Indicadores de Desempenho associados a Mapeamento de Processos: Estudo de Caso em Instituição Pública Brasileira

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Indicadores de Desempenho associados a Mapeamento de Processos: Estudo de Caso em Instituição Pública Brasileira"

Transcrição

1 Indicadores de Desempenho associados a Mapeamento de Processos: Estudo de Caso em Instituição Pública Brasileira Monica Rottmann de Biazzi (DEP/EPUSP) Antonio Rafael Namur Muscat (DEP/EPUSP) Jorge Luiz de Biazzi (FEA/USP) Resumo Nas últimas décadas, o setor público viu-se sob maior pressão no sentido de buscar melhorias em sua forma de operar. Várias estratégias de mudança têm sido adotadas por diferentes instituições públicas, geralmente utilizando práticas gerenciais do setor privado. Este artigo apresenta um estudo de caso realizado em uma Instituição Pública de Ensino Superior brasileira centenária, de renome internacional, durante o desenvolvimento de um programa de aperfeiçoamento de processos administrativos. O objetivo da pesquisa é apresentar a técnica de associação de indicadores de desempenho ao mapeamento de processos, relatando as vantagens encontradas durante sua utilização. Palavras-chave: Indicadores de desempenho; Mapeamento de processos; Setor público. 1. Introdução e Objetivos Ao longo das últimas duas décadas, o setor público viu-se sob maior pressão para melhorar seu desempenho e demonstrar maior transparência e avaliação de resultados, o que resultou na busca de melhorias em sua forma de operar. Várias estratégias de mudança têm sido adotadas por diferentes instituições públicas, geralmente utilizando práticas gerenciais do setor privado. No caso de instituições públicas de ensino superior (IPES) brasileiras, existe a necessidade de observação das normas associadas aos orçamentos públicos, que incluem a efetividade e a eficiência organizacionais, a visibilidade social e o controle governamental e social. MARINHO (1998) ressalta que a integração da avaliação de desempenho de universidades públicas com o processo orçamentário governamental é um tema de grande importância, dado que o governo enfrenta drásticas restrições orçamentárias. Desta forma, a elaboração de indicadores consistentes de eficiência, assim como a adoção de incentivos ao aprimoramento de desempenhos proporciona, certamente, uma substancial melhoria do modelo atual. Outros trabalhos também ressaltam a importância da busca da eficiência e a necessidade de indicadores de desempenho em IPES (SILVA, MORGAN e COSTA, 2004; FAÇANHA e MARINHO, 2001). Neste contexto, este trabalho terá como objetivo apresentar os resultados obtidos em um estudo de caso realizado em IPES brasileira, no qual foi utilizada a técnica de associar indicadores de desempenho ao mapeamento de processos, além de relatar as vantagens encontradas durante sua utilização. 2. Revisão Bibliográfica 2.1. O Conceito de Processo O conceito de processo tem recebido grande ênfase na atualidade. Muitas organizações modernas possuem estruturas funcionais e hierárquicas, que isolam os departamentos, empobrecem a coordenação das atividades e limitam a comunicação (GARVIN, 1998). O trabalho acaba sendo fragmentado e compartimentalizado, o que dificulta a realização das tarefas. Na tentativa de encontrar uma melhor compreensão das organizações, a abordagem por processo fornece uma alternativa para essa visão estática e fragmentada da organização. 1

2 De uma forma geral, um processo pode ser definido como um conjunto de atividades que transformam recursos (entradas) em resultados (saídas). Davenport (1993) define um processo como um conjunto de atividades estruturadas destinadas a resultar num produto especificado para um determinado cliente ou mercado. Ao se adotar uma visão por processo dentro de uma organização, enfatiza-se a maneira como o trabalho é realizado. Um processo é, portanto, uma ordenação específica das atividades de trabalho no tempo e no espaço, com um começo, um fim e entradas e saídas claramente identificadas. Harrington (1991) ressalta a agregação de valor, definindo processo como qualquer atividade ou grupo de atividades que recebe um insumo, agrega-lhe valor e fornece um produto ou uma saída a um cliente interno ou externo. Processos utilizam recursos de uma organização para produzir resultados. A abordagem por processos distingue-se das versões mais hierárquicas e verticais da estrutura de uma organização. Enquanto a estrutura hierárquica é, tipicamente, uma visão fragmentada e estática das responsabilidades e das relações de subordinação, a estrutura por processo é uma visão dinâmica da forma pela qual a organização produz valor. A visão do processo evidencia a seqüência de atividades que são realizadas, cruzando departamentos e níveis hierárquicos, até a saída dos produtos Melhoria de Processos A abordagem por processo implica em uma ênfase relativamente forte sobre a melhoria da forma pela qual o trabalho é feito. A adoção de uma abordagem por processo significa a adoção do ponto de vista do cliente. Uma vez que os processos são a estrutura pela qual uma organização faz o necessário para produzir valor para seus clientes, deve-se oferecer bens e serviços que atendam às suas expectativas, empregando processos eficientes e eficazes. Conseqüentemente, os processos devem ser medidos em termos de custo, tempo, qualidade ou outras dimensões que avaliem o valor proporcionado ao cliente. Esses indicadores tornam-se os critérios para a avaliação do valor de uma inovação e para o estabelecimento de programas de melhoria contínua Mapeamento de Processos Para se compreender realmente como funcionam os processos, com o objetivo de aperfeiçoálos, é necessário adotar ferramentas que possibilitem uma compreensão completa de cada passo e de suas inter-relações. Uma das ferramentas mais comuns é o mapeamento do processo na forma de um fluxograma, que descreve graficamente um processo existente ou um novo processo proposto, identificando cada evento da seqüência de atividades por meio de símbolos, linhas e palavras (HARRINGTON, 1991). Assim, elementos como uma operação, uma decisão, uma inspeção, um documento gerado, um estoque, uma espera, o início e o fim do processo são identificados com símbolos característicos. Uma das vantagens de se utilizar uma ferramenta gráfica é a facilidade de visualização, tanto da seqüência de atividades, como da forma como as atividades se encaixam. Outra vantagem consiste em disciplinar a forma de raciocínio da equipe. É possível visualizar no fluxograma áreas em que as regras não estão claras ou mesmo estão sendo violadas. São evidenciadas, também, diferenças entre a forma como se supõe que as atividades sejam feitas e como elas realmente são feitas. Assim, o fluxograma é um elemento-chave para o programa de melhoria, facilitando a visualização de processos complexos e a comunicação sobre áreas com problemas. Para que o mapeamento ilustre o processo que ocorre na realidade, ele deve ser obtido através de entrevistas com os funcionários que realizam as atividades, e não apenas com seus superiores. A participação e o comprometimento dos superiores, sem dúvida, é de fundamental importância, mas eles muitas vezes não conhecem em detalhes o que está sendo feito. Além disso, o fluxograma deve ser validado, até que a equipe de melhoria e os 2

3 executores do processo estejam de acordo de que a seqüência de atividades desenhada representa a realidade Indicadores de Desempenho Para uma organização fazer frente à competição, é necessário criar mecanismos para saber se está realmente sendo competitiva e para verificar se está aperfeiçoando sua forma de atuação (MUSCAT & FLEURY, 1993). Deve-se, portanto, definir, medir e monitorar indicadores para melhorar o desempenho competitivo. A escolha de quais indicadores medir e monitorar deve estar vinculada às decisões da estratégia competitiva da organização e de seus Fatores Críticos de Sucesso (FCS s). Inicialmente, devem ser identificados os atributos do produto mais valorizados pelos clientes. Estes atributos devem ser considerados ao se estabelecer a estratégia da organização, bem como na definição dos objetivos de desempenho a serem atingidos através da estratégia adotada. Identificados os atributos valorizados pelos clientes, a organização passa a conhecer seus FCS s, que são variáveis nas quais a empresa precisa necessariamente ter bom desempenho para dar sustentação à estratégia competitiva. Uma vez apontados os FCS s, identificam-se as variáveis que devem ser mensuradas e, se possível, aperfeiçoadas. Desta forma, a cada FCS devem estar associados indicadores de gestão. Harrington (1991) argumenta que a medição é um ponto chave. Se não houver um sistema de indicadores, não é possível controlar; sem controle, é impossível gerenciar, e, se não houver gerenciamento, não é possível implantar melhorias. 3. Metodologia Como mencionado, o objetivo deste artigo é apresentar os resultados obtidos em um estudo de caso realizado em IPES brasileira, no qual foi utilizada a técnica de associar indicadores de desempenho ao mapeamento de processos, além de relatar as vantagens encontradas durante sua utilização. A abordagem metodológica para o desenvolvimento deste artigo foi a de pesquisa qualitativa, utilizando o método de estudo de caso (YIN, 1991), que é adequado para situações em que se busca responder questões de pesquisa do tipo como e por que. O estudo de caso é um método de pesquisa particularmente útil para o desenvolvimento e refinamento de teorias. Pode ser definido como a história de um fenômeno passado ou presente, extraída a partir de múltiplas fontes de evidências (VOSS, TSIKRIKTSIS & FROHLICH, 2002). Entre as vantagens do estudo de caso, pode-se citar a possibilidade de estudar o fenômeno em seu cenário natural e gerar teoria relevante e significativa por meio da observação da realidade. Além disso, o estudo de caso permite responder a questões com uma compreensão relativamente ampla da natureza e da complexidade do fenômeno. Os instrumentos de pesquisa utilizados foram observação e entrevistas semi-estruturadas com funcionários. De maneira complementar, foram realizadas consultas a relatórios e registros gerados durante o caso. 4. Estudo de Caso O caso que será estudado neste trabalho corresponde a um dos processos administrativos da Organização A, que desenvolveu um Projeto de Aperfeiçoamento de Processos Administrativos (Projeto A) por um período de mais de 3 anos. A Organização A é uma IPES brasileira centenária, de renome internacional, com 15 departamentos de ensino e pesquisa e cerca de 1000 funcionários, sendo aproximadamente 500 funcionários administrativos e 500 funcionários docentes. A instituição apresentava na época do estudo cerca de 5000 alunos de graduação e 4000 alunos de pós-graduação. O objetivo do Projeto A era melhorar a gestão e a operacionalização dos processos administrativos, tornando-os mais simples e racionalizados. 3

4 O Projeto A foi organizado em 3 fases distintas: Fase 1 - Análise Estratégica e Mapeamento de Processos; Fase 2 - Estudo de Melhoria de Processos Críticos e Implantação de Processospiloto Aperfeiçoados; Fase 3 - Implantação de Processos Críticos Aperfeiçoados, Capacitação de Recursos Humanos e Criação do Grupo de Qualidade e Processos. Os trabalhos do projeto A foram executados por uma comissão mista, incluindo tanto funcionários administrativos da Organização A como uma equipe de consultores (equipe técnica). Durante a Fase 1, foram realizadas várias reuniões com os gerentes administrativos da Organização A para que os conceitos sobre processos pudessem ser transmitidos aos mesmos e se chegasse a uma lista de processos administrativos. Foram identificados mais de 200 processos, envolvendo todas as atividades administrativas da Organização A. Os processos foram avaliados com relação aos seguintes critérios: Tempo (T) = tempo de atravessamento na Organização A; Qualidade de Fornecimento (QF) = qualidade do material, documento ou informação de entrada no processo; Qualidade de Produto (QP) = qualidade do produto obtido pelo processo; Risco (R) = probabilidade de falha e impacto da mesma; Volume (V) = número de repetições (no ano) tempo consumido por unidade executada. Estes critérios foram escolhidos por estarem relacionados aos interesses dos stakeholders da instituição. Cada processo da instituição foi avaliado com relação aos cinco critérios descritos, atribuindo-se uma nota de 1 a 5 para cada critério. A nota 1 corresponde à melhor situação, e a nota 5, à pior situação. O objetivo desta classificação por critérios era identificar os processos críticos, ou seja, que apresentavam desempenho deficiente. Além da avaliação com base nos critérios descritos, foi avaliado o potencial de melhoria no curto prazo de cada processo. A partir da soma das notas atribuídas aos critérios e da avaliação do potencial de melhoria, foram selecionados 22 processos críticos, dentre os quais o processo de Expedição de Diplomas de Graduação, que será objeto deste estudo de caso Processo de Expedição de Diplomas de Graduação O processo de Expedição de Diplomas de Graduação foi avaliado conforme os critérios descritos, sendo selecionado como um dos processos críticos. A seguir, foi mapeado pela equipe técnica, com a participação dos funcionários diretamente envolvidos nas atividades. Através de entrevistas e do levantamento da documentação, foi desenhado um fluxograma detalhado do processo, constando todas as atividades necessárias à execução do mesmo, além de documentos, arquivos e bancos de dados utilizados, esperas, decisões e processos relacionados. O fluxograma obtido foi validado pelos funcionários e pelo chefe da Seção de Expedição de Diplomas. Ao final das validações, o fluxograma detalhado obtido era formado por mais de 170 elementos. Para facilitar a análise, o fluxograma detalhado obtido foi dividido nos seguintes módulos ou subprocessos, representados na Figura 1: 4

5 Início Recebimento de documentação e conferência Preparação e execução da Colação de Grau Pagamento para confecção de diploma Confecção do diploma Emissão e assinatura do Histórico Escolar Assinatura do Diretor no diploma Abertura de Processo e à Reitoria Registro do diploma Entrega do diploma e arquivamento Elaboração do Livro de Registro Fim Figura 1 - Fluxograma dos Módulos do Processo de Expedição de Diplomas de Graduação A seguir, foram realizadas reuniões conjuntas para a sugestão de indicadores de desempenho para o processo. Os indicadores foram sugeridos com base nos critérios utilizados anteriormente para avaliação dos processos e seleção de processos críticos. É interessante notar que houve a necessidade da idealização de indicadores de desempenho, uma vez que, ao contrário do setor privado, onde a medição do desempenho dos processos é mais comum, no setor público, a adoção de indicadores não é muito difundida. Como não havia indicadores para o processo em estudo, foi necessário primeiramente idealizá-los. Além disso, como não havia medição de desempenho anteriormente ao estudo, muitas vezes dados importantes eram jogados fora ou simplesmente nem eram registrados. Para a sugestão de indicadores, foram considerados os principais interessados (stakeholders) do processo de Expedição de Diplomas de Graduação, sendo eles: cliente do processo (alunos formados), gestores do processo (funcionários da seção), diretoria da instituição e sociedade. A Tabela 1 apresenta os indicadores sugeridos, associando-os aos stakeholders do processo: Indicadores sugeridos Interessado Sigla Descrição do Indicador Cliente Gestor Diretoria Sociedade IT 1 Tempo de atravessamento (início até disponibilização do diploma) X X IT 2 Duração de Expedição do Diploma (Colação até disponibilização do diploma) X IT 3 Duração da confecção do diploma pelo calígrafo IT 4 Duração do registro do diploma IQF 1 Proporção de erros na entrega da documentação IQF 2 Proporção de alunos formados não encerrados no sistema X IQF 3 Proporção de erros na confecção do diploma pelo calígrafo IQF 4 Proporção de erros no processo de registro X Tabela 1 - Indicadores sugeridos para cada módulo do Processo de Expedição de Diplomas de Graduação Para auxiliar na sugestão de indicadores, foi utilizada uma técnica de associação dos indicadores ao mapeamento de processos. O mapeamento detalhado do processo facilitou a definição dos indicadores, pois forneceu dados sobre as atividades e sobre os documentos de 5

6 registro já existentes no processo. Os indicadores sugeridos foram codificados e inseridos no próprio fluxograma, sendo representados ao lado da atividade que permitiria sua medição. A Figura 2 mostra um trecho do fluxograma detalhado do processo de Expedição de Diplomas de Graduação, apresentando os símbolos dos indicadores IT 3 e IQF 3 ao lado das atividades que permitem sua medição. No caso do indicador de tempo IT 3, há dois pontos assinalados no mapeamento - IT 3i - referente ao instante inicial da confecção do diploma pelo calígrafo, e IT 3f - referente ao instante final. Seção de Expedição de Diplomas IT 3i Elaboração de fichas dos alunos e conferência de dados Fichas dos Diplomas para conferência N OK? S das fichas e dos diplomas em branco ao calígrafo Registro de saída das fichas e dos diplomas em branco no BD interno Correção dos dados Diplomas em branco BD interno Calígrafo dos diplomas à Seção de Expedição de Diplomas Elaboração da caligrafia dos diplomas Seção de Expedição de Diplomas Diploma em branco Registro de entrada no BD interno Diplomas IQF 3 Conferência dos dados dos diplomas Solicitação ao calígrafo para reconfeccionar o diploma N OK? S BD interno Elaboração da Folha do Livro de Registro de Diplomas dos diplomas à Diretoria IT 3f BD interno Figura 2 Trecho do Mapeamento do Processo de Expedição de Diplomas de Graduação com Indicadores de Desempenho Associados 5. Análise do Caso O mapeamento detalhado do processo facilitou a definição dos indicadores, pois forneceu dados sobre as atividades e sobre os documentos de registro já existentes no processo para a equipe técnica. É importante notar que qualquer sugestão de indicador, mesmo de um indicador simples, já seria de grande valor, uma vez que o processo não apresentava nenhum tipo de indicador de desempenho. Os indicadores sugeridos foram inseridos no fluxograma detalhado do processo, ao lado da atividade que permitiria sua medição, para facilitar a análise. A associação do mapeamento 6

7 com a definição dos indicadores mostrou-se muito útil, pois facilitou a discussão entre a equipe técnica e o grupo de funcionários. Foi possível, inclusive, que os funcionários redefinissem pontos de medição e sugerissem novos indicadores, por conhecerem o processo com mais detalhes. 6. Conclusão A proposta deste trabalho é estudar as vantagens e limitações da técnica de associação de indicadores de desempenho ao mapeamento de processos. No estudo de caso realizado, a técnica se mostrou bastante vantajosa, pois permitiu o entendimento de todos os envolvidos - equipe técnica e executores do processo - durante a análise detalhada dos indicadores sugeridos. Além disso, a técnica permitiu discussões e correções de pontos de medição e dos próprios indicadores sugeridos pela equipe técnica, uma vez que os funcionários apresentavam conhecimento mais detalhado do processo. Outra vantagem da técnica é a possibilidade de associar indicadores ao mapeamento dos processos atuais e também ao mapeamento de processos propostos, após a implantação de melhorias. Desta forma, é possível o alinhamento do processo proposto ao sistema de indicadores adotado. Referências DAVENPORT, T. H. Process Innovation. Boston: Harvard Business School Press, FAÇANHA, L.O. & MARINHO, A. Instituições de ensino superior governamentais e particulares: avaliação comparativa de eficiência. Revista de Administração Pública. Vol. 35 No. 6, nov./dez GARVIN, D.A. The Processes of Organization and Management. Sloan Management Review, Summer HARRINGTON, H.J. Business Process Improvement: The breakthrough Strategy for Total Quality, Productivity and Competitiveness. New York: McGraw Hill, MARINHO, A. O aporte de recursos públicos para as instituições federais de ensino superior. Revista de Administração Pública. Vol. 32 No. 4, jul./ago MUSCAT, A.R.N. & FLEURY, A.C.C. Indicadores da Qualidade e Produtividade na Indústria Brasileira, Revista Indicadores da Qualidade e Produtividade, São Paulo, SILVA, C.A.T.; MORGAN, B.F. & COSTA, P.S. Desenvolvimento e aplicação de uma metodologia para cálculo do custo-aluno de instituições públicas de ensino superior: um estudo de caso. Revista de Administração Pública. Vol. 38 No. 2, mar./abr VOSS, C.; TSIKRIKTSIS, N. & FROHLICH, M. Case research in operations management. International Journal of Operations & Production Management. Vol. 22 No. 2, YIN, R. Case study research: design and methods. Newbury Park. Sage Pub,

DESBUROCRATIZAÇÃO DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA: UMA EXPERIÊNCIA NA ÁREA DE ENSINO SUPERIOR

DESBUROCRATIZAÇÃO DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA: UMA EXPERIÊNCIA NA ÁREA DE ENSINO SUPERIOR ! "#$ " %'&)(*&)+,.- /10.2*&4365879&4/1:.+58;.2*=?5.@A2*3B;.- C)D 5.,.5FE)5.G.+ &4- (IHJ&?,.+ /?=)5.KA:.+5MLN&OHJ5F&4E)2*EOHJ&)(IHJ/)G.- D - ;./);.& DESBUROCRATIZAÇÃO DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA: UMA

Leia mais

3 Gerenciamento de Projetos

3 Gerenciamento de Projetos 34 3 Gerenciamento de Projetos Neste capítulo, será abordado o tema de gerenciamento de projetos, iniciando na seção 3.1 um estudo de bibliografia sobre a definição do tema e a origem deste estudo. Na

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO GERAL GESTÃO DE PROCESSOS

ADMINISTRAÇÃO GERAL GESTÃO DE PROCESSOS ADMINISTRAÇÃO GERAL GESTÃO DE PROCESSOS Atualizado em 21/12/2015 GESTÃO DE PROCESSOS Um processo é um conjunto ou sequência de atividades interligadas, com começo, meio e fim. Por meio de processos, a

Leia mais

METODOLOGIA DE MAPEAMENTO DE PROCESSOS APLICADA EM SETORES ADMINISTRATIVOS DE UMA UNIVERSIDADE PÚBLICA

METODOLOGIA DE MAPEAMENTO DE PROCESSOS APLICADA EM SETORES ADMINISTRATIVOS DE UMA UNIVERSIDADE PÚBLICA XXIX ENCONTRO NACIONAL DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO. METODOLOGIA DE MAPEAMENTO DE PROCESSOS APLICADA EM SETORES ADMINISTRATIVOS DE UMA UNIVERSIDADE PÚBLICA Rafael Yassushi Oki (UFSC) rafaeloki@gmail.com Leandro

Leia mais

MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação ANÁLISE PRELIMINAR DE PDTI

MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação ANÁLISE PRELIMINAR DE PDTI MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação ANÁLISE PRELIMINAR DE PDTI Órgão: UNIVERSIDADE FEDERAL DE CIÊNCIA E SAÚDE DE PORTO ALEGRE - UFCSPA Objeto:

Leia mais

Disciplina: GESTÃO DE PROCESSOS E QUALIDADE Prof. Afonso Celso M. Madeira

Disciplina: GESTÃO DE PROCESSOS E QUALIDADE Prof. Afonso Celso M. Madeira Disciplina: GESTÃO DE PROCESSOS E QUALIDADE Prof. Afonso Celso M. Madeira 3º semestre CONCEITOS CONCEITOS Atividade Ação executada que tem por finalidade dar suporte aos objetivos da organização. Correspondem

Leia mais

ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DO RISCO OPERACIONAL

ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DO RISCO OPERACIONAL ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DO RISCO OPERACIONAL 1. INTRODUÇÃO: O Banco Pottencial, considera a gestão de riscos como um instrumento essencial para maximização da eficiência no uso do capital e para escolha

Leia mais

Sessão 4: Avaliação na perspectiva de diferentes tipos de organizações do setor sem fins lucrativos

Sessão 4: Avaliação na perspectiva de diferentes tipos de organizações do setor sem fins lucrativos Sessão 4: Avaliação na perspectiva de diferentes tipos de organizações do setor sem fins lucrativos Avaliação Econômica como instrumento para o aprimoramento da gestão das ações sociais 26/09/2013 Fundação

Leia mais

Como Identificar e Definir os Processos da sua Empresa

Como Identificar e Definir os Processos da sua Empresa Como Identificar e Definir os Processos da sua Empresa Mapeamento e Padronização de Processos Organizacionais Mateus Pizetta Aline Milani Todos os Direitos Reservados 2014 Introdução: Este material foi

Leia mais

CURSO: Desenvolvimento Web e Comércio Eletrônico DISCIPLINA: Gestão da Qualidade Professor: Ricardo Henrique

CURSO: Desenvolvimento Web e Comércio Eletrônico DISCIPLINA: Gestão da Qualidade Professor: Ricardo Henrique CURSO: Desenvolvimento Web e Comércio Eletrônico DISCIPLINA: Gestão da Qualidade Professor: Ricardo Henrique UNIDADE 6 GERENCIAMENTO DA ROTINA 1 INTRODUÇÃO 3 O GERENCIAMENTO DA ROTINA 4 CAMPO DE APLICAÇÃO

Leia mais

Planejamento Estratégico Setorial para a Internacionalização

Planejamento Estratégico Setorial para a Internacionalização Unidade de Projetos de Termo de Referência para elaboração e desenvolvimento de Planejamento Estratégico Setorial para a Internacionalização Agosto de 2009 Elaborado em: 4/8/2009 Elaborado por: Apex-Brasil

Leia mais

Um Modelo de Sistema de Gestão da Segurança da Informação Baseado nas Normas ABNT NBR ISO/IEC 27001:2006, 27002:2005 e 27005:2008

Um Modelo de Sistema de Gestão da Segurança da Informação Baseado nas Normas ABNT NBR ISO/IEC 27001:2006, 27002:2005 e 27005:2008 REVISTA TELECOMUNICAÇÕES, VOL. 15, Nº01, JUNHO DE 2013 1 Um Modelo de Sistema de Gestão da Segurança da Baseado nas Normas ABNT NBR ISO/IEC 27001:2006, 27002:2005 e 27005:2008 Valdeci Otacilio dos Santos

Leia mais

Implantação do sistema de gestão da qualidade ISO 9001:2000 em uma empresa prestadora de serviço

Implantação do sistema de gestão da qualidade ISO 9001:2000 em uma empresa prestadora de serviço Implantação do sistema de gestão da qualidade ISO 9001:2000 em uma empresa prestadora de serviço Adriana Ferreira de Faria (Uniminas) affaria@uniminas.br Adriano Soares Correia (Uniminas) adriano@ep.uniminas.br

Leia mais

Premissas para implantação do Gerenciamento pelas Diretrizes GPD - em uma instituição de ensino superior: uma análise bibliográfica

Premissas para implantação do Gerenciamento pelas Diretrizes GPD - em uma instituição de ensino superior: uma análise bibliográfica Premissas para implantação do Gerenciamento pelas Diretrizes GPD - em uma instituição de ensino superior: uma análise bibliográfica Marcos Tadeu Moraes de Castro Mestre em Administração de Produção administração@asmec.br

Leia mais

WORKSHOP MELHORIA DE PROCESSOS

WORKSHOP MELHORIA DE PROCESSOS WORKSHOP MELHORIA DE PROCESSOS Superintendência de Planejamento e Gestão Escritório de Processos Organizacionais Goiânia, 27 de maio de 2009 Objetivos: WORKSHOPS DE MELHORIA DE PROCESSOS Promover o mapeamento,

Leia mais

Premissas para implantação do Gerenciamento pelas Diretrizes GPD - em uma instituição de ensino superior: uma análise bibliográfica

Premissas para implantação do Gerenciamento pelas Diretrizes GPD - em uma instituição de ensino superior: uma análise bibliográfica Premissas para implantação do Gerenciamento pelas Diretrizes GPD - em uma instituição de ensino superior: uma análise bibliográfica Marcos Tadeu Moraes de Castro Mestre em Administração de Produção administração@asmec.br

Leia mais

O Seis Sigma como apoio a Estratégia Organizacional

O Seis Sigma como apoio a Estratégia Organizacional 1 O Seis Sigma como apoio a Estratégia Organizacional Andre Rodrigues da SILVA 1 Introdução A produção em massa revolucionou a fabricação na metade do século XIX e esta filosofia foi explorada por grandes

Leia mais

Janeiro 2009. ELO Group www.elogroup.com.br Página 2

Janeiro 2009. ELO Group www.elogroup.com.br Página 2 de um Escritório - O Escritório como mecanismo para gerar excelência operacional, aumentar a visibilidade gerencial e fomentar a inovação - Introdução...2 Visão Geral dos Papéis Estratégicos... 3 Papel

Leia mais

EXERCÍCIO 3 Metodologia de gestão de processos

EXERCÍCIO 3 Metodologia de gestão de processos Guia de Modelagem de Estruturas Organizacionais EXERCÍCIO 3 Metodologia de gestão de processos Exercício de mapeamento, avaliação, análise e melhoria 1 A gestão de processos permite identificar o conjunto

Leia mais

XVIII Seminário Nacional de Bibliotecas Universitárias SNBU 2014. Eixo Temático: Gestão de bibliotecas universitárias (GBU)

XVIII Seminário Nacional de Bibliotecas Universitárias SNBU 2014. Eixo Temático: Gestão de bibliotecas universitárias (GBU) 1 XVIII Seminário Nacional de Bibliotecas Universitárias SNBU 2014 Eixo Temático: Gestão de bibliotecas universitárias (GBU) MODELO DE INDICADORES PARA A BIBLIOTECA FCA/UNICAMP Modalidade da apresentação:

Leia mais

A coleta de informações no processo de benchmarking: principais fontes utilizadas e dificuldades

A coleta de informações no processo de benchmarking: principais fontes utilizadas e dificuldades A coleta de informações no processo de benchmarking: principais fontes utilizadas e dificuldades Emiliane Januário (USP) emiliane90@hotmail.com Luiz César Ribeiro Carpinetti (USP) carpinet@prod.eesc.sc.usp.br

Leia mais

Estabelecer os procedimentos para o gerenciamento dos processos de trabalho do TJAC.

Estabelecer os procedimentos para o gerenciamento dos processos de trabalho do TJAC. Código: MAP-DIGES-003 Versão: 00 Data de Emissão: 01/01/2013 Elaborado por: Gerência de Processos Aprovado por: Diretoria de Gestão Estratégica 1 OBJETIVO Estabelecer os procedimentos para o gerenciamento

Leia mais

ONDE OS PROJETOS FALHAM? Manuel da Rocha Fiúza BRANCO, Jr 1

ONDE OS PROJETOS FALHAM? Manuel da Rocha Fiúza BRANCO, Jr 1 ONDE OS PROJETOS FALHAM? Manuel da Rocha Fiúza BRANCO, Jr 1 RESUMO Diversos profissionais relatam dificuldades em coordenar adequadamente projetos sob sua responsabilidade. Muitos fatores que influenciam

Leia mais

Política de Gerenciamento de Risco Operacional

Política de Gerenciamento de Risco Operacional Política de Gerenciamento de Risco Operacional Departamento Controles Internos e Compliance Fevereiro/2011 Versão 4.0 Conteúdo 1. Introdução... 3 2. Definição de Risco Operacional... 3 3. Estrutura de

Leia mais

AVALIAÇÃO DOS RESULTADOS OBTIDOS NA RECENTE EXPERIÊNCIA DE FURNAS EM P&D

AVALIAÇÃO DOS RESULTADOS OBTIDOS NA RECENTE EXPERIÊNCIA DE FURNAS EM P&D SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA GPD - 07 16 a 21 Outubro de 2005 Curitiba - Paraná GRUPO XV GRUPO DE INOVAÇÃO TECONOLÓGICA, PESQUISA E DESENVOLVIMENTO - GPD AVALIAÇÃO

Leia mais

1 - Introdução 1.1 Contextualização do Problema

1 - Introdução 1.1 Contextualização do Problema 1 - Introdução 1.1 Contextualização do Problema No ambiente de negócios atual, o potencial da Tecnologia da Informação (TI) está sendo utilizado para alavancar a vantagem competitiva de inúmeras industrias.

Leia mais

Processos de gerenciamento de projetos em um projeto

Processos de gerenciamento de projetos em um projeto Processos de gerenciamento de projetos em um projeto O gerenciamento de projetos é a aplicação de conhecimentos, habilidades, ferramentas e técnicas às atividades do projeto a fim de cumprir seus requisitos.

Leia mais

10 Minutos. sobre práticas de gestão de projetos. Capacidade de executar projetos é essencial para a sobrevivência das empresas

10 Minutos. sobre práticas de gestão de projetos. Capacidade de executar projetos é essencial para a sobrevivência das empresas 10 Minutos sobre práticas de gestão de projetos Capacidade de executar projetos é essencial para a sobrevivência das empresas Destaques Os CEOs de setores que enfrentam mudanças bruscas exigem inovação

Leia mais

PROJETO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA INTERNACIONAL. Projeto 914 BRA5065 - PRODOC-MTC/UNESCO DOCUMENTO TÉCNICO Nº 03

PROJETO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA INTERNACIONAL. Projeto 914 BRA5065 - PRODOC-MTC/UNESCO DOCUMENTO TÉCNICO Nº 03 PROJETO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA INTERNACIONAL Diretrizes e Estratégias para Ciência, Tecnologia e Inovação no Brasil Projeto 914 BRA5065 - PRODOC-MTC/UNESCO DOCUMENTO TÉCNICO Nº 03 RELATÓRIO TÉCNICO CONCLUSIVO

Leia mais

Gerenciamento de Projetos Modulo III Grupo de Processos

Gerenciamento de Projetos Modulo III Grupo de Processos Gerenciamento de Projetos Modulo III Grupo de Processos Prof. Walter Cunha falecomigo@waltercunha.com http://waltercunha.com Bibliografia* Project Management Institute. Conjunto de Conhecimentos em Gerenciamento

Leia mais

Gestão do Conhecimento

Gestão do Conhecimento Gestão do Conhecimento Como mensurar resultados da Gestão do Conhecimento Atualmente, o que mais agrega valor... Os valores intangíveis que agregam valor a maioria dos produtos e serviços são baseados

Leia mais

CPEE Coordenadoria de Planejamento e Estudos Estratégicos. Treinamento sobre Mapeamento de Processos

CPEE Coordenadoria de Planejamento e Estudos Estratégicos. Treinamento sobre Mapeamento de Processos CPEE Coordenadoria de Planejamento e Estudos Estratégicos Treinamento sobre Mapeamento de Processos O que é um processo? É um conjunto de atividades relacionadas que aplicadas às entradas ou inputs do

Leia mais

Disciplina: Técnicas de Racionalização de Processos Líder da Disciplina: Rosely Gaeta NOTA DE AULA 04 O PROJETO DE MELHORIA DOS PROCESSOS

Disciplina: Técnicas de Racionalização de Processos Líder da Disciplina: Rosely Gaeta NOTA DE AULA 04 O PROJETO DE MELHORIA DOS PROCESSOS Disciplina: Técnicas de Racionalização de Processos Líder da Disciplina: Rosely Gaeta NOTA DE AULA 04 O PROJETO DE MELHORIA DOS PROCESSOS 3.4 O PROJETO DE MELHORIA DE PROCESSOS 3.4.1 - CONCEITO DE PROJETO

Leia mais

Tutorial de Gerenciamento de Projetos. Erika Yamagishi Semana de Qualidade e Gestão Unicamp/FT 13 de maio de 2011

Tutorial de Gerenciamento de Projetos. Erika Yamagishi Semana de Qualidade e Gestão Unicamp/FT 13 de maio de 2011 Tutorial de Gerenciamento de Projetos Erika Yamagishi Semana de Qualidade e Gestão Unicamp/FT 13 de maio de 2011 Apresentação Erika Yamagishi Engenheira de Computação pela UNICAMP Consultora associada

Leia mais

Gerenciamento de Projeto: Planejando os Riscos. Prof. Msc Ricardo Britto DIE-UFPI rbritto@ufpi.edu.br

Gerenciamento de Projeto: Planejando os Riscos. Prof. Msc Ricardo Britto DIE-UFPI rbritto@ufpi.edu.br Gerenciamento de Projeto: Planejando os Riscos Prof. Msc Ricardo Britto DIE-UFPI rbritto@ufpi.edu.br Sumário Introdução Planejar o Gerenciamento dos Riscos. Identificar os Riscos Realizar a Análise Qualitativa

Leia mais

Revista 05.qxd 1/19/2007 11:35 AM Page 129

Revista 05.qxd 1/19/2007 11:35 AM Page 129 Revista 05.qxd 1/19/2007 11:35 AM Page 129 Tecnologias de informação no gerenciamento do processo de inovação Divulgação Prof. Dr. Ruy Quadros Bacharel em Administração pela EAESP/GV, mestre pela Unicamp

Leia mais

PROCEDIMENTO OPERACIONAL - GESTÃO DE RISCOS E CONTROLES

PROCEDIMENTO OPERACIONAL - GESTÃO DE RISCOS E CONTROLES PROCEDIMENTO OPERACIONAL - GESTÃO DE RISCOS E CONTROLES PROCEDIMENTO OPERACIONAL TÍTULO 2 Presidência Capítulo 5 Gestão Estratégica Seção Nome Revisão 03 Riscos e 01 Procedimento Operacional - Gestão de

Leia mais

Estrutura Hierárquica de Planejamento e Controle da Produção Estratégico Entradas Ações Saídas Fonte

Estrutura Hierárquica de Planejamento e Controle da Produção Estratégico Entradas Ações Saídas Fonte Estratégico Previsão do Negócio Estrutura Hierárquica de Planejamento e Controle da Produção Estratégico Entradas Ações Saídas Fonte Mercados e demandas de longo prazo. Competidores. Fatores econômicos,

Leia mais

ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO DO PROJETO (Anexo 1)

ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO DO PROJETO (Anexo 1) Prezado(a) Professor(a), Visando orientar e otimizar as informações que deverão constar no projeto, elencamos, abaixo, os itens imprescindíveis para compreensão e apresentação da sua proposta ao Prêmio

Leia mais

Versão 6.04.00 Setembro/2013. Manual de Processos. Módulo Protocolo

Versão 6.04.00 Setembro/2013. Manual de Processos. Módulo Protocolo Versão 6.04.00 Setembro/2013 Manual de Processos Módulo Protocolo 1 1 2 2 Sumário Sumário... 3 Introdução ao Manual de Processos... 4 Conceituado os Processos de Negócio... 5 Estrutura do Manual de Processos...

Leia mais

NORMA BRASILEIRA DE CONTABILIDADE TÉCNICA DO SETOR PÚBLICO NBCT (IPSAS)

NORMA BRASILEIRA DE CONTABILIDADE TÉCNICA DO SETOR PÚBLICO NBCT (IPSAS) NORMA BRASILEIRA DE CONTABILIDADE TÉCNICA DO SETOR PÚBLICO NBCT (IPSAS) Temas para Discussão 1) DISPOSIÇÕES GERAIS 2) DEFINIÇÕES GERAIS 3) CARACTERÍSTICAS E ATRIBUTOS DA INFORMAÇÃO DE CUSTOS 4) EVIDENCIAÇÃO

Leia mais

Módulo 4: Gerenciamento dos Riscos, das Aquisições, das Partes Interessadas e da Integração

Módulo 4: Gerenciamento dos Riscos, das Aquisições, das Partes Interessadas e da Integração Diretoria de Desenvolvimento Gerencial Coordenação Geral de Educação a Distância Gerência de Projetos - Teoria e Prática Conteúdo para impressão Módulo 4: Gerenciamento dos Riscos, das Aquisições, das

Leia mais

A NECESSIDADE DE UMA NOVA VISÃO DO PROJETO NOS CURSOS DE ENGENHARIA CIVIL, FRENTE À NOVA REALIDADE DO SETOR EM BUSCA DA QUALIDADE

A NECESSIDADE DE UMA NOVA VISÃO DO PROJETO NOS CURSOS DE ENGENHARIA CIVIL, FRENTE À NOVA REALIDADE DO SETOR EM BUSCA DA QUALIDADE A NECESSIDADE DE UMA NOVA VISÃO DO PROJETO NOS CURSOS DE ENGENHARIA CIVIL, FRENTE À NOVA REALIDADE DO SETOR EM BUSCA DA QUALIDADE ULRICH, Helen Departamento de Engenharia de Produção - Escola de Engenharia

Leia mais

O IMPACTO DO COMPORTAMENTO DOS FREE-RIDERS NO AUMENTO DOS CASOS DE DENGUE EM LONDRINA

O IMPACTO DO COMPORTAMENTO DOS FREE-RIDERS NO AUMENTO DOS CASOS DE DENGUE EM LONDRINA 1 O IMPACTO DO COMPORTAMENTO DOS FREE-RIDERS NO AUMENTO DOS CASOS DE DENGUE EM LONDRINA Colégio Interativa Alunos: Marcelo Henrique de Oliveira Michele Louise de Oliveira Orientador: Fábio Ferreira Brushi

Leia mais

ANEXO B TERMO DE REFERÊNCIA. Declaração de trabalho, serviços e especificações

ANEXO B TERMO DE REFERÊNCIA. Declaração de trabalho, serviços e especificações PROCESSO 026-2013 ANEXO B TERMO DE REFERÊNCIA Declaração de trabalho, serviços e especificações A Contratada deverá executar o trabalho e realizar os serviços a seguir, indicados de acordo com as especificações

Leia mais

A ESTRUTURA DA GESTÃO DE

A ESTRUTURA DA GESTÃO DE A ESTRUTURA DA GESTÃO DE PROJETOS Professor: Rômulo César romulodandrade@gmail.com www.romulocesar.com.br SUMÁRIO Importância do Gerenciamento de Projetos. Benefícios do Gerenciamento de Projetos Gerenciamento

Leia mais

Planejamento - 7. Planejamento do Gerenciamento do Risco Identificação dos riscos. Mauricio Lyra, PMP

Planejamento - 7. Planejamento do Gerenciamento do Risco Identificação dos riscos. Mauricio Lyra, PMP Planejamento - 7 Planejamento do Gerenciamento do Risco Identificação dos riscos 1 O que é risco? Evento que representa uma ameaça ou uma oportunidade em potencial Plano de gerenciamento do risco Especifica

Leia mais

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS Considerando as abordagens clássica, burocrática e sistêmica da administração, julgue os itens a seguir. 51 No contexto organizacional, eficácia é a razão dos resultados obtidos pela transformação dos

Leia mais

MAPEAMENTO DE PROCESSOS: TEORIA E CASO ILUSTRATIVO

MAPEAMENTO DE PROCESSOS: TEORIA E CASO ILUSTRATIVO MAPEAMENTO DE PROCESSOS: TEORIA E CASO ILUSTRATIVO Aluna: Ana Luisa Alves Teixeira Orientador: Luiz Felipe R. R. Scavarda do Carmo Departamento de Engenharia Industrial Palavras Chaves: Processos, SIPOC,

Leia mais

TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO ICA 7-26 PROCESSO DE GESTÃO DE RISCOS DE SEGURANÇA E TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO DO DEPARTAMENTO DE CONTROLE DO ESPAÇO AÉREO 2013 MINISTÉRIO

Leia mais

Evolução estratégica do processo de compras ou suprimentos de bens e serviços nas empresas

Evolução estratégica do processo de compras ou suprimentos de bens e serviços nas empresas Evolução estratégica do processo de compras ou suprimentos de bens e serviços nas empresas Ataíde Braga Introdução A aquisição de bens e serviços a serem utilizados na produção e na revenda de produtos

Leia mais

MODELO BRASILEIRO DE GERENCIAMENTO DE RISCOS OPERACIONAIS DA PREVIDÊNCIA SOCIAL

MODELO BRASILEIRO DE GERENCIAMENTO DE RISCOS OPERACIONAIS DA PREVIDÊNCIA SOCIAL MODELO BRASILEIRO DE GERENCIAMENTO DE RISCOS OPERACIONAIS DA PREVIDÊNCIA SOCIAL Ministério da Previdência Social - MPS Secretaria Executiva - SE Assessoria de Gerenciamento de Riscos - AGR MODELO BRASILEIRO

Leia mais

Termos Técnicos de Administração

Termos Técnicos de Administração Termos Técnicos de Administração É importante ter metas, mas também é fundamental planejar cuidadosamente cada passo para atingi-las. (Bernadinho) 0) Administrar é dirigir uma organização utilizando técnicas

Leia mais

CURSO PARA GESTÃO DE PROCESSOS MÓDULO I - MAPEAMENTO E MELHORIA DE PROCESSOS DO MP-PR

CURSO PARA GESTÃO DE PROCESSOS MÓDULO I - MAPEAMENTO E MELHORIA DE PROCESSOS DO MP-PR CURSO PARA GESTÃO DE PROCESSOS MÓDULO I - MAPEAMENTO E MELHORIA DE PROCESSOS DO MP-PR 2ª Oficina 1ª Reunião Mapeamento de Processos e Identificação de Séries Documentais OBJETIVO Harmonizar o conhecimentos

Leia mais

Síntese do Projeto Pedagógico do Curso de Sistemas de Informação PUC Minas/São Gabriel

Síntese do Projeto Pedagógico do Curso de Sistemas de Informação PUC Minas/São Gabriel PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MINAS GERAIS Instituto de Informática Síntese do Projeto Pedagógico do Curso de Sistemas de Informação PUC Minas/São Gabriel Belo Horizonte - MG Outubro/2007 Síntese

Leia mais

GESTÃO DO CONHECIMENTO

GESTÃO DO CONHECIMENTO PODER JUDICIÁRIO Tribunal de Justiça do Estado do Ceará GESTÃO DO CONHECIMENTO ARNOUDO ALVES, MsC ETICE Empresa de Tecnologia da Informação do Estado / SEPLAG DAE Departamento de Arquitetura e Engenharia

Leia mais

XXV Encontro Nac. de Eng. de Produção Porto Alegre, RS, Brasil, 29 out a 01 de nov de 2005

XXV Encontro Nac. de Eng. de Produção Porto Alegre, RS, Brasil, 29 out a 01 de nov de 2005 Laboratório de tecnologia de manufatura - uma experiência aplicada ao ensino da engenharia de produção Wilson de Castro Hilsdorf (FEI) wicastro@fei.edu.br Alexandre Augusto Massote (FEI) massote@fei.edu.br

Leia mais

A AVALIAÇÃO NO CICLO DE GESTÃO PÚBLICA

A AVALIAÇÃO NO CICLO DE GESTÃO PÚBLICA A AVALIAÇÃO NO CICLO DE GESTÃO PÚBLICA Maria das Graças Rua O conceito de avaliação das ações governamentais, assim como o de planejamento, surge com as transformações no papel do Estado especialmente

Leia mais

Maturidade em gestão de projetos. Um estudo de caso para avaliar o grau de maturidade setorial em uma empresa de injeção de termoplástico.

Maturidade em gestão de projetos. Um estudo de caso para avaliar o grau de maturidade setorial em uma empresa de injeção de termoplástico. Maturidade em gestão de projetos. Um estudo de caso para avaliar o grau de maturidade setorial em uma empresa de injeção de termoplástico. Heberton Vitor de Resende Gouveia Resumo O presente artigo é um

Leia mais

RESUMO EXECUTIVO RELATÓRIO FINAL DO PROJETO

RESUMO EXECUTIVO RELATÓRIO FINAL DO PROJETO Documento 7.1 RESUMO EXECUTIVO RELATÓRIO FINAL DO PROJETO TRIBUNAL DE CONTAS DOS MUNICIPIOS DO ESTADO DA BAHIA TCM-BA SALVADOR BAHIA MARÇO / 2010 1/10 1. Introdução Este documento faz parte do escopo do

Leia mais

Uma abordagem comparativa do gerenciamento da qualidade do projeto

Uma abordagem comparativa do gerenciamento da qualidade do projeto Uma abordagem comparativa do gerenciamento da qualidade do projeto Amaury Bordallo Cruz (PEP/UFRJ) bordalo@ugf.br Elton Fernandes - (Coppe-UFRJ) - elton@pep.ufrj.br Solange Lima (PEP/UFRJ) solangelima@petrobras.com.br

Leia mais

REMUNERAÇÃO ESTRATÉGICA SETEMBRO 2.011

REMUNERAÇÃO ESTRATÉGICA SETEMBRO 2.011 REMUNERAÇÃO ESTRATÉGICA SETEMBRO 2.011 AS EMPRESAS Mapa Estratégico Menos níveis hierárquicos Foco no Cliente Novas Lideranças Gestão por processos O RH parceiro da estratégia Terceirizações Foco no core

Leia mais

Indicadores de Desempenho Conteúdo

Indicadores de Desempenho Conteúdo Indicadores de Desempenho Conteúdo Importância da avaliação para a sobrevivência e sustentabilidade da organização O uso de indicadores como ferramentas básicas para a gestão da organização Indicadores

Leia mais

[Descrição do projeto] para [Nome do Cliente] Plano de Projeto

[Descrição do projeto] para [Nome do Cliente] Plano de Projeto [Inserir Logotipo do ] [Descrição do projeto] para [Nome do Cliente] Preparado por: [nome do GP] Gerente de Projeto E-mail: [xxxxxxxxxxx] Projeto Id: [inserir ID do projeto] Data Elaboração:[xxxxxxx] Informações

Leia mais

ALINHANDO A GESTÃO DO CONHECIMENTO COM A ESTRATÉGIA EMPRESARIAL: FUNDAMENTOS PARA A GESTÃO DA MUDANÇA NO MODELO DE GESTÃO DA ITAIPU BINACIONAL

ALINHANDO A GESTÃO DO CONHECIMENTO COM A ESTRATÉGIA EMPRESARIAL: FUNDAMENTOS PARA A GESTÃO DA MUDANÇA NO MODELO DE GESTÃO DA ITAIPU BINACIONAL ALINHANDO A GESTÃO DO CONHECIMENTO COM A ESTRATÉGIA EMPRESARIAL: FUNDAMENTOS PARA A GESTÃO DA MUDANÇA NO MODELO DE GESTÃO DA ITAIPU BINACIONAL Miguel Augusto Zydan Soria, Edson Pinheiro de Lima, Jaime

Leia mais

GERENCIAMENTO DE ESCOPO EM PROJETOS LOGÍSTICOS: Um Estudo de Caso em um Operador Logístico Brasileiro

GERENCIAMENTO DE ESCOPO EM PROJETOS LOGÍSTICOS: Um Estudo de Caso em um Operador Logístico Brasileiro GERENCIAMENTO DE ESCOPO EM PROJETOS LOGÍSTICOS: Um Estudo de Caso em um Operador Logístico Brasileiro Matheus de Aguiar Sillos matheus.sillos@pmlog.com.br AGV Logística Rua Edgar Marchiori, 255, Distrito

Leia mais

Requisitos para Gestão de Requisitos no Desenvolvimento de Software que Utilizam Prática Ágeis

Requisitos para Gestão de Requisitos no Desenvolvimento de Software que Utilizam Prática Ágeis Requisitos para Gestão de Requisitos no Desenvolvimento de Software que Utilizam Prática Ágeis Abstract. Resumo. 1. Introdução Vinicius A. C. de Abreu 1 Departamento de Ciência da Computação - DCC Universidade

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO DA INFORMÁTICA

ADMINISTRAÇÃO DA INFORMÁTICA ADMINISTRAÇÃO DA INFORMÁTICA A informação sempre esteve presente em todas as organizações; porém, com a evolução dos negócios, seu volume e valor aumentaram muito, exigindo uma solução para seu tratamento,

Leia mais

PRODUTOS DO COMPONENTE 3. 3.1 - Modelo de Gestão Organizacional Formulado e Regulamentado

PRODUTOS DO COMPONENTE 3. 3.1 - Modelo de Gestão Organizacional Formulado e Regulamentado PRODUTOS DO COMPONENTE 3 3.1 - Modelo de Gestão Organizacional Formulado e Regulamentado A estruturação do atual modelo de gestão, caracterizou-se pela necessidade de alinhar permanentemente os órgãos

Leia mais

ESTUDO ORGANIZACIONAL REORGANIZAÇÃO FASES DA REORGANIZAÇÃO

ESTUDO ORGANIZACIONAL REORGANIZAÇÃO FASES DA REORGANIZAÇÃO ESTUDO ORGANIZACIONAL 1 REORGANIZAÇÃO Meta: sinergia Momento certo: Elevados custos Problemas com pessoal Baixo nível de qualidade dos produtos Baixa competitividade do mercado Dificuldade de crescimento

Leia mais

IMPLANTAÇÃO DO MODELO DE GESTÃO DE PESSOAS POR COMPETÊNCIAS NA JUSTIÇA DO TRABALHO DE PRIMEIRO E SEGUNDO GRAUS

IMPLANTAÇÃO DO MODELO DE GESTÃO DE PESSOAS POR COMPETÊNCIAS NA JUSTIÇA DO TRABALHO DE PRIMEIRO E SEGUNDO GRAUS Anexo - Modelo de Gestão de Pessoas 936/2012 - Segunda-feira, 12 de Março de 2012 Conselho Superior da Justiça do Trabalho 1 Página 1 de 14 IMPLANTAÇÃO DO MODELO DE GESTÃO DE PESSOAS POR COMPETÊNCIAS NA

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO DE INFORMÁTICA E SEUS FATORES CRíTICOS DE SUCESSO NO SETOR BANCÁRIO PRIVADO NACIONAL

ADMINISTRAÇÃO DE INFORMÁTICA E SEUS FATORES CRíTICOS DE SUCESSO NO SETOR BANCÁRIO PRIVADO NACIONAL l1~leartigos ADMINISTRAÇÃO DE INFORMÁTICA E SEUS FATORES CRíTICOS DE SUCESSO NO SETOR BANCÁRIO PRIVADO NACIONAL * Alberto Luiz Albertin albertin@eaesp.fgvsp.br ~ Rosa Maria de Moura PALAVRAS-CHAVE: tecnologia

Leia mais

Estruturas de Governança a no Setor Público: P Contribuições do TCU. Laércio Vieira, MSc, CGAP Tribunal de Contas da União

Estruturas de Governança a no Setor Público: P Contribuições do TCU. Laércio Vieira, MSc, CGAP Tribunal de Contas da União Estruturas de Governança a no Setor Público: P Contribuições do TCU Laércio Vieira, MSc, CGAP Tribunal de Contas da União LOGO Sumário da Apresentação Origens... Um pouco sobre Governança O papel da Unidade

Leia mais

Gestão de pessoas: revisão de conceitos

Gestão de pessoas: revisão de conceitos Glaucia Falcone Fonseca Chegamos ao final de nosso curso e vale a pena fazer uma retrospectiva sobre os principais aspectos da gestão de pessoas, algo tão importante no atual mundo do trabalho, caracterizado

Leia mais

O FM-GQ-034 - Mapa de Processos deve ser salvo no \\bizantino\documentos\gestao QUALIDADE\MAPEAMENTO DE PROCESSOS, classificando por negócio.

O FM-GQ-034 - Mapa de Processos deve ser salvo no \\bizantino\documentos\gestao QUALIDADE\MAPEAMENTO DE PROCESSOS, classificando por negócio. PO-AM-GQ- 1/5 1. OBJETIVO Definir metodologia de mapeamento, estruturação e desenho de processos de modo que os mesmos agreguem valor e gerem resultados para os negócios e clientes do Grupo SH Brasil.

Leia mais

www.gartcapote.com www.abpmp br.org Livros Guia para Formação de Analistas de Processos Contribuições Modelagem de Processos com BPMN

www.gartcapote.com www.abpmp br.org Livros Guia para Formação de Analistas de Processos Contribuições Modelagem de Processos com BPMN Gart Capote International Certified Business Process Professional (CBPP ) Presidente da ABPMP no Brasil - Association of Business Process Management Professionals (Chicago-EUA) Autor, Instrutor e Consultor

Leia mais

Política de Gestão de Riscos das Empresas Eletrobras

Política de Gestão de Riscos das Empresas Eletrobras Política de Gestão de Riscos das Empresas Eletrobras Versão 5.0 dezembro 2010 Política de Gestão de Riscos das Empresas Eletrobras Sumário 1. Objetivos 2. Conceitos 3. Referências 4. Princípios 5. Diretrizes

Leia mais

POLÍTICA DE RISCO OPERACIONAL

POLÍTICA DE RISCO OPERACIONAL Classificação das Informações 5/5/2015 Confidencial [ ] Uso Interno [ X ] Uso Público ÍNDICE 1 OBJETIVO... 3 2 ABRANGÊNCIA... 3 3 REFERÊNCIA... 3 4 CONCEITOS... 3 5 DIRETRIZES... 4 6 RESPONSABILIDADES...

Leia mais

Questionário de avaliação de Práticas X Resultados de projetos - Carlos Magno Xavier (magno@beware.com.br)

Questionário de avaliação de Práticas X Resultados de projetos - Carlos Magno Xavier (magno@beware.com.br) Obrigado por acessar esta pesquisa. Sei como é escasso o seu tempo, mas tenha a certeza que você estará contribuindo não somente para uma tese de doutorado, mas também para a melhoria das práticas da Comunidade

Leia mais

Banco de Boas Práticas do Poder Judiciário cearense Boas Práticas de Gestão do TJCE

Banco de Boas Práticas do Poder Judiciário cearense Boas Práticas de Gestão do TJCE Banco de Boas Práticas do Poder Judiciário cearense Boas Práticas de Gestão do TJCE Informações gerais sobre a prática Título Implantação da Norma Iso 9001:2008 no Departamento de Distribuição de Processos

Leia mais

Implantação da Gestão de Projetos na Gerência de Planos, Metas e Políticas de Saúde

Implantação da Gestão de Projetos na Gerência de Planos, Metas e Políticas de Saúde TÍTULO DA PRÁTICA: Implantação da Gestão de Projetos na Gerência de Planos, Metas e Políticas de Saúde CÓDIGO DA PRÁTICA: T20 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 No início de 2010, após

Leia mais

POLÍTICA DE GESTÃO DE RISCOS DAS EMPRESAS ELETROBRAS

POLÍTICA DE GESTÃO DE RISCOS DAS EMPRESAS ELETROBRAS POLÍTICA DE GESTÃO DE RISCOS DAS EMPRESAS ELETROBRAS Versão 5.0 06/12/2010 Sumário 1 Objetivos... 3 2 Conceitos... 3 3 Referências... 4 4 Princípios... 4 5 Diretrizes... 5 6 Responsabilidades... 6 7 Disposições

Leia mais

Governança Corporativa Gestão de Riscos

Governança Corporativa Gestão de Riscos Governança Corporativa Gestão de Riscos Introdução As constantes mudanças no âmbito global têm fomentado a necessidade do aprimoramento dos controles executados pelas organizações e do ambiente de riscos,

Leia mais

Gestão por Competências

Gestão por Competências Gestão por Competências Projeto de Implantação da Gestão por Competências no TRT 23ª Região Baseado na Metodologia do Inventário Comportamental Legislação Decreto n. 5.707/2006: institui a Política e as

Leia mais

GERENCIAMENTO DE PROCESSOS DE NEGÓCIO. Professor: Rômulo César romulodandrade@gmail.com www.romulocesar.com.br

GERENCIAMENTO DE PROCESSOS DE NEGÓCIO. Professor: Rômulo César romulodandrade@gmail.com www.romulocesar.com.br GERENCIAMENTO DE PROCESSOS DE NEGÓCIO Professor: Rômulo César romulodandrade@gmail.com www.romulocesar.com.br Guia de Estudo Vamos utilizar para a nossa disciplina de Modelagem de Processos com BPM o guia

Leia mais

Gerenciamento de Projetos. Douglas Farias Cordeiro

Gerenciamento de Projetos. Douglas Farias Cordeiro Gerenciamento de Projetos Douglas Farias Cordeiro Conceito de Organização Uma organização pode ser descrita como um arranjo sistemático, onde esforços individuais são agregados em prol de um resultado

Leia mais

Jorge Janeiro Diretor do Arquivo Distrital de Évora. Encontro Internacional de Arquivos Évora 4 de outubro de 2014

Jorge Janeiro Diretor do Arquivo Distrital de Évora. Encontro Internacional de Arquivos Évora 4 de outubro de 2014 O registo nacional de processos de negócio da Administração Pública como instrumento de apoio à redefinição das funções do Estado e à simplificação administrativa Jorge Janeiro Diretor do Arquivo Distrital

Leia mais

POLÍTICA DE GESTÃO DE PESSOAS DA SUPERINTENDÊNCIA NACIONAL DE PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR PREVIC

POLÍTICA DE GESTÃO DE PESSOAS DA SUPERINTENDÊNCIA NACIONAL DE PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR PREVIC POLÍTICA DE GESTÃO DE PESSOAS DA SUPERINTENDÊNCIA NACIONAL DE PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR PREVIC 1. CONCEITOS E DEFINIÇÕES 1.1 Políticas de Gestão de Pessoas são o conjunto de estratégias ou políticas específicas

Leia mais

Avaliação da implantação de um sistema ERP para controle de processos

Avaliação da implantação de um sistema ERP para controle de processos Instituto de Educação Tecnológica Pós Graduação Gestão de Tecnologia da Informação Turma 24 16 de Outubro de 2014 Avaliação da implantação de um sistema ERP para controle de processos Felipe Rogério Neves

Leia mais

Nota Pedagógica Um (des)caso do planejamento estratégico na Administração Pública

Nota Pedagógica Um (des)caso do planejamento estratégico na Administração Pública Nota Pedagógica Um (des)caso do planejamento estratégico na Administração Pública Temas: Mudança Organizacional. Estratégia. Planejamento Estratégico. Gestão Pública. Utilização: Utilizar o estudo de caso

Leia mais

Universidade Federal de Santa Maria

Universidade Federal de Santa Maria Universidade Federal de Santa Maria Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Produção Disciplina: Inovação e Competitividade Empresarial Sistemas de Medicação de Desempenho Fundamentos e Exemplificações

Leia mais

A perda da posse da informação na implantação de sistemas integrados de gestão: um estudo de caso

A perda da posse da informação na implantação de sistemas integrados de gestão: um estudo de caso A perda da posse da informação na implantação de sistemas integrados de gestão: um estudo de caso Renata Seldin (UFRJ) renata@gpi.ufrj.br Heitor Mansur Caulliraux (UFRJ) heitor@gpi.ufrj.br Vinicius Carvalho

Leia mais

Trabalho resgatado da época do Sinac. Título: Desenvolvimento de Recursos Humanos para a Comercialização Hortigranjeiro Autor: Equipe do CDRH

Trabalho resgatado da época do Sinac. Título: Desenvolvimento de Recursos Humanos para a Comercialização Hortigranjeiro Autor: Equipe do CDRH Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento MAPA Companhia Nacional de Abastecimento Conab Diretoria de Gestões de Estoques Diges Superintendência de Programas Institucionais e Sociais de Abastecimento

Leia mais

Um passo inicial para aplicação do gerenciamento de projetos em pequenas empresas

Um passo inicial para aplicação do gerenciamento de projetos em pequenas empresas Instituto de Educação Tecnológica Pós-graduação Gestão de Projetos Aperfeiçoamento/GPPP1301 T132 09 de outubro de 2013 Um passo inicial para aplicação do gerenciamento de s em pequenas empresas Heinrich

Leia mais

DETERMINAÇÃO DA MATURIDADE DE PROCESSOS EM EMPRESAS CERTIFICADAS PELA NBR ISO 9001:2000, COMO UM INDICADOR DA GESTÃO POR PROCESSOS

DETERMINAÇÃO DA MATURIDADE DE PROCESSOS EM EMPRESAS CERTIFICADAS PELA NBR ISO 9001:2000, COMO UM INDICADOR DA GESTÃO POR PROCESSOS DETERMINAÇÃO DA MATURIDADE DE PROCESSOS EM EMPRESAS CERTIFICADAS PELA NBR ISO 9001:2000, COMO UM INDICADOR DA GESTÃO POR PROCESSOS Marcos Eduardo Andreazza Jaguaribe 1 Dr. Luiz Gonzaga Mariano Filho 1

Leia mais

Gerenciamento de Projetos. Faculdade Unisaber 2º Sem 2009

Gerenciamento de Projetos. Faculdade Unisaber 2º Sem 2009 Semana de Tecnologia Gerenciamento de Projetos Faculdade Unisaber 2º Sem 2009 ferreiradasilva.celio@gmail.com O que é um Projeto? Projeto é um "esforço temporário empreendido para criar um produto, serviço

Leia mais

MINISTÉRIO DA JUSTIÇA DEPARTAMENTO PENITENCIÁRIO NACIONAL

MINISTÉRIO DA JUSTIÇA DEPARTAMENTO PENITENCIÁRIO NACIONAL MINISTÉRIO DA JUSTIÇA DEPARTAMENTO PENITENCIÁRIO NACIONAL EDITAL N 12 BRA/14/011 Contratação de consultoria nacional especializada para produção de subsídios visando ao fortalecimento das ações de saúde

Leia mais

BM&FBOVESPA. Política de Risco Operacional. Diretoria de Controles Internos, Compliance e Risco Corporativo. Última Revisão: março de 2013.

BM&FBOVESPA. Política de Risco Operacional. Diretoria de Controles Internos, Compliance e Risco Corporativo. Última Revisão: março de 2013. BM&FBOVESPA Diretoria de Controles Internos, Compliance e Risco Corporativo Página 1 Última Revisão: março de 2013 Uso interno Índice 1. OBJETIVO... 3 2. ABRANGÊNCIA... 3 3. REFERÊNCIA... 3 4. CONCEITOS...

Leia mais

Gestão de Documento. 1. Introdução

Gestão de Documento. 1. Introdução Gestão de Documento 1. Introdução Os documentos possuem um incrível poder em ambientes de negócios do governo e estão passando pela maior evolução que agitará os negócios governamentais e que os reformará

Leia mais

POLÍTICA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS DO FUNBIO

POLÍTICA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS DO FUNBIO POLÍTICA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS DO FUNBIO P-32 /2014 Área Responsável: Auditoria Interna OBJETIVO: Descrever a metodologia do FUNBIO à gestão de riscos, documentar os papéis e responsabilidades da

Leia mais