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1 SIBS MARKET REPORT PAGAMENTOS ONLINE : Dezembro 2012

2 Novas gerações são cada vez mais digitais

3 Sumário executivo Os pagamentos digitais e as compras online constituem uma realidade cada vez mais relevante no contexto dos pagamentos electrónicos em Portugal. O MULTIBANCO, que está perfeitamente enraizado na sociedade portuguesa e é hoje uma referência internacional, colocou Portugal no mapa dos países tecnologicamente mais avançados ao nível dos pagamentos electrónicos. Aliás, segundo o Banco de Portugal, o MULTIBANCO permite poupar 750 milhões de euros à economia portuguesa. Este relatório apresenta, assim, um conjunto de estatísticas sobre o panorama dos pagamentos electrónicos em Portugal e enquadra nessa realidade o comportamento dos consumidores relativamente às compras online (pagamentos electrónicos não presenciais). São apresentados dados estruturados sobre as compras efectuadas a partir de Portugal, com cartões emitidos em Portugal, montantes e destinos dessas compras e principais tendências que envolvem os pagamentos digitais. Em resumo: 1 2 Em Dezembro de 2011, a Rede MULTIBANCO era composta por 14 mil Caixas Automáticos (CA MULTIBANCO) e mais de 275 mil Terminais de Pagamento (TPA MULTIBANCO), representando cerca de 93,6% do total das transacções realizadas. Em 2011 foram movimentados através de CA cerca de 53 mil milhões de euros e em TPA mais de 30 mil milhões de euros. Em 2011 cada português detinha uma média de 2 cartões bancários, num total de 19 milhões, com os quais efectuaram 2 mil milhões de transacções num valor total de cerca de 100 mil milhões de euros, o equivalente a 58,5% do PIB nacional. Há uma adesão massiva aos pagamentos electrónicos nos canais presenciais (CA e TPA), o que ainda não se verifica no universo online. De acordo com dados da SIBS, do total de compras pagas com recurso a cartão bancário, apenas ,2% decorrem de compras efectuadas online. Apesar de ser um valor reduzido, trata-se de uma evolução notória se tivermos por referência dados de 2007 e a taxa de crescimento face à média da UE-27. No que se refere ao comportamento das compras online, verifica-se que este é totalmente distinto das compras presenciais. O comércio electrónico em Portugal, apresenta uma percentagem superior à média europeia 19% das empresas declararam ter o seu comércio electrónico activo contra 15% ao nível Europeu. Contudo, a maioria das vendas online das empresas nacionais têm como destino o mercado interno, pelo que são ainda poucas as empresas a tirar partido do potencial de globalização que a internet oferece. A pensar no anseio de muitos portugueses, para quem a segurança é um factor crítico na decisão de comprar online, a SIBS lançou em Setembro de 2001 o MB NET, um instrumento inovador que permite a realização de compras não presenciais com garantias acrescidas de segurança, através da geração de cartões temporários. Um estudo realizado em 2009 pelo INE, revela que 57% dos portugueses referem uma preocupação com a segurança dos pagamentos como a principal razão para não efectuarem encomendas de bens ou serviço pela internet. As compras online apresentam uma tendência irreversível de crescimento a nível global. Portugal não é excepção e tem acompanhado esta tendência de forma positiva, quando comparada com a média da UE. A generalização do acesso à internet em Portugal constitui-se, ainda, como um indicador revelador do potencial de crescimento para as compras online. Consciente deste desafio a SIBS tem vindo a desenvolver um conjunto de novas soluções que adoptam os standards de segurança mais modernos. Dezembro 2012 SIBS MARKET REPORT: pagamentos online 03

4 SIBS MARKET REPORT PAGAMENTOS ONLINE : Dezembro Prefácio 09 SIBS FLASH REPORT 11 Negócios de escala, e de integração 21 COMPRAS ONLINE: tendências 22 Internet: uma extraordinária oportunidade para as empresas portuguesas 04 SIBS MARKET REPORT: pagamentos online Dezembro 2012

5 13 Compras online: a realidade portuguesa 17 a importância de comprar online, em segurança Dezembro 2012 SIBS MARKET REPORT: pagamentos online 05

6 The Portuguese payment systems are amongst the most advanced in Europe and card based operations are sophisticated and well established. THE INTERNATIONAL SMART CARD INDUSTRY GUIDE... the example of the Portuguese system, SIBS, suggests that greater innovation may arise out of a system where all the processing for a number of payment methods is carried out centrally. A survey conducted for this report looked at the availability and use of a non-cash functions at cash machines in other countries. Of the survey respondents, the Portuguese were the leaders in the cash machine functionality. APACS REPORT UK CASH & CASK MACHINES THE OFFICE OF FAIR TRADING Portugal s MULTIBANCO system is acknowledged to be one of the most sophisticated and comprehensive in the world. Portugal s ATMs are among the most high functional of Western Europe. A wide range of unusual facilities are also available ( ). ATMs are also advanced in terms of hardware features. EUROBUSINESS MULTIBANCO system is one of the most advanced networks in the world ( ) enabling innovative services such as the pre-paid mobile phone calls and the electronic motorway toll system. FINANCIAL TIMES RETAIL BANKING RESEARCH BULLETIN The Portuguese banking system is one of the more advanced in the world. FINANCIAL TIMES The benefits (of the cooperative model) are many, as the MULTIBANCO network in Portugal already proven. ATM MARKETPLACE.COM

7 prefácio A tendência para a desmaterialização, tecnologicamente apoiada, é uma das características dominantes das economias avançadas. Os pagamentos não podiam, como é óbvio, escapar a esta tendência, sendo possível verificar uma elevada correlação entre o nível de desenvolvimento de uma economia e a percentagem dos pagamentos que nela são realizados através de meios electrónicos. Da moeda mercadoria com valor de uso próprio e independente do seu papel como facilitador das trocas, como é o caso do sal ou do gado, por exemplo, à moeda metálica feita sobretudo de metais nobres, com valor intrínseco próprio também ao papel moeda, à moeda escritural representada apenas através de registos na contabilidade dos bancos foi percorrido um longo caminho, paralelo e instrumental de, ao desenvolvimento económico e social da Humanidade. Caminho cujo progresso continuou no mesmo sentido da sucessiva desmaterialização, simplificação e conveniência de uso através da evolução dos meios utilizados para a circulação da moeda escritural, dos cheques às transferências electrónicas. E, mais uma vez, através da evolução dos meios de ordenação e autenticação destas transferências. Comunicação escrita em papel, portanto, comunicação telefónica através de voz, até aos POS e ATM (estas também utilizáveis para acesso a moeda na forma de papel, i.e. a notas) com autenticação por meio de cartão, à internet e aos telefones móveis, foram outras etapas sucessivas desse caminho. A própria materialidade do cartão progrediu, aliás, de cartão propriamente dito para plástico e o material de armazenamento da sua informação relevante também se foi transformando, desde o material do cartão, ele mesmo, a materiais mais sofisticados e nele incorporados, como a banda magnética e, mais recentemente e até ver, em chip electrónico. A história da SIBS confunde-se com a história do progresso registado na disponibilização e utilização de instrumentos e serviços de pagamento em Portugal, ao longo dos últimos quase 30 anos, que é o tempo da sua existência. Assim como a forma de comunicação usada para realizar a autenticação do seu utilizador foi evoluindo, do tradicional passa a ferro mais tarde apoiado por um contacto telefónico, por voz, de confirmação, ao contacto com as já referidas máquinas de POS ou ATM, e até à forma actualmente em implementação mas ainda não suficientemente massificada de comunicação com as mesmas máquinas, mas sem contacto (tecnologia contactless, através de comunicação rádio estabelecida por uma antena incorporada no cartão), ou com recurso a telefones móveis. O sentido do progresso dos meios de pagamento atrás descrito é, sobretudo, o da evolução da sua conveniência para os utilizadores pagante e beneficiário. Mas essa evolução teve também sempre subjacente uma adequada e conveniente (a redundância é intencional) combinação com a segurança necessária à preservação da confiança de que depende a aceitação e a própria sobrevivência desses meios. A história da SIBS confunde-se, porque disso tem sido o principal instrumento, com a história do progresso registado na disponibilização e utilização de instrumentos e serviços de pagamento em Portugal, ao longo dos últimos quase 30 anos, que é o tempo da sua existência. De todas as etapas desse progresso quase todas com a chancela do MULTIBANCO destacamos apenas dois que se encontram no topo da cadeia evolutiva que descrevi: a disponibilização de operações financeiras electrónicas por telemóvel, que é feita desde 1996, através do serviço que inicialmente se chamou Telemultibanco e que hoje se chama MB PHONE; e o serviço, sob a marca MB NET, que permite o pagamento seguro com cartão de compras não presenciais, realizadas sobretudo, mas não só, através da internet. Damos agora início à divulgação de importantes novidades ou análises na área de pagamentos, através de uma publicação regular, chamada SIBS Market Report e cujo primeiro número é dedicado a um dos temas mais actuais os pagamentos online. Vitor Bento Presidente do Conselho de Administração SIBS Dezembro 2012 SIBS MARKET REPORT: pagamentos online 07

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9 Sibs Flash Report Os pagamentos electrónicos em Portugal O MULTIBANCO Movimenta a Vida The cash machine ( ) provides the local community with a lot more than easy access to their euro. It is a multi-function kiosk where they can book train and cinema tickets, make social security and tax contributions ( ) That is because the ATM in question is part of SIBS ATM network, ( ) that offers more than 60 services. Financial Times A utilização dos pagamentos electrónicos está culturalmente enraizada na vida dos Portugueses. Seja para pagar a conta da água, carregar o telemóvel ou comprar um bilhete de comboio, os Portugueses já não vivem sem o MULTIBANCO. Símbolo internacional da capacidade de inovação portuguesa, e uma das principais marcas nacionais, é confundido com a categoria de produto e com os dispositivos a ela associados: fala-se de caixas MULTIBANCO, de cartões MULTIBANCO e de pagamentos MULTIBANCO, em vez de ATM, de cartões de débito e de pagamento nas lojas. Os números do sistema de pagamentos nacional, apresentados por entidades reguladoras do sector, atestam isso mesmo: 1 2 De acordo com o Estudo Blue Book, publicado pelo Banco Central Europeu, Portugal tem a maior Rede da Europa em número de ATM por habitante. Em Dezembro de 2011, a Rede MULTIBANCO era composta por 14 mil Caixas Automáticos (CA MULTIBANCO) e mais de 275 mil Terminais de Pagamento (TPA MULTIBANCO). Quanto aos serviços que disponibiliza e à eficiência que estes serviços representam para a economia, segundo o Banco de Portugal, o sistema permite poupar cerca de 190 milhões de horas aos portugueses e representa uma poupança de 750 milhões de euros para a economia nacional. Hoje, cada português detém uma média de 2 cartões bancários, num total de 19 milhões, com os quais efectuaram, em 2011, 2 mil milhões de transacções em CA e TPA, num valor total de cerca de 100 mil milhões de euros, equivalente a 58,5% do PIB nacional. Os CA e os TPA mantêm-se como os principais canais de pagamento electrónico utilizados pelos portugueses, representando em 2011 cerca de 93,6% do total das transacções realizadas mais de 896 milhões de transacções em CA e mais de 760 milhões em TPA. Através dos CA MULTIBANCO os portugueses movimentaram cerca de 53 mil milhões de euros e em TPA mais de 30 mil milhões de euros em O que equivale a dizer que cada português movimentou 8 euros por dia, em gestos diários tornados simples pelo MULTIBANCO como levantar dinheiro, pagar facturas ou impostos, fazer transferências bancárias, comprar ou carregar títulos de transporte, pagar portagens com cartão ou através da Via Verde, pagar por débito directo ou fazer carregamentos de telemóvel, um serviço pioneiro no Mundo. E para além de todos estes serviços, os Portugueses podem ainda fazer donativos para IPSS ou ONGD e emitir licenças de Pesca Lúdica e Caça, serviço distinguido com o prémio para o Melhor Serviço Administrativo Europeu Online. Todos estes indicadores demonstram que Portugal é um dos países tecnologicamente mais avançados ao nível dos pagamentos electrónicos. De seguida neste relatório vamos explorar como tem sido a adesão dos Portugueses a outros canais de utilização dos pagamentos electrónicos, nomeadamente os canais não presenciais ou virtuais, o mundo do online. Dezembro 2012 SIBS MARKET REPORT: pagamentos online 09

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11 NEGÓCIOS DE ESCALA, E DE INTEGRAÇÃO Posiciono-me, perante estas questões, como o mais comum dos portugueses, sem que nada me diferencie. Talvez ligeiramente mais avançado do que a generalidade das pessoas da minha idade, e seguramente muito aquém do grau de utilização das novas tecnologias da informação e da comunicação por parte das gerações mais novas. Há, no entanto, funcionalidades e facilidades que, cedo ou tarde, não podem deixar de se impor mesmo aos mais resistentes à mudança. Cheguei tarde, mas cheguei, aos computadores, ao telefone móvel, ao e à internet em geral. Curiosamente, cheguei cedo ao MULTIBANCO e, sobretudo, aos pagamentos electrónicos através do MULTIBANCO uma das coisas que mais mudou a minha vida, e que mais aumentou a produtividade da minha esfera de acção pessoal, a mim, que podia gastar quase uma manhã a calcorrear as ruas da cidade do Porto, para ir pagar a conta da água ou a conta da luz. O MULTIBANCO permitiu- me pagar em minutos várias dessas contas. Com a internet, em casa, faço-o em apenas alguns segundos. Quando a vantagem se torna desta ordem, não há conservadorismo ou resistência cultural que consigam opor-se à mudança. Com o MULTIBANCO, Portugal tornou-se, de facto, um dos países tecnologicamente mais avançados ao nível dos pagamentos electrónicos. Sou dos que acreditam no potencial de vantagem que foi trazido pela utilização do sistema por parte de todos os bancos, em simultâneo, e pelo seu progressivo alargamento a mais e mais funcionalidades. Há, por detrás do sistema, uma força integradora, capaz de alargar a sua conveniência a uma escala que o torna irrecusável em que não gostaria de negligenciar os terminais de pagamento automático já existentes, distribuídos por quase outras tantas lojas do País. Não desconheço, como me seria minimamente exigível, o papel da SIBS no comando desta função integradora. MULTIBANCO e Via Verde são hoje duas marcas de que nos orgulhamos, e porque somos reconhecidos, à escala planetária lá está, também na segunda, a mesma capacidade de integração, Com o MULTIBANCO, Portugal tornou-se, de facto, um dos países tecnologicamente mais avançados ao nível dos pagamentos electrónicos de alargamento a outros operadores na mesma área de negócio, e de integração de mais e mais negócios, num crescendo de funcionalidades, de comodidade e de conveniência, sem a menor percepção de dificuldades em termos de segurança. Como este trabalho da SIBS tão bem demonstra, é mais difícil a posição em que nos encontramos, e muito mais árduo o caminho a percorrer, no mundo dos pagamentos online. Não é utilizado por mais de 18% dos portugueses, contra 43% dos cidadãos, na média da UE. Embora 19% das empresas portuguesas afirmem utilizá-lo (contra apenas 15%, em média na UE), também afirmam que não conseguem por essa via mais de 12% das suas receitas (contra 13%, em média na UE) um pequeno problema de produtividade que afecta quase tudo o que se relaciona com inovação, no nosso País. Contrariamente ao que acontece com o sistema MULTIBANCO, o mundo dos pagamentos online encontra-se completamente globalizado e cada vez mais desmaterializado, como o comprovará a progressiva penetração do telemóvel, no lugar antes ocupado pela rede fixa. E, em matéria de distribuição pura e dura, também não podemos ignorar o papel desempenhado por grandes distribuidores globais, cuja marca acaba por se impor à de muitos para não dizer da generalidade dos produtos distribuídos uma tendência cada vez mais marcante no B2C, contrariamente ao que se passa no B2B, onde pensamos continuar a haver espaço para operações mais segmentadas, e mais especializadas. É de enormes proporções o desafio que se põe à generalidade das empresas portuguesas nestas novas modalidades, não apenas de recebimento mas, ainda mais, de negociação e de transacção electrónica. Só posso desejar-lhes o maior sucesso, como desejo à SIBS também o maior sucesso, no esforço que continua a desenvolver para oferecer, primeiro aos portugueses, depois logo se verá a quem, a maior segurança possível na utilização do dinheiro de cada um. Daniel BESSA Director-Geral da COTEC Portugal Dezembro 2012 SIBS MARKET REPORT: pagamentos online 11

12 Actualmente, apenas um nicho da população recorre às compras online, que são maioritariamente especializadas. 12 SIBS MARKET REPORT: pagamentos online Dezembro 2012

13 Compras online: A realidade portuguesa Apesar dos Portugueses terem aderido massivamente aos pagamentos electrónicos nos canais presenciais (CA e TPA), e o recurso a pagamento com cartão bancário ser um hábito perfeitamente consolidado no dia-a-dia, o mesmo ainda não se verifica no universo online. Segundo dados da SIBS, do total de compras pagas com recurso a cartão bancário (mais de 723 milhões de compras, cujo valor atingiu os 29 mil milhões de euros), apenas 1,2% decorrem de compras efectuadas online (cerca de 8,4 milhões correspondentes a 678 milhões de euros). Apesar de ser um valor reduzido, trata-se de uma evolução muito relevante se tivermos em consideração que o número de compras online em 2007 representava apenas 0,7%, totalizando cerca de 3,9 milhões de operações. 3,9 4,9 6,3 7,5 8,4 0,8% 0,7% 1,0% 1,1% 1,2% Segundo dados dos inquéritos realizados pelo Eurostat, o Gabinete de Estatísticas da União Europeia, esta evolução também é notória se nos compararmos à média da UE-27; De facto, desde 2004, altura em que apenas 5% dos Portugueses tinham feito compras online, que Portugal regista um crescimento assinalável de 20%, contra os 12% na média da UE-27. O potencial de crescimento que Portugal apresenta está patente na percentagem da população que realizou pelo menos uma compra em 2011: apenas 18% enquanto a média da EU-27 atingiu os 43% CAGR 4-11 =20% Gráfico 1 Milhões de compras na internet pagas com cartão bancário Fonte: SIBS. Gráfico 2 Percentagem de compras na internet pagas com cartão bancário. Fonte: SIBS. Gráfico 3 Evolução do número de indivíduos que realizaram pelo menos uma compra online nos últimos 12 meses em Portugal ( , em % da população). Fonte: Eurostat. Dezembro 2012 SIBS MARKET REPORT: pagamentos online 13

14 Qual o perfil das compras online dos portugueses? O valor médio de cada compra efectuada online tem decrescido, situação idêntica à dos pagamentos presenciais com recurso a cartão bancário. Nestas, o valor médio por transacção decresceu de 43 euros em 2007, para 40 euros em Já nas compras online, o valor médio de cada transacção diminuiu de 108 euros, em 2007, para 81 euros, em Gráfico 4 Valor médio por compra paga com cartão bancário. Fonte: SIBS. Compra online Compra presencial Um factor a destacar no comportamento das compras online é a distribuição dos escalões de pagamento, totalmente distintos das compras presenciais. As compras inferiores a 5 euros e superiores a 100 euros representam, respectivamente, 17 e 18% nas compras online, enquanto no total de compras estes escalões representam apenas 9 e 5%. Já no intervalo entre os 10 e os 50 euros, o peso das compras online é de 56% e no total com recurso a cartão bancário é de 42%. Estes indicadores tornam-se facilmente compreensíveis se analisarmos os produtos adquiridos no comércio electrónico. No ranking das 10 preferências online dos consumidores registadas no primeiro semestre de 2012, estão as companhias aéreas (4º lugar, com 7,4% do volume de transacções) e agências de viagens (8º lugar, com 2,8% das transacções), cujos valores médios são de 235 e 222 euros, respectivamente. Em primeiro lugar das opções de compra online estão serviços profissionais, que representam 10,5% das transacções, a um valor médio de 36 euros, seguido dos serviços de apostas e jogo online com 10% das transacções e um valor médio de 62 euros. Destaca-se, ainda, em 3º lugar, a compra em lojas de música, com 8,1% das transacções a um valor médio de 8 euros cada. O perfil de compras nacional também se distingue da média da UE-27. Segundo dados dos inquéritos realizados pelo Eurostat, 6% dos portugueses afirmam ter comprado online roupa e artigos de desporto, por oposição aos 22% da média europeia. Rácio semelhante verifica-se na reserva de alojamento de férias. Os portugueses dão ainda prioridade a livros e revistas (5%) e bilheteira (4%), valores que estão bastante abaixo da média europeia (16% para ambas as categorias). Em Portugal, a menor procura online recai sobre produtos alimentares (1%), ao passo que na Europa a menor procura recai sobre os produtos financeiros (4%). Peso no número de compras na internet pagas com cartão bancário Professional Services Valor médio por compra 10,5% 36 Betting/Casino Gambling 10,0% 62 <5 5 a10 10 a a a % 9% 12% 12% 12% 17% 18% 20% 22% 18% 26% 30% Online Total Music Stores Airlines DM* Other DM* Subscription 3,5% Business Services 2,9% Travel Agencies 2,8% DM* Travel 2,4% * Direct Marketing 6,1% 8,1% 7,4% Gráfico 5 Distribuição do número de compras pagas com cartão bancário por escalão do valor de compra. Fonte: SIBS. Gráfico 6 Compras na internet pagas com cartão bancário por tipo de comerciante. Principais sectores ((segundo o código de categoria de comerciante internacional MCC) 1º trimestre de Fonte: SIBS. 14 SIBS MARKET REPORT: pagamentos online Dezembro 2012

15 a oferta e as opções provêm maioritariamente de países estrangeiros, liderados pelo Reino Unido. Onde compram os Portugueses? Do comportamento de compra online dos portugueses infere-se ainda que a oferta e as opções provêm maioritariamente de países estrangeiros, liderados pelo Reino Unido, com 28% do total de compras, correspondentes a 165 milhões de euros e um valor médio de compra de 71 euros. As compras efectuadas a agentes comerciais portugueses representam 18% do total, equivalentes a 176 milhões de euros e um valor médio de compra de 116 euros. Seguem-se países como o Luxemburgo, com 16% (26 milhões de euros e 19 euros de média por transacção), Estados Unidos e Irlanda, respectivamente com 7 e 6%. Vale a pena referir que nestes destinos, das compras não presenciais dos Portugueses, estão alojadas três das empresas líderes mundiais do mercado online. Reino Unido Portugal Luxemburgo Estados Unidos Irlanda 1º Sector Professional Services Other Music Stores Business Services Airlines 2º Sector Betting, Gambling Travel Professional Services Computer Networks Advertising 3º Sector Airlines Catalog DM Other DM Subscriptions DM Subscriptions No conjunto de outros países, com uma fatia de 25% do destino do total das compras online, destacam-se Espanha, França e Alemanha, com mais de 25 milhões de euros de compras online por ano. Valor das compras na internet pagas com cartão bancário Milhões de euros IRL EUA LU PT RU Valor das compras na internet pagas com cartão bancário Euros Gráfico 7 Compras na internet pagas com cartão bancário por país do TOP5 de registo dos comerciantes. Fonte: SIBS Gráfico 8 Compras pagas com cartão bancário por sector (segundo o código de categoria de comerciante internacional MCC) e por País. Fonte: SIBS. A distribuição das compras online, por mercado de destino e por tipo de produto/serviço adquirido pelos portugueses no primeiro semestre de 2012, revelam também uma segmentação interessante da oferta internacional que está à distância de um clique. Assim, no Reino Unido, as preferências dos portugueses recaíram, por ordem preferencial, nos serviços profissionais e nos serviços de apostas e jogo online e, ainda, nos serviços prestados por companhias aéreas. Já no Luxemburgo, as opções de compra foram em lojas de música e serviços profissionais, nos Estados Unidos em serviços de negócios e redes de computadores, enquanto na Irlanda a opção foi para os serviços de companhias aéreas e publicidade. Nos Estados Unidos e na Irlanda destaca-se ainda a opção dos portugueses pela subscrição de publicações. Dezembro 2012 SIBS MARKET REPORT: pagamentos online 15

16 Ainda são poucas as empresas a tirar partido do potencial de globalização que a internet oferece. Estes números estão em linha com os dados dos inquéritos realizados pelo Eurostat em 2011, nos quais cerca de 7% dos portugueses afirmou que as suas compras online foram feitas a empresas de países da UE-27, enquanto a média dos europeus é de 10%. Estes valores têm crescido gradualmente ao longo dos últimos anos, a um ritmo de 21% em Portugal e de 18% na UE-27. E como se posicionam as empresas portuguesas no comércio electrónico? Em Portugal, segundo registo da UE-27, cerca de 19% das empresas declaram ter o seu comércio electrónico activo, enquanto a média europeia é de 15%. No total das receitas, em Portugal a percentagem obtida através de transacções online é de 12%, contra 13% na média da UE % 15 20% 10 15% 5 10% < 5% No que concerne aos sectores de actividade, a maior fatia das vendas em Portugal (39% vs 22% na média da UE-27) cabe às empresas de informação e comunicação, enquanto na média da UE-27 a maior percentagem cabe às empresas de alojamento, restauração e similares (44% vs 36% em Portugal). Curiosamente, a maioria dos produtos ou serviços que as empresas nacionais vendem online têm como destino o mercado interno (cerca de 15% das empresas, contra cerca de 10% para outros destinos), o que significa que são ainda poucas as empresas a tirar partido do potencial de globalização que a internet oferece. No que respeita à actividade comercial online das empresas, as estatísticas do IMR Smart Knowledge Base, em 2011, indicam- nos que a receita proveniente de compras online Business to Consumer (B2C) em Portugal ultrapassou os 940 milhões de euros, com um valor médio da transacção de cerca de 99 euros. % empresas que vendem online regularmente NO BE SE LT DK HR PT IE DE NL CZ IS FI UK ES EE AT FR SI HU RO UE 27 LV PL SK CY BG IT % indivíduos cuja última compra online foi nos últimos 12 meses Do conjunto de dados apresentados, podemos concluir duas características essenciais do perfil de compras online: 1 2 Ainda são marginais face ao total das transacções. Destinam-se maioritariamente a compras especializadas no estrangeiro. Gráfico 9 Penetração do digital commerce nos países europeus, em termos de empresas que vendem online e individuos que compram online e em termos de percentagem de receitas provenientes de vendas online (2010, em % de individuos, % de empresas e % de receitas). Fonte: Eurostat. 16 SIBS MARKET REPORT: pagamentos online Dezembro 2012

17 A importância de comprar online, em segurança Perfil das compras online com MB NET A segurança é um factor crítico na decisão de muitos portugueses relativamente às compras online. De acordo com um estudo de 2009 realizado pelo INE (a indivíduos com idade entre os 16 e os 74 anos), a preocupação com a segurança dos pagamentos surge com um peso de 57% e como a principal razão para não efectuarem encomendas de bens ou serviço pela internet. Talvez por isso os portugueses adiram progressivamente a métodos seguros de pagamento, como se pode verificar pela utilização do serviço MB NET. Este serviço foi lançado em Setembro de 2001 pela SIBS FORWARD PAYMENT SOLUTIONS em conjunto com os Bancos aderentes. É um serviço inovador que permite a realização de compras não presenciais (internet, telefone, ou fax) com segurança. O MB NET permite gerar cartões temporários para a realização de pagamentos, sem serem divulgados os dados do cartão real do utilizador. Para usar este serviço basta ter um cartão de débito ou crédito e fazer a adesão no CA MULTIBANCO ou no homebanking. Das compras online efectuadas em 2011 com cartão bancário, cerca de 17% foram feitas através do MB NET. Um crescimento de 6% face a 2010, a que correspondem quase milhão e meio de compras no valor de 76,1 milhões de euros Gráfico 11 Milhares de compras pagas com MB NET. Fonte: SIBS Gráfico 12 Milhões de euros em compras pagas com MB NET. Fonte: SIBS Set 01 Set 02 Set 03 Set 04 Set 05 Set 06 Set 07 Set 08 Set 09 Set 10 Set 11 Gráfico 10 Evolução das adesões ao MB NET. Fonte: SIBS. É interessante, ainda verificar, que o número de compras com recurso ao MB NET aumentou de 710 mil, em 2007, para cerca de um milhão e meio em E em valor, as compras subiram de 37 milhões de euros em 2007 para 76 milhões em Trata-se de uma performance positiva, confirmada pelos 134 mil novos aderentes ao serviço MB NET durante De salientar que a adesão ao serviço MB NET, entre 2001 e 2011, evoluiu a uma taxa composta de crescimento anual (CAGR) de 57%. No mesmo período, o número de cartões temporários cresceu 70% e as compras cresceram 80%. De salientar ainda que, em 2011, em média, cada utilizador MB NET fez aproximadamente duas compras na internet. Dezembro 2012 SIBS MARKET REPORT: pagamentos online 17

18 67% Débito 33% Crédito 8% Débito 92% Crédito Gráfico 13 Número de compras na internet pagas com MB NET segundo o cartão bancário (100% = 136,528). Fonte: SIBS. Gráfico 14 Número de outras compras na internet pagas com cartão bancário (100% = 631,804). Fonte: SIBS. Quanto à utilização do cartão de débito e de crédito nas compras online, é interessante verificar que do total de compras online, 92% foram pagas directamente com cartão de crédito e apenas 8% com cartão de débito. Já os consumidores que recorreram ao MB NET demonstraram um comportamento bastante diferente uma vez que pagaram 67% das compras através de cartão de débito e as restantes, 33%, através de cartão de crédito. Quando analisamos o perfil do consumidor online MB NET, verificamos que o valor médio das compras efectuadas, entre 2007 e 2011, tem apresentado um comportamento mais ou menos constante e situa-se nos 52,6 euros, com o pico máximo de 55 euros em 2010 e mínimo de 51 euros em Já o valor médio das compras online pagas directamente com cartão bancário tem demonstrado um comportamento decrescente, como já referido neste relatório. Do ponto de vista do perfil de utilização do MB NET, durante o primeiro semestre de 2012, destaca-se o facto da maioria das compras efectuadas online ter como destino o Reino Unido (41% e um valor médio de 47 euros), e terem superado as compras online pagas directamente com cartão (24%). A maioria destas compras (20,3%) foram para serviços de apostas e jogo/casino e apenas 7,7% foram pagas directamente através de cartão bancário. No mesmo período, as compras efectuadas através do MB NET, cujo destino foi Portugal, também apresentaram um comportamento interessante. Assim, do total de compras online, 19% foram pagas directamente com cartão bancário, com um valor médio de 17 euros, enquanto as pagas com MB NET (13%) têm um valor médio de 55 euros. Esta diferença é ainda mais acentuada no caso do Luxemburgo, em que a diferença entre as compras pagas por MB NET (12%) e directamente com cartão (18%) é de 6%, enquanto os valores médios de transacção são, respectivamente, de 23 e 133 euros, ou seja uma diferença de 110 euros Cartão bancário MB NET IRL EUA LU PT RU 5% 7% 6% 7% 12% 18% 13% 19% 24% MB NET 41% Cartão bancário Gráfico 15 Valor médio por compra na internet paga com cartão bancário. Fonte: SIBS. Gráfico 16 Peso do mercado no número total de compras na internet pagas com cartão bancário. Fonte: SIBS. Gráfico 17 Valor médio por compra na internet paga com cartão bancário. Fonte: SIBS. 18 SIBS MARKET REPORT: pagamentos online Dezembro 2012

19 1,3 MILHÕES DE CONSUMIDORES JÁ ADERIRAM AO MB NET. Destacam-se, ainda, o Estados Unidos da América e a Irlanda pelo facto de as compras online terem sido pagas preferencialmente com recurso directo a cartão (7% em ambos os casos) e com MB NET 6 e 5%, respectivamente. Já o valor médio das compras, efectuadas aos Estados Unidos e pagas directamente com cartão foi de 94 euros, e com MB NET foi de 23 euros. Na Irlanda os valores médios estão mais aproximados com 78 e 73 euros, respectivamente. Professional Services Betting, Casino Gambling Music Stores Ailines 7,7% 11,3% 10,3% 4,8% 8,9% 4,4% 8,1% 20,3% As preferências dos consumidores nas compras que efectuaram online com recurso ao MB NET, durante o 1º trimestre de 2012, recaíram, como já vimos, sobre serviços de apostas e jogo/casino. Para além destes, também os serviços profissionais (11,3% contra 10,3%), o DM Outros (7,2% contra 5,9%) e o DM Travel (3% contra 2,2%) foram pagos maioritariamente com recurso ao MB NET. Nas restantes categorias mais relevantes, o pagamento das compras foi maioritariamente pago directamente através de cartão: Lojas de música (8,9% contra 4,8%); Companhias aéreas (8,1% contra 4,4%) e DM subscrições (3,9% contra 1,4%). DM* Other DM* Subscription Business Services Travel Agencies DM* Travel 7,2% 5,9% 1,4% 3,9% 2,5% 3,0% 1,8% 3,0% 3,0% 2,2% * Direct Marketing Cartão bancário MB NET Gráfico 18 Peso do sector (segundo o código de categoria de comerciante internacional MCC) no total de compras na internet pagas com cartão bancário. Fonte: SIBS. Dezembro 2012 SIBS MARKET REPORT: pagamentos online 19

20 À medida que surgem novos canais de oferta e aquisição, os consumidores tornam-se mais exigentes.

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