Projeto Básico Aquisição de Solução Multicanal

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1 Projeto Básico Aquisição de Solução Multicanal SUSIS/GENEG JULHO/2011 Projeto Básico SUSIS/GENEG 2011/003 1

2 Sumário 1 OBJETO AQUISIÇÃO DA SOLUÇÃO DE MULTICANAL TRANSFERÊNCIA DE TECNOLOGIA DA SOLUÇÃO ADQUIRIDA E ADAPTADA AO NEGÓCIO BRB SERVIÇOS OPERACIONAIS DE PRODUÇÃO E DE SUPORTE DA SOLUÇÃO DE MULTICANAL NO AMBIENTE BRB FASES DA EXECUÇÃO DO CONTRATO PRIMEIRA FASE SEGUNDA FASE TERCEIRA FASE QUARTA FASE PANORAMA DA AUTOMAÇÃO BANCÁRIA E CANAIS DE ATENDIMENTO CANAIS DE ATENDIMENTO AUTORIZADOR DE TRANSAÇÕES SISTEMAS DE INFRAESTRUTURA PROBLEMAS ATUALMENTE ENFRENTADOS OBSOLESCÊNCIA TECNOLÓGICA DESENVOLVIMENTO DE DEMANDAS DESCENTRALIZAÇÃO DE REGRAS ESCASSEZ DE DOCUMENTAÇÃO SOLUÇÃO PROPOSTA CEN - CENTRALIZADOR e AUTORIZADOR ATUALIZAÇÃO TECNOLÓGICA GAB MÓDULO GERAL DE GERENCIAMENTO DA AUTOMAÇÃO BANCÁRIA CANAIS DE ATENDIMENTO DOCUMENTAÇÃO DESCONTINUIDADE DE SISTEMAS ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA Requisitos Gerais: CAIXA AGÊNCIA E CORRESPONDENTES IBK INTERNET BANKING (PESSOA FÍSICA E JURÍDICA) E TELEBANCO MBK MOBILE BANKING MPY MOBILE PAYMENT MSM MOBILE SMART MESSAGE AUB SISTEMA DE AUTOMAÇÃO BANCÁRIA ATENDIMENTO, GERÊNCIA E RETAGUARDA AAT - AUTOATENDIMENTO REX REDES EXTERNAS REC REDES CONVENIADAS SAT SISTEMA DE AGENDAMENTO DE TRANSAÇÕES FLT FLUXO DE TEDs MMC MONITOR DO MULTICANAL CON CONCILIAÇÂO SIA SISTEMAS DE INFRAESTRUTURA DA AUTOMAÇÃO BANCÁRIA BASE DE DADOS PROCESSADOR DE DÉBITOS E CRÉDITOS ADAPTAÇÃO DA SOLUÇÃO AO NEGÓCIO BRB Obrigações da CONTRATADA TREINAMENTOS REMUNERAÇÃO PERCENTUAL DE REMUNERAÇÃO PARA PROJETOS COM PONTOS DE FUNÇÃO...24 Projeto Básico SUSIS/GENEG 2011/003 2

3 10 PADRÕES DE SEGURANÇA CONECTIVIDADE ANEXOS Anexo 1 Relação de Funcionalidades Anexo 2 Sistemas e Serviços Descontinuados: Anexo 3 Arquivos do Método de Acesso Anexo 4 Relação das funcionalidades previstas para o Mobile Banking Anexo 5 Relação das funcionalidades previstas para o GPW GLOSSÁRIO...32 Projeto Básico SUSIS/GENEG 2011/003 3

4 PROJETO BÁSICO SUSIS/GENEG 2011/003 Brasília, 13 de julho de 2011 Assunto : PROJETO BÁSICO MULTICANAL Este projeto tem por objetivo principal subsidiar a avaliação da atual estrutura da automação bancária, destacando suas fragilidades, além de propor a adoção de uma nova solução, mais robusta e com novas tecnologias, de forma a alinhar os Sistemas que a compõem à visão de negócio com maior agilidade e menor custo, visando atender os preceitos da missão do Banco de Oferecer atendimento com excelência e soluções financeiras inovadoras, contribuindo para o desenvolvimento socioeconômico do DF e regiões de influência, permitindo atingir sua visão que é Ser reconhecida como a melhor instituição financeira do DF e regiões de influência, com respeito aos valores de foco no cliente, responsabilidade social, comprometimento, ética, solidez, valorização dos colaboradores e empreendedorismo. 1 OBJETO O objeto do Edital será a aquisição de Sistema Multicanal para tratamento de transações financeiras, abrangendo desde o CEN centralizador e autorizador até os canais de Internet Banking (Portal de Serviços Bancários) e Telebanco, Caixa (agência e correspondente), Atendimento/retaguarda, Mobile Banking, Mobile Payment e Mobile Smart Message além de outros serviços que serão descritos neste projeto básico. 1.1 AQUISIÇÃO DA SOLUÇÃO DE MULTICANAL Consiste na aquisição de solução Multicanal com cessão de uso permanente, sendo item integrante da aquisição a Transferência de Tecnologia de Produção e Desenvolvimento, com entrega dos programas fontes, bibliotecas, documentos e outras atividades descritas neste Projeto Básico. 1.2 TRANSFERÊNCIA DE TECNOLOGIA DA SOLUÇÃO ADQUIRIDA E ADAPTADA AO NEGÓCIO BRB Consiste no fornecimento de todos os subsídios para que as equipes técnicas da Área de Tecnologia do BRB obtenham os conhecimentos necessários ao perfeito entendimento da solução de Multicanal arquitetura, dados, objetos, funções e construção da solução, estando capacitados ao final do contrato a Manter e Produzir o descrito. 1.3 SERVIÇOS OPERACIONAIS DE PRODUÇÃO E DE SUPORTE DA SOLUÇÃO DE MULTICANAL NO AMBIENTE BRB Consiste na produção da solução de Multicanal adaptada ao Negócio BRB em ambiente interno do BRB na cidade de Brasília, DF, e será feita pela equipe de produção da CONTRATADA, de acordo com o definido no quadro abaixo, que deverão manter a solução em operação permanente 24h X 7 dias/semana X 365 dias/ano durante o período de vigência do contrato, incluindo dias úteis, fins de semana e feriados, mantendo a solução operacional conforme Acordo de Nível de Serviço a ser firmado. Serão delimitados a seguir alguns parâmetros que irão compor o Acordo de Nível de Serviço ANS (do inglês, SLA). Esses indicadores contar-se-ão a partir do momento do acionamento por parte do banco. Tabela de Impacto x Tempo de Solução Impacto Tempo de Solução Descrição 1 1 hora consecutiva Serviço indisponível Projeto Básico SUSIS/GENEG 2011/003 4

5 2 2 horas consecutivas Serviço impactado, funcionando com graves restrições 3 6 horas úteis Serviço impactado, funcionando com pequenas restrições 4 20 horas úteis Outros tipos de incidentes/requisições, mudanças padrão e dúvidas 5 30 dias consecutivos Requisições de mudanças (RDM) O enquadramento da gravidade do impacto é prerrogativa exclusiva e incontestável do Banco. A CONTRATADA deverá prestar o suporte técnico da solução por telefone e , durante a vigência do contrato em horário comercial. Se ficar constatada a necessidade por parte do CONTRATANTE, o suporte técnico poderá ser requisitado para fora do horário de expediente bancário, inclusive nos finais de semana e feriados, em regime de sobreaviso, sem custos adicionais ao contratado. 2 FASES DA EXECUÇÃO DO CONTRATO 2.1 PRIMEIRA FASE Prazo limite de até 6 meses contados da data de assinatura do contrato para a entrega dos seguintes serviços, módulos e canais: CEN Centralizador (M) GAB Módulo geral de gerenciamento do multicanal (M) MMC Monitor do multicanal (M) IBK Internet Banking e Telebanco (C) MBK Mobile Banking SIA Sistema de infraestrutura da automação bancária 2.2 SEGUNDA FASE Prazo limite de até 12 meses contados da data de assinatura do contrato para a entrega dos seguintes serviços, módulos e canais: CIX Caixa Agência e Correspondente (C) AUB Sistema de automação bancária (C) AAT Autoatendimento (S) REX Redes Externas (S) REC Redes Conveniadas (S) CON Conciliação (M) 2.3 TERCEIRA FASE Prazo limite de até 18 meses contados da data de assinatura do contrato para a entrega dos seguintes serviços, módulos e canais: SAT Sistema de Agendamento de transações (M) FLX Fluxo de TEDs (M) 2.4 QUARTA FASE Prazo limite de até 24 meses contados da data de assinatura do contrato para a entrega dos seguintes serviços, módulos e canais: MPY Mobile Payment (C) MSM Mobile Smart Message (C) Obs: Para que cada módulo/canal seja considerado entregue todos os requisitos gerais e específicos que se enquadram para o referido módulo devem ter sido atendidos além do Projeto Básico SUSIS/GENEG 2011/003 5

6 desenvolvimento das funcionalidades previstas para aquele módulo/canal conforme anexo 1. (M) Módulo com o cadastramento das funcionalidades descritas neste documento. (C) Canal (S) Somente o cadastramento das funcionalidades no CEN. O BRB não exige que a solução Multicanal da empresa possua módulos específicos para o atendimento das necessidades descritas neste projeto básico. 3 PANORAMA DA AUTOMAÇÃO BANCÁRIA E CANAIS DE ATENDIMENTO A atual estrutura da automação bancária, de forma simplificada, é composta dos seguintes itens: 3.1 CANAIS DE ATENDIMENTO São sistemas transacionais, de interfaceamento com clientes, sejam eles internos ou externos. Possuem característica principal de prover serviços que, posteriormente, se integrarão com os sistemas de grande porte (legado). Os atuais canais de atendimento da automação bancária são: BRB BANKNET Sistema de Internet Banking desenvolvido no início do ano de 2003, que permite a realização de transações de transferência eletrônica para contas do BRB, TEDs, DOCs, agendamentos e pagamentos de títulos, agendamentos e pagamentos de arrecadações públicas e de concessionárias, manutenção de contratos de débito automático, consulta de extratos e recibos, aplicações financeiras, empréstimos, cadastramento e utilização dos serviços do DDA, entre outros, que serão melhor detalhados no Anexo 1 - RELAÇÃO DE FUNCIONALIDADES. Este canal foi desenvolvido na linguagem Java, utilizando-se do framework proprietário iworkplace, fornecido pela empresa Infonet. Possui também um Módulo Administrativo que permite o gerenciamento e controle do Banknet e Aplicativo CRBRB, por meio de auditorias, controle de usuários, parametrização de transações, dentre outros. APLICATIVO CRBRB Aplicativo desenvolvido em Delphi em 2003, que é responsável por trocar bilhetes entre a estrutura tecnológica da Call Center do BRB com o Mainframe, utilizando os recursos da Unidade de Resposta Audível URA e o Gateway EAP e que, com base no bilhete enviado, recebido e confirmado, proverá a abertura de funcionalidades no web-browser a ele acoplado. Tais funcionalidades são uma adaptação do Internet Banking para viabilizar o funcionamento do BRB Telebanco, preservando portanto quase todos os recursos do BRB Banknet, além de compartilhar sua base de informações. ABA-VÍDEO Sistema desenvolvido em Delphi na década de 90, utilizado por empregados do Banco, estagiários e prestadores de serviço autorizados, destinado a operações dos setores de atendimento e retaguarda, que possui recursos para investimentos, lançamentos financeiros extra-caixa, transferências eletrônicas, manutenção de cadastro de contas autorizadas para emissão de TED/Doc, Ordens Bancárias, relatórios diversos, manutenção de cadastro do DDA, dentre outras informadas no Anexo 1 - RELAÇÃO DE FUNCIONALIDADES. ATB-CAIXA É um canal de atendimento desenvolvido na década de 2000, utilizando Delphi, que tem por finalidade permitir aos caixas das agências efetuarem transações financeiras quando Projeto Básico SUSIS/GENEG 2011/003 6

7 demandados por algum cliente. Destacam-se as transações de saque, depósito, saldo, Doc e TED, sendo as demais detalhadas no Anexo 1 - RELAÇÃO DE FUNCIONALIDADES. Possui um diferencial quando tratamos do conceito de Supertransação, que permite a um operador iniciar vários recebimentos de documentos diversos, gerando ao final um único recebimento de valores, seja ele através de dinheiro, liquidação de cheque ou débito autorizado, de forma a poupar substancialmente o tempo do cliente e também do operador. ATC-CORRESPONDENTE Similar e originário do ATB - Caixa, que evoluiu com distinção de algumas regras, de forma a atender às especificidades do seu público alvo, que são os usuários dos Correspondentes nãobancários. AUTO ATENDIMENTO Canal de atendimento eletrônico redesenvolvido em 2009, que atualmente está sob o Contrato de outsourcing celebrado pelo BRB com a empresa Perto, tanto de sistema quanto de hardware e que permite ao cliente efetuar várias operações de consulta, como extratos, saldos, recibos e também transações financeiras, como saque, transferência, agendamentos, e pagamentos diversos, além de serviços ofertados pelo BRB em conjunto com seus parceiros CEB, Caesb, TJDFT, Cartão BRB e Sefaz. Detalhes sobre as transações estão disponíveis no Anexo 1 - RELAÇÃO DE FUNCIONALIDADES. Possui também rotina de conciliação. As regras de negócio estão atualmente no sistema ABX, de controle do BRB. REDES EXTERNAS São canais eletrônicos de atendimento, onde transitam transações das bandeiras Visa e Mastercard/Maestro, além de transações em redes compartilhadas, como Banco 24h, RVA e Banco do Brasil. A execução dos serviços disponibilizados nessas redes é assegurada por um sistema centralizador desenvolvido na linguagem Java, denominado HRX. Possui também rotina de conciliação. 3.2 AUTORIZADOR DE TRANSAÇÕES Atualmente composto por um único sistema, denominado ABX, desenvolvido na década de 2000, com o propósito de ser um proxy entre os demais sistemas, além de conter, inicialmente, as regras negociais para o canal autoatendimento. Com o passar do tempo, evoluiu-se o conceito inicial, expandindo o gerenciamento das regras de forma a permitir que outros canais utilizem-se de sua estrutura. 3.3 SISTEMAS DE INFRAESTRUTURA Suite de aplicativos criados em momentos diferentes, entre a década de 80 e a de 2000, com finalidades diversas, tecnologias e arquiteturas diferentes e que, em alguns casos, conflitam nos serviços ofertados. São aplicativos responsáveis por carregar em uma base de arquivos indexados com os dados das contas, produtos, tabelas de parâmetros e clientes do banco, além de manipular tais informações sob demanda dos canais ou sistemas com os quais a automação bancária se integra. As informações armazenadas por estes aplicativos são persistidas através do conceito de Método de Acesso a Arquivos, tecnologia em estágio avançado de obsolescência, pois foi implantada no BRB no final da década de PROBLEMAS ATUALMENTE ENFRENTADOS 4.1 OBSOLESCÊNCIA TECNOLÓGICA Os sistemas da automação bancária passam por vários estágios de obsolescência, desde sua linguagem, passando por sua arquitetura, até sua infraestrutura. Projeto Básico SUSIS/GENEG 2011/003 7

8 A defasagem tecnológica prejudica a integração desses sistemas com novas ferramentas, além de por vezes inviabilizar o desenvolvimento de novos serviços ou produtos, devido à incompatibilidade com novos recursos tecnológicos. A principal consequência dessa defasagem é o elevado tempo requerido para o desenvolvimento de novas demandas e para a realização de manutenções nas demandas já implantadas. 4.2 DESENVOLVIMENTO DE DEMANDAS O desenvolvimento de demandas é prejudicado pela defasagem tecnológica, à medida que a grande diversidade de arquiteturas, linguagens e padrões adotados exige que os recursos humanos sejam especialistas naquele assunto, dificultando a mineração de novos profissionais para atuar nessas demandas, sem a necessidade de prévio treinamento. Esse treinamento, haja vista a falta de documentação que será abordada posteriormente, exige disponibilidade de outros recursos humanos que detém o conhecimento de forma tácita, tanto técnico quanto negocialmente, prejudicando o andamento dos trabalhos. 4.3 DESCENTRALIZAÇÃO DE REGRAS Atualmente cada canal de atendimento possui suas regras de negócio, que por vezes são desnecessariamente replicadas, em alguns casos conflitantes, dificultando a rastreabilidade do processo, prejudicando substancialmente o gerenciamento, compatibilização e alteração dessas regras em tempo hábil, de forma a atender a necessidade do negócio. Com a descentralização, tornam-se necessários mais recursos especialistas para o atendimento de uma mesma demanda, além de acréscimo no tempo e, por consequência, no custo. Ademais, o gerenciamento do atendimento dessas alterações em cada canal tem sua complexidade aumentada, dadas as diferentes prioridades e peculiaridades desses canais. Na atual conjuntura o quadro de recursos humanos, tanto do Núcleo quanto da Coordenação são insuficientes para darem vazão às demandas prioritárias que fazem parte do atual e crescente backlog da automação bancária. 4.4 ESCASSEZ DE DOCUMENTAÇÃO A escassez ou quase nula documentação torna os processos não gerenciáveis por parte dos gestores negociais e prejudica as manutenções, os rastreamentos das regras vigentes e dos pontos correlatos a cada uma delas, haja vista a necessidade de um trabalho de engenharia reversa para cada manutenção, o que pode gerar incorreta ou incompleta interpretação das regras, aumentando o risco de impactos quando de sua publicação em ambiente de produção, gerando retrabalho, prejuízos financeiros mensuráveis e de imagem para a Instituição. 5 SOLUÇÃO PROPOSTA A solução proposta tem por objetivo resolver os principais problemas enfrentados e justificados neste documento, atendendo as premissas descritas a seguir, sendo uma solução que não tenha custo atrelado ao quantitativo de transações, devendo ser contratada sob modalidade de licença de uso perpétua, com entrega dos fontes ao Banco, através da completa transferência de tecnologia, podendo este a qualquer tempo proceder as alterações que lhe forem convenientes, sem necessidade de prévia autorização, podendo inclusive ser feita por outra equipe diversa da CONTRATADA, sem que isto caracterize descumprimento contratual. 5.1 CEN - CENTRALIZADOR e AUTORIZADOR Criar um ponto único para processamento transacional, o qual chamaremos de CEN - Centralizador, que também deverá permitir cadastramento das regras de negócio a serem utilizadas pelos canais, que permita reutilização e padronização de processos de negócio, agilizando atendimento das demandas e permitindo ao gestor participar interativamente do processo, desde a fase de concepção até a fase de implantação, permitindo também que ele Projeto Básico SUSIS/GENEG 2011/003 8

9 faça alterações nos processos já existentes, sem a necessidade de intervenção técnica. Visa também manter a consistência das regras negociais em todos os canais, evitando que cada canal tenha um comportamento diferenciado para o mesmo processo. Para atendimento desta necessidade, propõe-se a utilização de BPM. Exemplo de reutilização de processos: Processo A: Saque Subprocesso: Validar cartão Subprocesso: Autenticar senha Subprocesso: Debitar Conta Processo B: Extrato Subprocesso: Validar cartão (subprocesso reutilizado) Subprocesso: Autenticar senha (subprocesso reutilizado) Subprocesso: Emitir Extrato 5.2 ATUALIZAÇÃO TECNOLÓGICA Prover arquitetura padronizada, utilizando-se de conceitos mais modernos, como orientação a serviço (SOA), amparada por frameworks de mercado, linguagem mais moderna, recursos que permitam escalabilidade, maior interoperabilidade e portabilidade com menor esforço possível. 5.3 GAB MÓDULO GERAL DE GERENCIAMENTO DA AUTOMAÇÃO BANCÁRIA Será um conjunto de aplicações que conterão todas as tarefas de parametrização e auditoria da solução proposta, tanto a nível macro quanto aos parâmetros individualizados por canal. Deverá também possuir a base de perfis por sistema/canal e seus respectivos usuários autorizados. 5.4 CANAIS DE ATENDIMENTO Deverão atuar como interface entre cliente/usuário e os demais sistemas do Banco. Cada canal deverá, no momento do acionamento de uma transação ou de um processo, buscar as regras no CEN para montagem da tela, tais como campos e seus tipos, validações de preenchimento em tela, informações a serem apresentadas, leiaute (estilo a ser utilizado, disposição dos itens na tela, etc). Ao submeter a transação, deverá ser feita a comunicação com o CEN, que validará as informações com base no cadastramento previamente realizado e autorizará ou não a efetivação da operação. Os canais deverão, também, permitir gerenciamento de conteúdo de forma interativa, utilizando-se, para tanto, do recurso gerenciador de conteúdo. 5.5 DOCUMENTAÇÃO Deverá ser armazenada através de um software GED, integrado ao processo de desenvolvimento, permitindo armazenamento de documentação originária dos códigos fontes e geradas através de mecanismos automatizados disponíveis nas ferramentas a serem utilizadas, além de documentos adicionais que não são gerados de forma automatizada. Deverá também possuir integração com o BPM, gerando também a documentação negocial. Deverão ser utilizados artefatos previstos na linguagem UML, em sua versão mais recente. Espera-se o fornecimento de, no mínimo, os seguintes artefatos, quando aplicáveis: Documento de Visão, Diagrama de Caso de Uso, Especificação de Caso de Uso, Diagrama de Sequência, Diagrama de Atividade, Diagrama de Estado, Diagrama de Colaboração e Roteiro de Homologação. Adicionalmente podem ser solicitados quaisquer artefatos previstos na Metodologia de Manutenção e Desenvolvimento de Software adotada pelo Banco, estando quaisquer documentos sujeitos à aprovação do BRB. Projeto Básico SUSIS/GENEG 2011/003 9

10 6 DESCONTINUIDADE DE SISTEMAS Com a nova solução haverá a descontinuidade de diversos sistemas e serviços, que serão detalhados no Anexo 2 Sistemas e Serviços Descontinuados. 7 ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA Objetiva prover informações detalhadas sobre as especificações técnicas gerais e suas peculiaridades para cada componente da solução. 7.1 Requisitos Gerais: Não haver tarifação atrelada ao número de transações. Os aplicativos devem ser desenvolvidos totalmente em linguagem Java 6 ou superior. Utilizar arquitetura multicamada orientada a serviço (SOA). Todos os canais que fazem parte da solução de multicanal e o centralizador devem possuir formas distintas de acesso, seja por login de rede, seja por usuário e senha, ou de outras formas a serem detalhadas nos canais além de possuir opções gerais de administração dos canais e customização do CEN. Essa solução poderá ser apresentada através de Portal. Permitir desenvolvimento, teste, homologação e implantação em produção, de forma individual dos processos de negócio. Os aplicativos devem permitir a segregação dos ambientes, a critério do BRB, sendo possíveis os ambientes de Produção, Homologação, Desenvolvimento e Simulação. Permitir que o usuário parametrize os processos de negócio no CEN através do BPM, permitindo também a implantação de manutenções nos processos de negócio nos ambientes citados no item 4, a qualquer tempo, sem a interrupção do serviço. Permitir que os aplicativos sejam instalados em qualquer equipamento servidor, independente do número de processadores, sem variação de custo. Os códigos-fonte devem ser mantidos no ambiente do Banco, utilizando-se do repositório Subversion, fornecido pelo Banco. De acordo com as características do canal requisitante, o CEN devolverá a resposta (relatório, mensagem, recibos, etc) indicando através de metadados como o canal deverá se comportar. Cabe à CONTRATADA executar os projetos visuais e de navegabilidade especificados neste projeto básico, de acordo com a linha de estética e marketing definida pelo Banco. Todas consultas devem suportar critérios de filtragem e ordenação pelos campos exibidos, tanto na requisição inicial quanto na filtragem e na ordenação em tela. Deve também possuir recurso para impressão, exportação em formatos PDF, TXT, OFC, OFX e gráficos, quando possível. A solução deverá suportar (três mil) requisições por segundo. O tempo de resposta às requisições feitas não deve ultrapassar 1 segundo, considerando o tempo gasto internamente para o processamento na nova solução, seja ela canal, CEN ou banco de dados. Suportar os padrões Febraban CNAB 240 e ISO8583. O CEN deverá possuir mecanismos que permitam dotar os canais de informações para que em tempo de execução, possam exibir informações adicionais pré-cadastradas para cada metadado, que auxiliem o usuário no preenchimento e interpretação de cada campo, utilizando-se para tanto textos explicativos em formato a ser definido pelo Banco. Em qualquer canal o campo que estiver com o foco, bem como os campos obrigatórios deverão possuir estilo diferenciado, a ser carregado na inicialização da transação, com base em consulta ao CEN. Projeto Básico SUSIS/GENEG 2011/003 10

11 Os canais deverão carregar as máscaras dos campos e aplicá-las, de acordo com o metadado cadastrado no CEN. Quando possível, utilizar-se de hints e metáforas. Atender ao requisito de portabilidade, sendo compatível com os sistemas operacionais Windows 2003, 2008 ou superior e Linux. Permitir alteração, no menor esforço e quando possível de forma interativa, da disposição dos itens em tela (menus, botões, campos, etc). Permitir a publicação de campanhas de forma individualizada por canal e em múltiplos canais simultaneamente, utilizando se possível recurso de gerenciamento de conteúdo. Permitir também que as campanhas sejam direcionadas por perfis de clientes. Quando for aplicação de interface web, esta deverá ser compatível com os browsers Internet Explorer 6, Firefox 3, Safari 4, Opera 10 e Chrome 5, além de suas versões posteriores. Utilizar padrões Java Blueprint e Javasoft, devemdo ser utilizada ferramenta automatizada para validação quanto aos requisitos do Javasoft. Manter documentação de código através de Javadoc. Utilizar prototipação, quando possível. Possuir ferramenta free, integrada ou não à solução, que permita o gerenciamento de bugs. Fazer utilização de Portlet Container open-source que atenda aos padrões JSR 286 e especificação WSRP 2.0. Quanto a aplicação web, deverá ser implementado utilizando a framework Struts 2 ou JSF, que propiciará diversas vantagens, com destaque para o fato de ser um framework baseado em ações, opção de utilizar configuração via XML e anotações (tecnologia annotations), ações baseadas em POJO, que permitem maior facilidade ao testar, integração com Spring, SiteMesh e Tiles, bibliotecas baseadas em temas e tags em AJAX, possibilidade de criar taglibs próprias, atende ao modelo MVC/MVC-2, que separa claramente camada de visão das demais camadas. Utilizar o framework de persistência Hibernate, que permite o mapeamento objeto-relacional, através de configurações em XML e/ou Annotations, permitindo a persistência dos objetos em banco de dados, de forma transparente para a aplicação, bastando apenas as configurações específicas e os drivers para cada banco, atendendo, por exemplo, o banco Oracle (na versão 10g, que é utilizado no BRB), banco IBM-DB2, entre outros. A independência entre aplicação e banco de dados é vantajosa, por exemplo, caso a Instituição opte pela troca do fornecedor do SGBD, auxiliando também em caso de atualização da versão do banco de dados, cujo upgrade será menos traumático. O Hibernate é o arcabouço de persistência melhor conceituado no mercado, de uso livre e que implementa JPA, com diversos profissionais capacitados, além de ampla documentação. Utilizar Jboss Seam. Permitir a integração com pelo menos três frameworks de mercado para utilização de Ajax, sendo ao menos duas sob licença free. Disponibilizar recursos para web-chat, podendo ser ativado em qualquer canal a qualquer tempo, conforme necessidade do Banco. Possuir um único ponto central de comunicação, que suporte protocolo TCP/IP, com os padrões ABX (proprietário do BRB) e JSON (mantido pelo JSON.org) e mensagens posicionais para comunicação com alta plataforma. Para essas mensagens posicionais deve-se possuir uma base com metadados, de forma a permitir a criação e/ou alteração do conjunto de mensagens a ser utilizado. Permitir tráfego de mensagens nos padrões já descritos, XML e arquivos texto, utilizando comunicação por web-service. Esse ponto unificado deverá também suprir funções de gateway que permita o tráfego de mensagens entre diversos sistemas, de forma parametrizável, inclusive em ambiente DMZ, além de validar se a mensagem trafegada atende ao padrão definido no protocolo por ela utilizada, sendo possível também a monitoração do tráfego em tempo real e também com séries históricas, que deverão ser acessadas e mantidas através do MMC, sistema de monitoração que será tratado adiante. Projeto Básico SUSIS/GENEG 2011/003 11

12 O CEN deverá ser capaz de tratar um processo utilizado por mais de um canal, de forma a atender as especificidades de cada canal, não devendo replicar processos e sim tratar as exceções como parte do fluxo. Ser compatível com arquitetura de barramento 32 e 64 bits. Toda a solução de canais deverá possuir contingenciamento, que funcione também em cluster, com recursos de balanceamento de carga, permitindo o controle da carga de cada servidor que faça parte do nó e também a migração das instâncias de um servidor ao outro, quando um destes for desabilitado. Deverá ser possível disponibilizar o CEN em várias instâncias de um mesmo servidor ou em servidores diferentes. Garantir a integridade e consistência das transações executadas, efetuando automaticamente o estorno/rollback da transação com falha. Deverá possuir recurso de espelhamento de base. Possuir base centralizada de recibos de transações. Prover a migração dos recibos atualmente existentes em bases de dados diferenciadas para a nova base centralizada. Possuir controle de duplicidade no dia para pagamentos e recebimento de cheques. Possuir controle de transações, perfis e limites por canal, perfil e PA. Possuir controle de valores acumulados por conta, perfil, canal, transação e usuário, permitindo limites diferenciados inclusive com base em horários. Controlar a execução das transações por horário, que deve ser diferenciado por canal e ou PA. Todas as transações deverão estar preparadas para execução em lote, de forma que o gestor defina a habilitação ou não das transações em lote com base na transação, canal e perfil de usuário, podendo ser processos diferentes. Permitir transações com um débito para vários créditos e um crédito para vários débitos, de forma parametrizável no processo. Todos os canais e o CEN deverão gravar todos eventos de acionamento de transações, tempo de resposta, mensagem de erro ou sucesso, armazenamento da tela da transação, mensagens saintes e entrantes, conclusão da transação, informação sobre transação abortada pelo usuário, abortada pelo sistema por falha genérica ou regra de negócio. Todos os parâmetros da auditoria serão definidos pelo Banco. A auditoria deverá ser uma transação do CEN que será disponibilizada nos canais definidos pelo banco e para os perfis também definidos. A nova solução deverá permitir tratamento de diferentes fuso-horários. Permitir a utilização de e-commerce. Permitir transações de pagamento online originários de e-commerce de empresas parceiras, com vistas a prover pagamento de compras on-line feitas pelo cliente, com débito em conta ou ainda contratando uma linha de empréstimo pré-aprovado a ser definida pelo Banco. Permitir a autenticação através de certificados digitais emitidos pela ICP-Brasil. 7.2 CAIXA AGÊNCIA E CORRESPONDENTES Deverá funcionar em ambiente web. Deverá possuir interface com padrão definido pelo Banco, que permita acesso a quaisquer das funcionalidades em, no máximo, três teclas ou cliques. Permitir acesso a qualquer serviço ou transação através do teclado numérico, usando de atalhos simplificados, parametrizáveis pelo gestor. Projeto Básico SUSIS/GENEG 2011/003 12

13 Disponibilizar as transações mais utilizadas com acesso em uma tecla, através de atalhos com teclas especiais (F7, F8, etc), parametrizáveis, podendo ser feito inclusive com junção de teclas, a critério do gestor. Deverá também possuir menu com todas as funcionalidades, em formato a ser definido pelo Banco. A comunicação com os periféricos do caixa deve seguir o padrão de API específica dos equipamentos utilizados pelo BRB, podendo inclusive coexistir mais de um padrão para um mesmo periférico. Implementar todas as funcionalidades especificadas para os canais Caixa e Correspondente no Anexo 1 - RELAÇÃO DE FUNCIONALIDADES deste documento. Implementar Bobina Eletrônica com recursos de: navegação, localização de transações, zoom, impressão, uso do mouse, duplo clique para consulta ou estorno da transação, uso de paginação. Permitir exportação automatizada da bobina para formato TXT, de forma a ser carregada por outros sistemas. A bobina bem como os recursos de localização deverão ser providos pelo CEN, devendo estar no canal apenas os recursos de impressão, zoom, exportação e outros de interação direta com o usuário. Possuir calculadora com, no mínimo, as operações de soma, subtração, multiplicação, divisão, percentual, memória (limpar, somar, subtrair, recuperar), zerar calculadora, copiar e colar, com registro das operações na bobina eletrônica. Permitir, no momento de um recebimento qualquer, quando a forma de pagamento for dinheiro e/ou cheque, informar separadamente cada quantidade de cada cédula ou cheque e valor em moedas, devendo tal recebimento ser contabilizado e registrado na bobina eletrônica, tal qual um cálculo feito pela calculadora, sendo porém uma informação cuja obrigatoriedade seja manipulável por parâmetro pelo gestor. Deve, também, armazenar essas informações junto à transação, permitindo consulta a qualquer tempo. Implementar log de falha de acesso aos periféricos, devendo estar disponível para consultas através do aplicativo de monitoração. Criar um módulo Supervisor Remoto de Transações, que permita a autorização de transações pendentes, seu bloqueio e desbloqueio, de forma remota. Todas as ações devem ser gravadas para auditoria. 7.3 IBK INTERNET BANKING (PESSOA FÍSICA E JURÍDICA) E TELEBANCO Deverá possuir cadastramento por CPF, de forma a permitir a operação de múltiplas contas. O login deverá ser iniciado através da página inicial do BRB, que passará o CPF por parâmetro para o canal, que deverá exibir as iniciais do nome do cliente na tela, juntamente ao Teclado Virtual do BRB, onde será informada a senha para o prosseguimento do login. As transações deverão ser autorizadas mediante uso do dispositivo de segurança utilizado pelo Banco denominado Token, quando assim estiver definido no processo de negócio. Deverá permitir a customização da página inicial pelo usuário. Deverão ser exibidas apenas as funcionalidades à qual aquele usuário tem permissão de acesso, tomando como base o perfil da conta e do tipo de usuário. Após o login o usuário deverá visualizar os saldos de suas contas e os lançamentos futuros em formato de abas. Deverá existir uma opção para que o usuário selecione a conta que deseja operar e, só então, os menus devem ser carregados. O usuário poderá a qualquer tempo alterar a conta a ser operada, sem a necessidade de efetuar login novamente. Além do tipo de usuário titular, deverá existir outro que chamaremos de sub-usuário, que é um terceiro não titular da conta, cujas permissões de acesso são definidas pelo titular, sendo permitidas no máximo as mesmas opções do titular. Quando uma transação for feita por um sub-usuário, o CEN deverá gravar a transação como pendente. Projeto Básico SUSIS/GENEG 2011/003 13

14 Quando uma conta for não-solidária as transações só poderão ser concluídas após a anuência de um número mínimo de titulares com a permissão para a confirmação (sócios gerente, por exemplo), sendo estes titulares definidos no cadastramento da conta no IBK, não podendo ser em número inferior a 2. As transações pendentes não poderão ser autorizadas por sub-usuário, devendo ser autorizadas por usuário diferente do que a incluiu, até o horário limite para aquela transação no mesmo dia. Se não autorizadas em tempo hábil, estas serão descartadas, mas deverão ser disponibilizadas para consulta, com status que indique sua não-realização por falta da autorização. Ao acessar a conta, caso existam transações pendentes de aprovação, deverá ser sinalizado para o cliente. Deverá existir um indicador por vinculação cliente/conta que indique se aquela ordem poderá executar transações financeiras. A disposição dos itens em tela (menus, banners, etc) devem ter fácil alteração, sem necessidade de intervenção técnica. Permitir a criação de enquetes personalizadas por tipo de cliente ou geral, com data de início e fim. Toda e qualquer tarefa administrativa a ser realizada para funcionamento desse canal deverá ser feita dentro do Portal. Deverá existir um módulo de comunicação através de mensagens, que permita ao Banco o envio de mala-direta geral, por perfil ou ainda o envio de mensagens individualizadas, sejam elas originadas pelo gerente da agência, pelo gestor do canal ou ainda pela área de marketing. Permitir também que o cliente inicie a comunicação, enviando a mensagem para avaliação da Central de Relacionamento, que dará o atendimento inicial, podendo encerrá-la ou encaminhá-la para outras áreas, que visualizarão e poderão dar prosseguimento a sendo para tanto necessária a criação de um workflow. Possibilitar integração com a ferramenta de web-chat da DirectTalk. Possibilitar integração com diversos simuladores (empréstimos, seguros, etc). Possibilitar integração ao sistema de Ouvidoria e SAC, permitindo ao próprio cliente a geração de ocorrências. Permitir a veiculação de avisos para diferentes perfis e também avisos gerais. Deverá gravar todos os passos feitos pelo usuário como forma de auditoria, permitindo a busca dos detalhes da interação de cada evento entre o usuário e o sistema. Permitir o encadeamento de processos. Ex.: Insuficiência de saldos durante uma transação deve-se permitir, a critério do gestor, que haja encadeamento com determinada transação de empréstimo, de forma parametrizável. O Módulo Administrativo deverá possuir as funcionalidades de cadastramento de usuários do próprio Módulo, cadastramento de contas/ordens autorizadas a movimentar, cadastramento de usuários do Telebanco (Aplicativo CRBRB), cadastramento de telefones autorizados, Token, SMS e contas pré-autorizadas para envio de TED/Doc. Possuirá também transações para consultas diversas como extratos, e saldos e recibos, inclusive gerados nos diversos canais, auditoria, busca de contas com filtros diversos, relatórios gerenciais, entre outros previstos para o canal Módulo Administrativo do Banknet no Anexo 1 - RELAÇÃO DE FUNCIONALIDADES. Projeto Básico SUSIS/GENEG 2011/003 14

15 O Aplicativo CR será responsável por fazer a interface entre a chamada telefônica repassada pela URA/EAP e o operador, permitindo a este que faça transações financeiras ou não para aquele cliente já autenticado. Esse aplicativo já existe atualmente e é desenvolvido em Delphi e basicamente fará a escuta de determinada porta de comunicação à espera de um bilhete vindo do EAP. Após o recebimento desse bilhete o Aplicativo oferecerá ao operador a possibilidade de acatá-lo ou não. Se acatado, tal Aplicativo fará uma chamada ao Internet Banking, que possuirá interface e código de canal diferenciados quando a origem for o Aplicativo CR, já quando ocorrer a finalização da ligação na URA, a requisição do EAP deverá ser aceita e automaticamente realizará a desconexão do aplicativo do operador. Possuirá também transações com fluxos diferentes, tratáveis em nível de CEN, além de formas diferenciadas de autenticação e autorização de transações. Deve possibilitar a integração junto ao Sistema de Atendimento Virtual SAV da Central de Relacionamento, a fim de que o operador possa efetuar registro de solicitações do cliente autenticado. Deverá permitir a leitura de código de barras por meio de leitoras CMC7. Todas as ações devem ser gravadas para auditoria. Implementar todas as funcionalidades especificadas para os canais Banknet, Telebanco e Módulo Administrativo do Banknet no Anexo 1 - RELAÇÃO DE FUNCIONALIDADES deste documento e GPW no Anexo 5 Relação de Funcionalidades do GPW. 7.4 MBK MOBILE BANKING Interface gráfica intuitiva e amigável. Solução que não tenha dependência da operadora ou que passe pela mesma de forma transparente para o BRB. Deverá permitir o login através de CPF e a mesma senha do Internet Banking. Suportar autenticação através do cadastro do aparelho e/ou número do celular origem. Todas as informações devem trafegar de forma segura, com padrão de criptografia a ser definido pelo Banco. Todas as transações, à exceção das consultas, deverão ser confirmadas com utilização da senha do cartão bancário. Deverá possuir ampla cobertura aos diversos aparelhos comercializados no mercado nacional. Deverá funcionar pelo menos nos sistemas iphone, Windows Mobile, Symbian, BlackBerry, Palm OS, Pocket e Android, em suas versões mais recentes, mantendo compatibilidade com suas versões anteriores, exceto se o suporte e atualização tenham sido descontinuados pelo mantenedor do sistema operacional. Deverá suportar também as plataformas Brew, J2ME e Wap (1.0 e 2.0). Deverá dar suporte a dispositivos GSM e CDMA. Prover acesso via browser do aparelho (wap), sem a necessidade de instalação de software. Implantar todas as funcionalidades especificadas no Anexo 4. Relação de Funcionalidades do Mobile Banking. Todas as ações devem ser gravadas para auditoria. 7.5 MPY MOBILE PAYMENT Interface gráfica intuitiva e amigável. Solução que não tenha dependência da operadora ou que passe pela mesma de forma transparente para o BRB. Permitir efetuar operações financeiras de pagamento através do dispositivo móvel, dispensando o uso de cartões. Permitir transações remotas ou por proximidade (tecnologia NFC Near Field Communication). Projeto Básico SUSIS/GENEG 2011/003 15

16 Suportar autenticação através do cadastro do aparelho e/ou número do celular de origem. Todas as informações devem trafegar de forma segura, com padrão de criptografia a ser definido pelo Banco. Permitir a customização de transações permitidas, bloqueadas e valores máximo, tanto de forma global, por perfil, quanto por cliente. Deverá funcionar pelo menos nos sistemas IOS (iphone, ipad, ipod e ipod Touch), Windows Mobile (Pocket), Symbian, BlackBerry, Safari, Palm OS e Android, em suas versões mais recentes, mantendo compatibilidade com suas versões anteriores, exceto se o suporte e atualização tenham sido descontinuados pelo mantenedor do sistema operacional. Deverá suportar também as plataformas Brew, J2ME e Wap (1.0 e 2.0), e versões superiores. Deverá dar suporte a dispositivos GSM, CDMA e GPRS. Prover acesso via browser do aparelho (wap), sem a necessidade de instalação de software. Deverá suportar transações a débito em conta (on-line) ou a crédito para lançamento em fatura de cartão. O aplicativo de pagamento móvel deve ser amigável com o cliente leigo. O usuário deve ter também a capacidade de personalizar o aplicativo de acordo com a sua conveniência. Todas as ações devem ser gravadas para auditoria. 7.6 MSM MOBILE SMART MESSAGE Permitir transações de consulta e financeiras através de comandos previamente definidos pelo Banco enviados por SMS. Autenticação através de registro do aparelho e/ou número do telefone. Permitir a customização de transações permitidas, bloqueadas e valores máximo, tanto de forma global, por perfil, quanto por cliente. Todas as ações devem ser gravadas para auditoria. 7.7 AUB SISTEMA DE AUTOMAÇÃO BANCÁRIA ATENDIMENTO, GERÊNCIA E RETAGUARDA Deverá possuir login através de usuário logado na rede, sendo autenticado de forma integrada ao sistema gerenciador de acessos (SGA). Deverá implementar as transações do Anexo 1 - RELAÇÃO DE FUNCIONALIDADES definidas para o canal Vídeo, com suas regras definidas no CEN. Deverá implementar, por meio do CEN, mecanismos de controle de alçadas, autorização de transações por parte de supervisor. Todas as ações devem ser gravadas para auditoria. 7.8 AAT - AUTOATENDIMENTO Implementar a parte servidor das transações previstas para o canal Autoatendimento no Anexo 1 - RELAÇÃO DE FUNCIONALIDADES. Tratar as mensagens ISO8583 vindas da ATM conforme manual de mensagens ISO utilizada pelo Banco. Para as operações do autoatendimento não serão utilizados metadados e nem repassado comportamento do processo para o canal, visto que as operações são tratadas pela própria empresa fornecedora do outsourcing. Todas as ações devem ser gravadas para auditoria. 7.9 REX REDES EXTERNAS Projeto Básico SUSIS/GENEG 2011/003 16

17 Desenvolver as transações das redes externas descritas abaixo conforme manual específico de cada rede. Visa; Mastercard; Banco24horas e Rede Compartilhada Tecban; Compartilhamento do Banco do Brasil; Fidelity REC REDES CONVENIADAS Desenvolver interface de comunicação com os serviços descritos no Anexo 1 - RELAÇÃO DE FUNCIONALIDADES com as seguintes redes conveniadas: Sefaz Ceb Caesb TJDFT DI2S 7.11 SAT SISTEMA DE AGENDAMENTO DE TRANSAÇÕES Aplicativo back-end com capacidade de agendar as transações efetuadas nos canais quando o cliente informa uma data maior que a data corrente. Possuir reconhecimento quando a data for final de semana e/ou feriado nacional ou local, de acordo com o calendário estabelecido pelo BRB. Disponibilizar consulta de transações agendadas, pagas e canceladas. Deverá ser um módulo do CEN, devendo disponibilizar manipulação das informações para inserção, atualização, exclusão e consulta através da mesma forma que o CEN proverá para as demais funcionalidades, ou seja, utilizando-se de metadados, com processos definidos por BPM. Permitir integração com os sistemas back-end para efetivar a transação na data pré-agendada. Permitir agendamentos múltiplos, associados a um lote ou não. Permitir a parametrização dos horários de integração com os sistemas de back-end, por canal, transação, agência da conta e agência origem, permitindo também a inicialização da rotina de forma manual a qualquer tempo. As transações deverão ser processadas com base na parametrização citada no item anterior, permitindo também repescagem até o horário limite para a transação. Em caso de transação em lotes, o horário a ser seguido também deverá ser o parametrizado para a repescagem, porém levando em consideração a transação cujo horário é o menor dentre as que compõe o lote. Permitir para agendamento em lote que seja informado horário da execução, sendo que caso seja informado, esse lote não entrará na rotina de repescagem. Somente poderão ser cancelados os agendamentos, tanto individuais quanto em lotes, cujos status estejam como agendado. Agendamentos já efetivados poderão ser estornados por solicitação do cliente desde que sejam documentos passíveis de estorno. Para lotes, permitir-se-á o estorno completo ou individual daqueles lançamentos. Integrar com o Provisionador de Saldos, de forma a deixar o saldo aprovisionado na conta do cliente para garantia da efetivação da transação, desde que não seja agendamento em lote com horário pré-definido, cuja responsabilidade quanto aos saldos será do cliente. Os agendamentos realizados deverão gerar seus recibos na base única de recibos do CEN FLT FLUXO DE TEDs Projeto Básico SUSIS/GENEG 2011/003 17

18 Integrar com o sistema de mensageria do SPB (MSG), através de biblioteca própria do MSG. Deverá ser capaz de trabalhar com máquina de status, de forma a tratar cada requisição individualmente, permitindo mensagens diferenciadas para cada uma, tanto para TEDs enviadas como recebidas. Deverá permitir o tratamento de confirmação de envio de TED s. Deverá permitir a integração com o CEN de forma a possibilitar a validação de informações e também efetivação da transação financeira, no caso de TED recebida ou busca de TEDs a enviar para processamento. Deverá permitir o acatamento de mensagens vindas do MSG sem que ocorra travamento da fila, ou seja, mesmo que a mensagem seja inválida, esta deverá ser acatada pelo FLT, que possuirá um serviço que validará a mensagem e prosseguirá com o tratamento. Deverá permitir o armazenamento versionado do Catálogo de Mensagens do SPB, em forma de metadados armazenados no CEN. Deverá permitir a criação de nova versão do catálogo de forma interativa por parte do gestor, podendo reaproveitar mensagens, criar novas ou alterar outras, com o menor esforço possível. Permitir a consulta de mensagens para versões anteriores do Catálogo. Criar-se um módulo de gestão, integrado ao MMC, que permita monitorar o envio e recebimento de mensagens. Esse módulo deverá permitir consultas unitárias e totalizadas, por período, canal, conta, status, mensagem ou outros filtros definidos pelo Banco. O módulo gestor deverá permitir a alteração de informações da mensagem, de forma a permitir o reprocessamento daquelas que tenham sido recebidas com alguma inconsistência. Deverá ser permitida a alteração da disponibilidade do canal de TEDs, seja para envio ou para recebimento, de forma interativa, a nível de canal, perfil de cliente, PA, horário e data. Deverá permitir a geração manual de TEDs através do módulo gestor. Permitir a geração periódica ou eventual de relatórios em tela ou geração de arquivos para integração com outros sistemas, em formato a ser definido pelo Banco MMC MONITOR DO MULTICANAL Deverá monitorar a disponibilidade de todos os canais, sistema SIA, CEN, GAB, serviços, barramento de comunicação. Permitir o cadastramento de novos serviços a serem monitorados de forma parametrizável. Monitorar o volume transacional em tempo real por canal, CEN, volume de mensagens no barramento, por terminal, armazenando as informações em base de dados a ser definida pelo Banco, exibindo-as em forma numérica e gráficos, além de gerar alertas em tela, por e SMS (integrando ao sistema de envios de SMS), com base em métricas parametrizáveis de forma a identificar queda elevada no movimento e índice acima do esperado no número de erros. Deverá permitir a consulta por data e horário, filtrando ou não por canal, conta, cartão, resposta do sistema e transação. Deverá possuir interface web, utilizando os preceitos já definidos nos itens gerais. Monitorar os programas de alta plataforma que integram com a automação bancária, exibindo status de habilitação, fila e número de mensagens, classificando-os em ativo, em fila, fila crítica ou desabilitado, gerando alertas tais quais previstos no item 2. Possuir integração com o sistema SGA, armazenando informações de acessos e consultas, permitindo sua auditoria CON CONCILIAÇÂO Projeto Básico SUSIS/GENEG 2011/003 18

19 O CON deverá ser capaz de realizar conciliações tais como Visa, Master, Tecban, Autoatendimento modelo outsourcing, Compartilhamento BB, conforme regras definidas por essas redes, devendo cada conciliação gerar informações em tempo real da situação de cada arquivo, devendo ser possível ao gestor ter visibilidade macro, porém com possibilidade de aumentar a granularidade do detalhe a ser observado. Deverá, também, possuir integração com o MMC, de forma a alarmar qualquer inconformidade. Deverá ser criado também no CON um Módulo Gestor para o Compartilhamento BB, integrado à rotina de conciliação desta rede, de forma a permitir ao gestor a realização de contestação de transações, bem como o acatamento de contestações realizadas por aquele Banco. Deve ser possível estender esse módulo gestor para as outras redes, se necessário SIA SISTEMAS DE INFRAESTRUTURA DA AUTOMAÇÃO BANCÁRIA 7.16 BASE DE DADOS Criar e manter base de dados de dados financeiros e de consulta/cadastro que serão utilizados para a autorização de transações. Essa base de dados será gerenciada única e exclusivamente pelo CEN. Ou seja, somente processos do CEN poderá executar inserção, alteração, exclusão e consulta neste banco de dados. O modelo de dados deverá ser criado e normalizado a partir de layout dos arquivos.txt utilizados atualmente pelo BRB. A lista de arquivos que serão carregados para banco de dados está presente no anexo 4 deste documento. O modelo de dados deverá ser validado pela área de administração de dados do BRB. Os arquivos.txt são gerados pelos sistemas legados e disponibilizados quase que diariamente para a automação bancária. Obedecendo essa regra deverá ser criado um mecanismo de carga destes arquivos, não normalizados, para o ambiente de banco de dados, normalizado. O processo de carga deve ser inserido no MMC Monitor do Multicanal. Praticamente todas as transações da automação bancária geram log. Esse log deve ser armazenado em tabela própria no mesmo banco de dados do SIA. Criar um serviço responsável por realizar a subida on-line dos logs do banco de dados do SIA para a alta plataforma obedecendo layout de comunicação definido pelo BRB. Criar um processo no CEN que permita o atual Método de Acesso da automação bancária realizar todas as suas operações atualizando essa base de dados. Dessa forma, o Método de Acesso será apenas um roteador das transações dos atuais canais da automação bancária permitindo a migração da estrutura antiga para a solução de Multicanal PROCESSADOR DE DÉBITOS E CRÉDITOS Projeto Básico SUSIS/GENEG 2011/003 19

20 Criar um processador responsável por receber arquivos financeiros dos sistemas legados e processá-los diretamente na base de dados do SIA. Esses arquivos são em formato.txt. O processador deve utilizar layout definido pelo BRB. Os arquivos recebidos em diretório específico deverão ser carregados no banco de dados do SIA. Após carregar o arquivo no banco de dados uma procedure deverá buscar os registros não processados e atualizar a tabela financeira do MAC. Gerar arquivo retorno obedecendo layout estabelecido pelo BRB. Todos os status dos arquivos e de cada registro deste arquivo devem ser registrados no MMC. Esse processo abrange desde a disponibilização do arquivo em diretório específico, passando pela importação do arquivo para banco de dados, pelo processamento dos registros, até a geração e envio do arquivo retorno para o sistema legado. O processador deve ser capaz de processar vários arquivos simultaneamente. O processador deve ser capaz de processar milhares de registros em poucos minutos permitindo assim que o BRB possa trabalhar com créditos e débitos quase que on-line. Assim sendo o serviço que carregará os arquivos em banco de dados deverá ser capaz que realizar a carga de um arquivo com, por exemplo, registros, em menos de 10 minutos. Após carregar esses registros o outro processo que atualizará o arquivo financeiro deverá ser capaz de processar todos esses registros nos mesmos 10 minutos. O terceiro e último processo responsável pela geração do arquivo retorno terá, no máximo, mais 10 minutos para concluir a geração e envio deste arquivo. Com isso, o tempo total de processamento de um arquivo com registros será de 30 minutos. O processador deverá funcionar em 24X7. O processador não poderá permitir que o processamento de um arquivo seja iniciado em D0 e concluído em D+1. Projeto Básico SUSIS/GENEG 2011/003 20

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