Vítor Caldeira. Presidente do Tribunal de Contas Europeu

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Vítor Caldeira. Presidente do Tribunal de Contas Europeu"

Transcrição

1 Os Tribunais de Contas e os desafios do futuro Vítor Caldeira Presidente do Tribunal de Contas Europeu Sessão solene comemorativa dos 160 anos do Tribunal de Contas Lisboa, 13 de Julho de 2009 ECA/09/46

2 Exmo. Senhor Presidente da República, Exmo. Senhor Presidente do Tribunal de Contas Excelências, Minhas Senhoras e meus Senhores, Gostaria de agradecer a Sua Excelência o Senhor Presidente do Tribunal de Contas o amável convite para estar hoje aqui presente. É com grande emoção que participo na celebração dos 160 anos do Tribunal de Contas de Portugal, cujo prestígio e credibilidade são inquestionáveis no quadro da nossa democracia representativa. Esta instituição, com funções de órgão do poder judicial e de auditor externo, soube sempre adaptar-se às mudanças com independência e elevado profissionalismo. Ao longo da sua história, Portugal mudou, o Mundo mudou e, mais importante, a posição de Portugal no Mundo também mudou. Enquanto Estado Membro da União Europeia, Portugal faz hoje parte de uma grande família de nações democráticas. Ao longo dos seus 160 anos, o Tribunal de Contas acompanhou esta mudança, evoluindo ele próprio de forma significativa, sendo hoje uma Instituição Superior de Controlo cuja actividade contribui de forma relevante para a promoção de uma cultura de responsabilidade e de boa gestão financeira em Portugal. Em meu nome e no do Tribunal de Contas Europeu, felicito vivamente o Tribunal de Contas de Portugal pelo seu aniversário, instituição com a qual mantemos desde há muito uma excelente relação de cooperação e amizade. 2

3 Exmo. Senhor Presidente da República, Minhas Senhoras e meus Senhores, A União Europeia enfrenta hoje desafios complexos e globais, nomeadamente os que decorrem da crise financeira, económica e social, das alterações climáticas e do desenvolvimento sustentável, que reclamam uma liderança política activa no sentido de uma maior coordenação e integração europeias. Responder a estes desafios exige, por um lado, uma acção coordenada a nível nacional, europeu e internacional e, por outro, uma mobilização muito importante de dinheiros públicos (basta lembrar que os montantes envolvidos nos planos nacionais de recuperação económica representam 5% do PNB dos Estados membros no período ). O sucesso das instituições políticas neste exercício, tanto ao nível da União como dos Estados membros, dependerá da sua capacidade para reter a confiança dos cidadãos da União Europeia o processo de ratificação do Tratado de Lisboa e o elevado grau de abstenção registado nas últimas eleições para o Parlamento Europeu são exemplos de que a confiança dos cidadãos não se deve dar por adquirida. É minha convicção que Instituições Superiores de Controlo independentes, como o Tribunal de Contas Europeu e o Tribunal de Contas de Portugal, desempenham um papel essencial no sentido de ajudar a manter esta confiança. A confiança dos cidadãos da União nas instituições deve, pois, ser construída com base nos princípios fundamentais de accountability e da transparência, os quais permitem aos cidadãos contribuintes saber em que medida o seu dinheiro está a ser utilizado criteriosamente e a atingir os objectivos pretendidos. Nas modernas sociedades democráticas, a auditoria pública independente desempenha um papel chave neste processo. Numa União Europeia alargada a 27 Estados membros tal constitui, por si só, um grande desafio que requer a cooperação e a coordenação de esforços das Instituições Superiores de Controlo dos Estados membros e do Tribunal de Contas Europeu. 3

4 Em que medida estes desafios são susceptíveis de conduzir a uma eventual redefinição do papel dos Tribunais de Contas, é a questão que me proponho abordar à luz da minha experiência no Tribunal de Contas Europeu. O auditor é, por vezes, caracterizado a meu ver injustamente como alguém que, após a batalha final, desfere o derradeiro golpe no soldado ferido. Na verdade, julgo que o auditor deve ser antes considerado como um médico, já que, através da sua acção, contribui de forma decisiva para manter as finanças públicas sãs. Penso que podemos identificar duas áreas principais em que os Tribunais de Contas prestam uma contribuição decisiva. Em primeiro lugar, os Tribunais de Contas proporcionam aos decisores e gestores públicos informação sobre o estado de saúde da gestão das finanças públicas seja identificando problemas ou boas práticas, seja formulando recomendações ou avaliando os progressos realizados. Em segundo lugar, os Tribunais de Contas devem dar o bom exemplo. Para os auditores públicos independentes tal significa estar preparado para ser transparente e para prestar contas de forma responsável. Na União Europeia, o trabalho desenvolvido pelo Tribunal de Contas Europeu ao longo de mais de 30 anos tem contribuído de forma efectiva para a promoção de uma cultura de transparência, de boa gestão financeira e de prestação de contas. Mais do que identificar problemas, o Tribunal procura dar a conhecer as boas práticas e estabelecer procedimentos adequados que promovam a accountability e a transparência. Procuramos, desta forma, fazer parte da solução, assistindo o Parlamento Europeu e o Conselho no exercício das suas funções de controlo da execução do orçamento comunitário. Através dos seus relatórios de auditoria destinados a facilitar o escrutínio público das instituições comunitárias (em particular da Comissão Europeia), o Tribunal pronuncia-se sobre a fiabilidade das contas comunitárias, o respeito das regras aplicáveis e o uso dos recursos da União de acordo com os princípios da economia, eficácia e eficiência. Fornece aquilo a que habitualmente se chama uma garantia para o conjunto da União. O Tribunal procura igualmente fomentar a introdução de medidas que contribuam para assegurar mecanismos apropriados de prestação de contas e transparência, mediante aconselhamento independente aos decisores políticos a propósito de propostas legislativas ou decisões relevantes em matéria de Finanças Públicas da União. Fá-lo sobretudo através das recomendações constantes dos seus relatórios, dos pareceres sobre projectos de regulamentos com incidência financeira e de decisões relativas à gestão financeira dos fundos 4

5 comunitários. Neste sentido, o Tribunal tem contribuído, de forma independente, para a melhoria da gestão e controlo das Finanças Públicas da União. Exemplo do que venho de referir é o parecer (2/2004) sobre o modelo de auditoria única (single audit) e proposta para um quadro de controlo interno comunitário, no qual o Tribunal defendeu haver margem para melhorar os sistemas de supervisão e controlo existentes, através de uma lógica de controlos em cadeia, da definição de normas comuns de controlo, bem como do reconhecimento pelas autoridades políticas da União de um nível tolerável de risco. De igual modo, no seu contributo (em 2008) para a reforma do orçamento da União, o Tribunal recomendou a aplicação dos princípios da clareza de objectivos, da simplificação e de realismo, bem como de accountability e transparência, aquando da concepção dos sistemas e procedimentos para a gestão e controlo dos programas de despesa financiados pelo orçamento comunitário. Os Tratados conferem ao Tribunal de Contas Europeu o mandato, os poderes e a independência necessárias para abordar estas questões. De igual modo, as respectivas Constituições conferem, regra geral, aos Tribunais de Contas dos Estados membros estatuto idêntico. Daí que, por vezes, se coloque a questão: porque não podem os fundos da União Europeia ser auditados ou pelos Tribunais de Contas Nacionais ou pelo Tribunal de Contas Europeu? Porque têm de ser auditados por ambos? A resposta a dar tem de considerar a forma como actualmente as politicas da União e o respectivo orçamento são adoptados e executados. O Tratado de Lisboa, cuja entrada em vigor poderá ocorrer antes do final do corrente ano se o processo de ratificação em curso for coroado de sucesso, reafirma a condição de Instituição do Tribunal de Contas Europeu, mantendo o respectivo estatuto, organização e poderes, bem como a forma de cooperação com os Tribunais de Contas nacionais. Porém, o art. 274º do Tratado da Comunidade Europeia, na sua nova redacção, parece pretender atribuir uma maior responsabilidade às autoridades nacionais ao prever que a execução do orçamento comunitário seja efectuada pela Comissão Europeia em cooperação com os Estados membros. Actualmente, mais de 90% das receitas do orçamento da União são provenientes dos orçamentos nacionais e mais de 80% das despesas passam pelos orçamentos nacionais, maxime as despesas agrícolas e estruturais. A aplicação do princípio da subsidiariedade ao domínio das Finanças Públicas da União implica, consequentemente, a existência de 5

6 diferentes níveis de gestão, controlo e auditoria quer ao nível da Comissão Europeia, quer ao nível dos Estados membros. Além disso, determinadas iniciativas da União, como sejam a Estratégia de Lisboa revista e o Plano Europeu de Recuperação Económica, fixam objectivos comuns a ser alcançados através de um conjunto de acções a desenvolver tanto ao nível das instituições comunitárias como dos Estados membros. Uma relativa sobreposição no âmbito de intervenção dos Tribunais de Contas nacionais e do Tribunal de Contas Europeu parece, pois, inevitável. Todavia, no domínio do controlo da utilização dos fundos comunitários julgo que desempenham papéis distintos, ainda que complementares. Na verdade, enquanto os Tribunais de Contas nacionais auditam a gestão dos fundos comunitários nos respectivos países, o Tribunal de Contas Europeu audita as políticas da União, não os Estados membros. E fá-lo desde a Comissão Europeia até aos beneficiários finais nos Estados membros. Desta forma, os cidadãos da União obtêm uma garantia relativamente às suas instituições nacionais, às instituições nacionais de outros Estados membros, bem como às instituições da União. Enquanto os Tribunais de Contas nacionais contribuem para a melhoria da gestão financeira no âmbito dos respectivos Estados membros, o Tribunal de Contas Europeu contribui para a partilha de boas práticas entre os Estados membros e para a melhoria da performance das próprias instituições da União. Os contribuintes esperam igualmente que as auditorias, para as quais contribuem através dos seus impostos, sejam efectuadas de forma eficiente e eficaz. No contexto da União Europeia, o Tribunal de Contas Europeu e as Instituições Superiores de Controlo dos Estados membros cooperam entre si, de forma bilateral e/ou multilateral, num espírito de confiança, mantendo embora a respectiva independência, assim contribuindo para a realização de auditorias eficientes e eficazes dos respectivos fundos. A cooperação pode revestir várias formas. Desde logo, os Tribunais de Contas nacionais facilitam, nomeadamente, a realização da nossa missão nos Estados membros. A este propósito, permitam-me que agradeça a todos os colegas do Tribunal de Contas de Portugal e, de forma especial, ao Senhor Presidente do Tribunal de Contas, a inestimável colaboração que sempre recebemos ao longo dos anos. 6

7 Depois, o Tribunal utiliza, de acordo com as normas internacionais de auditoria, o trabalho de outros auditores. Os seus relatórios incluem, sempre que possível, referências a constatações relevantes de Tribunais de Contas nacionais. Para além disso, o Comité de Contacto dos Presidentes dos Tribunais de Contas dos Estados membros e do Tribunal de Contas Europeu constitui um importante fórum de cooperação multilateral. A título exemplificativo, refiro a reunião de Dezembro de 2008, dada a importância das questões aí debatidas: a Reforma do Orçamento comunitário e a Estratégia de Lisboa. Na sequência desta reunião, discutiu-se em Fevereiro deste ano o Papel das Instituições Superiores de Controlo da União Europeia no contexto da crise económica e financeira, tema que será aprofundado na próxima reunião do Comité de Contacto a realizar em Dezembro próximo. Permitam-me ainda sublinhar a importância de organizações como a INTOSAI (a Organização Internacional de Instituições Superiores de Controlo) e a EUROSAI (a organização europeia correspondente). A este propósito, gostaria de saudar o Senhor Presidente do Tribunal de Contas, na sua qualidade de primeiro vice-presidente da EUROSAI, pelos temas muito relevantes que o próximo Congresso (a realizar em Lisboa em 2011) irá debater: a responsabilidade dos gestores públicos e o controlo pelas instituições de auditoria das entidades independentes de supervisão financeira. A complexidade e a natureza global dos desafios crescentes que a União enfrenta sublinham a necessidade de reforçar a cooperação entre as nossas instituições. Tal exercício deverá permitir que as mesmas funcionem como uma comunidade de profissionais, partilhando experiências e boas práticas, desenvolvendo normas e abordagens comuns de auditoria, analisando em conjunto os riscos que se colocam às Finanças Públicas e à respectiva gestão. É neste contexto particularmente difícil que se impõe, a meu ver, o estabelecimento de uma rede de cooperação entre o Tribunal de Contas Europeu e os Tribunais de Contas dos Estados membros, baseada num triângulo de valores fundamentais: accountability, transparência e confiança. Os Tribunais de Contas devem ainda prosseguir o objectivo de liderar pelo exemplo, promovendo eles próprios a transparência e a prestação de contas. Neste sentido, os Tribunais de Contas devem reportar, de forma oportuna, relevante, fiável e clara, informação relativa ao seu estatuto, mandato, estratégia, actividades, gestão financeira, operações e performance. A transparência deve abranger igualmente as constatações de auditoria, respectivas conclusões e recomendações, bem como o acesso do público a informação relativa aos Tribunais. 7

8 O Tribunal de Contas Europeu procura cumprir esta obrigação através do Relatório Anual de Actividades, que contém informação relativa à sua performance e aos resultados obtidos no ano precedente. Outra forma de cooperação que claramente demonstra o compromisso de transparência e prestação de contas é a participação em peer reviews. No final de 2008, foram publicados os resultados de uma revisão independente do Tribunal de Contas Europeu pelos seus pares, levada a cabo por uma equipa internacional de auditores das Instituições Superiores de Controlo da Áustria, Canadá, Noruega e Portugal, os quais concluíram que o Tribunal efectua o seu trabalho com independência e objectividade, e que a concepção dos procedimentos de auditoria está de acordo com as normas internacionais e as boas práticas das Instituições Superiores de Controlo. Exmo. Senhor Presidente da República, Minhas Senhoras e meus Senhores, 2009 é um ano importante para a União Europeia. Com efeito, o novo Parlamento Europeu terá a sua reunião constitutiva esta semana, uma nova Comissão iniciará funções no próximo Outono e, se o processo de ratificação for concluído, um novo Tratado o Tratado de Lisboa entrará em vigor. Mas este ano de 2009 será definitivamente marcado pela grave crise mundial. Os desafios colocados pela crise económica, financeira e social não sugerem facilidades. Todavia, não podem anular as grandes realizações europeias, como sejam o mercado interno e a União Económica e Monetária (celebramos este ano o 10º aniversário do Euro) que constituem pilares importantes da integração europeia. Num contexto de mudança social e económica, as oportunidades geradas no quadro da prestação de contas e da transparência exigem uma relação mais adequada entre a auditoria pública e o exercício dos poderes legislativo e orçamental. Um enfoque particular deve ser colocado na qualidade da gestão pública e na avaliação, crítica e objectiva, da eficácia dos diferentes programas de políticas públicas, o que ganha especial acuidade com a crise actual. 8

9 A auditoria pública deverá garantir que as estruturas, os procedimentos, a actuação dos gestores e a execução dos sistemas de gestão utilizam os recursos de acordo com as decisões dos órgãos competentes, obtendo os resultados e os serviços os bens comuns previstos pelos decisores democráticos. A auditoria pública poderá ainda desempenhar um papel acrescido no sentido de garantir a qualidade da supervisão. Este papel acrescido não prejudica a independência dos Tribunais de Contas. A Declaração do México sobre a independência das Instituições Superiores de Controlo, adoptada no último Congresso da INTOSAI, prevê expressamente que as mesmas colaborem com os governos e as entidades públicas na melhoria da gestão dos fundos públicos. A esta luz e no contexto da União Europeia, os Tribunais de Contas devem estar atentos à evolução do ambiente externo e antecipar o seu impacto sobre as Finanças Públicas da União. Acompanhar a execução dos planos de recuperação económica e a eficácia das medidas de combate à crise (acompanhando igualmente os seus riscos ao nível orçamental e macroeconómico), analisar a evolução da dívida e do deficit públicos, bem como avaliar os impactos decorrentes da implementação da Estratégia de Lisboa, são alguns exemplos de domínios que reclamam uma intervenção concertada entre os Tribunais de Contas dos Estados membros e o Tribunal de Contas Europeu no futuro. Segundo um célebre provérbio africano: Quem quer andar depressa viaja sozinho; quem quer ir longe viaja acompanhado!. A União Europeia efectua uma viagem e as instituições têm um longo caminho a percorrer e grandes desafios à sua frente, os quais requerem uma liderança política activa no sentido de uma maior coordenação e integração europeias. Através da cooperação e da coordenação de esforços para garantir a prestação de contas e promover a boa gestão e a transparência, as instituições independentes de auditoria, como o Tribunal de Contas de Portugal e o Tribunal de Contas Europeu, podem contribuir para ajudar a manter a confiança dos cidadãos nas respectivas instituições e na forma como as mesmas gerem as Finanças Públicas no conjunto da União Europeia. Longa vida ao Tribunal de Contas Português! Muito obrigado. 9

DISCURSO PROFERIDO POR VÍTOR CALDEIRA, PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE CONTAS EUROPEU

DISCURSO PROFERIDO POR VÍTOR CALDEIRA, PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE CONTAS EUROPEU TRIBUNAL DE CONTAS EUROPEU ECA/09/69 DISCURSO PROFERIDO POR VÍTOR CALDEIRA, PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE CONTAS EUROPEU ******* APRESENTAÇÃO DO RELATÓRIO ANUAL RELATIVO AO EXERCÍCIO DE 2008 À COMISSÃO DO

Leia mais

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS Bruxelas, 09.03.2001 COM(2001) 128 final 2001/0067 (ACC) VOLUME IV Proposta de DECISÃO DO CONSELHO Relativa à posição da Comunidade no Conselho de Associação sobre a

Leia mais

Intervenção de Sua Excelência. o Presidente da República Portuguesa. na Comissão Económica para a América. Latina e Caraíbas - CEPAL

Intervenção de Sua Excelência. o Presidente da República Portuguesa. na Comissão Económica para a América. Latina e Caraíbas - CEPAL Intervenção de Sua Excelência o Presidente da República Portuguesa na Comissão Económica para a América Latina e Caraíbas - CEPAL Santiago do Chile, 7 de Novembro de 2007 Senhor Secretário Executivo da

Leia mais

RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO DE PORTUGAL 5º CICLO CRIMINALIDADE FINANCEIRA E INVESTIGAÇÕES FINANCEIRAS

RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO DE PORTUGAL 5º CICLO CRIMINALIDADE FINANCEIRA E INVESTIGAÇÕES FINANCEIRAS RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO DE PORTUGAL 5º CICLO CRIMINALIDADE FINANCEIRA E INVESTIGAÇÕES FINANCEIRAS Muito obrigado Senhor Presidente. E muito bom dia a todos os colegas! Considerando que esta é a minha primeira

Leia mais

INTERVENÇÃO DE SUA EXCELÊNCIA O MINISTRO DAS OBRAS PÚBLICAS, TRANSPORTES E COMUNICAÇÕES. Eng. Mário Lino. Cerimónia de Abertura do WTPF-09

INTERVENÇÃO DE SUA EXCELÊNCIA O MINISTRO DAS OBRAS PÚBLICAS, TRANSPORTES E COMUNICAÇÕES. Eng. Mário Lino. Cerimónia de Abertura do WTPF-09 INTERVENÇÃO DE SUA EXCELÊNCIA O MINISTRO DAS OBRAS PÚBLICAS, TRANSPORTES E COMUNICAÇÕES Eng. Mário Lino Cerimónia de Abertura do WTPF-09 Centro de Congressos de Lisboa, 22 de Abril de 2009 (vale a versão

Leia mais

X CONGRESSO DOS REVISORES OFICIAIS DE CONTAS. 1.ª Sessão Supervisão do sistema financeiro

X CONGRESSO DOS REVISORES OFICIAIS DE CONTAS. 1.ª Sessão Supervisão do sistema financeiro X CONGRESSO DOS REVISORES OFICIAIS DE CONTAS 1.ª Sessão Supervisão do sistema financeiro Permitam-me uma primeira palavra para agradecer à Ordem dos Revisores Oficiais de Contas pelo amável convite que

Leia mais

Tendo em conta o Tratado que institui a Comunidade Europeia, nomeadamente o terceiro parágrafo do artigo 159º,

Tendo em conta o Tratado que institui a Comunidade Europeia, nomeadamente o terceiro parágrafo do artigo 159º, REGULAMENTO (CE) Nº 1082/2006 DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO de 5 de Julho de 2006 relativo aos agrupamentos europeus de cooperação territorial (AECT) O PARLAMENTO EUROPEU E O CONSELHO DA UNIÃO EUROPEIA,

Leia mais

de 9 de Março de 2005

de 9 de Março de 2005 24.3.2005 PT Jornal Oficial da União Europeia L 79/1 I (Actos cuja publicação é uma condição da sua aplicabilidade) DECISÃO N. O 456/2005/CE DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO de 9 de Março de 2005 que

Leia mais

Sessão de Abertura Muito Bom dia, Senhores Secretários de Estado Senhor Presidente da FCT Senhoras e Senhores 1 - INTRODUÇÃO

Sessão de Abertura Muito Bom dia, Senhores Secretários de Estado Senhor Presidente da FCT Senhoras e Senhores 1 - INTRODUÇÃO Sessão de Abertura Muito Bom dia, Senhores Secretários de Estado Senhor Presidente da FCT Senhoras e Senhores 1 - INTRODUÇÃO Gostaria de começar por agradecer o amável convite que a FCT me dirigiu para

Leia mais

Reestruturar o Sector Empresarial do Estado

Reestruturar o Sector Empresarial do Estado PROJECTO DE RESOLUÇÃO N.º 458/XI/2.ª Reestruturar o Sector Empresarial do Estado A descrição de carácter económico-financeiro apresentada na próxima secção não deixa dúvidas sobre a absoluta necessidade

Leia mais

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS. Projecto de

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS. Projecto de PT PT PT COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS Bruxelas, 27.6.2008 SEC(2008) 2109 final Projecto de DECISÃO DO PARLAMENTO EUROPEU, DO CONSELHO, DA COMISSÃO, DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA, DO TRIBUNAL DE CONTAS,

Leia mais

RESOLUÇÃO N.º /2011. Cumprir ou justificar no universo das empresas públicas não financeiras

RESOLUÇÃO N.º /2011. Cumprir ou justificar no universo das empresas públicas não financeiras RESOLUÇÃO N.º /2011 Cumprir ou justificar no universo das empresas públicas não financeiras A Assembleia da República resolve, nos termos do n.º 5 do artigo 166.º da Constituição, recomendar ao Governo

Leia mais

REGULAMENTO DO COLÉGIO DA ESPECIALIDADE DE URBANISMO

REGULAMENTO DO COLÉGIO DA ESPECIALIDADE DE URBANISMO REGULAMENTO DO COLÉGIO DA ESPECIALIDADE DE URBANISMO PREÂMBULO CAPÍTULO I - DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 1.º Objecto Artigo 2.º Princípios Artigo 3.º Finalidades Artigo 4.º Atribuições Artigo 5.º Relações

Leia mais

PROGRAMA DE ACÇÃO COMUNITÁRIO RELATIVO À VIGILÂNCIA DA SAÚDE. PROGRAMA DE TRABALHO PARA 2000 (Nº 2, alínea b), do artigo 5º da Decisão nº 1400/97/CE)

PROGRAMA DE ACÇÃO COMUNITÁRIO RELATIVO À VIGILÂNCIA DA SAÚDE. PROGRAMA DE TRABALHO PARA 2000 (Nº 2, alínea b), do artigo 5º da Decisão nº 1400/97/CE) PROGRAMA DE ACÇÃO COMUNITÁRIO RELATIVO À VIGILÂNCIA DA SAÚDE VERSION FINALE PROGRAMA DE TRABALHO PARA 2000 (Nº 2, alínea b), do artigo 5º da Decisão nº 1400/97/CE) 1. INTRODUÇÃO As actividades da União

Leia mais

Comissão apresenta estratégia europeia para a energia

Comissão apresenta estratégia europeia para a energia Comissão apresenta estratégia europeia para a energia Numa época em que se assiste a importantes reestruturações empresariais no sector energético a nível europeu, a Comissão Europeia estabeleceu as bases

Leia mais

DISCURSO ABERTURA DO SEMINÁRIO DA OISC CPLP HOTEL PESTANA, 10 DE JUNHO DE 2013, SUA EXCELÊNCIA O PRESIDENTE DA ASSEMBLEIA NACIONAL;

DISCURSO ABERTURA DO SEMINÁRIO DA OISC CPLP HOTEL PESTANA, 10 DE JUNHO DE 2013, SUA EXCELÊNCIA O PRESIDENTE DA ASSEMBLEIA NACIONAL; DISCURSO ABERTURA DO SEMINÁRIO DA OISC CPLP HOTEL PESTANA, 10 DE JUNHO DE 2013, SUA EXCELÊNCIA O PRESIDENTE DA REPÚBLICA; SUA EXCELÊNCIA O PRESIDENTE DA ASSEMBLEIA NACIONAL; MERITÍSSIMO JUIZ CONSELHEIRO

Leia mais

IV Fórum do Sector Segurador e Fundos de Pensões. Lisboa, 15 de Abril de 2009

IV Fórum do Sector Segurador e Fundos de Pensões. Lisboa, 15 de Abril de 2009 IV Fórum do Sector Segurador e Fundos de Pensões Lisboa, 15 de Abril de 2009 Foi com todo o gosto e enorme interesse que aceitei o convite do Diário Económico para estar presente neste IV Fórum do sector

Leia mais

Em caso de eventuais diferenças, faz fé o discurso proferido.

Em caso de eventuais diferenças, faz fé o discurso proferido. PT Discurso Lisboa, 16 de Novembro de 2015 Discurso proferido por Vítor Caldeira, Presidente do Tribunal de Contas Europeu Apresentação do Relatório Anual relativo ao exercício de 2014 Tribunal de Contas

Leia mais

INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO PROGRAMA AFERIÇÃO

INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO PROGRAMA AFERIÇÃO INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO PROGRAMA AFERIÇÃO EFECTIVIDADE DA AUTO-AVALIAÇÃO DAS ESCOLAS PROJECTO ESSE Orientações para as visitas às escolas 1 Introdução As visitas às escolas realizadas segundo o modelo

Leia mais

Serviços de Acção Social do IPVC. Normas de funcionamento da Bolsa de Colaboradores

Serviços de Acção Social do IPVC. Normas de funcionamento da Bolsa de Colaboradores Aprovadas pelo Conselho de Acção Social do IPVC em 1 de Fevereiro de 2011 Serviços de Acção Social do IPVC Normas de funcionamento da Bolsa de Colaboradores O Conselho de Acção Social do Instituto Politécnico

Leia mais

Gostaria igualmente de felicitar Sua Excelência o Embaixador William John Ashe, pela forma como conduziu os trabalhos da sessão precedente.

Gostaria igualmente de felicitar Sua Excelência o Embaixador William John Ashe, pela forma como conduziu os trabalhos da sessão precedente. Discurso de Sua Excelência Manuel Vicente, Vice-Presidente da República de Angola, na 69ª sessão da Assembleia-Geral das Nações Unidas Nova Iorque, 29 de Setembro de 2014 SENHOR PRESIDENTE, SENHOR SECRETÁRIO-GERAL,

Leia mais

OS DIREITOS DOS PASSAGEIROS DE TRANSPORTE AÉREO

OS DIREITOS DOS PASSAGEIROS DE TRANSPORTE AÉREO OS DIREITOS DOS PASSAGEIROS DE TRANSPORTE AÉREO Dia 17 de Fevereiro entrou em vigor o Regulamento (CE) n.º 261/2004, do Parlamento Europeu e do Conselho, de 11 de Fevereiro de 2004, que estabelece regras

Leia mais

A COMUNIDADE EUROPEIA (a seguir designada por "a Comunidade"), O REINO DA BÉLGICA, A REPÚBLICA CHECA, O REINO DA DINAMARCA,

A COMUNIDADE EUROPEIA (a seguir designada por a Comunidade), O REINO DA BÉLGICA, A REPÚBLICA CHECA, O REINO DA DINAMARCA, ACORDO DE COOPERAÇÃO RELATIVO A UM SISTEMA MUNDIAL DE NAVEGAÇÃO POR SATÉLITE (GNSS) PARA UTILIZAÇÃO CIVIL ENTRE A COMUNIDADE EUROPEIA E OS SEUS ESTADOS-MEMBROS, POR UM LADO, E O REINO DE MARROCOS, POR

Leia mais

NERSANT Torres Novas. Apresentação e assinatura do contrato e-pme. Tópicos de intervenção

NERSANT Torres Novas. Apresentação e assinatura do contrato e-pme. Tópicos de intervenção G ABINETE DO M INISTRO NERSANT Torres Novas Apresentação e assinatura do contrato e-pme Tópicos de intervenção Senhor Secretário de Estado Adjunto da Indústria e Inovação, António Castro Guerra Senhor

Leia mais

ANEXO III REGULAMENTO DE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO

ANEXO III REGULAMENTO DE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO ANEXO III REGULAMENTO DE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO Artigo 1.º Âmbito 1 - O presente regulamento de avaliação de desempenho aplica-se a todos os docentes que se encontrem integrados na carreira. 2 - A avaliação

Leia mais

Jornal Oficial nº L 018 de 21/01/1997 p. 0001-0006

Jornal Oficial nº L 018 de 21/01/1997 p. 0001-0006 Directiva 96/71/CE do Parlamento Europeu e do Conselho de 16 de Dezembro de 1996 relativa ao destacamento de trabalhadores no âmbito de uma prestação de serviços Jornal Oficial nº L 018 de 21/01/1997 p.

Leia mais

Impostos sobre os veículos automóveis ligeiros de passageiros *

Impostos sobre os veículos automóveis ligeiros de passageiros * P6_TA(2006)0334 Impostos sobre os veículos automóveis ligeiros de passageiros * Resolução legislativa do Parlamento Europeu sobre uma proposta de directiva do Conselho relativa à tributação aplicável aos

Leia mais

CAPÍTULO I Disposições gerais

CAPÍTULO I Disposições gerais ESTATUTOS DO CONSELHO DAS FINANÇAS PÚBLICAS Aprovados pela Lei n.º 54/2011, de 19 de outubro, com as alterações introduzidas pelo artigo 187.º da Lei n.º 82-B/2014, de 31 de dezembro (Grafia adaptada em

Leia mais

I Fórum Crédito e Educação Financeira

I Fórum Crédito e Educação Financeira 25 de Janeiro de 2012 Pedro Duarte Neves A Importância Estratégica da Formação Financeira 2 A LITERACIA FINANCEIRA É UM PILAR ESTRATÉGICO DA ACTUAÇÃO DO BANCO DE PORTUGAL O Banco de Portugal tem dedicado

Leia mais

Seminário Energia e Cidadania 23 de Abril de 2009 Auditório CIUL

Seminário Energia e Cidadania 23 de Abril de 2009 Auditório CIUL Seminário Energia e Cidadania 23 de Abril de 2009 Auditório CIUL Começo por agradecer a todos terem vindo a este seminário. Em especial à Senhora Secretária de Estado que muito nos honra com a sua presença

Leia mais

MINISTÉRIO DOS NEGÓCIOS ESTRANGEIROS

MINISTÉRIO DOS NEGÓCIOS ESTRANGEIROS MINISTÉRIO DOS NEGÓCIOS ESTRANGEIROS Sessão Pública: Coerência das Políticas: O Desafio do Desenvolvimento Auditório Novo da Assembleia da República 19 de Janeiro de 2011 Apresentação Pública do Exame

Leia mais

Análise jurídica para a ratificação da Convenção 102 da OIT

Análise jurídica para a ratificação da Convenção 102 da OIT Análise jurídica para a ratificação da Convenção 102 da OIT A análise do quadro jurídico para a ratificação da Convenção 102 da OIT por Cabo Verde, inscreve-se no quadro geral da cooperação técnica prestada

Leia mais

1. Tradicionalmente, a primeira missão do movimento associativo é a de defender os

1. Tradicionalmente, a primeira missão do movimento associativo é a de defender os A IMPORTÂNCIA DO MOVIMENTO ASSOCIATIVO NA DINAMIZAÇÃO DA ACTIVIDADE EMPRESARIAL 1. Tradicionalmente, a primeira missão do movimento associativo é a de defender os interesses das empresas junto do poder

Leia mais

REGULAMENTO DA AGMVM N.º 1/2012 SUPERVISÃO PRUDENCIAL

REGULAMENTO DA AGMVM N.º 1/2012 SUPERVISÃO PRUDENCIAL REGULAMENTO DA AGMVM N.º 1/2012 SUPERVISÃO PRUDENCIAL A recente crise financeira internacional em que vivemos e os seus efeitos no sector financeiro suscitaram uma profunda reflexão internacional sobre

Leia mais

Casa do Direito, Abre essa porta!

Casa do Direito, Abre essa porta! Casa do Direito, Abre essa porta! Apresentação do Projecto Organização Actividades Decreto-lei nº62/2005 de 10 de Outubro Garantir a protecção e o exercício dos direitos do cidadão bem como a observância

Leia mais

Análise financeira e gestão de riscos no setor segurador

Análise financeira e gestão de riscos no setor segurador Análise financeira e gestão de riscos no setor segurador Intervenção do Presidente do ISP, Professor Doutor José Figueiredo Almaça, na Entrega de Diplomas do 11º Curso de Pós Graduação em Análise Financeira,

Leia mais

3574 DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIE-A N. o 139 18 de Junho de 2003 MINISTÉRIO DA CIÊNCIA E DO ENSINO SUPERIOR

3574 DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIE-A N. o 139 18 de Junho de 2003 MINISTÉRIO DA CIÊNCIA E DO ENSINO SUPERIOR 3574 DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIE-A N. o 139 18 de Junho de 2003 MINISTÉRIO DA CIÊNCIA E DO ENSINO SUPERIOR Decreto-Lei n. o 120/2003 de 18 de Junho A Lei Orgânica do Ministério da Ciência e do Ensino Superior,

Leia mais

RESUMO. Contribuição da UE: 128 165 000 EUR Base jurídica Artigo 6. do Regulamento (CE) n.º 1889/2006 de 20.12.2006 (JO L 386 de 29.12.2006, p.

RESUMO. Contribuição da UE: 128 165 000 EUR Base jurídica Artigo 6. do Regulamento (CE) n.º 1889/2006 de 20.12.2006 (JO L 386 de 29.12.2006, p. RESUMO Programa de Ação Anual 2013, ao abrigo do Instrumento Europeu para a Democracia e os Direitos Humanos (IEDDH), a financiar pela rubrica orçamental 19 04 01 do orçamento geral da União Europeia 1.

Leia mais

CONSELHO DA UNIÃO EUROPEIA. Bruxelas, 15 de Maio de 2007 (OR. en) 9556/07 DEVGEN 88 RELEX 346 FIN 229 WTO 116 ONU 24

CONSELHO DA UNIÃO EUROPEIA. Bruxelas, 15 de Maio de 2007 (OR. en) 9556/07 DEVGEN 88 RELEX 346 FIN 229 WTO 116 ONU 24 CONSELHO DA UNIÃO EUROPEIA Bruxelas, 15 de Maio de 2007 (OR. en) 9556/07 DEVGEN 88 RELEX 346 FIN 229 WTO 116 ONU 24 NOTA de: Secretariado-Geral data: 15 de Maio de 2007 n.º doc. ant.: 9179/07 Assunto:

Leia mais

DECRETO LEGISLATIVO REGIONAL N.º 014/2003

DECRETO LEGISLATIVO REGIONAL N.º 014/2003 DECRETO LEGISLATIVO REGIONAL N.º 014/2003 REESTRUTURA OS FUNDOS ESCOLARES DOS ESTABELECIMENTOS DE ENSINO E EXTINGUE O FUNDO REGIONAL DE ACÇÃO SOCIAL ESCOLAR Criado pelo Decreto Regulamentar Regional n.º

Leia mais

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS. Recomendação de PARECER DO CONSELHO

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS. Recomendação de PARECER DO CONSELHO COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS Bruxelas, 13.2.2007 SEC(2007) 190 final Recomendação de PARECER DO CONSELHO em conformidade com o n.º 3 do artigo 9º do Regulamento (CE) n.º 1466/97 do Conselho, de 7

Leia mais

INTERVENÇÃO DE S.EXA. O SECRETÁRIO DE ESTADO DO TURISMO, DR.BERNARDO TRINDADE, NA SESSÃO DE ABERTURA DO XXXIII CONGRESSO DA APAVT

INTERVENÇÃO DE S.EXA. O SECRETÁRIO DE ESTADO DO TURISMO, DR.BERNARDO TRINDADE, NA SESSÃO DE ABERTURA DO XXXIII CONGRESSO DA APAVT INTERVENÇÃO DE S.EXA. O SECRETÁRIO DE ESTADO DO TURISMO, DR.BERNARDO TRINDADE, NA SESSÃO DE ABERTURA DO XXXIII CONGRESSO DA APAVT TURISMO: TENDÊNCIAS E SOLUÇÕES Exmos. Senhores Conferencistas, Antes de

Leia mais

2009 BIAC Business Roundtable. Responding to the global economic crisis OECD s role in promoting open markets and job creation. 21 de Maio de 2009

2009 BIAC Business Roundtable. Responding to the global economic crisis OECD s role in promoting open markets and job creation. 21 de Maio de 2009 2009 BIAC Business Roundtable Responding to the global economic crisis OECD s role in promoting open markets and job creation 21 de Maio de 2009 Intervenção do Ministro de Estado e das Finanças Fernando

Leia mais

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS PT PT PT COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS Bruxelas, 18.2.2009 COM(2009) 64 final COMUNICAÇÃO DA COMISSÃO AO PARLAMENTO EUROPEU, AO CONSELHO, AO COMITÉ ECONÓMICO E SOCIAL EUROPEU E AO COMITÉ DAS REGIÕES

Leia mais

MINISTÉRIO DA HOTELARIA E TURISMO

MINISTÉRIO DA HOTELARIA E TURISMO República de Angola MINISTÉRIO DA HOTELARIA E TURISMO DISCURSO DE SUA EXCELÊNCIA, DR. PAULINO BAPTISTA, SECRETÁRIO DE ESTADO PARA A HOTELARIA DA REPÚBLICA DE ANGOLA, DURANTE A VIII REUNIÃO DE MINISTROS

Leia mais

Conferência sobre a Nova Lei das Finanças Locais

Conferência sobre a Nova Lei das Finanças Locais Conferência sobre a Nova Lei das Finanças Locais Exmo. Sr. Bastonário da Ordem dos Técnicos Oficiais de Contas, Dr. Domingues de Azevedo, Exmos. Senhores Presidentes de Câmaras Municipais, Demais Entidades,

Leia mais

( «Jornal Oficial da União Europeia» L 157 de 30 de Abril de 2004 ) de 29 de Abril de 2004

( «Jornal Oficial da União Europeia» L 157 de 30 de Abril de 2004 ) de 29 de Abril de 2004 Rectificação ao Regulamento (CE) n. o 847/2004 do Parlamento Europeu e do Conselho, de 29 de Abril de 2004, relativo à negociação e aplicação de acordos de serviços aéreos entre Estados Membros e países

Leia mais

MOTIVAÇÃO. Alan G. Robinson Autor do livro Ideas are Free

MOTIVAÇÃO. Alan G. Robinson Autor do livro Ideas are Free MOTIVAÇ ÃO MOTIVAÇÃO Em cada dia, em todo o mundo, milhões de empregados identificam problemas e oportunidades que as suas chefias não conseguem ver e têm centenas de ideias para poupar tempo, ou dinheiro,

Leia mais

Tomada de posse do Novo Presidente do Instituto de Seguros de Portugal. Intervenção do Ministro de Estado e das Finanças. - 2 de Outubro de 2006 -

Tomada de posse do Novo Presidente do Instituto de Seguros de Portugal. Intervenção do Ministro de Estado e das Finanças. - 2 de Outubro de 2006 - Tomada de posse do Novo Presidente do Instituto de Seguros de Portugal Intervenção do Ministro de Estado e das Finanças - 2 de Outubro de 2006 - Senhores Secretários de Estado, Senhor Presidente do Instituto

Leia mais

Finantia SGFTC, S.A. Relatório e Contas 2012

Finantia SGFTC, S.A. Relatório e Contas 2012 Finantia SGFTC, S.A. Relatório e Contas 2012 Finantia S.G.F.T.C., S.A. Rua General Firmino Miguel, nº 5 1º 1600-100 Lisboa Matrícula na Conservatória do Registo Comercial de Lisboa e Pessoa Colectiva nº

Leia mais

Declaração de Lima sobre as linhas mestras de controlo das Finanças Públicas. Prefácio

Declaração de Lima sobre as linhas mestras de controlo das Finanças Públicas. Prefácio Declaração de Lima sobre as linhas mestras de controlo das Finanças Públicas Prefácio Quando a Declaração de Lima, das directivas sobre os princípios do controlo, foi adoptada por unanimidade pelos delegados

Leia mais

MINISTÉRIO DAS OBRAS PÚBLICAS, TRANSPORTES E COMUNICAÇÕES Gabinete do Ministro INTERVENÇÃO DE SUA EXCELÊNCIA O MINISTRO DAS

MINISTÉRIO DAS OBRAS PÚBLICAS, TRANSPORTES E COMUNICAÇÕES Gabinete do Ministro INTERVENÇÃO DE SUA EXCELÊNCIA O MINISTRO DAS INTERVENÇÃO DE SUA EXCELÊNCIA O MINISTRO DAS OBRAS PÚBLICAS, TRANSPORTES E COMUNICAÇÕES Eng.º Mário Lino por ocasião da Sessão REDES DE NOVA GERAÇÃO 2009 Fundação das Comunicações, 7 Janeiro 2009 (Vale

Leia mais

Conselho Nacional de Supervisores Financeiros. Better regulation do sector financeiro

Conselho Nacional de Supervisores Financeiros. Better regulation do sector financeiro Conselho Nacional de Supervisores Financeiros Better regulation do sector financeiro Relatório da Consulta Pública do CNSF n.º 1/2007 1 CONSELHO NACIONAL DE SUPERVISORES FINANCEIROS RELATÓRIO DA CONSULTA

Leia mais

Reunião Transfonteiriça Espanha Portugal SUMÁRIO. Boletim Informativo n.º 25. Balanço do 25.º Aniversário da Adesão à UE e Desafios para 2012

Reunião Transfonteiriça Espanha Portugal SUMÁRIO. Boletim Informativo n.º 25. Balanço do 25.º Aniversário da Adesão à UE e Desafios para 2012 Boletim Informativo n.º 25 SUMÁRIO REUNIÃO TRANSFONTEIRIÇA ESPANHA- PORTUGAL Pág. 1 MECANISMO INTERLIGAR EUROPA GALILEO SATELITE EUROPEU Pág. 2 FRONTEIRAS INTELIGENTES Pág. 3 LUTA CONTRA AS NOVAS DROGAS

Leia mais

www.economiaemercado.sapo.ao Agosto 2015

www.economiaemercado.sapo.ao Agosto 2015 54 CAPA www.economiaemercado.sapo.ao Agosto 2015 CAPA 55 ENTREVISTA COM PAULO VARELA, PRESDIDENTE DA CÂMARA DE COMÉRCIO E INDÚSTRIA PORTUGAL ANGOLA O ANGOLA DEVE APOSTAR NO CAPITAL HUMANO PARA DIVERSIFICAR

Leia mais

Diretiva (UE) 2016/97 do Parlamento Europeu e do Conselho de 20 de janeiro de 2016 sobre a distribuição de seguros (reformulação) ( 1 )...

Diretiva (UE) 2016/97 do Parlamento Europeu e do Conselho de 20 de janeiro de 2016 sobre a distribuição de seguros (reformulação) ( 1 )... Jornal Oficial da União Europeia L 26 Edição em língua portuguesa Legislação 59. o ano 2 de fevereiro de 2016 Índice I Atos legislativos REGULAMENTOS Regulamento (UE) 2016/93 do Parlamento Europeu e do

Leia mais

ACORDO QUE INSTITUI O LABORATÓRIO EUROPEU DE BIOLOGIA MOLECULARA

ACORDO QUE INSTITUI O LABORATÓRIO EUROPEU DE BIOLOGIA MOLECULARA Resolução da Assembleia da República n.º 31/98 Acordo Que Institui o Laboratório Europeu de Biologia Molecular, concluído em Genebra em 10 de Maio de 1973, no âmbito do Acordo Relativo à Criação da Conferência

Leia mais

PROGRAMA OPERACIONAL DE POTENCIAL HUMANO EIXO PRIORITÁRIO 3 GESTÃO E APERFEIÇOAMENTO PROFISSIONAL

PROGRAMA OPERACIONAL DE POTENCIAL HUMANO EIXO PRIORITÁRIO 3 GESTÃO E APERFEIÇOAMENTO PROFISSIONAL PROGRAMA OPERACIONAL DE POTENCIAL HUMANO EIXO PRIORITÁRIO 3 GESTÃO E APERFEIÇOAMENTO PROFISSIONAL TIPOLOGIA DE INTERVENÇÃO 3.1.1 PROGRAMA DE FORMAÇÃO-ACÇÃO PARA PME REGULAMENTO DE CANDIDATURA PARA ENTIDADES

Leia mais

2.º Congresso Internacional da Habitação no Espaço Lusófono - 2.º CIHEL

2.º Congresso Internacional da Habitação no Espaço Lusófono - 2.º CIHEL 2.º Congresso Internacional da Habitação no Espaço Lusófono - 2.º CIHEL Tópicos de Intervenção* *(Só faz fé o discurso efectivamente proferido) Embaixador Isaac Murade Murargy Secretário Executivo da Comunidade

Leia mais

Decreto-Lei n.º 149/95, de 24 de Junho, Altera o regime jurídico do contrato de locação financeira

Decreto-Lei n.º 149/95, de 24 de Junho, Altera o regime jurídico do contrato de locação financeira 1/13 Decreto-Lei n.º 149/95, de 24 de Junho, Altera o regime jurídico do contrato de locação financeira JusNet 40/1995 Link para o texto original no Jornal Oficial (DR N.º 144, Série I-A, 24 Junho 1995;

Leia mais

Sessão Solene de abertura do Ano Judicial Supremo Tribunal de Justiça 8 de outubro de 2015

Sessão Solene de abertura do Ano Judicial Supremo Tribunal de Justiça 8 de outubro de 2015 Sessão Solene de abertura do Ano Judicial Supremo Tribunal de Justiça 8 de outubro de 2015 1. Ao longo da legislatura que agora termina, fiz sempre questão de enfatizar, em todas as sessões de abertura

Leia mais

Legislação MINISTÉRIO DAS FINANÇAS

Legislação MINISTÉRIO DAS FINANÇAS Diploma Decreto-Lei n.º 62/2005 11/03 Estado: Vigente Legislação Resumo: Transpõe para a ordem jurídica interna a Directiva n.º 2003/48/CE, do Conselho, de 3 de Junho, relativa à tributação dos rendimentos

Leia mais

III Conferência Anual da RELOP. Sessão de Abertura. Vítor Santos, Presidente da RELOP. Caro Dr. Haroldo Lima, Director Geral da ANP,

III Conferência Anual da RELOP. Sessão de Abertura. Vítor Santos, Presidente da RELOP. Caro Dr. Haroldo Lima, Director Geral da ANP, III Conferência Anual da RELOP Sessão de Abertura Vítor Santos, Presidente da RELOP Caro Dr. Haroldo Lima, Director Geral da ANP, Caro Dr. Nelson Hubner, Director Geral da ANEEL, Estimados colegas reguladores,

Leia mais

(Actos legislativos) DIRECTIVAS

(Actos legislativos) DIRECTIVAS 26.10.2010 Jornal Oficial da União Europeia L 280/1 I (Actos legislativos) DIRECTIVAS DIRECTIVA 2010/64/UE DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO de 20 de Outubro de 2010 relativa ao direito à interpretação

Leia mais

Regulamento da CMVM n.º 9/2007 Comercialização Pública de Contratos Relativos ao Investimento em Bens Corpóreos

Regulamento da CMVM n.º 9/2007 Comercialização Pública de Contratos Relativos ao Investimento em Bens Corpóreos Regulamento da CMVM n.º 9/2007 Comercialização Pública de Contratos Relativos ao Investimento em Bens Corpóreos Ao abrigo do disposto no n.º 5 do artigo 9.º, no n.º 2 do artigo 10.º, nos artigos 11.º e

Leia mais

Comissão Parlamentar de Saúde. Audição da Ordem dos Farmacêuticos

Comissão Parlamentar de Saúde. Audição da Ordem dos Farmacêuticos Comissão Parlamentar de Saúde Audição da Ordem dos Farmacêuticos Sessão de 17 de Janeiro de 2012 Intervenção inicial do Bastonário Carlos Maurício Barbosa Senhora Presidente da Comissão Parlamentar de

Leia mais

CONFERÊNCIA DOS MINISTROS DO TRABALHO E SEGURANÇA SOCIAL E DOS ASSUNTOS SOCIAIS DA CPLP

CONFERÊNCIA DOS MINISTROS DO TRABALHO E SEGURANÇA SOCIAL E DOS ASSUNTOS SOCIAIS DA CPLP CONFERÊNCIA DOS MINISTROS DO TRABALHO E SEGURANÇA SOCIAL E DOS ASSUNTOS SOCIAIS DA CPLP INTERVENÇÃO DO SENHOR EMBAIXADOR DOMINGOS DIAS PEREIRA MASCARENHAS, CHEFE DA DELEGAÇÃO, SOBRE O TEMA CENTRAL OS DESAFIOS

Leia mais

Ministérios das Finanças e da Economia. Portaria n.º 37/2002 de 10 de Janeiro

Ministérios das Finanças e da Economia. Portaria n.º 37/2002 de 10 de Janeiro Ministérios das Finanças e da Economia Portaria n.º 37/2002 de 10 de Janeiro O Decreto-Lei n.º 70-B/2000, de 5 de Maio, aprovou o enquadramento das medidas de política económica para o desenvolvimento

Leia mais

INOVAÇÃO PORTUGAL PROPOSTA DE PROGRAMA

INOVAÇÃO PORTUGAL PROPOSTA DE PROGRAMA INOVAÇÃO PORTUGAL PROPOSTA DE PROGRAMA FACTORES CRÍTICOS DE SUCESSO DE UMA POLÍTICA DE INTENSIFICAÇÃO DO PROCESSO DE INOVAÇÃO EMPRESARIAL EM PORTUGAL E POTENCIAÇÃO DOS SEUS RESULTADOS 0. EXPOSIÇÃO DE MOTIVOS

Leia mais

Ética no exercício da Profissão

Ética no exercício da Profissão Titulo: Ética no exercício da Profissão Caros Colegas, minhas Senhoras e meus Senhores, Dr. António Marques Dias ROC nº 562 A nossa Ordem tem como lema: Integridade. Independência. Competência. Embora

Leia mais

Diário da República, 1.ª série N.º 133 13 de Julho de 2009 4449. (CNC), anexo ao presente decreto -lei e que dele faz parte integrante. Artigo 2.

Diário da República, 1.ª série N.º 133 13 de Julho de 2009 4449. (CNC), anexo ao presente decreto -lei e que dele faz parte integrante. Artigo 2. Diário da República, 1.ª série N.º 133 13 de Julho de 2009 4449 Decreto-Lei n.º 160/2009 de 13 de Julho Com a aprovação de um novo Sistema de Normalização Contabilística, inspirado nas normas internacionais

Leia mais

Senhor Presidente e Senhores Juízes do Tribunal de Justiça das Comunidades Europeias, Senhores Juízes Conselheiros do Supremo Tribunal Administrativo,

Senhor Presidente e Senhores Juízes do Tribunal de Justiça das Comunidades Europeias, Senhores Juízes Conselheiros do Supremo Tribunal Administrativo, Intervenção do Presidente do Supremo Tribunal Administrativo Conselheiro Manuel Fernando dos Santos Serra por altura da visita de uma Delegação do Tribunal de Justiça das Comunidades Europeias Supremo

Leia mais

Tratado de Lisboa 13 Dezembro 2007. Conteúdo e desafios

Tratado de Lisboa 13 Dezembro 2007. Conteúdo e desafios Tratado de Lisboa 13 Dezembro 2007 Conteúdo e desafios Os Tratados Tratado de Paris (CECA) 18 de Abril de 1951 Tratados de Roma (CEE e CEEA) 25 de Março de 1957 Acto Único Europeu 17 de Fevereiro 1986

Leia mais

GRUPO SAG CÓDIGO DE CONDUTA

GRUPO SAG CÓDIGO DE CONDUTA GRUPO SAG CÓDIGO DE CONDUTA 1. Preâmbulo O perfil das empresas e a sua imagem estão cada vez mais interligados não só com o desempenho económico e financeiro, mas também com o quadro de valores, princípios

Leia mais

Lisboa, 8 janeiro 2012 EXMO SENHOR SECRETÁRIO DE ESTADO ADJUNTO E DOS ASSUNTOS EUROPEUS, DR. MIGUEL MORAIS LEITÃO

Lisboa, 8 janeiro 2012 EXMO SENHOR SECRETÁRIO DE ESTADO ADJUNTO E DOS ASSUNTOS EUROPEUS, DR. MIGUEL MORAIS LEITÃO Intervenção do Ministro da Solidariedade e da Segurança Social na Conferência sobre o Quadro Estratégico Europeu 2014-2020 «Os Fundos Comunitários: Passado e Futuro» Lisboa, 8 janeiro 2012 EXMO SENHOR

Leia mais

01. Missão, Visão e Valores

01. Missão, Visão e Valores 01. Missão, Visão e Valores 01. Missão, Visão e Valores 06 Missão, Visão e Valores Missão A missão do ICP-ANACOM reflecte a sua razão de ser, concretizada nas actividades que oferece à sociedade para satisfazer

Leia mais

DISCURSO DE SUA EXCELÊNCIA O PRIMEIRO-MINISTROMINISTRO DR. RUI MARIA DE ARAÚJO POR OCASIÃO DO 15º ANIVERSÁRIO DA POLÍCIA NACIONAL DE TIMOR-LESTE

DISCURSO DE SUA EXCELÊNCIA O PRIMEIRO-MINISTROMINISTRO DR. RUI MARIA DE ARAÚJO POR OCASIÃO DO 15º ANIVERSÁRIO DA POLÍCIA NACIONAL DE TIMOR-LESTE DISCURSO DE SUA EXCELÊNCIA O PRIMEIRO-MINISTROMINISTRO DR. RUI MARIA DE ARAÚJO POR OCASIÃO DO 15º ANIVERSÁRIO DA POLÍCIA NACIONAL DE TIMOR-LESTE Centro de Formação da Polícia em Comoro, Díli 27 de Março

Leia mais

Minhas senhoras e meus senhores.

Minhas senhoras e meus senhores. Minhas senhoras e meus senhores. Apresentamos hoje a Campanha Especial de Segurança Rodoviária que visa, durante o mês de Dezembro e os primeiros dias de Janeiro, valorizar a prevenção e reforçar a segurança

Leia mais

Diário da República, 1.ª série N.º 41 1 de Março de 2010 575. Artigo 25.º. Artigo 20.º

Diário da República, 1.ª série N.º 41 1 de Março de 2010 575. Artigo 25.º. Artigo 20.º Diário da República, 1.ª série N.º 41 1 de Março de 2010 575 Artigo 20.º Oferta formativa e monitorização 1 A oferta formativa destinada aos activos desempregados é assegurada através de cursos de educação

Leia mais

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS RECOMENDAÇÃO DA COMISSÃO

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS RECOMENDAÇÃO DA COMISSÃO PT PT PT COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS Bruxelas, 30.4.2009 C(2009) 3177 RECOMENDAÇÃO DA COMISSÃO que complementa as Recomendações 2004/913/CE e 2005/162/CE no que respeita ao regime de remuneração

Leia mais

Regulamento Financeiro do Partido Social Democrata (Aprovado na Comissão Política Nacional de 11.12.2006)

Regulamento Financeiro do Partido Social Democrata (Aprovado na Comissão Política Nacional de 11.12.2006) Regulamento Financeiro do Partido Social Democrata (Aprovado na Comissão Política Nacional de 11.12.2006) PREÂMBULO O presente regulamento define as normas relacionadas com a actividade financeira a observar

Leia mais

Perguntas e Respostas: O Pacote ODM (Objectivos de Desenvolvimento do Milénio) da Comissão

Perguntas e Respostas: O Pacote ODM (Objectivos de Desenvolvimento do Milénio) da Comissão MEMO/05/124 Bruxelas, 12 de Abril de 2005 Perguntas e Respostas: O Pacote ODM (Objectivos de Desenvolvimento do Milénio) da Comissão 1. Em que consiste este pacote? A Comissão aprovou hoje 3 comunicações

Leia mais

CONSELHO DA UNIÃO EUROPEIA. Bruxelas, 30 de Novembro de 2000 (13.10) (OR. fr) 14110/00 LIMITE SOC 470

CONSELHO DA UNIÃO EUROPEIA. Bruxelas, 30 de Novembro de 2000 (13.10) (OR. fr) 14110/00 LIMITE SOC 470 CONSELHO DA UNIÃO EUROPEIA Bruxelas, 30 de Novembro de 2000 (13.10) (OR. fr) 14110/00 LIMITE SOC 470 ENVIO DE TEXTO de: Conselho (Emprego e Política Social) para: Conselho Europeu de Nice Nº doc. ant.:

Leia mais

PROJECTO DE REGULAMENTO MUNICIPAL DE ATRIBUIÇÃO DE APOIOS FINANCEIROS E NÃO FINANCEIROS. Nota justificativa

PROJECTO DE REGULAMENTO MUNICIPAL DE ATRIBUIÇÃO DE APOIOS FINANCEIROS E NÃO FINANCEIROS. Nota justificativa PROJECTO DE REGULAMENTO MUNICIPAL DE ATRIBUIÇÃO DE APOIOS FINANCEIROS E NÃO FINANCEIROS Nota justificativa A prossecução do interesse público municipal nas áreas da cultura, da acção social, das actividades

Leia mais

3 de Julho 2007 Centro Cultural de Belém, Lisboa

3 de Julho 2007 Centro Cultural de Belém, Lisboa Intervenção do Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, José Mariano Gago na abertura da Sessão pública de apresentação das actividades do Conselho Europeu de Investigação (ERC) 3 de Julho 2007

Leia mais

Decreto-Lei nº 25/91, de 11 de Janeiro

Decreto-Lei nº 25/91, de 11 de Janeiro Decreto-Lei nº 25/91, de 11 de Janeiro O quadro legal das sociedades de desenvolvimento regional foi estabelecido pelo Decreto-Lei nºs 499/80, de 20 de Outubro. Desde a data da sua publicação, o sistema

Leia mais

Manda o Governo, pelos Ministros de Estado e das Finanças e das Obras Públicas Transportes e Comunicações, o seguinte: Artigo 1.º.

Manda o Governo, pelos Ministros de Estado e das Finanças e das Obras Públicas Transportes e Comunicações, o seguinte: Artigo 1.º. Legislação Portaria n.º 542/2007, de 30 de Abril Publicado no D.R., n.º 83, I Série, de 30 de Abril de 2007 SUMÁRIO: Aprova os Estatutos do Instituto da Construção e do Imobiliário, I.P.. TEXTO: O Decreto-Lei

Leia mais

REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE

REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE INTERVENÇÃO DE SUA EXCELÊNCIA, IOLANDA CINTURA SEUANE, MINISTRA DA MULHER E DA ACÇÃO SOCIAL DE MOÇAMBIQUE SOBRE O TEMA DESAFIOS DA PROTECÇÃO SOCIAL PARA ALCANÇAR A SEGURANÇA ALIMENTAR

Leia mais

e) A sustentação das vertentes científica e técnica nas actividades dos seus membros e a promoção do intercâmbio com entidades externas.

e) A sustentação das vertentes científica e técnica nas actividades dos seus membros e a promoção do intercâmbio com entidades externas. ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE DISTRIBUIÇÃO E DRENAGEM DE ÁGUAS Capítulo I DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 1.º Natureza 1. A Associação Portuguesa de Distribuição e Drenagem de Águas (APDA) é uma associação sem fins

Leia mais

Regulamento da CMVM n.º 1/2010 Governo das Sociedades Cotadas

Regulamento da CMVM n.º 1/2010 Governo das Sociedades Cotadas Não dispensa a consulta do diploma publicado em Diário da República. Regulamento da CMVM n.º 1/2010 Governo das Sociedades Cotadas As alterações normativas recentes, quer a nível interno, quer a nível

Leia mais

SEMANA DA RESPONSABILIDADE SOCIAL REGENERAÇÃO URBANA E RESPONSABILIDADE SOCIAL NA INTERNACIONALIZAÇÃO

SEMANA DA RESPONSABILIDADE SOCIAL REGENERAÇÃO URBANA E RESPONSABILIDADE SOCIAL NA INTERNACIONALIZAÇÃO SEMANA DA RESPONSABILIDADE SOCIAL REGENERAÇÃO URBANA E RESPONSABILIDADE SOCIAL NA INTERNACIONALIZAÇÃO Começo por saudar os presentes e agradecer a disponibilidade demonstrada pelos distintos oradores que

Leia mais

Auditoria: Desafio e Confiança. 13 de setembro de 2013

Auditoria: Desafio e Confiança. 13 de setembro de 2013 XI Congresso da Ordem dos Revisores Oficiais de Contas Auditoria: Desafio e Confiança 13 de setembro de 2013 Senhor Bastonário da Ordem dos Revisores Oficiais de Contas, Dr. José Azevedo Rodrigues, Senhoras

Leia mais

Diálogo 5 + 5. Quinta Conferência Ministerial. sobre a "Migração no Mediterrâneo Ocidental" Algeciras, 12 e 13 de Dezembro de 2006

Diálogo 5 + 5. Quinta Conferência Ministerial. sobre a Migração no Mediterrâneo Ocidental Algeciras, 12 e 13 de Dezembro de 2006 Diálogo 5 + 5 Quinta Conferência Ministerial sobre a "Migração no Mediterrâneo Ocidental" Algeciras, 12 e 13 de Dezembro de 2006 Conclusões da Presidência Nos dias 12 e 13 de Dezembro de 2006 teve lugar

Leia mais

nfoarap Março 2015 Índice Informativo Trimestral Plano estratégico ARAP2015-2019 2 e 3 CCP aprovado pelo Parlamento 4 e 5 Socialização do CCP na AJEC

nfoarap Março 2015 Índice Informativo Trimestral Plano estratégico ARAP2015-2019 2 e 3 CCP aprovado pelo Parlamento 4 e 5 Socialização do CCP na AJEC nfoarap Informativo Trimestral Março 2015 Caro Leitor Chega até si a primeira edição do InfoARAP de 2015 Nesta edição trouxemos as estratégias da ARAP traçadas para o quinquénio 2015-2019. Fique a saber

Leia mais

NOVO REGIME JURÍDICO DA REABILITAÇÃO URBANA. Decreto-Lei n.º 309/2007, de 23 de Outubro Workshop IHRU 12 Abril 2010

NOVO REGIME JURÍDICO DA REABILITAÇÃO URBANA. Decreto-Lei n.º 309/2007, de 23 de Outubro Workshop IHRU 12 Abril 2010 NOVO REGIME JURÍDICO DA REABILITAÇÃO URBANA Decreto-Lei n.º 309/2007, de 23 de Outubro Workshop IHRU 12 Abril 2010 DOIS CONCEITOS FUNDAMENTAIS «área de reabilitação urbana» - cuja delimitação pelo município

Leia mais

Contrato de Sociedade do Banco Espírito Santo, S.A. Capítulo I Denominação, Sede, Duração e Objecto. Artigo 1.º. Natureza e Firma

Contrato de Sociedade do Banco Espírito Santo, S.A. Capítulo I Denominação, Sede, Duração e Objecto. Artigo 1.º. Natureza e Firma Contrato de Sociedade do Banco Espírito Santo, S.A. Capítulo I Denominação, Sede, Duração e Objecto Artigo 1.º Natureza e Firma 1. A Sociedade é organizada sob a forma de sociedade anónima e adopta a firma

Leia mais

Excelências, Senhores Convidados, nacionais e estrangeiros, Senhores Congressistas, Carlos Colegas, Minhas Senhoras e meus Senhores,

Excelências, Senhores Convidados, nacionais e estrangeiros, Senhores Congressistas, Carlos Colegas, Minhas Senhoras e meus Senhores, Excelências, Senhores Convidados, nacionais e estrangeiros, Senhores Congressistas, Carlos Colegas, Minhas Senhoras e meus Senhores, A Associação Sindical dos Funcionários de Investigação Criminal da Polícia

Leia mais

Comemoração dos 30 Anos APAF Análise Financeira: alicerce do mercado de capitais e do crescimento económico Intervenção de boas vindas

Comemoração dos 30 Anos APAF Análise Financeira: alicerce do mercado de capitais e do crescimento económico Intervenção de boas vindas Comemoração dos 30 Anos APAF Análise Financeira: alicerce do mercado de capitais e do crescimento económico Intervenção de boas vindas Exm.ªs Senhoras, Exm.ºs Senhores É com prazer que, em meu nome e em

Leia mais

PROJECTO DE CARTA-CIRCULAR SOBRE POLÍTICA DE REMUNERAÇÃO DAS INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS

PROJECTO DE CARTA-CIRCULAR SOBRE POLÍTICA DE REMUNERAÇÃO DAS INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS PROJECTO DE CARTA-CIRCULAR SOBRE POLÍTICA DE REMUNERAÇÃO DAS INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS No âmbito da avaliação realizada, a nível internacional, sobre os fundamentos da crise financeira iniciada no Verão

Leia mais

MEDIDAS DE REFORÇO DA SOLIDEZ FINANCEIRA DAS INSTITUIÇÕES DE CRÉDITO

MEDIDAS DE REFORÇO DA SOLIDEZ FINANCEIRA DAS INSTITUIÇÕES DE CRÉDITO NotíciasdoDireito Janeiro a Março de 2012 SECTOR BANCÁRIO E FINANCEIRO MEDIDAS DE REFORÇO DA SOLIDEZ FINANCEIRA DAS INSTITUIÇÕES DE CRÉDITO A Lei n.º 4/2012, de 11 de Janeiro, altera a Lei n.º 63-A/2008,

Leia mais