DISCIPLINA PARASITOLOGIA PROF. ISABELLA MARTINS

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "DISCIPLINA PARASITOLOGIA PROF. ISABELLA MARTINS"

Transcrição

1 DISCIPLINA PARASITOLOGIA PROF. ISABELLA MARTINS

2 ECTOPARASITOS CLASSE ARACHNIDA corpo dividido em cefalotórax e abdome ou fusionado 4 pares de patas quelíceras

3 SUBCLASSE ACARI ÁCAROS Corpo fusionado Gnatosoma Idiosoma Podosoma = Podo + opisto Opistosoma

4 SUBCLASSE ACARI ORDEM IXODIDA carrapatos ORDEM GAMASIDA ácaros ORDEM ORIBATIDA ácaros de vida livre ORDEM ACTINEDIDA ácaros causadores de sarna ORDEM ACARIDIDA ácaros causadores de sarna e ácaros da alergia

5 SUBCLASSE ACARI ORDEM IXODIDA (metastigmatas) FAMÍLIA ARGASIDAE FAMÍLIA IXODIDAE

6 FASES DE VIDA DO CARRAPATO ADASD

7 FAMÍLIAS IXODIDAE X ARGASIDAE ARGASIDAE IXODIDAE MORFOLOGIA SEM ESCUDO DORSAL COM ESCUDO DORSAL CICLO BIOLÓGICO OVO LARVA X NINFAS - ADULTO OVO - LARVA NINFA - ADULTO HABITAT NIDÍCOLA ÁREAS ABERTAS POSTURA PARCELADA E EM PEQUENAS QUANTIDADES DIRETA E EM GRANDES QUANTIDADES ALIMENTAÇÃO RÁPIDA CONTÍNUA

8 Argas miniatus Carrapato mole Aves IMPORTÂNCIA - produção Anemia vetor de Borrelia anserina vetor de Aegyptianella pullorum

9 Argas

10 BIOLOGIA DOS CARRAPATO MONOXENOS NINFAS LARVAS ADULTOS OVOS INGURGI- TADAS

11 Carrapatos heteroxenos

12 GÊNERO Amblyomma MORFOLOGIA: Escudo ornamentado Capítulo longo Espécie mais importante: A. cajennense

13 Amblyomma cajennense Micium, carrapatopólvora Eurixeno Principal vetor de febre maculosa no Brasil Possível vetor da doença de Lyme

14 FEBRE MACULOSA Sinais: Febre, dor de cabeça, mancha no corpo, história de picada de carrapato Transmissão: transovariana pelo A. cajennense Diagnóstico: exame sorológico Tratamento: rápido e barato Prevenção: Evitar entrar em áreas infestadas por carrapatos. Cuidar dos animais se eles estiverem com carrapatos e para que se possa mantê-los livres de carrapatos sempre.

15 Numero de casos de febre maculosa no Brasil ANO Nº CASOS Nº ÓBITOS TOTAL

16 FEBRE MACULOSA REAÇÃO A PICADA

17 Amblyomma spp. Animais silvestres Eurixeno Possível vetor de doenças

18 GÊNERO Ixodes MORFOLOGIA: Capítulo longo Espécie mais importante: I. ricinus Brasil - animais silvestres vetor da doença de Lyme

19 GÊNERO Boophilus MORFOLOGIA: Sem ornamentações Capítulo curto hexagonal Machos com placas adanais Espécie mais importante: B. microplus

20 Boophilus microplus Carrapato do boi monoxeno Sintomas: letargia, queda produção de leite e carne transmissor da babesioses

21 GÊNERO Rhipicephalus MORFOLOGIA: Coloração avermelhada Capítulo curto hexagonal Machos com placas adanais Espécie mais importante: R. sanguineus

22 Rhipicephalus sanguineus Carrapato vermelho do cão - carnívoros 3 hospedeiros Frequentemente encontrados em frestas e forros de canis transmissor da Babesia canis, Hepatozoon canis e Ehrlichia canis

23 Rhipicephalus sanguineus

24 EPIDEMIOLOGIA ÉPOCA DE OCORRÊNCIA ESTRATÉGIAS DE SOBREVIVÊNCIA Postura 2000 a 3000 ovos Capacidade de dispersão das larvas viáveis 200dias Várias fases no animal Ingurgitam em menos de 24h Inoculação de toxinas

25

26 IMPORTÂNCIA GERAL Estresse com produção, mortalidade ex: 20 fêmeas perda 4kg Dermatoses Predisposição a miíases exanguinação otocaríase toxemia e paralisia transmissão de patógenos

27 PRINCIPAIS AGENTES PATOGÊNICOS TRANSMITIDOS POR CARRAPATOS Anaplasma Ehrlichia Babesia Borrelia burgdorferi doença de Lyme Borrelia recurrentis Febre recorrente Rickettsia rickettsii febre maculosa Coxiella burnetii febre Q

28 CONTROLE CONTROLE QUÍMICO E MANEJO PROFILÁTICO DE CARRAPATOS DE ANIMAIS

29 CONTROLE QUÍMICO Pulverização ou banho acaricidas Monoxenos Frequência: 21/21 dias Heteroxenos Frequência: 7/7 dias Aplicação adequada do carrapaticida

30 CONTROLE carrapatos MANEJO PROFILÁTICO Seleção animais resistentes Controle biológico: fungos, formigas, galinha Uso de forrageiras adequadas Quarentena em animais de CETAS/ZOO Coleiras preventivas Limpeza de canis ** controle natural CATAÇÃO

31 SUBCLASSE ACARI ORDEM GAMASIDA (mesostigmatas) FAMÍLIA DERMANYSSIDAE Dermanyssus gallinae piolhinho das aves ÁCARO Hábitos nidícolas Transmissão de patógenos (hábito hematófago)

32 Dermanyssus

33 SUBCLASSE ACARI ORDEM GAMASIDA (mesostigmatas) FAMÍLIA MACRONYSSIDAE Ornithonysssus sylviarum O. bursa - aves Ornithonysssus bacoti - roedores Ornithonysssus brasil animais silvestres Ficam no hospedeiro Transmissão de patógenos (hábito hematófago)

34 Ornithonyssus

35 SUBCLASSE ACARI ORDEM GAMASIDA (mesostigmatas) FAMÍLIA VARROIDAE Varroa destructor parasito de abelhas

36 Varroa

37 SUBCLASSE ACARI ORDEM ACTINEDIDA (prostigmatas) ORDEM ACARIDIDA (astigmatas) Ácaros causadores de sarna Ácaros da poeira domiciliar Ácaros que acometem alimentos

38 SARNAS Doença de pele causada por ácaros

39 PELE 1. CORNEA, 2. EPIDERME, 3. DERME, 4. TEC. ADIPOSO

40 SARNA DEMODÉCICA Ordem ACTINEDIDA Demodex spp Ácaros causadores da sarna folicular + importante em cães lepra dos cães não pruriginosa e não contagiosa Profunda - hipoderme

41 Biologia Demodex spp Fêmeas na hipoderme Oviposição no interior do folículo Machos, ninfas e larvas na superfície

42 Demodex - Desenvolvimento e evolução no folículo piloso

43 Sarna demodécica humana D. folliculorum, D. brevis: nariz, pálpebras

44 Sarna demodécica em cão

45 Diagnóstico E Controle Diagnóstico: raspado de pele (profundo) com observação em lâmina com dióxido de potássio Controle: evitar contato com doente Controle químico: banho com acaricida ** sem importância como zoonose

46 ESCABIOSE OU SARNA SARCÓPTICA Ordem ACARIDIDA Sarcoptes scabiei - variedades Atinge a derme: semi-superficial? muito pruriginosa e contaminativa contágio direto ou por fômites zoonose????

47 Variedades: Sarcoptes scabiei hominis: específica. canis: canídeos equi suis

48 Ciclo evolutivo do Sarcoptes scabiei Ciclo: 10 a 20 dias fêmea escava galerias e se nutre de linfa machos e ninfas ficam na superfície

49 Sarna sarcoptica humana

50 Sarna sarcóptica em camelo

51 Sarna sarcóptica suína

52 Notoedres - sarna notoédrica Biologia: Felídeos e outros semelhante a Sarcoptes fêmeas aglomeradas em ninhos larvas, ninfas e adultos na superfície

53 Diagnóstico e Controle Diagnóstico: Raspado pouco profundo Controle: Isolar os animais positivos Tratar pessoas e animais doentes eliminar utensílios e ferver roupas

54 Knemidocoptes spp. Sarna knemidocóptica BIOLOGIA Fêmeas larvíparas, não fazem galerias Proliferação epidérmica com formação de crostas Prurido moderado

55 Knemidocoptes mutans

56 Knemidocoptes pilae

57 Psoroptes spp. Sarna psoróptica sarnas superficiais: epiderme Psoroptes equi (variedades ou espécies) Biologia: ciclo 10 a 20d

58 Sarna psoróptica em coelho

59 Diagnóstico e Controle Diagnóstico: Raspado superficial (não realizar em animais silvestres e aves) Controle: Isolar os animais positivos Tratar animais doentes Eliminar ou ferver utensílios Desinfecção gaiolas

60 OUTROS ÁCAROS DE IMPORTÂNCIA MÉDICA Ácaros causadores de alergias Dermatophagoides acaro da poeira domiciliar Controle: limpeza, exposição de objetos e roupas ao sol

61 OUTROS ÁCAROS DE IMPORTÂNCIA MÉDICA Ácaros de produtos alimentícios Acaro siro ácaro do queijo Tyrophagus petrescentiae acaro da farinha Controle: limpeza das instalações, controle de umidade e temperatura

62 OUTROS ÁCAROS CAUSADORES DE SARNA Lynxacarus radovsky Cheyletiella parasitivorax

PARASITOLOGIA ZOOTÉCNICA Classe Arachnida: Carrapatos

PARASITOLOGIA ZOOTÉCNICA Classe Arachnida: Carrapatos UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO Campus Universitário de Sinop PARASITOLOGIA ZOOTÉCNICA Classe Arachnida: Carrapatos Profº. Evaldo Martins Pires SINOP - MT Aula de hoje: Aula 06 Introdução ao estudo

Leia mais

Pulgas e carrapatos: profilaxia e conscientização

Pulgas e carrapatos: profilaxia e conscientização Ano 01 Edição 06 Dezembro 2014 Pulgas e carrapatos: profilaxia e conscientização Dr. Marcio Antonio Batistela Moreira CRMV-SP 12.216 Médico veterinário. Professor de Patologia Clínica da Universidade Anhembi

Leia mais

Zoologia Docente: Prof. Subst. Luciano Alves dos Anjos

Zoologia Docente: Prof. Subst. Luciano Alves dos Anjos Campus de Ilha Solteira Departamento de Biologia e Zootecnia DBZ FEIS Ácaros e Carrapatos Zoologia Docente: Prof. Subst. Luciano Alves dos Anjos FILO ARTHROPODA Subfilo Trilobita apenas fósseis Subfilo

Leia mais

Profª Isabella Martins DMVET/CCA/UFES

Profª Isabella Martins DMVET/CCA/UFES Profª Isabella Martins DMVET/CCA/UFES Ectoparasitos Moscas: Musca domestica Piolhos Ácaros: Argas, Ixodes, Dermanyssus, Ornitonyssus e Knemidocoptes Infestação por piolhos em aves PIOLHOS MASTIGADORES

Leia mais

CARRAPATOS: SUAS IMPLICAÇÕES E IMPORTÂNCIA BIOECOLÓGICA NA SAÚDE DOS CANINOS DOMÉSTICOS EM CAMPINA GRANDE-PB

CARRAPATOS: SUAS IMPLICAÇÕES E IMPORTÂNCIA BIOECOLÓGICA NA SAÚDE DOS CANINOS DOMÉSTICOS EM CAMPINA GRANDE-PB CARRAPATOS: SUAS IMPLICAÇÕES E IMPORTÂNCIA BIOECOLÓGICA NA SAÚDE DOS CANINOS DOMÉSTICOS EM CAMPINA GRANDE-PB TICKS: IMPLICATIONS AND IMPORTANCE OF HEALTH BIOECOLOGICA IN HOUSEHOLD IN CANINE CAMPINA GRANDE-PB

Leia mais

PALESTRA SOBRE SITUAÇÃO ATUAL DA FEBRE MACULOSA BRASILEIRA

PALESTRA SOBRE SITUAÇÃO ATUAL DA FEBRE MACULOSA BRASILEIRA PALESTRA SOBRE SITUAÇÃO ATUAL DA FEBRE MACULOSA BRASILEIRA NICOLAU MAUÉS SERRA-FREIRE BMV, MSc., PhD., Chefe do Laboratório de Ixodides Diretor do Curso de Medicina Veterinária - Universidade Estácio de

Leia mais

CONTROLE SANITÁRIO DE ENDO E ECTOPARASITAS

CONTROLE SANITÁRIO DE ENDO E ECTOPARASITAS CONTROLE SANITÁRIO DE ENDO E ECTOPARASITAS Henrique Coelho Médico Veterinário MOSCA DOS CHIFRES CICLO DA Cocchliomyia hominivorax - Só realiza postura nas bordas de ferimento de animais de sangue quente

Leia mais

Artrópodes. Conceito. Metazoários formados por anéis e com patas articuladas. Cefalotórax e abdome (ácaros, aracnídeos)

Artrópodes. Conceito. Metazoários formados por anéis e com patas articuladas. Cefalotórax e abdome (ácaros, aracnídeos) Artrópodes Conceito Metazoários formados por anéis e com patas articuladas Cefalotórax e abdome (ácaros, aracnídeos) Cabeça, tórax e abdome (insetos) 2 Classes: Aracnida aracnídeos ácaros, escorpiões e

Leia mais

Febre maculosa. Você que gosta de pescaria em rios, muito cuidado, ou melhor, evite os rios e locais com grandes grupos de CAPIVARAS

Febre maculosa. Você que gosta de pescaria em rios, muito cuidado, ou melhor, evite os rios e locais com grandes grupos de CAPIVARAS Febre maculosa Você que gosta de pescaria em rios, muito cuidado, ou melhor, evite os rios e locais com grandes grupos de CAPIVARAS Febre maculosa brasileira é uma doença transmitida pelo carrapato-estrela

Leia mais

Pré-imunização e Tratamento de Tristeza Parasitária em Bovinos Leiteiros

Pré-imunização e Tratamento de Tristeza Parasitária em Bovinos Leiteiros Pré-imunização e Tratamento de Tristeza Parasitária em Bovinos Leiteiros Laboratório de Imunovirologia Molecular DBG UFV Prof. Sérgio Oliveira de Paula Tristeza Parasitária Bovina (TPB) Enfermidade hemoparasita

Leia mais

Corpo segmentado e dividido em cabeça, tórax e abdome, podendo alguns apresentar cefalotórax (= cabeça + tórax) e abdome.

Corpo segmentado e dividido em cabeça, tórax e abdome, podendo alguns apresentar cefalotórax (= cabeça + tórax) e abdome. OS ARTRÓPODES Prof. André Maia Apresentam pernas articuladas com juntas móveis. São triblásticos, celomados e dotados de simetria bilateral. Corpo segmentado e dividido em cabeça, tórax e abdome, podendo

Leia mais

ENCICLOPÉDIA DE PRAGAS

ENCICLOPÉDIA DE PRAGAS Carrapatos da família Argasidae normalmente não permanecem aderidos ao hospedeiro por períodos prolongados; passam a maior parte do tempo no ambiente (escondidos em frestas em abrigos de animais, por exemplo)

Leia mais

Manual do Carrapatograma

Manual do Carrapatograma Manual do Carrapatograma Amigo Produtor de Leite, Existem no mundo quase 900 espécies de carrapatos, só no Brasil existem mais de cinqüenta. Sendo que, o mais preocupante para a pecuária é o carrapato

Leia mais

PARASITOLOGIA ZOOTÉCNICA ORDEM HEMIPTERA

PARASITOLOGIA ZOOTÉCNICA ORDEM HEMIPTERA Aula 04 A PARASITOLOGIA ZOOTÉCNICA Aula de hoje: Hemiptera de importância em Parasitologia Zootécnica ORDEM HEMIPTERA Insetos da ordem Hemiptera são divididos em três subordens, os Heteroptera (conhecidos

Leia mais

Ecologia da Febre Maculosa

Ecologia da Febre Maculosa Ecologia da Febre Maculosa Depois dos mosquitos, carrapatos hematófagos estão em segundo lugar como fonte de trasmissão de patógenos aos seres humanos, mas estão em primeiro lugar como fonte de transmissão

Leia mais

Ordem Acari: Subordem Sarcoptiformes

Ordem Acari: Subordem Sarcoptiformes ÁCAROS CAUSADORES DE SARNAS Profa. Dra. Sílvia Ahid Ahid,2008 Ordem Acari: Subordem Sarcoptiformes Estigma e olhos ausentes Quelíceras Palpos SUBORDEM ASTIGMATA Sarcoptidae: Sarcoptes, Notoedres, Psoroptidae:

Leia mais

Médico Veterinário. 12) A respeito da Vaccinia marque a alternativa que contenha a informação correta.

Médico Veterinário. 12) A respeito da Vaccinia marque a alternativa que contenha a informação correta. Médico Veterinário 11) Analise as frases abaixo e selecione a opção que contenha a sequência correta das denominações dadas aos eventos descritos a respeito da replicação dos vírus na célula. - Envolve

Leia mais

EFEITO OVICIDA DE METARHIZIUM ANISOPLIAE IP 46, EM SOLO, SOBRE RHIPICEPHALUS SANGUINEUS

EFEITO OVICIDA DE METARHIZIUM ANISOPLIAE IP 46, EM SOLO, SOBRE RHIPICEPHALUS SANGUINEUS EFEITO OVICIDA DE METARHIZIUM ANISOPLIAE IP 46, EM SOLO, SOBRE RHIPICEPHALUS SANGUINEUS Macsuel Corado Barreto, Christian Luz Instituto de Patologia Tropical e Saúde Pública Universidade Federal de Goiás,

Leia mais

Artrópodes. Profº Fernando Belan - BIOLOGIA MAIS

Artrópodes. Profº Fernando Belan - BIOLOGIA MAIS Artrópodes Profº Fernando Belan - BIOLOGIA MAIS Artrópodes Triblásticos Celomados Protostômios Simetria Bilateral Artrópodes Sistema nervosos ganglionar ventral hiponeuro. Sistema digestório completo Sistema

Leia mais

ESTUDO EPIDEMIOLÓGICO DE ECTOPARASITAS EM CÃES E GATOS NA REGIÃO NORTE DO RIO GRANDE DO SUL/BRASIL

ESTUDO EPIDEMIOLÓGICO DE ECTOPARASITAS EM CÃES E GATOS NA REGIÃO NORTE DO RIO GRANDE DO SUL/BRASIL 1 ESTUDO EPIDEMIOLÓGICO DE ECTOPARASITAS EM CÃES E GATOS NA REGIÃO NORTE DO RIO GRANDE DO SUL/BRASIL EPIDEMIOLOGIC STUDY ECTOPARASITES IN DOGS AND CATS IN NORTHERN RIO GRANDE DO SUL/BRAZIL BEVILACQUA,

Leia mais

CIÊNCIAS E PROGRAMA DE SAÚDE

CIÊNCIAS E PROGRAMA DE SAÚDE GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO CIÊNCIAS E PROGRAMA DE SAÚDE 07 CEEJA MAX DADÁ GALLIZZI PRAIA GRANDE - SP 0 A alma da gente durante a vida, produz uma quantidade imensa

Leia mais

ESTUDO IN VITRO DA RESISTÊNCIA DE Rhipicephalus Boophilus microplus A CARRAPATICIDAS EM BOVINOS NA REGIÃO DE LONDRINA-PR

ESTUDO IN VITRO DA RESISTÊNCIA DE Rhipicephalus Boophilus microplus A CARRAPATICIDAS EM BOVINOS NA REGIÃO DE LONDRINA-PR ESTUDO IN VITRO DA RESISTÊNCIA DE Rhipicephalus Boophilus microplus A CARRAPATICIDAS EM BOVINOS NA REGIÃO DE LONDRINA-PR Lincoln Tavares Gomes* Paulo Humberto Carnelós* Yasmim Varago Farth* Yurick Moritz*

Leia mais

ÍNDICE - 31/10/2005 O Estado de S.Paulo... 2 Capa/Vida&...2 Correio Braziliense... 4 Brasil/SAÚDE...4 Jornal do Brasil... 5 Rio...

ÍNDICE - 31/10/2005 O Estado de S.Paulo... 2 Capa/Vida&...2 Correio Braziliense... 4 Brasil/SAÚDE...4 Jornal do Brasil... 5 Rio... ÍNDICE - O Estado de S.Paulo...2 Capa/Vida&...2 Foco da maculosa pode ter sido encontrado...2 Localizado foco de maculosa no Rio...2 Correio Braziliense...4 Brasil/SAÚDE...4 Febre maculosa ataca no Rio...4

Leia mais

EFICÁCIA DO ÓLEO DE NIM (Azadirachta indica) NO CONTROLE DO CARRAPATO DO CÃO (Rhipicephalus sanguineus)

EFICÁCIA DO ÓLEO DE NIM (Azadirachta indica) NO CONTROLE DO CARRAPATO DO CÃO (Rhipicephalus sanguineus) ISBN 978-85-6191-5-7 Encontro Internacional de Produção Científica Cesumar 27 a 3 de outubro de 29 EFICÁCIA DO ÓLEO DE NIM (Azadirachta indica) NO CONTROLE DO CARRAPATO DO CÃO (Rhipicephalus sanguineus)

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE INDAIAL SC - SECRETARIA DE SAÚDE PROCESSO SELETIVO PÚBLICO Nº 006 2016 CADERNO DE PROVA

PREFEITURA MUNICIPAL DE INDAIAL SC - SECRETARIA DE SAÚDE PROCESSO SELETIVO PÚBLICO Nº 006 2016 CADERNO DE PROVA 1 PREFEITURA MUNICIPAL DE INDAIAL SC - SECRETARIA DE SAÚDE PROCESSO SELETIVO PÚBLICO Nº 006 2016 CADERNO DE PROVA 14 DE MAIO Das 14 às 17: 30 horas 3 horas e 30 minutos de duração 30 QUESTÕES AGENTES COMUNITÁRIOS

Leia mais

Aula IV Protozoários Zoopatogênicos

Aula IV Protozoários Zoopatogênicos ZOOLOGIA E PARASITOLOGIA Aula IV Protozoários Zoopatogênicos Professora: Luciana Alves de Sousa Doenças causadas por Protozoários Doença de Chagas Leishmaniose Malária Giardíase Amebíase Toxoplasmose Doença

Leia mais

BOLETIM TÉCNICO IMUNOCAN VACINA. Vacina para Tratamento e Prevenção da DERMATOFITOSE em Cães e Gatos. Importador:

BOLETIM TÉCNICO IMUNOCAN VACINA. Vacina para Tratamento e Prevenção da DERMATOFITOSE em Cães e Gatos. Importador: BOLETIM TÉCNICO IMUNOCAN VACINA Vacina para Tratamento e Prevenção da DERMATOFITOSE em Cães e Gatos Importador: 1 As Dermatofitoses são micoses superficiais nas quais a infecção fungica afeta as camadas

Leia mais

CONTROLE DO CARRAPATO DOS BOVINOS. Daniela Pontes Chiebao PqC da Unidde de Pesquisa e Desenvolvimento de Sorocaba/APTA danichiebao@apta.sp.gov.

CONTROLE DO CARRAPATO DOS BOVINOS. Daniela Pontes Chiebao PqC da Unidde de Pesquisa e Desenvolvimento de Sorocaba/APTA danichiebao@apta.sp.gov. CONTROLE DO CARRAPATO DOS BOVINOS Daniela Pontes Chiebao PqC da Unidde de Pesquisa e Desenvolvimento de Sorocaba/APTA danichiebao@apta.sp.gov.br Adriana Hellmeister de Campos Nogueira PqC do Pólo Regional

Leia mais

Gabarito Caderno de atividades Biologia - Diversidade da Vida Volume 1-2013

Gabarito Caderno de atividades Biologia - Diversidade da Vida Volume 1-2013 Gabarito Caderno de atividades Biologia - Diversidade da Vida Volume 1-2013 1. A origem da vida na Terra 1) A 2) B 3) E 4) E 5) C 6) C 7) C 8) C 9) D 10) C 11) A 12) C 13) C 14) B 15) D 2. A evolução biológica

Leia mais

Substâncias activas: Cada coleira de 38 cm (12,5 g) contém 1,25 g de imidaclopride e 0,56 g de flumetrina

Substâncias activas: Cada coleira de 38 cm (12,5 g) contém 1,25 g de imidaclopride e 0,56 g de flumetrina 1. NOME DO MEDICAMENTO VETERINÁRIO Seresto, coleira 1,25 g + 0,56 g para cães 8 kg 2. COMPOSIÇÃO QUALITATIVA E QUANTITATIVA Substâncias activas: Cada coleira de 38 cm (12,5 g) contém 1,25 g de imidaclopride

Leia mais

Unipampa Campus Dom Pedrito Curso de Zootecnia Disciplina de Apicultura Profa. Lilian Kratz Semestre 2015/2

Unipampa Campus Dom Pedrito Curso de Zootecnia Disciplina de Apicultura Profa. Lilian Kratz Semestre 2015/2 Unipampa Campus Dom Pedrito Curso de Zootecnia Disciplina de Apicultura Profa. Lilian Kratz Semestre 2015/2 Limpeza e desinfecção das colméias Importante para: - qualidade de vida das abelhas - boa produção

Leia mais

(Ixodoidae Murray, 1875 e Shiphonaphtera Latreille, 1825) da ilha do Porto Santo. Notas sobre a sua presença, biologia e patologias transmitidas

(Ixodoidae Murray, 1875 e Shiphonaphtera Latreille, 1825) da ilha do Porto Santo. Notas sobre a sua presença, biologia e patologias transmitidas Direcção Regional de Veterinária Carraças e pulgas (Ixodoidae Murray, 1875 e Shiphonaphtera Latreille, 1825) da ilha do Porto Santo Notas sobre a sua presença, biologia e patologias transmitidas Victor

Leia mais

7º FILO - ARTHROPODA CLASSE ARACNÍDEOS

7º FILO - ARTHROPODA CLASSE ARACNÍDEOS 7º FILO - ARTHROPODA CLASSE ARACNÍDEOS Aracnídeos Exemplos: aranhas, escorpiões e os carrapatos Habitat: terrestre (solos, rochas, teias, matas, desertos e casas) Sarna (Sarcoptes scabiei) e cravos (Demodex

Leia mais

INFORME TÉCNICO FEBRE MACULOSA BRASILEIRA

INFORME TÉCNICO FEBRE MACULOSA BRASILEIRA SUBSECRETARIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE SUPERINTENDÊNCIA DE VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA E AMBIENTAL COORDENAÇÃO DE VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA DIVISÃO DE TRANSMISSÍVEIS E IMUNOPREVINÍVEIS GERENCIA DE DOENÇAS

Leia mais

DENOMINAÇÃO COMERCIAL FRONTLINE COMBO SPOT-ON GATOS COMPOSIÇÃO QUALITATIVA E QUANTITATIVA

DENOMINAÇÃO COMERCIAL FRONTLINE COMBO SPOT-ON GATOS COMPOSIÇÃO QUALITATIVA E QUANTITATIVA DENOMINAÇÃO COMERCIAL FRONTLINE COMBO SPOT-ON GATOS COMPOSIÇÃO QUALITATIVA E QUANTITATIVA Fipronil... 50,00 mg (S)-metopreno....60,00 mg Butilhidroxianisol...0,10 mg Butilhidroxitolueno...0,05 mg Etanol....39,50

Leia mais

www.printo.it/pediatric-rheumatology/br/intro

www.printo.it/pediatric-rheumatology/br/intro www.printo.it/pediatric-rheumatology/br/intro Artrite de lyme Versão de 2016 1. O QUE É ARTRITE DE LYME 1.1 O que é? A artrite de Lyme é uma das doenças causadas pela bactéria Borrelia burgdorferi (borreliose

Leia mais

Artropodologia Médica

Artropodologia Médica Artropodologia Médica Filo Arthropoda Compreende aqueles animais que: - Possuem exoesqueleto quitinoso que envolve todo o corpo; - Crescem por meio de mudas (ecdises) do exoesqueleto; - Apresentam patas

Leia mais

Introdução à Parasitologia

Introdução à Parasitologia Parasitologia Médica CBS06625 Carlos Eugênio Silva Aulas teóricas e práticas* Verificações Nota, conceito e aprovação Referências bibliográficas Representação Discente Todas as informações relativas à

Leia mais

ANIMAIS SINANTRÓPICOS

ANIMAIS SINANTRÓPICOS ANIMAIS SINANTRÓPICOS Profª Esp. Cíntia Moreira Marciliano da Costa São aqueles que ao longo do tempo se adaptaram a viver junto ao homem a despeito da vontade deste. Todos eles constituem um papel muito

Leia mais

ANEXO I RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DO MEDICAMENTO

ANEXO I RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DO MEDICAMENTO ANEXO I RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DO MEDICAMENTO Última revisão do texto em Julho e 2014 Página 1 de 20 1. NOME DO MEDICAMENTO VETERINÁRIO Seresto, coleira 1,25 g + 0,56 g para cães 8 kg 2. COMPOSIÇÃO

Leia mais

Doenças Associadas aos Morcegos e ao Meio Ambiente. cbgitti@ufrrj.br cbgitti@yahoo.com.br

Doenças Associadas aos Morcegos e ao Meio Ambiente. cbgitti@ufrrj.br cbgitti@yahoo.com.br Doenças Associadas aos Morcegos e ao Meio Ambiente cbgitti@ufrrj.br cbgitti@yahoo.com.br Número de mordeduras por animal Ambiente Insalubre DOENÇAS VIRAIS 28 TIPOS DE VÍRUS V JÁJ REGISTRADOS EM MORCEGOS.

Leia mais

Controle estratégico do carrapato Amblyomma cajennense em eqüinos

Controle estratégico do carrapato Amblyomma cajennense em eqüinos Ciência Rural, Santa Maria, v.34, Controle n.1, p.195-200, estratégico jan-fev, do carrapato 2004 Amblyomma cajennense em eqüinos. ISSN 0103-8478 195 Controle estratégico do carrapato Amblyomma cajennense

Leia mais

DINÂMICA POPULACIONAL DE Rhipicephalus sanguineus (Latrielle, 1806), EM BELO HORIZONTE, MINAS GERAIS

DINÂMICA POPULACIONAL DE Rhipicephalus sanguineus (Latrielle, 1806), EM BELO HORIZONTE, MINAS GERAIS Júlia Angélica Gonçalves da Silveira DINÂMICA POPULACIONAL DE Rhipicephalus sanguineus (Latrielle, 1806), EM BELO HORIZONTE, MINAS GERAIS Dissertação apresentada à Universidade Federal de Minas Gerais,

Leia mais

RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DO MEDICAMENTO

RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DO MEDICAMENTO RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DO MEDICAMENTO Página 1 de 14 1. NOME DO MEDICAMENTO VETERINÁRIO Taktic 12,5% p/v, Concentrado emulsão de imersão para bovinos, ovinos e suínos. 2. COMPOSIÇÃO QUALITATIVA E QUANTITATIVA

Leia mais

INCIDÊNCIA DE FEBRE MACULOSA NA CIDADE DE AMPARO. Palavras- Chave: Saúde, Pesquisa, Febre Maculosa, Patologia, Enfermagem.

INCIDÊNCIA DE FEBRE MACULOSA NA CIDADE DE AMPARO. Palavras- Chave: Saúde, Pesquisa, Febre Maculosa, Patologia, Enfermagem. INCIDÊNCIA DE FEBRE MACULOSA NA CIDADE DE AMPARO Daniela Aparecida Correa Aline Gritti Rodrigues Resumo: O presente artigo terá como objetivo abordar a incidência de Febre Maculosa na cidade de Amparo

Leia mais

Nestlé em campo. Carrapatos no rebanho. Eficiência e qualidade na produção leiteira. Como reduzir os prejuízos desse parasita na propriedade leiteira

Nestlé em campo. Carrapatos no rebanho. Eficiência e qualidade na produção leiteira. Como reduzir os prejuízos desse parasita na propriedade leiteira Nestlé em campo Eficiência e qualidade na produção leiteira Carrapatos no rebanho Como reduzir os prejuízos desse parasita na propriedade leiteira Ano 2 Número 10 Jul./Ago. 2015 Nestlé em Campo Controle

Leia mais

ECTOPARASITAS EM PEQUENOS ANIMAIS: CONTROLE E DIAGNÓSTICO

ECTOPARASITAS EM PEQUENOS ANIMAIS: CONTROLE E DIAGNÓSTICO ECTOPARASITAS EM PEQUENOS ANIMAIS: CONTROLE E DIAGNÓSTICO INTRODUÇÃO Os ectoparasitas são de grande importância na Medicina Veterinária, uma vez que são responsáveis pela transmissão de agentes patogênicos

Leia mais

2ªsérie 2º período B I O L O G I A

2ªsérie 2º período B I O L O G I A 2.2 B I O L O G I A 2ªsérie 2º período QUESTÃO 1 O filo Platyhelminthes inclui tanto formas de vida livre como organismos endo e ectoparasitas. Considerando a biologia destes animais, marque a opção que

Leia mais

Introdução. Comum Primária ou secundária Identificar causa base

Introdução. Comum Primária ou secundária Identificar causa base Piodermite Canina Introdução Comum Primária ou secundária Identificar causa base Bactérias residentes Etiopatogenese Staphylococcus pseudintermedius Não são particularmente virulentos. Necessário distúrbio

Leia mais

ALERGIAS NA INFÂNCIA

ALERGIAS NA INFÂNCIA ALERGIAS NA INFÂNCIA Tema: Alergias na Infância Objetivos Conceituar alergia, classificar os principais tipos e indutores das doenças alérgicas. Identificar e relacionar os fatores de risco associados

Leia mais

O problema do carrapato e a necessidade de estratégias alternativas para o seu controle

O problema do carrapato e a necessidade de estratégias alternativas para o seu controle O problema do carrapato e a necessidade de estratégias alternativas para o seu controle Dra. Claudia Gulias Gomes Workshop International de Seleção Genômica em Bovinos de Corte 9 agosto de 2012 Rhipicephalus

Leia mais

Doença de Chagas. 4) Número de Aulas: as atividades serão desenvolvidas em três etapas, divididas em aulas a critério do professor.

Doença de Chagas. 4) Número de Aulas: as atividades serão desenvolvidas em três etapas, divididas em aulas a critério do professor. Doença de Chagas Introdução Em 1909 o pesquisador do Instituto Osvaldo Cruz, Carlos Chagas, descobriu uma doença infecciosa no interior de Minas Gerais. Segundo seus estudos, era causada pelo protozoário

Leia mais

Nematódeos parasitas do ser humano. Prof.: Chico Pires

Nematódeos parasitas do ser humano. Prof.: Chico Pires Nematódeos parasitas do ser humano Prof.: Chico Pires Ascaris lumbricoides Ascaris lumbricoides (lombriga) Doença: Ascaridíase Modo de transmissão: Ingestão de alimentos e de água contaminados por ovos

Leia mais

CTENOCEPHALIDES CANIS E CTENOCEPHALIDES FELIS: REVISÃO DE LITERATURA

CTENOCEPHALIDES CANIS E CTENOCEPHALIDES FELIS: REVISÃO DE LITERATURA CTENOCEPHALIDES CANIS E CTENOCEPHALIDES FELIS: REVISÃO DE LITERATURA OLIVEIRA, Amanda Claudia de MACHADO, Juliane de Abreu Campos ANTÔNIO, Nayara Silva Acadêmicos da Associação Cultural e Educacional de

Leia mais

COORDENAÇÃO ACADÊMICA NÚCLEO DE GESTÃO DE ATIVIDADES DE PESQUISA COORDENAÇÃO ACADÊMICA. Projeto de Pesquisa Registrado Informações Gerais

COORDENAÇÃO ACADÊMICA NÚCLEO DE GESTÃO DE ATIVIDADES DE PESQUISA COORDENAÇÃO ACADÊMICA. Projeto de Pesquisa Registrado Informações Gerais COORDENAÇÃO ACADÊMICA Projeto de Pesquisa Registrado Informações Gerais 1. Coordenador (a): ANA KARINA DA SILVA CAVALCANTE (KARINA@UFRB.EDU.BR) Vice- Coordenador (a): 2. Título do projeto: Ocorrência de

Leia mais

FEBRE MACULOSA BRASILEIRA

FEBRE MACULOSA BRASILEIRA 1/9 FEBRE MACULOSA BRASILEIRA por Leila A.G. Barci e Adriana H.C. Nogueira Descrição A febre maculosa é uma doença infecciosa aguda, causada por bactérias de gênero Rickettisia e transmitida através da

Leia mais

ESTUDO EPIDEMIOLÓGICO DA FEBRE MACULOSA BRASILEIRA EM JUIZ E FORA, MINAS GERAIS. An epidemiological study of Spotted Fever in Juiz de Fora, MG

ESTUDO EPIDEMIOLÓGICO DA FEBRE MACULOSA BRASILEIRA EM JUIZ E FORA, MINAS GERAIS. An epidemiological study of Spotted Fever in Juiz de Fora, MG ESTUDO EPIDEMIOLÓGICO DA FEBRE MACULOSA BRASILEIRA EM JUIZ E FORA, MINAS GERAIS An epidemiological study of Spotted Fever in Juiz de Fora, MG André Flávio Soares Ferreira Rodrigues 1 Caio Márcio de Oliveira

Leia mais

FORTALECENDO SABERES DINÂMICA LOCAL INTERATIVA CONTEÚDO E HABILIDADES CIÊNCIAS DESAFIO DO DIA. Aula: 17.1 Conteúdo: Doenças relacionadas à água I

FORTALECENDO SABERES DINÂMICA LOCAL INTERATIVA CONTEÚDO E HABILIDADES CIÊNCIAS DESAFIO DO DIA. Aula: 17.1 Conteúdo: Doenças relacionadas à água I CONTEÚDO E HABILIDADES FORTALECENDO SABERES DESAFIO DO DIA Aula: 17.1 Conteúdo: Doenças relacionadas à água I 2 CONTEÚDO E HABILIDADES FORTALECENDO SABERES DESAFIO DO DIA Habilidades: Identificar algumas

Leia mais

02. Assinale a alternativa que contém, respectivamente, uma palavra trissílaba, dissílaba e polissílaba:

02. Assinale a alternativa que contém, respectivamente, uma palavra trissílaba, dissílaba e polissílaba: QUESTÕES OBJETIVAS AGENTE DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA 01. Nos vocábulos máquina e parede temos, respectivamente: a) Paroxítona e proparoxítona b) Paroxítona e paroxítona c) Proparoxítona e proparoxítona d)

Leia mais

ENCICLOPÉDIA DE PRAGAS

ENCICLOPÉDIA DE PRAGAS - Folha 1 Berne Dermatobia hominis é uma mosca Dermatobia hominis é uma mosca da família Oestridae popularmente conhecida no Brasil como mosca-berneira ou moscavarajeira, possui forma robusta, com cerca

Leia mais

Doenças Transmitidas por Carrapatos Experiência DF

Doenças Transmitidas por Carrapatos Experiência DF III Simpósio de Doenças Transmitidas por Carrapatos Doenças Transmitidas por Carrapatos Experiência DF Anderson de Morais Leocadio 11/10/2013 GOVERNO DO DISTRITO FEDERAL SECRETARIA DE ESTADO DE SAÚDE Subsecretaria

Leia mais

SOROPREVALÊNCIA DE Borrelia spp. EM EQUINOS DE USO MILITAR DO MUNICÍPIO DE SÃO BORJA, ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL

SOROPREVALÊNCIA DE Borrelia spp. EM EQUINOS DE USO MILITAR DO MUNICÍPIO DE SÃO BORJA, ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL SOROPREVALÊNCIA DE Borrelia spp. EM EQUINOS DE USO MILITAR DO MUNICÍPIO DE SÃO BORJA, ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL SEROPREVALENCE OF Borrelia spp. IN HORSES THE MILITARY USE OF SÃO BORJA COUNTY, STATE OF

Leia mais

Componente curricular: Zootecnia I. Curso: Técnico em Agronegócio Professor: Janice Regina Gmach Bortoli

Componente curricular: Zootecnia I. Curso: Técnico em Agronegócio Professor: Janice Regina Gmach Bortoli Componente curricular: Zootecnia I Curso: Técnico em Agronegócio Professor: Janice Regina Gmach Bortoli 1. Introdução a zootecnia. 1. Introdução a zootecnia. 1. Introdução a zootecnia. Homem na terra:

Leia mais

CÓPIA CONTROLADA NÃO REPRODUZIR

CÓPIA CONTROLADA NÃO REPRODUZIR Hipermec Hipermec é um endectocida a base de Ivermectina para bovinos. Atua contra vermes gastrintestinais e pulmonares, bernes, bicheiras, piolhos e sarnas. Auxilia no controle do carrapato (Boophilus

Leia mais

Projeto de Lei N.º 041/2.014

Projeto de Lei N.º 041/2.014 Projeto de Lei N.º 041/2.014 Dispõe sobre a proibição de criação, manutenção e alimentação de pombos domésticos em vias, praças, prédios e locais de acesso público na zona urbana do Município de Jacutinga

Leia mais

Compreensão das diferenças entre os artrópodes, crustáceos, insetos, aracnídeos, quilópodes e diplópodes, reconhecendo suas características

Compreensão das diferenças entre os artrópodes, crustáceos, insetos, aracnídeos, quilópodes e diplópodes, reconhecendo suas características Compreensão das diferenças entre os artrópodes, crustáceos, insetos, aracnídeos, quilópodes e diplópodes, reconhecendo suas características O que são artrópodes? Para que servem? Onde podem ser encontrados?

Leia mais

Curso Técnico Segurança do Trabalho. Identificação e Análise de Riscos MÄdulo 1 NoÇÉes de Higiene Ocupacional

Curso Técnico Segurança do Trabalho. Identificação e Análise de Riscos MÄdulo 1 NoÇÉes de Higiene Ocupacional Curso Técnico Segurança do Trabalho Identificação e Análise de Riscos MÄdulo 1 NoÇÉes de Higiene Ocupacional Noções de Higiene do Ocupacional Higiene Ocupacional é um conjunto de medidas preventivas multidisciplinares

Leia mais

Manual Básico para os Manipuladores de Alimentos

Manual Básico para os Manipuladores de Alimentos Secretaria Municipal de Saúde VISA Ponte Nova Manual Básico para os Manipuladores de Alimentos Elaborado pela Equipe da Vigilância Sanitária de Ponte Nova Índice: 1. Manipulador de Alimentos e Segurança

Leia mais

1. NOME DO MEDICAMENTO VETERINÁRIO. FRONTLINE SPOT-ON GATOS 50 mg, solução para unção punctiforme 2. COMPOSIÇÃO QUALITATIVA E QUANTITATIVA

1. NOME DO MEDICAMENTO VETERINÁRIO. FRONTLINE SPOT-ON GATOS 50 mg, solução para unção punctiforme 2. COMPOSIÇÃO QUALITATIVA E QUANTITATIVA 1. NOME DO MEDICAMENTO VETERINÁRIO FRONTLINE SPOT-ON GATOS 50 mg, solução para unção punctiforme 2. COMPOSIÇÃO QUALITATIVA E QUANTITATIVA Cada pipeta de 0,5 ml contém: Substância activa: Fipronil 50,00

Leia mais

Artrópodes. Os representantes do Filo Arthropoda (arthro= articulação, podes=pés) são animais com pernas articuladas.

Artrópodes. Os representantes do Filo Arthropoda (arthro= articulação, podes=pés) são animais com pernas articuladas. Artrópodes Os representantes do Filo Arthropoda (arthro= articulação, podes=pés) são animais com pernas articuladas. Todos os artrópodes possuem um exoesqueleto (esqueleto externo), uma carapaça formada

Leia mais

24/8/2009. Larva migrans cutânea. Larva migrans cutânea. Larva migrans cutânea. Larva migrans cutânea

24/8/2009. Larva migrans cutânea. Larva migrans cutânea. Larva migrans cutânea. Larva migrans cutânea CICLO BIOLÓGICO Os cães e os gatos, que são os hospedeiros definitivos do parasita, podem infectar-se de formas diversas: Ingestão de ovos infectantes; Ingestão de larvas presentes em tecidos de hospedeiros

Leia mais

Óleos naturais no combate ao carrapato

Óleos naturais no combate ao carrapato Atualização em Terapêutica Veterinária Distribuído por Farmácia Veterinária de Manipulação Óleos naturais no combate ao carrapato Alternativas no controle de carrapatos, com menor impacto ambiental e diminuição

Leia mais

CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE SUBÁREA: MEDICINA VETERINÁRIA INSTITUIÇÃO: CENTRO UNIVERSITÁRIO ANHANGUERA DE NITERÓI

CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE SUBÁREA: MEDICINA VETERINÁRIA INSTITUIÇÃO: CENTRO UNIVERSITÁRIO ANHANGUERA DE NITERÓI TÍTULO: PERFIL HEMATOLÓGICO E PARASITOLÓGICO DE ANIMAIS DOMÉSTICOS COM SUSPEITA DE INFECÇÃO POR PARASITOS ( HEMOPARASITOS E ENDOPARASITOS) COM POTENCIAL ZOONÓTICO ATENDIDOS NO HOSPITAL DE CLÍNICAS DA FACULDADE

Leia mais

Amebíase ou Disenteria Amebiana

Amebíase ou Disenteria Amebiana Amebíase ou Disenteria Amebiana Agente causador: Entamoeba histolytica, que vive no interior do intestino grosso, fagocitando partículas de alimento digerido e também atacando a própria mucosa intestinal.

Leia mais

ASPECTOS EPIDEMIOLÓGICOS

ASPECTOS EPIDEMIOLÓGICOS ASPECTOS EPIDEMIOLÓGICOS O Agente etiológico da Febre Maculosa Brasileira (FMB) é a Rickettsia rickettsii, uma bactéria gram-negativa que pode ser encontradas nas glândulas salivares e ovários dos artrópodes

Leia mais

Nematóides mais comuns em Seres Humanos e Animais

Nematóides mais comuns em Seres Humanos e Animais Nematóides mais comuns em Seres Humanos e Animais 1- Ascaridíase gênero Ascaris 2- Ancilostomíase gênero Ancylostoma 3- Oxiuríase gênero Enterobius 4- Filaríase gênero Wuchereria Ascaris O gênero Ascaris

Leia mais

TODOS CONTRA O A PREVENÇÃO É A MELHOR SOLUÇÃO

TODOS CONTRA O A PREVENÇÃO É A MELHOR SOLUÇÃO TODOS CONTRA O MOSQUITO A PREVENÇÃO É A MELHOR SOLUÇÃO Sobre o Aedes aegypti O mosquito Aedes aegypti é o transmissor da Dengue, Chikungunya e e a infecção acontece após a pessoa receber uma picada do

Leia mais

MEMÓRIA DA REUNIÃO 1. PAUTA

MEMÓRIA DA REUNIÃO 1. PAUTA Assunto: Reunião/Palestra saúde para orientar e esclarecer as dúvidas da população sobre as ações preventivas na área da saúde pública em virtude da construção da UHE Belo Monte. Redator: Lucimara Rios

Leia mais

Enfermidades transmitidas por vetores: leishmaniose visceral canina no Brasil

Enfermidades transmitidas por vetores: leishmaniose visceral canina no Brasil Ano 01 Edição 05 Dezembro 2014 Enfermidades transmitidas por vetores: leishmaniose visceral canina no Brasil Dra. Ingrid Menz CRMV-SP 1.569 Graduação pela Faculdade de Medicina Veterinária da Universidade

Leia mais

APRENDER A APRENDER CONTEÚDO E HABILIDADES APRENDER A APRENDER DINÂMICA LOCAL INTERATIVA CIÊNCIAS. Aula: 17.2 Conteúdo: Doenças relacionadas à água II

APRENDER A APRENDER CONTEÚDO E HABILIDADES APRENDER A APRENDER DINÂMICA LOCAL INTERATIVA CIÊNCIAS. Aula: 17.2 Conteúdo: Doenças relacionadas à água II A A Aula: 17.2 Conteúdo: Doenças relacionadas à água II 2 A A Habilidades: Conhecer algumas medidas para prevenir as doenças veiculadas pela água. 3 A A Dengue A dengue é uma doença febril aguda causada

Leia mais

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS 01. A Dengue é um problema sério de saúde pública, a sua eliminação depende muito da participação popular. Mas a população precisa ter conhecimento das ações de controle, realizadas

Leia mais

Curso Wellington:Biologia - Reino Animal - Artrópodes - Aracnídeos - Prof Hilton Franco

Curso Wellington:Biologia - Reino Animal - Artrópodes - Aracnídeos - Prof Hilton Franco 1. Durante uma aula de campo no litoral do Paraná, um aluno fez vários comentários ao encontrar e observar uma série de organismos. Com base em seus conhecimentos sobre os seres vivos, identifique as afirmativas

Leia mais

Nomes: Melissa nº 12 Naraiane nº 13 Priscila nº 16 Vanessa nº 20 Turma 202

Nomes: Melissa nº 12 Naraiane nº 13 Priscila nº 16 Vanessa nº 20 Turma 202 Nomes: Melissa nº 12 Naraiane nº 13 Priscila nº 16 Vanessa nº 20 Turma 202 A doença de chagas é assim denominada em homenagem ao seu descobridor, o médico brasileiro Dr. Carlos Justiniano Ribeiro das Chagas.

Leia mais

1't.lMICIPAL DE. Diego De Nadai. Prefeito Municipal

1't.lMICIPAL DE. Diego De Nadai. Prefeito Municipal 1't.lMICIPAL DE FWÍOOÍ.0 Q6-A9O-2013-12! 11-006042-Í/2 1 ao GABINETE DO PREFEITO Americana, 05 de agosto de 2013. OF. 783/GP/08/2013 Prot. 16.123/2013 Senhor Presidente, REF. OF. 737/2013 - REQ. 83/2013

Leia mais

ISSN 1806-423-X. Palavras-chave: Amblyomma cajennense, Febre Maculosa, técnicas de coleta, pano de arrasto, gelo seco, vigilância acarológica.

ISSN 1806-423-X. Palavras-chave: Amblyomma cajennense, Febre Maculosa, técnicas de coleta, pano de arrasto, gelo seco, vigilância acarológica. ISSN 806-43-X Artigo Original Técnicas alternativas para coleta de carrapatos de vida livre e parasitária Alternative techniques for ticks collection in the wildlife and parasitary Sandro Marques Moacyr

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE CAMPINAS Av. Anchieta, 200 - Centro www.campinas.sp.gov.br MANUAL DE CONTROLE INTEGRADO DE PRAGAS

PREFEITURA MUNICIPAL DE CAMPINAS Av. Anchieta, 200 - Centro www.campinas.sp.gov.br MANUAL DE CONTROLE INTEGRADO DE PRAGAS PREFEITURA MUNICIPAL DE CAMPINAS Av. Anchieta, 200 - Centro www.campinas.sp.gov.br MANUAL DE CONTROLE INTEGRADO DE PRAGAS MANUAL ELABORADO POR : Andréa Paula Bruno von Zuben Médica Veterinária da Vigilância

Leia mais

COMISSÃO DE SEGURIDADE SOCIAL E FAMÍLIA

COMISSÃO DE SEGURIDADE SOCIAL E FAMÍLIA COMISSÃO DE SEGURIDADE SOCIAL E FAMÍLIA PROJETO DE LEI Nº 6.098, DE 2013. Dispõe sobre a prestação dos serviços de controle integrado de vetores e pragas urbanas por empresas especializadas, e dá outras

Leia mais

Informativo Técnico. Tome cuidado, seu tratamento contra o carrapato pode estar falhando!

Informativo Técnico. Tome cuidado, seu tratamento contra o carrapato pode estar falhando! Informativo Técnico Informativo Técnico N 01/Ano 01 abril de 2010 Tome cuidado, seu tratamento contra o carrapato pode estar falhando! Ivo Kohek Jr.* O carrapato do bovino (Boophilus microplus) passa a

Leia mais

RESISTÊNCIA DO CARRAPATO Rhipicephalus (Boophilus) microplus AOS DIFERENTES GRUPOS DE ACARICIDAS UTILIZADOS NA REGIÃO NOROESTE DO ESTADO DE SÃO PAULO

RESISTÊNCIA DO CARRAPATO Rhipicephalus (Boophilus) microplus AOS DIFERENTES GRUPOS DE ACARICIDAS UTILIZADOS NA REGIÃO NOROESTE DO ESTADO DE SÃO PAULO 54 CIÊNCIAS AGRÁRIAS TRABALHO ORIGINAL RESISTÊNCIA DO CARRAPATO Rhipicephalus (Boophilus) microplus AOS DIFERENTES GRUPOS DE ACARICIDAS UTILIZADOS NA REGIÃO NOROESTE DO ESTADO DE SÃO PAULO TICK RESISTANCE

Leia mais

Gripe H1N1 ou Influenza A

Gripe H1N1 ou Influenza A Gripe H1N1 ou Influenza A A gripe H1N1 é uma doença causada por vírus, que é uma combinação dos vírus da gripe normal, da aviária e da suína. Essa gripe é diferente da gripe normal por ser altamente contagiosa

Leia mais

EFICÁCIA IN VITRO DO NIM (Azadirachta indica) NO CONTROLE DE Rhipicephalus sanguineus (LATREILLE, 1806) (ACARI: IXODIDAE)*

EFICÁCIA IN VITRO DO NIM (Azadirachta indica) NO CONTROLE DE Rhipicephalus sanguineus (LATREILLE, 1806) (ACARI: IXODIDAE)* EFICÁCIA IN VITRO DO NIM (Azadirachta indica) NO CONTROLE DE Rhipicephalus sanguineus (LATREILLE, 1806) (ACARI: IXODIDAE)* IN VITRO EFFICACY OF NEEM (Azadirachta indica) IN THE CONTROL OF Rhipicephalus

Leia mais

www.drapriscilaalves.com.br [DERMATOFITOSE]

www.drapriscilaalves.com.br [DERMATOFITOSE] D [DERMATOFITOSE] 2 A Dermatofitose é uma micose que acomete as camadas superficiais da pele e é causada pelos fungos dermatófitos: Microsporum canis, Microsporum gypseum e Trichophyton mentagrophytes.

Leia mais

Arthropod-borne vírus Mosquitos e carrapatos Diferentes famílias de vírus. Togaviridae Bunyaviridae Flaviviridae. Arboviroses

Arthropod-borne vírus Mosquitos e carrapatos Diferentes famílias de vírus. Togaviridae Bunyaviridae Flaviviridae. Arboviroses Arthropod-borne vírus Mosquitos e carrapatos Diferentes famílias de vírus Togaviridae Bunyaviridae Flaviviridae Arboviroses Flaviviridae Flavivirus - único gênero Diversas espécies: f.amarela, dengue vírus

Leia mais

Verdades e mentiras sobre a Toxoplasmose

Verdades e mentiras sobre a Toxoplasmose Texto de apoio ao curso de Especialização Atividade Física Adaptada e Saúde Prof. Dr. Luzimar Teixeira Verdades e mentiras sobre a Toxoplasmose Muito se tem falado sobre a Toxoplasmose e seus perigos,

Leia mais