TDC T-Commerce e T-Banking- Aplicações Seguras. Julho de 2011 Aguinaldo Boquimpani Gerente Senior de Produtos TOTVS TQTVD

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1 TDC T-Commerce e T-Banking- Aplicações Seguras Julho de 2011 Aguinaldo Boquimpani Gerente Senior de Produtos TOTVS TQTVD

2 TDC 2011 AGENDA I. Cadeia de valor da TV Digital Interativa II. O Ginga e a Interatividade III. Aplicações Seguras IV. Autenticação, Certificação Digital V. T-Banking VI. T-Commerce VII. Sticker Center VIII. Referências 2

3 Sumário TV Digital T-Commerce e T-Banking A crescente adoção da TV digital no mundo cria novas oportunidades de negócio pois traz uma nova capacidade de interação para o expectador com o simples uso do controle remoto da TV. Contudo, apesar de poder alavancar negócios que envolvem meios de pagamento e serviços financeiros de forma geral, a questão de segurança passa a ser fator fundamental de sucesso. Esta apresentação aborda as principais evoluções no Ginga e na TV Digital brasileira para suportar estas novas oportunidades.

4 Cadeia de Valor Cadeia de Valor no Modelo de TV Aberta Analógica Indústria de Receptores Passivos Telespectadores Anunciantes Produtores de Conteúdo Redes de Televisão Aberta Indústria de Transmissão

5 Cadeia de Valor Cadeia de Valor no Modelo de TV Aberta Digital Provedores de Chipsets para TV Digital Provedores de SW embarcado (OS, JVM, Zapper, EPG, etc.) Indústria de Receptores Passivos Telespectadores Anunciantes Produtores de Conteúdo Redes de Televisão Aberta Desenv. SW para transmissão Indústria de Transmissão

6 Cadeia de Valor Cadeia de Valor no Modelo de TV Aberta Digital Interativa Provedores de Chipsets para TV Digital Provedores de SW embarcado (OS, JVM, Zapper, EPG, etc.) Provedores de MW Ginga Indústria de Receptores Interativos Telespectadores Provedores de Ferramentas de Desenv. de Apps. Ginga Desenv. Aps. Interativas Anunciantes Produtores de Conteúdo Redes de Televisão Aberta Desenv. SW Indústria de para transmissão Transmissão Provedores de Serviços de Telecomunicação (Internet, Tel. Celular, etc)

7 Cadeia de Valor Inúmeras combinações de parcerias podem dar lugar a novas soluções integradas, criando cadeias de valor completamente novas. Provedores de Chipsets para TV Digital Provedores de SW embarcado (OS, JVM, Zapper, EPG, etc) Provedores de MW Ginga Indústria de Receptores Interativos Telespectadores Provedores de Ferramentas de Desenv. de Apps. Ginga Desenv. Aps. Interativas Anunciantes Produtores de Conteúdo Redes de Televisão Aberta Desenv. SW Indústria de para transmissão Transmissão Provedores de Serviços de Telecomunicação (Internet, Tel. Celular, etc.)

8 Cadeia de Valor Novos players poderão achar um lugar onde se incorporar na cadeia de valor no futuro Provedores de Chipsets para TV Digital Provedores de SW embarcado (OS, JVM, Zapper, Marketing EPG, etc) Provedores de MW Ginga Provedores de Ferramentas de Desenv. de Apps. Ginga Setor Bancário e Financeiro Desenv. Aps. Interativas Indústria de Receptores Governo! Anunciantes Provedores TV por Assinatura Redes de!produtores Televisão de Conteúdo Aberta Interativos Telespectadores Desenv. SW para transmissão Varejo Provedores de Serviços de Telecomunicação (Internet, Tel. Celular, etc) Indústria de Transmissão Provedores de Conteúdos de Internet

9 O Ginga e a Interatividade O Middleware é a camada de software que permite o desenvolvimento de aplicações interativas para a TV Digital de forma independente da plataforma de hardware dos fabricantes de receptores digitais (set-top boxes). É capaz de executar aplicações interativas nativas (embarcadas pelo fabricante diretamente na memória do set-top box) ou transmitidas via sinal digital pelas redes de TV. O Brasil e outros 10 países da América Latina adotaram o Padrão Ginga, onde estas aplicações podem ser desenvolvidas nas linguagens Java, NCL ou Lua.

10 Padrão Ginga A especificação de Middleware Ginga de acordo com as normas ABNT para TV Digital Ginga MW Ginga-J Ginga-NCL APIs br.org.sbtvd XHTML + CSS + ECMAScript SMIL Transitions Mono-media Players LWUIT JavaDTV BRIDGE NCL Formatter LUA Script JavaTV 1.1 JMF JVM Ginga COMMON CORE CDC 1.1 / FP 1.1 / PBP 1.1

11 Interatividade A TV Digital ligada à rede de radiodifusão e à Internet pelo uso do canal de interatividade

12 Norma de Segurança Norma de Segurança A nova norma ABNT NBR (Parte 2) estabelece: Mecanismos de autenticação de aplicativos Ginga. Requisitos de segurança no uso do canal de interatividade para aplicações Ginga. A autenticação de aplicativos é baseada em assinaturas digitais conforme regras definidas pelo ICP-Brasil Suporte legal Uma aplicação autenticada é considerada segura e pode abrir conexões HTTPS, por exemplo.

13 Aplicações Seguras Aplicações Seguras x Não-Seguras Toda aplicação Ginga é executada em uma sand-box. Aplicações não-seguras somente tem acesso a um conjunto básico de recursos do receptor. Aplicações seguras podem solicitar acesso a outros recursos através de uma política de segurança. O receptor concede acesso ou não aos recursos solicitados na política de segurança Obedece restrições da plataforma

14 Execução em Ambiente Isolado Aplicações Seguras Apl. 3 Conteúdo da aplicação Assinatura digital Política de segurança Middleware/receptor Apl. 1 Apl. 2 Recursos sensíveis Aplicação autenticada

15 Política de Segurança Política de Segurança Política de segurança de uma aplicação contém solicitação de acesso a recursos sensíveis do receptor. Exemplos de recursos sensíveis: Canal de interatividade / acesso à Internet Conexões HTTPS Área de armazenamento persistente Comunicação entre aplicações

16 Suporte a Aplicações Java e NCL/Lua Aplicações Seguras Mecanismos de autenticação de aplicações e provisão de conexões seguras (SSL/TLS) integrado ao CommonCore do Middleware Ginga. Aplicações Java e NCL/Lua utilizam essa infra-estrutura de forma transparente.

17 Foco em segurança. Arquitetura de Segurança do Java Aplicações Seguras Garante a execução de código legítimo, com carga de classes de forma segura. Contém um grande conjunto de APIse implementa algoritmos, mecanismos e protocolos de segurança usados normalmente. Define um frameworkabrangente para a criação de aplicações seguras, baseado no uso de uma infra-estrutura de chaves públicas e de algoritmos criptográficos diversos. Permite a autenticação de aplicações e controle de acesso, impedindo o acesso não autorizado a recursos sensíveis. Simplifica o uso de técnicas de segurança.

18 Aplicações Seguras Aplicações Seguras! A infra-estrutura prevista pela norma de segurança na TV Digital permite a execução de: Aplicações de comércio eletrônico T-Commerce Aplicações bancárias T-Banking Por exemplo, é possível estabelecer um canal de comunicação seguro através de conexões seguras HTTPS com autenticação do servidor e do cliente

19 Certificação Certificados nas aplicações Ginga Os certificados digitaisusados para assinar aplicações Ginga serão exclusivos e terão atributos específicos, definidos pelo ICP-Brasil, para o âmbito de TV Digital. Autoridades Certificadoras privadas poderão emitir certificados mediante autorização do ICP-Brasil. Assinaturas digitaisgeradas a partir de certificados digitais emitidos dentro da hierarquia do ICP-Brasilpossuem validade jurídica.

20 Tecnologia de Segurança Uso de Tecnologia de Última Geração A Norma de segurança da TV Digital está em sintonia com as recomendações mais recentes do ICP-Brasil. Algoritmos criptográficos de última geração, voltados para dispositivos com pouca capacidade de processamento.

21 Tecnologia de Segurança Algoritmos de Segurança Assinatura de Aplicações Ginga Atualmente: RSA com mínimo de 1024 bits (criptografia assimétrica) com SHA-1 (hash) Seguindo novas recomendações do ICP-Brasil: Geração de hash Família SHA-2 (SHA-256, etc.) Criptografia assimétrica ECDSA (Curvas elípticas) -melhor performance em softwareembarcado em plataformas com recursos limitados

22 Algoritmos de Segurança Tecnologia de Segurança Conexões Seguras. Suporte básico a: SSL TLS 3DES (criptografia simétrica), RSA (criptografia assimétrica) e SHA-1 (hash) 3DES e AES (criptografia simétrica), RSA (criptografia assimétrica) e SHA-1 (hash) Compatível com o modelo usado em aplicações Web

23 T-Banking O antigo relacionamento: T-Banking O novo relacionamento:

24 Novos Dispositivos T-Banking O acesso ao banco através de diversos dispositivos traz: canais de vendas adicionais diminuição do volume de chamadas ao serviço de atendimento uma imagem inovadora satisfação e fidelização dos clientes

25 Fluxo da informação O fluxo da informação no T-banking: permite a sincronização de dados com o servidor possibilita rápido acesso a novos produtos mantém dados sincronizados com o back-end recebe feedback direto de campanhas de marketing da instituição financeira na mídia televisiva T-Banking

26 T-Banking Consultas Tipos de Aplicação Saldo de conta corrente e poupança Extrato de conta corrente e poupança Pagamentos Boletos de cobrança e convênios Transferência de valores Entre contas corrente e de poupança DOC/TED Operações com cartão de crédito Consulta e pagamentos de faturas Habilitação

27 T-Commerce O antigo relacionamento: T-Commerce O novo relacionamento: Potencial das novas plataformas: Mobilepaymentswilltriple to 670 US$B by2015

28 T-Commerce Potencial do T-Commerce Compras poderão ser feitas em decorrência dos anúncios e inserções nos programas de TV. Agilidade no merchandising associado a programas de TV Redução do tempo entre o anúncio e uma venda, o que deverá aumentar ainda mais os números do e-commerce no país. Integração com meios de pagamento alternativos.

29 Interatividade na TV: modelos de negócio

30 Modelo da Interatividade Interatividade tradicional e seu modelo de negócios na TV O modelo de interatividade do ISDB-T está sob o controle do radiodifusor e é baseado na transmissão de aplicações Ginga através do sinal da TV Digital. Estratégias dos radiodifusores: O modelo de negócios é similar ao da transmissão tradicional: anunciantes patrocinam inserções interativas na programação do canal ou compram espaço de propaganda em aplicações interativas. Os anunciantes podem agora produzir conteúdo de marketing contendo vídeo + conteúdo interativo que permitem levar mais informações ao consumidor sobre seus produtos. Os radiodifusores também têm o benefício adicional de modelos de interatividade plena em tempo real para programas que requerem feedback do telespectador. Esse feedback direto também beneficia anunciantes em relação a campanhas de marketing pela televisão.

31 Interatividade avançada: um novo cenário

32 Interatividade avançada O que são Stickers? Stickers são pequenas aplicações Ginga. Podem ser enviados pela emissora no sinal. Podem ser baixados pela banda larga de um repositório online. Podem ser pré-instalados pelo fabricante. Funcionam através de um modelo de negócios que inclui anunciantes e clientes das emissoras de TV que desejem enriquecer seu marketing através de conteúdo interativo associado ao conteúdo de mídia. Abrem a possibilidade de contato direto de anunciantes com telespectadores que podem interagir com seus produtos via TV. Podem fazer uso de toda a infra-estrutura de aplicações seguras.

33 Interatividade avançada Os Stickersrepresentam um modelo mais avançado de interatividade representado por uma barra de aplicativos oferecidos e gerenciados pelo Radiodifusor. Ela exibe apenas os Stickers enviados pela emissora atualmente sintonizada, que possui controle total sobre o gerenciamento deste conteúdo. Ao mudar de canal, novos Stickers serão mostrados.

34 Interatividade avançada Ao acessar um Broadcast Sticker este é exibido sobre o vídeo da emissora. Da mesma forma que no modelo tradicional de interatividade, a emissora gerencia este conteúdo, e escolhe a melhor prática de apresentação, funcionalidades e contexto de uso.

35 Interatividade e T-commerce Uma aplicação da emissora, normalmente ligada ao conteúdo, pode servir de grande potencial de vendas e merchandising e facilmente incluir facilidades de T-commerce.

36 Broadband Stickers Aplicativos do usuário com modelo de acesso à Internet

37 Interatividade avançada MyStickersé a área representada por um ícone que proporciona o acesso aos aplicativos armazenados na memória permanente do receptor e trazidos via Broadband. Cada usuário do receptor pode ter sua conta de acesso exclusiva.

38 Interatividade avançada Um Sticker armazenado nesta área pode ter vindo de fábrica na memória do receptor, ou pode ser baixado pelo usuário direto de uma AppStore. A emissora sintonizada pode incluir Broadcast Stickersna área dos MyStickers, onde se tornam disponíveis permanentemente para o usuário.

39 Exemplos do modelo de Stickers com aplicações de T-Banking e T-Commerce

40 Sticker Banco do Brasil: acesso a informações da conta corrente pela TV. T-Banking

41 Acesso ao portal de produtos do Walmartpela TV. T-Commerce

42 Acesso ao portal de produtos do Extra pela TV. T-Commerce

43 Solução de Convergência Solução que harmoniza diferentes cenários Controle do radiodifusor sobre os broadcast stickers. Amplia o potencial do modelo tradicional. Abertura de um modelo de negócios para Stickerspré-instalados onde o fabricante tem uma possibilidade de oferta para revenue-sharing com patrocinadores (bancos, instituições financeiras, cadeias de varejo, etc.). Inclui o conceito de uma Loja de Aplicativos aberta para que o usuário possa adquirir aplicações via broadband. É totalmente baseado no Ginga, o mais atualizado padrão aberto de interatividade no mundo, padrão internacional pela União Internacional de Telecomunicações (UIT). Suporte da infra-estrutura de segurança para suportar aplicações seguras.

44 TDC 2011 T-Commerce e T-Banking Dúvidas Aguinaldo Boquimpani Gerente Senior de Produtos para TV Digital TOTVS TQTVD Fone(21)

45 TDC 2011 T-Commerce e T-Banking Referências I. Fórum de TV Digital II. TV Digital no Brasil III. Normas da TV Digital IV. FAQ oficial sobre a Interatividade na TV V. Adoção do padrão nipo-brasileiro de TV Digital (ISDB-TB) VI. Sticker Center

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