REFERÊNCIAS E ORIENTAÇÕES PEDAGÓGICAS PARA SUBSIDIAR O TRABALHO EDUCATIVO DOS CENTROS MUNICIPAIS DE EDUCAÇÃO INFANTIL

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1 PREFEITURA MUNICIPAL DE SALVADOR Secretaria Municipal da Educação e Cultura SMEC Coordenadoria de Ensino e Apoio Pedagógico - CENAP REFERÊNCIAS E ORIENTAÇÕES PEDAGÓGICAS PARA SUBSIDIAR O TRABALHO EDUCATIVO DOS CENTROS MUNICIPAIS DE EDUCAÇÃO INFANTIL

2 Prefeito de Salvador JOÃO HENRIQUE DE BARRADAS CARNEIRO Secretário de Educação ( em exercício) CLÁUDIO SOUZA DA SLVA Assessoria Técnica - ASTEC CRISTINA SANTANA Coordenadoria de Ensino e Apoio Pedagógico - CENAP ANA SUELI TEIXEIRA PINHO Subcoordenadoria de Ensino - SUEN MARIA DE LOURDES NOVA BARBOZA Subcoordenadoria de Apoio Pedagógico SUAP ESTELA MARIZ GARRIDO DIAS Subcoordenadoria de Projetos Pedagógicos Experimentais - SUPPE MANOEL VICENTE DA SILVA CALAZANS Técnicos da Educação Infantil SOLANGE MENDES ( coordenação) CONSUELO ALMEIDA ISADORA SOUZA KARLA CHAVES 2

3 SUMÁRIO 01. APRESENTAÇÃO 02. JUSTIFICATIVA 03. HISTÓRICO DA CRECHE 04. OBJETIVO 05. PRINCÍPIOS BÁSICOS DA EDUCAÇÃO INFANTIL 06. PRÁTICAS NO COTIDIANO DA CRECHE 07. RELAÇÃO INSTITUIÇÃO X FAMÍLIA 08. AVALIAÇÃO 09. PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO 10. ARTICULAÇÃO COM OUTRAS INSTITUIÇÕES DO MUNICÍPIO 11. O CURRÍCULO DA EDUCAÇÃO INFANTIL 12. REFERÊNCIAS 13. ANEXO 3

4 1. APRESENTAÇÃO Na perspectiva de investir na ampliação da oferta e na qualidade da Educação Infantil, oferecida às crianças de 0 a 5 anos, a Prefeitura Municipal de Salvador através da Secretaria Municipal da Educação e Cultura - SMEC, consciente do seu compromisso, integrou à sua Rede Escolar, as 45 Creches municipalizadas pelo Governo Estadual acolhendo todas as crianças de 0 a 5 anos que até então, eram atendidas pela Secretaria Estadual de Desenvolvimento Social - SEDES. Tal vinculação já indicava uma função assistencialista que historicamente foi atribuída a estas instituições. No mundo do trabalho, a creche é um equipamento social imprescindível que visa proporcionar a guarda, alimentação, prevenção da saúde e ações educativas para a criança bem como, ações junto à família e à comunidade. Assim, é fundamental que se garanta às crianças dessa faixa etária, o direito de se desenvolver e aprender em instituições educativas que, em ação complementar a família, propiciem um trabalho de cuidar e educar com qualidade, de modo que as crianças possam vivenciar processos educativos que contribuam efetivamente com o seu processo de desenvolvimento. Historicamente, o conceito de creche e seu papel na sociedade têm passado por modificações relevantes, (LDB 9.394/96) o que levou a uma nova concepção da creche como um espaço sócio-educativo, que realmente contribua para o desenvolvimento da criança, nos seus diferentes aspectos. Esta nova concepção de Educação Infantil transforma a Creche num local destinado a favorecer o desenvolvimento integral da criança de 0 a 5 anos, enquanto um direito, rompendo assim, com a visão tradicional onde a Creche era entendida como um depósito de crianças e um favor às famílias que necessitavam desse serviço. A SMEC, através da Coordenadoria de Ensino e Apoio Pedagógico - CENAP vem assumindo o compromisso com o trabalho pedagógico desenvolvido no interior das Creches, visando garantir um atendimento de melhor qualidade a criança de 0 a 5 anos, bem como a transformação das Creches, em Centros Municipais de Educação Infantil - CMEI. O entendimento da SMEC é que a criança de 0 a 5 anos precisa viver a infância em ambientes enriquecedores que favoreçam o brincar, o descobrir, o aprender, nos quais possa interagir com brinquedos e objetos do conhecimento físico e social, para que possa, gradativamente adaptar-se a outro grupo social diferente da família a Escola. Este documento constitui-se em um conjunto de referências e orientações pedagógicas que visam contribuir com a implantação e /ou implementação de práticas educativas de qualidade, subsidiando o trabalho educativo de professores e demais profissionais da Educação Infantil que atuarão a partir de 2008 nos Centros Municipais de Educação Infantil CMEI. 4

5 2. JUSTIFICATIVA A inclusão das instituições de atendimento às crianças de zero a cinco anos no sistema educacional é fato recente na História Brasileira. Em 1988, as Creches e Pré-escolas apareceram, pela primeira vez na Constituição Federal, no capítulo da Educação. A partir de então, este atendimento educativo passou a ser, ao menos do ponto de vista legal, um dever do Estado e um direito da criança (art. 208, inciso IV). Quando trata da composição dos Níveis Escolares, a mesma LDB, no art. 21, explicita: A educação escolar compõe-se de I Educação Básica, formada pela Educação Infantil, Ensino Fundamental e Ensino Médio (...). No capítulo sobre a Educação Básica, Seção II, trata especificamente da Educação Infantil, nos seguintes termos: Art. 29. A Educação Infantil, primeira etapa da Educação Básica, tem como finalidade o desenvolvimento integral da criança até seis anos de idade, em seus aspectos físico, psicológico, intelectual e social, completando a ação da família e da comunidade. No Art. 30, a Educação Infantil será oferecida em; I creches, ou entidades equivalentes, para crianças de até três anos de idade; II pré-escolas, para as crianças de quatro a seis anos de idade. Conforme a Deliberação 003/99, artigo 3º, parágrafo 2º do CEE, as instituições que ofertarem simultaneamente atendimento a crianças de 0 a 3 anos em creche e de 4 a 6 anos em Préescola, constituirão Centros de Educação Infantil com denominação própria. Com a aprovação da Lei nº /2006 um maior número de crianças foi incluída no sistema educacional brasileiro, especialmente aquelas pertencentes aos setores populares. Os sistemas de ensino a partir de 2007, passaram a oferecer às crianças de seis anos de idade a possibilidade de ingresso no Ensino Fundamental. No art. 89,da LDB 9394/96, as creches e pré-escolas existentes ou que venham a ser criadas deverão no prazo de três anos, a contar da publicação desta Lei, integrar-se ao respectivo sistema de ensino. A Constituição de 1988 aponta avanços ao fazer referências à Educação Infantil e por apresentar a concepção de Criança Integral. Esse conceito corresponde a um atendimento unificado à criança num período contínuo (de zero a seis anos). Em vez de dividir a Educação Infantil em dois períodos, um assistencial que se concentra na questão da saúde e higiene e um pedagógico voltado para a educação o atendimento integral associa os aspectos, independentemente da faixa etária. No discurso oficial já se podem observar idéias a respeito das condições de desenvolvimento da criança. Há um consenso sobre a necessidade de que a educação para as crianças pequenas promova a integração entre os aspectos físicos, emocionais, cognitivos e sociais da criança, considerando que esta é um ser completo e indivisível. 1.Modificado para cinco anos tendo em vista o conteúdo da Lei de fevereiro de 2006 que amplia o Ensino Fundamental para nove anos 5

6 As diretrizes para uma política de recursos humanos explicitadas no documento de Propostas Pedagógicas e Currículo em Educação Infantil, MEC/1993, fundamentam-se em alguns pressupostos, entre os quais se destaca (1), a Educação Infantil é a primeira etapa da Educação Básica; destina-se as crianças de zero a seis anos e é oferecida em creche e préescolas, e, (2), em razão das particularidades desta etapa de desenvolvimento, a Educação Infantil deve cumprir duas funções complementares e indissociáveis: cuidar e educar, completando os cuidados e a educação realizados na família. De acordo com essas diretrizes e considerando seu papel e sua responsabilidade na indução, proposição e avaliação das políticas públicas relativas à educação nacional, o Ministério da Educação MEC - passa a incorporar a Educação Infantil no sistema educacional regular, integrando a Educação Básica. Diante do exposto, a Creche deixa de ser uma instituição apenas de caráter assistencial, para se tornar uma instituição educacional. E é exatamente nessa transformação da Creche que a Prefeitura Municipal de Salvador comprometese a assumir as Creches vinculadas a SEDES seguindo acordo estabelecido no Termo de Compromisso de Ajustamento de Conduta TAC. 3. HISTÓRICO DA CRECHE A creche surgiu na Europa, no final do século XVIII e início do século XIX, com o propósito de atender crianças de 0 a 3 anos, durante o período de trabalho das famílias. No Brasil, historicamente, o primeiro Jardim-de-infância foi instalado em 1875, junto ao Colégio Menezes Vieira, em um bairro privilegiado da cidade do Rio de Janeiro. A instituição foi criada para atender às crianças da elite, do sexo masculino entre 3 e 6 anos de idade. Só muitos anos depois, em 1899, foi criada a primeira instituição para atender crianças menores, também na cidade do Rio de Janeiro. Era uma Creche mantida por uma indústria têxtil com o objetivo de acolher os filhos de operários. As Creches implementadas pelas indústrias em geral atendiam crianças não apenas no período da amamentação, mas garantiam guarda, cuidado e educação até os 6 anos de idade. A partir de 1930, observam-se algumas ações do Estado no sentido de instituir dispositivos legais com o objetivo de garantir o direito de educação aos filhos das trabalhadoras. O Estado, na década de 40, desenvolve política assistencial de caráter global, equipando as instituições oficiais de atendimento à infância com pessoal qualificado na área de saúde. Em 1943, com a CLT - Consolidação das Leis do Trabalho - surgem os berçários para atender aos filhos dos trabalhadores, durante o período da amamentação. Modificado, posteriormente em 1967, esses dispositivos obrigavam as empresas que empregassem mais de 30 mulheres; a instalar um local para amamentação dos 6

7 filhos das operárias e garantir dois intervalos diários para a mãe amamentar seu filho. Após 1967, o Estado adotou uma política para ampliar a rede de Creches, de forma a atender à grande maioria das mulheres trabalhadoras que haviam sido excluídas da CLT. O atendimento em Creches começava a se configurar como um direito das mulheres trabalhadoras, mas não era ainda um direito da criança nem um dever do Estado. Sua existência dependia da caridade e da filantropia. Esse modelo de Creche destinado a crianças pobres e filhas de empregadas domésticas - estava pautado em um tipo de educação prioritariamente assistencialista, com base no cuidar, alimentar, higienizar, colocar para dormir. Essa ênfase,divergia do modelo proposto para crianças com idade próxima da escolar, cujos pais podiam pagar por sua educação. Para essas, o modelo oferecido tinha um caráter civilizatório, no sentido de desenvolver o indivíduo visando à construção da nação brasileira e, para isso, a educação do povo e dos pobres era essencial. Configuram-se, assim, duas redes que mantêm relação direta com a classe social: a da Pré-escola e a da Creche. Para os juristas, a criação das Creches, Jardins de Infância e Escolas Maternais era a forma de conter a criminalidade, conseqüência da desorganização da família e atender o ingresso da mulher no mercado de trabalho para aumentar a renda familiar ou seja, uma forma de implantação de uma política de proteção à maternidade e à infância. As instalações das Creches tinham que atender, rigorosamente, os preceitos de higiene, sob a orientação de médicos pediatras, enfermeiras, assistentes sociais e atendentes treinados na área de higiene infantil. As Creches não tinham como preocupação a educação da criança. Em meados da década de 60, diminuem as exigências quanto às instalações físicas, e propostas mais simplificadas são aceitas, contando com a participação da comunidade. Finalmente, em 1988, a Constituição Federal estabelece como direito das crianças de 0 a 6 anos e dever do Estado, o atendimento em Creches e Préescolas. Reafirmando essas mudanças, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, Lei nº , promulgada em dezembro de 1996, estabelece de forma incisiva, o vínculo entre o atendimento às crianças de 0 a 6 anos e a educação. Dessa forma, fica estabelecido que: as Creches, ou entidades equivalentes se destinam às crianças até 3 anos de idade, Pré-escolas, para crianças de 4 a 5 anos, o que representa uma ruptura com todo o passado marcado pelo assistencialismo. 4. OBJETIVOS 4.1. OBJETIVO GERAL Oferecer um ambiente educativo estimulante, enriquecedor e criativo que amplie as possibilidades de as crianças entenderem e atuarem no mundo 7

8 4.2. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Contribuir para o desenvolvimento das capacidades infantis de relação interpessoal, respeito e confiança; Possibilitar às crianças, o acesso ao conhecimento mais amplo da realidade social e cultural, enriquecendo o seu desenvolvimento cognitivo; Favorecer o desenvolvimento afetivo, promovendo a elevação da autoestima e do respeito à diversidade étnico/racial; Desenvolver hábitos e atitudes saudáveis com vistas ao desenvolvimento físico da criança e a preservação do meio ambiente. 5. PRINCÍPIOS BÁSICOS DA EDUCAÇÃO INFANTIL A Educação Infantil deve ser estruturada em torno de três princípios básicos: o cuidar, o educar e o brincar. O cuidar O cuidado na esfera da instituição de Educação Infantil significa compreendê-lo como parte integrante da educação, embora possa exigir conhecimentos, habilidades e instrumentos que extrapolam a dimensão pedagógica. Os cuidados e a educação devem proporcionar o desenvolvimento cognitivo e psicossocial a todas as crianças, sem qualquer tipo de discriminação, garantindo a elas todos os direitos de cidadãos. O cuidar inclui todas as atividades ligadas ao cotidiano de qualquer criança: alimentar, lavar, trocar, proteger, consolar, todas as atividades que são integrantes ao educar. Significa, portanto, atitudes e procedimentos que têm como objetivo atender às necessidades da criança no seu processo de crescimento e desenvolvimento. O educar O percurso educativo entrelaça todos os momentos do dia, remete a situações de cuidado, brincadeiras, de diálogo entre crianças e adultos, crianças entre si e adultos também. São as aprendizagens orientadas de forma integrada que contribuem para o desenvolvimento das capacidades infantis de relação interpessoal, de ser e estar com outras em uma atitude básica de aceitação, respeito e confiança aos conhecimentos mais amplos da realidade social e cultural. O brincar Através do brincar as crianças podem exercer sua capacidade de criar, condição imprescindível para que haja riqueza e diversidade nas experiências 8

9 que lhes são oferecidas nas instituições, sejam elas mais voltadas ao lúdico ou às aprendizagens que ocorrem por meio de uma intervenção direta. Quando está brincando a criança cria situações imaginárias que lhe permite operar com objetos e situações do mundo dos adultos. Enquanto brinca, seu conhecimento se amplia, pois ela pode fazer de conta que age de maneira adequada ao manipular objetos com os quais o adulto opera e ela ainda não. 6. PRÁTICAS NO COTIDIANO DA CRECHE 6.1. O Centro Municipal de Educação Infantil O Centro Municipal de Educação Infantil CMEI atende crianças de 0 a 5 anos, integra o sistema de ensino e oferta a primeira etapa da Educação Básica. Esse espaço educativo deve criar condições para que a integração ocorra de forma eficaz, prazerosa e lúdica, levando em consideração tanto as características das crianças, quanto as mudanças rápidas e profundas que ocorrem nesta faixa etária. Desta forma, compreender, conhecer e reconhecer o jeito particular das crianças serem e estarem no mundo e, a partir daí, oferecer um ambiente que estimule, enriqueça e amplie suas possibilidades de entenderem e atuarem nele é o grande desafio da educação e de seus profissionais. O Centro Municipal de Educação Infantil tem como função favorecer o processo de desenvolvimento e de aprendizagem das crianças que o freqüenta e não prepará-las para o ingresso no Ensino Fundamental numa visão de treinamento, mais escolarizado de preparação para uma suposta e equivocada prontidão para alfabetização e o cálculo, em especial Organização dos espaços, do tempo, dos materiais e dos grupos por faixa etária no CMEI Organizar o cotidiano das crianças no CMEI pressupõe pensar que o estabelecimento de uma seqüência básica de atividades diárias é, antes de qualquer coisa, o resultado da leitura que fazemos do nosso grupo de crianças, a partir, principalmente, de suas necessidades. É importante que o educador observe o que as crianças brincam, como estas brincadeiras se desenvolvem, o que mais gostam de fazer, em que espaços preferem ficar, o que lhes chama mais atenção, em que momentos do dia estão mais tranqüilos ou mais agitados. Este conhecimento é fundamental para que a estruturação espaçotemporal tenha significado. A forma de organizar o trabalho deve possibilitar o envolvimento das crianças em sua construção, que terá dimensões diferentes se tomarmos como referência a idade das mesmas. 9

10 A Organização das atividades no espaço Ao pensarmos no espaço para as crianças devemos levar em consideração que o ambiente é composto por gosto, toque, sons e palavras, regras de uso do espaço, luzes, cores, odores, mobílias, equipamentos e ritmos de vida. Com relação à organização das salas, espaços internos, é fundamental partirmos do entendimento de que este espaço não pode ser visto como um pano de fundo e sim, como parte integrante da ação pedagógica. Desde logo é importante ponderar que são fatores que interferem nesta organização o número de crianças, a faixa etária, as características do grupo e o entendimento de que a sala de aula não é propriedade do educador e, portanto, deve ser pensada e organizada em parceria com o grupo de alunos e outros profissionais que atuam com este grupo de crianças. Sabemos que crianças menores exigem determinados cuidados e têm necessidades bem diferenciadas das crianças maiores; por outro lado, entendemos que uma organização adequada do espaço e dos materiais disponíveis na sala de aula é fator decisivo na construção da autonomia intelectual e social das crianças. A decoração de um ambiente deve ser criada, ao longo do ano, pelos usuários (educadores, crianças e pais). Não é preciso ter um espaço completamente pronto e praticamente imutável desde o primeiro encontro. O espaço é uma construção temporal que se modifica de acordo com necessidades, usos, etc. Um ambiente bem organizado deve atender as cinco funções básicas para promover: A identidade da criança; O desenvolvimento de competências; Oportunidades para o crescimento da criança; A segurança e confiança na criança; As relações com os outros e privacidade também A Organização das atividades no tempo O cotidiano de um CMEI tem de prever momentos diferenciados que certamente não se organizarão da mesma forma para crianças maiores e menores. Diversos tipos de atividades envolverão a jornada diária das crianças e dos adultos: o horário da chegada, a alimentação, a higiene, o repouso, as brincadeiras os jogos diversificados como o de faz-de-conta, os jogos imitativos e motores, de exploração de materiais gráficos e plásticos os livros de histórias, as atividades coordenadas pelo adulto e outras. Para dispor tais atividades no tempo é fundamental organizá-las tendo presentes às necessidades biológicas das crianças como as relacionadas ao 10

11 repouso, alimentação, higiene e à sua faixa etária; as necessidades psicológicas, que se referem às diferenças individuais como, por exemplo, o tempo e o ritmo que cada uma necessita para realizar as tarefas propostas; as necessidades sociais e históricas que dizem respeito à cultura e ao estilo de vida A Organização dos materiais Oferecer um ambiente adequado aos interesses e necessidades das crianças é a forma que os adultos têm de reconhecer os direitos delas. Para tornarmos crianças autônomas, responsáveis e cooperativas é necessário dentre outras coisas que os materiais estejam em locais de fácil acesso, levando em conta sua faixa etária e altura onde ela possa ver, mexer, inventar e conviver. Na sala de aula, as crianças precisam ter acesso direto aos materiais pedagógicos, introduzidos gradativamente, e dispostos de forma organizada para possibilitar as explorações e atividades infantis. É importante também, que as próprias crianças sejam as responsáveis pela manutenção e conservação da sala e de seus materiais Organização das crianças por faixa etária A Lei de Diretrizes e Bases da Educação de 1996, explica no art. 30, capítulo II, seção II que: A Educação Infantil será oferecida em: I creches ou entidades equivalentes para crianças de 0 a 3 anos de idade; II pré-escolas, para as crianças de 4 a 6 anos 2 A criança em cada faixa etária apresenta características específicas de desenvolvimento, o que justifica os agrupamentos por faixa etária. I- CRECHES Grupo 0 0 a 12 meses (até andar) ou 3 a 18 meses Grupo I 1 ano completo até 31 de março Grupo II 2 anos completos até 31 de março Grupo III 3 anos completos até 31 de março II- PRÉ-ESCOLA Grupo IV 4 anos completos até 31 de março Grupo V 5 anos completos até 31 de março 2..Modificado para cinco anos tendo em vista o conteúdo da Lei de fevereiro de 2006 que amplia o Ensino Fundamental para nove anos. 11

12 6.3. O funcionamento dos CMEI Os Centros Municipais de Educação Infantil - CMEI terão atendimento em turno integral, portanto necessitarão de uma rotina bastante organizada e estruturada que tenha como foco principal o atendimento às crianças O horário de funcionamento dos CMEI As crianças entrarão no CMEI no horário das 07h30min e sairão às 17 horas com os seus responsáveis ou portadores devidamente autorizados pelas famílias. A rotina diária na programação básica de um CMEI prevê atividades que envolvem o cuidar e o educar, todas elas de caráter educativo: Horário 07h30min 08h20min 08h40min 09h10min 10h00min 11h00min 12h00min 13h30min 14h00min 15h00min 15h45min 17h00min Atividade Chegada / Troca de roupa / Café da manhã Banho de sol, com atividade de estimulação para o berçário Roda Interativa, Chamada e Canções Atividades com base no Plano de Trabalho do professor (ver Marcos de Aprendizagem para cada grupo e por área do conhecimento) Hora da história /Jogos ou Atividades Livres / Hora do brinquedo Higiene / Almoço / Escovação de dentes Hora do sono / Descanso / Atividades calmas para as crianças que não dormem Lanche (suco ou fruta) Atividades segundo o Plano de Trabalho do professor (ver Marcos de Aprendizagem para cada grupo e por área de conhecimento) Brincar no parque ou área / Recreação com horário diferenciado para cada grupo Banho / Jantar e Escovação de dentes Preparação para a saída com música e canções de roda Obs: mesmo que os horários sejam flexíveis todas as atividades deverão ser contempladas Etapas contempladas na rotina de um CMEI em período integral Chegada /acolhimento Recepção das crianças, contato com os familiares, troca de roupa. Café da manhã - os horários de alimentação podem e devem ser momentos pedagógicos. Banho de sol As crianças do berçário, grupos I, II e III deverão ser levadas até a área externa para tomarem banho de sol. 12

13 Atividades diversificadas estas atividades permitem que as crianças escolham o que desejam fazer. É um momento adequado para interações e observações significativas do professor junto às crianças podendo estes intervir e acompanhar o que elas fazem. São três propostas simultâneas de atividades; jogos de construção, atividades de artes (desenho, colagem, recorte, etc.), leitura de livros e revistas. Atividades livres ou orientadas são sempre planejadas pelo adulto e proposta para todo o grupo com uma intenção educativa. Todas as atividades são proposições importantes para se trabalhar observando as habilidades a serem desenvolvidas no período e nas diferentes áreas do conhecimento. Roda Interativa Trabalho coletivo planejado a partir de um conteúdo curricular previsto nos projetos, geralmente antecedido por uma verificação coletiva de crianças ausentes, marcação da data, construção da rotina e finalizada com avisos e explicações sobre a atividade seguinte. Recreio Acontece na área externa, por trinta minutos. Momento em que ocorrem jogos espontâneos ou propostos pelo professor. Higiene pessoal Lavar as mãos com independência vestir-se e despir-se, usar o banheiro de modo cada vez mais autônomo faz parte do ato educativo. A escovação de dentes também deve ser incentivada, e ensinada pelo adulto, observando o manuseio adequado da escova. Almoço Momento essencial para o saudável desenvolvimento da criança, além de fazer parte do processo educativo. Durante as refeições, a criança tem a oportunidade de relacionar-se com o outro, adquirir muitos conhecimentos e ao mesmo tempo desenvolver sua autonomia. Descanso Momento em que as crianças devem repousar sem ser obrigadas a dormirem. O sono não deve ser entendido sempre da mesma maneira para cada faixa etária, pois cada criança possui um ritmo próprio em relação às horas de sono de que necessita. Lanche Neste momento deve ser servido às crianças um suco ou uma fruta. Hora da história Todos os dias são contadas ou lidas histórias de tradição oral ou da literatura infantil. 13

14 Atividades de expressão: 1)Artística as crianças são estimuladas a imaginar, isto é, povoar sua mente de idéias para se expressarem livremente. Ao modelar, desenhar ou pintar, a criança representa o que consegue perceber da realidade em que vive. 2)Corporal são sugeridas atividades físicas amplas ou específicas, na qual as crianças possam correr, subir, jogar, realizar jogos de regras, utilizar brinquedos do parque, etc. 3)Musical esta atividade contribui para a formação, desenvolvimento e equilíbrio da personalidade da criança. É oferecido um repertório variado (cantigas populares, cantigas de roda, músicas clássicas) e inclusive são incentivadas a criação de letras de canções e a utilização de instrumentos musicais. OBS: Estas atividades deverão ser contempladas em dias diferenciados. Jogos de mesa Neste momento são utilizados os jogos de: quebracabeça, jogo da memória, dominó, loto leitura, etc. Pelo seu caráter coletivo, os jogos permitem que o grupo se estruture, que as crianças estabeleçam relações ricas de trocas e se acostumem a lidar com regras, conscientizando-as que podem ganhar ou perder. Banho / Troca de roupa As crianças deverão tomar banho diariamente. Jantar É a última refeição servida no CMEI, geralmente é uma sopa. Avaliação do dia Trabalho orientado para a criança perceber a seqüência lógica das atividades, bem como, o professor proceda a sua auto-avaliação Saída momento em que deve ser estimulado pelo adulto o retorno da criança no dia seguinte. OBS.: Esta é uma sugestão de rotina, onde ajustes podem ser feitos para atender as especificidades de cada grupo e a seqüenciação dos trabalhos Período de adaptação Ao entrar no CMEI a criança se depara com um novo ambiente, composto de adultos e crianças com os quais ela nunca interagiu. O distanciamento da família por longas horas do dia e a inserção em um novo ambiente, com rotinas específicas, exigirão da criança uma grande capacidade de adaptação. No entanto, este aspecto não diz respeito apenas à criança, mas exige de sua família e também dos profissionais que atuam na instituição um processo de adaptação. 14

15 É preciso respeitar o ritmo de cada criança, bem como suas manifestações de medo e ansiedade. Os pais e as mães devem ter o direito de circular nas dependências da escola, recebendo todas as informações necessárias sobre a rotina desenvolvida na instituição. Os pais devem ser entrevistados pela professora para preenchimento da ficha de anamnese². As informações sobre a história de vida da criança devem ficar registradas para possibilitar um atendimento mais qualificado. Sugerimos investigar: Dados referentes a alimentação, sono e repouso, eliminações (urina e fezes), recreação e condições de moradia; Informações sobre problemas, doenças ou hospitalizações anteriores; Informações sobre a saúde atual da criança; Local onde se faz acompanhamento de saúde e vacinação; Se recebe remédios; Se apresenta alergia a algum alimento ou remédio. Qual o antitérmico liberado pelo pediatra para ser administrado na instituição de educação infantil quando a criança estiver com febre. Os profissionais do CMEI não deve incentivar as fugas dos pais, pois a criança deve ser informada de que eles precisam sair para trabalhar, mas que voltarão mais tarde para apanhá-la. Sair sem que a criança perceba não é o comportamento mais apropriado, pois ela precisa se sentir segura em relação aos adultos, tendo confiança de que não será enganada Momento do sono O momento do sono deve ser respeitado para algumas crianças, mas não imposto a todas elas. Bebês precisam de um ambiente calmo, aconchegante, para que seus momentos de sono não sejam perturbados. À medida que vai crescendo, a criança não necessitará mais de tantas horas de sono à tarde. É preciso proporcionar atividades alternativas para aquelas crianças que não quiserem ou não conseguirem dormir. Alguns espaços poderão ser adaptados para este propósito: o canto de leitura, atividades de pintura, desenho, etc. 2 Anamnese - tipo de questionário cujo preenchimento permite aos profissionais conhecer um pouco da história de cada criança, como ela é no ambiente familiar. Ver ficha anexa. 15

16 A alimentação, o banho e a troca de fraldas Cuidar de uma criança em um contexto educativo demanda a integração de vários campos de conhecimentos e a cooperação de profissionais de diferentes áreas. Portanto, é indispensável também, a presença do professor nestes momentos. O ato de alimentar tem como objetivo, além de favorecer nutrientes para manutenção da vida e da saúde, proporcionar conforto ao saciar a fome, prazer ao estimular o paladar e contribuir para a socialização ao revesti-lo de rituais. Além disso, é fonte de inúmeras oportunidades de aprendizagem. É recomendável que os professores do CMEI ofereçam uma variedade de alimentos e cuidem para que a criança experimente de tudo. O respeito às suas preferências e às suas necessidades indica que nunca devem ser forçadas a comer, embora possam ser ajudadas por meio da oferta de alimentos atraentes, bem preparados, oferecidos em ambientes afetivos, tranqüilos e agradáveis. Para cuidar é preciso antes de tudo estar comprometido com o outro, com sua singularidade, ser solidário com suas necessidades. Disso depende a construção de um vínculo entre quem cuida e quem é cuidado. A organização dos momentos em que são previstos cuidados com o corpo, banho, lavagem das mãos, higiene oral, uso dos sanitários, repouso e brincadeiras ao ar livre, podem variar nas instituições de educação infantil, segundo os grupos etários atendidos. O planejamento dos cuidados e da vida cotidiana na instituição deve ser iniciado com o conhecimento da criança e suas peculiaridades, que se faz pelo levantamento de dados com a família no ato da matrícula e por meio de um constante intercâmbio entre familiares e professores. Algumas informações devem ser colhidas previamente à sua entrada na instituição, preferências e intolerância alimentar, os hábitos de sono e de alimentação, os controles e cuidados especiais com a saúde. Outras serão conhecidas na própria interação com a criança e sua família, ao longo do tempo. No momento em que é incluído na rotina, o banho precisa ser planejado, preparado e realizado como um procedimento que tanto promove o bem-estar quanto um momento no qual a criança experimenta sensações, entra em contato com a água e com objetos, interage com o adulto e com outras crianças. As crianças que já andam e que conseguem permanecer em pé com segurança e conforto, podem tomar banho de chuveiro em companhia de outras, respeitando-se a necessidade de privacidade de algumas delas e de atenção individualizada que cada uma requer. É importante prever tempo para essa atividade, permitindo que as crianças experimentem o prazer do contato com a água, aprendam a despir-se e a vestir-se, a ensaboar-se e enxaguar-se. 16

17 A organização do ambiente e o planejamento dos cuidados e das atividades com o grupo de bebês devem permitir um contato individual mais prolongado com cada criança. Para evitar que esse cuidado individualizado implique num longo período de espera para as demais crianças, ou se torne uma rotina mecanizada, é importante considerar o número de bebês sob a responsabilidade de cada professor, a localização e as condições do local de troca e a organização do trabalho. O local de troca e armazenamento de fraldas sujas precisa ser bem arejado para evitar que os cheiros característicos do xixi e do cocô incomodem a todos. O lixo onde são descartadas as fraldas contendo dejetos precisa ser tampado e trocado com freqüência Conhecendo os profissionais do CMEI Para cumprir suas finalidades e competências básicas o CMEI conta com os seguintes recursos humanos: Diretor gestor da instituição, é ele que encaminha as necessidades identificadas pelo grupo do CMEI, buscando soluções, valorizando a qualidade da educação oferecida. Secretária responsabiliza-se pelo pleno funcionamento da Secretaria, mantendo em dia a escrituração, arquivos, fichários e correspondência escolar. Coordenador Pedagógico coordena o planejamento e a execução das ações pedagógicas. Professor atua diretamente junto às crianças, organizando situações de aprendizagem estimulantes e criativas. Sua ação se concretiza apoiando as crianças, dialogando com as famílias, incentivando, questionando, cuidando... Auxiliar de Desenvolvimento Infantil apóia o professor no desenvolvimento das atividades, contribuindo para o processo de aprendizagem das crianças. Família Pessoas, que em casa, são responsáveis pela educação da criança. As famílias constituem parte da comunidade do CMEI. Funcionário de Apoio mantém o CMEI sempre limpo em todas as suas dependências, zelando pelo bem-estar das crianças. Cozinheira prepara os alimentos conforme orientação do setor de nutrição; faz a distribuição das refeições para as crianças e informa a nutricionista possíveis falhas ou irregularidades que prejudiquem o bom andamento do serviço. Lactarista prepara, envasa, identifica, acondiciona e distribui as formulações lácteas e não lácteas destinadas à alimentação infantil, etc. 17

18 Lavadeira lava, passa e guarda toda a rouparia do CMEI. Porteiro zela pela entrada e saída das crianças do CMEI, atendendo e orientando seus responsáveis e visitantes com urbanidade. Vigilante procede à vigilância do equipamento e do patrimônio do CMEI. Todo CMEI deve contar com um professor por sala e um auxiliar do desenvolvimento infantil orientando-se pela seguinte tabela: Grupos Faixa etária Nº. de crianças Nº. de profissionais por sala Berçário 4m 1 ano Grupo I 1 ano Grupo II 2 anos Grupo III 3 anos Grupo IV 4 anos Grupo V 5 anos A carga horária diária de trabalho dos professores deverá ser de 8 horas. É garantido ao professor 1h de almoço, a partir das 12h às 13h, neste horário ele deixará as crianças com o auxiliar de desenvolvimento infantil. O professor deverá chegar à instituição às 8h e sair às 17h, (horário turno matutino 8h às 12h e turno vespertino 13h às 17h). O CMEI é uma instituição que atende em período integral, portanto, é fundamental que os professores tenham uma carga horária de 40 horas. O Auxiliar de Desenvolvimento Infantil trabalhará de 2ª a 6ª, deverá ser contratado numa carga horária de 8 horas e 50 minutos por dia ou 44 horas semanais; chegará à instituição às 07h30min e sairá às 17h20min. O seu horário de almoço deverá ser diferenciado do horário do professor, para que possa acompanhar as crianças no período de 12h às 13h. No CMEI, as Atividades Complementares - AC acontecerão semanalmente, com 2 horas de duração. Nesses dias e horários, as crianças ficarão sob o acompanhamento das auxiliares de desenvolvimento infantil, realizando atividades planejadas pelo professor Matrícula No ato da matrícula será exigido do pai ou responsável pela criança os seguintes documentos: Certidão de nascimento; 01 foto 3x4; Caderneta de Saúde da criança ; RG e CPF dos pais ou responsável; Comprovante de residência (Recibo de pagamento de luz ou água). 18

19 7. RELAÇÃO INSTITUIÇÃO X FAMÍLIA Os responsáveis pela criança devem sempre estar informados sobre tudo o que ocorrer com ela durante o período em que estiver na instituição, bem como a forma de trabalho e o Projeto Político Pedagógico - PPP que é ali desenvolvido. O diálogo pode ser mantido através de agendas ou cadernetas onde são anotadas as informações referentes àquele dia na instituição (se a criança comeu ou dormiu bem, se caiu ou foi mordida por algum colega, etc.). A família deve ser chamada a uma maior participação, sempre que necessário. Porém, é preciso estabelecer limites quanto à intervenção dos pais no espaço escolar, pois, muitas vezes chegam a desrespeitar o trabalho que ali é desenvolvido. Cabe aos profissionais do CMEI conquistar a confiança e o respeito dos pais, através de um trabalho competente e bem fundamentado pedagogicamente. Para tal empreendimento, diversas são as alternativas possíveis, desde a realização de entrevistas até reuniões, festividades e visitas dos pais à escola. As entrevistas permitem que haja maior troca entre pais e equipe da escola. Sugere-se que seja feita pelo menos uma entrevista individual por ano, no início do período letivo, com o propósito de favorecer o conhecimento do contexto de vida das crianças, suas atividades fora da escola e sua situação sócio-econômica. Além disso, por quaisquer circunstâncias se houver necessidade, tanto os pais quanto a escola poderão solicitar uma entrevista individual para tratar de assuntos específicos relativos às crianças. Os relatos desses momentos devem ser acrescentados ao portfólio de cada criança, que assim, terá no processo, sua história registrada. A entrevista é uma boa oportunidade de se conhecer alguns hábitos das crianças e para que o professor estabeleça um primeiro contato com as famílias, além de poder apresentar informações sobre o atendimento oferecido, os objetivos do trabalho, a concepção de educação adotada, etc. Além dessas entrevistas, é interessante prever encontros com os pais, ao final de cada semestre, para a avaliação do desenvolvimento da criança, podendo acontecer de forma individual, em pequenos grupos ou com toda a turma reunida. Outra estratégia importante para aproximação dos pais, são as reuniões com a equipe da escola, onde o PPP vai sendo apresentado e discutido. Nesse sentido, é preciso evitar tanto as reuniões em que só há cobranças dos pais e reclamações sobre as crianças, quanto as reuniões didáticas ou normativas em que se pretende ensinar aos pais como cuidar de seus filhos. Nos casos em que as orientações sejam necessárias, recomenda-se o atendimento individualizado. A SMEC entende que as reuniões devem ser momentos de integração, onde as famílias tenham oportunidade de conhecer, sentir e refletir sobre o que as crianças fazem e aprendem na escola, e onde os profissionais da escola 19

20 ouçam e respondam às dúvidas e críticas dos pais, criando um clima de debate e crescimento. As reuniões, por facilitarem a discussão coletiva, podem também favorecer a análise ou busca de soluções para problemas do grupo, da escola, ou da comunidade em que está inserida. 8. AVALIAÇÃO A avaliação deve refletir todo o trabalho desenvolvido e a forma utilizada pelo CMEI para diagnosticar seus avanços e dificuldades. Ela deve redirecionar toda ação educativa. Não é uma verdade, mas sim uma possibilidade de enxergarmos as diferentes verdades que se encontram no complexo processo de ensino-aprendizagem. Deve ser diária, contínua, uma ferramenta para reorganizar os objetivos, os conteúdos, procedimentos, atividades e servir para acompanhar e conhecer cada criança e/ou turma. A atual LDB estabelece, na Seção II, referente à Educação Infantil, artigo 31 que:... a avaliação far-se-á mediante o acompanhamento e registro do seu desenvolvimento, sem o objetivo de promoção, mesmo para o acesso ao Ensino Fundamental. A avaliação nessa etapa deve ser processual e acontecer de forma sistemática e contínua, tendo como objetivo principal a melhoria da ação educativa. Não é uma prática que acontece em períodos preestabelecidos (bimestres ou semestres). Ela deve ser diária, contínua e em consonância com a nossa crença sobre o processo de construção do conhecimento. Componentes essenciais de avaliação: Observação este é um componente essencial para a avaliação. O importante é observar o desenvolvimento da criança nos seus aspectos sócio-afetivos (relacionamento, cooperação, curiosidade, iniciativas, auto-imagem, etc.) e cognitivos (perceber similaridades e diferenças, resolver problemas/questões, perceber a função da escrita, etc.) A hora em que as atividades, formais ou informais, estão sendo desenvolvidas é um bom momento para a observação. A análise das produções da criança ao longo do tempo também é muito rica e possibilita ao professor ter informações concretas sobre a criança. Registro quando registramos, guardamos fragmentos do tempo vivido que nos é significativo, para mantê-lo vivo. Não somente como lembranças, mas como registro de parte de nossa história, nossa memória. Através deles construímos nossa memória pessoal e coletiva. É fundamental que as observações se transformem em anotações. Não podemos contar apenas com a nossa memória para recuperarmos o processo 20

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