CURSO TÉCNICO EM EDIFICAÇÕES INTEGRADO AO ENSINO MÉDIO

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1 Processo nº / MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE GOIÁS CAMPUS ANÁPOLIS CURSO TÉCNICO EM EDIFICAÇÕES INTEGRADO AO ENSINO MÉDIO ANÁPOLIS AGOSTO / 2010

2 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLÓGIA DE GOIÁS PLANO DE CURSO CNPJ / Razão Social Instituto Tecnológico Federal de Goiás IFG GO Nome Fantasia IFG / Campus Anápolis Esfera Administrativa Federal Endereço Av. Pedro Ludovico, Bairro Reny Cury Cidade/UF/CEP Anápolis-GO / Telefone/Fax (62) de contato Site da unidade Eixo Tecnológico Infra-Estrutura Habilitação, qualificações e especializações: Habilitação: Carga Horária: Estágio: Atividades Complementares: Carga Horária Total: Técnico em Edificações 3321 horas 400 horas 120 horas 3841 horas

3 Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Goiás Paulo César Pereira Reitor Gilda Guimarães Pró-Reitora de Ensino Ruberley Rodrigues de Souza Pró-Reitor de Pesquisa e Pós-Graduação Aldemi Coelho Lima Pró-Reitor de Extensão Maria José Braga Pró-Reitora de Desenvolvimento Institucional Paulo Francinete Silva Júnior Diretor Geral Campus Anápolis José Luiz Leão Chefe do Departamento das Áreas Acadêmicas Coordenadores do Projeto Maria Luísa Gomes Adorno Ângela Custódia Guimarães Queiroz

4 De tudo ficaram três coisas: A certeza de que estamos sempre começando, A certeza de que precisamos continuar, A certeza de que seremos interrompidos antes de terminar. Portanto, devemos: Fazer da interrupção um caminho novo, Da queda, um passo de dança, Do medo, uma escada, Do sonho, uma ponte, Da procura, um encontro. Fernando Pessoa As pessoas querem e precisam ler e Escrever, justamente a fim de ter mais Possibilidades de serem elas mesmas. Paulo Freire

5 SUMÁRIO Justificativa e Objetivos do curso...6 Justificativa...6 Objetivos...7 Requisitos de acesso...8 Perfil do aluno egresso...8 Organização curricular do curso...9 Atividades complementares...9 Estágio Curricular...9 Metodologia...9 Matriz Curricular...12 Detalhamento das disciplinas...13 Critérios de aproveitamento de experiências anteriores...45 Critérios de avaliação da aprendizagem...45 Instalações e equipamentos...46 Pessoal docente e técnico-administrativos...48 Formação e qualificação do corpo docente...48 Quadro de servidores técnico-administrativos...50 Certificados e diplomas...51 Referências bibliográficas...51 Anexos...52

6 Justificativa e Objetivos do Curso Justificativa A construção civil é um dos setores brasileiros que vai estar no centro das atenções nos próximos anos. Segundo previsão da Fundação Getúlio Vargas (FGV), o Produto Interno Bruto (PIB) do setor deve crescer 8,8% em 2010, enquanto a estimativa do Banco Central sobre o aumento do PIB como um todo é de 5%. Expansão do crédito imobiliário, aumento dos investimentos e o déficit habitacional do país são os responsáveis por este crescimento. A expulsão de investimentos em países mais adiantados, como Estados Unidos e Europa, a expansão do crédito imobiliário e o déficit habitacional tornam o Brasil um gigantesco atrativo no setor. A última estimativa da FGV aponta que o país tem um déficit habitacional de 5,5 milhões de moradias. Devido ao grande déficit habitacional e de infra-estrutura do país, a construção civil é também um mercado muito promissor, que reage com vigor em épocas de crescimento interno; nessas ocasiões toda cadeia produtiva (fabricantes de materiais, incorporadoras e empreiteiras), do setor é beneficiada e isso se reverte em geração de empregos diretos e indiretos. O nível de emprego na construção civil brasileira aumentou 9,7% no acumulado do ano de 2010 até maio, com a contratação de trabalhadores formais. No mês de maio, o estado de Goiás gerou empregos na indústria da transformação e na construção civil. O setor de serviços também teve peso nas contratações, com vagas. As estatísticas apresentadas mostram o setor da Construção Civil em Goiás seguindo o aquecimento nacional que passa por um período de aquecimento, onde várias construtoras e incorporadoras estão investindo pesado em condomínios verticais e horizontais, residenciais e comerciais, com lançamentos destinados a atender as classes A, B e C. O déficit habitacional no Estado de Goiás é estimado em 202 mil unidades e no país são 7,2 milhões de famílias desprovidas de moradia, segundo dados do Ministério das Cidades, sendo necessário que os governos façam os investimentos para suprir a demanda das classes menos favorecidas. Considerando o conjunto de ações que foram desenvolvidas num amplo e abrangente movimento de toda cadeia produtiva da construção civil para melhoria da qualidade e produtividade de todo o Brasil, devemos contribuir para a capacitação de profissionais de planejamento e promoção de empreendimentos, dos profissionais de projetos em todas as especialidades, profissionais de execução de obras, em especial micro e pequenas empresas, profissionais de empresas de manutenção de edifícios, profissionais de laboratórios de controles tecnológicos de

7 materiais e sistemas. Diante desta realidade, o Instituto Federal de Goiás, com larga experiência na formação de técnicos para o setor produtivo local e regional, está disponibilizando a oferta do curso Técnico integrado em Edificações. Verifica-se ainda que a formação profissional de qualidade no Estado ainda é insuficiente para o atendimento sempre crescente das necessidades setoriais dos processos produtivos, razão pela qual é um dos objetivos do IFG ofertar a educação tecnológica de qualidade com vistas à preparação do futuro profissional e cidadão que contribuirá para o desenvolvimento social, econômico e sustentável do país. A proposta do curso técnico integrado em Edificações compreende a relação teoria e prática como elementos indissociáveis na construção do conhecimento. A relação teoria e prática possibilita aos alunos compreender a realidade para além de sua aparência, na qual os conhecimentos se constituem em sínteses da apropriação histórica da realidade material e social pelo homem. Assim a proposta curricular visa integrar o trabalho, o tempo, a cultura, a ciência, a técnica e a tecnologia. A prática educacional visa, portanto, o desenvolvimento de processos de formação humana integral, articulada com o contexto sócio histórico, oportunizando aos educandos a preparação para o mundo do trabalho. Assim, a instituição comprometida com a região em que se insere, respeitando a cultura e os hábitos locais e atuando como agente de transformação assume o compromisso de possibilitar a participação ativa de toda a comunidade, buscando sempre caminhos que elevem a desejável qualidade do ensino ministrado. Objetivos Ao oferecer este curso, o IFG Campus Anápolis tem por objetivo: Atender aos princípios enunciados pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional lei federal nº 9394/96 e pelas Diretrizes Curriculares Nacionais da Educação Profissional de nível Técnico, resolução CNE/CEB nº 04/99, parecer 39/2004 e Decreto nº 5154/2007. Formar profissionais de nível técnico na área de Construção Civil, com habilitação em Edificações, capazes de acompanhar atividades de planejamento, projeto, execução e manutenção de edifícios. Contribuir para a capacitação técnica dos profissionais da área da construção civil em Anápolis e região de influência do município, criando melhores condições de empregabilidade ao cidadão e que este possa atuar como agente transformador na melhoria da qualidade de vida de sua comunidade.

8 Requisitos de Acesso Ter concluído o ensino fundamental. Ser aprovado no exame de seleção realizado pelo IFG. Cada processo seletivo será divulgado por intermédio de edital próprio publicado na Imprensa Oficial, bem como em outros veículos informativos, no qual estarão contidos os requisitos para a seleção e o ingresso na instituição. A possibilidade de recebimento de alunos por meio de transferência estará sujeita a existência de vagas e obedecerá ao disposto na Organização Didática da instituição. Perfil do aluno egresso Coerentemente com a concepção de Educação assumida pelo IFG, as políticas, os programas e as práticas pedagógicas deverão propiciar condições para que os egressos da Educação Profissional integrada ao Ensino Médio apresentem um perfil caracterizado por competências básicas e profissionais que lhes permitam desenvolver com segurança os contextos caracterizados por mudanças, competitividade, necessidade permanente de aprender, rever posições e práticas, desenvolver e ativar valores, atitudes e crenças. O aluno egresso do curso técnico integrado será um profissional habilitado, com sólida formação teórico-prática, postura humanística e ética, capaz de atuar e interferir de forma empreendedora criando oportunidades junto ao mercado, incorporando e transferindo tecnologias, apto a desempenhar funções gerenciais e técnicas, na qualidade de agente de transformação social, de forma a contribuir para o desenvolvimento socioeconômico e sustentável da cidade, do estado, e do país. O técnico em edificações é o profissional de nível médio que conhece as formas contemporâneas de expressão, a necessidade de conservação do meio ambiente e do bem comum e articula criticamente os conhecimentos do saber científico e profissional no exercício da cidadania de forma ética. O profissional deverá ser capaz de desenvolver atividades nas etapas de: Planejamento - elaboração e representação gráfica de projetos dentro das normas técnicas e orçamento, nos termos e limites regulamentares para profissão; Execução - dominar as técnicas construtivas, liderar equipes de trabalho, fiscalizar serviços, recebendo e armazenando adequadamente materiais no canteiro de obras, evitando danos e desperdícios; Controle de qualidade - coletar amostras e realizar ensaios, conforme normas técnicas; Manutenção e recuperação - monitorar os elementos construtivos, detectando

9 patologias, reconhecendo e especificando o material utilizado na construção das edificações. Organização curricular do curso A organização curricular do Curso Técnico de Nível Médio Integrado em Edificações observa as determinações legais presentes nos Parâmetros Curriculares do Ensino Médio, nas Diretrizes Curriculares Nacionais para o ensino médio e educação profissional de nível técnico, nos Referenciais Curriculares Nacionais da educação profissional de nível técnico e no Decreto nº /04, bem como nas diretrizes definidas no Projeto Pedagógico do IFG. O curso será ofertado no turno matutino e é organizado por disciplinas em regime seriado anual com uma carga horária total de horas, das quais 400 horas estão previstas para estágio curricular e 120 horas para atividades complementares. A duração do curso é de quatros anos distribuídos em 200 dias letivos cada um, sendo 800 horas anuais de trabalho escolar. Serão ofertadas 30 vagas anuais. Atividades complementares As atividades complementares dos Cursos Técnicos serão desenvolvidas conforme regulamentação aprovada pelo Conselho Superior do IFG. Estágio Curricular No curso Técnico em Edificações Integrado ao Ensino Médio, o estágio é parte integrante da matriz curricular, com carga horária de 400 horas que deverá ser desenvolvido de acordo, com a Regulamentação do Estágio Curricular aprovada pelo Conselho Superior do IFG. O aluno poderá requerer matrícula no estágio curricular a partir do 3º ano do curso. Metodologia Partindo do princípio de que a educação não é algo a ser transmitido, mas a ser construído, a metodologia de ensino adotada se apoiará em um processo crítico de construção do conhecimento, a partir de ações incentivadoras da relação ensino-aprendizagem, baseada em pressupostos pedagógicos. Para viabilizar aos alunos o desenvolvimento de competências relacionadas a determinadas bases técnicas, científicas e instrumentais, serão adotadas, como prática metodológica, formas ativas de ensino-aprendizagem, baseadas em interação pessoal e do grupo, sendo função do

10 professor criar condições para a integração dos alunos a fim de que se aperfeiçoe o processo de socialização na construção do saber. Segundo Freire (1998, p.77) toda prática educativa demanda a existência de sujeitos, um que, ensinando, aprende, outro que aprendendo, ensina (...); a existência de objetos, conteúdos a serem ensinados e aprendidos envolve o uso de métodos, de técnicas, de materiais, implica, em função de seu caráter diretivo/objetivo, sonhos, utopia, ideais (...). A prática educativa também deve ser entendida como um exercício constante em favor da produção e do desenvolvimento da autonomia de educadores e educandos, contribuindo para que o aluno seja o artífice de sua formação com a ajuda necessária do professor. Faz parte da natureza da prática docente a indagação, a busca, a pesquisa, a reflexão, a ética, o respeito aos saberes dos educandos, a tomada consciente de decisões, a disponibilidade para o diálogo, o estar aberto às novidades, aos diferentes métodos de trabalho. Dentre essas atitudes, a reflexão crítica sobre a prática se torna uma exigência da relação teoria-prática porque envolve o movimento dinâmico, dialético entre o fazer e o pensar sobre o fazer, e de intervenção no sistema de ensino. Ao sabor da experiência e da reflexão desta, do ensino contextualizado, cria-se possibilidade para a produção ou construção do conhecimento, desenvolvem-se instrumentos, esquemas ou posturas mentais que podem facilitar a aquisição de competências. Isso significa que na prática educativa deve-se procurar, através dos conteúdos e dos métodos, respeitar os interesses dos alunos e da comunidade onde vivem e constroem suas experiências. Os programas devem ser planejados valorizando os referidos interesses, o aspecto cognitivo e o afetivo. Nessa prática, os conteúdos devem possibilitar aos alunos meios para uma aproximação de novos conhecimentos, experiências e vivências. Uma educação que seja o fio condutor, o problema, a ideia-chave que possibilite aos alunos estabelecer correspondência com outros conhecimentos e com sua própria vida. Em relação à prática pedagógica, Pena (1999, p.80) considera que o mais importante é que o professor, consciente de seus objetivos e dos fundamentos de sua prática (...) assuma os riscos a dificuldade e a insegurança - de construir o seu objeto, faz-se necessário aos professores reconhecer a pluralidade, a diversidade de abordagens, abrindo possibilidades de interação com os diversos contextos culturais. Neste contexto, o corpo docente será constantemente incentivado a utilizar metodologias e instrumentos criativos e estimuladores para que a inter-relação entre teoria e prática ocorra de modo eficiente. E isto será orientado através da execução de ações que promovam desafios, problemas e projetos disciplinares e interdisciplinares orientados pelos professores. Para tanto, as estratégias de ensino propostas apresentam diferentes práticas:

11 Utilização de aulas práticas, na qual os alunos poderão estabelecer relações entre os conhecimentos adquiridos e as aulas práticas. Utilização de aulas expositivas, dialogadas para a construção do conhecimento nas disciplinas; Leitura, interpretação e análise de textos atuais. Pesquisas sobre os aspectos teóricos e práticos no seu futuro campo de atuação. Discussão de temas: partindo-se de leituras orientadas: individuais e em grupos; de vídeos, pesquisas; aulas expositivas. Estudos de Caso: através de simulações e casos reais das instituições de futura atuação do técnico em edificações. Debates: provenientes de pesquisa prévia, de temas propostos para a realização de trabalhos individuais e/ou em grupos. Grupos de discussão: de observação, verbalização e avaliação. Seminários: apresentados pelos alunos, professores e também por profissionais das mais diversas áreas de atuação. Semana Técnica: desenvolvida com o intuito de interagir alunos, professores, funcionários técnico-administrativos, convidados e instituições para abordar assuntos relativos às novas tendências do mercado profissional. Exercícios vivenciais. Dinâmicas de grupo. Palestras com profissionais da área: estas poderão ser ministradas na instituição e também nos espaços de futura atuação do técnico em edificações. Visitas técnicas em instituições.

12 Matriz curricular por período letivo O quadro a seguir apresenta a matriz curricular completa do curso técnico em edificações com discriminação das disciplinas e respectivas cargas horárias. MATRIZ CURRICU LAR CURSO TÉCNICO INTEGRA DO EM EDIFICAÇ ÕES - IFG/ANÁP OLIS DISCIPLI NAS CARGA TOTAL TOTAL TOTAL HORÁRIA SEMANAL HORA/AU HORA/RE SEMANAL LA LÓGIO ANO 1º 2º 3º 4º Língua Portuguesa e Literatura Brasileira Língua Estrangeira (Inglês) Língua Estrangeira (Espanhol) Artes Educação Física Geografia História Filosofia Sociologia Física Matemática Química Biologia Informática Básica Meio Ambiente e Sociedade Desenho Básico Desenho Arquitetôni co Higiene e

13 Segurança do Trabalho Desenho Auxiliado por Computador Tecnologia das Construções Topografia Materiais de Construção Mecânica dos Solos Instalações Hidro- Sanitárias Instalações Elétricas Orçamento e Planejament o Noções de Estruturas TOTAL DE DISCIPLI NAS Estágio 400 Supervisio nado Atividades 120 Compleme ntares CARGA HORÁRIA TOTAL DO CURSO 3841 Detalhamento das disciplinas Disciplinas oferecidas no curso Técnico Integrado em Edificações, suas respectivas ementas, objetivos e bibliografias: Disciplina: LÍNGUA PORTUGUESA E LITERATURA BRASILEIRA I Ementa: Linguagem, língua, comunicação e interação; estudo da literatura, movimentos e estilos literários; gêneros e discurso; gramática e interação aspectos fonológicos, morfológicos, sintáticos, semânticos e estilísticos.

14 Compreender a língua materna em seus diversos níveis, contemplando a variante considerada padrão culta, nas expressões oral e escrita, como elemento que traduz informações sobre um mundo real e concreto nas diversas ordens de conhecimento humano: científicos, culturais, humanísticos e tecnológicos. Preparar para o mundo do trabalho e para o exercício da cidadania, permitindo a formação do indivíduo ativo, pensante e flexível que através da linguagem possa expressar sua sensibilidade, formar e transformar a si e ao mundo. CEREJA, W. R.; MAGALHÃES, T. C. Português: linguagens. 5. Ed. São Paulo: Atual, Vol. 1. BARBOSA, S. A. M. Redação: escrever é desvendar o mundo. 16. ed. Campinas: Papirus, CLAVER, R. Escrever sem doer: oficina de redação. 2. ed. Belo Horizonte, UFMG, CORDI, et alii. Para filosofar. São Paulo: Scipione, GERALDI, J. W. (org). O texto em sala de aula. São Paulo: Ática, (col. Na sala de aula). MAIA, J. D. Português: novo Ensino Médio. 7. ed. São Paulo: Ática, PLATÃO E FIORIN. Para entender o texto: leitura e redação. 17 ed. São Paulo: Ática, TAKAZAKI, H. H. Língua Portuguesa. São Paulo: IBEP, (col.) Vitória Régia). Disciplina: LÍNGUA PORTUGUESA E LITERATURA BRASILEIRA II Ementa: Linguagem, língua, comunicação e interação; estudo da literatura, movimentos e estilos literários; gêneros e discurso; gramática e interação aspectos fonológicos, morfológicos, sintáticos, semânticos e estilísticos. Compreender a língua materna em seus diversos níveis, contemplando a variante considerada padrão culta, nas expressões oral e escrita, como elemento que traduz informações sobre um mundo real e concreto nas diversas ordens de conhecimento humano: científicos, culturais, humanísticos e tecnológicos. Preparar para o mundo do trabalho e para o exercício da cidadania, permitindo a formação do indivíduo ativo, pensante e flexível que através da linguagem possa expressar sua sensibilidade, formar e transformar a si e ao mundo. CEREJA, W. R.; MAGALHÃES, T. C. Português: linguagens. 5. Ed. São Paulo: Atual, Vol. 1 e 2. BARBOSA, S. A. M. Redação: escrever é desvendar o mundo. 16. ed. Campinas: Papirus, CLAVER, R. Escrever sem doer: oficina de redação. 2. ed. Belo Horizonte, UFMG, CORDI, et alii. Para filosofar. São Paulo: Cipionato, GERALDI, J. W. (orá). O texto em sala de aula. São Paulo: Ática, (colá. Na sala de aula). MAIA, J. D. Português: novo Ensino Médio. 7. de. São Paulo: Ática, PLATÃO E FIORIN. Para entender o texto: leitura e redação. 17 de. São Paulo: Ática, TAKAZAKI, H. H. Língua Portuguesa. São Paulo: IBEP, (col.) Vitória Régia). Disciplina: LÍNGUA PORTUGUESA E LITERATURA BRASILEIRA III Ementa: Linguagem, língua, comunicação e interação; estudo da literatura, movimentos e estilos literários; gêneros e discurso; gramática e interação aspectos fonológicos, morfológicos,

15 sintáticos, semânticos e estilísticos. Compreender a língua materna em seus diversos níveis, contemplando a variante considerada padrão culta, nas expressões oral e escrita, como elemento que traduz informações sobre um mundo real e concreto nas diversas ordens de conhecimento humano: científicos, culturais, humanísticos e tecnológicos. Preparar para o mundo do trabalho e para o exercício da cidadania, permitindo a formação do indivíduo ativo, pensante e flexível que através da linguagem possa expressar sua sensibilidade, formar e transformar a si e ao mundo. BARBOSA, S. A. M. Redação: escrever é desvendar o mundo. 16. de. Campinas: Papirus, CLAVER, R. Escrever sem doer: oficina de redação. 2. ed. Belo Horizonte, UFMG, CORDI, et alii. Para filosofar. São Paulo: Scipione, GERALDI, J. W. (org). O texto em sala de aula. São Paulo: Ática, (col. Na sala de aula). MAIA, J. D. Português: novo Ensino Médio. 7. ed. São Paulo: Ática, PLATÃO E FIORIN. Para entender o texto: leitura e redação. 17 ed. São Paulo: Ática, TAKAZAKI, H. H. Língua Portuguesa. São Paulo: IBEP, (col.) Vitória Régia). BARBOSA, S. A. M. Redação: escrever é desvendar o mundo. 16. ed. Campinas: Papirus, CLAVER, R. Escrever sem doer: oficina de redação. 2. ed. Belo Horizonte, UFMG, CORDI, et alii. Para filosofar. São Paulo: Scipione, GERALDI, J. W. (org). O texto em sala de aula. São Paulo: Ática, (col.) Na sala de aula). MAIA, J. D. Português: novo Ensino Médio. 7. ed. São Paulo: Ática, PLATÃO E FIORIN. Para entender o texto: leitura e redação. 17 ed. São Paulo: Ática, TAKAZAKI, H. H. Língua Portuguesa. São Paulo: IBEP, (col.) Vitória Régia). Disciplina: LÍNGUA PORTUGUESA E LITERATURA BRASILEIRA IV Ementa: Linguagem, língua, comunicação e interação; estudo da literatura, movimentos e estilos literários; gêneros e discurso; gramática e interação aspectos fonológicos, morfológicos, sintáticos, semânticos e estilísticos. Compreender a língua materna em seus diversos níveis, contemplando a variante considerada padrão culta, nas expressões oral e escrita, como elemento que traduz informações sobre um mundo real e concreto nas diversas ordens de conhecimento humano: científicos, culturais, humanísticos e tecnológicos. Preparar para o mundo do trabalho e para o exercício da cidadania, permitindo a formação do indivíduo ativo, pensante e flexível que através da linguagem possa expressar sua sensibilidade, formar e transformar a si e ao mundo. CEREJA, W. R.; MAGALHÃES, T. C. Português: linguagens. 5. Ed. São Paulo: Atual, Vol. 4. BARBOSA, S. A. M. Redação: escrever é desvendar o mundo. 16. ed. Campinas: Papirus, CLAVER, R. Escrever sem doer: oficina de redação. 2. ed. Belo Horizonte, UFMG, 2004.

16 CORDI, et alii. Para filosofar. São Paulo: Scipione, GERALDI, J. W. (org). O texto em sala de aula. São Paulo: Ática, (col.) Na sala de aula). MAIA, J. D. Português: novo Ensino Médio. 7. ed. São Paulo: Ática, PLATÃO E FIORIN. Para entender o texto: leitura e redação. 17 ed. São Paulo: Ática, TAKAZAKI, H. H. Língua Portuguesa. São Paulo: IBEP, (col.) Vitória Régia). Disciplina: LÍNGUA ESTRANGEIRA (INGLÊS) I Ementa: Introdução ao estudo da língua inglesa. Desenvolvimento da competência comunicativa de nível básico através da análise de estruturas linguísticas e funções elementares da comunicação em língua inglesa. Prática das quatro habilidades comunicativas. Empregar a língua inglesa em situações reais de comunicação oral e escrita. Utilizar estratégias/técnicas de leitura e comunicação como suporte ao acesso a informações e a construção de conhecimentos históricos, econômicos, políticos, artísticos, geográficos, antropológicos, tecnológicos etc. COSTA, M. B. Globetrekker: inglês para o ensino médio. São Paulo: Macmillan, DIAS, R. Reading Critically in English. Belo Horizonte: UFMG, MUNHOZ, R. Inglês instrumental I. São Paulo: Textonovo, MUNHOZ, R. Inglês instrumental II. São Paulo: Textonovo, 2004 CRAVEN, M. Reading Keys Introducing, developing and extending. Oxford: Macmillan, EASTWOOD, J. Oxford Practice Grammar. Oxford: Oxford University Press, FERRARI, M.; RUBIN, S. G. Inglês: de olho no mundo do trabalho. São Paulo: Scipione, GUANDALINI, E. O. Técnicas de leitura em inglês I. São Paulo: Textonovo, GUANDALINI, E. O. Técnicas de leitura em inglês II. São Paulo: Textonovo, GUÉRIOS, F.; CORTIANO, E.; RIGONI, F. Keys. São Paulo: Saraiva, HARDING, K. English for Specific Purposes. Oxford: Oxford Universtiy Press, MARQUES, A. Inglês. São Paulo: Ática, VINCE, M. Essential Language Practice. Oxford: Macmillan Heinemann, Disciplina: LÍNGUA ESTRANGEIRA (INGLÊS) II Ementa: Desenvolvimento e aperfeiçoamento da competência comunicativa de nível básico em língua inglesa levando-se em consideração o aprimoramento das quatro habilidades comunicativas e o desenvolvimento do senso crítico em relação à língua e suas funções sociais. Empregar a língua inglesa em situações reais de comunicação oral e escrita. Utilizar estratégias/técnicas de leitura e comunicação como suporte ao acesso a informações e a construção de conhecimentos históricos, econômicos, políticos, artísticos, geográficos, antropológicos, tecnológicos etc. COSTA, M. B. Globetrekker: inglês para o ensino médio. São Paulo: Macmillan, DIAS, R. Reading Critically in English. Belo Horizonte: UFMG, MUNHOZ, R. Inglês instrumental I. São Paulo: Textonovo, MUNHOZ, R. Inglês instrumental II. São Paulo: Textonovo, 2004

17 CRAVEN, M. Reading Keys Introducing, developing and extending. Oxford: Macmillan, EASTWOOD, J. Oxford Practice Grammar. Oxford: Oxford University Press, FERRARI, M.; RUBIN, S. G. Inglês: de olho no mundo do trabalho. São Paulo: Scipione, GUANDALINI, E. O. Técnicas de leitura em inglês I. São Paulo: Textonovo, GUANDALINI, E. O. Técnicas de leitura em inglês II. São Paulo: Textonovo, GUÉRIOS, F.; CORTIANO, E.; RIGONI, F. Keys. São Paulo: Saraiva, HARDING, K. English for Specific Purposes. Oxford: Oxford Universtiy Press, MARQUES, A. Inglês. São Paulo: Ática, VINCE, M. Essential Language Practice. Oxford: Macmillan Heinemann, Disciplina: LÍNGUA ESTRANGEIRA (ESPANHOL) Ementa: Compreensão oral; compreensão escrita; utilização da língua em situações reais; estrutura da língua inglesa; gêneros textuais. Empregar a língua espanhola em situações reais de leitura e comunicação, de forma a promover o intercâmbio cultural entre indivíduos e grupos locais e estrangeiros. Utilizar estratégias/técnicas de leitura no cotidiano como fonte de acesso a novos conhecimentos históricos, econômicos, políticos, artísticos, geográficos, antropológicos e tecnológicos. MARTIN, Ivan Rodrigues. Espanhol Série Brasil. Volume Único. Editora Ática páginas. BRUNO, Fátima Cabral, MENDOZA, Maria Angélica,. Hacia el Español nível básico reformulado. Editora Saraiva. 6ª edição páginas. Disciplina: ARTES Ementa: Estudo sobre a arte em suas linguagens, códigos e tecnologias específicas, e suas influências culturais, sociais e educativas na sociedade, notadamente, na brasileira. Conhecimento da arte como identidade, memória e criação de um grupo. Fundamentos das linguagens artísticas do Teatro, da Dança, da Música, das Artes Visuais e audiovisuais, conceitos, funções, especificidades, características e suas inter-relações. Abordagens históricas dos complexos artístico-culturais da humanidade constituídos nas diferentes linguagens. Experimentação prática nas linguagens artísticas com técnicas, materiais, estilos e gêneros variados. Fruição e apreciação de produções artísticas populares e acadêmicas nas diferentes linguagens dentro e fora do espaço de sala de aula. Presença e implicações das culturas africana, indígena, europeia, asiática, oriental e demais culturas na formação da arte brasileira através de suas expressões artísticas diferenciadas e solubilizadas ao longo da construção histórica nacional, mostrada pela visão dos seus representantes e pelas representações (visões de outrem). Influências da arte africana e indígena na arte moderna e contemporânea. Identificar a especificidade e o papel da Arte nas várias sociedades, da pré-história até a contemporaneidade. (Re)conhecer o fenômeno artístico por meio do fazer, pensar e fruir arte em todas as suas expressões, associadas às questões culturais específicas (grupos étnicos) e gerais (globalidade). Problematizar a arte como expressão sensível e criativa, inserida no modo de vida do aluno, considerada a diversidade étnico-cultural e o seu contexto. Reconhecer as especificidades, elaborar e executar projetos em Teatro, Música, Dança, Artes Visuais e audiovisuais em suas diferentes formas;

18 Compreender a história e crítica das práticas identificadoras da cultura local, nacional e global, com o objetivo de despertar a sociedade para as questões sociais e antropológicas que envolvem a prática, a reflexão e a apreciação contextualizada de seus objetos culturais. Reconhecer e valorizar a especificidade das contribuições africanas e indígenas na produção artística brasileira, e ao mesmo tempo, de todas as demais etnias formadoras da cultura nacional. ARTES VISUAIS: GOMBRICH, E. H. A História da Arte. 16ª ed. Rio de Janeiro: LTC, SANTOS, Maria das Graças Vieira Proença dos. História da Arte. 17ª ed. 3ª impressão. São Paulo: Ática, STRICKLAND, Carol. Arte Comentada: da pré-história ao pós-moderno. Rio de Janeiro: Ediouro, PEDROSA, Israel. Da cor à cor inexistente. 8ª ed. Rio de Janeiro: Léo Christiano Editorial / EDUFF, JOLY, Martine. Introdução à Análise da Imagem. 6ª ed. Campinas: Papirus, COLI, Jorge. O que é Arte? Coleção Primeiros Passos. 15ª ed. São Paulo: Brasiliense, HALL, Stuart. A Identidade Cultural na Pós-Modernidade. 7ª ed. Rio de Janeiro: DP&A, LARAIA, Roque de Barros. Cultura: um conceito antropológico. 18ª ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, CONDURU, Roberto. Arte afro-brasileira. Rio de Janeiro: C/ Arte, MÚSICA: MED, BOHUMIL. Teoria Da Musica. 4.ed. Brasília DF: MUSIMED, SADIE Stanley (Editor). Dicionário Grove de Música. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, MARIZ, Vasco. História da Música no Brasil. 6ª ed. Ampliada e atualizada. Rio de Janeiro: Editora Nova Fronteira, GROUT, Donald J. e PALISCA, Claude V. Historia da Musica Ocidental. Lisboa: Gradiva, HARNONCOURT, Nikolaus. O Discurso dos Sons. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, HAREWOOD. Kobbe - O Livro Completo Da Opera. Rio de Janeiro, MENDONÇA, BELKISS CARNEIRO DE Musica Em Goiás, A, DANÇA: BOURCIER, Paul. História da Dança no Ocidente. Trad. de Marina Appenzeller. São Paulo: Martins Fontes, BREGOLATO, Roseli Aparecida. Cultura corporal da dança. Livro do professor e do aluno. São Paulo: Ícone, CAMINADA, Eliana. História da dança: evolução cultural. Rio de Janeiro: Sprint, ELLMERICH, Luís. História da dança. Prefácio de Francisco Mignone. 4. ed. rev. e ampl. São Paulo: Editora Nacional, FAHLBUSCH, Hannelore. Dança: moderna - contemporânea. Rio de Janeiro: Sprint, TEATRO: APPIA, Adolphe. A Obra de Arte Viva. Lisboa: Ed. Arcádia, s/ data. ARTAUD, Antonin. O Teatro e seu Duplo. São Paulo: Ed. Max Limonad, AZEVEDO, Sônia Machado de. O papel do corpo no corpo do ator. São Paulo: Perspectiva, BARBA, Eugenio. A Arte Secreta do Ator. São Paulo, Ed. Hucitec, BONFITTO, Matteo. O ator compositor: as ações físicas como eixo de Stanislavski a Barba. São Paulo: Perspectiva, (Coleção Estudos) COHEN, Renato. Performance como Linguagem: Criação de um Tempo-Espaço de Experimentação. São Paulo: Editora Perspectiva S.A./Editora da Universidade de São Paulo, BERTHOLD, Margot. História Mundial do Teatro. São Paulo: Perspectiva, PAVIS, Patrice. Dicionário de Teatro. São Paulo: Perspectiva, 2001.

19 ARGAN, Giulio Carlo. História da Arte como História da Cidade. São Paulo: Martins Fontes, COSTA, Cristina. Questões da Arte. São Paulo: Moderna, HEDGECOE, John. Guia Completo de Fotografia. São Paulo: Martins Fontes, BERTHOLD, Margot. História Mundial do Teatro. São Paulo: Perspectiva, PAVIS, Patrice. Dicionário de Teatro. São Paulo: Perspectiva, MAGALDI, Sábato. Panorama do Teatro Brasileiro. 5 ed. São Paulo: Global, SPOLIN, Viola. Jogos Teatrais: o fichário de Viola Spolin. São Paulo: Perspectiva, CAMINADA, Eliana. História da Dança. Rio de Janeiro: Sprint, BOURCIER, Paul. História da Dança no Ocidente. 2 ed. São Paulo: Martins Fontes, FARO, Antônio José. Pequena História da Dança. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, ISAACS, Alan; MARTIN, Elizabeth (orgs.). Dicionário de Música. Rio de Janeiro: Zahar Editores, BENNETT, Roy. Uma Breve História da Música. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, PRINCE, Adamo. Metodo Prince. V.1 Rio de Janeiro: Lumiar, HAREWOOD. Kobbe - O Livro Completo Da Opera. Rio de Janeiro, MARIZ, Vasco. Canção Brasileira De Câmara. Rio de Janeiro: Francisco Alves SCHOENBERG, ARNOLD Harmonia. São Paulo: UNESP, LUIS COSME E ZANDER, OSCAR. Regência Coral. Porto Alegre: Movimento, SHAFER, MURRAY. O Ouvido Pensante. São Paulo: UNESP, COELHO, Helena Wöhl. Técnica vocal para coros. São Leopoldo: Sinodal, Disciplina: EDUCAÇÃO FÍSICA I Ementa: Dimensão histórico-cultural da educação física e do esporte. Educação Física, atividade física, saúde e qualidade de vida. Educação nutricional e nutrição aplicada à atividade física. Corpo, estética e saúde. Componentes da aptidão física. Doenças crônico-degenerativas. Práticas da cultura corporal. Desenvolver a autonomia, cooperação e participação. Compreender as práticas corporais para além da repetição de gestos técnicos. Analisar o fenômeno esportivo inserido nas relações sociais. Perceber os conhecimentos relacionados à promoção de um estilo de vida ativo e saudável. Promover a adoção de hábitos saudáveis de alimentação, atividades físicas e outros comportamentos positivos do estilo de vida. GONÇALVES, A. Conhecendo e discutindo saúde coletiva e atividade física. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, GUEDES, D. P.; GUEDES, J. E. R. Pinto. Manual prático para avaliação em educação física. São Paulo: Manole, BOUCHARD C. Atividade física e obesidade. São Paulo: Manole, GALLAHUE, D. & OZMUN, J. Compreendendo o desenvolvimento motor. 3. ed. São Paulo: Phorte WEINECK, J. Biologia do esporte. São Paulo: Manole, NEIMAN, D. C. Exercício e Saúde: como se prevenir usando o exercício como seu medicamento. São Paulo: Manole, 1999.

20 Disciplina: EDUCAÇÃO FÍSICA II Ementa: Práticas da cultura corporal; Conhecimento anatômico e funcional das estruturas do aparelho locomotor humano. Fisiologia em repouso e durante o exercício; Controle das variáveis relacionadas ao exercício físico; Desenvolver a autonomia, cooperação e participação. Compreender as práticas corporais para além da repetição de gestos técnicos. Relacionar as estruturas do corpo aos movimentos possíveis de serem realizados. Entender o funcionamento do corpo e as alterações provocadas pelo esforço físico. Compreender a importância da construção da autonomia para a aplicação do exercício físico no seu cotidiano. BACURAU, Reury Frank. Nutrição e Suplementação Esportiva. 5. ed. São Paulo: Phorte, POWERS, Scott K.I., Howley Edward T. Fisiologia do Exercício Teoria e Aplicação ao Condicionamento e ao Desempenho. São Paulo: Manole, SOBOTTA, J.; PUTZ, R.; PABST, R. S. Atlas de anatomia humana. 22 ed. Rio de Janeiro: Editora Ática, MAUGHAN, Ron; GLEESON, Michael & GREENHAFF, Paul L. Bioquímica do exercício e treinamento. São Paulo: Manole, MCARDLE, William D.; KATCH, Frank I.; KATCH, Victor L. Nutrição para o desporto e o exercício. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, NEUMANN, D. Cinesiologia do aparelho musculoesquelético. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, SPIRDUSO, W. W.. Dimensões Físicas do Envelhecimento. Barueri, SP: Manole, WEINECK, J. Biologia do esporte. São Paulo. Manole,2000. Disciplina: EDUCAÇÃO FÍSICA III Ementa: Práticas da cultura corporal. Postura e equilíbrio corporal. Corpo e corporeidade. Atividades rítmicas e expressão corporal. Desenvolver a autonomia, cooperação e participação. Compreender as práticas corporais para além da repetição de gestos técnicos. Entender e assimilar conhecimentos e hábitos relacionados à boa postura e a prevenção de desvios posturais e lombalgias. Refletir e aperfeiçoar a consciência corporal por meio de atividades rítmicas e expressivas tradicionais e contemporâneas. Preparar o corpo para atitude criativa na prática e composição de dinâmicas corporais individuais e coletivas. Desenvolver a habilidade de exploração de ideias de movimento. ACHOUR JÚNIOR, A. Exercício de Alongamento: anatomia e fisiologia. Baueri, SP: Manole, LABAN, Rudolf. Domínio do Movimento. São Paulo: Summus, 1978.

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