PREMISSAS DE PROJETO E DIMENSIONAMENTO DE PAVIMENTOS URBANOS DE CONCRETO ENGº MARCOS DUTRA DE CARVALHO

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1 Pavimentos de Concreto nas Cidades: A solução para as vias de tráfego intenso, em especial os corredores de ônibus PREMISSAS DE PROJETO E DIMENSIONAMENTO DE PAVIMENTOS URBANOS DE CONCRETO ENGº MARCOS DUTRA DE CARVALHO

2 FUNDAMENTO DA MECÂNICA DOS PAVIMENTOS E DA CIÊNCIA DOS PAVIMENTOS RÍGIDOS PROJETAR UMA ESTRUTURA QUE DÊ CONFORTO, SEGURANÇA E ECONOMIA AO USUÁRIO, DURANTE UM DETERMINADO PERÍODO DE TEMPO. 2

3 DIFERENÇAS BÁSICAS ENTRE PAVIMENTOS RÍGIDOS FLEXÍVEIS BASE E REVESTIMENTO SUB-BASE SUBLEITO REVESTIMENTO BASE SUB-BASE REFORÇO DO SUBLEITO SUBLEITO 3

4 COMPARAÇÃO DE DISTRIBUIÇÃO DE CARGA ENTRE PAVIMENTOS EQUIVALENTES RÍGIDOS FLEXÍVEIS H R H F GRANDE ÁREA DE DISTRIBUIÇÃO DE CARGA PEQUENA ÁREA DE DISTRIBUIÇÃO DE CARGA PEQUENA PRESSÃO NA FUNDAÇÃO DO PAVIMENTO GRANDE PRESSÃO NA FUNDAÇÃO DO PAVIMENTO 4

5 CAPACIDADE DE ABSORÇÃO DE CARGA DE UMA PLACA DE CONCRETO (carga no interior, seg. PCA) 30,4 cm q c = cm 88,7 cm q t = 1 5

6 TIPOS DE PAVIMENTOS RÍGIDOS Concreto Simples Concreto Simples com Barras de Transferência Concreto com Armadura Distribuída Descontínua sem Função Estrutural Concreto com Armadura Contínua sem Função Estrutural Concreto Estruturalmente Armado Concreto Protendido 6

7 PAVIMENTO DE CONCRETO SIMPLES Corte h 3 a 4 metros Planta 4 a 6 metros 4 a 6 metros 7

8 PAVIMENTO DE CONCRETO SIMPLES COM BARRAS DE TRANSFERÊNCIA Corte Barras de transferência h 3 a 4 metros Planta 4 a 7 metros 4 a 7 metros 8

9 PAVIMENTO COM ARMADURA DISTRIBUÍDA DESCONTÍNUA SEM FUNÇÃO ESTRUTURAL Corte 5 cm Barras de transferência h Armadura 3 a 5 metros Planta Até 30 metros Até 30 metros 9

10 PAVIMENTO COM ARMADURA CONTÍNUA SEM FUNÇÃO ESTRUTURAL Corte 5 cm h 3 a 5 metros Planta Juntas de construção de fim de jornada 10

11 PAVIMENTO DE CONCRETO ESTRUTURALMENTE ARMADO Corte h 3 a 7 metros Planta 9 a 30 metros 9 a 30 metros 11

12 MÉTODOS DE DIMENSIONAMENTO Portland Cement Association PCA 1984 American Association of State Highway and Transportation Officials AASHTO 1993 AASHTO (suplemento 1998) AASHTO 2002 (em preparo) M-E E PDG 12

13 DIMENSIONAMENTO DE PAVIMENTOS DE CONCRETO FUNDAÇÃO TRÁFEGO CONCRETO CBR Contagem e Classificação Resistência 13

14 MÉTODO PCA/84 Estudos teóricos Ensaios de laboratório Pistas experimentais Pavimentos em serviço 14

15 FUNDAÇÃO WESTERGAARD (1925): Fundação winkleriana TEORIA DO LÍQUIDO DENSO: deslocamento diretamente proporcional à pressão exercida pc = k x d k = pc d 15

16 FUNDAÇÃO k = coeficiente de recalque provas de carga define a capacidade de suporte do subleito Para efeito de projeto, relacionamos k com o CBR 16

17 FUNDAÇÃO (ensaio de prova de carga) 17

18 FUNDAÇÃO (ensaio de prova de carga) pc d 18

19 FUNDAÇÃO (ensaio de prova de carga) 19

20 FUNDAÇÃO (ensaio de prova de carga) 20

21 FUNDAÇÃO (Correlação entre CBR e k) 21

22 SUBLEITO - RELAÇÃO k x CBR (camada de espessura semi - infinita) CBR k (%) (MPa/m)

23 SUB-BASES Dar suporte uniforme e constante Evitar bombeamento Controlar as variações volumétricas do subleito Aumentar o suporte da fundação 23

24 FUNDAÇÃO - AUMENTO DE k PROPORCIONADO POR SUB-BASE GRANULAR CBR subl k subl k BG 10 (%) (MPa/m) (MPa/m)

25 FUNDAÇÃO - AUMENTO DE k PROPORCIONADO POR SUB- BASE DE SC CBR subl k subl k SC 10 (%) (MPa/m) (MPa/m)

26 FUNDAÇÃO - AUMENTO DE k PROPORCIONADO POR SUB- BASE DE CR CBR subl k subl k CR 10 (%) (MPa/m) (MPa/m)

27 Efeito da sub-base na eficiência da junta 27

28 TRÁFEGO - VEÍCULOS DE LINHA Caminhões médios Caminhões pesados Reboques e Semi-reboques Ônibus 28

29 CARGAS MÁXIMAS LEGAIS CAMINHÕES MÉDIOS 10 tf 6 tf 29

30 CARGAS MÁXIMAS LEGAIS CAMINHÕES MÉDIOS 30

31 CARGAS MÁXIMAS LEGAIS CAMINHÕES PESADOS 17 tf 6 tf 31

32 CARGAS MÁXIMAS LEGAIS REBOQUES E SEMI-REBOQUES 6 tf 17 tf 25,5 tf 32

33 CARGAS MÁXIMAS LEGAIS REBOQUES E SEMI-REBOQUES 33

34 CÓDIGO CLASSIFICAÇÃO DIANTEIRO NÚMERO DE EIXOS SIMPLES TRASEIROS TANDEM DUPLO TANDEM TRIPLO 2C MÉDIO SEMI-REBOQUE PESADO 3c C SI S S SI

35 CÓDIGO CLASSIFICAÇÃO DIANTEIRO NÚMERO DE EIXOS SIMPLES TRASEIROS TANDEM DUPLO TANDEM TRIPLO 3 S SEMI-REBOQUE 3 S S C REBOQUE 3 C C C

36 CONCRETO A resistência mecânica a ser especificada no projeto deve ser a de tração na flexão (f ctm,k ) (3,8MPa a 5,0MPa) Normalmente adota-se: f ctm,k = 4,5 MPa aos 28 dias D máx do agregado = 38mm Consumo mínimo de cimento = 320 kg/m 3 Abatimento (slump) = função do equipamento Aditivos plastificantes e incorporador de ar 36

37 MÉTODO DE DIMENSIONAMENTO (PCA/84) MODELOS DE COMPORTAMENTO FADIGA EROSÃO ESCALONAMENTO 37

38 MÉTODO DE DIMENSIONAMENTO (PCA/84) MODELOS DE COMPORTAMENTO FADIGA EROSÃO ESCALONAMENTO 38

39 FADIGA Repetição de cargas Relação de tensões (S) Número limite ou admissível de repetições de carga 39

40 FADIGA DO CONCRETO 40

41 FADIGA (relação de tensões) 41

42 RELAÇÃO DE TENSÕES E NÚMERO ADMISSÍVEL DE REPETIÇÕES DE CARGA - CURVA DE FADIGA (PCA-84) 1,00 0,90 PCA 66 Relações de tensões (S) 0,80 0,70 0,60 Extensão (1984) 0,50 0, Número de aplicações de carga até a ruptura 42

43 MÉTODO DE DIMENSIONAMENTO (PCA/84) Equações de fadiga Relação de tensões (R t ). menor que 0,45. N = ilimitado Equação. de 0,45 a 0,55. Maior que 0,55. N = ( 4,2577 / R t 0,4325) 3,268. N = (0,9718 R t )) / 0,

44 LEI DE MINER DANO ACUMULADO POR FADIGA LEI DE MINER CONSUMO DE RESISTÊNCIA À FADIGA (C RF ) C RF = Σ i m = 1 (n i / N iadm ) C RF 100% 44

45 MÉTODO DE DIMENSIONAMENTO (PCA/84) Posição de carga crítica para as tensões de tração na flexão (6% do tráfego tangenciando a borda) Junta transversal FAIXA DE TRÁFEGO ACOSTAMENTO Borda livre 45

46 ÓRMULA DE WESTERGAARD: CÁLCULO DA TENSÃO DE TRAÇÃO NA PARTE FERIOR DA PLACA σ = 12P 1 π h γ α β β y x y y cos cos μα sen τ τ e μαγ 1 μ α 2 α γ + ( μ ) ( ) τ 1 τ ( ) ( ) dα Eq.41, New Formulas for Stresses on Concrete Pavements, ASCE, Proc., Jan. 1947, V.73 46

47 CARTA DE INFLUÊNCIA Nº 6, DE PICKTETT E RAY PPI / 47

48 ÁBACOS (PCA/66) EIXOS SIMPLES 48

49 ANÁLISE DE FADIGA 49

50 MÉTODO DE DIMENSIONAMENTO (PCA/84) MODELOS DE COMPORTAMENTO FADIGA EROSÃO ESCALONAMENTO 50

51 EROSÃO Perda de material de camada de suporte sob as placas de concreto e nas laterais Efeito: deformações verticais críticas (cantos e bordas longitudinais livres) Novo conceito: Fator de Erosão - mede o poder que uma certa carga tem de produzir deformação vertical da placa 51

52 MÉTODO DE DIMENSIONAMENTO (PCA/84) (substitui o método de 1966) EROSÃO POTÊNCIA, TAXA DE TRABALHO OU FATOR DE EROSÃO (P) P = poder de uma carga de produzir deformação vertical na placa 52

53 MÉTODO DE DIMENSIONAMENTO (PCA/84) (substitui o método de 1966) EROSÃO P = 268,7. p 2 / h. k 0,73, p = k. W = pressão na fundação, no canto da placa 53

54 MÉTODO DE DIMENSIONAMENTO (PCA/84) Posição de carga crítica para as deformações Junta transversal FAIXA DE TRÁFEGO ACOSTAMENTO Borda livre 54

55 ANÁLISE DE EROSÃO 55

56 FOLHA DE CÁLCULO - PCA/84 Espessura: 23 cm K SIST : 58 MPa/m F ctm,k : 4,5 MPa F SC : 1,2 Carga por eixo carga x Fsc Eixos simples Solicitações previstas BT: AC: PP: Solicitações admissíveis sim sim 20 anos Fadiga ilimitado ilimitado ilimitado 0 Eixos tandem duplos ilimitado ilimitado ilimitado 0 5c Tensão equivalente: 0,77 Fator de fadiga : 0, ilimitado ilimitado 0 Eixos tandem triplos 5b 5b Analise de Fadiga Tensão equivalente: Fator de fadiga : Tensão equivalente: Fator de fadiga : 1,14 0,253 0,99 0,22 Total 0,00 Fadiga Analise de Erosão Solicitações Erosão admissíveis Fator de erosão: 2, ,75 ilimitado 0,00 ilimitado 0,00 Fator de erosão: 2, ,52 ilimitado 0,00 ilimitado 0,00 Fator de erosão: 2, , ,04 Total 77,99 Erosão 7b 7b 8b 56

57 MÉTODO DE DIMENSIONAMENTO (PCA/84) MODELOS DE COMPORTAMENTO FADIGA EROSÃO ESCALONAMENTO 57

58 ESCALONAMENTO/EFICIÊNCIA DAS JUNTAS 2d' ε = 100 d + d' x ( ) % d = d = deslocamento vertical do lado carregado da junta idem, do lado descarregado da junta 58

59 EFICIÊNCIA DAS JUNTAS 59

60 Eficiência de junta P Junta transversal d d 60

61 EFICIÊNCIA DE JUNTA P Junta transversal Barra de transferência Sub-base estabilizada com cimento d = d 100 % eficiente 61

62 SISTEMAS ARTIFICIAIS DE MELHORIA DA EFICIÊNCIA DE JUNTAS Placas curtas Barras de transferência Sub-base estabilizada com cimento 62

63 OS SISTEMAS DE TRANSFERÊNCIA DE CARGA 1. DIMINUEM 2. AUMENTAM Tensões e deformações nas placas de concreto Pressões e consolidação na fundação Manutenção Durabilidade Conforto e segurança de rolamento 63

64 OUTROS PARÂMETROS EMPENAMENTO DO CONCRETO: não considerado no dimensionamento; analisado no projeto geométrico PERÍODO DE PROJETO: mínimo de 20 anos FATORES DE SEGURANÇA PARA CARGAS: Leve 1,0 Médio 1,1 Pesado 1,2 Condições especiais 1,3 64

65 PROJETO GEOMÉTRICO DE DISTRIBUIÇÃO DE PLACAS Combate: Restrição à retração volumétrica do concreto Empenamento restringido: fissuras longitudinais e transversais 65

66 ASPECTO SUPERFICIAL PROVÁVEL DE PAVIMENTO DE CONCRETO SEM JUNTAS TRANSVERSAIS DE CONTRAÇÃO Fissuras transversais de contração Planta 66

67 EMPENAMENTO TEÓRICO DIURNO E NOTURNO Tração QUENTE Compressão FISSURA Compressão FRIO Tração Compressão FRIO Tração FISSURA Tração QUENTE Compressão 67

68 ASPECTO SUPERFICIAL DE PAVIMENTO DE CONCRETO SEM JUNTAS Planta Fissuras transversais de contração Fissura longitudinal devida ao empenamento restringido Fissuras transversais adicionais devidas ao empenamento restringido 68

69 Disposição das armaduras de transferência e ligação BT BL 69

70 TIPOS DE JUNTAS Junta longitudinal Junta transversal Juntas de expansão 70

71 TIPOS DE JUNTAS LONGITUDINAIS Junta de articulação Junta de construção 71

72 JUNTA LONGITUDINAL DE ARTICULAÇÃO, DE SEÇÃO ENFRAQUECIDA, SEM BARRAS DE LIGAÇÃO 0,6 Selante 1,2 h/3 h OBS: cotas em cm 72

73 JUNTA LONGITUDINAL DE ARTICULAÇÃO, DE SEÇÃO ENFRAQUECIDA, COM BARRAS DE LIGAÇÃO 0,6 Selante 1,2 h/3 h/2 h/2 Barra de ligação OBS: cotas em cm 73

74 JUNTA LONGITUDINAL DE CONSTRUÇÃO, DE ENCAIXE MACHO-FÊMEA, SEM BARRAS DE LIGAÇÃO 0,6 Selante 1,2 0,4h 0,2h h 0,4h 0,1h OBS: cotas em cm 74

75 JUNTA LONGITUDINAL DE CONSTRUÇÃO, DE ENCAIXE MACHO-FÊMEA, COM BARRAS DE LIGAÇÃO 0,6 Selante 1,2 0,4h 0,05h 0,1h 0,05h h 0,4h Barra de ligação 0,1h OBS: cotas em cm 75

76 TIPOS DE JUNTAS TRANSVERSAIS Junta de retração Junta de retração com barras de transferência Juntas de construção 76

77 JUNTA TRANSVERSAL DE RETRAÇÃO, DE SEÇÃO ENFRAQUECIDA, SEM BARRAS DE TRANSFERÊNCIA Detalhe A h/4 h OBS: cotas em cm 77

78 JUNTA TRANSVERSAL DE RETRAÇÃO, DE SEÇÃO ENFRAQUECIDA, COM BARRAS DE TRANSFERÊNCIA Detalhe A h/4 0,5h 0,5h h 0,5lb 0,5lb Barra de transferência (com sua metade mais 2 cm pintada e engraxada) OBS: cotas em cm 78

79 JUNTA TRANSVERSAL DE CONSTRUÇÃO PLANEJADA, DE TOPO, COM BARRAS DE TRANSFERÊNCIA Selante h/2 h/2 Barra de transferência 79

80 JUNTA DE EXPANSÃO 1 a 2,5cm Selante Estrutura 1 a 2,5cm h isopor ou similar OBS: cotas em cm 80

81 JUNTA DE EXPANSÃO Selante 2 cm Material compreensível 2 cm h/2 h/2 h Capuz de material duro Barra de transferência OBS: cotas em cm 81

82 BARRAS DE TRANSFERÊNCIA Bitola, comprimento e espaçamento de barras de transferência (aço CA-25) (Fonte: PCA) Espessura da Placa (cm) Bitola (Φ) Comprimento (mm) Espaçamento (mm) até 17,0 17,5 a 22,0 22,5 a 30,0 > 30,

83 BARRAS DE TRANSFERÊNCIA São barras de aço liso (CA 25)que têm a função de transferir cargas verticais de uma placa para outra contígua, evitando-se com isso a aplicação brusca dos esforços verticais aplicados pelas rodas dos veículos e a ocorrência de degraus entre estas placas. 83

84 Pavimentos de Concreto nas Cidades: A solução para as vias de tráfego intenso, em especial os corredores de ônibus

85 Pavimento de Concreto EQUIPAMENTOS 85

86 EXECUÇÃO DAS JUNTAS O momento correto para o primeiro corte é função da resistência do concreto nas primeiras idades e das condições climáticas do dia. 86

87 EXECUÇÃO DAS JUNTAS TRANSVERSAIS 87

88 JUNTAS INDUZIDAS Junta induzida 88

89 Junta transversal de retração e longitudinal de construção Mapa 89

90 Execução das juntas longitudinais de articulação 90

91 JUNTAS LONGITUDINAIS SERRADAS 91

92 JUNTA LONGITUDINAL DE CONSTRUÇÃO DE ENCAIXE MACHO FÊMEA, COM BARRAS DE LIGAÇÃO Mapa 92

93 Junta longitudinal de construção, de encaixe macho fêmea, com barras de ligação Mapa 93

94 Junta transversal de construção, de topo, com barras de transferência Verificar a posição e o nivelamento da fôrma transversal para o inicio da concretagem. 94

95 JUNTAS DE CONSTRUÇÃO - BARRAS DE TRANSFERÊNCIA 95

96 96 EXEMPLO PROJETO GEOMÉTRICO EXEMPLO PROJETO GEOMÉTRICO

97 97 EXEMPLO PROJETO GEOMÉTRICO EXEMPLO PROJETO GEOMÉTRICO

98 J1 J1 JL com bl J1 J2 J1 J1 placa com armadura distribuída descontínua, de malha quadrada J1 J1 J1 J1 J2 98 EXERCÍCIO PROJETO GEOMÉTRICO EXERCÍCIO PROJETO GEOMÉTRICO 6,00 6,00 6,00 6,00 6,00 6,00 3,30 3,40 3,30 6,00 6,00 3,50 3,50 6,00 5,00 5,00 5,00 6,00 5,60 6,00 6,00 3,50 3,50 6,00 6,00 J2 J2 JT com bt J3 JE com bt J2 J3 J2 J2 J3 J2 J2 J2

99 TIPOS DE JUNTAS 0,6 SELANTE A FRIO 1,2 8, ,5 21 OBS: cotas em cm 2 Barras de ligação JUNTA TIPO 1 - Junta longitudinal de construção, de encaixe, com barras de ligação. 99

100 TIPOS DE JUNTAS DETALHE A 10,5 10, OBS: cotas em cm Barra de transferência (com sua metade mais 2 cm pintada e engraxada) Ø 25 mm a cada 30 cm - lb = 46 cm JUNTA TIPO 2 - Junta transversal de retração, serrada, com barras de transferência. 100

101 TIPOS DE JUNTAS Selante 2 cm 2 cm Material compressível 10,5 10,5 21 Capuz de material duro OBS: cotas em cm Barra de transferência (com sua metade mais 2 cm pintada e engraxada) Ø 25 mm a cada 30 cm - lb = 46 cm com barras de transferência. JUNTA TIPO 3 - Junta de expansão, 101

102 PAVIMENTO COM ARMADURA DISTRIBUÍDA DESCONTÍNUA SEM FUNÇÃO ESTRUTURAL 5 cm 5 cm 5 cm cm 21 cm Tela soldada de malha quadrada Barras de transferência 102

103 NOVOS AVANÇOS E TENDÊNCIAS 103

104 REABILITAÇÃO DE PAVIMENTOS ANTIGOS COM CONCRETO DE CIMENTO PORTLAND Whitetopping 104

105 WHITETOPPING 105

106 WHITETOPPING 106

107 WHITETOPPING 107

108 SP-103/79 (VOTORANTIM-SALTO DE PIRAPORA) Ficha técnica: Extensão: 5 km WT 5 km duplicação 1,5 km pista nova Gomaco GP2600 Erie MG11C Commander III

109 SP-103/79 (VOTORANTIM-SALTO DE PIRAPORA) 109

110 SP-103/79 (VOTORANTIM-SALTO DE PIRAPORA) 110

111 BR-290/RS - PORTO ALEGRE-OSÓRIO Ficha técnica: Extensão: 16,7 km Equipamentos: Wirtgen SP500 CMI 3004F ARCMOV

112 BR-290/RS - PORTO ALEGRE-OSÓRIO 19 cm 19 cm 24 cm leve Leve pesado +30% pesado 112

113 113

114 114

115 Pavimentos de Concreto nas Cidades: A solução para as vias de tráfego intenso, em especial os corredores de ônibus REABILLITAÇÃO COM A TÉCNICA DO INLAY

116 REABILITAÇÃO COM O EMPREGO DO INLAY INLAY 116

117 POR QUE EMPREGAR O INLAY? NÃO FORMA TRILHA DE RODA NÃO SOFRE DEFORMAÇÃO PLÁSTICA 117

118 Situação das ruas, avenidas e corredores de ônibus Corredores em São Paulo 118

119 Pavimentos de Concreto nas Cidades: A solução para as vias de tráfego intenso, em especial os corredores de ônibus INLAY CORREDOR DE ÔNIBUS AV. IGUAÇU CORREDOR LIGEIRINHO CURITIBA/PR

120 Pavimentos de Concreto nas Cidades: A solução para as vias de tráfego intenso, em especial os corredores de ônibus

121 Pavimentos de Concreto nas Cidades: A solução para as vias de tráfego intenso, em especial os corredores de ônibus

122 Pavimentos de Concreto nas Cidades: A solução para as vias de tráfego intenso, em especial os corredores de ônibus

123 Pavimentos de Concreto nas Cidades: A solução para as vias de tráfego intenso, em especial os corredores de ônibus Corredor Ligeirinho em serviço há 13 anos

124 Pavimentos de Concreto nas Cidades: A solução para as vias de tráfego intenso, em especial os corredores de ônibus INLAY CORREDOR DE ÔNIBUS CORREDOR NOVE DE JULHO SÃO PAULO/SP

125 Pavimentos de Concreto nas Cidades: A solução para as vias de tráfego intenso, em especial os corredores de ônibus CORREDOR NOVE DE JULHO (INLAY) SÃO PAULO/SP (em serviço há 4 anos)

126 Pavimentos de Concreto nas Cidades: A solução para as vias de tráfego intenso, em especial os corredores de ônibus CORREDOR NOVE DE JULHO (INLAY) SÃO PAULO/SP

127 Pavimentos de Concreto nas Cidades: A solução para as vias de tráfego intenso, em especial os corredores de ônibus CORREDOR NOVE DE JULHO (INLAY) SÃO PAULO/SP

128 Pavimentos de Concreto nas Cidades: A solução para as vias de tráfego intenso, em especial os corredores de ônibus CORREDOR NOVE DE JULHO (INLAY) SÃO PAULO/SP

129 Pavimentos de Concreto nas Cidades: A solução para as vias de tráfego intenso, em especial os corredores de ônibus CORREDOR NOVE DE JULHO SÃO PAULO/SP

130 Pavimentos de Concreto nas Cidades: A solução para as vias de tráfego intenso, em especial os corredores de ônibus CORREDOR NOVE DE JULHO 9INLAY) SÃO PAULO/SP

131 Pavimentos de Concreto nas Cidades: A solução para as vias de tráfego intenso, em especial os corredores de ônibus CORREDOR NOVE DE JULHO (INLAY) SÃO PAULO/SP

132 Inlay em serviço há 12 anos Corredor Roque Petroni (Inlay) 132

133 OBRAS JÁ EXECUTADAS EM SÃO PAULO/SP 140 km DE CORREDORES SEGREGADOS COM PAVIMENTO DE CONCRETO 133

134 Pavimentos de Concreto nas Cidades: A solução para as vias de tráfego intenso, em especial os corredores de ônibus REABILITAÇÃO DE PAVIMENTO DE CONCRETO COM O EMPREGO DE OVERLAY

135 Pavimentos de Concreto nas Cidades: A solução para as vias de tráfego intenso, em especial os corredores de ônibus EXPERIÊNCIA PIONEIRA - BR 232 overlay não aderido Período de projeto: 20 anos Ano de execução: 2002

136 OVERLAY NÃO ADERIDO BR 232 NENHUMA PATOLOGIA REGISTRADA APÓS 6 ANOS DE UTILIZAÇÃO EXCELENTE!!!!!! Pavimentos de Concreto nas Cidades: A solução para as vias de tráfego intenso, em especial os corredores de ônibus OVERLAY NÃO ADERIDO BR 232 NENHUMA PATOLOGIA REGISTRADA APÓS 6 ANOS DE UTILIZAÇÃO EXCELENTE!!!!!!

137 Resultados obtidos Recuperação do pavimento existente Overlay Xavier de Toledo SP 137

138 Diamond Grinding Micro Fresagem 138

139 Diamond Grinding Micro Fresagem 139

140 Diamond Grinding Micro Fresagem 140

141 Diamond Grinding Micro Fresagem 141

142 ACPA - HISTORY IN HIGHWAYS Through the years since 1923, pavement design has gradualy, but steadily transformed to be closer to a science than an art. Analytical models have vastly improved and are still improving and extensive data banks on pavement performance are finally being built. 142

143 ACPA - HISTORY IN HIGHWAYS Even so, successful pavement design will always largely depend on the good judgement and experience of the designer MUITO OBRIGADO 143

144 Pavimento de Concreto Feito para durar Uma tendência mundial 144

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