Guia para uso do ambiente Linux LibertasBR LINUX. Projeto LibertasBR

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1 Guia para uso do ambiente Linux LibertasBR LINUX Projeto LibertasBR 8 de junho de 2005

2 Sumário 1 Visão Geral O que é Linux? O que é o Produto LIBERTASBR? Explorando o LIBERTASBR Procedimento de Login Interface do LIBERTASBR KDE Navegador da Internet Imprimindo no Mozilla Cliente de Gerenciador de arquivos O que são arquivos? Onde ficam meus arquivos? Como organizar meus arquivos e diretórios Caminhando pelos diretórios Mostrando o painel de navegação Alterando a fonte dos ícones Alterando o tamanho dos ícones Alterando o modo de visão dos ícones Criando uma estrutura de diretórios Criando um arquivo texto Selecionando arquivos Copiando arquivos Movendo arquivos Apagando arquivos Renomeando arquivos Localizar arquivos Manipulando arquivos Editando o tipo de arquivo Propriedades do arquivo Como utilizar o disquete ou cdrom Conteúdo do dispositivo de CDROM Gerenciando impressão:

3 2.29 Gerenciando tarefas: Como desligar o computador no LIBERTASBR Acionamento de Aplicativos não Rotineiros Transferência de arquivos - Gftp Visualizador de PDF Compactador e Descompactador de arquivos Iniciando o Ark Barra de menu e barra de ferramentas: Trabalhando com arquivos compactados: A Interface Caractere 47 A.1 Manipulação de Arquivos A.1.1 Entrada e Saída Padrão A.1.2 Metacaracteres A.1.3 Listagem, criação e movimentação por diretórios A.1.4 Comando ls A.1.5 Comando mkdir A.1.6 Comando rmdir A.1.7 Comando cd A.1.8 Comando pwd A.1.9 Criação e listagem de arquivos A.1.10 Comando cat A.1.11 Comando more A.1.12 Cópia, remoção e movimentação de arquivos A.1.13 Segurança A.1.14 Comando chmod A.1.15 Obtendo ajuda on-line A.1.16 Comandos de pesquisa A.1.17 Editor Pico A.1.18 Editor VI B Créditos 69 3

4 Capítulo 1 Visão Geral 1.1 O que é Linux? O Kernel Linux Nos idos de 1991, o estudante Linus Torvalds da longínqua e friorenta cidade de Helsinki, Finlândia, estava insatisfeito com o DOS/Windows mas não tinha dinheiro para comprar uma estação UNIX. Assim, ele simplesmente resolveu escrever um sistema operacional decente para seu computador 386, e (muito espertamente; veja o porquê abaixo) começou a escrever um kernel (cerne, em português), que é a parte fundamental de um sistema operacional. No início, esse kernel se baseava no Minix (versão simples para fins educacionais do UNIX), e precisava do Minix para ser rodado. Mas ajudado por alguns poucos no começo, e por um verdadeiro exército de voluntários atualmente, ele conseguiu criar um kernel próprio, sem ser baseado nos demais UNIX (no sentido de que não existe nenhuma linha em comum no código fonte), que é estável, rápido e poderoso. Atualmente, o Linus é auxiliado por alguns hackers-sêniores (os Lieutenants), dentre os quais posso citar o Alan Cox e o Dave M. Mas quem tem a decisão final ainda é o Benevolent Dictator Linus Torvalds. Esse é o Linux propriamente dito. Sistema Operacional Linux O problema é que o kernel sozinho não faz absolutamente nada. Você precisa de um conjunto de aplicativos e bibliotecas para poder formar um sistema operacional. E boa parte desse resto já existia, muitos deles provenientes do projeto GNU. O projeto GNU, sob a liderança do carismático e polêmico Richard Stallman, queria (e ainda quer) criar um sistema operacional compatível com o UNIX mas, totalmente livre. Só que eles começaram a escrever primeiro os aplicativos e bibliotecas e deixaram o kernel (o Hurd) por último (é por isso que o Linus resolveu escrever o kernel, obviamente). Além do GNU, havia muitos outros programas, não menos importantes, feitos por outros autores e organizações, como o X, TeX, aplicativos BSD, Sendmail, Apache, Ghostscript etc. Todos eles funcionavam em ambientes UNIX, mas em sistemas operacionais proprietários como SunOS e Solaris (da Sun), HP-UX (da HP), AIX (da IBM), IRIX (da SGI), etc. Todos eles livres, usando licenças diferentes. Todos esses programas eram bons, confiáveis e muito usados, mas estavam um pouco dis- 4

5 persos, sem um núcleo (literalmente) que pudesse aglutiná-los e formar um sistema operacional completo. Aí surgiu o kernel Linux, que conseguiu, finalmente, tornar realidade um sonho perseguido há muitos anos. Depois, com o boom do Linux, surgiram muitos outros projetos livres que conquistaram não apenas os usuários Linux mas, outros sistemas operacionais compatíveis com o UNIX. Alguns exemplos são o KDE, o Gnome e o Gimp. Portanto, você deve saber que o Sistema Operacional Linux (que muitos preferem chamar de GNU/Linux como homenagem à grande importância do projeto GNU) é fruto do trabalho de muita gente e de muitas organizações independentes entre si, e não somente do Linus e seus seguidores. O fundamento desse sistema é o Código Aberto (Software Livre e/ou Open Source): foi a disponibilidade do código-fonte desses programas que possibilitou a criação de um sistema operacional robusto, versátil e utilizável em tão pouco tempo. Nos primeiros anos de existência do Linux, Linus Torvalds simplesmente disponibilizava o kernel e alguns comandos bem básicos. O usuário tinha que arranjar todos os demais programas, compilá-los, configurá-los, etc. Como isso é trabalhoso até mesmo para um hacker, alguém teve a brilhante idéia de disponibilizar os programas principais pré-compilados, de tal forma que o usuário só precisasse pegá-los e instalá-los. Assim nasceu a primeira distribuição, a MCC (Manchester Computer Centre) da Universidade de Manchester (informação fornecida pelo grande guru Roxo). Depois dele, surgiram (e desapareceram) várias distribuições, com diferentes características. Neste exato momento você deve estar se perguntando: Qual a melhor distribuição?. É uma pergunta impossível de ser respondida: depende muito do gosto de cada um, do seu conhecimento sobre o Linux e para que você vai usar o Linux. 1.2 O que é o Produto LIBERTASBR? Podemos definir o LIBERTASBR como: O LibertasBR é um sistema operacional para computadores, uma distribuição baseada no Debian/Linux, voltada para uso em Instituições Públicas, como escolas, hospitais, universidades e também em empresas privadas, pois possui uma solução completa para ambientes de escritórios e educacionais. Neste sentido, entendendo que o Linux, desenvolvido pela Debian, atenderá às funções básicas do sistema operacional (atualmente supridas pelo MS WINDOWS), tem-se empacotados no LibertasBR 1, dentre outros, os seguintes programas: ˆ KDE: desenvolvido e mantido pela Time KDE, uma rede mundial de engenheiros de software comprometidos com o desenvolvimento do software livre, ele nos permite ter uma interface com o sistema operacional muito semelhante à que temos hoje; ˆ Konqueror: responsável pelo gerenciamento de diretórios (função atualmente cumprida pelo MS Explorer); 1 O LIBERTASBR tem uma versão light que foi desenvolvida para laboratórios de informática em escolas, mas pode ser utilizada também em equipamentos mais antigos. Nesta versão foram empacotados o Linux Red Hat, o Mozilla e alguns acessórios que permitem, por exemplo, a edição de textos simples (Abiword). 5

6 ˆ Mozilla: permite ter acesso aos serviços da Internet (função cumprida no ambiente proprietário pelo Netscape e/ou pelo MS Internet Explorer); ˆ OpenOffice: substitui o MS Office nas tarefas de gerenciamento de escritório; ˆ GFTP: Disponibilizado para transferência de arquivos com segurança; ˆ Ark: Solução livre, também incluída no LIBERTASBR, para compactação de arquivos. ˆ Outros: Também será possível abrir documentos com a extensão PDF, através de versão LINUX do Acrobat. Logo, o LIBERTASBR não foi integralmente desenvolvido pela equipe do projeto, utiliza-se de produtos livres já estáveis na comunidade, em uso por outras instituições. Tampouco esta distribuição não foi obtida pela simples seleção e empacotamento de produtos já disponíveis na comunidade de software livre. Houve a necessidade de adaptar parâmetros de instalação e mesmo desenvolver rotinas específicas para as necessidades do projeto. 6

7 Capítulo 2 Explorando o LIBERTASBR 2.1 Procedimento de Login Figura 2.1: Tela de login do LibertasBR Esta é a tela de login do LIBERTASBR. Na caixa ao centro, você deve digitar seu login (nome da conta de internet) e senha. Ambos (Login e Senha) serão os mesmos que você utiliza na Internet. 7

8 2.2 Interface do LIBERTASBR KDE A interface do ambiente LIBERTASBR é similar ao Windows 95, que tem pouca diferença para o Windows NT. Assim, logo você dominará o novo ambiente. Figura 2.2: A interface do LIBERTASBR KDE

9 Em todo caso vale a pena trazer o menu iniciar do Windows NT e todas as opções que foram inseridas no LIBERTASBR (no menu K, pois os ícones das aplicações que aparecem no ambiente de trabalho terão um documento ou capítulo à parte). Figura 2.3: Menu iniciar do Windows Figura 2.4: Menu k do KDE No menu Editores, temos duas opções de editores simples de texto: KWrite e Kate: Figura 2.5: Menu Editores 9

10 No menu Gráficos, temos vários aplicativos gráficos para Linux: o Gimp (aplicativo para trabalho com imagens), KghostView (visualizador de arquivos em formato PDF e PS), Kuickshow (visualizador de imagens) e Pintor (programa de pintura): Figura 2.6: Menu Gráficos No menu Internet, temos o ICQ (aplicativo para troca de mensagens instantâneas), o Mozilla 1 e o Navegador Web Konqueror (ambos para navegação) e o Xchat (um cliente de bate-papo pela Internet): Figura 2.7: Menu Internet No menu Multimídia, temos o K3b, assim como o KsCD, excelentes programas para gravar CDs; Kmix (programa para mixagem de sons); Kmid (tocador de MIDI/karaokê); e o XMMS (para reproduzir músicas formato mp3). Figura 2.8: Menu Multimídia 1 A título de registro: a empresa Netscape abriu o código do seu navegador para a comunidade Linux, que então criou o Mozilla que, atualmente, está na versão

11 Open Office é a suíte de escritório. Nela estão os aplicativos do Koffice, incluindo uma ferramenta para edição de textos e criação de páginas na web (Writer e Writer/Web), planilha eletrônica (Calc) e gerador de apresentações (Impress), além de programas para desenhos, permitindo adicionar aos seus documentos diagramas e gráficos de alta qualidade (Draw) e um editor de fórmulas matemáticas (Math). Figura 2.9: Menu OpenOffice.org No menu Utilitários, encontramos várias ferramentas como: ˆ Dicas do Kandalf (um mago que dá dicas da utilização do KDE) ˆ Imprimir trabalhos (um gerenciador para impressões) ˆ KdeprintFax (um utilitário de Fax) ˆ Klipper (ferramenta de área de transferência) ˆ Meu Terminal (pode ser comparado ao Prompt de comandos do Windows (DOS) e permite executar comandos no sistema operacional LIBERTASBR). Figura 2.10: Menu k - utilitarios Outros menus: ˆ Ajuda (centro de ajuda do KDE) ˆ Encontrar arquivos (aplicativo para localizar arquivos no disco) ˆ Meus arquivos 11

12 ˆ Executar comandos (executa um comando digitado pelo usuário) ˆ Iniciar nova sessão (abre uma outra sessão da área de trabalho, a atual será escondida e uma nova tela de login será exibida) ˆ Bloquear a tela (bloqueia a tela com a proteção de tela atual; para desbloqueá-la, é necessário digitar a senha do usuário). ˆ O menu Sair é similar ao menu Desligar do Windows. As diferenças serão mencionadas ao final desta parte. Sair sai do KDE perguntando se deseja salvar as configurações feitas. Figura 2.11: Outras funções no menu K 2.3 Navegador da Internet O trabalho do navegador é exibir as páginas da Internet para que o usuário possa navegar, ou seja, caminhar entre as páginas. 12

13 Figura 2.12: Navegador Mozilla para Linux 2.4 Imprimindo no Mozilla Para imprimir páginas no Mozilla, clique em Arquivo / Imprimir. Aparecerá uma janela(imprimir). Na opção imprimir para, selecione Impressora. No campo Impressora, vá em Propriedades, digite lpr (para a impressora padrão do computador. Ou digite lpr -P<nome da impressora>, para as demais impressoras instaladas. As demais opções abaixo, se referem às configurações da impressão, que variam de acordo com a impressora. Figura 2.13: Caixa de diálogo para impressão no navegador Mozilla 13

14 Figura 2.14: Mozilla Mail para Linux 2.5 Cliente de 2.6 Gerenciador de arquivos O gerenciador de diretórios e arquivos utilizado pela distribuição LIBERTASBR é a ferramenta Konqueror. O Konqueror é um programa gerenciador de arquivos, ou seja, ele mostra os arquivos e diretórios de uma maneira simples e fácil de usar. Pode-se ter a visão de um diretório e de todos os outros arquivos e diretórios que ele possui. É através do Konqueror que se cria um diretório, apaga arquivos, muda arquivos de um diretório para outro, etc. O gerenciador de diretórios e arquivos equivalente no Windows é o Windows Explorer. 2.7 O que são arquivos? Arquivos são registros do mundo real no computador. Um texto, uma imagem ou uma música são bons exemplos de arquivos que podem ser manipulados em um computador. Para que os arquivos sejam manipulados é necessário que haja programas que possam operá-los e gravá-los no computador. 2.8 Onde ficam meus arquivos? Cada pessoa que usa o computador tem os seus próprios arquivos. Esses arquivos ficam em um diretório X em um servidor, que é um computador que armazena arquivos e programas, logo os arquivos não estão necessariamente no computador que a pessoa está usando mas podem estar em outro computador na mesma rede. Pelo fato de os arquivos estarem em um servidor, a pessoa que se identificar para usar um dos computadores poderá usar os seus arquivos da mesma maneira que qualquer computador da rede. 14

15 Figura 2.15: Gerenciador de arquivos Os arquivos de uma pessoa só podem ser alterados e manipulados por ela e também pelo responsável pela rede. Por isso existe uma identificação que indica quem é o dono dos arquivos. Os arquivos de uma pessoa estão no servidor em um diretório X com o nome do dono. Por exemplo: um aluno chamado Jaime da escola Universal teria os seus arquivos no servidor no diretório /home/jaime. Então, sempre que o usuário efetuar seu log in na máquina, o diretório padrão para salvamento dos arquivos será /home/<nome do usuário>. É neste diretório que você deve salvar seus arquivos pessoais. Assim, outros usuários não terão acesso. 2.9 Como organizar meus arquivos e diretórios Os diretórios são arquivos diferentes, arquivos que têm outros arquivos dentro. Os diretórios são muito úteis para que os arquivos fiquem mais organizados. Por exemplo: Uma pessoa possui os arquivos: prova, trabalho escolar, música e turismo. Seria muito mais organizado se a pessoa possuísse por exemplo dois diretórios com os nomes: escola e lazer. Dentro de escola teria os arquivos prova e trabalho escolar e dentro de lazer teria os arquivos música e turismo. Um diretório pode conter outros diretórios que por si contêm arquivos. O uso de diretórios nos ajuda a organizar nossos arquivos e nos facilita encontrá-los. 15

16 2.10 Caminhando pelos diretórios Para caminhar pelos diretórios deve-se clicar sobre eles para visualizar os arquivos e diretórios neles contidos. Caso seja necessário voltar ao diretório pai deve-se clicar no ícone azul em formato de seta para cima que se encontra no canto esquerdo superior da janela do Konqueror. Para retornar ao diretório que estava sendo visualizado anteriormente deve-se clicar no ícone azul em formato de seta para a esquerda que se encontra no canto esquerdo superior da janela do Konqueror Mostrando o painel de navegação Para uma melhor visualização dos diretórios no Konqueror, você deve utilizar o painel de navegação. É esta janela à esquerda do Konqueror, onde você visualiza a árvore de diretórios existente. Para selecioná-lo vá em Janela e clique em Mostrar Painel de Navegação, ou acione a tecla F9 (teclas superiores do teclado). Figura 2.16: Konqueror com painel de navegação 16

17 Figura 2.17: Konqueror sem painel de navegação Visualizando o painel de navegação, ao centro, temos alguns ícones que podem facilitar nosso trabalho. Os principais são: ˆ ˆ ˆ Quarto ícone - Diretório do usuário: caminha até o home do usuário; Penúltimo ícone - Diretório raiz: visualiza a árvore de diretórios; Último ícone - Gerenciador de impressão: remover trabalhos da(s) impressora(s) Alterando a fonte dos ícones Para alterar as fontes dos ícones no Konqueror, clique em Configurações / Configurar Konqueror. Aparecerá uma janela, selecione a opção Aparência (à esquerda). Na janela à direita, você pode alterar Fonte padrão e Tamanho da Fonte. 17

18 Figura 2.18: Caixa de diálogo preferências 2.13 Alterando o tamanho dos ícones É possível alterar o tamanho dos ícones no Konqueror, aumentando, ou mesmo diminuindo seu tamanho. Há duas maneiras de fazê-lo, ou mesmo diminuí-lo: ˆ No canto direito superior da tela, temos duas lupas. À direita com sinal de menos (-), que significa diminuir e à esquerda com sinal de mais (+), que significa aumentar. Basta clicar sobre o ícone para alterar seu tamanho. Figura 2.19: Para diminuir o tamanho dos ícones Figura 2.20: Para aumentar o tamanho dos ícones 18

19 ˆ Clique em Ver / Tamanho do ícone. Temos quatro opções de tamanho: Tamanho padrão grande médio pequeno. Basta clicar sobre a opção de sua escolha. Figura 2.21: Para alterar o tamanho dos ícones 2.14 Alterando o modo de visão dos ícones Para alterar o modo de visão dos ícones no Konqueror, clique em Ver / Modo de visão. Há cinco opções disponíveis: selecione a opção que mais lhe agradar. Figura 2.22: Modos de visão dos ícones 2.15 Criando uma estrutura de diretórios Para criar um diretório, clique com o botão direito do mouse com o ponteiro sobre uma área livre da janela do Konqueror. Um menu aparecerá e deve-se posicionar o ponteiro sobre o item Criar novo, então aparecerá um novo menu e deve-se clicar no item Diretório. 19

20 Figura 2.23: Para criar um novo diretório Uma janela aparecerá onde deve ser digitado o nome do diretório a ser criado. Após digitar corretamente o nome do diretório pressione o botão OK. Figura 2.24: Digite o nome do novo diretório O diretório com o nome escolhido aparecerá na janela do Konqueror dentro do diretório atual. Para continuar criando uma estrutura de diretórios, deve-se seguir para o diretório criado e repetir o processo Criando um arquivo texto Para criar um arquivo texto, clique com o botão direito do mouse com o ponteiro sobre uma área livre da janela do Konqueror. Um menu aparecerá e deve-se posicionar o ponteiro sobre o item Criar novo, então aparecerá um novo menu e deve-se clicar no item Arquivo-texto

21 Figura 2.25: Para criar um novo arquivo texto Uma janela aparecerá onde deve ser digitado o nome do arquivo texto a ser criado. Após digitar corretamente o nome do arquivo pressione o botão ok. O arquivo com nome escolhido aparecerá na janela do Konqueror dentro do diretório atual. Figura 2.26: Digite o nome do novo arquivo texto 2.17 Selecionando arquivos Quando formos utilizar qualquer função no Konqueror (copiar, cortar, apagar, mover, etc) com mais de um arquivo, é necessário selecioná-los para executar tal função. Existem dois tipos de seleção, o seqüencial (arquivos em seqüência) e alternado (arquivos separados). Para selecionar arquivos, você deve utilizar o modo de visão em árvore (Ver / Modo de visão / Visão em árvore). Na hora de selecionar os arquivos você deve arrastar o mouse sobre o mesmo, quando desaparecer a mãozinha e aparecer a seta, você deve dar o clique. Selecionando arquivos seqüenciais: você deve clicar com o mouse ao lado do primeiro arquivo, pressione a tecla shift no teclado, e clique com o mouse ao lado do último arquivo a ser selecionado. 21

22 Figura 2.27: Seleção de arquivos Selecionando arquivos alternados: você deve clicar com o mouse ao lado do primeiro arquivo, pressione a tecla ctrl no teclado, e clique com o mouse ao lado dos arquivos a serem selecionados. Figura 2.28: Seleção de arquivos alternados 22

23 2.18 Copiando arquivos Muitas vezes é necessário fazer uma cópia de algum arquivo. Para copiar um arquivo clique com o botão direito do mouse com o apontador sobre o ícone do arquivo e selecione o item copy (copiar). Figura 2.29: Para copiar arquivos Em seguida caminhe até o diretório de destino, clique com o botão direito sobre uma área livre da tela do Konqueror e selecione o item paste (colar). A cópia do arquivo aparecerá na tela do Konqueror no diretório escolhido. Figura 2.30: Para colar arquivos Você também pode copiar um arquivo, arrastando-o como o mouse. Clique sobre o arquivo, pressione a tecla Ctrl (no teclado), e arraste-o com o mouse até o local de destino Movendo arquivos É possível também mover arquivos de um diretório para outro sem que seja criada uma cópia deste arquivo. Para mover um arquivo clique com o botão direito do mouse com o apontador sobre o ícone do arquivo e selecione o item cut (cortar). 23

24 Figura 2.31: Para cortar arquivos Em seguida vá até o diretório de destino, clique com o botão direito sobre a área livre da tela do Konqueror e selecione o item paste (colar). Figura 2.32: Para colar arquivos O arquivo aparecerá agora na tela do Konqueror no diretório escolhido Apagando arquivos Quando for necessário remover um arquivo, você poderá optar por enviá-lo para a lixeira, ou removê-lo definitivamente. Para removê-lo definitivamente, deve-se clicar com o botão direito do mouse sobre o ícone do arquivo que deve ser apagado e selecione apagar. Figura 2.33: Para apagar arquivos Em seguida confirmar se o arquivo pode realmente ser apagado clicando em Delete (Apagar) ou Cancelar. 24

25 Para enviá-lo para a lixeira, deve-se clicar com o botão direito do mouse sobre o ícone do arquivo que deve ser apagado e selecione Mover para o lixo. Figura 2.34: Para mover arquivos para o lixo Para limpar a lixeira, navegue pele konqueror até o diretório Desktop, lá encontrará a lixeira, clique sobre o ícone da lixeira com o botão direito do mouse e selecione Esvaziar lata de lixo, apagando definitivamente os arquivos. Figura 2.35: Para esvaziar o lixo 2.21 Renomeando arquivos Quando for necessário renomear um arquivo ou diretório deve-se clicar com o botão direito do mouse sobre o ícone do arquivo ou diretório a ser renomeado, selecione renomear. Figura 2.36: Para renomear arquivos O nome atual do mesmo estará selecionado, basta digitar o novo nome e clicar em Enter Localizar arquivos Para localizar arquivos no Konqueror vá em Ferramentas / Procurar arquivo. 25

26 Figura 2.37: Para localizar arquivos Aparecerá uma janela, selecione a opção Nome/Localização. No campo Nome, você deve digitar o nome do arquivo que você quer encontrar. No campo Localização, você deve digitar o caminho onde está o arquivo que você procura. Vamos exemplificar: Jaime precisa encontrar um arquivo curso linux.pdf em seu diretório (home). No campo Nome ele digitará curso linux.pdf, e no campo Localização ele digitará: /home/jaime. Figura 2.38: Para localizar arquivos 2.23 Manipulando arquivos Para manipular arquivos deve-se clicar com o botão esquerdo do mouse com a seta sobre o ícone do arquivo desejado na tela do Konqueror. O arquivo será aberto em uma janela juntamente com o programa que o manipula, como por exemplo um arquivo de vídeo, que ao ser clicado será aberto juntamente com um programa de reprodução de vídeos. Os arquivos são representados no Konqueror por vários ícones diferentes sendo cada um referente a um tipo diferente como música, texto, diretório... Caso se deseje editar um arquivo texto deve-se seguir um procedimento um pouco diferente. Deve-se clicar com o botão direito do mouse com o apontador sobre o ícone do arquivo de texto em questão e selecionar o item Abre com do menu que surgirá na tela e então selecionar a opção Editor Avançado. 26

27 2.24 Editando o tipo de arquivo Quando o ícone de um arquivo, estiver com um ponto de interrogação, significa que o mesmo não está vinculado a nenhum aplicativo. Para vinculá-lo, clique com o botão direito do mouse sobre o ícone do arquivo. Selecione Editar tipo de arquivo. Figura 2.39: Editar o tipo de arquivo Aparecerá uma janela. Na opção geral, temos: ˆ Padrões de nome de arquivo: extensões de tipos de documentos que podem ser vinculados ao aplicativo. Para adicionar outras extensões de documentos, basta clicar em adicionar (opção à direita). ˆ Descrição: descreve o tipo de documento a ser editado. ˆ Ordem de preferência de aplicativo: Caminho ou comando do aplicativo a ser vinculado. Para adicionar um aplicativo, basta clicar em adicionar (opção à direita) Propriedades do arquivo Você pode alterar as propriedades de um arquivo ou diretório. Basta clicar com o botão direito do mouse sobre o ícone, clique em Propriedades. Aparecerá uma tela com informações do arquivo. Na opção Geral, você obtém informações sobre o tipo do arquivo, localização, tamanho, espaço livre em disco e também data e hora das últimas modificações neste arquivo. Veja o exemplo: 27

28 Figura 2.40: Propriedades de arquivo Na opção Permissões, você poderá alterar as permissões de acesso ao arquivo. Figura 2.41: Propriedades de Arquivo 2.26 Como utilizar o disquete ou cdrom Há duas maneiras de utilizarmos o disquete no LIBERTASBR. Pela área de trabalho (desktop) ou pelo Konqueror. Todo esse processo é bem prático. Vamos explicar, passo a passo, as duas maneiras. ˆ Acessando o disquete ou cdrom pela área de trabalho: Na área de trabalho, temos os ícones do disquete (Dispositivo de Disquete) e do cdrom (Dispositivo de CDROM). Para acessá-los, basta clicar duas vezes com o mouse sobre o ícone. Será aberta uma janela do Konqueror, com seu conteúdo. 28

29 Figura 2.42: Ícones para acessar CD-ROM e disquete ˆ Acessando o disquete ou cdrom pelo Konqueror: Também é possível acessar o disquete e o cdrom através do Konqueror. Os ícones correspondente estão no Desktop. Clicando em Desktop você encontrará os ícones do Disquete (Dispositivo de Disquete) e do CDROM (Dispositivo de CDROM). Para acessá-los basta clicar duas vezes com o botão esquerdo do mouse sobre o ícone do dispositivo que deseja utilizar, ou seja Dispositivo de disquete ou Dispositivo de CDROM. Será aberta uma nova janela do Konqueror com seu conteúdo Conteúdo do dispositivo de CDROM Após salvar, copiar, mover documentos, etc, você poderá retirar o disquete ou o cdrom normalmente, sem perda de dados Gerenciando impressão: O konqueror possui um gerenciador de impressão, que pode ser utilizado pelo usuário para executar funções de gerenciamento de impressão (visualizar os trabalhos (jobs) que estão na fila, cancelar impressão). Vejamos como utilizá-lo: Ao abrir o Konqueror, clique no último ícone da barra lateral (estrela) Serviços, a parte à esquerda da sua tela será exibida da seguinte maneira: Figura 2.43: Tela de serviços Para visualizar as impressoras instaladas em seu micro, basta clicar em Sistema de Impressão logo abaixo, clicar em Impressoras. À direita, você visualizará as impressoras instaladas 2 Você não precisa desmontar os dispositivos como nas versões anteriores 29

30 em seu micro. Figura 2.44: Sistema de Impressão Para gerenciar a fila de impressão, você deve clicar em Gerente na janela à esquerda e logo após no ícone referente à impressora na janela à direita, como na tela abaixo: Figura 2.45: Gerente de impressão Ao clicar sobre o ícone da impressora com que você está trabalhando, serão exibidas quatro abas(orelhas) que se referem a: ˆ Informação: exibe as informações sobre a impressora; ˆ Trabalhos: exibe os trabalhos em impressão e também os que se encontram na fila; ˆ Propriedades: exibe as propriedades da impressora; ˆ Instâncias: exibe informações sobre as instâncias. Observe que na barra de ferramentas há um ícone da lixeira. Este ícone não deverá ser utilizado pois o mesmo removerá o dispositivo que estiver selecionado. Veja a barra de ferramentas, abaixo: 30

31 Figura 2.46: Remove dispositivos Para remover trabalhos (arquivos) que foram enviados para impressão, iremos utilizar a aba (orelha) Trabalhos. Você poderá visualizar a fila de impressão, com os trabalhos que estão sendo impressos e também os trabalhos que estão na fila, ou seja esperando o final da impressão do arquivo anterior. Clique na aba Trabalhos. Figura 2.47: Para remover trabalhos Para remover os trabalhos é necessário clicar sobre o arquivo desejado com o botão direito do mouse e logo após clicar em remover. Vejamos o exemplo abaixo: Este processo deve ser realizado com os trabalhos que deseja remover. ˆ Na opção Trabalhos, há uma barra de ferramentas que pode ser utilizada pelo usuário. As ferramentas são (da esquerda para direita): manter: para a impressão do arquivo; continuar: prossegue a impressão de um trabalho que estava em pausa; remover: remove o trabalho da fila de impressão; mover para a impressora: você pode alternar para outra impressora, caso tenha mais de uma instalada em seu micro; reiniciar: reinicia o trabalho para impressão, caso tenha interrompido sua impressão; alternar trabalhos completos: alterna todo o trabalho e não parte do mesmo; mostrar somente trabalho do usuário: você pode visualizar somente os trabalhos enviados por você para a impressora, ou pode visualizar os trabalhos de todo o grupo. ˆ Vamos visualizar as opções da aba Instâncias. Clique sobre a mesma, você terá a seguinte tela: Nesta tela, você terá alguns recursos importantes. Explicaremos os principais: Definir como padrão: este recurso somente será usado quando houver mais de uma impressora instalada em seu micro. Exemplo: você tem uma impressora jato de tinta como padrão, logo, se você não alternar de impressora, seus trabalhos são impressos 31

32 Figura 2.48: Aba Instâncias na mesma. Você também possui uma impressora matricial instalada e precisa que seus trabalhos sejam impressos diretamente nela. Para isso, basta clicar sobre a impressora matricial e logo após clicar em Definir como padrão; Testar: para testar sua impressora, clique sobre o ícone da impressora na janela à esquerda e clique em Testar, é recomendável realizar este teste depois do procedimento anterior; Configurações: você pode configurar as propriedades de sua impressora como formato do papel, modo de cores (colorido ou em escala de cinza), margens, etc. Veja a tela de Configurações abaixo: Figura 2.49: Configurações da impressora Você também poderá visualizar a fila de impressão, clicando em Impressoras à esquerda. Clique no ícone da impressora, na janela à direita, que deseja visualizar. Aparecerá a tela a seguir, onde será visualizado o proprietário do trabalho, o nome do trabalho e o estado do trabalho (processando, finalizado, etc). 32

33 Figura 2.50: Tela de visualização da fila de impressão 2.29 Gerenciando tarefas: Quando algum aplicativo não estiver respondendo (travar), você pode finalizá-lo clicando com o botão direito do mouse sobre a janela do aplicativo na barra de tarefas (barra inferior da tela) e escolhendo a opção Matar. Assim o aplicativo será encerrado. Você também pode fechar o aplicativo escolhendo a opção Fechar. A diferença é que ao escolher a opção Fechar, você pode salvar modificações nos aplicativos e escolhendo a opção Matar, o aplicativo será encerrado automaticamente Como desligar o computador no LIBERTASBR Ao clicar na opção Sair, aparecerão três opções: Figura 2.51: Para desligar o computador 33

34 ˆ Sair do LIBERTASBR: Opção que deve ser utilizada pelo usuário para efetuar log off do ambiente LIBERTASBR. Ao marcar esta opção (que é padrão), dê um clique em Sim para retornar à tela de login inicial, onde o usuário poderá reiniciar ou desligar o computador. Clicando na opção sistema, o usuário poderá escolher entre reinicializar (onde o computador será reinicializado) ou parar (onde o computador será desligado. Ao aparecer a mensagem Power Down, o usuário deverá desligar o micro no botão liga/desliga). ˆ Desligar o computador: Esta opção só está disponível para usuário administrador (root). ˆ Reiniciar o LIBERTASBR: Esta opção só está disponível para usuário administrador (root). Para retornar à tela de login, ou seja, efetuar log off do ambiente LIBERTASBR, você também pode utilizar o teclado. Pressione ao mesmo tempo as teclas: Ctrl + Alt + Backspace Sempre que for se ausentar de seu local de trabalho, ou não for utilizar o microcomputador, saia do LIBERTASBR. Por questão de segurança, nunca deixe sua conta aberta. 34

35 Capítulo 3 Acionamento de Aplicativos não Rotineiros 3.1 Transferência de arquivos - Gftp Sempre que você precisar compartilhar um arquivo fora de seu condomínio, será necessário transferir o arquivo. Para isto, é necessário utilizar o serviço FTP. O FTP (File Transfer Protocol) é o protocolo para transferência de arquivos. Pode ser utilizado para copiar arquivos da rede para o computador do usuário e vice versa. Os navegadores de WWW podem fazer transferências de FTP, mas existem clientes específicos para a tarefa, como por exemplo o gftp, aplicativo utilizado no LIBERTASBR que permite a transferência no ambiente gráfico. Os usuários devem informar no cliente de FTP o endereço do servidor. É preciso ter uma conta no servidor e informar nome de usuário (username ou apelido) e senha, a menos que se trate de um servidor de FTP anônimo. FTP Anônimo: é o uso do FTP em localidades conectadas à INTERNET, que oferecem acesso público a parte dos seus arquivos, sem a necessidade do usuário ter conta nestas localidades. FTP Server (Servidor de FTP): Computador que tem arquivos de software acessíveis através de programas que utilizem o protocolo de transferência de arquivos, FTP. A conexão a um servidor de FTP pode ser anônima ou identificada. Normalmente quando você transfere via Navegador Internet (netscape) algum arquivo, você está fazendo uma conexão anônima, mas mesmo de um navegador internet, você poderá fazer uma conexão identificada, por exemplo Para fazer uma conexão anônima no local reservado para o usuário informe anonymous e na senha informe o seu Esta é a tela do gftp: 35

36 Figura 3.1: Tela do gftp Não se assuste com a aparente complexidade do programa, pois na verdade ele é muito simples. Nas páginas subseqüentes, serão apresentadas as partes importantes. Quando for realizada uma conexão anônima, basta informar o nome do servidor de FTP e teclar <Enter>. Visualize as telas abaixo: Figura 3.2: Informe o Host Figura 3.3: Informe o nome de usuário Figura 3.4: Informe a senha Observe que esta tela se refere à parte local, seu home (sua casa), e a tela seguinte (parte remota) se refere ao servidor de FTP, ao qual você está conectado. 36

37 Figura 3.5: Tela do gftp - seu home Figura 3.6: Tela do gftp - parte remota O uso do programa é bastante intuitivo: dê um duplo clique em qualquer lado (remoto ou local) que o arquivo clicado será transferido (copiado) para o outro lado. Mas, se você desejar selecionar vários arquivos ou até mesmo um diretório inteiro, escolha-os e clique em um dos botões para enviar/receber (upload/download), representados abaixo: 37

38 Figura 3.7: Tela do gftp Será necessário, em alguns casos configurar proxy de FTP e HTTP, portanto clique no menu FTP/Opções. Configuração do proxy de FTP: Figura 3.8: Configuração do proxy de FTP Configuração do proxy de HTTP: 38

39 Figura 3.9: Configuração do proxy de HTTP 3.2 Visualizador de PDF O Acrobat Reader é o módulo do programa Acrobat para leitura e impressão de arquivos gerados no formato pdf. Este formato é, muitas vezes, utilizado em downloads de sites da internet, ou mesmo em anexo de mensagens que recebemos. Seu funcionamento é muito similar ao do Microsoft Windows, com exceção de que os menus ainda estão em inglês. A versão do Acrobat Reader do LIBERTASBR é 5.0. Figura 3.10: Acrobat Reader para Linux 39

40 3.3 Compactador e Descompactador de arquivos O Ark (Zip Linux) é um software de compactação de arquivos, que proporciona a diminuição de arquivos extensos, com o objetivo da redução do tempo de transferência entre computadores, além de minimizar (quando houver) a falta de espaço no disco rígido ou disquete (dispositivo de armazenamento de dados). Figura 3.11: Visualização do Ark Iniciando o Ark Clique em Ark (ou Zip Linux) na sua área de trabalho ou clique em Iniciar/Acessórios/Ark (ou em Iniciar/Acessórios/Zip Linux). A seguinte tela, a janela principal do Ark, aparecerá: Figura 3.12: Tela principal do Ark 40

41 3.3.2 Barra de menu e barra de ferramentas: Barra de menu: Menu Arquivo ˆ Novo: Cria novo arquivo ˆ Abrir: Abre um arquivo existente ˆ Abrir Recente: Abre arquivo utilizado recentemente ˆ Salvar como: Grava o arquivo com outro nome ˆ Nova janela: Abre outra janela do Ark ˆ Recarregar: Recarrega o arquivo ˆ Fechar pacote: Fecha o arquivo atual ˆ Sair: Sai do programa Menu Editar: ˆ Selecionar: Permite a seleção de um arquivo ˆ Selecionar tudo: Seleciona todos os arquivos ˆ Desselecionar tudo: Desseleciona todos os arquivos ˆ Inverter Seleção: Inverte a seleção dos arquivos Observação: as funções do menu Editar só estarão disponíveis caso exista um arquivo compactado, e se referem aos arquivos dentro do mesmo. Menu Ação: ˆ Adicionar arquivo: Adiciona um arquivo ao arquivo aberto ˆ Adicionar diretório: Adiciona um diretório ao arquivo aberto ˆ Apagar: Apaga um arquivo ˆ Extrair: Extrai um arquivo Observação: as funções do menu Ação só estarão disponíveis caso exista um arquivo compactado, e referem-se aos arquivos dentro do mesmo. Clicando com o botão direito do Mouse dentro da janela principal do Ark: ˆ Mostrar Barra de Status: Exibe a barra de status ˆ Novo: Cria novo arquivo ˆ Abrir: Abre arquivo existente 41

42 ˆ Close: Fecha o arquivo atual ˆ Adicionar arquivo: Adiciona um arquivo ao arquivo aberto ˆ Adicionar diretório: Adiciona um arquivo ˆ Seleciona tudo: Seleciona todos os arquivos ˆ Ark Livro de mão: Ajuda do Ark (em inglês) Observação: Algumas das opções só estarão disponíveis, caso exista arquivo aberto. Barra de ferramentas: Figura 3.13: Barra de ferramentas do Ark Da esquerda para a direita: Novo arquivo, Abre arquivo, Adiciona arquivo(s), Adiciona diretório(s), Extrai arquivo(s), Apaga arquivo(s), Seleciona todos, Visualiza arquivo(s) Trabalhando com arquivos compactados: Criando um arquivo compactado: Clique em Arquivo/Novo ou no ícone correspondente. A janela Criar um novo pacote aparecerá: Figura 3.14: Para criar um novo pacote Navegue usando o mouse ou digite o diretório completo na caixa acima, à direita. Em seguida digite, na caixa Localização, o nome do arquivo a ser criado (ou clique em um arquivo compactado já existente, se quiser sobrescrevê-lo) e clique em Salvar. Agora que criamos um pacote, vamos colocar nossos arquivos dentro dele: Clique em Ação/Adicionar arquivo ou no ícone correspondente. Uma janela, como a abaixo aparecerá com o nome Selecionar diretório para adicionar. Navegue, como citado anteriormente, e clique nos arquivos desejados. Para selecioná-los (pode-se segurar <Shift> e clicar em dois arquivos para selecionar todos entre eles ou segurar <Ctrl> para selecionar mais de um arquivo) e clique em Ok. 42

43 Figura 3.15: Adicionar arquivo A mesma coisa pode ser feita para adicionar diretórios, só que devemos usar Ação/Adicionar diretório ou o ícone correspondente. Uma tela como a abaixo, será apresentada. Basta selecionar o diretório desejado e clicar em OK. Figura 3.16: Adicionar diretório Para extrair arquivos: ˆ Inicialmente, o arquivo compactado contendo os arquivos a serem extraídos deve estar aberto. Para isso, clique em Arquivo/Abrir ou no ícone correspondente. ˆ A janela Abrir, similar às anteriores, aparecerá. 43

44 Figura 3.17: Abrir arquivo compactado ˆ Selecione o arquivo a ser aberto e clique em OK. ˆ Repare que a janela principal agora exibe os arquivos contidos no arquivo aberto. Figura 3.18: Arquivo aberto no Ark 44

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