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1 MANUAL de Exame Físico em ARTRITE REUMATOIDE manual-2.indd 1 11/09/12 14:25

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3 INICIATIVA - Comite T2T do Brasil Ieda Laurindo (coordenadora) CRM-SP Ivanio Alves Pereira CRM-SC José Tupinambá Sousa Vasconcelos CRM-PI Lucila Stange Rezende CRM-PR Manoel Bertolo CRM-SP Max Victor Freitas CRM-CE Roberto Ranza CRM-MG AUTORES Claiton Viegas Brenol CRM-RS Coordenador do ambulatório de Artrite Reumatoide do Hospital de Clínicas de Porto Alegre Professor adjunto do departamento de Medicina Interna da Universidade Federal do Rio Grande do Sul Dawton Yukito Torigoe CRM-SP Médico-assistente da disciplina de Reumatologia da Santa Casa de São Paulo Doutor em Reumatologia pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo Leonardo Domingues Romeiro CRM-RJ Médico Reumatologista e coordenador do ambulatório de Artrite Reumatoide do Hospital Federal dos Servidores do Estado do Rio de Janeiro Professor de Clínica Médica e Mestrado pela Universidade Estácio de Sá Licia Maria Henrique da Mota CRM-DF Médica Reumatologista do Serviço de Reumatologia do Hospital Universitário de Brasília da Universidade de Brasília Doutora em Ciências Médicas pela Faculdade de Medicina da Universidade de Brasília Orientadora do Programa de Pós-Graduação da Faculdade de Medicina da Universidade de Brasília manual-2.indd 3 11/09/12 14:25

4 INTRODUÇÃO A artrite reumatoide (AR) caracteriza-se basicamente por sinovite crônica, simétrica e erosiva, preferencialmente de articulações periféricas, e a maioria dos pacientes apresenta fator reumatoide positivo. Quando não adequadamente tratada, as manifestações articulares da AR causadas pela sinovite persistente determinam destruição óssea e cartilaginosa, imobilização e alterações musculares, tendinosas e ligamentares irreversíveis. Estabelecido o diagnóstico da AR, é importante a ampla avaliação inicial da doença, incluindo aqui a monitorização adequada da atividade da doença e ajustes terapêuticos para atingir metas específicas (baixa atividade ou remissão clínica). O controle rigoroso da doença pode ser obtido por meio da aplicação sistemática dos índices compostos de atividade de doença (ICAD), que tem no exame físico um parâmetro fundamental. Essa é uma estratégia que permite melhora da qualidade de vida, capacidade funcional e diminuição da progressão radiológica. A realização dos ICAD na maioria das consultas dos pacientes com AR ainda não é uma realidade na prática reumatológica. Entre as dificuldades da difusão do instrumento, aponta-se a falta de padronização da técnica de contagem articular. O objetivo do presente manual é auxiliar os reumatologistas na contagem de articulações edemaciadas e dolorosas durante o exame físico do paciente com artropatia inflamatória inicial ou estabelecida. TÉCNICA DE AVALIAÇÃO PARA CONTAGEM ARTICULAR Diferentes articulações podem ser avaliadas para a contagem articular, a depender do índice que se pretende empregar para aferição da atividade da AR. Atualmente, os índices compostos de atividade da AR mais utilizados (DAS 28, SDAI e CDAI) levam em consideração a avaliação de 28 articulações (interfalangeanas proximais, metacarpofalangeanas, punhos, cotovelos, ombros e joelhos bilateralmente). O exame físico voltado para a contagem articular deve avaliar a presença de dor e/ou edema nas articulações, seguindo manobras padronizadas. Assim, a contagem articular avalia o número de articulações dolorosas e o de articulações edemaciadas manual-2.indd 4 11/09/12 14:25

5 Articulações dolorosas Para fins de contagem articular, a articulação dolorosa é definida como aquela que se apresenta com dor ou hipersensibilidade ao exame físico nas seguintes circunstâncias: 1. Dor em repouso com a aplicação de pressão. Exemplos: articulações metacarpofalangeanas. 2. Dor ao movimento da articulação. Exemplos: ombros. 3. Dor referida ao se questionar o paciente sobre a presença de sintomas álgicos. Exemplos: quadril e coluna cervical. A pressão empregada pelo examinador para avaliar dor deve ser padronizada: os dedos indicador e polegar devem ser preferencialmente utilizados e a pressão exercida deve ser suficiente para causar palidez no leito ungueal do examinador. Articulações edemaciadas A articulação deve ser considerada edemaciada quando houver a presença de tumefação ou edema dos tecidos moles articulares, detectados ao longo das margens articulares. Se efusão sinovial estiver presente, a articulação é considerada edemaciada. O edema articular pode ser detectado de forma indireta pela redução da amplitude do movimento. A redução da dorsiflexão do punho ou da extensão do cotovelo, por exemplo, pode indicar a presença de artrite nessas articulações. Entretanto, deve ser feita a distinção entre a redução da amplitude do movimento causada pelo edema articular e a limitação provocada pela lesão estrutural óssea. ATENÇÃO: a observação de edema articular constitui-se num achado positivo, independentemente de parecer ou não uma sinovite residual, sem atividade inflamatória ativa. Não há distinção, em termos de contagem articular, entre edema ou proliferação fria e edema ou proliferação quente, ou seja, a temperatura da articulação no exame físico não faz parte do critério de contagem articular. O aumento de volume articular secundário à deformidade articular e/ou à eventual osteoartrite associada não deve ser considerado para o cálculo de articulações com edema. A seguir, serão descritas as técnicas para a contagem dos grupos articulares utilizados para a aferição dos índices DAS 28, CDAI e SDAI manual-2.indd 5 11/09/12 14:25

6 Mãos Articulações interfalangeanas proximais individualmente. relaxados em leve flexão. do as margens articulares medial e lateral. da articulação, utilizando também os dedos indicador e polegar manual-2.indd 6 11/09/12 14:25

7 Articulações metacarpofalangeanas Há pelo menos duas técnicas distintas para a contagem articular. Em ambas, as mãos do paciente devem estar estendidas e cada articulação deve ser avaliada de forma individual. Na primeira delas, o examinador deve palpar as margens articulares anteriores direita e esquerda, usando o polegar e o dedo indicador. O examinador deve utilizar a outra mão para apoiar as articulações metacarpofalangeanas e manter a mão do paciente estendida, com a articulação metacarpofalangeana avaliada fletida em cerca de 50 graus. Na segunda opção, o examinador avalia as margens articulares anteriores direita e esquerda de cada articulação metacarpofalangeana utilizando os dois polegares, enquanto os dedos indicadores sustentam a mão examinada do paciente e apoiam as articulações metacarpofalangeanas manual-2.indd 7 11/09/12 14:25

8 Punhos O punho deve ser examinado na posição neutra. O examinador deve utilizar as duas mãos para avaliar a articulação, mantendo os polegares na superfície dorsal e os dedos indicador e médio servindo de apoio na superfície palmar do punho do paciente. O punho deve ser mobilizado levemente, em dorsiflexão e flexão palmar, enquanto o examinador exerce pressão com as duas mãos manual-2.indd 8 11/09/12 14:25

9 Cotovelos O cotovelo examinado deve estar fletido entre 70 graus e 90 graus. Uma das mãos deve ser utilizada para apoiar o antebraço do paciente. Com o polegar da outra mão deve-se palpar o espaço entre o olécrano e o epicôndilo lateral. Ombros O ombro deve ser examinado em posição de discreta flexão manual-2.indd 9 11/09/12 14:25

10 Deve-se realizar movimentos passivos com o ombro do paciente, produzindo-se uma flexão entre 0 grau e 50 graus. Caso haja comprometimento do ombro, o movimento causará dor. Note-se que na AR raramente palpamos a sinovite ou observamos edema da articulação gleno-umeral, em virtude do volume dos músculos que envolvem a articulação do ombro. Joelhos O examinador deve posicionar os dedos polegar e indicador da mão manual-2.indd 10 11/09/12 14:25

11 que procede o exame ao longo dos pontos médios das margens articulares tibiofemorais mediais e laterais. Essa manobra detecta dor e tumefação articular. Pode ser necessário o uso de ambas as mãos do examinador para realizar o exame. Para a detecção do edema do joelho deve-se comprimir o recesso suprapatelar com uma das mãos e com a outra mão pressionar a patela contra o fêmur. Outras articulações As seguintes articulações não são avaliadas na contagem articular de 28 articulações, mas também devem ser examinadas, como parte da avaliação do paciente com AR. Essas outras articulações devem ser consideradas quando se opta por utilizar outros índices de atividade da AR (índice de Ritchie e DAS 44). Articulação acromioclavicular A articulação acromioclavicular pode ser examinada com apenas uma das mãos do examinador. O polegar do examinador deve ser posicionado sobre a articulação acromioclavicular, enquanto os demais dedos devem ser colocados posteriormente ao ombro manual-2.indd 11 11/09/12 14:25

12 Articulação esternoclavicular A articulação esternoclavicular deve ser pressionada lateralmente pelo dedo indicador do examinador. Articulação temporomandibular A articulação temporomandibular deve ser pressionada lateralmente pelo dedo indicador do examinador manual-2.indd 12 11/09/12 14:25

13 Coluna cervical Para fins de contagem articular, a articulação cervical não é examinada de forma direta. O paciente deve ser questionado sobre a ocorrência de dor na coluna cervical posterior. Quadril Para fins de contagem articular, a articulação do quadril não é examinada de forma direta. O paciente deve ser questionado sobre dor ao movimento do quadril. Tornozelos O dedo indicador ou o polegar da mão examinadora deve ser posicionado entre o tendão extensor longo do hálux e o tendão extensor longo dos dedos. A outra mão pode ser utilizada para estabilizar o pé. Pés Articulação subtalar O examinador deve usar uma das mãos para realizar a dorsiflexão do pé e fixar a articulação do tornozelo. Os dedos polegar, indicador e médio da outra mão devem ser posicionados em cada lado da articulação subtalar manual-2.indd 13 11/09/12 14:25

14 A articulação deve ser mobilizada pela inversão e eversão do calcâneo em 5 graus a 10 graus. Articulação mediotársica Há duas técnicas distintas para avaliação da articulação mediotársica para fins de contagem articular. Na primeira técnica, o examinador deve fixar o tornozelo com uma das mãos. A outra mão deve ficar posicionada no mediopé, com o polegar de um lado e os dedos indicador e médio do outro lado do pé. As articulações mediotársicas devem ser mobilizadas pela inversão e eversão do mediopé manual-2.indd 14 11/09/12 14:25

15 Alternativamente, o examinador pode utilizar as duas mãos para examinar, com os polegares na superfície dorsal da articulação mediotársica do paciente. Articulações metatarsofalangeanas Cada uma das articulações metatarsofalangeanas deve ser avaliada de forma individual. O dedo indicador do examinador deve estar posicionado na superfície dorsal e o polegar, na superfície plantar da articulação. O examinador deve avaliar as margens articulares anteriores e posteriores manual-2.indd 15 11/09/12 14:25

16 PERGUNTAS E RESPOSTAS Por que medir a atividade de doença na artrite reumatoide (AR) é importante? Os índices compostos de atividade de doença (ICAD) foram desenvolvidos a partir da década de 1990 e utilizados, inicialmente, na pesquisa clínica. Vários índices foram descritos desde então e o controle da artrite reumatoide pela aferição da sua atividade foi utilizado em estudos controlados randomizados, estudos de coorte, metanálises e outros. A literatura médica demonstra que o controle da atividade de doença relaciona-se com desfechos de melhora na capacidade funcional, melhora da qualidade de vida e diminuição da progressão radiológica. A utilização dos ICAD na prática clínica diária iniciou-se posteriormente e vem sendo considerada cada vez mais importante, pois a prescrição de drogas modificadoras do curso de doença (DMCD) sintéticas e biológicas, tanto no setor público como privado, exige a documentação da atividade de doença para início de uma nova terapia ou para substituição de um esquema terapêutico. Os governos e as fontes pagadoras de todo o mundo controlam a liberação desses medicamentos por meio da aferição da atividade de doença na AR. Como medir a atividade de doença na AR? Como citado anteriormente, existem vários instrumentos de aferição da atividade na artrite reumatoide e, neste texto, serão mencionados alguns dos mais utilizados na literatura e na prática clínica. Pode-se citar o índice de atividade de doença (DAS 28 disease activity score 28), o índice simplificado de atividade de doença (SDAI simplified disease activity index) e o índice clínico de atividade de doença (CDAI clinical disease activity index) como os mais utilizados no Brasil e no mundo. Recentemente, o Colégio Americano de Reumatologia (ACR American College Rheumatology) e a Liga Europeia contra o Reumatismo (EULAR European League Against Rheumatism) publicaram juntos um novo critério para definição de remissão de doença manual-2.indd 16 11/09/12 14:25

17 Na fórmula de cálculo dos ICAD são consideradas as seguintes variáveis: número de articulações dolorosas, número de articulações edemaciadas, escala visual analógica (EVA) do paciente, escala visual analógica do médico, velocidade de hemossedimentação (VHS) e proteína C reativa (PCR). O DAS 28 é calculado por fórmula logarítmica e sugere-se a utilização de calculadora específica, aplicativo em smartphone ou mesmo cálculo pela internet, disponível em alguns websites. O CDAI, o SDAI e o ACR-EULAR podem ser calculados por soma simples das variáveis, mas muitos reumatologistas também utilizam ferramentas de auxílio no cálculo para maior exatidão na aferição. Qual é a importância da contagem articular? A contagem articular para procura de dor e edema compõe as variáveis dos índices de atividade, como o DAS 28, o CDAI, o SDAI ou o ACR-EULAR. Para o cálculo desses ICAD, contam-se dor e edema em 28 articulações, especificamente nas interfalangeanas proximais, nas metacarpofalangeanas, nos punhos, nos cotovelos, nos ombros e nos joelhos bilateralmente. Sem esse exame de contagem articular, não se pode aferir atividade da AR objetivamente pelos índices supracitados. Avaliar um paciente com AR na sua prática diária com a contagem articular é utilizar a medicina baseada em evidência e auxiliá-lo a controlar melhor a atividade da doença. Quanto tempo é necessário para realizar a contagem articular? Um médico reumatologista treinado leva no máximo dois minutos para fazer a contagem articular em busca de dor e edema. Existe uma variação interobservador ou mesmo intraobservador dos resultados nas contagens, portanto, treinamento e capacitação são necessários para manter uma razoável concordância do exame praticado. Os consensos de AR sugerem que a atividade da doença seja aferida mensalmente no quadro inicial e pelo menos trimestralmente em doentes com longa evolução manual-2.indd 17 11/09/12 14:25

18 LITERATURA RECOMENDADA Aletaha D, Nell VP, Stamm T, Uffmann M, Pflugbeil S, Machold K, Smolen JS. Acute phase reactants add little to composite disease activity indices for rheumatoid arthritis: validation of a clinical activity score. Arthritis research & therapy. 2005;7(4):R Prevoo ML, van Gestel AM, van T Hof MA, van Rijswijk MH, van de Putte LB, van Riel PL. Remission in a prospective study of patients with rheumatoid arthritis. American Rheumatism Association preliminary remission criteria in relation to the disease activity score. Br J Rheumatol. 1996;35(11): Anderson J, Caplan L, Yazdany J, Robbins ML, Neogi T, Michaud K, et al. Rheumatoid arthritis disease activity measures: American College of Rheumatology recommendations for use in clinical practice. Arthritis Care Res (Hoboken). 2012;64(5): Anderson JK, Zimmerman L, Caplan L, Michaud K. Measures of rheumatoid arthritis disease activity: Patient (PtGA) and Provider (PrGA) Global Assessment of Disease Activity, Disease Activity Score (DAS) and Disease Activity Score With 28-Joint Counts (DAS28), Simplified Disease Activity Index (SDAI), Clinical Disease Activity Index (CDAI), Patient Activity Score (PAS) and Patient Activity Score-II (PASII), Routine Assessment of Patient Index Data (RAPID), Rheumatoid Arthritis Disease Activity Index (RADAI) and Rheumatoid Arthritis Disease Activity Index-5 (RADAI-5), Chronic Arthritis Systemic Index (CASI), Patient-Based Disease Activity Score With ESR (PDAS1) and Patient-Based Disease Activity Score Without ESR (PDAS2), and Mean Overall Index for Rheumatoid Arthritis (MOI-RA). Arthritis Care Res (Hoboken). 2011;63 Suppl 11:S da Mota LM, Cruz BA, Brenol CV, Pereira IA, Fronza LSR, Bertolo MB, et al Consensus of the Brazilian Society of Rheumatology for diagnosis and early assessment of rheumatoid arthritis. Rev Bras Reumatol. 2011;51(3): Dejaco C, Duftner C, Wipfler-Freissmuth E, Weiss H, Graninger WB, Schirmer M. Similar performance of DAS-28, CDAI, and SDAI in rheumatoid arthritis patients with and without sonographic signs of active inflammation in routine clinical practice. Scand J Rheumatol. 2011;40(3): van Riel PLCMl, Scott DL. EULAR Handbook of Clinical Assessment in Rheumatoid Arthritis, Third edition, Netherlands: Van Zuiden Communications BV; Felson DT, Smolen JS, Wells G, Zhang B, van Tuyl LH, Funovits J, et al. American College of Rheumatology/European League Against Rheumatism provisional definition of remission in rheumatoid arthritis for clinical trials. Arthritis Rheum. 2011;63(3): Felson DT, Smolen JS, Wells G, Zhang B, van Tuyl LH, Funovits J, et al. American College of Rheumatology/European League against Rheumatism provisional definition of remission in rheumatoid arthritis for clinical trials. Ann Rheum Dis. 2011;70(3): Lassere MN, Bird P. Measurements of rheumatoid arthritis disease activity and damage using magnetic resonance imaging. Truth and discrimination: does MRI make the grade? J Rheumatol. 2001;28(5): Pinheiro GRC. Instrumentos de medida da atividade da artrite reumatoide por que e como empregá- -los. Rev Bras Reumatol. 2007;47(5): Prevoo ML, van Gestel AM, van THMA, van Rijswijk MH, van de Putte LB, van Riel PL. Remission in a prospective study of patients with rheumatoid arthritis. American Rheumatism Association preliminary remission criteria in relation to the disease activity score. Br J Rheumatol. 1996;35(11): Prevoo ML, van t Hof MA, Kuper HH, van Leeuwen MA, van de Putte LB, van Riel PL. Modified disease activity scores that include twenty-eight-joint counts. Development and validation in a prospective longitudinal study of patients with rheumatoid arthritis. Arthritis Rheum. 1995;38(1):44-8. Smolen JS, Aletaha D. Monitoring rheumatoid arthritis. Curr Opin Rheumatol. 2011;23(3): Smolen JS, Breedveld FC, Schiff MH, Kalden JR, Emery P, Eberl G, et al. A simplified disease activity index for rheumatoid arthritis for use in clinical practice. Rheumatology (Oxford). 2003;42(2): van der Heijde DM, Jacobs JW. The original DAS and the DAS28 are not interchangeable: comment on the articles by Prevoo et al. Arthritis Rheum. 1998;41(5): manual-2.indd 18 11/09/12 14:25

19 MATERIAL DE DISTRIBUIÇÃO EXCLUSIVA À CLASSE MÉDICA. Rua Anseriz, 27, Campo Belo São Paulo, SP. Fone: Diretor-geral: Diretor executivo: Gerente financeira: Gerente comercial: Editora-chefe: Comunicações médicas: Gerentes de negócios: Coordenadora comercial: Gerente editorial: Coordenadora editorial: Assistente editorial: Fotos: Lauro Uezano Estagiárias de produção editorial: Designer: Revisoras: Produtor gráfico: Cód. da publicação: manual-2.indd 19 11/09/12 14:25

20 14367 manual-2.indd 20 11/09/12 14: Hum AR - Manual Exame Clínico AR Ago/12

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