CENTRO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA PAULA SOUZA ETEC PROF. MÁRIO ANTÔNIO VERZA CURSO TÉCNICO EM CONTABILIDADE

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "CENTRO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA PAULA SOUZA ETEC PROF. MÁRIO ANTÔNIO VERZA CURSO TÉCNICO EM CONTABILIDADE"

Transcrição

1 CENTRO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA PAULA SOUZA ETEC PROF. MÁRIO ANTÔNIO VERZA CURSO TÉCNICO EM CONTABILIDADE UM ESTUDO A CERCA DA FORMAÇÃO DE PREÇOS NA VENDA DE PRODUTOS E PRESTAÇÕES DE SERVIÇOS DE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS E ELETRONICAS ANTONIO JOSÉ DE MOURA CESAR FÁTIMA DE CÁSSIA CORREA DE OLIVEIRA JUCÉIA FERREIRA DA SILVA PATRICIA CRISTINA ZULIM CANTARELA RENAN AUGUSTO VERZA DE LÉO SIONE FÁTIMA PRIETO SUZANA RIBEIRO GIAVARA PALMITAL 2013

2 ANTONIO JOSÉ DE MOURA CESAR FÁTIMA DE CÁSSIA CORREA DE OLIVEIRA JUCÉIA FERREIRA DA SILVA PATRICIA CRISTINA ZULIM CANTARELA RENAN AUGUSTO VERZA DE LÉO SIONE FÁTIMA PRIETO SUZANA RIBEIRO GIAVARA UM ESTUDO A CERCA DA FORMAÇÃO DE PREÇOS NA VENDA DE PRODUTOS E PRESTAÇÕES DE SERVIÇOS DE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS E ELETRONICAS Trabalho de conclusão de curso apresentado à ETEC prof. Mário Antônio Verza, como parte dos requisitos necessários para a obtenção do título de Técnico em Contabilidade. Orientador: Prof. Cleison Faria Coutinho PALMITAL 2013

3 CENTRO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA PAULA SOUZA ETEC PROF. MÁRIO ANTÔNIO VERZA ANTONIO JOSÉ DE MOURA CESAR FÁTIMA DE CÁSSIA CORREA DE OLIVEIRA JUCÉIA FERREIRA DA SILVA PATRICIA CRISTINA ZULIM CANTARELA RENAN AUGUSTO VERZA DE LÉO SIONE FÁTIMA PRIETO SUZANA RIBEIRO GIAVARA UM ESTUDO A CERCA DA FORMAÇÃO DE PREÇOS NA VENDA DE PRODUTOS E PRESTAÇÕES DE SERVIÇOS DE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS E ELETRONICAS APROVADO EM / / BANCA EXAMINADORA: CLEISON FARIA COUTINHO ORIENTADOR JOSÉ MARCELINO CALEGARI EXAMINADOR

4 DEDICATÓRIA Dedicamos este trabalho à Deus pelo esplendor da vida, presente em todas as atividades; Aos amigos pelo incentivo; Às nossas famílias, filhos, esposas e maridos pelo apoio, compreensão, carinho e paciência durante todo este curso, principalmente nos momentos de dificuldades.

5 AGRADECIMENTOS Agradecemos às manifestações de carinho e apreço, recebidas de todos os docentes da ETEC Prof. Mário Antonio Verza, os quais foram nossa maior fonte de luz inspiradora e de apoio para o sucesso deste trabalho. Nosso muito obrigado também ao nosso orientador, o Professor Cleison Faria Coutinho, pelo auxílio seguro e oportuno durante todo o processo de orientação deste trabalho, pois aliado à sua experiência profissional e intelectual, todas as dicas e instruções foram imprescindíveis para o desenvolvimento e conclusão deste trabalho. Também agradecemos aos nossos familiares por nos terem apoiado e entendido a nossa ausência, não só durante as aulas, mas especialmente durante o processo de desenvolvimento deste trabalho. Enfim, à todos, o nosso grande muito obrigado!

6 EPÍGRAFE Por mais longa que seja a caminhada o mais importante é dar o primeiro passo. (Vinicius de Moraes) A qualidade mais valiosa para o aprendizado é uma atitude positiva. (Bobbi DePorter) O trabalho nos poupa três males: tédio, vício e necessidade. (Voltarie)

7 RESUMO Como se pode verificar este trabalho teve por objetivo identificar as principais características dos sistemas de custos propostos para os comerciantes e para as empresas prestadoras de serviços. A tipologia desta pesquisa quanto aos objetivos classifica-se como descritiva porque identifica, registra, analisa, classifica e interpreta os dados. Quanto à abordagem do problema, trata-se de uma pesquisa qualitativa. Como procedimento metodológico, foi adotada a pesquisa bibliográfica, consistindo de revisão da literatura existente em livros, artigos científicos impressos e disponíveis na Internet. Constatou-se que sistemas de custeio Atividades (ABC) é o mais indicado às organizações de serviços, pois nestas organizações há a predominância dos custos indiretos e este é o método que atribui de forma mais precisa estes custos às atividades. O custeio por absorção não é indicado para as prestadoras de serviços, pois sua principal função é avaliar estoques, algo inexistente nestas organizações; para tomada de decisão este método não é indicado em decorrência de atribuir de forma subjetiva e arbitrária aos custos indiretos. O custeio direto, bem como o custeio variável é útil para fins gerenciais e foram indicados por alguns dos estudos. No entanto, prevalece o Custeio Baseado em Atividades. Palavras-chave: Prestação de serviços, custos indiretos, métodos de custeio.

8 LISTA DE TABELAS TABELA 1 Exemplos de direcionadores de custo TABELA 2 - Cálculo da mão de obra utilizada TABELA 3 Instalação de Automatizador para Portão Basculante. 27 TABELA 4 Instalação de Cerca Elétrica. 28 TABELA 5 Instalação de Ventilador de Teto TABELA 6 Instalação de Sistema Completo de Antena Parabólica. 30 TABELA 7 - Instalação de Interfone TABELA 8 Despesas TABELA 9 - Formação do preço de venda baseado na tabela TABELA 10 - Formação do preço de venda baseado na tabela TABELA 11 - Formação do preço de venda baseado na tabela TABELA 12 - Formação do preço de venda baseado na tabela TABELA 13 - Formação do preço de venda baseado na tabela

9 LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS ABNT Associação Brasileira de Normas Técnicas CFC Conselho Federal de Contabilidade CRC Conselho Regional de Contabilidade ABC Custeio Baseado em Atividades TI Tecnologia da Informação SIG - Sistemas de Informações Gerenciais MOD Mão de obra direta

10 SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO Objetivo Objetivos específicos PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS REFERENCIAL TEORICO Custos: Definição e Utilização MÉTODOS DE CUSTEIO Custo direto Custo indireto Custo fixo Custo variável Custo ABC ONDE POSSO UTILIZAR CUSTOS Os principais benefícios de se utilizar métodos de custeio FORMAÇÕES DO PREÇO DE VENDA RESULTADOS CONSIDERAÇÕES FINAIS REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS... 37

11 11 1. INTRODUÇÃO Este trabalho tem como foco principal auxiliar comerciantes e prestadores de serviços acerca a importância do gerenciamento de custos sobre a sua mercadoria e mão de obra. São de suma importância a análise e o correto levantamento das variáveis embutidas e dos meios de trabalho no cotidiano de sua atividade, que tem como foco comercialização e instalação de produtos eletro eletrônicos. Após a abertura comercial na década de 1990, o número de empresas que concorrem no setor de serviços está em constante crescimento. Esse crescimento possibilita e facilita a entrada de novos concorrentes, muitos deles, empresas estrangeiras com alta capacidade tecnológica no desenvolvimento de serviços, que trazem um panorama de alta competitividade no setor, exigindo das empresas nacionais, rápida adequação de suas técnicas de gestão, principalmente no que tange à gestão estratégica de custos. (ORIGE, 2004, p. 2). Desta forma, pretende-se demonstrar que o conhecimento sobre os pontos fracos e fortes do ramo de atividade pode ser um diferencial no acirrado mercado, e ainda, quais atitudes poderão ser tomadas em relação ao desperdício ou perda dos materiais utilizados. 1.1 OBJETIVO Constitui objetivo geral deste trabalho, compreender de forma analítica os custos do andamento da prestação de serviços, bem como a formação de preço para venda de mercadorias Constituem objetivos específicos: Descrever o levantamento dos custos gerados sobre a mão de obra e demais produtos, de modo que sejam efetuadas instalações, como de portões eletrônicos, interfones, ventiladores, cercas elétricas, antenas parabólicas, e demais serviços referentes a todos os processos de venda e instalação. Analisar os custos das vendas e de sua mão de obra para assim poder transformar esses dados em informações para tornar o ramo da atividade mais lucrativo.

12 PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS Como procedimento metodológico, foi adotado a pesquisa bibliográfica, consistindo de revisão da literatura existente em livros, artigos científicos impressos e disponíveis na Internet, e também através de ideias dos integrantes do grupo. De acordo com DEMO (1995, p.11), a metodologia é um estudo organizado e sistemático dos caminhos a serem percorridos para se realizar uma pesquisa científica. Segundo BEUREN (2009, p. 79), para a formulação da metodologia destacam-se as seguintes tipologias da pesquisa: (...) quanto aos objetivos, que contempla a pesquisa exploratória, descritiva e explicativa; pesquisa quanto aos procedimentos, que aborda o estudo de caso, o levantamento, a pesquisa bibliográfica, documental, participante e experimental; e a pesquisa quanto à abordagem do problema, que compreende a pesquisa qualitativa e a quantitativa. Neste sentido, torna-se necessário e essencial a realização da pesquisa objeto do presente trabalho, uma vez que, o mercado de instalações e venda de produtos de segurança cresce exponencialmente no Brasil.

13 13 2. REFERENCIAL TEÓRICO De acordo com PADOVEZE (2006, p. 5) contabilidade de custos É o segmento da ciência contábil especializado na gestão econômica do custo e dos preços de venda dos produtos e serviços oferecidos pelas empresas. BASEGIO (2012, p.3) diz que:...a contabilidade de custos é um ramo da ciência contábil utilizada para identificar, mensurar, registrar e informar os custos dos produtos, mercadorias ou serviços vendidos, aplicando os princípios contábeis da mesma forma que a contabilidade geral, com a finalidade de se apurar resultados e valorizar os estoques, alertando os administradores para quaisquer resultados que exijam correção. O autor afirma ainda, que a contabilidade de custos surgiu a partir da necessidade de atender os anseios de informação da administração, interessadas no controle dos custos de sua atividade bem como da mensuração do lucro. Conclui-se que a Contabilidade de Custos é muito importante e se faz necessária para o bom desenvolvimento de uma empresa, já que é através dela que se tem a visão do controle interno e administrativo dos pontos positivos e negativos, mostrando sua importância e aplicação na gestão. 2.1 CUSTOS: DEFINIÇÃO E UTILIZAÇÃO Método de custeio é o caminho para se chegar aos resultados pretendidos, atribuindo o valor de custo a um produto, mercadoria ou serviço. Segundo LEONE (2000, p.19): A contabilidade de Custos é o ramo da contabilidade que se destina a produzir informações para os diversos níveis gerenciais de uma entidade, como auxilio as funções de determinação de desempenho, de planejamento e controle das operações e de tomadas de decisões. A Contabilidade de Custos teve seu início no século XVIII durante a Era Mercantilista e sua função básica era mensurar os estoques ao final de cada período a fim de obter o custo da mercadoria vendida. Neste sentido, PADOVEZE (2006, p. 9), ainda define a contabilidade de custos como: [...] um dos seguimentos da ciência contábil que mais têm

14 14 apresentado evoluções teóricas ao longo dos últimos anos. É um dos melhores e mais utilizados instrumentos para a gestão empresarial. Vale ressaltar que muitos empresários costumam estabelecer os seus preços de venda com base nos preços da concorrência, sem antes determinar se estes chegam a cobrir os seus próprios custos. Por isso, negócios em grande quantidade não prosperam já que não obtêm a rentabilidade necessária para o seu funcionamento, o que reflete que o cálculo dos custos é indispensável para uma correta gestão empresarial. A análise dos custos empresariais permite conhecer o que, onde, quando, em que medida, como e a que se sujeitou, o que possibilita uma melhor administração do futuro. Por outras palavras, o custo corresponde ao esforço econômico que se deve utilizar para realizar um objetivo operativo (o pagamento de salários, a compra de materiais, a fabricação de um produto, a obtenção de fundos para o financiamento, a administração da empresa, etc.). Sempre que não é alcançado o objetivo visado, diz-se que uma empresa tem perdas/prejuízos. Ainda sobre custos, pode se dizer que o mesmo adapta-se a tudo o que se refere a gasto econômico ou ao o que é a prestação de serviço. Os produtos em geral tem um custo que pode variar de acordo com a qualidade ou o tipo do mesmo. Para se determinar os custos de um produto ou de um serviço, tem-se que levar em conta o preço da matéria-prima, da mão de obra que é usada na produção e tudo aquilo que implica em gastos referentes à oferta dos mesmos, o qual determina os custos. O custo de um produto é composto pelo preço da matéria-prima, o preço da mão-de-obra direta usada na sua produção, o preço da mão-de-obra indireta usada para o funcionamento da empresa e o custo de amortização da maquinaria e dos edifícios. Em linhas gerais, pode-se dizer que a contabilidade de custos tem duas grandes áreas de atuação: a) Custo Contábil: Conceitos e técnicas voltados para a apuração do custo dos produtos e serviços para fins de contabilização e atendimento às necessidades legais e fiscais: b) Custo Gerencial: Conceitos e técnicas voltados para a gestão econômica dos produtos e serviços da empresa, suas atividades, unidades de negócios e seus

15 15 gestores responsáveis, envolvendo as necessidades de controle, avaliação de desempenho e tomada de decisão. Sobre o conceito de contabilidade de custos, podem-se citar algumas definições: a contabilidade de custos é o ramo da contabilidade que se destina a produzir informações para os diversos níveis gerenciais de uma entidade, como auxílio às funções de determinação de desempenho, de planejamento e controle das operações e de tomada de decisões. Segundo ORIGE (2004, p. 2): O sistema de custos para empresas prestadoras de serviços é importante para os gerentes, porque eles precisam de informações para melhorar a qualidade, pontualidade e eficiência das atividades implementadas, além de compreender precisamente o custo e a lucratividade de cada um de seus serviços e clientes. Analisando mais profundamente o termo, conclui se que os custos estão ligados de forma direta aos produtos, como por exemplo, se existe uma medida de consumo (materiais, gastos de envio, mão de obra empregada, horas, etc.), estas medidas são consideradas custos. Por tanto, os custos podem receber a definição de qualquer recurso utilizado para atingir um objetivo. Para que as decisões de quem gesta uma empresa sejam levadas em conta, os custos de um projeto, por exemplo, devem ser justificados com o logro do objetivo. Conclui se que a contabilidade de custos é como um processo de transformação, como uma indústria, onde recebe os dados e organiza de forma que os padronize para criar uma melhor analise e interpretá-los para a tradução das informações de custo para as diversas áreas da empresa. Para o processo de transformação do custo são utilizados diversos sistemas de custeio. 2.2 MÉTODOS DE CUSTEIO Serão analisados a seguir diversos métodos de custeio, apresentando cada sistema, de modo que a presente pesquisa mostre os benefícios de cada sistema e onde podem ser aplicá-los de maneira correta, são eles: Custo Direto; Custo Indireto;

16 16 Custos Fixos; Custos Variáveis, Custos ABC CUSTO DIRETO São aqueles custos que podem ser facilmente identificados com o objeto de custeio, onde não há necessidade de rateio. Exemplos de Custos Diretos: Matéria prima: Normalmente se sabe a quantidade exata a ser usada em determinado produto ou para utilização de determinados serviços, este custo é associado diretamente ao produto; Mão-de-obra direta: Custos dos trabalhadores utilizados diretamente na produção ou prestação de serviços, neste caso torna-se possível apropria-la diretamente ao produto; Material de embalagem: Normalmente sabe a quantidade exata a ser usada em determinado produto; Depreciação de Equipamento: Quando utilizado para produzir um tipo de produto, associa-se diretamente ao produto CUSTO INDIRETO São os custos que dependem de cálculos, rateios ou estimativas para serem apropriados aos diferentes produtos, portanto, são custos apropriados indiretamente aos produtos. O parâmetro para as estimativas é chamado critério de rateio. Define custo indireto aquele que não há possibilidade de medição ou por inconveniência econômica; Exemplos de Custo Indireto: Depreciação de equipamentos que são utilizados na fabricação de mais de um produto;

17 17 Salários dos chefes de supervisão de equipes de produção; Aluguel da fábrica; Gastos com limpeza da fábrica; Energia elétrica que não é possível mensurar para determinado produto. Observações: Os itens acima deverão ser feitos um rateio, para distribuir aos produtos a que pertencem. Se a empresa produz apenas um produto, todos os seus custos são diretos; Às vezes, o custo é direto por natureza, mas não compensa o trabalho de associá-lo a cada produto, sendo tratado como indireto CUSTOS FIXOS Custos fixos são aqueles cujos valores são os mesmos qualquer que seja o volume de produção da empresa. Exemplos: Aluguel da fábrica, este valor será cobrado qualquer que seja o nível da produção, inclusive no caso da fábrica nada produzir; Imposto predial; Depreciação de equipamentos; Salários dos vigias e porteiros da fábrica; Prêmios de seguros; Observação: Os custos fixos são fixos em relação ao volume de produção, mas podem variar de valor no decorrer do tempo. Exemplo:

18 18 O mesmo aluguel, quando sofre reajuste, mesmo variando o valor do aluguel em um determinado mês, ele não deixa de ser considerado como custo fixo CUSTOS VARIÁVEIS Os custos variáveis são aqueles cujos valores se alteram em função do volume de produção da empresa. Exemplos: Matérias primas diretas; Embalagens: Gasto com horas extras. Observação: Caso não houver nenhuma quantidade produzida, o custo variável dos itens acima será zero CUSTOS ABC Em primeiro plano, ressalta-se que o método ABC procura aprimorar o custeamento dos produtos por meio de mensurações corretas dos custos indiretos, tomando como base as atividades geradoras destes custos, para direcionamento diferenciado do custo aos diversos produtos da empresa. O custo por atividade é um método de custeamento que identifica um conjunto de custos para cada evento ou transação de cada atividade na organização, que age como um direcionador de custos. LEONE (2000, p.255) diz que o custeio ABC é uma técnica de custeamento em que os custos e despesas indiretos são apropriados a várias unidades através de algumas bases que não são relacionadas aos volumes dos fatores de produção. Este método assume como pressuposto que os recursos de uma empresa são consumidos por suas atividades e não pelos produtos que ela fabrica. O custeamento baseado em atividades apoia-se no conceito de que produtos consomem atividades, atividades consomem recursos. Assim fica clara a diferença

19 19 básica do método: enquanto nos métodos tradicionais os custos indiretos são atribuídos aos produtos por meio de algum critério de rateio, no custeio ABC buscase identificar uma relação causal entre o consumo dos recursos e as atividades desenvolvidas e após essa identificação busca-se descobrir quais os produtos que consumiram tais atividades. Para DUTRA (2003, p. 236), a atividade é o conjunto de recursos de qualquer natureza necessários à execução de tarefas que gerarão bens e serviços. Os recursos são alocados às atividades por rastreamento por meio dos direcionamentos de primeiro estágio ou de fatores de consumos de recursos. Desta forma as etapas para a aplicação do custeio baseado em atividades, segundo BRUNI e FAMÁ (2009, p.144), consistem em: Identificação das atividades e seus respectivos custos; Alocação do custo departamental ao custo da atividade; Identificação dos direcionadores de custos (cost. drivers); Divisão do custo da atividade pelo direcionador de custos. As atividades são mensuradas pelos direcionadores de custos, alguns exemplos de direcionadores de custos podem ser vistos na tabela1: TABELA 1 EXEMPLOS DE DIRECIONADORES DE CUSTOS Atividades Manuseio de Materiais Compras Ajustes de Equipamentos Programação da Produção Fonte: BRUNI, e FAMÁ (2009, p.144). Direcionadores de Custos Pesos transportados ou viagens realizadas Número de ordens de compras Número de horas de ajustes Número de máquinas empregadas ou número de pedidos colocados. Ressalta-se que os direcionadores de custos são responsáveis pelas características de precisão, custo e indução ao comportamento do método de custeio ABC.

20 20 Desta forma, conclui - se que a utilização do ABC proporciona alguns benefícios informativos relevantes, que propiciam a melhoria dos resultados operacionais e que o objetivo imediato do sistema é a atribuição mais rigorosa de gastos indiretos ao bem ou ao serviço produzido na empresa, permitindo um controle mais efetivo desses gastos e oferecendo melhor suporte às decisões gerenciais, mostrando onde posso utilizar custos. 2.3 ONDE SE PODEM UTILIZAR CUSTOS? Um sistema de custos é capaz de passar informações importantes aos gestores, dando suporte à tomada de decisões e através dele é possível indicar qual produto ou serviço é mais lucrativo e deve receber mais investimentos para promover suas vendas, qual setor da empresa precisa reduzir os gastos exagerados ou eliminar os desnecessários. O principal objetivo de um sistema de custos tem sido a mensuração unitária dos custos de produtos e serviços. Para atingir esse objetivo é necessário definir quais gastos farão parte da composição do custo unitário. Essa definição envolve escolher dentre os diferentes métodos de custeio aquele que melhor se adapta com o modelo de informação requerido pelos gestores e para a empresa. Além da escolha do método de custeio, delinear um sistema de custos implica em definir outras questões, como já ressaltado anteriormente. Isso porque um sistema de custos é um conjunto de elementos interdependentes que interagem na consecução de um objetivo comum, coletando, processando e gerando informações derivadas do desempenho das operações. De acordo com PADOVEZE (2006, p. 85), primeiramente, o gestor de custos deve definir qual método de custeio será utilizado. Feito isto, é possível utilizar qualquer forma de custeio, que pode ser uma ou até todas se a empresa achar necessário. Como se pode verificar o sistema de acumulação a ser utilizado, dificilmente será de acordo com a escolha do gestor, pois o que quase sempre determina qual sistema de acumulação será aplicado é o modo como a empresa produz seus produtos e consome seus recursos durante a produção. O principal objetivo de se utilizar a contabilidade de custo é mostrar a proposta de organização e prestação de serviços dentro de uma empresa. Através

21 21 de pesquisas realizadas absorvem-se informações, que tornam-se a empresa comercial, com as espectativas positivas e suas metas alcançadas, sempre apoiadas aos benefícios da utilização dos métodos de custeio OS PRINCIPAIS BENEFICIOS DE SE UTILIZAR MÉTODOS DE CUSTEIO O ato de empreender requer planejamento, alocação de recursos, projeto e metas. Ocorre que grande parte das pequenas empresas brasileiras começa como um negócio informal, muitas vezes do trabalho de uma pessoa que, através de empenho e seriedade, consegue expandir seus horizontes e ganhar confiabilidade nesse mercado tão competitivo. Surge daí a necessidade da formalização. Em meio a isso, como se organizar para crescer sustentavelmente sem perder o controle da saúde financeira de sua empresa? Para evitar uma tragédia precoce, faz-se necessário a adoção de controles administrativos e financeiros que sustentem o negócio. DRUCKER (2001: 81; 92) ainda destaca que: a nova Revolução da Informação não está acontecendo em Tecnologia da Informação (TI), nem em Sistemas de Informações Gerenciais (SIG), e nem sendo liderada por Diretores de Informações. Ela é conduzida por pessoas que a indústria da informação tende a desprezar: os contadores e que ela será conduzida não por pessoas da TI, mas por contadores e editores. Cada empreendedor encontra, no início, sua própria maneira de controlar os processos e finanças de sua empresa. Alguns adotam controles físicos, a partir de grandes livros de anotações; outros utilizam as boas e velhas planilhas eletrônicas. Esses métodos funcionam enquanto a empresa dá seus primeiros passos, mas se mostram deficitários conforme o negócio cresce, pois a partir deste momento tornase necessária a contratação de mais funcionários, a partir de certo volume de operações começam a ocorrer divergências importantes entre números financeiros, da produção, do estoque, etc. Essas divergências podem acarretar multas por falta de organização e ainda pela falta de uma visão consolidada. O melhor caminho é encontrar uma ferramenta com ótimo custo-benefício, que através de processos já consolidados agregue valor à empresa, com parametrizações prontas para o próprio usuário executar, e com um tempo mínimo de instalação. Segundo ALECRIM (2004): Sendo a informação um bem que agrega valor a uma empresa ou a um indivíduo, é necessário fazer uso de recursos da TI de maneira apropriada,

22 22 ou seja, é preciso utilizar ferramentas, sistemas ou outros meios que façam das informações um diferencial competitivo. No caso de empresas maiores, há um grande trabalho de customização, e o processo de implantação pode levar mais tempo conforme a complexidade do negócio. Estes sistemas facilitam a visibilidade do fluxo de processos dentro da empresa e mantém o histórico de suas ocorrências. Tais informações ajudam os usuários a identificar as ações a serem tomadas, assim como a planejar melhor os recursos necessários para seu cumprimento e a formação do preço de venda correto. 2.4 FORMAÇÃO DOS PREÇOS DE VENDA A Ciência Econômica determina que a formação de preços dos bens e serviços ocorre a partir das leis da oferta e da procura. Enquanto a oferta tentará vender algum bem, praticando o maior preço de venda, a demanda optará por adquirir o mesmo produto ao menor preço possível. Isto ocorre devido ao comportamento existente nas próprias leis da oferta e da procura, as quais regem o mercado. É sabido que a oferta apresenta comportamento crescente, uma vez que ela varia em razão diretamente proporcional aos preços. Por outro lado, a demanda apresenta se com formato decrescente, pois ela varia de maneira inversamente proporcional aos preços. Antes de se efetuar um detalhamento da formação dos preços de venda de certos bens e serviços, é interessante diferenciar preço e valor. O valor de um bem é muito subjetivo e dependerá de um grau de utilidade que este bem terá para as pessoas que o consomem. Certo produto poderá ser de grande utilidade para algumas pessoas enquanto que para outras não terá serventia alguma. Portanto, pode se admitir que o preço é a expansão quantitativa do valor de um bem ou serviço. Como se pode perceber, existe uma grande diferença entre o preço de um produto e o valor que o mesmo representa para alguns consumidores.

23 23 Há casos de empresas que praticam preços bem diferenciados para produtos semelhantes. Nas economias de mercado, denominadas de livre iniciativa, cada um dos empresários está interessado apenas no seu negócio e procuram resolver de maneira isolada os seus problemas de preço. Os empresários estarão sempre tentando sobreviver no sistema de concorrência, procurando adquirir os produtos necessários pelos menores custos e vender os seus produtos pelos maiores preços permitidos. Há casos excepcionais, denominados de concorrência imperfeita (monopólios, oligopólios), que apresentam falhas na fixação de preços. Neste caso, os preços são fixados em valores muito acima dos custos e, logicamente, contribuem para uma lucratividade exagerada das empresas monopolistas ou oligopolistas. Todavia, existem empresas que podem estar praticando preços muito elevados por outros motivos, sem que haja monopólio ou oligopólio. Cabe lembrar que os preços de venda dos produtos, quase sempre refletem a totalidade dos custos que foram gastos na sua compra. Neste caso, nota se a importância da contabilização dos custos de uma maneira que sinalizem corretamente todos os produtos envolvidos. Somente assim, a empresa poderá medir o grau de eficiência da sua venda, e não apresentar distorções significativas no preço final dos bens e serviços que comercializa. Da mesma forma que os custos foram considerados na formação do lucro bruto, as despesas também deverão fazer parte integrante dos estudos de formulação dos preços de venda, uma vez que, elas fazem parte da grande família dos gastos empresariais. Sabe-se que a formação do preço de venda de qualquer produto depende de muitos fatores, entre os quais se destaca a demanda de cada um deles. Porém, o custo da mercadoria vendida é, inegavelmente, um dos fatores de grande importância na determinação do preço final dos produtos, uma vez que é muito raro uma empresa vender um bem abaixo do seu custo. Antigamente, as empresas fixavam os preços dos seus produtos tomando como base um custo total adicionado de uma margem que lhes possibilitasse cobrir as despesas e ainda proporcionar um determinado lucro. Era um tipo de formação

24 24 de preços inflexível e totalmente intuitivo, o qual não levava em consideração um método melhor elaborado. No entanto, formar preço de venda exige do empresário conhecimento pleno dos custos, indicadores mercadológicos e indicadores empresariais, de forma que se torne uma ferramenta básica para atingir a lucratividade desejada e, consequentemente, a auto sustentação do negócio. Segundo SANTOS (1999, p.21)... a formação do preço de venda dos produtos e serviços nas empresas constitui-se numa estratégia competitiva de grande relevância para as organizações.. Será possível perceber que o processo decisório se torna mais seguro, pois são minimizados os riscos e as incertezas durante as atividades de comercialização e posicionamento no mercado. Através dos estudos realizados e de experiência em consultoria organizacional em diversas empresas de diferentes municípios e estados brasileiros, pode-se observar e constatar que as empresas, na sua maioria, não possuem ou aplicam um método para apuração dos custos que seja coerente com a sua necessidade, onde diversas organizações utilizam a metodologia de precificação embasada na concorrência ou no custo de aquisição e, algumas vezes, no preço sugerido pelo fornecedor. Contudo, os empresários conseguem conduzir suas atividades tomando decisões e provendo competitividade, em muitos casos de forma empírica, uma vez que há uma dificuldade em levantar os seus custos de uma forma organizada e cotidiana, em razão do alto preço da tecnologia (desenvolvimento de programação especifica), como também de um profissional capacitado para alimentar os dados corretamente. Nestes tempos de busca constante da vantagem competitiva através do preço de venda, as empresas não têm mais como função apenas a geração de lucros e aumento de seu patrimônio. Mas, sobretudo, um comprometimento com o ambiente em que está inserida, através das condições de trabalho, de transferência de recursos na forma de remunerações diversas, e outros envolvimentos sociais. Convém ressaltar que o sistema de custos que a empresa utiliza deverá estar continuamente em análise quanto a sua capacidade de gerar as informações sobre a estrutura interna, necessárias ao pleno conhecimento de seus pontos fracos e fortes, comparativamente àqueles observados na concorrência.

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MINAS GERAIS

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MINAS GERAIS 1 PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MINAS GERAIS Instituto de Ciências Econômicas e Gerencias Curso de Ciências Contábeis Controladoria em Agronegócios ANÁLISE COMPARATIVA DO CUSTEIO POR ABSORÇÃO E DO

Leia mais

Análise e Aplicação de Controle de Custos na Gestão por Processo: Estudo de caso em uma indústria de implementos agrícolas.

Análise e Aplicação de Controle de Custos na Gestão por Processo: Estudo de caso em uma indústria de implementos agrícolas. Análise e Aplicação de Controle de Custos na Gestão por Processo: Estudo de caso em uma indústria de implementos agrícolas. Cátia Raquel Felden Bartz (FAHOR) catia@fahor.com.br Jonas Mazardo (FAHOR) jonas_mazardo@yahoo.com.br>,

Leia mais

CUSTEIO BASEADO EM ATIVIDADES UMA VISÃO GERENCIAL E FINANCEIRA

CUSTEIO BASEADO EM ATIVIDADES UMA VISÃO GERENCIAL E FINANCEIRA CUSTEIO BASEADO EM ATIVIDADES UMA VISÃO GERENCIAL E FINANCEIRA Diego Leal Silva Santos RESUMO Nos dias atuais têm surgido vários trabalhos que versam sobre custos, tais como, artigos, livros, monografias,

Leia mais

Discente da Universidade do Oeste Paulista UNOESTE. Docente do Curso de Ciências Contábeis da UNOESTE. E mail: irene@unoeste.br

Discente da Universidade do Oeste Paulista UNOESTE. Docente do Curso de Ciências Contábeis da UNOESTE. E mail: irene@unoeste.br Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, 2012 425 FORMAÇÃO DO PREÇO DE VENDA NA MICRO E PEQUENA EMPRESA Cassia de Matos Ramos 1, Dayane Cristina da Silva 1, Nathana

Leia mais

UFPB PRG X ENCONTRO DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA

UFPB PRG X ENCONTRO DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA 7CCSADFCMT01 A UTILIZAÇÃO DA CONTABILIDADE DE CUSTOS NA FORMAÇÃO DO PREÇO DE VENDA Marília Caroline Freire Cunha (1) ; Maria Sueli Arnoud Fernandes (3). Centro de Ciências Sociais Aplicadas/Departamento

Leia mais

CONTABILIDADE DE CUSTOS. A necessidade da análise e do controle dos gastos empresariais acentua-se à medida que cresce a competição entre as empresas.

CONTABILIDADE DE CUSTOS. A necessidade da análise e do controle dos gastos empresariais acentua-se à medida que cresce a competição entre as empresas. CONTABILIDADE DE CUSTOS A necessidade da análise e do controle dos gastos empresariais acentua-se à medida que cresce a competição entre as empresas. A Contabilidade de Custos que atende essa necessidade

Leia mais

REVISTA SCIENTIFIC MAGAZINE

REVISTA SCIENTIFIC MAGAZINE APLICAÇÃO DA CONTABILIDADE DE CUSTO NO SALÃO DE BELEZA X Virginia Tavares 1 RESUMO O presente artigo tem como objetivo analisar na prática como acontece a aplicação da contabilidade de custo numa empresa

Leia mais

Utilização da Margem de Contribuição: Um enfoque gerencial

Utilização da Margem de Contribuição: Um enfoque gerencial Utilização da Margem de Contribuição: Um enfoque gerencial Manoel Salésio Mattos (UNesc) salesio@unescnet.br Joselito Mariotto (UNESC) joselito@unescnet.br Wilson Antunes Amorim (UNESC) wilson@unescnet.br

Leia mais

P ortal da Classe Contábil w w w.classecontabil.com.br. Artigo

P ortal da Classe Contábil w w w.classecontabil.com.br. Artigo P ortal da Classe Contábil w w w.classecontabil.com.br Artigo 31/10 A utilização da contabilidade de custos na formação do preço de venda INTRODUÇÃ O Atualmente a Contabilidade de Custos é vista sob dois

Leia mais

29/10/2014. Métodos de Custeio TEORIA DA DECISÃO MODELOS DE DECISÃO TEORIA DA MENSURAÇÃO MODELOS DE MENSURAÇÃO. Formas de Custeio

29/10/2014. Métodos de Custeio TEORIA DA DECISÃO MODELOS DE DECISÃO TEORIA DA MENSURAÇÃO MODELOS DE MENSURAÇÃO. Formas de Custeio Gestão de Custos TEORIA DA DECISÃO MODELOS DE DECISÃO Métodos de Custeio TEORIA DA MENSURAÇÃO MODELOS DE MENSURAÇÃO Formas de Custeio TEORIA DA INFORMAÇÃO MODELOS DE INFORMAÇÃO Sistemas de acumulação A

Leia mais

1 - Por que a empresa precisa organizar e manter sua contabilidade?

1 - Por que a empresa precisa organizar e manter sua contabilidade? Nas atividades empresariais, a área financeira assume, a cada dia, funções mais amplas de coordenação entre o operacional e as expectativas dos acionistas na busca de resultados com os menores riscos.

Leia mais

TEORIA DA FIRMA E CUSTOS INDUSTRIAIS

TEORIA DA FIRMA E CUSTOS INDUSTRIAIS TEORIA DA FIRMA E CUSTOS INDUSTRIAIS Bruno Aguilar da Cunha 1, Diego Alamino de Oliveira 2 1,2 FATEC SOROCABA - Faculdade de Tecnologia de Sorocaba José Crespo Gonzales 1 bruno.cunha2@fatec.sp.gov.br,

Leia mais

FORMAÇÃO DE PREÇO DE VENDA EM MICRO E PEQUENAS EMPRESAS: UM ESTUDO DE CASO NAS EMPRESAS DO RAMO DE INFORMÁTICA EM UMA CIDADE DO INTERIOR DO PARARÁ

FORMAÇÃO DE PREÇO DE VENDA EM MICRO E PEQUENAS EMPRESAS: UM ESTUDO DE CASO NAS EMPRESAS DO RAMO DE INFORMÁTICA EM UMA CIDADE DO INTERIOR DO PARARÁ FORMAÇÃO DE PREÇO DE VENDA EM MICRO E PEQUENAS EMPRESAS: UM ESTUDO DE CASO NAS EMPRESAS DO RAMO DE INFORMÁTICA EM UMA CIDADE DO INTERIOR DO PARARÁ Everaldo Veres Zahaikevitch - professor da UTFPR, everaldo.veres@bol.com.br

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA CONTABILIDADE GERENCIAL NA GESTÃO EMPRESARIAL

A IMPORTÂNCIA DA CONTABILIDADE GERENCIAL NA GESTÃO EMPRESARIAL A IMPORTÂNCIA DA CONTABILIDADE GERENCIAL NA GESTÃO EMPRESARIAL Aldemar Dias de Almeida Filho Discente do 4º ano do Curso de Ciências Contábeis Faculdades Integradas de Três Lagoas AEMS Élica Cristina da

Leia mais

O custeio ABC e sua utilização para estudar o preço de venda de produtos em uma empresa alimentícia e outra de bem durável na cidade de Uberlândia

O custeio ABC e sua utilização para estudar o preço de venda de produtos em uma empresa alimentícia e outra de bem durável na cidade de Uberlândia O custeio ABC e sua utilização para estudar o preço de venda de produtos em uma empresa alimentícia e outra de bem durável na cidade de Uberlândia Elaine Gomes Assis (UNIMINAS) elainega@uniminas.br Luciane

Leia mais

TÍTULO: ABORDAGEM CONCEITUAL DO SISTEMA DE CUSTEIO NA TOMADA DE DECISÃO

TÍTULO: ABORDAGEM CONCEITUAL DO SISTEMA DE CUSTEIO NA TOMADA DE DECISÃO TÍTULO: ABORDAGEM CONCEITUAL DO SISTEMA DE CUSTEIO NA TOMADA DE DECISÃO CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS SUBÁREA: ADMINISTRAÇÃO INSTITUIÇÃO: FACULDADES INTEGRADAS DE SANTA FÉ DO SUL

Leia mais

CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DO AMAPÁ CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS. Turno/Horário Noturno PROFESSOR: Salomão Soares AULAS Apostila nº.

CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DO AMAPÁ CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS. Turno/Horário Noturno PROFESSOR: Salomão Soares AULAS Apostila nº. Disciplina Contabilidade e Sistemas de Custos CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DO AMAPÁ CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS TURMA 5º CCN Turno/Horário Noturno PROFESSOR: Salomão Soares AULAS Apostila nº. 01 Introdução

Leia mais

CONTROLADORIA: UM MECANISMO DE AUXILIO A AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO E A TOMADA DE DECISÃO 1 RESUMO

CONTROLADORIA: UM MECANISMO DE AUXILIO A AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO E A TOMADA DE DECISÃO 1 RESUMO CONTROLADORIA: UM MECANISMO DE AUXILIO A AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO E A TOMADA DE DECISÃO 1 GELAIN, Anna Júlia Lorenzzon 2 ; LORENZETT, Daniel Benitti 3 ; GODOY, Taís Pentiado 4 ; LOSEKANN, Andresa Girardi

Leia mais

Engenharia de Produção Custos Industriais Fundamentação Conceitual de Custos Luizete Aparecida Fabbris

Engenharia de Produção Custos Industriais Fundamentação Conceitual de Custos Luizete Aparecida Fabbris Tema Fundamentação Conceitual de Custos Projeto Curso Disciplina Tema Professor Pós-graduação Engenharia de Produção Custos Industriais Fundamentação Conceitual de Custos Luizete Aparecida Fabbris Introdução

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA GESTÃO DE CUSTOS NA ELABORAÇÃO DO PREÇO DE VENDA

A IMPORTÂNCIA DA GESTÃO DE CUSTOS NA ELABORAÇÃO DO PREÇO DE VENDA 553 A IMPORTÂNCIA DA GESTÃO DE CUSTOS NA ELABORAÇÃO DO PREÇO DE VENDA Irene Caires da Silva 1, Tamires Fernanda Costa de Jesus, Tiago Pinheiro 1 Docente da Universidade do Oeste Paulista UNOESTE. 2 Discente

Leia mais

GESTÃO DE CUSTOS PARA EMPRESAS RURAIS RESUMO

GESTÃO DE CUSTOS PARA EMPRESAS RURAIS RESUMO GESTÃO DE CUSTOS PARA EMPRESAS RURAIS CLAYTON CARVALHO DE ARAÚJO Graduando em Ciências Contábeis - UFPA RESUMO Dentro do contexto do processo administrativo, a Gestão Financeira do negócio é uma das ferramentas

Leia mais

CONTABILIDADE E GESTÃO DE CONTROLE DE ESTOQUE NA EMPRESA

CONTABILIDADE E GESTÃO DE CONTROLE DE ESTOQUE NA EMPRESA MARCIO REIS - R.A MICHELE CRISTINE RODRIGUES DE OLIVEIRA R.A 1039074 RENATA COSTA DA SILVA SIMIÃO R.A 1039444 Ciências Contábeis CONTABILIDADE E GESTÃO DE CONTROLE DE ESTOQUE NA EMPRESA Orientador: Prof.

Leia mais

7. Viabilidade Financeira de um Negócio

7. Viabilidade Financeira de um Negócio 7. Viabilidade Financeira de um Negócio Conteúdo 1. Viabilidade de um Negócios 2. Viabilidade Financeira de um Negócio: Pesquisa Inicial 3. Plano de Viabilidade Financeira de um Negócio Bibliografia Obrigatória

Leia mais

Disciplina: Constituição de Novos Empreendimentos AULA 9

Disciplina: Constituição de Novos Empreendimentos AULA 9 Disciplina: Constituição de Novos Empreendimentos Disciplina: Constituição de Novos Empreendimentos AULA 9 AULA 9 Assunto: Plano Financeiro (V parte) Prof Ms Keilla Lopes Mestre em Administração pela UFBA

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA FORMAÇÃO DE PREÇOS RESUMO

A IMPORTÂNCIA DA FORMAÇÃO DE PREÇOS RESUMO A IMPORTÂNCIA DA FORMAÇÃO DE PREÇOS Malena Cordeiro da Silva Carvalho * RESUMO Este trabalho tem como finalidade demonstrar a importância da formação de preços e sua influencia na sobrevivência e lucratividade

Leia mais

ANÁLISE DO PONTO DE EQUILÍBRIO E INVESTIMENTO DE UMA FÁBRICA DE CASCÕES DE SORVETES

ANÁLISE DO PONTO DE EQUILÍBRIO E INVESTIMENTO DE UMA FÁBRICA DE CASCÕES DE SORVETES ANÁLISE DO PONTO DE EQUILÍBRIO E INVESTIMENTO DE UMA FÁBRICA DE CASCÕES DE SORVETES Cristina Raquel Reckziegel (FAHOR) cr000900@fahor.com.br Gezebel Marcela Bencke (FAHOR) gb000888@fahor.com.br Catia Raquel

Leia mais

O Método de Custeio por Absorção e o Método de Custeio Variável

O Método de Custeio por Absorção e o Método de Custeio Variável O Método de Custeio por Absorção e o Método de Custeio Variável por Carlos Alexandre Sá Existem três métodos de apuração dos Custos das Vendas 1 : o método de custeio por absorção, o método de custeio

Leia mais

CENTRO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA PAULA SOUZA ETEC PROF. MÁRIO ANTÔNIO VERZA CURSO TÉCNICO EM CONTABILIDADE

CENTRO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA PAULA SOUZA ETEC PROF. MÁRIO ANTÔNIO VERZA CURSO TÉCNICO EM CONTABILIDADE CENTRO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA PAULA SOUZA ETEC PROF. MÁRIO ANTÔNIO VERZA CURSO TÉCNICO EM CONTABILIDADE PLANILHAS ELETRÔNICAS NA FORMAÇÃO DO PREÇO DE VENDA PARA PEQUENAS EMPRESAS DE COMÉRCIO

Leia mais

A IMPORTANCIA DO CUSTEIO NA CADEIA DE SUPRIMENTOS COMO VANTAGEM COMPETITIVA: CASO LOGÍSTICO EM MORRINHOS/CE.

A IMPORTANCIA DO CUSTEIO NA CADEIA DE SUPRIMENTOS COMO VANTAGEM COMPETITIVA: CASO LOGÍSTICO EM MORRINHOS/CE. A IMPORTANCIA DO CUSTEIO NA CADEIA DE SUPRIMENTOS COMO VANTAGEM COMPETITIVA: CASO LOGÍSTICO EM MORRINHOS/CE. Jander Neves 1 Resumo: Este artigo foi realizado na empresa Comercial Alkinda, tendo como objetivo

Leia mais

GESTÃO DOS CUSTOS: UM ESTUDO PARA A FORMAÇÃO DO PREÇO DE VENDA COM BASE NA MARGEM DE CONTRIBUIÇÃO

GESTÃO DOS CUSTOS: UM ESTUDO PARA A FORMAÇÃO DO PREÇO DE VENDA COM BASE NA MARGEM DE CONTRIBUIÇÃO GESTÃO DOS CUSTOS: UM ESTUDO PARA A FORMAÇÃO DO PREÇO DE VENDA COM BASE NA MARGEM DE CONTRIBUIÇÃO Rodrigo Reis Favarin (UNIFRA) rodrigo.favarin@hotmail.com Juliana Andreia Rudell Boligon (UNIFRA) juli-adm@hotmail.com

Leia mais

1. INTRODUÇÃO SISTEMA INTEGRADO DE CONTABILIDADE

1. INTRODUÇÃO SISTEMA INTEGRADO DE CONTABILIDADE 1. INTRODUÇÃO A contabilidade foi aos poucos se transformando em um importante instrumento para se manter um controle sobre o patrimônio da empresa e prestar contas e informações sobre gastos e lucros

Leia mais

Entendendo custos, despesas e preço de venda

Entendendo custos, despesas e preço de venda Demonstrativo de Resultados O empresário e gestor da pequena empresa, mais do que nunca, precisa dedicar-se ao uso de técnicas e instrumentos adequados de gestão financeira, para mapear a situação do empreendimento

Leia mais

CUSTOS NA PEQUENA INDÚSTRIA

CUSTOS NA PEQUENA INDÚSTRIA 1 CUSTOS NA PEQUENA INDÚSTRIA O Sr. Roberval, proprietário de uma pequena indústria, sempre conseguiu manter sua empresa com um bom volume de vendas. O Sr. Roberval acredita que uma empresa, para ter sucesso,

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO CATÓLICA DE SANTA CATARINA Pró-Reitoria Acadêmica Setor de Pesquisa

CENTRO UNIVERSITÁRIO CATÓLICA DE SANTA CATARINA Pró-Reitoria Acadêmica Setor de Pesquisa FORMULÁRIO PARA INSCRIÇÃO DE PROJETO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA. Coordenação/Colegiado ao(s) qual(is) será vinculado: Curso (s) : Ciências Contábeis Nome do projeto: LEVANTAMENTO E APLICAÇÃO DO OS MÉTODOS

Leia mais

Administrando o Fluxo de Caixa

Administrando o Fluxo de Caixa Administrando o Fluxo de Caixa O contexto econômico do momento interfere no cotidiano das empresas, independente do seu tamanho mercadológico e, principalmente nas questões que afetam diretamente o Fluxo

Leia mais

CUSTEIO BASEADO EM ATIVIDADES: UM ESTUDO DE CASO EM FÁBRICA DE MÓVEIS PARA ESCRITÓRIO

CUSTEIO BASEADO EM ATIVIDADES: UM ESTUDO DE CASO EM FÁBRICA DE MÓVEIS PARA ESCRITÓRIO CUSTEIO BASEADO EM ATIVIDADES: UM ESTUDO DE CASO EM FÁBRICA DE MÓVEIS PARA ESCRITÓRIO Gisele Leiko de Oliveira (P) Viviane da Costa Freitag (PG Mestrado UFPR) Jaime Crozatti (UEM-UFPR) Resumo Esse trabalho

Leia mais

Prof. Paulo Arnaldo Olak olak@uel.br

Prof. Paulo Arnaldo Olak olak@uel.br 6C0N021 Contabilidade Gerencial Prof. Paulo Arnaldo Olak olak@uel.br Programa da Disciplina Introdução e delimitações Importância da formação do preço de venda na gestão do lucro. Principais elementos

Leia mais

IMPLANTAÇÃO DO SISTEMA DE CUSTOS PARA UMA AUTO MECÂNICA

IMPLANTAÇÃO DO SISTEMA DE CUSTOS PARA UMA AUTO MECÂNICA IMPLANTAÇÃO DO SISTEMA DE CUSTOS PARA UMA AUTO MECÂNICA Cristiane Gandolfi Piveta 1 Fernanda Mosseline Josende Coan 2 RESUMO Este artigo tem por objetivo apresentar os resultados da implantação de sistema

Leia mais

Análise de Custos 2014

Análise de Custos 2014 Análise de Custos 2014 Marcelo Stefaniak Aveline Análise de Custos 2014 APRESENTAÇÃO DA DISCIPLINA Apresentação da Disciplina EMENTA Esta disciplina trata da definição de custos, da análise de custos e

Leia mais

Plataforma da Informação. Finanças

Plataforma da Informação. Finanças Plataforma da Informação Finanças O que é gestão financeira? A área financeira trata dos assuntos relacionados à administração das finanças das organizações. As finanças correspondem ao conjunto de recursos

Leia mais

Curso de Engenharia de Produção. Noções de Engenharia de Produção

Curso de Engenharia de Produção. Noções de Engenharia de Produção Curso de Engenharia de Produção Noções de Engenharia de Produção - Era mercantilista: Receita (-) Custo das mercadorias vendidas (comprada de artesãos) = Lucro Bruto (-) Despesas = Lucro Líquido - Empresas

Leia mais

PROVA ESCRITA PROCESSO SELETIVO 2016 Nº DE INSCRIÇÃO: LEIA COM ATENÇÃO E SIGA RIGOROSAMENTE ESTAS INSTRUÇÕES

PROVA ESCRITA PROCESSO SELETIVO 2016 Nº DE INSCRIÇÃO: LEIA COM ATENÇÃO E SIGA RIGOROSAMENTE ESTAS INSTRUÇÕES UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO CENTRO DE CIÊNCIAS SOCIAIS FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO E FINANÇAS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS CONTÁBEIS MESTRADO EM CIÊNCIAS CONTÁBEIS PROVA ESCRITA PROCESSO

Leia mais

UNIVERSIDADE SÃO JUDAS TADEU PRIAD ADMINISTRAÇÃO DE CUSTOS. Nome: RA: Turma: Assinatura:

UNIVERSIDADE SÃO JUDAS TADEU PRIAD ADMINISTRAÇÃO DE CUSTOS. Nome: RA: Turma: Assinatura: UNIVERSIDADE SÃO JUDAS TADEU PRIAD ADMINISTRAÇÃO DE CUSTOS Nome: RA: Turma: Assinatura: EXERCÍCIO 1 Classifique os itens abaixo em: Custos, Despesas ou Investimentos a) Compra de Matéria Prima b) Mão de

Leia mais

Revista Contemporânea de Contabilidade ISSN: 1807-1821 sensslin@gmail.com Universidade Federal de Santa Catarina Brasil

Revista Contemporânea de Contabilidade ISSN: 1807-1821 sensslin@gmail.com Universidade Federal de Santa Catarina Brasil ISSN: 1807-1821 sensslin@gmail.com Universidade Federal de Santa Catarina Brasil Queiroz, Antônio Diomário de; Costa, Renato; Gomes Silva, Sônia Maria da O ABC em uma empresa de desenvolvimento de Software:

Leia mais

FORMAÇÃO DO PREÇO DE VENDA MARK UP

FORMAÇÃO DO PREÇO DE VENDA MARK UP FORMAÇÃO DO PREÇO DE VENDA MARK UP KATTH KALRY NASCIMENTO DE SOUZA 1 katthsouza@gmail.com PROF. HEBER LAVOR MOREIRA 2 heber@peritocontador.com.br 1. INTRODUÇÃO A revolução dos serviços na economia mundial,

Leia mais

A CONTABILIDADE COMO FERRAMENTA GERENCIAL NA GESTÃO DE MICRO E PEQUENAS EMPRESAS

A CONTABILIDADE COMO FERRAMENTA GERENCIAL NA GESTÃO DE MICRO E PEQUENAS EMPRESAS A CONTABILIDADE COMO FERRAMENTA GERENCIAL NA GESTÃO DE MICRO E PEQUENAS EMPRESAS José Claudio de Santana Junior RESUMO Durante muito tempo, a contabilidade foi vista apenas como um sistema de informações

Leia mais

Gerenciamento de estoque de materiais de manutenção em uma indústria de reciclagem de chumbo em Cascavel-PR.

Gerenciamento de estoque de materiais de manutenção em uma indústria de reciclagem de chumbo em Cascavel-PR. Gerenciamento de estoque de materiais de manutenção em uma indústria de reciclagem de chumbo em Cascavel-PR. Barbara Monfroi (Unioeste) bmonfroi@gmail.com Késsia Cruz (Unioeste) kessia.cruz@hotmail.com

Leia mais

Bases para o conhecimento de custos

Bases para o conhecimento de custos capítulo 1 Bases para o conhecimento de custos OBJETIVO O objetivo deste capítulo é apresentar os principais conceitos relacionados a custos, possibilitando ao leitor: identificar os métodos de custeio

Leia mais

DEFINIÇÃO DE UMA ESTRATÉGIA DE PREÇO DE FRETE DE CARGA FRACIONADA PARA UMA TRANSPORTADORA DA REGIÃO METROPOLITANA DO MUNICÍPIO DE BELÉM.

DEFINIÇÃO DE UMA ESTRATÉGIA DE PREÇO DE FRETE DE CARGA FRACIONADA PARA UMA TRANSPORTADORA DA REGIÃO METROPOLITANA DO MUNICÍPIO DE BELÉM. DEFINIÇÃO DE UMA ESTRATÉGIA DE PREÇO DE FRETE DE CARGA FRACIONADA PARA UMA TRANSPORTADORA DA REGIÃO METROPOLITANA DO MUNICÍPIO DE BELÉM. Leonardo Silva Figueredo (UNAMA) leonardosfigueredo@hotmail.com

Leia mais

UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU PROJETO A VEZ DO MESTRE

UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU PROJETO A VEZ DO MESTRE UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU PROJETO A VEZ DO MESTRE QUAL CRITÉRIO DE CUSTO UTILIZAR NA FORMAÇÃO DO PREÇO DE VENDA? Por: Maikon Bruno Cordeiro da Silva Rodrigues Orientador Prof.

Leia mais

CONTABILIDADE GERENCIAL: SUA APLICAÇÃO E UTILIDADE NA PEQUENA EMPRESA

CONTABILIDADE GERENCIAL: SUA APLICAÇÃO E UTILIDADE NA PEQUENA EMPRESA CONTABILIDADE GERENCIAL: SUA APLICAÇÃO E UTILIDADE NA PEQUENA EMPRESA Marco Antonio Henrique 1, Marlene Ferreira Santiago 2, Monica Franchi Carniello 3, Fábio Ricci 4 1,2,3,4 Universidade de Taubaté/ Pró-reitoria

Leia mais

Sistemas de Informação e o Processo de Gerência

Sistemas de Informação e o Processo de Gerência Sistemas de Informação e o Processo de Gerência É necessário que seja feita uma visão integrada do processo de administrar, para que se possa localizar adequadamente o sistema de informação neste mesmo

Leia mais

O EFEITO DE DIFERENTES CRITÉRIOS DE DEPRECIAÇÃO DE ATIVOS OPERACIONAIS NA ANÁLISE DO FLUXO DE CAIXA GERADO POR UM PROJETO

O EFEITO DE DIFERENTES CRITÉRIOS DE DEPRECIAÇÃO DE ATIVOS OPERACIONAIS NA ANÁLISE DO FLUXO DE CAIXA GERADO POR UM PROJETO O EFEITO DE DIFERENTES CRITÉRIOS DE DEPRECIAÇÃO DE ATIVOS OPERACIONAIS NA ANÁLISE DO FLUXO DE CAIXA GERADO POR UM PROJETO Ricardo Zerinto Martins 1, Paulo César Ribeiro Quintairos 2 1 Mestrando em Gestão

Leia mais

CONCEITOS BÁSICOS DE ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA

CONCEITOS BÁSICOS DE ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA January, 99 1 CONCEITOS BÁSICOS DE ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA Paulo César Leite de Carvalho 1. INTRODUÇÃO A administração financeira está estritamente ligada à Economia e Contabilidade, e pode ser vista

Leia mais

ANÁLISE DO MÉTODO DE CUSTEIO ABC E FORMAÇÃO DE PREÇOS POR MARK-UP: UM ESTUDO DE CASO NUMA EMPRESA DE VAREJO DE MADEIRAS

ANÁLISE DO MÉTODO DE CUSTEIO ABC E FORMAÇÃO DE PREÇOS POR MARK-UP: UM ESTUDO DE CASO NUMA EMPRESA DE VAREJO DE MADEIRAS ANÁLISE DO MÉTODO DE CUSTEIO ABC E FORMAÇÃO DE PREÇOS POR MARK-UP: UM ESTUDO DE CASO NUMA EMPRESA DE VAREJO DE MADEIRAS Margarete Fatima Mezzomo Monteiro (FMGR) magamezzomo@hotmail.com Natalia Tomaz da

Leia mais

FORMAÇÃO DE PREÇO 3ª aula

FORMAÇÃO DE PREÇO 3ª aula FORMAÇÃO DE PREÇO 3ª aula Formação de Preços Fatores Determinantes: Influência do macroambiente Análise da concorrência Comportamento de compra do consumidor Ciclo de vida do produto Segmentação do mercado

Leia mais

Q u al i f i c a ç ã o f o r m al d o s r e s p o n s á v e i s P ó s g r a d u a d o s

Q u al i f i c a ç ã o f o r m al d o s r e s p o n s á v e i s P ó s g r a d u a d o s Justificativa do trabalho As Empresas, com fim lucrativo ou não, enfrentam dificuldades para determinar o preço de seus produtos ou serviços, visto que o preço sofre grande influência do mercado, levando

Leia mais

A RELAÇÃO DE CUSTO/VOLUME/LUCRO: UM ESTUDO EM UMA INDÚSTRIA METALÚRGICA DO MUNICÍPIO DE SINOP - MT

A RELAÇÃO DE CUSTO/VOLUME/LUCRO: UM ESTUDO EM UMA INDÚSTRIA METALÚRGICA DO MUNICÍPIO DE SINOP - MT XXX ENCONTRO NACIONAL DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO Maturidade e desafios da Engenharia de Produção: competitividade das empresas, condições de trabalho, meio ambiente. São Carlos, SP, Brasil, 12 a15 de outubro

Leia mais

FORMAÇÃO DE PREÇO DE SERVIÇO

FORMAÇÃO DE PREÇO DE SERVIÇO CONTEÚDO DO CURSO DE FORMAÇÃO DE PREÇO DE SERVIÇO PROMOVIDO PELA www.administrabrasil.com.br - CONCEITO DE PREÇO NOS SERVIÇOS - FATORES DETERMINANTES DOS PREÇOS - ESTRATÉGIAS E ASPECTOS IMPORTANTES PARA

Leia mais

P á g i n a 3 INTRODUÇÃO

P á g i n a 3 INTRODUÇÃO P á g i n a 3 INTRODUÇÃO A Administração de Materiais compreende as decisões e o controle sobre o planejamento, programação, compra, armazenamento e distribuição dos materiais indispensáveis à produção

Leia mais

Processo de Negociação. Quem somos. Nossos Serviços. Clientes e Parceiros

Processo de Negociação. Quem somos. Nossos Serviços. Clientes e Parceiros Quem somos Nossos Serviços Processo de Negociação Clientes e Parceiros O NOSSO NEGÓCIO É AJUDAR EMPRESAS A RESOLVEREM PROBLEMAS DE GESTÃO Consultoria empresarial a menor custo Aumento da qualidade e da

Leia mais

Gestão de Custos - Ferramenta Otimizadora de Resultados

Gestão de Custos - Ferramenta Otimizadora de Resultados Gestão de Custos - Ferramenta Otimizadora de Resultados RAFAEL SILVA DE ANDRADE Graduando do Curso de Ciências Contábeis da UFPA. Héber Lavor Moreira Professor Orientador heber@peritocontador.com.br Trabalho

Leia mais

Análise de custo para a formação do preço em uma plantação de hortaliças

Análise de custo para a formação do preço em uma plantação de hortaliças Análise de custo para a formação do preço em uma plantação de hortaliças Renata Cristina da Silva renatinhasil_17@hotmail.com FAQ Luiz Antônio Fernandes helpmaryhelp@ig.com.br FAQ Telma Aline Torricelli

Leia mais

Princípios de Finanças

Princípios de Finanças Princípios de Finanças Apostila 03 O objetivo da Empresa e as Finanças Professora: Djessica Karoline Matte 1 SUMÁRIO O objetivo da Empresa e as Finanças... 3 1. A relação dos objetivos da Empresa e as

Leia mais

MÓDULO IX - CUSTOS. A gestão de custos como ferramenta de apoio a tomada de decisão

MÓDULO IX - CUSTOS. A gestão de custos como ferramenta de apoio a tomada de decisão MÓDULO IX - CUSTOS A gestão de custos como ferramenta de apoio a tomada de decisão 1 Conteúdo Objetivo do custeio Conceito de valor Gestão de Custos versus Gestão Estratégica Componentes básicos de custos

Leia mais

O Uso do Sistema de Informação Contábil como Ferramenta para a Tomada de Decisão nas Empresas da Região de Contagem - Minas Gerais.

O Uso do Sistema de Informação Contábil como Ferramenta para a Tomada de Decisão nas Empresas da Região de Contagem - Minas Gerais. O Uso do Sistema de Informação Contábil como Ferramenta para a Tomada de Decisão nas Empresas da Região de Contagem - Minas Gerais. Elaine Raquel Fernandes carlosadm@bol.com.br SENAC Flávia Cristina Pereira

Leia mais

SISTEMAS DE NEGÓCIOS B) INFORMAÇÃO GERENCIAL

SISTEMAS DE NEGÓCIOS B) INFORMAÇÃO GERENCIAL 1 SISTEMAS DE NEGÓCIOS B) INFORMAÇÃO GERENCIAL 1. SISTEMAS DE INFORMAÇÃO GERENCIAL (SIG) Conjunto integrado de pessoas, procedimentos, banco de dados e dispositivos que suprem os gerentes e os tomadores

Leia mais

1.INTRODUÇÃO 2.FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA. 2.1 Serviços de Outsourcing

1.INTRODUÇÃO 2.FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA. 2.1 Serviços de Outsourcing 1.INTRODUÇÃO As grandes empresas corporativas tem dentro de seu contexto de gestão na área de TI-Tecnologia de Informação um excessivo consumo do papel juntamente com a necessidade de impressão e manutenção

Leia mais

GESTÃO DE CUSTOS PARA REDUÇÃO DA INEFICIÊNCIA OPERACIONAL

GESTÃO DE CUSTOS PARA REDUÇÃO DA INEFICIÊNCIA OPERACIONAL GESTÃO DE CUSTOS PARA REDUÇÃO DA INEFICIÊNCIA OPERACIONAL GESTÃO DE CUSTOS PARA REDUÇÃO DA INEFICIÊNCIA OPERACIONAL Não tenho que ser perfeito, mas errar menos que os meus concorrentes. Márcio Rodrigues

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2014. Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente 2014. Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2014 Ensino Técnico ETEC Professor Massuyuki Kawano Código: 136 Município: Tupã Eixo Tecnológico: Gestão e Negócios Habilitação Profissional: Técnico em Administração Qualificação:

Leia mais

Ficha Técnica 2015 Mania de Empreender Informações e Contatos

Ficha Técnica 2015 Mania de Empreender Informações e Contatos FORMAR SEU PREÇO Ficha Técnica 2015 Mania de Empreender TODOS OS DIREITOS RESERVADOS Não é permitida a reprodução total ou parcial de qualquer forma ou por qualquer meio. Informações e Contatos Mania de

Leia mais

Marília Gottardi 1 Rodrigo Altério Pagliari 2 Rosemary Gelatti 3 FEMA 4

Marília Gottardi 1 Rodrigo Altério Pagliari 2 Rosemary Gelatti 3 FEMA 4 CUSTEIO VARIÁVEL COMO SUPORTE À TOMADA DE DECISÃO EMPRESARIAL Marília Gottardi 1 Rodrigo Altério Pagliari 2 Rosemary Gelatti 3 FEMA 4 RESUMO: Inicialmente a contabilidade tinha o objetivo de controlar

Leia mais

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 16(R1) Estoques

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 16(R1) Estoques COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 16(R1) Estoques Correlação às Normas Internacionais de Contabilidade IAS 2 (IASB) Índice Item OBJETIVO 1 ALCANCE 2 5 DEFINIÇÕES 6 8 MENSURAÇÃO

Leia mais

Gestão de custos um fator de sobrevivência para as empresas

Gestão de custos um fator de sobrevivência para as empresas Gestão de custos um fator de sobrevivência para as empresas Paula Michelle Purcidonio (UTFPR) ppurcidonio@ig.com.br Kazuo Hatakeyama (UTFPR) hatakeyama@pg.cefetpr.br Resumo Com a atual competitividade

Leia mais

BANCO DE QUESTÕES - CONTABILIDADE DE CUSTOS PARTE I (25 QUESTÕES) PESQUISA: EXAME DE SUFICIÊNCIA ENADE -

BANCO DE QUESTÕES - CONTABILIDADE DE CUSTOS PARTE I (25 QUESTÕES) PESQUISA: EXAME DE SUFICIÊNCIA ENADE - BANCO DE QUESTÕES - CONTABILIDADE DE CUSTOS PARTE I (25 QUESTÕES) PESQUISA: EXAME DE SUFICIÊNCIA ENADE - 1. Uma empresa produziu, no mesmo período, 100 unidades de um produto A, 200 unidades de um produto

Leia mais

Um Modelo de Sistema de Informação Contábil para Mensuração do Desempenho Econômico das Atividades Empresariais

Um Modelo de Sistema de Informação Contábil para Mensuração do Desempenho Econômico das Atividades Empresariais 1 UM MODELO DE SISTEMA DE INFORMAÇÃO CONTÁBIL PARA MENSURAÇÃO DO DESEMPENHO ECONOMICO DAS ATIVIDADES EMPRESARIAIS Autor: Reinaldo Guerreiro Professor Assistente Doutor do Departamento de Contabilidade

Leia mais

QUANTO CUSTA MANTER UM ESTOQUE

QUANTO CUSTA MANTER UM ESTOQUE QUANTO CUSTA MANTER UM ESTOQUE! Qual o valor de um estoque?! Quanto de material vale a pena manter em estoque?! Como computar o valor da obsolescência no valor do estoque?! Qual o custo de um pedido?!

Leia mais

A acumulação de custos em uma empresa de costura de calçados de segurança com base no planejamento, programação e controle de produção.

A acumulação de custos em uma empresa de costura de calçados de segurança com base no planejamento, programação e controle de produção. A acumulação de custos em uma empresa de costura de calçados de segurança com base no planejamento, programação e controle de produção. Everton Alain de Melo (orientador) Maurílio Cesar de Moura INTRODUÇÃO

Leia mais

A RELEVÂNCIA DA CONTABILIDADE DE CUSTOS PARA A GESTÃO DE UMA EMPRESA PRESTADORA DE SERVIÇOS DE MÃO DE OBRA NA CONSTRUÇÃO CIVIL RESUMO

A RELEVÂNCIA DA CONTABILIDADE DE CUSTOS PARA A GESTÃO DE UMA EMPRESA PRESTADORA DE SERVIÇOS DE MÃO DE OBRA NA CONSTRUÇÃO CIVIL RESUMO A RELEVÂNCIA DA CONTABILIDADE DE CUSTOS PARA A GESTÃO DE UMA EMPRESA PRESTADORA DE SERVIÇOS DE MÃO DE OBRA NA CONSTRUÇÃO CIVIL Ana Cristina Alves da Silva Rezende 1 Regys Rodrigues da Mota 2 RESUMO A Contabilidade

Leia mais

O que é Finanças? 22/02/2009 INTRODUÇÃO ÀS FINANÇAS CORPORATIVAS

O que é Finanças? 22/02/2009 INTRODUÇÃO ÀS FINANÇAS CORPORATIVAS Prof. Paulo Cesar C. Rodrigues E mail: prdr30@terra.com.br INTRODUÇÃO ÀS FINANÇAS CORPORATIVAS O que é administração financeira? Qual sua importância para as corporações? Como são tomadas as decisões financeiras?

Leia mais

Profa. Ma. Divane A. Silva. Unidade II ANÁLISE DE CUSTOS

Profa. Ma. Divane A. Silva. Unidade II ANÁLISE DE CUSTOS Profa. Ma. Divane A. Silva Unidade II ANÁLISE DE CUSTOS A disciplina está dividida em 02 unidades. Unidade I 1. Custos para Controle 2. Departamentalização 3. Custo Padrão Unidade II 4. Custeio Baseado

Leia mais

XV CONVENÇÃO DE CONTABILIDADE DO RIO GRANDE DO SUL 26 a 28 de agosto de 2015 Bento Gonçalves-RS

XV CONVENÇÃO DE CONTABILIDADE DO RIO GRANDE DO SUL 26 a 28 de agosto de 2015 Bento Gonçalves-RS XV CONVENÇÃO DE CONTABILIDADE DO RIO GRANDE DO SUL 26 a 28 de agosto de 2015 Bento Gonçalves-RS ÁREA 1 CONTABILIDADE HARMONIZADA ÀS NORMAS INTERNACIONAIS ANÁLISE DA ADEQUAÇÃO DA METODOLOGIA DE CUSTOS ADOTADA

Leia mais

ANÁLISE DE CUSTOS E SUA IMPLICAÇÃO NA FORMAÇÃO DE PREÇOS RESUMO

ANÁLISE DE CUSTOS E SUA IMPLICAÇÃO NA FORMAÇÃO DE PREÇOS RESUMO ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA EMPRESARIAL 1 ANÁLISE DE CUSTOS E SUA IMPLICAÇÃO NA FORMAÇÃO DE PREÇOS PAULO MÜLLER GAIA DOS REIS pmuller@oi.com.br HÉBER LAVOR MOREIRA heber@peritocontador.com.br

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2013. Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente 2013. Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2013 Ensino Técnico Etec Professor Massuyuki Kawano Código: 136 Município: Tupã Eixo Tecnológico: Gestão e Negócios Habilitação Profissional: Técnico em Administração Qualificação:

Leia mais

Finanças. Contas a Pagar e a Receber

Finanças. Contas a Pagar e a Receber 2 Dicas de Finanças Finanças Você pode achar que falar de finanças é coisa para grandes empresas. Talvez este assunto nem tenha sido tratado com a devida importância mesmo em sua informalidade. Contudo,

Leia mais

MODELAGEM DE UM JOGO DE EMPRESAS PARA O ENSINO DE CUSTOS NA GRADUAÇÃO

MODELAGEM DE UM JOGO DE EMPRESAS PARA O ENSINO DE CUSTOS NA GRADUAÇÃO ! "#$ " %'&)(*&)+,.- /10.2*&4365879&4/1:.+58;.2*=?5.@A2*3B;.- C)D 5.,.5FE)5.G.+ &4- (IHJ&?,.+ /?=)5.KA:.+5MLN&OHJ5F&4E)2*EOHJ&)(IHJ/)G.- D - ;./);.& MODELAGEM DE UM JOGO DE EMPRESAS PARA O ENSINO DE

Leia mais

Implementação rápida do modelo Balanced Scorecard (BSC) nas empresas de seguros

Implementação rápida do modelo Balanced Scorecard (BSC) nas empresas de seguros Implementação rápida do modelo Balanced Scorecard (BSC) nas empresas de seguros Uma evolução nos sistemas de controle gerencial e de planejamento estratégico Francisco Galiza Roteiro Básico 1 SUMÁRIO:

Leia mais

FRANCISCO JOSÉ DE CARVALHO SILVA AYESCA DE CASTRO SILVA OLIVEIRA

FRANCISCO JOSÉ DE CARVALHO SILVA AYESCA DE CASTRO SILVA OLIVEIRA FRANCISCO JOSÉ DE CARVALHO SILVA AYESCA DE CASTRO SILVA OLIVEIRA IMPLANTAÇÃO DO SISTEMA DE CUSTEIO VARIÁVEL: INFLUÊNCIA PARA A FORMAÇÃO DO PREÇO DE VENDA DO PRODUTO Projeto de pesquisa apresentado ao curso

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO OESTE DO PARANÁ CURSO DE ADMINISTRAÇÃO Campus de Francisco Beltrão Estágio Supervisionado em Administração

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO OESTE DO PARANÁ CURSO DE ADMINISTRAÇÃO Campus de Francisco Beltrão Estágio Supervisionado em Administração UNIVERSIDADE ESTADUAL DO OESTE DO PARANÁ CURSO DE ADMINISTRAÇÃO Campus de Francisco Beltrão Estágio Supervisionado em Administração Formulário de Roteiro do Diagnóstico Organizacional Seqüência das partes

Leia mais

Normalmente, o custo-padrão é dividido em dois tipos: padrão ideal e padrão corrente.

Normalmente, o custo-padrão é dividido em dois tipos: padrão ideal e padrão corrente. CEAP CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DO AMAPÁ Professor: Salomão Soares Turma: Contabilidade Gerencial CUSTO PADRÃO O que significa ter um padrão de custos ou um custo-padrão? Como a empresa pode se beneficiar

Leia mais

expert PDF Trial Estoques (Métodos de Avaliação do Estoque pelas Normas Contábeis e Fiscais)

expert PDF Trial Estoques (Métodos de Avaliação do Estoque pelas Normas Contábeis e Fiscais) Conselho Regional de Contabilidade do Estado de São Paulo Tel. (11) 3824-5400 - ramal 1529 (núcleo de relacionamento) Email: desenvolvimento@crcsp.org.br web: www.crcsp.org.br Rua Rosa e Silva, 60 Higienópolis

Leia mais

ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS: ESTUDO DE CASO DA EMPRESA MA PROMOTORA DE EVENTOS LTDA. Luciana da Silva Moraes 1. Moisés Araújo Guarda 2

ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS: ESTUDO DE CASO DA EMPRESA MA PROMOTORA DE EVENTOS LTDA. Luciana da Silva Moraes 1. Moisés Araújo Guarda 2 1 ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS: ESTUDO DE CASO DA EMPRESA MA PROMOTORA DE EVENTOS LTDA. Luciana da Silva Moraes 1 Moisés Araújo Guarda 2 Sara Alexssandra Gusmão França 3 RESUMO Este artigo versa

Leia mais

UMA ABORDAGEM DE CUSTOS NA FORMAÇÃO DE ESTOQUES

UMA ABORDAGEM DE CUSTOS NA FORMAÇÃO DE ESTOQUES UMA ABORDAGEM DE CUSTOS NA FORMAÇÃO DE ESTOQUES Fernando Santos Carlomagno (G-UEM) Resumo Este trabalho trabalhar o tema uma abordagem custos na formação de estoques, nele através de pesquisa iremos relatar

Leia mais

CURSOS DE GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO E CIÊNCIAS CONTÁBEIS

CURSOS DE GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO E CIÊNCIAS CONTÁBEIS FAPAN 1 Faculdade de Agronegócio de Paraíso do Norte CURSOS DE GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO E CIÊNCIAS CONTÁBEIS DISCIPLINA DE CONTABILIDADE DE CUSTOS 3º SEMESTRE Prof. Célia Martelli Paraíso do Norte 2010

Leia mais

Universidade. Estácio de Sá. Gestão e Negócios

Universidade. Estácio de Sá. Gestão e Negócios Universidade Estácio de Sá Gestão e Negócios A Estácio Hoje reconhecida como a maior instituição particular de ensino superior do país, a Universidade Estácio de Sá iniciou suas atividades em 1970, como

Leia mais

O CONTROLE DE ESTOQUE COMO FERRAMENTA COMPETITIVA NAS ORGANIZAÇÕES

O CONTROLE DE ESTOQUE COMO FERRAMENTA COMPETITIVA NAS ORGANIZAÇÕES 1 O CONTROLE DE ESTOQUE COMO FERRAMENTA COMPETITIVA NAS ORGANIZAÇÕES Cesar Paulo Lomba (Discente do 4º período de Tecnologia de Gestão Financeira das Faculdades Integradas de Três Lagoas AEMS) Maria Luzia

Leia mais

USO DA CONTABILIDADE DE GESTÃO NAS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS DE DOURADOS-MS

USO DA CONTABILIDADE DE GESTÃO NAS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS DE DOURADOS-MS VIII CIAEC 046 USO DA CONTABILIDADE DE GESTÃO NAS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS DE DOURADOS-MS Luciana Crispim de Souza Universidade Federal da Grande Dourados (Brasil) Antonio Carlos Vaz Lopes Universidade

Leia mais

PLANO DE ENSINO PRÉ-REQUISITOS: CON III

PLANO DE ENSINO PRÉ-REQUISITOS: CON III UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA UDESC CENTRO DE EDUCAÇÃO SUPERIOR DO ALTO VALE DO ITAJAÍ CEAVI DIREÇÃO DE ENSINO DEN DEPARTAMENTO: CIÊNCIAS CONTÁBEIS PLANO DE ENSINO DISCIPLINA: CONTABILIDADE

Leia mais

O MÉTODO DE CUSTEIO BASEADO EM ATIVIDADES (ABC) E O SETOR ELÉTRICO: UMA APLICAÇÃO NA CELESC. Mônica Accioly da Costa CELESC

O MÉTODO DE CUSTEIO BASEADO EM ATIVIDADES (ABC) E O SETOR ELÉTRICO: UMA APLICAÇÃO NA CELESC. Mônica Accioly da Costa CELESC GAE/ 21 17 à 22 de outubro de 1999 Foz do Iguaçu Paraná - Brasil GRUPO VI GRUPO DE ESTUDO DE ASPECTOS EMPRESARIAIS (GAE) O MÉTODO DE CUSTEIO BASEADO EM ATIVIDADES (ABC) E O SETOR ELÉTRICO: UMA APLICAÇÃO

Leia mais

FORMAÇÃO DE CUSTOS NA CONSTRUÇÃO CIVIL

FORMAÇÃO DE CUSTOS NA CONSTRUÇÃO CIVIL IETEC INSTITUTO DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA PÓS-GRADUAÇÃO APERFEIÇOAMENTO ENGENHARIA DE CUSTOS E ORÇAMENTOS TURMA 01 FORMAÇÃO DE CUSTOS NA CONSTRUÇÃO CIVIL Ana Milagres do Nascimento Engenheira civil orçamentista

Leia mais