CPC PME MÓDULO 2. SINDCONT-SP - CEPAEC; 'SINDCONT-SP - Comunicação - Fernanda Pazopes Gomes Alves' RESOLUÇÃO CFC Nº. 1.

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "CPC PME MÓDULO 2. SINDCONT-SP - CEPAEC; 'SINDCONT-SP - Comunicação - Fernanda Pazopes Gomes Alves' RESOLUÇÃO CFC Nº. 1."

Transcrição

1 SINDCONT-SP - CEPAEC; 'SINDCONT-SP - Comunicação - Fernanda Pazopes Gomes RESOLUÇÃO CFC Nº /09 IFRS PME INTANGÍVEIS, PROVISÕES, ATIVOS E PASSIVOS CONTINGENTES Palestrante Luciano Perrone

2 BASE LEGAL RESOLUÇÃO CFC Nº /09 ATUALIZADA PELA 1.329/11 Aprova a NBC T Contabilidade para Pequenas e Médias Empresas. NBC TG 1000 CONSIDERANDO que o Comitê de Pronunciamentos Contábeis, a partir da IFRS for SMEs do IASB, aprovou o Pronunciamento Técnico PME Contabilidade para Pequenas e Médias Empresas, RESOLVE: Art. 1º. Aprovar a NBC T Contabilidade para Pequenas e Médias Empresas. Art. 2º. Esta Resolução entra em vigor nos exercícios iniciados a partir de 1º. de janeiro de Brasília, 10 de dezembro de Contadora Maria Clara Cavalcante Bugarim Presidente SEÇÕES PME RES 1.255/09 Seção 1 - PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS Seção 2 - CONCEITOS E PRINCÍPIOS GERAIS Seção 3 -APRESENTAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Seção 4 - BALANÇO PATRIMONIAL Seção 5 -DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO E DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO ABRANGENTE Seção 6-DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO E DEMONSTRAÇÃO DE LUCROS OU PREJUÍZOS ACUMULADOS Seção 7-DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA Seção 8-NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Seção 10-POLÍTICAS CONTÁBEIS, MUDANÇA DE ESTIMATIVA E RETIFICAÇÃO DE ERRO Seção 11-INSTRUMENTOS FINANCEIROS BÁSICOS Seção 12-OUTROS TÓPICOS SOBRE INSTRUMENTOS FINANCEIROS Seção 13-ESTOQUES Seção 16-PROPRIEDADE PARA INVESTIMENTO Seção 17-ATIVO IMOBILIZADO Seção 18-ATIVO INTANGÍVEL EXCETO ÁGIO POR EXPECTATIVA DE RENTABILIDADE FUTURA (GOODWILL) Seção 20-OPERAÇÕES DE ARRENDAMENTO MERCANTIL Seção 21-PROVISÕES, PASSIVOS CONTINGENTES E ATIVOS CONTINGENTES Seção 22-PASSIVO E PATRIMÔNIO LÍQUIDO Seção 23-RECEITAS Seção 27-REDUÇÃO AO VALOR RECUPERÁVEL DE ATIVOS Seção 32-EVENTO SUBSEQUENTE Seção 35-ADOÇÃO INICIAL DESTA NORMA

3 Seção 18 ATIVO INTANGÍVEL EXCETO ÁGIO POR EXPECTATIVA DE RENTABILIDADE FUTURA (GOODWILL) CONCEITO Um ativo intangível é um ativo não-monetário identificável sem substância física. Tal ativo é identificável quando: for separável, isto é, puder ser dividido ou separado da entidade e vendido, transferido, licenciado, alugado ou trocado, individualmente ou junto com um contrato relacionado, ativo ou passivo, ou for proveniente de direitos contratuais ou outros direitos legais, independentemente de tais direitos serem transferíveis ou separáveis da entidade ou de outros direitos e obrigações.

4 RECONHECIMENTO A entidade deve reconhecer um ativo intangível como um ativo apenas se: for provável que benefícios econômicos futuros esperados atribuíveis ao ativo fluirão para a entidade; o custo ou o valor do ativo puder ser mensurado de maneira confiável; e o ativo não resultar de gastos incorridos internamente em um item intangível. MENSURAÇÃO A entidade deve mensurar um ativo intangível inicialmente pelo custo. Aquisição separada O custo de um ativo intangível adquirido separadamente compreende: seu preço de compra, incluindo os tributos de importação e tributos de compra não recuperáveis, depois de deduzidos os descontos comerciais e abatimentos, e qualquer custo diretamente atribuível à preparação do ativo para a finalidade pretendida.

5 GERADOS INTERNAMENTE A entidade deve reconhecer os gastos incorridos internamente em um item intangível, incluindo todos os gastos para ambas as atividades de pesquisa e desenvolvimento, como despesa quando incorridos, a não ser que esses gastos se transformem em parte do custo de outro ativo que atenda aos critérios de reconhecimentos deste Pronunciamento Técnico PME. NÃO SÃO INTANGÍVEIS E DEVEM COMPOR AS DESPESAS - marcas geradas internamente, lista de publicação, títulos de publicações, listas de clientes e outros itens similares - custo inicial das operações, que incluem os gastos para estabelecer uma entidade jurídica, abrir uma nova instalação ou negócios, iniciar novas unidades operacionais ou lançar novos produtos ou processos (isto é, custos pré-operacionais) - atividades de treinamento, publicidade e atividades promocionais - remanejamento ou reorganização, total ou parcial, da entidade - ágio por expectativa de rentabilidade futura (goodwill) gerado internamente.

6 MENSURAÇÃO SUBSEQÜENTE Despesas passadas não reconhecidas como um ativo O gasto em um item intangível que tenha sido inicialmente reconhecido como despesa não deve ser reconhecido em uma data futura como parte do custo de um ativo. Mensuração após o reconhecimento A entidade deve mensurar os ativos intangíveis pelo custo menos qualquer amortização acumulada e qualquer perda acumulada por redução ao valor recuperável. AMORTIZAÇÃO Amortização ao longo da vida útil Todos os ativos intangíveis devem ter uma vida útil finita. A vida útil de um ativo intangível que se origina de direitos contratuais ou outros direitos legais não deve exceder o período de vigência dos direitos contratuais ou outros direitos legais, mas pode ser inferior, dependendo do período ao longo do qual a entidade espera utilizar o ativo. Caso os direitos contratuais ou outros direitos legais sejam conferidos por um período limitado que possa ser renovado, a vida útil do ativo intangível deve incluir o(s) período(s) renovável(eis) apenas se existir evidência para suportar a renovação pela entidade sem custo relevante. Caso a entidade seja incapaz de fazer uma estimativa confiável da vida útil de um ativo intangível, presume-se que a vida seja de dez anos.

7 Período de amortização e método de amortização Alocar o valor da amortização de um ativo intangível utilizando uma base sistemática ao longo de sua vida útil. A amortização deve ser reconhecida com despesa, a não ser que se exija que o custo seja reconhecido como parte do custo de um ativo, tais como estoques ou ativo imobilizado. A amortização é iniciada quando o ativo intangível está disponível para utilização. A amortização termina quando o ativo é desreconhecido. Escolher o método de amortização que reflita o padrão pelo qual se espera consumir os benefícios econômicos futuros do ativo. Caso não possa determinar esse padrão de maneira confiável, a entidade deve utilizar o método da linha-reta. RESIDUAL A entidade deve assumir que o valor residual de um ativo intangível é zero, a não ser que: exista um compromisso de um terceiro independente para comprar o ativo ao final da sua vida útil, ou exista um mercado ativo para o ativo e: o valor residual possa ser determinado com base nesse mercado, e seja provável que tal mercado irá existir ao final da vida útil do ativo.

8 CASO PRÁTICO Onde lançamos os gastos abaixo? ( ) Gastos com pesquisas ( ) Direitos de Uso de Software - ERP ( ) Propriedades para Investimento com acompanhamento contínuo de valor justo ( ) Imóveis de uso ( ) Instalações ( ) Gastos com reestruturação ( ) Benfeitoria em imóveis de terceiros ( ) Investimentos em outras sociedades ( ) Capital intelectual ( ) Gastos com desenvolvimento de projetos sem comprovação de viabilidade técnica, comercial e financeira ( ) Software W7 e Pacote Office atrelado ao hardware ( ) Gastos pré-operacionais ( ) Marcas e Patentes ( ) Direitos de uso de imagem História do Viagra: A sildenafila foi sintetizada por um grupo de farmacêuticos que trabalhavam nas pesquisas do grupo Pfizer, nos Estados Unidos. Primeiramente foi estudada para o uso em hipertensão (alta pressão sanguínea) e angina (uma forma de doença cardiovascular isquêmica). As primeiras impressões sugeriram que a droga tinha um pequeno efeito sobre a angina, mas que podia induzir fortemente ereções penianas.[1] A Pfizer conseqüentemente decidiu comercializá-la como tratamento para a disfunção erétil, ao invés de tratamento para a angina. A droga foi patenteada em 1996, e aprovada para uso na disfunção erétil pela Food and Drug Administration (FDA) em 27 de Março de 1998, tornando-se a primeira pílula a ser aprovada nos Estados Unidos para o tratamento das disfunções eréteis, sendo oferecida para venda um ano depois. Rapidamente ela se tornou um grande sucesso: as vendas anuais de Viagra no período de excederam 1 bilhão de dólares. d

9 EXEMPLOS: Nota Explicativa Lojas Marisa EXEMPLOS: Nota Explicativa Lojas Marisa

10 EMPRESA SPORT CLUB CORINTHIANS PAULISTA PUBLICAÇÃO O Estado de São Paulo - domingo, 11 de abril de 2010 Intangível (valores expressos em milhares de reais) Representados pela aquisição de vínculos desportivos de atletas profissionais. O saldo em 31 de dezembro de 2009 e 2008 está assim representado: Ínicio Contrato Término Contrato Valor do Custo Amortização 31/12/2009 Líquido 31/12/2008 Líquido Douglas dos Santos 24/03/ /06/ André Clarindo dos Santos 10/01/ /12/ Alberto Martin Acosta Martinez 10/01/ /12/ Diogo Douglas Santos Andrade 05/09/ /09/ (636) Carlos Alberto de Oliveira 22/03/ /03/ (1.092) Otacilio Neto 18/08/ /08/ (425) Willian Machado de Oliveira 08/01/ /12/ (754) Cristian Marj do Nascimento 17/09/ /09/ Anderson Sebastião Cardoso 31/12/ /12/ (619) Jorge Henrique de Souza 01/01/ /12/ (728) Sérgio Daniel Escudeiro 01/02/ /12/ (1.245) Rodrigo de Souza Cardoso 15/01/ /12/ (991) Matias Adria Defederico 31/08/ /05/ (835) Edno Roberto Cunha 15/09/ /09/ (296) Jaílson de Jesus Rodrigues 22/01/ /03/ (506) Wellington Aleixo dos Santos 06/05/ /05/ (275) Ricardo Martins de Araujo 05/06/ /06/ (323) Luiz Felipe Ventura dos Santos 24/04/ /04/ (243) Clodoaldo Paulino de Lima 28/05/ /05/ (233) Outros (2.623) (11.824) Intangível disponível para venda (8.795) (3.138) Intangível

11

12

13 Seção 21 PROVISÕES, PASSIVOS CONTINGENTES E ATIVOS CONTINGENTES CONCEITO Esta seção se aplica a todas as provisões (isto é, passivos de prazo ou valor incerto), passivos contingentes e ativos contingentes. Provisão: Acréscimo de exigibilidade cujo valor e/ou prazo de pagamento ainda não está totalmente definido.

14 CONCEITO Um passivo é uma obrigação presente Uma obrigação presente pode ser tanto legal (contrato vinculante ou exigências estatutárias) construtiva ou não formalizadas (deriva das ações de uma entidade de modo que não tem alternativa realista para pagar) - judicial, formalizada.

15 IMPORTANTE... Precisamos considerar as possibilidades: -Remota -Possível -Provável Devemos atentar para: Fiscais, trabalhistas, cíveis, garantias, danos ambientais, propagandas e publicidades.

16 CASO PRÁTICO 1 PASSIVO CONTINGENTE A empresa exemplo efetuou Venda de veículos com garantia por um ano após a compra. Hipótese 1 - Todos os produtos vendidos apresentam Pequenos Defeitos = custos de reparação = 1 milhão. Hipótese 2 - Todos os produtos vendidos apresentam Grandes Defeitos = custos de reparação = 4 milhões. Experiência passada e expectativas futuras indicam: 75 % dos bens vendidos não terão defeito 20 % dos bens vendidos terão pequenos defeitos e 5 % dos bens vendidos terão grandes defeitos. Qual é o valor do Passivo contingente? Qual é o valor da Provisão para garantias?

17 CASO PRÁTICO 1 PASSIVO CONTINGENTE CASO PRÁTICO 2 PASSIVO CONTINGENTE Uma sociedade empresária apresentou o seguinte quadro, construído a partir da identificação de diversas obrigações presentes decorrentes de eventos passados, cujas probabilidades de saída de recurso foram classificadas como prováveis ou possíveis. Qual é o valor da Provisão para Contingências?

18 CASO PRÁTICO 1 PASSIVO CONTINGENTE PROVÁVEL COM ESTIMATIVAS CONFIÁVEIS: R$ ,00 - PROVISÃO Luciano Perrone

Sumário do Pronunciamento Técnico CPC 04. Ativo Intangível

Sumário do Pronunciamento Técnico CPC 04. Ativo Intangível Sumário do Pronunciamento Técnico CPC 04 Ativo Intangível Observação: Este sumário, que não faz parte do Pronunciamento, está sendo apresentado apenas para identificação dos principais pontos tratados,

Leia mais

RESOLUÇÃO CFC Nº. 1.265/09. O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais,

RESOLUÇÃO CFC Nº. 1.265/09. O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, NOTA - A Resolução CFC n.º 1.329/11 alterou a sigla e a numeração desta Interpretação de IT 12 para ITG 12 e de outras normas citadas: de NBC T 19.1 para NBC TG 27; de NBC T 19.7 para NBC TG 25; de NBC

Leia mais

IFRS para PMEs: Seção 35 Adoção Inicial

IFRS para PMEs: Seção 35 Adoção Inicial Conselho Regional de Contabilidade do Estado de São Paulo Tel. (11) 3824-5400, 3824-5433 (teleatendimento), fax (11) 3824-5487 Email: desenvolvimento@crcsp.org.br web: www.crcsp.org.br Rua Rosa e Silva,

Leia mais

REGULAÇÃO E COMPOSIÇÃO TARIFÁRIA II. Profº Alex Barborsa

REGULAÇÃO E COMPOSIÇÃO TARIFÁRIA II. Profº Alex Barborsa REGULAÇÃO E COMPOSIÇÃO TARIFÁRIA II Profº Alex Barborsa Natal, 15 de abril de 2014 Ativo intangível IAS 38 CPC 04 Principais Pontos tratados pela IAS 38 1. Natureza; 2. Reconhecimento; 3. Mensuração; 4.

Leia mais

O que é ativo Intangível

O que é ativo Intangível O que é ativo Intangível Bens Intangíveis são aqueles bens que não podem ser tocados ou vistos, porque são incorpóreos (não tem corpo), ou seja, ativo intangível poderia ser definido, em termos práticos,

Leia mais

CPC 15. Combinações de Negócios. Conselho Regional de Contabilidade - CE AUDIT

CPC 15. Combinações de Negócios. Conselho Regional de Contabilidade - CE AUDIT CPC 15 Combinações de Negócios Conselho Regional de Contabilidade - CE AUDIT Agenda Introdução e Objetivos Alcance Definições e Escopo Tipos de Aquisições Aplicação do Método de Aquisição Ativos e Passivos

Leia mais

Curso Novas Regras de Contabilidade para Pequenas e Médias Empresas

Curso Novas Regras de Contabilidade para Pequenas e Médias Empresas Curso Novas Regras de Contabilidade para Pequenas e Médias Empresas Conhecimento essencial em Gestão de Controladoria Depois de sucessivas crises econômicas, os investidores pressionam cada vez mais pela

Leia mais

SEÇÃO 27 REDUÇÃO AO VALOR RECUPERÁVEL DE ATIVOS. Dezembro 2011. Elaborado por:

SEÇÃO 27 REDUÇÃO AO VALOR RECUPERÁVEL DE ATIVOS. Dezembro 2011. Elaborado por: Conselho Regional de Contabilidade do Estado de São Paulo Telefones: 11 3824-5400, 3824-5433 (teleatendimento); fax 11 3824-5487 E-mail: desenvolvimento@crcsp.org.br web: www.crcsp.org.br Rua Rosa e Silva,

Leia mais

Provisões Passivos Contingentes Ativos Contingentes Seção 21

Provisões Passivos Contingentes Ativos Contingentes Seção 21 Conselho Regional de Contabilidade do Estado de São Paulo Tel. (11) 3824-5400, 3824-5433 (teleatendimento), fax (11) 3824-5487 Email: desenvolvimento@crcsp.org.br web: www.crcsp.org.br Rua Rosa e Silva,

Leia mais

Unidade IV CONTABILIDADE SOCIETÁRIA. Profa. Divane Silva

Unidade IV CONTABILIDADE SOCIETÁRIA. Profa. Divane Silva Unidade IV CONTABILIDADE SOCIETÁRIA Profa. Divane Silva A disciplina está dividida em 04 Unidades: Unidade I 1. Avaliação de Investimentos Permanentes Unidade II 2. A Técnica da Equivalência Patrimonial

Leia mais

IFRS para PMEs: Seção 25 - Custos de Empréstimos Seção 20 - Operações de Arrendamento Mercantil. Dezembro 2012. Elaborado por:

IFRS para PMEs: Seção 25 - Custos de Empréstimos Seção 20 - Operações de Arrendamento Mercantil. Dezembro 2012. Elaborado por: Conselho Regional de Contabilidade do Estado de São Paulo Tel. (11) 3824-5400, 3824-5433 (teleatendimento), fax (11) 3824-5487 Email: desenvolvimento@crcsp.org.br web: www.crcsp.org.br Rua Rosa e Silva,

Leia mais

CPC 25 Provisões, Passivos e Ativos Contingentes

CPC 25 Provisões, Passivos e Ativos Contingentes Resumo Objetivo Estabelecer que sejam aplicados critérios de reconhecimento e bases de mensuração apropriados a provisões e a passivos e ativos contingentes e que seja divulgada informação suficiente nas

Leia mais

Setembro 2012. Elaborado por: Luciano Perrone O conteúdo desta apostila é de inteira responsabilidade do autor (a).

Setembro 2012. Elaborado por: Luciano Perrone O conteúdo desta apostila é de inteira responsabilidade do autor (a). Conselho Regional de Contabilidade do Estado de São Paulo Tel. (11) 3824-5400, 3824-5433 (teleatendimento), fax (11) 3824-5487 Email: desenvolvimento@crcsp.org.br web: www.crcsp.org.br Rua Rosa e Silva,

Leia mais

RESOLUÇÃO CFC Nº 1.418/12 -MODELO CONTÁBIL SIMPLIFICADO PARA MICROEMPRESAS E EMPRESAS DE PEQUENO PORTE ITG 1000

RESOLUÇÃO CFC Nº 1.418/12 -MODELO CONTÁBIL SIMPLIFICADO PARA MICROEMPRESAS E EMPRESAS DE PEQUENO PORTE ITG 1000 RESOLUÇÃO CFC Nº 1.418/12 -MODELO CONTÁBIL SIMPLIFICADO PARA MICROEMPRESAS E EMPRESAS DE PEQUENO PORTE ALCANCE 1.... estabelece critérios e procedimentos específicos a serem observados pelas entidades

Leia mais

CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE

CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE RESOLUÇÃO CFC N.º 1.418/12 Aprova a ITG 1000 Modelo Contábil para Microempresa e Empresa de Pequeno Porte. O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais e com

Leia mais

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 25. Provisões, Passivos Contingentes e Ativos Contingentes

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 25. Provisões, Passivos Contingentes e Ativos Contingentes COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 25 Provisões, Passivos Contingentes e Ativos Contingentes Correlação às Normas Internacionais de Contabilidade IAS 37 Índice OBJETIVO Item

Leia mais

O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais,

O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, RESOLUÇÃO CFC Nº. 1.255/09 Aprova a NBC TG 1000 Contabilidade para Pequenas e Médias Empresas. O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, CONSIDERANDO que

Leia mais

IFRS-PME-NBC TG 1000 SEÇÃO 35-ADOÇÃO INICIAL 2013-O ANO DA CONTABILIDADE

IFRS-PME-NBC TG 1000 SEÇÃO 35-ADOÇÃO INICIAL 2013-O ANO DA CONTABILIDADE IFRS-PME-NBC TG 1000 SEÇÃO 35-ADOÇÃO INICIAL 2013-O ANO DA CONTABILIDADE Claudinei Tonon 1 O SIGNIFICADO DO CADUCEU O SÍMBOLO DO CONTABILISTA COMPOSIÇÃO DO SÍMBOLO: -O Caduceu simboliza a Contabilidade

Leia mais

NOVAS REGRAS CONTÁBEIS PARA 2010 CONTINUAÇÃO DE PADRONIZAÇÃO INTERNACIONAL CONTÁBIL

NOVAS REGRAS CONTÁBEIS PARA 2010 CONTINUAÇÃO DE PADRONIZAÇÃO INTERNACIONAL CONTÁBIL NOVAS REGRAS CONTÁBEIS PARA 2010 CONTINUAÇÃO DE PADRONIZAÇÃO INTERNACIONAL CONTÁBIL Ana Beatriz Nunes Barbosa Em 31.07.2009, a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) aprovou mais cinco normas contábeis

Leia mais

Associação Saúde Criança São Paulo Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeiras 31 de dezembro de 2013

Associação Saúde Criança São Paulo Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeiras 31 de dezembro de 2013 Associação Saúde Criança São Paulo Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeiras 31 de dezembro de 2013 Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeiras

Leia mais

IFRS PME Imobilizado e Arrendamento

IFRS PME Imobilizado e Arrendamento IFRS PME Imobilizado e Arrendamento Luciano Perrone lucianoperrone@rptreinamento.com.br www.rptreinamento.com.br Julho de 2011 REFLEXÃO INICIAL Fonte: www.uol.com.br Fonte: www.uol.com.br Fonte: Portal

Leia mais

CONTABILIDADE PARA PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS NORMAS BRASILEIRAS DE CONTABILIDADE

CONTABILIDADE PARA PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS NORMAS BRASILEIRAS DE CONTABILIDADE CONTABILIDADE PARA PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS NORMAS BRASILEIRAS DE CONTABILIDADE CONTABILIDADE PARA PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS NORMAS BRASILEIRAS DE CONTABILIDADE NBC T 19.41 Normas Brasileiras de Contabilidade

Leia mais

IFRS EM DEBATE: Aspectos gerais do CPC da Pequena e Média Empresa

IFRS EM DEBATE: Aspectos gerais do CPC da Pequena e Média Empresa IFRS EM DEBATE: Aspectos gerais do CPC da Pequena e Média Empresa outubro/2010 1 SIMPLIFICAÇÃO DOS PRONUNCIAMENTOS: Pronunciamento CPC PME - Contabilidade para Pequenas e Médias Empresas (225 páginas)

Leia mais

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 04 (R1) ATIVO INTANGÍVEL

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 04 (R1) ATIVO INTANGÍVEL COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 04 (R1) ATIVO INTANGÍVEL Correlação às Normas Internacionais de Contabilidade IAS 38 (IASB BV2010) Sumário OBJETIVO 1 Item ALCANCE 2 7 DEFINIÇÕES

Leia mais

e) 50.000.000,00. a) 66.000.000,00. c) 0,00 (zero).

e) 50.000.000,00. a) 66.000.000,00. c) 0,00 (zero). 1. (SEFAZ-PI-2015) Uma empresa, sociedade de capital aberto, apurou lucro líquido de R$ 80.000.000,00 referente ao ano de 2013 e a seguinte distribuição foi realizada no final daquele ano: valor correspondente

Leia mais

ATIVO IMOBILIZADO (GESTÃO, APURAÇÃO E CONTROLE)

ATIVO IMOBILIZADO (GESTÃO, APURAÇÃO E CONTROLE) ATIVO IMOBILIZADO (GESTÃO, APURAÇÃO E CONTROLE) Ativo Imobilizado e Intangível OBJETIVOS Possibilitar a compreensão da importância da informação contábil adequada do Ativo Imobilizado e sua gestão, apuração

Leia mais

O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais,

O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, RESOLUÇÃO CFC Nº. 1.137/08 Aprova a NBC T 16.10 Avaliação e Mensuração de Ativos e Passivos em Entidades do Setor Público. O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e

Leia mais

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 25. Provisão e Passivo e Ativo Contingentes

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 25. Provisão e Passivo e Ativo Contingentes COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 25 Provisão e Passivo e Ativo Contingentes Correlação às Normas Internacionais de Contabilidade IAS 37 Conteúdo OBJETIVO Item ALCANCE 1-9

Leia mais

Notas Explicativas. Armando Madureira Borely armando.borely@globo.com

Notas Explicativas. Armando Madureira Borely armando.borely@globo.com CONSELHO REGIONAL DE CONTABILIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO Home page: www.crc.org.br - E-mail: cursos@crcrj.org.br Notas Explicativas Armando Madureira Borely armando.borely@globo.com (Rio de Janeiro)

Leia mais

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO PME CONTABILIDADE PARA PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO PME CONTABILIDADE PARA PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO PME CONTABILIDADE PARA PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS Correlação às Normas Internacionais de Contabilidade The International Financial Reporting Standard

Leia mais

2. Pronunciamento Técnico CPC 25 - Provisões, Passivos Contingentes e Ativos Contingentes

2. Pronunciamento Técnico CPC 25 - Provisões, Passivos Contingentes e Ativos Contingentes TÍTULO : PLANO CONTÁBIL DAS INSTITUIÇÕES DO SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL - COSIF 1 1. Pronunciamento Técnico CPC 25 - Provisões, Passivos Contingentes e Ativos Contingentes 1. Aplicação 1 - As instituições

Leia mais

Conselho Regional de Contabilidade do Rio Grande do Sul. Contabilidade para. NBC T 19.41, aprovada pela Resolução CFC nº 1.255-09

Conselho Regional de Contabilidade do Rio Grande do Sul. Contabilidade para. NBC T 19.41, aprovada pela Resolução CFC nº 1.255-09 Conselho Regional de Contabilidade do Rio Grande do Sul Contabilidade para Pequenas e Médias NBC T 19.41, aprovada pela Resolução CFC nº 1.255-09 Porto Alegre 2010 Uma publicação do CRCRS Conselho Regional

Leia mais

Sumário do Pronunciamento Técnico CPC 13

Sumário do Pronunciamento Técnico CPC 13 Sumário do Pronunciamento Técnico CPC 13 Adoção Inicial da Lei n o 11.638/07 e da Medida Provisória n o 449/08 Observação: Este sumário, que não faz parte do Pronunciamento, está sendo apresentado apenas

Leia mais

EDITAL DE AUDIÊNCIA PÚBLICA SNC Nº 15/2009. Prazo: 15 de junho de 2009

EDITAL DE AUDIÊNCIA PÚBLICA SNC Nº 15/2009. Prazo: 15 de junho de 2009 Prazo: 15 de junho de 2009 A Comissão de Valores Mobiliários CVM, em conjunto com o Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC), submete à Audiência Pública, nos termos do art. 8º, 3º, I, da Lei nº 6.385,

Leia mais

2.1 Estrutura Conceitual e Pronunciamento Técnico CPC n 26

2.1 Estrutura Conceitual e Pronunciamento Técnico CPC n 26 Sumário 1 Introdução... 1 2 Definição do grupo patrimonial... 1 2.1 Estrutura Conceitual e Pronunciamento Técnico CPC n 26... 1 2.2 Lei das S/A... 4 3 Plano de Contas Proposto contas patrimoniais para

Leia mais

Imobilizado e Ativos Intangíveis

Imobilizado e Ativos Intangíveis Conselho Regional de Contabilidade do Estado de São Paulo Tel. (11) 3824-5400, 3824-5433 (teleatendimento), fax (11) 3824-5487 Email: desenvolvimento@crcsp.org.br web: www.crcsp.org.br Rua Rosa e Silva,

Leia mais

1-DEMONSTRATIVOS CONTÁBEIS BÁSICOS 1.1 OBJETIVO E CONTEÚDO

1-DEMONSTRATIVOS CONTÁBEIS BÁSICOS 1.1 OBJETIVO E CONTEÚDO 2 -DEMONSTRATIVOS CONTÁBEIS BÁSICOS. OBJETIVO E CONTEÚDO Os objetivos da Análise das Demonstrações Contábeis podem ser variados. Cada grupo de usuários pode ter objetivos específicos para analisar as Demonstrações

Leia mais

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 15. Combinação de Negócios

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 15. Combinação de Negócios COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 15 Combinação de Negócios Correlação às Normas Internacionais de Contabilidade IFRS 3 (IASB) (parte) Descrição Item Objetivo 1 Alcance e Finalidade

Leia mais

CONTABILIDADE SOCIETÁRIA AVANÇADA Revisão Geral BR-GAAP. PROF. Ms. EDUARDO RAMOS. Mestre em Ciências Contábeis FAF/UERJ SUMÁRIO

CONTABILIDADE SOCIETÁRIA AVANÇADA Revisão Geral BR-GAAP. PROF. Ms. EDUARDO RAMOS. Mestre em Ciências Contábeis FAF/UERJ SUMÁRIO CONTABILIDADE SOCIETÁRIA AVANÇADA Revisão Geral BR-GAAP PROF. Ms. EDUARDO RAMOS Mestre em Ciências Contábeis FAF/UERJ SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO 2. PRINCÍPIOS CONTÁBEIS E ESTRUTURA CONCEITUAL 3. O CICLO CONTÁBIL

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO DE BRASÍLIA CIÊNCIAS CONTÁBEIS ATIVO INTANGÍVEL LUCIANA SANTOS RODRIGUES RA: 20716350 PROFESSOR ORIENTADOR

CENTRO UNIVERSITÁRIO DE BRASÍLIA CIÊNCIAS CONTÁBEIS ATIVO INTANGÍVEL LUCIANA SANTOS RODRIGUES RA: 20716350 PROFESSOR ORIENTADOR CENTRO UNIVERSITÁRIO DE BRASÍLIA CIÊNCIAS CONTÁBEIS ATIVO INTANGÍVEL LUCIANA SANTOS RODRIGUES RA: 20716350 PROFESSOR ORIENTADOR João Alberto de Arruda. Brasília - DF 2010 LUCIANA SANTOS RODRIGUES ATIVO

Leia mais

Comparações entre Práticas Contábeis

Comparações entre Práticas Contábeis IAS 12, SIC-21, SIC-25 SFAS 109, I27, muitas questões EITF NPC 25 do Ibracon, Deliberação CVM 273/98 e Instrução CVM 371/02 Pontos-chave para comparar diferenças D i f e r e n ç a s S i g n i f i c a t

Leia mais

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO PME CONTABILIDADE PARA PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO PME CONTABILIDADE PARA PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO PME CONTABILIDADE PARA PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS Correlação às Normas Internacionais de Contabilidade The International Financial Reporting Standard

Leia mais

4. Empresas estatais estão definidas na NBC TSP 1 Apresentação das Demonstrações Contábeis.

4. Empresas estatais estão definidas na NBC TSP 1 Apresentação das Demonstrações Contábeis. NBC TSP 26 - Redução ao Valor Recuperável de Ativo Gerador de Caixa Objetivo 1. O objetivo desta Norma é definir os procedimentos que uma entidade adota para determinar se um ativo gerador de caixa sofreu

Leia mais

O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais,

O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, RESOLUÇÃO CFC Nº. 1.255/09 Aprova a NBC T 19.41 Contabilidade para Pequenas e Médias Empresas. O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, CONSIDERANDO que

Leia mais

RESOLUÇÃO CFC Nº. 1.262/09. O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais,

RESOLUÇÃO CFC Nº. 1.262/09. O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, NOTA - A Resolução CFC n.º 1.329/11 alterou a sigla e a numeração desta Interpretação de IT 09 para ITG 09 e de outras normas citadas: de NBC T 1 para NBC TG ESTRUTURA CONCEITUAL; de NBC T 7 para NBC TG

Leia mais

6 Balanço Patrimonial - Passivo - Classificações das Contas, 25 Exercícios, 26

6 Balanço Patrimonial - Passivo - Classificações das Contas, 25 Exercícios, 26 Prefácio 1 Exercício Social, 1 Exercícios, 2 2 Disposições Gerais, 3 2.1 Demonstrações financeiras exigidas, 3 2.2 Demonstrações financeiras comparativas, 4 2.3 Contas semelhantes e contas de pequenos,

Leia mais

ATIVO Explicativa 2012 2011 PASSIVO Explicativa 2012 2011

ATIVO Explicativa 2012 2011 PASSIVO Explicativa 2012 2011 ASSOCIAÇÃO DIREITOS HUMANOS EM REDE QUADRO I - BALANÇO PATRIMONIAL EM 31 DE DEZEMBRO (Em reais) Nota Nota ATIVO Explicativa PASSIVO Explicativa CIRCULANTE CIRCULANTE Caixa e equivalentes de caixa 4 3.363.799

Leia mais

Demonstrações Financeiras Enel Green Power Damascena Eólica S.A.

Demonstrações Financeiras Enel Green Power Damascena Eólica S.A. Demonstrações Financeiras Enel Green Power Damascena Eólica S.A. 31 de dezembro de 2014 com Relatório dos Auditores Independentes sobre as Demonstrações Financeiras Demonstrações financeiras 31 de dezembro

Leia mais

Luciano Silva Rosa Contabilidade 20

Luciano Silva Rosa Contabilidade 20 Luciano Silva Rosa Contabilidade 20 Tratamento contábil do ágio e do deságio O tratamento contábil do ágio e do deságio na aquisição de investimentos avaliados pelo método da equivalência patrimonial (MEP)

Leia mais

IAS 38 Ativos Intangíveis

IAS 38 Ativos Intangíveis 2011 Sumário Técnico IAS 38 Ativos Intangíveis emitido até 1 Janeiro 2011. Inclui os IFRSs com data de vigência a paritr de 1º de janeiro de 2011, porém não inclui os IFRSs que serão substituídos. Este

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 998, DE 21 DE MAIO DE 2004

RESOLUÇÃO Nº 998, DE 21 DE MAIO DE 2004 CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE RESOLUÇÃO Nº 998, DE 21 DE MAIO DE 2004 Aprova a NBC T 19.2 - Tributos sobre Lucros. O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais,

Leia mais

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 15. Combinação de Negócios

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 15. Combinação de Negócios COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 15 Combinação de Negócios Correlação às Normas Internacionais de Contabilidade IFRS 3 Índice OBJETIVO 1 ALCANCE 2 IDENTIFICAÇÃO DE COMBINAÇÃO

Leia mais

Notas Explicativas. Eduardo Assumpção

Notas Explicativas. Eduardo Assumpção Notas Explicativas Eduardo Assumpção 1 Notas Explicativas Os Casos Práticos que Serão Apresentados 4 Marco Regulatório da Convergência IFRS Pequenas e Médias Empresas I F R S P M E 5 Conteúdo Programático

Leia mais

Officer Distribuidora de Produtos de Informática S.A.

Officer Distribuidora de Produtos de Informática S.A. Officer Distribuidora de Produtos de Informática S.A. Demonstrações Financeiras Individuais e Consolidadas Referentes ao Exercício Findo em 31 de Dezembro de 2012 e Relatório dos Auditores Independentes

Leia mais

Conselho Regional de Contabilidade do Estado do Rio de Janeiro NBC TG32 TRIBUTOS SOBRE O LUCRO

Conselho Regional de Contabilidade do Estado do Rio de Janeiro NBC TG32 TRIBUTOS SOBRE O LUCRO Conselho Regional de Contabilidade do Estado do Rio de Janeiro NBC TG32 TRIBUTOS SOBRE O LUCRO contato@agmcontadores.com.br 2015 out-2015 2 Objetivo O objetivo deste Pronunciamento é estabelecer o tratamento

Leia mais

CPC 27 - IMOBILIZADO CPC - 27. Prof. Ms. Maurício F. Pocopetz

CPC 27 - IMOBILIZADO CPC - 27. Prof. Ms. Maurício F. Pocopetz CPC 27 - IMOBILIZADO CPC - 27 Prof. Ms. Maurício F. Pocopetz OBJETIVO É estabelecer o tratamento contábil para ativos imobilizados, de forma que os usuários possam discernir a informação sobre o investimento

Leia mais

IAS 38 Ativos Intangíveis Gastos com Pesquisa e Desenvolvimento

IAS 38 Ativos Intangíveis Gastos com Pesquisa e Desenvolvimento Paulo Antônio Pereira IAS 38 Ativos Intangíveis Gastos com Pesquisa e Desenvolvimento Relatório apresentado à disciplina Contabilidade em Moeda Constante e Conversão das Demonstrações Contábeis para Moeda

Leia mais

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 01 (R1) Redução ao Valor Recuperável de Ativos

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 01 (R1) Redução ao Valor Recuperável de Ativos COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 01 (R1) Redução ao Valor Recuperável de Ativos Correlação às Normas Internacionais de Contabilidade IAS 36 (BV2010) Sumário OBJETIVO 1 Item

Leia mais

DELIBERAÇÃO CVM Nº 728, DE 27 DE NOVEMBRO DE 2014

DELIBERAÇÃO CVM Nº 728, DE 27 DE NOVEMBRO DE 2014 Aprova o Documento de Revisão de Pronunciamentos Técnicos nº 06 referente aos Pronunciamentos CPC 04, CPC 05, CPC 10, CPC 15, CPC 22, CPC 25, CPC 26, CPC 27, CPC 28, CPC 33, CPC 38, CPC 39 e CPC 46 emitidos

Leia mais

Teste de recuperabilidade Impairment test

Teste de recuperabilidade Impairment test 1 Teste de recuperabilidade Impairment test A informação tem sido considerada o principal insumo para a obtenção de um conhecimento maior acerca das decisões que devem ser tomadas no âmbito das organizações.

Leia mais

PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 06 (R1) Operações de Arrendamento Mercantil. CVM - Deliberação nº. 645/10; CFC - NBC TG 06 - Resolução nº. 1.

PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 06 (R1) Operações de Arrendamento Mercantil. CVM - Deliberação nº. 645/10; CFC - NBC TG 06 - Resolução nº. 1. PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 06 (R1) Operações de Arrendamento Mercantil CVM - Deliberação nº. 645/10; CFC - NBC TG 06 - Resolução nº. 1.304/10; 1 OBJETIVO O objetivo deste Pronunciamento é estabelecer,

Leia mais

BRITCHAM RIO AGIO NA AQUISICAO DE INVESTIMENTOS LEI 11638

BRITCHAM RIO AGIO NA AQUISICAO DE INVESTIMENTOS LEI 11638 BRITCHAM RIO 2009 AGIO NA AQUISICAO DE INVESTIMENTOS LEI 11638 JUSTIFICATIVAS DO TEMA Permanente movimento de concentração Aumento da Relevância dos Intangíveis Convergência/Harmonização/Unificação de

Leia mais

CONCEITOS (PRINCÍPIOS) CONTÁBEIS FUNDAMENTAIS

CONCEITOS (PRINCÍPIOS) CONTÁBEIS FUNDAMENTAIS CONCEITOS (PRINCÍPIOS) CONTÁBEIS FUNDAMENTAIS Os números entre parênteses a seguir indicam o número do item que aparece no pronunciamento original do Comitê de Pronunciamentos Contábeis CPC. REGIME DE

Leia mais

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC-04 ATIVO INTANGÍVEL

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC-04 ATIVO INTANGÍVEL COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC-04 ATIVO INTANGÍVEL Correlação às Normas Internacionais de Contabilidade IAS 38 ÍNDICE Conteúdo Item OBJETIVO 1 ALCANCE 2-7 DEFINIÇÕES 8-17

Leia mais

RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS. Responsabilidade da administração sobre as demonstrações contábeis

RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS. Responsabilidade da administração sobre as demonstrações contábeis RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS Aos Diretores e Mantenedores da FUNDAÇÃO PRÓ RIM JOINVILLE SC Examinamos as demonstrações financeiras da Fundação Pró Rim, que compreendem

Leia mais

ITG 1000 - MODELO CONTÁBIL SIMPLIFICADO PARA MICROEMPRESAS E EMPRESAS DE PEQUENO PORTE

ITG 1000 - MODELO CONTÁBIL SIMPLIFICADO PARA MICROEMPRESAS E EMPRESAS DE PEQUENO PORTE ITG 1000 - MODELO CONTÁBIL SIMPLIFICADO PARA MICROEMPRESAS E EMPRESAS DE PEQUENO PORTE Alcance 1. Esta Interpretação estabelece critérios e procedimentos específicos a serem observados pelas entidades

Leia mais

Raízen Combustíveis S.A.

Raízen Combustíveis S.A. Balanço patrimonial consolidado e condensado (Em milhares de reais, exceto quando indicado de outra forma) Ativo 30.06.2014 31.03.2014 Passivo 30.06.2014 31.03.2014 Circulante Circulante Caixa e equivalentes

Leia mais

Demonstrações Financeiras UPCON SPE 17 Empreendimentos Imobiliários S.A.

Demonstrações Financeiras UPCON SPE 17 Empreendimentos Imobiliários S.A. Demonstrações Financeiras UPCON SPE 17 Empreendimentos Imobiliários S.A. 31 de dezembro de 2014 com o relatório dos auditores independentes Demonstrações financeiras Índice Relatório dos auditores independentes

Leia mais

JOSÉ HERNANDEZ PEREZ JUNIOR

JOSÉ HERNANDEZ PEREZ JUNIOR JOSÉ HERNANDEZ PEREZ JUNIOR Mestre em Controladoria e Contabilidade Estratégica e Bacharel em Ciências Contábeis. Professor de cursos de MBA da Fundação Getulio Vargas - RJ. Professor das Faculdades Atibaia

Leia mais

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 15 (R1) Combinação de Negócios

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 15 (R1) Combinação de Negócios COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 15 (R1) Combinação de Negócios Correlação às Normas Internacionais de Contabilidade IFRS 3 (IASB BV 2011) Índice OBJETIVO 1 ALCANCE 2 IDENTIFICAÇÃO

Leia mais

Patrimônio Líquido. Políticas Contábeis, Mudanças de Estimativas e Retificação de Erro. Agosto 2012. Elaborado por:

Patrimônio Líquido. Políticas Contábeis, Mudanças de Estimativas e Retificação de Erro. Agosto 2012. Elaborado por: Conselho Regional de Contabilidade do Estado de São Paulo Tel. (11) 3824-5400, 3824-5433 (teleatendimento), fax (11) 3824-5487 Email: desenvolvimento@crcsp.org.br web: www.crcsp.org.br Rua Rosa e Silva,

Leia mais

Serviço Funerário Bom Pastor Ltda ME Demonstrações contábeis findas em 31 de dezembro de 2014

Serviço Funerário Bom Pastor Ltda ME Demonstrações contábeis findas em 31 de dezembro de 2014 Serviço Funerário Bom Pastor Ltda ME Demonstrações contábeis findas Demonstrações financeiras em IFRS e baseadas nos Pronunciamentos Técnicos emitidos pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis - CPC em

Leia mais

2. Pronunciamento Técnico CPC 1 Redução ao Valor Recuperável de Ativos. 2. Pronunciamento Técnico CPC 1 - Redução ao Valor Recuperável de Ativos

2. Pronunciamento Técnico CPC 1 Redução ao Valor Recuperável de Ativos. 2. Pronunciamento Técnico CPC 1 - Redução ao Valor Recuperável de Ativos TÍTULO : PLANO CONTÁBIL DAS INSTITUIÇÕES DO SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL - COSIF 1 2. Pronunciamento Técnico CPC 1 Redução ao Valor Recuperável de Ativos 1. Aplicação 1 - As instituições financeiras, as

Leia mais

Banco Volkswagen S.A. Demonstrações financeiras consolidadas em 31 de dezembro de 2013 e relatório dos auditores independentes

Banco Volkswagen S.A. Demonstrações financeiras consolidadas em 31 de dezembro de 2013 e relatório dos auditores independentes Demonstrações financeiras consolidadas em 31 de dezembro de 2013 e relatório dos auditores independentes Relatório dos auditores independentes Aos administradores Banco Volkswagen S.A. Examinamos as demonstrações

Leia mais

Sumário. 1 Introdução. 2 O Conceito de Provisão. Demonstrações Contábeis Decifradas. Aprendendo Teoria

Sumário. 1 Introdução. 2 O Conceito de Provisão. Demonstrações Contábeis Decifradas. Aprendendo Teoria Sumário 1 Introdução... 1 2 O Conceito de Provisão... 1 3 Exemplos de Provisão... 2 3.1 Provisão para garantias... 2 3.2 Provisão para riscos fiscais, trabalhistas e cíveis... 3 3.3 Provisão para reestruturação...

Leia mais

NBC TSP 19 Provisões, Passivos Contingentes e Ativos Contingentes

NBC TSP 19 Provisões, Passivos Contingentes e Ativos Contingentes NBC TSP 19 Provisões, Passivos Contingentes e Ativos Contingentes Objetivo Alcance O objetivo desta Norma é estabelecer que sejam aplicados critérios de reconhecimento e bases de mensuração apropriados

Leia mais

expert PDF Trial Estoques (Métodos de Avaliação do Estoque pelas Normas Contábeis e Fiscais)

expert PDF Trial Estoques (Métodos de Avaliação do Estoque pelas Normas Contábeis e Fiscais) Conselho Regional de Contabilidade do Estado de São Paulo Tel. (11) 3824-5400 - ramal 1529 (núcleo de relacionamento) Email: desenvolvimento@crcsp.org.br web: www.crcsp.org.br Rua Rosa e Silva, 60 Higienópolis

Leia mais

RESOLUÇÃO CFC N.º 1.133/08. Aprova a NBC T 16.6 Demonstrações Contábeis.

RESOLUÇÃO CFC N.º 1.133/08. Aprova a NBC T 16.6 Demonstrações Contábeis. RESOLUÇÃO CFC N.º 1.133/08 Aprova a NBC T 16.6 Demonstrações Contábeis. O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, CONSIDERANDO a internacionalização das

Leia mais

Pontuação homologada para o PEPC - 2014

Pontuação homologada para o PEPC - 2014 100 PORCENTO AUDIT 100 PORCENTO AUDIT AGF CONSULT. E TREIN. EMPRESARIAL AGF CONSULT. E TREIN. EMPRESARIAL AGF CONSULT. E TREIN. EMPRESARIAL AGF CONSULT. E TREIN. EMPRESARIAL AGF CONSULT. E TREIN. EMPRESARIAL

Leia mais

Avaliação de Intangíveis. Avaliação de intangíveis Osório Gatto Seminário de avaliações IBAPE

Avaliação de Intangíveis. Avaliação de intangíveis Osório Gatto Seminário de avaliações IBAPE Avaliação de Intangíveis Avaliação de intangíveis Osório Gatto Seminário de avaliações IBAPE Brasília 2014 Conceitos básicos em Combinação de negócios (CPC 15 / IFRS 13) A definição de ativo intangível

Leia mais

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS INTERPRETAÇÃO TÉCNICA ICPC 09 (R1)

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS INTERPRETAÇÃO TÉCNICA ICPC 09 (R1) COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS INTERPRETAÇÃO TÉCNICA ICPC 09 (R1) Demonstrações Contábeis Individuais, Demonstrações Separadas, Demonstrações Consolidadas e Aplicação do Método de Equivalência Patrimonial

Leia mais

ASPECTOS GERAIS NA ELABORAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS DAS EMPRESAS

ASPECTOS GERAIS NA ELABORAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS DAS EMPRESAS ASPECTOS GERAIS NA ELABORAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS DAS EMPRESAS Resolução CFC nº 1.418/2012 ITG 1000. CONVÊNIO CRCGO / SCESGO NORMAS BRASILEIRAS DE CONTABILIDADE MODELO CONTÁBIL PARA MICROEMPRESA

Leia mais

Instituto Lina Galvani

Instituto Lina Galvani Balanços patrimoniais Em milhares de reais Ativo 31 de dezembro de 2011 31 de dezembro de 2010 Passivo e patrimônio social 31 de dezembro de 2011 31 de dezembro de 2010 Circulante Circulante Caixa e equivalentes

Leia mais

BNDES-IFRS Foundation Seminário IFRS para PMEs. Tópico 3.4 Avaliação e Debate Passivos Seções 20, 21 e 28

BNDES-IFRS Foundation Seminário IFRS para PMEs. Tópico 3.4 Avaliação e Debate Passivos Seções 20, 21 e 28 BNDES-IFRS Foundation Seminário IFRS para PMEs 1 Tópico 3.4 Avaliação e Debate Passivos Seções 20, 21 e 28 Seção 20 Questões para debate 2 Q 1: arrendamento operacional não cancelável de 10 anos de um

Leia mais

IFRS: Contabilidade para Microempresa, Empresa de Pequeno Porte, Pequenas e Médias Empresas.

IFRS: Contabilidade para Microempresa, Empresa de Pequeno Porte, Pequenas e Médias Empresas. IFRS: Contabilidade para Microempresa, Empresa de Pequeno Porte, Pequenas e Médias Empresas. Aplicável a: - Pequenas e Médias Empresas. (NBC TG 1000) - Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (ITG 1000)

Leia mais

O Impacto da Lei 11.638/07 no encerramento das Demonstrações Contábeis de 2008

O Impacto da Lei 11.638/07 no encerramento das Demonstrações Contábeis de 2008 O Impacto da Lei 11.638/07 no encerramento das Demonstrações Contábeis de 2008 Pronunciamento CPC 013 Adoção Inicial da Lei nº 11.638/07 e da Medida Provisória no 449/08 Antônio Carlos Palácios Vice-Presidente

Leia mais

IFRS para PMEs: Seção 14 - Investimento em Controlada e em Coligada

IFRS para PMEs: Seção 14 - Investimento em Controlada e em Coligada Conselho Regional de Contabilidade do Estado de São Paulo Tel. (11) 3824-54, 3824-5433 (teleatendimento), fax (11) 3824-5487 Email: desenvolvimento@crcsp.org.br web: www.crcsp.org.br Rua Rosa e Silva,

Leia mais

Demonstrações Financeiras Ático Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Ltda.

Demonstrações Financeiras Ático Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Ltda. Demonstrações Financeiras Ático Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Ltda. com Relatório dos Auditores Independentes sobre as Demonstrações Financeiras Demonstrações financeiras Índice Relatório

Leia mais

PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 26 APRESENTAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS

PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 26 APRESENTAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 26 APRESENTAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Correlação às Normas Internacionais de Contabilidade IAS 1 Objetivos e considerações gerais sobre as Demonstrações Financeiras Conteúdo

Leia mais

CONTABILIDADE: DEMONSTRAÇÃO DE LUCROS OU PREJUÍZOS ACUMULADOS (DLPA) PROCEDIMENTOS

CONTABILIDADE: DEMONSTRAÇÃO DE LUCROS OU PREJUÍZOS ACUMULADOS (DLPA) PROCEDIMENTOS CONTABILIDADE: DEMONSTRAÇÃO DE LUCROS OU PREJUÍZOS ACUMULADOS (DLPA) PROCEDIMENTOS SUMÁRIO 1. Considerações Iniciais 2. Demonstração de Lucros ou Prejuízos Acumulados (DLPA) na Lei das S.A. 3. Demonstração

Leia mais

DELIBERAÇÃO CVM Nº 729, DE 27 DE NOVEMBRO DE 2014

DELIBERAÇÃO CVM Nº 729, DE 27 DE NOVEMBRO DE 2014 Aprova a Interpretação Técnica ICPC 09(R2) do Comitê de Pronunciamentos Contábeis, que trata de demonstrações contábeis individuais, demonstrações separadas, demonstrações consolidadas e aplicação do método

Leia mais

CONTABILIDADE PARA PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS (NBC TG 1000 e ITG 1000)

CONTABILIDADE PARA PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS (NBC TG 1000 e ITG 1000) CONTABILIDADE PARA PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS (NBC TG 1000 e ITG 1000) Prof. MSc. Cristina Amélia Fontes Langoni Contadora e Conselheira do CRC/ES Cachoeiro,Linhares e Colatina, 23 a 25/09/2014 Contabilidade:

Leia mais

Direcional Engenharia S.A. 1. Contexto operacional

Direcional Engenharia S.A. 1. Contexto operacional Notas explicativas às demonstrações financeiras 1. Contexto operacional A Direcional Engenharia S.A. ( Direcional ou Companhia ) é uma Companhia de capital aberto organizada segundo as leis societárias

Leia mais

O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais,

O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, RESOLUÇÃO CFC Nº. 1.133/08 Aprova a NBC T 16.6 Demonstrações Contábeis. O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, CONSIDERANDO a internacionalização das

Leia mais

Raízen Combustíveis S.A. Índice

Raízen Combustíveis S.A. Índice Raízen Combustíveis S.A. Índice Balanço patrimonial...2 Demonstração do resultado...4 Demonstração do resultado abrangente...5 Demonstração das mutações do patrimônio líquido...6 Demonstração dos fluxos

Leia mais

O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais,

O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, Resolução CFC nº 1.159, de 13/02/2009 DOU 1 de 04/03/2009 Aprova o Comunicado Técnico CT 01 que aborda como os ajustes das novas práticas contábeis adotadas no Brasil trazidas pela Lei nº 11.638/07 e MP

Leia mais

Associação Saúde Criança São Paulo Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeiras 31 de dezembro de 2012 e de 2011

Associação Saúde Criança São Paulo Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeiras 31 de dezembro de 2012 e de 2011 Associação Saúde Criança São Paulo Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeiras 31 de dezembro de 2012 e de 2011 Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações

Leia mais

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 16(R1) Estoques

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 16(R1) Estoques COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 16(R1) Estoques Correlação às Normas Internacionais de Contabilidade IAS 2 (IASB) Índice Item OBJETIVO 1 ALCANCE 2 5 DEFINIÇÕES 6 8 MENSURAÇÃO

Leia mais

Parque Eólico Assuruá VII. Relatório dos Auditores Independentes. Demonstrações contábeis Em 31 de dezembro de 2014

Parque Eólico Assuruá VII. Relatório dos Auditores Independentes. Demonstrações contábeis Em 31 de dezembro de 2014 Parque Eólico Assuruá VII Relatório dos Auditores Independentes Demonstrações contábeis Em 31 de dezembro de 2014 Parque Eólico Assuruá VII Demonstrações contábeis Referentes aos exercícios findos em 31

Leia mais

O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais,

O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, RESOLUÇÃO CFC Nº. 1.253/09 Aprova a NBC T 19.39 Adoção Inicial das Normas Internacionais de Contabilidade. O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, CONSIDERANDO

Leia mais