O ÔNUS DA PROVA E O SISTEMA ACUSATÓRIO NO DIREITO PROCESSUAL PENAL BRASILEIRO

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "O ÔNUS DA PROVA E O SISTEMA ACUSATÓRIO NO DIREITO PROCESSUAL PENAL BRASILEIRO"

Transcrição

1 O ÔNUS DA PROVA E O SISTEMA ACUSATÓRIO NO DIREITO PROCESSUAL PENAL BRASILEIRO Prof. Claudiney Alessandro Gonçalves Professor do Curso de Direito da Faculdade de Educação, Administração e Tecnologia de Ibaiti. Procurador Legislativo da Câmara Municipal de Japira/PR. Especialista em Direito Civil e Processo Civil pela FEATI. Regra geral, temos sempre a ideia de que o Direito Processual Penal serve para concretizar as penas contidas no direito material, efetivando sanções acaso alguém venha a ser condenado pela prática de um crime. O Processo Penal, assim, é utilizado como instrumento para a aplicação do Direito Penal, servindo como meio para a correta aplicação das normas penais ao caso concreto, ordenando como será solucionado o embate entre o poder/dever de punir do Estado e os direitos fundamentais do particular, no caso a sua liberdade, regulando assim um procedimento nos casos em que o direito do Estado e o Direito do cidadão entram em colisão. Neste sentido, é a definição de Processo Penal exteriorizada por Luís Gustavo Grandenet Castanho de Carvalho (p. 31), vejamos: O direito processual é o ramo do direito que sintetiza, de maneira mais marcada, o conflito entre o ius puniend do Estado e o ius libertates do particular. Não se trata, pois, de mero ordenamento acerca da marcha processual, mas antes de tudo a exteriorização do modo pelo qual o sistema jurídico-político resolve aquele conflito. A nossa Constituição Federal aponta o sistema acusatório no Direito Processual Penal brasileiro, sendo que uma das características deste sistema é a nítida separação entre as funções de acusar, defender e julgar. Cabe ao Ministério Público a titularidade da Ação Penal Pública (Artigo 129, inciso I, da CF), e, ao particular, na Ação Penal Privada, neste último caso, nas hipóteses em que nosso Código Penal assim ordena. A função de realizar a defesa é atribuída ao advogado constituído, ao defensor nomeado, ou então, ao Defensor Público, nas Comarcas onde a Defensoria Pública esteja instalada. O reconhecimento do advogado e do defensor estão descritos nos artigos 133 e 134 da Constituição

2 Federal. Por fim, cabe ao Magistrado o julgamento do réu, sendo que em regra devem ser obedecidos o princípio da persuasão racional, respeitando no decorrer do processo, os princípios da ampla defesa, do contraditório e da publicidade, com vistas a um processo penal justo. Vislumbra-se, portanto, a distinção dos autores da função de acusar, quer seja o Ministério Público, quer seja o ofendido, este último, como já falado, nas ações penais privadas e, ainda, na ação penal privada subsidiária da ação pública condicionada à representação, nos casos de inercia do titular originário (Ministério Público). O réu portador de direitos intransigíveis, devendo ser observadas todas as garantias que constitucionalmente estão descritas em nossa Carta Maior, a qual determina que ninguém será privado de sua liberdade ou de seus bens sem o devido processo legal, ou seja, aquele processo onde todas as garantias previstas na lei são devidamente observadas. Particularmente, acredito que no Brasil utilizamos o sistema acusatório, não em sua forma pura, mas com alguns nuances contidos em todo o ordenamento jurídico processual penal. Dentro do sistema acusatório o magistrado deverá utilizar o sistema do livre convencimento motivado ou da persuasão, sendo este o sistema reitor no Brasil, estando o juiz livre para decidir e apreciar as provas que lhe são apresentadas, desde que o faça de forma motivada (art. 93, IX, CF). (TÁVORA, p. 533). Acredita-se, desta forma, que a liberdade para o Juiz julgar é plena, desde que o faça de forma fundamentada nos elementos que se transformaram em prova durante a ação penal. Neste caso, causa estranheza o que está contido no artigo 156, do Código de Processo Penal, o qual autoriza o juiz, de oficio, a ordenar e determinar, mesmo antes de iniciada a ação penal e no curso da instrução, a realização de provas e outras diligências, realizando atos investigatórios que comprometem a imparcialidade do Magistrado. A realização de atos investigatórios pelo juiz acarreta ofensa ao Sistema Acusatório, até porque não cabe ao magistrado a incumbência de provar algo, uma vez que está em condição suprapartes. Toda a proatividade do magistrado, quer seja no decorrer do inquérito policial quer seja na ação penal deve ser vista com ressalvas e com muito cuidado para eu não seja ferida a imparcialidade do juiz, que é o maior dom do julgador. Neste sentido, é a brilhante lição processual de Norberto Avena (p. 7)

3 Considerando que este sistema rege-se pela imparcialidade do magistrado, relegando-se a polícia judiciária a atividade investigatória sob o controle externo do Ministério Público (artigo 129, II, da CF) divergem a doutrina acerca da constitucionalidade da produção de provas ex ofício pelo juiz. No intuito de reconhecer a existência do sistema acusatório, o qual, por sua natureza, é o que mais apresenta segurança jurídica, pois que oferece a oportunidade de manifestação a ambas as partes, e com a intuição de que se mantenha a necessária distinção entre as funções de acusar, defender e julgar, para que seja mantido o processo sob o sistema do contraditório, é a lição AURY LOPES JUNIOR citado por EDUARDO AIDÊ DE CAMARGO (2015, p. 30): É necessário que se mantenha a separação para que a estrutura não se rompa, e, portanto, é decorrência lógica e inafastável que a iniciativa probatória esteja (sempre) nas mãos das partes. Somente isso permite a imparcialidade do juiz Em que pese parte da doutrina entender que o direito criminal brasileiro, mesmo com o advento da Constituição Federal ainda possui resquícios do sistema inquisitivo, milito na doutrina que entende que qualquer fragmento inquisitivo por parte do magistrado deve ser repelido, pois afeta a imparcialidade do julgador, acarretando, portanto, em ofensa às garantias constitucionais prevista para um processo legal e justo. Corroborando a tese, importante a diferenciação que o doutrinador Renato Brasileiro de Lima faz entre o sistema inquisitorial e o sistema acusatório, vejamos: Como se percebe, o que efetivamente diferencia o sistema inquisitorial do acusatório é a posição dos sujeitos processuais e a gestão da prova. O modelo acusatório reflete a posição dos sujeitos processuais, cabendo exclusivamente às partes a produção do material probatório e sempre observando os princípios do contraditório, da ampla defesa, da publicidade e do dever de motivação das decisões judiciais. Portanto, além da separação das funções de acusar, defender e julgar, o traço peculiar mais importante do sistema acusatório é que o juiz não é, por excelência, o gestor da prova. (CAMARGO, 2015, p. 31). Contudo, por muitas e muitas vezes verifica-se na prática criminal, ou seja, no transcorrer das ações penais, que há, nas sentenças proferidas pelos juízes, independente do grau de jurisdição, quase sempre uma mera repetição das alegações contidas no inquérito policial, com o intuito de, e diga-se, de forma disfarçada, trazer para dentro do processo penal, que deveria ser regido pela forma do contraditório, elementos colhidos no inquérito policial, o qual, por sua própria natureza investigativa preliminar é regido pelo sistema inquisitivo, maculando assim, com

4 as garantias do contraditório e ampla defesa. Nesse sentido (CAMARGO, 2015 p. 31): A fraude (do sistema bifásico repartido em fase inquisitorial e processual) reside no fato de que a prova é colhida na inquisição do inquérito, sendo trazida integralmente para dentro do processo e, ao final, basta o belo discurso do julgador para imunizar a decisão. Este discurso vem mascarado com as mais variadas formas, do estilo: a prova do inquérito é corroborada pela prova judicializada; cotejando a prova policial com a judicializada; e assim todo um exercício imunizatório (ou melhor, uma fraude de etiquetas) para justificar uma condenação, que na verdade está calcada nos elementos colhidos no segredo da inquisição. O processo acaba por converter-se em uma mera repetição ou encenação da primeira fase. Ora, entende-se que se o processo penal brasileiro migrar para o sistema acusatório puro, os direitos e garantias individuais do cidadão serão otimizados, até porque caberá exclusivamente à parte acusatória o ônus de comprovar que alguém é culpado pela prática de um delito e acabaria a possibilidade do magistrado, de forma camuflada, vestir-se como acusador quando, na verdade, teria apenas o papel de julgador. CONCLUSÃO Concluindo entendo, portanto, pela inconstitucionalidade do artigo 156, do Código de Processo Penal, uma vez que tal dispositivo legal aponta na existência da figura de um juiz inquisitor, ferindo, de morte, o Sistema Acusatório. Ressalte-se ainda, que a função inquisitiva do magistrado afeta a sua imparcialidade, que seria o maior dom que um juiz pode ter. Por fim, entendo, que o julgamento da causa deve estar alicerçado sempre no princípio do livre convencimento motivado, mas que se deve buscar algo novo e não nas meras repetições do que foi colhido no Inquérito Policial, o que muitas vezes distorce a função tão nobre do magistrado de ser apenas um julgador não se transformando em um juiz inquisitor. REFERÊNCIAS ALVES, Leonardo Barreto Moreira. Processo Penal: parte geral. Bahia, JusPODIVM, AVENA, Norberto. Processo Penal: Esquematizado. Rio de Janeiro: Forense; São Paulo: Método, 2009.

5 CAMARGO, Eduardo Aidê Bueno de; GOMES, Roberto; Gomes, Willian Akerman. Processo Penal. Bahia: JusPODIVM, CAPEZ, Fernando. Curso de Processo Penal. 19ª. ed. São Paulo: Saraiva, MOSSIN, Heráclito Antônio. Comentários ao Código de Processo Penal: à luz da doutrina e da jurisprudência, doutrina comparada. 3ª. ed. São Paulo: Manole, TÁVORA, Nestor; ALENCAR, Rosmar Rodrigues. Curso de Direito Processual Penal. 9ª. ed.

PRINCÍPIOS NORTEADORES DO PROCESSO PENAL

PRINCÍPIOS NORTEADORES DO PROCESSO PENAL PRINCÍPIOS NORTEADORES DO PROCESSO PENAL Carlos Antonio da Silva 1 Sandro Marcos Godoy 2 RESUMO: O Direito Penal é considerado o ramo jurídico mais incisivo, uma vez que restringe um dos maiores bens do

Leia mais

FACULDADE DE DIREITO DE FRANCA PLANO DE ENSINO - 2014. 1.4 Série: 3ª Turmas: A e B Turno: Diurno

FACULDADE DE DIREITO DE FRANCA PLANO DE ENSINO - 2014. 1.4 Série: 3ª Turmas: A e B Turno: Diurno FACULDADE DE DIREITO DE FRANCA PLANO DE ENSINO - 2014 1. INFORMAÇÕES GERAIS: 1.1 Professor: Décio Antônio Piola 1.2 Departamento: Direito Público 1.3 Disciplina: Direito Processual Penal I 1.4 Série: 3ª

Leia mais

PLANO DE ENSINO. I Identificação Direito Processual Penal I. Carga horária 72 horas/aula Créditos 4 Semestre letivo 5º.

PLANO DE ENSINO. I Identificação Direito Processual Penal I. Carga horária 72 horas/aula Créditos 4 Semestre letivo 5º. PLANO DE ENSINO I Identificação Disciplina Direito Processual Penal I Código PRO0065 Carga horária 72 horas/aula Créditos 4 Semestre letivo 5º II Ementário O direito processual penal. A norma: material

Leia mais

As interceptações telefônicas como prova cautelar e os princípios do contraditório e da ampla defesa

As interceptações telefônicas como prova cautelar e os princípios do contraditório e da ampla defesa As interceptações telefônicas como prova cautelar e os princípios do contraditório e da ampla defesa Evandro Dias Joaquim* José Roberto Martins Segalla** 1 INTRODUÇÃO A interceptação de conversas telefônicas

Leia mais

CARGA HORÁRIA SEMANAL: 03 CRÉDITO: 03 NOME DA DISCIPLINA: DIREITO PROCESSUAL PENAL I NOME DO CURSO: DIREITO 2. EMENTA

CARGA HORÁRIA SEMANAL: 03 CRÉDITO: 03 NOME DA DISCIPLINA: DIREITO PROCESSUAL PENAL I NOME DO CURSO: DIREITO 2. EMENTA 1. IDENTIFICAÇÃO PERÍODO: 04 CARGA HORÁRIA SEMANAL: 03 CRÉDITO: 03 NOME DA DISCIPLINA: DIREITO PROCESSUAL PENAL I NOME DO CURSO: DIREITO 2. EMENTA CARGA HORÁRIA SEMESTRAL: 45 Introdução ao Direito Processual

Leia mais

12/08/2012 PROCESSO PENAL II PROCESSO PENAL II

12/08/2012 PROCESSO PENAL II PROCESSO PENAL II II 2ª -Parte Professor: Rubens Correia Junior 1 II Acessem!!!!!! www.rubenscorreiajr.blogspot.com 2 1 O : É o conjunto de atos cronologicamente concatenados (procedimentos), submetido a princípios e regras

Leia mais

MEDIDAS ASSECURATÓRIAS

MEDIDAS ASSECURATÓRIAS MEDIDAS ASSECURATÓRIAS Graciel Marques Tarão Assessor do Tribunal de Justiça do Estado de Goiás 1. Introdução Inicialmente é preciso contextualizar o tema na Legislação Processual Penal. Dessa forma, o

Leia mais

PLANO DE ENSINO. Ministério da Educação Universidade Federal de Santa Maria Centro de Ciências Sociais e Humanas Departamento de Direito

PLANO DE ENSINO. Ministério da Educação Universidade Federal de Santa Maria Centro de Ciências Sociais e Humanas Departamento de Direito Ministério da Educação Universidade Federal de Santa Maria Centro de Ciências Sociais e Humanas Departamento de Direito 1) IDENTIFICAÇÃO DA DISCIPLINA Disciplina Processo Penal I PLANO DE ENSINO Código

Leia mais

CAPÍTULO I - FUNÇÃO E CARREIRA DO ADVOGADO...

CAPÍTULO I - FUNÇÃO E CARREIRA DO ADVOGADO... APRESENTAÇÃO DA COLEÇÃO...19 DEDICATÓRIA...21 CAPÍTULO I - FUNÇÃO E CARREIRA DO ADVOGADO... 23 1. Antecedentes históricos da função de advogado...23 2. O advogado na Constituição Federal...24 3. Lei de

Leia mais

Noções Básicas de Direito para Servidores Públicos: Aspectos Práticos

Noções Básicas de Direito para Servidores Públicos: Aspectos Práticos Prefeitura Municipal de Campinas Secretaria de Gestão e Controle 18.09.2012 Noções Básicas de Direito para Servidores Públicos: Aspectos Práticos Gustavo Justino de Oliveira Pós-Doutor em Direito Administrativo

Leia mais

Conselho da Justiça Federal

Conselho da Justiça Federal RESOLUÇÃO Nº 058, DE 25 DE MAIO DE 2009 Estabelece diretrizes para membros do Poder Judiciário e integrantes da Polícia Federal no que concerne ao tratamento de processos e procedimentos de investigação

Leia mais

FIXAÇÃO DO VALOR MÍNIMO DE INDENIZAÇÃO E SUA INSTRUMENTALIZAÇÃO PRÁTICA VALOR MÍNIMO DE INDENIZAÇÃO: FIXAÇÃO E NSTRUMENTALIZAÇÃO

FIXAÇÃO DO VALOR MÍNIMO DE INDENIZAÇÃO E SUA INSTRUMENTALIZAÇÃO PRÁTICA VALOR MÍNIMO DE INDENIZAÇÃO: FIXAÇÃO E NSTRUMENTALIZAÇÃO FIXAÇÃO DO VALOR MÍNIMO DE INDENIZAÇÃO E SUA INSTRUMENTALIZAÇÃO PRÁTICA José Roberto Torres da Silva Batista * Isaiane Costa Pereira ** RESUMO Este artigo discute uma visão dialética do conhecimento, a

Leia mais

15/05/2013 MODELO DE RELAXAMENTO DA PRISÃO EM FLAGRANTE

15/05/2013 MODELO DE RELAXAMENTO DA PRISÃO EM FLAGRANTE Direito Processual Penal 2ª Fase OAB/FGV Professora Beatriz Abraão MODELO DE RELAXAMENTO DA PRISÃO EM FLAGRANTE Excelentíssimo Senhor Doutor Juiz de Direito da... Vara Criminal da Comarca... (especificar

Leia mais

PROCESSO PENAL COMNENTÁRIOS RECURSOS PREZADOS, SEGUEM OS COMENTÁRIOS E RAZÕES PARA RECURSOS DAS QUESTÕES DE PROCESSO PENAL.

PROCESSO PENAL COMNENTÁRIOS RECURSOS PREZADOS, SEGUEM OS COMENTÁRIOS E RAZÕES PARA RECURSOS DAS QUESTÕES DE PROCESSO PENAL. PROCESSO PENAL COMNENTÁRIOS RECURSOS PREZADOS, SEGUEM OS COMENTÁRIOS E RAZÕES PARA RECURSOS DAS QUESTÕES DE PROCESSO PENAL. A PROVA FOI MUITO BEM ELABORADA EXIGINDO DO CANDIDATO UM CONHECIMENTO APURADO

Leia mais

Crimes praticados por militares estaduais contra civis Procedimentos a serem adotados, CPP ou CPPM?

Crimes praticados por militares estaduais contra civis Procedimentos a serem adotados, CPP ou CPPM? Crimes praticados por militares estaduais contra civis Procedimentos a serem adotados, CPP ou CPPM? A Justiça Militar Estadual por força de expressa vedação contida no art. 125, 4º, da CF/88, não tem competência

Leia mais

SUMÁRIO. CAPÍTULO II - Polícia Judiciária Militar... 17 1 Polícia Judiciária Militar... 17

SUMÁRIO. CAPÍTULO II - Polícia Judiciária Militar... 17 1 Polícia Judiciária Militar... 17 Direito Processual Penal Militar - 4ª Edição SUMÁRIO CAPÍTULO I Princípios... 13 1 Princípios aplicados no processo penal militar... 13 2 Lei do processo penal militar e sua aplicação... 15 3 Aplicação

Leia mais

DO PRINCÍPIO DA TERRITORIALIDADE TEMPERADA

DO PRINCÍPIO DA TERRITORIALIDADE TEMPERADA DO PRINCÍPIO DA TERRITORIALIDADE TEMPERADA O Princípio da Territorialidade Temperada informa a aplicação da lei penal brasileira aos crimes cometidos no território nacional I, mas não é absoluta, admitindo

Leia mais

PLANO DE ENSINO EMENTA

PLANO DE ENSINO EMENTA Faculdade Milton Campos Curso: Direito Departamento: Ciências Penais FACULDADE MILTON CAMPOS Disciplina: Direito Processual Penal II Carga Horária: 80 h/a Área: Direito PLANO DE ENSINO EMENTA Atos processuais:

Leia mais

Os processos criminais em segunda instância são submetidos à análise da Douta Procuradoria de Justiça para a elaboração de parecer.

Os processos criminais em segunda instância são submetidos à análise da Douta Procuradoria de Justiça para a elaboração de parecer. SÚMULA ABERTURA DE VISTA DOS AUTOS, EM SEGUNDA INSTÂNCIA, PARA A DEFENSORIA PÚBLICA APÓS A APRESENTAÇÃO DO PARECER PELO MINISTÉRIO PÚBLICO PARIDADE DE ARMAS - HOMENAGEM AO CONTRADITÓRIO E À AMPLA DEFESA

Leia mais

Este Plano de Curso poderá sofrer alterações a critério do professor e / ou da Coordenação. PLANO DE CURSO 2011

Este Plano de Curso poderá sofrer alterações a critério do professor e / ou da Coordenação. PLANO DE CURSO 2011 Este Plano de Curso poderá sofrer alterações a critério do professor e / ou da Coordenação. PLANO DE CURSO 2011 DISCIPLINA: DIREITO PROCESSUAL PENAL II PROFESSOR: GUSTAVO SENNA MIRANDA TURMA: 3º AI UNIDADES

Leia mais

REFLEXÕES SOBRE O PROJETO TERCEIRA IDADE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO CEARÁ, QUE REGULAMENTA O DIREITO DE PRIORIDADE PROCESSUAL RESUMO

REFLEXÕES SOBRE O PROJETO TERCEIRA IDADE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO CEARÁ, QUE REGULAMENTA O DIREITO DE PRIORIDADE PROCESSUAL RESUMO REFLEXÕES SOBRE O PROJETO TERCEIRA IDADE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO CEARÁ, QUE REGULAMENTA O DIREITO DE PRIORIDADE PROCESSUAL Alexandre de Oliveira Alcântara i RESUMO O Estatuto do Idoso, Lei

Leia mais

Hugo Nigro Mazzilli AD V OG AD O OAB - SP n. 28.656

Hugo Nigro Mazzilli AD V OG AD O OAB - SP n. 28.656 As investigações do Ministério Público para fins penais (Artigo publicado na Revista APMP em Reflexão Ano 1, n. 4, p. 12, São Paulo, APMP, 2005) Hugo Nigro Mazzilli Advogado e consultor jurídico Procurador

Leia mais

IMPOSSIBILIDADE JURÍDICA DO TRIBUNAL DO JURI NA JUSTIÇA MILITAR ESTADUAL

IMPOSSIBILIDADE JURÍDICA DO TRIBUNAL DO JURI NA JUSTIÇA MILITAR ESTADUAL IMPOSSIBILIDADE JURÍDICA DO TRIBUNAL DO JURI NA JUSTIÇA MILITAR ESTADUAL Jonas Guedes 1 Resumo: O tema abordado no presente artigo versará sobre a impossibilidade jurídica do Tribunal do Júri na Justiça

Leia mais

PADRÃO DE RESPOSTA PEÇA PROFISSIONAL

PADRÃO DE RESPOSTA PEÇA PROFISSIONAL PEÇA PROFISSIONAL Petição inicial: Queixa-crime. Endereçamento: Vara Criminal da Comarca de São Paulo SP. Vara criminal comum, visto que as penas máximas abstratas, somadas, ultrapassam dois anos. Como

Leia mais

A DEFENSORIA PÚBLICA COMO GARANTIDORA DOS DIREITOS FUNDAMENTAIS DOS PRESOS PROVISÓRIOS E CONDENADOS

A DEFENSORIA PÚBLICA COMO GARANTIDORA DOS DIREITOS FUNDAMENTAIS DOS PRESOS PROVISÓRIOS E CONDENADOS A COMO GARANTIDORA DOS DIREITOS FUNDAMENTAIS DOS PRESOS PROVISÓRIOS E CONDENADOS Maicom Alan Fraga Vendruscolo. Defensor Público do Estado de Mato Grosso, pós-graduado em Ciências Penais e atua na Comarca

Leia mais

Direito Constitucional Penal

Direito Constitucional Penal CARLOS VALDER DO NASCIMENTO 03 Direito Constitucional Penal Ilhéus-Bahia 2014 Copyright 2014 by CARLOS VALDER DO NASCIMENTO Direitos desta edição reservados à EDITUS - EDITORA DA UESC A reprodução não

Leia mais

RESUMO ÁREA DO ARTIGO: DIREITO CIVIL E PROCESSUAL CIVIL

RESUMO ÁREA DO ARTIGO: DIREITO CIVIL E PROCESSUAL CIVIL decisão. 1 Esse direito/dever é ainda mais importante nas ações de investigação de RESUMO ÁREA DO ARTIGO: DIREITO CIVIL E PROCESSUAL CIVIL Este artigo traz a discussão sobre a relativização da coisa julgada

Leia mais

AS REGRAS DE DIVISÃO DO ÔNUS DA PROVA DEVEM LI- MITAR OS PODERES INSTRUTÓRIOS DO JUIZ?

AS REGRAS DE DIVISÃO DO ÔNUS DA PROVA DEVEM LI- MITAR OS PODERES INSTRUTÓRIOS DO JUIZ? REVISTA DA ESMESE, Nº 04, 2003 - DOUTRINA - 117 AS REGRAS DE DIVISÃO DO ÔNUS DA PROVA DEVEM LI- MITAR OS PODERES INSTRUTÓRIOS DO JUIZ? Flávia Moreira Pessoa, Juíza do Trabalho Substituta (TRT 20ª Região),

Leia mais

LIBERDADE PROVISÓRIA E FIANÇA NO PROJETO DE CÓDIGO DE PROCESSO PENAL (PLS 156/2009)

LIBERDADE PROVISÓRIA E FIANÇA NO PROJETO DE CÓDIGO DE PROCESSO PENAL (PLS 156/2009) LIBERDADE PROVISÓRIA E FIANÇA NO PROJETO DE CÓDIGO DE PROCESSO PENAL (PLS 156/2009) ANDRÉ VINÍCIUS MONTEIRO Assistente Jurídico do Tribunal de Justiça de São Paulo, graduado pela PUC/SP e pesquisador do

Leia mais

ESTADO DE MATO GROSSO PODER JUDICIÁRIO COMARCA DE BARRA DO GARÇAS GABINETE DA SEGUNDA VARA CRIMINAL S E N T E N Ç A

ESTADO DE MATO GROSSO PODER JUDICIÁRIO COMARCA DE BARRA DO GARÇAS GABINETE DA SEGUNDA VARA CRIMINAL S E N T E N Ç A Código: 170741 Autor: Ministério Público Estadual Réu: Eldo Barbosa S E N T E N Ç A 1. Relatório O Ministério Público estadual ofereceu denúncia, fls. 05/08, contra Eldo Barbosa, por supostamente ter infringido

Leia mais

140 TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO 1ª CÂMARA CRIMINAL HABEAS CORPUS Nº. 0063587-40.2013.8.19

140 TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO 1ª CÂMARA CRIMINAL HABEAS CORPUS Nº. 0063587-40.2013.8.19 1 TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO 1ª CÂMARA CRIMINAL HABEAS CORPUS Nº. 0063587-40.2013.8.19.0000 PACIENTE: FABIO FERREIRA CHAVES DA SILVA AUTORIDADE COATORA: JUÍZO DE DIREITO DA 1ª VARA

Leia mais

CONSELHOS ESPECIAIS DE JUSTIÇA A ANTIGÜIDADE ENTRE OS JUÍZES MILITARES E O RÉU Lourival Costa Ramos 1

CONSELHOS ESPECIAIS DE JUSTIÇA A ANTIGÜIDADE ENTRE OS JUÍZES MILITARES E O RÉU Lourival Costa Ramos 1 CONSELHOS ESPECIAIS DE JUSTIÇA A ANTIGÜIDADE ENTRE OS JUÍZES MILITARES E O RÉU Lourival Costa Ramos 1 Fato não muito comum, mas com alguma ocorrência na prática, é a hipótese de um Cel PM da Reserva da

Leia mais

TÍTULO: A FIANÇA CRIMINAL COMO MEDIDA CAUTELAR DIVERSA DA PRISÃO CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS INSTITUIÇÃO: FACULDADE BARRETOS

TÍTULO: A FIANÇA CRIMINAL COMO MEDIDA CAUTELAR DIVERSA DA PRISÃO CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS INSTITUIÇÃO: FACULDADE BARRETOS TÍTULO: A FIANÇA CRIMINAL COMO MEDIDA CAUTELAR DIVERSA DA PRISÃO CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS SUBÁREA: DIREITO INSTITUIÇÃO: FACULDADE BARRETOS AUTOR(ES): ROBSON APARECIDO MACHADO

Leia mais

AS GARANTIAS CONSTITUCIONAIS EM RELAÇÃO AO PRINCÍPIO DA INOCÊNCIA PRESUMIDA

AS GARANTIAS CONSTITUCIONAIS EM RELAÇÃO AO PRINCÍPIO DA INOCÊNCIA PRESUMIDA AS GARANTIAS CONSTITUCIONAIS EM RELAÇÃO AO PRINCÍPIO DA INOCÊNCIA PRESUMIDA * Luis Fernando da Silva Arbêlaez Júnior ** Professora Vânia Maria Bemfica Guimarães Pinto Coelho Resumo A Constituição Federal

Leia mais

O JUIZ DE [DAS] GARANTIAS PROJETADO PELO NOVO CÓDIGO DE PROCESSO PENAL

O JUIZ DE [DAS] GARANTIAS PROJETADO PELO NOVO CÓDIGO DE PROCESSO PENAL O JUIZ DE [DAS] GARANTIAS PROJETADO PELO NOVO CÓDIGO DE PROCESSO PENAL Luiz Flávio Gomes Doutor em Direito Penal pela Faculdade de Direito da Universidade Complutense de Madri, mestre em Direito Penal

Leia mais

O Novo Regime das Medidas Cautelares no Processo Penal

O Novo Regime das Medidas Cautelares no Processo Penal 202 O Novo Regime das Medidas Cautelares no Processo Penal Juliana Andrade Barichello 1 O objetivo deste trabalho é discorrer sobre os principais pontos das palestras, enfatizando a importância das alterações

Leia mais

Excelentíssimo Senhor Doutor Juiz da Vara Criminal de Medianeira/PR

Excelentíssimo Senhor Doutor Juiz da Vara Criminal de Medianeira/PR Excelentíssimo Senhor Doutor Juiz da Vara Criminal de Medianeira/PR PONTE, por seu defensor que esta subscreve, vem, respeitosamente, perante Vossa Excelência, requerer a concessão de LIBERDADE PROVISÓRIA

Leia mais

A Responsabilidade civil objetiva no Código Civil Brasileiro: Teoria do risco criado, prevista no parágrafo único do artigo 927

A Responsabilidade civil objetiva no Código Civil Brasileiro: Teoria do risco criado, prevista no parágrafo único do artigo 927 A Responsabilidade civil objetiva no Código Civil Brasileiro: Teoria do risco criado, prevista no parágrafo único do artigo 927 Marcela Furtado Calixto 1 Resumo: O presente artigo visa discutir a teoria

Leia mais

Apostila Exclusiva Direitos Autorais Reservados www.thaisnunes.com.br 1

Apostila Exclusiva Direitos Autorais Reservados www.thaisnunes.com.br 1 Direito - Técnico do TRF 4ª Região É possível estudar buscando materiais e aulas para cada uma das matérias do programa do concurso de Técnico do TRF 4ª Região. Basta disciplina e organização. Sugestão

Leia mais

PERÍCIA AMBIENTAL CONCEITOS

PERÍCIA AMBIENTAL CONCEITOS PERÍCIA AMBIENTAL CONCEITOS PERÍCIA Exame realizado por técnico, ou pessoa de comprovada aptidão e idoneidade profissional, para verificar e esclarecer um fato, ou estado ou a estimação da coisa que é

Leia mais

MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL PROCURADORIA DA REPÚBLICA NO DISTRITO FEDERAL DOAÇÃO DE LIVROS

MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL PROCURADORIA DA REPÚBLICA NO DISTRITO FEDERAL DOAÇÃO DE LIVROS MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL PROCURADORIA DA REPÚBLICA NO DISTRITO FEDERAL DOAÇÃO DE LIVROS Conforme dispõe a Instrução Normativa MPF/SG/SA nº 001/1993, os bens classificados como IRRECUPERÁVEIS poderão

Leia mais

EMENDA CONSTITUCIONAL Nº. 45/2004 E A SUBJETIVIDADE PASSIVA NOS CRIMES MILITARES

EMENDA CONSTITUCIONAL Nº. 45/2004 E A SUBJETIVIDADE PASSIVA NOS CRIMES MILITARES EMENDA CONSTITUCIONAL Nº. 45/2004 E A SUBJETIVIDADE PASSIVA NOS CRIMES MILITARES FERNANDO EDSON MENDES 1 1 - INTRODUÇÃO Após doze anos e nove meses de longo processo legislativo, iniciado em março de 1992

Leia mais

PONTO DOS CONCURSOS PROCESSUAL CIVIL P/ TCU 3º SIMULADO DE DIREITO PROCESSUAL CIVIL P/ TCU! PROFESSOR: RICARDO GOMES

PONTO DOS CONCURSOS PROCESSUAL CIVIL P/ TCU 3º SIMULADO DE DIREITO PROCESSUAL CIVIL P/ TCU! PROFESSOR: RICARDO GOMES 3º SIMULADO DE DIREITO! AVISOS: Estamos ministrando os seguintes CURSOS: ORGANIZAÇÃO DO MPE/RJ DIREITO PROCESSUAL PARA O TCU TEORIA E EXERCÍCIOS REGIMENTO INTERNO DO TSE TODOS OS CARGOS (TEORIA E EXERCÍCIOS)

Leia mais

Deontologia Jurídica. Professor Roberto Morgado rnmorgado@hotmail.com www.morgadodeontologia.blogspot.com Aula 1

Deontologia Jurídica. Professor Roberto Morgado rnmorgado@hotmail.com www.morgadodeontologia.blogspot.com Aula 1 Deontologia Jurídica Professor Roberto Morgado rnmorgado@hotmail.com www.morgadodeontologia.blogspot.com Aula 1 ATIVIDADE PRIVATIVA QUESTÃO Nº01 A empresa Consumidor Ltda., composta por contadores, despachantes,

Leia mais

A C Ó R D Ã O Nº 70067495689 (Nº CNJ: 0434946-98.2015.8.21.7000) COMARCA DE PORTO ALEGRE AGRAVANTE LUIS FERNANDO MARTINS OLIVEIRA

A C Ó R D Ã O Nº 70067495689 (Nº CNJ: 0434946-98.2015.8.21.7000) COMARCA DE PORTO ALEGRE AGRAVANTE LUIS FERNANDO MARTINS OLIVEIRA AGRAVO DE INSTRUMENTO. MANDADO DE SEGURANÇA. SERVIDOR PÚBLICO. DELEGADO DE POLÍCIA. AFASTAMENTO PREVENTIVO DO CARGO. REQUISITOS PARA A MEDIDA LIMINAR. 1. A concessão de medida liminar em mandado de segurança

Leia mais

CPI LEGAL. Palavras-chave: Comissão Parlamentar de Inquérito. Decoro Parlamentar. Prevaricação.

CPI LEGAL. Palavras-chave: Comissão Parlamentar de Inquérito. Decoro Parlamentar. Prevaricação. 1 CPI LEGAL Wellington Moisés de Oliveira 1 RESUMO Este artigo tem por escopo questionar os reais deveres dos parlamentares no exercício de sua função típica de fiscalização da escorreita aplicação da

Leia mais

EXTINÇÃO DA PUNIBILIDADE EXTINÇÃO DA PUNIBILIDADE EXTINÇÃO DA PUNIBILIDADE EXTINÇÃO DA PUNIBILIDADE EXTINÇÃO DA PUNIBILIDADE EXTINÇÃO DA PUNIBILIDADE

EXTINÇÃO DA PUNIBILIDADE EXTINÇÃO DA PUNIBILIDADE EXTINÇÃO DA PUNIBILIDADE EXTINÇÃO DA PUNIBILIDADE EXTINÇÃO DA PUNIBILIDADE EXTINÇÃO DA PUNIBILIDADE RETROATIVIDADE DA LEI QUE NÃO MAIS CONSIDERA O FATO COMO CRIMINOSO ART. 107, III ABOLITIO CRIMINIS O CRIME É APAGADO CONSIDERA-SE INEXISTENTE PRESCRIÇÃO ART. 107, IV CP PRESCRIÇÃO LIMITAÇÃO TEMPORAL DO

Leia mais

FACULDADE DE DIREITO DE SOROCABA FADI 2016

FACULDADE DE DIREITO DE SOROCABA FADI 2016 FACULDADE DE DIREITO DE SOROCABA FADI 2016 Disciplina: Direito Processual Penal I Departamento III: Penal e Processo Penal Docente Responsável: Ricardo Barbosa Alves Carga Horária Anual: 100 h/a Tipo:

Leia mais

Este Plano de Curso poderá sofrer alterações a critério do professor e/ou da Coordenação.

Este Plano de Curso poderá sofrer alterações a critério do professor e/ou da Coordenação. Este Plano de Curso poderá sofrer alterações a critério do professor e/ou da Coordenação. DISCIPLINA: DIREITO PROCESSUAL PENAL II PROFESSOR: RAPHAEL BOLDT DE CARVALHO TURMA: 6 AM PLANO DE CURSO 2012/2

Leia mais

ASPCETOS POLÊMICOS DA PROVA EMPRESTADA NO PROCESSO DO TRABALHO

ASPCETOS POLÊMICOS DA PROVA EMPRESTADA NO PROCESSO DO TRABALHO ASPCETOS POLÊMICOS DA PROVA EMPRESTADA NO PROCESSO DO TRABALHO Mauro Schiavi 1 DA PROVA Francisco Carnelutti 2 define prova como demonstração da verdade de um fato dada com os meios legais (por legítimos

Leia mais

SIMONE COVOLAN CARVALHO PROJETO DE PESQUISA APLICADA: APERFEIÇOAMENTO DE CONHECIMENTOS EM DIREITO E PROCESSO PENAL ASSIS CHATEAUBRIAND 2011

SIMONE COVOLAN CARVALHO PROJETO DE PESQUISA APLICADA: APERFEIÇOAMENTO DE CONHECIMENTOS EM DIREITO E PROCESSO PENAL ASSIS CHATEAUBRIAND 2011 1 SIMONE COVOLAN CARVALHO PROJETO DE PESQUISA APLICADA: APERFEIÇOAMENTO DE CONHECIMENTOS EM DIREITO E PROCESSO PENAL ASSIS CHATEAUBRIAND 2011 1 AUÍLIO FINANCEIRO A CURSOS PROJETO DE PESQUISA APLICADA SUMÁRIO

Leia mais

Sentença e Coisa Julgada

Sentença e Coisa Julgada Sentença e Coisa Julgada 2011 Provas em Espécie O presente roteiro destina-se a apontar sucintamente o conteúdo da Sentença e da Coisa Julgada no Processo Civil Brasileiro. Utilizado como material de apoio

Leia mais

Convocação de intérpretes e tradutores para prestação de serviços junto dos tribunais portugueses no âmbito de processos penais

Convocação de intérpretes e tradutores para prestação de serviços junto dos tribunais portugueses no âmbito de processos penais 1 Convocação de intérpretes e tradutores para prestação de serviços junto dos tribunais portugueses no âmbito de processos penais Autora: Vânia Costa Ramos, a d v o g a d a estagiária, e-mail: Vaniacostaramos@netcabo.pt

Leia mais

DA LEGITIMIDADE ATIVA DA DEFENSORIA PÚBLICA PARA A DEFESA COLETIVA DOS CONSUMIDORES

DA LEGITIMIDADE ATIVA DA DEFENSORIA PÚBLICA PARA A DEFESA COLETIVA DOS CONSUMIDORES DA LEGITIMIDADE ATIVA DA DEFENSORIA PÚBLICA PARA A DEFESA COLETIVA DOS CONSUMIDORES Vitor Vilela Guglinski Assessor de juiz, especialista em Direito do Consumidor em Juiz de Fora (MG). A 2ª Câmara Especial

Leia mais

Roteiro de Teses Defensivas OAB 2ª Fase Penal Vega Cursos Jurídicos

Roteiro de Teses Defensivas OAB 2ª Fase Penal Vega Cursos Jurídicos Roteiro de Teses Defensivas OAB 2ª Fase Penal Vega Cursos Jurídicos Prof. Sandro Caldeira Prezado(a) aluno(a), Na nossa primeira aula abordamos um roteiro de teses defensivas que iremos treinar durante

Leia mais

COMISSÃO DE RELAÇÕES EXTERIORES E DE DEFESA NACIONAL. MENSAGEM N o 479, DE 2008

COMISSÃO DE RELAÇÕES EXTERIORES E DE DEFESA NACIONAL. MENSAGEM N o 479, DE 2008 COMISSÃO DE RELAÇÕES EXTERIORES E DE DEFESA NACIONAL MENSAGEM N o 479, DE 2008 Submete à consideração do Congresso Nacional o texto do Tratado de Extradição entre a República Federativa do Brasil e o Governo

Leia mais

JUSTIÇA MILITAR. ORGANIZAÇÃO E COMPETÊNCIA

JUSTIÇA MILITAR. ORGANIZAÇÃO E COMPETÊNCIA JUSTIÇA MILITAR. ORGANIZAÇÃO E COMPETÊNCIA CONFORMAÇÃO CONSTITUCIONAL Constituição Federal (OBS: o Decreto 4.346/02 exige o cumprimento do contraditório na apuração das infrações disciplinares) Art. 92.

Leia mais

DIREITO PROCESSUAL PENAL PORTUGUÊS

DIREITO PROCESSUAL PENAL PORTUGUÊS Germano Marques da Silva Professor da Faculdade de Direito Universidade Católica Portuguesa DIREITO PROCESSUAL PENAL PORTUGUÊS VOL. I Universidade Católica Editora Lisboa, 2013 PREFÁCIO Este livro deveria

Leia mais

7 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

7 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 7 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS AMICO, Carla Campos. Inovações decorrentes da Lei n. 11.464/07. Boletim do Instituto Brasileiro de Ciências Criminais, n.º 176. São Paulo, 2007. BANDEIRA, Leonardo Costa. Do

Leia mais

CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS INSTITUIÇÃO: CENTRO UNIVERSITÁRIO EURÍPEDES DE MARÍLIA AUTOR(ES): GIOVANE MORAES PORTO

CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS INSTITUIÇÃO: CENTRO UNIVERSITÁRIO EURÍPEDES DE MARÍLIA AUTOR(ES): GIOVANE MORAES PORTO TÍTULO: IMPLEMENTAÇÃO DO SISTEMA DOS PRECEDENTES VINCULANTES NO ORDENAMENTO JURÍDICO BRASILEIRO E A DELIMITAÇÃO DO QUADRO SEMÂNTICO DOS TEXTOS NORMATIVOS. CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS HUMANAS E

Leia mais

ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL XIX EXAME DE ORDEM UNIFICADO

ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL XIX EXAME DE ORDEM UNIFICADO PADRÃO DE RESPOSTA - PEÇA PROFISSIONAL Determinado partido político, que possui dois deputados federais e dois senadores em seus quadros, preocupado com a efetiva regulamentação das normas constitucionais,

Leia mais

PARAMETROS DO ESTRITO CUMPRIMENTO DE DEVER LEGAL

PARAMETROS DO ESTRITO CUMPRIMENTO DE DEVER LEGAL 1 PARAMETROS DO ESTRITO CUMPRIMENTO DE DEVER LEGAL Prof.Dr.Luís Augusto Sanzo Brodt ( O autor é advogado criminalista, professor adjunto do departamento de Ciências Jurídicas da Fundação Universidade Federal

Leia mais

INSTRUÇÕES PARA REALIZAÇÃO DA PROVA

INSTRUÇÕES PARA REALIZAÇÃO DA PROVA INSTRUÇÕES PARA REALIZAÇÃO DA PROVA 1) A prova terá duração máxima de 3 horas. 2) Cada questão possui apenas uma resposta correta e, a marcação de mais de uma assertiva, implicará em sua nulidade. 3) Durante

Leia mais

NORMA PENAL EM BRANCO

NORMA PENAL EM BRANCO NORMA PENAL EM BRANCO DIREITO PENAL 4º SEMESTRE PROFESSORA PAOLA JULIEN OLIVEIRA DOS SANTOS ESPECIALISTA EM PROCESSO. MACAPÁ 2011 1 NORMAS PENAIS EM BRANCO 1. Conceito. Leis penais completas são as que

Leia mais

SUJEITOS PROCESSUAIS: JUIZ E MINISTÉRIO PÚBLICO

SUJEITOS PROCESSUAIS: JUIZ E MINISTÉRIO PÚBLICO SUJEITOS PROCESSUAIS: JUIZ E MINISTÉRIO PÚBLICO Sujeitos processuais são as pessoas que atuam no processo, ou seja, autor, réu e juiz, existem outros sujeitos processuais, que podem ou não integrar o processo,

Leia mais

EXCELENTÍSSIMO SENHOR DESEMBARGADOR PRESIDENTE DO EGRÉGIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE RONDÔNIA.

EXCELENTÍSSIMO SENHOR DESEMBARGADOR PRESIDENTE DO EGRÉGIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE RONDÔNIA. EXCELENTÍSSIMO SENHOR DESEMBARGADOR PRESIDENTE DO EGRÉGIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE RONDÔNIA. LEONARDO P. DE CASTRO, advogado inscrito na OAB sob o nº 4.329, com escritório nesta Comarca, na Avenida

Leia mais

DISCIPLINA: Direito Processual Penal II CH total: 72h SEMESTRE DE ESTUDO: 9º Semestre

DISCIPLINA: Direito Processual Penal II CH total: 72h SEMESTRE DE ESTUDO: 9º Semestre DISCIPLINA: Direito Processual Penal II CH total: 72h SEMESTRE DE ESTUDO: 9º Semestre TURNO: Matutino / Noturno CÓDIGO: DIR155 1. EMENTA: Sujeitos processuais. Prisão e liberdade provisória. Atos processuais.

Leia mais

Direito Processual Penal - Inquérito Policial

Direito Processual Penal - Inquérito Policial Direito Processual Penal - Inquérito Policial O inquérito policial é um procedimento administrativo préprocessual, de caráter facultativo, destinado a apurar infrações penais e sua respectiva autoria.

Leia mais

Súmulas em matéria penal e processual penal.

Súmulas em matéria penal e processual penal. Vinculantes (penal e processual penal): Súmula Vinculante 5 A falta de defesa técnica por advogado no processo administrativo disciplinar não ofende a Constituição. Súmula Vinculante 9 O disposto no artigo

Leia mais

A PRISÃO PREVENTIVA E AS SUAS HIPÓTESES PREVISTAS NO ART. 313 DO CPP, CONFORME A LEI Nº 12.403, DE 2011.

A PRISÃO PREVENTIVA E AS SUAS HIPÓTESES PREVISTAS NO ART. 313 DO CPP, CONFORME A LEI Nº 12.403, DE 2011. A PRISÃO PREVENTIVA E AS SUAS HIPÓTESES PREVISTAS NO ART. 313 DO CPP, CONFORME A LEI Nº 12.403, DE 2011. Jorge Assaf Maluly Procurador de Justiça Pedro Henrique Demercian Procurador de Justiça em São Paulo.

Leia mais

A REVOGAÇÃO TÁCITA DOS ARTIGOS 30 E 31 DA LEI DO COLARINHO BRANCO EM RAZÃO DA ALTERAÇÃO LEGISLATIVA PROMOVIDA PELA LEI 12.403/11.

A REVOGAÇÃO TÁCITA DOS ARTIGOS 30 E 31 DA LEI DO COLARINHO BRANCO EM RAZÃO DA ALTERAÇÃO LEGISLATIVA PROMOVIDA PELA LEI 12.403/11. A REVOGAÇÃO TÁCITA DOS ARTIGOS 30 E 31 DA LEI DO COLARINHO BRANCO EM RAZÃO DA ALTERAÇÃO LEGISLATIVA PROMOVIDA PELA LEI 12.403/11. Ricardo Henrique Araújo Pinheiro Recentemente publicamos um artigo no qual

Leia mais

O contraditório e a ampla defesa no processo administrativo

O contraditório e a ampla defesa no processo administrativo SEM REVISÃO O contraditório e a ampla defesa no processo administrativo Ary César Hernandez (*) Promotor de Justiça SP SUMÁRIO: 1 Generalidades. 1.1 O poder disciplinar. 1.2 Requisitos da aplicação de

Leia mais

BRIGAS ENTRE EMPREGADOS Considerações Gerais

BRIGAS ENTRE EMPREGADOS Considerações Gerais BRIGAS ENTRE EMPREGADOS Considerações Gerais ROTEIRO 1. INTRODUÇÃO 2. REAÇÃO A UMA PROVOCAÇÃO INJUSTA 3. OFENSAS FÍSICAS 4. OFENSAS VERBAIS 5. BRIGAS FORA DA EMPRESA 5.1. Em frente ao estabelecimento empresarial

Leia mais

ESTADO DO TOCANTINS PODER JUDICIÁRIO COMARCA DE PALMAS 3ª VARA CRIMINAL SENTENÇA I - RELATÓRIO

ESTADO DO TOCANTINS PODER JUDICIÁRIO COMARCA DE PALMAS 3ª VARA CRIMINAL SENTENÇA I - RELATÓRIO ESTADO DO TOCANTINS PODER JUDICIÁRIO COMARCA DE PALMAS 3ª VARA CRIMINAL PROCESSO Nº 5029091-33.2013.827.2729 SENTENÇA I - RELATÓRIO O Ministério Público denunciou João Batista Marques, brasileiro, casado,

Leia mais

REFORMA DO JUDICIÁRIO: A JUSTIÇA MILITAR

REFORMA DO JUDICIÁRIO: A JUSTIÇA MILITAR REFORMA DO JUDICIÁRIO: A JUSTIÇA MILITAR ARMANDO BRASIL TEIXEIRA A emenda constitucional nº 45 conhecida como Reforma do Judiciário acarretou mudanças na estrutura de funcionamento da Justiça Militar Estadual.

Leia mais

PARECER DA ASSESSORIA ESPECIAL INSTITUCIONAL EXCELENTÍSSIMO SENHOR PROCURADOR-GERAL DE JUSTIÇA ADJUNTO INSTITUCIONAL,

PARECER DA ASSESSORIA ESPECIAL INSTITUCIONAL EXCELENTÍSSIMO SENHOR PROCURADOR-GERAL DE JUSTIÇA ADJUNTO INSTITUCIONAL, Espécie: CONFLITO POSITIVO DE ATRIBUIÇÕES Comarca: BELO HORIZONTE Protocolo: PGJ nº 2.260.027 Suscitante: Promotoria de Justiça Especializada na Tutela das Fundações. Suscitada: Promotoria de Justiça Especializada

Leia mais

Índice Sistemático do Novo Código de Processo Civil

Índice Sistemático do Novo Código de Processo Civil Índice Sistemático do Novo Código de Processo Civil LEI CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL Parte Geral Livro I DAS NORMAS PROCESSUAIS CIVIS TÍTULO ÚNICO DAS NORMAS FUNDAMENTAIS E DA APLICAÇÃO DAS NORMAS PROCESSUAIS

Leia mais

DIREITO ADMINISTRATIVO Prof. Danilo Vieira Vilela. Processo Administrativo Processo Administrativo. Lei n 9784/1999. Conceito. Fases.

DIREITO ADMINISTRATIVO Prof. Danilo Vieira Vilela. Processo Administrativo Processo Administrativo. Lei n 9784/1999. Conceito. Fases. Direito Administrativo UNISO 1 DIREITO ADMINISTRATIVO Prof. Danilo Vieira Vilela Processo Administrativo Processo Administrativo. Lei n 9784/1999. Conceito. Fases. Processo - conjunto de atos dirigidos

Leia mais

Núcleo de Pesquisa e Extensão do Curso de Direito NUPEDIR VII MOSTRA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA (MIC) 25 de novembro de 2014

Núcleo de Pesquisa e Extensão do Curso de Direito NUPEDIR VII MOSTRA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA (MIC) 25 de novembro de 2014 A DELAÇÃO PREMIADA E OS PRINCÍPIOS CONSTITUCIONAIS DO PROCESSO PENAL Vinicius Rubert 1 Diego Alan Schofer Albrecht 2 SUMÁRIO: 1. INTRODUÇÃO. 2. DELAÇÃO PREMIADA. 3. A DELAÇÃO PREMIADA NA LEGISLAÇÃO BRASILEIRA

Leia mais

A REPERCUSSÃO, NO AMBITO DA ADMINISTRAÇÃO CASTRENSE, DA PRÁTICA DE CRIME COMUM POR MILITAR. 1

A REPERCUSSÃO, NO AMBITO DA ADMINISTRAÇÃO CASTRENSE, DA PRÁTICA DE CRIME COMUM POR MILITAR. 1 A REPERCUSSÃO, NO AMBITO DA ADMINISTRAÇÃO CASTRENSE, DA PRÁTICA DE CRIME COMUM POR MILITAR. 1 1. INTRODUÇÃO As Forças Armadas, conforme previsão constitucional, são organizadas com base na hierarquia e

Leia mais

TRIBUNAL DE JUSTIÇA PODER JUDICIÁRIO São Paulo

TRIBUNAL DE JUSTIÇA PODER JUDICIÁRIO São Paulo TRIBUNAL DE JUSTIÇA São Paulo fls. 1 Registro: 2013.0000094980 ACÓRDÃO Vistos, relatados e discutidos estes autos de Habeas Corpus nº 0000391-04.2013.8.26.0000, da Comarca de Araraquara, em que é paciente

Leia mais

PEDRO DUTRA Advogado. São Paulo, 09 de outubro de 1998

PEDRO DUTRA Advogado. São Paulo, 09 de outubro de 1998 São Paulo, 09 de outubro de 1998 À ANATEL Agência Nacional de Telecomunicações Protocolo Geral SAS, Quadra 6, Bloco H 70313-900 Brasília-DF Via E-mail PEDRO DUTRA, advogado inscrito na OAB-SP sob o nº

Leia mais

GESTÃO PÚBLICA PRINCIPIOS GERAIS

GESTÃO PÚBLICA PRINCIPIOS GERAIS 1 GESTÃO PÚBLICA PRINCIPIOS GERAIS Prof.MSc. José Ricardo Leal Lozano 1. Administração Pública x Privada Afinal, o que difere a administração pública da administração de empresas privadas? O que impede

Leia mais

A Mitigação do processo civil no Direito de Família

A Mitigação do processo civil no Direito de Família A Mitigação do processo civil no Direito de Família Denise Damo Comel Elaborado em 10/2011. A natureza, a relevância e a especialidade das questões tuteladas autorizam a mitigação dos princípios gerais

Leia mais

Parte I - Conceitos Fundamentais, 1

Parte I - Conceitos Fundamentais, 1 Parte I - Conceitos Fundamentais, 1 1 O Estado e o poder-dever de punir, 3 1 O Estado e o direito, 3 1.1 Explicação preliminar, 3 1.2 Identidade entre Direito e Estado: a tese de Kelsen, 4 1.3 Distinção

Leia mais

BuscaLegis.ccj.ufsc.br

BuscaLegis.ccj.ufsc.br BuscaLegis.ccj.ufsc.br (Artigos) considerações sobre a responsabilidade "penal" da pessoa jurídica Dóris Rachel da Silva Julião * Introdução É induvidoso que em se tratando da criminalidade econômica e

Leia mais

MATERIAL DE AULA LEI Nº 9.296, DE 24 DE JULHO DE 1996.

MATERIAL DE AULA LEI Nº 9.296, DE 24 DE JULHO DE 1996. MATERIAL DE AULA I) Ementa da aula Interceptação Telefônica. II) Legislação correlata LEI Nº 9.296, DE 24 DE JULHO DE 1996. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono

Leia mais

O parágrafo único do artigo 9º, do CPM e sua tão discutida inconstitucionalidade.

O parágrafo único do artigo 9º, do CPM e sua tão discutida inconstitucionalidade. O parágrafo único do artigo 9º, do CPM e sua tão discutida inconstitucionalidade. Rodrigo Santana de Souza e Silva 1 Resumo O presente trabalho tem por fim analisar a inconstitucionalidade ou não do parágrafo

Leia mais

O Ministério Público é parte imparcial? 1. Hugo Nigro Mazzilli Professor Emérito da Escola Superior do Ministério Público de São Paulo

O Ministério Público é parte imparcial? 1. Hugo Nigro Mazzilli Professor Emérito da Escola Superior do Ministério Público de São Paulo O Ministério Público é parte imparcial? 1 Hugo Nigro Mazzilli Professor Emérito da Escola Superior do Ministério Público de São Paulo Área do Direito: Processual; Civil e Penal Resumo: O artigo discute

Leia mais

FEMPAR FUNDAÇÃO ESCOLA DO MINISTÉRIO PÚBLICO DANILO CESAR BRITO DOS SANTOS A CREDIBILIDADE DA PROVA TESTEMUNHAL NO PROCESSO PENAL

FEMPAR FUNDAÇÃO ESCOLA DO MINISTÉRIO PÚBLICO DANILO CESAR BRITO DOS SANTOS A CREDIBILIDADE DA PROVA TESTEMUNHAL NO PROCESSO PENAL FEMPAR FUNDAÇÃO ESCOLA DO MINISTÉRIO PÚBLICO DANILO CESAR BRITO DOS SANTOS A CREDIBILIDADE DA PROVA TESTEMUNHAL NO PROCESSO PENAL CURITIBA 2010 DANILO CESAR BRITO DOS SANTOS A CREDIBILIDADE DA PROVA TESTEMUNHAL

Leia mais

OFENSIVIDADE PENAL E TIPICIDADE: uma perspectiva conglobada

OFENSIVIDADE PENAL E TIPICIDADE: uma perspectiva conglobada OFENSIVIDADE PENAL E TIPICIDADE: uma perspectiva conglobada Rafaela Santos Cardoso 1 Sumário: 1. Do objeto da tutela penal: nascedouro da norma. 2. Conglobância normativa. 3. Ofensidade penal e conglobância

Leia mais

DISCIPLINA: DIREITO PROCESSUAL PENAL I. Professor: João Guilherme Lages Mendes.

DISCIPLINA: DIREITO PROCESSUAL PENAL I. Professor: João Guilherme Lages Mendes. UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAPÁ Coordenação do Curso de Direito DISCIPLINA: DIREITO PROCESSUAL PENAL I. Professor: João Guilherme Lages Mendes. Assunto: Do Inquérito Policial. Noções Gerais. Características.

Leia mais

1. MEDIDAS ASSECURATÓRIAS NATUREZA DAS MEDIDAS ASSECURATÓRIAS:... DIFERENCIAÇÃO ENTRE SEQUESTRO E ARRESTO:... 2. MEDIDAS ASSECURATÓRIAS EM ESPÉCIE

1. MEDIDAS ASSECURATÓRIAS NATUREZA DAS MEDIDAS ASSECURATÓRIAS:... DIFERENCIAÇÃO ENTRE SEQUESTRO E ARRESTO:... 2. MEDIDAS ASSECURATÓRIAS EM ESPÉCIE 1 PROCESSO PENAL PONTO 1: Medidas Assecuratórias PONTO 2: Medidas Assecuratórias em Espécie PONTO 3: Sequestro PONTO 4: Arresto 1. MEDIDAS ASSECURATÓRIAS NATUREZA DAS MEDIDAS ASSECURATÓRIAS:... DIFERENCIAÇÃO

Leia mais

A C Ó R D Ã O

<CABBCBBCCADACABACBBCAADDADAABCABBCCAA DDADAAAD> A C Ó R D Ã O EMENTA: AGRAVO EM EXECUÇÃO PENAL REMIÇÃO DE PENA PELO ESTUDO ART. 126 DA LEI DE EXECUÇÕES PENAIS APROVEITAMENTO DO CURSO DESNECESSIDADE SIMPLES FREQUENCIA

Leia mais

JUIZ DO TRABALHO TRT DA 8ª REGIÃO

JUIZ DO TRABALHO TRT DA 8ª REGIÃO DIREITO PROCESSUAL DO TRABALHO I. Direito Processual do Trabalho... II. Organização da Justiça do Trabalho e o Ministério Público do Trabalho... III. Competência da Justiça do Trabalho... IV. Partes e

Leia mais

A PENHORA DO FATURAMENTO DE EMPRESA DEVEDORA E AS CONSEQÜÊNCIAS DO ATO NA EXECUÇÃO TRABALHISTA

A PENHORA DO FATURAMENTO DE EMPRESA DEVEDORA E AS CONSEQÜÊNCIAS DO ATO NA EXECUÇÃO TRABALHISTA A PENHORA DO FATURAMENTO DE EMPRESA DEVEDORA E AS CONSEQÜÊNCIAS DO ATO NA EXECUÇÃO TRABALHISTA Paulo Mazzante de Paula Advogado; Especialista em Direito Processual Civil; Mestrando pela Unespar/Fundinop;

Leia mais

ACIDENTE DO TRABALHO. Fernanda Pereira Costa, adv. Ailza Santos Silva, est. Sumário:

ACIDENTE DO TRABALHO. Fernanda Pereira Costa, adv. Ailza Santos Silva, est. Sumário: ACIDENTE DO TRABALHO Fernanda Pereira Costa, adv. Ailza Santos Silva, est. Sumário: I- Introdução II- Conceito III. Responsabilidade civil do empregador pelo acidente do trabalho IV- Competência para apreciar

Leia mais

Edital nº 01/2014 de 25 de setembro de 2014

Edital nº 01/2014 de 25 de setembro de 2014 Edital nº 01/2014 de 25 de setembro de 2014 Edital de abertura do IV processo seletivo de estagiários em direito na defensoria pública da união em Caruaru-PE. O DEFENSOR PÚBLICO-CHEFE da Defensoria Pública

Leia mais

FIXAÇÃO DA FIANÇA: HÁ ABUSOS? NÃO

FIXAÇÃO DA FIANÇA: HÁ ABUSOS? NÃO FIXAÇÃO DA FIANÇA: HÁ ABUSOS? NÃO Nadir de Campos Júnior 7º. PJ do Patrimônio Público Com a edição da lei 12.403/11, as medidas cautelares passam a estar a serviço do processo e da eficácia de uma Justiça

Leia mais

OS EFEITOS RETROATIVOS DA LEI 10.259/01 NO STATUS LIBERTATIS DO INDIVÍDUO

OS EFEITOS RETROATIVOS DA LEI 10.259/01 NO STATUS LIBERTATIS DO INDIVÍDUO OS EFEITOS RETROATIVOS DA LEI 10.259/01 NO STATUS LIBERTATIS DO INDIVÍDUO I INTRODUÇÃO A atividade laborativa do Defensor Público extrapola os limites da interpretação e operacionalidade da lei, porque

Leia mais