Editorial. Sumário. Eficácia MBE Medicina Baseada em Evidências Em Consulta A valorização do diálogo... 4

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2 Editorial O Aché Laboratórios, uma das maiores companhias do setor farmacêutico do Brasil, traz com exclusividade até você o Prescrição em Foco. Trata-se de uma publicação que disponibiliza matérias importantes sobre gestão da saúde, para agregar conhecimento e, dessa forma, enriquecer a relação de confiança conquistada pelo Aché com os médicos ao longo de sua premiada e respeitada história. Repercutindo opiniões de profissionais de todo o território nacional, o Prescrição em Foco traz nesta primeira edição entrevistas com três reconhecidos profissionais sobre assuntos que tratam diretamente da prática clínica diária. O presidente do CRM do Paraná, Dr. Mauricio Marcondes Ribas, comenta sobre prescrições e documentos ilegíveis, e lista possíveis soluções. No Ceará, o Prof. Andrea Caprara, Professor de Doutorado em Saúde Coletiva da Universidade Estadual do Ceará, defende o diálogo e uma abordagem mais pessoal durante a consulta, para obtenção de melhores resultados, conquistando a efetiva adesão do paciente ao tratamento. De São Paulo, o Prof. Álvaro Atallah, diretor do Centro Cochrane do Brasil, reitera as vantagens de fundamentar os procedimentos médicos utilizando os princípios da Medicina Baseada em Evidências. Tudo isso e muito mais, aqui no Prescrição em Foco para você, a partir de agora. Boa leitura! Sumário Eficácia MBE Medicina Baseada em Evidências... 3 Em Consulta A valorização do diálogo... 4 Informação essencial Escreveu não leu... 6 Responsabilidade 8 Jeitos de Mudar o Mundo

3 Eficácia MBE Medicina Baseada em Evidências Em 1972, Archie Cochrane, médico e pesquisador inglês, publicou o livro Effectiveness and Efficiency: Random Reflections on Health Services, que mudaria a forma como os médicos decidem suas intervenções. Cochrane lançava ali o conceito de Medicina Baseada em Evidências (MBE) ao defender a ideia de que todas decisões sobre os cuidados em saúde devem ter como base as melhores evidências científicas da literatura médica. A MBE dá especial atenção ao desenho da pesquisa, sua condução e à análise estatística dos resultados para definir qual a melhor intervenção em cada caso. As ideias de Cochrane se difundiram, e hoje são divulgadas pelos Centros Cochrane em vários países. O do Brasil foi fundado em 1996 e é dirigido por Álvaro Atallah, Professor Titular e Chefe da disciplina de Medicina de Urgência e Medicina Baseada em Evidências da Universidade Federal de São Paulo-Escola Paulista de Medicina. Para explicar como a Medicina Baseada em Evidências atua, ele diz que a Medicina deve ser sempre baseada na melhor evidência científica, por bom senso e até por motivos éticos. Existe um ranking de qualidade das pesquisas clínicas mostrando as vantagens e a segurança do uso das intervenções, sejam cirurgias, atendimento clínico, na psiquiatria que já tenham demonstrado em estudos comparativos a qualidade e a superioridade de um tratamento sobre outro. No dia a dia supomos que o profissional de saúde esteja atualizado com as melhores evidências, com base na melhor ciência, mas ele pode, rapidamente, encontrar seis mil respostas com base em estudos comparativos somados em metanálise e disponibilizados no site do Centro Cochrane, diz. perdiçar tempo e saúde com intervenções que não funcionam cientificamente, e torna aqueles mesmos recursos capazes de tratar maior número de pessoas com melhores resultados. Isso se chama eficiência e segurança baseada na evidência. De acordo com o Prof. Álvaro, o serviço de saúde baseado em evidências custa, em termos de fármacos, cem por cento menos que outros quando computado o desperdício com procedimentos que não funcionam. Segundo o professor, a Medicina Baseada em Evidências já é muito praticada no Brasil. Ele cita os artigos da Constituição brasileira que garantem o direito à saúde e a Lei , sancionada pela presidente Dilma Rousseff em 2011, determinando que os medicamentos sejam indicados com base em evidências a partir de protocolos clínicos. Eficiência e segurança Esta busca por eficiência e segurança tem reflexo até mesmo sobre os custos do atendimento à saúde: Queremos saber o que tem maior probabilidade de acerto e é mais seguro. Com isso você deixa de des- O Ministério da Saúde disponibiliza gratuitamente acesso à vários títulos importantes, com o objetivo de apoiar a prática clínica e garantir mais segurança na prescrição médica. 3

4 Em Consulta A valorização DO DIÁLOGO O primeiro ponto a ser colocado para reflexão é o comportamento profissional do médico, que deve incorporar cuidados relativos ao sofrimento do paciente, possivelmente divergente do modelo clínico. Isto não significa que os profissionais de saúde tenham de se transformar em psicólogos ou psicanalistas, mas que, além do suporte técnico diagnóstico, faz-se necessária uma sensibilidade para conhecer a realidade destes e ouvir suas queixas e encontrar, em conjunto, estratégias que facilitem sua adaptação ao estilo de vida exigido pela doença. Esta afirmação faz parte do texto A relação paciente médico: para uma humanização da prática médica escrito por Andrea Caprara, professor de Doutorado em Saúde Coletiva da Universidade Estadual do Ceará, em parceria com Anamélia Lins e Silva Franco, e publicado nos Cadernos de Saúde Pública. Nesta entrevista, o professor analisa por que os médicos não costumam levar em conta o ponto de vista do pacien- te, e defende o diálogo e a valorização das experiências relatadas por estes. Como o senhor vê a relação médico-paciente no Brasil? Prof. Andrea Caprara Desde o nascimento da clínica, os médicos começaram a separar a percepção do paciente sobre a sua doença e o diagnóstico clínico. A errônea eliminação do ponto de vista do paciente ocorre em decorrência da ideia de que ele traz consigo um conjunto de elementos que poderiam dificultar o diagnóstico clínico. Em sua opinião, como seria a relação médico -paciente ideal? AC A necessidade da relação médico-paciente vai na direção oposta: o médico teria de analisar não somente os aspectos biomédicos do problema de saúde, mas também a experiência da doença vivida pelo próprio paciente. 4

5 Guia para a boa prescrição Quais são os pontos fundamentais em relação à prescrição médica? AC Em relação à prescrição médica, estudos de revisão sistemática de literatura mostram que quando o paciente é informado e envolvido na tomada de decisões tem maior adesão às recomendações médicas, modifica com mais facilidade comportamentos que dizem respeito à saúde. Por isso é determinante a constituição de um vínculo terapêutico com a pessoa, considerando também o ponto de vista do paciente. O elemento que favorece o vínculo é a confiança, a expressão da intimidade do paciente, em um diálogo aberto. Como garantir uma boa dispensação dos medicamentos? AC Pensamos em um modelo no qual o médico fornece assistência à pessoa, principalmente em caso de doença crônica, de forma integrada, proativa, centrada no paciente. Se os pacientes são mais informados, envolvidos e responsabilizados, eles interagem de forma mais eficaz com os profissionais de saúde e buscam alcançar melhores resultados no tratamento. Nessa perspectiva, vejo o papel do médico como o de um facilitador, de um tutor em um processo, de conselheiro do paciente, que ocupa uma posição ativa na gestão da própria doença. Uso Racional dos Medicamentos A Organização Mundial da Saúde disponibiliza na internet um manual prático com 142 páginas dedicado à boa prescrição, Guide to Good Prescribing A practical manual. O guia traz exercícios práticos e, entre outros temas, lista os seis pontos cruciais que o médico deve esclarecer para o paciente no momento da prescrição. De acordo com a publicação, a lista pode parecer longa demais para que seja repetida com cada paciente, mas o médico é o maior responsável por fazer com 1 Efeitos do medicamento: porque o medicamento é necessário; quais sintomas vão desaparecer e quais não vão; quando o efeito do medicamento deve começar; o que acontece se o medicamento não for tomado ou se não for tomado corretamente. 2 Efeitos colaterais: que efeitos colaterais podem ocorrer; como reconhecê-los; quanto tempo eles vão durar; se são muito ou pouco graves; o que fazer. 3 Instruções: como o medicamento deve ser tomado; quando deve ser tomado; qual a duração do tratamento; como o medicamento deve ser guardado; o que fazer com as sobras. 4 Alertas: em quais circunstâncias o medicamento não deve ser tomado; qual a dose máxima; porque o tratamento deve ser feito corretamente. 5 Próximas consultas: quando o paciente deve voltar (ou não); em que circunstâncias deve retornar antes; quais informações o médico precisará na próxima consulta. 6 Tudo entendido?: Pergunte ao paciente se entendeu todas as instruções. Peça para repetir a informação mais importante. Pergunte se tem alguma dúvida. que o tratamento seja entendido pelo paciente, e não o paciente ou a bula. Segundo o manual: Você pode achar que não há tempo suficiente; que o paciente pode ler a bula; que o farmacêutico pode dar a informação; ou que informação demais sobre os efeitos colaterais pode reduzir a adesão. Mas é importante lembrar que o médico é o maior responsável por fazer com que o tratamento seja entendido pelo paciente. Nem todos os efeitos colaterais precisam ser mencionados, mas é preciso avisar o paciente sobre os mais perigosos ou inconvenientes. O fato de ter muitos pacientes na sala de espera não pode justificar a falta de informação e de instruções corretas ao paciente. O respeito à prescrição é o tema da campanha Respeito pela Prescricao e Pela Adesão ao Tratamento, desenvolvida pelo Aché com o apoio das sociedades médicas. O objetivo é alertar os pacientes e outros profissionais envolvidos em seu tratamento que as recomendações médicas devem ser seguidas à risca, sem alterações e substituições dos medicamentos prescritos, sem consultar o médico. Somente o profissional de Saúde poderá trocar ou substituir o medicamento prescrito. A boa orientação do paciente é um passo importante para que as recomendações sejam feitas corretamente, aumentando a adesão e a eficácia do tratamento. 5

6 Informação essencial Escreveu não leu... Letra de médico tem fama plenamente justificada de ser ilegível. Não dá para generalizar, mas é um problema tão corriqueiro que uma rede brasileira de farmácias on-line lançou um aplicativo para decifrar o que está escrito em receitas que mais parecem hieróglifos. O paciente fotografa a receita com o smartphone, envia a imagem para a farmácia e consultores-farmacêuticos fazem o reconhecimento. O próprio Conselho Federal de Medicina publicou um artigo lembrando que quando se quer criticar a caligrafia de alguém é só rotulá-la de letra de médico. O problema é tão grave que levou o CRM do Paraná a lançar a campanha Letra Legível. O presidente do CRM- -PR, Dr. Mauricio Marcondes Ribas, diz que o que motivou a campanha foram as queixas de pacientes e estabelecimentos farmacêuticos sobre letras indecifráveis em receitas e outros documentos médicos. Segundo ele, a solução do problema pode começar na faculdade. Durante a formação, o aluno de Medicina precisa estar atento a essa questão, pois é fundamental para a carreira do médico, haja vista que uma prescrição interpretada de modo equivocado pode trazer danos irreparáveis à saúde do paciente. Para quem já está na ativa, ele recomenda que, sempre que possível, as prescrições médicas sejam feitas por meio informatizado, ou seja, sejam impressas, para evitar uma possível interpretação dúbia de receituários, atestados, exames e outros documentos. E o paciente deve solicitar ao médico que explique o que foi escrito para não ter dúvida sobre a prescrição. O médico não deve se sentir constrangido ao receber uma solicitação assim, pois no atendimento, a compreensão entre o médico e o paciente é fundamental para o sucesso do tratamento. Além disso, o médico pode ler junto com o paciente o que foi prescrito e solicitado para reforçar a informação e verificar se o paciente compreendeu sua grafia. Também é preciso gastar um tempo apropriado no Prescrição sem erro preenchimento dos documentos médicos, de tal forma que o paciente não precise retornar ao consultório para interpretá-los ou realizar novas solicitações por não ter entendido os originais ou porque retornou da farmácia sem comprar o medicamento, pois nenhum farmacêutico conseguiu decifrar. Escrever com calma evita a letra mal feita por ter sido escrita às pressas, afirma. Curiosamente, a indecifrável letra de médico chega a atrapalhar os trâmites do próprio CRM. Aqui no Conselho enfrentamos o mesmo problema nos próprios autos de sindicâncias e processos, onde há necessidade de se identificar o que o médico escreveu e muitas vezes não é possível, devido à ilegibilidade dos documentos, conta. A campanha Letra Legível tem por base a conscientização, e conta com apoio de textos publicados no site do CRM-PR, no Facebook, boletins eletrônicos e outros meios de comunicação. Imprima receituários, atestados, exames e outros documentos médicos, se possível gaste um tempo apropriado ao preencher documentos evitando o retorno do paciente ao consultório para interpretá-los e/ou a compra errônea do medicamento. Se o paciente pedir explicações sobre o que está escrito esclareça o que for pedido. Leia junto com o paciente o que foi prescrito e solicitado para não haver dúvidas. 6

7 Responsabilidade 8 Jeitos de Mudar o Mundo O Aché aderiu ao compromisso Objetivos do Milênio determinados pelo PNUD/ONU, no qual líderes de 191 países definiram 8 objetivos prioritários que devem ser atingidos até 2015 por meio de ações concretas de governos e sociedade. Os 8 Objetivos do Milênio são: Erradicar a extrema pobreza e a fome; Educação básica de qualidade para todos; Promover a igualdade entre os sexos e a autonomia das mulheres; Reduzir a mortalidade infantil; Melhorar a saúde das gestantes; Combater o HIV/ AIDS, a malária e outras doenças; Garantir a sustentabilidade ambiental; Estabelecer parcerias para o desenvolvimento. Copyright 2014 SCiO Conteúdo Colaborativo Ltda. Realização: SCiO Conteúdo Colaborativo Ltda. Gerente Comercial: Renato Almeida Editor: Márcia Cordás Editor de arte: Miguel Simon Jornalista Responsável: Mari Menda Fotos: arquivo Prescrição Em Foco e banco de imagens. para contato: Rua professor Olbiano Gomes de Melo, Aclimação Esta publicação conta com apoio do Aché Laboratórios Ltda. Material de distribuição exclusiva à classe médica. 7

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