LEILA JANICE MAXWELL MENDES COMO ESTÁ A QUESTÃO DA CULTURA NO ENSINO DE LÍNGUA ESTRANGEIRA (INGLÊS) FRENTE AOS PARÂMETROS CURRICULARES NACIONAIS?

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "LEILA JANICE MAXWELL MENDES COMO ESTÁ A QUESTÃO DA CULTURA NO ENSINO DE LÍNGUA ESTRANGEIRA (INGLÊS) FRENTE AOS PARÂMETROS CURRICULARES NACIONAIS?"

Transcrição

1 LEILA JANICE MAXWELL MENDES COMO ESTÁ A QUESTÃO DA CULTURA NO ENSINO DE LÍNGUA ESTRANGEIRA (INGLÊS) FRENTE AOS PARÂMETROS CURRICULARES NACIONAIS? UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA INSTITUTO DE LETRAS E LINGÜÍSTICA 2002

2 LEILA JANICE MAXWELL MENDES COMO ESTÁ A QUESTÃO DA CULTURA NO ENSINO DE LÍNGUA ESTRANGEIRA (INGLÊS) FRENTE AOS PARÂMETROS CURRICULARES NACIONAIS? Dissertação apresentada ao Curso de Mestrado em Lingüística do Instituto de Letras e Lingüística da Universidade Federal de Uberlândia como requisito para obtenção do título de Mestre em Lingüística na Área de Lingüística Aplicada ao Ensino de Língua Estrangeira. Orientadora: Prof.ª Dra. Lilia Maria Eloisa A. de Francis UBERLÂNDIA-MG 2002

3 Dissertação defendida e aprovada, em de de 2002, pela banca examinadora constituída pelos professores: Profª. Drª. Lilia Maria Eloisa Alphonse de Francis Prof. Dr. João Bôsco Cabral dos Santos Prof.ª Dr.ª Márcia Elizabeth Bortone

4 Agradecimentos A Deus...que é poderoso para fazer infinitamente mais do que tudo quanto pedimos ou pensamos. (Efésios 3:20) À minha orientadora, Prof.ª Dra. Lilia Maria Eloisa Alphonse de Francis, que me ajudou a compreender melhor a ligação entre língua e cultura e que pela sua orientação, paciência, atenção e amizade constantes, contribuiu de uma forma magnífica para a realização deste trabalho. Ao meu pai e à minha irmã Mary Janeta pelo interesse e incentivo em todos os momentos. À minha irmã Agnes pelo carinho e pelas valiosas contribuições na redação deste trabalho. Aos meus filhos Andressa, André, Alexandre e Arthur, noras Rosani e Andra e neta Camila pelo seu apoio incondicional, paciência e compreensão durante a realização deste projeto. À minha amiga Paula pela ajuda nas pesquisas pela Internet. Às escolas que participaram da pesquisa e aos professores que bondosamente cederam parte de seu tempo precioso tornando possível este trabalho. São elas a) Escolas da rede pública em bairros de periferia: Escola Estadual Henrique Krüger, Escola Estadual Geraldino Rodrigues da Cunha; b) Escolas da rede pública em bairros de centro: Escola Estadual Edite França, Escola Estadual Corina de Oliveira; c) Escolas da rede privada: Escola São Judas Tadeu, Colégio Oswaldo Cruz. À Coordenação e Mestres do Curso de Mestrado que sempre atenderam com muita simpatia aos nossos questionamentos e dúvidas. Aos muitos amigos que torceram por mim.

5 SUMÁRIO RESUMO... 7 CAPÍTULO 1 INTRODUÇÃO GERAL E OBJETIVOS Introdução Justificativa Perguntas de Pesquisa Metodologia CAPÍTULO 2 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA Introdução A posição da língua inglesa no mundo Definição de cultura Planejamento Anomia Os Parâmetros Curriculares Nacionais CAPÍTULO 3 METODOLOGIA Introdução Paradigmas de Pesquisa nas Ciências Sociais Paradigma de Pesquisa Positivista Paradigma de Pesquisa Interpretativista Contexto da Pesquisa CAPÍTULO 4 ANÁLISE Introdução Análise dos questionários Análise das entrevistas... 56

6 5 CAPÍTULO 5 CONCLUSÕES E CONTRIBUIÇÕES PEDAGÓGICAS Introdução Conclusões Contribuições pedagógicas SUMMARY BIBLIOGRAFIA ANEXO 1 Questionários ANEXO 2 Perguntas da Entrevista ANEXO 3 Convenções para a transcrição das entrevistas individuais ANEXO 4 Transcrições das entrevistas

7 Africa s Plea O Apelo da África 1 I am not you but you will not give me a chance, will not let me be me. If I were you - but you know I am not you, yet you will not let me be me. You meddle, interfere in my affairs as if they were yours and you were me. You are unfair, unwise, foolish to think that I can be you, talk, act and think like you. God made me. He made you. For God s sake Let me be me. Eu não sou você mas você não me dá uma chance, não permite que eu seja eu. Se eu fosse você - mas você sabe que eu não sou você, no entanto você não permite que eu seja eu. Você se intromete, interfere nos meus negócios como se fossem seus e você fosse eu. Você é parcial, insensato, tolo em pensar que eu posso ser você, falar, agir e pensar como você. Deus me criou Deus criou você. Pelo amor de Deus Deixe que eu seja eu. Roland Tombekai Dempster. 1 Todas as traduções que constam deste trabalho foram realizadas pela pesquisadora.

8 RESUMO O objetivo deste trabalho é tentar perceber como está sendo enfocada a questão da cultura dos países de língua estrangeira (inglês), nas aulas de língua estrangeira (inglês) em escolas da rede pública e da rede particular. Tentaremos verificar ao longo do trabalho, que valores estão sendo repassados aos alunos. Através de uma análise dos Parâmetros Curriculares Nacionais, verificaremos como este documento aborda a questão da cultura; pela análise de questionários e entrevistas com os sujeitos da pesquisa, tentaremos verificar se os professores conhecem este documento e qual sua leitura das questões de cultura nele abordadas, no que diz respeito à formação de cidadãos críticoreflexivos. Tentaremos perceber se é dada importância à discussão destes assuntos entre os professores de língua estrangeira (inglês) e se os Parâmetros Curriculares Nacionais deixam abertura para esta discussão em sala de aula com os alunos, visando a um crescimento mais maduro e crítico. Trabalharemos dentro da abordagem do paradigma interpretativista, sendo que os dados serão obtidos através de questionários e entrevistas com os sujeitos participantes da pesquisa. O estudo também propõe contribuições para uma atitude crítico-reflexivopedagógica por parte de todos os professores de língua estrangeira (inglês) diante dos desafios que todo professor enfrenta em seu dia-a-dia. Não podemos jamais esquecer que o mundo vive um processo de mudanças que acontecem de uma forma acelerada, e que os alunos precisam ser preparados para acompanhar estas mudanças, de modo a integrar-se à comunidade contemporânea. Palavras-chave: Língua estrangeira (inglês) Cultura Parâmetros Curriculares Nacionais - Ensino Fundamental.

9 CAPITULO 1 INTRODUÇÃO GERAL E OBJETIVOS 1.1. Introdução Desde a antigüidade, a imposição de culturas estrangeiras ou mesmo a adoção de hábitos, costumes e tradições de outros povos, tem levantado questionamentos interessantes, que revelam fatores reais, porém preocupantes. Na história geral lemos sobre a conquista de Jerusalém pelo rei da Babilônia, Nabucodonosor, no ano 605AC, que é relatado na Bíblia no livro de Daniel capítulo 1 versículos 3 e 4 da seguinte forma: Disse o rei /.../ que trouxesse /.../ jovens sem nenhum defeito, de boa aparência, instruídos em toda a sabedoria, doutores em ciências, e versados no conhecimento, e que fossem competentes para assistirem no palácio; e lhes ensinasse a cultura e língua dos caldeus. Todo povo conquistador tem a preocupação de ensinar ao povo conquistado a sua língua, os seus costumes, tradições, a sua cultura como maneira de comprovar seu domínio e poder. Muito já foi comentado, escrito e falado com relação à questão da cultura no ensino de língua estrangeira (inglês), embora estas pesquisas tenham sido realizadas em lugares onde predominava o colonialismo inglês, como a Índia, Hong Kong, Singapura, e a Malásia. (Pennycook 1994; Phillipson 1992; Kramsch 1996). A nós interessa a questão da língua inglesa nos tempos modernos, em nosso país, o Brasil. Está em foco a enorme influência da língua inglesa nas linguagens técnicas, acadêmicas, de propaganda e até mesmo no cotidiano do povo. No Brasil existem alguns estudos como por exemplo, os de Moita Lopes, 1996; Busnardo, J. & Braga, D. 1987; Busnardo, J. & El Dash, L. Mimeo; Brito, I. A.,

10 9 1999, que tratam deste assunto, mesmo que este país não tenha vivido qualquer colonialismo inglês propriamente dito. Até há pouco tempo, não havia obrigatoriedade no ensino de qualquer língua estrangeira nas escolas de nível fundamental e médio. A Lei de Diretrizes e Bases (1996) e a Declaração Universal dos Direitos Lingüísticos, expressam que a aprendizagem de uma língua estrangeira, juntamente com a língua materna, é um direito de todo cidadão. Tornou-se assim obrigatório o ensino de uma língua estrangeira no ensino fundamental e médio fazendo com que escolas que anteriormente não tinham a disciplina Língua Estrangeira em seus currículos, optassem pela língua estrangeira inglês. Os Parâmetros Curriculares Nacionais, que servem para dar apoio às discussões e ao desenvolvimento do projeto educativo nas escolas, levando a uma maior reflexão sobre a prática pedagógica, e contribuindo para uma melhor atualização profissional, afirmam que a aprendizagem de uma língua estrangeira propicia uma autopercepção mais significativa como ser humano e como cidadão. Os Parâmetros Curriculares Nacionais ainda afirmam que esta escolha é arbitrária, dependendo da função que a língua desempenha na sociedade e da influência de uma determinada língua estrangeira em dado ponto geográfico como por exemplo, o espanhol em regiões de fronteira com os demais países de língua espanhola da América do Sul. No entanto, a língua inglesa é sem dúvida a língua estrangeira mais adotada nas escolas de ensino fundamental e médio no Brasil, quer sejam particulares ou públicas. Se, portanto, de acordo com os Parâmetros Curriculares Nacionais, a aprendizagem de uma língua estrangeira leva a uma auto-percepção mais significativa como ser humano e como cidadão, pergunta-se como é possível alcançar esta percepção. Seria por meio de uma aceitação passiva de códigos lingüísticos ou através de uma negociação lingüística dentro da dimensão cultural da língua estrangeira em questão em contraposição à dimensão cultural da língua materna? É uma preocupação de educadores e pesquisadores do ensino/aprendizagem de língua estrangeira (inglês) definir que tipo de aprendizagem cultural contribui para a formação desse sujeito crítico. O que ensinar em cultura e o como ensinar cultura são assuntos carentes de definições claras, e que, muitas vezes, deixam o professor à deriva, sem orientação, aberto à influência de toda propaganda anglofônica existente na mídia.

11 Justificativa O objetivo geral deste estudo é portanto contribuir para que os professores do ensino fundamental tenham uma melhor compreensão do que seja realmente essa questão cultural no ensino de língua estrangeira (inglês). De uma forma mais específica pretendemos: identificar no ensino/aprendizagem, questões da cultura da língua inglesa que influenciam valores, opiniões e crenças de professores, a partir de uma análise dos Parâmetros Curriculares Nacionais. investigar/determinar o motivo que leva à escolha da língua estrangeira ministrada nas escolas de ensino fundamental. oferecer contribuições para uma atitude reflexivo-pedagógica diante dos desafios impostos aos professores de língua estrangeira (inglês). O presente estudo não pretende comprovar hipóteses de uma forma quantitativa. Outrossim, tenta analisar os dados coletados (questionários, entrevistas e notas de campo) a fim de constatar a realidade atual do ensino da língua/cultura inglesa, com o intuito de contribuir para a formação de um professor crítico dentro deste contexto brasileiro Perguntas de Pesquisa pesquisa: Assim, esta pesquisa pretende encontrar respostas às seguintes perguntas de 1. como se deu a escolha da língua estrangeira nas escolas da cidade em estudo? 2. qual é o efeito que esta escolha tem sobre os profissionais de educação de língua estrangeira com relação à sua própria cultura e à cultura da língua estrangeira que ministram (inglês)?

12 11 3. os professores vêem o ensino de língua estrangeira como trabalho, ou se aproveitam das aulas para glorificar a cultura dos povos de língua inglesa fazendo comparações negativas com relação ao Brasil? 4. os professores acreditam que a aprendizagem de uma língua tem influência na formação da cidadania do aluno visando ao seu enriquecimento pessoal? Como eles vêem as determinações dos Parâmetros Curriculares Nacionais com relação à questão da cultura, no desenvolvimento crítico-reflexivo do aluno, tornando-o um cidadão mais engajado, mais consciente? 5. o ensino de língua estrangeira seria usado como ferramenta de poder, propagando um discurso que apresenta vantagens a quem compartilha desta lingua franca? Tentaremos, ao longo da pesquisa, encontrar respostas para estas questões, como também pretendemos fazer algumas contribuições para uma pedagogia crítica fundamentando-nos em trabalhos de vários autores, principalmente aqueles que trabalham a questão da cultura Metodologia Esta pesquisa de cunho qualitativa, analítico-descritiva de caráter interpretativista, foi desenvolvida através de questionários respondidos por professores do ensino fundamental de escolas da rede pública e da rede particular. Inicialmente foi aplicado um questionário Piloto a um professor que ministra aulas de língua inglesa na rede pública e outro na rede privada que não estão ministrando aulas nas escolas selecionadas para a pesquisa. Este questionário Piloto teve por objetivo detectar alguma falha na redação das perguntas, como também cronometrar o tempo utilizado para respondê-lo. Posteriormente, os questionários foram aplicados aos professores nas escolas selecionadas. A seleção das escolas foi realizada por intermédio de indicações de uma colega de trabalho, que é diretora de uma das escolas estaduais e que sugeriu outras diretoras, suas amigas que sempre se dispunham a participar de pesquisas como esta.

13 12 Dentre estas, foram escolhidas duas escolas públicas de periferia, duas escolas públicas de centro e duas escolas privadas. As escolas particulares foram selecionadas mediante contato direto com a direção das mesmas e que aceitaram participar da pesquisa. Fazendo a pesquisa no setor público e privado, nossa intenção foi envolver estes dois setores da realidade educacional brasileira. Como as escolas públicas atuam no centro e na periferia, não seria justo deixar de contemplar uma ou outra destas áreas. Por meio de um telefonema foi feito o primeiro contato o qual foi muito bem aceito junto às escolas públicas, que se prontificaram em abrir suas portas para qualquer atividade, quer seja para assistir aulas, fazer entrevistas, etc.. Nenhuma escola recusou-se a participar da pesquisa, como também não houve qualquer hesitação em dar a permissão devida para a realização de qualquer atividade que fosse necessária para o bom andamento da mesma. Por outro lado, é preciso dizer que nas escolas particulares, a receptividade foi muito diferente. Três escolas contatadas de início negaram-se a participar do projeto alegando motivos variados. A próxima prontificou-se imediatamente, demonstrando toda boa vontade em colaborar. Uma outra marcou entrevista pessoal que foi adiada, mas finalmente, ao compreender a natureza do projeto, também abriu suas portas à pesquisa. Os questionários foram analisados com base na fundamentação teórica obtida por meio das leituras realizadas. Todas as respostas foram tabuladas para fácil acesso na análise. Posteriormente foi realizada uma entrevista com os mesmos professores para se obter mais clareza em certos aspectos do questionário. As entrevistas foram gravadas, e transcritas em sua íntegra, sendo também analisadas, fazendo-se uma comparação com os questionários já respondidos, e finalmente todos os dados foram confrontados com os pareceres dos Parâmetros Curriculares Nacionais relacionados ao ensino de Língua estrangeira. Nos próximos capítulos apresentaremos e discutiremos o arcabouço teórico, faremos uma breve discussão de paradigmas de pesquisa, nos atendo com mais profundidade ao paradigma da pesquisa interpretativista que norteou a realização deste trabalho; apresentaremos também o contexto da pesquisa, seguido pela análise dos dados colhidos nos questionários, entrevistas e notas de campo. Finalmente, apresentaremos as nossas conclusões e recomendações.

14 CAPITULO 2 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA 2.1. Introdução Nos dias de hoje é necessário que o professor de língua estrangeira (inglês) entenda a posição ocupada pela língua inglesa no contexto mundial, como ela é considerada por todas as pessoas, escolarizadas ou não, e seu reconhecimento como língua internacional, a lingua franca que abre portas para o acesso a diálogos em qualquer área, lugar e momento. Pennycook (1994) nos alerta sobre uma idéia que circula pelos bastidores do ensino de língua estrangeira, aceita pela maioria sem muito questionamento, de que a decisão de qualquer pessoa ou instituição educacional na escolha do ensino/aprendizagem de língua estrangeira (inglês) acontece de uma forma: natural, porque apesar do aspecto de imposição desta língua pelos colonizadores em lugares como a Índia, Singapura, Nigéria, etc., ela se espalhou como resultado inevitável de forças globais (econômicas, políticas comerciais, etc..); neutra, porque a partir do momento em que se distancia de seus contextos originais, ela se torna um meio de comunicação totalmente transparente; benéfica a todos que a aprendem, porque os defensores desta teoria, acreditam que a comunicação internacional na língua inglesa acontece de igual para igual. Fishman (1977) afirma que a língua inglesa não se manifesta sobrecarregada de ideologia (ênfase nossa), o que muitos autores rebatem ao relatar suas experiências e

15 14 conclusões de pesquisas em países que viveram a colonização inglesa. O poeta Roland Tombekai Dempster, em seu poema Africa s Plea (O apelo da África) expressa de uma forma bem clara este sentimento de insatisfação vivido por aqueles a quem foi imposto o falar, agir e pensar de uma outra nação, de uma outra cultura. Neste momento nossa preocupação está na criação de novos significados, resultantes daquilo que envolve o falar uma língua estrangeira. De acordo com Pêcheux, O significado de uma palavra, expressão, proposição, etc., não existe em si mesmo (quer dizer, na sua relação transparente com o caráter literal do significante), mas é determinado pelas posições ideológicas trazidas à tona no processo sócio-histórico no qual as palavras, expressões e proposições são produzidas (ou reproduzidas)... Palavras, expressões, proposições, etc., mudam seu significado de acordo com a posição ocupada por aquele que as usa, o que significa que elas encontram seus significados pela referência às posições, quer dizer, pela referência às formações ideológicas... nas quais estas posições estão inseridas. 2 (1982, p 111; ênfase no original.) De acordo com Pennycook (1994) é de extrema importância que entendamos a questão da língua inglesa em si, de um ponto de vista mais amplo, que inclua a compreensão do fato de que esta língua é falada em todo o mundo, e conseqüentemente está inserida em inúmeros contextos culturais diferentes, muitas vezes se misturando a eles. No entanto, percebe-se a necessidade de considerar a língua não apenas em termos de um sistema de linguagem (a língua inglesa e suas variações) como também em termos das posições sociais, culturais e ideológicas das pessoas que a usam A posição da língua inglesa no mundo Hoje, início do século XXI, quando se fala em língua estrangeira, automaticamente pensa-se em língua inglesa. Quais são os fatores que levaram a essa globalização, que apresentam sem titubear a língua inglesa como a lingua franca? 2 The meaning of a word, expression, proposition, etc., does not exist in itself (i.e. in its transparent relation to the literal character of the signifier), but is determined by the ideological positions brought into play in the socio-historical process in which words, expressions and propositions are produced (i.e. reproduced)... Words, expressions, propositions, etc., change their meaning according to the positions held by those who use them, which signifies that they find their meanings by reference to those positions, i.e. by reference to the ideological formations...in which those positions are inscribed. (Pêcheux 1982, p Emphasis in original).

16 15 Sem dúvida alguma, as grandes conquistas do império britânico no século XIX são responsáveis pelo primeiro impulso dado a essa língua nesse seu processo de globalização. Porém, o império britânico hoje já não mais existe como tal, mas outras forças e processos como o desenvolvimento tecnológico, a interdependência mundial no setor da economia, o crescimento e aperfeiçoamento dos meios de comunicação mundial, têm agido de forma contundente na manutenção da hegemonia da língua inglesa no mundo. A língua inglesa é usada como oficial ou semi-oficial em mais de 60 países e ocupa posição importante em outros 20. Ela é dominante ou está firmemente estabelecida em todos os 6 continentes. É a língua mais usada em livros, jornais, aeroportos e controle aéreo, negócios internacionais e conferências acadêmicas, ciências, tecnologia, medicina, diplomacia, esporte competições internacionais, música popular e propaganda.(...) Todos os anos o Conselho Britânico ajuda 25 milhões de estudantes estrangeiros a aprender a língua inglesa em vários países do mundo. Apenas nos Estados Unidos, estudantes estrangeiros foram registrados em (Crystal, 1987: 358) 3 Perguntamos porém, quais foram os prejuízos que surgiram como resultado do processo que levou a essas estatísticas acima? Nos Estados Unidos, as crianças das tribos dos índios Navajo foram obrigadas a freqüentar escolas dirigidas por ingleses, alfabetizadas e aculturadas na língua inglesa, adquirindo valores, costumes e estilo de vida que não o seu. Segundo Phillipson (1992), era como se esses povos étnicos minoritários não fossem humanos e para se humanizarem, seria preciso aprender a língua inglesa e se comportar de acordo com os valores de uma sociedade capitalista. Na África, as escolas pouco a pouco vêm impondo (Phillipson 1992) o uso da língua global, abafando os dialetos e valores locais. Pennycook (1994) também trata deste assunto, e segundo ele, do ponto de vista da ideologia imperialista, a África se encontrava em uma situação de costumes selvagens deploráveis que precisavam ser combatidos em nome da civilização. Ele fala ironicamente de como a África se tornou negra escura, uma vez invadida pela luz desta ideologia imperialista branca. E os 3 English is used as an official or semi-official language in over 60 countries, and has a prominent place in a further 20. It is either dominant or well-established in all six continents. It is the main language of books, newspapers, airports and air-traffic control, international business and academic conferences, science, technology, medicine, diplomacy, sports, international competitions, pop music, and advertising.(...) In any one year, the British Council helps a quarter of a million foreign students to learn English, in various parts of the world. In the USA alone, 337,000 foreign students were registered in (Crystal 1987, p. 358)

17 intelecto. 4 De acordo com Phillipson (1992), a língua inglesa nesses países tem uma 16 africanos se dispuseram a demonstrar que eles eram capazes de adquirir habilidade na língua imperial. Assim, para eles, a competência na língua inglesa era um grande passo na contradição do mito racial sobre a mentalidade retardada do negro. Em outros contextos, como por exemplo na Singapura, é política do governo estabelecer a língua inglesa como a língua oficial e ensinada nas escolas. Na Índia, apesar de esforços para o enfraquecimento da língua inglesa, ela continua sendo o meio de instrução na educação superior. Desde o início da colonização inglesa, a imposição da língua foi entendida como uma forma de modernizar o país, e de acordo com Lorde Macauly em 1834 citado por Khubchandani (1983: 120) os indianos seriam uma classe de pessoas de sangue e cor indiana, mas ingleses nos gostos, nas opiniões, na moral e no importância dupla: internamente ela ocupa o lugar que outras línguas locais poderiam ocupar, e externamente ela funciona como elo político, comercial, científico, tecnológico, militar, turístico e de entretenimento. Assim, o relacionamento entre a língua inglesa e as línguas nativas dos diversos países colonizados por ingleses é um relacionamento de desigualdade, o que leva a grandes conseqüências em quase todos os âmbitos da vida. Pennycook (1994) fala dos acontecimentos da década de 30, em que grandes fundações foram criadas como a Ford e a Rockefeller, as quais muito trabalharam na difusão da língua inglesa. Na Inglaterra, o rei Edward VIII teve um papel importante na criação do British Council for Relations with Other Countries (Conselho Britânico para Relações com Outros Países), e os objetivos deste conselho foram definidos da seguinte forma: A base de nosso trabalho tem que ser a língua inglesa... e nosso alvo é algo mais profundo do que o mero conhecimento de umas poucas palavras. Nosso objetivo é levar o maior número possível de pessoas a apreciarem totalmente as glórias de nossa literatura, nossa contribuição para as artes e ciências e nossa participação preeminente na prática política. A melhor maneira de alcançar estes objetivos é promovendo nossa língua em outros países. 5 4 A class of persons Indian in blood and colour, but English in taste, in opinions, in morals and in intellect. (Khubchandani 1983:120) 5 The basis of our work must be the English language... (and) we are aiming at something more profound than just a smattering of our tongue. Our object is to assist the largest number possible to appreciate fully the glories of our literature, our contribution to the arts and sciences, and our pre-eminent contribution to political practice. This can be best achieved by promoting the study of our language abroad. (Quoted in White, 1965)

18 17 Phillipson (1992) e Pennycook (1994) fazem um comentário sobre o livro do escritor Daniel Defoe, intitulado Robinson Crusoe (1719), afirmando-nos ser esta a primeira publicação que discute a questão do ensino de língua inglesa frente a outra cultura embora não sendo um livro didático, e sim um romance que conta a história de um homem (inglês) em uma ilha deserta fazendo amizade com um nativo Man Friday. Eles afirmam que quando passaram a produzir as primeiras publicações simplificadas (livros paradidáticos) para estudantes de língua inglesa, o primeiro título escolhido foi justamente este: Robinson Crusoe (Longman New Method Series, 1926). Salientam ainda a atitude de Robinson Crusoe em imediatamente começar a ensinar Man Friday a sua língua (inglês) ao invés de querer aprender a língua de Man Friday. Esta sua atitude é significativa na história da expansão da língua inglesa, e como sugere Pennycook (1994) leva a um questionamento sobre a nossa atitude como professores de língua inglesa. Até que ponto estamos seguindo exatamente os passos de Robinson Crusoe? A nossa atitude como professores demonstra uma postura de imposição lingüística e cultural a ponto de ofuscar e deixar de lado a cultura da língua materna? Estamos ensinando novos valores, ideais, tentando criar novas mentalidades, porém fundamentadas em uma cultura ou em valores que não são os próprios, baseados em raízes que não são naturais? Perguntaríamos então, o que realmente é cultura? É o que vamos discutir a seguir Definição de Cultura É necessário adotar um significado para a palavra cultura e seu papel no mundo. Williams (1976) fala da grande dificuldade em se definir satisfatoriamente a palavra cultura. Pennycook (1994) reúne algumas definições diferentes, quais sejam: cultura é um conjunto de valores superiores que adquirem forma através da arte, e consequentemente estão ao alcance de uma pequena elite. cultura é uma forma de vida, é a essência de um povo. cultura é um conjunto de valores que são impostos à maioria por aqueles que estão no poder. cultura é a maneira diferente em que pessoas diferentes dão significado à sua vida.

19 18 Kramsch (1996) afirma que a palavra cultura é muitas vezes confundida com a palavra social, ou pelo menos equiparada a aquela, principalmente quando se fala em fatores socioculturais que afetam o ensino/aprendizagem de uma língua estrangeira. Ela acredita que as duas palavras ( cultura e social ) podem se referir ao que ela afirma serem os dois lados da mesma moeda: o contexto sincrônico e o contexto diacrônico em que uma língua é usada em comunidades discursivas organizadas. De acordo com Lyons (1987) contexto sincrônico seria o que se refere ao não-histórico, à imagem da língua tal qual ela se encontra em determinado ponto no tempo, enquanto que o contexto diacrônico se refere a histórico, ao desenvolvimento e às mudanças que acontecem em uma língua ao longo do tempo. Para Kramsch (1996), ambos os termos têm a ver com o lugar ocupado por uma pessoa dentro de seu grupo social, uma vez que, segundo a autora, um lugar no mapa é também um lugar na história. Ela deixa claro assim, que a palavra cultura pode se referir a pelo menos duas maneiras de definir uma comunidade social. Primeiramente, ela define a palavra cultura do ponto de vista das ciências humanas, dizendo que, nesta perspectiva, há um enfoque na maneira como o grupo social representa outros grupos e o seu próprio, por meio de sua produção, tal como arte, literatura, instituições sociais, utensílios de uso diário e mecanismos para reprodução e preservação através da história. Nesta linha, a análise da questão cultura será realizada sob uma abordagem histórica, baseada no estudo da tradição escrita de textos; isto leva a uma compreensão do presente e faz predições sobre o futuro, baseadas no passado. Sua autoridade vem das instituições acadêmicas, as guardiãs do academicismo que codificaram as regras da exegese e interpretação de textos escritos. Em segundo lugar ela coloca a palavra cultura no âmbito das ciências sociais. Deste ponto de vista, cultura se refere às atitudes, às crenças, às maneiras de pensar, de se comportar e de lembrar fatos compartilhados pelos membros de uma dada comunidade. Nesta linha, a abordagem é etnográfica, baseada em coleta de dados, observação e análise de fenômenos, principalmente via oral; isto leva a uma compreensão do presente por meio de uma análise dos acontecimentos vistos, sob o ponto de vista de sua relação com outros acontecimentos e de sua diversidade social. Sua autoridade se apoia na descoberta de leis que regulam a vida social. Richard Brislin (1990:11) define a palavra cultura de forma bastante clara, e neste trabalho entendemos a palavra cultura a partir da seguinte abordagem:

CURSO DE PEDAGOGIA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS 2015.1 BRUSQUE (SC) 2015 1 EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE PEDAGOGIA

CURSO DE PEDAGOGIA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS 2015.1 BRUSQUE (SC) 2015 1 EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE PEDAGOGIA 1 CURSO EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS 2015.1 BRUSQUE (SC) 2015 2 SUMÁRIO 1ª FASE... 4 01 INVESTIGAÇÃO DA PRÁTICA DOCENTE I... 4 02 LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTO... 4 03 PROFISSIONALIDADE DOCENTE... 4 04 RESPONSABILIDADE

Leia mais

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2010.2

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2010.2 01 BIOLOGIA EDUCACIONAL Fase: 1ª Carga Horária: 30 h/a Prática: 30 h/a Créditos: 4 A biologia educacional e os fundamentos da educação. As bases biológicas do crescimento e desenvolvimento humano. A dimensão

Leia mais

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2008.1A

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2008.1A 01 BIOLOGIA EDUCACIONAL Fase: 1ª Prática: 15 h/a Carga Horária: 60 h/a Créditos: 4 A biologia educacional e os fundamentos da educação. As bases biológicas do crescimento e desenvolvimento humano. A dimensão

Leia mais

CURSO DE PEDAGOGIA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE PEDAGOGIA

CURSO DE PEDAGOGIA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE PEDAGOGIA 1 CURSO DE EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS BRUSQUE (SC) 2012 2 SUMÁRIO 1ª FASE... 4 01 BIOLOGIA EDUCACIONAL... 4 02 INVESTIGAÇÃO PEDAGÓGICA: DIVERSIDADE CULTURAL NA APRENDIZAGEM... 4 03 METODOLOGIA CIENTÍFICA...

Leia mais

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2008.1

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2008.1 01 BIOLOGIA EDUCACIONAL Fase: 1ª Carga Horária: 60 h Prática: 15 h Créditos: 4 A Biologia e o educador. Herança e meio, a hereditariedade. Reprodução humana. As funções vegetativas (digestão e alimentos,

Leia mais

EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE LETRAS INGLÊS E LITERATURAS DE LÍNGUA INGLESA (Currículo iniciado em 2010)

EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE LETRAS INGLÊS E LITERATURAS DE LÍNGUA INGLESA (Currículo iniciado em 2010) EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE LETRAS INGLÊS E LITERATURAS DE LÍNGUA INGLESA (Currículo iniciado em 2010) COMPREENSÃO E PRODUÇÃO ORAL EM LÍNGUA INGLESA I C/H 102 (2358) intermediário de proficiência

Leia mais

Padrões de Competências para o Cargo de Professor Alfabetizador

Padrões de Competências para o Cargo de Professor Alfabetizador Padrões de Competências para o Cargo de Professor Alfabetizador Alfabetização de Crianças O Professor Alfabetizador é o profissional responsável por planejar e implementar ações pedagógicas que propiciem,

Leia mais

Curso: Letras Português ( 1 ª Licenciatura) II Bloco

Curso: Letras Português ( 1 ª Licenciatura) II Bloco Curso: Letras Português ( 1 ª Licenciatura) I Bloco Filosofia da Educação 60 horas Metodologia Científica 60 horas Iniciação à Leitura e Produção de Textos Acadêmicos 60 horas Introdução à filosofia e

Leia mais

Educação escolar indígena

Educação escolar indígena Educação escolar indígena O principal objetivo desta apresentação é fazer uma reflexão sobre a cultura indígena kaingang, sobre as políticas educacionais integracionistas e sobre a política atual, que

Leia mais

LÍNGUA INGLESA I LÍNGUA INGLESA II LÍNGUA INGLESA III LÍNGUA INGLESA IV LÍNGUA INGLESA V EMENTAS DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE BACHARELAD0 EM TRADUÇÃO

LÍNGUA INGLESA I LÍNGUA INGLESA II LÍNGUA INGLESA III LÍNGUA INGLESA IV LÍNGUA INGLESA V EMENTAS DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE BACHARELAD0 EM TRADUÇÃO EMENTAS DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE BACHARELAD0 EM TRADUÇÃO 1. CONTEÚDOS BÁSICOS PROFISSIONAIS LÍNGUA INGLESA I Ementa: Consolidação do estudo das estruturas simples da Língua Inglesa I em seus aspectos

Leia mais

LICENCIATURA DUPLA EM INGLÊS E PORTUGUÊS E RESPECTIVAS LITERATURAS

LICENCIATURA DUPLA EM INGLÊS E PORTUGUÊS E RESPECTIVAS LITERATURAS LICENCIATURA DUPLA EM INGLÊS E PORTUGUÊS E RESPECTIVAS LITERATURAS Curso 1/20B Ingresso a partir de 2007 NÍVEL I Introdução à Pesquisa em Letras Codicred: 1216A-02 Ementa: Compreensão da linguagem como

Leia mais

Estratégias de Aprendizado da Língua Estrangeira 1. Introdução

Estratégias de Aprendizado da Língua Estrangeira 1. Introdução Estratégias de Aprendizado da Língua Estrangeira Gedeon Santos de Medeiros Gerley Machado de Oliveira 1. Introdução A escolha de determinadas experiências de aprendizagem em qualquer contexto educacional,

Leia mais

Padrões de Competências para o Cargo de Coordenador Pedagógico

Padrões de Competências para o Cargo de Coordenador Pedagógico Padrões de Competências para o Cargo de Coordenador Pedagógico O Coordenador Pedagógico é o profissional que, na Escola, possui o importante papel de desenvolver e articular ações pedagógicas que viabilizem

Leia mais

Áfricas no Brasil: aprendendo sobre os sons, as cores, as imagens e os sabores

Áfricas no Brasil: aprendendo sobre os sons, as cores, as imagens e os sabores Áfricas no Brasil: aprendendo sobre os sons, as cores, as imagens e os sabores Rosália Diogo 1 Consideramos que os estudos relacionados a processos identitários e ensino, que serão abordados nesse Seminário,

Leia mais

8. O OBJETO DE ESTUDO DA DIDÁTICA: O PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM

8. O OBJETO DE ESTUDO DA DIDÁTICA: O PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM CORRENTES DO PENSAMENTO DIDÁTICO 8. O OBJETO DE ESTUDO DA DIDÁTICA: O PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM Se você procurar no dicionário Aurélio, didática, encontrará o termo como feminino substantivado de didático.

Leia mais

(30h/a 02 créditos) Dissertação III (90h/a 06 Leituras preparatórias para a

(30h/a 02 créditos) Dissertação III (90h/a 06 Leituras preparatórias para a GRADE CURRICULAR DO MESTRADO EM LETRAS: LINGUAGEM E SOCIEDADE DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS 34 CRÉDITOS Teorias da Linguagem (60h/a 04 Teorias Sociológicas (60h/a 04 Metodologia da Pesquisa em Linguagem (30h/a

Leia mais

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2004.1. Disciplinas do Núcleo Comum 01 ANTROPOLOGIA CULTURAL

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2004.1. Disciplinas do Núcleo Comum 01 ANTROPOLOGIA CULTURAL Disciplinas do Núcleo Comum 01 ANTROPOLOGIA CULTURAL Fase: 1ª Carga Horária: 30 h/a Prática: 10 h/a Créditos: 2 : A Antropologia enquanto ciência e seus principais ramos. Metodologia da pesquisa em Antropologia

Leia mais

LEITURA EM LÍNGUA ESPANHOLA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: COMPREENSÃO E EXPRESSÃO CRIATIVA

LEITURA EM LÍNGUA ESPANHOLA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: COMPREENSÃO E EXPRESSÃO CRIATIVA LEITURA EM LÍNGUA ESPANHOLA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: COMPREENSÃO E EXPRESSÃO Instituto Federal Farroupilha Câmpus Santa Rosa ledomanski@gmail.com Introdução Ler no contexto mundial globalizado

Leia mais

EMENTÁRIO LETRAS EaD INGLÊS

EMENTÁRIO LETRAS EaD INGLÊS EMENTÁRIO LETRAS EaD INGLÊS 1ª FASE LLE 931 Introdução aos Estudos da Linguagem Total h/a Introdução aos conceitos de língua e língua(gem); características da língua(gem) humana; a complexidade da língua(gem)

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO ENSINO DA LÍNGUA INGLESA NAS SÉRIES INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL

A IMPORTÂNCIA DO ENSINO DA LÍNGUA INGLESA NAS SÉRIES INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL A IMPORTÂNCIA DO ENSINO DA LÍNGUA INGLESA NAS SÉRIES INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL Referência: CHAGURI, J. P. A Importância do Ensino da Língua Inglesa nas Séries Iniciais do Ensino Fundamental. In: O

Leia mais

DCN DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS

DCN DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS DCN DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS 01. Diretrizes Curriculares Nacionais são o conjunto de definições doutrinárias sobre princípios, fundamentos e procedimentos na Educação Básica, expressas pela Câmara

Leia mais

IV Seminário de Iniciação Científica

IV Seminário de Iniciação Científica O BOM PROFESSOR DE LÍNGUA ESTRANGEIRA E A SUA RELAÇÃO COM OS MÉTODOS DE ENSINO Ângela Cristina de Jesus Jancitsky 1 ; Marília Moreira de Souza 1 ; Pollyanna Morais Espíndola 2 ; Ms. Marcelo da Silva Pericoli

Leia mais

ENCONTRO DA MEIA DÉCADA DO FÓRUM CONSULTIVO INTERNACIONAL SOBRE EDUCAÇÃO PARA TODOS Aman, Jordânia, 16-19 de Junho de 1996.

ENCONTRO DA MEIA DÉCADA DO FÓRUM CONSULTIVO INTERNACIONAL SOBRE EDUCAÇÃO PARA TODOS Aman, Jordânia, 16-19 de Junho de 1996. Doe, EOOCAC'~ 1-fJ~ Tõ~-5. - " ~ 9qr;, ENCONTRO DA MEIA DÉCADA DO FÓRUM CONSULTIVO INTERNACIONAL SOBRE EDUCAÇÃO PARA TODOS Aman, Jordânia, 16-19 de Junho de 1996. EDUCAÇÃO PARA TODOS: ATINGINDO O OBJETIVO

Leia mais

Descrição de um projeto de pesquisa voltado para a formação pré-serviço do professor de Língua Estrangeira (LE)

Descrição de um projeto de pesquisa voltado para a formação pré-serviço do professor de Língua Estrangeira (LE) Descrição de um projeto de pesquisa voltado para a formação pré-serviço do professor de Língua Estrangeira (LE) 1 Resumo: Este trabalho refere-se a um projeto de pesquisa na área de Linguística Aplicada

Leia mais

LICENCIATURA EM LÍNGUA INGLESA E RESPECTIVAS LITERATURAS

LICENCIATURA EM LÍNGUA INGLESA E RESPECTIVAS LITERATURAS LICENCIATURA EM LÍNGUA INGLESA E RESPECTIVAS LITERATURAS Curso 1/20J Ingresso a partir de 2011/1 Fundamentos dos Estudos Literários Codicred: 12224-04 NÍVEL I Ementa: Funções da literatura. Discurso literário

Leia mais

REVISTA CIENTÍFICA ELETÔNICA DE PEDAGOGIA ISSN: 1678-300X. Ano VIII Número 15 Janeiro de 2010 Periódicos Semestral

REVISTA CIENTÍFICA ELETÔNICA DE PEDAGOGIA ISSN: 1678-300X. Ano VIII Número 15 Janeiro de 2010 Periódicos Semestral ENSINANDO A LER: AS ESTRATÉGIAS DE LEITURA SILVA, Joice Ribeiro Machado da 1 RESUMO Buscamos nessa pesquisa compreender como a criança poderá se tornar uma leitora competente através do letramento literário.

Leia mais

JULIANA STEDILLE RICHELLY DE MACEDO RAMOS PROJETO DE PESQUISA AVALIAÇÃO EM ARTE

JULIANA STEDILLE RICHELLY DE MACEDO RAMOS PROJETO DE PESQUISA AVALIAÇÃO EM ARTE UNIVERSIDADE DE CAXIAS DO SUL CENTRO DE FILOSOFIA E EDUCAÇÃO PROJETO NOSSA ESCOLA PESQUISA SUA OPINIÃO - PÓLO RS CURSO ESCOLA E PESQUISA: UM ENCONTRO POSSÍVEL JULIANA STEDILLE RICHELLY DE MACEDO RAMOS

Leia mais

3 a 5. 6 a 10. 11 a 14. Faixa Etária Prevista. Etapa de Ensino. Duração. Educação Infantil. anos. Ensino Fundamental: Anos Iniciais. 5 anos.

3 a 5. 6 a 10. 11 a 14. Faixa Etária Prevista. Etapa de Ensino. Duração. Educação Infantil. anos. Ensino Fundamental: Anos Iniciais. 5 anos. Etapa de Ensino Faixa Etária Prevista Duração Educação Infantil 3 a 5 anos Ensino Fundamental: Anos Iniciais 6 a 10 anos 5 anos Ensino Fundamental: Anos Finais 11 a 14 anos 4 anos EDUCAÇÃO INFANTIL EDUCAÇÃO

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2015. Ensino Médio

Plano de Trabalho Docente 2015. Ensino Médio Plano de Trabalho Docente 2015 Ensino Médio EtecPaulino Botelho Código: 091 Município: São Carlos - SP Área do conhecimento: Linguagens, códigos e suas tecnologias Componente curricular: Inglês Série:

Leia mais

PRÁTICAS DE LEITURAS SIGNIFICATIVAS NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL

PRÁTICAS DE LEITURAS SIGNIFICATIVAS NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL PRÁTICAS DE LEITURAS SIGNIFICATIVAS NOS ANOS INICIAIS Resumo DO ENSINO FUNDAMENTAL MARTINS, Esilda Cruz UEPG maria.esilda@hotmail.com Eixo Temático: Práticas e Estágios nas Licenciaturas. Agência Financiadora:

Leia mais

O Ensino de Geografia e o Livro Didático como Instrumento no Processo Educacional

O Ensino de Geografia e o Livro Didático como Instrumento no Processo Educacional O Ensino de Geografia e o Livro Didático como Instrumento no Processo Educacional Gilliard dos Santos Passos (UFS) 1 Samira de Jesus Nascimento (UFS) 2 Daniele dos Santos Reis (UFS) 3 INTRODUÇÃO Os acontecimentos

Leia mais

REFLEXÕES ACERCA DO ENSINO DE LÍNGUA ESTRANGEIRA

REFLEXÕES ACERCA DO ENSINO DE LÍNGUA ESTRANGEIRA PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU MESTRADO EM CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO SILMARA SILVEIRA ANDRADE REFLEXÕES ACERCA DO ENSINO DE LÍNGUA ESTRANGEIRA Assunção, Paraguay Março 2015 REFLEXÕES ACERCA DO ENSINO DE LÍNGUA

Leia mais

EDUCAÇÃO INFANTIL LINGUAGEM ORAL E ESCRITA. Premissas básicas:

EDUCAÇÃO INFANTIL LINGUAGEM ORAL E ESCRITA. Premissas básicas: EDUCAÇÃO INFANTIL A Educação Infantil, enquanto segmento de ensino que propicia um maior contato formal da criança com o mundo que a cerca, deve favorecer a socialização da criança, permitir a interação

Leia mais

Ementas aprovadas nos Departamentos (as disciplinas obrigatórias semestrais estão indicadas; as demais são anuais)

Ementas aprovadas nos Departamentos (as disciplinas obrigatórias semestrais estão indicadas; as demais são anuais) UFPR SETOR DE EDUCAÇÃO CURSO DE PEDAGOGIA EMENTAS DAS DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS Ementas aprovadas nos Departamentos (as disciplinas obrigatórias semestrais estão indicadas; as demais são anuais) 1º ANO

Leia mais

Educação bilíngüe intercultural entre povos indígenas brasileiros

Educação bilíngüe intercultural entre povos indígenas brasileiros Educação bilíngüe intercultural entre povos indígenas brasileiros Maria do Socorro Pimentel da Silva 1 Leandro Mendes Rocha 2 No Brasil, assim como em outros países das Américas, as minorias étnicas viveram

Leia mais

DINÂMICA DE FUNCIONAMENTO: Horário matutino: de 5º ao 9 º ano do Ensino Fundamental.

DINÂMICA DE FUNCIONAMENTO: Horário matutino: de 5º ao 9 º ano do Ensino Fundamental. NÍVEIS E MODALIDADES DE ENSINO: EDUCAÇÃO INFANTIL: Maternal III: 3-4 anos 1º Período: 4-5 anos 2º Período: 5-6 anos ENSINO FUNDAMENTAL: Novatos: 1º ano matrícula com 6 anos completos (até 31 de março)

Leia mais

PENSAMENTO E LINGUAGEM: ESTUDO DA INOVAÇÃO E REFLEXÃO DOS ANAIS E DO ENSINO/APRENDIZAGEM DO INGLÊS EM SALA DE AULA

PENSAMENTO E LINGUAGEM: ESTUDO DA INOVAÇÃO E REFLEXÃO DOS ANAIS E DO ENSINO/APRENDIZAGEM DO INGLÊS EM SALA DE AULA PENSAMENTO E LINGUAGEM: ESTUDO DA INOVAÇÃO E REFLEXÃO DOS ANAIS E DO ENSINO/APRENDIZAGEM DO INGLÊS EM SALA DE AULA Adriana Zanela Nunes (UFRJ) zannelli@bol.com.br, zannelli@ig.com.br zannelli@ibest.com.br

Leia mais

8.02.00.00-1 LETRAS PRESENÇA DE MODELOS TEÓRICOS EM UM CURSO DE FORMAÇÃO CONTÍNUA Giovanna Roggi

8.02.00.00-1 LETRAS PRESENÇA DE MODELOS TEÓRICOS EM UM CURSO DE FORMAÇÃO CONTÍNUA Giovanna Roggi 8.00.00.00-2 LINGUÍSTICA, LETRAS E ARTES 8.02.00.00-1 LETRAS PRESENÇA DE MODELOS TEÓRICOS EM UM CURSO DE FORMAÇÃO CONTÍNUA Giovanna Roggi Curso de Letras Faculdade de Filosofia, Comunicação, Letras e Arte

Leia mais

O ENSINO DE LÍNGUA INGLESA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS- EJA

O ENSINO DE LÍNGUA INGLESA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS- EJA O ENSINO DE LÍNGUA INGLESA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS- EJA RESUMO Alba Patrícia Passos de Sousa 1 O presente artigo traz como temática o ensino da língua inglesa na educação de jovens e adultos (EJA),

Leia mais

CENTRO DE ENSINO SUPERIOR CENECISTA DE FARROUPILHA Mantido pela Campanha Nacional de Escolas da Comunidade

CENTRO DE ENSINO SUPERIOR CENECISTA DE FARROUPILHA Mantido pela Campanha Nacional de Escolas da Comunidade MANUAL DE ESTÁGIO Curso de PEDAGOGIA S U M Á R I O 1. Apresentação... 03 2. Proposta de Estágio... 03 3. Aspectos legais... 04 4. Objetivo Geral... 04 5. Campo de Estágio... 05 6. Modalidades de Estágio...

Leia mais

Licenciatura em Língua Portuguesa e Literaturas de Língua Portuguesa (AL/EC) NÍVEL I. Introdução à Pesquisa em Letras

Licenciatura em Língua Portuguesa e Literaturas de Língua Portuguesa (AL/EC) NÍVEL I. Introdução à Pesquisa em Letras Licenciatura em Língua Portuguesa e Literaturas de Língua Portuguesa (AL/EC) Curso 1/20C Ingresso a partir de 2007 NÍVEL I Introdução à Pesquisa em Letras Codicred: 1216A-02 Ementa: Compreensão da linguagem

Leia mais

Palavras-chave: Leitura. Oralidade. (Re)escrita. Introdução

Palavras-chave: Leitura. Oralidade. (Re)escrita. Introdução 12. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA (X ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA OS TEXTOS

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO DE CARATINGA

CENTRO UNIVERSITÁRIO DE CARATINGA CENTRO UNIVERSITÁRIO DE CARATINGA RELAÇÃO DE RESUMOS DE MONOGRAFIAS E ARTIGOS DE PÓS- GRADUAÇÃO Lato sensu Curso: Língua Inglesa/2005 Nome Aluno(a) Título Monografia/Artigo Orientador/Banca Annelise Lima

Leia mais

A realidade dos alunos trazida para a sala de aula. Ao ser perguntado Que possibilidade(s) de escrita(s) os seus alunos

A realidade dos alunos trazida para a sala de aula. Ao ser perguntado Que possibilidade(s) de escrita(s) os seus alunos INTERAÇÕES EM SALA DE AULA Autor: CARDON, Felipe Raskin Felipe Raskin Cardon 1 Resumo: Neste Estudo Piloto, relacionar-se-ão algumas citações do artigo A construção social da linguagem escrita na criança,

Leia mais

ANÁLISE DE ALGUNS EXERCÍCIOS DE COMPREENSÃO AUDITIVA DA COLEÇÃO AMERICAN HEADWAY NA PERSPECTIVA DA SOCIOLINGUÍSTICA

ANÁLISE DE ALGUNS EXERCÍCIOS DE COMPREENSÃO AUDITIVA DA COLEÇÃO AMERICAN HEADWAY NA PERSPECTIVA DA SOCIOLINGUÍSTICA ANÁLISE DE ALGUNS EXERCÍCIOS DE COMPREENSÃO AUDITIVA DA COLEÇÃO AMERICAN HEADWAY NA PERSPECTIVA DA Cristiane Toffanello Mestranda UniRitter/Laureate International Universities Cristoffi@hotmail.com SOCIOLINGUÍSTICA

Leia mais

EMENTAS DAS DISCIPLINAS

EMENTAS DAS DISCIPLINAS EMENTAS DAS DISCIPLINAS CURSO DE GRADUAÇÃO DE PEDAGOGIA Disciplina: Comunicação e Expressão Ementa: A leitura como vínculo leitor/texto através do conhecimento veiculado pelo texto escrito. Interpretação:

Leia mais

RE SIGNIFICANDO A AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL

RE SIGNIFICANDO A AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL RE SIGNIFICANDO A AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL Maria Celina Melchior Dados da autora Mestre em Educação, Avaliadora Institucional do INEP/SINAES/MEC, atuou como avaliadora in loco do Prêmio Inovação em Gestão

Leia mais

ABORDAGEM DO CICLO DE POLÍTICAS SEGUNDO STEPHEN BALL

ABORDAGEM DO CICLO DE POLÍTICAS SEGUNDO STEPHEN BALL Departamento de Educação 1 ABORDAGEM DO CICLO DE POLÍTICAS SEGUNDO STEPHEN BALL Aluna: Ana Carolina de Souza e Paula Gomes Orientadora: Maria Inês G.F. Marcondes de Souza Introdução Esse texto é resultado

Leia mais

ALGUMAS CONSIDERAÇÕES SOBRE A EXPERIÊNCIA DESENVOLVIDA PELA FACED/UFBA NA FORMAÇÃO DOS ALFABETIZADOES NA ALFASOL

ALGUMAS CONSIDERAÇÕES SOBRE A EXPERIÊNCIA DESENVOLVIDA PELA FACED/UFBA NA FORMAÇÃO DOS ALFABETIZADOES NA ALFASOL 1 Pesquisas e Práticas Educativas ALGUMAS CONSIDERAÇÕES SOBRE A EXPERIÊNCIA DESENVOLVIDA PELA FACED/UFBA NA FORMAÇÃO DOS ALFABETIZADOES NA ALFASOL DANIELA DE JESUS LIMA FACED/UFBA INTRODUÇÃO - O presente

Leia mais

PIBID: UMA PONTE INTERDISCIPLINAR ENTRE O ENSINO SUPERIOR E O ENSINO MÉDIO

PIBID: UMA PONTE INTERDISCIPLINAR ENTRE O ENSINO SUPERIOR E O ENSINO MÉDIO PIBID: UMA PONTE INTERDISCIPLINAR ENTRE O ENSINO SUPERIOR E O ENSINO MÉDIO Extensão, docência e investigação. Danielle Gomes Mendes Theciana Silva Silveira Orientadora: Prof.ª Dr.ª Marize Barros Rocha

Leia mais

Eixo temático: Tradução/interpretação de língua de sinais: identidades em questão

Eixo temático: Tradução/interpretação de língua de sinais: identidades em questão Modalidade: Comunicação oral/sinais Eixo temático: Tradução/interpretação de língua de sinais: identidades em questão TÍTULO: QUEM É O INTÉRPRETE DE LIBRAS: A PERSPECTIVA DO ALUNO SURDO NO CONTEXTO DO

Leia mais

Já pesquisou alguma coisa sobre a Geração Y? Pois então corra, pois eles já vasculharam tudo para você.

Já pesquisou alguma coisa sobre a Geração Y? Pois então corra, pois eles já vasculharam tudo para você. Já pesquisou alguma coisa sobre a Geração Y? Pois então corra, pois eles já vasculharam tudo para você. A HR Academy e a NextView realizaram uma pesquisa focada em geração y, com executivos de RH das principais

Leia mais

GRUPO DE ESTUDOS SOBRE POLÍTICAS EDUCACIONAIS E SOCIOAMENTAIS: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA

GRUPO DE ESTUDOS SOBRE POLÍTICAS EDUCACIONAIS E SOCIOAMENTAIS: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA GRUPO DE ESTUDOS SOBRE POLÍTICAS EDUCACIONAIS E SOCIOAMENTAIS: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA ROCHA, Carlos Alves; SILVA, Maria Cristina Borges; ALENCASTRO, Mario Sergio Cunha; BEATRIZ, Marilene Zazula UTP /

Leia mais

MOTIVAÇÃO E DESMOTIVAÇÃO NO APRENDIZADO DE LÍNGUAS

MOTIVAÇÃO E DESMOTIVAÇÃO NO APRENDIZADO DE LÍNGUAS MOTIVAÇÃO E DESMOTIVAÇÃO NO APRENDIZADO DE LÍNGUAS Prof. Dr. Richard Schütz www.sk.com.br Referência: SCHÜTZ, Ricardo. "Motivação e Desmotivação no Aprendizado de Línguas" English Made in Brazil .

Leia mais

MATRIZ CURRICULAR 1.ª SÉRIE DE OFERTA 99-8791-04 DIDÁTICA 160 0 160 99-8792-04

MATRIZ CURRICULAR 1.ª SÉRIE DE OFERTA 99-8791-04 DIDÁTICA 160 0 160 99-8792-04 Curso: Graduação: Regime: Duração: PEDAGOGIA LICENCIATURA PLENA MATRIZ CURRICULAR SERIADO ANUAL - NOTURNO 4 (QUATRO) ANOS LETIVOS Integralização: A) TEMPO TOTAL - MÍNIMO = 04 (QUATRO) ANOS LETIVOS - MÁXIMO

Leia mais

OS CONHECIMENTOS DO PROFESSOR DE EDUCAÇÃO FÍSICA PARA A ESCOLA HOJE

OS CONHECIMENTOS DO PROFESSOR DE EDUCAÇÃO FÍSICA PARA A ESCOLA HOJE OS CONHECIMENTOS DO PROFESSOR DE EDUCAÇÃO FÍSICA PARA A ESCOLA HOJE KOGUT, Maria Cristina - PUCPR Cristina.k@pucpr.br SOUZA, Franciely Prudente de Oliveira - PUCPR franciely.oliveira@pucpr.br TREVISOL,

Leia mais

Curso: Pedagogia ( 1 ª Licenciatura) I Bloco. Fundamentos Epistemológicos de Pedagogia 60 horas

Curso: Pedagogia ( 1 ª Licenciatura) I Bloco. Fundamentos Epistemológicos de Pedagogia 60 horas Curso: Pedagogia ( 1 ª Licenciatura) I Bloco Fundamentos Epistemológicos de Pedagogia 60 horas Metodologia Científica 60 horas História da Educação 60 horas Sociologia da Educação I 60 horas Filosofia

Leia mais

APOSTILA DE FILOSOFIA E ÉTICA NAS ORGANIZAÇÕES

APOSTILA DE FILOSOFIA E ÉTICA NAS ORGANIZAÇÕES APOSTILA DE FILOSOFIA E ÉTICA NAS ORGANIZAÇÕES 2º. Bimestre Capítulos: I Ética: noções e conceitos básicos II Processo de Decisão Ética III - Responsabilidade Social Apostila elaborada pela Profa. Ana

Leia mais

CULTURA AFRO CULTURA AFRO

CULTURA AFRO CULTURA AFRO CULTURA AFRO ESCOPO Apresentamos o projeto Cultura Afro com o compromisso de oferecer aos alunos do ensino fundamental um panorama completo e diversificado sobre a cultura afro em nosso país. Levamos em

Leia mais

ANAIS ELETRÔNICOS ISSN 235709765

ANAIS ELETRÔNICOS ISSN 235709765 UMA ABORDAGEM REFLEXIVA SOBRE AS PRATICAS DE PLANEJAMENTO E AVALIAÇÃO ESCOLAR SILVA, Ana Raquel Henriques 1. (UFCG) ARAÙJO, Gérssica Xavier Brito de 2. (UFCG) RAFAEL, Edmilson Luiz 3. (Orientador) RESUMO

Leia mais

PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO

PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO APRESENTAÇÃO O Projeto Político Pedagógico da Escola foi elaborado com a participação da comunidade escolar, professores e funcionários, voltada para a

Leia mais

LICENCIATURA EM LÍNGUA ESPANHOLA E RESPECTIVAS LITERATURAS

LICENCIATURA EM LÍNGUA ESPANHOLA E RESPECTIVAS LITERATURAS LICENCIATURA EM LÍNGUA ESPANHOLA E RESPECTIVAS LITERATURAS Curso 1/20K Ingresso a partir de 2011/1 Fundamentos dos Estudos Literários Codicred: 12224-04 NÍVEL I Ementa: Funções da literatura. Discurso

Leia mais

Gláucia Cristina Negreiros Coordenação do Curso de Pedagogia

Gláucia Cristina Negreiros Coordenação do Curso de Pedagogia Faculdades Integradas Mato - Grossenses de Ciências Sociais e Humanas Missão: Formar cidadãos, através da educação, para atuar de forma transformadora, ética e crítica, no contexto profissional e social

Leia mais

TRANSPOSIÇÃO DIDÁTICA, INTERDISCIPLINARIDADE E CONTEXTUALIZAÇÃO

TRANSPOSIÇÃO DIDÁTICA, INTERDISCIPLINARIDADE E CONTEXTUALIZAÇÃO TRANSPOSIÇÃO DIDÁTICA, INTERDISCIPLINARIDADE E CONTEXTUALIZAÇÃO Como já vimos, a proposta pedagógica é uma articuladora de intenções educativas onde se definem as competências, os conteúdos, os recursos

Leia mais

CONCEPÇÕES DE AVALIAÇÃO SUBJACENTES AS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS DE PROFESSORES DE EDUCAÇÃO FÍSICA

CONCEPÇÕES DE AVALIAÇÃO SUBJACENTES AS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS DE PROFESSORES DE EDUCAÇÃO FÍSICA CONCEPÇÕES DE AVALIAÇÃO SUBJACENTES AS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS DE PROFESSORES DE EDUCAÇÃO FÍSICA Andrelino Costa FERREIRA (UEPB/SEE-PB) Priscila Raposo ANANIAS (CESED/SEE- PB) Profª Drª Francisca Pereira

Leia mais

Universidade Estadual de Maringá Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes

Universidade Estadual de Maringá Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes R E P U B L I C A Ç Ã O R E S O L U Ç Ã O N.º 143/2011 CI / CCH CERTIDÃO Certifico que a presente resolução foi afixada em local de costume, neste Centro, no dia 27/08/2012. João Carlos Zanin, Secretário

Leia mais

MATERIAL DE DIVULGAÇÃO DA EDITORA MODERNA

MATERIAL DE DIVULGAÇÃO DA EDITORA MODERNA MATERIAL DE DIVULGAÇÃO DA EDITORA MODERNA Professor, nós, da Editora Moderna, temos como propósito uma educação de qualidade, que respeita as particularidades de todo o país. Desta maneira, o apoio ao

Leia mais

Carlos Fabiano de Souza IFF (carlosfabiano.teacher@gmail.com; carlos.souza@iff.edu.br) Mestrando em Estudos de Linguagem (UFF)

Carlos Fabiano de Souza IFF (carlosfabiano.teacher@gmail.com; carlos.souza@iff.edu.br) Mestrando em Estudos de Linguagem (UFF) RELAÇÕES DICOTÔMICAS NO ENSINO DE INGLÊS EM CURSOS DE IDIOMAS: as implicaturas da (de)formação do professor de línguas que atua nesse contexto de ensinoaprendizagem de língua estrangeira Carlos Fabiano

Leia mais

Palavras-chave: Formação de professores; Justificativas biológicas; Dificuldades de escolarização

Palavras-chave: Formação de professores; Justificativas biológicas; Dificuldades de escolarização OS MECANISMOS DE ATUALIZAÇÃO DAS EXPLICAÇÕES BIOLÓGICAS PARA JUSTIFICAR AS DIFICULDADES NO PROCESSO DE ESCOLARIZAÇÃO: ANÁLISE DO PROGRAMA DE ALFABETIZAÇÃO LETRA E VIDA Cristiane Monteiro da Silva 1 ; Aline

Leia mais

TRANSPOSIÇÃO DIDÁTICA, INTERDISCIPLINARIDADE E CONTEXTUALIZAÇÃO Guiomar Namo de Mello

TRANSPOSIÇÃO DIDÁTICA, INTERDISCIPLINARIDADE E CONTEXTUALIZAÇÃO Guiomar Namo de Mello TRANSPOSIÇÃO DIDÁTICA, INTERDISCIPLINARIDADE E CONTEXTUALIZAÇÃO Como já vimos, a proposta pedagógica é uma articuladora de intenções educativas onde se definem as competências, os conteúdos, os recursos

Leia mais

CURSO: LICENCIATURA EM CIÊNCIAS DA RELIGIÃO EMENTA DAS DISCIPLINAS

CURSO: LICENCIATURA EM CIÊNCIAS DA RELIGIÃO EMENTA DAS DISCIPLINAS CURSO: LICENCIATURA EM CIÊNCIAS DA RELIGIÃO EMENTA DAS DISCIPLINAS PRODUÇÃO E RECEPÇÃO DE TEXTOS Lingüística Textual : Recepção e Produção de Textos Visão Sistemática e Particular. Gêneros e Estruturas

Leia mais

PROGRAMA ÉTICA E CIDADANIA construindo valores na escola e na sociedade. Democracia na escola Ana Maria Klein 1

PROGRAMA ÉTICA E CIDADANIA construindo valores na escola e na sociedade. Democracia na escola Ana Maria Klein 1 PROGRAMA ÉTICA E CIDADANIA construindo valores na escola e na sociedade Democracia na escola Ana Maria Klein 1 A escola, instituição social destinada à educação das novas gerações, em seus compromissos

Leia mais

I - FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA

I - FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA I - FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA O Colégio Ceom, fundamenta seu trabalho educacional na área da Educação Infantil, Ensino Fundamental I, Fundamental II e Ensino Médio, a partir das teorias de Jean Piaget e Emília

Leia mais

CURRÍCULO DO CURSO. Mínimo: 8 semestres CELSO HENRIQUE SOUFEN TUMOLO 37219288

CURRÍCULO DO CURSO. Mínimo: 8 semestres CELSO HENRIQUE SOUFEN TUMOLO 37219288 71 EaD_UAB LETRAS LICENCIATURA EM LÍNGUA INGLESA 009 Documentação: jetivo: Titulação: Diplomado em: Resolução n. 005/CEG/009, de 5/03/009 Habilitar professores para o pleno exercício de sua atividade docente,

Leia mais

O processo de planejamento participativo da unidade escolar

O processo de planejamento participativo da unidade escolar O processo de planejamento participativo da unidade escolar Pedro GANZELI 1 Resumo: Nos últimos anos, com o avanço das políticas educacionais que postulam a descentralização, a gestão da unidade escolar

Leia mais

Uma Perspectiva Sócio-Histórica do Processo de Alfabetização com Conscientização do Contexto Sociocultural

Uma Perspectiva Sócio-Histórica do Processo de Alfabetização com Conscientização do Contexto Sociocultural Uma Perspectiva Sócio-Histórica do Processo de Alfabetização com Conscientização do Contexto Sociocultural Camila Turati Pessoa (Universidade Federal de Uberlândia) camilatpessoa@gmail.com Ruben de Oliveira

Leia mais

ANÁLISE DE NECESSIDADES DO CONTROLADOR DE TRÁFEGO AÉREO: EM BUSCA DE UMA PROPOSTA DE CURSO DA DISCIPLINA LÍNGUA INGLESA COM ENFOQUE NO DESEMPENHO ORAL

ANÁLISE DE NECESSIDADES DO CONTROLADOR DE TRÁFEGO AÉREO: EM BUSCA DE UMA PROPOSTA DE CURSO DA DISCIPLINA LÍNGUA INGLESA COM ENFOQUE NO DESEMPENHO ORAL ANÁLISE DE NECESSIDADES DO CONTROLADOR DE TRÁFEGO AÉREO: EM BUSCA DE UMA PROPOSTA DE CURSO DA DISCIPLINA LÍNGUA INGLESA COM ENFOQUE NO DESEMPENHO ORAL INTRODUÇÃO Patrícia Palhares Tupinambá FERNANDES DE

Leia mais

O PEDAGOGO NA DOCÊNCIA E SUA IMPORTÂNCIA NO ENSINO- APRENDIZAGEM

O PEDAGOGO NA DOCÊNCIA E SUA IMPORTÂNCIA NO ENSINO- APRENDIZAGEM O PEDAGOGO NA DOCÊNCIA E SUA IMPORTÂNCIA NO ENSINO- APRENDIZAGEM Helena Harumi Maruyama G Pedagogia INESUL LONDRINA PR Orientadora Ms. Maria Eliza Corrêa Pacheco D Pedagogia INESUL LONDRINA PR PAINEL e-mail:

Leia mais

CONTEÚDOS DE SOCIOLOGIA POR BIMESTRE PARA O ENSINO MÉDIO COM BASE NOS PARÂMETROS CURRICULARES DO ESTADO DE PERNAMBUCO

CONTEÚDOS DE SOCIOLOGIA POR BIMESTRE PARA O ENSINO MÉDIO COM BASE NOS PARÂMETROS CURRICULARES DO ESTADO DE PERNAMBUCO CONTEÚDOS DE SOCIOLOGIA POR BIMESTRE PARA O ENSINO MÉDIO COM BASE NOS PARÂMETROS CURRICULARES DO ESTADO DE PERNAMBUCO GOVERNADOR DE PERNAMBUCO João Lyra Neto SECRETÁRIO DE EDUCAÇÃO E ESPORTES Ricardo Dantas

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2014. Ensino Médio

Plano de Trabalho Docente 2014. Ensino Médio Plano de Trabalho Docente 2014 Ensino Médio Etec Etec: Paulino Botelho Código: 091 Município: São Carlos Área de conhecimento: Linguagens, Códigos e Suas Tecnologias Componente Curricular: Inglês Série:

Leia mais

A Cobronça, a Princesa e a Surpresa

A Cobronça, a Princesa e a Surpresa elaboração: PROF. DR. JOSÉ NICOLAU GREGORIN FILHO A Cobronça, a Princesa e a Surpresa escrito por & ilustrado por Celso Linck Fê Os Projetos de Leitura: concepção Buscando o oferecimento de subsídios práticos

Leia mais

O ENSINO DE CIÊNCIAS NATURAIS NO FAZER PEDAGÓGICO

O ENSINO DE CIÊNCIAS NATURAIS NO FAZER PEDAGÓGICO ESTADO DE MATO GROSSO PREFEITURA MUNICIPAL DE LAMBARI D OESTE SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO E CULTURA MATOS, Alaíde Arjona de 1 OLIVEIRA, Sônia Fernandes de 2 Professora da rede municipal de ensino

Leia mais

DINÂMICA CURRICULAR DO CURSO DE PEDAGOGIA - 2008. Disciplinas Teórica Prática Estágio Total. 1º Período

DINÂMICA CURRICULAR DO CURSO DE PEDAGOGIA - 2008. Disciplinas Teórica Prática Estágio Total. 1º Período MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Universidade Federal de Alfenas. UNIFAL-MG Rua Gabriel Monteiro da Silva, 700. Alfenas/MG. CEP 37130-000 Fone: (35) 3299-1000. Fax: (35) 3299-1063 DINÂMICA CURRICULAR DO CURSO DE

Leia mais

Índice. 1. Metodologia na Educação de Jovens e Adultos...3

Índice. 1. Metodologia na Educação de Jovens e Adultos...3 GRUPO 6.1 MÓDULO 4 Índice 1. Metodologia na Educação de Jovens e Adultos...3 1.1. Desenvolvimento e Aprendizagem de Jovens e Adultos... 4 1.1.1. Educar na Diversidade... 5 1.2. Os Efeitos da Escolarização/Alfabetização

Leia mais

AULA 05. Profª Matilde Flório EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM PARA EDUCAÇÃO ÉTNICO-RACIAL PMSP-DOT- 2008

AULA 05. Profª Matilde Flório EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM PARA EDUCAÇÃO ÉTNICO-RACIAL PMSP-DOT- 2008 AULA 05 Profª Matilde Flório EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM PARA EDUCAÇÃO ÉTNICO-RACIAL PMSP-DOT- 2008 FÁBRICA DE IDÉIAS PEDAGÓGICAS CONCURSO PMSP FUND II 2011 (em parceria com a APROFEM e o Jornal dos Concursos)

Leia mais

Proposta Pedagógica. Buscando atender às necessidades da comunidade local, o Colégio La Salle Brasília oferece educação infantil, fundamental e médio.

Proposta Pedagógica. Buscando atender às necessidades da comunidade local, o Colégio La Salle Brasília oferece educação infantil, fundamental e médio. Proposta Pedagógica Visão: Ser um centro de excelência em Educação Infantil, Ensino Fundamental e Médio que busca alcançar a utopia que tem de pessoa e sociedade, segundo os critérios do evangelho, vivenciando

Leia mais

A AÇÃO-REFLEXÃO NA FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES

A AÇÃO-REFLEXÃO NA FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES A AÇÃO-REFLEXÃO NA FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES PINTO 1,SIMONE P; VIANNA 2,DEISE M. 1 Programa de Pós Graduação em Ensino de Biociências e Saúde. Instituto Oswaldo Cruz. 2 Instituto de Física. Universidade

Leia mais

Ambientação ao Moodle. João Vicente Cegato Bertomeu

Ambientação ao Moodle. João Vicente Cegato Bertomeu Ambientação ao Moodle João Vicente Cegato Bertomeu AMBIENTAÇÃO A O MOODLE E S P E C I A L I Z A Ç Ã O E M SAUDE da FAMILIA Sumário Ambientação ao Moodle 21 1. Introdução 25 2. Histórico da EaD 25 3. Utilizando

Leia mais

DESENVOLVIMENTO DA PROFICIÊNCIA EM LÍNGUA INGLESA DOS ACADÊMICOS DE LETRAS DA UNIFRA: UM PARALELO ENTRE A MOTIVAÇÃO E A AUTONOMIA DOS MESMOS 1

DESENVOLVIMENTO DA PROFICIÊNCIA EM LÍNGUA INGLESA DOS ACADÊMICOS DE LETRAS DA UNIFRA: UM PARALELO ENTRE A MOTIVAÇÃO E A AUTONOMIA DOS MESMOS 1 DESENVOLVIMENTO DA PROFICIÊNCIA EM LÍNGUA INGLESA DOS ACADÊMICOS DE LETRAS DA UNIFRA: UM PARALELO ENTRE A MOTIVAÇÃO E A AUTONOMIA DOS MESMOS 1 OLIVEIRA, Vinícius. O. 2 MACIEL, Adriana. M. N. RESUMO: O

Leia mais

DISCIPLINAS TEORIA DAS ORGANIZAÇÕES:

DISCIPLINAS TEORIA DAS ORGANIZAÇÕES: DISCIPLINAS TEORIA DAS ORGANIZAÇÕES: A Teoria das Organizações em seu contexto histórico. Conceitos fundamentais. Abordagens contemporâneas da teoria e temas emergentes. Balanço crítico. Fornecer aos mestrandos

Leia mais

LEGISLAÇÃO EDUCACIONAL PARA O ENSINO DE MÚSICA NAS SÉRIES INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL NA REGIÃO SUL DO BRASIL 1

LEGISLAÇÃO EDUCACIONAL PARA O ENSINO DE MÚSICA NAS SÉRIES INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL NA REGIÃO SUL DO BRASIL 1 LEGISLAÇÃO EDUCACIONAL PARA O ENSINO DE MÚSICA NAS SÉRIES INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL NA REGIÃO SUL DO BRASIL 1 Gabriel Ferrão Moreira 2 Prof. Dr. Sérgio Luiz Ferreira de Figueiredo 3 Palavras-chave:

Leia mais

Aprovação do curso e Autorização da oferta. PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO FIC em Espanhol Básico. Parte 1 (solicitante)

Aprovação do curso e Autorização da oferta. PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO FIC em Espanhol Básico. Parte 1 (solicitante) MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE SANTA CATARINA Aprovação do curso e Autorização da oferta PROJETO PEDAGÓGICO

Leia mais

ampliação dos significados. conhecedor fruidor decodificador da obra de arte

ampliação dos significados. conhecedor fruidor decodificador da obra de arte Comunicação O ENSINO DAS ARTES VISUAIS NO CONTEXTO INTERDISCIPLINAR DA ESCOLA ALMEIDA, Maria Angélica Durães Mendes de VASONE, Tania Abrahão SARMENTO, Colégio Hugo Palavras-chave: Artes visuais Interdisciplinaridade

Leia mais

NÃO ESCOLARIZEM A EXPRESSÃO DRAMÁTICA! UMA REFLEXÃO SOBRE A VIVÊNCIA DESTA FORMA DE EXPRESSÃO ENQUANTO ACTIVIDADE AUTÊNTICA

NÃO ESCOLARIZEM A EXPRESSÃO DRAMÁTICA! UMA REFLEXÃO SOBRE A VIVÊNCIA DESTA FORMA DE EXPRESSÃO ENQUANTO ACTIVIDADE AUTÊNTICA França, A., & Brazão, P. (2009). Não escolarizem a Expressão Dramática! - uma reflexão sobre a vivência desta forma de expressão enquanto actividade autêntica. In L. Rodrigues, & P. Brazão (org), Políticas

Leia mais

O ENSINO DE LÍNGUAS ESTRANGEIRAS ATRAVÉS DAS ESCOLAS BILÍNGUES NO BRASIL: UMA NOVA REALIDADE 1

O ENSINO DE LÍNGUAS ESTRANGEIRAS ATRAVÉS DAS ESCOLAS BILÍNGUES NO BRASIL: UMA NOVA REALIDADE 1 O ENSINO DE LÍNGUAS ESTRANGEIRAS ATRAVÉS DAS ESCOLAS BILÍNGUES NO BRASIL: UMA NOVA REALIDADE 1 Iasmin Araújo Bandeira Mendes Universidade Federal de Campina Grande, email: iasminabmendes@gmail.com INTRODUÇÃO

Leia mais

Tratado de Educação Ambiental para Sociedades Sustentáveis e Responsabilidade Global

Tratado de Educação Ambiental para Sociedades Sustentáveis e Responsabilidade Global Tratado de Educação Ambiental para Sociedades Sustentáveis e Responsabilidade Global Este Tratado, assim como a educação, é um processo dinâmico em permanente construção. Deve portanto propiciar a reflexão,

Leia mais

A FORMAÇÃO INCLUSIVA DE PROFESSORES NO CURSO DE LETRAS A DISTÂNCIA

A FORMAÇÃO INCLUSIVA DE PROFESSORES NO CURSO DE LETRAS A DISTÂNCIA A FORMAÇÃO INCLUSIVA DE PROFESSORES NO CURSO DE LETRAS A DISTÂNCIA Autor - Juliana ALVES - IFTM 1 Coautor - Andriza ASSUNÇÃO IFTM 2 Coautor - Aparecida Maria VALLE IFTM 3 Coautor - Carla Alessandra NASCIMENTO

Leia mais

O SIGNIFICADO DO ENSINO DE BIOLOGIA PARA OS ALUNOS DA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS

O SIGNIFICADO DO ENSINO DE BIOLOGIA PARA OS ALUNOS DA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS O SIGNIFICADO DO ENSINO DE BIOLOGIA PARA OS ALUNOS DA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS Maikon dos Santos Silva 1 Mirian Pacheco Silva 2 RESUMO: Muitos alunos da Educação de Jovens e Adultos não relacionam

Leia mais

Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência. Relatório das Atividades do Grupo PIBID para o Primeiro Ano de Projeto

Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência. Relatório das Atividades do Grupo PIBID para o Primeiro Ano de Projeto Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência Relatório das Atividades do Grupo PIBID para o Primeiro Ano de Projeto Frederico Nogueira Vilaça Bolsista Angela Maria Braga Professora Supervisora

Leia mais

OFICINA DE CULTURA E VARIAÇÃO LINGUÍSTICA NO ENSINO FUNDAMENTAL: INGLÊS BRITÂNICO OU INGLÊS AMERICANO?

OFICINA DE CULTURA E VARIAÇÃO LINGUÍSTICA NO ENSINO FUNDAMENTAL: INGLÊS BRITÂNICO OU INGLÊS AMERICANO? OFICINA DE CULTURA E VARIAÇÃO LINGUÍSTICA NO ENSINO FUNDAMENTAL: INGLÊS BRITÂNICO OU INGLÊS AMERICANO? Ewerton Felix da Silva Antônio Fernandes Dias Júnior Cristiane Vieira Falcão Maria Glayce Kelly Oliveira

Leia mais