A QUALIDADE NA EDUCAÇÃO BÁSICA NO MUNICÍPIO DE GOIÂNIA: INDICADORES EDUCACIONAIS E ESTRUTURAÇÃO DO SISTEMA MUNICIPAL DE ENSINO ( ) 1

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1 A QUALIDADE NA EDUCAÇÃO BÁSICA NO MUNICÍPIO DE GOIÂNIA: INDICADORES EDUCACIONAIS E ESTRUTURAÇÃO DO SISTEMA MUNICIPAL DE ENSINO ( ) 1 Andréia Ferreira da Silva Universidade Federal de Goiás O presente trabalho integra o esforço coletivo de uma rede de pesquisa sobre a qualidade da educação ofertada em municípios goianos, envolvendo pesquisadores de instituições de ensino superior do estado. Nesse texto, é apresentada a estruturação do sistema municipal de ensino para a oferta da educação escolar. O estudo analisa elementos da constituição e da gestão do sistema municipal de educação em Goiânia, como também de sua regulamentação e os seus principais indicadores educacionais. 1 Constituição do Sistema Municipal de Ensino de Goiânia Apesar de Goiânia ter sido criada, por decreto, em 1935, a origem do seu sistema público municipal de ensino data de 1959, mais de 20 anos depois, com a criação do Departamento de Educação e Cultura, primeiro órgão destinado ao trato das questões educacionais do município (CLÍMACO, 1991). Até então, essa era uma responsabilidade da Secretaria de Estado da Educação de Goiás. Com o fim da Ditadura Vargas, Goiânia recuperou o direito de eleger seus dirigentes. Apresentava, porém, a peculiaridade de, mesmo tendo seu prefeito e vereadores eleitos, a administração municipal ter continuado, até 1961, vinculada ao governo estadual. A partir de então, deu se a separação entre as duas instâncias e, nesse processo, foi organizada e estabelecida a Secretaria Municipal de Educação e Cultura, que sucedeu o antigo Departamento de Educação e Cultura. Mesmo com a conquista da autonomia administrativa pelo município e com a delimitação das responsabilidades de cada uma das instâncias administrativas, a dependência financeira da prefeitura de Goiânia em relação ao governo do estado foi situação constante no início dos anos de Devido à falta de recursos financeiros, A pesquisa apresentada nesse texto contou com a participação dos seguintes professores e pós graduandos da FE/UFG: João Ferreira de Oliveira, Walderês Nunes Loureiro, Geovana Reis, Janaina Cristina de Jesus, Maria Margarida Machado, Karine Nunes de Moraes e Luís Gustavo Alexandre da Silva. Participaram também as seguintes bolsistas de iniciação científica da FE/UFG: Joice Duarte Batista (PIBIC CNPq), Marquesa Oliveira Cavalcante (Prolicen UFG) e Ana Luiza Reis (Prolicen UFG).

2 2 até 1961, não havia prédios escolares de propriedade do município. Suas escolas funcionavam em condições físicas precárias, em salões alugados ou cedidos geralmente por igrejas ou centros espíritas (CLÍMACO, 1991). A situação salarial dos professores, especialmente a dos professores primários, demonstrava a pouca importância concedida à educação. Em 1956, foi criada pela categoria a Associação dos Professores Primários de Goiás, com o objetivo de lutar por melhoria das condições de trabalho. Em 1963, os professores do ensino primário mobilizaram se e deflagraram greve em função dos baixos salários (FREITAS, 2000). Até o início dos anos de 1960, o cargo de professor era preenchido segundo critérios político partidários, não havendo qualquer exigência de habilitação específica para o exercício da docência. Em vista disso, a Secretária Municipal de Educação, na gestão , empenhou se no sentido de qualificar os professores municipais. A primeira medida nesse sentido foi submeter todos os professores primários do município a um teste de conhecimentos equivalentes à 4ª série primária. Os que fossem aprovados seriam incentivados a se habilitarem, conforme a sua escolaridade, no ginásio normal ou no curso normal de nível médio. Os que não fossem aprovados seriam enquadrados como porteiros serventes ou como inspetores de alunos Democracia e clientelismo no ensino municipal No bojo das lutas pela democratização do país na década de 1980, situam se as lutas pela democratização da educação escolar. A SME, que, desde sua criação, esteve sob a égide do clientelismo, também sofre, nesse momento, o impacto de reivindicações em favor da democratização de sua gestão. Até então, a escolha dos diretores das escolas municipais de Goiânia dava se por meio da livre indicação dos poderes públicos. Nesse processo, não eram consultados nem a SME nem a comunidade escolar, como também não eram considerados a titulação, a formação, a experiência profissional nem mesmo o pertencimento à rede municipal de ensino. O tempo de permanência do diretor de escola no cargo dependia da força política dos que o indicavam. No início da gestão municipal , que teve à frente da pasta da educação Dalísia Dolles, professora sensível às reivindicações dos movimentos sociais e apoiada pela UFG e UCG, a SME desencadeou ações visando à democratização da gestão das 2 Lei nº 2.317, de 26 de abril de

3 3 escolas municipais. Nesse processo, a escolha de dirigentes escolares passa então a consistir de três etapas: 1ª) indicação, pela comunidade escolar, de uma lista tríplice; 2ª) avaliação, pela SME, dos currículos dos candidatos; 3ª) prova escrita, com objetivo de avaliar a competência técnica do candidato. Mesmo tratando se, ainda, de uma democratização limitada, as medidas mencionadas sofreram oposição e dificuldades em sua execução 3. Tal processo, contudo, foi o desencadeador do movimento por eleição direta para diretores nas escolas municipais em Goiânia e de sua posterior concretização; processo legitimado por meio da aprovação, no final do ano de 1983, do Estatuto do Magistério Público. O estatuto instituiu a eleição direta e uninominal para diretores de escolas municipais, com a seguinte representação: pais em número igual ao de funcionários e professores da escola, alunos maiores de 12 anos, eleitos como representantes, sendo um por sala de aula, especialistas em educação e pessoal técnico administrativo lotado na escola (CARMO, 1996). A organização e a luta dos professores municipais contribuíram, no período , para alterações importantes no âmbito da SME: além da aprovação do estatuto do magistério, a extinção da Comissão de Educação Moral e Cívica, em 1984; o reordenamento, em 1983, das atividades do Núcleo de Orientação e Supervisão, que passou a denominar se Setor de Ensino e a compor se também, além de pedagogos, por graduados das áreas de licenciaturas; e a criação, em 1984, do Setor de Apoio Estudantil, para incentivar a criação de grêmios estudantis e associações de pais. Nas eleições de 1985, com denúncias de fraude, foi eleito novo prefeito, do Partido do Movimento Democrático Brasileiro PMDB, Daniel Antônio, que manteve na SME o quadro da gestão anterior, que havia elaborado a nova Proposta Pedagógica a ser implantada. Além de fraude nas eleições, outras denúncias foram feitas contra o novo prefeito, levando o governo estadual a decretar intervenção no município. Em 1986, foi indicado Prefeito interventor Joaquim Roriz e as iniciativas de reforma educacional foram abandonadas com a saída da então secretária de educação e sua equipe. Em 1988, venceu as eleições o Professor Nion Albernaz e assumiu a SME, como secretária, Linda Monteiro. Nessa gestão, em relação à democratização do ensino, além 3 Em cinco escolas, o resultado não foi respeitado, prevalecendo a indicação de vereadores. Além disso, 75% dos diretores escolhidos nesse processo já exerciam o cargo e foram reconduzidos (DOURADO, 1990). 3

4 4 da manutenção da eleição de diretores escolares, a Câmara Municipal de Goiânia aprovou a criação dos Conselhos Escolares nas unidades de ensino da rede municipal. Esses Conselhos foram previstos na nova versão do Art. 253 da Lei Orgânica do Município aprovada em 1990, adequada à Constituição Federal de Dois anos depois, foram regulamentados e implantados nas escolas municipais. Das 114 escolas municipais existentes em 1992, os Conselhos Escolares foram constituídos em 67 e dessas, em apenas sete constavam pais ou mães como presidentes. Nas demais escolas, em 27, os presidentes eram os próprios diretores e nas outras, professores da própria escola. É importante observar que apesar dos Conselhos serem uma determinação da Lei Orgânica Municipal LOM, houve resistência de diretores e professores à sua criação, uma vez que esta implicaria a legalização da participação de pais e alunos na discussão e deliberação de questões pedagógicas e administrativas da escola. Os Conselhos nasceram e foram extintos no processo mesmo de sua implantação. Seis meses depois de sua criação, deixaram de existir em todas as escolas em que foram implantados. A gestão teve à frente o Partido dos Trabalhadores PT 4. Das cinco propostas de ação estabelecidas pela SME nessa gestão, destacam se duas, por se tratar de experiências que tiveram continuidade e por que persistem até o momento atual: uma proposta diferenciada para a educação de jovens e adultos EJA e a proposta de descentralização e gestão democrática. A SME, que até 1993 vinha atendendo a EJA por meio do denominado ensino regular noturno, introduziu, nessa gestão, duas novas experiências de atendimento a Adolescentes, Jovens e Adultos. Uma, de 1ª a 4ª séries do ensino fundamental, denominada de Projeto AJA, e outra, direcionada a alunos mais idosos e em parceria com o movimento popular, conhecido como Projeto Movimento de Educação de Base MEB (MACHADO, 2004). Em relação à descentralização e gestão democrática, a SME teve como meta, na gestão em referência, ampliar a participação e democratização na rede municipal de ensino e, para isso, considerou necessária a execução de um conjunto de medidas a favor da descentralização de suas ações e da socialização do seu processo decisório. É importante observar, nesse sentido, como as reconfigurações no espaço burocrático das secretarias de educação vão atendendo, por um lado, à racionalidade 4 Nesse período, três foram os secretários que assumiram a SME: Mindé Badauy de Menezes, Athos Magno Costa e Silva e Vera Regina Barêa. 4

5 5 técnico burocrática constitutiva das reformas administrativas e educacionais vigentes no país a cada momento histórico e, por outro, às finalidades político pedagógicas das gestões que assumem o Poder Executivo. Sua materialização, contudo, vai dar se entrecruzada às raízes histórico culturais que conformam a realidade local e mesmo a identidade de suas instituições. No que concerne à estrutura burocrática da SME de Goiânia, ao buscar se analisar as reconfigurações processadas desde a constituição dessa Secretaria até o período , denominado por Jesus (2004) de travessia para uma gestão democrático popular, a autora afirma que em meio a movimentos contínuos de ruptura e conservação, inovação e resistência, avanços e continuidade, o que se revela é uma permanente tensão entre processos de autoritarismo e democratização delineando esta trajetória. Nesta tensão, a evidência [é] de que o espaço de poder da burocracia não é indiferente às interferências externas, nem tampouco às raízes histórico culturais sendo, ao contrário, movimentado a partir delas. (2004, p. 179) Ainda do ponto de vista da constituição do sistema municipal de ensino, destaca se na gestão , o Projeto Escola para o Século XXI, contendo as seguintes diretrizes: melhoria da qualidade do ensino, democratização do acesso do aluno ao sistema escolar e de sua permanência nele; gestão democrática, além da valorização e capacitação do profissional da educação. O projeto propôs, também, a organização do ensino fundamental para crianças em Ciclos de Formação em lugar da seriação; o que, posteriormente veio a denominar se Ciclos de Formação e Desenvolvimento Humano. O Projeto foi implantado, inicialmente, em 1999 em apenas 50 escolas do universo das 134 que ofereciam o ensino fundamental. Essas escolas tornaram se diferenciadas em termos das condições de trabalho e de material pedagógico, o que as caracterizou como uma rede paralela no interior da rede municipal de ensino (SILVA, 2004). A gestão seguinte da SME ( ) 6 organizou se considerando o estudante como o centro do processo educativo. Essa mudança na lógica de organização do sistema implicou o distanciamento de uma organização seletiva (seriação, reprovação, ênfase no conteúdo) para outra, fundamentada na prática educacional que respeite o tempo, o espaço, a vivência e a cultura dos educandos, buscando a 5 Gestão do Prefeito Nion Albernaz, do Partido da Social Democracia Brasileira, do PSDB, quando foi secretário municipal de Educação o Prof. Jônathas Silva. 6 Gestão do Prefeito Pedro Wilson Guimarães, do PT, quando foi secretária a Prof ª Walderês Nunes Loureiro. 5

6 6 viabilização da sua inclusão social e a educação como direito de todas as pessoas. (GOIÂNIA, 2004b) A gestão buscou viabilizar sua proposta educacional centrando se seus esforços nas seguintes ações: a) Gestão democrática do sistema municipal de educação. A gestão da SME nesse período definiu a participação em dois níveis, o da participação dos profissionais da educação da SME em diferentes instâncias de discussão e de decisão e o do envolvimento da comunidade escolar, como também do conjunto da sociedade, no processo de construção de uma proposta educacional para o município. b) Atendimento às especificidades e necessidades dos diferentes níveis e modalidades do ensino municipal, o que resultou em ações, tais como:. ampliação do atendimento à educação infantil, como forma se suprir o déficit que vinha caracterizando a atenção à população e, ao mesmo tempo, garantir sua qualidade. Os Centros Municipais de Educação Infantil CMEIs, que, em 2000, somavam 15 Instituições, chegaram, em 2004, a 62, caracterizando um aumento de mais de 300%. Entretanto, por não terem se adequado às exigências de qualidade estabelecidas pelo Conselho Municipal de Educação CME, foram reduzidas de 64 para 51 as instituições de educação infantil conveniadas com o município.. No que concerne ao ensino fundamental da infância e da adolescência, manteve se a proposta da gestão anterior de organização das escolas dessa faixa etária em ciclos de formação e desenvolvimento humano, estendendo as suas diretrizes a toda a rede municipal, uma vez que havia diversidade de organização entre as escolas, convivendo, em alguns casos, seriação e ciclo numa mesma escola. No ano de 2002, a SME organizou o primeiro e segundo ciclos em todas as escolas municipais que atendiam educandos na faixa etária de 6 a 8 anos e de 9 a 11 anos. Em 2003, foi implantado o terceiro ciclo para todas as escolas que atendiam educandos de 12 a 14 anos.. Ensino fundamental de adolescentes, jovens e adultos: todas as ações da SME relativas a essa modalidade de ensino foram no sentido de ampliar o atendimento à demanda existente e criar condições para a sua permanência no sistema. Nessa perspectiva, foi criado o Programa AJA Expansão, a partir de agosto de 2001, e buscaram se estratégias para unificar as formas de atendimento às classes de 1 a a 8 a séries até então existentes, constituindo se o que, nessa rede, denomina se Educação de Adolescentes, Jovens e Adultos EAJA. 6

7 7. Valorização dos trabalhadores da educação: a política de valorização de profissionais da educação destacou como eixo relevante a profissionalização e a criação de condições dignas de trabalho. Nesse sentido, foram garantidos direitos já legalizados e não cumpridos em gestões anteriores tais como: licenças para aperfeiçoamento, progressões vertical e horizontal e manutenção da formação continuada. Além disso, garantia do tempo de estudo e formação em serviço e plano de carreira e formação específica para os funcionários administrativos, definido pela Lei 8.173, de 30 de junho de Gestão do Fundo Municipal de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino FMMDE e Programa de Autonomia Financeira das Instituições Educacionais PAFIE: a criação desse Fundo, por meio da Lei Municipal nº 8.075, de 27 de dezembro de 2001, vem dar cumprimento ao artigo 69 da LDB. Com a efetivação do FMMDE, a SME implementou o programa de autonomia financeira para as instituições educacionais, transformado na Lei nº 8.183, de 17 de setembro de Com o PAFIE, os Conselhos Escolares, nas escolas do ensino fundamental e os Conselhos Gestores, nos CMEIs, adquiriram maior autonomia financeira para encaminhar os projetos educacionais de suas instituições. 1.2 O Conselho Municipal de Educação: criação e desafios na construção da autonomia O Conselho Municipal de Educação de Goiânia foi criado pela Lei Municipal nº 7.771, de 29 de dezembro de 1997 e vem funcionando, regularmente, desde setembro de Apesar de o sistema municipal de educação de Goiânia ter sido criado por meio do art. 238 da Lei Orgânica Municipal LOM de 1990, ele só foi de fato constituído com a criação do CME. A criação do Conselho teve o objetivo de atender ao princípio da gestão democrática do ensino, assegurando a intermediação entre o poder público e a sociedade civil na definição, execução e avaliação da gestão educacional no âmbito do Sistema Municipal de Ensino. O Conselho Pleno do CME é composto de 13 membros, assim indicados: quatro membros pelo Executivo Municipal; dois membros representantes dos pais de alunos das escolas públicas municipais; um membro representante do SINTEGO; um membro escolhido entre os Funcionários Administrativos das Instituições Educacionais Públicas 7

8 8 Municipais e indicado pelo Sindicato dos Servidores Municipais de Goiânia SINDIGOIÂNIA; um membro representante do movimento comunitário; um membro representante do Poder Legislativo Municipal; um membro representante do Sindicato dos Professores do Estado de Goiás SINPRO; um membro representante do Sindicato dos Estabelecimentos Particulares de Educação SEPE; um membro representante do colegiado de diretores das escolas municipais. O CME funciona, desde 2002, em sede alugada especificamente para esse fim, disponibilizando espaços para a realização das suas atividades como também de outros Conselhos e Fóruns, a exemplo do Conselho do Fundef, atualmente Fundeb, Conselho de Alimentação Escolar CAE, Conselho de Diretores de Unidades Educacionais, Fórum Municipal de Educação e, ainda, para a secretaria, em Goiás, da União Nacional dos Conselhos Municipais UNCME. Desde que foi criado em 2001, o FMMDE, possibilitou à SME autonomia financeira para transferir recursos do Tesouro Municipal para o CME, que possui, assim, dotação orçamentária para aquisição de material de expediente, consumo e prestação de serviços, bem como para pagamento do aluguel da sede do Conselho. Esse repasse, contudo, não implica a autonomia financeira que um órgão de controle social requer, tendo em vista que uma de suas responsabilidades é, exatamente, acompanhar a qualidade da educação ofertada pelo órgão que o mantém. Outra conquista importante em relação à autonomia nas decisões do CME é que, a partir de 2001, suas resoluções não necessitam mais da homologação do Poder Executivo Municipal, entrando em vigor a partir de sua publicação no Diário Oficial do Município. A LOM, de 1990, estabelece, em seus artigos 251 e 252, as orientações para a elaboração do Plano Municipal de Educação. Por meio da Lei , de 2001, foi aprovado o Plano Nacional de Educação, que determinou aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios que elaborassem os planos decenais correspondentes. No Município de Goiânia, em outubro de 2002, por decreto do Prefeito, foi instituído o Fórum Municipal de Educação, com a função imediata de elaborar o Plano Municipal de Educação de Goiânia, Lei nº 8262, de 30 de junho de Alguns Indicadores Educacionais do Município No estudo dos dados sobre os indicadores educacionais no município de Goiânia deve ser considerada sua localização geográfica e o fato de tratar se da capital do 8

9 9 estado, o que a leva a atender a uma demanda maior por educação do que a de sua população residente. Os dados do IBGE, de 2006, indicam um aumento global da população goianiense no período de 1991 a 2000, registrando se, contudo, um decréscimo na população entre 0 e 10 anos, um crescimento muito tímido da população entre 11 e 17 anos, um crescimento significativo da população entre 18 e 24 anos e mais acentuado a partir dos 25 anos, conforme demonstra a Tabela 1. Tabela 1 População residente no município de Goiânia Ano População 0 a 3 4 a 6 7 a a a a 24 Total Anos Anos Anos Anos Anos Anos 25 Anos Fonte: IBGE, Segundo dados da Secretaria de Estado da Educação de Goiás (2007), a demanda por educação básica no município de Goiânia é atendida pelas redes federal, estadual, municipal e particular, o que pode ser observado na Tabela 2, a seguir. Tabela 2 Número de estabelecimentos de educação básica por dependência administrativa no município de Goiânia Dependência Ano administrativa Federal Estadual Municipal Particular Total Fonte: Secretaria Estadual de Educação de Goiás (2007) Os dados mostram que é crescente o número de estabelecimentos no período de 1996 a 2002 e que, a partir desse ano até 2004, houve uma queda de 6,5%, com leve recuperação em 2005, sem, no entanto, retomar o patamar de A rede particular responde pelo maior número de estabelecimentos e crescimento no período, enquanto a rede estadual vem registrando a maior queda, sendo que o maior decréscimo ocorreu na passagem de 2003 para 2004, o que pode, provavelmente, ser explicado pela municipalização do ensino fundamental de 1ª a 4ª série. A rede municipal vem registrando menor crescimento que a rede privada. Em 2005, a rede privada, na educação básica do município, respondia por 52% dos estabelecimentos, enquanto a rede municipal por 31%, a rede estadual por 16,6% e a federal 0,4%. Conforme dados da SEPLAN GO, constantes da Tabela 3, em 2005, o número total de alunos no município de Goiânia era de , incluindo diferentes níveis e 9

10 10 modalidades de educação, excetuando se a educação superior. Registravam se, ainda, 741 escolas, salas de aula e docentes. Pelos dados apresentados, percebese que, ao longo do período em questão (2000 a 2005), houve, no município de Goiânia, uma redução de 10,68% no número de alunos no ensino fundamental e de 14,44% no ensino médio, o que pode ser explicado pela redução da população que freqüenta esses níveis de ensino, associada à adoção de medidas de correção de fluxo nesses níveis. Contudo, quando se observam as matrículas em turmas de ensino especial e de jovens e adultos, de 2000 a 2005, o mesmo não se repete, pois, inversamente, ocorre a ampliação do número de matrículas de 37% no atendimento no ensino especial e 62% em EJA. Este crescimento pode indicar o resultado de iniciativas da rede municipal no sentido de melhorar o acesso à educação básica daqueles que não tiveram oportunidade de cursá la no tempo regular 7. Observa se também o crescimento de 18% no número de alunos na educação pré escolar. Tabela 3 Número de alunos na educação básica no município de Goiânia no período de 2000 a Níveis/modalidades de ensino, escolas, Ano salas de aula e docentes Total de Alunos Educação Pré Escolar Classe de Alfabetização Ensino Fundamental Ensino Médio / Normal Ensino Especial Educação Jovens e Adultos Ensino Profissional (Nível Técnico) Creche Escolas em Atividade Salas de Aula Docentes Fonte: Seplan/Sepin, 2006 No que se refere à redução da taxa de analfabetismo, o município de Goiânia apresenta melhores índices do que os do estado de Goiás. Em 1996, o estado registrou taxa de analfabetismo de 13,20%, passando para 11,93% em Já no município de Goiânia, essa taxa foi de 5,9% e 5,2%, respectivamente (IBGE, 2006). 7 O Censo Escolar do INEP, 2007, registra, no município de Goiânia, os seguintes totais de matrículas: creches: 8.727; pré escola: ; 1ª a 4ª série do ensino fundamental (anos iniciais): ; 5 a a 8ª série do ensino fundamental: ; ensino médio: ; educação profissional (ensino técnico): 6.323; EJA (presencial) Ensino Fundamental: 4.195; EJA (presencial) ensino médio: Os dados do INEP contemplam ainda a matrículas de EJA semi presencial e integrada e educação especial. 10

11 11 Essa realidade pode ser explicada quando se considera que, a partir dos anos 2000, a oferta de ensino nas turmas de jovens e adultos em Goiânia ampliou se consideravelmente (cf. tabela 3). Estima se, portanto, que, a partir de tal medida, a população que não havia tido oportunidade de escolarização pôde ter acesso à escola, abandonando a condição de analfabeta. Associada a isso, ocorreu a ampliação da oferta de escolaridade a todas as crianças em idade prevista, o que contribuiu para a redução dos índices de analfabetismo. 2.1 Matrícula na educação básica municipal de Goiânia O sistema municipal de ensino de Goiânia atende, atualmente, a educação infantil, o ensino fundamental, a educação de jovens e adultos e a educação especial 8. Os dados coletados sobre a educação escolar têm indicado uma melhora nos indicadores educacionais e no atendimento à população no município. O fato de Goiânia receber alunos oriundos de municípios vizinhos implica a necessidade de oferta de um número de vagas, de estabelecimentos de ensino e de funções docentes, maior do que seria necessário para atender à população residente no município. Essa demanda na educação municipal provém, principalmente, dos municípios de Aparecida de Goiânia, Nerópolis, Trindade, Goianira, Santo Antônio de Goiás, Aragoiânia, Hidrolândia e Senador Canedo. Na rede pública municipal de ensino de Goiânia, o atendimento às crianças de 0 a 5 anos tem sido oferecido em Centros Municipais de Educação Infantil (CMEIs), havendo, em algumas escolas do ensino fundamental, turmas de pré escola com crianças de quatro e cinco anos. A porcentagem de atendimento, pela rede municipal de ensino, das crianças de 0 a 3 anos é de 1,5%, enquanto que a rede estadual atende 0,4%, a rede federal 0,06%. Instituições conveniadas com o município atendem 4,2% e a rede privada, 2,9% (GOIÂNIA, 2004a). O sistema municipal tem ampliado consideravelmente o atendimento a esse nível de ensino, sinalizando uma tentativa de cumprimento de suas responsabilidades previstas na LDB. No entanto, esse atendimento prestado à educação infantil pela rede municipal de ensino de Goiânia ainda está longe de suprir a demanda que, segundo o PME (2004) era, em 2001, de crianças, dentre as quais as de 0 a 3 anos perfaziam 57%. 8 Desde o ano de 1997, a Rede Municipal de Educação de Goiânia absorve alunos com necessidades especiais em sua rede regular de ensino. 11

12 12 No que se refere às crianças de 4 a 5 anos, o atendimento encontra se distribuído da seguinte forma: 13,5% na rede municipal, 2,4% na rede estadual, 0,04% na rede federal, 11,6% em instituições conveniadas com o município e 33,6% na rede privada (GOIÂNIA, 2004a). As matrículas no ensino fundamental em Goiânia demonstram certa estabilidade, apresentando pequenas variações, a despeito da ampliação, para nove anos, da duração do ensino fundamental, acontecida em 1998 para a rede municipal e em 2005 para a rede estadual. Em 1999, na rede municipal de ensino de Goiânia, foram registradas matrículas e, em 2005, Em 2001 registraram se matrículas, o menor número do período e, em 2003, o maior, matrículas (GOIÂNIA, 2004a). Já no Censo Escolar de 2007, encontramos um total de matrículas nos anos iniciais do ensino fundamental (1ª a 4ª série) e de matrículas nos anos finais. O número de matrículas na educação especial na rede municipal de ensino de Goiânia registrou crescimento, passando de 399 matrículas, no ano de 2000, para 471, em Esse aumento no número de matrículas acompanha a tendência geral dos sistemas municipais de ensino do estado de Goiás, que passaram de para matrículas. Cabe aqui registrar que o aumento de 16% no atendimento da educação especial na rede municipal de ensino foi superior à redução de 11% verificada no número de matrículas nesta modalidade no sistema estadual nesse mesmo período, que passou de para (IBGE, 2007). 2.2 Infra estrutura e recursos pedagógicos das escolas da rede municipal de ensino de Goiânia As matrículas no ensino fundamental municipal de Goiânia tendem a concentrarse em escolas de médio e de grande porte, ou seja, com o mínimo de seis salas de aula e mais de 300 alunos. Isto, por sua vez, parece indicar a extinção de estabelecimentos de ensino com apenas uma sala de aula e, ainda, salas de aula multisseriadas para crianças e adolescentes, comuns na zona rural. Quanto aos recursos pedagógicos disponíveis nas escolas de ensino fundamental, o acesso a bibliotecas e laboratórios de ciências por parte dos alunos ainda é bastante tímido, se comparado aos recursos tecnológicos hoje disponíveis, tais como TV, vídeo, antena parabólica e computadores, apesar de se registrar um crescente número de escolas com acesso à Internet. Em 2004, chegaram se a registrar matrículas 12

13 13 nesse tipo de escola, número que sofre pequeno decréscimo em 2005, (INEP, 2006) Vale ressaltar, ainda, que, em 2005, as matrículas em escolas com computadores chegaram a somar quase a totalidade das matrículas nesse nível. Isto pode sugerir que quase a totalidade das escolas de ensino fundamental da rede municipal possui computadores, sinal de adequação às novas demandas do mundo informatizado, muito embora sua existência, por si só, não garanta que haja o acesso a esse tipo de tecnologia por parte do aluno. Quanto ao saneamento básico e à existência de energia elétrica nos estabelecimentos de ensino, todas as escolas contam com acesso à água tratada, energia elétrica, recolhimento de esgoto e sanitários (INEP, 2006). Demonstra se, portanto, que os aspectos relacionados à infra estrutura das escolas têm sido preocupação dos gestores da rede municipal, indicando, assim, uma tendência a perceber que investimentos na melhora da infra estrutura, em certa medida impactam positivamente a qualidade do ensino. 2.3 A função docente na rede municipal de ensino de Goiânia O número de funções docentes na rede municipal de ensino de Goiânia indica aumento em quase todos os níveis e modalidades da educação. A educação infantil e o ensino fundamental são os que concentram o maior número de funções docentes, conforme apresentado na Tabela 4. O aumento nesse quantitativo pode ser decorrência da reorganização curricular ocorrida na rede municipal de ensino a partir de 1998, com a implantação dos Ciclos de Formação e Desenvolvimento Humano, que absorveu maior número de professores. Essa proposta implicou uma redefinição do tempo do professor na escola, ocorrendo a redução de sua carga horária em sala de aula e a utilização desse tempo em outras ações pedagógicas coletivas, tais como, planejamento, atendimento a alunos e pais, grupos de estudo, acompanhamento do desempenho do aluno. Tabela 4 Funções docentes na educação básica por nível e modalidade de ensino Ano Níveis/modalidades de ensino Creche Pré escola Alfabetização Ensino Fundamental

14 14 Ensino Médio EJA Educação Especial FONTE: INEP, 2006 O aumento no número de funções docentes na educação infantil, creche e pré escola, no caso da rede municipal, demonstra o processo de municipalização deste nível, implementado em Goiânia. Os recursos destinados à educação infantil no período de 2000 a 2004 foram ampliados de R$ ,40 para R$ ,00, o que equivale a um aumento de 87% (SME, 2004b). Esses recursos foram investidos, prioritariamente, na construção e ampliação de espaço físico, na contratação de pessoal e na infra estrutura pedagógica dos CMEIs. Nesse período, ocorreu a transferência da oferta da educação infantil da assistência social estadual para a secretaria municipal de educação. No que se refere à formação dos professores, a Tabela 5 evidencia a ampliação, no período de 1999 a 2005, de 61% do número de funções docentes com nível superior. Tabela 5 Funções docentes na educação básica, por nível de formação. Nível de formação Ano Ensino fundamental completo Ensino médio completo Superior completo Fonte: INEP, Em que pese o aumento significativo de funções docentes com curso superior completo, os dados coletados não permitem perceber o quantitativo dos que têm a formação adequada para o exercício da docência, uma vez que não especificam a conclusão ou não de cursos de licenciatura, que, conforme a legislação atual, é requisito obrigatório para atuar no magistério. No entanto, pode se inferir que as funções docentes de nível superior constantes da tabela 5 dizem respeito a professores licenciados, porque os concursos para docentes da rede municipal de Goiânia têm exigido candidatos portadores do título, o que demonstra que, na ótica dos administradores, a qualificação docente é fundamental para a melhoria da qualidade da educação oferecida. 2.4 Condições de oferta da educação infantil e ensino fundamental na rede municipal de ensino de Goiânia 14

15 15 No tocante ao número médio de alunos por turma, os dados demonstram uma relação positiva, uma vez que esse número tem reduzido em todos os níveis da educação municipal. O número médio de alunos por turma nas creches reduziu de 21,4 em 1999 para 14,8 em 2005, o que corresponde a 31%, nível em que se registrou o maior índice de redução do número de alunos por turma, quando comparado à pré escola e ao ensino fundamental. Os dados da Tabela 6 revelam a ampliação da taxa de aprovação em 24,6%, a redução da reprovação em 3,3%, e a do abandono em 21,3%. Esses índices, no período 1999 a 2005, têm contribuído para a redução da distorção idade série em 17,8% no ensino fundamental da rede municipal. Tabela 6 Taxa de aprovação, reprovação e abandono no ensino fundamental. Ano Taxa de Aprovação Taxa de Reprovação Taxa de Abandono ,6 6,4 40, ,4 7,5 15, ,2 6,2 13, ,1 3,4 14, ,4 2,6 17, ,2 3,1 18,7 Fonte: INEP, Na medida em que se registra aumento na taxa de aprovação no ensino fundamental, cai a taxa de reprovação e abandono, conforme indicado na Tabela 6, o que pode constituir se na expressão de políticas visando ao sucesso e permanência do aluno na escola, como, por exemplo, a implantação dos ciclos de formação e desenvolvimento humano. 3 Considerações Finais A qualidade da educação no município de Goiânia é tema que merece aprofundamento no que se refere às práticas de gestão e às políticas que vêm sendo implementadas no setor nas últimas décadas. Desde o período de redemocratização do país, vários foram os prefeitos, partidos políticos e secretários de educação que definiram e implementaram programas, projetos e ações educacionais com maior ou menor impacto na melhoria da qualidade da educação no município. Os efeitos dessas políticas e práticas de gestão carecem de avaliação, tendo em vista que as mudanças efetivas na educação implicam compromissos e ações a médio e a longo prazos. 15

16 16 De modo geral, os indicadores educacionais do município de Goiânia e da SME evidenciam esforço considerável no atendimento à população escolarizável, sobretudo no ensino fundamental, na educação infantil e na educação de jovens e adultos. Os principais desafios que marcaram as políticas e as ações da rede municipal de ensino no período de 1999 a 2005 referiram se, principalmente, à melhoria da qualidade do ensino fundamental, como a reorganização curricular, o estímulo à qualificação docente, à redução do número de alunos por turma, à melhoria da infra estrutura e a recursos pedagógicos das escolas. Na educação infantil, os desafios e avanços foram significativos, tendo havido ampliação dos recursos aplicados, aumento da oferta de vagas, qualificação dos professores, redução do número médio de crianças por turma, construção e reformas de instalações físicas e aquisição de materiais pedagógicos adequados à faixa etária. Ressalta se que, apesar das políticas implementadas, esse nível de ensino, em especial, o atendimento de 0 a 3 anos de idade, demanda expansão quantitativa associada à necessária melhoria da qualidade. O processo histórico de estruturação da rede municipal de ensino de Goiânia indica que o sistema vem sendo pautado por práticas de democratização da educação, ainda que estas práticas sejam permanentemente tensionadas por uma cultura clientelista e autoritária, próprias da lógica do Estado patrimonial brasileiro. Destaca se como evidência desse processo de democratização, no período de 1999 a 2005, enfoque principal dessa análise, a institucionalização da rede própria, a autonomia do Conselho Municipal de Educação, ainda que sua autonomia financeira seja um desafio a ser enfrentado, a criação do Fórum Municipal de Educação, a elaboração coletiva e a aprovação do Plano Municipal de Educação, dentre outros. Faz se necessário, contudo, investigar, no âmbito das escolas, os avanços e recuos resultantes da materialização das políticas implementadas pela SME desde o período de redemocratização na década de 1980 até os dias hoje. Confira se destaque especial ao modo como essas políticas implicam, ou não, uma qualidade da educação que se traduza em melhor desempenho dos alunos, além de avanços no processo de gestão democrática das escolas. 4 Referências BRASIL. Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira. Disponível em: <http://www.inep.gov.br/basica/censo/> Acesso em: 03 dez

17 17 BITTAR, Mona. A proposta pedagógica da Secretaria Municipal de Educação de Goiânia (1983/1986): caminhos e descaminhos Dissertação (Mestrado). Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC), São Paulo. CARMO, Alberto Ribeiro do. Os Conselhos Escolares da Rede Municipal de Ensino de Goiânia. Goiânia Dissertação (Mestrado em Educação) Faculdade de Educação, Universidade Federal de Goiás, Goiânia. CLÍMACO, Arlene C. de Assis. Clientelismo e cidadania na constituição de uma rede pública de ensino: a Secretaria Municipal de Goiânia ( ), Goiânia: CEGRAF, DOURADO, Luiz Fernandes. Democratização da escola: eleição de diretores, um caminho? Goiânia, Dissertação (Mestrado em Educação) Faculdade de Educação, Universidade Federal de Goiás, Goiânia. FREITAS, Revalino Antonio de. O Professor em Goiás. Sociedade e Estado no processo de constituição da profissão docente, na rede pública de ensino fundamental e médio do Estado Dissertação (Mestrado em Educação) Faculdade de Educação, Universidade Federal de Goiás, Goiânia. INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA (IBGE). Cidades. Acesso em 19/11/ MACHADO, Maria Margarida. Política educacional para jovens e adultos: a experiência do Projeto AJA (1993/1996) na Secretaria Municipal de Goiânia in. SILVA, Aurora Helena F. e EVANGELISTA, Ely G. S. (orgs) Caminhando e abrindo caminhos: trajetória de uma rede municipal de educação. Goiânia : CEGRAF, JESUS, Janaina Cristina de. Autoritarismo e democratização (re)configurando os espaços de poder da burocracia estatal: a trajetória da Secretaria Municipal de Educação de Goiânia Dissertação. Mestrado em Educação. Faculdade de Educação, Universidade Federal de Goiás, Goiânia. GOIÂNIA. Prefeitura Municipal. Goiânia. Disponível em Acesso em: 19 nov GOIÂNIA. Secretaria Municipal de Educação. Plano Municipal de Educação. Goiânia, 2004a... Relatório de gestão b. GOIÁS. Secretaria de Estado de Educação Secretaria de Estado do Planejamento e Desenvolvimento (SEPLAN). Superintendência de Estatística, Pesquisa e Informação (SEPIN). Perfil Socioeconômico de Goiânia. Acesso em 19/11/2006: PNUD. Brasil, Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento. Contém links e informações institucionais. Disponível em Acesso em: 05 mai SILVA, Aurora Helena F. e EVANGELISTA, Ely G. S. (orgs) Caminhando e abrindo caminhos: trajetória de uma rede municipal de educação. Goiânia : Editora da UFG, SILVA, Marta Jane. Aceleração da aprendizagem: uma análise do subprojeto da Secretaria Municipal de Educação de Goiânia. In SILVA, Aurora Helena F. e EVANGELISTA, Ely G. S. (orgs) Caminhando e abrindo caminhos: trajetória de uma rede municipal de educação. Goiânia: Editora da UFG,

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