CENTRO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA PAULA SOUZA ETEC PROF. MÁRIO ANTÔNIO VERZA CURSO TÉCNICO EM CONTABILIDADE

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1 CENTRO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA PAULA SOUZA ETEC PROF. MÁRIO ANTÔNIO VERZA CURSO TÉCNICO EM CONTABILIDADE UM ESTUDO A CERCA DA FORMAÇÃO DE PREÇOS NA VENDA DE PRODUTOS E PRESTAÇÕES DE SERVIÇOS DE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS E ELETRONICAS ANTONIO JOSÉ DE MOURA CESAR FÁTIMA DE CÁSSIA CORREA DE OLIVEIRA JUCÉIA FERREIRA DA SILVA PATRICIA CRISTINA ZULIM CANTARELA RENAN AUGUSTO VERZA DE LÉO SIONE FÁTIMA PRIETO SUZANA RIBEIRO GIAVARA PALMITAL 2013

2 ANTONIO JOSÉ DE MOURA CESAR FÁTIMA DE CÁSSIA CORREA DE OLIVEIRA JUCÉIA FERREIRA DA SILVA PATRICIA CRISTINA ZULIM CANTARELA RENAN AUGUSTO VERZA DE LÉO SIONE FÁTIMA PRIETO SUZANA RIBEIRO GIAVARA UM ESTUDO A CERCA DA FORMAÇÃO DE PREÇOS NA VENDA DE PRODUTOS E PRESTAÇÕES DE SERVIÇOS DE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS E ELETRONICAS Trabalho de conclusão de curso apresentado à ETEC prof. Mário Antônio Verza, como parte dos requisitos necessários para a obtenção do título de Técnico em Contabilidade. Orientador: Prof. Cleison Faria Coutinho PALMITAL 2013

3 CENTRO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA PAULA SOUZA ETEC PROF. MÁRIO ANTÔNIO VERZA ANTONIO JOSÉ DE MOURA CESAR FÁTIMA DE CÁSSIA CORREA DE OLIVEIRA JUCÉIA FERREIRA DA SILVA PATRICIA CRISTINA ZULIM CANTARELA RENAN AUGUSTO VERZA DE LÉO SIONE FÁTIMA PRIETO SUZANA RIBEIRO GIAVARA UM ESTUDO A CERCA DA FORMAÇÃO DE PREÇOS NA VENDA DE PRODUTOS E PRESTAÇÕES DE SERVIÇOS DE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS E ELETRONICAS APROVADO EM / / BANCA EXAMINADORA: CLEISON FARIA COUTINHO ORIENTADOR JOSÉ MARCELINO CALEGARI EXAMINADOR

4 DEDICATÓRIA Dedicamos este trabalho à Deus pelo esplendor da vida, presente em todas as atividades; Aos amigos pelo incentivo; Às nossas famílias, filhos, esposas e maridos pelo apoio, compreensão, carinho e paciência durante todo este curso, principalmente nos momentos de dificuldades.

5 AGRADECIMENTOS Agradecemos às manifestações de carinho e apreço, recebidas de todos os docentes da ETEC Prof. Mário Antonio Verza, os quais foram nossa maior fonte de luz inspiradora e de apoio para o sucesso deste trabalho. Nosso muito obrigado também ao nosso orientador, o Professor Cleison Faria Coutinho, pelo auxílio seguro e oportuno durante todo o processo de orientação deste trabalho, pois aliado à sua experiência profissional e intelectual, todas as dicas e instruções foram imprescindíveis para o desenvolvimento e conclusão deste trabalho. Também agradecemos aos nossos familiares por nos terem apoiado e entendido a nossa ausência, não só durante as aulas, mas especialmente durante o processo de desenvolvimento deste trabalho. Enfim, à todos, o nosso grande muito obrigado!

6 EPÍGRAFE Por mais longa que seja a caminhada o mais importante é dar o primeiro passo. (Vinicius de Moraes) A qualidade mais valiosa para o aprendizado é uma atitude positiva. (Bobbi DePorter) O trabalho nos poupa três males: tédio, vício e necessidade. (Voltarie)

7 RESUMO Como se pode verificar este trabalho teve por objetivo identificar as principais características dos sistemas de custos propostos para os comerciantes e para as empresas prestadoras de serviços. A tipologia desta pesquisa quanto aos objetivos classifica-se como descritiva porque identifica, registra, analisa, classifica e interpreta os dados. Quanto à abordagem do problema, trata-se de uma pesquisa qualitativa. Como procedimento metodológico, foi adotada a pesquisa bibliográfica, consistindo de revisão da literatura existente em livros, artigos científicos impressos e disponíveis na Internet. Constatou-se que sistemas de custeio Atividades (ABC) é o mais indicado às organizações de serviços, pois nestas organizações há a predominância dos custos indiretos e este é o método que atribui de forma mais precisa estes custos às atividades. O custeio por absorção não é indicado para as prestadoras de serviços, pois sua principal função é avaliar estoques, algo inexistente nestas organizações; para tomada de decisão este método não é indicado em decorrência de atribuir de forma subjetiva e arbitrária aos custos indiretos. O custeio direto, bem como o custeio variável é útil para fins gerenciais e foram indicados por alguns dos estudos. No entanto, prevalece o Custeio Baseado em Atividades. Palavras-chave: Prestação de serviços, custos indiretos, métodos de custeio.

8 LISTA DE TABELAS TABELA 1 Exemplos de direcionadores de custo TABELA 2 - Cálculo da mão de obra utilizada TABELA 3 Instalação de Automatizador para Portão Basculante. 27 TABELA 4 Instalação de Cerca Elétrica. 28 TABELA 5 Instalação de Ventilador de Teto TABELA 6 Instalação de Sistema Completo de Antena Parabólica. 30 TABELA 7 - Instalação de Interfone TABELA 8 Despesas TABELA 9 - Formação do preço de venda baseado na tabela TABELA 10 - Formação do preço de venda baseado na tabela TABELA 11 - Formação do preço de venda baseado na tabela TABELA 12 - Formação do preço de venda baseado na tabela TABELA 13 - Formação do preço de venda baseado na tabela

9 LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS ABNT Associação Brasileira de Normas Técnicas CFC Conselho Federal de Contabilidade CRC Conselho Regional de Contabilidade ABC Custeio Baseado em Atividades TI Tecnologia da Informação SIG - Sistemas de Informações Gerenciais MOD Mão de obra direta

10 SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO Objetivo Objetivos específicos PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS REFERENCIAL TEORICO Custos: Definição e Utilização MÉTODOS DE CUSTEIO Custo direto Custo indireto Custo fixo Custo variável Custo ABC ONDE POSSO UTILIZAR CUSTOS Os principais benefícios de se utilizar métodos de custeio FORMAÇÕES DO PREÇO DE VENDA RESULTADOS CONSIDERAÇÕES FINAIS REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS... 37

11 11 1. INTRODUÇÃO Este trabalho tem como foco principal auxiliar comerciantes e prestadores de serviços acerca a importância do gerenciamento de custos sobre a sua mercadoria e mão de obra. São de suma importância a análise e o correto levantamento das variáveis embutidas e dos meios de trabalho no cotidiano de sua atividade, que tem como foco comercialização e instalação de produtos eletro eletrônicos. Após a abertura comercial na década de 1990, o número de empresas que concorrem no setor de serviços está em constante crescimento. Esse crescimento possibilita e facilita a entrada de novos concorrentes, muitos deles, empresas estrangeiras com alta capacidade tecnológica no desenvolvimento de serviços, que trazem um panorama de alta competitividade no setor, exigindo das empresas nacionais, rápida adequação de suas técnicas de gestão, principalmente no que tange à gestão estratégica de custos. (ORIGE, 2004, p. 2). Desta forma, pretende-se demonstrar que o conhecimento sobre os pontos fracos e fortes do ramo de atividade pode ser um diferencial no acirrado mercado, e ainda, quais atitudes poderão ser tomadas em relação ao desperdício ou perda dos materiais utilizados. 1.1 OBJETIVO Constitui objetivo geral deste trabalho, compreender de forma analítica os custos do andamento da prestação de serviços, bem como a formação de preço para venda de mercadorias Constituem objetivos específicos: Descrever o levantamento dos custos gerados sobre a mão de obra e demais produtos, de modo que sejam efetuadas instalações, como de portões eletrônicos, interfones, ventiladores, cercas elétricas, antenas parabólicas, e demais serviços referentes a todos os processos de venda e instalação. Analisar os custos das vendas e de sua mão de obra para assim poder transformar esses dados em informações para tornar o ramo da atividade mais lucrativo.

12 PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS Como procedimento metodológico, foi adotado a pesquisa bibliográfica, consistindo de revisão da literatura existente em livros, artigos científicos impressos e disponíveis na Internet, e também através de ideias dos integrantes do grupo. De acordo com DEMO (1995, p.11), a metodologia é um estudo organizado e sistemático dos caminhos a serem percorridos para se realizar uma pesquisa científica. Segundo BEUREN (2009, p. 79), para a formulação da metodologia destacam-se as seguintes tipologias da pesquisa: (...) quanto aos objetivos, que contempla a pesquisa exploratória, descritiva e explicativa; pesquisa quanto aos procedimentos, que aborda o estudo de caso, o levantamento, a pesquisa bibliográfica, documental, participante e experimental; e a pesquisa quanto à abordagem do problema, que compreende a pesquisa qualitativa e a quantitativa. Neste sentido, torna-se necessário e essencial a realização da pesquisa objeto do presente trabalho, uma vez que, o mercado de instalações e venda de produtos de segurança cresce exponencialmente no Brasil.

13 13 2. REFERENCIAL TEÓRICO De acordo com PADOVEZE (2006, p. 5) contabilidade de custos É o segmento da ciência contábil especializado na gestão econômica do custo e dos preços de venda dos produtos e serviços oferecidos pelas empresas. BASEGIO (2012, p.3) diz que:...a contabilidade de custos é um ramo da ciência contábil utilizada para identificar, mensurar, registrar e informar os custos dos produtos, mercadorias ou serviços vendidos, aplicando os princípios contábeis da mesma forma que a contabilidade geral, com a finalidade de se apurar resultados e valorizar os estoques, alertando os administradores para quaisquer resultados que exijam correção. O autor afirma ainda, que a contabilidade de custos surgiu a partir da necessidade de atender os anseios de informação da administração, interessadas no controle dos custos de sua atividade bem como da mensuração do lucro. Conclui-se que a Contabilidade de Custos é muito importante e se faz necessária para o bom desenvolvimento de uma empresa, já que é através dela que se tem a visão do controle interno e administrativo dos pontos positivos e negativos, mostrando sua importância e aplicação na gestão. 2.1 CUSTOS: DEFINIÇÃO E UTILIZAÇÃO Método de custeio é o caminho para se chegar aos resultados pretendidos, atribuindo o valor de custo a um produto, mercadoria ou serviço. Segundo LEONE (2000, p.19): A contabilidade de Custos é o ramo da contabilidade que se destina a produzir informações para os diversos níveis gerenciais de uma entidade, como auxilio as funções de determinação de desempenho, de planejamento e controle das operações e de tomadas de decisões. A Contabilidade de Custos teve seu início no século XVIII durante a Era Mercantilista e sua função básica era mensurar os estoques ao final de cada período a fim de obter o custo da mercadoria vendida. Neste sentido, PADOVEZE (2006, p. 9), ainda define a contabilidade de custos como: [...] um dos seguimentos da ciência contábil que mais têm

14 14 apresentado evoluções teóricas ao longo dos últimos anos. É um dos melhores e mais utilizados instrumentos para a gestão empresarial. Vale ressaltar que muitos empresários costumam estabelecer os seus preços de venda com base nos preços da concorrência, sem antes determinar se estes chegam a cobrir os seus próprios custos. Por isso, negócios em grande quantidade não prosperam já que não obtêm a rentabilidade necessária para o seu funcionamento, o que reflete que o cálculo dos custos é indispensável para uma correta gestão empresarial. A análise dos custos empresariais permite conhecer o que, onde, quando, em que medida, como e a que se sujeitou, o que possibilita uma melhor administração do futuro. Por outras palavras, o custo corresponde ao esforço econômico que se deve utilizar para realizar um objetivo operativo (o pagamento de salários, a compra de materiais, a fabricação de um produto, a obtenção de fundos para o financiamento, a administração da empresa, etc.). Sempre que não é alcançado o objetivo visado, diz-se que uma empresa tem perdas/prejuízos. Ainda sobre custos, pode se dizer que o mesmo adapta-se a tudo o que se refere a gasto econômico ou ao o que é a prestação de serviço. Os produtos em geral tem um custo que pode variar de acordo com a qualidade ou o tipo do mesmo. Para se determinar os custos de um produto ou de um serviço, tem-se que levar em conta o preço da matéria-prima, da mão de obra que é usada na produção e tudo aquilo que implica em gastos referentes à oferta dos mesmos, o qual determina os custos. O custo de um produto é composto pelo preço da matéria-prima, o preço da mão-de-obra direta usada na sua produção, o preço da mão-de-obra indireta usada para o funcionamento da empresa e o custo de amortização da maquinaria e dos edifícios. Em linhas gerais, pode-se dizer que a contabilidade de custos tem duas grandes áreas de atuação: a) Custo Contábil: Conceitos e técnicas voltados para a apuração do custo dos produtos e serviços para fins de contabilização e atendimento às necessidades legais e fiscais: b) Custo Gerencial: Conceitos e técnicas voltados para a gestão econômica dos produtos e serviços da empresa, suas atividades, unidades de negócios e seus

15 15 gestores responsáveis, envolvendo as necessidades de controle, avaliação de desempenho e tomada de decisão. Sobre o conceito de contabilidade de custos, podem-se citar algumas definições: a contabilidade de custos é o ramo da contabilidade que se destina a produzir informações para os diversos níveis gerenciais de uma entidade, como auxílio às funções de determinação de desempenho, de planejamento e controle das operações e de tomada de decisões. Segundo ORIGE (2004, p. 2): O sistema de custos para empresas prestadoras de serviços é importante para os gerentes, porque eles precisam de informações para melhorar a qualidade, pontualidade e eficiência das atividades implementadas, além de compreender precisamente o custo e a lucratividade de cada um de seus serviços e clientes. Analisando mais profundamente o termo, conclui se que os custos estão ligados de forma direta aos produtos, como por exemplo, se existe uma medida de consumo (materiais, gastos de envio, mão de obra empregada, horas, etc.), estas medidas são consideradas custos. Por tanto, os custos podem receber a definição de qualquer recurso utilizado para atingir um objetivo. Para que as decisões de quem gesta uma empresa sejam levadas em conta, os custos de um projeto, por exemplo, devem ser justificados com o logro do objetivo. Conclui se que a contabilidade de custos é como um processo de transformação, como uma indústria, onde recebe os dados e organiza de forma que os padronize para criar uma melhor analise e interpretá-los para a tradução das informações de custo para as diversas áreas da empresa. Para o processo de transformação do custo são utilizados diversos sistemas de custeio. 2.2 MÉTODOS DE CUSTEIO Serão analisados a seguir diversos métodos de custeio, apresentando cada sistema, de modo que a presente pesquisa mostre os benefícios de cada sistema e onde podem ser aplicá-los de maneira correta, são eles: Custo Direto; Custo Indireto;

16 16 Custos Fixos; Custos Variáveis, Custos ABC CUSTO DIRETO São aqueles custos que podem ser facilmente identificados com o objeto de custeio, onde não há necessidade de rateio. Exemplos de Custos Diretos: Matéria prima: Normalmente se sabe a quantidade exata a ser usada em determinado produto ou para utilização de determinados serviços, este custo é associado diretamente ao produto; Mão-de-obra direta: Custos dos trabalhadores utilizados diretamente na produção ou prestação de serviços, neste caso torna-se possível apropria-la diretamente ao produto; Material de embalagem: Normalmente sabe a quantidade exata a ser usada em determinado produto; Depreciação de Equipamento: Quando utilizado para produzir um tipo de produto, associa-se diretamente ao produto CUSTO INDIRETO São os custos que dependem de cálculos, rateios ou estimativas para serem apropriados aos diferentes produtos, portanto, são custos apropriados indiretamente aos produtos. O parâmetro para as estimativas é chamado critério de rateio. Define custo indireto aquele que não há possibilidade de medição ou por inconveniência econômica; Exemplos de Custo Indireto: Depreciação de equipamentos que são utilizados na fabricação de mais de um produto;

17 17 Salários dos chefes de supervisão de equipes de produção; Aluguel da fábrica; Gastos com limpeza da fábrica; Energia elétrica que não é possível mensurar para determinado produto. Observações: Os itens acima deverão ser feitos um rateio, para distribuir aos produtos a que pertencem. Se a empresa produz apenas um produto, todos os seus custos são diretos; Às vezes, o custo é direto por natureza, mas não compensa o trabalho de associá-lo a cada produto, sendo tratado como indireto CUSTOS FIXOS Custos fixos são aqueles cujos valores são os mesmos qualquer que seja o volume de produção da empresa. Exemplos: Aluguel da fábrica, este valor será cobrado qualquer que seja o nível da produção, inclusive no caso da fábrica nada produzir; Imposto predial; Depreciação de equipamentos; Salários dos vigias e porteiros da fábrica; Prêmios de seguros; Observação: Os custos fixos são fixos em relação ao volume de produção, mas podem variar de valor no decorrer do tempo. Exemplo:

18 18 O mesmo aluguel, quando sofre reajuste, mesmo variando o valor do aluguel em um determinado mês, ele não deixa de ser considerado como custo fixo CUSTOS VARIÁVEIS Os custos variáveis são aqueles cujos valores se alteram em função do volume de produção da empresa. Exemplos: Matérias primas diretas; Embalagens: Gasto com horas extras. Observação: Caso não houver nenhuma quantidade produzida, o custo variável dos itens acima será zero CUSTOS ABC Em primeiro plano, ressalta-se que o método ABC procura aprimorar o custeamento dos produtos por meio de mensurações corretas dos custos indiretos, tomando como base as atividades geradoras destes custos, para direcionamento diferenciado do custo aos diversos produtos da empresa. O custo por atividade é um método de custeamento que identifica um conjunto de custos para cada evento ou transação de cada atividade na organização, que age como um direcionador de custos. LEONE (2000, p.255) diz que o custeio ABC é uma técnica de custeamento em que os custos e despesas indiretos são apropriados a várias unidades através de algumas bases que não são relacionadas aos volumes dos fatores de produção. Este método assume como pressuposto que os recursos de uma empresa são consumidos por suas atividades e não pelos produtos que ela fabrica. O custeamento baseado em atividades apoia-se no conceito de que produtos consomem atividades, atividades consomem recursos. Assim fica clara a diferença

19 19 básica do método: enquanto nos métodos tradicionais os custos indiretos são atribuídos aos produtos por meio de algum critério de rateio, no custeio ABC buscase identificar uma relação causal entre o consumo dos recursos e as atividades desenvolvidas e após essa identificação busca-se descobrir quais os produtos que consumiram tais atividades. Para DUTRA (2003, p. 236), a atividade é o conjunto de recursos de qualquer natureza necessários à execução de tarefas que gerarão bens e serviços. Os recursos são alocados às atividades por rastreamento por meio dos direcionamentos de primeiro estágio ou de fatores de consumos de recursos. Desta forma as etapas para a aplicação do custeio baseado em atividades, segundo BRUNI e FAMÁ (2009, p.144), consistem em: Identificação das atividades e seus respectivos custos; Alocação do custo departamental ao custo da atividade; Identificação dos direcionadores de custos (cost. drivers); Divisão do custo da atividade pelo direcionador de custos. As atividades são mensuradas pelos direcionadores de custos, alguns exemplos de direcionadores de custos podem ser vistos na tabela1: TABELA 1 EXEMPLOS DE DIRECIONADORES DE CUSTOS Atividades Manuseio de Materiais Compras Ajustes de Equipamentos Programação da Produção Fonte: BRUNI, e FAMÁ (2009, p.144). Direcionadores de Custos Pesos transportados ou viagens realizadas Número de ordens de compras Número de horas de ajustes Número de máquinas empregadas ou número de pedidos colocados. Ressalta-se que os direcionadores de custos são responsáveis pelas características de precisão, custo e indução ao comportamento do método de custeio ABC.

20 20 Desta forma, conclui - se que a utilização do ABC proporciona alguns benefícios informativos relevantes, que propiciam a melhoria dos resultados operacionais e que o objetivo imediato do sistema é a atribuição mais rigorosa de gastos indiretos ao bem ou ao serviço produzido na empresa, permitindo um controle mais efetivo desses gastos e oferecendo melhor suporte às decisões gerenciais, mostrando onde posso utilizar custos. 2.3 ONDE SE PODEM UTILIZAR CUSTOS? Um sistema de custos é capaz de passar informações importantes aos gestores, dando suporte à tomada de decisões e através dele é possível indicar qual produto ou serviço é mais lucrativo e deve receber mais investimentos para promover suas vendas, qual setor da empresa precisa reduzir os gastos exagerados ou eliminar os desnecessários. O principal objetivo de um sistema de custos tem sido a mensuração unitária dos custos de produtos e serviços. Para atingir esse objetivo é necessário definir quais gastos farão parte da composição do custo unitário. Essa definição envolve escolher dentre os diferentes métodos de custeio aquele que melhor se adapta com o modelo de informação requerido pelos gestores e para a empresa. Além da escolha do método de custeio, delinear um sistema de custos implica em definir outras questões, como já ressaltado anteriormente. Isso porque um sistema de custos é um conjunto de elementos interdependentes que interagem na consecução de um objetivo comum, coletando, processando e gerando informações derivadas do desempenho das operações. De acordo com PADOVEZE (2006, p. 85), primeiramente, o gestor de custos deve definir qual método de custeio será utilizado. Feito isto, é possível utilizar qualquer forma de custeio, que pode ser uma ou até todas se a empresa achar necessário. Como se pode verificar o sistema de acumulação a ser utilizado, dificilmente será de acordo com a escolha do gestor, pois o que quase sempre determina qual sistema de acumulação será aplicado é o modo como a empresa produz seus produtos e consome seus recursos durante a produção. O principal objetivo de se utilizar a contabilidade de custo é mostrar a proposta de organização e prestação de serviços dentro de uma empresa. Através

21 21 de pesquisas realizadas absorvem-se informações, que tornam-se a empresa comercial, com as espectativas positivas e suas metas alcançadas, sempre apoiadas aos benefícios da utilização dos métodos de custeio OS PRINCIPAIS BENEFICIOS DE SE UTILIZAR MÉTODOS DE CUSTEIO O ato de empreender requer planejamento, alocação de recursos, projeto e metas. Ocorre que grande parte das pequenas empresas brasileiras começa como um negócio informal, muitas vezes do trabalho de uma pessoa que, através de empenho e seriedade, consegue expandir seus horizontes e ganhar confiabilidade nesse mercado tão competitivo. Surge daí a necessidade da formalização. Em meio a isso, como se organizar para crescer sustentavelmente sem perder o controle da saúde financeira de sua empresa? Para evitar uma tragédia precoce, faz-se necessário a adoção de controles administrativos e financeiros que sustentem o negócio. DRUCKER (2001: 81; 92) ainda destaca que: a nova Revolução da Informação não está acontecendo em Tecnologia da Informação (TI), nem em Sistemas de Informações Gerenciais (SIG), e nem sendo liderada por Diretores de Informações. Ela é conduzida por pessoas que a indústria da informação tende a desprezar: os contadores e que ela será conduzida não por pessoas da TI, mas por contadores e editores. Cada empreendedor encontra, no início, sua própria maneira de controlar os processos e finanças de sua empresa. Alguns adotam controles físicos, a partir de grandes livros de anotações; outros utilizam as boas e velhas planilhas eletrônicas. Esses métodos funcionam enquanto a empresa dá seus primeiros passos, mas se mostram deficitários conforme o negócio cresce, pois a partir deste momento tornase necessária a contratação de mais funcionários, a partir de certo volume de operações começam a ocorrer divergências importantes entre números financeiros, da produção, do estoque, etc. Essas divergências podem acarretar multas por falta de organização e ainda pela falta de uma visão consolidada. O melhor caminho é encontrar uma ferramenta com ótimo custo-benefício, que através de processos já consolidados agregue valor à empresa, com parametrizações prontas para o próprio usuário executar, e com um tempo mínimo de instalação. Segundo ALECRIM (2004): Sendo a informação um bem que agrega valor a uma empresa ou a um indivíduo, é necessário fazer uso de recursos da TI de maneira apropriada,

22 22 ou seja, é preciso utilizar ferramentas, sistemas ou outros meios que façam das informações um diferencial competitivo. No caso de empresas maiores, há um grande trabalho de customização, e o processo de implantação pode levar mais tempo conforme a complexidade do negócio. Estes sistemas facilitam a visibilidade do fluxo de processos dentro da empresa e mantém o histórico de suas ocorrências. Tais informações ajudam os usuários a identificar as ações a serem tomadas, assim como a planejar melhor os recursos necessários para seu cumprimento e a formação do preço de venda correto. 2.4 FORMAÇÃO DOS PREÇOS DE VENDA A Ciência Econômica determina que a formação de preços dos bens e serviços ocorre a partir das leis da oferta e da procura. Enquanto a oferta tentará vender algum bem, praticando o maior preço de venda, a demanda optará por adquirir o mesmo produto ao menor preço possível. Isto ocorre devido ao comportamento existente nas próprias leis da oferta e da procura, as quais regem o mercado. É sabido que a oferta apresenta comportamento crescente, uma vez que ela varia em razão diretamente proporcional aos preços. Por outro lado, a demanda apresenta se com formato decrescente, pois ela varia de maneira inversamente proporcional aos preços. Antes de se efetuar um detalhamento da formação dos preços de venda de certos bens e serviços, é interessante diferenciar preço e valor. O valor de um bem é muito subjetivo e dependerá de um grau de utilidade que este bem terá para as pessoas que o consomem. Certo produto poderá ser de grande utilidade para algumas pessoas enquanto que para outras não terá serventia alguma. Portanto, pode se admitir que o preço é a expansão quantitativa do valor de um bem ou serviço. Como se pode perceber, existe uma grande diferença entre o preço de um produto e o valor que o mesmo representa para alguns consumidores.

23 23 Há casos de empresas que praticam preços bem diferenciados para produtos semelhantes. Nas economias de mercado, denominadas de livre iniciativa, cada um dos empresários está interessado apenas no seu negócio e procuram resolver de maneira isolada os seus problemas de preço. Os empresários estarão sempre tentando sobreviver no sistema de concorrência, procurando adquirir os produtos necessários pelos menores custos e vender os seus produtos pelos maiores preços permitidos. Há casos excepcionais, denominados de concorrência imperfeita (monopólios, oligopólios), que apresentam falhas na fixação de preços. Neste caso, os preços são fixados em valores muito acima dos custos e, logicamente, contribuem para uma lucratividade exagerada das empresas monopolistas ou oligopolistas. Todavia, existem empresas que podem estar praticando preços muito elevados por outros motivos, sem que haja monopólio ou oligopólio. Cabe lembrar que os preços de venda dos produtos, quase sempre refletem a totalidade dos custos que foram gastos na sua compra. Neste caso, nota se a importância da contabilização dos custos de uma maneira que sinalizem corretamente todos os produtos envolvidos. Somente assim, a empresa poderá medir o grau de eficiência da sua venda, e não apresentar distorções significativas no preço final dos bens e serviços que comercializa. Da mesma forma que os custos foram considerados na formação do lucro bruto, as despesas também deverão fazer parte integrante dos estudos de formulação dos preços de venda, uma vez que, elas fazem parte da grande família dos gastos empresariais. Sabe-se que a formação do preço de venda de qualquer produto depende de muitos fatores, entre os quais se destaca a demanda de cada um deles. Porém, o custo da mercadoria vendida é, inegavelmente, um dos fatores de grande importância na determinação do preço final dos produtos, uma vez que é muito raro uma empresa vender um bem abaixo do seu custo. Antigamente, as empresas fixavam os preços dos seus produtos tomando como base um custo total adicionado de uma margem que lhes possibilitasse cobrir as despesas e ainda proporcionar um determinado lucro. Era um tipo de formação

24 24 de preços inflexível e totalmente intuitivo, o qual não levava em consideração um método melhor elaborado. No entanto, formar preço de venda exige do empresário conhecimento pleno dos custos, indicadores mercadológicos e indicadores empresariais, de forma que se torne uma ferramenta básica para atingir a lucratividade desejada e, consequentemente, a auto sustentação do negócio. Segundo SANTOS (1999, p.21)... a formação do preço de venda dos produtos e serviços nas empresas constitui-se numa estratégia competitiva de grande relevância para as organizações.. Será possível perceber que o processo decisório se torna mais seguro, pois são minimizados os riscos e as incertezas durante as atividades de comercialização e posicionamento no mercado. Através dos estudos realizados e de experiência em consultoria organizacional em diversas empresas de diferentes municípios e estados brasileiros, pode-se observar e constatar que as empresas, na sua maioria, não possuem ou aplicam um método para apuração dos custos que seja coerente com a sua necessidade, onde diversas organizações utilizam a metodologia de precificação embasada na concorrência ou no custo de aquisição e, algumas vezes, no preço sugerido pelo fornecedor. Contudo, os empresários conseguem conduzir suas atividades tomando decisões e provendo competitividade, em muitos casos de forma empírica, uma vez que há uma dificuldade em levantar os seus custos de uma forma organizada e cotidiana, em razão do alto preço da tecnologia (desenvolvimento de programação especifica), como também de um profissional capacitado para alimentar os dados corretamente. Nestes tempos de busca constante da vantagem competitiva através do preço de venda, as empresas não têm mais como função apenas a geração de lucros e aumento de seu patrimônio. Mas, sobretudo, um comprometimento com o ambiente em que está inserida, através das condições de trabalho, de transferência de recursos na forma de remunerações diversas, e outros envolvimentos sociais. Convém ressaltar que o sistema de custos que a empresa utiliza deverá estar continuamente em análise quanto a sua capacidade de gerar as informações sobre a estrutura interna, necessárias ao pleno conhecimento de seus pontos fracos e fortes, comparativamente àqueles observados na concorrência.

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