade de construir ações concretas sobre a realidade, segundo os apontamentos do referido documento, de forma [...] sedimentada e dialética sobre as contradições

7 7 inerentes ao contexto social, associado à noção de complexidade e de singularidade, como elementos constitutivos do mundo em que vivemos hoje. (IDEM, 2005, p. 7-8). Para abarcar esses princípios da contradição e do movimento da realidade, em função das ações concretas e objetivas no interior do conflito forjado pela ordem capitalista, a disciplina ECS se referendou no materialismo histórico dialético como possibilidade de apreensão do conhecimento. Esse referencial teórico apresenta-se como a possibilidade de supressão da necessidade da apropriação de instrumentos metodológicos e conceituais que possam conduzir à direção objetivada na elaboração dos pressupostos teórico-metodológicos que permeiam suas ações pedagógicas. Essas últimas devem estar comprometidas, como nos elucida Tonet (2005), com uma atividade educativa que queira contribuir para a construção de homens livres deve estar conectada com a emancipação humana [...]. Assim, podemos considerar que o ECS da FEF/UFG vislumbra pela necessidade da apropriação de instrumentos metodológicos e conceituais que possam conduzir à direção objetivada que permitam a formação de professores de Educação Física, conforme inferências de David (2003), com o objetivo de [...] formar para a autonomia, para a liberdade e criatividade do sujeito histórico precisa, fundamentalmente, apoiar-se na prática social, entendendo-a como formação histórica e particularidade concreta. Assim, o processo de formação de professores precisa observar também a totalidade de relações que se estabelecem na constituição do real no seu todo. Nesses termos, torna-se impossível falar de Educação Física sem mencionar a formação de professores, a política de Estado, o pensamento neoliberal e a conjuntura capitalista internacional no processo de globalização econômica e o modo de pensar do homem no atual momento histórico-social (DAVID, 2003 apud UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS, 2005, p.8). Portanto, podemos considerar que o ECS da FEF/UFG visa, conforme apontamentos de Chaves, Gamboa e Taffarel (2003, p.22), [...] a formação humana, na perspectiva de ampliar a consciência e a transformação da sociedade. A responsabilidade de organizar todas essas ações fica a cargo do

8 8 coordenador do Núcleo de Didática e Prática de Ensino (Nudipe) 3. Basicamente, são atribuições do referido coordenador cumprir os princípios e as finalidades da política de estágios da FEF/UFG; coordenar, acompanhar e providenciar os campos de estágio; efetivar os; apoiar o planejamento com o devido acompanhamento e avaliação das atividades de estágio; promover o debate e a troca de experiências vivenciadas; e atualizar todos os registros relacionados ao estágio. Em 2008, coletivo de professores do estágio foi composto por seis docentes, sendo três no período da manhã e os outros no da tarde. Esse número de professores atende ao artigo 12º do capítulo V da Resolução 002/2006 da FEF/UFG que estabelece até 15 (quinze) alunos/estagiários por professor orientador. Cada turno se reúne toda segunda-feira para planejar as ações pedagógicas a serem desenvolvidas durante a semana. E, mensalmente o coletivo realiza uma reunião para a avaliação das atividades ocorridas e deliberação de novos planos de ação de acordo com a necessidade surgida. Definimos como imprescindível essa organização da coordenação de estágio da FEF/UFG em relação ao trabalho pedagógico efetivado. Como discorre Freitas (1995, p.94), esse tipo de trabalho pode ser entendido como aquele desenvolvido em sala de aula e como organização global do trabalho desenvolvido pela disciplina em sua totalidade. O convênio com os campos de estágio se inicia com uma carta de apresentação que propõe oficializar a intenção da realização de parceiras com esses locais. Esse documento tem o objetivo de explicitar as atividades realizadas no decorrer do estágio. Essas atividades são dividas em quatro etapas, durante o ano letivo. A primeira é a apreensão da realidade do campo na qual o aluno/estagiário tem a possibilidade de compreender, descrever e a analisar o cotidiano escolar. A segunda etapa consiste em elaborar um projeto de ensino e pesquisa a partir da problematização das situações vivenciadas e definir o tema do projeto de ensino e pesquisa. Essa elaboração consubstancia a preparação teórica de conhecimentos básicos de pesquisa, momento que o aluno desenvolve 3 Em 2008 o Nudipe foi composto pelos professores Aline Nicolino, Helena M. de Santana, Leonardo C. S. de Oliveira, Reigler S. Pedrosa, Renata Linhares e Rosirene C. dos Santos e o coordenador Wilson Luiz Lino.

9 9 a atitude investigativa. Na terceira etapa acontece o desenvolvimento do referido projeto de ensino e pesquisa. E a quarta e última é construído o relatório final de estágio que busca apresentar a síntese das atividades que evidencia a compreensão da realidade escolar e as contribuições de todo o processo de investigação para a construção pessoal e coletiva da formação docente. Essa síntese é apresentada e debatida em cada campo de estágio como também no seminário realizado no encerramento do ECS. Tendo em vista ser esta uma proposta de parceria entre a escola e a universidade a contrapartida da FEF/UFG será de caráter pedagógico, visando à aproximação dos profissionais da escola concedente à produção acadêmica desenvolvida na universidade por meio de atividades de ensino, pesquisa e extensão. Concordamos com as inferências de Moreira (2009) que [...] as reflexões sobre o estágio no campo de pesquisa não poderão resolver os problemas da desalienação e da fratura entre teoria e prática. Contudo, poderá contribuir para o desvelamento da realidade escolar, demonstrando as reais possibilidades e limites dessa formação do professor na escola (MOREIRA, 2009, p.121). Nessa perspectiva, a carga horária do ECS, em 2008, foi de 400 (quatrocentas) horas e essa disciplina ministrada a partir da segunda metade do curso. Sendo que as primeiras 200 acontecem nos 5 e 6 períodos que corresponde ao Estágio Curricular Supervisionado I (ECS I). E as horas restantes desenvolvidas no Estágio Curricular Supervisionado II (ECS II), respectivamente nos 7 e 8 períodos. O coletivo de alunos-estagiários é dividido em duplas para atuarem nas aulas do ECS. Como critérios avaliativos, os alunos/acadêmicos fazem prova escrita, realizam trabalhos individual e em grupo, elaboram planos de ensino, seqüenciador de aulas 4, relatório final, pesquisa do tipo etnográfico e portfólio, e 4 O seqüenciador de aulas se constitui em uma estratégia pedagógica desenvolvida pelo coletivo de professores de Educação Física de Uberlândia/MG sob a orientação do professor Dr. Gabriel Henrique Muñoz Palafox. Ver MUÑOZ PALAFOX, Gabriel Henrique (org.). Planejamento Coletivo do Trabalho

10 10 finalmente, apresentam seminário nas escolas-campo sobre a pesquisa feita na escola e regência, como também pôster da síntese do trabalho pedagógico desenvolvido durante o seminário ampliado no final do ano letivo. Estágio Curricular Supervisionado I O plano de ensino do ECS I no ano letivo de 2008 teve como objetivo geral identificar e compreender a Organização do Trabalho Pedagógico (OTP) da escola e da disciplina educação física propiciando a intervenção investigativa, relacionando-a com possibilidades de novas formas de ação. Como objetivos específicos o ECS I propõe oportunizar conhecimentos que permitam associar a prática da Educação Física a aspectos sócio-politicoculturais; vivenciar etapas do trabalho de pesquisa científica no âmbito da OTP da escola e da educação física; possibilitar o exercício da ação reflexão nova ação, tentando compreender: as relações entre o professor, a escola, o aluno, o conhecimento e a realidade social; os problemas da escola no que se refere á OTP da escola e da disciplina de Educação Física; a definição e conceituação de Projeto Político-Pedagógico da escola; as necessidades e as estratégias de planejamento; os princípios éticos necessários ao trabalho coletivo; o referencial teórico-metodológico adotado; a justificativa do ensino da Educação Física na escola; os objetivos da educação física na escola; os princípios metodológicos privilegiados; os critérios de seleção de conteúdos; e concepção e práticas de avaliação. Os campos de estágio conveniados em 2008, no ECS I foram as escolas municipais Amâncio Seixo de Brito, Balneário Meia Ponte, Brice Francisco Cordeiro, Hebert José de Souza, professor Aristoclides Teixeira e a Creche da UFG. O total de alunos/estagiários que atuaram nesses campos foi de 68 (sessenta e oito) que atenderam o montante de 647 (seiscentos e quarenta e sete) discentes das escolas-campo. Para que o aluno/estagiário pudesse desenvolver a capacidade reflexiva Pedagógico - PCTP: a experiência de Uberlândia. 2. ed. Uberlândia: Casa do livro, Linograf, 2002.

11 11 sobre a Didática e a OTP ao defrontar com a realidade concreta nos respectivos campos de estágio o conteúdo programático foi divido em 5 (cinco) blocos temáticos. No primeiro bloco, Freitas (1995), num olhar mais amplo, faz uma revisão bibliográfica sobre a Didática. Posteriormente, Rodrigues (2003) contextualiza e relata a realidade da antiga disciplina Didática e Prática de Ensino. Nesse sentido, buscou-se desenvolver um olhar do geral e do específico, em relação à Didática que, nas indagações de Freitas (1995, p. 94), [...] é um termo subsumido ao de Organização do Trabalho Pedagógico [...]. No segundo se discutiu sobre o trabalho educativo; as teorias e práticas voltadas à educação, seus atores mediatizados pela realidade social. Autores como Tonet (2005), Saviani (2005, 2007, 2008), Duarte (1998) e Gasparin (2002) dialogam, na perspectiva de uma pedagogia crítica capaz propor uma didática sistematizada, dialógica e criativa, permeada por uma atividade educativa que consiga contribuir para a formação de homens livres, ou seja, uma formação voltada para a emancipação humana. A proposta didática de trabalho discente/docente inferida por Gasparin (2003) possibilita partir da prática social inicial do aluno, ir à teoria e retornar à prática e pode ser considerada como um novo caminho para o trabalho na formação das competências e habilidades dos futuros professores. No terceiro, estudam as obras de Freitas (2003), Lima (2002), Veiga (1995, 1998 e 2001) elucubram sobre os elementos imprescindíveis para a análise e compreensão do PPP dos campos de estágio e em específico, a Educação Física enquanto cultura corporal. Posteriormente, foram analisados vários PPPs das escolas-campo de anos anteriores. No quarto bloco, André (1995), Ludke (1985) e Triviños (1987) são as referências para fundamentar sobre a pesquisa qualitativa. Essa última possibilita ao aluno/estagiário apreender a realidade do campo de estágio buscando compreender, descrever e a analisar o cotidiano escolar. Nesse sentido, cada dupla elabora seu projeto de ensino e pesquisa a partir da problematização das situações vivenciadas desenvolvendo, assim, uma atitude investigativa.

12 12 E, o quinto e último bloco, Fusari (1992), Muñoz Palafox (1996) e Coletivo de Autores (1992) subsidiam uma interlocução sobre a importância do planejamento do trabalho pedagógico e a implementação do seqüenciador na elaboração do plano de aula. Esse bloco auxilia o aluno/estagiário na construção do plano básico de ensino e no seqüenciador das aulas a serem ministradas durante o estágio que é apresentado aos professores da escola-campo. Figura 1. Foto referente ao ECSII, em sala de aula, na FEF/UFG. Depois da apropriação desse referencial teórico, a turma de estagiários é dividida de acordo com a demanda de cada campo conveniado, em duplas. Inicialmente, os estagiários são apresentados ao coletivo do lócus de estágio. Em seguida, inicia-se a pesquisa educacional do tipo etnográfica com observações direcionadas e sistematizadas as práticas e rituais pedagógicos, descritas em diário de campo, além da análise do PPP, regimento, plano de ensino da respectiva turma a ser regida durante o estágio e outros documentos que subsidiam desvelar a realidade da escola em seus aspectos político- pedagógicos e administrativos. Também são realizadas entrevistas com a direção, coordenação pedagógica e de turno e com o docente da disciplina Educação Física. Nessas entrevistas se busca elaborar perguntas para responder as dúvidas que surgirão

13 13 com a leitura dos referidos documentos da escola e com a observação participante. Com os discentes é aplicado um questionário a fim de levantar dados sócio-cultural dos mesmos. O diagnóstico dos alunos propõe identificar o nível de conhecimento e experiências desses com relação à cultura corporal (jogos, brincadeiras, esporte, dança, ginástica, lutas) e suas condições sócio-familiares como idade, sexo, etnia, condições de saúde, núcleo familiar, religião, local de moradia, ente outras. Figura 2. Foto referente a aplicação do questionário com alunos de uma escola municipal de Goiânia/GO. Verifica-se a rotina dos alunos tanto por meio de observação da entrada, recreio e saída, quanto nas aulas de Educação Física. Outra observação significativa que os alunos/estagiários vivenciam nas escolas-campo é o conselho de ciclo (nas escolas cicladas) e de classe (nas seriadas).

14 14 Figura 3. Foto referente ao momento de reunião semanal que acontece entre professores da FEF/UFG, da escola campo e alunos/estagiários. Estágio Curricular Supervisionado II Os campos de estágio conveniados em 2008, no ECS II foram as escolas municipais Dalísia Doles, Hebert José de Souza, Recanto do Bosque, o Centro de Ensino e Pesquisa Aplicada à Educação/Colégio de Aplicação e a Creche da UFG. O total de alunos/estagiários que atuaram nesses campos foi de 71 (setenta e um) que atenderam o montante de 912 (novecentos e doze) discentes das escolas-campo. O plano de ensino do ECS II no ano letivo de 2008 se divide em blocos didáticos. O primeiro refere-se à didática e a organização do trabalho pedagógico, referendado nas obras de Freitas (1995) e Escobar (1997). O segundo aborda a compreensão da proposta de ciclos para o processo de escolarização, sustentado pela literatura de Freitas (2004), para discutir ciclos ou séries sobre o paradigma da Educação Básica e o material da Secretária Municipal de Educação de Goiânia (2002; 2004), Veloso (2003) e Santos e Rodrigues (2007) para fechar a temática ciclos de desenvolvimento humano, sob a perspectiva do município de Goiânia/GO. O terceiro bloco estuda a pesquisa do tipo etnográfica, visando a elaboração da proposta de prática pedagógica, fundamentado em André (1995) e

15 15 Ludke (1986), articulando com pesquisas sobre a organização do trabalho pedagógico da Educação Física. Em seguida, os alunos/estagiários vão a campo, momento que aprimoram e discutem leituras e planos de aula. Figura 4. Foto referente ao período de regência do estágio, escola municipal de Goiânia/GO. Como objetivo geral visa identificar e compreender a Organização do Trabalho Pedagógico (OTP) da escola e da disciplina educação física propiciando a intervenção investigativa, relacionando-a com possibilidades de novas formas de ação. Assim, o tempo de permanência e regência no ambiente escolar, conseqüentemente de planejamento e construção de proposta de ensino da educação física a ser implantada na escola é maior, aproximadamente o dobro de regência comparado com estágio I. Nesse tempo de permanência no campo de estágio, Saviani (2005) é uma importante referência teórica para refletir sobre prática pedagógica, no campo da Educação, mediatizando as ações pedagógicas para a práxis da Educação Física. Ao final, eles elaboram um relatório final, apresentam um seminário, tanto na escola, como na universidade, e finalizam com a exposição de pôster e participação no Seminário Ampliado/Final. Portanto, o ECS II, oferece maiores possibilidades de intervenção prática, direcionadas para ações pedagógicas e didáticas, visto o tempo de amadurecimento e reflexão de leituras oportunizadas no ECS I.

16 16 Para melhor visualizar as informações referentes ao número de professores da FEF/UFG, escolas campo conveniadas, professores supervisores (escola), número de estagiários, bem como alunos da rede básica de ensino envolvidos no processo, trazemos um quadro que apresenta os dados quantitativos do Estágio Curricular Supervisionado I e II, dos períodos matutino e vespertino da FEF/UFG, no ano de 2008: Figura 5. Quadro referente aos dados quantitativos do Estágio I e II, em Professores da FEF/UFG Campos de estágio Estagiários da Professores Supervisores da Alunos atendidos Efetivo Substituto conveniados FEF/UFG escola campo nas escolas Considerações Finais Este ensaio buscou teorizar e sistematizar as atividades que foram propostas e desenvolvidas no Estágio Supervisionado da FEF/UFG, no ano de Contudo, para melhor compreender todo o processo da disciplina foi importante apresentar o conjunto de elementos e procedimentos que permearam a elaboração do plano de ensino da disciplina. Assim, as diretrizes de um trabalho coletivo e atuante, com reuniões e grupo de estudos, transitando em matrizes teóricas do materialismo histórico-dialético, de forma a contemplar o PPP da instituição, bem como guiar-se na legislação vigente e da UFG, foram medidas e articulações essenciais para uma avaliação positiva do processo pedagógico. Mediar as relações entre escola, universidade e conhecimento sistematizado, ou melhor, ensino, pesquisa e extensão, de forma a conhecer, problematizar e estabelecer diálogos com os estagiários, professores, gestores educacionais e alunos do campo de estágio possibilitou intervenções conjuntas, alicerçadas em parcerias e convênios, concretizando um processo formativo inicial e continuado. Portanto, o estágio da FEF/UFG se configura como um espaço formativo do aluno/estagiário que permite a compreensão da realidade profissional, à luz dos aportes teóricos estudados, favorecendo a reflexão sobre a realidade e a

17 17 aquisição da autonomia intelectual e o desenvolvimento de habilidades relativas à profissão docente. Ou seja, é um componente curricular, de caráter teóricoprático, cuja especificidade proporciona o contato efetivo daquele aluno com a escola campo, lócus do futuro exercício profissional. Outra questão relevante é que a disciplina ECS, permite tanto aos alunos como aos professores da FEF/UFG pensarem, questionarem e discutirem as dimensões ampla e restrita que envolve o currículo e a organização do trabalho pedagógico do curso. Tais olhares, dinâmicas, debates e avaliações são possíveis por ser uma disciplina que permite aos alunos se verem como sujeitos ativos de ações concretas. Em síntese, podemos afirmar que o Estágio Curricular Supervisionado ao tratar das praticas pedagógicas no cotidiano escolar possibilita aos estagiários se apropriarem das diversas experiências que são desenvolvidas em sua área de atuação, pois, é no desenvolver das relações e da pratica pedagógica que emergem os conflitos e as dificuldades referentes à práxis pedagógica. Diante de tais experiências, reflexões e discussões referentes a estes fazeres é que os estagiários vão constituindo os saberes próprios e necessários a sua área de conhecimento. Referências ANDRÉ, Marli. Etnografia da prática escolar. 7. ed. Campinas, São Paulo: Papirus, CHAVES, Márcia, GAMBOA, Silvio Sánchez e TAFFAREL, Celi Neusa. Prática de ensino: formação profissional e emancipação. 2. ed. revisada e ampliada. Maceió: EDUFAL, COLETIVO DE AUTORES. Metodologia de ensino de educação física. São Paulo: Cortez, DAVID, Nivaldo Antônio Nogueira. Novos ordenamentos legais e a formação de professores de educação física: pressupostos de uma nova pedagogia de resultados (Dissertação de Mestrado) Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), Campinas. DUARTE, Newton. Concepções afirmativas e negativas sobre o ato de ensinar.

18 18 Caderno CEDES: v.19, n.44, Abr/1998. Disponível em:< Acesso em 18. mar ESCOBAR, Micheli Ortega. Transformação da Didática: Construção da Teoria Pedagógica como Categorias da Prática Pedagógica. Experiência na Disciplina Escolar Educação Física f. Tese (Doutorado em Educação) Faculdade de Educação, Universidade Estadual de Campinas. Campinas: FREITAS, Luiz Carlos de. Ciclos, seriação e avaliação: confronto de lógicas. São Paulo: Moderna, Crítica da Organização do Trabalho Pedagógico e da Didática. Campinas, SP: Papirus, Ciclo ou série? O que muda quando se altera a forma de organizar os tempos-espaços da escola? REUNIÃO ANUAL DA ANPEd, 27, 2004, Caxambu. Anais do GT 13 de Educação Fundamental, FUSARI, José Cerchi. O planejamento de trabalho pedagógico: algumas indagações e tentativas de Respostas. In: Série Idéias n. 8. São Paulo: FDE/Grupo de Estudo de SP, GASPARIN, João Luiz. Uma didática para a pedagogia histórico-crítica. 2. ed. Campinas, SP: Autores Associados, LIMA, Elvira S. Ciclos de formação: uma reorganização do tempo escolar. São Paulo: Editora Sobradinho, LUDKE, Menga. Pesquisa em educação: abordagens qualitativas. São Paulo: EPU, MOREIRA, Luciano Accioly Lemos. Estágio e pesquisa: uma crítica ontológica ao pragmatismo na formação docente. Disponível em: < Acesso em: 04 de abril, MUÑOZ PALAFOX, Gabriel Henrique. Núcleo de Estudo em planejamento e Metodologias de Ensino da Cultura Corporal. NEPECC/UFU. UBERLÂNDIA: MIMEO, RODRIGUES, Anegleyce Teodoro. Didática e Prática de Ensino no contexto de formação de professores de Educação Física: a experiência da FEF/UFG. Goiânia, Mimeo, SAVIANI, Dermeval. Pedagogia histórico-crítica: primeiras aproximações. 10. ed. Campinas, SP: Autores Associados, Educação Socialista, Pedagogia Histórico-Crítica e os Desafios da

19 19 Sociedade de Classes. In: Marxismo e Educação: Debates Contemporâneos. Campinas, SP: Autores Associados, Escola e democracia. 39 ed. Campinas, SP: Autores Associados, TRIVIÑOS, Augusto Nibaldo Silva. Introdução à pesquisa em ciências sociais: a pesquisa qualitativa em educação. São Paulo: Atlas, UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS. Projeto político-pedagógico. Faculdade de Educação Física. Goiânia, p. Disponível no sítio <htpp://www.fef.ufg.br>. Acesso em 12 de fevereiro, UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS. Resolução CEPEC 0715/2005. Faculdade de Educação Física. Goiânia, 2005a. 19 p. Disponível no sítio <htpp://www.fef.ufg.br>. Acesso em 12 de fevereiro, VASCONCELLOS, Celso dos Santos. Planejamento: Projeto de Ensino- Aprendizagem e Projeto Político-Pedagógico elementos metodológicos para elaboração e realização. São Paulo: Editora: Libertad, VEIGA, Ilma Passos Alencastro. (org). Projeto Político-Pedagógico da Escola: uma construção possível. Campinas, SP: Papirus, Escola: espaço do Projeto Político-Pedagógico. Campinas, SP: Papirus, Projeto Político-Pedagógico: Novas Trilhas para a Escola. IN: As dimensões do Projeto Político-Pedagógico. Campinas, SP: Papirus, 2001.

Palavras-chave: Escola, Educação Física, Legitimidade e cultura corporal.

Palavras-chave: Escola, Educação Física, Legitimidade e cultura corporal. A ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO PEDAGÓGICO DA EDUCAÇÃO FÍSICA NA ESCOLA MUNICIPAL RECANTO DO BOSQUE: LIMITES E POSSIBILIDADES PARA UMA INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA A PARTIR DO SUBPROJETO DA EDUCAÇÃO FÍSICA DA ESEFFEGO/UEG.

Leia mais

ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO OBRIGATÓRIO

ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO OBRIGATÓRIO 1) UNIDADE UNIVERSITÁRIA DE ITABERAÍ CURSO DE PEDAGOGIA ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO OBRIGATÓRIO REGULAMENTO Itaberaí/2012 UNIVERSIDADE ESTADUAL DE GOIÁS UNIDADE UNIVERSITÁRIA DE ITABERAÍ CURSO DE

Leia mais

REGULAMENTO GERAL DE ESTÁGIO CURRICULAR DO CURSO DE EDUCAÇÃO FÍSICA LICENCIATURA E BACHARELADO

REGULAMENTO GERAL DE ESTÁGIO CURRICULAR DO CURSO DE EDUCAÇÃO FÍSICA LICENCIATURA E BACHARELADO REGULAMENTO GERAL DE ESTÁGIO CURRICULAR DO CURSO DE EDUCAÇÃO FÍSICA LICENCIATURA E BACHARELADO Universidade Federal de Goiás Faculdade de Educação Física ORIENTAÇÕES E NORMAS SOBRE O ESTÁGIO CURRICULAR

Leia mais

Universidade Estadual de Goiás Unidade Universitária de Itaberaí. Projeto de Estágio Supervisionado Obrigatório: Práxis pedagógica e formação docente

Universidade Estadual de Goiás Unidade Universitária de Itaberaí. Projeto de Estágio Supervisionado Obrigatório: Práxis pedagógica e formação docente Universidade Estadual de Goiás Unidade Universitária de Itaberaí Projeto de Estágio Supervisionado Obrigatório: Práxis pedagógica e formação docente Itaberaí 2012 Sebastião Alonso Júnior Diretor da Unidade

Leia mais

Metodologia de Ensino; Cultura Corporal; Ciclos de Escolarização. SOARES, C. L.; TAFFAREL, C. N. Z.; VARJAL, E; et al. São Paulo, Cortez, 1992.

Metodologia de Ensino; Cultura Corporal; Ciclos de Escolarização. SOARES, C. L.; TAFFAREL, C. N. Z.; VARJAL, E; et al. São Paulo, Cortez, 1992. METODOLOGIA DO ENSINO DE EDUCAÇÃO FÍSICA. Aline Fabiane Barbieri Metodologia de Ensino; Cultura Corporal; Ciclos de Escolarização. SOARES, C. L.; TAFFAREL, C. N. Z.; VARJAL, E; et al. São Paulo, Cortez,

Leia mais

DIRETRIZES GERAIS DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE PEDAGOGIA

DIRETRIZES GERAIS DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE PEDAGOGIA DIRETRIZES GERAIS DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE PEDAGOGIA INTRODUÇÃO O Estágio Curricular foi criado pela Lei 6.494, de 7 de dezembro de 1977 e regulamentado pelo Decreto 87.497, de 18 de agosto

Leia mais

REGULAMENTO DE ESTÁGIO DO CURSO DE LICENCIATURA PLENA EM HISTÓRIA

REGULAMENTO DE ESTÁGIO DO CURSO DE LICENCIATURA PLENA EM HISTÓRIA Ministério da Educação Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Goiás Departamento de Áreas Acadêmicas I Coordenação de Ciências Humanas

Leia mais

Educação Física Escolar: análise do cotidiano pedagógico e possibilidades de intervenção

Educação Física Escolar: análise do cotidiano pedagógico e possibilidades de intervenção Educação Física Escolar: análise do cotidiano pedagógico e possibilidades de intervenção Silvia Christina Madrid Finck E-mail: scmfinck@ uol.com.br Resumo: Este artigo refere-se ao projeto de pesquisa

Leia mais

CENTRO DE ENSINO SUPERIOR CENECISTA DE FARROUPILHA Mantido pela Campanha Nacional de Escolas da Comunidade

CENTRO DE ENSINO SUPERIOR CENECISTA DE FARROUPILHA Mantido pela Campanha Nacional de Escolas da Comunidade MANUAL DE ESTÁGIO Curso de PEDAGOGIA S U M Á R I O 1. Apresentação... 03 2. Proposta de Estágio... 03 3. Aspectos legais... 04 4. Objetivo Geral... 04 5. Campo de Estágio... 05 6. Modalidades de Estágio...

Leia mais

MANUAL DE PROCEDIMENTOS DO ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO. Matriz 23

MANUAL DE PROCEDIMENTOS DO ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO. Matriz 23 MANUAL DE PROCEDIMENTOS DO ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO CURSO DE EDUCAÇÃO FÍSICA LICENCIATURA Matriz 23 Junho de 2013 1 MANUAL DE PROCEDIMENTOS DO ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO DO CURSO DE LICENCIATURA

Leia mais

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2010.2

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2010.2 01 BIOLOGIA EDUCACIONAL Fase: 1ª Carga Horária: 30 h/a Prática: 30 h/a Créditos: 4 A biologia educacional e os fundamentos da educação. As bases biológicas do crescimento e desenvolvimento humano. A dimensão

Leia mais

REGULAMENTO GERAL DE ESTÁGIO CURRICULAR DO CURSO DE LICENCIATURA EM QUÍMICA

REGULAMENTO GERAL DE ESTÁGIO CURRICULAR DO CURSO DE LICENCIATURA EM QUÍMICA REGULAMENTO GERAL DE ESTÁGIO CURRICULAR DO CURSO DE LICENCIATURA EM QUÍMICA Universidade Federal de Goiás Instituto de Química ORIENTAÇÕES E NORMAS SOBRE O ESTÁGIO CURRICULAR PARA ESTUDANTES DO CURSO DE

Leia mais

REGULAMENTO DE ESTÁGIO OBRIGATÓRIO CURSO DE LICENCIATURA EM EDUCAÇÃO FÍSICA TÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

REGULAMENTO DE ESTÁGIO OBRIGATÓRIO CURSO DE LICENCIATURA EM EDUCAÇÃO FÍSICA TÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES REGULAMENTO DE ESTÁGIO OBRIGATÓRIO CURSO DE LICENCIATURA EM EDUCAÇÃO FÍSICA TÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES CAPÍTULO I DA CONSTITUIÇÃO E DA FINALIDADE DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO (OBRIGATÓRIO) Art.

Leia mais

EDUCAÇÃO FÍSICA: REPRESENTAÇÕES DOS PROFESSORES APLICADOS AOS SABERES NO COTIDIANO ESCOLAR PARA O ENSINO MÉDIO. Resumo

EDUCAÇÃO FÍSICA: REPRESENTAÇÕES DOS PROFESSORES APLICADOS AOS SABERES NO COTIDIANO ESCOLAR PARA O ENSINO MÉDIO. Resumo EDUCAÇÃO FÍSICA: REPRESENTAÇÕES DOS PROFESSORES APLICADOS AOS SABERES NO COTIDIANO ESCOLAR PARA O ENSINO MÉDIO Marcelo José Taques * Ilma Célia Ribeiro Honorato** Resumo O presente estudo tem como principal

Leia mais

CURSO DE PEDAGOGIA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE PEDAGOGIA

CURSO DE PEDAGOGIA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE PEDAGOGIA 1 CURSO DE EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS BRUSQUE (SC) 2012 2 SUMÁRIO 1ª FASE... 4 01 BIOLOGIA EDUCACIONAL... 4 02 INVESTIGAÇÃO PEDAGÓGICA: DIVERSIDADE CULTURAL NA APRENDIZAGEM... 4 03 METODOLOGIA CIENTÍFICA...

Leia mais

PALAVRAS-CHAVE Formação de professor/pedagogo. Didática. Mediação. Práxis. Introdução

PALAVRAS-CHAVE Formação de professor/pedagogo. Didática. Mediação. Práxis. Introdução 12. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( X ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO

Leia mais

Estágio Supervisionado: Pesquisa e Mobilização de Saberes na Construção da Identidade Docente

Estágio Supervisionado: Pesquisa e Mobilização de Saberes na Construção da Identidade Docente Estágio Supervisionado: Pesquisa e Mobilização de Saberes na Construção da Identidade Docente CARVALHO, Ademar de Lima 1 RESSUMO O presente texto tem por objetivo apresentar uma reflexão sobre o Estágio

Leia mais

LICENCIATURA EM EDUCAÇÃO FÍSICA: A PRÁTICA DE ENSINO COMO ESPAÇO DE FORMAÇÃO INICIAL E CONTINUADA

LICENCIATURA EM EDUCAÇÃO FÍSICA: A PRÁTICA DE ENSINO COMO ESPAÇO DE FORMAÇÃO INICIAL E CONTINUADA LICENCIATURA EM EDUCAÇÃO FÍSICA: A PRÁTICA DE ENSINO COMO ESPAÇO DE FORMAÇÃO INICIAL E CONTINUADA Resumo FINCK, Silvia Christina Madrid UEPG scmfinck@uol.com.br Área Temática: Educação: Práticas e Estágios

Leia mais

GESTÃO EDUCACIONAL: REFLEXÃO SOBRE O PROCESSO DE CONSTRUÇÃO DO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO

GESTÃO EDUCACIONAL: REFLEXÃO SOBRE O PROCESSO DE CONSTRUÇÃO DO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO GESTÃO EDUCACIONAL: REFLEXÃO SOBRE O PROCESSO DE CONSTRUÇÃO DO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO Ana Paula Martins Costa Graduanda de Pedagogia- UEPB Aline Carla da Silva Costa - Graduanda de Pedagogia- UEPB

Leia mais

A PRÁTICA DE FORMAÇÃO DE DOCENTES: DIFERENTE DE ESTÁGIO Maria de Fátima Targino Cruz Pedagoga e professora da Rede Estadual do Paraná.

A PRÁTICA DE FORMAÇÃO DE DOCENTES: DIFERENTE DE ESTÁGIO Maria de Fátima Targino Cruz Pedagoga e professora da Rede Estadual do Paraná. A PRÁTICA DE FORMAÇÃO DE DOCENTES: DIFERENTE DE ESTÁGIO Maria de Fátima Targino Cruz Pedagoga e professora da Rede Estadual do Paraná. O Curso de Formação de Docentes Normal, em nível médio, está amparado

Leia mais

Pró-Reitora de Graduação da Universidade Federal de Goiás

Pró-Reitora de Graduação da Universidade Federal de Goiás Apresentação Prezados Professores e Acadêmicos Com o objetivo de consolidar a política de estágio da Universidade Federal de Goiás, a Pró-Reitoria de Graduação, por meio da Coordenação de Estágios, realizou

Leia mais

Faculdades Integradas do Vale do Ivaí Instituto Superior de Educação - ISE

Faculdades Integradas do Vale do Ivaí Instituto Superior de Educação - ISE DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO 1 Do estágio curricular supervisionado A modalidade de Estágio Supervisionado é uma importante variável a ser considerada no contexto de perfil do egresso. A flexibilidade prevista

Leia mais

A REFLEXÃO CRÍTICA NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES: Entre Práticas e Saberes. Alciane Gonçalves Barbosa - Graduanda em Pedagogia/UFPI

A REFLEXÃO CRÍTICA NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES: Entre Práticas e Saberes. Alciane Gonçalves Barbosa - Graduanda em Pedagogia/UFPI A REFLEXÃO CRÍTICA NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES: Entre Práticas e Saberes Alciane Gonçalves Barbosa - Graduanda em Pedagogia/UFPI Maria Antonia Alves Lima Graduanda em Pedagogia /UFPI Bárbara Maria Macedo

Leia mais

MANUAL DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO OBRIGATÓRIO - LICENCIATURA EM EDUCAÇÃO FÍSICA

MANUAL DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO OBRIGATÓRIO - LICENCIATURA EM EDUCAÇÃO FÍSICA 1. APRESENTAÇÃO O curso de Educação Física da FISMA, através de sua orientação de estagio supervisionado obrigatório, vem por meio de o presente documento estabelecer as diretrizes básicas da realização

Leia mais

Estabelece a Base Curricular, para a Formação Pedagógica dos Cursos de Licenciatura.

Estabelece a Base Curricular, para a Formação Pedagógica dos Cursos de Licenciatura. RESOLUÇÃO Nº 04/2004 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO Estabelece a Base Curricular, para a Formação Pedagógica dos Cursos de Licenciatura.

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO DE FORMIGA CREDENCIAMENTO: Decreto Publicado em 05/08/2004 RECREDENCIAMENTO: Decreto Publicado em 15/12/2006

CENTRO UNIVERSITÁRIO DE FORMIGA CREDENCIAMENTO: Decreto Publicado em 05/08/2004 RECREDENCIAMENTO: Decreto Publicado em 15/12/2006 REGULAMENTO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE PEDAGOGIA DO CENTRO UNIVERSITÁRIO DE FORMIGA UNIFOR-MG (Ato de Aprovação: Resolução do Reitor Nº 47/2010 de 30/04/2010) Art. 1º O Estágio Curricular Supervisionado

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS CENTRO DE ENSINO E PESQUISA APLICADA À EDUCAÇÃO ÁREA DE COMUNICAÇÃO PROGRAMA DE ENSINO DE EDUCAÇÃO FÍSICA - 2012

UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS CENTRO DE ENSINO E PESQUISA APLICADA À EDUCAÇÃO ÁREA DE COMUNICAÇÃO PROGRAMA DE ENSINO DE EDUCAÇÃO FÍSICA - 2012 UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS CENTRO DE ENSINO E PESQUISA APLICADA À EDUCAÇÃO ÁREA DE COMUNICAÇÃO PROGRAMA DE ENSINO DE EDUCAÇÃO FÍSICA - 2012 7 ANO TURMAS A e B Prof. Alexandre Magno Guimarães Ementa:

Leia mais

REGULAMENTO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE LICENCIATURA EM PEDAGOGIA. Capítulo I DAS DISPOSIÇÕES LEGAIS

REGULAMENTO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE LICENCIATURA EM PEDAGOGIA. Capítulo I DAS DISPOSIÇÕES LEGAIS Resolução do colegiado de Pedagogia nº 03/2014 Regulamenta Estágio supervisionado do curso de Pedagogia, fixados no Projeto Pedagógico do Curso de Pedagogia, Licenciatura, do Centro de Ensino Superior

Leia mais

PALAVRAS-CHAVE: Formação de professor, Estágio, Identidade.

PALAVRAS-CHAVE: Formação de professor, Estágio, Identidade. RELATÓRIOS DE ESTÁGIO: CONTRIBUIÇÕES PARA A CONSTITUIÇÃO DA IDENTIDADE DO PROFESSOR DE PORTUGUÊS BORGES, Ana Maria de Miranda Marques/UFG anamariademiranda2@gmail.com MORAES, Eliana Melo Machado/CAJ-UFG

Leia mais

Apresentação das pesquisas

Apresentação das pesquisas 1 A EDUCAÇÃO DE ADOLESCENTES, JOVENS E ADULTOS NA REDE MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE GOIÂNIA - A PROPOSTA: A ESCOLA, O PROFESSOR E O ALUNO GOMES, Dinorá de Castro UCG gomes.diza@gmail.com COSTA, Cláudia Borges

Leia mais

COORDENADORA: Profa. Herica Maria Castro dos Santos Paixão. Mestre em Letras (Literatura, Artes e Cultura Regional)

COORDENADORA: Profa. Herica Maria Castro dos Santos Paixão. Mestre em Letras (Literatura, Artes e Cultura Regional) COORDENADORA: Profa. Herica Maria Castro dos Santos Paixão Mestre em Letras (Literatura, Artes e Cultura Regional) Universidade Federal de Roraima UFRR Brasil Especialista em Alfabetização (Prática Reflexiva

Leia mais

A GESTÃO DEMOCRÁTICA DO PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO NA ESCOLA PÚBLICA DE EDUCAÇÃO BÁSICA

A GESTÃO DEMOCRÁTICA DO PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO NA ESCOLA PÚBLICA DE EDUCAÇÃO BÁSICA A GESTÃO DEMOCRÁTICA DO PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO NA ESCOLA PÚBLICA DE EDUCAÇÃO BÁSICA Adriano Ribeiro¹ adrianopercicotti@pop.com.br Resumo: A gestão democrática do Projeto Político-Pedagógico na escola

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE GOIÁS UNIDADE UNIVERSITÁRIA DE CIÊNCIAS SÓCIO-ECONÔMICAS E HUMANAS DE ANÁPOLIS

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE GOIÁS UNIDADE UNIVERSITÁRIA DE CIÊNCIAS SÓCIO-ECONÔMICAS E HUMANAS DE ANÁPOLIS 1. EMENTA Vivência da docência em instituições de Educação Infantil. Articulação do conhecimento teórico à prática pedagógica. Vivência das rotinas de cuidado e educação na Educação Infantil. Planejamento

Leia mais

CURSO DE PEDAGOGIA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS 2015.1 BRUSQUE (SC) 2015 1 EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE PEDAGOGIA

CURSO DE PEDAGOGIA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS 2015.1 BRUSQUE (SC) 2015 1 EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE PEDAGOGIA 1 CURSO EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS 2015.1 BRUSQUE (SC) 2015 2 SUMÁRIO 1ª FASE... 4 01 INVESTIGAÇÃO DA PRÁTICA DOCENTE I... 4 02 LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTO... 4 03 PROFISSIONALIDADE DOCENTE... 4 04 RESPONSABILIDADE

Leia mais

Universidade Estadual de Goiás Unidade Estadual de São Luis de Montes Belos

Universidade Estadual de Goiás Unidade Estadual de São Luis de Montes Belos Universidade Estadual de Goiás Unidade Estadual de São Luis de Montes Belos CURSO DE LETRAS REGULAMENTO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM LETRAS PORTUGUÊS/INGLÊS O Estágio Supervisionado do Curso de Letras

Leia mais

Produção de vídeos pelos Educandos da Educação Básica: um meio de relacionar o conhecimento matemático e o cotidiano

Produção de vídeos pelos Educandos da Educação Básica: um meio de relacionar o conhecimento matemático e o cotidiano Produção de vídeos pelos Educandos da Educação Básica: um meio de relacionar o conhecimento matemático e o cotidiano SANTANA, Ludmylla Siqueira 1 RIBEIRO, José Pedro Machado 2 SOUZA, Roberto Barcelos 2

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO N. 4.662, DE 28 DE ABRIL DE 2015

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO N. 4.662, DE 28 DE ABRIL DE 2015 1 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO N. 4.662, DE 28 DE ABRIL DE 2015 Aprova o Projeto Pedagógico do Curso de Licenciatura em,

Leia mais

O PERCURSO FORMATIVO DOS DOCENTES QUE ATUAM NO 1º. CICLO DE FORMAÇÃO HUMANA

O PERCURSO FORMATIVO DOS DOCENTES QUE ATUAM NO 1º. CICLO DE FORMAÇÃO HUMANA O PERCURSO FORMATIVO DOS DOCENTES QUE ATUAM NO 1º. CICLO DE FORMAÇÃO HUMANA Profª. Ms. Marilce da Costa Campos Rodrigues - Grupo de estudos e pesquisas em Política e Formação Docente: ensino fundamental

Leia mais

POLÍTICA DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM SERVIÇO SOCIAL

POLÍTICA DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM SERVIÇO SOCIAL POLÍTICA DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM SERVIÇO SOCIAL Abril / 2014 Apresentação O Estágio Supervisionado em Serviço Social é um ato educativo que acontece no ambiente de trabalho e

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO VALE DO SÃO FRANCISCO COLEGIADO DE ARTES VISUAIS

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO VALE DO SÃO FRANCISCO COLEGIADO DE ARTES VISUAIS ANEXO A SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO VALE DO SÃO FRANCISCO COLEGIADO DE ARTES VISUAIS REGULAMENTO ESPECÍFICO DOS COMPONENTES CURRICULARES PRÁTICAS DE ENSINO DO CURSO DE LICENCIATURA

Leia mais

EDUCAÇÃO ESPECIAL A DISTÂNCIA: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA

EDUCAÇÃO ESPECIAL A DISTÂNCIA: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA EDUCAÇÃO ESPECIAL A DISTÂNCIA: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA Andréa Tonini José Luiz Padilha Damilano Vera Lucia Marostega Universidade Federal de Santa Maria RS RESUMO A UFSM vem ofertando Cursos de Formação

Leia mais

ESTÁGIO SUPERVISIONADO: UMA ANÁLISE DE SUA CONTRIBUIÇÃO PARA A FORMAÇÃO EM SERVIÇO SOCIAL

ESTÁGIO SUPERVISIONADO: UMA ANÁLISE DE SUA CONTRIBUIÇÃO PARA A FORMAÇÃO EM SERVIÇO SOCIAL ESTÁGIO SUPERVISIONADO: UMA ANÁLISE DE SUA CONTRIBUIÇÃO PARA A FORMAÇÃO EM SERVIÇO SOCIAL Jocelma Tossin Martins (UNICENTRO), Rosângela Bujokas de Siqueira (Orientadora), e-mail: janja.bujokas@uol.com.br

Leia mais

Palavras-chave: Didática; Estágio; Formação; Teoria; Prática.

Palavras-chave: Didática; Estágio; Formação; Teoria; Prática. ESTÁGIO E DIDÁTICA: DESAFIOS E PERSPECTIVAS Maria do Socorro Sousa e Silva Universidade Estadual Vale do Acaraú UVA Resumo O presente artigo objetiva registrar e refletir sobre a disciplina de Estágio

Leia mais

FACULDADE SETE DE SETEMBRO FASETE

FACULDADE SETE DE SETEMBRO FASETE PLANO DE CURSO FACULDADE SETE DE SETEMBRO FASETE 1. DADOS DE IDENTIFICAÇÃO Curso: Licenciatura em Letras com Habilitação em Português e Inglês Disciplina: Estágio Supervisionado I Professor: Joranaide

Leia mais

NORMAS DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO PARA OS CURSOS DE LICENCIATURA EM LETRAS DA PUCRS

NORMAS DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO PARA OS CURSOS DE LICENCIATURA EM LETRAS DA PUCRS NORMAS DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO PARA OS CURSOS DE LICENCIATURA EM LETRAS DA PUCRS CURSOS DE LICENCIATURA EM LETRAS: Habilitações: Língua Portuguesa e respectivas Literaturas Língua Espanhola e respectivas

Leia mais

PLANO DE ENSINO PROJETO PEDAGÓCIO: 2010. Carga Horária Semestral: 40 Semestre do Curso: 1º

PLANO DE ENSINO PROJETO PEDAGÓCIO: 2010. Carga Horária Semestral: 40 Semestre do Curso: 1º PLANO DE ENSINO PROJETO PEDAGÓCIO: 2010 Curso: Pedagogia Disciplina: Metodologia Científica Carga Horária Semestral: 40 Semestre do Curso: 1º 1 - Ementa (sumário, resumo) Conceito e concepção de ciência

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO N. 4.638, DE 25 DE FEVEREIRO DE 2015

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO N. 4.638, DE 25 DE FEVEREIRO DE 2015 1 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO N. 4.638, DE 25 DE FEVEREIRO DE 2015 Aprova o Projeto Pedagógico do Curso de Licenciatura

Leia mais

O PROJETO PIBID: PRÁTICA PEDAGÓGICA INOVADORA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE.

O PROJETO PIBID: PRÁTICA PEDAGÓGICA INOVADORA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE. O PROJETO PIBID: PRÁTICA PEDAGÓGICA INOVADORA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE. Joelma Carvalho Vilar(UFS) 1 Cleverton dos Santos(UFS) 2 Érica Santos de Jesus(UFS) 3 Vera Lúcia Mendes de Farias(UFS)

Leia mais

O trabalho pedagógico da Educação Física no Ensino Médio profissionalizante no IFG-Uruaçu

O trabalho pedagógico da Educação Física no Ensino Médio profissionalizante no IFG-Uruaçu GTT: Escola O trabalho pedagógico da Educação Física no Ensino Médio profissionalizante no IFG-Uruaçu Almir Zandoná Júnior 1 Fernando Henrique Silva Carneiro 2 Justificativa/Base teórica A entrada da Educação

Leia mais

REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO DO CURSO DE HISTÓRIA

REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO DO CURSO DE HISTÓRIA REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO DO CURSO DE HISTÓRIA Art. 1.º Entende-se, para efeitos dessa resolução, o estágio como ato educativo escolar supervisionado a ser desenvolvido em locais

Leia mais

A FORMAÇÃO EM EDUCAÇÃO FÍSICA: O PIBID COMO ESPAÇO DE TRABALHO COLETIVO. Palavras-chave: Licenciatura, Educação Física, Escola, Trabalho Coletivo.

A FORMAÇÃO EM EDUCAÇÃO FÍSICA: O PIBID COMO ESPAÇO DE TRABALHO COLETIVO. Palavras-chave: Licenciatura, Educação Física, Escola, Trabalho Coletivo. A FORMAÇÃO EM EDUCAÇÃO FÍSICA: O PIBID COMO ESPAÇO DE TRABALHO COLETIVO Bruna de Paula,CRUVINEL(FEF); Jehnny Kellen Vargas Batista, QUEIROZ (FEF); Lorrayne Bruna de CARVALHO (FEF); Karine Danielly L. M.

Leia mais

DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS CURSO DE SERVIÇO SOCIAL PLANO DE ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO PARA ESTUDANTES DO CURSO DE SERVIÇO SOCIAL

DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS CURSO DE SERVIÇO SOCIAL PLANO DE ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO PARA ESTUDANTES DO CURSO DE SERVIÇO SOCIAL DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS CURSO DE SERVIÇO SOCIAL PLANO DE ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO PARA ESTUDANTES DO CURSO DE SERVIÇO SOCIAL INTRODUÇÃO O estágio curricular obrigatório é aquele definido

Leia mais

O ESTÁGIO SUPERVISIONADO NO CURSO DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES

O ESTÁGIO SUPERVISIONADO NO CURSO DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES 1 O ESTÁGIO SUPERVISIONADO NO CURSO DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES GUEDES, Shirlei Terezinha Roman 1 SCHELBAUER, Analete Regina 2 A proposta deste texto é compartilhar algumas idéias a título de primeiros

Leia mais

FACULDADE ADVENTISTA DA BAHIA REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO DO CURSO DE PEDAGOGIA

FACULDADE ADVENTISTA DA BAHIA REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO DO CURSO DE PEDAGOGIA FACULDADE ADVENTISTA DA BAHIA REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO DO CURSO DE PEDAGOGIA SUMÁRIO Capítulo I 3 DAS DISPOSIÇÕES LEGAIS 3 Capítulo II 3 DA APRESENTAÇÃO 3 Capítulo III 4 DOS OBJETIVOS

Leia mais

ESPORTE: CONSTRUINDO CONHECIMENTO DE FORMA LÚDICA

ESPORTE: CONSTRUINDO CONHECIMENTO DE FORMA LÚDICA ESPORTE: CONSTRUINDO CONHECIMENTO DE FORMA LÚDICA Profª Esp. Míria Márcia Monteiro E. M. Profº. Leôncio do Carmo Chaves UDI - e-mail: miriamont@bol.com.br Resumo A educação física é uma área de conhecimento

Leia mais

Resolução SME N 24/2010

Resolução SME N 24/2010 Resolução SME N 24/2010 Dispõe sobre orientações das rotinas na Educação Infantil, em escolas e classes de período integral da rede municipal e conveniada, anexos I e II desta Resolução, com base no Parecer

Leia mais

CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS E AS PRÁTICAS DE LETRAMENTO NO ENSINO FUNDAMENTAL: REFLEXÕES SOBRE O ESTÁGIO SUPERVISIONADO DESENVOLVIDO NA PUCGOIÁS/GOIÂNIA

CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS E AS PRÁTICAS DE LETRAMENTO NO ENSINO FUNDAMENTAL: REFLEXÕES SOBRE O ESTÁGIO SUPERVISIONADO DESENVOLVIDO NA PUCGOIÁS/GOIÂNIA GT 13 - DIÁLOGOS ABERTOS SOBRE A EDUCAÇÃO BÁSICA CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS E AS PRÁTICAS DE LETRAMENTO NO ENSINO FUNDAMENTAL: REFLEXÕES SOBRE O ESTÁGIO SUPERVISIONADO DESENVOLVIDO NA PUCGOIÁS/GOIÂNIA Daniella

Leia mais

Dalriliane Schultz Josilda Silva Juliana Turibio Maria Nhyara Fernanda K. Halila Cecilia Hauresko

Dalriliane Schultz Josilda Silva Juliana Turibio Maria Nhyara Fernanda K. Halila Cecilia Hauresko O PROJETO POLITICO PEDAGÓGICO NA ESCOLA: ANALISE DOS PPP DO COLÉGIO ESTADUAL PADRE CHAGAS E COLÉGIO ESTADUAL DO CAMPO DA PALMEIRINHA, PELO PIBID- GEOGRAFIA 1 Resumo: Dalriliane Schultz Josilda Silva Juliana

Leia mais

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA DE EDUCAÇÃO FÍSICA E ESPORTE. Curso: Licenciatura em Educação Física Projeto Pedagógico

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA DE EDUCAÇÃO FÍSICA E ESPORTE. Curso: Licenciatura em Educação Física Projeto Pedagógico UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA DE EDUCAÇÃO FÍSICA E ESPORTE Curso: Licenciatura em Educação Física Projeto Pedagógico Ingressantes em 2007 Dados: Sigla: Licenciatura em Educação Física Área: Biológicas

Leia mais

EDUCAÇÃO FÍSICA, FORMAÇÃO E DIVERSIDADE CULTURAL: O PIBID DO CAC/UFG NA TRILHA DAS PEDAGOGIAS CRÍTICAS

EDUCAÇÃO FÍSICA, FORMAÇÃO E DIVERSIDADE CULTURAL: O PIBID DO CAC/UFG NA TRILHA DAS PEDAGOGIAS CRÍTICAS EDUCAÇÃO FÍSICA, FORMAÇÃO E DIVERSIDADE CULTURAL: O PIBID DO CAC/UFG NA TRILHA DAS PEDAGOGIAS CRÍTICAS Vanessa Mayara Pires EZIQUIEL UFG/CAC vanessinha._@hotmail.com Bruna Kely da Silva PEREIRA UFG/CAC

Leia mais

DINÂMICA CURRICULAR DO CURSO DE PEDAGOGIA - 2008. Disciplinas Teórica Prática Estágio Total. 1º Período

DINÂMICA CURRICULAR DO CURSO DE PEDAGOGIA - 2008. Disciplinas Teórica Prática Estágio Total. 1º Período MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Universidade Federal de Alfenas. UNIFAL-MG Rua Gabriel Monteiro da Silva, 700. Alfenas/MG. CEP 37130-000 Fone: (35) 3299-1000. Fax: (35) 3299-1063 DINÂMICA CURRICULAR DO CURSO DE

Leia mais

EDUCAÇÃO DO CAMPO: Interfaces teóricas e políticas na formação do professor

EDUCAÇÃO DO CAMPO: Interfaces teóricas e políticas na formação do professor EDUCAÇÃO DO CAMPO: Interfaces teóricas e políticas na formação do professor Juliana Graciano Parise 1 Eliane de Lourdes Felden 2 Resumo: O trabalho apresenta uma experiência de ensino articulado à pesquisa

Leia mais

Resolução nº. 01/09. Título I Estágio Supervisionado. Capítulo I. Caracterização do Estágio:

Resolução nº. 01/09. Título I Estágio Supervisionado. Capítulo I. Caracterização do Estágio: 1 Resolução nº. 01/09 Aprovar o Regulamento do Estágio Curricular Supervisionado do Curso de Pedagogia - considerando o art.70, VII do Regimento desta Instituição; - considerando necessidade de normatizar

Leia mais

ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM EDUCAÇÃO INFANTIL: RELATOS DE EXPERIÊNCIAS DA PRÁTICA DOCENTE

ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM EDUCAÇÃO INFANTIL: RELATOS DE EXPERIÊNCIAS DA PRÁTICA DOCENTE 1 ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM EDUCAÇÃO INFANTIL: RELATOS DE EXPERIÊNCIAS DA PRÁTICA DOCENTE Natália Maria G. Dantas de Santana- UAE/CFP/UFCG Mayrla Marla Lima Sarmento-UAE/CFP/UFCG Maria Thaís de Oliveira

Leia mais

EDUCAÇÃO FÍSICA: POSSIBILIDADES DE INTERVENÇÃO NO CONTEXTO ESCOLAR E DE FORMAÇÃO. FINCK, Silvia Christina Madrid UEPG scmfinck@uol.com.

EDUCAÇÃO FÍSICA: POSSIBILIDADES DE INTERVENÇÃO NO CONTEXTO ESCOLAR E DE FORMAÇÃO. FINCK, Silvia Christina Madrid UEPG scmfinck@uol.com. EDUCAÇÃO FÍSICA: POSSIBILIDADES DE INTERVENÇÃO NO CONTEXTO ESCOLAR E DE FORMAÇÃO FINCK, Silvia Christina Madrid UEPG scmfinck@uol.com.br EIXO: Formação de Professores / n. 10 Agência Financiadora: Sem

Leia mais

O SERVIÇO SOCIAL NA UNIVERSIDADE CASTELO BRANCO: ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO NA CONSTRUÇÃO DE UM PROJETO DE CIDADANIA.

O SERVIÇO SOCIAL NA UNIVERSIDADE CASTELO BRANCO: ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO NA CONSTRUÇÃO DE UM PROJETO DE CIDADANIA. O SERVIÇO SOCIAL NA UNIVERSIDADE CASTELO BRANCO: ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO NA CONSTRUÇÃO DE UM PROJETO DE CIDADANIA. Profa. Elizabeth Rodrigues Felix 1 I- INTRODUÇÃO Com dezoito anos de existência, o

Leia mais

Ementas aprovadas nos Departamentos (as disciplinas obrigatórias semestrais estão indicadas; as demais são anuais)

Ementas aprovadas nos Departamentos (as disciplinas obrigatórias semestrais estão indicadas; as demais são anuais) UFPR SETOR DE EDUCAÇÃO CURSO DE PEDAGOGIA EMENTAS DAS DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS Ementas aprovadas nos Departamentos (as disciplinas obrigatórias semestrais estão indicadas; as demais são anuais) 1º ANO

Leia mais

REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE LICENCIATURA EM PEDAGOGIA DO PARFOR/UFRB

REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE LICENCIATURA EM PEDAGOGIA DO PARFOR/UFRB PLANO NACIONAL DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES DA EDUCAÇÃO BÁSICA UNIVERSIDADE FEDERAL DO RECÔNCAVO DA BAHIA PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO - PROGRAD CURSO DE LICENCIATURA EM PEDAGOGIA REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO

Leia mais

Área de Ciências Humanas

Área de Ciências Humanas Área de Ciências Humanas Ciências Sociais Unidade: Faculdade de Ciências Humanas e Filosofia (FCHF) www.fchf.ufg.br Em Ciências Sociais estudam-se as relações sociais entre indivíduos, grupos e instituições,

Leia mais

Curso de Serviço Social Manual do estagiário

Curso de Serviço Social Manual do estagiário Curso de Serviço Social Manual do estagiário I - Apresentação Caro aluno, A disciplina denominada Supervisão Acadêmica em Serviço Social, objetiva contribuir na compreensão das atividades relativas ao

Leia mais

Plano de Ensino IDENTIFICAÇÃO. SEMESTRE ou ANO DA TURMA: 7º semestre

Plano de Ensino IDENTIFICAÇÃO. SEMESTRE ou ANO DA TURMA: 7º semestre EIXO TECNOLÓGICO: Ensino Superior Plano de Ensino IDENTIFICAÇÃO CURSO: Licenciatura em Matemática FORMA/GRAU: ( )integrado( )subsequente( )concomitante ( ) bacharelado (x)licenciatura( )tecnólogo MODALIDADE:

Leia mais

Regulamento dos Estágios Supervisionados do Curso de Educação Física CAPÍTULO I DA REGULAMENTAÇÃO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO CAPÍTULO II DA NATUREZA

Regulamento dos Estágios Supervisionados do Curso de Educação Física CAPÍTULO I DA REGULAMENTAÇÃO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO CAPÍTULO II DA NATUREZA Regulamento dos Estágios Supervisionados do Curso de Educação Física CAPÍTULO I DA REGULAMENTAÇÃO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO Art. 1º Os Estágios Supervisionados de formação no Curso de Educação Física/FAED/UFGD

Leia mais

PROJETO CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU ESPECIALIZAÇÃO EM EDUCAÇÃO INFANTIL 2014.2

PROJETO CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU ESPECIALIZAÇÃO EM EDUCAÇÃO INFANTIL 2014.2 PROJETO CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU ESPECIALIZAÇÃO EM EDUCAÇÃO INFANTIL 2014.2 APRESENTAÇÃO A Educação Infantil é a primeira etapa da Educação Básica e tem como finalidade o desenvolvimento integral

Leia mais

Reflexões a respeito da disciplina Pesquisa e prática pedagógica dos cursos de licenciatura do UniCEUB

Reflexões a respeito da disciplina Pesquisa e prática pedagógica dos cursos de licenciatura do UniCEUB Reflexões a respeito da disciplina Pesquisa e prática pedagógica dos cursos de licenciatura do UniCEUB 1 Breve histórico Carlos Charalambe Panagiotidis 1 Em 4 de março de 2002, o Diário Oficial da União

Leia mais

PROGRAMA DE DISCIPLINA CURSO DE PEDAGOGIA. COMPONENTE CURRICULAR PERÍODO PROFESSOR (A) ANO/SEMESTRE Fundamentos Teórico-metodológicos

PROGRAMA DE DISCIPLINA CURSO DE PEDAGOGIA. COMPONENTE CURRICULAR PERÍODO PROFESSOR (A) ANO/SEMESTRE Fundamentos Teórico-metodológicos PROGRAMA DE DISCIPLINA CURSO DE PEDAGOGIA COMPONENTE CURRICULAR PERÍODO PROFESSOR (A) ANO/SEMESTRE Fundamentos Teórico-metodológicos 3º período Daniela Santana Reis 2012.1 da Educação Infantil CRÉDITOS

Leia mais

Orientações para a elaboração dos projetos de pesquisa (Iniciação científica)

Orientações para a elaboração dos projetos de pesquisa (Iniciação científica) GRUPO PAIDÉIA FE/UNICAMP Linha: Episteduc Coordenador: Prof. Dr. Silvio Sánchez Gamboa Orientações para a elaboração dos projetos de pesquisa (Iniciação científica) Os projetos de pesquisa se caracterizam

Leia mais

Plano de Ensino IDENTIFICAÇÃO. SEMESTRE ou ANO DA TURMA: 6º Semestre EMENTA

Plano de Ensino IDENTIFICAÇÃO. SEMESTRE ou ANO DA TURMA: 6º Semestre EMENTA Plano de Ensino EIXO TECNOLÓGICO: MATEMÁTICA IDENTIFICAÇÃO CURSO: Curso Superior em Matemática FORMA/GRAU:( )integrado ( )subsequente ( ) concomitante ( ) bacharelado ( X) licenciatura ( ) tecnólogo MODALIDADE:

Leia mais

PRÁTICAS DE ENSINO E DE PESQUISA NO ESTÁGIO SUPERVISIONADO E A FORMAÇÃO DO PEDAGOGO

PRÁTICAS DE ENSINO E DE PESQUISA NO ESTÁGIO SUPERVISIONADO E A FORMAÇÃO DO PEDAGOGO PRÁTICAS DE ENSINO E DE PESQUISA NO ESTÁGIO SUPERVISIONADO E A FORMAÇÃO DO PEDAGOGO Marília Marques Mira SME-Curitiba 1 Área Temática: Formação de Professores Resumo: O texto aborda resultados de pesquisa

Leia mais

DISCIPLINAS TEORIA DAS ORGANIZAÇÕES:

DISCIPLINAS TEORIA DAS ORGANIZAÇÕES: DISCIPLINAS TEORIA DAS ORGANIZAÇÕES: A Teoria das Organizações em seu contexto histórico. Conceitos fundamentais. Abordagens contemporâneas da teoria e temas emergentes. Balanço crítico. Fornecer aos mestrandos

Leia mais

A REFORMULAÇÃO CURRICULAR DO CURSO DE LICENCIATURA EM EDUCAÇÃO FÍSICA DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DE LONDRINA

A REFORMULAÇÃO CURRICULAR DO CURSO DE LICENCIATURA EM EDUCAÇÃO FÍSICA DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DE LONDRINA A REFORMULAÇÃO CURRICULAR DO CURSO DE LICENCIATURA EM EDUCAÇÃO FÍSICA DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DE LONDRINA Marilene Cesário 1 Ângela Pereira Teixeira Victoria Palma 2 José Augusto Victoria Palma 3 RESUMO

Leia mais

INSTITUTO SINGULARIDADES CURSO PEDAGOGIA MATRIZ CURRICULAR POR ANO E SEMESTRE DE CURSO

INSTITUTO SINGULARIDADES CURSO PEDAGOGIA MATRIZ CURRICULAR POR ANO E SEMESTRE DE CURSO INSTITUTO SINGULARIDADES CURSO PEDAGOGIA MATRIZ CURRICULAR POR ANO E SEMESTRE DE CURSO 1º N1 1. Espaços e Práticas Culturais 40h N1 2. Oficina de Artes Visuais 80h N1 3. Prática de Leitura e escrita 80h

Leia mais

EDUCADOR INFANTIL E O PROCESSO FORMATIVO NA CONSTRUÇÃO DE ATORES REFLEXIVOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA

EDUCADOR INFANTIL E O PROCESSO FORMATIVO NA CONSTRUÇÃO DE ATORES REFLEXIVOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA GT-1 FORMAÇÃO DE PROFESSORES EDUCADOR INFANTIL E O PROCESSO FORMATIVO NA CONSTRUÇÃO DE ATORES REFLEXIVOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA RESUMO Maria de Lourdes Cirne Diniz Profa. Ms. PARFOR E-mail: lourdinhacdiniz@oi.com.br

Leia mais

Regulamento dos Estágios Supervisionados do Curso de Pedagogia CAPÍTULO I DA REGULAMENTAÇÃO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO

Regulamento dos Estágios Supervisionados do Curso de Pedagogia CAPÍTULO I DA REGULAMENTAÇÃO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO Regulamento dos Estágios Supervisionados do Curso de Pedagogia CAPÍTULO I DA REGULAMENTAÇÃO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO Art. 1º Os Estágios Supervisionados na Gestão e Docência da Educação Infantil e na

Leia mais

CAPÍTULO I DA DEFINIÇÃO E DA ESTRUTURA

CAPÍTULO I DA DEFINIÇÃO E DA ESTRUTURA UNIVERSIDADE DE SANTA CRUZ DO SUL UNISC CURSO DE LETRAS REGULAMENTO DOS ESTÁGIOS SUPERVISIONADOS EM LÍNGUA PORTUGUESA E LITERATURA E LÍNGUAS ESTRANGEIRAS (INGLESA, ESPANHOLA E ALEMÃ) CAPÍTULO I DA DEFINIÇÃO

Leia mais

COLÉGIO ESTADUAL PEDRO ARAÚJO NETO Ensino Fundamental e Médio PLANO DE TRABALHO PEDAGÓGICO

COLÉGIO ESTADUAL PEDRO ARAÚJO NETO Ensino Fundamental e Médio PLANO DE TRABALHO PEDAGÓGICO Secretaria de Estado da Educação Estado do Paraná Núcleo Regional de Educação de União da Vitória COLÉGIO ESTADUAL PEDRO ARAÚJO NETO Ensino Fundamental e Médio Rua Presidente Kennedy, 200 Fone: (42) 3552

Leia mais

A TEORIA E A PRÁTICA NO CURSO DE PEDAGOGIA: O LIMITE DO POSSÍVEL

A TEORIA E A PRÁTICA NO CURSO DE PEDAGOGIA: O LIMITE DO POSSÍVEL V EPCC Encontro Internacional de Produção Científica Cesumar 23 a 26 de outubro de 2007 A TEORIA E A PRÁTICA NO CURSO DE PEDAGOGIA: O LIMITE DO POSSÍVEL Celeida Belchior Cintra Pinto 1 ; Maria Eleusa Montenegro

Leia mais

ANEXO E: EMENTÁRIO DO CURRÍCULO 13

ANEXO E: EMENTÁRIO DO CURRÍCULO 13 ANEXO E: EMENTÁRIO DO CURRÍCULO 13 I CICLO DE ESTUDOS INTERDISCIPLINARES (1º e 2º semestres): FUNDAMENTOS DA FORMAÇÃO DO PEDAGOGO EMENTÁRIO: O I Ciclo do Curso de Pedagogia do UniRitter desenvolve os fundamentos

Leia mais

CURSO: LICENCIATURA DA MATEMÁTICA DISCIPLINA: PRÁTICA DE ENSINO 4

CURSO: LICENCIATURA DA MATEMÁTICA DISCIPLINA: PRÁTICA DE ENSINO 4 CAMPUS CARAGUATUBA CURSO: LICENCIATURA DA MATEMÁTICA DISCIPLINA: PRÁTICA DE ENSINO 4 PROFESSOR: ANDRESSA MATTOS SALGADO-SAMPAIO ORIENTAÇÕES PEDAGÓGICAS PARA A PRÁTICA DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO NO CURSO

Leia mais

DOCÊNCIA ASSISTIDA NO ENSINO SUPERIOR: EXPERIÊNCIA NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES NO CURSO DE MÚSICA LICENCIATURA DA UFRN

DOCÊNCIA ASSISTIDA NO ENSINO SUPERIOR: EXPERIÊNCIA NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES NO CURSO DE MÚSICA LICENCIATURA DA UFRN DOCÊNCIA ASSISTIDA NO ENSINO SUPERIOR: EXPERIÊNCIA NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES NO CURSO DE MÚSICA LICENCIATURA DA UFRN Autor: Anne Charlyenne Saraiva Campos; Co-autor: Emerson Carpegiane de Souza Martins

Leia mais

PPC. Aprovação do curso e Autorização da oferta PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO FIC - PRÁTICAS PEDAGÓGICAS

PPC. Aprovação do curso e Autorização da oferta PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO FIC - PRÁTICAS PEDAGÓGICAS MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE SANTA CATARINA PRÓ-REITORIA DE ENSINO CENTRO DE REFERÊNCIA EM FORMAÇÃO E

Leia mais

A PRÁTICA PEDAGÓGICA NO DESENVOLVIMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO NO CURSO DE SECRETARIADO EXECUTIVO

A PRÁTICA PEDAGÓGICA NO DESENVOLVIMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO NO CURSO DE SECRETARIADO EXECUTIVO A PRÁTICA PEDAGÓGICA NO DESENVOLVIMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO NO CURSO DE SECRETARIADO EXECUTIVO Kátia Maria Biesek Marilda Aparecida Behrens RESUMO Esta pesquisa teve como foco a investigação sobre

Leia mais

A AVALIAÇÃO COMO PARTE DO PROCESSO DE APRENDIZAGEM NAS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA

A AVALIAÇÃO COMO PARTE DO PROCESSO DE APRENDIZAGEM NAS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA 1 A AVALIAÇÃO COMO PARTE DO PROCESSO DE APRENDIZAGEM NAS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA GABRIEL PAES NETO - Mestrando em Educação da UFPA - gabrieledfisica@hotmail.com AUREA SANTOS - Mestranda em Educação da

Leia mais

EMENTAS DAS DISCIPLINAS

EMENTAS DAS DISCIPLINAS EMENTAS DAS DISCIPLINAS CURSO DE GRADUAÇÃO DE PEDAGOGIA Disciplina: Comunicação e Expressão Ementa: A leitura como vínculo leitor/texto através do conhecimento veiculado pelo texto escrito. Interpretação:

Leia mais

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA - PIBID

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA - PIBID PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA - PIBID DETALHAMENTO DO SUBPROJETO 1. Unidade: 2. Área do Subprojeto: Dourados 3. Curso(s) envolvido(s) na proposta: Pedagogia Obs.: Para proposta

Leia mais

Justificativa: Cláudia Queiroz Miranda (SEEDF 1 ) webclaudia33@gmail.com Raimunda de Oliveira (SEEDF) deoliveirarai@hotmail.com

Justificativa: Cláudia Queiroz Miranda (SEEDF 1 ) webclaudia33@gmail.com Raimunda de Oliveira (SEEDF) deoliveirarai@hotmail.com 1 COMO COLOCAR AS TEORIAS ESTUDADAS NA FORMAÇÃO DO PNAIC EM PRÁTICA NA SALA DE AULA? REFLEXÕES DE PROFESSORES ALFABETIZADORES SOBRE O TRABALHO COM O SISTEMA DE NUMERAÇÃO DECIMAL Cláudia Queiroz Miranda

Leia mais

PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DO IFPR CÂMPUS CAMPO LARGO DESDOBRAMENTO DAS DIRETRIZES E OBJETIVOS ESTRATÉGICOS PARA O CÂMPUS DOCUMENTO FINAL

PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DO IFPR CÂMPUS CAMPO LARGO DESDOBRAMENTO DAS DIRETRIZES E OBJETIVOS ESTRATÉGICOS PARA O CÂMPUS DOCUMENTO FINAL PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DO IFPR CÂMPUS CAMPO LARGO DESDOBRAMENTO DAS DIRETRIZES E OBJETIVOS ESTRATÉGICOS PARA O CÂMPUS DOCUMENTO FINAL EIXO: ENSINO, PESQUISA, EXTENSÃO E INOVAÇÃO Objetivos Específicos

Leia mais

Maristela Aparecida Fagherazzi UDESC Ana Maria Ribeiro Universidade de Santiago de Compostela/Espanha

Maristela Aparecida Fagherazzi UDESC Ana Maria Ribeiro Universidade de Santiago de Compostela/Espanha TRAJETÓRIA DA PRODUÇÃO E APLICAÇÃO DO MATERIAL IMPRESSO E AUDIOVISUAL DE DIDÁTICA NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES NO CURSO DE PEDAGOGIA À DISTÂNCIA DA UDESC Maristela Aparecida Fagherazzi UDESC Ana Maria Ribeiro

Leia mais

O DESAFIO DA GESTÃO DEMOCRÁTICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL: PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO E INDICADORES DE QUALIDADE

O DESAFIO DA GESTÃO DEMOCRÁTICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL: PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO E INDICADORES DE QUALIDADE O DESAFIO DA GESTÃO DEMOCRÁTICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL: PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO E INDICADORES DE QUALIDADE Alessandra Garcia Campos de Aguiar 1 alessandracampeche@gmail.com Melissa Weber de Oliveira

Leia mais

PLANO DE ENSINO PROJETO PEDAGÓCIO: 2010. Carga Horária Semestral: 40 Semestre do Curso: 1º

PLANO DE ENSINO PROJETO PEDAGÓCIO: 2010. Carga Horária Semestral: 40 Semestre do Curso: 1º PLANO DE ENSINO PROJETO PEDAGÓCIO: 2010 Curso: Pedagogia Disciplina: Introdução à Pedagogia Carga Horária Semestral: 40 Semestre do Curso: 1º 1 - Ementa (sumário, resumo) A disciplina se constitui como

Leia mais

A COLABORAÇÃO NA PESQUISA ETNOGRÁFICA: O DIÁLOGO ENTRE ESCOLA E UNIVERSIDADE

A COLABORAÇÃO NA PESQUISA ETNOGRÁFICA: O DIÁLOGO ENTRE ESCOLA E UNIVERSIDADE A COLABORAÇÃO NA PESQUISA ETNOGRÁFICA: O DIÁLOGO ENTRE ESCOLA E UNIVERSIDADE Autora: Lorena Valin Mesquita Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) - lm_valin@hotmail.com Coautora: Roberta Souza

Leia mais