MÁQUINA DE COSTURA PONTO FIXO

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2 MÁQUINA DE COSTURA PONTO FIXO Máquina Ponto fixo: 1 agulha 2 agulhas zig-zag (simples ou 3 pontadas). Toda máquina com carretilha ou carrinho é máquina de ponto fixo. Estas máquinas são usadas para costura de fechamento nas camisarias, nas golas das camisas, e em diversos tipos de costura. As máquinas podem costurar vários tipos de tecidos. Para este processo, temos que trocar a agulha, a chapa, o dente e modificar a máquina para a costura que for necessária. Quando temos que colocar aparelho, devemos verificar a qualidade de costura da máquina. É necessário fazer a verificação das peças que estão na máquina, como dentes, agulhas, chapa, regulagem. A máquina 1 agulha, com carrinho, é ponto fixo. A costura é no processo que enrola, mas não trama, pois a laçada é feita sem amarração. As máquinas 2 agulhas, ponto fixo, tração dupla, seguem o mesmo processo de costura. As máquinas zig-zag são, também, consideradas máquinas ponto fixo. A zig-zag 3 pontadas é, também, considerada máquina ponto fixo. Apesar de sua alta velocidade, a sua costura é feita como na máquina de 1 agulha. Para selecionar a máquina, para o aparelho, temos que verificara colocação do furo, para a fixação do aparelho. Na máquina desta categoria, é preciso verificar como o aparelho vai ser feito pois, de acordo com o trabalho, será o feitio do aparelho: aberto, blindado, para tecido que possa enrolar, ou tecido plano. Temos como base o tamanho do aparelho nas máquinas. O aparelho tem o comprimento máximo de 10cm, pois as bases de fixação estão nas máquinas. Colocação de calcadores para aparelhos. Verificar a largura que vai ser necessária para o viés ou tira. Quantas viradas o aparelho terá. Para a formação do aparelho é necessário verificar a largura da tira e a largura do viés já pronto, para que não fique fora das medidas.

3 MEDIDAS E ESCALA Não temos a necessidade de trabalhar com as medidas em polegadas. Teremos todas as medidas dos aparelhos em centímetros. As escalas feitas em centímetros nos dão a facilidade para medir. Em polegadas, teríamos que trabalhar com calibre ou paquímetro; teríamos que converter em milímetros. Nas medidas com que trabalhamos, usamos a régua ou escala. Sempre que usamos as medidas, fazemos de meio em meio centímetro, pois não usamos partes em escalas mais divididas. O APARELHO O aparelho é uma figura geométrica (objeto), formado por dobras. Este objeto foi criado para facilitar e melhorar a costura. A sua formação ocorreu de aperfeiçoamento em aperfeiçoamento. Os aparelhos foram fazendo melhorias através de seus estudos, pesquisas e esforços, até os dias atuais. Para um aparelho bem feito, é necessária uma folha de aço perfeita, em diversas medidas, que facilitarão nas dobras. É necessário que as medidas estejam de acordo: para o corpo do aparelho, uma medida; para as bases, outras medidas; para o apoio, outra. Temos diversas medidas: 0,4mm; 0,5mm; 0,8mm; 1,5mm. Estas medidas que foram apresentadas estão sendo usadas, diariamente, nos aparelhos. Os aparelhos apresentam formas arredondadas, para facilitar as dobras e para o deslizamento do tecido. Não pode ter rebarbas internas para que, quando for colocado o tecido, não fique prendendo e nem deixando o viés esticado e deformado. Na fabricação do aparelho, temos que determinar o tipo de aparelho que vamos usar. Determinamos o estilo do aparelho: blindado, aberto, semi-aberto. Cada tipo tem a característica do trabalho a ser realizado. Para o tecido que tem boa firmeza, usamos o aparelho blindado ou fechado pois o tecido nos dá uma firmeza favorável ao trabalho. O tecido pode ser: plano, meia-malha mercerizada, lycra, e outros.

4 Aparelho blindado Corpo do aparelho fechado Apoio do aparelho fechado Base do aparelho fechado Para tecidos que enrolam, usamos o aparelho semi-aberto. Este aparelho nos dá uma abertura nos lados e facilita a colocação do viés. Na hora em que colocamos o viés, as laterais do aparelho vão desenrolando o tecido e, desta forma, temos o tecido aberto para fazer a colocação do viés. Base do aparelho semi-aberto Corpo do aparelho Tampa do aparelho Apoio do aparelho semi-aberto semi-aberto semi-aberto

5 Aparelho semi-aberto Para tecido que escorrega, usamos o aparelho aberto. Neste aparelho, temos o miolo só na ponta, para que o corpo do aparelho possa facilitar o deslizamento do tecido. Cada aparelho é feito de forma diferente um do outro. Por este motivo é que falamos de diversos tipos de aparelhos para diversos tipos de tecidos. Corpo do aparelho aberto Apoio do aparelho aberto Base do aparelho aberto Aparelho aberto (para viés americano) Para o aparelho de bainha, temos diversos tipos: bainha fina, para camisaria; bainha larga, para lençóis, toalhas e outros; galão, para frente de camisas, com diversas medidas; viés mexicano ou americano; friso na máquina de uma agulha.

6 Corpo do aparelho de galão (camisaria) Base do aparelho de galão (articulado) Aparelho de galão ou vista Base do aparelho de bainha Aparelho de bainha de lençol (articulados para lençol) Embainhador de lenço 6mm

7 Base do aparelho de bainha (camisaria) Articulado Aparelho para bainha fina Aparelho de bainha (camisaria) Aparelho de bainha articulado POLIDOR O tecido para o polidor deve ser de fibra de algodão, para não ter os caroços no polimento. Este tecido tem um atrito grande e vai ficar com a temperatura alta. O tecido de algodão não tem o problema da formação de caroços. O polidor trabalha no processo de rotação e, por esse motivo, é que acontece o polimento. No polidor, usamos o pó de esmeril, misturado com gordura, apresentado em forma de tijolo ou barra. Com o uso desta barra o tijolo é que obtemos o polimento, acontecendo o brilho. Este polimento, além de embelezar, também tira as farpas do aço. Fabricamos o nosso polidor para termos o recurso em todos os serviços, onde seja necessário. O polidor é feito em discos de tecido plano de algodão, costurados em camadas, até formar uma altura de, mais ou menos, 3 cm. O diâmetro de cada disco deve ser de 24 cm, aproximadamente. A costura é realizada na máquina ponto fixo de 1 agulha. A barra do pó polidor é esfregada neste disco, com o polidor em rotação. AÇO INOX

8 O aço inox tem uma composição na folha. O aparelhista usa o aço inox sem ferro, para facilitar o trabalho e não ficar com ferrugem. É necessário ver com o vendedor a qualidade do aço inox. Normalmente, as folhas com grande brilho contém, em sua composição, um pouco de carbono. Para ver a qualidade do aço, colocamos um ímã para ver a atração do material. Se o ímã ficar colado na folha, é porque contém ferro. Não quer dizer que o aço, com ferro, não possa trabalhar no aparelho. Só que a qualidade fica prejudicada pela atração de moléculas de ferro que existam na bancada. O material pode ficar com imantação. MODELAGEM Na modelagem, é importante ver as medidas da folha que será usada para o aparelho. As medidas serão em relação ao tipo do aparelho. Trabalhamos com diversos tipos de medidas para o corpo do aparelho. Para aparelhos pequenos, o mais usado é o 0,4mm. Para modelar o aparelho, temos que ver o tipo que vamos fazer; quantas dobras terá; qual o tecido que será usado; verificar o tipo de máquina. Todo aparelho deve ter o molde, que é feito pelo aparelhista. O aparelhista vai dar cortes na folha de aço inox, nas medidas, e dar o estilo. Quando o aparelhista está com as medidas, começa a riscar a folha de aço para, em seguida, cortar. Segue-se o polimento. Tira a rebarba da folha no esmeril, e passa-se um estilete para rebaixar a farpa. Leva-se ao polidor para o devido polimento, colocando um pouco de pó de esmeril no polidor. Este é o primeiro polimento. Segue-se a 1ª dobra. DOBRA Para fazermos a 1ª dobra, temos que estar com a folha toda polida. Para polir a folha, é preciso usarmos o polidor rotativo (que já foi feito pelo aluno). A 1ª dobra é feita na barra que determina a largura do aparelho que vamos fazer. Depois de dobrado, colocamos o enchimento e as palhetas que vão determinar a largura das dobras. O aparelho é feito em diversas etapas. Depois de colocar as palhetas, vamos ao torno de bancada ou mossa. Apertamos, para ficar bem preso e termos como dobrar. Fazemos a dobra com uma madeira que vamos preparar. Com um martelo de borracha, vamos batendo até colocarmos na posição que desejamos que fique a dobra. Depois das dobras, colocamos as palhetas e viramos o miolo, para darmos as formas. Quando o miolo está virado, tiramos o enchimento e as palhetas. Vamos para a ponteira e, no esmeril, vamos dar

9 um corte e colocar a ponteira. Antes de colocar a ponteira, fazemos o segundo polimento. Depois de colocada a ponteira, colocamos as laterais das peças que vão segurar o tecido na saída, para não ficar fora de posição. Depois de colocada, fazemos novo polimento. Colocamos as bases de fixação. Em seguida, o arame de aço para o tecido, com o nome de serpentina ou mola. PRENSAGEM Os aparelhistas podem fazer a virada (ou dobra) do aparelho de diversas maneiras. Colocar a virada na prensa de 15 toneladas; virar na prensa de balancim; virar no torno de bancada (mossa). Cada processo é feito com os recursos que se tem disponíveis. Na maioria das vezes, viramos no processo artesanal. Não temos facilidade de usarmos a prensa, por isto é que usamos o torno de pressão. Este torno de pressão é encontrado e usado em todas as oficinas. Colocamos na mordedura do torno de pressão uma cantoneira de alumínio de 1/8 por 1, na largura. Desta maneira, temos o aço sem marca, podemos fazer o polimento e teremos a qualidade. Em todas as dobras, colocamos o alumínio. Desta forma é que trabalhamos. O aparelho fica com diversas viradas, ou dobras. Temos que usar, diversas vezes, o torno de pressão, para fazer a prensagem. REGULAGEM Na regulagem do aparelho, temos que ver as bases do mesmo. Quando estamos com a base firme, vamos ver o tipo de costura, e aplicar o viés. Depois de colocarmos no aparelho e o viés ficar bom, colocamos o tecido que vamos costurar. PARA O ALUNO Ao nosso querido aluno, quero deixar um lembrete: toda vez que o aluno ouvir falar em virada ou dobra, significa a mesma coisa. Temos, no aparelho, muitas dobras. Com este sistema é que fazemos os aparelhos. Temos a 1ª dobra. Colocamos miolo; colocamos palheta, levamos para o torno de pressão e apertamos. A 2ª virada é nas palhetas, com o martelo de borracha. Todas as vezes que usamos o martelo de borracha, usamos com um pedaço de madeira. A 3ª virada, também, é na palheta, com o martelo de borracha.

10 Vamos para o miolo, que é o centro do aparelho. Colocamos um apoio no centro, podemos bater as laterais que estão com as palhetas e viramos os dois lados do aparelho, um de cada vez. Por esta razão é que fazemos diversas dobras ou viradas. Depois do aparelho estar todo virado é que soldamos. Para soldar, usamos a solda de estanho e chumbo com a mistura em 50%. Colocamos a solda com o ferro a 200w de calor, para a solda ficar bem feita e bem presa. Depois do aparelho soldado, vamos ao polimento, e passamos o tecido dentro do aparelho. Verificamos se não existem farpas. Este cuidado é necessário quando fazemos o primeiro polimento. Colocamos o aparelho em teste de farpas. Para esta verificação, usamos um pouco de algodão em flocos, para sentir as farpas. VIÉS BLINDADO PONTEIRA BATENTE BASE

11 VIÉS SEMI-ABERTO BASE SERPENTINA BATENTE PONTEIRA CORPO MESA

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