Pré-imunização e Tratamento de Tristeza Parasitária em Bovinos Leiteiros

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1 Pré-imunização e Tratamento de Tristeza Parasitária em Bovinos Leiteiros Laboratório de Imunovirologia Molecular DBG UFV Prof. Sérgio Oliveira de Paula

2 Tristeza Parasitária Bovina (TPB) Enfermidade hemoparasita que causam grandes perdas a bovinocultura leiteira - Babesia bovis - Babesia bigemina - Anaplasma marginale

3 Transmissão pela picada do carrapato - Rhipicephalus (Boophilus) microplus - moscas hematófagas (Anaplasma marginale)

4 Babesioses Existem oito espécies - B. bovis - B. bigemina - B. bigemina (pouco patogênica) - associada à anemia não complicada - B. bovis (altamente patogênica) - complicações inflamatórias generalizadas - obstrução da microcirculação (cérebro e pulmões)

5 Anaplasma Duas importantes espécies do gênero Anaplasma: - Anaplasma marginale (altamente patogênica) - A. centrale (vacina viva)

6 Importância - 1 carrapato adulto a produção de leite em 8,9 ml/dia - perdas produtividade US$ 1 bilhão/ano - gastos requeridos: para o controle desses agentes etiológicos imunização e tratamento dos animais infectados Desta forma a TPB constitui-se em um fator limitante ao desenvolvimento da pecuária leiteira

7 Estratégias de controle dos hemoparasitos Os métodos profiláticos - TPB - premunição - controle dos vetores por métodos: - químicos - biológicos - imunológicos

8 Controle imunológico dos vetores vacinas mais efetivo já avaliado minimizar as perdas econômicas melhorar a qualidade de vida mantendo a produtibilidade dos mesmos tecnologia promissora capaz de gerar memória imunológica maior eficiência e segurança número crescente de moléculas protéicas provenientes tanto de extrato dos vetores proteínas purificadas

9 Tipos de imunidade Imunidade natural, inata ou nativa: Mecanismo de defesa já existente antes do estabelecimento de uma infecção Imunidade adquirida, adaptava ou específica: Conjunto de respostas imunológicas desenvolvidas especificamente para combater um agente infeccioso

10 Tipos de resposta imunológica adquirida Imunidade humoral: resposta mediada por LB com produção de anticorpos Imunidade celular: mediada pelos LT, com ativação de celulas citolíticas

11 Tipos de imunidade adquirida Imunidade ativa - Induzida pela exposição a um antígeno - Envolve a participação de sistema imune - Memória imunológica - Imunidade ocorre lentamente - EX.: doença e vacinação Imunidade passiva -Transferência de Ac ou de linfócitos de um indivíduo imunizado - Imunidade imediata, porém transitória - Não gera memória -EX.: gravidez, amamentação, soro hiperimune

12 Premunição - método bastante útil - visa: promover imunidade - casos de animais (instabilidade enzoótica) - recém introduzidos nos rebanhos - método: - exposição dos animais aos agentes transmissores - seguidos de tratamento adequado Objetivo ativar as células do sistema imunológico

13 Processo - inoculação: sangue de animais portadores susceptíveis - seguido: tratamento à base de drogas específicas - inoculação: consiste da utilização padronizada A. marginale, B. bigemina e B. bovis inóculos: 100 hemácias parasitadas - importante manter esse inóculo dependente da virulência da amostra tornar previsível o período sinais clínicos da doença intensidade das infecções - otimizar o tratamento: parasitemia, temperatura corpórea, hematócritos, avaliação da resposta imune

14 Processo - recomendado um reforço com mais 2 ou 3 inoculações - seguida: necessário realizar o 1º desafio dos animais infestação por carrapatos da propriedade obs.: procedimento de fundamental importância em razão da existência da diversidade antigênica entre as amostras existentes no país, porém deve ser feito de forma gradativa sempre seguida por tratamento

15 Objetivos da vacinação Sensibilizar o sistema imune para que ele responda de maneira rápida e eficiente contra posteriores infecções pelo patógeno, ou seja, gerar uma memória imunológica duradoura.

16 Como agem? As vacinas induzem uma imunidade protetora por estimular a produção de anticorpos neutralizantes que previnem as infecções por microorganismos Vacinas não protegem contra as infecções, mas sim contra a doença, por proporcionar um SI alerta contra patógenos invasores

17 Tipos de vacinas Vacina inativada Vacina atenuada Vacina de subunidades Vacina vetorizada Vacina de DNA, etc...

18 Vacina inativada

19 Vacina atenuada

20 Vacina de subunidade

21 Vacina vetorizada

22 Vacina de DNA

23 Imunização contra os agentes da TPB Vacinas com cepas vivas atenuadas Estimula imunidade local quanto sistêmica imunidade materna - vacinas trivalentes produzidas: Hemopar Eritrovac refrigerada Eritrovac N2congelada - Embrapa Gado de Corte & Laboratório Hemopar Embravac Hemopar

24 Vacinas com cepas inativas e exoantígenos Microorganismos mortos Babesia bovis - inconvenientes: produção transporte - grau de imunidade conferida: imunidade humoral - parcial imunidade celular - pouca ou nenhuma duração da imunidade conferida

25 Vacinas experimentais Vacinas derivadas de cultura in vitro - virulência da B. bovis 85%

26 Vacinas experimentais Vacinas de peptídeos sintéticos - prevenção, diagnóstico e controle

27 Vacinas experimentais Vacinas com Proteínas associadas à roptrias (RAP) - proteínas conservadas e imunogênicas B. bovis Vacinas com MSPs de Anaplasma marginale - MSP1a; MSP1b; MSP2; MSP3; MSP4 e MSP5 - MSP1a e MSP2 grande potencial imunogênico - resposta imune humoral

28 Vacina contra o carrapato diferentes tecidos Boophilus microplus identificação de antígenos - macerados do carrapato como um todo - antígenos larvais - extratos de antígenos das glândulas salivares - precursores de enzimas proteolíticas - proteínas do epitélio intestinal (Bm86, Bm91, BmA7) - antígenos protéicos da vitelina - glicoproteínas dos ovos das teleóginas - glicoproteínas das cutículas - glicoproteínas calreticulinas

29 Proteínas do epitélio intestinal (Bm86, Bm91, BmA7) mecanismo de ação: - produção de anticorpos anti-bm86 - alterar os processos biológicos e metabólicos Digestão anticorpos células intestinais lesões irreversíveis na parede intestinal do parasito afetando o potencial reprodutivo

30 Controle químico dos vetores formas mais antigas erradicação dos vetores dependentes uso de acaricidas controle profilático e terapêutico organoclorados desvantagem: dispendiosa, favorece a contaminação dos produtos de origem animal, causa poluição das cadeias alimentares, do meio ambiente e o surgimento de linhagens resistentes de hemoparasitos

31 Controle biológico dos vetores alternativa produtos químicos rotatividade das pastagens micro-organismos potencialmente patogênicos aos vetores da TPB (bacterias e fungos) ferormônios machos estéreis

32 Controle integrado o formas de controle de hematozoários o maior efetividade ocorre quando elas são aplicadas de forma integrada o associação do uso estratégico de acaricidas, exploração da estabilidade endêmica e imunização do rebanho

33 Tratamento tratamento do gado leiteiro agentes da TPB - focados (equilíbrio parasito hospedeiro) - recuperação dos sintomas clínicos da doença tratamento adequado - monitorados maneira criteriosa - facilita o diagnóstico precoce da doença

34 Quimioterapia aos agentes da TPB tratamento terapia de suporte babesicida derivados de diamidina - aceturato de diminazeno (3,5 mg / kg por via i.m.) - dipropionato de imidocarb (1,2 mg/kg por via s.c.) anaplasmicida - tetraciclinas (10 mg/kg por via i.m.) ação dupla (diamidina com tetraciclina ou imidocarb)

35 Medicação de Suporte Casos graves medicação de suporte quadro clinico hidratação associado à vitamina B12 drogas com função hepatoprotetora casos graves: - transfusão sanguínea (2L/250 Kg) antiinflamatório/antitérmico

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